[música] [música] [música] [música] Olá, Sejam muito bem-vindos a mais uma live do JX. Hoje com convidados especiais. Mas antes de falar dos convidados, eu vou me apresentar para quem nunca entrou antes. Eu sou Ademir Picoli, idealizador e CEO do JX, que é um movimento de Inovação que visa conectar pessoas, instituições, preparando-as pra justiça do futuro. Só que o futuro está sendo antecipado pelas tecnologias. a gente vem recebendo uma enchurrada de tecnologias, uma aceleração intensa, principalmente promovidas pela inteligência artificial generativa e agora os agentes de a. Então, o momento é super oportuno para que a tecnologia
realmente aproveite essa onda para que a tecnologia, as áreas de tecnologia, né, Eh, se posicione, né, como os protagonistas, como os evangelizadores de dentro das suas organizações. Então, eu vou começar aqui convidando eh paraa nossa mesa o Antônio Braz, que é secretário do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Oi, Pico ali. Bom dia, o Diego Leitão que é também secretário de tecnologia do Tribunal de Justiça do Pará, o Daniel de Melo, que é do Tribunal de Justiça da Paraíba e daqui a pouco mais Também a gente vai ter o Gabriel Silveira >> do
Tribunal de Roraima. Em seguida, ele vai estar conosco. Mas eu estava falando, né, que a gente vive um momento intenso em torno das tecnologias exponenciais. da revolução tecnológica. 2023 a gente teve uma grande adesão à inteligência artificial, tornando-a de fácil acesso e conhecida para pessoas que não são de tecnologia, é a generativa. E 2026, essa mais é mais uma Virada, 3 anos, porque agora é agora é a agente, cara. A gente não acorda mais para trabalhar, a gente acorda para revisar o trabalho que os agentes fizeram. Será? Será que a gente já está nesse momento,
Antônio? as prioridades de tecnologia que a gente pesquisa, eh, sempre apontam aí para temas relacionados à infraestrutura, a cyber, cloud e a a aparecendo com força. Agora eu queria ver se essas prioridades são mesmo a realidade de vocês nesse Momento. >> Bom dia, Picolo. Então, a todos. E então, como o Pículo já me apresentou aí, eu sou o Antônio Bras. Eu fui diretor de teria 4 anos no tribunal, né, de de 20 a 24. Nos últimos dois anos eu tive na assessoria estratégica da presidência trabalhando na área de dados, né, e na área de riscos
também em algumas outras atividades, na área de governança corporativa. E agora nesse ciclo do tribunal aqui do Rio Grande do Sul, ele começou em fevereiro essa administração e eu voltei agora pra direção dali da TI, né, que que a gente eh eh nesse cenário assim, então de de de início, eu sempre gosto muito do início de gestão porque tem um ciclo de planejamento, né? E eu acabei de terminar o plano diretor da TI para os próximos 2 anos. E são mais de 200 reuniões para poder fazer o levantamento necessário para ter uma visão, né, de
paraa frente, para poder chegar nesse Ponto aí que o Pico lhe traz como como as perspectivas tecnológicas, né? E então assim, nesse ciclo, o que que a gente vê, né, lá no tribunal, a necessidade de aumentar o impacto, né? Existem muitas iniciativas tecnológicas. Então, o nosso plano diretor tem 2011 projetos, né, aqui no Tribunal do Rio Grande do Sul paraa frente, todos importantes, né, mas aí a gente verifica aqueles que trazem o maior impacto e a maior efetividade do poder judiciário. Então, o ciclo agora ele começa num ciclo, né, estratégico de TI, onde a TI
vem, né, sobe um pouquinho de andar, né, no sentido de que tá eh participando cada vez mais das conversas de governança, né, e o reforço dos comitês de governança. toda uma revisão na governança de TI aqui do tribunal para poder chegar nessa ideia, né, de que a a área tecnológica já se funde um pouco com a estratégia, se funde um pouco com a área de negócio, começa a ter uma uma Certa dificuldade na separação, né, da área tecnológica com a área de negócio, né, enfim, então cada cada reunião fica mais claro isso pra gente. Isso
se desdobra, Picol nas prioridades tecnológicas e nas contratações, né? Os planos de contratações também nós já fizemos aqui o o planejamento nesse meus 60 dias aí à frente da TI. Nós já fizemos o planejamento orçamentário para 2027 e 26 já tá já tem orçamento posto, né? E 27 nós já temos o planejamento Também pronto. Eh, claro que há uma um dinamismo em relação a isso, né? A gente sabe que os planos são vivos hoje, né? tanto o plano diretor, planos orçamentários, todos são vivos. Mas o que que o que que a gente enxerga ainda, né?
O os drives, os drives, né? Um drive muito importante é a questão de nuvem, né? A nuvem ela ela potencializou muito aqui no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, eh, devido à nossa até a nossa formatação ser multicloud, né, Híbrida, né? Então, claro que isso tornou muito, torna muito mais complexo, né, o cenário de ter muitas nuvens e não mirar numa nuvem só. Eh, ah, então, mas também abre a caixa de ferramentas e a nuvem é muito mais que colocar as infraestruturas, né? No primeiro momento nós usamos ali para dar uma maior resiliência
ao EPROC, que que cresceu muito rápido, né? nosso sistema de processo eletrônico. Hoje o sistema tem mais de 15 milhões de processos na sua Base, né? 4.2 milhões de processos ativos, né? Um sistema muito grande que cresce muito rapidamente porque a comunidade do EPROC ela vem produzindo eh mudanças numa velocidade absurda. Hoje são 21 tribunais brasileiros utilizando o EPROC, né, no sistema colaborativo. E para quem não é do EPROC aí o Código Fonte é unificado, né? Os tribunais estaduais envolvem, a gente unifica aqui no Rio Grande do Sul junto com o TRF4, né? E depois
devolve pros 21 Um único código fonte com único calendário, né? de diversões. Isso fez crescer o sistema muito rápido, né? E continua, né? Até tribunais que chegaram no ecossistema do EPROC mais recentemente, como é o caso de São Paulo, já vem contribuindo muito com o sistema e outros tribunais também. Então isso faz com que a infraestrutura de nuvem seja um grande drive, que no primeiro momento usamos aí para para resiliência, mas ela abre a caixa de Ferramentas, né, para as novas tecnologias. Então aqui a as novos modelos de IA, novas tecnologias eh de banco de
