Pronto, já tá gabaritando já. Vai pronto. >> Que ele tá escalado para gravar o curso da mosaico.
>> Como é que é? >> Ele tá tá escalado para gravar o curso da mosaico lá presencial. >> Aí sim >> tem alguns insites.
Simbora funcionou. >> Olá, pessoal. Nessa aula vamos apresentar para vocês um modelo da gente aplicar a dimensão general de quiser pode voltar tudo para ficar fluido.
Olá, pessoal. Nessa aula vou mostrar para vocês uma maneira que eu desenvolvi para ah possibilitar que profissionais de educação física, ao atuar na perspectiva da análise do comportamento, incorporem a dimensão generalização que eu falei para vocês, que é uma das sete dimensões de uma prática que se alinha com estratégias, né, com práticas, com uma perspectiva da análise do comportamento. Bom, eh, muitas vezes os profissionais de várias áreas, eles têm a possibilidade de intervir, eh, sobre um determinado comportamento e medir o sucesso ao longo do tempo, mas poucas vezes se preocupam em saber se essa habilidade sendo trabalhada num ambiente mais clínico ambiente reservado, se esse indivíduo realmente apresenta esse repertório em outros outros contextos.
Dessa maneira, eu desenvolvi um protocolo que tem dois grandes objetivos. O primeiro é avaliar eh se esse repertório acontece, não acontece, como acontece em um ambiente de atendimento coletivo, um ambiente inclusivo. E um outro grande objetivo é à medida que eu decido o que ensinar, como saber se ele aprendeu isso em outros contextos.
Ou seja, se ele aprendeu a generalizar esse comportamento em outros contextos, isso é fundamental para caracterizar uma uma estratégia em análise do comportamento. que não é uma ferramenta criada por protocolos tradicionais da análise do comportamento, mas é um protocolo que eu criei para um contexto de educação física, que pode ser aplicável para vocês em outros contextos, ah, que se utiliza da ciência da análise do comportamento para medição e tomada de decisões. Eu intitulo esse documento que eu criei, já tá publicado em outros contextos, como uma avaliação de participação inclusiva, né?
Eh, esse é o nome comercial, avaliação de participação inclusiva. Mas o termo técnico ele é avaliação de engajamento. Quanto que o aluno se engaja em grau, né?
avaliação de engajamento em ambiente coletivo. Ou seja, essa ferramenta é para ser avaliado o desempenho de um aluno em um contexto de várias atendimento com várias outras pessoas ao mesmo tempo, mas desde que essa aula seja com uma regência. Então, por exemplo, é típico a gente aplicar essa avaliação na para observar o desempenho de um aluno numa aula de educação física escolar, mas ela poderia ser observada numa aula de judô em que tem um aluno com autismo.
Pode ser numa aula de natação que tá tendo regência, alguém lá dando aula, atividades aquáticas e tem várias crianças, inclusive essa pessoa que vai ser avaliada. Pode ser no momento de intervalo em que alguém tá propondo uma certa recreação e ah com várias crianças. Então você pode ter essa avaliação em vários contextos.
Professor, eu posso gravar e assistir e avaliar isso em alunos diferentes? Pode, professor. Enquanto eu tô dando a aula, eu posso avaliar?
Não, quem avalia essa essa que aplica essa avaliação é alguém externamente que em geral eu recomendo que ela não seja vista pelo aprendiz para não interferir na relação do da regência, né, da e a avaliação, certo? Ah, tem faixa etária? Não, não tem.
As necessidades para aplicação, os pré-requisitos são: é um atendimento coletivo, tem que ter pelo menos três, quatro pessoas atendidas simultaneamente. Tem que ter uma regência, é uma atividade com regência, com eh alguém propondo uma atividade. Não é um ambiente de parquinho e cada um brinca da coisa que quiser.
essa essa ferramenta não se aplica para esse contexto e ela tem que ter também uma possibilidade de ser um ambiente em que o aluno não saia plenamente para questões. Opa, E ela também tem que ser em um local que seja seguro para que você não requeira intervir diretamente, né? você possa observar ou o desempenho daquele aluno.
