[Música] [Música] [Música] [Música] [Música] que Iracema preferiu falar na linguagem dela né se apresentou Ingá falou um pouco sobre o que é viver e ser indígena numa retomada trouxe seus ancestrais o pedido de permissão para a gente fazer essa gravação porque não é uma simples gravação existe uma ancestralidade toda por trás e junto conosco nessa gravação porque nós somos sementes e nós vamos deixar as nossas sementes né eu vou fazer uma fala após a minha fala que Iracema vai trazer algumas coisas que ela achar necessário complementar vai trazer um canto vai fazer um agradecimento essa
Esses são os nossos modos de vida Esses são os nossos modos de fazer saúde a partir de uma perspectiva de saúde Aonde a empatia para com todos não apenas com aquilo que a gente vê mas ao contrário nós enquanto indígenas kaingangs a gente respeita todos e todas desde um galho de uma árvore a potência de um rio então eu sou a Regiane café e kaygangue soneta de Domingos sou filha de Maria Cairu sou mãe do meu pequeno cafã e costumo dizer que eu sou filha da floresta filha da floresta porque eu sou por fé e
né por fé e uma árvore maleável uma árvore forte uma árvore guerreira o meu pai sempre dizia que por fé e ela colore o verde porque em meio a todos os homens da minha família muitos homens na minha família eu fui em busca desse sonho de levar Saúde Mental para dentro do nosso território a partir das especificidades culturais de um povo então é só por fé e vou deixar minhas sementes né para que essa luta ela continua e só por fé e essa árvore que é tão bela da flores amarelas roxas brancas para quem não
conhece a pufe ela é o IP então em meio tanto verde na minha família eu sou a flor que vem colorindo com força um povo só a primeira psicóloga do meu território né sou do território indígena Nonoai sede Nonoai que é localizado no norte do Rio Grande do Sul trago no meu trabalho de conclusão de curso essas especificidades de um povo desde o fogo de chão enquanto saúde mental Ao canto a dança enfim e hoje tô no mestrado né trabalhando com adoecimento das Mães indígenas dentro da Universidade Porque existe um acesso mas não existe uma
permanência nos negam os modos de viver indígena nos moldando é um padrão branco então eu tento levar essas vozes essas vozes que é porque a sua semente dessas mulheres dessas mulheres que foram violadas foram violentadas assim como a tia Iracema nunca desistiram de espaços como esse nunca desistiram para que eu estivesse no espaço como esse falando de saúde mental a partir das vivências no meu território as especificidades culturais elas colocam inúmeros desafios né entre elas a necessidade é enfim de profissionais adequados que trabalham na saúde mental a partir das especificidades culturais seja de 305 povos
né que hoje somos 305 povos com suas particularidades com suas especificidades com a sua linguagem com a sua cultura então apenas nós somos apenas um povo que luta para que a nossa linguagem seja corporal seja física seja espiritual ela seja levada diante que fazem toda a diferença no nosso território que trabalham medicina tradicional chás banhos ritos os nossos cofais que são os nossos são eles aqueles que trabalham ao redor do fogo nas histórias contadas ao redor do fogo que trabalham as sementes que são as nossas crianças contando as histórias de luta mas também as belas
histórias de caça de pesca de risos altos ao redor do fogo isso para nós à saúde e hoje eu tenho privilégio de dizer que eu tenho do meu lado uma tia que é cuian Parteira uma biblioteca ambulante um Museu Vivo e que está aqui ao meu lado eu sou semente dessas mulheres que foram violentadas violadas foram invisíveis mas que nunca desistiram de nós porque esse Brasil ele foi construído com muito sangue para nós a ditadura do relógio ela vem com força mas nós somos passos mais lentos tanto que somos tidos como vagabundo mas ao contrário