dados, de armazenamento, armazenamento tierizado, né, que também se conversa com a relação agora de FINOPS, né, que a gente tá amadurecendo mais. Eh, elas passam a ser fundamentais, a nuvem passa a ser fundamental para acelerar as novas tecnologias. Acho que aí todo mundo que já deve est usando nuvem aí já se deu Conta disso, né? Então, no primeiro tempo como um acelerador, né, de tecnologias. Bom, um outro ponto aí que a entrando aí pro lado da IA, né, todo mundo tá buscando aperfeiçoar soluções de IA, nós estamos nesse momento nacionalizando em processo travou, Antônio. Eu
acho que o Antônio, o Antônio travou. >> O Antônio travou. Vamos, vamos aguardar ele reiniciado. Daí ele continua. Eh, enquanto isso, vamos aquecendo aí com o Daniel, nessa mesma linha, Daniel, dessas desses pontos que são eh elencados como prioridade dos tribunais de infraestrutura, [roncando] nuvem, cloud e ar. Eh, é combinado com cyber, né? Esse parece que esses são os itens que discutam o os orçamentos dos tribunais, como que é a realidade aí na Paraíba. Vamos lá. Bom, primeiro, pessoal, bom dia. Eh, para quem não me conhece, me Chamo Daniel Melo, estou na diretoria aqui de
tecnologia do Tribunal de Justiça da Paraíba. Eh, dando sequência ali ao raciocínio do Antônio, eh, e eu tô num momento diferente dele, né? Ele tá começando a a gestão agora. a gente já tá nessa gestão do desembargador Fred desde o ano passado, então, eh, eu estou em plena execução, né, eh, de, de todo o planejamento que foi definido aqui pro Tribunal da Paraíba. Eh, nós, eh, eu, eu, eu as coisas estão acontecendo numa velocidade muito grande, né, Picolo. Eu eu lembro que no início do ano passado a gente tava ali discutindo o que é que
nós íamos usar eh e desenvolver de soluções eh de ar. Então, hoje a gente tem um pouco de tudo aqui no tribunal, né? Eu tenho um a a uma ferramenta que hoje assessora os magistrados e seus assessores paraa geração das minutas. A gente vem aí Gerando quase 7.000 minutos por dia. A gente tem solução para transição de audiência, para sugestão de movimentação processual, eh tem solução de a que ajuda o cidadão dentro do nosso aplicativo. Então, a gente vem um pouco de tudo eh a gente vem utilizando aqui dentro do tribunal. [limpando a garganta] Então,
as coisas aconteceram muito rápida. Eh, e o que nos auxiliou nesse processo foi exatamente porque nós enxergamos do Início do ano passado que a gente precisava ter eh eh um contrato muito sólido e robusto aqui de nuvem, né? Então, eh hoje a gente trabalha aqui no modelo híbrido. Eu continuo investindo ainda na minha infraestrutura local porque por questões orçamentárias. Eh, mas o cont a nossa contratação de nuvem, de multinuvem, ela permitiu que a gente eh conseguisse trazer todas essas soluções, essas tecnologias para dentro do Tribunal da Paraíba. Então, eh, eu Entendo também que esse foi
um pilar importante e uma decisão importante que nós tomamos, eh, principalmente no cenário atual, né, assim, eu não sei se tem gestores aqui nos escutando, que tão no momento tentando comprar eh infraestrutura. o mercado tá um verdadeiro caos, né? Os preços triplicaram eh na na melhor das hipóteses, né? Com essa confusão que a gente tem hoje dos custos de memória, eh, provocados exatamente pelo consumo Dos grandes fornecedores de de inteligência artificial. Eh, então a nuvem, de fato, foi um uma válvula de escape e é o que vem fazendo com que a gente continue nesse processo
de transformação digital aqui do tribunal. Eh, uma outra linha eh que a gente vem investindo muito nos últimos anos é na parte de segurança da informação. Eh, os tribunais eles têm um verdadeiro alvo nas costas. Eh, e a gente vem eh investindo bastante no momento nós Estamos eh implantando Cloud Flare em toda a nossa estrutura de aplicações. Eh, a gente foi vítima ano passado com muitos tribunais aí de tentativa DDOS e a gente vem a a eh com esse leque, né, com essa sopa de letras que a gente tem hoje dentro da segurança e informação,
a gente vem eh tendo um pouco de tudo aqui no tribunal pra gente tentar também tá na vanguarda aí desse tema. Eh, nós estamos no momento eh também fazendo investimento Alto em sistemas administrativos. Aqui no tribunal a gente tinha muitos sistemas para cuidar de um pouco para cuidar de ponto, de RH, de folha. E aí a gente eh tá abandonando tudo isso, implantando um RP aqui no tribunal que vai cuidar de patrimônio almxarifado, gestão de pessoas, financeiro, contabilidade, por aí vai. Então esse é um grande projeto que tá sendo executado aqui no momento. Eh, e
uma outra linha é aqui no Tribunal da Paraíba nós Utilizamos o PJE. Então, a gente tá investindo muito em governança, eh, e, e também, eh, em soluções para tentar, eh, potencializar o, o, a, a produtividade aqui dos servidores. Então, a gente vem trabalhando muito com automação, esse é um também dos dos pilares aqui, né, junto com as soluções de a generativa, a gente também vem trabalhando bastante com automação paraa gente, de uma forma geral tentar melhorar os números de produtividade do Tribunal. Então, em linhas gerais, eh essas são algumas, eh, diretrizes que a gente tá
tendo aqui no Tribunal da Paraíba. >> Maravilha, Daniel. Vou voltar com o Antônio para ele concluir o raciocínio, daí eu já eu entro com Diego. Bom dia, Gabriel, tá com a gente também. >> Bom dia, Gabriel. Picoli, voltei aí, caiu a minha internet aqui, deu uma soluçada, mas vamos lá. Bom dia, senhores. >> Faz parte, né, das tecnologias, né? >> Conexão tá bem bem bem estável aqui também. A gente tá passando por um por uma estabilidade. >> Vamos lá, vamos ver se a gente consegue aí concluir o raciocínio, né? tava então falando um pouquinho sobre
a questão da nuvem, né, no tribunal e hoje através da nuvem aí também a inteligência artificial, ela vem, né, como como um componente de custo muito importante também devido à Ampliação do uso de modelos, né, cada vez mais as ferramentas eh usam, né, as inferências e a gente tem um uso já massivo aqui no tribunal, já não dá para desligar mais como a gente brincava, né? Agora, eh, se cai a alguma interrupção na IA, já para tudo também, já é considerada uma ferramenta de missão crítica, né? A Iá já tem esse, esse viés aqui pra
gente. Só para ter uma ideia, assim, a a em grandes números, a IA já é um componente de Custo que só ela representa 10% do nosso orçamento de tecnologia para pro ano de 26, né? E vai crescer ainda mais nesse contexto, né, de de nuvem. Então, como dizia, a nuvem ela primeiro trouxe a resiliência e depois ela ampliou o uso das novas tecnologias, como é o caso da IA, né? Então, eh, começa agora um olhar sobre a melhoria dos componentes, né, deização, né, de modelos de LLM para ir ajustar aí volume, custo e qualidade pra
