Olá, Karla Magalhães do Labirintos Blog. E no livro Supercérebro. Como expandir o poder transformador da sua mente.
Juntamente com o neurocientista Rudolph Tanzi, explica como o cérebro funciona e como deixar-lo em forma para conquistar boa saúde, ter mais qualidade de vida e simplesmente ser mais feliz. Nosso cérebro possui cerca de 100 bilhões de células nervosas que se encarregam de produzir conexões, chamadas sinapses. Elas estão em constante e dinâmica o estado de reorganização em resposta ao mundo que nos cerca.
Nosso cérebro não só interpreta o mundo, mas o cria. Tudo o que vemos, ouvimos, tocamos, saboreamos e cheiramos não seria aprendido sem o cérebro. Seu café da manhã, o amor pela sua família, uma brilhante ideia de teve no trabalho, foi especialmente adaptado para você.
Mas quem é o responsável por esta adaptação? Eu ou meu cérebro? Se a resposta for eu, então a porta para ser mais criativo está aberta.
Se a resposta for meu cérebro, então podem existir drásticas limitações físicas, talvez o genes, lembranças nocivas ou a baixa autoestima estejam me freando. Neste caso minhas expectativas limitadas, constrangem minha consciência mesmo que eu não perceba isso acontecendo. Assim estamos diante de duas realidades o potencial ilimitado e potencial ilimitado.
Atualmente a ciência reúne novos passos com surpreendente velocidade, entramos na era de ouro da pesquisa cerebral. E essa era é também para o nosso cérebro? Infelizmente não, existe uma enorme distância entre as brilhantes pesquisas e a realidade cotidiana.
Um mito muito difundido é que: uma pessoa usa somente 10 por cento do seu cérebro. Em um adulto saudável as redes neuronais do cérebro funcionam em plena capacidade o tempo todo. Mas o cérebro físico não consegue fazer tudo sozinho.
É preciso buscar novas formas de utilizá-lo. Não é o número de neurônios dentro da nossa massa cinzenta, que torna a vida mais instigante, inspiradora ou bem sucedida. Os genes desempenham seu papel, mas como o resto do cérebro, também são estruturas dinâmicas que se caracterizam por inúmeras explosões elétricas e químicas.
Assim agimos como líder, inventour, professor e usuário do cérebro, tudo ao mesmo tempo. Como líder, transmito ordem diárias ao meu cérebro. Nossas ordens são recebidas por um organismo vivo, que muda a cada vez que enviamos uma instrução.
Se alguém pensa: quero comer bacon e ovos, como comi ontem. Seu cérebro não vai mudar em nada. Mas se alguém pensa: o que vou comer no café da manhã de hoje, estará ativando um reservatório de ideias.
A criatividade é uma inspiração viva e sempre nova, que nenhum computador pode igualar, porque não tirar total vantagem disso? O cérebro tem a capacidade milagrosa de que quanto mais lhe pedimos, mas ele te dá. Como o inventor, cria dentro dele caminhos e conexões e que não existiam, nosso cérebro está em constante evolução.
Ele é capaz de se desenvolver e evoluir durante toda a vida. A teoria fundada nas 10 mil horas, defende a ideia de que podemos adquirir qualquer competência especial se dedicarmos a ela, esse tempo. Até mesmo, aquelas habilidades em pintura e música, antes atribuídas unicamente ao talento.
Um exemplo é o Cirque du Soleil, os acrobatas, com raras exceções, não são oriundos de famílias circenses, mas sim ensinados em uma escola especializada em Montreal. Como professor, ensino meu cérebro a aprender novas habilidades. O conhecimento não começa com fatos, mas na curiosidade.
Um professor inspirado pode mudar um aluno, provocando sua curiosidade. O mesmo acontece com o cérebro, que é ao mesmo tempo aluno e mestre. Quando nos sentimos inspirados, provocamos um fluxo de reações que o acendem.
Enquanto o cérebro que não é curioso está adormecido. Como usuário, sou responsável por mantê-lo em boas condições de funcionamento. O cérebro precisa de nutrientes, como boa alimentação, evitar a álcool e tabaco.
Ademais de cuidados adequados, como controlar a raiva, o medo, estresse, e depressão. Um novo estudo mostrou o que o estresse rotineiro, fecha o córtex pré-frontal. A parte do cérebro responsável pela tomada de decisões, pela correção de erros e pela avaliação das situações.
Nessas quatro funções reside a diferença entre o cérebro cotidiano - vamos chamá-lo de "cérebro básico" - e o que batizamos de" super cérebro". O supercérebro representa um criador plenamente consciente que usa todo seu potencial. Ele é infinitamente adaptável, e se usamos bem as 4 funções, antes descritas, podemos obter resultados muito satisfatórios.
