Diga-me lá, conte-me tudo e não me esconda nada. Espero que esteja tudo bem com vocês. São 9:11, a temperatura aqui na marca de 23º e nós começamos mais um programa ao vivo a partir de agora pela plataforma YouTube. Vamos conversar com Jean Valan, o drama de Javé. Eu me inspirei, sugeri esse tema pro Rogério nos três livros que ele escreveu, o drama terreno de Jah, o drama espiritual de Javé e o drama cósmico de Javé. São três livros, ele já escreveu mais de 50. Inclusive, ele está lançando um livro hoje. Antes de chamá-lo, já vou
agradecer aqui Yalin. Ele nos ajudou tornando-se membro do canal. muito grato pelo teu apoio e a Clé também impulsionando o nosso trabalho com super sticker. Valeu, querida. Vocês que puderem, façam o mesmo. E já deixa o like, pessoal, para reforçar a nossa live. Compartilhe o link, conte para todo mundo que nós estamos ao vivo. Vamos nos reunir aqui e aprender muito com o nosso convidado de hoje que é o Jean Valelan. Alô, Rogério, onde é que você se encontra? Olá, meu irmão Flávio. Natal para passar o Natal. É o famoso Natal em Natal. Essa foi
boa. Passar o Natal em Natal melhor ainda. Isso. Com a família, com os amigos. É isso aí. Como é que tá aí? Chovendo, tá frio? Tá quente? Conte para nós o clima, como está. É, aqui é 27, 28º, é o clima normal aqui do verão, mas tá tudo bem. Uma alegria enorme estar aqui novamente com você e com os nossos amigos e amigas que compactuam e que se conectam ao seu programa. Meu muito obrigado, Flávio. Rogério, hoje você está lançando este livro aqui, a escola da decifração da realidade. Fale para nós um pouquinho sobre esse
trabalho antes de nós entrarmos no tema e também respondermos perguntas da audiência, por favor. Olha, esse livro tá saindo hoje, a gráfica aprontou e só hoje ele está sendo divulgado no site, né? Coincidiu exatamente com a nossa live. Esse livro ele ele tem uma característica que no futuro será percebida com com mais, vamos assim dizer, facilidade. Hoje não, porque nós ainda estamos muito mergulhados no nosso atual modo de pensar e dificilmente nós achamos que há uma decifração a ser feita, já que para nós a realidade é exatamente isso aí que a gente vê todo dia,
né? Mas a gente não percebe que o que está à nossa vista esconde muita coisa. Essa camuflagem que para nós é a realidade, é tão somente um véu que há muita coisa oculto. E decifrar a realidade é uma arte. E essa história dessa arte que só a muito custo e depois de certa hesitação eh minha, eu estou me propondo a levar isso adiante. Mas essa história começa há muito tempo atrás, há uns 14.000 1 anos a Terra passou por um movimento muito estranho, pois que a sua crosta, o chão onde a gente pisa, né? Eh,
movimentou-se como espécie de uma casca solta de uma laranja, a crosta inteira, ou seja, a casca inteira se movimentou e isso abalou muitas coisas. Na época, lá onde hoje é o Polo Norte, existia várias regiões extremamente, entre aspas, adiantadas. O chamado, os escandinávos chamavam do continente, ou melhor dizendo, da civilização de tule. Os gregos chamam de hiperbório. E o fato é que muitas terras que antes lá existiam, hoje não mais existem, e de todas aquelas terras situadas no mais setentrional, eh, sobreviventes dos problemas desceram em barcos e muitos pontos na Sibéria asiática, no extremo norte
da Europa, extremo norte do Canadá, onde hoje é o Alaska, e também na Irlanda e na Escócia, esses grupos de sobreviventes ali chegaram. E agora eu vou começar a reduzir essa perspectiva para Mulher poder explicar desse grande desastre. A mitologia celta se inicia exatamente quando os descendentes desse desastre que moravam no hiperbório, chegam na Irlanda e são chamados, ficam conhecidos como sendo estuatas de Danã, ou seja, seguidores da deusa Dana. É assim que a turma interpreta, mas é um pouco mais profundo. E o estranho é que esses seres que não eram humanos, prestem bem atenção
a isso, eles eram híbridos. É um mistura de gene de superseres e seres humanos. Quando esses seres chamados toatas de Danã chegaram na Irlanda, já encontraram ali outros seres que também não eram humanos. E então os tuatas de de Danã tiveram que entrar em conflito e disputar lugar para viver com os partolanos, com os nemedianos, várias etnias também híbridas ou demoníacas no sentido de serem habitantes do desse universo vizinho, demoníaco aí, não é que fossem ruins, não é isso? É porque naturalmente esses corpos tinham aquilo que hoje nós chamamos de metamorfose. Então daí o aspecto
demo ou demoníaco. E o fato é que foi feito lá um acordo e os tuatas de Danã ficaram vivendo na Irlanda. Até aí não havia tribo humana na Irlanda. Nessa época existia uma tribo de Homo Sápiens chamada de milesianos. E os milesianos viviam hoje corresponderia o norte da Espanha ao País Basco ali naquela região onde tem cidades de Santander, San Sebastian, Bilbao e mesmo chegando nas Astúrias, né? E os milesianos que viviam aí na Espanha a cerca de 13.000 anos subiram paraa Irlanda e se encontraram com os toatas de Danã. Esse teria sido o primeiro
encontro entre seres não humanos com seres homoensis, ou seja, humanos. E o que é que disso resultou? Esses seres não humanos, eles padecem de um problema de demência ou de diversos graus do que hoje a gente chama, peço desculpas porque esse assunto não é fácil de ser falado, graus de autismo. Eles são tremendamente inteligentes em muitas coisas, mas eles não conseguiam compreender as informações que eles tinham. E quando eles conheceram os milesianos, eles perceberam que os seres humanos tinham a capacidade enorme de compreender as coisas, mas não tinham as informações, os conhecimentos. Então, o que