a gente respeita a saúde do nosso corpo a gente vai acordar quando o nosso corpo quiser acordar a gente vai almoçar a gente vai tomar café vai jantar quando o nosso corpo pedir não é algo imposto almoço o horário da ditadura que nos impõe em 60 40 horas a gente trabalha tanto e se esquece de agradecer Quem fez a sua janta a gente trabalha tanto e esquece de dar um beijo naquele filho que te Esperou o dia inteiro isso para nós não é vida ao contrário a psicologia que eu traga uma psicologia do Cain Ninguém
ganha uma rã como eu tipo lei ainda ganha uma rã significa o que faz bem para nós indígenas o que faz bem para nós indígenas a partir das nossas perspectivas de vida porque para nós é uma psicologia que ouve vozes ao contrário da Psicologia que eu aprendi dentro da academia é uma psicologia que ouve vozes dos nossos Endres que são guias da que houve as vozes dos nossos cuians dos nossos cofas que são muito mais doutores do que muitos doutores que a gente tem na academia que faz com que a gente tenha esse contato com
os dois mundos respeitando os dois mundos então a gente pede permissão para entrar na mata a gente pede permissão é para arrancar um galho de uma árvore a gente pede permissão para tirar casca de uma árvore e depois a gente vai ajudar ela se curar porque outro parente vai precisar daquela medicina tradicional isso para nós é sinônimo de saúde Porque Nós seres humanos a gente depende da saúde das florestas a gente sem ar sem água a gente não estaria falando aqui sobre saúde mental na Perspectiva cair gang isso para nós é sagrado até o contato
a floresta os nossos angres os nossos cofados os nossos cochitos para nós são sagrados e eu sempre brinco eu digo assim olha nem sempre esse tal de Freud né Ele explica tudo porque esse tal de Freud que diz que é o pai da Psicologia não fala da saúde do meu povo pelo contrário ele diz que o meu povo é um povo doente é um povo que tem suas psicoses que tem as suas esquizofrenia suas bipolaridades e eu contrariam ele e digo que essa saúde que eu traga é uma saúde que respeita o espaço de todos
que tem empatia com espaço do outro a gente não vai desrespeitar esse espaço do outro tanto que quando os nossos mais velhos eles estão falando a gente ouve e o branco não o branco simplesmente acha que por estar velho ele já não pode mais fazer nada ele simplesmente trancafiam ele numa casa a gente ouve as nossas crianças Por que a sabedoria das nossas crianças é uma sabedoria de Inocência a gente ouve as nossas crianças porque eles vão ser as nossas sementes então a gente prepara eles para um mundo isso para nós saúde nas perspectivas caigangue
a gente precisa falar dessa saúde a partir do respeito com o espaço do outro a gente tá tão acostumado a impor as nossas regras para o outro nós enquanto profissionais da área da área da saúde a gente precisa parar de fazer com que os outros Ouçam as nossas regras a gente não sabe o que é saúde para aquele indivíduo a gente precisa entender o que é saúde é para aquele povo para aquele indivíduo para aquele Sujeito como se fala na na Selva de Pedras para trabalhar uma saúde mental a partir das perspectivas daquele indivíduo e
quando eu falo isso não é apenas porque o sonho indígena mas porque o nosso contato com o mundo espiritual ele é muito mais amplo do que a gente imagina tudo está ligado o corpo a mente o território né tanto que eu venho sempre trabalhando a partir dessa desse sagrado é uma interna né Para nós a mãe Terra ela Sagrada como eu falei colocar os pés no chão descalços no chão para nós é sinônimo de saúde trabalhar é o pioroni que é ao redor do fogo para nós e sua saúde fazer o nosso chimarrão que o
gaúcho se apossou e disse que é dele para nós esse é o momento de saúde a gente precisa descolonizar essa psicologia europeia onde tudo é psicose onde tudo é doença a gente precisa entender primeiro o que é saúde para um povo para o indivíduo para daí sim começar a trabalhar a mãe interna e os seres que habitam nela tudo tem espírito tudo tem vida e desde a barriga da mãe a gente vive esse mundo dos Pais né então desde a barriga da mãe a gente aprende a o pedido de permissão e quando eu falo lá
