O que que é uma marca [ __ ] Vamos definir. Uma marca [ __ ] é aquela marca que é mais desejada do que os seus concorrentes pelo seu público. Acabou. É isso. A gente sabe o que que é uma boa marca. Como construir uma boa marca? Cada empresa precisa pelo menos entregar duas coisas. Uma é um são as coisas que o produto de fato entrega. Ele resolve uma dor concreta e marca resolve uma dor pessoal ou social. Se contrata alguém, o Cara vai trabalhar com branding, ele fala que só dá resultado no longo prazo,
é porque ele é ruim. Nossa, todo mundo conta de branding fala isso. Aqui é o @Fernando Miranda 777 e minha expectativa nesse episódio é saber como que a Tha cresce tanto no Instagram. Não é possível, tem algum hack velho que ela tá usando. Aqui é @joedro e a minha expectativa para esse episódio é entender os frameworks da Thai. Aqui é tai. Dantas e a minha expectativa nesse Episódio é aprender como esses dois gênios do marketing pensam. Olha aí. E se lembrando todos os episódios e esse episódio vai ter muito framework, vai ter muito conhecimento, que
a gente vai falar de construção de marca. Se você deixar 50 comentários, a gente manda o resumão. Não precisa de anotar, ficar anotando, ai meu Deus, vocês falam assim: "Ah, eu tenho que ver esse episódio com um papel do lado". Não precisa. Você simplesmente comenta e a Gente manda PDF com resumo do episódio. Fechado? Então, bora começar. Ah, eu tenho uma coisa muito importante para falar. Quer ouvir? A coisa importante? Se inscreve no nosso canal. Então não se esqueça de se inscrever no nosso canal e deixar cinco estrelas no Spotify. Fechado. Fecho. Então tá bom.
Bora começar. Hunters. Estamos começando mais umy Hunters hoje com uma convidada. O Denner falou para Mim, ele falou assim: "E aí, até quando você vai tomar um pau da Thaantas no Instagram? Tá dando um pau em todo mundo agora, né? A rainha dos resadora de marcas [ __ ] Seja muito bem-vinda, Tai. Muito obrigada. Muito obrigada. Prazer estar aqui com vocês dois. Uma curiosidade para você, quando eu entrei na V4, eu, na verdade, eu não tô na V4, né? Eu tô na stream, mas quando eu entrei no grupo, no geral, eu falei com o Den
assim: "Você vai ver que Eu ainda vou te passar no Instagram". Aí foi lá, sei lá, mês passado eu passei o Denner no Instagram, aí eu tava conversando falar: "Aí, eu só fácil, quero ver se passar a Thaia". E falei: "Não, Thaçado". Aí fica bem mais difícil, mas Tai seja muito bem-vindo aqui. Queria que você contasse pra galera aí em um minuto quem é você pra galera te conhecer. Eu sou a Tai. Eu sou uma pessoa extremamente curiosa, esquisita, polímata e criadora e Fazedora de coisas. Então, basicamente eu sou alguém que gosta muito de aprender
e de fazer aquilo que aprende. Animal. E hoje achei porrada. Treinou essa a introdução dela? Temi, não foi totalmente de improviso. E o qual que é seu projeto mais recente agora? Meu projeto mais recente é esse aqui, ó, Vince Societe. Basicamente é uma empresa dedicada a construir as marcas mais ricas e sexis dessa geração, animal. Crescendo receita de forma eficiente, Construindo marcas extremamente desejadas. Animal, eu tenho várias coisas para te perguntar aqui hoje, mas a gente tem uma pergunta inicial que a gente sempre bota aqui, que é o seguinte: você se considera uma marqueteira? Sim.
Então, tá bom. Qual que é a sua campanha? Qual que foi a ação que você fez? Qual que foi uma coisa que você, qualquer tipo de estratégia que você aplicou que gerou mais ROI na sua carreira? Então, vou te Dar um exemplo. Eh, pode ser uma campanha que ninguém achou que ia bombar e bombou. Pode ter sido um uma estratégia que a galera não botava tanta fé e depois gerou muito resultado, mas fica livre. Qual que você acha que foi? Ah, pode estar mais de uma para não ser injusta. Bom, acho que a primeira foi
uma que eu fiz na Universidade de Vila Velha lá no Espírito Santo, que foi basicamente uma campanha completamente social media first. O resto foi Investido para o prazer dos donos em jornal impresso que não não teve nenhum tipo de impacto. Mas tudo que a gente fez ali em social, basicamente não gastando nada, a gente conseguiu dobrar o número de inscritos no vestibular, o que causou até um uma comoção lá na cidade, porque foi uma galera na fila assim, criou um caos. Como você fez, cara? Basicamente, eu coloquei em 2012, mais ou menos, a universidade para
falar em primeira pessoa, era uma universidade Do Espírito Santo. E a gente conseguiu ter o maior número de seguidores de todas as instituições de ensino superior do Brasil na época no Facebook. Eh, e a gente conseguiu gerar esse número impressionante, assim, pr época foram 20.000 1 inscritos no vestibular com o número recorde também de presentes no vestibular, fazendo vestibular e também o número 2002 o Facebook entregava para caramba 2012 entregava muito e a gente fazia cara umas coisas que hoje em dia Podem parecer ser comuns, mas que na época era extremamente diferente, era extremamente fora
do padrão. Isso fez a gente ter um crescimento muito grande, número de inscritos e também número de matriculados investindo praticamente nada. E outra, outra que eu coloco como muito bem-sucedida também foi uma campanha que a gente fez no susto, porque basicamente Thales e Alfredo compraram um espaço na NASDA que chegaram pra gente e falaram: "Olha, Isso você tava no G4, né? Tava no G4 educação". E aí os fundadores que eram o Thales e o Alfredo, eh, chegaram pra gente, não, o Nardon também é fundador, mas quem chegou foi o Tesales e o Alfredo e falaram:
"Cara, a gente comprou um painel na Nasdaq pro dia tal, pensa aí o que que você vai fazer com isso". E enfim, a gente já compra, já tá pago. É isso. E aí a gente fez uma campanha que, enfim, foi repetida por muito tempo, que era o Geração G4, Mostrando quantos empregos. Você lembra? Lemb eu eu quando eu tava eu era CO da Exame nessa época e eu publiquei na Exame. É, foi uma foto [ __ ] né? Foi uma foto [ __ ] Essa foto ficou lendária mesmo. E a gente fez vídeo também, enfim,
mostrando os nossos eram os três lá na na Times Square, não é? Exato. Com um painel atrás, mas basicamente mostrando os nossos alunos, quantos empregos eles tinham gerado cada um deles. Na época foi 100.000 1 empregos Gerados pelos alunos do G4 educação. Depois a gente mostrou eh depois a gente repetiu isso mais dois anos seguidos e na época foi o maior acelerador de vendas que a gente já teve lá no G4, então não tava ninguém esperando. Nunca imaginar essa aí. É, eles nunca nunca imaginariam. Compraram espaço lá na Mas, mas o que eu achei massa
dessa estratégia em específico foi posicionar o G4 como assim? O meu indicador de sucesso é que as pessoas Quando elas vêm aqui, elas empregam mais e crescem mais do que a média das empresas nacionais. É uma forma bonita de você colocar o crescimento que não seja tão dinheirista, né? Exato. Sim. Porque no universo que tá todo mundo com dificuldade para contratar, segurando a mão, se as suas empresas ali estão contratando muito, isso é um jeito massa mesmo. É, é. E também de transformar a empresa num palco pro seu cliente, né? Acho que esse é um
ponto muito legal, Assim, tá todo mundo construindo marca pessoal. Um dos fatores de sucesso do G4, claramente era o fato dele conseguir eh ter ali empresários muito relevantes. As pessoas iam também com esse intuito, né, de não só ter dinheiro, mas também ter poder e ter relevância. Então, quando a gente coloca na propaganda os próprios alunos do G4 Educação, os membros do G4 Educação, tendo uma geração expressiva de empregos, todos eles repostaram nas suas redes sociais, Vocês criaram também, né, tipo, materiais específicos para eles reportarem? Sim, a gente fez um vídeo para cada um. A
gente fez um vídeo para cada um também repostar nas suas redes, fotos para todos quase que quiseram e também fotos pro nosso time repostar. Então a gente conseguiu fazer uma campanha com o time, uma campanha com os alunos, a campanha no local, então a gente conseguiu pensar e gerou receita também. Ger muita receita porque foi um Grande acelerador de brand assim, né? É, tudo que eu faço é brand performance. Nada que eu faço é somente para Não, mas isso é do [ __ ] Isso é uma coisa que eu acredito muito, que é uma coisa
