เฮ Oh. Muito, muito bem-vindo, aluno Bravo, a mais uma aula de língua portuguesa. comigo a professora Carla Gomes, que vai agora trabalhar com vocês as funções da linguagem. Bom, essas são as redes sociais em onde você pode me encontrar se você precisar, aquela dúvida, né, aquela coisinha ali que ficou para trás, precisou de uma ajudinha, é aqui que Você me encontra, fique à vontade. E hoje a gente vai trabalhar com um conteúdo importantíssimo das provas de língua portuguesa, função da linguagem. Vamos primeiro aqui entender as cores desse slide, porque elas têm intenção. Preto, a gente
vai falar primeiro dos elementos da comunicação. Pasmen, apesar da gente naturalizar o processo comunicativo, esses elementos que participam desta desta construção, eles são previamente estudados por um autor Muito específico e que diz que o primeiro, vou deixar grande assim para você poder enxergar. Cadê? Desculpa. Cadê o grande? Pera aí, pera aí, deixa eu fazer essa transição aqui. Pera aí, pera aí, pera aí. Ah, sim. Isso. A primeira coisa que você precisa se lembrar na execução de um projeto, de um projeto de comunicação, é que há a presença de um enunciador. A gente vai traduzir o
enunciador aqui como aquele que fala, né? aquele que Enuncia, aquele que diz algo. Então, o enunciador é basicamente o falante. Inclusive, há outros nomes que você pode encontrar, enunciador, locutor, ah, falante mesmo, né? Então, para se constituir um processo comunicativo, tem que ter primeiro alguém que fala. E depois desse alguém que fala, vamos deixar assim bem grande, você vai precisar, obviamente, de alguém que escuta, né? Então, essas esses dois primeiros elementos aqui da comunicação, Eles são automáticos. Eu não vou falar com a parede, né? Não dá para eu ficar conversando sozinho, apesar de que, né,
gente, vamos falar a verdade, várias vezes a gente fala é sozinho mesmo, né? Pouco que não escuta a gente. Bom, e tem que existir alguém para falar e do outro lado alguém para escutar. Entre esses dois primeiros elementos, entre o falante e o ouvinte, é necessário que haja um assunto, né, em comum para que esse processo comunicativo se Estabeleça. Não adianta eu aqui múmia olhando aqui pro ser que tá prontinho para me escutar e simplesmente não abrir a boca porque eu não tenho nada para dizer. Aquelas situações constrangedoríssimas que não tem nada para dizer, sabe?
Que a gente não tem nada para dizer. Tá faltando o referente. Referente é o assunto, algo que funcione entre o enunciador e o enunciatário, né? é o assunto aqui, além de eu ter aqui na minha cabeça prontinho O assunto, então tô eu aqui pronta para conversar com este ser humano imaginário e eu quero falar com ele sobre língua portuguesa. Então, além de mim, falante, deste ser humano aqui ouvinte e o assunto que tá na minha cabeça, que é língua portuguesa, eu preciso de um outro elemento de comunicação, que é o código. Então, entre o enunciador
e o enunciatário, tem que haver aí adequado um código. O código é, por exemplo, a língua portuguesa. Não adianta eu ser Ótima em francês e querer conversar com alguém que só fala russo. O código do falante, né, do enunciador e do enunciatário, ele precisa ser os mesmos. Vamos supor que eu use Libras para conversar com alguém e a outra pessoa não entende Libras. Então esse código aqui ele falha e aí o processo comunicativo não se estabelece. Então tem que ter eu para falar, você para escutar um assunto, né, entre nós, estabelecido por meio de um
código. Além Do código, é importante que exista também o canal comunicativo. O canal é o meio, por onde eu falo. Vamos lá. Eu, Carla, quero falar com você aí que tá sentadinho. Quero falar sobre língua portuguesa e vou usar a língua portuguesa para isso, né? Então, eu vou explicar para você a matéria. O assunto é a matéria e eu vou usar a língua portuguesa para isso, tá bom? Combinado? Então, comecemos a comunicação. Diga o que que você tá esperando. Você Tá esperando que eu abra a boca e explique a matéria. Abrir a boca, usar a
boca, é o canal comunicativo, né? Então, esse canal aqui ele é concreto, é o meio por onde esse processo comunicativo se estabelece. Então, tem eu para falar, tem você para escutar. Nós temos um assunto em comum, um código combinadinho entre nós, que vai se dar por meio de um canal. E por último, nós temos ainda a mensagem. Essa mensagem é a elaboração da linguagem. É como eu Escolho transmitir esse assunto aqui, ó. Aqui a gente vai falar muito mais de uma questão estética, né? Eu quero ser gentil, eu uso um tom mais ameno, eu uso
rimas, eu te ensino cantando, né? aqui tem muito mais a ver com a elaboração da da informação. Agora é o seguinte, por que que eu estou falando com você sobre os elementos da comunicação? Porque esses elementos da comunicação são a base pra gente estudar o que de verdade cai na prova, que são as funções da Linguagem. Então, esse autor que eu falei com vocês no início, quando ele estudou os elementos da comunicação, ele descobriu que o processo comunicativo acaba valorizando, cada texto que existe aí, que circula, né, acaba valorizando um ou outro. elementos da comunicação.
E a partir dessa dessa predominância de um desses elementos, ele chamou isso, então, né? Ele nomeou isso de funções da linguagem. Por exemplo, vamos imaginar um texto em que o olhar esteja focado, o Olhar do texto, né, o objetivo do texto esteja focado no enunciador, né? O que interesse aí seja o que o enunciador sente, como ele percebe toda a situação. Nesse caso, nós vamos dizer que ali a gente tem uma função emotiva. Olha lá, função otiva ou função e expressiva, mesma coisa, é a função que valoriza o enunciador. Nós estamos falando aqui do uso
da primeira pessoa, né? Eu para mim, nós estamos falando aqui da expressão dos sentimentos, né? são marcas de uma Função emotiva. Aqui, ó, a preocupação desse texto não é nada além de, olha, gente, eu tô me sentindo assim, isso para mim, né, sobre o meu olhar. Aqui tem a coisa mesmo do emocional. A função emotiva, como o nome já sugere, ela foca ali no emocional. A outra possibilidade é que você tenha uma função focada em quem vai receber a informação. Olha lá. Então, é uma função destinada ao enunciatário. Função apelativa ou conativa é a função
Em que o foco é atingir o outro. Se eu pensar, por exemplo, aqui é clássico, né? É o que mais aparece nas provas. Se eu pensar aqui, por exemplo, nas propagandas, ó, nos textos publicitários, nas propagandas, elas têm claramente uma função conativa, porque elas atingem o outro. O objetivo delas é fazer com que este elemento da comunicação, né, o receptor, ele seja atingido pelo processo comunicativo. Então aqui a gente tem as propagandas, a Gente tem os verbos no imperativo, né? Quando eu digo faça imperativo quando eu digo, ó, faça, pegue, busque, experimente. Eu estou esperando
uma ação ser executada por quem recebeu a informação. Função conativa, função apelativa, é a função que está focada no enunciatário, que ó, propaganda é o principal exemplo. Além desta possibilidade, nós temos também uma função que pode ser focada no referente. Quando o olhar, então, é direcionado ao Assunto, tenho que dizer que a maior parte dos textos que caem na prova tem função referencial, textos jornalísticos, né, reportagens, notícias, em geral, esses e eh artigos, eh pesquisas, em geral, esses textos, a gente nesses textos a gente não enxerga quem foi que escreveu, para quem está direcionado. O
objetivo é informar, é trazer ali a o referente, o assunto é mais importante do que quem escreveu ou quem vai ler, né? Então aqui a gente tem A função referencial, também chamada de denotativa ou de função informativa. Tudo a mesma coisa, hein? A outra possibilidade, e essa daqui a gente vai ter um pouquinho de cuidado porque ela é a pegadinha da prova, é a função metalinguística. A gente vai chamar de metalinguagem todas as vezes que a gente tiver a coisa sendo a própria coisa. Isso é metalinguagem. Eu a própria metalinguagem. Vamos lá. Por quê? Eu
sou Carla, a enunciadora desse processo. Beleza? Enunciadora. Você é o meu enunciatário, tá assistindo a aula comigo? É o meu enunciatário. O assunto que eu vou tratar com vocês é língua portuguesa. Eu estou te dando aula de língua portuguesa. E esta aula de língua portuguesa é usando o código língua portuguesa. Então veja que eu tenho o código língua portuguesa servindo para o assunto língua portuguesa. Isso é metalinguagem. Metalinguagem é quando eu tenho o código referindo-se ao próprio Código. Então, se eu tenho um poema que fala de poema, meta linguagem. Se eu tenho uma música que
fala sobre música, metalinguagem. Se eu tenho língua portuguesa, aqui eu tô usando a língua portuguesa, explicando língua portuguesa, isso é metalinguagem. Então, muita atenção, porque metalinguagem é a pegadinha da prova, né? Você vai lembrar disso sempre que você estiver tendo o código pelo próprio código, né? uma palavra que explica a palavra, uma Música que fala da música, um texto falando do próprio texto. Isso é metalinguagem, combinado? A outra função, essa daqui, é a minha preferida, é a função fática. Na função fática, o objetivo é só saber se aquele canal comunicativo funciona. Sabe aquele povo? Eu
vou, eu vou dar minha experi, vou falar aqui da minha experiência de aluno, né? Com aluno, né? Aluno tá assim, ó. Eu consigo finalmente um silêncio na sala de aula. Graças a Deus, Povo calou a boca. Beleza, graças a Deus, todo mundo silêncio. Aí tem um daqueles daqueles que vocês sabem a quais eu me refiro, que diz assim: "Pois é, né?" Ô gente, o que que esse ser humano tá querendo com esse Pois é? Pois é, não é um assunto, não é um assunto. O único objetivo desse ser é saber se as pessoas estão atentas
e estão ouvindo. Ele quer saber se a voz dele se faz ouvir e se as pessoas estão disponíveis para conversar com ele. Então esse pois É não tem uma intenção comunicativa, isso não é um assunto, isso não tem informação. Ele quer apenas saber. E aí, galera? E aí? Vocês estão me escutando? Se eu falar isso, vocês me escutam? É também o que acontece no alô do telefone. Você atende o telefone e fala alô. Que que é alô, gente? Alô não é informação, não. O alô, na verdade, o alô significa quem atendeu esse telefone está escutando.
E do outro lado você também escuta? Aí a pessoa responde: "Alô, eu queria falar com fulano". Ela tá dizendo: "Ah, sim, esse telefone funciona sim. Você quer falar com fulano?" Então esse alô, alô não é um processo comunicativo efetivo, não é um assunto, é apenas a função fática funcionando. Você dentro do elevador e aí entra uma pessoa, tem 15 andares para subir de elevador, aí entra outra pessoa, você fala: "Ah, sério, que sem graça". Aí a pessoa entra, olha para você aquele sorrisinho amarelo e fala: "Tá calor hoje, né?" Ela não quer conversar com você
sobre o clima. Não é o objetivo, não é o assunto. Agora vamos falar sobre o clima. A intenção aí é saber se o canal funciona. Na verdade, ela quer saber. Então, se eu falar com você, você me escuta? Você me escuta e você tem duas chances. Você pode falar com ela nó demais. Quando você responde: "Nossa, tá calor demais". Você diz: "Sim, eu te escuto". A gente pode conversar enquanto esse elevador chega No nosso destino ou se você disser: "Aham, que que você diz para ela?" Você disse na verdade, olha, então a gente vai ficar
aqui nesse elevador juntos, mas a gente vai ficar em silêncio, tá bom? Então, esse tá calor, né? é só a função fática, ele não está testando o processo comunicativo de jeito nem. E por último, pra gente considerar as funções de linguagem, nós vamos falar agora da função poética. Preciso destacar que a função poética não é a Função do poema. Que fique claro, por favor. Função poética não é a função do poema. A função poética é a função, vou até colocar aqui, ó, é a função da estilística. estilística. Que que é a função da estilística? Aqui
nós vamos falar do uso do papel, do espaço do papel, das rimas, da musicalidade. É o deixar bonito. Isso aqui é função poética. E eu tenho, obviamente, seguindo o método bravo de Aprendizagem, aquelas questões que você está aguardando pra gente poder treinar essa coisa de função da linguagem juntinhos. Primeiro print. Deixa assim grande, ó, para você já printar, passar pro seu caderno, fazer um postit, fazer capa do seu celular, não sei, organiza esse negócio, porque eu quero isso muito, muito, muito bonito. Afinal de contas é sucesso para você e é sucesso para Bravo também. Aguenta
aí que agora partiu questões. Vamos lá, faz o print, Faz o print. Questão número um. Vamos lá. A vida é um mistério. Hoje estamos aqui, mas até quando? A gente nunca sabe quando será a última tirinha. A função de linguagem presente nessa tirinha é a Vamos lá. Você tem uma tirinha falando sobre a tirinha metalinguagem. Gente, foco nessa. Foco nessa. E coloquei essa daí de primeira já para você, ó, organizar sua cabeça. É foco. A metalinguagem vai ser a mais difícil das Funções. Se cair na sua prova, vai ser a mais difícil. E o esquema
da metalagem é essa daqui. Você tem uma tirinha e a própria tirinha faz referência à tirinha. Tá vendo? Metalinguagem. Você tem o código pelo próprio código. Metalinguagem. Vamos lá. referencial, não é? Dizendo aí que busca apresentar uma informação, não é? Opa, quero vermelho aqui, né? Pra gente marcar os nossos erros aqui. É, de vermelho, ó. Fática não é, não tá testando o canal Comunicativo, não é emotiva. Aqui a função é metalinguística. Põe lá letra D. Tirinha falando de tirinha, música falando de música, poema falando de poema. É metalinguagem. E vamos pra questão dois. Questão dois.
Releia o trecho do texto. A fome tem pressa, não pode esperar. Urge implementar desde já uma ação emergencial de combate à fome. Urge ainda retomar a política nacional de segurança alimentar e nutricional para enfrentar as causas estruturais da Fome no Brasil. A construção desse trecho é marcada pela função. Então vamos lá. Eu já sei aqui, ó. Eu consigo saber que não é metalinguagem, né? Ó, a metalinguagem não é. Consigo saber que não é apelativa. Eu não tenho aí um texto de propaganda. né? Não tenho nada com esse tom apelativo. Consigo saber que ela não é
ah fática, né? Não tá testando o canal aqui de jeito nenhum e não é uma função poética, porque também não tem uma questão estilística aí sendo Implementada. Então eu tô entre a função referencial, que é o foco no assunto, ou eu posso pensar também na função emotiva, né? Entendendo que tem aqui um posicionamento de quem escreve. Aqui tem uma coisa da emoção de quem escreve. Vamos lá. Conativa da linguagem que o foco está no leitor. Não, aqui eh eh dizer conativo é a mesma coisa de dizer apelativo, né? Então não. A função expressiva da linguagem
na qual há subjetividade e busca pela evocação de Opinião. Olha isso aqui é boa. A fome tem pressa, não pode esperar desde já uma ação. Tá vendo? Retomar as políticas nacionais. está esperando aí que o outro se envolva nesse sentimento de indignação que esse texto sugere. Então, a letra B é uma hipótese. Fática não tem chance, não está testando o canal comunicativo, né? E referencial, na qual a objetividade e distanciamento entre autor e tema, isso não. Aqui é claramente o posicionamento de quem Escreve, né? A fome tem pressa, não pode esperar. Olha aí o tom
de indignação que só quem está emocionado de fato consegue expressar. Letra B. Então aqui, ó, esta função é expressiva, é a que se destaca. Cuidado aqui porque você tá vendo um assunto, mas você percebe que esse assunto não está sendo tratado com objetividade, né? Olha, a fome tem esses números, ela atinge esse público, então essa prova é assim, né? As medidas são, é, não é concreto. Tá vendo aqui? A Abordagem ela é emocionada. É isso. Ela é emocionada. Então, nesse caso, função expressiva. Partiu. Questão três. Hoje eu quero você muito, mas é muito bom em
função da linguagem, hein? Questão três. Vamos lá. O distanciamento também salva vidas no trânsito. Tá vendo, ó? Motoristas e ciclistas. Considerando os elementos que compõem o texto e identifica-se nele a função da linguagem. Olha esse negócio aqui. Eu tenho uma campanha de Publicitária, né, de conscientização sobre o cuidado nas vias de trânsito com os ciclistas. É uma campanha, apareceu uma campanha, uma propaganda, uma campanha, alguma coisa assim. Já tá na minha cabeça. A campanha, ela quer fazer o quê? Ela quer atingir o receptor da mensagem. que é o enunciatário, que é o foco. Então, na
minha cabeça, já apareceu aqui a condição de função. Completa aí para mim. A função que valoriza quem recebe, a função que quer Atingir o outro. A função da propaganda é a função conativa ou a função apelativa. Vamos ver nas alternativas se a gente pode mesmo chamar isso aqui de função conativa. Olha lá. É conativa cuja intenção é orientar o interlocutor sobre uma medida para evitar acidentes. Perfeita a resposta. Vamos ver as outras. emotiva. O objetivo é comover o leitor sobre as diversas causas de acidente no trânsito. Isso aqui nem apareceu, né? Diversas causas de Acidente
não é emotiva. Fática não tem chance. Não tá, não é o alô, não é o, nossa, tá calor hoje, né? A fática é fácil de identificar. Sugere um diálogo entre o autor da campanha e os ciclistas? Não. Referencial, pois sua intenção é informar sobre uma regra de trânsito determinada pela legislação. E talvez seja essa aqui que você erre, né? Se você marcar referencial, você na verdade sim, tem uma legislação, tá vendo? Só que esse não é o objetivo. O Objetivo desta campanha é fazer com que o outro assuma o compromisso de andar com distanciamento, né?
Não é informar sobre a legislação, não é esse o objetivo da campanha. O objetivo da campanha é fazer com que eu que estou lendo esse texto me sinta então eh me torne um agente da ação que ele propôs. Função conativa. Marca lá letra A gabarito e vamos embora treinar esse negócio, porque eu quero essa equipe brava, esse time bravo aqui Completamente pronto para qual, mas é qualquer questão relativa à função de linguagem. Questão número quatro. Vamos juntos aqui, ó. Vamos juntos. Analise o seguinte enunciado retirado do texto. Deixe o medo de lado e seja solidário.
Ah, gente, fala a verdade. Fala a verdade se uma questão como essa não é para comemorar o fato de você ter tido esta aula de função da linguagem. Afinal de contas, quando você lê esse enunciado, você observa comigo, observa Ou não observa? Olha lá, você observa comigo, deixe, seja. E aqui eu tenho verbos no imperativo. São verbos que dão ordens, né? Na verdade, ordem, conselho, pedido são verbos que dão instruções de como o outro deve deve executar uma ação. Então, eu estou esperando que depois que você leu essa frase, leu lá, ó, deixe o medo
de lado e seja solidário, o que que você tá fazendo agora? Você vai deixar o medo e vai falar: "Nossa, é mesmo, né? Isso aqui é Para mim". Entendeu? Você recebe como enunciatário a informação. Qual é a função de linguagem que tem o objetivo de atingir o interlocutor, de atingir o outro, de atingir o enunciatário? É a função apelativa, função conativa. Vamos lá. Ah, expressiva não, porque não está expressando emoções. Metalinguística não, porque não é o código pelo próprio código. É apelativa, né? Porque quer convencer o leitor. Não é poética, porque não tem a questão
estética, ó, da Forma, tá vendo? E também não é fática, porque não é ali o teste do canal e sim é mais comum em diálogos. Letra C, a questão número quatro. Partiu questão cinco. Vamos bora treinar esse negócio. Gente, é para terminar essa aula sendo o melhor de todos de função da linguagem. Questão cinco. Vamos lá. Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948. Preâmbulo. Considerando que o reconhecimento da Dignidade tá tá tá. Então tem aí um trecho, né, da Declaração dos Direitos Humanos. Fala comigo. Esse texto
que é um trecho de lei. Qual é o objetivo de um trecho de lei? Ele quer expressar uma emoção. Ele quer convencer o outro de alguma coisa. Ele está deixando esse texto mais bonito. Tem alguma forma poética aqui? Também não. O objetivo desse texto, qual é? estabelecer um canal comunicativo, mas é claro que não. O objetivo aqui é Puramente tratar do assunto dos direitos humanos exclusivamente. Esta função, portanto, é uma função referencial ou denotativa. Aliás, ninguém nunca se perguntou, né, gente? Quem será que escreveu essa declaração? Assim, a pessoa, quem foi que digitou? Ninguém pensa
nisso porque não importa quem escreveu. Também não importa quem vai ler. Ó, tira as crianças da sala porque agora eu vou falar da declaração universal. Não tem não tem o o público Alvo aí sendo e sendo visto. O grande objetivo desse texto é tratar do assunto. Essa função, portanto, é referencial. A dica da aula de hoje, professora Carla, trazendo aquela dica que provavelmente na prova é função referencial. A maior parte das questões tem textos de função referencial, notícias, reportagens, artigos científicos, né, trechos de lei. Normalmente é a função referencial que Você vai encontrar mesmo. Questão
seis. Vamos lá comigo. Questão seis. Quando criança convivia no interior de São Paulo com o curioso verbo pinchar e ainda o ouço por lá esporadicamente. O sentido da palavra é o de jogar fora. Pincha fora essa porcaria ou mandar embora. Pincha esse fulano daqui. Teria sido uma das muitas palavras que ouvi, menos na capital do estado e por conseguinte deixei de usar. Quando indago as pessoas se conhecem esse Verbo, comumente escuto respostas como: "Minha avó fala isso". Aparentemente, para muitos falantes, esse verbo é algo do passado que deixará de existir tão logo essa geração antiga
morrer. As palavras são, em sua grande maioria, resultado de uma tradição. Elas já estavam lá antes de nascermos. Tradição, etimologicamente, é o ato de entregar, de passar adiante, de transmitir, sobretudo valores culturais. O rompimento da tradição de uma palavra Equivale à sua extinção. A gramática normativa muitas vezes colabora criando preconceitos, mas o fator mais forte que motiva os falantes a extinguirem uma palavra é associar a palavra, influenciados direta ou indiretamente pela visão normativa, a um grupo que julga não ser o seu. O pinchar associado ao ambiente rural estafado, a extinção. Antes da pergunta, me digam,
você tem um texto escrito em língua portuguesa que reflete sobre o uso de uma palavra da Língua portuguesa. Que função é esta, meu povo? Estou esperando que você me responda com coração completamente seguro, que essa função é a função metalinguística. Você tem aqui um texto em língua portuguesa escrito com palavras da língua portuguesa, refletindo sobre a língua portuguesa e refletindo sobre palavras da língua portuguesa. O código pelo próprio código, vai lá e marca para mim que essa função é a metalinguística. Letra B. Carla, você acha que eu posso seguir essa sua estratégia meio assim, bem
segura de que é metalinguagem toda vez que o texto falar do texto? Pode, se eu tiver um texto explicando língua, pode. Metalinguagem é isso, é o código pelo próprio código. E nós vamos agora para a questão sete. Questão sete. Questão sete. Olha lá. Leia os textos a seguir. O que é meme? Meme é um termo grego que significa imitação. O termo é bastante conhecido e utilizado no mundo da Internet, referindo-se ao fenômeno de viralização de uma informação, ou seja, qualquer vídeo, imagem, frase, ideia, música que se espalhe entre vários usuários rapidamente, alcançando muita popularidade. ou
no texto dois meme, ã, é uma redução do grego mimena, né, que é imitação, cópia, imagem, informação ou ideia que se espalha rapidamente através da internet, correspondendo geralmente à utilização, alteração humorística ou Sátiria satírica de uma imagem. ideia ou comportamento que passa de uma geração para outra, geralmente por imitação. Bom, entendendo que nós estamos aqui numa aula focadíssima em função da linguagem, você vai me dizer o seguinte: este texto um e este texto dois recebem um nome eh tem predominante qual das funções da linguagem? Eu tenho um texto escrito por palavras explicando o significado de
uma palavra. Então eu tenho palavras explicando palavra. Palavras explicando palavra. Sim, gente, é o que acontece no dicionário. Toda definição, tal coisa é, não sei o que é não sei o que, definiu, trouxe uma definição, você tem palavra explicando palavra. E esta função bravo é a função metalinguística. Palavra, explicando palavra, definição. Tal coisa é tal coisa é, não sei que é, não sei que é. Definiu palavra, explica palavra, metalinguagem. Vai lá então na número sete e marca comigo a letra C, porque o Locutor expressa por meio de idioma, que é objeto acerca do qual ele
trata. Ele usa a língua portuguesa para explicar um termo de língua portuguesa. Isto é, metalinguagem. Definição. Vou pôr aqui bem grande, ó. Se tiver uma definição, definição, se tiver tal coisa, é, não sei o que é. O dicionário é metalinguagem. Você procura o sentido das palavras no dicionário, você encontra o sentido das palavras pelas palavras. Metalinguagem. Metalinguagem, Questão oito. Vamos lá. Sobre as funções da linguagem, relacione a coluna um com a coluna dois e marque a alternativa correta. Então, metalinguagem, função fática e função poética. O emissor testa o canal de comunicação. Alô, você me ouve?
Compreende o que eu falei? Vai lá então e coloca número um, letra B. Lá, ó. Um é B, porque canal de comunicação é a função fática. Imagine um filme que explica as melhores formas como produzir Um longa ou um curtam metragem. Essa redundância, um filme falando sobre filmes. Olha lá, um filme falando sobre filmes. É o código referindo-se ao próprio código. Coloca lá a dois. É metalinguagem. Viver é muito perigoso. Sempre acaba em morte. Olha o jogo de palavras aí e, portanto, função poética. Então, 2 não é a letra C, não é a letra B.
