então continuando aqui na terceira parte da aula que nós estamos falando sobre o protocolo de óbitos maternos nós terminamos a última aula falando deste né fluxograma e apenas reforçando para que a gente possa avançar porque porque isso aqui precisa ficar muito bem fixado na sua cabeça porque vai ser essencial no momento em que você for codificar e recodificar óbitos maternos então quando o auto materno o óbito de mulheres de fértil foi por uma causa natural e o campo 37 tiver marcado ou tiver alguma informação de que a mulher estava grávida em outro lugar da declaração de óbito você vai considerar ele como óbito materno declarado vai codificar apenas a causa básica como o isso vai para investigação a investigação apenas vai confirmar se ele era o modo materno ou não se for você vai realizar manutenção daquele código senão você vai tirar aquele código e colocar outro código agora se o óbito dessa mulher seja ela grávida ou estando no ciclo gravídico poeteral ou então uma mulher ainda de fértil de 10 a 49 anos foi por uma causa externa não importa o preenchimento do campo 37 necessariamente a causa básica vai ser a causa externa não vai haver a inclusão de códigos em ó nesta declaração e a investigação nesse caso não vai identificar se o óbito foi materno mas sim vai verificar uma relação causal quer dizer a causa externa ela só aconteceu porque a mulher estava grávida porque a mulher tinha ganhado filho porque a mulher estava no puerpério se não fosse o ciclo gravídico pueperal essa mulher não tinha sofrido essa causa externa se esse nexo causal Foi confirmado você vai adicionar a direita sempre a direita o código marcador on93 porque a causa básica neste caso sempre vai ser a causa externa mas com o a 93 do lado você vai marcar essa deo falando o quê no sistema que apesar do fato de que a causa básica é uma causa externa esta mulher estava grávida e ela só morreu porque ela estava grávida e se você descartar mantém o código da causa externa e não inclui nenhum marcador aí de um óbito materno por causa externa a informação né do ciclo gravídico puerperal presente na parte 1 e 2 da declaração de óbito ou em qualquer outra parte né da Deó também devem ser levadas em consideração para codificação do óbito como materno assim como relacionamento dos óbitos de mulheres da fértil que é exatamente o que eu falei olha o médico não marcou o campo 37 mas ele escreveu lá do ladinho né da parte do atestado médico gestante essa informação eu vou ter que considerar se ele não marcou o campo 37 Mas escreveu alguma coisa em outra parte da Deó que conta que ela estava no ciclo gravídico por geral eu vou considerar nos casos de mortes maternas declaradas a causa básica vai ser codificada no capítulo 15 gravidez parte por pele que são os códigos iniciados com a letra O no início do capítulo 15 da CID 10 existem orientações porque existem algumas exclusões quer dizer são diagnósticos que não estão nhoque não são em homens que são conside óbitos maternos pela característica das doenças e quais que são esses esses códigos não é esses aqui sendo que nesse momento houve já a exclusão desse último que é a doença pelo vírus da imunodeficiência humana então tetano obstétrico que é a 34 ou se tem uma laça puerperal que é m83. 0 tá no capítulo 12 transtornos mentais e comportamentais associados ao puerpério aqui entra a depressão pós-parto que é o f53 no capítulo 5 a necrose pós-parto da hipófise que é o e23. 0 no capítulo 4 e a mola e da tiforme maligna que é o d39.
