Cinco pensamentos históricos que te salvam naqueles dias mais difíceis. Esse é o tema do podcast de hoje. Roda [Música] vinheta. A vida na média ela sufoca. Eu recusei ela. E esse é o podcast Sai da Média, onde eu te ensino a fazer exatamente o mesmo. Eu sou Jerônimo Temer, coach profissional há mais de 12 anos. Essa é Patti Araújo, especialista em eventos de alta conversão e o podcast da média está de casa nova. Casa nova não combinamos, né? Eu falei casa, você falou cara, eu falei cara e na verdade roupa nova. Nem casa nem casa
é a mesma. A casa é a mesma. A cara é a mesma, mas a o ambiente é novo. Então vê aí, Five, dá opinião pra gente, vê se você curtiu. É um podcast de roupa nova, foi você falou de roupa nova. Roupa Nova era uma banda sua época, hein, Patis Araújo. Canta a música do Roupa Nova aí na casa nova. Baixão não dá certo. Não há porque reclamar, eu não me permito sonhar. Acreditar. Já pensou se eu esqueci de gravar e perdesse isso? Sensacional, minha linda. E hoje a gente vai falar de um tema. Ah,
deixa eu primeiro fazer um agradecimento. Queria agradecer você, João Mena. O João Mena deu vários insightes. Eu diria que tem um mais do que um dedo do João Mena nessa nesse projeto novo aqui. João, parabéns. Especial do João Mena. Você é talentoso, muito bom, muito fora da média, genial. Obrigado pelas suas dicas e por tudo que você nos ajudou a mudar esse cenário aqui. Parabéns pelo seu trabalho, pela sua arte. Obrigado por isso. Muito verdade. Antes de começar, eu tenho mais uma coisa a dizer, tá? A roupa é nova, o meu cabelo está diferente, mas
não se acostume porque uma chuveirada muda tudo. Eu volto ao normal. Isso aqui é só pr de vez em quando. É só pro dia da roupa nova. Quando a paixão não dá F, olha só, esse podcast ele é sério e não é só para quando você tiver num dia difícil. Na verdade, isso é um rei se você tiver num diafícil, inquestionavelmente você precisa assistir ele até o final, ouvir já salvar para ouvir de novo quando você tiver no dia difícil. Mas mais do que isso, ele é uma arma, uma ferramenta para você poder usar nos
dias que acontecerem de ser dias difíceis, porque eu posso lhe garantir que você terá dias, já teve e terá novamente várias vezes. E um dia difícil, às vezes ele pega a gente de calça curta, né, Pat? Pega a gente de repente a gente acorda e do nada tá tudo bem, acordou tudo bem, parecia um dia normal e aí você vai no armário, a roupa que você queria não tava limpa. A roupa que você botou, pensou numa roupa para uma reunião que você ia ter e ela não ficou legal. As pequenas vão dando errado, vão te
consumindo, né? O pneu fura. Isso. É o pneu fura do carro. O Uber cancela três vezes a corrida. Você, você tá ali esperando o Uber, cancelou a primeira, não tá tudo bem. Tem horário, seu dia numa reunião, tem horário. Aí pede a segunda Uber, o Uber cancela de novo. Você fala: "Meu Deus, agora já não sei se vai dar mais tempo. Terceiro cancela, já tá louco, né? E o dia já começa a ficar difícil. A escola que liga dizendo que teu filho, tua filha, sei lá, machucou, tá com febre, tem que buscar na escola. Ou
você acorda e fala: "Vai dar um beijo no teu filho, ele tá com febre, você tem que mudar o rumo do seu dia." Quando você já acorda mais num buraco negro, tem dia que você já acorda no fundo do poço, às vezes dormiu mal e aí dia ruim, enfim, Fábio, você terá dias difíceis. E eu preparei cinco pensamentos históicos que sendo muito transparente, Pat, isso foi uma aula que eu dei dentro da comunidade no comando e ela foi tão boa, as pessoas ficaram tão gratas. acesso. Vai ter acesso. Claro. Lá dentro eu guio eles por
exercícios, por dinâmica, por tarefas para eles fazerem a partir disso. Mas você vai ter acesso ao conteúdo, exato conteúdo que eu entreguei. Não é toda hora, F. Aliás, acho que é a única vez que eu trouxe uma aula quase que completa da CNC para cá, né? Mas então é uma aula praticamente completa que tem dentro da comunidade no comando. É isso que a gente vai falar agora. Vamos começar a falar disso, Pat. Vamos. Qual que é a primeira? Você vai trazer cinco pensamentos. É isso. Cinco pensamentos. Mas eu primeiro preciso falar. Você já sabe, o
Five já sabe quem é o meu maior mentor. Eu escolhi ter um mentor espiritual e material para essa vida, né? Então tudo, toda vez que eu vou tomar uma decisão, toda vez que eu quero pensar se o caminho que eu tô fazendo é certo, eu me pergunto assim: "O que que o meu mentor me diria, né?" Então, porque eu acho que esse é o pensamento, né? Então, por exemplo, quando um coach quer viver de coaching, ele me pergunta: "Jerônimo, eu sou o mentor dele para ele viver de coach, para ele fazer uma transição de carreira
ou para ter uma segunda renda?" Então ele chega até mim e fala assim: "Jerônimo, o que eu deveria estar fazendo agora?" Ou ele vira para mim e diz assim: "Jerônimo, isso que eu estou fazendo tá certo ou tá errado?" Porque eu sou mentor dele. A situação X, o que que eu queria? Para ele fazer uma transição de carreira, para ele virar um coach profissional. Então eu sou mentor dele para aquilo. Então eu tenho um mentor, tá fácil de ver, não sei se vai, a câmera vai mostrar daqui, vai, né? Aqui, Luquinha, mostra aqui, ó. Eu
tenho o meu maior mentor, né? Eu sei que eu não vim ao mundo a passeio, tanto sei que tá tatuado no meu braço, tá tatuado no braço da Pat. E esse meu maior mentor, ele fala uma coisa, Pat, ele fala assim, ó. É engraçado que as pessoas, e eu e ele não é o meu mentor religioso, ele é o meu mentor de vida espiritual e material. E ele fala assim: "Neste mundo terão aflições, mas tem um bom ânimo, eu venci o mundo". Então, o que eu acho interessante dessa frase é que eh as pessoas às
vezes vão paraa igreja para buscar se livrar das suas aflições. Só que Jesus já preparou, irmão, filho, eu já te disse, vai ter aflição, você vai ter aflição. Então, o nosso ponto não é sobre ter ou não ter aflição. O nosso ponto é como eu lido com a aflição no dia que eu tiver. E é engraçado que Jesus fala assim: "Eu quero que você tenha bom ânimo diante da sua aflição". E o mais louco é que quando eu tenho bom ânimo, a aflição fica pequenininha. Fica. Cara, como ajuda quando você tem o caminho, a força,