é que acontece? Os toatas de Danã pros milesianos, ou seja, pros seres humanos, mais ou menos o seguinte: nós vamos lhe passar todas as informações que até agora colecionamos sobre possíveis problemas na realidade, mas a gente não sabe fazer a leitura dos fatos. Mas vocês, humanos, poderão fazer isso. Mais de 12.500 anos depois, Pitágoras diria uma frase que poucos entendem, se referindo ao seguinte aspecto: os humanos, vírgula, cuja raça é divina, vírgula, podem discernir o erro e perceber a verdade, como se dizendo que uma raça ou outras raças que existem, mas que não era humana,
não conseguiria ia discernir o erro, perceber a verdade. Era exatamente isso que os tuatas de de Danã reconheciam que os humanos poderiam fazer. Isso que ocorreu na Irlanda também ocorreu na Escócia. Toatas de Danã ali chegaram, lidaram com os Se na Irlanda estavam os filhos de Erim, na Escócia estavam os filhos de Edim, que a gente chama de Odim. E como houve essa mesma coisa lá na Escócia, eh, os tantos filhos de Erim quanto os de Odim tomaram esse conhecimento e criaram colégios que hoje nós chamamos de colégios arquidruídicos. E eu me refiro a isso
no livro que eu já publiquei há tempo, chamado Homofatividade, o segredo perdido do Éden, que é exatamente falando de um desses dois colégios. E por que é que os seres humanos fundaram esses colégios? Porque eles descobriram que, de fato, como os toatas de Danã estavam dizendo, os humanos conseguiam compreender, conseguiam decifrar os enigmas dos problemas da realidade, coisa que eles, Toatas e outros seres muito mais evoluídos no sentido de ter informação e tecnologia, mas no campo da compreensão eles não conseguiam elaborar. a construção do entendimento. E os humanos já nasceram com essa fácil expressão de
eh de conseguir entender as coisas. Então aqui surgiu o conceito de dwit, que é um método. E ded significa conhecer o passado, conhecer eh a verdade, buscar o conhecimento da verdade. E esse método Druid, ele foi introduzido nesses dois ar colégios onde os arquidruídas que não eram humanos davam, passavam as informações para os humanos e alguns humanos foram se tornando também arquidruídas e druídas. exatamente para que os humanos pudessem, em sendo educados sob o método druid, se tornar a um alguém habilitado a decifrar realidades, a não só olhar para as coisas que estão à vista,
mas também perceber o oculto, né? E então esse método druid, ele começou a ser preciosamente trabalhado há mais de 10.000 anos atrás. Por quê? Porque basta ser um terráque, um ser humano, para ter a capacidade de compreender as coisas, mas nem todo ser humano vai conseguir se tornar um decifrador da realidade, porque para esse tipo de compreensão mais rebuscado, ele precisava ser educado, ele precisava ser treinado no método Druid. Então, esses colégios druídas existiam para eh apoiar aqueles seres humanos que ou demonstravam a capacidade maior ou desejavam ser treinados para exatamente ter um olhar mais
profundo e conseguir decifrar as feridas da realidade, os problemas da vida, os porquês da existência. que o ser humano faz a respeito da vida, o porquê do sofrimento, o porquê da violência e por aí vai. Então, lá atrás essa escola de decifração começou a funcionar, mas ambas foram destruídas por guerras, por problemas outros. E esses povos da Escócia, que no caso eram os galaicos, passaram esse conhecimento pros gaélicos. Os gaélicos passaram pros gauleses e quando um desses pobres celtas milesianos se eh começou a se reajuntar aonde seria Mileto na Turquia ou na Grécia antiga. Então,
Thes Mileto foi alguém que mais recentemente, há 2700 anos atrás, recebeu essa influência via os milesianos, porque mileto quer dizer em grego milesiano. Então, essa história que começou lá atrás na Escócia e na Irlanda, que deram origem a essas duas mitologias, a mitologia céltica e a mitologia nórdica, ela durante mais de 10.000 anos foi escapando, escapando, ainda que os colégios tenham sido destruídos. E quando chegou nesse povo Jônio, que é um dos quatro povos formadores da cultura grega, com os dóricos, os eóleos e os aqueus, os jônios, que eram herdeiro dos milesianos, criaram ou reacenderam
as luzes do antigo método Druid, que em grego passou a ser chamado de filosofia, que quer dizer a mesma coisa que Druid, no sentido de amor pela verdade, amor pela sabedoria, de buscar a verdade. E então Thales de Mileto eh refundou essa busca criando a filosofia. Mas a filosofia depois de Sócrates, Platão e Aristóteles e dos pré-socráticos, o mundo moderno basicamente assassinou a busca filosófica, encheu a filosofia de crença. Tanto que há um livro que eu devo lançar um dia chamando de filosofia e não filosofia, porque a filosofia que hoje se se pratica é mais
tudo questão de fé, não tem mais aquela aplicação na busca pela verdade. Exatamente porque a turma, entre aspas, perdeu a noção desse método Druid. Então, se isso tudo que eu tô dizendo a vocês for, entre aspas verdade, o fato é que um grupo de amigos espirituais, esse grupo trabalhou lá atrás nesses colégios druídicos, trabalhou em várias outras tentativas de se reacender essas luzes, mesmo na revelação espírita que se deu na França no século XIX, no orfismo lá. atrás na época de Tes de Mileto e como a coisa não funcionou adequadamente, tá tudo vinculado à fé.