no início sobre quem eu sou eu trago muito antes Man ancestralidade inteira junto comigo que são aquelas que eram antes que são aquelas que me deram como semente delas hoje e eu digo isso porque as nossas mães nos carregam num cesto enfim colocam num cesto nas costas coloca nos ombros nos seios amarrado com um pedaço de pano com lenço e nunca nos negam essa sabedoria esse conhecimento que a partir das vivências assim como a Luta dos nossos filhos a resistência é desde a barriga da mãe nós nascemos na resistência um dia me perguntaram é porque
eu escolhi tá no movimento indígena e eu respondi eu não escolhi tá no movimento indígena eu nasci no movimento indígena eu nasci da luta indígena da Resistência indígena porque hoje para ser indígena você tem que resistir para você existir eu sempre digo que nós indígenas não sabemos falar bonito nós falamos da nossa maneira mas é do coração porque é assim a partir desses ensinos ensinos Aonde a nossa vivência faz toda a diferença as nossas crianças elas são livres ao nosso redor para que elas aprendam isso e sigam uma vivência Nossa porque elas são as nossas
sementes e sem falar que quando as nossas crianças nascem o umbigo delas é enterrado no nosso território na porta da nossa casa debaixo da nossa escada porque o vínculo com território ele é sagrado ele é tão forte que aquela criança que vai se tornar adulto ela pode sair do território para ir para outros territórios mas o vínculo é tão forte ele é tão sagrado que ele vem ser enterrado ali aonde está o seu umbigo porque para nós o território ele é uma questão umbilical ele não é apenas terra para nós ele é sagrado ele é
a nossa saúde os nossos territórios demarcados protegidos alimentação sem veneno o nosso Ar limpo a nossa água limpa para nós isso é saúde porque quando uma parte adoece todo o nosso território afetado não existe adoecimento individual pelo contrário todo o nosso coletivo ele adoece Quando uma parte adoece e a gente precisa parar de Romantizar essa situações dentro dos territórios a gente precisa falar a língua do povo a gente é colorido Sim a gente é um Brasil colorido Então vamos trabalhar uma saúde para todos a gente precisa desmistificar esses essas doenças do branco que estão chegando
cada vez mais nos nossos territórios a gente precisa dizer vocês estão nos matando porque vocês estão matando a floresta vocês vocês estão matando a nossa água os nossos o nosso peixe a nossa medicina tradicional entrando com agrotóxico envenenando não só Os territórios mas sim envenenando abraçar uma árvore eu pergunto a vocês seja abraçaram uma árvore algum dia seja pararem olhar para o céu e viram o quanto o sol ele é potente o quantas estrelas elas são potentes e o quanto o tempo está passando e a gente esquece de colocar os pés no chão e agradecer
pelo dia de hoje isso para nós à saúde parar esquentar nossa água fazer o nosso é mim que é o nosso bolo na cinza e abraçar um território todo porque como eu falei não existe apenas eu te A Iracema nesse momento existe uma centralidade toda que foi violentada massacrada mas que lutaram para que a gente tivesse espaços como esse falando de saúde mental a partir da saúde dos povos indígenas eu trago isso para dizer que a nossa visão de saúde e doença ela é muito diferente da visão do foco O que é tratado medicalizado sendo
uma depressão ansiedade no mundo do kaingang ele é Ele é tido como uma doença espiritual e a gente precisa passar por ritos por chás por banhos não é apenas no quadradinho de Selva de Pedras que a gente faz terapia a gente também Faz terapia debaixo de uma árvore tomando um banho de cachoeira fazendo uma comida fazendo um canto uma dança a gente fala da nossa vida momentos espirituais a gente faz da nossa vida momento terapêuticos e para nós povos essa falta de saúde mental ela engloba vários aspectos porque tudo está ligado o corpo a mente