H B1, B1. Então, tá aqui o B1, letra D, a resposta. E C3, letra D, a resposta. Metalinguagem fática e poética aí para você treinar e ter certeza completa no seu coração, na sua vida e na sua prova de que você vai ver. Questão nove. Bora. Assinale a alternativa em que o texto exemplifica a função poética da linguagem. Vamos lembrar que a função poética ela está associada à estilística, ela está associada ao fazer poético, então tá associada à rima, musicalidade, né? O uso das figuras de Linguagem. Vamos lá então, né? Amor é fogo, que arte
sem se ver, é ferida que dói não se sente, é um contentamento descontente. É dor que desatina sem doer. Eu quase não preciso ler as outras para ter certeza de que a resposta é letra A, porque esse é um poema completamente famoso de Camões, que trabalha diversas figuras de linguagem. Tem o paradoxo explícito, tem a rima, né, que dá uma dá uma sonoridade bacana. Função poética tá explícita. A gente Pode procurar se tem mais uma alternativa pra gente marcar se a gente quer recurso. Mas que a resposta é a, a resposta é a. Vamos ver
as outras. O poder nunca é propriedade de um indivíduo. Pertence a um grupo e existe somente enquanto o grupo se conserva unido. Bom, aqui não é poética mesmo. Vejo o ourives quando escrevo: "Imito o amor com com que ele em ouro o alto relevo faz de uma flor." Aqui talvez uma dúvida, né? Porque tem um tom poético. Repita. Sempre, sempre. Remove pedras e planta rosezeiras e faz doces. Recomeça. Aqui não tem a musicalidade, né? Que é típica da letra A. Tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo, mas estou cheio de escravos. Minhas lembranças
escorrem e o corpo transige com na confluência do amor. Também é um texto poético. Todos eles são textos poéticos, né? Todos eles são textos poéticos, mas a função poética marcada pela musicalidade proporcionada pelas rimas é A letra A. Figura de linguagem explícita aqui, o paradoxo, a rima. Tanto de trem aí de poesia, né? De função poética. Questão 10 pra gente. Cadê a 10? Isso. Repetir a nove, né? Tem duas nove aí, viu? Ignorem aqui o slide repetido. Vamos embora de questão 10. Acerca das funções de linguagem, analise. A função tal tem como objetivo estabelecer ou
interromper a comunicação, de modo que o que mais importante é a relação entre o emissor e o receptor da mensagem. Aqui o Foco reside no canal de comunicação. Nesse caso, você vai lá e completa bonitinho que o canal de comunicação tem o foco, então, na função fática da linguagem. um gabarito esplêndido para você treinar. E aqui a certeza de que se você voltar nessas questões, se você voltar, vou voltar aqui, ó, tudinho bonitinho para você ver, ó. Se você voltar nesta tela, fizer o print, vou deixar grande mais uma vez, mais uma chance, hein? Print,
print, print. Fizer O print e organizar o seu pensamento com base nessas setinhas, ó. Enunciador, função emotiva, enunciatário, apelativa, código, metalinguagem, referencial, referente, fática, canal, treinou com as questões, voltou nessa, nesse nesse, nesse sei lá, mapa mental, nisso aqui, ó, nisso aqui bonito, é certeza que o seu sucesso virá. Eu fico muito grata de participar com você dele e pode ficar à vontade para tirar as dúvidas, se elas tá aparecerem. É bravo. Tchau, tchau. Cadê, né? Nem dê. Tchau, tchau, tchau, tchau. Aqui, ó. É, tchau, tchau. É bravo, é bravo. Tchau, tchau agora. Tchau, tchau.
>> Salve, salve, galera. Professor Marcelo Narciso na área. Se liga aqui porque agora é o seguinte, bora fazer uma bateria de questões aqui da banca FGV, tá? Pra gente ficar ligado principalmente em qual parte da matéria, qual disciplina de informática Excel. Se liga aqui pra gente ficar ninja. Vamos Embora. Preste atenção. Olha a primeira questão aqui, ó. No contexto das planilhas eletrônicas, analise a fórmula a seguir. Igual soma de A1 dois pontos B2 menos soma de C1 até D5. Pessoal, aqui é o seguinte, deixa eu explicar uma coisa para vocês. Que que vocês marcariam aqui
antes de mais nada, né? Qual que seria a resposta de vocês aqui? Deixa eu explicar uma coisa para vocês nessa questão que é muito, muito Importante, ó. É o seguinte, eh, para fazer boas provas, boa prova, uma boa prova da banca FGV, nós temos que dominar muito bem como é que funciona a logística de de células, referência de células. Como assim referência de células? uma célula, eu vou mostrar aqui para você do que se trata referência de células, tá? Olha só, eu vou mostrar no Excel porque fica melhor pra gente pensar. Vamos pensar junto aqui
E aí vocês vão entender exatamente o que eu estou dizendo aqui, certo? Ah, ó, quer ver? Vamos colocar aqui, ó. Prestem bastante atenção, ó. Aqui, ó. Vamos ver aqui então. Preste atenção, pessoal. Aqui é o Excel. Quando eu falar de referências, tá? Quando eu falar de referências, referência de células, primeiramente a gente tem que saber e entender muito bem, tá? A gente tem que saber e entender muito bem o seguinte, Ó. A gente tem que saber entender muito bem o seguinte. Isso aqui, ó, quando eu falo para vamos treinar antes de tentar resolver a questão,
vamos treinar aqui como é que funciona a logística do Microsoft Excel quando fala referência. Antes de mais nada, os operadores de referência, tá? Deixa eu sair da frente aqui para vocês verem bonitinho, ó. Antes de mais nada, os operadores de referência é o Seguinte. operadores de referência. Anota junto comigo. Anota. Anota aí no seu caderninho de informática. Quando eu falo de operador de referência, eu estou falando de dois pontos. Pera aí que esse esse negócio aqui não deu muito certo não. Pera aí. Eu estou falando de dois pontos e estou falando de Ponto e vírgula.
Ainda tem um outro operador de referência que é o espaço, tá? Mas nós não vamos tratar dele aqui nessa aula. Isso aqui eu tenho várias explicações na na nossa plataforma, mas vamos focar aqui hoje nesses dois caras aqui, que é o dois pontos e o ponto e vírgula. Prestem atenção, pessoal. Seguinte, Quando a gente vai trabalhar com referências, eu quero que vocês guardem no coração a o seguinte. Se aparecer na prova sua, assim, por exemplo, ó, igual, vamos colocar aqui embaixo para ficar melhor. Igual de A1, dois pontos C4. Pera aí que tá cortando, né?
Pera aí que eu fazer um diminuimento aqui, Ó. Diminuimento, ó. O diminuimento, professor fala bonito, né? De A1 até C4, certo? De A1 até C4. Beleza? Tá aí. Que que eu tenho que entender? Esses dois pontos significa até, tá, pessoal? Colocar aqui, ó, dois pontos significa até. Ponto de vírgula significa e. Então você tem que entender que ele tá pegando de A1. Você faz uma cantoneirazinha lá no A1 até no C4. Faz uma cantoneira no C4. Tá vendo? Cantoneira assim, ó. Abriu no A1, fechou no C4. Você tá vendo? Tá vendo? Esse aqui você tem
que saber, você tem que saber que ele tá pegando todos esses quadradinhos aqui, ó. Você tem que saber que ele tá pegando todos esses quadradinhos. Deixa eu até fazer um negócio aqui para vocês verem perfeitamente do que eu estou falando, tá? Vou até colocar aqui, ó, para vocês verem todos esses quadradinhos Perfeitamente, tá? Então, olha aí, de A1 2. C4, olha só o que que ele tá fazendo. Ele tá pegando tudo isso, galera. Você tem que saber que ele pegou 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 células. Pô, Marcelo, eu
tenho que saber, você tem que saber. Outra coisa importante, e aqui nós vamos treinar, eu quero ver vocês treinando junto comigo. O que que isso aqui é treino, galera? Pode ser que na prova de vocês, eu vou apagar isso aqui porque já entendemos aqui os Operadores, vocês já anotaram. Olha só que importante. Olha só que importante. Se eu colocar assim, ó, igual de A1 dois pontos B8. E aí eu coloco assim, ó, igual de A3 do pontos. A3 dois pontos D5. Preste atenção aqui. Presta atenção aqui. Olha só que Olha só. Eu estou Pegando então
de A1 A1 até B8. Cadê o B8? Você vai faz a cantoneira aqui no A1. Vai lá e faz a cantoneira no B8. Ó o B8 aqui, ó. Tá vendo? E aí você vai fechar, você vai fechar, faz a canton. Gente, isso aqui você tem que fazer na maior tranquilidade do mundo. Fechou? Tá bom? A banca, preste atenção que eu vou falar aqui com vocês. A banca, ela pode perguntar assim, ó, eh, quantas células estão envolvidas de A1 até B8? Quantas células estão envolvidas? Você fazendo aqui a cantoneira, ó, você faz aqui a cantoneira de
A1 até B8. Você sabe, é só você fazer a contagem aqui. Contou a células, você vai saber que são, no caso aqui são 16 células, tá? São 16 células aqui envolvidas de A1 até B8. Esse tipo de questão você tem que saber com muita Paz no coração do dia da prova, fazer com tranquilidade. E pra gente chegar nesse nível, eh, é repetição ao ao extrem, tá? Agora, olha só isso aqui. Nós temos também de A3 até D5. Como assim de A3 até D5? Tá, além de A1, além de A1 até B8, eu tenho de A3
até D5. A, vamos colocar aqui, ó, de A3 até D5. Cadê o D5? D5 aqui, ó. Então, de A3 até D5 vai ficar aqui, ó, desse jeito. Tão vendo? De A3 até D5. Agora, preste atenção. Sabe o que que a banca FGV adora perguntar? Ela gosta de perguntar assim. Ela vai colocar dois valores como esse. Eu coloquei até T6, né? Deixa eu corrigir aqui. Deixa eu corrigir. É até é até D5. É até aqui, ó, né? corrigir. Pronto. E aqui a gente Pronto, agora tá certinho. Agora tá corrigido. Eu fiz de propósito para ver se
vocês estão ligados aqui. Então, olha só, a banca FGV coloca desse jeito. E aí ela pergunta assim, ó: "Quais células são comuns ao intervalo de A1 até B8 e de A3 até D5? Quais células são em comum? Ou seja, quais células envolve as duas referências? Então você tem que saber que essas Células aqui, ó, essas células aqui, ó, aqui dentro, ela diz respeito as duas. Ela vai perguntar quantas células, ela vai perguntar aqui, ó, quantas células fazem referência às duas, as aos dois as aos dois intervalos, né? Ela vai fazer essa pergunta. No caso aqui,
nós temos quantas células? Quantas células que participam das duas referências? Quantas, pessoal? Olha só, de A1 até B8, nós temos até aqui embaixo, De A3 até D5, nós temos de lá da ponta até aqui. Só que a gente quer só as células que participam, né, dos dois intervalos. No caso, são essas quatro que estão aqui, ó. Essas seis, perdão, são seis células intervalando. Você tem que fazer isso aqui com muita tranquilidade. Esse tipo de questão que eu estou falando aqui, por exemplo, para vocês, caiu muito em 2022. Várias várias questões de Excel da banca FGV
de 2022, eu nem estou citando ainda, 2021 cobrou isso aqui, tá? 2021 caiu demais. Então, a gente tem que dominar bem essa questão de referência. Vamos treinar aqui. Vamos treinar porque isso tem que ficar óbvio. A gente avança. Ô Marcelo, quando que eu posso avançar para o próximo conteúdo? Quando ficar óbvio. Quando que você tá estudando ficar óbvio, aí você avança. Vamos treinar? Porque o negócio é treino. Treino é tudo. Eu tenho aqui Igual. Vamos ver se vocês vão pegar, tá? Acho que eu vou colocar aqui, ó, que eu não apareço igual. Galera, olha aí,
ó. De A1 até C8 e nós temos de B2 até F2. a quantidade de células que fazem parte das duas das duas fórmulas, a quantidade de células que Participam aqui das duas fórmulas. Como é que faz isso a parada, Marcelo? Como é que faz isso? Você vai lá, ó, de A1, faz a cantoneirinha lá no A1, de A1 até C8. Cadê o C8? C8 aqui, ó. C. Então, C8. Pronto, corretinho, hein? Pera aí que não me olha esse negócio. Dia 1 até C8, certo? De A1 até C8. Aí ele pega também de B2 até F2.
Então ele pega de B2, B2 Aqui, ó, até F2. De B2 até F2. Até aqui, ó. Então, de B2, pera aí que ficou troncho demais. Até F2. Aí ele tá perguntando quantas células participam dos dois intervalos? Quantas? Cai muito, gente. Ó, você tem que bater o, você tem que fazer esse desenho no dia da prova, entendeu? de B2 até F2, quantas células eh intervalo são interseção, um tá Dentro do outro, né? O que que é interseção? O que que cruza? Ou seja, quais células participam dos dois intervalos? Quantas células, melhor dizendo, participam dos dois intervalos?
Gente, presta atenção que tá dentro dos dois, ó. Vamos ver se vocês vão entender. Eu tenho essa aqui e essa outra aqui, ó. Eu só tenho duas células. Eu tenho duas células apenas participando. Você pode ver que tá aqui dentro. O resto, ó, eles não se misturam. Tá vendo que tá essas duas estão aqui dentro? Vocês t que entender o que eu estou falando, porque senão vocês vão errar muitas questões da banca FGV, porque ela não só vai cobrar isso aqui de forma isolada, como ela vai cobrar isso aqui também dentro de outras questões, outras
funções. Tá bom? Vamos bora fazer mais um aqui para treinar. Ó, vamos deixar essa aqui e vamos fazer Mais uma aqui para trem. Quer ver? Ó, vamos ver se vocês vão entender mesmo o negócio agora. de B4 até D7. É tipo conjuntos. É tipo conjuntos, tá? Vocês não têm lá aqueles negócios assim, ó. Ó, vou colocar aqui, por exemplo, ó. Vocês não ts não t essa parada aqui na matemática. Aí tem lá assim, ó. 1 2 3 4 5 6. Não tem isso aí. Eu pergunto, quais números É interseção? Ou seja, participam dos dois conjuntos,
pertencem aos dois conjuntos. Quais números? Mesmo quando eu perguntar isso para você, você sabe que três e quatro, tá? Três e o quatro. Pronto. Aqui, ó, de B4 até D7. de B4. Cadê o B4? Cadê o B4? Ó o B4 aqui, ó. B4. Faz o cantinho lá. D. Cadê o D7? D7. D7. Aqui, ó. D. Pronto, nego. Fecha o negócio. Fechou. Fechou. Aqui, ó. Pronto. Você só avança quando você aprende, tá vendo? Aí eu pergunto, quantas células estão envolvidas nos nos Qual que o que que é interseção aqui? Tão ligados qual que é a interseção?
Olha aqui, ó. Ó, ó, as células aí participando, ó. Só essas. Só essas duas. Aliás, essas duas não. Qu? 1 2 3 4 8. Oito células. Vocês estão vendo, galera? Isso aqui, Isso aqui faz muita diferença. Daqui a pouco vocês vão entender nas questões que a gente vai resolver o quanto que isso aqui é relevante. Até então fica parecendo assim: "Ah, Marcelo, mas mal sabem vocês que vocês já estão resolvendo questões de concurso." Isso aqui que eu estou mostrando para vocês, gente, isso é questão de concurso. Vocês não estão dando a resposta para mim, não.
Vocês estão dando resposta de questão de concurso. Se você acerta Essas perguntas minhas aqui, você acerta também questão de concurso. É, é, é a mesma coisa. abordagem é ligeiramente diferente, mas vocês estão respondendo questão de concurso aqui, tá bom? Pronto. Então isso aqui tá esclarecido. Agora vamos olhar pra questão. Vamos olhar pra questão. Olha que interessante, ó. Olha que interessante essa questão. Vamos lá. Olha só. No contexto das planilhas eletrônicas, analise a fórmula a seguir. Igual soma de A1 até B3. Gente, nós vamos ter que fazer aquela aquele nós vamos ter que fazer uma tabelete
lá pra gente ter conseguir se orientar. Tão ligados? Vocês vão ter que fazer lá na prova. Marcelo, vou ter que fazer um desenho. Você faz isso aqui. Deseninho rapidinho, ó. Rapidinho você faz, ó. Tão vendo, ó? Rapidão, cara. De boas, ó. Ó. Coluna A, B, C, T, E, F, G. Tão Vendo? Linha 1 2 3 4 5 6 7. E aí, vamos embora, vamos fazer os trabalhos. Ele tá dizendo o seguinte, que ele pegou, ele tava dizendo o seguinte, que ele pegou aqui, ó, de A1 até B3. De A1. Cadê A1? Ó, cantoneira no A1,
tá vendo? Até B3. Que de o B3? B3 tá aqui, ó. B3, tá vendo? Pronto. Então, nós vamos fechar aqui, ó. Tão vendo que nós fechamos aqui de A1 até B3, certo? Menos essa soma de C1. Essa soma aí de C1. Cadê o C1? Até B. Pera aí que A1 é B3. Isso. Soma de C1 até D5. C1, cadê C1? C1 até D5. Cadê D5? Aqui, ó. D5 aqui, ó. Pronto. Prontinho, papai. Vamos deixar os dois pertinho. Então, vai tá tudo fora aqui, né? Tá. Vamos perguntar. Vamos ver. Dentro das opções Abaixo. Essa fórmula estaria
correta, aplicada apenas quando digitada. Na seguinte célula, aqui tem um negócio que eu vou aproveitar, né, e vou explicar para vocês. Muito importante, cara. Isso aqui é outra coisa muito batida. Memorize esse negócio no coração de vocês. Prestem atenção. Olha que massa, gente. Existe no Excel, preste bastante atenção junto comigo aqui, ó. Existe no Excel um negócio chamado um Erro, um erro chamado de referência circular. Preste bastante atenção, tá? Existe no Excel um erro chamado de referência circular. Olha que doido. O que que é uma referência circular? É assim, ó. Quando você vai escrever uma
fórmula igual aqui, ó, você não colocou igual soma de A1 até B3, saindo um pouco do que eu expliquei para vocês. Igual soma de A1 até B3. Olha que doido, gente. Olha que interessante. Se eu Estou colocando aqui, vou até destacar aqui a os quadradinhos destacados. Olha que importante. Eu estou fazendo a soma de A1 até B3 e de C1 até C5. Esses quadrados. Quando eu for escrever essa fórmula, quando eu for escrever essa fórmula aqui, ó, quando eu for escrever essa fórmula, tá vendo essa fórmula toda? Sabe o que que a banca tá perguntando?
Ela tá perguntando o seguinte, ó. Onde eu não posso e onde eu posso Digitar essa fórmula? Gente, preste bastante atenção. Essa são as células envolvidas. Essa aqui é a fórmula. Você não precisa fazer conta que não. Não existe conta. Aí, Marcelo, eu não peguei 100% está falando. Não tem problema. Eu quero só que você preste atenção aqui, ó. Vocês estão vendo esse? Não precisa fazer conta. Não tem conta aqui nessa nessa nessa questão. Vocês estão vendo esses dois? O que que vocês precisam saber? Onde eu não posso digitar a fórmula que vai me dar a
resposta? Gente, vocês estão vendo essa área em azul e essa área em preto? Você não pode digitar fórmula em nenhum lugar dentro dessas partes. Essa fórmula de essa fórmula aqui, vocês estão vendo? Eu não posso, gente, eu não posso digitar ela nem nesse preto, nem nesse azul, que eu vou colocar de preto também. Tá vendo, ó? Ela não pode estar aqui dentro desses quadrados de jeito Nenhum. Tão vendo? Vou até colocar tudo numa cor só. Eu posso digitar essa fórmula, eu não posso digitar ela aqui. Não posso digitar ela aqui dentro. Nem aqui, nem aqui,
nem aqui, nem aqui, nem aqui, nem aqui. Não posso digitar aqui. Tão vendo aqui, ó? Eu não posso digitar ela nem a pau, nenhum desses lugares. Por que que eu não posso? Se não dá um erro chamado de referência circular, gente. Você não pode. Sabe o que que é Referência circular? Imagina só, você quer explodir uma casa, não quer. Você não quer explodir, você vai explodir com você lá dentro. Você não é burro. Vou fazer uma detonação da casa aqui, tá bom? Mas eu vou ficar aqui dentro. Você vai fazer isso. Você é besta, distância,
não é, não tem cabimento não. Você não é bravo. Ou seja, se você vai fazer uma soma, qualquer cálculo, você não pode estar dentro das células que você vai Calcular. Ou seja, eu tenho que digitar essa fórmula aqui, ó. Tá vendo? essa fórmula toda grandona em qualquer lugar aqui fora. Eu não posso, aqui tudo eu posso digitar ela, mas eu não posso entrar aqui dentro porque eu estou usando esses essas células na referência da soma da fórmula. Como eu estou pegando isso aqui tudo para somar, eu não posso digitar a fórmula aqui dentro. Se não
dá um erro, anota aí, referência circular. Não posso logo logo eu posso digitar a fórmula na célula A1? Não posso. Não posso digitar na célula A1. Eu posso digitar na célula A5. Cadê o A5? Ó o A5 aqui, ó. Perfeitamente. Posso aqui? Eu posso. Eu posso digitar no B3. Cadê o B3? Ó o B3 aqui, ó. Não posso. Posso digitar no C1? Cadê o C1? Também não posso. No C5 também não posso. C aqui, ó. Marcelo, eu vou falar com você uma coisa, Marcelo. Ficou mais ou menos assim. Eu entendi mais ou menos. Bora treinar.