Jurisdição, pra gente potencializar a jurisdição a um custo aceitável, né? Indo pro lado um pouco da segurança, que eu vi ali que o Melo já tava falando, para nós também é um uma das grandes prioridades, né? Não tem como hoje se parar o investimento em cyber, né? Em security não tem como, né? E nós, muito pelo contrário, nós vamos fazer uma grande ampliação de serviços de segurança da informação, que tá previsto para esse ano. Estamos aí trabalhando Com mercado já para ampliar os nossos dois contratos na área de segurança, né, que são a parte de
SOC e a parte de operações de serviço de segurança. Nós temos hoje uma lógica de contratação eh híbrida, né? E a gente vai investir nesse modelo que deu certo e precisa evoluir e precisa evoluir em diversas ferramentas, né, que já que já viemos implantando, mas muitas novas ferramentas aí precisam ser implantadas e imagino que em todos os tribunais isso Vai acontecer. Então uma um grande componente de custo também é segurança cibernética. Não tem nem dúvida disso, né? temos uma reserva orçamentária importante em relação a esse tema, né? Então, tudo que vai tudo que vai aumentar
a produtividade, aumentar o impacto, né, eh, da, eh, na jurisdição, então um olhar bem voltado nas metas do CNJ, no justiça em números, né, eh, dentro desse planejamento de jurisdição, né, eh, de núcleos de justiça 4.0, zero, Que a gente usa bastante aqui no tribunal e tem novas, né, análises aí a partir da nossa área de dados, que também é um outro é um outro componente de investimento orçamentário e e de planejamento da evolução das plataformas de dados, né, ganhando essas essa essa potência que tem os os data lake house agora, né, a gente ainda
não tá nesse modelo, vamos evoluindo para esse modelo. Ah, também com com a IA dentro da da área de dados, entrando, se Fundindo também um pouco em relação a isso. Então, a área de dados trouxe a partir da sala Córtex esse indutor, né, esse indutor da estratégia baseada em dados. nós evoluímos bastante nesse aspecto, no meu ponto de vista aqui no tribunal, no último ciclo, né, nós conseguimos eh criar várias políticas eh eh do tribunal baseada em dados, né? Isso nos trouxe aí uma uma nova visão estratégica sobre vários assuntos e uma concentração, porque nos
tribunais os Tribunais são muito grandes e e muitas áreas, né? Então, às vezes, uma dificuldade é todo mundo olhar a mesmo número, a mesma estratégia, da mesma forma. E a gente conseguiu, de certa forma, trazer isso no ciclo passado e agora vamos potencializar nesse ciclo, o que se reflete naturalmente, né, pícolo, na área de dados. Então eu trago inicialmente esses grandes componentes, assim, esses grandes grupos, né, de investimento. Maravilha, Antônio. Eh, então já tá pouco abrindo mais esse leque aí de priorização de investimentos que eu trouxe na largada e e 10% de investimento na área
de A já é bem significativo, né? bastante imponente isso. Vai, vai gerar resultado ali à frente logo, né? Vamos lá, Diego Leitão, como é que está no Pará? >> Bom dia, meu amigo Piclo, meus colegas. Eh, Bem, aqui a gente tá mais ou menos no na mesma linha, tá? Eh, mas aqui a gente tá priorizando a nossa infraestrutura interna, não levar nada para nuvem ainda. A gente até tem contrato de nuvem, mas eles são utilizados mais para uma emergência como um seguro, [roncando] né? A gente tem um fez um grande investimento no passado e continua
fazendo pra gente ter uma boa infraestrutura. Eh, hoje a gente tá com uma com juiz Auxiliar da presidência voltado para as soluções de a estamos desenvolvendo uma ferramenta que vai ser integrada ao PJE que chama IAND, que deve estar saindo agora esse primeiro semestre. Eh, e para isso a gente o grande desafio aqui, na verdade, foi como foi comentado, acho que pelo Daniel, acho que foi o Daniel que comentou, são as contratações, porque a gente tem um processo hoje, a Velocidade da do mercado não acompanha a velocidade do processo de contratação do serviço público, né,
principalmente nesse momento instável que tá o mercado mundial, com falta de peças, com sobrepeso, com variação de dólar constante. Eh, então o que que tá acontecendo? todo o nosso planejamento que às vezes demora e até chegar à fase da licitação, esses preços que foram coletados ainda na fase preparatória Eh acabam não sendo a realidade. E aí acabam que as licitações, as minhas licitações agora que estão acontecendo nesse momento, estão praticamente quase todas dando deserto. a gente estava fazendo um grande investimento para comprar máquinas poderosas pra gente poder rodar os os LMMs aqui internamente e acabou
de dar deserto porque os preços que os fabricantes forneceram durante a fase preparatória não não consegue mais eh arcar, né? Então são valores que Estão subindo aí 20 30% praticamente em menos de um mês. >> Nossa senhora. Eh, inclusive a falta de de alguns insumos também tá impactando bastante. Então, hoje para esse ano, eu acho que o desafio do serviço público vai ser realmente contratar, tá? As contratações estão, tá bem complicada. A gente tá passando aqui por um momento de ter que rever o, o nosso plano de contratação. Então, esse tá um desafio muito grande,
porque Praticamente se a gente for botar todo o plano de contratação, tá? praticamente dobrando o orçamento que foi previsto para paraa tecnologia. [roncando] Eh, porque assim, eh, não adianta também a gente investir só em a pegar aquele produto de prateleira que tá na moda, né? O objetivo é pegar aqueles produtos ou desenvolver produtos e que tragam de verdade eh algum tipo de de como é que eu posso dizer, que possa ampliar, né, a nossa Capacidade de entregar justiça, né? Esse é o objetivo. Então, a gente tem que ser bem seletivo para que não seja apenas
produtos de vitrine, né? sejam produtos que afetam diretamente as entregas dos tribunais, que a gente consiga ganhar realmente efetividade e celeridade no processo de justiça. Então, assim, queria registrar que o nosso grande desafio para esse, pelo menos para esse primeiro semestre, é conseguir eh tocar as nossas contratações que vão servir de De base para tudo que a gente pretende entregar dentro do Tribunal de Justiça do Pará. Então eu acho que eu acho que se se a gente tiver um grande desafio, acho que é, não sei se todos os colegas estão passando por isso, >> mas