E quando você acredita em alguma coisa, isso deve ser respeitado, obviamente, mas é só uma crença. Isso não é decifração da realidade. É você está, oh que bom, eu acredito em tal coisa, vou dormir melhor então é um conforto. Crer é um conforto, mas pensar é um esforço. E pensar, não de qualquer modo, pensar de forma, entre aspas, sábia, inteligente, é a única maneira de você ser um agente da de decifração da realidade, sem misturar crença com, entre aspas, a busca da verdade. Então isso meio que se perdeu e essa escola que nós estamos retomando
eh a par ela vai ser virtual, deve começar a funcionar ano que vem, 2022 ou 2023, mas pouco importa. O livro é apenas um fator introdutório desse assunto que explica de outro modo o que eu estou aqui dizendo, só que de uma maneira mais ampla. e explica também como será essa escola de decifração da realidade, porque a vida precisa que nós, humanos, não confundamos as nossas crenças com aquilo que pode ser estabelecido por métodos seguros de busca da verdade, como o próprio método científico. Mas a ciência chega até um certo ponto e ali para e
aí o orgulho dos cientistas que não conseguem ultrapassar aquele ponto por nada entenderem da questão da consciência. Aí eles enquadram, enjaulam, tornam refém dos limites das suas possibilidades e conveniências todos os assuntos e também não buscam a verdade porque matam a verdade ali mesmo no limite do academicismo, das suas conveniências. E por isso essa escola tá surgindo como sendo uma porta estreita. Não vai ter professor, não vai ter nada, mas vai tá tudo disponível pro para aquele que busca a verdade. Aí vai ter as orientações. É um mundo virtual, é um metaverso à parte. E
esse livro é é o que, entre aspas, introduz o assunto ou resgata o assunto pros tempos atuais, pros tempos da das nossas vidas. OK? E além do lançamento deste livro que o Rogério explicou, temos também aqui para oferecer a vocês que ainda não t, se quiserem, a revista do Jean Vauelan. Eh, são essas aqui, olha, tem quatro revistas. Uma, duas, 3, 4 revistas. Olha, pessoal, você pode adquirir uma por uma ou as quatro. E tem revista nova também que eu vou mostrar daqui a pouco a imagem dela. São cinco revistas até o momento. A Daniela
é quem vai enviar para você. O endereço tá na descrição para adquirir as revistas e também tem o site para adquirir tanto este livro que foi falado pelo Rogério, como também todos os mais de 50 livros que ele lançou à sua disposição. E daqui a pouco eu vou mostrar a imagem da nova revista, mas vamos começar aqui com o nosso programa. Já o Alexandre fez uma pergunta. Daqui a pouquinho, assim que sobrar um espacinho aqui entre perguntas, nós vamos falar sobre esse tema proposto que é o drama de Javé, de modo resumido, que eu sugeri
a você, Jean Velan, inspirado nos seus três livros, como eu disse, o drama terreno, o drama espiritual e o drama cósmico de Javé. O Alexandre Silva já nos ajudou aqui com uma perguntinha. Poi, Mandres, foi Javé. Eu não sei se eu errei a pronúncia, me corrija se estiver errado. O diálogo de Arjuna era com Javé. A trimurte hindu é Javé? Não. A forma mais fácil, desculpem, de nós entendermos esse assunto é termos noção do significado das mitologias. ao longo do paleolítico superior, ou seja, de 47.000 anos para cá, quando através de um chamanismo ancestral, seres
de universo vizinho começaram a contactar com os humanos que estavam começando a desenvolver a sua racionalidade, né? o a organização das notícias que racionalmente os seres humanos começaram a produzir, recebendo essas notícias em transes ou em comunicação e também de forma direta, porque os portais entre os dois universos nessa época estavam abertos, né? E foi quando os seres humanos souberam de que existia um universo vizinho e que esses dois universos tinham sido criados lá atrás e que houve um problema na criação desses dois universos e que o criador havia, entre aspas, caído na própria ideia
e na própria criação. E junto com ele, mais dois outros seres tinham mergulhado. E esses três seres terminaram formando uma tríade, uma trindade, um trium virato ou como os arianos e os hindus chamam, uma trimúte. E, portanto, sob essa perspectiva, esses três seres e tudo mais que eles criaram viviam nesse universo vizinho. E só mais recentemente o universo onde nós vivemos recebeu o código de vida desses seres que foi, entre aspas, semeado nas naturezas dos mundos do nosso universo biológico. E daí as regras da evolução levaram a coisa adiante e nos trouxeram até aqui. Mas