Vamos treinar aqui porque o treino é o poder. O treino é o poder. Preste bastante atenção aqui, ó. Meus queridos, preste bastante atenção. Vamos usar essa nossa tabela como referência, tá? A resposta nossa aqui é a letra B. Perfeito, acertamos. Mas vamos, vamos treinar. Olha só que lindo. Olha só que lindo. Eu tenho agora a Seguinte situação. Eu tenho aqui, ó, eu tenho isso aqui, ó. igual soma junto comigo. Presta atenção. Abre parênteses de F1 2 pontos G 5 que vai pegar o quê? Aí, ó, o treino que a gente fez agora a pouco de
F1. até G5 daqui, ó, né? Aí eu pergunto para você, essa fórmula aqui, essa fórmula aqui, ó, me responda uma coisa. Essa fórmula aqui, eu posso escrevê-la, digitar ela na célula G6, sim ou não? Eu quero que vocês me respondam. Eu posso colocar essa célula lá dentro de G6? G6. Posso colocar dentro de G6? Sim ou não, galera? Dentro de G6 eu posso colocar Porque, ó, o G6 aqui, ó. Cadê? Cadê? Ó, o G6 aqui, ó, tá fora. Tá vendo que tá fora? Agora eu posso digitar essa fórmula em vez de G6, eu posso digitar
ela dentro de F4, sim ou não? Eu posso digitar essa fórmula dentro de F4, sim ou não? Que que vocês acham, galera? Eu não posso escrever ela dentro de F4, porque olha o F4 aqui, ó. F4, ó. tá lá dentro do intervalo que ela envolve. Então eu não Posso digitar lá. Eu posso digitar essa fórmula dentro de G5, sim ou não? Dentro de G5, eu posso escrever essa fórmula dentro de G5? Que que vocês acham? G5. G5 também não posso. Aqui, ó. G5 não posso, eu posso digitar essa fórmula, eu posso digitar essa fórmula dentro
De H. 4, sim ou não? Posso digitar essa fórmula dentro de H4? Que que vocês acham? Posso digitar dentro de H4? Aqui, ó. Eu posso digitar dentro de H4. Por quê? Por que que eu posso H4 aqui fora, ó? H4. Tá vendo que ele tá fora? Ó, o quadrante é esse, ó. Ó, ó. quadrante é esse, ó. Como H4 tá fora do quadrante, então sim, eu posso. Você não pode pegar, digitar essa fórmula dentro de nada aqui, porque a fórmula, gente, envolve. A fórmula não pode estar dentro de si mesmo, tá? Pô, Marcelo, tá? É
um pouco estranho. É um pouco estranho isso aqui, galera. Vai agashando na sua mente é com o treino. Então, muitas vezes não fica 100%, mas isso é extremamente normal, tá? Você não pode se cobrar tanto, eh, às vezes porque o processo de aprendizagem ele é lento, não é igual para todo mundo. Às vezes umas pessoas entendem rápido, outas demoram a entender, porque o que é óbvio para um não é óvio óvio pro outro. Então o que você tem que ter é paciência contigo mesmo, refazer essa aula, rever essa aula, tá? Para que você consiga internalizar
o conteúdo e não entrar em Respirar, não tô entendendo nada. Tem o povo que pira o cabeção, meu filho, é assim mesmo. Esse é o processo. Não entende nada agora, mas você vai entender depois. É só você continuar insistente, devagar, de buenas, vai dar tudo certo. Tranquilos? Pronto. Então aqui nós vamos marcar a letra B. Beleza? Vamos para a próxima question. Olha aqui, ó, no Microsoft Excel 2010, lembrando a vocês que pode ser Excel 2010, essa vai Surir para 2013, 2016, 2019, tá bom? Vai funcionar mesmíssima coisa aqui, tá galera? Então, ah, Marcelo, é porque
minha prova é outra versão. Essa questão serve perfeitamente para qualquer versão. No Microsoft Excel 2010, quando todas as colunas estão visíveis, o título da coluna que antecede a coluna Aa aqui é o seguinte. Aqui, ó. aqui. Que bom que vocês estão vendo essa aula comigo. Que bom que vocês estão vendo essa aula comigo. Preste atenção. O Excel, o Excel eh, guarda isso aí, ó. O Excel ele possui, ó, porque assim, ó, são as colunas assim, não é? Tal coluna A, coluna B, coluna A, coluna B, C, D. Não é, não é desse jeito. Linha 1
2 3 4 5 e assim vai, não é? Pois é. O Excel, tá, pessoal? Pasmen, o Excel possui 16.000 384 colunas. Papai do céu. Então, coluna A, B, C, D. Mas só que é o seguinte, só que é o seguinte. 16.384 coluninha dessa aqui. A, B, C, D. Pera aí, Marcelo. Tranquilo, tranquilo. E quando chegar na última, que é Z, que que vai acontecer? Chegou na última, que é a Z, porque assim, ó, o alfabeto só tem 27 letras. A, B, C, D, E, né? Chegou Na Z. E aí? Chegou na Z, tá? Vamos colocar
aqui, ó. Pontinho. Opa. Pontinho. Pontinho. Pontinho. Aí chegou aqui na Z. O que, qual que vem depois? Aí ele recomeça a contagem da seguinte forma, ó. Ele vai recomeçar a contagem da seguinte forma. Aa, AB, AC. Tão vendo como é que ele faz? Ele vai recomeçar. Chegou no Z, Ou seja, olha a pergunta. O título da coluna que antecede a A, ou seja, qual que é a coluna que vem antes de Aa? Uai, vem antes de Aa é é o Z. Olha aqui, ó. Vem antes de A, é o Z. Tá, galera, essa questão aqui,
pessoal, meus bravos e bravas, essa questão aqui é o seguinte, tem muita questão desse layout aqui que eu tô mostrando para vocês, várias. A banca FGV, ela gosta de cobrar Conteúdo de que forma? Ela gosta de cobrar conteúdo usando referências longas. Por isso que é extremamente importante. Nós vamos trabalhar com essa é só a aula um de referência. Nós vamos trabalhar depois com referências relativas, fazendo um um usando uma fórmula eh extremamente relevante para as provas da da banca FGV. Você só pega aqui, é uma fórmula minha, tá? É um, é uma fórmula minha, é
uma formulazinha poderosa. Você só pega, tem nossos, nas Nossas apostilas, na minha apostila de Excel, você vai encontrar ela. É o esquema para você não perder tempo aqui fazendo muitos desenhos, etc. Tá bom? Então, vamos lá, continuando. Olha aí, ó, no planeiro do Microsoft Excel 2010, lembrando que pode ser 2010, 2013, 2016, vai servir igualmente 2019. É possível identificar uma célula ou intervalo de células, referenciando-as pelos títulos de colunas e linhas. Considerando o intervalo de A3 até C10 e de B5 até H8, assinale o número de células que pertencem aos dois intervalos. Agora é a
hora de saber se a galera pegou no negócio mesmo. Preste atenção. Olha o que que ele tá falando aí, ó, de A3. Então, vamos fazer aqui, ó. Vamos fazer, ó. Ó, preste atenção. Vou desenhar aqui para vocês verem o que eu já ensinei para vocês no comecinho dessa aula. Vamos fazer uma tabela aqui, tá de boas, Tranquilo. Essa tabela aqui, no dia da prova, você consegue fazer um troço desse rapidinho, igual eu tô fazendo aqui, ó. A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, JK. Eu só lembro que o K vem aqui por
causa de JK, o presidente JK, porque eu não sabia onde é que enfia o K, o Y, o Y, por exemplo, eu não sei onde é que vai o Y, o W. Não pega para Deus. É, Professor, pega na graxa. Aqui é linha um, linha dois, linha 3, 4, 5, 6, né? Vai precisar de mais linha. Pera aí. Vai precisar de mais linha. Vou fazer um adaptations aqui. Negócio nosso é adaptations. Pô, Marcelo vai ficar fininho, né, mano? Tá bom demais. Tá bom demais. Vai funcionar. Vai funcionar, papai. Jesus, isso aqui não dá não. Pera
aí. Pronto. Ó, linha um, ó, aqui acho que cabe mais um, ó. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10. Ô, bichão, bravo. Tá bom. 10 linha. Agora o que que ele tá apanhando aqui? Ele tá pegando de A3. Cadê o A3? Aqui, ó. Ó, a cantoneira lá na A3 até C10, ó. Cadê o C10? C10 tá aqui, ó, né? Então, ó, pega isso aqui tudo, tá vendo? Que A3 Até C10. Na no dia da próxima vai ter que fazer um deseninho desse, de A3 até C10. Beleza? OK. Tá tudo certo aí. Agora
de B5 até H8. Então bora fazer B5. Vamos pegar outra cor. B5. Cadê o B5? B5 aqui, ó. B5 até H8. Cadê o bicho? H aqui, ó. H8, né? Então, vamos fazer aqui a curvatura do espaço tempo, né? Olha aí, ó. Que lindo, Ó. Que que você tem que saber? Que que você tem que saber, hein? Que que você tem que saber? Você tem que saber o que que é dos dois intervalos dos dois. Olha quantas células é intervalo dos dois, gente. Repara para você ver. Repara. procever. Nós temos aqui então 1 2 3 4
5 6 7 8 Células que faz parte dos dois. Oito células que faz parte dos dois que é oito. Então, letra D. Tão vendo? Continuando, galera. Continuando. Olha aí, ó. Olha essa question aqui. É um mel de coruja da famosa proc V. Proc proc V. Ó, olha aqui, ó. Tá vendo que é um proc V? Será que vocês dão conta? Eu já fiz um trabalho poderoso aqui na Nossa plataforma sobre PROCV, tá? Fiz um trabalho poderoso sobre Procv. Vocês tir para dentro, galera. Se liga aqui, nego. Se liga, se liga. Olha só. Ah, o conteúdo
da célula A7. Vamos, eu vou colocar aqui grande que ficou miudinho, né? Vamos colocar aqui, ó. Ficou igual pro V aparentes. 3 ponula A1 até C5. Ponto e vírgula três. Ponto e vírgula falso. Gente do céu, parece que é coisa de outro mundo, né? Olha, parece que é coisa de outro mundo, mas não é não. Procv é difícil, Marcelo. Procv é muito difícil, mas se você tiver estudando aqui com nós, vocês vão ver que o sistema aqui é diferente. Pessoal, olha, olha só. Vamos refrescar a memória do que nós já estudamos Fvorosamente. Isso aqui, cara,
meus alunos tem que arregaçar essa parada aqui, tá? Tem muita gente que sofre e sai correndo, mas meus alunos tem que arregaçar nisso aqui. Presta atenção, ó. Prov 3. Então ele tá dando 3 de A1 até C5. Olha, 3 de A1 de A1 até C5. Cadê A1? Cadê A1? Aqui, ó. De A1 até C5. Até aqui, ó. Ele tá falando assim, ó. Cadê o número três De A1 até C5? Cadê? Cadê o número três? O número três tá aqui, ó. O número três tá aqui. Cadê o número três de A1 até C5? Aí ele fala
assim, ó. O que que tem lá na coluna 3? Porque, gente, aqui é a coluna um, tá? Essa aqui é a coluna um, essa aqui é a coluna dois. E essa aqui é a coluna três. Ele tá perguntando o que que tem lá na coluna três, na mesma linha do A3, do do do TR aqui. O que que nós temos lá? Nós temos o Sete. Nós temos o sete. Pô, Marcelo, mano, já esqueci essa parada, cara. Nós teremos que marcar aqui a letra C é a nossa resposta. Mas vamos treinar de novo. Vamos treinar esse
troço. Vamos treinar, ó. Vamos treinar. Treino é tudo, gente. O treino é o poder da vida. Repetição é o poder. Vamos treinar. Preste atenção. Agora aqui vai ser Quatro e aqui vai continuar o três, tá? E agora, né? Nós botamos um quatro aqui. Deixa eu botar um quatro maior, um 4 + 4 ainda. Ó, um quatrão aqui, ó. E agora? Agora eu botei um quatro. Esquece as respostas lá. Eu quero só que você me fala. Aqui é um quatro. Agora de A1 até C5. Que número que dá? Eu quero que vocês esquecem isso aqui agora,
ó. Esquece isso aqui, ó. Esquece, tá? Esquece. Agora a resposta é na unha. A resposta agora é na unha, ó. 4. Então, 4 ca 4 de A1 até C5. Ó, de A1 até C5, né? de A1 até C5, certo? De A1 até C5. Cadê o número 4? Tá aqui. E na terceira linha coluna, perdão, nós aqui é a primeira, aqui é a segunda, aqui é a terceira. O que que tem na frente dele? Nós temos número seis. A resposta seria se quer ver, quer ver? Repara para você Ver. E se eu botar um dois aqui,
qual que é a resposta agora? Agora é 1 do, hein? Agora é 1 do E agora, qual que a resposta? Agora eu botei um dois aqui. E agora qual que é a resposta? Meti um doizão aqui, ó. Ô, Marcelo, e esse falso aqui, nego, você tá doido da cabeça, ó. Esquece essas respostas aqui. E esse falso aqui, Marcelo, que Que falso é esse? Esse falso aqui, gente, se você se você pegar minhas aulas, essa aula tá disponível aqui. Muitas aulas minhas saiu do A. Ó, esquece as respostas aqui. Esquece. Não tem resposta aqui, não. Esquece.
Esquece as respostas. Vocês vão falar só o número para mim, tá? Esquece as respostas. Vocês vão falar só o número para mim, ó. Esquece aqui. Tão vendo? Esquece, ó. Que que é esse falso? Esse falso aqui, gente, pega as minhas aulas Das antigas aí, vocês vão ver. É os bago, tá bom? Não vou, não vou, não vou contar a história do Joãozinho aqui agora, não, tá bom? Não vou contar. Vocês vão ter que pegar minha aula de próprio víde do Excel e assistir para você saber o que que é esses bagos que eu tô falando.
Como assim bago? Bago é um palavrão. Não, não é um palavrão. Não tem nada de palavrão, tá? Vocês vão pegar minha aula de proc V e cair para dentro. Ó, Ó. Se aqui eu tenho um quatro, eu eu tô caçando o número quatro. Tá aqui o quatro de A1 até C5 2. Então a resposta é o quê? A resposta é letra D. Letra D, assim, né? É essa letra D aqui, ó, que ele tá falando pra segunda coluna. Vamos fazer mais. Vamos fazer mais. Porque treino é tudo. Treino é tudo. Agora aqui nós temos dois
e nós temos aqui três. Qual que seria a Resposta? Eu tenho dois e três lá no final. Qual que seria a resposta? Hein? Eu tenho o dois e o três. Qual que é a resposta, galera? O dois aqui, ó. Ó o dois. Coluna um, coluna do coluna 3. Que que tem lá? Oito. Tão vendo? Relembraram? Relembrou? Não pode errar Essa parada. Não pode. Tá bom. Não pode não. Vamos voltar à questão. Vamos voltar paraa questão. Vamos voltar paraa questão. A gente tem que fazer essas questões todas com muita dignidade. Ó, aqui é três e aqui
é três. Cadê o três? Cadê o três? Ó ele aqui, ó. Ó o três aqui, ó. E na terceira coluna do três, porque aqui tem um três, não é? Não é terceira coluna é o quê? É o sete. Logo, a gente tem que marcar a letra C. Tá bom? Tranquilos? Vamos embora que tem mais. Olha essa questão, muito relevante, muito relevante. Nós temos que dominar ela não só para fazer ela própria essa própria questão, mas como para fazer também várias outras questões da banca FGV que faz que que eh exige esse conhecimento. Ordem de preferência
do dos operadores aritméticos, porque os operadores Aritméticos são esses caras aqui, ó. Eh, são quem é multiplicação, né? Colocar aqui embaixo, ó. Multiplicação, divisão, adição, subtração, potência. Qual desses caras tem que ser feito primeiro? O primeirinho de todos que a gente faz aqui é a potência. Vou até colocar ele aqui, ó, em cima. Potência. Colocar aqui, ó, potência. Esse aqui a gente faz primeiro, tá? Esse aqui vai ser feito primeiro, depois esses dois aqui, multiplicação ou divisão. E só por último, adição, subtração, seria o terceiro. Só que vocês t que lembrar o seguinte, que se
tiver se tiver parêntese tiver parêntese o parêntes passa a ser o primeiro, porque é o parêntese. Primeiro, aí depois isso aqui vira segundo, esse aqui terceiro e esse aqui quarto. Tá nessa ordem. Ô Marcelo, que que é aí que você tá falando? Primeiro eu estou falando, gente, ó, qual que é o grande problema quando a gente chega nesse tipo de coisa? Isso aqui é trem que vocês aprenderam na quarta, quinta e sexta série. Vocês mexeram, começaram, começaram a mexer com expressão Numérica, tá? Lá na quarta, quinta série, o instinto fundamental. Deixa eu falar uma coisa
para vocês. Se você tiver filho, a fase de estudo mais importante dele não é o segundo grau, nem a faculdade. Esquece, não é? é um ensino fundamental da primeira até a nona, o ano non ano, acho que agora chama assim, é o mais importante sagrado, viu? E é tudo que eles vão ver, o resto da vida tá lá no ensino fundamental, não é na faculdade e muito Menos no ensino segundo grau. Beleza? Ó, então aí que que vocês vão aprender? Se você tiver uma conta assim, ó, no Excel, igual 3 + 2 x 4 elevado
ao quadrado é dividido por 2 + 2. Tão vendo essa conta? Olha essa conta. Se tivesse uma conta dessa no Excel, você ia começar por onde? Por onde eu ia começar essa conta? Eu ia começar essa conta por aqui, ó, pelo parêntese. Pelo parêntese. E depois eu teria que ir para onde? Então, ó, primeiro aqui apagar aqui, ó. Essa aqui, ó, seria o a primeira conta que eu que você Teria que fazer. Essa aqui seria a segunda. Depois você ia fazer essas de multiplicação e de divisão. E por último, vocês ia fazer o quê? A
soma, tá? Vocês não precisa dar resposta aqui agora, não. O que eu quero que vocês guardem no coração é simplesmente isso aqui, ó. O que eu quero que vocês guardem no coração é isso aqui, ó. A ordem, A hierarquia matemática, tá? Isso aqui é matemática, que não é Excel, não, tá? Isso aqui, ó, é matemática. Isso aqui você aprende lá das antigas, expressão numérica. expressão numérica, tá? Tiver parêntese, começa pelo parêntese. Depois, potência. Potência é esse esse chapeuzinho. Esse chapeuzinho aqui, ó, para quem fugiu do da quarta série aqui, ó, presta atenção. Pulou o muro.
Você pulou o muro. Não existe 2 elevado ao ao Cubo. Isso aqui é igual a, a mesma coisa fazer 2 x 2 x 2 que é igual a 8. No Excel, como é que eu faço isso? No Excel é igual dois, chapeuzinho três, que vai dar oito também, tá? Como resposta que é 2 x 2 x 2. Você multiplica dois por ele três vezes. Tá bom? Tranquilos? Vamos embora. Olha essa questão. Questãozinha esquisita. Depois de A pedido do seu chefe, escreveu o código de uma macro, questão que a a a FGV ama. Depois de escrever
uma macro no Excel 2016, o usuário salvou o seu trabalho com o nome eh com o nome final pon XLX, sem aspas. Embora tenha aparecido uma mensagem alerta, ele simplesmente ignorou sem ler. Ele enviou o arquivo para a apreciação do seu chefe. Esta, ao receber eh de sua chefe, esta ao receber o E-mail percebeu que não havia nenhuma macro no arquivo. Isso ocorreu por quê? Que que é isso, Marcelo? Não entendi nada, mano. Não saquei nada. Que que tá pegando, velho? Prestem atenção. Explicar uma coisa para vocês aqui sagrado. Primeiramente, a gente tem que saber
isso aqui, ó. Quando você salva um arquivo no Excel por padrão, ele vai ter lá, vai tá Assim, ó. É aqui é o Excel, né? Vai tá lá o nome pro padrão. Vai tá lá o nome do arquivo p XL SX. O padrão é assim no Excel, pllsx. Preste bastante atenção. Quando você salva um arquivo, esse é a extensão padrão. Que diabos é macro, Marcelo, que foi falado na questão, pessoal? Macro, preste bastante atenção que eu vou falar com vocês, tá? Se você Quiser acertar questões da banca FGV macro, o Excel ele possui um recurso
que é muito e se a gente vai ver hoje esse o uso de macros no Excel em cursos fora esses cursos profissionalizantes é dado como Excel avançado. O que que é a macro? A macro, pessoal, é um recurso do Excel que permite você eh programar dentro do Excel. Você pode usando macros, olha que doido, olha que massa, você pode deixar as coisas Automáticas no Excel. Para que que serve uma macro, Marcelo? As macro servve para deixar as coisas automáticas, automatizadas. Vou dar um exemplo simples na vida real. Você tem um carro, o seu carro é
um carrinho, é um carrinho básico, me traf, não é só as marchas você passa na mão, pá, e tudo mais. Marcha normal. manual. E aí você passa no concurso, estudando aqui com os bravos, passou no concurso topzeira, já meteu logo um Carrão com marcha automática. É carrão com marcha automática. N ol para você ver os bichos. Ou seja, é como se você tivesse inserido uma macro no carro e ele agora passa as marchas sem precisar de sua ajuda. Só acelerar o bicho. A macro serve para deixar as coisas automáticas no Excel. Tem procedimentos no Excel
que você faz o tempo inteiro, então você pode criar uma macro para que ele faça isso sempre para você, de forma automática. Olha que Doido, o Excel pode deixar fazer programas dentro do Excel. Para efeito de prova, você vai levar o quê pra prova? As macros servem para você criar programas, deixar as coisas automáticas, automatizadas. Beleza? As macros, quando você salva um arquivo contendo macro, para que essa macro funcione, esse arquivo ele não pode ser salvo como XLSX, e sim com linguagem de Macro, que é XLS M. M de quê? M de Marcelo, não, M
de macro. XLS macro, tá? Lembra disso? Se tem macro, XLS macro, então vai ter que ter lá uma macro. Vocês indica que ele é uma macro, tá? Ou seja, ele vai ter alguma programação que deixa as coisas automáticas. E isso que é a macro. É bom que vocês anotem aí no caderno de vocês, são coisas também sagrad. As macros no Excel, tá pessoal? Que deixa as coisas automáticas. macro, ela usa uma linguagem de programação chamada de VBA. Marcelo, eu tenho que lembrar isso pra prova, você pode ter certeza. Tudo que eu estou falando para vocês
é muito relevante pra prova da banca FGV. Outras bancas também, mas em especial aqui a banca FGV. Que diabos é o VBA? O VBA é uma linguagem usada para construir as Macros. Como é que eu construo? O que que eu uso para construir as macros? Você usa o VBA Visual Basic for application. É uma linguagem de programação para você construir as macros. Muito poderosa, muito interessante, tá? Então, preste atenção. As macros são construídas usando o quê? O VBA. E quando eu salvo uma macro no Excel, essa macro, o arquivo passa a ter um m no
final. E aqui eu quero colocar uma OBS, Uma observação importante. Muito cuidado quando vocês abrirem arquivos com macro. Por quê? Existe um vírus chamado vírus de macro. Ele infecta, ele ele entra na sua máquina através da execução de arquivos, por exemplo, do Excel que contém o macros. Como ele é um programa que vai tá lá dentro, você pode estar executando um vírus muito comum, vírus de macro. Tem Um vírus de macro que tem mais doido, o cara começa a escrever, digitar as coisas, as letras começam a cair. Eu lembro até hoje, o primeiro vídeo de
má que eu vi em movimento, a o cara digitava as letras caiu. O tr de louco, mano. Ou seja, você tem que anotar o quê? Obs. Observação. Não se deve abrir qualquer arquivo contendo macros, apenas arquivos de fontes confiáveis, Pois as macros podem executar vírus, tá bom? Pois as macros podem executar vírus. Tranquilos? Mas aqui na questão, o que que é que a gente tem que identificar? depois de o pedido, ou seja, o vírus de macro aqui, pessoal, perdão, o vírus de macro não, o arquivo de macro quando a gente salva e é uma macro,
tem que aparecer o quê? Tem que aparecer um M no final, ó, letra A. Faltou isso, Tá? Faltou isso pra questão ficar certinha. Então, tem que ter o quê? Tem que ter macros. Tranquilos? Vamos lá, vamos continuar. A figura segui extraída do Excel e apresenta as células A1, B1 e C1 preenchidas nesse formato. Vamos lá. Se o usuário utilizar a opção de mesclar as células e centralizar, olha que importante essa questão, tá? Mais uma questãozinha aqui muito, muito pesada. Pesada assim, eu falo pesada, cara, mas isso aqui é tranquilo. Olha só, pessoal. Eh, quando a
gente está estudando, eu vou eu vou mostrar aqui para vocês dentro do do próprio Excel. Vou mostrar aqui para vocês dentro do próprio Excel. Vai ficar mais claro pra gente entender, tá? Aqui, ó. Pera aí que eu vou mostrar aqui para Vocês. Bem bonitinho, ó. Preste atenção. Olha que interessante. Primeira coisa que vocês tem que guardar no coração é a ferramenta mesclar e centralizar. Ó ela aqui, ó. Essa é a ferramenta mesclar e centralizar. Só ver se eu consigo ampliar. Não dá não, né? Acho que não vai funcionar 100% não. Mas não tem problema Não,
por causa da configuração que eu tô aqui, ó. Mas olha aqui, ó. Essa é a ferramenta mesclar e centralizar. O que que ela faz, gente? A ferramenta mesclar e centralizar, ela junta. Que que é mesclar? Mesclar e juntar. Mesclar e juntar, tá? Por exemplo, como é que eu faço? Vocês estão vendo aqui, ó? Eu tenho eu tenho aqui, ó, essas quatro células selecionadas. Estão vendo? Então, quatro Selecionadas. Se eu clicar em mesclar e centralizar, ela faz o quê? Ela vai transformar essas quatro células em uma. Pronto, agora virou um celulão. Um celulão. O mesclar, centralizar,
ele faz o quê? O mesclar e centralizar, ele vai juntar. Ele junta tudo numa transformou em uma. Certo? Beleza. Agora, olha só. E se eu tiver preenchido aqui, ó, um, ó, se eu tiver preenchido aqui, ó, por exemplo, tiver preenchido aqui, ó, 1 2 3 4. Aí eu venho aqui, junto, pego os três e clico em mesclar e centralizar. E aí, Marcelo, vai ficar tudo misturado? Não sabe o que que o Excel faz? O Excel ele vai deixar a primeira célula superior. Ele vai manter apenas a, ó, vamos ver se vocês vão localizar qual que
é aqui a primeira célula superior à esquerda. Urra! Primeira célula superior à esquerda, Gente. Primeira superior à esquerda é um. Ele vai manter só um e vai apagar todo o resto. Ele vai mesclar e centralizar, vai apagar todas, só que ele vai manter só a primeira célula superior à esquerda. Ou seja, um. Eu vou clicar aqui, ó, vai ficar só o número um. Ele me ele vai ele vai me dar um perguntar se eu tenho certeza. Olha só, pronto, ficou um. Apareceu uma mensagem aqui que vocês não Viram. Você tem certeza e tal. Aí eu
coloquei que sim. apareceu só número um. O mesclar e centralizar, pessoal, o mesclar e centralizar. Mesclar é o quê? Ele junta. Junta, primeira coisa, junta, transforma numa célula só. Se ela tiver preenchida, se ela tiver preenchida e você clica em mesclar e centralizar, o que que acontece? Ele vai, olha só, manter apenas a primeira tela superior à esquerda. Ou seja, essa primeirinha Aqui, ó, ó, aqui, ó. Quer ver como é que você é tranquilo? Olha só, né? Se eu selecionar aqui agora, se eu selecionar aqui agora, se eu fizer essa seleção igual tá selecionado e
clicar lá em mesclar e centralizar, qual célula vai manter, né? Selecionei essas quatro aqui, estão Vendo as quatro selecionad e eu clico em mesclar e centralizar. Qual célula vai ficar eh qual célula vai vai ser mantida? Aí vocês têm que lembrar disso. Primeira célula superior à esquerda. Qual que é a primeira célula superior à esquerda? É o P. Então, quando eu apertar aqui, ó, mesclar e centralizar, ele vai deixar só o P lá, tá? Vai deixar só o P. Primeira célula superior à esquerda, tá? Sempre, Marcelo, sempre. Primeira célula superior à esquerda, tá? Sempre assim.
Ele vai transformar isso aqui tudo num celulão, uma célula grande, uma célula só, e vai manter como preenchimento apenas a primeira célula superior esquerda, no caso que é o P, tá? Olha aqui, ó. Faz mais, Marcelo. Vamos fazer aqui, ó. P aqui, ó. P. né? Ficou o P, né? Vamos fazer aqui, ó. Quer ver? 6 5 8 1 9 7. Deixa eu colocar 5 o 8. Pronto, peguei esses esses caras aqui, ó. Selecionei esse esse quadrante aqui, ó. Tão vendo? Selecionei esse quadrante. E agora? Selecionei esse quadrante e agora se eu selecionei esse quadrante e
clique em mesclar e centralizar, qual vai ser a Célula? Qual vai ser? Primeiro ele vai deixar tudo uma coisa só e ele vai manter uma delas só. Um número, só um desses números. Qual vai ser esse número? vai ser o primeiro número superior à esquerda. No caso aqui é quem? É seis. Olha aqui, ó. Seis. Simples assim, cara. Marcelo. É, cara, eu vou conseguir. Tô achando Difícil, mas vai dar. Vai, vai, com certeza. Tá. Então, olha aqui, ó. E agora? E agora? Nesse caso aqui, ó, de A1 até C3, quem que é a primeira célula
superior à esquerda? Não é um. Então nós vamos marcar a letra A. Com repetição a gente consegue pegar o negócio, tá? Com repetição a gente consegue pegar a coisa. Simbora no contexto do Microsoft Excel, a fórmula incorreta, gente, eu quero a incorreta. Qual dessas fórmulas aqui tá errada? Qual dessas fórmulas aqui no Excel não existe, pessoal? Os operadores do Excel é multiplicação é um asterisco, divisão é uma barra, adição, subtração, potência. Não existe, não existe esse negócio aqui de X, não. Isso aqui quando a gente tá fazendo o papel 2x, não, não existe isso não.