tá muito difícil em em adequar o orçamento com a realidade do do mercado. >> É o tô vendo aqui que o o Max, inclusive do Sergipe, tá falando que o problema que tá envolvendo contratação de infra, Mas também microinformática, né? muito. Eu fiz uma ata agora, final do ano, uma ata de notebooks em que o preço saiu de notebook em torno de 6800. Eu já recebi um equilíbrio aqui passando para 12.000, dobrando o preço do notebook. Então tá uma coisa realmente absurda. E o pior não é isso, é que a gente sofre também com com
os tribunais de controle. Porque como é que a gente vai, a gente faz uma aquisição dessa que estão com valores muito acima e não tem base de Comparação, porque se a gente for comparar com preço de 2 meses atrás, o valor é muito surreal, é muito diferente de dois meses atrás. Como é que a gente explica pros órgãos de controles e pra nossa presidência que a gente tá comprando o preço de mercado atual? Como é que em dois meses os produtos dobram, chegam a triplicar? Então, eh, é até uma questão de segurança paraa instituição. Então
a gente tem que rever até o que é preciso Comprar de imediato e o que dá para guardar, porque no cenário que tá, a gente tem dificuldade até de justificar os preços que tão no mercado, porque a gente não consegue definir se esses preços são realmente eh decorrentes da instabilidade do mercado e da falta de insumos, ou se tão querendo surfar numa onda precificando muito acima, porque a gente não tem base de comparação. preocupante, muito preocupante. Um ponto De atenção >> que eh vai ter desdobramentos isso, porque eu acho que eh é a pauta do
momento. Eu já tinha estava recebendo muito esses posicionamentos, né, essa preocupação dos tribunais, das instituições, mas daqui a pouco a gente volta com o tema. Vamos pro para Roraima. Gabriel, tudo bem? Gabriel, que também é secretário de tecnologia do Tribunal de Justiça de Roraima. Seja muito bem-vindo. >> Bom dia, Picoli. Bom dia, colegas. Bom dia aos espectadores. E eu já começo aqui achando um pouco engraçado que a gente acha que só a gente tá nesse problema. E aí quando a gente vê os outros colegas discutindo isso, a gente fica mais tranquilo, entre aspas, né? Fica
sabendo que tá todo mundo aí no mesmo balai, mas nada muito diferente aqui no Tribunal de Justiça de Roraima. E eu vim aqui anotando alguns pontos e acaba que o tribunal tá um Pouco tem uma situação um pouco mais peculiar que que os demais colegas, né? O tribunal, a gente tá aqui no extremo norte. Além de tudo isso, além de toda essa necessidade de investimento em em cyber, que hoje tá sendo eh um dos maiores contratos nossos a ser a ser executado, eh hiperconvergência, eh eh dados e e a gente vem numa numa necessidade de
um contrato muito amplo de conectividade. Hoje, por Horaim estar aqui no extremo norte, a gente eh não é Ainda 100% interligado ao Brasil. ao ao resto do Brasil, né? Então, quando se diz infraestrutura tecnológica para atender a conectividade do estado, ainda é muito precário. Então, a gente vem sofrendo bastante com isso. Hoje a gente tem um contrato eh eh de sobrevivência, onde a gente tem antenas Starlink aí espalhadas no estado para que a gente tenha um um um uma redundância mínima para que não não fiquemos parados, né? Mas em compensação a gente tem que Contratar
isso e mais todo esse arcaboço aí para para que a gente possa evoluir perante o CNJ e e e perante as metas internas. Então hoje a gente tem vem vem com um orçamento muito forte e em conectividade. A gente eh tem um contrato em nuvem, mas algo muito pequeno ainda, porque a gente não se sente seguro em migrar, por exemplo, um um migrar um nó do PROJUD, que é o nosso sistema atual judicial aqui paraa nuvem. Eh, a gente não sente essa segurança Porque com uma perda de conetividade a gente pode ter um prejuízo. Aí
que pesa, a gente sabe que tem as políticas de contingência para para sincronismo, mas a gente não tem essa segurança. e e e hoje eh depois a gente vem com nossos contratos de de cybersegurança aí que hoje tá eh como como o Diego falou, eh a gente cota cota um um faz um orçamento com o orçamento que a gente fez mês passado até iniciar o o o processo de fato, terminar os estudos, esse Orçamento ele aumentou, quase que dobra. a gente tá com com problema de parque computacional também, onde em janeiro tivemos um orçamento. Eh,
os estudos terminou agora a a as empresas pedindo para fazer um reajuste que quase que dobrou de nossa realidade aqui saiu de três para seis, então é é eh de de três para para 5 e5. Então, eh é algo muito eh é eh algo muito importante que a gente tem que começar a olhar para para ver se os tribunais em Colabora de forma colaborativa com os órgãos de controle, não sei, eh propor algumas algumas sugestões para que a gente possa ser mais flexível com com essa realidade. Eh, sobre trazendo mais para para o eixo de,
a gente vem vem fazendo alguns projetos em em de forma black ops, que a gente chama aqui, ainda não transparecendo pra gestão, porque a gente precisa precisa ter esse esse açoalho bem bem bem definido de Contratação. Isso principalmente aqui na nossa realidade, principalmente com a hiperconvergência, eh eh infraestrutura de hiperconvergência. Então a gente a gente tem focado bastante nisso de tentar trazer dentro do contrato de preconvergência duas instâncias aí de de que são máquinas extremamente caras e como os colegas falaram eu não sei até terminar os estudos se essas máquinas também podem podem dobrar de
preço. Enfim, então a gente vem vem tentando Tentando mostrar pra gestão que esses investimentos em TI não é mais uma não é só uma uma vaidade ali de trocar esses equipamentos, garantir, enfim, é mais uma questão estratégica mesmo para que a gente possa evoluir dos nossos índices aí nacionalmente. Esse é o o o nosso cenário primário aí, Picoli. >> Tá bem. Obrigado, Gabriel. Vamos voltar pro Antônio que trouxe, né, alguns componentes e eu gostei que a gente tá Passando por um momento de de de claro, tem essa essa tensão, tem essa preocupação eh que é