Esse protocolo é dividido em três partes: a folha de registro, a análise de dados e a apresentação do desempenho em gráficos. Cada vez que você for avaliar nesses contextos, você vai utilizar uma folha de registro nova e vai compilar esses resultados depois numa outra planilha que eu vou mostrar e por final construir um ou dois gráficos possíveis que eu apresento para vocês. Se você for avaliar esse aluno, por exemplo, na aula de judô, é, você vai construir gráficos desse contexto diferentes de um outro contexto, por exemplo, a aulinha de futebol dele, tá?
Então, nesse caso aqui, a gente vai usar uma folha de registro, né, para aquele ambiente. E se depois eu voltar nesse mesmo contexto, né, eu vou somar esses dados para construir o gráfico. Professor, com qual, quantas vezes eu preciso medir, eu preciso aplicar isso?
Bom, quanto mais vezes você avaliar, mais você tem informações sobre um padrão de desempenho desse aluno naquele contexto para te ajudar a tomar decisões cada vez mais confiantes. Mas um dado já poderia ser suficiente. Se esse aluno, nesse contexto apresenta padrões de participação muito variados, então é importante que você aplique mais vezes para ter o padrão de variação do desempenho desse aluno.
Mas se você tem um aluno que apresenta quase sempre a mesma repertório, então não há necessidade de tantas repetições. Num primeiro momento, eu faço a orientação de aplicação dessas avaliações de chamado em linha de base. Ou seja, você vai iniciou uma um iniciou uma um atendimento, vai a atendimento, vai a contextos coletivos contextos coletivos para aplicar essa para aplicar essa avaliação de forma que avaliação de forma que você consiga você consiga observar, né, quais em observar, né, quais em linha de base, ou linha de base, ou seja, sem ainda seja, sem ainda a intervenção, qual é o intervenção, qual é o o a o perfil do o a o perfil do aluno que permita você aluno que permita você decidir as decidir as melhores estratégias.
se você melhores estratégias. Ou seja, você vai vai estratégia um para um em grupo, você vai trabalhar contato visual, você vai trabalhar eh eh atenção compartilhada, segmento de instruções, enfim. Ah, e quanto mais eh perto de uma avaliação, do tempo de avaliação para outro, né, ou seja, por exemplo, duas vezes por semana ou uma vez por semana, né, a cada semana, é melhor do que você fazer uma avaliação agora e depois daqui um mês ou daqui dois meses de novo.
Por quê? Porque a o padrão comportamental de um mês pro outro, a gente sabe que as pessoas com apresentam, a gente sabe que o pessoas com autismo podem apresentar variações bastante significativas nesse período de um mês pro outro, certo? Vamos tratar então agora da primeira parte que é a folha de registro.
Essa folha de registro, ela vai trazer possibilidades da gente preencher na parte da esquerda em cima algumas informações do tipo, ah, nome do aprendiz, qual é o ambiente, quem tá avaliando. E também vai ter a possibilidade de você ter uma legenda eh a logo abaixo que é o grau de participação do aluno. Então eu criei tentando evitar terminologia técnica da análise do comportamento para que ela possa ser aplicada essa avaliação, porque não domina a análise do comportamento, embora os dados da tomada de decisões será em análise do comportamento.
Lembra tudo isso eh dominando aqueles artigos que eu citei que mostravam lacunas ou dificuldades para outras pessoas comporem uma equipe de análise do comportamento. Então eu criei uma escala de zero a seis, mas permite a possibilidade de vocês criarem uma outra, que é, por exemplo, quando você olha pro aluno e o aluno está fora do alcance visual de ver o que tá acontecendo na aula. Então o que que vai acontecer?
Você vai olhar pro aluno, vai olhar pro professor, vai olhar pra turma. Então, aluno referencial, que é o professor e a turma, olhar paraa legenda e anotar um número. Se você percebe que o aluno está fora do alcance, né, a gente chama fora da quadra, que é uma analogia a quadra em que a tecnicamente estaria tendo uma aula com o professor e esse aluno, então, ele tá fora, ele tá no banheiro, ele tá num lugar, você vai anotar zero.
Se por um acaso você olhou para o aluno naquele determinado momento e o aluno está no ambiente, mas ele está parado, está desatento, ele tá olhando para qualquer outra coisa, você vai marcar um professor, mas ele não tá fazendo nada. Mas pelo menos eu sei uma coisa, número um, que pelo menos ele tolera ficar no ambiente, não próximo, mas pelo menos eu sei que ele tolera ficar no ambiente. Nós sabemos de alunos que não toleram ficar nem no ambiente.