que mudou um pouco da comunicação de antes para agora, que antes era muito a lógica do broadcast. Eu falo, as pessoas escutam e aí já é uma campanha que beleza, eu falo também, mas eu criei o material para que as pessoas falem por mim, você entende? Isso é muito [ __ ] Que um pouco de si também, né? É exato, mas estimulado. A lembro de todo mundo que era G4 Club, G4, posso assim, ah, a minha empresa gerou tantos empregos. Teve duas campanhas do G4 que me marcaram muito. Essa e a do animais e extinção
também que foi pá essa por campanha. É, foi o meu sócio que fez essa. Foi o Thiago Baruso. É, essa é uma campanha muito boa. O G4, apesar de ser uma empresa muito nativa digital, ela é muito boa de branding, né, velho? Ela Construi uma marca, uma marca muito boa. Me deu trabalho fazer isso porque os meninos tentavam toda hora quebrar as pr Mas é porque eu acho que o os caras construíram marcas muito fortes para eles. Então isso vira também. Eu não vou entrar em marca parcial, nós vamos entrar no final, mas pode virar
uma [ __ ] oportunidade, como pode virar uma [ __ ] muleta também, né? Porque o cara fala: "Eu tenho uma marca gigantes", por que que eu vou construir a marca da minha Empresa se eu já sou grande para caramba? E eu vejo vários assim que todo mundo conhece. Por exemplo, você conhece o Thiago Fint? Sim. Qual que é a empresa dele? Não sei também. Não tem nem ninguém. Não, ele tem, ele tem uma empresa que é, ele tem Clickmax, ele tem algumas 90% a galera não conhece, virou muleta, entendeu? Se ele não gravar o
stories, não vende. Então são coisas que eu que eu vejo assim, eu acho que uma treta que entra nisso. Não quero entrar Em marca pessoal ainda. Calma, nós vamos fazer uma parte. Eu só ia falar que assim, como a o branding demora um pouco mais, fica até difícil você continuar fazendo. É porque é é chato, né, velho? Se fazer da pessoa é muito mais fácil, eu acho. Pelo menos, né? Não. Então, pera aí. Aí eu vou entrar, ó. Perfeito. Agora começou. Você sabe que o podcast só começa quando fala, eu discordo, né? Que quem fala
que o branding demora muito é um um brand marketer ruim. E aí uma pessoa, isso isso é um ponto. Se uma pessoa, você contrata alguém, o cara vai trabalhar com branding, ele fala que só dá resultado no longo prazo, é porque ele é ruim. Nossa, todo mundo que contrate de branding fala isso. Então vamos lá, só contigo ruim. Então vamos lá. Quero, primeira coisa antes de tudo, tá restado na hora. Eu tenho uma pergunta para te fazer. O que que é uma marca [ __ ] Vamos definir que que é uma marca [ __ ]
Que que é que o tipo quando Você fala assim, essa marca é boa, essa marca não é boa. O que que é? Vamos, vamos mais profundo ainda. Eu queria que você definisse o que é marca e depois o que que é uma boa marca. Beleza? Então, marca é a soma de expressões, todas as expressões pela qual uma entidade vai ser percebida, seja essa entidade, uma pessoa, um produto, uma empresa, eh isso, a soma de todas as expressões no fim do dia vão gerar uma percepção. E essa percepção é a marca. Então, a marca Ela não
é ela não é construída pelo marketing. A marca ela é construída por todo mundo que faz parte dessa entidade. Toda interação, talvez todas as interações constróem ou desconstróem mais X, o cara usar o produto, como ele tá no supermercado e assim por diante. Exato. O escritório, a a loja, o PDV, o podcast. O podcast, tudo aquilo que expressa a marca de alguma forma constrói a percepção que as pessoas terão dessa marca. Então, todas as Expressões juntas formam a percepção que alguém vai ter sobre uma marca. Isso no fim do dia é o que é marca.
Então, marca é maior do que brand marketing ou do que branding, como as pessoas utilizam, porque ela é construída por toda a organização. Legal. Em relação à sua outra pergunta, que é: "O que é uma marca foda?" Uma marca [ __ ] aquela marca que é mais desejada do que os seus concorrentes pelo seu público. Acabou. É isso. A marca mais desejada é mais [ __ ] É mais [ __ ] do que a da Samsung, porque ela é mais desejada. Acabou. Ah, legal. definição com o tempo isso pode se perder, não? Claro, como já
perderam várias vezes, né? Existieram marcas que eram muito [ __ ] e hoje em dia não são legais. Inclusive, uma curiosidade, a gente tá começando a analisar, queria até sua opinião sobre isso, marcas legado, eu não posso revelar as marcas porque a gente tá em negociação, mas marcas legado que foram muito grandes, Vou te dar um exemplo aqui em off, não é uma marca muito grande que já teve 1 bilhão de acessos o site e tal, só que os caras desconecaram a marca, ele chega para você, ô, compra a marca aí, faz um negócio, entendeu?
Porque a má tem muito reconhecimento, as pessoas reconhece. E quando eu entrei lá, que o BTG tinha comprado exame, era um negócio absurdo, cara. Simplesmente o mesmo CT, o mesmo anúncio que eu rodava no Infoman, quando eu rodava no na Exame, tinha um CTR Dobrado. O exame era duas vezes mais CTR, porque o cara via exame e achava: "Pô, exame, eu conheço o exame", pá, e clicava. Então, realmente, eu sou muito comprado de que marca faz muito faz muita diferença. Eh, tudo isso para falar que o que que você acha dessa ideia de marcas legado
que foram muito grandes no passado, você acha que elas são recuperáveis ou passou o tempo delas e é isso aí mesmo? Cara, não tenho certeza do que eu penso sobre isso. Nunca tinha parado para pensar. Porque olha só, pensa no cara lá do o Bernardo Arnô, né? Que que o Bernardo Arnô, como é que ele virou o homem mais rico da Europa? Ele comprava marcas que estavam meio esquecidas, só que tinha um legado muito forte. Então ele começou fazendo isso na, qual que foi a primeira que ele comprou? Foi a Dior. A Dior tava quebrada,
era uma marca esquecida no meio de um de uma massa falida. Ele eh pinçou a a Dior e falou assim: "Cara, Vocês não estão entendendo, isso aqui é ouro". E aí ele fez a mesma coisa com várias marcas. E aí eu tava vendo a história do cara da Monclair, que eu esqueci o nome dele agora, que ele comprou a Monclair. A Monclair ele comprou uma massa falida. Esse aqui, ele pagou 10 milhões de euros na Monclair. Hoje a McLair vale 3 B. Uau! E aí o que que ele fez? Ele falou assim: "Cara, essa marca
é maravilhosa, vocês não estão entendendo. Tem uma tem uma legião De pessoas que consideram essa marca a marca favorita deles e vocês estão destruindo." E eu lembrei de uma outra coisa, só para trazer mais um efeito, que é o seguinte: quando o Jorge Paulo Leman comprou o Burger King, um dos principais argumentos dele foi o seguinte. Eu vou te fazer a mesma pergunta. Nessa época, o McDonald's varia 60 bilhões. Quanto que você acha que valeria o Burger King quando ele comprou? Mais ou menos. É, você vai errar, mas tudo bem. Chuta o que você chutaria
de verdade. Ah, o que eu chutaria de verdade. Quanto você acha que a marca é menor? Uns 20 B. É justo. A marca duas, três vezes menor, valia quatro. E ele falou: "A marca do do BG King não é 10 vezes menor do que a do McDonald's". E aí ele comprou porque ele viu um gap entre o que a marca representava para certas pessoas e o tamanho da empresa. E aí ele falou: "Aqui tem uma oportunidade muito Grande". E eu tenho visto que isso é uma parada muito forte. Tem muita marca muito boa e abandonada
que as pessoas reconhecem e amam. Mas que a empresa é ruim e não a marca. Sim. Que que você acha, cara? Isso é um bom ponto. De fato, agora você me convenceu, acharia que é uma é um excelente pensamento. É a mesma coisa que você pensar, putz, a pessoa já é conhecida, ela tem uma audiência, ela tem uma comunidade, o que ela precisa é plugar o produto certo e a Operação correta para conseguir de fato vender para aquela para aquela audiência. E eu diria que a maior parte das marcas que estão hoje aqui, na minha
opinião, acho que elas vão morrer ou vão sofrer muito nos próximos anos, mas não porque as marcas são ruins, mas sim porque as pessoas que lideram essas marcas simplesmente não estão por dentro da nova sociedade que a gente vive, dos novos consumos que as Pessoas têm. Então eu gosto muito de dar um exemplo que para mim foi chocante assim ver o um call da Marisa, sabe? Uhum. Que [ __ ] que é uma marca [ __ ] e é o lema de mulher para mulher Marisa, cara. Foi a última campanha que ficou na cabeça do
brasileiro, né? É. A única mulher que tava naquela earning call era a secretária lendo as perguntas. A a empresa era liderada por um bando de homens brancos, velhos e cal. Não é possível. E aí você vê a empresa na Recuperação judicial. Nossa, tem que fazer um qu Vou fazer um vídeo isso aí, velho. Que loucura, velho. A empresa tá em recuperação judicial chegou a ter uma chegou a ter uma senhor mulher depois disso, mas durou tipo acho que três meses ela foi embora. E aí você vê, cara, essa empresa tá completamente desconectada do que é