2 é como se fosse um vezes. O certo aqui deveria ser igual 2 asterisco B1. É colocar esse asterisco melhorzinho. Asterisco B1. Tá errado. Vamos lá. Observe a seguinte figura que ilustre uma planilha eletrônica elaborada no Microsoft Excel 2013. O resultado da fórmula con ponto num que é essa é essa é essa fórmula aqui, pessoal. A função de contar, cuidado, muita gente confunde aqui. Conte ponto num. Quando a gente trabalha a função de contar, que eu explico muito bem aqui para vocês em várias aulas nossas aqui na plataforma, vocês podem ver o seguinte, contar, dentre
outras, a gente tem que contar números, A gente tem que contar valores, a gente tem que contar vazio, dentre outros a gente tem que contar vazio. Quando a gente está fazendo, usando a função contar números, ele só vai contar células que contêm o quê? Números. Então, se eu escrevo assim, ó, igual conte pon, tá vendo aqui, ó? Igual conte pon de B2, ele quer saber assim, quais células aqui, quantas células estão Preenchidas com números? Quantas células aqui estão preenchidas com números? É isso que ele tá perguntando. Quantas células estão preenchidas com números, cara? Estão preenchidas
com números uma, duas, três células estão preenchidas com número dentro. Três células, tá? Preenchido com o número, nós temos três. Ou seja, nós vamos marcar aqui Letra B de bravo, tá bom? B de bravo. Três células só. Ô Marcelo, não tem que somar depois. Não tem nada de somar, gente. 1 2 3. Pronto, acabou. Pessoal chega, pega isso aqui, começa a somar um tr. Tem nada de soma aqui. A função contar não soma nada não, gente. Você vai contando os valores. Eu tenho uma, duas, três. Pronto. São três células preenchidos com número. OK. Agora eu
vou somar aqui, ó, igual tá Aqui. 10 + 5 + nada a ver. Não tem nada de soma aqui, viu? Não tem soma nenhuma aqui, não. Cuidado. Se não viajar nas ramas. Olha aí, ó. Planilhas do Excel permitem que o usuário codifique suas próprias funções e as utilize em fórmulas. Por exemplo, a linguagem de programação. A linguagem de programação que eu já expliquei para vocês. Qual que é essa linguagem de programação, Hein? Qual que é essa linguagem de programação mais frequentemente utilizada na construção dessas funções? Pessoal, eu disse que pra gente usar macros, a gente
vai usar uma linguagem de programação que é o quê? Que é a VB B a VBA macro, tá pessoal? A gente usa visual base o for application para você fazer linguagem, construir um que que é linguagem de programação? Qual linguagem De programação, gente? É o recurso usado para fazer programas. Cuidado. Eu expliquei isso aqui, ó, nessa questão, ó. Quer ver? Deixa eu ver qual foi a question. Foi essa aqui, ó. Eu expliquei, usei para explicar isso quando eu falei das macros, né? aqui para vocês. Eu falei que qual a linguagem de programação usada para construir
macros, que é uma linguagem de programação, É o VBA, Visual Base for application, tá? Então aqui, ó, nessa nossa última questão, estou falando justamente disso, do VBA, ou seja, vou marcar aqui letra D. Tranquilos? E olha aí, finalizamos mais uma aula. Revisem. Tamos junto. >> Olá, seja muito bem-vindo a Bravo Concurso. Professor Welton Vieira, mais uma vez com você, professor de matemática, professor de raciocínio lógico, trazendo sempre uma super aula Que vai te ajudar a chegar muito mais rápido ao sucesso, aos seus objetivos. Nessa aula vamos resolver várias, mais várias questões aí da banca FGV,
te ajudando a se preparar cada vez mais, cada vez melhor para para esse concurso. Então vem comigo, vamos juntos rumo à sua o quê? Aprovação. Vamos lá. na tela para você, as minhas redes sociais, caso queira me seguir, e também o meu endereço de e-mail. Vamos juntos? Vamos sim. Vem comigo. Questão na tela para você, FGV, que diz o seguinte. Olha só, acompanhe comigo. Em uma fábrica de munições, o fiscal de produção é trocado de oito em 8 meses e o fiscal de equipamentos é trocado de 10 em 10 meses. Se essas trocas coincidiram em
novembro de 2020, a próxima vez que as duas trocas coincidirão será no ano D. Questãozinha bem interessante para nós. E esse tipo de questão quando cai fala de oito em Oito, 10 em 10, é aquela questão manjada, não é isso? É aquela questão manjada em que a gente tem que trabalhar com múltiplos, ainda mais quando fala que coincidirão. O resultado, a resposta está onde? Lá no futuro. Essa é uma questão que envolve o conceito de quê? MMC. Mínimo, múltiplo, comum. Ah, aí ficou fácil, né, professor? Demais. Essa daqui é fácil demais. Então vamos lá, ó.
MMC, mínimo múltiplo comum entre quem? Ora, Entre oito e quem mais? E 10. Então vamos calcular o mmc entre 8 e 10. 8 e 10 passa o traço perpendicular ao número. Lembrando a você é o seguinte, como que a gente resolve uma questão que envolve mmc? Ora, após o traço, OK? o nosso traço perpendicular. Que que nós vamos escrever? Fatores primos que dividem os dois ou apenas um desses números aí. Não tem problema. A ideia é sempre começar pelo fator primo, é, e também pelo menor deles. Então, qual o Menor fator primo que existe? É
o número dois. Agora eu te pergunto, há algum desses números aqui que podem ser divididos por dois? Professor? Os dois. Ah, então fechou. 8/ 2 4 10/ 2 5 Ainda há alguém que pode ser dividido por 2? Sim. Então você ainda continua por 2. 4/ 2 2. Professor não dá. Então você reescreve o número. Ok? E agora ainda por 2. Exato. 2/ 2 vai dar 1. 5 não dá para dividir por dois, professor. Então você Reescreve. OK. Agora tem algum número que dá para dividir por dois? Que é divisível por dois? Não, se nós não
temos, passamos agora para o próximo fator primo, que é o número três. Três é o próximo fator primo. Há algum desses números aqui que podem ser divididos por três? Professor? Não tem. Então, beleza. Então, qual o próximo fator primo acima do três? É o 5. OK? Tem alguém que dá para dividir por cinco? Tem. O aqui já chegou em um, então fica um aqui. 5 Dividido por por 5 também vai dar 1. Ok? Muito bem. Então, nesse caso, olha só os valores que nós encontramos aqui, os fatores primos. Lembrando que eu sempre vou encerrar no
mmc nos valores 1, OK? E aí nós vamos então multiplicar esses números que nós temos aqui, ó. 2 x 2 4. 4 x 2 8. 5 x 8 dá o quê? 40. 40. Pronto. 40. Olha só, se é de 8 em 8 meses, então nós achamos que é 40 o quê? Meses. Então, se dia 20, aliás, 20 não, em novembro, né, de 2020, em novembro de 2020 foi feita a troca, vai passar quantos meses? 40 meses, passa 40 meses, aí tem uma nova troca. Beleza? Então vamos pensar o seguinte, ó. O que que são 40
meses? 1 ano. 1 ano são 1 ano são 12 meses. Beleza? Então 12 meses, 1 ano. 12 meses, 1 ano, 12, 24 anos. 24 2 anos 36 3 anos. Então 36 anos. Eu posso dizer então que 40 meses é a mesma coisa que 3 anos. 3 anos e o c mais e 4 meses, não é isso? 3 anos e 4 meses. OK? 3 anos e 4 meses. Então pensa comigo. Novembro de 2020 passa 3 anos. Novembro de 2023. Confere? novembro de 2023. Pera aí, professor. Mas é 2023 não, porque novembro de 2023 são 3 anos,
só que vamos passar 3 anos e 4 meses. Então, novembro, dezembro, janeiro, fevereiro, março. OK? Então, março, março de que ano? Março de 2024. OK. Março de 2024. Perfeito. Então, passando 3 anos e 4 meses, vai dar realmente março de 2024. Ah, eu entendi. Eu sei que você ia entender. Então, olha só, 20 de novembro, 2020 3. Opa, 2020. Calma aí, professor, calma aí. 2020. OK. 2020. Perfeito. Vai passar um período de tempo. Vai passar um período de tempo. E que período de tempo é esse que vai passar? É de 40 meses, ou seja, 3
anos e 4 meses. Vamos colocar aqui 40 meses, que você já sabe que é 3 anos e 4 meses. E aí você entende então que vai parar justamente em quanto? Em março de 2024. Então, março de 2000 24, beleza? Mas ele não falou que é 20 de novembro não, professor. Exatamente. Eu não sei nem porque eu coloquei esse 20 aqui, né? Mas vamos retirá-lo logo pra gente não passar vergonha, né? Passar tanta vergonha. Então, novembro de 2020, de 2020 foi até onde? até março. Março de 2024. Março de 2024. 2024 está em que letra? Olha
para cá. Letra D. D de bom demais. É isso aí. Letra D. A nossa resposta. Show de bola. Show de bola. Show de bola. Vamos avançar. Vamos sim na tela Para você. A nossa próxima questão, acompanhe comigo. Questão diz assim, ó. Mônica pensou em dois números naturais consecutivos. A soma deles é 41. O produto dos dois números pensados por Mônica é, pensa comigo aí, ó. Ela pensou em dois números consecutivos. Eu não sei que número é esse, né? Então, normalmente a gente chama de X, né? Quando a gente não sabe alguma coisa, a gente chama
de X. Pode ser? Pode, sem Problema nenhum. Então, seria o primeiro número é x. Quem é o segundo número? A questão falou que são números o quê? Consecutivos. São números consecutivos e são naturais, inclusive. Por exemplo, 3. O que que é 4? 4 é 3 + 1. O que que é 5? é 4 + 1. Que que é 6? É 5 + 1. Ou seja, que que é consecutivo? É justamente o seu antecessor mais 1. Ok? Então, nesse caso aqui, ó, se eu tenho que x é o antecessor do Segundo número, então quem é o
segundo número? X + 1. Ok? E a questão falou o que ainda? Que a soma deles é quanto? 41. Então, nesse caso, podemos escrever, presta atenção aqui, ó, x + x + 1 é igual a 41. Pronto. Beleza? Que que eu posso somar aqui, professor? Os x, ó. Aqui nós temos 1x + 1 x, ok? 1x + 1 x. Então, vamos lá, ó. X + X. X + X é o quê? 2X. Então, 2x + 1 é igual a 41. Olha para cá, o 1 tá positivo, não é isso? Trazer pro outro Lado da igualdade,
negativo. Ou seja, 2x é igual a 41 - 1, 40. OK? 40. Pessoal, que número que eu multiplico por 2 dá 20? Ora, o número que eu multiplico por 2 dá 20? Não, número que eu multiplico por 2 dá 40. Primeiro que eu multiplico por 2 dá 40 é 20. Ou seja, nesse caso aqui, ó, eu tenho que esse número, esse número é 20. OK? Perfeito. Beleza. 20 é o número. Bacana demais. Agora pensa comigo o seguinte, ó. Se eu sei que 20 é o número, o número é 20, vamos pensar O seguinte, ó. E
ele quer ao produto desses dois números. Então seria no caso 20 o primeiro número, 21 o segundo. Beleza? Então agora só fazer a multiplicação entre eles, ó. 21 vezes quem? Vezes 21 x vezes vintão. Aqui, ó, 21 x 20, OK? 21 x 20. Vamos lá. Vamos junto. Olha só. 0 x 1 0 0 x 2 0 2 x 1 2 2 x 2 4 Ok? Então, nesse caso aqui, fazendo a soma, olha só, 0 + 2, e aqui eu tenho o 420. 420 tem que letra? Olha só, tá aqui, ó, na letra C. C de
certo, C de certeza. Olha só que beleza. Hum. Bom demais. Bom demais. Letra C, a nossa resposta. OK. OK. OK. Então, vamos avançando nas resoluções de nossas questões. Vamos sim. Próxima questão na tela para você. Olha só, acompanhe comigo. A questão diz assim: Em certa corrida de Fórmula 1, o vencedor percorreu a 75 voltas programadas com tempo médio de 1 minuto e 32 segundos. O tempo total de corrida Gasto pelo vencedor foi D. Hum. Muito bem. Primeira coisa, eu tenho que transformar isso aqui, ó, em uma única unidade, não é isso? 1 minuto e 32
segundos. A gente tem que transformar em uma unidade só, professor. Então, vamos lá. Eu sei que 1 minuto são 60 segundos mais 32 segundos vai dar um total de quanto? 92 o quê? Segundos. Muito bem, 92 segundos. Perfeito. Agora pensa comigo, ó. Ele percorreu quantas voltas? 75 voltas. E cada volta com tempo de 92 Segundos. Então, vamos ver qual tempo que ele gastou para percorrer a 75 votos, porque cada volta dada foi com 92 segundos. 75 voltas, que que eu faço? 75 x 92 ou 92 x 75. como você preferir. Então vamos lá. 5 x
2 10. Vai 1. 45 e 1 46. 2 x 7. Vai 1. 7 x 9 vai dar 63 e 1 64. Ok. Fazendo a soma, então 0 6 + 4 10. Vai 1. 4 + 4 8 e 1 9 desce o 6, ou seja, 6900, OK? 6900 o quê? Segundos. Esse é o tempo gasto aí total, 6900 segundos. Só que quando você vai olhar nas alternativas, professor, não tem 6900 segundos, realmente. Então eu preciso transformar esse tempo em horas, minutos. e segundos, se assim houver, não é isso? Então, como que a gente vai fazer? Bem
simples, ó. 6000 e 900 o quê? Segundos. Nós vamos transformar isso aqui em minutos. Eu sei que 1 minuto são 60 segundos. Então, eu Posso pegar esse número, esse número aqui, aqui, aqui, ó, esse número aqui, ó. Aqui, ó. Esse número aqui, ó, 6900. E transforma ele em quê? Em minutos. Como que eu faço? pego 6900 e divido por 60. E aí eu vou ter o resultado em minutos. Beleza? Então vamos lá. Que número que eu multiplico por 60 para dar a próxima igual a 69? 1 x 60. Ok? 09. Perfeito, professor. 9 é menor
que 60. Então desce o próximo número. 90. Que número que eu uso agora? Ora, Nós vamos usar o mesmo número um, não é isso? Se for do é 120. Aí passa, né? Tem que ser 1. 1 x 60. Subtrai aqui, vai dar quanto? 30. Perfeito. 30. Que que eu vou fazer agora? Desço o próximo número. Zero. Formou o número 300. Então, multiplicar por 5. 60, 300. Zerou. Já era. Achamos 115. 115 o quê? Minutos. OK. 115 minutos. Perfeito, achamos 115 minutos. Só que agora o que que a gente vai fazer? 115 minutos eu Consigo transformar
isso aqui em termos de horas, né? 1 hora, 60 minutos, 2 horas 120. Então não chega a 2 horas não, mas eu sei que chega a 1 hora, 60 minutos. 60 mais quanto dá 115? 60 + 55, não é isso? Então, nesse caso, 60 + 55 é igual a 115 minutos. Hum. E o que que é 60? É uma hora. Então, 1 hora e 55 qu mi minutos. OK. 1 hora 55 minutos. Tem essa resposta 1 hora 55 minutos aí? Claro que tem, não é? Claro que tem. Que Letra? Letra E a nossa resposta. Letra
E. Show de bola. Show de bola. Show de bola. OK. Muito bem. Vamos resolvendo mais questões na tela para você. Próxima questão diz o seguinte: O sargento Garcia tem sob. O sargento Garcia observou que formando seus soldados em filas de 14 soldados cada uma, ou em filas de 18 soldados cada uma, a formação fica perfeita. Isto É, não sobra nem falta soldado em qualquer fila. E quando o sargento Garcia forma os seus soldados em filas de 14 soldados cada uma, qual é o número de filas que ele pode formar? Ah, aí é que tá, né?
Olha só o que que a questão disse para nós. Se formar de 14 ou de 18, não tem falta, não é isso? E nem sobra soldado. Bacana. O que que ele quer dizer para nós aí? Ele quer que você calcule o quê? O mmc, o menor múltiplo comum entre esses números. Por Quê? Porque esse múltiplo comum entre eles, e ele já te disse que esse múltiplo entre eles tem que tá entre 100 e 200, ok? Ah, professor, mas e se eu fizer o mínimo múltiplo comum e não chegar nem a 100, nem a 200? Ora,
você pega o próximo múltiplo e esse múltiplo tem que estar entre 100 e 200. O que não vai acontecer, obviamente, é você achar o menor múltiplo que está maior do que 200. E não vai acontecer nunca, né? Mas o número menor a gente pode achar, né? Não tá na no total entre 100 e 200. Aí o que que eu faço? Eu faço, pego o próximo múltiplo e aí eu chego no valor que ele quer. Mas eu acredito que logo a gente já procurando o mínimo múltiplo comum, a gente já vai chegar no número que está
entre 100 e 200. Quer ver só? Mas eu vou explicar melhor isso aí a partir da resolução da questão aqui. Você vai entender, belezinha? Tá bom? Às vezes eu vou falando, falando e e às vezes complica um pouco, mas vou descomplicar Agora para você, ó. Que que nós vamos calcular? O mmc. O mmc entre quem? Entre 100 e quem mais? E 200. Vou escrever até mais em cima aqui porque eu acho que vai ficar grande. Entre 100 e 200. Perfeito. Então vamos lá. Mínimo multicomum entre 100 e 200. Primeiramente por lembrando que se é o
menor múltiplo comum, do lado de K eu vou escrever fatores o quê? Primos. OK? Fatores primos. Então vamos lá a começar Pelo menor deles. Número dois. 100 di 2 50. Ok? 200 di por 2 100. Ainda é possível por 2? Sim. Então vai por 2. 50/ 2 25/ 2 50 ainda é possível por 2. Não dá para dividir por 2. Então você reescreve 50/ 2 25. Agora é possível ainda por dois, professor? Não dá. Então nós vamos para o próximo fator primo acima do é o 3. Mas aí se você escrever um três aqui, ó,
Você vai perceber que não vai dar, não é isso? Porque 25 não dá para dividir por 3, professor. Então, próximo fator primo, acima do número três, quem é? Ora, acima do três, fator primo só pode ser o cinco. Pois é. Então, nós vamos por cora. Isso. Vamos por cinco. Pronto. Eita nós por cinco. Vamos lá. 25 por 5, 5. E ainda é possível por quem agora? Ainda é possível por cinco, não é isso? Ainda é possível por cinco. Pera aí. Acho que eu tô fazendo errado aqui. Não tá não. Tá bem. Tô mesmo. Ai ai
ai. Como é que eu peguei 100? Não, moço, não é 100 200 não. Aí acho que eu tô vendo aqui que tá dando uma coisa esquisita. Na verdade nós vamos fazer o MMC. É entre quem, gente? É entre 14 e 18, meu filho. É 141. Ai, ai, ai. 141. Pronto, agora sim. Vamos fazer o MMC entre quem? Vamos fazer o MMC entre 14 e 18. Pronto, agora sim. Passa a régua. Vamos lá. Primeiramente por 2. Isso. 14/ 2 7. 18/ 2 9. Ainda é possível por dois? Não. Próximo fator primo acima do 2 3. Então
vai por três. Vamos lá. 7 dá para dividir por 3? Não. Então você reescreve. 9/ 3 3. Ok? E agora ainda é possível por 3. 7 3/ 3 é 1. Ok? E agora por 7. 7/ 7 1. E aqui também vai dar 1. Beleza? Bom demais. Ok. E agora, professor? Só multiplicar os valores, não é isso? Apenas multiplicar, ó. 2 x 3 x 3 x 7. Então vamos lá. 2 x 3= 6. 6 x 3 18 x 7 x 8 56 vão 5 7 x 1 7 5 126 ok 126 ok 126 perfeito então na
verdade ora são 126 soldados no total porque se eu pegar 126 dividir por 14 vai dar resto zero. Então dá uma quantidade exata lá. Se eu pegar 126 e dividir por 18 também dá resto zero, OK? Que é o que a questão quer de nós. E detalhe, por que que eu sei que tá correto, professor? Porque ele falou que o número tem que tá entre 100 e 200. Nós achamos 126. Está entre 100 e 200. Qual o valor que tá acima de 126, que também é múltiplo de 14, 18? É o número 252, não é
isso? 252. 126 + 126, 252. 252 também poderia ser o número, OK? Só que 252 seria o próximo, o próximo múltiplo, né? Então seria, olha só, 126. Então vamos lá. Seria 126. Próximo, 252. Próximo, soma 126, 252, vai dar 300 e 318, né? Acho que é isso mesmo. 318 250 126 8 ó 2 e 6 8 5 e 2 7 3 378, né? 378 e assim por diante. Só que de todos esses que eu estou escrevendo aqui, que são múltiplos, o que que não serve? É o primeiro mesmo, que é o 126. Tá vendo só?
Então, ah, mas se ele falasse então que era entre 200 e 300 soldados? Ora, 100 200 e 300, 252. Ah, se ele falasse então que era entre 300 e 400, ah, então seria 378. OK? Então, por isso que ele já falou que a quantidade está entre 100 e 200. Ele já delimitou entre 100 e 200 para você entender que o resultado que favorece é justamente o 126. Perfeito. Muito bem. Agora já sei que a resposta é 126. que é o total de soldados que tem lá. Mas o que ele quer saber é isso. O que
que ele quer saber, na verdade é se formar uma fila com 14 soldados cada uma, ele quer saber o Número de filas. Ah, então para saber o número de filas, professor, é só pegar 126 e dividir por 14. Exatamente. 126/ 14 vai dar quanto? Aí me ajuda a fazer essa conta aqui. Vamos lá, ó. Eu acho que um 9 já resolve o seu problema, professor. Será? Então vamos ver. 4 x 9 36. Vão 3. 9 x 1 9 3 12. Rapaz, não é que você falou certinho. Tá vendo, moço, mas você tá bom nas contas,
viu? Perfeito. E o que que é esse nove aqui que nós Achamos? Isso. Muito bem. Nove filas. Nove filas. Ficou parecendo ficas aí, professor. É, vou consertar aqui, tá? Vou cerar que você tá muito exigente hoje, viu? Misericórdia. Então, vamos lá. Nove o quê? Filas. Pronto. Nove filas. Que letra? Nove filas. Letra o que mesmo? Letra o que mesmo? Aqui, ó. Ó, ó, ó, ó, ó. Letra B. B de bom demais. B de beleza. Mas também é B de quem mesmo? B de bravo. Letra B. B de bravo. A nossa Resposta. Letra B. B de
bravo. B de bom demais. B de beleza. É isso aí. É letra B, não é isso? É letra B a nossa resposta. Muito bem. Vamos avançar? Vamos sim. Próxima questão na tela para você. Acompanhe comigo. A questão diz assim, ó. Certa calculadora possui além das teclas normais as teclas A e B. A tecla A quando pressionada soma três unidades ao número que está no visor. E A tecla B, quando pressionada multiplica por dois o número que está no visor. O número n está no visor dessa calculadora. E são pressionadas a em sequências as teclas A,
depois B, depois A de novo, depois B, depois A. Após esses movimentos, o visor mostrou o número 169, a soma dos algarismos do número N. Muito bem. Então, vamos lá. Então, vamos lá. Presta atenção aqui, ó. Então significa Que um número n está no visor. Então vamos escrever esse N aqui, ó. Me ajuda aqui, ó. Vamos escrevê-lo aqui, ó. N é o número que está no visor. Perfeito. O que que ele fez? Ele digitou A. Quando digita A, o que que acontece? O que que acontece quando digita A? Soma três unidades. Então é o número
que tá no visor mais três. Pronto. Beleza. Para por aí não. Após clicar em A, vai clicar em B, OK? Clicou em B, o que Que ele faz? Ele multiplica por dois o número que está no visor. Então, o número que tá no visor é esse aqui, ó. Que que nós vamos fazer com ele? Multiplicar por 2. Ok? Multiplicar por dois. Perfeito. Após, o que que vai fazer? vai pegar esse número aqui, ó, n + 3 x 2, que vai ser o número. Que que ele vai fazer? Se apertoar, vai o quê? Somar três unidades.
Então, mais 3. Professor, não é melhor colocar um parêntese, alguma Coisa? Não, não é necessário, porque entre uma soma e uma multiplicação, resolve a multiplicação primeiro, né? Então, não há necessidade não. Mas aí perceba o seguinte, que após somar três, que que vai fazer? Olha só, apertou B de novo. Então vai multiplicar tudo isso aqui por 2. Isso. Multiplica por dois e após soma 3 + 3. Lembrando que tudo isso aqui vai dar quanto? 169. De acordo com a questão, beleza? Vai dar 169. OK. OK. Caímos então em uma expressão, né? Uma expressão. E essa
expressão como há uma letra a gente chama de equação, né? Como que a gente vai fazer para resolver? Resolve primeiro o que tem dentro do parênteses. Mas não dá para resolver o que tem dentro do parênteses. Então, resolve-se agora o que tem dentro do colchete. Vamos lá. Dentro do colchete aqui nós temos n + 3 x 2 + 3. Vamos fazer a distributiva, não é isso? O famoso chuveirinho, ó. famoso chuveirinho, mais conhecido como distributiva. Vamos lá. Nesse caso, então, teremos 2 x n, 2n + 2 x 3, 6 mais quem? Mais 3. Fechou? 2
+ 3 = 169. Perfeito. OK, pessoal. Dá para somar aqui, ó. 6 + 3, então vai ficar 2n + 9, OK? Isso aqui vezes quem? Vezes 2 + 3 é igual a 169. Beleza? Beleza? Beleza. Então aqui nós vamos ter que fazer outra multiplicaçãozinha, ó. Outra multiplicaçãozinha. Isso. Muito bem. Então, nesse caso aqui, ó, vamos pensar, ó, 2 x 2, 4n + 2 x 9, 18. Perfeito. Mais quem? + 3 = 169. Perfeito. OK. Então, vamos lá. Continua comigo aqui, ó. 4n + 18 + 3 21 + 21 = 169. Ok. Ok. Ok. Isso aí,
continuando aqui a nossa saga, olha só o que vai acontecer, ó. 4n igo, vem para cá negativo. Então vai ficar 169 - 21 vai dar 148. Muito bem, 148. Agora eu te pergunto, que número que eu multiplico por 4 dá 148? Acertou você que falou 37. Muito bem. 37 é o nosso resultado. Ele Pediu a soma dos algarismos do número n. Então, se n é 37, ele quer a soma desses algarismos. É só você fazer então 3 + 7 que vai dar o quê? 10. OK? 3 + 7 que vai dar 10. Perfeito, perfeito, perfeito.
