Olá tudo bem com você meu nome é Sandro sou professor mediador do curso de geoprocessamento básico no software kg aqui do campus Gama do Instituto Federal de Brasília nesse vídeo vamos ver algumas considerações importantes sobre geoprocessamento e também sobre o sistema de informações geográficas Os tigres e na parte final do vídeo vamos ver como tudo isso acontece na prática lá dentro do software que diz para conceituar para definir o que é geoprocessamento vou utilizar duas fontes de dados A primeira é do site gel aplicada que tá disponível aí na internet e a outra é do
câmbio aí do David 1999 que está disponível lá no site do INPI então de uma forma bem simples o gel processamento pode ser definido como processamento de dados com referência espacial e tem como objeto gerar uma informação e essa informação também possui uma referência espacial onde você mora se você sair aí pelo espaço onde você mora você já pede bicicleta de carro de ônibus você vai identificar uma série de alvos uma série de objetos na superfície terrestre sejam ruas esquinas prédios praças E aí por diante então esses dados que você mesmo vê no espaço onde
você mora eles podem passar por um processamento e essa informação ela vai passar até então uma referência espacial ela vai ser inserida dentro de um sistema que possui uma referência espacial uma referência aí de coordenadas né bom uma outra definição é a do INPE de acordo aí com o câmera e o Davis o termo geoprocessamento ele denota a disciplina do conhecimento que utiliza técnicas Matemáticas e computa para o tratamento da informação geográfica então esses dados espaciais que encontramos Se eles forem tratados né Se eles forem processados utilizando aí técnicas matemáticas computacionais eu vou conseguir inserir
dentro de um sistema com a referência de coordenada essa sistema de referência de coordenada pode ser tanto o sistema de coordenadas geográfico como plana como a gente vai ver mais para frente e de acordo ainda com esses dois autores o câmera e o Davis o sistema de informações geográficas ou seja os Tigres para eles o cig são as ferramentas computacionais para serem utilizadas aí no Gel processamento e os signos permitem realizar análises complexas ao integrar dados e diversas fontes e ao criar bancos de dados georreferenciados Então dentro de um único banco de dados eu posso
ter uma série de informações georreferenciadas com informação espacial por a mesma região para o mesmo local então geoprocessamento por meio da utilização dos signos permite aí tanto essa obtenção quanto esse tratamento esse processamento desses dados aqui é um exemplo de como se obtém uma informação espacial a partir de um dado espacial que você encontra no seu dia a dia esses dados foram coletados lá na cidade de Natal no Rio Grande do Norte está disponível também lá no site Geo aplicada eles saíram andando pela cidade e coletando pontos em alguns lugares Pode ser que seja a
esquinas de ruas em alguns lugares podem ser difíceis praças Então essas bolinhas amarelas aqui ó são pontos que eles foram coletando de alvos que eles iam identificando lá pela cidade de Natal eles utilizaram o software GPS trade para espacializar esses dados e lançar esses dados no sistema aí de referência de coordenadas então dado que inicialmente foi identificado era visível apenas na realidade do dia a dia enquanto a pessoa tava se locomovendo pela cidade agora foi organizado coletado processado sistematizado inserido agora no sistema Com referência espacial eu consigo localizar esses pontos em relação ao sistema que
pode ser local Regional ou até mesmo global então basicamente a utilização dessas técnicas computacionais permitem o processamento desses dados resultando em informações com referenciais espaciais ou seja esses dados agora estão inseridos dentro de um sistema com a referência de coordenadas né outra definição importante é o que é um sistema de informação geográfica eu vou usar também as mesmas fontes para tentar fazer essa conceituação essa definição logo de cara é interessante essa definição que o pessoal do site já é aplicada coloca um sing não é apenas um software o software que nós vamos usar aqui no
curso é o que diz então o signo é apenas o que diz o ar que diz ou software Na verdade o siga é composto também por dados pelo hardware que é o computador e a estrutura física que você utiliza aí para fazer o processamento a plotagem A impressão dos dados as pessoas que são que estão envolvidas nesse processo e as metodologias utilizadas né para fazer o processamento dos dados e também obviamente o software já adianto o software que o sig né que vamos utilizar o software para siga que vamos utilizar é o que diz nessa
