começa agora mais um podcast Vale a pena ler aqui no canal literatus capital hoje falaremos sobre o livro O que faz do Brasil Brasil de Roberto da Mata então se você quer conhecer um pouco mais sobre esse livro é só ficar com a gente e acompanhar esse podcast até o final não se esqueça de compartilhar esse podcast com seus contatos e também de deixar um like para nos ajudar com engajamento do nosso projeto Deixaremos aqui na descrição desse podcast o link para que você possa adquirir o seu exemplar do livro do Roberto da Mata o
que faz do Brasil Brasil para começar vamos falar aqui rapidamente um pouquinho sobre o autor o Roberto da Mata Ele é professor titular do departamento de sociologia e política da Universidade Católica do Rio de Janeiro e colunista de opinião dos jornais do Estado de São Paulo e o globo ele foi professor da universidade nos Estados Unidos onde viveu por quase duas décadas e também no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro onde coordenou e consolidou o curso de pós-graduação em antropologia social ele é pesquisador de CNPQ foi agraciado com a bolsa fundação ford
e foi professor visitante em diferentes universidades ele é membro titular da Academia Brasileira de ciências do Instituto Histórico e geográfico brasileiro e da American a karamy of Science dos Estados Unidos então aqui no primeiro ensaio deste livro do Roberto da Mata que se chama o que faz o Brasil Brasil a questão da identidade o texto ele vai explorar a distinção entre o Brasil com letra minúscula referindo-se aí a uma madeira uma Feitoria exploradora e o Brasil com letra maiúscula que representa o país a sua cultura geografia e a identidade nacional enquanto o Brasil minúsculo é
apenas um objeto inerte o Brasil maiúsculo ele vai ser complexo vivo consciente né com uma ligação especial e Sagrada com o povo o Brasil é descrito como um ser misterioso um poderoso espírito que está presente em todos os brasileiros mas que precisa deles para se manifestar e conhecer o seu próprio poder então nessa introdução ele vai colocar também que o Brasil é comparado a um Deus que só pode ser visto em certos momentos e circunstâncias específicas ele vai dizer argumentar aqui nessa nessa introdução no primeiro ensaio do livro que a presença do Brasil é percebida
através das manifestações mais marcantes Então o texto ele ressalta a importância da produção e provocação dessas manifestações para se ter consciência da presença do Brasil caso contrário a sua existência é tão indescritível quanto o ar que respiramos nas palavras do próprio autor o livro ele propõe uma análise da sociedade brasileira utilizando uma abordagem antropológica que busca comparar e relativizar os aspectos culturais o Brasil é visto como uma divindade presente em todos os aspectos da vida desde a política economia até a comida vestimenta e relacionamentos pessoais o Brasil é encontrado tanto nas instituições oficiais e nobres
como nos aspectos mais formais como jeitinho malandro e os rituais do cotidiano a intenção do autor é apresentar uma visão mais Ampla e autêntica do Brasil explorando seus aspectos populares e cotidianos e indo além das narrativas oficiais e acadêmicas que fique bem claro porque muitas vezes as pessoas cobram um pouco mais de Academia nesse texto e ele é um texto Justamente que se propõe ao contrário ele quer dar uma visibilidade do Brasil e uma capacidade de compreensão do nosso país a partir de uma de um texto mais leve não tão acadêmico e mais fluido a
leitura proposta então é uma tentativa de revelar o Brasil a partir de ângulos e questões diferentes buscando uma compreensão mais abrangente no nosso país o foco está nos elementos do cotidiano como a comida pessoais a religião os jogos vivos da malandragem e também no carnaval o objetivo então do autor é retratar o Brasil nessa Plenitude né valorizando as experiências e práticas do nosso povo brasileiro em contraponto às visões oficiais e acadêmicas tradicionais que são tão conhecidas então no final desse primeiro ensaio ele vai finalizar o texto dizendo o seguinte Será preciso portanto discutir o Brasil
como uma moeda como algo que tem dois lados e mais com uma realidade que nos tem iludido precisamente porque nunca lhe propusemos esta questão relacional e reveladora afinal de contas como se ligam As Duas Faces de uma mesma moeda O que faz o Brasil Brasil Já que no início do segundo ensaio do livro A casa a rua e o trabalho o da Mata ele escreve que em uma cidade brasileira há um fluxo diário entre Casa e trabalho realizado por pessoas de diferentes idades e classes sociais essa viagem representa o esqueleto da rotina diária sendo percorrida