o caminho, né? Porque às vezes você não enxerga o caminho de como que eu vou ter bom ânimo num dia desse, meu Deus, que eu tô completamente sequestrada, a minha emoção tá completamente sequestrada. E aí quando eu consigo ter o o ânimo, o bom ânimo já é também a cura daquele daquele daquela aflição. Porque quando você tem aflição, quando você ri da sua própria desgraça, né? E óbvio, quando eu falo desgraça, tô falando de uma desgraça, eh, a roupa que não ficou boa, o pneu que furou, fala: "Meu Deus, pneu furou, né? Ou o seu
time de futebol perdeu e você tá sendo zoado". Então, assim, esse é o ponto. E aí eu trouxe esse a comida queimou. Cara, sabe o que já aconteceu comigo uma vez? O que que aconteceu contigo uma vez? Quando eu era designer no passado, eu trabalhava em agência, né? trabalhava numa agência. E aí uma vez eu criei toda uma papelaria nova de uma empresa e a papelaria foi chegando na agência. Cara, é pilhas e mais pilhas assim, tipo assim, explica pro F o que que é papelaria, parte só para cara o o a papelaria corporativa, então
a logo nova, envelope, envelope pequeno, envelope grande, envelope médio, o papel timbrado, tudo aquilo, cartão, né? Aí foi chegando aquele sei lá quantos mil envelopes pequenos, não sei quantos mil envelopes grandes, não sei quantos mil, não sei quê. Cartão de visita. Cara, quando eu fui olhar o endereço estava errado. Não, para, para, para, para. Quem botou o endereço errado? Patrícia Araújo. Cara, eu precisaria desse podcast nesse dia, porque a vontade de sumir foi grande. Foi grande. Então, se esse dia estivesse lá, você ouviria o podcast Sai da Média. E os cinco pensamentos que eu trouxe,
Five, é importante que você entenda isso. Os cinco pensamentos não é para você não ter dias difíceis, você vai ter, é para você ter o bom ânimo nesse dia difícil. Então, para eu entrar aqui no primeiro pensamento histórico, eu quero que você lembre as três regras. O podcast tá de roupa nova, mas as regras são as mesmas. Primeira, se você chegou até aqui, você tem que ter curtido o podcast. Ai, se eu não gostar, Jerônimo, você discurte no final. Discurte no final, né? Ah, mas eu tô no Spotify. Então segue segue o o podcast. Dá
cinco estrelas no iTunes da Apple. Onde você tiver vendo, ouvindo, age, dê uma reação positiva. E se no final não gostar, ah, então eu vou fazer o seguinte, primeiro eu vou dar negativa, se eu gostar, eu mudo. Não, porque aí você tá fazendo merda com a tua vida, porque do jeito que você faz uma coisa, você faz todas. De Harvecker fala isso. Então, se você vai primeiro olhar o negativo, a tua vida vai ser assim. Você vai passar a vida olhando pro negativo. Passe a vida olhando pro positivo. Então, curte e avança. Segunda regra, toda
frase que você ouvir, que chama a tua atenção, você vai colocar nos comentários. Talvez essa já seja a primeira, né? Do jeito que você faz uma coisa, você faz todas, né? Quando um um profissional vem fazer uma uma orçamento aqui em casa, ele já chega atrasado com um monte de desculpinha, eu e a Pat a gente já fala pra gente do jeito que ele faz uma coisa, ele faz todas. E aí batata quando a gente peita, insiste, a obra atrasa ou a entrega atrasa. Do jeito que ele faz uma coisa, ele faz todas, né? E
a então, segunda regra é ouvir uma frase e bota embaixo. E a terceira regra, você vai escolher uma única pessoa, Five, para enviar esse podcast para alguém. Só uma. E sabe o que que é lindo, Five? Eu dei um treinamento algumas semanas atrás chamado destrave o Code, que existe em você, segunda edição. Daqui a pouco vai ter a terceira, não tá aberto ainda. Segunda edição. E olha que lindo, p gente que eu chamava. Então vamos lá, fulano. Quem quer falar comigo? Fulano? Abre aí o microfone e fala comigo, porque é ali, é um treinamento de
verdade ali com gente trocando. E aí ele fala assim: "Jerônimo, quem? Eu conheci você pelo fulano que Olha, ficou até recado falando. Conheço você pelo fulano que mandou o seu podcast para mim. Olha, a pessoa escolheu alguém para mandar e mudou a vida dela, cara. Então não sou eu, Fábio, nem a Pat somos nós. Eu amo isso. Eu outro dia tava no stories, eu não vou lembrar o nome dele, mas ele disse: "Cara, eu virei five por causa do Diogo." Mostrou o Diogo nos stories. Eh, você é o five mais brabo que tem. Uma coisa
assim que ele colocou, né? Você o coach mais brab. Incrível. É incrível. Então vamos pra primeira. A primeira. Quem é Five de carteirinha já ouviu essa história e eu vou contar de novo e você vai ouvir de novo. Five, eu lembro que e eu tava esse é o primeiro pensamento histórico para você lidar com dias difíceis. Era uma noite, eu tava assistindo um vídeo no YouTube, né? Vamos, vou simular aqui, pegar o seu celular aqui, pá. Tava à noite assistindo um vídeo no YouTube e eu vi, ó, um vídeo quem gravou foi o meu mentor,
um dos meus mentores físicos da jornada. Falei: "Uau, o título é igual o meu, será que ele vai falar de mim?" E aí eu percebi que o vídeo dele era depois do meu e como você sempre fala, né, Pat? Eu tava desarmado vendo aquele vídeo. Aí eu tava assistindo, eu falei: "Caramba, bicho, ele tá falando de mim". E daqui a pouco lá pelo minuto 3, 4, c ele começa a me atacar, me ridicularizar. falar mal de mim. Foi tão pesado para mim aquilo que eu vomitei naquela noite. Eu vomitei. E é engraçado que meus alunos
falou assim: "Pô, conta pra gente quem é". Eu falei: "Não vou contar, cara, porque esse cara foi luz para mim". Só que quando a gente só existe sombra se tiver luz. Só que quando você cresceu, a sombra, ele foi atingido pela sombra, né? Quando eu cresci, passei, cresci mais do que ele, tecnicamente falando, a minha a o a luz a minha luz fez sombra nele, ou a luz dele próprio fez sombra nele. E aí ele acabou permitindo que a sombra dele vencesse, quando na verdade eu tenho orgulho de ser mentorado dele e ele talvez pudesse