que o leitão trouxe das aquisições, mas também tem ainda ainda voltando para esse dilema da Iá, um premice ou nuvem, eh, e acaba que volta esse tema principalmente motivado por custos, por Roy. E Antônio, eu vou te eh passar a palavra, mas eu já eh como [limpando a garganta] A gente no início do ano nós quando fizemos o primeiro Expujud digital e a gente trouxe que é hora de envolver o CF para ajudar a fazer essa apuração sobre de ROY, sobre investimentos em A nuvem, alguns CFOs me instaram e a gente acabou criando um CFOL
Fórum da Justiça que vai acontecer dia 28 de abril. em São Paulo, tem vários já se preparando para falar sobre o tema, eh, buscando apoio, né, para entender e ajudar na área de tecnologia. Então, é super oportuno esse Esse esse esse debate e esse essa constatação, né, de que a gente tem esse dilema, tem esse desafio pela frente. Mas vou passar pro Antônio para dar sequência. >> Não, essa tua essa tua provocação é ótima, né? Porque a gente vê assim ainda a área financeira um pouco distante das operações de TI, muito focado no orçamento, liquidação
e pagamento naquele ciclo tradicional dos tribunais. E o esse movimento aí eh teu picoli em Relação ao sea, eu acho que tu vai tu vai fazer uma grande contribuição pro sistema judiciário, que é aproximar os mundos, né, para para pro mundo, pra era digital, né, trazer outras áreas da instituição paraa era digital. Eh, dentro desse cenário, assim, a gente vê ainda que a até dentro da TI, né, a competência de Finópolis é uma competência nova pra gente, né? Então, eu dou aula lá na num projeto aqui no tribunal que chama Academia de Líderes, Né, de
formação de novas lideranças e a gente trabalha muito competências da era digital, mas nós não temos um curso de TI ainda para novas competências da era digital. talvez essa essa disciplina aí do Finópolis eh eh a gente pudesse trabalhar nesse ponto, porque a gente agora começa essa visão que os colegas trazem assim, né? Eu eu ouvindo os colegas, eu fiquei com essa impressão, né? Ah, nuvem ou data center local, né? Qual como é que a gente combina, né? A Melhor a a melhor o melhor equilíbrio, que eu acho que é a palavra chave disso, entre
componente de custos e o avanço daquilo que o negócio precisa, né? E e lamento informar que não tem fórmula matemática, né? Eh, cada tribunal vai buscar uma uma fórmula de equilíbrio dentro do orçamento que tem, porque as realidades são diferentes, a gente sabe disso, né? Tribunais que t menos orçamento, outros que têm mais disponibilidade para área de tecnologia. Ah, mas também dentro, mesmo tendo disponibilidade orçamentária, a gente vê, eh, a gente vê, tem uma visão de que também deva equilibrar bem, né? Então eu tô agora formatando aqui inclusive o plano de nuvem, né, porque eh
é é uma das dos requisitos do índice de governança de tecnologia do Igovicjud, né, que todos nós respondemos aí. E lá tem, né, o plano de nuvem, né, mas um plano de nuvem tem que ter critérios, né? E eu tô justamente trabalhando nesse Assunto. Quais são os critérios que nós vamos usar aqui no Tribunal de Justiça para dizer se um sistema vai paraa nuvem ou não. É só custo, não. A resiliência é um critério, né, que para nós aqui foi muito forte devido as enchentes e outras diversas catástrofes aqui do Rio Grande do Sul, que
nós somos meio premiados aqui, né? Então, o componente de resiliência eh eh de custo não pode ser o componente majoritário se há outro componente com a resiliência de negócio, Porque o negócio parado daqui a pouco vai custar muito mais caro. Então esse é um balanço de critérios de difícil, né, de tem que pensar muito e nós vamos estabelecer formalmente junto ao nosso nossa governança, ao nosso CONINT, né, que é o Conselho de Inovação e Tecnologia. Então eu não vejo assim, nós estamos buscando cada vez mais aperfeiçoar isso e para isso e quem tá na nuvem,
o Finops, né? Quem tá na nuvem, porque a Nuvem tem novidades todos os dias, né? Então os novos tipos de armazenamento, os novos serviços gerenciados, aí vamos lá pra infraestrutura, usar a máquina spot, né? E trabalhar melhor a elasticidade. E aí eu vejo um movimento dos provedores de nuvem até eu faço essa crítica aos provedores de nuvem, né? Se começou com a venda de que a nuvem era bom por causa da elasticidade, eu desligo de noite que eu tenho baixa, eu tenho baixo uso. Então a infraestrutura Navega e o custo navega também, fica um custo
otimizado. Só que todos os provedores de nuvem agora passam a oferecer pros tribunais. Não, eu vou vender aqui para ti a plataforma de dados por capacidade. Como assim por capacidade? Não, eu tenho uma máquina para ti com a tua capacidade, faço o sizing, né, e te vendo o serviço gerenciado com capacidade. Bom, virou data center, um prêmio só que na nuvem, porque tá comprando capacidade, como a Gente compra por capacidade para pro data center interno numa visão de 3 anos, 5 anos, depende do da como a TI projeta seu data center. Então, muitos serviços de
nuvem estão virando serviços por capacidade, né? Então, a própria LLM, a gente vê que é um serviço totalmente de API, né? Totalmente de chamada, de tokenizado, né? Agora os provedores conhecem assim: "Não, para ficar mais barato, eu preciso te vender uma máquina na nuvem, né, que tem o Poder de processamento GPU, etc. E tu usa quanto tu quiser, ou seja, venda por capacidade, né? O que nos traz a ideia, né, de que daqui a pouquinho, né, e já tem muitas soluções de mercado, de já tem provedor, bigtex de hardware nos oferecendo aqui soluções que vão
trazer caixas, applies, né, com LLM embarcado para trazer para dentro do data center, porque eu vai ficar cinco vezes mais barato, né? Então, tá, mas aí vai todo mundo trazer pro data center? Não sei, Né? Porque depende do custo, depende se tem que para manter, porque daí a gente cai nessa parte que os colegas falam: "Pá, mas tem que contratar o fluxo de licitação, né? Isso também é custoso e esse tempo tem que ser medido. Esse tempo de eu alcançar a tecnologia, ele é ele é mais difícil de mensurar. Então, o que que vai o
que que é o resumo da da ópera, né? vai ficando mais complexo paraos nossos líderes de TI, entendendo esse cenário, fazer uma composição de Custo benefício, né? E aí a partir disso, por isso que eu tô tentando estabelecer critérios, né? Para ter assim um drive ou uma estrada asfaltada assim, bom, o sistema C vai paraa nuvem, vamos ver critério A, B, C dele se enquadra nesses critérios aqui de missão crítica, de resiliência, etc. E um custo aceitável, né? E depois dentro dos provedores buscar dentre os provedores quais os que melhor, né, a Picol se enquadra.