Os territórios a espiritualidade tudo está conectado Então hoje eu trabalho esses quatro elementos para manter um equilíbrio um equilíbrio entre saúde mental corpo território mente espiritualidade se a gente conseguir manter esses quatro equilibrados a gente consegue sim ter uma longevidade assim como os nossos mais cofas que duravam 120 130 anos e era muito fortes e guerreiros muitos linhas de frente isso para nós é saúde não só mental mas físico e espiritual a gente precisa fazer uma investigação séria quando se fala de saúde mental porque não é apenas um indivíduo é todo um coletivo um corpo
que é afetado e a causa desses adoecimentos é a falta também dos modos de serem viver indígena o alcoolismo suicídio são heranças que vieram do eurocentrismo dentro das aldeias indígenas que viciavam os nossos indígenas para conseguir trabalho escravo para conseguir é um trabalho braçal para conseguir construir esse Brasil em cima desses que adoeceram que continuam hoje sendo reflexo de um adoecimento então eu ainda digo que o suicídio alcoolismo ele é o reflexo desse estereótipos do serem indígena né a gente precisa que o indígena esteja assim na Selva de Pedras tendo oportunidades que a gente vai
estar sim na universidade pintando a Universidade de Urucum em Jenipapo vai estar na universidade levando essas vozes que com porque a questão do suicídio ainda é é a falta de políticas públicas é a falta do ter empatia com o espaço do outro eh a falta de ouvir e estar num num momento do outro o que que eu falo o momento do outro por todos nós temos momentos diferentes todos nós temos uma dores escondida todos nós escondemos aqueles males a gente se for preciso abraçar uma árvore e chorar a gente vai fazer porque a partir do
momento que você abraçar uma árvore e chorar aquela parenta tua AK a árvore que a gente diz ela vai respeitar o teu espaço e vai conseguir te ajudar te direcionando dando discernimento trazendo caminhos assim como quando a gente tem problemas sérios a gente vai contar pra Pedra tem um sonho ruim a gente vai contar pra Pedra porque ela vai estagnar essas coisas ruins essas energias ruins que vem eh afetando o nosso corpo que infelizmente a gente ainda é Esponja de energias negativas como eu falei torna repetir a saúde mental Ela depende da saúde das florestas
nós dependemos da Saúde da floresta então eu Rejane kaygangue sorri festejo o meu território meu corpo porque o primeiro Território que eu descolonizo é o da minha pele é o do meu corpo e a gente vai pintar assim a serva de pedras as Universidades com Urucum em Jenipapo para trazer essa saúde mental que é do Canto da dança das comidas da enfim de todo um coletivo e seja bem-vindo meus amigos que essa crimin colchão né E a minha filha neta ali que tá ali não desiste a vida é boa ama mais a vida Tem coisa
que a gente quer tudo para nós né às vezes não dá a minha vó dizia quando tu quer mais coisa mais que tu tá estraga né então assim é bom outras culturas quando ele caminha junto com a natureza é assim que livro E ela agradece né E vamos fazer isso a psicologia que é nome ainda tão diferente em fogo né é nós que ganhei eu nunca tenho dor de cabeça não chama mulher enxaqueca eu tenho as meninas que às vezes vem me dar segurança ai eu tô com dor de cabeça digo para Então vamos vamos
tomar mate e conversar garanto que passa daqui um pouco nós conversa e passa em tempos Quem mora na parte por favor botam ervinha Arruda né esse que eu dei para sentir o cheiro também para minha amiga aqui não sei em português o nome dele [Aplausos] procure Esse bota no apartamento Esse é muito bom para enxaqueca minha vida para vocês então agradeço a você muito obrigado por isso ser humano foi criado para entender isso entendesse todos que vivem no colo da mãe terra a horário nossa fechar corédia descansar para isso a noite amanhã cedo vamos trabalhar