ter tido orgulho de ter sido aluno dele, não fui mentorado dele, fui aluno dele e ele poderia ter orgulho dos alunos, assim como eu tenho dos meus alunos que cresceram mais do que eu ou estão crescendo mais do que eu pelo mundo, né? Então, voltando aqui um pouquinho, essa história, ela ela a, mas eu não passei por isso, mas tem a demissão na época de crise, a na pandemia, falou: "Caraca bicho, muita gente perdeu emprego na pandemia". E essa primeira frase ela de Marco Aurélio. Marco Aurélio é um dos três nomes históricos mais famosos. Ele
foi imperador de Roma e ele fala assim: "Você tem poder sobre sua mente, não sobre eventos externos". O que que isso quer dizer, Five? Quer dizer assim, ó. Tudo que acontece na vida é neutro. Meus alunos sabem bem disso. Como assim é neutro, Jônimo, eu vou no, eu vou no exemplo extremo, tá Pat? Uma coisa que eu espero que a gente nunca passe na vida e que você não passe, F. Mas muitas pessoas já tiveram que passar por essa dura. A pessoa perdeu um filho atropelado por uma pessoa bêbada. Nossa senhora. É a dor mais
extrema. Algumas pessoas vão sucumbir, as famílias vão se destruir e elas vão ter se sucumbir ao problema, a esse problema. Outras vão criar uma uma ONG, uma instituição que combate o alcoolismo no trânsito para que nenhuma outra pessoa possa passar por isso. Não é que a pessoa que sucumbiu é fraca, de jeito nenhum, mas olha como o episódio é neutro. A forma como a minha mente interpreta aquele episódio é a forma como eu vou reagir aquilo. E eu não tenho como, agora vamos para umas coisas mais simples do dia a dia. Eu não tenho comando
sobre o meu chefe me demitir. Não tenho comando sobre eventos externos. Eu tenho comando sobre a minha mente. Eu tenho comando sobre o que eu posso fazer. Eu não tenho comando se o pneu vai furar. Eu não tenho comando. Se eu vou no restaurante, a minha comida vai ser a última a chegar queimada e eu vou, né? Enfim, se vai chover, se eu vou, minha rua vai alargar. vai me demitir, se a minha mulher vai me largar, se eu eu não tenho comando sobre isso, vão falar mal de mim, não tenho comando sobre isso, mas
a única coisa que eu tenho poder sobre é a minha mente. E quando eu não comando a minha mente, eu sou comandado por ela. Quando eu não comando, eu permito que os eventos externtos me atinjam profundamente. Pensa que isso aqui é o problema. Imagina, algumas pessoas pensam assim: "Ai, meu pneu furou, meu chefe vai me demitir e se eu perder meu emprego?" Mas do jeito correto, quando você tem poder sobre sua mente, é assim, ó. pneu furou. Pode ser que eu perca o emprego. Realmente vem um momento difícil por aí. Olha a diferença. Até falando,
é até o jeito como você pensa a a sua fala, a entonação, né? Você entende o tamanho do problema com a sua entonação que vem com seu entendimento sobre aquilo, né? É isso. É como se eu dissesse assim: "Os problemas têm o exato poder que eu dou a eles". Então o problema pode ser isso aqui. Pneu furou. Ou ele pode ser assim: "Meu pneu furou hoje". Então eu só tenho poder sobre a minha mente. Então esse seu primeiro pensamento. Quando o dia ficar difícil a você não vai lutar struggle. Você não vai lutar contra o
problema, você vai aceitar o problema, dominar a sua mente. Bota ele na sua mão. Você pode até fazer esse exercício, Five, olha, pega uma tampa de caneta e olha para ele e fala assim: "Tô atrasado, cara. Esse mês tá mês mais difícil para vender." Eu fiz isso essa semana ou semana passada, não lembro, mas esse exato exercício que você me ensinou, né? de parece quando você tá vivendo o problema, ele tá ao redor de você, ele tá sobre você, ele tá em todos os lugares. E aí eu fiz esse exato exercício, né, de imaginar que
ele tá na minha mão, cara, imediatamente ele ficou menor. É uma maneira física de você guiar a sua mente, que é uma coisa que você não consegue tocar, né? É isso. Eu diria Five, se você já lembrou de a qualquer momento que você lembrar de alguém que precise ouvir isso, pega esse podcast, encaminha para uma única pessoa, tá bom? E ela vai amar, porque ela vai chegar aqui, ela falar assim: "Nossa, ele me escolheu". E hoje, como eu tô de cabelo liso, eu vou dizer: "Obedeça, obedeça." Entendedores entenderão que a Pat às vezes fala: "Manda
para uns três, ela quer desobedecer a regra". Vamos pra segunda, Pat. Vamos pra segunda. A segunda tem muita relação com a frase de para-choque de caminhão, mas ela é uma frase de para-choque de caminão verdadeira, né? Que ela ela é um desdobramento da primeira, porque os cinco pensamentos eles são uma construção, não são isolados, eles são uma construção, se completam, né? Então o segundo fala que a dor ela existe, mas o sofrimento ele é opcional. Então ela é meio de frase de para-choque de caminhão, mas ela bate com que Epíteto diz que não são as
coisas que nos perturbam, mas sim nossa opinião sobre elas. Então, conecta com a primeira. Veja, todo fato é neutro. O fato não me perturba. O que me perturba é minha opinião sobre aquele fato. O que me perturba não é o fulano ser de direita ou de esquerda. O que me me perturba é a minha opinião sobre o fulano ser de direita ou de esquerda. Quando meus alunos vão se desenvolvendo, quando eles se tornam coach profissionais ou ou simplesmente fazem coach para se desenvolver, o que que eles começam a entender sobre isso? que o que eu
vejo eu crio. Então eles têm a opção de começar a se perguntar assim, vou dar um exemplo, né, cara, quando meu filho me irrita, não, a pergunta é: o que em mim se irrita quando meu filho faz isso? O que em mim me deixa louco quando alguém diz que é de esquerda ou de direita? O que que em mim? Porque não é o fato que me perturba, é a minha interpretação do fato que me perturba. Isso é muito incrível, porque tá sempre na sua capacidade de se gerenciar, de compreender como que você vê as coisas,
como que você reage com as coisas, né? Não são as coisas, os fatos. É está em você. Tanto que um monge budista, ele vive no mesmo mundo que a gente. Ele consegue ter um nível de paz, não digo que ele é que seria total, não sei, né? Ele é humano, mas o monge já, né? Talvez por isso que a gente ouessa a frase assim, fulano parece que vive outro mundo, né? E talvez seja porque é o mundo que ele criou para ele. Beleza? E como eu uso na prática, porque assim, uma coisa é entender, né?