o fato é que essa trimurte, e aqui eu vou me particularmente me referia ao linguajaro, essa trimurte composta por Brama, que seria o criador caído por Vígnio e Chiva. Esses três logos criadores ou deuses, como foram chamados, eles sempre discutiram duas questões. Quem dos três era de fato o criador do universo? E qual dos três, pois que agora os três estavam aqui dentro, no âmbito interno da criação. Qual dos três mandava, ou melhor dizendo, comandava a criação? E no meio dessa discussão, guerras e umas guerras aconteciam e por aí vai. Então, esse ser que a
gente chama Javer é apenas o nome judaico desse ser chamado brama sob a forma ariana hindu. E se nós formos para qualquer outra mitologia importante, esse ser também vai ter lá o nome dele. Na mitologia eh eh eh grega, ele é chamado de caos, né? na mitologia, em uma das mitologias egípcios, porque são quatro, ele é chamado de atum ou de ra. Aí depende da da visão que se tem na mitologia dos bosquímanos sãos, na na bíbia na África, ela chamado de Kaagem, o nome não falta. Então, Javé e Brama são as mesmas figuras, mas
indo agora para a resposta do aspecto mais importante da pergunta, não foi Javé ou Brama que conversou com a Arjuna no Bagavaguita? O o Bagavaguita é tão somente uma parte de um livro maior chamado Marrabarata e no Bagavaguita um avatar desses três seres, né, de Brama, Virgena e Chido. Esse avatar ele veio, ele atravessou os portais e aqui na Terra ele orientou a Arjuna, que era um ser humano híbrido, a ir pra guerra. Sim, porque era necessário destruir o mal. Nessa época, o conceito maior da existência para esses seres era o dharma, ou seja, o
dever sagrado de cada casta. E a Arjuna era um chatria, um quexatria, ou seja, um guerreiro. E ele tinha que defender o bem e o bem estava sendo atacado pelo mal. Então, Arijuna tinha que ir pra guerra contra o mal. Só que Ar Juna não queria ir pra guerra porque o mal aqui eram os primos dele e ele gostava dos primos. Mas Krishna, que era um avatar quechava, ou seja, um avatar que trouxe o código fonte definidor de vida ou o DNA, vamos assim usar essa expressão desses três seres da Trimur. Então, Krishna, que é
o nome desse avatar, representava os três. Na verdade, ele era um avatar. Os os os vainavas e os seguidores de Virgno dizem que era o senhor Virgno, mas pelas fofocas que correm, na verdade, o temperamento de Krishna nunca foi o de VDO, sempre foi o de Chiva, o destruidor, o reciclador. E por isso ele teria orientado Arijuna, a, entre aspas, ir para a guerra de Kuruxetra para destruir os seus primos Curus ou Cáuravas. Porque ele, Ariuna, junto com seus irmãos, eram os pandus ou os pândavas, o lado bom da história. E esses três seres então
se metem em tudo que é guerra que eles mesmo inventam. E os que vão paraa guerra são os inocentes úteis do momento, que vão definindo que é o melhor para eles. Ou Javé chama os desígnios dele. Então, os desígnios dele têm que ser cumpridos. Moisés, quando foi escolhido por Javé, saiu também matando vários povos deserto, obedecendo a ordem deles. Ou seja, esse ser é muito estranho, né? De fato, ele fez isso e de fato, muitos escolhidos cumpriram eh de forma muito eh decisiva, vamos assim dizer, as ordens vindas de Jah. Então, Krishna era apenas um
emissário desses três seres para garantir que Arjuna, que era o guerreiro mais poderoso da época, iria pra guerra para frear o avanço das trevas na luta entre luz e trevas, porque é assim que a humanidade entende de forma dualística as coisas. Mas a história não é tão simples assim, mas a explicação que inicialmente a gente pode dar. O Adriano disse: "Jão vaelan, Jesus está irritado ou frustrado por não poder consertar as atitudes ou por não conseguir melhorar Javé. E por qual motivo Javé criou tanto sofrimento? Javé gosta de ver o sofrimento. Não sei. Não se
pode julgar Jah a partir da nossa lógica, porque esses seres, todos eles são desprovidos de uma série de faculdades psíquicas que nós humanos temos e eles não têm. Então fica difícil você entrar num sanatório ou num manicômio e e julgar com a lógica que você acha ser anormal a atitude daqueles irmãos e irmãs que estão ali detidos por alguma razão. Esses seres, eles estão detidos nesse universo vizinho. É uma prisão para eles. Esse universo vizinho é horrível, mas é onde eles conseguiram construir um pouco de beleza para existir. Esses seres, todos eles apresentam padrões de
demência. Eu não me sinto bem julgando o porquê desses seres fazerem isso ou aquilo. Eu apenas, inevitavelmente, sou obrigado a fazer a leitura dos fatos que eles produziram e inclusive na minha ao tempo da minha própria vida. Então eu faço a leitura dos fatos, mas não julgo. Então eu não sei dizer se Jaavé gosta de ver sofrimento ou se ele causa sofrimento devido à sua estupidez. Estupidez aqui não estou falando no sentido pejorativo, é clínico mesmo, né? Devido ao seu problema de demência. O fato é que, indo agora pro outro aspecto da pergunta, entendam que