a pé de bicicleta de transporte público ou até mesmo de carro então existe uma clara de visão entre dois espaços sociais fundamentais o mundo da casa caracterizado pela calma e tranquilidade e o mundo da rua associado ao trabalho o movimento e ao lazer a casa então para ele é um espaço fechado e familiar onde os membros compartilham Laços de Sangue e tendências semelhantes essa anuidade é baseada em propriedades e tradições familiares que devem ser preservadas e protegidas por seus membros essas tradições também pode ser chamadas de Honra e vergonha pois as famílias têm uma personalidade
coletiva bem definida e agem como uma entidade moral defendendo seus bens e protegendo os membros mais vulneráveis no Brasil as casas frequentemente possuem serviços segundo autor a ideia de residência vai além de um lugar para dormir ou se abrigar sendo permeada por valores e realidades múltiplas seguindo o texto desse segundo ensaio ele vai falar que dentro de casa nós já somos definidos pela idade pelo sexo né sendo categorizados como mais velhos ou mais jovens e também como homens e mulheres além disso nós somos influenciados pelos valores coletivos de honra vergonha e respeito esses valores determinam
as nossas relações familiares e estende-se aos compadres amigos né que são acolhidos de braços abertos em nossas casas compartilhando da nossa mesa farta e uma sociedade marcada pela escravidão as relações entre patrões empregados se tornam complexas e confusas além do aspecto econômico é havia uma dimensão moral em que o patrão não apenas explorava o trabalho do empregado mas também o representava e exercia um controle sobre ele então o Roberto da Mata ele aponta que essa mistura de relações econômicas e pessoais ela ainda persiste especialmente nas pequenas empresa e no setor do México onde os patrões
exercem o duplo controle sobre os empregados um exemplo claro que o autor da dessa dinâmica é o trabalho doméstico que ocorre dentro das Casas dos patrões e envolve uma relação de trabalho no ambiente familiar e já aqui no terceiro ensaio dessa obra do Roberto da Mata ele vai dizer o seguinte que lá no século 18 o antonil que era um Jesuíta italiano que escreveu bastante sobre as questões da escravidão aqui no nosso país que ele fez uma observação sobre a sociedade brasileira afirmando que o país era o inferno para os negros um purgatório para os
brancos e um paraíso para os mulatos essa frase ela foi mal interpretada pois muito muitos a entenderão apenas como uma afirmação biológica e racial no entanto a sua essência vai além disso e possui implicações sociológicas e políticas significativas segundo o autor no contexto das teorias raciais da época a frase do as ideias racistas europeias e norte-americanas essas teorias não apenas inferiorizavam os negros e amarelos em relação aos brancos mas também os consideravam como consumidores de poucas qualidades positivas enquanto o raça o principal problema dessas doutrinas segundo da Mata era a mistura ou a miscigenação entre
as raças que era visto como uma ameaça e que poderia levar ao seu extermínio essa versão miscigenação é um dos pontos chave que diferencia o racismo europeia ou a Americana do nosso conhecido racismo a brasileira e aí o da Mata ele vai citar um outro exemplo que é o conde de governou né que era um defensor do racismo e que dividia as raças de acordo com intelecto as propensões animais e as manifestações Morais ele comparava brancos e amarelos e surpreendentemente ele colocava os brancos abaixo dos amarelos em termos de propensões animais no entanto os negros
eram sempre situa abaixo de brancos e amarelos em todos os aspectos de acordo com essas teorias bom seguindo no texto ele vai falar que no Brasil ao contrário dos Estados Unidos não há uma classificação racial formalizada em preto e branco no contexto norte-americano a legislação era precisa em determinar Quem era considerado negro chegando a considerar como negro qualquer pessoa com uma mínima porcentagem de sangue negro mesmo que sua aparência fosse branca no Brasil o preconceito racial é mais contextualizado sofisticado levando em consideração não apenas a raça mas também as origens das pessoas isso torna o