Seria um padrão zero. o aluno que tem então naquela marcação o número um, pelo menos eu sei zero que ele tem padrão de um aluno que tem uma pontuação um, pelo menos eu sei que ele tolera a presença. Se você tiver um aluno com padrão zero, a primeira coisa que você vai ter que treinar é tolerância a permanecer no ambiente junto com outras crianças.
Essa é o primeiro, é a coisa mais básica, pivotal, porque se você desconsiderar o ensino dessa habilidade, pegar esse aluno e colocar ele lá dentro, não somente ele não vai ter aproveitamento, mas ele vai apresentar comportamento interferente, agressivo. E aí amanhã ele não vai querer voltar mais nesse ambiente. Não somente você não ajudou, mas você piorou.
Pode ser também que o aluno, a hora que você observe o aluno, ele esteja lá naquele ambiente, mas ele tá fazendo qualquer outra atividade, seja estereotipando, brincando, mas ele tá fazendo alguma atividade que não é aquilo que tá orientado. Alguém vai me dizer: "Isso também não é inclusão, isso também não é bom". Mas pelo menos eu sei duas coisas que os que a escala zero não te dava, que era pelo menos ele permanece no ambiente e pelo menos ele faz alguma outra coisa naquele contexto.
Não é atividade que tá sendo regência. Então, se um aluno às vezes tem alunos nossos que às vezes toleram permanecer no ambiente, mas eles não toleram fazer qualquer atividade. Então, se você tem um padrão de aluno com número zero, número um, você vai trabalhando com a tolerância e a presença no ambiente e depois fazer uma outra atividade.
São aproximações suscetivas. Ou seja, você quer modelar um comportamento de participação inclusiva do indivíduo. Se você forçar aproximação para um aluno que tem um repertório zero ou um, né, de aproximação, ele provavelmente vai apresentar um comportamento muito mais grave.
Então você vai com avanços sucessivos e progressivos. O número três é um repertório para um aluno que tá naquele ambiente, mas ele já tá observando pelo menos o repertório de captação, de input, né? Ele não necessariamente tá brincando com a mesma coisa, não necessariamente ele está falando, mas pelo menos ele tem contato visual com o que tá acontecendo.
É um repertório mais sofisticado para em comparação com esse que eu tô dizendo, que se o aluno não faz isso, é importante você reforçar o comportamento de manter contato visual com uma dinâmica coletiva, seja pros alunos, seja pros colegas, ou seja pro professor. É fundamental. O quatro agora ele já tem aí fazendo a mesma atividade, né, na no ambiente, só que agora ele tá fazendo, ele tá próximo das crianças, mas ele não tá fazendo a mesma atividade na regência.
O que que eu sei do quatro que eu não sabia dos outros que agora esse aluno pelo menos se aproxima da turma? Então, por exemplo, o que é mais comum nessa pontuação número quatro? Tá todo mundo alongando e essa criança tá ali próxima, olhando para uma outra criança, mas não tá fazendo alongamento.
Ou então tá jogando futebol, jogando queimada, ele chuta a bola para qualquer lado. A gente chama de café com leite, não sabe a regra necessária, mas ele tá próximo. Se você tem um aluno que não tem o número quatro ainda de forma consistente, não adianta você colocar ele lá dentro que ele vai brigar, ele vai bater nas outras crianças, não vai ter aproveitamento.
Então, ensinar esse aluno tolerar o ambiente, tolerar-lhe fazer uma atividade paralela, ensinar esse aluno a fazer, né, a captar, >> ensinar esse aluno, >> ensinar esse aluno a permanecer no ambiente, ensinar esse aluno a observar a equipe, ensinar ele a se aproximar de uma equipe, são etapas de processo de inclusão desse indivíduo em um ambiente coletivo. O que seria melhor que isso? que ele estivesse fazendo a própria atividade, a própria atividade naquele momento da regência.
E existe algo melhor do que isso? Claro, a gente pensar na perspectiva a contemporânea, ele tá feliz, ele tá relaxado, ele tá engajado, ele tá feliz, contente com aquela execução. Isso seria o nível seis.