2 no capítulo 2 então percebam que são doenças necessariamente obstétricas elas não acontecem fora do ciclo gravídico pueperal a mulher precisa estar grávida para que essas doenças aconteçam são doenças obstétricas que acontecem no puerpério que acontecem no pós-parto que são típicas do ciclo gravídico então por isso que elas são exceções do código em o mais são consideradas como óbitos maternos certo e aqui um exemplo né o médico preencheu o campo 37 falou que a mulher tava no puerpério até 42 Dias tétano obstétrico choque séptico pulmão de choque um tétano obstétrico pode levar um choque séptico pode que pode levar um pulmão de choque sim então por princípio geral a minha causa básica é o a34 é o tétano obstétrico apesar de não ser um código em o é um óbito materno uma morte materna obstétrica direta declarada Por que que é direta e aqui vem a classificação desse óbito que é algo um cuidado que você tem que ter todas as vezes que você vai codificar um óbito materno que é o que depois que você faz tudo você tem que escrever em algum lugar não mas é um exercício que você precisa fazer enquanto codificador até para poder compreender aquele óbito que você tá codificando esse aí é uma morte materna declarada porque porque o médico preencher o campo 37 falou que ela tava no puerpério direta porque porque ela morreu por teta não obstétrico então quer dizer o teto obstétrico só acontece mulheres grávidas Então se ela não estivesse grávida ela teria teta não Ela poderia ter outro teto mas obstétrico só foi porque ela estava grávida que ela desenvolveu essa doença então ele é direto E aí Nós entramos né Na outra parte que a codificação de óbito materno por causa obstétrica indireta então revisando lá o conceito que a gente trouxe né lá dos conceitos Você pode até voltar no seu material aí na página que fala disso morte materna direta que foi esse exemplo que a gente acabou de mostrar é aquela morte que acontece por uma doença que é típica do ciclo gravídico corporal que só acontece se a mulher está grávida se ela ganhou filho e se ela está por perto as mortes indiretas as mortes maternas indiretas são de agravos São de doenças que essa pessoa já tinha mas que foram agravadas ou complicadas ou até mesmo que essa mulher deixou de se cuidar de se tratar por causa da gravidez um dos principais exemplos é neoplasia né então por exemplo a mulher ela tava em tratamento de uma neoplasia ela sabia que tava com câncer e aí ela engravida A quimioterapia é incompatível com a gravidez o quimioterápico ele mata criança a mulher aborta então muitas vezes o que que essa mulher resolve essa mãe resolve Olha eu vou parar o tratamento para ter a criança e nisso ela pode muito bem morrer principalmente dependendo né do estágio em que esse câncer de estado do quão agressivo essa neoplasia é do tipo de quimioterapia que ela tá fazendo porque dentro da quimioterapia nós temos geralmente a chamada quimioterapia vermelha que é aquela muito forte para reduzir muito né a neoplasia e a branca que é quando essa neoplasia já está controlada Então vamos supor uma mulher que tá ali fazendo uma quimioterapia vermelha ela pode parar Teoricamente não porque ela precisa reduzir essa neoplasia que pode ser até uma neoplasia mais agressiva mas se ela resolve parar porque ela engravidou e ela vai ter essa criança porque ela tava querendo E aí entram em questões não é pessoais que cada mulher resolve a mulher pode resolver isso pode ela pode resolver parar o tratamento essa é uma morte materna e indireta porque porque ela parou o tratamento ela teve essa gestação ela ganhou essa criança e morreu um tempo depois porque porque nesses nove meses de gestação essa neoplasia ela foi avançando ela foi avançando ela foi aumentando e nada foi feito né porque essa mulher não podia fazer nada porque ela tava grávida essa é uma ótima materna e indireta quer dizer necessariamente a pessoa só a pessoa grávida da neoplasia não homens não pessoas idosas não é então que não é relacionado com cinco gravídico pueperal mas foi por causa da gravidez que essa doença gravou porque essa mulher deixou de fazer o tratamento para poder ter a criança e aí ela faleceu aqui a gente vai falar um pouco sobre essa codificação desses óbitos quer dizer desses óbitos que a gravidez fez com que ele se agravassem por n situações essa que foi um exemplo né que eu dei Existem várias outras é mas que não são relacionados com cinco gravides superberal o fato de estar grávida não significa necessariamente que aquela doença vai acontecer só em pessoas grávidas ou então que ganharam filho há pouco tempo então anotação de qualquer condição de gravidez parte por Império no campo 37 ou em qualquer outra parte da do junto com doenças ou complicações não classifica no capítulo 15 quer dizer que não são específicas da gravidez parto para o império e aí por isso são causas obstétricas indiretas é considerada como causa obstétrica indireta só podemos ser descartado como óbito materno depois da investigação Então quer dizer você tem uma declaração de óbito em que o médico seja no campo 37 seja em outra parte ele marcou essa deo ele falou essa mulher estava grávida ou então essa mulher morreu no momento do parto ou então ela morreu no puerpério mas tem a informação também de outras doenças que não estão no capítulo 15 quer dizer que não são relacionadas com o ciclo gravídico essa morte foi uma morte materna indireta e somente vai se descartar esse óbito materno quando essa mulher ou quando essa investigação chegar e isso tudo vai ficar anexado junto da Deon anotação não é isso né é todos os diagnósticos informados nado vão ser codificados nos seus capítulos específicos que é o que eu disse né até um tempo atrás Principalmente quando né a gente estava nascido de 9 todas as linhas todos os diagnósticos tinham que sem o agora não agora cada diagnóstico vai ser informado no seu Capítulo respectivo então uma pneumonia vai ser j18. 9 uma desnutrição vai ser a 46 vai ser 54 né não vai ser tudo o a causa básica neste caso de mortes maternas e indiretas vão ter uma dupla codificação Então os dois códigos eles vão ser anotados na mesma linha da causa básica apenas então percebam que o que eu vou eu vou colocar o código em o só depois que eu achar a causa básica eu não vou conseguir colocar o código em o antes de achar a causa básica então vou o que eu vou codificar essa dema normal como se não fosse o modo materno E aí no momento em que eu fizer a seleção de causa básica Identificar qual é a causa básica eu vou colocar o código em o antes do Código da infecção porque porque nós Não vimos aquela regra em que quando tem dois códigos você pega o primeiro informado A ideia é o que é que eu tenho um óbito materno declarado o médico declarou que essa mulher tava no ciclo gravide com corporal Mas é uma morte materna e indireta porque porque foi causada por uma doença que não é específica do ciclo gravídico eu achei a causa básica eu vou colocar o 98 ponto traço ou a 99. traço antes do Código da causa básica o que que é esse ó 98 né O que questiona 99 vamos primeiro não é ver aqui um pouco sobre esses dois códigos o a 98 ponto traço doenças infecciosas e parasitárias maternas classificadas em outra parte mas que complica em gravidez parte por Império ou 99.