Olha só, esse é uma forma de fazer, não é isso? E nós marcamos que letra? Letra C. OK. OK. OK. Professor, eu pensei diferente. Eu sei diferente. Eu pensei diferente. Eu não quero fazer desse seu jeito não, porque eu fiz diferente. Muito bem. Eu sei o jeito que você fez diferente. O jeito diferente que você fez esse aqui, ó. Segundo o quê? segundo modo de resolução, não é isso? E nós vamos fazer esse segundo modo aqui agora também pra gente poder ter aí inclusive uma outra forma, né, isso de resolver. Então, nós temos aqui o
nosso primeiro módulo de resolução, primeiro módulo. E nós temos aqui o nosso segundo módulo. Como que a gente vai fazer no nosso segundo módulo, professor? Nós vamos Resolver de trás paraa frente, tá bom? Como assim de trás paraa frente? Olha só, ao invés de somar, qual é o contrário de somar? subtrair ao invés de multiplicar, qual o contrário de multiplicar? Dividir. OK? E aí a gente vai chegar no valor inicial, partindo sempre do final. Olha para cá, ó. Do final para o começo. Como assim, professor? Olha só, acompanha comigo aqui que você vai entender. Você
vai entender. Olha para cá. 169. Esse é o valor final, não é isso? 169 é o valor final. Por que que tem 169? Porque olha só, a última coisa que a gente fez foi o quê? Foi somar três, não foi? Que é o a? Somar três. Então, ao invés de somar, nós vamos subtrair três. Então, 169 - 3, professor, 165. OK? 16, aliás, 166, né? 5 não, porque 5 + 3 8. Professor, você tá errando conta aí, meu filho. Pronto. 166. Ok, perfeito. Beleza. Qual que foi a penúltima coisa ser feita? Não foi Multiplicar por
dois. Então nós vamos dividir para tirar esse dois. Então vamos lá. Nós vamos pegar 166 e dividir por 2. Ora, 166/ 2 vai dar 83. Hum. E a antenúltima coisa ser feita. Olha aqui, ó. não foi multiplicar, somar 3, então nós vamos subtrair 3. 83 - 3 que vai dar quanto? 80. Olha, e antes? Antes foi multiplicado por 2, então nós vamos dividir por 2. 80/ 2 40. E aqui a primeira coisa que foi feita Foi somar 3, não é isso? Então vamos subtrair. Então 40 - 3 vai dar quanto? 37, OK? O mesmo valor
que nós achamos anteriormente, 37. E aí é só somar os algarismos. 3 + 7 = 10, OK? Sendo 3 + 7 = 10, marcaremos que letra? Letra C. C de certo, C de certeza. Olha só que beleza. Show de bola. É isso aí. Muito bem. >> Fala meu bravo. Fala minha brava. Sejam todos vocês muito bem-vindos à nossa Aula de hoje. Que bom que você escolheu investir no seu futuro e que bom que você escolheu contar conosco para isso. Você me conhece, eu sou o professor Arn Arruda Simões e sabe que eu deixo o meu
e-mail e o meu Instagram na hora de começar as aulas para que você possa entrar em contato, tirar dúvidas, interagir, dar feedback da aula, enfim, interagir comigo. Eu gosto muito dessa interação com todos vocês. Tá bom? Vamos continuar os nossos estudos aqui da lei 8112 de 90, essa lei tão importante pra sua prova, tá? E de outras que porventura você venha a realizar, que você venha fazer aí ao longo da sua jornada, tá bom? Meus caros? Vamos começar aqui tratando da lei 810290 nessa aula de hoje, falando um pouquinho sobre responsabilidades disciplinares, tá? Direitos e
vantagens especificamente garantidas aos servidores públicos civis aqui da União, das suas autarquias e fundações públicas, tá? Vamos lá. O artigo 121 pra gente, ele já já dá o papo inicialmente com relação à questão da responsabilidade do regime disciplinar envolvendo o servidor, tá? E olha aqui, ele já nos diz que o servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de suas atribuições. Então, primeira coisa, caso um servidor pratique uma irregularidade no exercício das suas atribuições, ele tem que estar ciente que ele pode receber penalidades De três naturezas. criminal. Ou seja, se o fato que ele
praticou constituir crime, ele vai responder nos termos da lei penal. Responsabilidade civil vai ter que recompor os danos causados a quem quer que seja, indenizá-los. E terceiro, responsabilidade administrativa, funcional. Ele pode, por exemplo, chegar até ser demitido do seu cargo. Então, ele estará sujeito a essas penalidades de três naturezas, tá? E algo que é Importante nós sabermos é que essas penalidades, sejam civis, penais ou administrativas, elas poderão acumular-se. Então, meu amigo, um mesmo fato pode fazer com que um cara seja preso criminalmente, pode fazer com que ele tenha que indenizar, por exemplo, a administração pública
e pode fazer com que ele esteja demitido do mesmo jeito. Receber essas três penalidades, não é nenhum business, não há nenhuma irregularidade, tá? Inclusive, as Penalidades são independentes entre si. Se você foi, por exemplo, inocentado no juízo criminal, não quer dizer que você tem que ser no juízo cívil, não. Você pode se livrar em um e ser condenado em outro pelo mesmo fato, tá? Nós temos só uma exceção que é o seguinte, a responsabilidade administrativa do servidor, ela vai ser afastada, ou seja, não vai poder ser aplicada caso o juízo criminal, ou seja, no processo
criminal se comprove que o fato que atribuem ao Servidor nunca existiu ou se comprove que o fato, embora existente, não foi praticado pelo servidor, tá? Porque aí, gente, nós teríamos uma situação muito contraditória. Como é que num processo criminal, ou seja, com todas as garantias de um processo judicial, o juiz afirma: "Nunca existiu esse fato que estão imputando contra ele". E lá no juiz administrativo, a autoridade administrativa fala: "Existiu sim, pera aí, ou existiu ou não existiu". Então, Da mesma forma, imagina que o juiz criminal diga: "O fato existiu, mas não foi ele que praticou,
foi outro servidor." Aí a autoridade administrativa diz: "Não, foi ele". Sim, não dá, né? Aí seria uma contradição gritante. Então, somente nessas circunstâncias é que a decisão do juízo criminal vai condicionar a decisão do juízo administrativo. Agora fica aqui, presta bem atenção numa coisa, a responsabilidade civil, ou Seja, de indenizar, ela decorre tanto de ato comissivo, né, ou seja, uma ação, quanto de uma omissão, tá? Se o servidor tinha obrigação de agir e não agiu, causou dano, vai ter queizar. Seja dolosamente, ou seja, por intenção. E gente, olha aqui, é dolo, não é dolo não,
viu? Dolo, seja dolosamente ou culposamente, ou seja, quando ele age ali sem o cuidado devido, OK? Já a responsabilidade penal, gente, ela abrange, evidentemente, crimes e Contravenções que foram praticadas no exercício da função, né, na qualidade do servidor. Beleza? E a responsabilidade civil administrativa, ou seja, administrativa aqui, ela vai resultar tanto de uma omissão quanto de uma ação também, tá? Beleza? Então, nós temos a responsabilidade civil, administrativa e criminal, claro, dentro aí das suas regulamentações, tá? E próxima questão, meu povo. Vamos lá. Número um, o servidor responde civil, penal e administrativamente pelo exercício irregular de
suas atribuições. Com base na lei 8112 de 90, assinar a alternativa correta, né? Quero ver qual é a certa. Vamos lá. Letra A. É vedado que a obrigação de reparar o dano se estenda aos sucessores e contra eles venha ser executada. Letra B. Responsabilidade penal abrange somente as contravenções imputadas ao Servidor nessa qualidade, excluindo seus crimes. Letra C, a responsabilidade administrativa do servidor não será afastada, mesmo em caso de absolvição criminal que nega existência do fato ou de sua autoria, ou de as sanções civis, penais e administrativa poderão cumular-se, sendo independentes entre si. A correta
aqui, meu povo, é a letra D de dado, né? As sanções civis, penais E administrativas são independentes, podem inclusive ser cumuladas, né? Posso receber pelo mesmo fato as três penalidades, tá? Agora, do ponto de vista aqui administrativo, ponto de vista aqui disciplinar, quais são as penalidades possíveis ao servidor? Olha aqui. Primeiro, advertência, OK? Segundo, suspensão. Terceiro, demissão. Percebam que nós estamos aí na num grau aí de gravidade, né? Quarto, cassação de aposentadoria ou Disponibilidade, tá? Quinto, destituição de cargo em comissão e sexto, destituição de função comissionada. Tá bom? São essas as penalidades, penalidades disciplinares possíveis,
tá? passíveis de serem aplicadas a um servidor no âmbito aí de alguma irregularidade praticada. Beleza? Vamos que vamos. Próxima questão. Vamos lá, hein? Questão de número dois. Julgue o item a seguir, de acordo com a lei número 8112 de 1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da união, das autarquias e das fundações públicas federais. Meu povo, vamos lá. São penalidades disciplinares: advertência, suspensão, demissão, cassação de aposentadoria ou de disponibilidade, destituição de cargo em comissão e destituição de função comissionada. Tá? Isso aqui tá certo ou tá errado, meu povo? Isso tá aí.
Exato, né? Tá certo. E olha aqui, eu recebi uma pergunta de uma aluna esses dias. Você tem a ver aqui com esse tipo de questão. Ha uma alternativa que enumerava ali algum algumas questões legais e não enumerava todas e ela marcou como errada, só que o gabarito era certo. Aqui, gente, ainda que tivesse faltando uma das penalidades disciplinares que nós vimos Anteriormente, estaria certo, porque não disse são apenas essas, são somente essas, são só essas, não disse são penalidades disciplinares. Se tivesse somamente ali suspensão e demissão, estaria certo? Estaria. Suspensão e demissão não são penalidades
disciplinares, não são. Tá? Então, cuidado aí com esses essas pegadinhas, né? Vamos lá. Ação disciplinar também, gente. E aí não somente uma ação judicial, mas a própria Ação disciplinar, ela também tem um prazo prescricional que ela se submete, né? E por quê? Qual é a razão disso? Qual é a razão de se ter então esses prazos prescricionais, meu povo? Pela própria segurança jurídica. É para isso que existe prazo de prescrição, tá? fora outras finalidades da segurança jurídica. Imagina se você praticou hoje uma regularidade passiva, né, de uma penalidade disciplinar, você servidor, tá bom? Imagina, passa-se
um ano, a administração não faz nada, 2, 3, 4, 5. Daqui a 13 anos você ali no exercício das suas funções, já não praticou mais nenhuma nenhuma infração. Você então tem uma desavença com o seu chefe. O seu chefe ali, na verdade, começa a te perseguir e ele lembra, poxa, há 13 anos esse indivíduo aqui praticou uma infração disciplinar, não foi punido, vou punir agora. Não, né, gente? Tem que ter uma segurança jurídica. Até porque Se passou tanto tempo aí e a administração não fez nada, é sinal de que aquilo ali não causou muito dano
à administração, não, tá? Então vamos ver aqui a prescrição, beleza? A ação disciplinar prescreverá inciso primeiro, em 5 anos, quanto às infrações puníveis com demissão, cassação de aposentadoria ou disponibilidade e e destituição de cargo em comissão, ou seja, as infrações disciplinares mais graves tem o prazo Prescricional em 5 anos, tá? ainda vão vai prescrever em dois anos a ação disciplinar para aquelas infrações que são puníveis com suspensão e vai prescrever em 180 dias. Cuidado, não são 6 meses, são 180 dias, tá? Vai prescrever em 180 dias a ação disciplinar em função de uma infração punível
com advertência. Beleza? Vamos que vamos, povo. Agora é importante saber ali como que são contados esses prazos, né? Olha Aqui, povo. O prazo de prescrição, ele começa a correr da data em que o fato se tornou conhecido. Não é a data em que o fato foi praticado, não. A data é que se tornou conhecido ali para a administração, tá? os prazos de prescrição previstos na lei penal, né, quando o fato também construi um crime, vão ser aplicadas as infrações disciplinares capituladas também como crime. Então, olha aqui, se eu tenho uma Infração disciplinar, que também é
crime, eu vou aplicar para infração disciplinar não o prazo prescricional que nós vimos aqui, mas o prazo prescricional da lei penal que constitui essa ação como crime, né, que tipifica como crime, beleza? Então, se na lei penal aquela conduta tem um prazo de prescrição de 10 anos, por exemplo, aqui também até para ação disciplinar o prazo de prescrição vai ser de 10 anos, tá? Abertura de sindicância ou instauração De processo disciplinar interrompe a prescrição até a decisão final proferida pela autoridade competente. Agora aqui você tem que saber o seguinte, a distinção de interrupção da prescrição
e de suspensão da prescrição, tá? Porque se a banca cobrar, você não vai errar. que que é interrupção e o que que é suspensão. Ambas, né, fazem com que seja paralisada a contagem do prazo prescricional. A diferença está Quando se cessa, né? Quando se cessa ali essa paralisação, quando vai voltar a correr, quando eu tô no caso de interrupção, assim que cessou a paralização e vai voltar a correr, a prescrição começa a contar do zero. Então, se já tinha passado 4 anos quando se instaurou uma sindicância, por exemplo, acabou a sindicância, o prazo de prescrição
começa a contar do zero, 0 1 2 3 4 5 anos, por exemplo. Já na suspensão, que não é o caso, vamos Imaginar que passou 4 anos até a abertura da sindicância. Quando encerrou essa indicância, vai começar a contar o prazo de novo. Não começa do zero, não, já começa com 4 anos. Então, pode ser, por exemplo, que tenha só mais um para poder aplicar a penalidade, tá? Continuando, parágrafo quarto, interrompido o curso da prescrição, o prazo começa a correr a partir do dia em que cessar a interrupção, tá? E começa a contar do Zero.
Questão de número três. Vamos julgar o item a seguir, né, com base na lei 8112. A ação disciplinar prescreverá em 5 anos quanto as infrações poníveis com demissão, ctação de apostadoria ou disponibilidade, destruição de carro em comissão, suspensão e advertência. Olha a pegadinha. Isso aqui tá errado, hein? Começou bem, mas suspensão e advertência vão ter outros outros prazos, né? OK. 2 anos, 180 dias, não Vai ter aqui, então, esse prazo, né? Esse prazo como nós vimos de 5 anos, de 5 anos para tudo, tá? Então pegadinha aqui, tá errado. Então, meu bravo, minha brava, era
isso que nós tínhamos para tratar nessa aula de hoje. Muito obrigado pela sua companhia e eu te vejo na próxima aula. >> Olá, pessoal. Tudo bem com vocês? Sejam bem-vindos a esta aula de língua portuguesa, o conteúdo mais bonito que existe, não é verdade? Na aula de hoje, Nós resolveremos uma prova da FGV, especificamente uma prova do concurso do IBGE, para que vocês verifiquem como é a forma de cobrança desse conteúdo tão lindo por essa banca. Porque, gente, vocês verão que não precisa de desespero, não é necessário vocês ficarem estressados, basta vocês se dedicarem e
resolverem exercícios. Tudo dará certo. Vocês verão que não há nada demais, não é verdade? Porque português, gente não tem nada difícil, não. Difíceis são as pessoas que não estudam e querem passar no concurso público, não é verdade? Então venham comigo, prestem bastante atenção, porque meu desejo é que vocês arrebentem no dia da prova. Vamos lá. É muito comum, meus queridos, a prova da FGV não trazer apenas um texto ao longo da avaliação de português. Pode acontecer de, em vez de um texto longo, a prova optar por mais de um e esses textos de menor extinção.
Então, em vez De um texto longo, pode acontecer de virem vários textos curtos. E isso é algo que pode acontecer, é algo recorrente, porém não descartamos a possibilidade de ser um texto só e longo. As duas possibilidades existem em se tratando da banca com a qual estamos lidando. Na prova de hoje, nós verificaremos alguns textos pequenos que norteiam as questões cobradas no concurso do IBGE. Então, prestem atenção para vocês entenderem um pouco a maneira Como o conteúdo é abordado. Olhem só que maravilha. Texto um. Com todos os problemas que temos em nosso estado, corporativismo, incompetência
pública, intervencionismo, burocracia, estatismo, carga tributária complexa, entre outros. Ainda somos um país de muita sorte pelo simples fato de que a solução para os nossos problemas só depende de nós mesmos. Não somos a Palestina, que depende de Israel para existir, nem somos como os países europeus que dependem uns dos outros, tampouco como os Estados Unidos, que carregam um peso imenso de problemas deles e dos outros. Texto retirado da Isto em março de 2017. Então vamos verificar agora como a prova aborda o nosso tão lindo português. Questão número um. Fiquem atentos. A primeira frase do texto
um, com todos os problemas que temos em nosso estado, poderia ter a preposição inicial. Qual é A preposição inicial aqui, professora? O com. O com é uma preposição. O que é preposição? Aquela palavra que serve para ligar os elementos dentro de um enunciado. Prestem atenção, serve para ligar palavras. A preposição poderia ser substituída adequadamente ao sentido do texto. O que quer dizer adequadamente ao sentido do texto? quer dizer que a substituição não provocaria alteração semântica, ou seja, Alteração de sentido. A FGV gosta muito, muito, muito de cobrar coesão. É praticamente unânime essa cobrança em todas
as provas. Como assim, professora? Coesão. Coesão, meus queridos, é a relação entre as ideias do texto. Nós temos em um texto não ideias soltas, informações soltas, mas as palavras, as ideias, elas estão conectadas, seja por meio de um elemento de ligação, seja pela retomada por meio de uma substituição. Essa relação entre as ideias, essa ligação, essa conexão é a chamada coesão, conteúdo extremamente cobrado pela FGV. Eu sugiro que vocês resolvam questões nesse sentido, que vocês estudem a coesão, porque ela é muito cobrada. Então, fiquem atentos. A pergunta é: qual, né, seria a substituição adequada ao
sentido do texto? Se em vez de com eu utilizasse uma dessas outras palavras, para que eu consiga resolver uma questão Como essa, não basta simplesmente eu substituir, eu preciso entender o sentido que se encontra estabelecido no enunciado. Então, vamos voltar ao nosso texto. Olhem só, com todos os problemas que temos em nosso estado, aí vem aqui, né, o exemplo dos problemas, ainda somos um país de muita sorte. Então, nós temos aqui uma informação de que nós temos muitos problemas em nosso estado. E aqui nós temos uma informação de que nós temos muita sorte. O fato
de nós termos Muito problema impede muitas vezes a nossa ideia de que tenhamos muita sorte. Poderia, né? Quando eu falo que nós temos muito problema, a tendência é a gente não acreditar que tem muita sorte. É ou não é verdade? Porém, a gente vê que no final do enunciado a gente tem sorte, sim. Notem que esse primeiro fato poderia atrapalhar esse segundo. O fato de ter problema pode atrapalhar o fato de ter sorte, mas não atrapalhou. Toda vez que você estiver trabalhando com um Fato que atua como uma espécie de empecílio para ocorrência do outro,
mas que no final não impede nada, você tem ali um fato que poderia atrapalhar a ocorrência do outro, mas no final não atrapalha nada. Ele só poderia, mas não atrapalha. Essa relação, ela é chamada de concessão. É quando você tem um fato que pode atrapalhar a ocorrência do outro, mas no fim não atrapalha nada. Essa relação é Chamada de quê, professora? Concessão. Então, com todos os problemas que temos em nosso estado, ainda somos um país de muita sorte. A gente espera que quem tenha problema não tenha sorte, não é assim? Ou o contrário, que quem
tenha sorte não tenha tantos problemas. Mas nós vemos que uma coisa aqui não anulou a outra. Então, nós temos uma relação de concessão. Qual é, professor, o conectivo? Eu posso usar apesar de, por causa de, em razão de, além de, gente, Se vocês observarem simplesmente a escrita aqui, já daria para ter uma eliminação. Por quê? Quando eu falo por causa e em razão de, nós temos uma mesma relação semântica, porque causa, razão demonstra aí que nós estamos tratando com a causa de um problema e não é o caso. Nós não estamos falando da causa de
termos sorte. Nós estamos apontando algo que poderia atrapalhar essa sorte, mas que no fim não atrapalha. O pois da mesma maneira pode atuar como Explicativo, o que não é o caso. O além de é quando eu acrescento informação. Sobrou o quê para nós? O, apesar de, vamos conferir, apesar de todos os problemas que temos em nosso estado, olhem só, apesar de todos os problemas que temos em nosso estado, corporativismo, incompetência pública, intervencionismo, burocracia, estatismo, carga tributária complexa, entre outros, ainda somos um país de muita sorte. Então, apesar de aqui, caiu como uma Luva. Então, qual
é a resposta, professora? Qual é a resposta? É claro, meus amores, que é qual letra? Letra A de Anne. Letra A de aprovação. O apesar aqui traz uma ideia de concessão. E a prova de vocês ama elementos coesivos. Essa relação ama esses elementos que estabelecem essa relação de sentido entre as ideias. Então fiquem atentos, não deixem de estudar os conectivos, porque eles são extremamente recorrentes. Olhem que bonito. Tem nada difícil aqui, não. Vamos lá. Questão número dois, ainda ao texto um. O trecho entre travessões no texto um mostra. Vamos voltar. Com todos os problemas que
temos em nosso estado, qual é o trecho que vem entre travessões? Corporativismo, incompetência pública, intervencionismo, burocracia, estatismo, carga tributária complexa, entre outros. Fecha o travessão aqui. Ainda somos um país de muita sorte. Vamos lá. O trecho entre travessões no texto um mostra a enumeração de todos os problemas do nosso estado. Ô meus amores, essa informação generalizadora, todos dificilmente estará correta numa prova. Para estar correto é só se viesse explícito ali no texto. Ô professora, mas ali no texto um fala que com todos os problemas que temos em nosso estado, sim, mas não está se referindo
a essa informação, está se referindo à informação que vem entre parênteses, ou Seis, parênteses, ó, entre travessões, aquela informação isolada que poderia para enxugar o texto até ser retirada. Quando nós colocamos aqui corporativismo incompetência, aqui foi finalizado com entre outros. Isso significa que nós não abordamos todos os problemas. Então, fiquem atentos. A explicação de um termo anterior, eu estou explicando quais são todos esses problemas. Não, não é uma explicação de todos os problemas. Eu estou mostrando Alguns desses problemas. A exemplificação de alguns dos nossos problemas, com certeza, se nós temos ali a expressão entre outros,
isso significa que não se trata de todos. Eu estou mostrando alguns. A seleção de nossos problemas mais graves. O texto não elucida que se trata dos mais graves. Coloca o quê? Olhem aqui, com todos os problemas que temos, corporativismo, incompetência e por aí vai, não deixa claro para nós que se trata dos Problemas mais graves. Então, nós não podemos fazer essa afirmação. A justificativa de uma afirmação está justificando o que foi dito, está fundamentando apenas o que foi dito, explicando que justificar é a mesma coisa de explicar, não é verdade? Se eu estou justificando, eu
estou explicando. Não é o caso. Então, qual é a afirmativa correta, professora? É claro, né, gente? Letra C de coisa linda, como é o nosso português. O termo Entre parênteses vem explicando, explicando, não, corrijo, exemplificando alguns de nossos problemas. O, entre outros, enfatiza muito a ideia de que não se trata de todos os problemas, até porque nós não daríamos conta de mencionar todos os problemas em um texto desse tamanhozinho. Difícil isso não? Basta ter atenção, basta voltar ao texto quando for necessário. Tem nada difícil aqui, não. Português é lindo demais. Agora, as Questões seguintes se
referem ao texto dois. Então vamos à leitura. Imagine reunir um grupo diverso de pessoas toda quinta-feira durante 10 anos para estudar, treinar visões sobre o trabalho do ator e da arte. Imaginem só reunir um grupo diverso de pessoas toda quinta-feira durante 10 anos para estudar e treinar visões sobre o trabalho de ator e da arte. Imagine que a pessoa que conduz essa iniciativa o faz crença no ofício, dedicação de uma Vida inteira, com apoios eventuais, mas sem nenhum ressentimento. Para aqueles que miram na arte, uma forma de estar na vida, a diretora Celina Sodré é
um exemplo a ser mirado. Para outros que olham com desdém, a profissão de artista de teatro é uma possibilidade de mudar de ponto de vista. Texto retirado do Globo, de Globo em 2017. Notem que mais uma vez um texto curto, De fácil acesso, né? A linguagem não é difícil, são palavras conhecidas. A pessoa que está estudando para o concurso consegue entender, compreender esse texto sem dificuldade. Então vamos verificar. Questão número três da mesma prova. No texto dois, há um conjunto de verbos no infinitivo. Professora, o que que é infinitivo mesmo do verbo? Eu me esqueci.