Aonde vocês vão me dizer: "Professor, mas o meu aluno não passa o tempo todo no mesmo número? " Pois bem, é agora que a gente vai passar pra parte de registro. Então vocês entendem essa escala e agora a gente vai medir esse desempenho de minuto a minuto.
Então na parte de baixo, na pontuação de zero, eu coloquei até 60 minutos, que é de minuto em minuto. E na primeira coluna à esquerda tem a hora e o minuto, que é para sinalizar a hora que começou a aula, que começou o atendimento, não a hora que esse aluno começou a participar. Então vamos supor que a aula de educação física começou meio e dois, tá?
E o aluno tá lá no banheiro. Então meio dois começou é o minuto zero. Você olha pra criança, olha pra turma, olha pra legenda e ao lado do zero na primeira célula coloca zero.
Por que zero? Porque ele tá fora da sala. Aí você coloca meio dia e dois ali para que a cada 10 minutos facilite você num cronômetro, né?
Tô olhando. Então você vai largar um cronômetro. Eu começou a aula.
A hora que der 1 minuto, que deu 1 minuto de iniciada a aula, você olha pra criança, olha pra turma, olha pra legenda e ao lado do minuto um, coloca o número da legenda principal. E dessa maneira você vai fazer a cada minuto. Você não vai registrar usando essa legenda principal o que aconteceu de um momento pro outro.
Você vai utilizar apenas a a legenda principal. Certo? E assim por assim vai, você vai registrar até a hora que acabar a aula.
Então você pode ter durante esses vários minutos que aconteceu o atendimento, vários desempenhos do tipo zero, vários desempenhos do tipo um, vários desempenhos do tipo dois. Você vai ter um padrão sobre isso. Alguns alunos que vão parecer 10 minutos fora, alguns meninos que vão alguns minutos que vão olhar pra atividade, outros em algum momento que vão se aproximar e depois sair correndo.
Você vai então anotar essas condições. Existe, a gente chama isso da dentro da análise do comportamento, medição e registro, registro por amostragem de tempo. E a gente vai pegar no momento exato.
Para além disso, existe uma legenda secundária que você vai colocar junto com o número que você colocou de cada minuto, você vai colocar uma, se você quiser, ou seja, não é obrigatório, uma legenda secundária, que é o que aconteceu e se acontecer alguma coisa. Então, seu aluno apresentou algum comportamento interferente ou inadequado, seja de estereotipia vocal, um comportamento agressivo, uma uma um autolesivo ou uma estereotipia motora que interferiu na aprendizagem. Porque nem toda a estereotipia precisa ser albo de intervenção.
Mas se você percebeu que gritar foi muito alto, isso tá interferindo na participação dele, a estereotipia tá impedindo ele de fazer o exercício. Aí nesse caso, somente se estiver impedindo a pó aprendizagem, você vai anotar junto. Então, pode ser que na célula zero o aluno esteja olhando pra turma e gritando.
É, então você vai anotar o o nível, né, que é o três da legenda principal. e junto dessa mesma célula colocar estereotipia vocal, que é o código da letra V, tá? Então, um aluno pode tá próximo ali café com leite, que seria a agenda quatro, e ele táando um comportamento agressivo de arranhar uma outra criança, vai colocar as duas coisas juntas, tá?
E aí pode ser que esse aluno esteja com uma AT e ele pode estar tendo auxílio físico contínuo ou auxílio físico intermitente naquele momento, que seria um auxílio físico de alguém conduzindo ele ou alguém dando um toquinho nele. Ou ele pode estar tendo auxílio de uma outra pessoa, um colega ou um auxiliar com auxílio físico, com auxílio verbal. O auxílio verbal é no sentido de faz tal coisa.
Esse é o auxílio verbal contínuo. Ou ele pode ser aqui, lá, agora. Um auxílio verbal intermitente a gente tá chamando.
Esse auxílio verbal pode ser oral, pode ser gestual, pode ser visual, tá? Tudo aquilo que é físico, a gente vai chamar de e eh intervenção e a auxílio físico. Tudo que não for físico, a gente vai chamar de verbal, tá certo?
Embora as pessoas coloquem verbal como sinônimo de oral, mas a gente vai, na verdade, chamar verbal tudo aquilo que não é físico. E aí você vai anotar ao longo do tempo. Isso é importante que você anote durante todo o tempo da aula.