nosso preconceito mais difícil de combater Pois é variável e muitas vezes ele chega a ser até mesmo invisível E aí ele vai falar que nos Estados Unidos havia uma legislação rígida e dualística que discriminava claramente Quem estava dentro ou fora quem tinha direitos e quem não tinha e quem era branco e quem era negro no Brasil por outro lado existe uma exclusão radical de todas as categorias intermediárias como lato sendo absorvidos nas categorias principais de branco e preto isso ocorria porque em uma sociedade igualitária e protestante como a dos Estados Unidos o intermediário representava tudo
que deveria ser excluído da realidade social negando as leis estabelecidas e mostrando a intimidade entre camadas sociais que deveriam permanecer distintas o mulato ele era visto como imoralidade uma ameaça ordem social enquanto nos Estados Unidos a ênfase estava no indivíduo como centro da sociedade e buscava ser eliminar a relação entre grupos sociais naquele contexto no Brasil as relações entre grupos eram permitidas e até mesmo incentivadas criando uma sociedade mais miscigenada a tradição de igualdade jurídica jurídica e constitucional nos Estados Unidos contrastava com a experiência da escravidão enquanto No Brasil havia uma aceitação e até mesmo
uma valorização dessa miscigenação sempre lembrando né Pessoal vocês que ouvem que os nossos podcasts esse livro ele foi publicado em 1986 então a gente está falando de mais de 30 anos atrás então a gente também tem que levar em conta quando como essas análises foram feitas aqui também pelo nosso autor bom seguindo Então no próximo ensaio sobre comidas e mulheres ele vai dizer que a comida e a mulher tem um papel importante na sociedade brasileira assim como a política a economia e a família a comida e as mulheres representam a sociedade e suas contradições o
antropólogo cloud levou destacou a importância do processo de transformação natural dos alimentos por exemplo do cru para o cozido como uma forma de entender as transformações sociais o cru está associado a selvageria enquanto cozido estaria ligada cultura e a ideologia metaforicamente quando dizemos que o apressado come cru estamos falando sobre a pressa e essa selvageria por outro lado quem tem calma come sempre cozido pois a calma está relacionada a civilização e a capacidade de esperar a oposição entre o cru e o cozido também nos permite pensar sobre como a comida integra o intelectual e o
sensível uma refeição bem preparada une o olhar o gosto e o cheiro envolvendo intelecto e os sentidos do nosso corpo encher a barriga não é apenas satisfazer a fome mas também simboliza satisfação plena de uma pessoa nas palavras do nosso autor então para ele a comida desempenha um papel importante como uma mediação entre a mente e o corpo combinando vários códigos culturais ela envolve o sentido do paladar distinguindo Salgado doce amargo ou fato diferenciando alimentos com bom cheiro dos outros a visão afetando aí a nossa decisão de comer ou não um alimento com base em
sua aparência e até mesmo processo digestivo considerando-se um alimento é facilmente digerível ou não então para o nosso autor essa síntese e equilíbrio entre o olho e a barriga é alcançada através da relação entre o cru e o cozido no entanto esses conceitos eles vão variar entre as culturas para os europeus e para os norte-americanos o cru e o cozido são categoria científicas que nem sempre são consideradas durante o ato de comer como é evidenciado pela popularidade de saladas e comidas naturais como pratos principais nesses países já aqui no Brasil o crui o cozido possuem
significados mais complexos permitindo a gente que a gente possa enxergar comida como uma parte formidável de nossa identidade e nos levarmos a sério a comida também nos conecta com a nossa casa familiares amigos e companheiros de mesa é onde Compartilhamos a nossa vida a nossa intimidade sendo tratados como alguém com direitos de cidadania segundo o autor nós brasileiros valorizamos a nossa habilidade na comida Assim como valorizamos as mulheres e o futebol afirmando com orgulho que somos os melhores do mundo nesses aspectos no próximo ensaio que tá no próximo texto um ensaio que tá neste livro
O Carnaval ou o mundo como teatro e Prazer o autor vai falar que a sociedades alternam entre rotinas e ritos trabalho e festa momentos ordinários e extraordinários então ele vai falar que essa alternância Depende de vários fatores e pode ser vivenciada tanto coletivamente quanto individualmente a memória desempenha um papel importante nessa alternância com eventos lembrados como maravilhosos ou até mesmo Dolorosos enquanto outros momentos são esquecidos então a memória social ou a tradição também é marcada por esses momentos de alternância entre o roteiro e o extraordinário aí o da Mata vai escrever que no Brasil o