a realidade do público dela, dos canais, etc. Eu não servia para esse CEO de uma marca de luxo, porque eu não consumo luxo. Eu Cara, eu seria péssimo. Ninguém me convence que pagar R$ 150.000 num relógio, faz sentido. E tudo bem, eu só não sou o CEO para essa pessoa, entendeu? Eu sou um cara de varejo e é isso aí. E aí eu olho as marcas, tipo, isso é uma coisa que me deixa pessoalmente puto, que eu tô compartilhando aqui, porque eu sei que a Tai pensa parecido comigo em vários aspectos, que eu vejo empresas
sensacionais que não fazem nada, porque Assim, o CMO ou a pessoa que tá liderando ali, ela sabe, existe TikTok, ela sabe que existe, mas ela não usa, então ela não consome, não é nem preconceito, porque ela investe, então tipo assim, ela vai lá, ela investe assim 5 milhões por ano, 10 milhões por ano, só que ela inventou lá, só que na cabeça dele assim, estou fazendo, tipo assim, ele não tem a impressão de que, cara, Eu não não sei usar esse canal não. E como ele tá contratando uma Agência, essa agência tá contratando um broker,
tá contratando influenciadores, tá fazendo alguma coisa, na cabeça dele é um check do esse canal eu faço? Pois é. E e aí isso que ele falou é interessante porque leva pra minha próxima pergunta. Beleza? A gente sabe o que é uma marca, a gente sabe o que que é uma boa marca. Como construir uma boa marca? O que que eu preciso de fazer para Vamos imaginar que eu tô abrindo do zero a Minha empresa, vou abrir aqui o energético Roy Hunters, Lowcak High LTV e eu quero construir uma boa marca. O que que você faria
se eu tivesse contratado para ser CEO da Lowak HLTV? Eu falar assim: "Tá, eu quero que seja a marca mais sexy de energético daqui 10 anos. Que que qual que é seu playbook? Primeira coisa, diagnóstico. Então, fazer um diagnóstico do meu público, do mercado, eh das tendências globais que influem nisso. A partir desse Diagnóstico com uma visão muito profunda do público, que é bem diferente da visão normal que que as pessoas, se você contrata uma agência de pesquisa, por exemplo, vai te dar, que é, cara, o teu público tem esse eh, tipo, ah, ele é
casado, tem tantos anos, mora em tal lugar, não é muito mais profundo do que isso. O o principal, a principal matériapra para mim que o diagnóstico tem que entregar é quem o meu público pensa que ele é, quem o meu público quer Ser, o que que o meu público enxerga no mundo de positivo e de negativo e como o meu público entende que o mundo eh enxerga ele, como que o mundo de fato enxerga o meu público. E aí eu vou conseguir achar algumas fissuras muito importantes entre esses dois pontos. Isso vai ser uma matéria
prima fundamental para estratégia. Uma pausa. Você faz isso entrevistando pessoas quantativamente? Porque essa terminar o framework, eu já também tem umas Perguntas. Ó, vocês viram, ele interrompeu e eu interrompi ele. Então não é culpa minha, tá? Pode terminar seu framework. Eh, não, enfim, daí é porque acho que daqui vem a matéria bruta do do diagnóstico mais importante e aí você tem que olhar para as tendências principais que podem mudar essa relação. Então, basicamente o que eu tô falando aqui como matériapra é a relação do seu público com ele mesmo, a relação do seu público com
o mundo, a relação do mundo Com o seu público. Então, essa é a matéria-pra do diagnóstico central, OK? E aí, com essa matéria-prima você vai pra estratégia de marca. E aí eu posso desdobrar aqui o framework de estratégia para você. Só para pausar e deixar fazer o JP fazer a pergunta dele. Tenta aterrizar para mim. Cria um exemplo fictício aqui. Real time. Você consegue? Só pra galera aí aterrizar para pega uma empresa fictícia e faça assim. Ah, eu posso fazer da própria Boca Rosa, né? Então a gente queria falar com mulheres. A gente, o recorte
óbvio seria, putz, ah, mulheres de tantos anos nessa faixa de renda, mas a Bianca ela tinha um público bem amplo em termos de faixa de renda, de idade e tal. Exato. E aí o que que a gente entendeu assim que seria o público ideal paraa gente tratar? Inclusive isso vem de insites do próprio universo do mercado, do mundo que a gente tá inserido. Então vamos lá. Eh, a gente tá falando com mulheres e aí a Gente tem no mundo mulheres que majoritariamente desejam ter protagonismo sobre a sua vida de formas diferentes. Então são mulheres ambiciosas
e ambiciosas de formas diferentes. Ambiciosas às vezes profissionalmente, às vezes em relação ao construir uma família. Então são mulheres que têm um desejo pulsante muito grande, mas são mulheres que ainda são vistas pelo mundo, principalmente pela indústria que o negócio tava Inserido, de uma forma desatualizada com quem elas são hoje. Legal. E isso gera uma oportunidade enorme. Então o que que a gente entendeu? A gente entendeu que todos os grandes concorrentes de maquiagem no Brasil são liderados por homens e tem a maioria homens pensando sobre o que é beleza para mulher. Exato. Mas é bem
comum, né? E aí o que que a gente enxerga com isso? A gente enxerga que é desatualizado a visão de uso do produto também sobre a necessidade real Da mulher hoje. Uhum. Então aqui você já começa a enxergar uma coisa, cara. Como é o qual que é o fato que putz, as mulheres hoje no Brasil trabalham mais do que os trabalham tanto quanto os homens, estudam muito mais que os homens. Então se você olha na no ensino médio, é no ensino médio as mulheres elas se formam mais que os homens. Eh, na graduação você tem
mais mulheres graduadas no Brasil do que homens. Essa não sabia. Na pós-graduação, é, na Pós-graduação você tem mais mulheres no mestrado, no doutorado, mais mulheres. Então, as mulheres estudam mais que os homens, elas trabalham a mesma quantidade de horas que os homens. Além disso, elas fazem coisas que os homens não fazem. Então, o que que elas fazem? Depilação, unha, sobrancelha, cabelo, maquiagem, roupas são mais complexas, né, de serem escolhidas. Eh, muitas vezes até fala que pink tex, né, que a mulher paga mais caro pelo menos paga Mais caro pelo menos quando é rosinha, né? Mas
enfim, além disso, a gente também muitas vezes tem filhos e eh tem uma uma função em casa maior do que a do homem. Então, ou seja, isso tudo responde à pergunta que é por no mercado de trabalho, dentro de cargos de liderança, a gente tem bem menos mulheres que homem? Porque a mulher tem muito menos tempo que o homem? Isso é uma das hipóteses. E aí a boca rosa, ela entra numa rotina que 99% das pessoas Que fazem são mulheres ou grande parte das pessoas fazem são mulheres, não são homens, que é a rotina de
maquiagem. E essa rotina ela ainda é muito complexa, porque ela é pensada pelos homens. Então, grande parte das mulheres hoje se faz maquiagem no Uber, no ônibus, no sinal do carro quando fica vermelho. E putz, se você vai fazer isso com uma base líquida e um pincel e um pó solto, você se suja inteira. complexo. Então, o inso, por exemplo. Exato. Então, o insite da marca, ele vem de olhar pro público. Eu quero ser capaz de alcançar os meus sonhos mais ousados e o mundo me olha de uma forma diferente da que eu sou. O
mundo me atrapalha a chegar nesse lugar e o teu mercado me atrapalha a chegar nesse lugar. Então eu como marca me proponho, no caso da Boca Rosa, a ser a marca da mulher ambiciosa. Para isso, eu vou criar a linha de maquiagem mais prática do mundo, aquela que a mulher pode usar aonde ela tiver, Que vai ter alta duração, que não vai fazer mal pra pele dela, para ela chegar ainda ter que fazer todo um tratamento de pele, porque a maquiagem pode causar espinha, pode causar vários danos. uma maquiagem que seja multifuncional, que tenha também
protetor solar, que ao mesmo tempo que é um blush, é também um batom, uma sombra e várias outras coisas para eu tornar a bolsa da mulher menor, porque ela também tá carregando outras coisas nessa bolsa de maquiagem. enfim, Simplesmente de entender o que a mulher quer, o que que o mundo oferece para essa mulher, como ela se vê, como ela quer ser visto e como o mundo enxerga, você começa a ter uma gama de insites super valiosos que só olhar se ela é pobre, se ela é rica, tal, tal, tal, não me daria. Eu queria