Diferenças entre cérebro básico e super cérebro. No cérebro básico sou metódica. Não estimulo minha mente com novas atividades com frequência.
Gosto de familiaridade, é a maneira mais confortável de viver. Existe uma tediosa repetição em casa, no trabalho e nos meus relacionamentos. No supercérebro, vejo cada dia como um mundo novo.
Presto atenção para não adquirir maus hábitos. E se crio algum, posso abandoná-lo com facilidade. Gosto de improvisar, detesto o tédio, que para mim, significa repetição.
Procuro novidade em muitas áreas da minha vida. Estabelecendo expectativas mais altas, conseguimos um funcionamento superior. Em outras palavras, se nos relacionamos com cérebro de uma maneira diferente, podemos mudar a nossa realidade.
Ciclos de feedback. A relação entre a mente o cérebro pode ser escrita através de ciclos de feedback, eles são inteligentes e adaptáveis. O corpo é um imenso ciclo de feedback constituído por trilhões e minúsculo circuitos, cada célula conversa com todas as outras e ouvi as respostas que recebe.
Essa é a essência do feedback. Um exemplo prático é uma pessoa que sofreu um derrame e tem um lado do corpo paralisado. Atualmente já é possível recuperar estes movimentos por meio do feedback, através de um treinamento.
O cérebro entende o seu lado paralisado pode voltar a ter momento. Assim o cérebro se adapta e lentamente recupera os movimentos perdidos. Outro ponto importante a ressaltar é memória, que não deixa sinais físicos nas células cerebrais e não se sabe onde as lembranças são armazenadas.
Sem embargo, por meio e o medo treinamento é possível conseguir uma memória muito mais alta. Uma das singularidades de cérebro humano é que ele só pode fazer, o que julga ser capaz de fazer. Se você diz "minha memória não é mais como antes" na verdade, está treinando seu cérebro para satisfazer suas diminutas expectativas.
Baixas expectativas significam baixos resultados. Soluções para a perda de memória. A memória não é perfeita e a maneira como reagimos as suas falhas, é responsabilidade nossa.
Se encararmos cada pequeno lapso, como um sinal de inevitável declínio, decorrente da idade ou de falta de inteligência, estamos preparando o terreno para que isso se torne realidade. Mas se a treinamos, colocando atenção aos seus hábitos, comportamento, entusiasmo, poderemos conseguir uma memória muito mais eficiente. Para desenvolver um supercérebro é necessário desmistificar cinco conceitos.
Mito 1, os danos ao cérebro são irreversíveis. Hoje sabemos que o cérebro tem um surpreendente poder de cura, o qual não suspeitávamos no passado Mito 2, os circuitos cerebrais são imutáveis. Na verdade a interação entre a estrutura física e a programação do cérebro é constante.
E nossa capacidade de criar novos circuitos cerebrais, permanece intacta do nascimento até o fim da vida. Mito 3. O envelhecimento do cérebro é inevitável e irreversível, contrariando essa crença antiquada, surgem todos os dias novas técnicas para manter o cérebro jovem.
Mito 4, o cérebro perde milhões de células ao dia, que não podem ser substituídos. O cérebro contém células-tronco que são capazes de desenvolver novas células cerebrais ao longo da vida. Mito 5, reações primitivas (medo, raiva e ciúme), dominam o cérebro irracional.
O cérebro irracional ou reptiliano é o responsável por impulso que nos prejudicam, mas como o cérebro evolui constantemente, conquistamos a capacidade de dominar o cérebro com a liberdade de escolha. Super-herói do cérebro. Albert Einstein o grande físico foi exemplo de sucesso, com inteligência e criatividade muito por em cima da média.
Ele usava o cérebro de um jeito que qualquer pessoa pode aprender a usar, por meio da adaptação, resolvendo problemas de uma forma nova, sendo flexível e observando o componente emocional, que está presente em todas as nossas decisões. Einstein usava como máxima, três pilares: deixar para lá, ver flexível e manter a calma diante das dificuldades. Ele mesmo se considerava um fracasso como pai e marido, mas usou estas emoções, juntamente com a razão para resolver seus problemas.
Dessa forma, o livro traz inúmeras reflexões baseadas em investigações científicas, que provam que o cérebro uma vez treinado, é capaz de produzir verdadeiros milagres. Para um conhecimento mais profundo, te convido a ler esse livro, o link está na descrição. Se gostou: curte, compartilha e se inscreva neste canal.