rotineiro tá associado ao trabalho e as obrigações enquanto o extraordinário ele é Voca algo fora do comum e pode ser criado por meio de artifícios a sociedade brasileira está consciente dessa alterança entre rotina e festa trabalho e feriado dias felizes e momentos Dolorosos para o nosso autor da festa é representa a ausência de hierarquia poder e esforço físico onde todo se harmonizam e a música desempenha um papel fundamental né já o trabalho para o nosso autor é isso como um sacrifício e é associada castigo dureza suor é uma vida mais difícil seguindo então aqui o
percurso do nosso livro o próximo ensaio se chama as festas da ordem Então o texto ele vai abordar as festas como como momentos que permitem diferentes visões de vida oscilando entre alegria e melancolia né Falando que elas também proporcionam a criação de diferentes temporalidades com celebrações rápidas ou lentas ele vai dizer que nas festas aquilo que se passa despercebido no cotidiano é realçado e alcança um plano distinto e que são nessas ocasiões que percebemos coisas gratificantes e também dolorosas então para autor as festas promovem a descoberta de talentos de beleza de classe social de alegria
e também de preconceito no Brasil a solenidade se conectam a casa a rua e outro mundo cada um com uma abordagem específica o carnaval busca igualdade isso pressão de fronteiras enquanto as festas da ordem celebram e forçam a ordem social com suas diferenças e hierarquias os rituais religiosos eles ordenam o mundo de acordo com o valor de sagrados criando uma verticalidade hierárquica segundo aqui esses escritos do da Mata então ele vai falar também que o comportamento nessa solenidade ele é marcado pela solenidade e também pela contenção corporal Então as festas da ordem elas dispensam motivação
totalizada e possuem regras rígidas de contenção Seguindo para o próximo ensaio que é intitulado o modo de navegação social a malandragem e o jeitinho né o autor vai falar que no Brasil há uma oscilação trágica entre a obediência e as leis universais e também as busca por soluções pessoais né E que isso resulta em um sistema social dividido entre o indivíduo e a pessoa né e a malandragem também e o jeitinho brasileiro vão surgir como maneira de lidar com essas contradições enquanto em países como os Estados Unidos a França Inglaterra as regras são obedecidas ou
não existem no Brasil é uma confusão e Fascínio diante da disciplina e obediência a percepção de obediência as leis é visto como civilização disciplina e Ordem enquanto na realidade é uma adequação direta entre a prática social e o mundo jurídico Então nossa autor ele vai escrever que a confiança nesse sistema resulta em uma aplicação segura da Lei sempre privilégios ou hierarquias ele vai dizer que no Brasil porém a lei é vista como um não pode constante O que leva a busca por soluções alternativas Então essa junção entre o pode e o não pode resulta nos
jeitinhos e arranjos que não correspondem a realidade social e continuando o percurso do nosso livro de hoje do podcast aqui no canal literados capital a gente tem o ensaio intitulado os caminhos para Deus e aqui o nosso autor ele vai falar que os brasileiros têm espaços marcados como referências especiais na nossa sociedade além da casa da rua onde vivemos e trabalhamos vai existir um espaço adicional de grande importância que é o espaço religioso essa área engloba igrejas templos capelas e outros locais de culto bem como cemitérios que representa a fronteira entre o mundo em que
vivemos e o mundo espiritual ele vai falar que na Esfera religiosa a nossa comunicação ela difere da vida cotidiana em vez de falar rezamos e fazemos pedidos buscamos uma conexão com Deus com Santos e com entidades espirituais os nossos rituais coletivos como cânticos e orações eles servem como meio de alcançar o mundo Divino estabelecendo uma ligação vertical entre o céu e a terra seguindo sobre esse tema de da religião o nosso autor vai dizer que a religião ela desempenha vários papéis na nossa vida aquela oferece um sentimento de comonh com o universo e fornece explicações
para infortúnios e a diversidades além disso a religião ajuda legitimar estrutura social justificando as diferenças de poder e oferecendo consolo diante do sofrimento ele escreve que ela responde as perguntas que a ciência e a filosofia não consegue abordar de forma satisfatória pois lida com questões de aflição e justiça e doença e que a religião também marca momentos importantes na nossas vidas como Nascimentos casamentos funerais né conferindo uma dimensão divina e socialmente reconhecida então o autor ele vai dizer que esses rituais servem como mediadores estabelecendo uma transição entre diferentes estágios da existência e fortalecendo os laços