aterrizar como você de fato faz essas descobertas com o cliente, como você faz pesquisa. Se você puder, acho que pra audiência vai ser bem, tipo, eu sou um empresário, eu Quero fazer essa parada, não tenho R 1 milhão deais para contratar uma [ __ ] agência, como é que eu falei? Mas nem precisa, né? Se você contratar uma agência por R 1 milhão deais, você vai literalmente rasgar dinheiro fora para fazer isso. Só se for a minha. Aí vale a pena. Mas você pesquisa com os seus clientes ou você vai com pessoas comuns ou como
você chega, né, a esse para aterrizar e conseguir ter esses insites de forma como fazer? Só fal um Comentário aqui paraa audiência. Viram que apareceu um café na minha mão magicamente? Sabe o que eu fiz? Eu descobri que eu tenho um novo superper. Se eu estralo o dedo, o café aparece. Inclusive, vou fazer patata agora. Ó, apareceu um café na mão dela. Isso tudo é o meu super poder que chama edição. Agora sim, Tai. Eh, como é que a gente faz isso? Então, bom, primeiro passo é se você é fundador de uma empresa pequena, faça
você mesmo. Uhum. Porque Para mim uma das principais funções de uma pessoa que cria o negócio é conhecer profundamente a quem ela serve. Legal. Eh, isso é é um ponto bem importante para mim. Então, se você vai fazer essa pesquisa, faça você mesmo. E você pode começar de maneira simples mesmo, de forma guerrilha. Por exemplo, quando eu entrei no G4, ainda era gestão 4.0, merci, mentoria, um produto, não tinha nada, não tinha dinheiro para nada de pesquisa ou qualquer coisa do tipo. Aliás, a gente nunca contratou mais, os founders sempre são contra também, né? Que
você vai falar: "Ah, eu preciso de uma grana para fazer pesquisa, não sei o que e tal". 90% do dos founders ou CEOs que eu conheço, eles tal se não é Roy direto, o cara já fica meio eh é, eu também seria contra, na verdade, porque eu não acho que eu acho que o que o time pode fazer essa pesquisa e eu posso fazer essa pesquisa, a não ser que a gente seja uma empresa muito muito Grande, com muito dinheiro, que aí realmente faz sentido não ser a gente, né? Eh, porque é um tempo muito
bem utilizado. Então, vamos lá. Que que você que que que eu fiz? Eu fui paraas imersões, conversei diretamente com as pessoas que estavam lá e aí além de eu conversar com elas diretamente, eu tenho um hábito muito grande de observar tudo sobre aquela pessoa. Então o que que eu faço? Qual é a marca de roupa que ela tá utilizando? Aquilo ali é muito Importante porque diz o que que aquela pessoa gosta, qual que ela gostaria de utilizar. Eu pergunto, se você tivesse todo o dinheiro do mundo, qual quais marcas de roupa você compraria? Por quê?
Porque às vezes você pergunta tipo num uma call, você numa conversa informal vai conversando com Tanto faz. Pode ser numa call se você não tiver acesso a pessoa no mundo pessoal o que ele aspira a ser, né? Exato. Que também é muito importante, né? Então, eh, pode ser Pessoalmente, se você tiver essa oportunidade, vamos, se você tem uma loja, você pode chegar na tua loja e conversar com as pessoas. Eu falo mais os títulos de f um forms. Ah, eu nunca faço um form. Perfeito. Nunca faço forms. Eu sempre faço ou call ou a pesquisa
direta com a pessoa. A, o form você faz quando é quantitativo, mas aí é uma segunda etapa, né? Porque o form ele serve para validar em quantidade as suas hipóteses. Em qualitativo, você vai Formar as suas hipóteses. No quantitativo, você vai validar ou desvalidar as hipóteses. Então, primeiro eu faço as perguntas no pessoal e eu faço várias perguntas que às vezes a pessoa fala: "Cara, eu vou te fazer umas perguntas, eu sempre aviso antes. Fiz agora pra Simpla, que é um cliente nosso, fala assim: "Putz, eu vou te fazer várias perguntas que você pode achar
que não tem nada a ver com essa pesquisa, mas tem. Se alguma delas te Deixar desconfortável, você pode não responder e tá tudo certo. Normalmente as pessoas nunca ficam desconfortáveis e sempre respondem. E eu pergunto coisas como, cara, qual é a parada mais louca que você tem vontade de fazer? O que que é aquilo que te dá muito desejo? Qual que é teu medo assim na vida assim? Do que que você tem medo? Que que é aquilo que te dá angústia? O seu setor, que que você pensa que vai acontecer? Quais são os seus os
seus Maiores receios sobre o seu negócio? no caso, se é uma pessoa que tem empresa, enfim. Então, você vai perguntando coisas mais deps sobre aquela pessoa. Você faz obviamente um roteirinho ali, mas você não segue 100% aquele roteiro, você vai deixando aquele assunto, se ela abre um loop interessante, você vai dentro. Exato. Porque o seu objetivo final é entender o máximo possível sobre aquela pessoa. E aí as perguntas clássicas que você tem é: Como é que Você gostaria que o mundo te enxergasse? Isso tem que ser perguntado. O que que você acha que o mundo
tem de muito bom? O que que você acha que tem de ruim? E aí o mundo, pode ser Brasil, por exemplo, pode ser o mundo mesmo, se a gente tá numa questão global, ou pode ser o setor também. E como é que você acha que as pessoas te enxergam hoje? E por que que as pessoas te enxergam dessa forma? E aí você você tem essas essas coisas que vão que vão nascendo bem Menos óbvias do que numa pergunta normal. Então, além disso, eu gosto de observar as marcas de roupa que a pessoa consome, as viagens
que ela gosta de fazer, só para aterrizar isso aí, por exemplo, o o que que alguém te diz que se o cara fala assim, o que que seria de diferença se o cara fala minimal de roupa que ele usa ou se ele fala, como é que é o nome daquela marca de rico? Louro piana, que o que que traria de diferença e diferentes insbs de que ah, Um é mais para luxo, o outro é mais para praticidade, que mais que você consegue tirar desses dessas informações? Bom, aí eu teria que ir mais a fundo, assim,
ele gosta mais da mínimo ou porque ele tem não tem condição financeira de comprar loropiana ou de fato ele gosta mais da mínimo? se de fato ele gosta mais da mínimo, ou provavelmente ele é uma pessoa que talvez tenha aversão a gastar o dinheiro dele com o luxo. Ah, e isso significa Que ele não pode achar que talvez seja uma pessoa que precisa de mais estímulos concretos e racionais do que aspiracionais para fazer compra. Ah, pô, legal. Agora, agora aterrisei o que o framework, porque na minha cabeça eu tava tentando extrair o que que cada
coisa representaria. É, é, é meio que na lógica do, se você pensa assim na sua vida pessoal, você pensa assim nos seus negócios. Exemplo, ve muito o Denner, o Denner é um cara muito racional. O Denner não entra em mastermind porque ele quer fazer parte de um grupo. Ele só entra em mastermind que vai dar Roy, é para vender, entendeu? Eu não, eu entro para fazer amigo, entendeu? Eu sou claramente a gente compra por motivos diferentes, entendeu? Então isso é legal porque isso se traduz em tudo que a gente faz, né? É, é legal is
eu eu prefiro pagar curso, mastermind viagem, essas coisas, do que, sei lá, comprar roupa. Eu não entro muito nessa vibe, Entendeu? Eu sou uma pessoa muito mais social. Isso talvez diga muito sobre meus hábitos de consumo, né? Exato. Aí para eu te convencer a me achar incrível, talvez eu precise fazer coisas diferentes do que eu faria pro Denner, por exemplo. É lógico. Sim, sim. E quantas pessoas assim você acha que você precisa entrevistar para ter um mínimo ali, mas que também não seja muito para você, OK, minimamente confiável isso aqui que eu tenho tá, vai
depender muito Do tamanho da empresa, mas eu gosto de entrevistar pelo menos 10 pessoas de cada de cada eixo. O que que é cada eixo? 10 pessoas que compram e recompros, ou seja, são aquelas mais leais. 10 pessoas que compraram uma vez o seu produto e nunca mais compraram. Pessoas que cancelaram teu produto e essas são mais difíceis de você conseguir uma quantidade. Então, pessoas que compraram, depois cancelaram e pessoas que eh potencialmente iam Comprar e não compraram, ou seja, viraram leads, mas nunca compraram, entendeu? Por que não compraram? e pessoas que eventualmente tem o
perfil, mas que não se tornaram nem leades, não chegaram nem a entrar na tua loja, não chegaram nem a pensar em comprar você, não. consideração na real, né? Exato. Legal. Se a sua empresa fatura mais de 100.000 por mês e você precisa de ajuda para superar esse teto de faturamento, eu tenho um presente para você, um Diagnóstico gratuito. Ao clicar no link abaixo, você vai ser direcionado para uma página de inscrição e é importante que você preenche seus dados de faturamento o mais correto possível, porque após preencher esse formulário, um dos nossos especialistas vai entrar