Eh, mas deixa só fazer mais Agora para devolver Piccoli, né, para para te devolver, eu vou fazer também uma fala aqui, porque o que que eu vejo também como um novo aí, eu quero trazer paraa inovação, porque a nós estamos aqui na live entre inovação e orçamento, então eu quero fazer esse balanço também, né? Eh, nó, eu faço parte do laboratório de inovação desde 2021, desde 20 nós criamos o laboratório virtual aqui, mas já temos comissão de inovação no tribunal aqui desde 2014, Né? Por sinal, o desembargador Ricknit que criou em 2014 é o atual,
né, R de inovação aqui do tribunal, né, eh, voltou a ser o red de inovação. E a nossa área de inovação, ela tá muito acelerada também, né, e também o nosso o nosso comitê gestor de IA com magistrados que estão muito já falando sobre tecnologia e e alguns até com formação em tecnologia que já falam assim praticamente de igual para igual pra gente com a com a pessoal de TI, Porque é muito bacana ver isso como o negócio tá vindo, né? Aí, Picoli, eh, semana passada um desembargador teve uma ideia, foi lá na IA, fez
um projeto com aí, pediu paraa IA desenhar o projeto, a sua ideia. Aí saiu lá a ideia, um relatório, né? Fase um, fase dois, fase três, feito pela IA. O outro desembargador que faz parte do da da IA pegou a ideia daquele desembargador, foi lá no Google EA Stútipo, né? Então, e já me apresentou a um Desembargador fez a ideia, o outro fez o protótipo e apresentou o protótipo pronto, né? >> Esse esse segundo é o Cloves. >> É, o segundo é o é o desembargador Cloves, exatamente, né? Desembargador Cloves aí, que é uma referência
nossa aqui eh junto com que trabalha trabalha muito com o com a Minuta, né, para nós Gaia Minuta aqui, que é a nossa versão, né, especializada do TJ. Então é uma liderança muito importante para nós aqui Na área de inteligência artificial. Eh, estudioso, passa o dia testando ferramentas e tem contribuído muito aqui com a nosso comitê de a, então traz, vem paraa TI já uma prototipação. Então, assim, quase que dizendo assim, Antônio, como é que a gente bota isso para dentro, né? Como é que a gente bota isso para dentro da rede corporativa? Então, eh,
eu, eu abri uma nova linha de pesquisa aqui e isso obviamente tá no plano orçamentário, se reflete o nosso Planejamento, plano diretor também. de de como a gente vai eh potencializar o negócio, as áreas jurisdicionais com vibe coding, né, que é esse desenvolvimento de prototipação de, mas tentando torná-lo, né, uma tornar ferramentas corporativas, o que para TI é bom, né, porque sabe aquelas horas de analista que a gente gasta com as fábricas de software que custa caríssimo, né? Então, um analista de requisito que vai lá conversar com o Desembargador para entender o projeto, entender o
negócio, fazer plano de requisitos, hoje vem tudo pronto, né? Então assim, por um lado vai ser bom porque nós vamos gastar menos eh horas de analistas nossas do pessoal da casa e dos contratos, né? Eh, e nós estamos aqui renovando nossas fábricas, né? Estamos em época de começar a fazer renovação, licitação de fábricas de software. Temos quatro fábricas de softwares aqui. Uma delas tá em Licitação nesse momento, né? disputa. Então, eh, e isso começa a nos levar numa ótica de que se o pessoal de fora tá tá revisando a sua forma de prototipação com o
IA, o nosso modelo de desenvolvimento de sistema, nossa MDS, nossa metodologia também nós estamos revisando, já abrimos essa frente, porque o nosso pessoal técnico também tem que começar a desenvolver com o IA. Eu brinco com o pessoal interno aqui, pícolo aqui o seguinte, vai ser proibido Fazer ter ter documentação nos contratos de fábrica de software sem IA, né? A documentação é uma coisa de software é uma coisa que a IA já faz, pode fazer automaticamente. Então, na esteira de desenvolvimento, eu vou proibir o pessoal nos próximos contratos a a ter o aquele papel de documentador
que sempre tem um papel de nos contratos de quem faz a documentação e até horas gastas para fazer documentação de sistemas, né? Vai ser proibido, tem que ser feito por IA. Então é uma provocação que eu faço pro meu pessoal interno aqui para que a gente repense o processo de desenvolvimento de software também com as ferramentas de A. E tem vários estudos do Gartner sobre isso que mostram em cada fase do ciclo de engenharia de software onde as ferramentas e quais ferramentas podem ser usados. Então temos esse ponto aí também como um desafio eh de
inovação aí na área de contratações, né? >> É maravilha. Muito bom, Antônio. Eh, adorei essa essa eh triangulação com um desembargador que é de tecnologia, outro que é da inovação e te ajudando. Na verdade, ah, eu eu falei ontem num evento de eh líderes de tecnologia pro pro sistema S e que é muito você vai ver desafio de tecnologia, ele é ele é muito próximo, né? E aí a gente tava nesse papel exatamente desse dessa nova missão do CEO, que é seu evangelizador de a não pode mais colocar objeção, não. Desembarg ter preconceito, não, foi
feito para um desembargador. Pera aí, eu tenho que levar pro meu time antes, eu tenho que levar para de tecnologia. Tu tem que fazer essa construção para que eles sintam, se sintam valorizados, etc. Ao mesmo tempo, tu vai ter, tu vai ganhar desempenho, tu vai ganhar agilidade com a área de negócio se envolvendo e ajudando. Tem que ser parceiro mesmo. Acho que esse esse é um novo momento da do do CEO, aliás, que é Ser evangelizador de Iá dentro da organização. [roncando] Eu queria até complementar, Antônio, sobre isso, que a gente também tá num processo
aqui, foi criado um grupo de trabalho de todas as unidades administrativas, das demais secretarias, eh, com algumas pessoas exatamente pensando nisso, que tem um conhecimento um pouco maior de tecnologia e dentro do seu do seu negócio consegue desenvolver através de ferramentas de IA algumas Aplicações que vão ajudar no dia a dia. E aí tem gente nota nesse grupo, na verdade, só para orientar e depois de consolidada a ideia de ter essa aplicação, trazer ela para dentro da nossa infraestrutura, dando segurança e disponibilizando pro resto do tribunal. Então hoje já existe uma portaria que criou esse
grupo de trabalho. Foi uma ideia até que surgiu, nem surgiu dentro da TI, foi uma ideia do nosso secretário de finanças, acho que o Piccolo conhece, O Miguel Santos. Então, é um cara que abriu muitas portas quando ele chegou na na Secretaria de Finanças, porque ele tem uma uma visão bem legal de e é um entusiasta da área de tecnologia. Então, é um parceiro que eu tenho aqui pra gente poder desenvolver essas ideias e trazer inovação. Então, a gente tá recebendo muitas ideias já quase prontas das áreas de negócio. Eh, ele mesmo entregou agora um