figura o que é dito aqui em palavras pode ser visto agora em imagens aqueles dados daquele vídeo anterior que orienta vocês como fazer downloads e dados vetoriais do site do IBGE são exemplos de dados no caso já são informações informações espaciais né informações é que já possuem o sistema de referência espacial um órgão oficial do governo brasileiro já fez isso para gente o sig também possui o software no caso o que vamos utilizar no nosso curso é o software qgs temos também o hardware um exemplo de hardware é o computador é o tablet é o
celular é o equipamento aí que você vai utilizar Pode ser que você vai usar a impressora para fazer impressão também vai fazer parte da estrutura aí do Hardware que você tá usando as pessoas então os alunos do curso eu Todos nós somos as pessoas né então envolvidas dentro dessa estrutura e do signo e por fim o método seja os procedimentos a sequências de procedimentos a serem realizadas para fazer o processamento das informações basicamente é o que vamos aprender no curso né os métodos por meio de um software que Vai resultar aí em dados ou banco
de dados E aí por diante Então essa figura ilustra de uma forma bem simples a estrutura de um signo outra definição importante para seguir é a de câmera e daves de 1999 para ele o sistema de informações geográficas né os sistemas de informação geográfica ou tigres são sistemas automatizados usados para armazenar analisar e manipular dados geográficos ou seja dados que representam objetos e fenômenos em que a localização geográfica é uma característica inerente a informação indispensável para analisá-la então objetos como aqueles que eu citei anteriormente a rua a praça a esquina o edifício fenômenos que ocorrem
eles podem ter na verdade eles possuem uma localização espacial e os signos permitem fazer exatamente isso vai permitir criar Esse sistema de referência ou vai inseri-lo nesse sistema de referência com a informação aí é especializada aqui a arquitetura de um sig se pegarmos com base naquela figura anterior a interface ela é viabilizada por meio do Hardware que é o computador a estrutura que você tá utilizando aí para a sessão se o para você acessar o software então o hardware e o software viabilizam e a interface Por meio dessa interface Você pode ter a entrada de
dados espaciais você pode fazer a integração de dados espaciais você pode fazer o processamento de dados espaciais você pode visualizar esses dados você pode fazer a plotagem ou seja preparar mapas para impressão você pode fazer o armazenamento desses dados e quando for necessário você pode fazer a recuperação desses dados acessar esses dados em um banco de dados geográficos Então essa é uma arquitetura de um sig apresentado aí pelo câmera e pelo daves ela é bastante didática e é importante aí já termos conhecimento dela logo de início aí do curso mas na prática como que os
dados se organizam dentro de um sig nos vídeos anteriores nós já vimos o que é um shapefile então um shape fale quando aberto dentro de um cig é basicamente cada Shape fale será uma camada lá dentro do cig especificamente vamos falar do que diz dentro do que diz cada Shape fale que você abrir vai ser uma camada aqui nesse exemplo se você abrir um shape Fale com as estradas esse Shape fale vai ser uma camada eu posso abrir um outro shape fale com o uso e cobertura da terra esse outro shape Fire vai ser outra
camada eu posso abrir um shapefile com os limites seja dos Municípios dos Estados de países esse outro shape vai ser outra camada posso abrir também um shape fale com a hidrografia de um local Esse shapefile é outra camada eu posso abrir um arquivo com formato diferente esses iniciais podem ser abertos no formato vetorial também alguns deles podem existir em formatos raster mas essas informações aqui de baixo Muitas delas são disponíveis no formato Rastro no formato matricial que é como se fosse uma foto dessas que a gente tira no celular só que é uma foto que
possui aí todo um sistema de referência de coordenadas Então não é apenas uma foto estática ela tá inserida dentro de um sistema de localização dentro de um sistema de referência de coordenadas então um arquivo raster com elevação de um local também é uma camada dentro do qx e as imagens de satélite que também são informações aí no formato raça é outra camada dentro do signo bom como é que fazemos aí a edição a manipulação o processamento dessas informações o processamento geralmente o a leitura ou a manipulação do dado geralmente é feito dentro de cada shapefile
dentro de cada camada eu coloco em edição essa camada e uma uma eu vou processando as informações que eu preciso aqui dentro encerrei essa eu passo para outra e aí por diante no geoprocessamento avançado existem aí procedimentos que você consegue processar integrar analisar uma série de camadas simultaneamente e o resultado desse processamento geralmente vai ser um arquivo à parte muitas vezes em formato raster matricial em alguns casos em formato vetorial do processamento de um conjunto de shake falhas um conjunto de camadas que foram utilizados no processamento e o produto o resultado do processamento de todas