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seguir com a gente ou não. E a B4 já levou o resultado de mais de 20.000 1 Empresas só fazendo isso. Então, conta com a nossa expertise e com a nossa segurança de quem já tá há mais de 12 anos nesse mercado, não deixa essa oportunidade passar. Clique no link agora e garante seu diagnóstico gratuito que a gente tá pronto para te atender. E aí depois você pega essa informação toda e aí o que que você vai decidir de fazer da marca? Por exemplo, tenho dificuldade de tentar imaginar assim, se eu quisesse me posicionar com
uma marca de luxo. Uhum. Então descobri que meu cliente, por exemplo, valoriza luxo, exclusividade e coisas desse tipo. Eu não faço ideia, velho, de como é que eu me posiciono como uma marca de luxo, entendeu? Tipo, não sei que que é é a fonte, é o ambiente que eu tô, são as associações, como que você faz depois que você tem essas informações para aquela marca começar a caminhar naquele sentido? Perfeito. Essa questão do luxo tá Mudando bastante nos últimos tempos, né? Não, mas isso é um ponto interessante até da gente falar sobre o luxo, né?
Porque o luxo sempre foi considerado aquilo que poucas pessoas poderiam ter. Sim. E a partir do ponto que a gente tem uma massificação das coisas, né, com com cara pensando que as roupas são extremamente falsificadas, os bens de consumo são muito falsificados, que também a gente teve uma popularização de pessoas eh eh mostrando bens de luxo, Como por exemplo, carros de extremo luxo, aquilo começou a deixar de ser exclusivo e único e aquilo começou a ser questionado como de fato luxo ou não. Então, normalmente luxo, por exemplo, você vai ter que encontrar uma raiz, é
comum naquilo. Não é que necessariamente tem a ver com uma fonte ou com uma cor ou com qualquer coisa desse tipo. Normalmente tem a ver com uma dificuldade de você conquistar aquilo ali, de ser algo que é para poucas Pessoas, um troféu assim. É, pode ser considerado como se fosse um troféu, mas aí o que o ponto é a razão para você conquistar aquilo até pouco tempo atrás era única e exclusivamente o acesso ao dinheiro. Uhum. Hoje o luxo ele tem ficado cada vez menos vinculado a isso em específico. Porque eh se você olha quando
a gente tem um fenômeno de tipo pessoas que consomem muito funqueiros de fato, né? cantores de funk, eh, coaches também, pessoas que Vieram de uma de uma origem mais humilde, cresceram, é, novos ricos em geral e cresceram rapidamente financeiramente. A forma como eles usam o luxo faz com que aquilo não pareça escasso, não pareça algo eh precioso de fato. E isso faz com que as pessoas que originalmente consumiam aquilo se afastem daquilo, porque a gente atua muito por associação. Se eu não te admiro e você usa isso, eu não quero usar. Você vê com o
nome de criança, às Vezes a mãe fala: "Nossa, eu não colocaria nunca o nome do meu filho com esse nome, porque eu conheci uma pessoa com esse nome que era horrível e eu não quero nunca que meu filho tenha esse nome." Não. E aí se um famoso que põe o nome do filho desse, estava cogitando, pô, não vou colocar agora fulano, Zé Mané colocou. Exato. Então, por associação você se distancia. E aí a gente teve esse fenômeno de pessoas que as pessoas originalmente que consumiam Esses artigos escassos não admiram e elas se afastam disso. E
o que que virou luxuoso, então, né? Você continua tendo basicamente um atributo comum no que é luxuoso. É algo que poucas pessoas têm. Uhum. Uhum. Sempre o luxo tem um princípio de escassez. Não é todo mundo que pode ter. Você não pode ter só porque você quer ter. e isso vai te remeter ao luxo. E aí existe uma um fator para você falsear ou se aproximar desse universo, que é você copiar Símbolos que estão naquele momento sendo mais utilizados por marcas dessa forma para você se aproximar daquilo mesmo que você tenha um produto acessível, porque
aí você tem pelo menos um um um glimpsey, uma falsa sensação pras pessoas de que elas estão perto do luxo, como é, por exemplo, o caso da Zara. A Zara pega algumas coisas que esteticamente remetem ao luxo e torna aquilo muito mais acessível do que o luxo de fato é, porque aí ela se Aproxima do luxo e ela tem um benefício das pessoas quererem comprar aquilo. Eu queria a sua opinião, aproveitando que a gente tá falando sobre luxo, se você acha que uma marca ela pode nascer de luxo já ou luxo é algo que você
carrega depois de década, sei lá, porque a maior parte das marcas de luxo que eu lembro pelo menos, elas t um certo tempo, né? Ah, mas pensa aí, a Richard Milly lançou rapidaço, já era tipo, então, mas este é um dos exemplos que fez isso mais rápido E foi mais de 30 anos, você entende? Então não é tão, eu acho que você pode nascer luxo sim. Na verdade tenho convicção disso. Uma das minhas marcas favor e de novo o luxo tá mudando. Então uma das minhas marcas favoritas é a Emele Leondor. É uma marca super
nova, uma marca que é o hype em Nova York no momento. É o quê? Roupa é de roupa, tá? Roupa e acessórios. E ela é uma marca de luxo, super jovem, cresceu muito rápido, fatura muito dinheiro. E só que aí o Ponto é, se você nasce hoje, é diferente a leitura que você vai fazer sobre o luxo do que uma marca, por exemplo, como a Hermess, que é super tradicional. Então, a leitura dela do luxo carrega um passado muito grande. O que a Leondor fez, por exemplo, para trazer essa sensação de história, é que ela
traz um sentimento nostálgico. Embora ela seja super jovem, super nova, ela se conecta com um passado que ela não viveu, mas ela traz esse passado numa releitura do Presente que é muito interessante. Então sim, o luxo normalmente tem uma associação com a tradição, mas isso não significa que para você ter uma marca de luxo, você precisa ter participado da construção dessa tradição. Talvez você só seja a marca que traz essa tradição pro presente. E aí, por exemplo, eu vejo que no caso da Vince você fez ã a cursivo, né? E eu imagino que foi pensada
essa parada. É uma coisa que não é não parece uma empresa de tecnologia Que normalmente tem aquelas coisas mais chapadas e tal. Quando você tava criando essa marca que é 100% sua, não é Boca Rosa, G4, que tem muito input, você que fez mesmo, que que você pensou que você queria posicionar sua marca? Como é que foi o processo de pensar em brand na sua marca mesmo? Perfeito, cara. Eh, a estética da Vince vem da estratégia, né, que é até um ponto que que a gente ficou de falar, depois eu vou falar do framework de
estratégia, mas basicamente Eu acredito que existem alguns tipos de pessoas no mundo e três tipos são muito comuns. Eh, e aí isso tem muito a ver com o que tá aqui, porque essa camiseta, embora eu tejo com essa jaqueta e não dê para ver, ela é uma camiseta oversized. E aqui a gente tem uma escrita em rosa super forte, num fundo marrom, mas de fato cursiva, né? muito mais tradicional. Por quê? Então, o que que são essas esses três tipos comuns que eu acredito de pessoas? Existem aquelas Pessoas que são muito profundas e elas estudam
tudo que é possível ser estudado sobre determinados temas e elas conseguem executar aquilo de melhor que o homem já produziu de uma maneira excelente. E essas pessoas são muito importantes pra continuidade, pra evolução da da humanidade. Então essa é um tipo de pessoa, aquela pessoa profunda, mas que executa bem aquilo que estudou com assim não. Aí existe um segundo tipo de pessoa que é também Muito comum, que são aquelas pessoas que não estudam muito, tá? Eh, mas que tem o dom da palavra muito forte, que sabem se comunicar muito bem e que se entendem como
extremamente inovadoras. E essas pessoas, elas são pessoas que inventam a roda sem saber que ela já existe várias e várias vezes, dão outros nomes e parece que criaram algo inovador, quando na verdade elas só estão replicando aquilo que existe há muito tempo. Isso também se tornou muito comum. E aí Existe um terceiro grupo de pessoas que é extremamente raro. E aí eu enquadraria o Elon Musk nesse terceiro grupo, tá? que é um grupo que estuda o que existe com profundidade, que tem uma curiosidade vorais, sabe colocar no mundo aquilo que já existe, mas é capaz
de criar o que ainda não existe. Ah, OK. E esse grupo é muito raro. Esse grupo que é capaz de mergulhar profundamente no melhor que a humanidade já produziu de conhecimento, mas é capaz de olhar Para perguntas que não foram feitas naquele tempo e encontrar respostas para essas perguntas. Uhum. E esse grupo foi muito presente num momento histórico que basicamente é esse de agora que a gente vive e no renascimento. Então a minha marca ela bebe muito do renascimento e ela traz atributos que são da tradição, daquilo que foi melhor produzido pelo homem e aquilo