fluxo todo de de área, né, de diárias E passagens, que era um calo para ele fazer prestação de contas, etc. Então, a equipe dele lá desenvolveu com orientação nossa e agora a gente tá trazendo para dentro da nossa infra para institucionalizar a ferramenta. Mas é interessante essa ideia, ajuda muito porque a gente sabe que a gente tem todo um tribunal para sustentar, né? A gente tem sistemas judiciais que estão na ponta, eh, sistemas administrativos e às vezes a gente não Consegue pegar uma ferramenta que traz uma uma efetividade na ponta para colocar dentro do nosso
da nossa esteira. E com essas ferramentas de ou no code, com IA, auxilia muito a gente já receber esses essas inovações e implementar a nível de tribunal. Ic, eu queria eu queria pegar um gancho também e dizer um pouco aqui do que a gente vem trazendo dentro desse desse desse arcabolso do do Antônio. a gente aqui no tribunal a >> a gente vem trazendo, tentando eh eh democratizar esse uso de como de como as pessoas podem desenvolver justamente para que diminua, desonere o nosso time, time de levantamento de requisitos, como o Antônio falou, como o
Diego bem colocou, para que a gente possa dar uma vazão melhor naqueles pequenos problemas eh gerenciais de de processo dentro da da respectiva unidade. a gente vem trazendo, tendo uma cooperação junto com a escola e junto com com o laboratório De inovação, no laboratório trazendo ali toda a parte design, aquelas aquela aquelas metodologias ali que ajuda a gente identificar o problema. E com a escola a gente já traz um outro lado já de capacitação, não utilizando muito a a TI, né, deixando a TI mais responsável ali pelo desenvolvimento daquelas pequenas ferramentas e e e norteamento
do que boas práticas de como eles devem fazer. Então aqui a gente vem unindo forças eh eh a gestão, né, presidência, A a a TI junto com escola e laboratório de inovação, trazendo esses três esse esses três núcleos de gestão aí para para que a gente possa fortalecer a disseminação dessa dessas ferramentas e obviamente trazendo ali o uso ético, enfim, todo aquele aquele aquelas aquelas coisas que a gente já sabe que não pode mandar para fora, enfim. até o pessoal entender como tudo isso funciona, a gente demora um Pouquinho ali para para democratizar, mas vai
eh tá saindo coisas legais. >> Eu também queria fazer um pequena parte aí nessa nesse tema que o Antônio troue que eu achei bem interessante, que é desenvolvimento de software. Essa lógica, ela tá mudando muito rapidamente, né? Eu achei interessante porque eu tava exatamente discutindo com o meu time esse tema ontem, Antônio. E calma que vai piorar, viu? Assim, você tá recebendo por enquanto o protótipo, Né, a especificação, você vai receber o código fonte para fazer deploy, viu? [risadas] Em pouquíssimo tempo os usuários vão chegar com código font diz: "Entônio, tá aqui a aplicação pronta,
faça, coloque na infraestrutura". Então isso tá no ritmo muito acelerado, né? Eh, a gente tá tentando eh entrar nessa onda também aqui no tribunal. Então, eu já tenho muitos integrantes aqui do time já utilizando essas soluções, né? E e a Gente já percebe o aumento de produtividade, tes que você passava, que um desenvolvedor passava uma, duas semanas para trazer, eles estão desenvolvendo em um, dois dias, né? Assim, isso tá acelerando, isso vai mudar a lógica de contratação das fábricas de software, né? esse modelo hoje, talvez aí rígido de ponto de função, isso vai ter talvez
que ser um pouco repensado. Não sei ainda como é que eh vai se chegar nesse nesse modelo, Mas eu acho que em pouquíssimo tempo a gente vai estar mudando essa loja como a gente vem contratando as fábricas de software, né? Mas eh esse é um tema relevante. Eu acho que a a os tribunais têm que trazer essas soluções, discutir e e se integrar, porque a lógica de desenvolvimento de software, ela vai mudar muito rapidamente, né? O nosso desenvolvedor que antes gastava muito tempo codificando, ele agora gasta mais tempo especificando, estruturando a Lógica ali para passar
paraa inteligência artificial para que ela escreva rapidamente ali aquela lógica, ah, eu tenho um desenvolvedor PHP, um desenvolvedor Java, um desenvolvedor Flutter, isso vai acabar. Na verdade, você precisa ter alguém que consiga eh entender a arquitetura, especificar bem, né, no no modelo ali que a inteligência artificial consiga absorver e e não alucine tanto, né, não j não gere código eh sem muita lógica. E eh isso tá Mudando. Daqui a pouco a gente não vai nem precisar ter pessoas formadas em tecnologia eh desenvolvendo sistemas aí. Então, eh eh isso é algo que eu acho que ainda
em 2026 a gente vai chegar no até o final do ano aí eh num panorama bem diferente do que a gente já tem agora, >> Daniel. E, e vou trazer um ponto bem legal que a gente veio identificando aqui no no tribunal, mas levando um pouco para do que o CNJ nos exige. É uma ramificação de tecnologias dentro da PDPJ ali. E às vezes para um colega desenvolvedor que às vezes ele tem uma visão de desenvolvimento para ele entender aquela parte negocial, por exemplo, de um degên, do homicídio, enfim, dessas ferramentas que o CNJ nos
exige que a gente tenha sincronismo e tenha tenha implementado dentro do tribunal. é meio difícil. Então, o que que alguns colegas têm feito? perguntar de fato para Iá como poderia ser uma melhor prática, uma melhor um melhor Desenvolvimento para conectar essa API, enfim, fazer aquilo que que que a ferramenta exige. Então, até eh nessa parte negocial entre os tribunais e o CNJ, a gente tá utilizando eh isso aqui tem facilitado bastante a a a compreensão pelos desenvolvedores de como desenvolver um um um uma eh um API, uma uma boa prática ali para pra conectividade nesse
serviço. Muito bem, passou voando, a gente já tá no na rodada final aí, só uma mensagem Final mesmo, que eu quero ser pontual, porque eu sei que todos vocês tem compromissos aí, mas foi sensacional. Eu já resumi aqui, já fiz uma série de anotações de temas que vocês trouxeram para inclusive contribuir com um encontro que vai ter o da justiça estadual em São Paulo de 6 a 8 de Maivas. Eu vou fazer uma rodada final aí, começando pelo Antônio, só paraa gente fechar esse nosso bate-papo. >> Então, Picol, te agradecer sempre a Parceria, o convite
aí, é, gente, sempre é um prazer, né, tá participando das tuas lives aí, dos eventos, né, eh, nos tu provoca fazer reflexões aí, né, muito importantes e também a gente se tá sempre se conectando também, que às vezes no dia a dia não dá tempo de de parar para conversar com os colegas. Então, é um momento que a gente também acaba escutando as ideias dos colegas aí, o que contribui sempre, né? Eu também concordo muito com os colegas aí Nessa parte de desenvolvimento de software. Vai mudar tudo, né? Aquelas métricas de ponto de função, HST,