Não são as coisas que nos perturbam, mas nossa opinião sobre elas. E na prática, na prática você vai começar a ouvir uma expressão nova, Five, que ela se chama inteligência. O que que é uma inteligência? Inteligência não é novo, você vai entender já. O que que é uma inteligência? Chama inteligência criacional. Vamos facilitar. O que que O que que é uma inteligência? Inteligência é aquilo que eu posso aprender e repetir. Por exemplo, um mais um dois. Você aprendeu isso um dia, não aprendeu e você pode repetir. Então você adquiriu uma inteligência matemática. Então eu eu
tenho uma inteligência matemática. Eu sei que 1 + 1 são 2, 2 + 2 são 4, 10 x 10 são 100. Então, inteligência é algo que eu aprendo e repito e consigo repetir. Então, você se tornou inteligente matematicamente. Então, existe uma outra inteligência, por exemplo, que é a inteligência emocional. Então, eu aprendi sobre emoção e eu consigo repetir aquilo. Logo, é uma inteligência, não é um acaso. Eu tenho a inteligência emocional. Então, a gente vai começar a falar, você vai começar a ouvir um termo novo, F, chama inteligência criacional. O que que é inteligência criacional?
que é o que eu vejo, eu crio. Aconteceu um fato, ele é neutro, aquilo não tem poder de me perturbar. Mas a interpretação que eu dou para aquele fato, isso sim pode me perturbar. Só que eu posso escolher a forma que eu vou interpretar aquilo. Então, por exemplo, minha avó tinha 97 anos e ganhou um presente de Natal. Ela ganhou um chinelinho novo e quando ela foi dar o no dia do 24 a 25, ela ganhou o chinelinho. No dia 25 ela foi andar, o chinelinho dela novo prendeu no chão, né? Dobrou e ela caiu.
No que ela caiu, ela começou a gritar, ela tinha quebrado o fêmor nessa queda. E aí minha tia me liga, vem para cá. Eu fui, peguei minha avó, botei numa ambulância, levei para hospital de mãozinha dada com ela. Ela gritando de dor, olhando nos meus olhos, falando: "Nino, que é como minha família me chama, faz parar a dor." E aí o médico dando remédio para parar de doer, eu de mãozinha dada com ela e ela acabou desenvolvendo uma pneumonia ali dentro do hospital e ela ficou muito mal. E a gente fez uma viagem, eu tava
lá com ela quase sempre no CT, a gente fez uma viagem para Recife e eu e eu comecei a pensar assim, cara, se a minha avó morrer, como eu vou enxergar isso? Porque o que eu vejo eu crio, crio. O fato é minha avó morrer. Isso não me perturba, mas a interpretação que eu dou para isso me perturba. Então eu comecei a falar assim: "Se a minha avó morrer, ela vai ter se lib aquela energia da porque a minha avó tinha uma energia. Nossa, energia personalidade assim, presença, né? né? Aquela energia vai ter se libertado
de um corpo velho e adoecido que não comportava mais ela. Era um dia, eu tava lá na casa do seu pai em Recife e o sinal, por alguma razão, não tinha internet dentro de casa, era uma casa assim no campo, vamos dizer assim, e o meu celular só pegava fora da casa. Eu tinha que ir pra porta da casa para pegar. Você foi tomar banho e eu fui pra porta da casa procurar um sinal, pegou e tinha uma mensagem da minha tia em letras garrafais. dizia assim: "Nino, sua avó morreu". E aí eu v naquele
momento eu tenho um choque, eu vou andando para casa, para dentro da casa, bato na porta do seu banheiro e você pergunta: "Que que houve?" Eu bato mais intensamente. Que que houve? Que que houve? Aí eu começo a falar: "Minha avó". Aí eu falo: "Minha avó se libertou daquele corpo velho e adoecido que não comportava mais a energia dela." Então isso é inteligência criacional. Isso é ter a capacidade de escolher intencionalmente com Jerônimo. Acabou o sofrimento. Claro que não. Minha avó faleceu, mas para mim não foi um falecimento. Foi a minha avó se libertou daquele
corpo e doente que não comportava mais a jeito. Como você vê, você vai eh ter ações a partir dali, o teu sentir vai ser diferente, né? E tudo muda, tudo muda. E é por isso, inteligência criacional, é por isso que a nossa formação em coach se chama formação em coach. criacional, porque você vai aprender a a trabalhar em você e nos teus clientes, nas tuas equipes, sobre inteligência criacional, sobre ciclos da realidade. Então, Jônio, pô, eu queria saber mais sobre como me torno um coach formado pelo teu instituto. Vai ter um link aqui que você
pode gratuitamente solicitar que alguém do meu time te dê as informações que você precisa para você entender se coach é para você, para você entender se faz sentido, né? Quanto é o investimento, é muito menor do que a maioria das pessoas imagina, né? Um MBA aí fora é 15.000 1000, 20.000, né? Você não vai pagar 15.000, 20.000 para se formar como coach. Então, vale a pena. Clica no link, pede pro meu time e fala assim: "O Gerônimo falou para eu saber um pouco como que eu faço para saber um pouco mais da formação em coach
do IGT". Então, a segunda qual é? Não clica aí no link, acho que vale a pena, inclusive por essa razão, parar o podcast e lá começa uma conversa com o meu time. Tá aqui embaixo o link para você. Não são as coisas que nos perturbam, mas sim nossa opinião sobre elas. Quem falou isso foi Epíteto. Essa foi a segunda. Eu vou pra terceira agora. É incrível, né, cara, o estoicismo até nossa hoje, porque também ele tem mais de 2000 anos, né? Muito mais 2400 anos, mas ele é muito famoso. É tudo contemporâneo. Tudo contemporâneo. Tudo
contempor assim quando quando estuda Jesus, o cristianismo puro, que é o que eu pratico, tudo contemporâneo. Contemporâne porque nós seres humanos a gente não mudou muita coisa. Nesse mundo terão aflições. Estamos tendo aflições. Estamos. Jesus dizia que seu sim seja sim, que seu não seja não, né? Ou seja, não procrastine. Se falou fácil, impecabilidade da palavra. Vamos pro terceiro. Era um, era um domingo, eu tava saindo da igreja, eu, você, Carol e João. Você tava de mandado com João um pouquinho mais na frente, eu desmandado um pouquinho mais atrás com a Carol. E naquele dia
eu comecei a sentir um malestar no peito. Eu falei: "Cara, eu vou morrer. Eu vou morrer. Tô tendo um ataque cardíaco". Meu pai cardiopata. E eu falei: "Cara, eu vou morrer. Eu vou ter um troço aqui. Eu vou ter um ataque cardíaco". E e eu juro para você, eu não tinha medo de morrer. Eu tinha medo de morrer daquele jeito, medo de morrer de mão dada com a minha filha, sem ter tido sido sido tudo aquilo que eu nasci para ser. Eu sentia que eu vivia uma vida 30% do que eu poderia ser, 20% do