Infinitivo, meus queridos, é a forma como o verbo se encontra no Dicionário. Aquela forma que funciona como se fosse o nome do verbo terminado em R. Eu não encontro no no dicionário estive, eu encontro estar. Eu não encontro no dicionário comerei. Eu encontro comer. Eu não encontro no dicionário faço. Eu encontro fazer. O dicionário traz a forma nominal dos verbos, não traz ali na no âmbito dos significados os verbos conjugados, até porque porque ficaria muito extenso, não há Necessidade disso. Então, infinitivo é a forma como o verbo se encontra no dicionário. Vamos lá. Se substituirmos,
olhem que bacana a questão, essas formas verbais por substantivos correspondentes, ou seja, se em vez de verbo eu usasse um substantivo no lugar, a única frase incorreta será, vamos ver. Imagine reunir um grupo aqui o verbo reunir. Imagine no lugar de reunir a Reunião de um grupo. Correto? Corretíssimo, né? Eu peguei o verbo e substituí por um substantivo. Que que é substantivo mesmo? A palavra que nomeia os seres, as coisas, as pessoas, os animais, os objetos. A palavra que dá nome. Qual é o meu nome, professora? Qual é o nome disso aqui? Caneta. Qual é
o nome da minha profissão, né? Professora. Qual é o meu nome? Anne. E por aí vai. Qual é o nome disso aqui? Cabelo. Qual o nome disso aqui? Óculos. Qual é o nome da minha cidade? Montes Claros. Então, substantivo é a palavra que dá nome. Então, eu substituí reunir por reunião, fiz corretamente, o sentido não ficou prejudicado. Ó, imagine reunindo um grupo. Imagine a reunião de um grupo. Beleza? Para estudar. Se no lugar de para estudar eu quiser colocar um substantivo, eu posso posso colocar o quê? Para o estudo, correto, né? Treinar visões que qual
é o substantivo que eu uso no lugar de treinar? Eu uso treino de visões, correto? Uma forma de estar na vida, uma forma de estada na vida. O que que é estada? Estada é a permanência, é ação de estar, né, em algum lugar, correto? Uma possibilidade de mudar, se vocês observarem, vem aqui no final, ó. É uma possibilidade de mudar de ponto de vista. Qual é o substantivo que Substitui mudar? Qual é o substantivo, professora, que substitui mudar? Se eu pensar aqui na na no radical da palavra, na estrutura da palavra, qual é o substantivo
que substitui mudar? Que substantivo é esse, meus queridos? Que substantivo é esse? É claro que é o quê? Mudar. Qual é o substantivo? Mudança. Aí aqui a prova trouxe o quê? Uma possibilidade de mutação. Ô professor, eu não poderia ali no texto usar mutação, não. Vamos voltar. É uma possibilidade de mutação de ponto de vista. Normalmente a gente associa a mutação a uma alteração, a uma modificação. Quando eu falei uma possibilidade de mudar de ponto de vista, não é simplesmente uma alteração de ponto de vista, é como se eu fizesse uma troca mesmo de total
de ponto de vista. Eu tenho um ponto de vista e assumo outro. Por isso não cabe aqui mutação. O substantivo que se relaciona com o verbo mudar, basta eu olhar a Estrutura. Mudar é o quê? Mudança. Até porque não é mutar. de mutar, né? Diferente. Aqui veio escrito mudar e não mutar. Então, qual é a alternativa que traz o substantivo que não corresponde ao verbo? Alternativa é de esplêndido, como é o nosso lindo idioma, não é verdade? Então, mudar, mudança. Nós não falamos aqui mutar, né? Nós falamos aqui mudar, não é verdade? Então, fiquem atentos,
viu? Fiquem atentos. Essa questão, muita Gente olha e fala assim: "Nossa, que questão difícil". Não é aquela questão difícil não, gente. É porque algumas pessoas não conhecem esse tipo de questão. Mas se você parar, respirar, se concentrar aqui, você consegue resolver. Ó, olhem bem. Reunir, reunião, estudar, estudo, treinar, treino. Observem. está estada muda mutação. Não ficou aqui mudação, não. Houve uma alteração aí contar isso. Então fiquem atentos que você conseguiria até pela lógica Eliminar a alternativa. É. Viram que bacana? Questão número quatro. O item do texto dois. Olhem mais uma vez a coesão maravilhosa aparecendo
aqui. Diga-se de passagem que coesão é o foco da minha pesquisa do mestrado. Eu amo coesão. Então eu acho muito, muito relevante a prova que aborda coesão, porque a coesão ela é primordial para o texto, para o sentido do texto. Então Fiquem atentos. O item do texto dois que estabelece coesão com um termo anterior, ou seja, estabelece coesão relação com o termo que vem antes, que é uma oração. Meus amores, vamos entender o enunciado para que nós consigamos resolver com mais tranquilidade essa questão, porque normalmente o povo fala assim: "Ah, essa questão é tranquila". Aí
quando chega lá na hora em banana, né? fazer aquela confusão. Vamos entender que estabelece Coesão com o termo anterior, ou seja, se refere a algo que vem antes, que é uma oração. Esse algo que vem antes é uma oração. Então, está pedindo o termo que retoma, que faz alusão a uma oração que vem antes. O que que é oração mesmo, professora? Oração é aquilo que possui verbo. Então, vamos verificar. Imagine que a pessoa que conduz essa iniciativa, imagine que imagine isso. Olhem só que bacana. Toda vez que o que ou si puderem, meus queridos, serem
substituídos pela palavra isso, eles são considerados conjunções integrantes. Toda vez que o q e o si puderem ser substituídos pela palavra isso, eles serão considerados conjunções integrantes. Para que serve uma conjunção integrante? para introduzir uma oração subordinada substantiva. Eu coloco esse Q aqui para introduzir o que vem depois. Então esse Q não serve para retomar o que vem Antes. Então ele está completando o sentido de imagine, né? Está introduzindo a informação que completa o sentido de imagine. Ele não retoma o que vem antes. Está pedindo o termo coesivo que retoma. Se retoma é o que
vem antes, né? Eu estou falando para enfatizar. E esse algo que vem antes e é retomado é uma oração, é algo que tem verbo, não é a letra A. Imagine que a pessoa que conduz essa iniciativa, ô professora, que iniciativa? Nós vamos Verificar no texto para ver o que essa iniciativa está retomando. Lembrando que o pronome esse serve para retomar alguma coisa e este para anunciar normalmente. Vamos ver. Imagine reunir um grupo diverso de pessoas toda quinta-feira durante 10 anos para estudar, treinar visões sobre o trabalho de ator e da arte. Imagine que a pessoa
que conduz essa iniciativa o faz por crença no ofício, dedicação de uma vida inteira com apoios eventuais, Mas sem nenhum ressentimento. Então vamos entender. Essa iniciativa se refere a que dentro do texto? Imagine reunir um grupo diverso de pessoas toda quinta-feira durante 10 anos para estudar, treinar visões sobre o trabalho de ator e da arte. Imagine que a pessoa que conduz essa iniciativa, que iniciativa de reunir um grupo diverso de pessoas toda quinta-feira durante 10 anos para estudar. Então essa iniciativa está retomando informação dentro do Texto e essa informação tem verbo, com certeza, né? Então
nós temos aí essa iniciativa retomando um segmento do texto, uma informação do texto que possui verbo em sua estrutura, que é uma oração. Vamos verificar as demais. Para aqueles que miram na arte, para aqueles os quais miram na arte, olhem que bacana, o pronome relativo, ele serve para retomar substantivos ou termos de valor substantivo. Pode ser um pronome substantivo, qualquer palavra Com valor substantivo. Então o que aqui quando é substituído por o qual ele é pronome relativo, está retomando qual palavra? aqueles um pronome substantivo, um pronome que substitui um nome. Então, está retomando um termo
oracional, uma ideia oracional ou informação oracional, não é um exemplo a ser mirado. O que que é um exemplo a ser mirado? Vamos verificar no teste, meus queridos. Olhem só. Para aqueles que miram a arte, na arte, uma Forma de estar na vida, a diretora Celina Sodreia é um exemplo assemirado. O que é um exemplo aqui assemirado? A diretora Celina Sodré. Isso não é uma oração, isso aí é algo substantivo, né? Um termo substantivo, é um nome. A letra é por crença no ofício. Ofício aí está retomando com a informação no texto. Vamos verificar. Vamos
verificar, meus queridos. Olhem só. Imagine que a pessoa que conduz, ah, vamos do início, imagine Reunir um grupo diverso de pessoas toda quinta-feira durante 10 anos para estudar e treinar visões sobre o trabalho de ator e da arte, sobre esse trabalho. Imagine que a pessoa que conduz essa iniciativa faz por crença no ofício. Que ofício? Trabalho de ator e da arte. Então, não é algo substantivo. Trabalho até não é algo verbal. trabalho até pode ser um verbo quando ele está conjugado. Eu trabalho, mas aí fala o trabalho. Trabalho aqui é um Substantivo, temos a presença
do artigo, né? Então nosso, isso fica claro para nós, né? Trabalho aí não é verbo, e sim substantivo. Ele tem um artigo que comprova que se trata de um substantivo. Então, em qual alternativa nós temos? um termo coesivo, um elemento coesivo, um item que retoma uma informação que é uma oração. Na letra B de bravo, porque essa iniciativa se refere a uma informação que contém verbo. Olhem que questão maravilhosa. Se você tem calma, se você Tem paciência para retornar ao texto, você acerta essa questão. Mas se você não tem a paciência de retornar ao texto,
dificilmente você se recordará de quais são os termos retomados. Coesão envolve relação entre informações. Então, se for necessário, meus queridos, e normalmente é, você precisa voltar ao texto para verificar e comprovar a sua informação, a sua ideia, a sua resposta ou refutá-la, não é verdade? Vocês estão vendo que questão maravilhosa? É uma Questão inteligente. Quem tem atenção consegue. Questão número cinco. Observem a questão número cinco. O segmento do texto dois em que o emprego da preposição de com ou sem contração com artigo. Que que é isso? Eu posso usar o di sozinho, mas eu posso
usar junto de um artigo de da diodo. Pode acontecer essa contração, né? Eu falo, eu moro ao lado do colégio de mais o sem problema algum autorizado pela gramática processo natural. Nós usamos Na fala cotidiana também. Também, né, na formal também. Olhem só. No segmento do texto dois, em que o emprego da preposição de o segmento do texto dois, em que o emprego da preposição de com ou sem contração do artigo, é resultante essa preposição da exigência de um termo anterior, ou seja, onde nós temos a presença da preposição de pela exigência do que vem
antes decidir. A palavra que vem antes desse di, o termo que vem antes desse Dia está exigindo, está obrigando a presença do dia. Não sei se vocês já estudaram transitividade verbal, mas nós sabemos que na nossa língua existem verbos que exigem preposição. Olhem a diferença. Eu comprei, quem compra compra algo, não pede. Mas quando eu falo eu preciso, quem precisa precisa de algo. O verbo ele exige. E isso não acontece só com verbo, não. Alguns nomes da nossa língua, prestem atenção, alguns nomes da nossa língua exigem preposição. Vou dar um exemplo. A palavra certeza. Se
eu chego e fale: "Eu tenho certeza". Você vai falar de quê? Porque quem tem certeza tem certeza de algo. Então, algumas palavras, né, elas pedem uma preposição para estruturar completamente ali o enunciado. Então, fiquem atentos. Em que alternativa esse DI é pedido por um termo anterior? O termo anterior está obrigando a presença a decidir. Vamos lá. Um grupo diverso de pessoas. Eu poderia falar simplesmente um grupo. Montei um grupo. Poderia, não é verdade? Eu montei um grupo diverso. Poderia. Então não é obrigatório esse di. Esse dia aí não é obrigatório. A palavra anterior não está
exigindo. Olhem o texto, né? Ó. Imagine reunir um grupo toda quinta-feira. Eu poderia utilizar sem esse di, sem problema algum. Então, não é exigência do que vem antes. Olhem só o trabalho do ator. Quando eu falo assim, ô gente, vamos conversar sobre o Trabalho? Não necessariamente eu tenho que falar o trabalho de quem? O trabalho de quê? A palavra trabalho em si, ela pode ser usada sem regência do dia. Eu tenho um trabalho, ele tem um trabalho, o trabalho é bom. Então, o trabalho nem sempre, né, trará esse complemento. Nem sempre eu trarei esse complemento
de informação. O trabalho de ator, o trabalho de fulano, nem sempre. E nem sempre eu vou especificar. Então, não é uma obrigatoriedade. Vamos lá. Dedicação De uma vida inteira. Eu tenho dedicação. A palavra dedicação não obriga não. Eu tenho falar, eu tenho dedicação de quê? Eu posso, né? Eu posso. Mas não é obrigatório, não é verdade? Então, vamos lá. uma forma de estar na vida. Se eu chego e falo assim: "Ô, gente, eu tenho uma forma, né? Isso é uma forma. Imaginem só, isso aqui é uma forma. Vocês vão perguntar de que ou vocês vão
falar: "OK, isso é uma forma. Uma forma de quê?" A palavra forma, ela exige para Especificar que forma é essa. Então, a palavra forma, ela obriga a presença do dia. Isso é uma forma, a forma de quê? Fiquem atentos. profissão do artista. Profissão, assim como trabalho, nem sempre trará esse complemento de informação. Isso é uma profissão, beleza? Isso é a profissão do artista. Eu posso acrescentar do artista, mas eu posso falar simplesmente profissão. Então, em que alternativa a palavra exige a sequência de um dia? Um dia em Sequência. O a informação anterior exige um dia
em sequência na letra o quê? Na letra D. Porque se eu chego e falo que essa é uma forma, vocês vão me perguntar uma forma de quê? Porque a palavra forma ela exige o de. Então fiquem atentos, porque é uma questão muito relevante, muita gente confunde, mas basta você pensar em que alternativa eu consigo retirar a informação e em que alternativa eu não consigo. Então, letra D de quê, professora? De doce. Portuguesa é docinho. Docinho, vem para adoçar a nossa vida. Olhem que lindo. A questão número seis se refere a um pequeno texto extraído de
uma manchete. Olhem só, observem. Uma manchete do jornal Metro de 14 de 11/04 de 2017 dizia o seguinte: se a reforma for adiada, direitos serão perdidos. Se a reforma for adiada, direitos serão perdidos. A relação lógica entre as duas orações da manchete é: notem que mais uma vez a Questão, na mesma prova, gente, está cobrando a relação entre as informações. Olhem que bacana, essa prova gosta demais da coesão, né? Porque a coesão e a coerência são imprescindíveis, né? Por meio da coesão, da relação que se estabelece entre as informações, nós alcançamos a coerência, a lógica
textual, o sentido textual. Então, mais uma questão cobrando essas relações de sentido. Não deixem de estudar, volto a dizer, não deixem de Estudar as relações de sentido. Vamos lá. Se a se reforma for adiada, direitos serão pedidos. A relação lógica entre as duas orações da manchete é uma afirmação seguida de uma explicação. Se a reforma for adiada, isso é uma afirmação. O que que é uma afirmação? Afirmação é algo certo. Se eu falo português, é lindo. Isso é uma afirmação. É algo certo. Quando eu falo se a reforma for adiada, isso é algo certo? Não,
eu estou apresentando aqui uma Possibilidade, uma hipótese, né? Não quer dizer que ela será adiada, é uma possibilidade. Eu tenho uma condição seguida de uma consequência. Prestem atenção. O que que é condição? Ah, tá. Na letra A, nós temos uma afirmação seguida de uma de uma explicação, não, né? Nós não temos uma afirmação, muito menos uma explicação da afirmação, uma justificativa dessa afirmação. Prestem atenção. Na língua portuguesa, o Nome condição não é usado simplesmente para o estabelecimento de algo que promove a ocorrência do outro. Como assim? Você pode ir à festa desde que chegue cedo.
Quando eu faço desde que chegue cedo, eu estou estabelecendo uma condição para que o outro fato ocorra. Eu estou apontando uma situação do qual o outro fato depende, né? O outro fato depende desse primeiro para que aconteça. Ó, você pode ir, deixe que chegue cedo. É a condição para você ir. Somente se você chegar cedo, você poderá ir. Mas não é só isso. Na língua portuguesa, quando se menciona a condição, não é simplesmente a condição que em que a gente pensa. A hipótese e a possibilidade entram como condição. Vocês podem estudar isso lá nas orações
subordinadas adverbiais. As orações condicionais, elas abarcam as condições, as hipóteses, as possibilidades de ocorrência. Então, quando eu tenho uma condição, uma hipótese ou uma Possibilidade de ocorrência, né, que é a mesma coisa de hipótese, eu tenho, segundo a língua portuguesa, uma oração condicional. Tudo isso aí é chamado de condição. Então, vamos lá. Se a reforma for adiada, é uma possibilidade, é uma hipótese, pode acontecer, não é certeza? Direitos serão perdidos. Então, eu tenho uma condição, eu tenho seguida de uma consequência, com certeza, né? Porque se isso acontecer, o efeito será este. Sempre que nós pensarmos
em Consequência, nós temos de pensar no efeito da ação anterior. O efeito da ação anterior é uma consequência. Então, vamos lá. Uma consequência seguida de sua causa. Ô professor, isso aqui não é a causa dos direitos serem perdidos. Não seria a causa se não fosse uma possibilidade. Se eu falasse assim, né? É, como a reforma foi adotada, os direitos foram perdidos. Aí sim, como a reforma foi adotada, eu teria uma causa. Mas quando eu falo, se a reforma for Adiada, eu não tenho certeza de que isso ocorrerá para apontar isso como uma causa. A causa
é algo consumado. Beleza? Uma possível causa. Olhem que bacana, uma possível causa seguido de uma exemplificação. Não, nós não temos uma exemplificação, não. Exemplificação é quando eu pego um termo e aponto ali os seus exemplos, igual eu fiz naquela questão, né? Falei dos problemas da nação e mostrei exemplo, situações que se enquadram naquela situação, não é a Situação. Uma opinião seguida de uma conclusão. Aqui não fica claro que se trata simplesmente, né, de uma opinião seguida de conclusão. O que que é opinião? Opinião é quando eu ponho o meu ponto de vista. Aqui nós temos
uma possibilidade. Então eu tenho aqui qual letra, professora? Letra B de bravo, letra B de bonito, letra B de bom demais. Vocês estão vendo? Não tem nada difícil aqui, não. Se vocês tiverem atenção, vocês arrebentarão no dia da Prova. Vamos seguir. Mais um testinho na nossa prova. A produção industrial do país, olhem que bacana, a produção industrial do país subiu 0,1% em fevereiro na comparação com o mês anterior, informou o IBGE. Então, a produção industrial subiu 0,1% em fevereiro na comparação com o mês anterior. O resultado indica que o setor entrou em Fase de estabilidade.
Ó, o resultado indica que o setor entrou em fase de estabilidade após forte recessão. Ficou, no entanto, abaixo da expectativa do mercado. Ficou, no entanto, abaixo da expectativa de mercado. Do mercado. A expectativa era qual? Ficou a, no entanto, abaixo da expectativa do mercado de elevação de 0,5%. Então, nós tivemos um aumento de 0,1% em fevereiro na comparação com o mês anterior, que mês? Antes de fevereiro, Né, gente? Janeiro. E a expectativa era de elevação de 0,5, que não aconteceu. Nos últimos 12 meses, a retração acumulada na indústria é de 4,8%. Então, vamos lá. Pol
de São Paulo, 5/4/2017. A afirmativa correta sobre o texto acima é, vamos lá, a comparação que serve de base para a pesquisa, a comparação que serve de base, olhem só, a comparação que serve de base para a pesquisa é feito Entre os dois últimos meses de fevereiro, 2016. Vamos entender qual é a comparação feita aqui no texto. Olhem só, olhem só. Aqui menciona os últimos 12 meses, né? Ó, nos últimos 12 meses a retração é essa. Mas qual é a comparação mencionada aqui no texto? A comparação é de fevereiro em relação ao mês anterior. Então,
a comparação que serve de base para pesquisa, não é essa comparação do ano, não. A comparação foco aqui do texto, né? É a comparação Para o mês anterior. Olhem só que serve de base. É feita entre os dois últimos meses de fevereiro, não, entre janeiro e fevereiro. O mercado esperava que a produção industrial subisse 0,6%. Vamos voltar. Subiu, segundo texto, 0,1, o que ficou abaixo. Por que abaixo? Porque a expectativa era qual? De elevação de 0,5. Então, olhem a questão. Olhem a questão. O mercado esperava que a produção Industrial subisse 0,6? Não. O mercado esperava
que subisse quanto, gente? 0,5. Porém, só subia 0,1. Vamos lá, letra C. A conjunção, no entanto, no entanto, meus amores, significa massa, viu? opõe estabilidade e receivo. A conjunção, no entanto, opõe estabilidade e recessão. É só voltar ao texto. O resultado indica que o setor entrou em fase entrou Em fase de estabilidade após forte recessão. Não, não tem, no entanto, aqui contrapondo essas informações, não. Ficou, no entanto, abaixo da expectativa do mercado. Então, no entanto, aqui não está contrapondo estabilidade e recessão, não. No entanto, aqui está contrapondo o quê? Está colocando o quê? A questão
de ter subido, mas ter ficado abaixo da expectativa, porque eu uso, no entanto, quando eu tenho uma ideia de adversidade. Então, fiquem atentos. Vamos lá. Letra D. A expectativa do mercado mostrava um pessimismo que a pesquisa não confirmou. Muito pelo contrário, né, gente? A expectativa do mercado era que fosse maior, né? Que fosse 0,5 e foi só 0,1. Então não houve um ptimista que a pesquisa não confirmou não, né? Na verdade, se a gente for levar o pé da letra, tá mais para um otimismo que não foi confirmado porque ficou abaixo. Letra E. A informação
prestada pelo jornal mostra um cenário negativo, mas com sinais de mudança. Vamos entender? Vamos entender. Olhem só o resultado, ó. Fala aqui que subiu 0,1% a produção industrial. O resultado indica que setor entrou em fase de estabilidade, né? Ficou estável após forte reção. Ficou, no entanto, abaixo da expectativa de mercado de elevação de 0,5. Nos últimos 12 meses, a retração Acumulada na indústria é de 4,8%. Então, vamos entender. Tenar negativo, é porque ficou abaixo, né? Ficou abaixo do esperado. Mas tem sinal de mudança. Tem. Por que que tem sinal de mudança? Ué, porque aqui fala
que subiu e que entrou em uma fase de estabilidade. Então, por mais que não tenha alcançado aquilo que era esperado, por mais que o cenário não seja positivo, há uma expectativa, né? Há algo h a h a um sinal de mudança porque Não continuou como estava. Houve uma pequena elevação. Então, qual é a alternativa ser marcado, professora? É claro que é a letra e, né, gente? Letra E de esplêndido, letra e de excepcional, como é o nosso português. Essa questão para ser resolvida precisava, né, ser que era necessário que o aluno retornasse ao texto para
verificar os detalhes, porque foi uma questão de detalhes. Então, fiquem atentos. A FGV gosta muito dos detalhes das informações E, é claro, da coesão. Vamos lá, mais uma questão de coesão. Olhem que maravilha. Amo coesão. Vamos lá. Um texto mostra sempre um conjunto de elementos que se repetem e um e outro conjunto e um outro conjunto de novidades. Olhem só que bacana. Um texto mostra sempre um conjunto de elementos que se repetem e um outro conjunto de novidades. Esses dois conjuntos são responsáveis, respectivamente, pela coesão e pelo Progresso do texto. O elemento abaixo que tem
seu antecedente corretamente indicado. É, mais uma vez, a prova deseja saber que informação se refere a algo que vem antes. Olhem só, o elemento abaixo que tem seu antecedente corretamente indicado é o resultado está, por exemplo, retomando a comparação com o mesmo anterior. Vamos verificar. sempre nós teremos de voltar. Pode ter preguiça, não. A produção industrial do país subiu 0,1% em fevereiro na comparação com mês anterior. O resultado, que resultado? Esse 0,1%, né? O resultado, o resultado é essa subida de 0,1%. E olha o que a prova diz. O resultado está retomando a comparação com
o meso anterior, não. O resultado está retomando ali o dado alcançado. Então, fiquem atentos. O setor está se relacionando com a Produção industrial. Vamos verificar. A produção industrial do país subiu 0,1% em fevereiro na comparação com o mês anterior informou IBGE. O resultado indica que o setor entrou em fase de estabilidade. Que setor entrou em fase de estabilidade? O setor que subiu. Qual foi o setor do país que subiu? A produção industrial. Então nós viemos aí e está correto, mas vamos verificar as demais para nós eliminarmos, né, as alternativas incorretas. Fase de Estabilidade, fevereiro de
2017. Vamos lá. A produção industrial subiu 0,1% em fevereiro na comparação com o mês anterior. O resultado indica que o setor entrou em fase de estabilidade após forte recessão. Observem, a produção subiu 0,1% em fevereiro na comparação com o mês anterior. O resultado indica que o setor entrou em fase de estabilidade após forte recessão. O questionamento é fase De estabilidade está retomando fevereiro de 2017? Não fica claro pra gente que essa fase é só em 2017, né? Não é verdade, gente? Olhem que bacana. Olhem que bacana. O setor entrou em fase de estabilidade após forte
recessão. Então eu não posso afirmar aí que está retomando fevereiro de 2017. Em fevereiro subiu 0,1% na comparação com o mês anterior. O resultado indica que o setor entrou em fase de estabilidade a voz forte Recessão. Não fica claro, né, pra gente que é só isso aí, não. Letra D, recessão e subiu 0,1 por em fevereiro. Olhem só, entrou em faixa de estabilidade após forte recessão. Essa forte, essa recessão é 0,1 em fevereiro? Claro que não, né? está se referindo aos períodos anteriores nos quais houve essa reessão. Letra E, retração acumulada e 4,8%. Vamos verificar,
não é verdade? Nos últimos 12 meses, a retração acumulada é De 4,8%. Está pedindo a informação que se refere ao que vem antes. Notem que retração acumulada está aqui e 4,8% está depois. Então não tem nem como. Qual é a alternativa, professora, que traz para nós que traz para nós uma informação que está aludindo, está retomando, está se referindo ao que vem antes, na letra B, porque o setor está se referindo, está retomando a produção industrial. Então, B de bravo, B de bonito, como é o nosso Português. Viram que linda a questão? Está bem óbvia
aí se nós voltarmos. Se não voltarmos, não está óbvia. Óbvia não. Questão número nove. Abaixo de uma foto da guerra na Síria, o jornal Folha de São Paulo, observem, o jornal Folha de São Paulo de de 5/04/2017 escreveu o seguinte: Homem carrega criança morta em ataque com gás, olhem só, que matou ao menos 58 em cidades da Síria. O homem carrega criança morta em Ataque com gás que matou ao menos 58 em cidade da Síria. O problema de construção dessa frase é a falta de paralelismo. Que que é paralelismo? Paralelismo é quando eu vou passar
informações semelhantes com a mesma finalidade e eu preciso automaticamente usar a mesma estrutura gramatical. Vou dar um exemplo. Comprei uma ave Linda e que canta muito. Olhem só, eu tenho a finalidade aqui de passar duas características sobre a ave. Ó, comprei uma ave. Quais são as características? linda e que canta muito. Tanto linda e que canta muito servem ao mesmo fim. Caracterizar a ave. A primeira característica eu fiz por meio de um adjetivo linda e que canta muito. A segunda eu Fiz por meio de uma oração adjetiva. Ó o verbo aqui. Há paralelismo? Não há.