Mesmo que esse aluno no meio da aula saia daquele ambiente, aí você vai colocar zero daquele momento até paraa frente. Importante que você registre para poder saber se ao longo do tempo aquele aluno na sua intervenção ensinar ele a tolerar a perman permanecer no ambiente, esse tempo que ele dá aula, que ele permanece fora, começa a diminuir em termos de tempo. Isso é uma grande evolução para saber se você tá ensinando algo, ele tá aprendendo isso em outros contextos, certo?
Bom, para além disso, existe uma parte acima que você pode preencher com relação às questões de atividades que ele mais gosta, né? se você tem um aluno que ele tem preferência, eh se você percebeu que a participação dele foi por questões eh de comunicação, atraso comunicação, se foi por questões emocionais ou se for por questões motoras, cada vez que você perceber que aconteceu uma ocasião de barreira, você coloca quantitativamente essas informações. Elas são suplementares, elas não são obrigatórias nessa folha de registro.
Bom, fiz essa avaliação um dia, daqui a pouquinho eu fiz uma nova vez, uma terceira vez, eu vou ter uma folha de registro preenchida. E aqui eu trago um exemplo para vocês aqui como é que pode estar preenchida aqui de meio 2, meia 12, meia 22. Essa aula então ela acabou meioia e 42, ela levou aí 40 minutos, né?
preencheu quatro linhas, né, de informações. Vocês perceberam que todas elas tm a legenda principal e em algumas delas tem a legenda secundária adicional. Feita essas mais de um dia de avaliação, agora eu vou passar pra próxima que é a análise do desempenho.
Então, nessa folha, se eu percebi que eu tô fazendo essa avaliação antes de fazer a intervenção, todas essas avaliações são na coluna da esquerda de condição LB. LB de linha de base, ou seja, se é linha de base, eu não tô intervindo sobre nada, eu só estou apenas observando. A partir desse repertório do aluno, eu vou ensinar alguma coisa.
Vou ensinar ele a pedir, ensinar ele pedir para ele a sair, pedir para ele participar da brincadeira, para ele observar atividades, para ele esperar a sua vez. Olha o tanto de repertórios que eu posso decidir mais ou menos prioridade a partir desse padrão que eu tô observando do aluno, tá? E agora eu vou preencher aqui.
Então, se eu propuser em algum momento a condição da linha de esquerda deixa de ser linha de base e eu vou escrever que vai ser intervenção A, por exemplo, que eu posso estar ensinando contato visual, posso estar ensinando ele a permanecer no ambiente, ensinar ele a brincar paralelo e aí ao invés de ser a condição de LB na coluna da esquerda, vai ser intervenção A, B ou C ou D. Eu descrevo ela em cima, tá? E ali então tá preenchido três linhas em que eu preenchi e eh de forma hipotética, fui a três vezes da aula de educação física e observei no dia 13 de outubro, no dia 20 de outubro, no dia 23 de outubro esse aprendiz nessa aula e no dia 13, então comportamentos do tipo zero, eu marquei que ele marquei oito vezes.
Como é que eu faço isso? Eu vou lá na folha de registro do dia 13 e conto quantas vezes na legenda principal eu marquei zero. Nesse caso aqui eu marquei oito vezes.
Eu coloquei então embaixo do zero a quantidade de vezes da legenda zero do dia 13 e correspondente ao dia 20. No dia 20 ele teve 20 12 vezes. No dia 23 ele teve 10 vezes o registro do desempenho na escala zero.
E dessa maneira eu preencho quantas vezes isso aconteceu. Dessa maneira eu consigo perceber que o meu aluno passou fora da aula 8 minutos. Dessa maneira eu consigo perceber que para esse aluno no dia 13 ele passou 8 minutos fora da aula.
Ele passou 22 minutos parado, olhando para qualquer outra coisa. Ele passou 4 minutos da aula fazendo uma atividade paralela, descontextualizada. Ele passou 2 minutos da aula olhando pra turma.
Ele passou 4, 3 minutos brincando de forma próxima café com leite, um minuto de forma consistente e nem um minuto feliz. E dessa maneira eu tenho condições de colocar um relatório, de discutir com a equipe, discutir com a família qual a melhor estratégia que eu vou adotar. Olha como a decisão não ficou para uma pessoa, ficou para coletivo.