que eu poderia ser. E eu ia morrer com a minha filha sem ter sido tudo aquilo que eu poderia ser. Aquele foi o dia que eu decidi, cara, eu não. E eu acabei não morrendo. Eu tava tendo uma crise de ansiedade em pleno domingo e eu falei: "Cara, eu não morro desse jeito. Eu não morro desse jeito". Eh, vou pro meu maior mentor agora. Jesus, quando tava na cruz, prestes a morrer, uma das frases mais marcantes dele catalogada é: "Senhor, perdoa essas pessoas". Eles não sabem o que eles fazem. Então, mais uma vez me arrepiei
de novo. E o que que o estoicismo fala? Cênc. Agora, a adversidade revela o homem a si mesmo. Olha, a adversidade revela o homem. É no desafio e nas adversidades. São nas aflições que você tem, que a aflição revela você mesma, a você mesma, quem você é. E a pergunta que eu te faço hoje é: que homem, que mulher está sendo revelado na sua aflição? É um frouxo, é um reclamão? é um zé coitado, é um coitadinho, é uma vítima. O que que a adversidade está revelando para você mesmo ou para você mesma quando ela
se aparece na sua frente? Então, há 2000 anos atrás, sem internet, sem luz, sem nada, Cica já dizia, é a adversidade que revela o homem a si mesmo. É a adversidade que revela a pessoa quem ela é própria. Então, a minha pergunta para você hoje é: quem está se revelando na sua vida a você mesmo quando a adversidade aparece? É uma pessoa forte? É uma pessoa fiel? É uma pessoa corajosa? Ou é um Zé Ruela fraquejando diante da adversidade? Meu Deus, que frase, que reflexão, meu Deus. Então, para mim, Pat, essa é uma das mais
fortes. Então, entenda, olha como é que se constrói. Você tem poder sobre sua mente, não sobre os fatos externos. Segundo, não são as coisas que te perturbam, é aquilo que você dá de opinião sobre elas que te perturbam. E quando a diversidade surge, que homem, que mulher, como você se identifique, tá se revelando para você mesmo. Então, a gente precisa ter em mente que os dias difíceis eles não destróem. Eles nos mostram a nós mesmos quem nós somos. E a gente tem a possibilidade de ver, de enxergar e mudar, mudar, né? E mudar. E eu
posso falar assim, Jerônimo, você faz isso na tua vida? Com certeza absoluta. Tem dias que eu permito que a adversidade me mostre um fraco. Já não entendia que você é fraco. Com certeza. Aliás, deixa eu te falar isso com toda a força, né? Perfeição não existe no mundo material. Nós, seres humanos encarnados, perfeição não existe. Sabe aquele negócio de acordar às 4 da manhã, tomar um banho gelado, correr 20 km todos os dias e pá pá pá? Talvez tenha aí um pingadinho aqui, outro pingadinho ali, mas se você olhar de perto, sabe o que você
vai achar? Vários outros pontos que ele não tem de bom. Às vezes ele tem no corpo algo que quase ninguém tem, mas na família dele é tudo destruído. Então todos nós temos problemas. Todos nós passamos por adversidade, todos nós lutamos contra a nossa mediocridade, né? Todos nós lutamos para ter a guerra para recusar a nossa mediocridade, né? E é isso que eu quero te ajudar aqui, Five, aqui nesse podcast. Quando você se tornar coach, formado pela minha instituição, se um dia você entrar pra comunidade no comando, não importa. O meu objetivo maior é que você
recuse a mediocridade para ser tudo aquilo que você nasceu para ser. Não é para ser igual a mim, igual a Pat ou melhor ou pior do que eu, do que a Pat. É para ser aquilo que você nasceu para ser. é para deixar de ser 30%, se tornar 60, 70, 80. Você não tem noção da do poder que as pessoas têm em se tornar 80% não dos outros, mas do que elas próprias podem ser. Se as pessoas soubessem o poder que elas têm ao se tornar mais do que elas próprias já são, elasem aonde elas
podem chegar, elas estariam perdendo menos tempo na vida. Incrível. Você sabe que você perguntou isso em algum podcast recente e eu trouxe esses comentários. Então, o que que agora? Comentários do Five de roupa nova. E os comentários do Five dessa semana eu trouxe do Acabe com a preguiça e seja uma pessoa que faz, que foi o podcast 228. E nesse podcast a Giovana Lemos foi a curtida número um. Vamos, parabéns. Conseguiu e sem dar errado, viu? Sem ter controvérs foi a número um mesmo. Ninguém mais foi a Giovana, curtida número um. Ela conseguiu e ela
falou aqui, ó, acho que eu estou alcançando 60% do meu potencial. Eu sou 90% procrastinação e 10% preguiça. Incilível. Incrível não ser 90% procrastinação e 10% preguiça. Incrível que você começou a entender que você é isso e começou a entender. Eu vou repetir para vocês. Você não precisa ser igual a mim, igual a Patti, igual o cara da internet, igual o fortão que acorda às 4 da manhã, entra aí na pesa. Não, você não precisa ser nada disso. Você só precisa ser 100, 80% do que você nasceu para ser. Tua vida vai explodir em todas
as áreas dela. É isso. E a Adriana Tribel falou aqui: "Adorei o final. Compre um gato. A frase do meu filho. Cumpri as três regras, Jerônimo. Curti quando comecei a assistir. Na quinta às 8:30, acho que foi a curtida 130, não me lembro. Comentei sobre o potencial. Mandei o podcast pro meu filho, o Caio, dono da frase célebre compre um gato. E se você não sabe por que você tem que comprar um gato, você tem que assistir esse podcast 228. Vai valer a pena. Só mas vale tão a pena que eu vou te explicar em
3 segundos. Compre o gato. É o seguinte, você quer cuidar da vida dos outros, então compra um gato que tem sete, você cuida da vida do seu gato e larga a minha. Deixa bem baixo. Foi isso que o filho dela falou. E aí ela falou: "Mandei o podcast pro meu filho Caio para ele ouvir que vocês leram minha frase. Estou adorando tudo isso, gente. Eu vou ser coach, vocês ainda vão ouvir falar muito, muito, muito de mim". Que massa, Adriana. Que massa. Se falou fácil, hein? Quero ouvir falar muito de você. Se sim, seja assim.
Vamos embora para cima, ó. E eu sou Ner Neto. Tive que escolher mais uma vez porque ó o que que ele falou. Quase que a morte me encontrou vivendo quando eu ouvi meu nome falado pela Pát Jerônimo com a pronúncia correta. K k k sem brincadeirinha. Bom demais. Que demais. E a Vanessa Costa falou: "Pat Jerônimo, como eu estava com saudade de ouvir vocês enquanto treino. Passei uns meses difíceis, muito desanimada e não tava conseguindo treinar por falta de ânimo, mas como sou five brasileira e não desisto nunca. Cá estou no gigante pela própria natureza".