que ainda não foi produzido pelo homem. Então ela é o encontro do antigo com o inexistente. Então basicamente por isso que a gente brinca com símbolos mais novos, mais jovens, descolados, com símbolos mais tradicionais, mais clássicos. E como é que você traduz isso, por exemplo, no serviço 100%. Então, dentro do do que eu acredito, por exemplo, eu estudo muito marketing tradicional, assim, fundacional, do branding também fundacional, mas eu não me prendo só nele, eu vou para além do que já foi pensado ali. Então, quais são as Perguntas que naquela época não foram feitas e que
estão sendo feitas para mim e como é que eu posso beber naquilo, mas extrapolar aquilo e criar o que ainda não existiu de fato? Então, foi assim que eu sempre pensei, eh, adequando o que foi pensado antes para agora, mas mais do que isso, criando o que ainda não havia sido pensado. Então, basicamente é o que a gente faz. A gente não é uma empresa que só aplica framework. A gente entende assim qual Que é o problema daquela pessoa e o que que a gente pode solucionar melhor agora para ela ter o resultado que ela
precisa. Como você tá fazendo quando você fala que você também é uma consultoria? Me fala aí um pouco sobre o seu sobre o seu quadro de pessoas mesmo, né? Você dá a consultoria, você tem um time de pessoas que dá essa consultoria, você treinou essas pessoas, como explica como funciona a sua empresa assim pra gente? Perfeito. A gente não é uma Agência, então a gente não executa as coisas porque eu acredito que marketing e marca não devem ser delegados. Eu acredito que é função do fundador liderar o crescimento do seu do negócio dele. E eu
acredito que se você tem um coração batendo fora do teu peito, você vai ter um problema muito grande. Então, a nossa função é garantir que o time daquela empresa seja capaz de executar bem o que aquela empresa precisa. O que a gente provê é inteligência e o que a Gente faz é que essa inteligência que a gente provê, ela seja executada e gere resultados mensuráveis para aquele negócio, para que em algum tempo essa pessoa, e provavelmente pouco tempo essa pessoa possa ser livre da gente. Legal. Então a gente fala que nossa função em grande parte
é além de construir as marcas mais ricas e sexies dessa geração, é devolver a empresa pro fundador, né? O time sai, o time muda, mas o fundador permanece. E aí ele Precisa ter o controle do negócio dele na mão dele, não delegar isso para terceiro de uma maneira cega. Então, só explicando o que que a gente, como é que é a nossa estrutura. Então, a gente tem as duas coisas. Existem algumas poucas empresas que eu atendo pessoalmente dentro da Vince Signature. Eh, as outras empresas que nós temos, então a gente tem basicamente duas unidades de
negócio, né? uma focada em empresas que faturam acima de 300 milhões e outra Focada em empresas médias. Essa aqui é focada em empresas médias. A gente tem um time de consultores que majoritariamente trabalharam comigo e os que não trabalharam comigo foram treinados por mim. Hoje a gente não tem ninguém que não trabalhou comigo. A gente teve uma pessoa, mas a gente tirou. Então, basicamente, são pessoas que trabalharam comigo nas empresas que eu passei por um longo período. Então, elas são pessoas que já foram treinadas Por mim e pensam de uma maneira muito parecida com a
minha, são capazes de executar as coisas que eu já pensei e capazes de pensar coisas que eu ainda não pensei também. E elas são constantemente treinadas. Então, a gente tem um time de consultores que são constantemente treinados. Eu também dou os treinamentos para os times das empresas que contratam a Vince e também dou grande parte dos treinamentos para os fundadores. Então é uma mistura, né? Na parte de treinamento em si eu entro muito mais na consultoria um a um são consultores treinados por Mins. Ó, e fazendo um parêntese aqui, você que é dono de agência,
eu tenho uma mensagem especial para você. Tem um movimento que já transformou mais de 800 agências em verdadeiras especialistas em food marketing. É por isso que eu vim anunciar a nova parceria do Roy Hunters, que é a Cardap Web. A Cardap Web é um ecossistema completo que tá dando mais ROY pros restaurantes. É um CRM que integra a automação de WhatsApp, cardápio digital e gestão completa. E eles criaram um programa de parcerias que é praticamente um acelerador de agências. Você recebe mentoria exclusiva, comissão, networking, eventos do setor e um acompanhamento personalizado para dominar o mercado
de food service. Se você tem uma agência e quer faturar mais com food service ou você quer melhorar o seu serviço no Geral, eu vou deixar um link aqui embaixo na descrição do vídeo, exclusivo para ouvintes do Roy Hunters entrarem no programa de parcerias. Aproveita que não vai durar muito tempo. E aí, queria voltar na no framework de estratégia pra gente não perder isso de vista. Beleza, eu tenho todas essas informações que eu coletei dos meus clientes. Como é que eu desdobro isso na estratégia? Boa. Aí você vai ter ali as informações que vão ser
o insumo paraa criação da Estratégia. Então a estratégia ela funciona assim, primeiro o público, né? Então é aquilo que a gente descobriu ali no nosso diagnóstico. Uhum. segundo o mundo, como que o mundo influencia o público e quais são as tendências também que a gente tem pro mundo que vão bater ali no público terceiro, além do mundo. Então, público, mundo, você vai ter a sua promessa. Qual é o mundo ideal? Qual é o final feliz que você está prometendo pro teu público dado o mundo que ele tá Inserido hoje? Legal. Em quarto, você vai ter
o seu posicionamento. Então, existe o mundo e existe o seu mercado, que é uma parte do mundo. E aí o posicionamento é como se você tirasse uma foto de cima assim de uma cidade, você visse aonde cada um dos seus concorrentes está dentro dessa cidade, tipo or, e você vai decidir aonde você vai estar, qual é o seu lugar dentro desse mapa. E aí esse lugar ele precisa ser diferenciadoro bastante, mas ele Também precisa ser um lugar que você genuinamente é capaz de ocupar. Então aqui é o posicionamento. Em quinto lugar, depois que você tem
público, mundo, promessa e posicionamento, você vai ter personalidade. Aqui não é a personalidade da marca. Personalidade da marca entra em identidade. Aqui é o atributo ou os atributos de personalidade que você vende para além do seu produto. Então o seu produto, por exemplo, essa xícara aqui, ela tem uma Funcionalidade que ela precisa ter, que é segurar aqui o meu café e fazer com que eu possa beber esse café. Além disso, ela tem essa alça aqui, que é para eu não queimar a minha mão. E ela poderia ser uma xícara que esquenta e mantém meu café
quentinho. Poderia ter várias funcionalidades. Isso são funcionalidades do produto, mas a o atributo de personalidade vai para além disso. Suponhamos que essa xícara aqui fosse uma xícara pensada. No caso ela Bota aqui que eu sou o melhor melhor marqueteira do mundo. Então, qual que é o atributo de personalidade que ela me dá? Ela diz pro mundo que eu sou uma marqueteira e que eu sou uma das melhores do mundo. Então ela tá me conferindo um status diferente do que só o produto é capaz de me entregar. Então se você olhasse, por exemplo, paraa Chanel, a
gente tá falando de elegância, Hermes também. Se você olha pro GIP, você tá falando de aventura. Então, um Atributo de personalidade. Esse atributo de personalidade é intimamente ligado ao que o público te falou, aquilo que o público disse de como ele quer ser visto pelo mundo. A sua marca precisa ajudá-lo a ser visto pelo mundo da maneira que ele quer. E esse atributo de personalidade vai ajudar ele nessa tarefa para além do que o seu produto já ajuda. Depois que você define esse atributo de personalidade, quer fazer alguma pergunta? Eu ia só deixar ela Terminar
o do caramba. Não, não. Eu eu ia tentar trazer isso para coisas não tão óbvias, porque tipo assim, quando é uma marca de consumo ou de moda, você normalmente você quer transmitir algo. Ah, eu acho que não dá para você passar para todo. Eu já pensei para educação, tô fazendo na minha cabeça aqui da esteja, bora lá. Harvard, por exemplo, inteligência, eu compro um selo de que eu sou inteligente. Se eu estudei em Harvard, eu sou inteligente. Então, é um selo que eu arrumo para mim. Então, cada empresa eh precisa pelo menos entregar duas coisas.