desde que Jahé optou por ceder o seu genoma pessoal a um ser humano que ele chamou de Adão e fez desse Adão o início de uma sequência, de uma genealogia que ele queria dominar a Terra, teria que dominar a humanidade. E ele achava que Chiva já estava fazendo isso lá na tradução com Mari Candã, no sul da Índia. E aqui a gente tá falando em algo há cerca de 20 e poucos mil anos atrás. Então, entendo que quando Jahé semeou Adão com a sua genética, e aqui é preciso a gente entender que todos os livros
da antiguidade dizem que houve um tempo lá atrás em que aqui na terra existiam os filhos dos homens e os filhos dos deuses. Os filhos dos homens eram aqueles que um homem e a mulher transavam, nascia, um filho que em tudo era igual a seus pais. Mas os filhos dos deuses, chamados de semideuses ou semidivinos, eram aqueles que, digamos, uma mãe terrena tinha relação com o ser de fora e esse que nascia era metade humano ou uma parte humana e uma parte divina. Então, mesmo tendo um corpo aparentemente humano, esses filhos de genética extraterrena, vamos
assim chamar, apresentavam faculdades que os humanos normais não tinham. E Adão tinha várias dessas faculdades. Primeiro, os seres humanos, filhos de homens, viviam 80, 60, 50 anos. Adão viveu 930 anos e gerou Set enos, Cainan, Lala, Jaré, Enoque, Matusalém, Lanec, Noé, Sena, Faxado, Salé. Esse pessoal todo aqui viveu 900, 800, 700 anos. Por quê? Porque herdaram de Adão, que havia herdado de Javé a sua genética, porque Javé queria criar um segmento para que nesse segmento lá na frente ele iria enviar o seu super Messias. E esse super Messias foi profetizado por todos os profetas. A
gente hoje chama a nossa Bíblia de Antigo Testamento e Novo Testamento. São 46 livros o Antigo Testamento, 27 no Novo. Nos 46 livros tem os cinco primeiros da Bíblia que são chamados Torá. Aí são 18 históricos, 16 proféticos, sete sapienciais. Esses 46 do Antigo Testamento tem história de todos os profetas que durante desde a época que Moisés libertou as 12 tribos hebreias do cativeiro egípcios, todos toda hora aparece um profeta dizendo que ia surgir um Messias lá na frente super poderoso, que iria elevar o povo escolhido por Javé à condição de de império terrestre. de
dominar a terra. E então todos aqueles profetas, desde Enoque, Isaías, Jeremias, Daniel, Oséias, Ezequiel, Elias, todos esses profetas ficavam dizendo: "Se prepare que vai chegar, vai chegar". O último profeta foi João Batista. Aí, quem é que chegou? Jesus. chegou com todos os seus superperes, mas na hora em que ele viu que tava nas escrituras judaicas todo um conteúdo profético que o obrigava a ser um Messias violento, que teria que usar os seus superperes para construir um exército de judeu, de judeus, para brigar com Roma, já que Roma ocupava a Judeia, a Palestina na época Jesus
nasceu dominar Roma e depois sair dominando todo mundo. O ser humano Jesus olhou para aquilo ali, disse: "De fato, eu sou o Messias, tenho super poderes e usou os poderes dele não para ser o mais forte, nem para dominar ninguém, mas estranhamente, aos olhos de Javé, ele usou os poderes dele para usar para ajudar quem?" Os mais fracos, os doentes, os cegos, os alejados e por aí vai. Na ótica de Javé, que é a ótica da evolução, os mais fracos que se ferrem, porque só os fortes imperam. Jesus fez o contrário. A condição humana de
Jesus rasgou a agenda do seu próprio espírito que tava ali descrita nas profecias e disse: "Eu não vou conseguir ser esse Messias violento. Todo mundo ao redor dele esperava que ele fosse. Ele se recusou a ser. Na noite, antes de ser preso, na quinta-feira, lá no orto de Getseman, ele e Javé conversaram e Jesus disse: "Cara, me livra de beber esse cálice. Eu já fiz, tô aqui cumprindo a missão, mas eu não vou fazer isso. Javé disse: "Não, senhor, vai ser crucificado." E foi. Então, na verdade, o ser humano Jesus estragou um plano de mais
de 20.000 anos de Jahé em termos de dominar a terra através do seu super Messias. E essa confusão rola até hoje. Nesse sentido, Jesus está irado com Javé. Jahé está irado com Jesus. A coisa mais profunda ainda nos livros eu tento explicar isso, mas assim, Javé gosta de ver sofrimento? Sinceramente não sei. Mas Jesus está irado com Javé? Não. Jahé está erado com Jesus. Aí tudo é possível. Raquel Romeiro, gratidão pelo teu apoio, querida. E a próxima participação é do Rômulo Marcel. Ele disse: "Quero muito saber onde entram os Anuna. Eles também foram criadores ou