isso aí vai mudar tudo. A IA vai fazer uma disrupção para dentro da TI também, né? Cada vez, cada vez mais. Eh, mas também tá rápido pro lado do negócio. Então essa é uma reflexão que fica hoje pra gente aqui dentro dessa dessa formatação de entre balanço entre inovação e contratações e orçamentário, né? A gente, as lideranças de tecnologia tem Que conviver com isso e tocar paraa frente e tá se adaptando, né, eh, rapidamente aí a esse novo cenário. Então, muito obrigado aí também aos colegas que participaram, foi um prazer. Tá bem? Valeu, Antônio. É
isso aí. A conexão da tecnologia com a inovação e hoje a inovação muito alicerçada pela IA sendo muito acelerada também, né? Não só tecnologia, mas as inovação acontecendo em tempo real praticamente. Daniel, >> Picol, também agradecer. Eu eu sou um defensor desse tema eh que você conduz de forma muito eficiente no Brasil, que é integrar a o judiciário, integrar as áreas de tecnologia. Eh, eu eu sempre falo que se a gente parar um pouco aqui perguntar os projetos de Diego, de Antônio, de Gabriel e e os meus, esses projetos são muito próximos, né, e tá
todo mundo desenvolvendo um pouco às vezes do mesmo. Então, essa essa integração, essa possibilidade de a Gente eh eh juntar os tribunais, conversar, desenvolver parcerias, eh ela é muito importante. Penso que é um caminho até para que a gente consiga potencializar nossos orçamentos. Então, eh eh lhe agradeço por essa oportunidade de tá aqui hoje falando com os colegas aqui, estão nos escutando e e vamos pro Enasque, né? Vamos reunir lá e falar de tecnologia. >> Valeu, Daniel. Obrigado, Diego. >> Oi. Agradecer também, né, Picol pela Ideia esse momento até pra gente poder no meio das
nossas demandas de áreas poder conversar um pouco com os colegas que estão na mesma luta que a gente, né? e sempre registrar, né, que investir em ITI não é simplesmente comprar tecnologia, né, eh, a gente sempre tentar proteger e garantir a a prestação jurisdicional com uma capacidade maior de entrega, né? Então, foi muito bom ter essa conversa. Eh, vê Que a gente, como o Gabriel falou, a gente tá aqui na região norte, a gente tem algumas dificuldades um pouco diferentes, né? eh do resto do Brasil, principalmente quando a gente fala em infraestrutura. Mas é muito
bom poder trocar essa ideia e ver que tá todo mundo no mesmo barco, eh com as com as mesmas dificuldades, todo mundo remando junto para tentar superá-las uma a uma, né? Então só queria agradecer a todos, eh, desejar um Bom dia e um bom feriado que vai chegar aí e uma boa semana que vai entrar. >> Valeu. Obrigado, Gabriel, pra gente fechar a nossa live. Microfone acho que tá fechado, Gabriel. >> Opa. Eh, então, Picol, só agradecer mais uma vez sua parceria aí com o Tribunal de Justiça. Já tem algum tempo que você é nosso
parceiro e agora mais do que nunca aí estreitando essa essa essa parceria de fato, né? Você o Picol estará aqui em Roraima no próximo dia 21. Então, seja bem-vindo, Picol. Se você não vai pegar um clima tão quente, mas mais a menos um pouquinho, mas os 32º você vai pegar ainda, tá? >> É, [risadas] tá bom. >> Mas é isso e aos demais colegas que a gente possa eh continuar nessa nessa rede colaborativa de de de esc eh eh um escutar o outro e ver essas necessidades e tentar chegar no bem comum aí para o
que o que é o nosso objetivo, oferecer o melhor para o para o jurisdicionado, né? [roncando] e agradecer também ao ao perguntas, os os colegas que estão no chat ali, eu tô lendo algumas perguntas e e algumas perguntas são bem bem relevantes para que a gente pense melhor nesse cenário que a gente tá passando. E no mais é isso, Picoli. Tô à disposição para dos colegas no grupo de Cos que precisarem ali. Tô sempre à disposição, Picoli, tô à disposição para as próximas lives que você trouxer outros assuntos também a Gente pode entrar para discutir
com nossa equipe técnica ou eu mesmo. Enfim, mais obrigado. Obrigado mais uma vez e bom final de semana a todos. >> Valeu. Obrigado, Gabriel. Bem lembrado, né? As perguntas eh a gente não tratou especificamente, mas a pauta rodou aqui. Então, obrigado ao Alex, ao Fred, ao Thiago, ao Jaíson, Antônia, enfim, a gente poderia ficar manhã inteira aqui porque cada um desses assuntos tem uma série de desdobramentos. Mas eu gostaria De mais uma vez agradecer, parabenizar pelo trabalho de vocês. Já fica o convite aí, ô leitão, já passa o convite do CFO Fórum da Justiça pro
teu diretor financeiro. Vou te mandar depois para encaminhar para ele. Interessante >> que vai ser um evento. >> Me manda me manda também, Picoli, por favor, para eu mandar para pro pessoal do >> E, aliás, tem no dia 28 é do CFO e no dia 27 é dos líderes de RH. E a o teu Pessoal aí do do TJRS já tá confirmado lá, Antônio. Nem sei se tá sabendo disso. Pessoal, liderança de RH vai estar com a gente lá dia 27 de abril em São Paulo. >> Tá, eu na verdade eu desconhecia pico que tinha
um evento de RH e que bom que o nosso pessoal tá engajado contigo. Vou vou procurar eles agora depois. Já comentar. >> Vai ter vai ter pessoal do TJ terrestre tá confirmado lá. >> Ah, que bacana. Obrigado. >> Valeu, gente. Obrigado. Bom dia. Um abraço. >> Bom dia. Abraço. >> Valeu, pessoal. Bom dia, bom trabalho para não há como se prescindir, ter a sensibilidade [música] do magistrado, de usar a tecnologia >> como meio para poder melhorar as nossas decisões. que nós estamos aqui [música] para Aprender efetivamente o que temos aí para enfrentar pela frente. >>
A gente tá aqui comemorando a 12ª edição com muita alegria porque o evento é a maior das edições já realizadas. Tecnologia é uma política central, não é mais uma política acessória do judiciário, >> porque hoje ela está inerente a tudo, a todas as atividades. >> Cada vez mais a área de negócio tem participado desses eventos de Tecnologia, o que atesta a necessidade de aproximação entre essas áreas. Tendo esse [música] direcionamento, tendo esses insites que muitas vezes a gente não tinha, né, já dão uma visão muito melhor pra gente de qual é o caminho que a
gente tem que seguir. [música] É o lugar onde eu estraio, onde eu resolvo um monte de coisa da vida pensando, além de fazer uma atividade física espetacular, né? >> A gente que sempre trabalha muito, sentado, né? trabalha muito com a cabeça, precisa também exercitar o Enasque trouxe essa grande oportunidade para que os tribunais, [música] as áreas administrativas, tecnologia e judicial possam se encontrar, se conhecer e discutir soluções para os seus problemas. A gente precisa desenvolver o humano, letramento humano, para que a tecnologia possa potencializar as nossas capacidades, que Só assim a gente vai ressignificar [música]
e renovar o poder judiciário nacional.