Então, uma é um é uma são as coisas que o produto de fato entrega, ele resolve uma dor concreta e marca resolve uma dor pessoal ou social. Então, basicamente isso serve para tudo. Então, além de atributo de personalidade, depois, né, o sexto, você vai dizer, você vai ter uma história e nessa história, o seu público é o herói. Ele tem que enfrentar uma Jornada aonde ele vai brigar com diversos inimigos. É jornada do herói clássica. Jornada do herói, tá? Basicamente o seu produto vai ajudá-lo a vencer esses inimigos. é a ferramenta que vai ajudar ele
a isso e vai conduzi-lo à promessa aqui em cima que é o número três de final feliz. Legal. Então isso aqui a gente tá falando de história. Depois você tem o universo, aonde essa história acontece. Aqui pouca marca consegue fazer isso bem. Ainda é Uma grande vantagem mesmo para quem tem marca muito estruturada, é você construir de fato o mundo onde essa história acontece. Qual que é o mundo onde essa história acontece? Quais são eh os cenários aonde as batalhas, as os grandes avanços acontecem? Quais são os personagens ideais nesse mundo? Quais são os sentimentos
que esse mundo traz, que esse mundo revela? Então você constrói de fato um cenário, um um grande lugar aonde essa história vai Acontecer. Em oitavo, você tem marcas pessoais. Então, marcas pessoais, basicamente são todas as marcas de pessoas que, de alguma forma vão estar inseridas dentro da sua estratégia de marca, seja dos fundadores, eventualmente dos colaboradores ou dos próprios clientes. Quem são as marcas pessoais que vão ajudar a contar essa história? Se você tem um fundador, por exemplo, que faz parte desse ecossistema de marcas, ele Vai ter normalmente duas funções. O fundador, ou o fundador
vai ser alguém que tangibiliza o público, é que tangibiliza o ideal que o público quer alcançar. Ele é o com avatar transformado. Exato. Alguém que já chegou à promessa. Uhum. Ou ele vai ser alguém que tá construindo e vivendo essa jornada junto com o público, tá? Então, ou ele é parte da história, tipo, ele tá junto com o público vivendo aquela transformação, ou ele já foi Transformado. Aí agora para finalizar, pergunta final, que é a que eu fiquei fiquei guardando até o final, que é o seguinte: você tá construindo uma marca pessoal muito forte nas
redes sociais, né? E aí até mais forte, eu imagino, do que a da Vince, porque você tem muito mais alcance. Por que que você resolveu construir uma marca pessoal tão forte e não focar tanto no perfil da empresa? Não sei qual qual que é a sua estratégia, se é se o Que eu tô falando é verdade. Na verdade, outra coisa também, qual que foi a sua estratégia para crescer tão rápido? Porque eu vejo que você, cara, explodiu, tá 01, o que você faz agora. Queria que você respondesse essa pergunta, tá? Então, na verdade, é porque
a Vince, ela surgiu um pouco depois. Eu ainda não tinha clareza de qual ia ser meu negócio. Eh, eu sabia o que que eu queria resolver como dor, que é ajudar as marcas a construírem, as empresas a Construírem marcas que gerassem retorno no curto prazo, no médio prazo, no longo prazo, de maneira eficiente, vendendo mais que os outros. Eh, mas eu não tinha clareza do que que de como eu ia tangibilizar isso num produto. Então, sabia a dor que eu queria resolver, mas não sabia exatamente o produto. Então, eu comecei a trabalhar primeiro na minha
marca pessoal. E aí a Vince veio na sequência. Eh, mas em dois anos, no máximo um ano, ela já vai ser muito, Muito, muito maior que eu. Isso eu não tenho a menor dúvida. Então, ela já é uma marca aí que tá tá a caminho dos seus 100.000 de seguidores. Ela tem, ela tem, tem bastante conteúdo viral. Eu mostro muito as pessoas que trabalham comigo justamente por quê? Porque uma marca pessoal, ela consegue crescer mais rápido, mas ela tem um teto muito maior. Então, o importante é você ter as duas coisas. Se você teto menor,
na verdade, quer dizer, né? Um teto muito mais Rápido, né? Ah, tá. Entendi. Ah, tá, entendi. Acho que era maior, a gente podia ir mais longe, mas entendi. Ok. Não, não é porque na verdade uma empresa ela pode não ter teto nenhum, né? Então ela pode crescer indefinidamente enquanto que uma marca pessoal tem um teto. Então a minha a minha visão é você usa a marca pessoal para crescer mais rápido do que você poderia se você tivesse só uma marca de negócio. E você tem uma marca de negócio Que vai te fazer crescer para além
do que você poderia sendo só uma marca pessoal. Então essa combinação é muito potente, uma dá velocidade e a outra dá escala. E é isso que eu tô tentando construir com a Vince. Eh, eu comecei a fazer isso de maneira estratégica, só depois que eu saí da Boca Rosa, de fato. Por quê? Porque até então eu trabalhava para empresas que não eram minhas, mesmo sendo sócia do G4, não eram de fato as minhas empresas. E de maneira muito Franca, eh, toda vez que eu postava, de certa forma, isso incomodava as pessoas com quem eu trabalhava,
porque tá fazendo projeto paralelo ou é, tem a ver com essa visão de projeto paralelo, o que eu acho que é uma extrema burrice. No meu, eu ao contrário, super incentivo que as pessoas trabalham comigo produzam conteúdo e eu mostro ela nas minhas redes, faço questão disso, porque quanto mais a gente cresce como grupo, mais o negócio cresce. Mas não tinha esse Incômodo. E também eh eu sempre fui a pessoa que eu eu sempre soube muito sobre redes sociais e eu sempre detive as redes sociais as empresas para quem eu trabalhei. Então no G4, por
exemplo, So ficava comigo, Socha do G4, do Thales, Alfredo, do Nardon, eh dos do Té, do Vabbo, eh do de todos os nossos mentores que queriam, ficava sobre a minha gestão. Então eu dedicava grande parte do meu tempo para fazer isso ser um excelente canal de aquisição paraa Empresa. Mem coisa na Boca Rosa. Para Boca Rosa, Boca Rosa ficava abaixo, né? Eu era CEO, mas eu tocava empresa como um todo, mas ficava abaixo de mim, respondia muito fortemente a mim. Até pra própria Bianca eu criei vários roteiros. E aí, eh, o, o, o ponto é,
eu já eu já sabia fazer isso muito bem, só que eu não tinha nem desejo tanto assim para mim, porque eu tava tocando o negócio dos outros e quando eu fazia o meu, isso isso incomodava. E se você Olha lá atrás, já tem alguns vídeos que eu fazia muito pontualmente, mas que viralizavam muito, tinha um impacto muito grande. Então o meu vídeo, por exemplo, contando de como foi o lançamento da Boca Rosa, é um vídeo que tem mais de milhões de de visualizações. Eh, e é um vídeo que eu fiz ele no celular narrando e
com imagens e tal. Então, quando eu saí e eu tive o meu, né, meu tempo livre, eu pude fazer o que eu sei fazer, mas para mim, Não fazendo somente pros outros. Eh, e basicamente foi assim que que eu cresci, fazendo aquilo que eu sempre fiz paraos outros, só que agora para mim. E fazendo para mim, eu não tinha nenhum, eu não tenho nenhum tipo de aprovação. Eu posso fazer o que eu quero, o que eu acho que é o melhor a ser feito. E isso foi o que fez eh eu conseguir crescer de maneira