A frase que eu mais gosto do brasileiro tá no nosso hino, gigantes pela, ó, de novo, hoje é o dia de eu me arrepiar. Gigantes pela própria natureza. Essa frase sensacional. Sensacional. Somos gigantes pela nossa própria natureza. E ela fala: "Hoje eu fiz meu terceiro treino e foi na companhia maravilhosa de vocês. Obrigado por terem esse canal. Ouvi vocês me ajuda demais. Que massa, Vanessa. Parabéns por ter voltado. Sabe o que que me deixa louco, Patti? A gente é gigante pela própria natureza, cara. E fica aí a gente, nós brasileiro, adotando político de preferência. Cara,
pelo amor de Deus, ô Five, presta atenção. Você é gigante pela própria natureza. Tu vai brigar com o outro brasileiro porque o políticozinho dele de estimação é contra o teu. Pelo amor de Deus, Five, você é muito mal do que você imagina. Para com essa merda de brigar com outro, porque o outro gosta do Bolsonaro e o outro gosta do Lula. Você é muito maior do que isso, cara. Brigue pelo teu país. Brigue pelo teu país. Você é gigante pela sua própria natureza. Se você é de direita como eu, a gente tem que cobrar a
esquerda e tem que cobrar à direita. Para de passar pano e em quem é político de estimação nosso. Se você é de esquerda, cobre a direita e cobre a esquerda também, parceiro. Se você votou no Lula, para defender. Ele vai cobrar as merdas que ele tá fazendo. Se você votou no Bolsonaro, como eu já votei no passado, vá cobrar o Bolsonaro também. Para de passar pano em político de estimação da tua vida. Five. Você é gigante pela própria natureza. Aí você fica discutindo com o teu vizinho e o político da nossa vida, cara. Para de
discutir com o teu vizinho. Vai cobrar o teu político que você votou. Eu cobro o político que eu voto. Cobra o que você vota também. E para de discutir com o teu vizinho, cara. Para de discutir com um cara que não pensa como você. se junte com o teu vizinho para cobrar com as merdas que estão sendo feitas no teu país. Desculpa, Patti, pode continuar se quiser. Agora é, eu acho que a gente tem que defender o nosso país, independente do governante, que ele que ele faça o que para ele tá ali para fazer, né?
Que ele cuide o melhor do nosso país. E aqui não é sobre política, Five, é sobre você, é sobre se você ser maior do que você imagina, é sobre você parar de arrumar confusão com as pessoas, com as suas famílias, com as pessoas que acreditam. Por quê? Porque você não tem poder sobre eventos externos, só sobre a sua mente, porque não são os fatos que te perturbam, é a interpretação que você dá a ele. E você é maior do que você imagina. Você é um gigante pela própria natureza. Tá no nosso hino. Tem mais aí,
Pat? Tem, pô. Tem um comentário do Vini. O Vini meia, eu acho que é assim que fala seu nome, né, Vini? Incrível como esse podcast abriu meus olhos. Meu para quê? Começou a clarear de verdade no momento em que eu decidi dar um basta na procrastinação e comecei a acompanhar o sair da média. Como Five de carteirinha e coach da FCC 76, posso dizer que as ferramentas e a mentalidade que vocês compartilham, Pat Jerônimo, foram fundamentais nessa jornada. Eu acho que esse cara que você outro dia falou para mim assim: "Olha esse cara que postou,
eu acho que é ele que emagreceu, que baixou a massa magra, ele é ele, é ele, é ele, cara. O Vin nosso, nosso aluno da turma 76. Exatamente. E a frase desse podcast foi feita por uma pessoa muito chique, é a Mary Elice. Mary Mary Elise escreve assim, Mary Elise com H, que é meio Maria Elisa, né? Mary Lise. Mary Lise, adorei. Mary Lise falou: "A circunstâncias podem até determinar a sua largada, mas não estabelecem a sua chegada. Five nocouteada. Esses foram os comentários do F. E agora eu vou pra quarta. Incríveis os comentários. Parabéns
pela seleção, Patrícia Araújo. Faz que arrasam, né? E aí eu vou paraa quarta regra. Paraa quarta regra. A quarta, o quarto pensamento história, porque tudo vai se juntando, né? Às vezes eu tô num treinamento, alguém diz para mim assim: "Pô, eu queria fazer uma transição de carreira igual você fez, Jerônimo. Eu queria ter uma segunda renda, uma renda complementar igual você teve, pô. Porque eu fui, e é importante que a gente entenda que eu não fiz louco. As pessoas falam: "Você fez uma loucura, Jerônimo? Largou um emprego público para viver de coach". Não, não fiz
loucura nenhuma. Eu fiquei 2 anos e um mês fazendo o trabalho depois do trabalho. Eu tinha duas fontes de renda, meu trabalho público e meu minha atividade como coach nas horas vagas. Só que eu ganhava tão mais como coach do que como servidor público que não fazia sentido. Era tão mais feliz e ganhava tão mais aqui. E às vezes eu a pessoa falando assim: "Ah, eu tô velho, não passei do ponto para fazer isso". E e teve uma coisa que me bateu de frente esses dias nas redes sociais, que era uma frase que dizia assim:
"Você hoje é a tua versão mais jovem que vai existir na tua vida". Olha que louco. Você hoje, pai, é a tua. Então, se você esperar um ano para tomar a decisão, você não vai ser mais a tua. O único momento que você pode ser a sua versão mais jovem é agora. você não vai ficar mais jovem daqui um ano. E a outra que eu gostei muito, que eu te mandei até, gostei tanto que eu te mandei, é que existe uma versão sua daqui a 10 anos torcendo para que você tenha coragem hoje de fazer
o que tem que ser feito. Exatamente agora. Então, o fato é que aí vem a mensagem de CEC. Cênica diz assim: "O que te atrasa é pensar que ainda tem muito tempo". Olha, olha que forte é isso, Pat. O que te atrasa é pensar que você ainda tem muito tempo. E o que te para as vezes, eu vou eu vou, não é históica a minha frase, mas vou completar cênica, completa, corrige cênica, não corrijo, vou complementar a dele, tá maravilhosa. E às vezes o que te para é achar que você tem pouco tempo. Que loucura,
né? Né? Então, de um jeito ou do outro, isso não te ajuda, mas você tem a você nesse exato momento, com a idade que você tem, que é a idade mais jovem que você vai ter para o resto da sua vida. E existe uma versão daqui a 10 anos esperando que você tem cor, implorando que você comece hoje. Tem coragem. Exatamente. Agora cara, eu lembro, não tem como, né? Eu lembro imediatamente, por exemplo, da Bet, uma coach ultra bem-sucedida, de agenda lotadíssima. Ela tem na casa de 60 e poucos hoje anos. fala que ela não