sociais em resumo a religião é visto como um vínculo um impacto ou um contrato que guias relações entre os Deuses os seres humanos e entre as próprias pessoas é o convívio social já finalizando o livro no texto palavras finais né nesse trecho o autor ele questiona-se seria possível concluir um livro que propõe uma única leitura do Brasil afirmando que não seria viável no entanto seria possível extrair certas lições no caso brasileiro como a busca por uma ética para história do país o ensaio demonstra que a sociedade brasileira não pode ser compreendida de forma unitária mas
sim por meio de uma lógica relacional presente em diversos aspectos como política religião economia literatura né O Brasil é uma sociedade interessante segundo o Roberto da Mata porque ela combina elementos modernos e tradicionais a questão do indivíduo e da coletividade religião e formas econômicas avançadas Então essa combinação ela cria um sistema com espaços internos bem divididos que não permitem um código hegemônico ou a sociedade brasileira é multifacetada onde cada espaço impõe valores e visões de mundo diferentes resultando em uma leitura especial do país a visão oficial e normativa presente na esfera pública não é suficiente
para resolver os problemas do Brasil Pois é necessário também analisar as redes de amizade e com padrinho que permeiam a vida política institucional e jurídica para uma resposta sugestiva a essa questão seria necessário adicionar a crítica prática da economia e política a linguagem da casa família e valores religiosos que influenciam profundamente o comportamento do povo brasileiro aí ele vai seguindo aqui nessas considerações finais e ele diz que além disso seria preciso valorizar a capacidade Brasileira de sintetizar relacionar e conciliar zonas e valores ligados a alegria ao futuro a esperança né em um mundo cada vez
mais individualista a capacidade de se encantar com a sociedade é importante segundo nosso autor ele diz que a sociedade brasileira pode ser missionária dessa dessa possibilidade de conciliação entre o indivíduo e a sociedade mantendo a fé em ambos e promovendo a mediação entre eles e que seria necessário carnabolizar mais a sociedade introduzindo os valores festivos e relacionais em outras esferas da vida social para visando aí aprofundar as políticas as possibilidades de mediação e encontrar um equilíbrio entre o desencanto crítico do individualismo e a primazia cega do coletivo então no finalzinho ele vai escrever o seguinte
acho que é um pouco desse tipo de reflexão que nos falta e para que ela possa ser ampliada discutida corrigida e finalmente implementada como mecanismo social precisamos realizar a crítica destemida de nós mesmos por meio de instrumento suficientemente Agudos e capazes para tanto será Preciso começar sempre com a pergunta o que faz o Brasil e em seguida promover sua resposta ainda Que Tímida e precisa e certamente discutível pois não foi outra coisa que fizemos real aqui bom ele finaliza essas considerações finais desse último ensaio e ele ainda faz mais um ensaio bônus né que chama
Roberto da Mata por ele mesmo e nesse trecho ele vai descrever a vida e a carreira dele né ele relata as experiências pessoais como bullying que ele sofreu na escola a mudança dele para São João Nepomuceno é o nascimento em Niterói onde ele conheceu a esposa né E hoje eles também se tornou um professor e pesquisador é toda a questão da carreira no Museu Nacional enfim ele vai falar também um pouquinho sobre as experiências internacionais no caso dos Estados Unidos né também da época que ele trabalhou com índios aqui no Brasil e também na época
ele tava ele tinha começado a trabalhar num programa de televisão né que era uma série chamada os brasileiros então ele vai colocar ali uma mini biografia esse finalzinho escrita por ele mesmo no livro original existe ainda um último tópico texto mini texto que ele vai apresentar o ilustrador do livro porque essa edição que eu estou utilizando ela tem ilustrações sobre a formação e a trajetória desse ilustrador Esperamos que tenham aproveitado esse podcast que falou do livro O que faz do Brasil Brasil de Roberto da Mata eu sou Leonardo te convido a conhecer a nossa playlist
Vale a pena ler que conta com diversas análises resenhas de diversos autores aqui no nosso canal literários capital e a gente se encontra aqui no próximo podcast Vale a pena ler até mais