Porque se houver paralelismo, eu preciso para estruturas, né, para informações semelhantes com a mesma finalidade apontar estruturas idênticas. Como que eu faria para ter paralelismo? Aqui comprei uma ave linda e, por exemplo, agitada. Aí eu colocaria duas informações para caracterizar por meio de adjetivo. Aqui haveria paralelismo. Então paralelismo é Quando eu tenho informações semelhantes sendo escritas com base em estruturas idênticas. Beleza? O problema disso aqui é paralelismo. Vamos ver. Homem carrega criança morta em ataque com gás que matou ao mínimo 58 cidades. 58 em cidade da Síria. Nós não temos problema de paralelismo. Nós não
temos mais de uma informação com a mesma finalidade para observarmos que há se há estrutura idêntica ou não. Olhem só. Vamos lá. O desrespeito pelas regras gramaticais. Homem carrega criança morta em ataque com gás que matou a meno 58. Nós não temos aí um desvio que salte aos nossos olhos em termos de gramática. Nós não temos desvio gramatical. A possível ambiguidade. O que que é ambiguidade? Ambiguidade é quando em um mesmo enunciado eu consigo perceber dois sentidos. Existe a possibilidade de dois sentidos. A ambiguidade, ela pode ser um Recurso de expressão, se ela for proposital,
por exemplo, em um anúncio publicitário, mas ela pode ser um desvio gramatical, ela pode ser um mauso da língua, um desvio chamado de vício de linguagem, se ela for utilizada sem propósito, se ela foi utilizada sem que a pessoa percebesse por não colocar as palavras adequadamente na oração. Então vamos entender. Homem carrega criança morta em ataque com gás que matou ao menos 58 Em cidade da Síria. Esse em ataque com gás, o que que nós podemos entender? A criança foi morta em ataque com gás ou o homem carrega a criança durante um ataque com gás?
Olhem só. Homem carrega criança morta em ataque com gás. Em ataque com gás, sendo a causa da morte. O homem carrega criança morta em ataque com gás, durante o ataque ali com gás que matou ao menos 58 em cidade da Síria. Eu consigo inferir Esses dois sentidos. Se há esse tipo de possibilidade de dois sentidos, nós temos uma ambiguidade, também chamada de anfibologia. Vamos ver. A presença exagerada de linguagem coloquial. A linguagem coloquial é aquilo que nós usamos na oralidade, no dia a dia. Normalmente nós nos distanciamos da gramática. Em vez de estar, falamos tá.
Isso é marca de oralidade. Nós não temos isso no enunciado. Ou nós temos a ausência de uma pontuação. A ausência de pontuação aí é um problema. Não, gente, por que que deveria colocar uma pontuação ali no meio, por exemplo? do problema aí não é pontuação não, não é verdade? Até porque, né gente, até porque quando vocês forem estudar com mais profundidade de gênero, se se tratar, por exemplo, de um título, o ideal é que não haja pontuação. Não estou falando de ponto de interrogação, né? Mas fiquem atentos. Então, aqui o problema é o quê? A
possível ambiguidade. Letra Q letra C. De coisa linda, como é o nosso português. Estão verificando? Tem nada demais aqui não. A ambiguidade, gente, para ser estudada, você pode optar por resolução de questão. Há muita ambiguidade em texto publicitário, em música. E para desfazer uma ambiguidade, você precisa verificar o posicionamento das palavras, eh, dependendo do contexto da pontuação. Então, cada caixa de ambiguidade é resolvido de uma maneira, Viu? Igual nesse caso aí precisaria ter deixado mais claro, né? Homem carrega criança que foi morta em ataque com gás ou durante ataque com gás, homem carrega criança morta,
né? Durante ataque com gás que matou ao menos 58 em cidade da Síria, o homem carrega criança morta, né? O homem carrega criança que foi morta em ataque com gás, que matou ao menos 58 em cidade da Síria. Isso aí nós precisamos verificar em cada enunciado. Questão número 10, última questão da Prova. Uma sala de um colégio tradicional do Rio mostrava o seguinte cartaz: "Não pedimos que você limpe a sala. Não pedimos que você limpe a sala. Apenas que não a suje. Não pedimos que você limpe a sala. O pedido não é para a pessoa
limpar a sala. O pedido é que a pessoa não suje a sala. Sobre as frases do cartaz, é correto afirmar o primeiro período, desculpa o aluno que suja a sala. Período é finalizado em Ponto final, viu gente? Ponto de exclamação, interrogação, não é invírgula, nada disso não. Então o primeiro período, não pedimos que você limpe a sala apenas que que não aje, é porque nós estamos desculpando, o cartaz está desculpando o aluno que suja a sala. Não, não está falando que ele está desculpado, não é isso. Está falando para ele simplesmente não sujar. Lógico, né?
Quem não suja não tem. Se a Pessoa não suja, não tem o que limpar, não é verdade? Então, o primeiro período, desculpa o aluno, não. O segundo período explica o primeiro. Olhem só, está explicando o primeiro. Que que é explicar? Está justificando o primeiro. Não est, não pedimos que você limpe a sala. Na verdade, nós não estamos justificando. É como se nós estivéssemos Fazendo até uma correção, né? Mas sim que não a surge, né? Não pedimos que você limpa a sala. Apenas que não assja. Eu estou dando ali uma clareza ao pedido. Não é explicando
o primeiro, não é se aprofundando no primeiro. Eu estou esclarecendo o que é para se pedir, não é verdade? O primeiro período período obriga o aluno a limpar a sala? Não, né, gente? Não pedimos que você limpe. Não é obrigando o aluno a limpar. O segundo período é uma conclusão do primeiro. A Partir do que está escrito no primeiro, você deduz o segundo. Não, não é uma dedução do primeiro, é algo diferente. O segundo período, olhem só, não pedimos que você limpa a sala, apenas que não a suje. Considera ação de não sujar mais fácil
que a ação de limpar? Uai, esse apenas aqui deixa claro que é algo mais simples, ó. Não pedimos que você limpe a sala, mas apenas que não surge, apenas mostra que é algo menor, né? Algo mais sutil. Então o segundo período considera Ação de não sujar mais fácil que o de limpar? Com certeza. Alternativa o quê? é de esplêndido. Eu espero, meus queridos, que vocês tenham aprendido bastante na aula de hoje. Sugiro que vocês se dediquem à resolução das questões, porque a banca gosta demais da questão da coesão. Ela gosta muito de envolver os sentidos
dos enunciados, mas se vocês resolverem a prova com atenção, vocês conseguirão acertar as questões. Não há nada demais. Tudo com treino Alcança a excelência. Fiquem todos com Deus e até a próxima. Olá, bravo aluno. Aqui quem fala é Braulio Brant, professor de geografia aqui da Bravo Concurso com mais uma super aula para você, Bravo aluno. Vamos lá, vamos com muito conhecimento na nossa aula de hoje. Vamos lá. Olha aqui, essas são minhas redes sociais. @professorbraulobrante, Facebook professor Braulobrante, e-mail
[email protected]. br. Estou à disposição de vocês. Qualquer dúvida, qualquer comentário, qualquer foto postada para compartilhar, será
um prazer, é um orgulho para mim trabalhar na Bravo e contribuir com vocês. Vamos lá. Tema da aula de nossa de hoje, demografia. Galera, o que que é demografia? Demografia é o estudo da população. É como se estuda a população, taxa de natalidade, taxa de mortalidade, Crescimento vegetativo, que é o crescimento populacional. é todo esse estudo sobre como se dar à população ao longo de um tempo ou como dar sua vida desde o seu nascer até a sua mortalidade. Então isso é que a gente chama de demografia, o estudo das populações, tá? E para isso
a gente começa estudando as teorias populacionais, que são estudiosos que se pararam para estudar o crescimento populacional, a dinâmica do crescimento Populacional, as razões disso e apontar os caminhos que a sociedade deveria seguir ou não. Muitas dessas teorias foram furadas. A sociedade, ao longo do tempo olhou para essas teorias e criticou bastante elas. Vamos estudar cada uma delas. Vamos lá. Então aqui, ó, teoria maltusiana. A teoria maltusiana é a teoria do Thomas Robert Maltos de 176 a 1834. Economista liberal historiador inglês, elaborou no fim do século XVI uma teoria populacional que apontava para o desequilíbrio
existente entre crescimentos demográficos e disponibilidade de recursos na Terra. Em seu livro Ensaio sobre o princípio da população, ele afirmava categoricamente que o planeta em pouco tempo, não seria capaz de atender ao número de habitantes existentes. Basicamente, a teoria maltusiana apontava para um crescimento desordenado da população e um baixo crescimento de alimentos. O malto chegou a fazer uma relação matemática. A população cresce em PG, progressão geométrica, enquanto os alimentos crescem em progressão aritmética. Com isso, o resultado seria homem. O tanto que é que Maltus apontou o culpado por isso. Ele falava que o culpado por
esse crescimento desordenado da população era as populações pobres e Carentes, que elas eram culpadas pela fome, porque elas proliferavam como ratos. Maltos que era ma. Só lembrar disso, galera. Maltos ma. Ele tinha uma perspectiva bem pesada, né? Bem assim forte sobre o crescimento populacional e muito apontada pra população carente e a população mais pobre, né? Ele inclusive chegou a alertar as autoridades falando que as autoridades não deveriam se preocupar com as pequenas e médias Doenças ou as pequenas epidemias, porque elas matariam a população pobre e carente, fazendo um controle populacional. Já as grandes pandemias ou
epidemias doenças deveria ser uma preocupação sim do Estado, porque mataria tanto a população pobre como uma população rica. O mal era bem elite, né? olhava pra população pobre com olhar bem preconceituoso também, né? Olha, a teoria maltusiana estava errada porque Ela não levou em consideração o avanço da medicina, o avanço nos métodos contraceptivos, que não dava para falar que a população crescia sempre dobrando 2 4 8 16 34 ou 16 32, perdão, 64 128 256, né? Não dá para afirmar isso. 512, 1024, porque vai crescendo, sempre dobrando. Não dá para afirmar isso, né? Essa era
a tese de maus, tá? OK. De acordo com a teoria maltusiana, as populações aceleravam sempre o seu ritmo de crescimento, Seguia a linha de uma progressão geométrica. 1 2 4 8 16 32 64 128 156. Repara, PG, progressão geométrica, razão razão 2. Isso significa que é sempre multiplicando por 2, certo? Ó, 2 x 1= 2, 2 x 2= 4. 4 x 2= 8, tá? 8 x 2 16 x 2 32 x 2 64 x 2 128 128 x 2 256 Razão 2. Enquanto a disponibilidade de recursos e de alimentos aumentaria conforme uma progressão aritmética. Razão
ó. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 sempre, ó, progressão aritmética, tá vendo? Então, progressão aritmética é pa a razão sempre aumentando mais um. aqui, ó. Mais um, mais um, mais um, mais um, mais um, mais um. Beleza? Apesar das previsões serem fundamentadas Em dados demográficos de sua época, Maltus errou em subestimar os avanços tecnológicos nos processos de produção, que fizeram com que a oferta de recursos de alimentos se ampliasse muito acima do previsto. Além disso, observa-se atualmente que a tendência é que as sociedades mais envolvidas gerem menos filhos, ao contrário do que
economista inglês e imaginável. Então, Mals não levou em consideração a revolução verde, as tecnologias aplicadas à agricultura, A ciência que vai investir em maquinário, adubo químico, fertilizantes, OGMs, organismos geneticamente modificados, transgênicos, que vão aumentar muito a produção de alimentos enquanto a população, tá? Ele também não levou em consideração o avanço da medicina nos métodos contraceptivos, pílula, camisinha, eh, em, e aí vai, né, os métodos contraceptivos para evitar o número de filhos, tá? Teoria neomaltusiana. Alguma coisa antes de panel maltusiano. Falou de maldes. Então lembrar alimentos PA população PG. Resultado, fome. A culpa dos pobres. Erro
não levou em consideração avanço na medicina nem na produção de alimentos. Resumão, bebê Braulho Brant para você. Bravo concursos. Vamos seguir. Nealtusiano. Neo é novo. Maltusiano é maltos. são os novos maus. Logo após Logo após o final, a Segunda Guerra, 3945, os principais países envolvidos no mundo iniciaram processo de explosão demográfica com aumento rápido e repentino sua população. Da mesma forma, nos anos seguintes, muitos países subdesenvolvidos, incluídos o Brasil, passaram pel esse mesmo processo, sobretudo porque nesses países com históricos de alta natalidade e mortalidade, O número de óbitos foi reduzido e a expectativa de vida
elevada. Por isso, a população do planeta novamente começou a crescer. Por isso, as teorias de Maltes ganharam um novo eco entre muitos pensadores e governantes. Foi aí que chegaram com a ideia de voltar com algumas ideias de malt, só que renovada. A teoria neonutusiana defende que o Estado deve controlar de maneira compulsória, obrigatória o Controle de natalidade. O maior exemplo da teoria neomtusiana é a China, que aplicou a ideia da política do filho único. Nós vamos ter um filho na área urbana e dois filhos na área rural. Recentemente, após a crise dos Estados Unidos de
2008, que afetou a economia mundial e afetou também a China, por volta de 2012, 2013, acabou a política do filho único na China, né? Eles primeiro abrandaram, né? Era um filho na área urbana e dois filhos na área rural, Passaram para dois filhos na área urbana e três filhos na área rural e agora fizeram uma nova modificação na política do filho único. Essa teoria de esterilização em massa, casamentos tardios, distribuição de méos contraceptivos, campanha contra a população, casar, ter filhos, é um controle compulsório obrigatório. Abortos, tá? pressão por abortos, pressão por esterilizar uma parte da
população em determinada área e for Verificado um crescimento populacional. Isso obrigatório, compulsório pelo Estado é política neomtusiana. Tá aqui o neomuzianismo, pois é a retomada do pensamento com diferenças no que diz respeito às formas de controle populacional. Para o neomaltusiano, as populações, sobretudo de baixa renda, deveriam ter seus índices de natalidade controlado. Para isso, a difusão dos métodos Contraceptivos tornou-se fundamental. Para alguns países, governos adotaram medidas de celebitação em massa, sobretudo pessoas pobres, além distribuírem anticoncepcionários gratuitamente e promover campanhas de conscientização. Difunde-se até os dias atuais muitas campanhas e imagens publicitárias, modelo ideal e família
formado pelos pais e dois filhos apenas. Teoria reformista. A teoria reformista é a teoria que defende uma reforma social e econômica da sociedade. Ela fala que as pessoas tem muitos filhos porque ela não tem um nível educacional, um nível de esclarecimento, vive uma situação econômica ruim. Automaticamente que se ela viver uma situação econômica melhor, se ela tiver um nível educacional melhor, ela automaticamente com esclarecimento dessa população e uma melhor condição de vida, ela Automaticamente terá menos filhos. Isso até se comprovou no caso brasileiro. Brasil em 1940 tinha sete filhos por família e no censo Brasil
2010 nós passamos até um percentual de 1.78. 1,78. Isso mesmo. 1.78 menos dois menos de dois filhos por família no Brasil. De sete passar para menos de dois mostra uma queda gigantesca na natalidade brasileira. O Brasil nunca adotou para isso, para fazer com que essa natalidade caísse. Teoria neomaltusiana ou cupou Pobre ou ou aborto ou uma política de estelarização em massa. Esse tipo de política neomaltusianista ou maltusiana. A ideia reformista é que esclarecendo a população, fazendo campanhas de esclarecimento, fazendo campanhas no programa de saúde da família, esclarecendo a população tentando melhorar eh o nível educacional
do país, a mulher tendo acesso ao mercado de trabalho, a educação, a conscientização dos métodos contraceptivos, Automaticamente as mulheres vão ter menos filhos. Isso se verificou corretamente no Brasil, tá? O indicador para queda também da natalidade brasileira tá muito em cima da mulher, papel da mulher no mercado de trabalho, o avanço da mulher no ensino médio, no ensino superior. Hoje tem mais mulheres cursando o ensino superior do que os homens. Isso se verifica também na baixa natalidade a partir de então, tá? Então, atenção pra teoria reformista. Reformista lembra de reforma. Muitas contestações foram feitas no
pensamento de Maus, frequentemente acusado de legitimar efeitos perversos da economia capitalista sobre desigualdade social, favoreceer os ideais da burguesia. Afinal, a teoria maltusiana sugeria que a miséria e a disseminação de doenças, catástrofes, guerras ajudaria a conter o crescimento populacional acentuado. Lembra que eu Falei sobre isso falando que maltos era mal? É isso, galera. Galera, galera da Bravo. Aqui a gente rebenta no método Bravo. A gente estuda teoria e resolve questões com muita prática. Nós vamos então paraa nossa questões sobre teorias demográficas. Vamos lá. A teoria maltusiana defende controle populacional obrigatório, certo? A teoria é que
a população deveria crescer mais. Errado. A teoria que os alimentos crescem em PA e a população em PG. Galera, aqui, ó, é o contrário. Alimentos aqui, viu? Nós temos um erro aqui, galera, porque a teoria de MTS, ela defende sim que os alimentos crescem em PA e a população em PG, né? Então aqui também estaria certo. Os alimentos do mundo não acabariam devido ao grande aumento na produção de alimentos. Errado, né? Acabariam, né? Então aqui tá Errado. Essa questão tem um equívoco aqui, seria do gabarito letra A e letra C. Duas corretas, né? A e
C. Provavelmente houve um erro aqui de digitação. A teoria dos alimentos crescem. A a teoria é que os alimentos crescem em PG e a população em PA. Aí faria com que essa essa alternativa estivesse errada, tá? Mas o importante aqui a gente estudar a teoria e a teoria maltusiana defende esse controle da população, tá? Muito cuidado com isso. A não ser que a análise for outra, a análise for assim, ó, pensa aqui comigo. A não ser que tá levando em consideração o controle compulsório pelo estado. Aí se for o controle compulsório pelo estado, seria a
ideia neomaltusiana, né? Os novos mal. Eu acho que é por aí essa pegada dessa questão. Vamos voltar aqui pra gente refazer. Vamos lá. Aqui, ó. Vou refazer aqui paraa gente analisar melhor. Vou refazer aqui paraa gente analisar melhor. Os alimentos no mundo não acabariam devido ao grande aumento na produção de alimentos. Acabariam, né? Então aqui, ó, segundo maltos, acabaria. Então aqui não a teoria da que a população deveria crescer mais, não, menos, né? Então ficamos entre A e C mesmo. Ah, aqui que tá o problema obrigatório é ligado à teoria neo Maltusiana. Neomaltusiana, que é
o controle compulsório. Perceberam que eu fui resolver rápido e até me confundi aqui, fiquei em dúvida entre as duas. Então, muito alerta com isso, tá? A gente tem que ter humildade, resolver devagarzinho, voltar, se for o caso. É, é comum confundir, porque, ó, maltusiana para neomaltusiana, o que houve diferença. Mal falava do PA e PG, mas não falava que era obrigatório do Estado controlar a população obrigatoriamente. Esse foi uma coisa neomaltusiana, então pouco à frente, tá? Então, aí gabarito seria letra C mesmo, tá? Letra C. Aqui, ó, os erros, os erros, os erros da teoria
maltusiana são os erros da teoria maltusiana. Vamos relembrar, a teoria maltusiana tem dois grandes erros. ela não levar em consideração o avanço no crescimento populacional, perdão, o avanço da medicina, que era Para o avanço dos métodos contraceptivos na medicina para controlar o crescimento populacional e não levou também em consideração os avanços na tecnologia agropecuária. Para quê? Para dobrar, triplicar, multiplicar por 10 a produção de alimentos, tá? não levou isso em consideração. Então aqui, ó, não levou em consideração avanços avanços na medicina Medicina e na agro pecuária, a medicina e na agropecuária. Então aqui, ó, apostar
em uma reforma social e econômica aqui é reformista, não é o caso não ter feito relações matemáticas. Foi feito sim, né? P e pg, Progressão aritmética e progressão geométrica. Então não aqui, ó, te ajuda aqui a eliminar, ó. Não é essa não. Não vou colocar aqui não para não confundir, né? Não é essa aqui. Não é essa. Acreditar que o crescimento populacional não era uma relação exata e confiar que a produção de alimentos dobraria é o contrário, né? Ela achou que não ia dobrar. Errado. Então a resposta aí é não acreditar que o avanço na
saúde, métodos contraceptivos e na produção de Alimentos. Ele não acreditou, né, que poderia avançar a saúde, os métodos contraceptivos e a produção de alimentos. Letra A. Letra A. Bravo aluno. Vamos seguir. Seguindo, seguindo, seguindo. Avante. Bravo. Aluno. Notar. Notou aí? Então ele não acreditou que os alimentos poderiam crescer muito na sua produção e não levou consideração que poderia avançar Em muito a medicina e controlar a população com os métodos contraceptivos, além das outras situações que estão ligadas à mudança da sociedade, população que foi paraa área urbana, a restão da mulher no mercado de trabalho e
toda essa concepção do avanço da escolaridade masculina e feminina. Aí, galera, vamos paraa próxima aqui, ó. Três, a defesa de um controle compulsório. Ó, o obrigatório. Quando a gente fala compulsório, a gente Fala obrigatório. Um controle obrigatório da natalidade é uma tese de quem? Maltusiana não é obrigatório. Lembra aquela que a gente ficou com dúvida? Porque eu resolvi rapidinho, a número um, que a gente achou que era a e se eu retomei e voltei e li de novo melhor e aí notei que era C. Então, cuidado. Obrigatório, quem tem a ideia do estado controlar obrigatório
fazer estelização em massa, estimular os casamentos mais Sardios, né? fazer com que os casamentos não fossem mais cedos para evitar o número de filhos, tentar cercar as áreas, esterilizar bairros, cidades, regiões que tivesse um crescimento populacional alto, eh, promover diversos abortos, na esterilização masculina e aí vai. É a teoria neomaltana, os novos maltos. Maltos, lembra só a relação PA e PG, tá? Os alimentos crescem em progressão aritmética, enquanto a população cresce em progressão Geométrica, sempre dobrando. Resultado, fome. De quem a culpa? Os pobres. Lembra aí teoria de maltos? Então aqui, ó, maltos não, reformista não,
ambientalista não. Controle compulsório, teoria neomaltusiana, letra D de Deus. Próxima. O Brasil comprova ao longo do decorrer do século XX a tese da teoria. Lembra que eu falei aqui que que aconteceu no Brasil? Brasil Nunca adotou teoria maltusiana, nem neomaltusiana. Nunca obrigou ninguém a fazer aborto pelo Estado. O governo nunca obrigou ninguém. Nunca obrigou. Obrigado. Nunca. O governo chegou com policiais, com com soldados, com exército na casa das pessoas, prendendo e obrigando as pessoas a fazer esterilização, cercando áreas, fazer aborto. Não foi feito isso. E inclusive alertar a galera aí da Bravo que tá assistindo
nossas aulas, presta atenção Numa coisa. Campanhas feitas contra DSTs, doença sexualmente transmissível, principalmente na época de carnaval feito pelo Ministério da Saúde, ela não tem finalidade controlar a população, controle da natalidade. Ela só tem a finalidade de esclarecer as doenças sexualmente transmissível, como por exemplo o HIV, o vírus do HIV. Pessoa na relação sexual contrai o HIV e aí pode desenvolver a doença chamado aides, tá? que é um vírus, um invasor, tá? Um Retrovírus invasor que é muito perigoso, tá? Que afeta o sistema imunológico. Então, muito cuidado com isso aí, tá? Então, vamos para cá,
ó. Brasil adotou teoria maltusiana, não, né? Ó, biatal nem existe. Neuma, ó, neo, ó, neumaltusiana, tá? Tem um errinho aqui, ó. errado. Teoria reformista, tá? Teoria reformista. Letra B de Bravo. Ah, bravo, bravo, bravo. Aluno. 555. Assinale a alternativa que complete a frase. Os alimentos crescem em PA e a população em PD, nada a ver, né? População ativa, nada a ver. PIB é produto interno bruto, é toda riqueza no país. É PG, progressão geométrica. Enquanto os alimentos crescem em PA, a população em PG. P G progressão geométrica. É assim, ó, galera. Ó, alimentos aqui, ó.