não? Qual a ligação dessa linhagem com Javé? Jesus tem qual ligação a Jahé? Cada pergunta dessa é uma palestra parte. Coisa é complicado. Pois é. Eh, primeiro vamos dividir aqui o seguinte. Nós, seres humanos, fomos condicionados a chamar de deuses. Tantos seres desse universo vizinho que passavam para cá através dos portais que hoje estão fechados, mas na época estavam abertos, como também a seres desse nosso universo biológico que nas suas naves chegam aqui na Terra. E a turma também chama essas figuras de deuses. Então tem deuses que eu chamo assim extraterrestres desse universo e deuses
ou seres extrafísicos desse universo vizinho. Isso não tem nada a ver com espiritualidade. Espiritualidade é um outra dimensão ainda que envolve isso tudo. Qual é o problema? O problema é que o nosso amigo fez uma pergunta sobre os anuniks. Quem são os anuniks? São seres biológicos desse nosso universo, não são do universo vizinho. Qual a relação deles com isso tudo? O próprio criador, na narrativa que em tese entregou a Moisés, que são os primeiros cinco livros, eh, que os judeus chamam de Torá, que é a Bíblia deles. Mas no Antigo Testamento, essa Bíblia judaica representa
só esses primeiros cinco livros do Antigo Testamento, ou seja, Gênesis, Êxodo, Números, Deuteronômio e Levíticos. Esses no livro Gênesis, que é o primeiro, logo no início, se diz o seguinte: "Houve uma época em que os Nefelin estavam na Terra, onde se deduz que houve épocas em que eles não estavam, porque exato, eles não eram naturais da terra. E nessa época em que os nefelin estavam na terra, aconteceu tal tal tal tais coisas. É isso que a Bíblia diz. Infelizmente as traduções são horríveis. E hoje quando você vai ler essa frase, se você pegar uma Bíblia
em inglês, você vai ler isso aí. Houve um tempo em que os Nefel estavam na Terra. Mas se você já for ler a tradução em português mais recente dessas Bíblias todas que nós temos aqui, essa frase foi transformada na seguinte interpretação: Houve um tempo em que existiam gigantes na Terra. Ora, na hora em que eu digo, houve um tempo em que existiam gigantes na Terra, eu tiro o contexto extraterreno, porque a frase é os Houve um tempo em que os Néfel, que não eram da Terra estavam na terra. Então, vejam como a tradução desses livros
terminam fazendo com que a gente só perceba essa narrativa que as religiões que dominaram as mitologias pretendem que o ser humano fique dependente delas. Então, é citado pelo próprio Javé. Por quê? Porque Javé faz uma relação muito preciosa da presença dos Nefel na terra com aquilo que mais tarde viria acontecer no vale de Sidim, em Sodoma e Gomorra, quando Abraão, que é entre aspas o descendente mais moderno dessa linhagem de Adão, 7, Enos, Cainã, aquela história toda, Abraão é a figura mais recente dessa descendência. E há cerca de 4.000 anos atrás, Abraão morava em Ur,
que é uma cidade ali na Mesopotâmia, onde hoje é o Iraque. E Javé aparece para ele, diz: "Abraão, vá mais para ali que eu vou, eu lhe escolhi para ser o pai de uma descendência enorme". Então, Abraão sai de Ur e vai lá paraa Palestina. Jahé faz um pacto com ele. E Abraão, era Abraão, Sara, o seu filho Isaque não tinha nascido ainda. Um primo dele, Ló, que ele gostava muito. E eles ficaram próximos a Sodoma e Gomorra, na verdade, umas cinco cidades do Vale de Sibin. E os Anunax, que são seres biológicos, estavam disputando
a Terra. Por quê? Porque os anunxos, explicando melhor, eles chegaram aqui, segundo a própria descrição que eles fazem. E aqui, quem quiser entender os Nefelin ou Anuna, Nefelin é o nome que os sumérios chamavam esses seres e os acadianos, que foi o povo que sucedeu os sumérios na Mesopotâmia, chama os nefelins de anunaques. Então, tanto faz você chamar neflim, Anuna eh o mesmo grupo de ser extraterrestre. Esses seres chegaram aqui e isso é contado por um livro maravilhoso do Dr. Zacha que escreveu vários livros sobre esse assunto. é o autor mais fecundo que eu conheço
sobre os anonac, ainda que não sejam o único, são vários, que traduziram as tábuas eh sumérias acadianas que foram encontradas eh na segunda metade do século XIX eh nas ruínas de Nínive, que era a antiga capital do império assírio. Então tudo que eu tô falando aqui tá descrito pelos sumérios e essas tábulas foram encontradas e traduzidas. E o Dr. Zekar Sitchen é o mais eh é o mais recente tradutor disso tudo, desencarnou há pouco tempo atrás. Tem vários livros que o conjunto deles ele chamou de As Crônicas da Terra. São livros extremamente maravilhosos. Eu não