essas informações às vezes é uma nova camada com o resultado dessas operações então resumindo eu posso realizar procedimentos individualmente dentro de cada camada dentro de cada shapefile ou dentro de cada arquivo raster geralmente o processamento de um arquivo raster resulta em um novo arquivo ou então eu posso realizar o processamento de uma série de camadas e o processamento dessas camadas resulta em um novo arquivo por enquanto só tô falando de alguns aspectos conceituais para tentar contextualizar como essas coisas acontecem aos poucos vamos vendo aí é esses procedimentos esses Passos acontecendo ao longo do curso Mas
como isso funciona na prática abrir aqui o que diz Para darmos prosseguimento na tela inicial do que diz aparece aquele projeto teste do vídeo anterior que fizemos juntos na aula anterior no vídeo anterior eu vou abrir o projeto e vou dar sequência daqui daquele projeto anterior já tínhamos aberto algumas camadas alguns Shake falhas temos aqui os limites dos países da América do Sul que estão abertos aqui no painel camadas temos os limites das unidades da Federação do Brasil eu vou abrir mais alguns dados aqui vou clicar com o botão esquerdo do mouse já mostrei Como
faz abertura dos dados no vídeo anterior navego aqui pela unidade C utilizando o painel navegador os dados que baixamos do site do IBGE aqui dentro de curso geoprocessamento básico no software está dentro dessa base de dados 250 achei que faz Vamos abrir aqui também os limites dos Municípios deixa eu começar de baixo para cima que às vezes é um pouco mais fácil de fazer abertura dos dados a lá os trechos rodoviários então abrir mais uma camada Vamos abrir os limites dos Municípios Vamos abrir também a malha Ferroviária pronto e vamos abrir pelo menos um dado
aí no formato raster vou vir aqui em hcmx base Maps Google Satélite Lembrando que tem um vídeo onde eu mostro como instala esse complemento e como habilita a imagem de satélite vou clicar agora com o botão esquerdo do mouse Lembrando que você também pode se guiar pelas bolinhas do mouse que eu já expliquei também um vídeo anterior perceba que como eu abri por último a imagem do Google Satélite é ela é a camada que está acima de todas as outras eu consigo reposicionar essas camadas aqui dentro da minha área de trabalho para isso eu arrasto
o mouse sem clicar em nada clico com o botão esquerdo para selecionar a camada Então essa é a camada para ligar e desligar as camadas eu posso clicar aqui nessa caixinha antes do nome da camada ela vai ligar no caso desliguei cliquei novamente liguei para arrastar eu clico com o botão esquerdo do mouse segura e arrasto para baixo na parte de baixo o solto agora a camada com a imagem de satélite que é a mais Ampla Aparece ao fundo eu tenho também eu vou desmarcando só para facilitar a visualização vou desmarcar a imagem de satélite
para não ficar muito poluído eu tenho os limites da dos países desmarquei vou clicar para marcar novamente ó aparece aqui os limites dos países da América do Sul aqui em cima Os trechos Ferroviários eu marco e desmarco também deixar aproximar aqui um pouco mais para o que eu vou fazendo facilitar utilizei aqui a ferramenta aproximar eu fiz uma caixa de diálogo em torno da região que eu queria vou pegar agora a ferramenta deslocar ajustar aqui no centro da Terra eu vou agora marcar e desmarcar as ferrovias elas aparecem desaparecem vou ligar e desligar agora os
municípios Então você liga e desliga a camada para ela ficar visível ou não visível marcando essa caixinha que fica antes do nome aqui tá o shapefile a camada com as unidades da Federação os estados do Brasil e o Distrito Federal então é dessa forma que você consegue identificar e visualizar Aí as camadas que estão abertas né no software que diz é aqui no painel navegador é aqui é um dos lugares que você adiciona dados vetoriais né Eu já mostrei para vocês então pelo hcmgs e também pelo pela outra ferramenta O xyz que é outro local
para você adicionar a imagem do Google Satélite Então procura explorar essas ferramentas esse procedimentos treine um pouco mais a ferramenta de zoom que eu já mostrei nos vídeos anteriores procure treinar bastante como adicionar camadas como adicionar Shape Fire como adicionar arquivos raster e uma última coisa que eu gostaria de mostrar para vocês é que conseguimos dar zoom para feições específicas eu posso simplesmente clicar aqui ó com o botão esquerdo deixar Azul selecionado agora clico com o botão direito clique em aproximar da camada aqui é uma forma de aproximar o zoom de um shape fine de
uma camada específica bom esse era o objetivo do vídeo ver as conceituações sobre geoprocessamento sobre sistema de informações geográficas e ver na prática como que as camadas como que os dados sejam eles vetoriais ou dados matriciais ser abertos e podem ser visualizadas e podem ser organizadas aqui dentro do software que diz até o próximo vídeo