gosta de falar a idade dela, mas jáou segue segue segue até porque ninguém vê que ela tem essa idade. Olhar para ela, ninguém vê. Ela ela é linda, maravilhosa, professora aposentada, parece a Miranda do diabo vai chutar. Parce parece K man. E ela começou no coach há, não sei, talvez uns 5 anos assim, se eu for chutar. Não, não, menos, talvez menos do que isso. E ela tá muito bem. Ela, ela hoje é coach. O nicho que ela escolheu foi atender empreendedores digitais. E ela atende, cara, dezenas, centenas de empreendedores de digitais de dígitos de
tamanho, de resultada, ela é viver dentro de casa, só que ela é um ser livre, ela ama viajar. Como professora aposentada, o máximo do dinheiro dela era ser para pagar o plano de saúde da família, né? Como coach, ela viaja o mundo atendendo. Ela já atendeu de Milão, já atendeu de de Assis, de Mônaco, da Flórida, nos Estados Unidos, na Alemanha, Nuremberg. E não era rica não, ela faz isso através do coach, do coaching. Então, o que te atrasa é, mas a frase, o pensamento é assim, ó. O que te atrasa é pensar que você
ainda tem muito tempo. Então, as pessoas estão jogando suas vidas foras nos celulares, nas redes sociais, no abraço e no beijo do filho que ela deixa para depois, no depois eu cuido da minha saúde, no depois eu começo a treinar, no depois eu começo a fazer a dieta que eu quero, depois eu vou procurar a profissão, uma hora eu vou me preocupar então uma profissão que eu amo, uma hora eu vou resolver o meu problema financeiro. Não, cara, você tem que lembrar que um nós é uma frase históica, né? Você vai morrer, né? Você vai
morrer e a gente sabe que a gente vai morrer. E o fato da gente morrer não pode ser algo que nos incomode, tem que ser algo que nos motive e faça a gente viver. Porque se eu vou morrer, eu vou viver, pô. Então a morte não vai me encontrar morto. A morte vai me encontrar vivendo o dia que ela resolver bater na minha porta. E o mais louco sobre isso é que a gente precisa compreender, né? Uma frase que eu amo, Pat, era uma era um personagem público que tinha câncer. E numa entrevista ele falou
assim: "Eu não tenho medo porque Deus não precisa de um câncer para me levar". Five, se você não anotou nenhuma frase ainda que te chamou atenção, essa precisa ser anotada. Deus não precisa de um câncer para me levar, né? Tomara que já tenha umas três, né? E o que que isso é forte, né, cara? A gente tem um um tão desafiador na sua família, né? Seu tio escorregou no banheiro, bateu a cabeça, deitou e morreu, né? Escorregou num banho, né? Tomando banho, escorregou no banheiro, bateu a cabeça, falou: "Pô, bati a cabeça no banho, deitou
e morreu". Então, Deus não precisa de um câncer para nos levar, né? Ele pode nos levar por uma queda no banheiro, por um câncer, ou para um acidente de carro, ou porque simplesmente chegou ao final, ou porque o chinelinho da minha avó prendeu no chão. A gente vai morrer, a parte diz que a gente vai morrer assim, vai jogar um, Deus joga as coisas pro alto, num cai um câncer, no outro cai um acidente de carro, no outro cai a velice e alguém vai e a gente vai morrer de alguma coisa, mas essa morte precisa
nos encontrar vivendo, porque a hora que ela bater na nossa porta, a gente só vai ter duas atitudes. Ou vai est orgulho da vida, só duas coisas podem acontecer na hora que ela bate a nossa porta, né? Ou eu tenho orgulho da vida que eu vivi, ou eu vou ter vergonha do que eu fiz, né? Porque o que te atrasa é pensar que ainda tem tempo, né? Tem tempo demais, tem tempo com sem pressa, tem tempo de fazer com toda a calma do mundo. Não, não sei o que. Não é agora, cara. A vida é
agora, né? E e aí agora eu vou trazer a neurociência nessa frase, nesse pensamento histórico, né? A neurociência mostra que o meu senso de que a vida valeu a pena ou não, eu diria que, embora eu possa trazer como objeto da neurociência, eu vou trazer mais como objeto quase comportamental. Vou eu vou ampliar mais do que neurociência. A a a as ciências comportamentais elas demonstram que o seu senso de que se a vida valeu a pena ou não é pelo trecho todo. Caraca, mas eu tive 50 anos de merda na minha vida. Mas não é
por lá que faz. Você olha o teu último trecho para marcar se valeu a pena ou não. Então quando a gente olha para trás, cara, eu tive, eu tomei Rivotril, trabalhei 14 anos num emprego que eu odiava, tomei remédio tarja preta, tive crise de ansiedade. E quando eu olho pra minha vida hoje, valeu a pena, [ __ ] Valeu tudo a pena, né? Todo esforço. A gente faz muito isso. É sempre o último trecho, né? Eh, no evento, né? Eu tô sempre dentro de eventos e tal. Então, no evento, o último trecho, o fechamento do
evento, é uma parte fundamental. Você precisa se preocupar. Por quê? Que pode ter sido tudo incrível. Se o último trecho for mais ou menos, a sensação do participante é que o evento foi mais ou menos. É isso. Então, a boa notícia é que mesmo que a tua vida tenha sido em e até hoje, o fato de você virar a chave agora, você consegue desenhar a sua vida muito rápido, né? Então, se você quiser desenhar a sua vida do mesma forma que eu desenhei a minha, a melhor hora é agora. Agora clica no link, fala com
o meu time, fala: "Time". Pode chamar eles de time, porque eu chamo eles de time. Eles vão saber que você veio daqui. Time queria saber mais sobre formação e coach, porque eu quero desenhar a minha vida. Nasce o movimento, vamos desenhar a nossa vida. Indo mais adiante um pouquinho, vamos pra quinta e última, Patti. A quinta e última. A quinta e última era uma terça-feira. Terça-feira eu saí de casa, desci o elevador do meu prédio, morava no quarto andar, junto com os meus pais, eu e Carlinhos, os melhores amigos da minha vida. E a gente
desce do prédio juntos, vou andando para alugar uma fita de videogame. Se alugava fita de videogame naquela época, eu e ele passamos na porta da Caixa, Caixa Econômica Federal, era um banco, uma agência da Caixa que ficava embaixo do meu prédio na Praia de Botafogo. Eu passei, eu e ele e eu pego no braço do Carlinhos e falo assim: "Carlinhos, deixa só tirar um saldo." Ele: "Tá bom". Aí entramos na caixa, eu entrei, fiquei preso na porta eletrônica, só que eu era cliente da agência, todo mundo me conhecia. Fiz assim pro segurança, eu voltei, passei,