bem rápida, né? a gente já tá 500 e tantos mil seguidores. Uhum. Mas hoje seguidor para mim é bem relevante. O meu Foco maior é em engajamento. É ter um engajamento muito alto e é o que eu recomendo a todo mundo, porque seguidor não é mais o que determina o alcance nem o engajamento é o principal seguidor você compra, né? Você faz anúncio. É porque eu vejo um monte de gente que às vezes vem me seguir assim, o cara tem 300.000 seguidores e os views dele pega 1000 views. Exato. Exato. É, às vezes você tem
gente aí com 1 milhão de seguidores, mas você vai ver 20.000 Visualizações. Não faz nem sentido. 20.000 É muito se tiver ainda, tem uns que não tem nem isso ainda. É. E aí, para finalizar eu queria que você falasse um pouco da sua tese pro futuro, o que que você que que você tá construindo assim, onde você se vê daqui 10 anos enquanto vin enquanto tá e um pouco da sua tese futuro das marcas aí para deixar pra galera aí para comida pro pensamento. Eu ia falar falando você falou daqui 10 anos assim. É, não,
porque eu tô pensando assim, as pessoas superestimam que elas fazem um ano, né, mas subestimam o que elas fazem em uma década. Então, que é onde você se vê assim, por exemplo, vou dar um exemplo meu aqui, vou me entregar. Eu gostaria de ser um desafiante do Cotor. Eu gostaria de ser o professor de marketing mais relevante do Brasil, assim, talvez do mundo, não sei, talvez. Então, é para onde eu me vejo, me vejo muito mais como Um professor. Você se vê muito mais construindo um império ou é mais boutique. Queria entender um pouco da
sua visão, não quero te viezar, cara. Acho que são duas coisas assim que que são di Bom, vou responder sobre eu tava vendo um podcast essa semana do cara que criou o Butcher Box, que é um cara que já tinha feito uma outra empresa antes que deu super mal e a Butcher Box faz 500 milhões. Que que é Butcher Box? É uma empresa que vende basicamente carnes Por assinatura nos Estados Unidos. Cara, eu assinei isso aqui no Brasil e foi maravilhoso. São as melhores coisas que eu fiz na minha vida. Eu fui para Campinas, não
tinha, mas assim, ok. Lá nos Estados Unidos é bem grande. Eles fazem 500 milhões de dólares em faturamento anual. Então é uma presa que cresceu muito rápido, é super jovem. Ele tava falando assim: "A maior parte das pessoas fazem bons business plans e pouco lifestyle plan. Então qual que é o Seu estilo, o estilo de vida que você quer ter?" Então vou responder essa pergunta de duas formas. Eu quero que a Vince seja a empresa mais relevante do mundo quando a gente fala em construção de Brandon Revenue, tá? Ligadas. Então essa esse é o foco,
ser a empresa mais relevante do mundo na criação de soluções que geram Brandon Revenue de maneira consistentemente interligada. Então de fato, as marcas mais sexies e mais ricas. Então esse é o meu grande Objetivo como negócio. E eu como pessoa tenho nenhuma vontade de ser muito relevante. Eu a Taiana em si como pessoa. Você não tem essa pira de ter milhões de seguidores, ser famosona e tal. Não, não. Eu sou cara, eu sou. Você tem? Eu não tenho, cara. Eu sou, eu sou um pouco autista, né? Então eu tenho maior vergonha, eu sou super tímida
e caraca, eu não imaginaria isso. É verdade. Eu eu eu sou muito nerd, eu sou super tímida, então eu gosto muito de Falar, por exemplo, pra plateia e aqui assim, quando é coisa de negócio, mas na vida ali com as pessoas eu morro de vergonha, eu fico muito muito muito envergonhada. Então o meu grande objetivo é ter muito dinheiro, é poder fazer grandes coisas sem que necessariamente saibam que sou eu que tô fazendo essas grandes coisas. Você é você tem aquele sonho de um dia fechar o Instagram, então botar uma foto de onda e falar
assim assim: "Ah, postar foto de De paisagem assim. Tenho, tenho, tenho vontade de ter meus filhos, ficar estudando loucamente, trabalhando loucamente e ganhar muito dinheiro sem que que necessariamente seja a minha cara ali. Então é basicamente isso assim e e o o meu objetivo mesmo é é conseguir de fato construir essas marcas, gerar um resultado muito violento paraas empresas que eu participo e consequentemente gerar muito dinheiro para mim e para as pessoas que trabalham comigo. Galera que Quiser participar disso com você, quiser conhecer mais sobre seu trabalho, trabalho da Vince, como é que eles te
acham? Pode deixar uma mensagem final aí pra galera também, tá bom? Para achar a Vince é só digitar @vince.soite que você vai encontrar. Eu sou a Tai ta. Dantas. O Y é porque meu pai é um cara esquisito que nem eu. Ele botou esse Y para me diferenciar. Mas bom, a Vince e ela mês a mês abre algumas Vagas, não são todas as pessoas que podem participar. A gente abre mais ou menos 20 vagas por mês paraa consultoria e aí tem um processo seletivo para ser aprovado dentro da consultoria. E para Vince Signatur, de fato,
a gente só atende empresas que a gente quer muito atender, mesmo que a pessoa tenha todo o faturamento, a gente ali de fato a uma boutique. A gente só aceita cinco clientes dentro da boutique. Então são marcas que a gente escolhe trabalhar de Fato. Mas a Vin Societ pode ter a consultoria que constrói as melhores marcas, as mais ricas e sexies dessa geração. É só passar pelo nosso processo seletivo e o nosso foco é acelerar sua receita de maneira eficiente. Animal. E de mensagem final que eu queria deixar aqui e não se livre da sua
empresa. Ao se livrar da sua empresa, você também deixa de ser dono dela. O fundador que constrói um negócio, ele precisa de fato construir o negócio. Não adianta nada Você ser sócio no papel, mas não conhecer o seu negócio na prática e ser refém de quem tá trabalhando para você. Isso é uma coisa que o Lázaro falou aqui no Roy Hunter que é muito bom, que é o Flávio também falou isso se você contratar só gente mais inteligente que você, o que vai acontecer na prática é que eles vão passar perto em você. Você não,
você não pode ser esse cara burro que só acha que, ah, contratei pessoas do inteligente. Achei que era o Contrário. Caramba, eu ia falar que, tipo assim, o se você contratar pessoas, quem que falou isso? Não vou lembrar. Acho que foi o Steve Jobs, talvez. Se não era, ele deveria ter falado. Falou: "Se você contratar uma só pessoas menores do que você, você um dia vai ter uma empresa de anões." Não, não, mas não é isso. Não é só contratar pessoas burras, mas é sobre você precisar se intelectualizar também. Os dois são importantos os dois
são importantes. Dá As mensagens finais aí pra galera. Não esquece de deixar o seu like aqui no YouTube e se inscrever no canal. 50 comentários, que que acontece? Aí você recebe o PDF com resumo do episódio. Esse episódio teve muita conhecimento, muita informação. A gente manda um resumão do episódio para você, para você não ter que passar o tempo anotando, né? E dá as cinco estrelas lá no Spotify também. Se tiver no Spotify para o, ó, se você tiver dirigindo agora, tá Ouvindo no Spotify, que que você vai fazer? Você vai puxar o celular, continuar
dirigindo, acelera e deixa cinco estrelas. Se bater a culpa não é minha. Gostou da minha dica? Ou você pode ir quando é ou você pode parar o carro e colocar. Fechado. Vejo vocês no próximo episódio. Não esquece de comentar. E é isso, é isso, é isso. [Música]