vocês viram que que as minhas netas estão fazendo que eu não sei chegar não precisou nem eu mandar buscar lenha Ele já sabe já sabe o que tem que fazer com sol para descer esse faz a parte da vivência familiar da Comunidade às vezes quando nós chegamos em Porto Alegre muito dizia que não tinha meus neto fazendo trança de sexta Ai aquela ali tá escravizando Meu filho me disse escravizando o que ela tá aprendendo aprendendo a cultura da sua geração para manter aquele vivo esse saúde para quando é amanhã ela saber o que que as
10 dedos faz por que que eu entrei aqui para não ser extinto mais aqueles que estão fazendo suas casas de noite para não mais construir as caixinhas aqui mas é tô errado meu ponto de vista aqueles que existe aqui e protegendo eles eu dou a minha vida por eles porque eles me cuida noite e dia às vezes muito estranha quando o meu bicho ficar aqui comigo e já saiu em tantas coisa comigo mas só que levei Os Outros Mundos Então ele me protege Então é isso que nossa vivência é Se eu morasse no apartamento vamos
dizer no quadradinho eu não vou saber nada além de tudo ele vai apertar minha cabeça vai doer todo dia e isso não quer e aqui o vento vem não tem dor nenhum né quando eu vou no centro e volto volto tudo dolorido no corpo né e já passou que são os filhos da terra que são os filhos do sol e a noite e nós somos a voz dela e por isso vamos proteger ela Vamos botar semente nela né para ela se alimentar Assim como nós se alimentamos dela nós temos que devolver pouquinho para ela e
ela agradece a nós se faz os nossos cofar o nosso senhores de idade que tiveram cento e poucos anos fazendo isso aí e aqui pretendo fazer eu não vou fazer não por mim eu vou fazer por outros os meus pequenos já sabe né mas eles estão fazendo igual a fumaça sobe ele disse que não gosta mas como é que gosta a fumaça da gasolina que é mais poluição vai direto por mal Esse não Ele sai para rua e vai ainda é saudável para os Matos poluição de gasolina de plástico não é saudável mas aqui muito
povo foco entende que a poluição não é nada quando eu fumaça a gente faz a fumaça nossos Encantados dançam e quando ele acende acende cada hoje na cientista de ciência eles diz brotam uma coisa na cabeça só que aceso do fogo ele acorda o que tá querendo morrer por isso nossos cofar nunca Esqueceram o que aconteceu Eu tenho um exemplo da minha sogra sente 11 anos ela ainda fala da ditadura que aconteceu é recorda que faz cinco anos que ela deixou nós né com essa idade recorda tudo que aconteceu na ditadura guerra das Farrapos [Música]
então fogo nunca foi ruim para nós não é saúde para nós essa quando a gente come demais que hoje as coisas enlatada que muito ganhei acostumado que desde quando vai dormir tão dor de estômago dor de barriga tu pega cinza bem no meio bota no copo bota água morna e toma ele desce melhor remédio que tem na ciência quando a criança tem às vezes pretex é que nos olhos como se chama né tu pega três braços bota no copo né mas tem reza mas só pode botar e dá para criança as se é para sair
então fogo é sagrado as pedras ela Sagrada quando bota tuas mãos se tiver coisa negativo ela puxa às vezes muito por que que tu quer superar tem poluição Não é porque eu quero eu quero protegê-lo para quando der amanhã vocês botar a casa prédio por aqui ele vai descer e não importa se é casa é com ferro com tudo ele vai descer eu tô aqui para proteger não é que eu quero e também é meu território o meu eu vou que chama ele foi embora de um lá em cima no tempo das Guerras lá em
cima para cuidar os quatro cantos chegada dos inimigos tem nossa casa subterrâneo aqui né fizeram casa em cima Então por que que eu não vou proteger onde meu voando orando e isso muito não gosta não sei se é por causa que eu não preciso botar no papel porque venha lembrando a geração a geração E os netos que estão por aí tem o neném que a minha filha levou ele ele já está sabendo e é muito bom vocês vem ficar aqui mais conversar Pokémon [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música]