Você profissional de outra área levou essas informações muito úteis para ser discutidas coletivamente. Não é cada um decide o que faz. a equipe de forma coesa, não eclética, interransdisciplinar, utilizando uma ferramenta da análise do comportamento como essa.
E aí pode ser um exemplo hipotético aqui que eu decida com a equipe, né, a intervenção a partir desse padrão, ensinar meu aluno a permanecer num ambiente com ruídos e brincar paralelo. Quem vai fazer isso? Fono vai contribuir, TO vai contribuir, profissional educação física vai contribuir, o psicólogo, psicólogo, atribuir, enfim, o pedagogo pedagoga vai contribuir, foterapeuta pode contribuir ensinando esse repertório e aí eu vou depois de algum tempo voltar lá nesse ambiente e reavaliar para saber se ele aprendeu esse repertório, se ele somou, se ele contribuiu pra mudança do padrão do meu aluno ao longo do tempo.
E aqui eu posso trazer um exemplo hipotético, então que na condição A, ó, efeito da condição A, se o padrão repertório diminuiu, olha como é que a em média, isso aqui é um dado de um aluno, né, especificamente que a gente já teve, olha como é que diminuiu a partir do ensino desse repertório. Diminuiu para 4 minutos fora, 16 minutos, né, em comparação com uma média ali de 21, 22 minutos, que ele passava parado, olhando para qualquer outra coisa, passou diminuiu para 16. Se eu não tivesse esses dados, alguém simplesmente iria dizer: "Ah, não mudou nada.
Ele continua o tempo lá fora, ele continua sem fazendo nada. Mas olha, como se a gente conseguisse medir, percebendo que o caminho tá bacana, tá indo sem eu precisar achar que a minha solução é a melhor das maravilhas, que ela não é a grande solução, mas ela tá contribuindo para um progresso inclusivo do meu aluno, tá? E aí eu vou então construir gráficos sobre isso.
E um gráfico que a gente tem eh cada uma daquelas colunas da da folha de de análise de dados, agora ela vai se tornar uma coluna, tá? Cada linha lá, então do dia 10, do dia 13, do dia 15, agora vai virar 10, 13, 15, né? Ou melhor dizendo, daqui esquerda para direita 10, 13 ao longo do tempo para que você mostre os gráficos.
Como é que eu vou fazer isso? Para cada tipo de legenda, legenda zero, legenda um, legenda dois, eu vou adotar, como tá aqui embaixo, um tipo de código. Então, pra quantidade de engajamentos de legenda do tipo zero, eu vou colocar referente na altura do número a bolinha.
Então, se tiver uma bolinha no número quatro, quer dizer que naquele dia ele teve 4 minutos daquele engajamento do tipo zero, que é ficar fora. Se tiver um quadrado em alguma numeração, eu vou saber que naquele dia o engajamento do tipo um, que significa que a legenda se que ele tá permanecendo no ambiente, mas eh olhando para qualquer outra coisa e não fazendo atividade, foram durante aqueles minutos. E dessa maneira eu vou colocar as legendas com todos esses códigos, todos eles na mesma linha.
Professor, eu achando muito complexo. Eu quero só anotar se ele fica fora, se ele fica olhando pra turma ou se ele participa da aula. Eu não vou usar seis dezenas, já quero usar apenas três.
Tudo bem? deixa de analisar para os outros e ainda assim utiliza essa ferramenta bastante útil para vocês. Então aqui eu retomo só um recorte para que vocês vejam, né, que aqui tem uma mudança da os mesmos dados que eu tinha coletado antes.
E aí eu vou colocar aqui agora tudo que é dessa linha, eu vou colocar em uma coluna. Então eu se eu tenho a bolinha, bolinha significa o engajamento do tipo zero. Essa bolinha ela está aqui porque ela teve oito.
Nesse dia, no dia 13, eu coloco o dia 13 aqui. Nesse dia ele teve oito vezes engajamento do tipo zero. Ele teve numa escala aqui contínua de 15 a 60, o quadrado, que é o engajamento do tipo 1, 22 minutos.
Neste mesmo dia, o engajamento do tipo dois. Pera aí que meu olho ficou lacrimejando. Vai dar tempo no minuto, viu?
>> Não, calma. os 30 minutos que a gente combinou vai dar certinho. Neste mesmo dia, eu tive 2 minutos, 4 minutos, melhor dizendo, do engajamento do tipo dois.