liberou. O Carlinhos nem chegou a entrar. Quando eu entrei, um cara passa por mim, puxa um revólver prateado, um calibre 38. Eu só fui saber que era 38 depois, né? Mas era um calibre 38. Aponta pro segurança, fala: "Não se mexe não, filho da puta". E o segurança botou a mão no coacho para reagir. Quando ele botou a mão no couto, começou pá pá p pa pa pá pá pá. Muito tiro, muito tiro, muito tiro. Logo o primeiro ou segundo tiro me acertou. O tiro entrou no meio das costelas. Você tava em pé ainda? Eu
tava em pé. Tinha acabado de entrar. Era o último. O Carlinhos nem entrou. Carlinho só viu a porta porque foi tanto tiro, porque o bandido de fora da agência também começou a tirar para dentro, o de dentro reagindo ao polio daquele tiroteio todo, levei o tiro logo primeiro, o segundo tiro me acertou porque logo no primeiro barulho, segundo barulho, já senti que eu levei um tiro, né? O calibre 38 ele é mais impactante. E o Carlinho viu aqueles vidros da agência, ah, desmoronar. Falou: "Pronto, Jerônimo já era, virou peneira, ele não tinha nem cor". E
aí acabou o tiroteio. E eu falei: "Pessoal, levei um tiro, levei um tiro, levei um tiro". E aí eu lembro que uma moça veio e falou: "Vra de frente, meu filho. Já tinha acabado tirotei, os ladrões já tinham fugido, ninguém foi preso. Eu virei de frente, não fui assaltado e ninguém foi preso." Quando eu virei de frente era porque pegou uma artéria gastodenal, então escorria sangue quase esguando assim, sabe? E ali no chão, nisso, e eu não consigo nem fazer exame de sangue, nisso chega minha mãe, porque o Carlinhos correu, chamou minha mãe no prédio
assim, falou: "Tia, o Jerônimo levou um tiro". Aí eu ela desce, me vê no chão e eu acalmo a minha mãe e eu falo para ela assim: "Mãe, calma, vai dar tudo certo". Meu irmão, botava a mão na cabeça assim, andava para um lado e pro outro, mas vi o desespero: "Meu filho, eu vou te salvar, meu filho, eu vou te salvar". Mas ela nem olhava para mim, nem ligava pra ambulância, só ficava andando igual uma barata tonta. Meu filho, eu vou te salvar. Aí, minha mãe, calma, vai dar tudo certo. Aí meu pai chegou,
eu falei: "Pai, tá tudo bem, vai dar tudo certo". A quinta frase é do Marco Aurélio. Ele diz assim: "Ele, ele é um bálsamo para mim, embora um bálsamo de força, né? Tudo que acontece é suportável ao passageiro. Vamos, vamos fazer uma, vamos destrinchar essa frase. Eu não tô vivo aqui. Então foi suportável e passageiro. Tudo que eu tenho na minha vida é, cara, eu tenho certeza absoluta que nesse exato momento quem tá ouvindo esse vídeo passou por coisas des Eu ten Eu aposto que alguém que tá aqui já passou por coisa desesperadora na vida,
mas tá ouvindo esse podcast porque o que ele passou foi suportável passageiro. J, eu tô passando exatamente agora. Então, lembre, isso que você está passando é suportável e passageiro, porque se não fosse suportável você já tinha falecido. E quando você falece, o problema se resolveu do mesmo jeito e você volta pra casa verdadeira, pro lado verdadeiro, que é o mundo espiritual. Então, tudo que a gente tem na vida é suportável e passageiro. Prova, Jerônimo, provo. Que frase poderosa, né? Provo você. Provo com a sua própria vida. Todos nós já passamos por momentos difíceis, a parte
por vários. Eu por vários. Meus filhos com 15 anos de idade já passaram por momentos desafiadores. Mas foi o quê? Esses momentos desafiadores foi o quê na vida deles? Suportável passageiro, né? Então você, tudo que tem na sua vida é suportável ou passageiro. Às vezes vai ser passageiro. Às vezes você vai morrer sim, Five, mas vai ser passageiro. Se você morreu, acabou a dor, acabou o sofrimento. Quem fica sofre, mas para quem fica e sofre pela tua morte, para ele é o quê? Também suportável passageiro. Suportável passageiro, né? Então, a vida, os sofrimentos da vida,
as aflições da vida são suportáveis ou passageiros. E quando eu entendo isso, eu falo: "Cara, o que eu tô passando agora? Ou eu vou suportar como eu suportei o tiro no chão, ou vai ser passageiro, né? Se eu tivesse morrido ali no tiro, tinha acabado e a minha mãe, o sofrimento da minha mãe também seria suportável passageiro." Cara, amei, amei essa frase. Você faz tudo que acontece Marco Aurélio, tudo que acontece na vida é suportável. Se é insuportável vai passar. E se passar porque foi suportável. Essa é a linha lógica da história. E aí a
minha pergunta para você é Five, é uma só? Qual desses pensamentos tocou mais você? Anota aqui qual que foi? Você tem poder sobre sua mente, não sobre os eventos. Esse é o primeiro. Não são as coisas que nos perturbam, mas nossa opinião sobre elas é o segundo. A adversidade revela o homem a si mesmo. É o terceiro. O que atrasa é pensar que ainda temos tempo demais. E a gente joga tempo fora porque tem tempo, porque acha que tem tempo demais, né? Então, jogar o tempo fora é: "Ah, eu tô velho." Isso é jogar tempo
fora. Pensar que tá velho jogar tempo fora, né? Tudo que acontece é suportável ou passageiro. Qual que te chamou mais atenção, F? Bota nos comentários, por favor, qual que você mais precisa observar nesse momento da sua vida, né? E a frase de fechamento desse podcast que ninguém vai entender. Só quem chegou até o final, você vai escrever assim, ó: "Vou desenhar a minha vida". Se você sente F que tá com uma vida em sem propósito, sem trabalhar com algo que faz você vibrar, sem realização financeira, sem ter os dois, realização financeira e propósito, como eu
tinha uma vida em, né? Vou desenhar a minha vida. Coloca no podcast, por uma vida desenhada, como você preferir. A gente vai saber que você chegou até o final. E esse foi o podcast de roupa nova. Canta só mais um pouquinho para mim, vai. Não, não teve cachê, teve podcast sair da média. O podcast onde eu trabalho com você para você recusar a mediocridade, declarar guerra contra a mediocridade para você ser tudo aquilo que você nasceu para ser. É isso que eu faço como coach, como coach profissional. E se você quiser ser meu colega, minha
colega de profissão, toca no link aqui que tá nessa descrição e falo pro meu time assim: "Quero desenhar a minha vida. Time, quero desenhar a minha vida". Ele vai ter maior prazer de te ajudar. Um abraço e vamos [Música]