Alimentos. Então, vamos lá, ó. Quer ver? Nós vamos fazer um negócio chique aqui agora, ó. Obrava aluno PA, progressão aritmética, alimentos, alimentos, alimentos aqui, ó. Aí é assim, ó. Um bife, certo? Dois bifes, três bifes, quatro bifes, cinco bifes. Vamos fazer assim. E aqui, ó, PG. Vamos pôr PG aqui. PG aqui, ó, que é a população, sempre dobrando população aqui, ó. 1 2 4 8 16. Agora vamos, vamos Fazer a relação, ó. Um bif, uma pessoa, beleza? Dois bif, 12 pessoas, tranquilo, deu bom. Três bif, quatro pessoas. Começou a dar ruim. Tem que dividir o
bif. Sorteio do bife, quatro bife, oito pessoas, galera. Vou até pegar a caneca mais linda do Brasil. Caneca brava aqui, ó. Presta atenção, galera. Agora deu até briga. Deu até briga pelo bif. Deu briga. Deu briga pelo bife, galera. Povo foi nos tapa querendo bif. Olha aqui, ó. Cinco bif, 16 pessoa, ó. 190. Liga para PM. A briga pelo bife aí. Quem é que ficou sem o bife, né? Então, resultado fome, né? Essa é a teoria de maltos, ó. Resultado. Fome aí, ó. Beleza. Joinha. Então agora, galera, vamos entender o que é transição demográfica. Transição
demográfica. Transição é mudança. Demográfica é população. Transição demográfica é a mudança de um conjunto populacional ao longo de um tempo. Entendeu? Vamos ver aqui, ó. Aqui, ó. A concepção de transição demográfica é uma proposição mais atual que afirma que todos os países, cedo ou tarde, apresentarão padrões gerais no que diz Respeito à ordem de crescimento demográfico. Mudanças populacionais. Na fase um, por exemplo, fase um, a gente vai ter mortalidade alta e natalidade alta. Crescimento vegetativo é crescimento populacional. Aqui, ó, reparem, ó. taxa de natalidade menos taxa de mortalidade é igual a crescimento vegetativo. Se eu
tenho, por exemplo, exemplo, se eu tenho uma taxa de natalidade Sete, se eu tenho uma taxa de mortalidade seis, taxa de natalidade sete, taxa de imortalidade de 6. 7 - 6 = 1. Baixo crescimento vegetativo. Beleza? Então, bravo aluno, presta atenção. Vamos imaginar que a primeira fase seria a época que a galera todinha morava na roça. Você tinha muito filho, muito filho, tá? Até porque a fazenda era grande, precisava ter muita gente Para trabalhar na roça. Mas se tinha um problema grave na antigo meio rural, brasileiro, por exemplo, ou no mundial, qual que era o
problema grave? Não se tinha médico acesso à medicina, nada disso. Então, por exemplo, a pessoa morria de morte morrida ou a morte matada. Morte morrida é quando morreu não sabia a causa. Morte matada é por causa de alguma briga, alguma rivalidade, alguma briga de terra ou conflito de Discordância de algo e aí vai. Presta atenção nisso. É muito comum as crianças morrer do de tétano. É o famoso mal de sete dias. A pessoa tinha a mulher tinha um filho no parto, era feito ali o parto por uma parteira, às vezes não esterizava adequadamente os instrumentos
ali na hora do parto, até a criança ficava com o tétano. Passado o período de incurção do tétano e desenvolvimento dele, que é em torno de 5 a 7 dias, a criança vinha A óbito. E aí é o famoso mal. Morreu de quê, gente? Ah, a mãe não fez resguardo, a mãe lavou a cabeça, tá? Não, ela, ó, ela em vez de consumir e de consumir carne, caipira, né, frango caipira, uma canja, vixe, ela comeu comida pesada, ela não fez o resguardo, ela caminhou, ela lavou a cabeça, ih, morreu porque lavou a cabeça. Ô, gente,
coitado da mulher, mulher tinha que ficar sete dias sem lavar o cabelo depois do parto, ela tinha que comer só aquela canja, Ralinha, ralinha, ralinha, dis que era para dar força para ela. Só podia ser a canja, podia comer comida forte, né? E poderia nem levantar, ficar só deitada. Essa era a tese aí. Então, morria muita gente, nascia muita gente. Então, o crescimento populacional é baixo. Que começou a acontecer? A medicina começou a melhorar, começou então diminuir mortalidade. Aí quando foi fazer a conta, olha aqui. Aí, ó. Ó a segunda fase agora, ó. Segunda fase
agora. Segunda fase aqui, ó. Ó, a natalidade continuou alta, mas ó a mortalidade Cain, ó. Ó a diferença de natalidade para mortalidade aqui, ó. aqui não ficou alto. Então aqui a gente começa a ter um crescimento vegetativo mais alto. Então segunda fase aqui, ó, crescimento vegetativo alto, primeira fase baixo. A terceira fase é a fase que o Brasil tá hoje, ó. A natalidade tá caindo e a mortalidade também tá caindo, ó. E o crescimento vegetativo também. A quarta fase aqui, ó, tudo estabilizado aqui, ó. Tudo estabilizado também. Beleza? Vamos seguir aqui. É falando sobre a
transição demográfica, tá? Olha aqui, a transição demográfica considera a explosão demográfica um fenômeno transitório, Geralmente causado pelo desenvolvimento econômico social das nações, resultado da queda imediata da taxa de mortalidade, eleva o número de habitantes. Por outro lado, a natalidade também diminui, mas em ritmo mais lento, fazendo com que a explosão demográfica seja substituída gradativamente por uma diminuição no ritmo do crescimento e número de habitantes. Foi assim, por exemplo, que ocorreu na Europa, onde hoje apresenta baixíssimos Crescimentos populacionais. No Brasil também não foi diferente, pois a população aumentou rapidamente ao longo do século XX, mas teve
seu crescimento diminuído nas últimas décadas. Inclusive, atualmente, a população brasileira, baseada no censo Brasil 2010, tem uma taxa de crescimento menor que dois, 1.78 filhos por família. Eu falei, a população brasileira está envelhecendo, aumentou sua expectativa de vida, diminuiu a taxa de datalidade, Diminuiu a taxa de mortalidade, diminuiu o crescimento populacional, que a gente chama de crescimento vegetativo. Aqui, ó, o principal efeito disso também é o principal motivo de preocupação aqui, ó, é o envelhecimento populacional brasileiro. O Brasil, até pouco tempo atrás era considerado um país jovem com boa parte da população em média de
idades baixas. Atualmente passou a ser considerado um país adulto, com o Potencial de se tornar idoso nas próximas décadas. Na Europa, o envelhecimento populacional já é uma realidade, o que ocasiona uma série de problemas relacionados como a previdência social. Previdência social, aposentadoria. e a diminuição da PA população economicamente ativa. Um grande medo, o temor da transição demográfica é a população ir ficando mais velha e a gente não tem reposição dessa população Porque a taxa natal de data tá baixa, tá nascendo pouca gente e a população tá vivendo muito. Isso aqui é um envelhecimento populacional. Aí
tem uma preocupação que é ter dinheiro para pagar a aposentadoria para tantos idosos. Outra preocupação é o seguinte, se esses idosos chegar na fase de aposentadoria, não trabalhar mais, a gente tem pouca gente trabalhando, o país vai ter pouca gente trabalhando para sustentar muita gente que não Trabalha, baixa população economicamente ativa, que a gente chama de PA ou PA. Beleza? Seguindo, seguindo, seguindo, seguindo. Ironicamente, no continente europeu, o problema atual é exatamente o contrário, imaginado por maltos, pois não é o crescimento acelerado da população o principal tônica da questão, mas o crescimento moderado, além da
conta. Em países como a França e Alemanha, políticas de incentivo à natalidade são Realizadas, incluindo o pagamento de bolsas benefícios para casais que tiverem o terceiro filho. Isso aí é o medo, um medo grave, gigante, gigante, gigante que os países t europeus têm de ficar sem população adulta para trabalhar. população jovem sem nascer, no futuro, se tem pouco jovem, vai ter pouco adulto para trabalhar. Por isso a gente tem o incentivo de alguns países como a França e Alemanha para aumentar a taxa de Natalidade. É uma realidade hoje em dia, tá? Seguindo aqui, aqui na
Bravo a gente arrebenta nas questões, né? Então vamos para questões agora que envolvem tranção demográfica. Vamos lá. Aqui, ó, reparem o mesmo gráfico, ó. o mesmo gráfico aqui, tá? Então aqui, ó, ao observar o gráfico da transição neurográfica, podemos inferir que inferir, galera, é ir além. Inferir é ir além, tá? Podemos inferir Que tá, que que podemos inferir? Vamos olhar lá, tá? Ó, na fase um, percebemos um crescimento vegetativo muito grande. Olha aqui a fase um, ó. Natalidade alta, mortalidade alta, crescimento vegetativo baixo. Fase um. Crescimento vegetativo baixo, não é muito grande. Errado. B. Na
fase três, na, ó, na fase três, o crescimento da Natalidade acontece pela queda na urbanização. O contrário, a gente tem aumento da urbanização, galera. Então tudo errado, né? Então errado aqui C. Na fase dois percebemos queda na mortalidade um boom no crescimento vegetativo. Ó a fase dois aqui, ó. Natalidade em queda, mas não tão quase nada. Mas ó a mortalidade, ó a queda da mortalidade. Perceba que daqui para cá eu tenho uma distância grande. Ó, essa distância aqui Vai mostrar o quê? Um grande crescimento vegetativo. Ó, a curva do crescimento vegetativo. Vou apagar aqui para
mostrar o você. Ó, crescimento vegetativo aqui na fase um tá baixo. Aí ele sobe na fase dois. Aí ele começa a cair na três, ó. e na qu estabiliza em queda. Então na fase dois nós temos crescimento vegetativo aqui, ó, alto na fase dois, tá? Então aqui tá correta a letra C, ó. Na D, na fase 4, temos um elevado crescimento vegetativo. Não tem, né? Aqui é baixo, ó. Baixo. Resposta letra C aqui, tá? Letra C de Cristo. Beleza, bravo aluno. Vai apagar aqui porque ficou bagunçado, né? Ficou bagunçado. Ficou bagunçado. Ficou bagunçado. Então aqui,
ó, resposta letra C. Gráficos, gráficos, gráficos, gráficos. Gráficos é muito comum em prova, viu? Concurso. Tem que ficar alerta com gráfico, tá? Vamos olhar os gráficos Aqui. Vamos estudar os gráficos que a gente chama de pirâmide etária. E a partir do gráfico nós vamos resolver mais questão. Bravo, aluno. Então vamos lá, ó. Ó o gráfico aqui, ó. O pirâmide de etário aqui, ó. Atenção com uma coisa. A base é a população jovem, ó. População de 0 a 19 anos. O meio da pirâmide é a população a adulta. A parte de cima da pirâmide é o
Que é a população idosa. Idosa. O que é que a gente verifica com isso? Se eu tenho a base larga, eu tenho predomínio de jovem. País que tem base larga e o topo estreito. O país é pobre, país com muito jovem, pouco idoso, tem expectativa de vida é baixa, as pessoas vivem pouco, nascem muita gente. Natalidade alta, mortalidade alta, baixa expectativa de vida, as pessoas vivem pouco, nasce Muita gente. Não existe país nenhum do mundo que tem pouco idoso e muito jovem que seja rico. Beleza? Tá aqui, ó, país sub desenvolvido, subesenvolvido, tá? Predomínio. Então,
bravo aluno, é só você olhar o seguinte. País que tem um predomínio de base larga, predomínio de jovem, país subesenvolvido. Tudo que falar de ruim, tá certo? País que tem a parte de baixo, a base estreita e a parte intermediária É mais larga e aumento do ápice de idosos significa alta expectativa de vida e baixa natalidade. País desenvolvido. Vamos lá. Olha aqui. Olha aqui a Alemanha. Eu tenho a base estreita. Base estreita. Eu tenho aqui, ó. a parte intermediária mais larga e eu tenho aqui o ápice, ó, o ápice aqui, ó, áps Estreito. O que
se verifica aqui? Predomínio, predomínio de adultos. predomínio de AD país que tem a base estreita, o ápice mais larga ou a parte intermediária mais larga, que é adulto, né? Aqui, ó, é adulto. E país que tem um ápice aqui em cima, idosos, aqui em cima, ó, idosos Aumentando, significa países que tem uma alta expectativa de vida. São países que estão diminuindo o jovem, aumentando adulto que trabalha e a população idosa vivendo mais, mostrando que tem uma melhoria de saúde, um aumento da PA, população economicamente ativa e uma diminuição da população que não trabalha, que é
de zero a 18 anos, tá? Então, nessa situação aqui, a gente falaria que país desenvolvido. Olha o país, olha aqui, olha o país aqui, ó. Olha o país. Alemanha. Alemanha é um país o quê? Desenvolvido aqui, tá? Olha o outro. Mali. Mali aqui, ó. País o quê? subdesenvolvido. Repare que o para você acertar basta analisar a base. Base larga, país pobre, base estreita, país rico, tá? Basta você olhar isso. Vamos então paraa demografia brasileira. Olha aqui, Olha a evolução da pirâmide brasileira. A gente tem uma, ó, ó o ápice, muito estreito, mais larguinho, bem mais
largo. Olha a base mais larga, tá? A parte intermediária crescendo, ficando mais grossa, ó. Repare que a parte intermediária tá mais larga do que a base. Isso demonstra o quê? que de 50 até 2000 20 a gente percebe o quê? Um Envelhecimento aqui, ó. Ficou feio aqui. Deixa eu desmanchar aqui, galera. A gente percebe um envelhecimento, um envelhecimento da população brasileira. queda, ó, taxa de natalidade em queda e a gente percebe um aumento da expectativa de vida. Aqui, ó, dados do IVGE 2010, Envelhecimento da população brasileira, aumenta a expectativa de vida, queda da mortalidade, queda
no número de filhos por família de 7 para 1.78 filhos por família. queda da taxa de natalidade, tá? Isso quebra muito aquele estigma. Eu brinco, falo que é geografia de boteco. O cara toma umas no boteco e acha que é PhD em geografia, né? Isso em Demografia. Aí o cara sai falando: "Não, Brasil tá essa porcaria aí porque pop só sabe fazer filho e tem muito filho, ó. Não para de ser filho". Galera, essa parte acabou. Pesquisas científicas comprovam que o Brasil tinha sete filhos por família e média e hoje tem as taxas de número
de filhos da Alemanha, da Inglaterra, menos de dois filhos por família. Ó, a Organização de Pesquisa Internacional ligada à ONU, ela calcula que o número ideal de número de filhos por família seja em torno de dois para naturalmente equilibrar a taxa de mortalidade e manter a economia estável dos países. O Brasil tem menos filhos por família do que indicado pelas organizações que estudam sobre isso no mundo. Então, não é o número de filhos por família necessariamente que faz o Brasil ter problemas econômicos, não tá? Alerta para isso. Isso a gente chama de Senso comum na
ciência. É o que a pessoa sem estudar imagina que é verdade e não é uma verdade, tá? É uma mentira, viu? Muito cuidado com isso, bravo aluno. Vamos então pra frente, ó. Fatores importantes que influenciaram nisso, evolução médico-sanitária, aumento das mulheres no mercado de trabalho, que eu já falei, indicadores educacionais, aumento a urbanização. E agora vamos para mais questões. Vamos lá. A pirâmide etária tem como objetivo Principal o quê? Analisar a evolução demográfica de uma determinada população. Sim, né? Não tem esse objetivo. B, divisão dos países por meio de característica econômico. Não é o meio
demográfico populacional, né? Síntese de todos ou exagero. Dados populacionais subjetivos, dados subjetivos da sociedade. Todos os dados subjetivos possíveis a gente consegue ver aqui, ó. A gente consegue ver natalidade, Mortalidade, mas não é todos assim, não, né? Previsão exata, perfeita. Ó, o exagero. Senado populacional as próximas décadas, ó, é bem bem importante, mas falar que é perfeita e exata é exagerado, né? Letra A. Aqui o gabarito. Próximo, próxima, próxima, próxima. A análise de forma de uma pirâmide etária indica determinadas características de sua população. Uma pirâmide de base larga e topo estreito apresenta uma base larga
e topo estreito, país, ó, subdesenvolvido. Taxa de natalidade alta, taxa de mortalidade muito alta. Expectativa de vida, ó. Expectativa, ó. Expectativa de vida aqui, ó. Nós vamos ter expectativa de vida baixa. Pessoas vivem pouco, tá? Então esse aqui, ó, nós vamos ter Como características aqui, ó, pequena taxa de filhos por mulher e uma baixa longevindade. Aqui tá falando, ó, galera, base larga e topo estreito, tá? O que que a base larga e topo estreito indica? Pequena taxa de filhos por mulher, grande taxa, né? Pequena aqui tá errado, ó. Tá, diminuta renda, diminuta renda é baixa
renda da população e alta taxa Longevidade. Taxa alta de longevidade é que a população vive muito, vive pouco. Elevada natalidade, que é a base larga, ó, natalidade alta e baixa expectativa de vida. Ó a baixa expectativa de vida aqui, ó. Certo? Grande expectativa de vida, nada a ver errado. Letra C de Cristo. Beleza, bravo aluno. Seguimos. Nove. Os países envolvidos estão Caracterizados pelas pirâmides etárias com base estreita e topular. Essa característica decorrente do, ó, aqui, aumento na expectativa de vida da população, tá? Sim, né? aumenta a expectativa de vida, nós vamos ter o quê? Um
topo, topo largo. Topo largo. Elevado número de adultos. Elevado número de adultos é o topo, é a parte intermediária. Processo de rejuvenecimento da Sociedade, não. Baixo de qualidade de vida, nada a ver. Letra, abra, valuno. Desce, desce, desce, desce, desce, desce, desce, desce. 10. Reparem, essa aqui, Bravo é a sequência das imagens. Então você tem que ver uma uma imagem não preso a ela. Vê essa imagem, vê a mudança da um para dois, da dois para três. Pirâmide etária é olhar a base e o topo. Se a base tá alta, larga e vai estreitando, A
gente tem queda na natalidade. Queda na natalidade. Se a gente tem um topo estreito e ele for alargando, aumenta a expectativa de vida. Vamos ficar de olho? Vamos lá. Olha a base. Repara que a gente tá tendo uma mudança, ó. Ó a parte intermediária como tá ficando mais larga, ó. Que que é uma pontinha? Tá ficando mais larga. Olha como ficou larga. E olha aqui como ficou estreito. Mais larga, menos larga, menos Larga. Então a gente vai ter, ó, 98 2011 2040. Que que demonstra aí? Tá, ó, demonstra. envelhecimento da população. Envelhecimento demonstra, tá, que
a taxa de natalidade tá em queda, demonstra que a taxa de imortalidade tá em queda, demonstra que o crescimento vegetativo, que o crescimento populacional tá em queda, demonstra que a expectativa de vida está crescendo. Beleza? Então vamos lá. A evolução da pirâmide etária apresentada indica a seguinte tendência: crescimento juvenil, nada a ver. Aumenta a expectativa de vida, sim. Elevado taxa de natalidade, não. Predomínio de população árabe, nada a ver. Letra B. Letra B. Bravo. Aluno. B de qu? B de quê? B de bravo. Bem aqui, ó. B de bravo. B de bravo. B de bravo
e B de Braulho Brant. Que aqui na Bravo Concurso noção pera. Ó aqui a caneca. Caneca dos campeões. Bravo. P. Bravo. Bravo. Ah, Bra Brand. Nós vamos em busca do seu sucesso, da sua aprovação. Vamos lá. Vamos seguir. Com base nas pirâmides brasileiras em questão, as possíveis leituras podem ser feitas dessas alterações. Repara, base larga tá estreitando, topo alargando. Aumenta a expectativa de vida, sim. Diminuição no número de adultos? Não. Aumento da mortalidade infantil. Não. Não. Aumento a população economicamente ativa. Sim. Aumenta o número de idosos? Sim. Ó, ó, ó, ó. Diminuição no percentual de
crianças, sim. De idosos? Não. Resposta letra C de Cristo. Beleza. Bravo. 12 60 2000. Que que a gente verifica? A mesma coisa, né? Ó, base larga. A base tá larga Ainda, mas o meio tá aumentando. O topo tá ficando mais larguinho, mais largão, ó. e mais estreito aqui, mais largo aqui de adulto. Aumento da expectativa de vida, queda da natalidade, queda da mortalidade. As pessoas estão vivendo mais, diminuindo jovens, aumentando adulto e idosos. Envelhecimento à população brasileira. Vamos lá. Sobre os gráficos, podemos afirmar que a pirâmide 2000 percebemos um aumento do Ápice e também da
base comparado com a pirâmide na década de 60. Lógico que não, né? Repara aí, 2000 com 1960 não temos um aumento do, ó, 2000. Percebemos um aumento do áo, sim, e também da base que não. Então, o problema B. A pirâmide 60 tem base larga com aumento do predomínio de jovens e uma baixa expectativa de vida com ápice bem estreito. É isso aqui, né? A gente tem um ápice Estreito, base larga. Letra B. AC 2000 ocorreu estreitamento do ápice. Estreitamento do ápice ou ele tá mais largo? Errado. Pirando 2010 a comprovação do aumento significativo da
natalidade. Aumento da natalidade, não, né? Então, letra B de Bravo. 13. Os dados do infográfico permite inferir que ir além. País de idosos. Tá mostrando que o Brasil é um país de idosos, ó. 11% da População em 2012, 2020 estimativa 14,6. 2040 uma estimativa de 27%. ao aumento. Expectativa de vida, 62 anos, 70 anos, 73, 77. O aumento da expectativa de vida da população idosa é a necessidade de políticas públicas, certinho, né? Políticas públicas tem um crescimento paraa população jovem, não idosa. O aumento dos investimentos paraa população idosa é justificado pela queda Na expectativa de
vida? Queda não, né? A queda no percentual de idosos. Queda no percentual de idosos também não. Letra Abravo aluno. 14 14. Questão 14. O censo do IBGE revelou algumas curiosidades sobre a população brasileira. Importante falar sobre o censo. O censo acontece de 10 em 10 anos. Acontecendo Em 91, 2000, 2010, aconteceria em 2020. Nós nós tivemos o problema da pandemia, depois nós tivemos um problema no orçamento brasileiro devido à pandemia. muitos gastos, o estado determinou um dinheiro pro censo, que foi insuficiente. E aí nós estamos tendo inclusive concurso público em 2022 para recensador, eh, cargo
temporário, né? Já nós até já tivemos. E aí o que que acontece? Eh, no decorrer desse ano, agora 2022, se eu não me engano, agora Em abril, maio. E aí, galera, o que que a gente vai ter importante aí? Muito, muito significativo, né? O IBGE vai ter esses dados esse ano, mas não na totalidade, não análise completa. Análise completa só vem em 2023. Então em provas de 2022, considere o censo 2010, tá? Olha aqui a expectativa de vida de homens e mulheres, como consta no gráfico abaixo, ó, ambos os sexos, 71,9 70 68. 75, 74.
As mulheres vivem mais do que os homens. Ó, se a gente comparar os dois, as mulheres no ano 2000 tinha 74, 2005 passou para 75, os homens tinha 66, passou para 68. Se é verdade, as mulheres vivem mais que os homens, mas não por eh o BGE pensava que era porque as mulheres exerciam atividade sem muito esforço físico. Hoje em dia chegou à conclusão que é porque as mulheres cuidam mais do peso da sua Saúde, vai mais ao médico, faz mais exames de prevenção, se cuida mais do que o homem, tá? Por causa disso, de
uma forma geral, né, gente? A gente tem muita exceção à regra, tá? As mulheres é maior, pode ser justificada pelo fato de se envolver em atividades de menor competitividade, menos estresse. Preconceito, né? Ah, aí tá errado. As mulheres é maior por ser justificada pelo fato da número de sexo feminino ser Superior ao masculino. Nada a ver. Pode até ser superior, mas isso não tem nada a ver com viver mais ou viver menos. As mulheres é maior por ser justificada por uma questão cultural que associa a imagem do homem à figura de maior resistência e que
por sua vez não se envolve em atividades de maior risco. Em seguida, o IBGE considera a prevenção como fator principal, igualzinho expliquei, né? Os homens é maior por ser explicada pelo fato dos homens em busca De uma boa imagem possuirem hábitos mais saudáveis que as mulheres. Nada a ver, né? o contrário. De uma forma geral, as mulheres têm hábitos mais saudáveis do que o homem. Lembrando que é de forma geral, a gente tem exceção, tá? Depois não fala que, ah, não, professor Braul Brand falou que é todo mundo é assim, não é todo mundo não,
galera. Tá, tem uma exceção, mas de uma forma geral as mulheres se preocupam mais com a saúde que os homens. Vamos pra última questão. Vamos lá. Vamos. Vamos. Primeiro a gente tem que ver um pouquinho de imigração pra gente ir pra última questão, tá? Imigrantes no Brasil, nós tivemos imigrantes italianos, alemães, que vieram muito substituir a mão de obra escrava por mão de obra assalariada e livre, vindo da Itália, vindo da Alemanha. Vamos lá. Olha aqui, imigrante é quem chega de determinado lugar. Ó, quem chega é um imigrante. Ó, os alemães, Paraná, ó, Paraná, Santa
Catarina e Rio Grande do Sul. Os italianos, não só os alemães, os italianos aqui, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul. Ó, um destaque para São Paulo. Aqui é o Cassato Maru. Cassato Maru aqui, galera, ó. Cassato Maru é um navio que trouxe os japoneses Para cá. Aí vem aqui, ó. Meu pai era paulista, meu avô pernambucano, meu bisavô mineiro, meu tataravô baiano. Vou na estrada há muitos anos, sou um artista brasileiro. Oh, música bonita. Hã, essa a letra da música, tá? De Francisco Boarque de Olana. Chico Boar. Os versos da canção do
compositor músico Francisco Boar de Holanda, conhecido como Chico Boar, retratam diferentes Origens de quatro gerações de família. Sobre o tema, podemos afirmar que o povo brasileiro não foi formado por migração errada, foi formado. O povo brasileiro é homogêneo igual. Nada a ver. A formação do povo brasileiro foi exclusivamente europeia. Ó aqui, ó o navio Cassat Maru aqui é europeia, não é asiática, é da Ásia. ão errado. O povo brasileiro foi formado pela diversidade das migrações, Certo? Letra D de dado. Aqui, ó, letra D de Deus. Letra D de dado. Bravalum. Beleza? Com isso, galera, nós
vimos, ó, teorias populacionais, os conceitos populacionais importantes, transição demográfica, Brasil e as características demográficas do Brasil, gráficos de pirâmide etária que cai muito no seu concurso público. Fique atento, viu? Você, aluno bravo, querido, tá? e vemos a influência dos imigrantes na cultura brasileira e na formação do povo Brasileiro. Geografia, bravo concurso com Braul Brant. Aqui a gente é barril dobrado. Um abraço.