traço outras doenças da mãe classificadas em outra parte mas que complicam a gravidez o parto e o puerpério então quer dizer são esses dois intervalos não há 98 infecciosa e parasitária tudo que não for do infeccioso e parasitário mais que matou uma mãe uma mulher que estava no circo grave de culpa era real vai para o ano 99 não é no seu material você recebeu E durante o curso presencial você também utilizou uma tabela essa tabela ela faz o que ela faz a relação do código que você tiver da causa básica que você identificou com os códigos em ordem 98 ou a 99 vamos Antes de mostrar a tabela dar um exemplo não é o campo 37 tá sem informação mas na parte 2 do atestado o médico colocou sétimo mês de gravidez Então a gente vai entender que ele é um óbito materno declarado eu só tenho a menção de AVC e de pneumonia nem AVC nem pneumonia são específicos do ciclo gravídico pueperal então eu vou entender o que eu vou entender que é essa é uma morte materna indireta é uma morte materna declarada indireta então eu vou precisar usar os dois códigos que a gente falou no slide anterior mas para isso eu preciso selecionar minha causa básica porque eu não sei qual é a minha causa básica ainda então uma vez você pode é uma pneumonia pode então por princípio geral a minha causa básica é o i64 e esse ano 99. 4 saiu da onde AVC é doença infecciosa para estar não é quando você vai na planilha que vai ser o próximo slide você vai ter essa correlação para saber qual o código em o que você vai colocar para aquela causa básica para que ele código de causa básica que você achou e nesse caso O código vai ser o ó 99. 4 mas percebam que o ó ele fica antes do e64 Então esse código em ó lá na linha B vai ter que vir antes do e64 porque porque se você colocar depois o sistema de informação de mortalidade ele vai selecionar os 64 e não ó como causa básica e não é isso que você quer porque porque esse é um óbito materno declarado então a causa básica tem que ser um código em o aqui um outro exemplo né o campo 37 também sem informação mas na parte 2 o médico falou que a mulher tava no oitavo mês de gravidez então ele é um óbito materno declarado porque porque o médico declarou que essa mulher estava grávida algum desses diagnósticos é específico do ciclo gravídico corporal não não necessariamente uma mulher para ter neoplasia de mama tem que estar grávida não é então você vai primeiro ter que identificar causa básica para depois colocar o código em o Lembrando que esses intervalos de códigos ó 98 ponto traço e ao 99.
3 servem apenas para óbitos com causa Indireta não é a morte materna direta você vai consultar o código em ó lá no capítulo 15 certo então vamos lá mas no Brasil de mama pode levar uma taça cerebral pode mas neoplasia de mama pode amamentarcticas e pulmonar pode e uma neoplasia de mama pode levar um distúrbio hidroeletrolítico também pode então por princípio geral a causa básica é o c50. 9 o câncer de mama mas eu preciso colocar o antes de ser porque porque senão o sistema vai puxar o c e não o que eu preciso como causa básica então eu vou lá na planilha lá na tabela que vocês têm e vejo o intervalo do c50. 9 e veja o que o que que o código adequado é o a99.
8 eu coloco a 99. 8 na frente e a minha causa básica vai ficar ó 99.