Então, usando um x, eu vou colocar nesse dia na altura do quatro. E assim por assim mesmo, a mesma essa mesma lógica, eu vou colocar todos os códigos, mesmo que eles sobreponham, mesmo que eles estejam acima do outro. E essa mesma lógica para esse segundo dia, eu vou aplicar pra segunda vez, pra terceira.
E eu posso juntar a juntar, eu posso ligar os códigos de bolinha com bolinha, quadrado com quadrado, losângulo com losângulo, triângulo com triângulo, bolinha fechada com bolinha fechada. E então eu vou ter uma noção que eu posso facilitar e explicar pra família. Olha, mãe, essa bolinha aqui significa o tempo que ele fica fora da aula.
Olha, nesse dia ele ficou com oito, no outro ele ficou 12, no outro ele ficou 10. Olha, fica mais ou menos essa média de 10 minutos fora. Olha, esse tempo aqui, ó, é mais ou menos o que é o tempo que ele que significa esse quadradinho, que é o tempo que ele fica parado, olhando para qualquer outra coisa.
Ele não tá olhando nem pra aula. Olha como é que varia. Olha o tantão de tempo aqui.
Olha, papai, esse losango aqui significa, ó, que ele tá fazendo café com leite. Ele passa às vezes 4 minutos, às vezes três, às vezes 2 minutos. Então, dessa forma visual, facilita você ter uma noção de grandes desempenhos e o padrão desse aluno.
E a partir desse padrão, família ajuda a participar, valida socialmente a intervenção, conversa com teó, conversa com físico, conversa com o psicólogo. A tomada de decisão é coletiva sobre o que vai ensinar. Então eu posso sinalizar que, por exemplo, essa equipe tomou a decisão para ensinar um aluno a tolerar ruídos e a permanecer brincar paralelo aquele ambiente.
E aí eu vou verificar então os seus efeitos. Eu traço uma linha entre as vezes que eu avaliei sem ter tido uma intervenção e após essa linha eu traço uma linha, >> tá? Eu traço uma linha entre o que aconteceu antes da proposição da intervenção e efeitos após eu ter feito a intervenção com algumas características.
Então vocês percebam que o comportamento, se eu olhar, falar para ele que a bolinha era o comportamento de ficar fora da aula, olha como é que ele partinha essa média e após o processo de intervenção tem muito menos. Nossa, mas ele tá fazendo muito menos, quer dizer que ele tá fazendo alguma coisa a mais. Olha os triangulinhos e você explica para ele o que que é o triângulo, tá?
Que é o nível da engajamento do tipo três e que agora que ele fazia pouco, ele tá fazendo mais. aquilo que é o tempo que é o X que ele fazia pouco, que era a o tempo que ele ah brincava paralelo, fazia qualquer outra coisa, mas estava engajado no ambiente que ele ficava parado, agora ele tá fazendo isso muito mais vezes. Isso facilita você tomar decisões baseada em dados.
Isso é a dimensão analítica. Isso você tem validade social porque você incorpora, convida pessoas para participarem. você inclui a dimensão generalista, que é trazer o efeito de uma coisa ensinada por profissionais paraa vida social daquele indivíduo.
Você inclui a a a característica tecnológica. Você inclui a característica, >> você inclui a característica dimensão tecnológica, que é uma ferramenta da análise do comportamento em benefício do aluno. Você inclui a terminologia conceitual, porque embora evite os termos da análise do comportamento, ele está plenamente alinhado com o que a gente tem na literatura e o que tem atrás dos princípios da análise do comportamento.
Olha como é que você, ao utilizar uma avaliação como essa pra tomada de decisões, aproxima a equipe, aproxima a família, toma decisões bastante coerentes e se essa intervenção que foi proposta não trouxer efeitos, você não vai passar seis meses fazendo a mesma coisa. Na semana que vem você propõe uma intervenção diferente. Essa é uma aplicação ainda muito mais efetiva que é a última dimensão que eu tava tentando trazer para vocês.
A set efetiva de forma a que você permita que essa ferramenta traga efetivamente resultados pro aluno sem que você pressuponha, né, e tenha uma ideia de que aquilo pode funcionar ou não. Enfim, terminamos por aqui a nossa aula. Se vocês tiverem dúvidas, deixem nos comentários abaixo.