concordo com tudo que tá lá, mas é a fonte mais rica que eu conheço de de notícias sobre os Anunax. E em um dos últimos livros que ele publicou, que se chama O livro Perdido de Enk, a história de como os Anunax que moram num planeta chamado Nibiru ou Nibiru, que seria também um componente a mais do nosso sistema solar, só que com uma órbita totalmente diferente das demais, seria meio que oblíqua, né? Então, a cada 3600 anos, esse planeta passa aqui no nível da órbita dos demais planetas. E as anunxos pularam de lá para
cá e por uma necessidade de eh ajeitar a sua atmosfera que tava se perdendo porque a sua órbita é muito afastada do Sol, eles teriam vindo aqui paraa Terra para captar ouro, para deixar esse ouro flutuando ao redor do planeta para manter a atmosfera. E então os anunques estavam aqui na terra e dois clãs, o de Enk e o de Enlil, filhos de Anu, é que sempre ficaram aqui na terra e foram tendo filhos anuna que já nasceram com a carteir identidade terráquea, porque nasceram aqui na Terra, se sentem dono do planeta, ainda que seja
de uma genética extraterrena. E aonde é que a confusão toda se estabelece? Há cerca de 49.000 anos atrás. Quando o Enk, cansado de obrigar os Anunax a entrarem nas minas profundas atrás de ouro, o ouro que eles na época encontraram não era da superfície, era de minas profundas. E alguém teve a ideia, esses esses animais aí que estão por aí, por que que a gente não faz uma manipulação genética neles para ver se eles entendem? as nossas ordens. Então, esses animais eram os homosens que ainda não eram racionalizados. E nesse livro e em outros é
é descrito como Enk mais dois outros companheiros pegam casais da espécie homo sapiens dos nintais e outros e começam a fazer manipulação genética. E é dito no livro perdido de Enk deu certo. E algumas dessas manipulações fez com que alguns casais humanos começassem a desenvolver uma linguagem. E foi assim que Enenk introduziu nos 28.869 genes que compõe o genoma de qualquer ser humano. Um desses 28.869 1869, que é o Fox P2, que é o responsável eh na condição humana que permite o ser humano criar símbolos. Aí vai criando palavras, vai representando essas palavras com alguma
grafia, vai desenvolvendo o alfabeto e assim desenvolve a racionalidade. Quando você pega fósseis de seres humanos que morreram com 70.000 anos, no genoma deles não tem o Fox P2. Mas se você pega seres humanos homocres, os fósseis de 40, 30, 20, aí todo mundo tem Fox P2. Por quê? Porque teria retirado o próprio genética dele introduzido em alguns seres humanos. E a descendência desses seres humanos, na história deles corresponderia ao fato de da humanidade ter se tornado racional. Só que na mitologia grega há uma história que se passa no mesmo tempo da Bien, que é
quando Pandora se torna a primeira mulher racionalizada. E a descendência de Pandora é uma linha mestra da história genética humana e a manipulação de Enk é outra linha mestra e as duas depois se uniram e nós somos produtos disso aí. Então, Javé sabia que Henk estava fazendo isso. E quando ele escolheu Adão, ele preferiu que pegar um ser humano, uma linhagem que não fosse pandórica e sim de ou seja, Jaavé optou pela linhagem dos anunques. Por quê? Porque a linhagem de Pandora era contra os deuses. Pandora queria libertar os seres humanos. E eu explico isso
no livro O Sorriso de Pandora e há outros tantos livros de Pandora com Jean e Miranda. Pandora, ela queria, entre aspas, e lutou para libertar os seres humanos da opressão dos deuses. Inclusive, Pandora influenciou a própria Eva quando Adão e Eva foram escolhidos por Jahé, mas da linhagem de Henk, por quê? Porque manipulou seres humanos para que estes obedecessem a ele, ou seja, aos deuses. Então, a linhagem de Enque é toda submissa. E por isso Javé escolheu toda essa história quando ele chegou para Abraão e disse: "Abraão, mata teu filho." E o coitado do Abraão
ficou um tempão sofrendo. Sim. Quando decidiu matar, Javé mandou um anjo segurar a mão dele. Por quê? Porque na hora em que Abraão decidiu que ia obedecer essa estupidez de Javé, na hora em que ele decidiu, ele provocou uma mutação na genética dele de submissão a Javer. E só foi possível fazer isso porque a genética dele já era viciada com submissão via a herança de Enque. Por isso que Javé não queria escolher ninguém da linhagem de Pandora porque ninguém iria obedecer a ele. Em resolve a os anuna a relação dos anuna com javé, ainda que
a história seja muito mais complexa do que eu tô dizendo aqui, mas ó, não dá, senão eu vou passar a madrugada inteira falando só disso. O fato é que Javé se aproveitou das experiências genéticas dos Nefelin ou Anon seio da genética humana para tentar dominar mais e mais a raça humana. Essa é a relação que eu posso traçar eh entre essas figuras. O Alexandre Silva disse: "Muito grato, Rogério, pela resposta e ele disse mais. Gratidão, amigos. Valeu pelo teu apoio com o super chat. Tem também aqui a pergunta do Thiago de Alencar Lacerda. Ele falou:
"Feliz Natal, Flávio, a todos. Grato pelas lives desse ano. Obrigado, Rogério, pela revelação cósmica. Paraa Barna, como é que é a pronúncia? Se eu errei, me corrija. Já tinha criado outros universos antes desse? Isso está escrito em livros da revelação cósmica? Sim, mas o problema é que no IEA, que é o Instituto de Estudos Estratégicos e Alternativos, que eu criei para jogar essas palestras que eu tenho feito ao longo da vida lá, são centenas de palestras que tem. Esses assuntos são sobejamente tratados, né? Eh, de fato, esse ser chamado Pradragina, que seria o criador antes
da queda para Bragna, foi um ser que criou uma singularidade e o eu, o corpo mental dele, vamos assim dizer, foi sugado pela própria criação. O espírito dele tombou, mas o eu dele veio junto com esse corpo mental e ambos se ferraram na queda. Então paraa Brágna foi, entre aspas, o criador na linguagem hindu e ariana é chamado prapati, né? Então o eu debragna que se reconstruiu já caído é o que a gente chama de javé ou brama, né? Quando a gente diz a criação de Javé, na verdade é Javé é o eu reconstruído de
uma antiga condição mental que ele tinha antes da queda. E as mitologias falam disso, né? Então, no caso, para Bragen, sou eu que explico isso. Tá no livro Drama cósmico de Javé, drama espiritual e drama terreno e em outros livros também, quarto logos e são vários, tá? Então o para Bragna, ele de fato gerou a ideia desse universo. Mas qual é o problema? Esses seres dessa condição, eles não são individuados ou individualizados como nós. Nós, seres humanos, hoje cada um de nós se acha um alguém com vontade própria. Mas isso é muito recente. há cerca
de 2700 anos atrás, é que nessa chamada época axial, quando o Thales de Mileto lá na Grécia, exíodo na Grécia, Capila, Sidarta Galutama na Índia, Lautsé, Confúcio, na China, Zoroastro, na Pérsia, todas essas figuras nasceram nesse mesmo período. há cerca de 2700 anos atrás, fazendo um divisor de águas, porque antes disso os deuses, entre aspas, davam a ordem ao ser humano que recebia essa ordem em um dos hemisférios do seu cérebro. E o outro hemisfério era o eu dele se racionalizando, mas não no sentido de fazer o que queria, era obedecer a ordem recebida. Então,
por incrível que isso possa parecer a vocês, mas é fato que até 2700 anos atrás não se encontra nenhum documento. E o Dr. Julian James foi quem na na exposição da sua tese da mente bicameral descortinou esses painéis, né, dizendo que só a partir de Exildo, ou seja, só a partir de desses seres humanos que nasceram todos numa espécie de uma coincidência num mesma época para fazer esse divisor de águas, né? Então, a sensação de ser um alguém com vontade própria só surgiu a partir dessas figuras aqui antes não tinha. Como é que se sabe
disso? Porque todos os documentos que existiam antes disso é simplesmente o uso da racionalidade humana para obedecer os deuses. Daqui paraa frente é que alguns seres humanos foram se libertando. E o daqui pra frente é também um produto raro, porque 2700 anos depois, mais de 99% da humanidade ainda age num primeiro impulso. E o eu humano pensa que está sendo um alguém, mas é um mero reflexo. Na no sânscrito is chamado de derrotma bud. é aquele que se confunde com o próprio corpo e então vive a doença de não ter um eu profundo. Aí age
com o eu impuls que lhe comandam a existência. No caso, você para ser um alguém livre disso, tem que ser um alguém que não age no primeiro impulso, mas que observa o que se passa na mente, já que é inevitável. O ser humano foi criado dessa forma. Aí depois é que o seu eu profundo, entre aspas, decide. Por que que eu estou dizendo isso? Porque só agora nós temos na criação de Jahes humanos capazes de se sentirem individualizados ou individuados usando uma linguagem e com vontade própria. Antes não tinha. E o pior, nesse universo vizinho
nunca teve e nem terá, porque ele tá se acabando e não vai dar tempo, porque esses seres não evoluíram. Então, o drama do nosso amigo paraa Brágina é que mesmo ele sendo um alguém que existia na periferia do paraíso, ele criou algo. E aí vamos pro drama de Javé que o Flávio propôs, né, que virou um drama para ele e para todo mundo. Mas qual é o problema? Esse para Bragina, né? também não era um ser individuado no paraíso. Nos seus níveis, o mais alto, o operacional e o laboratorial, pasmem. Tudo indica que não há
ninguém individuado. Todos funcionam em redes. Então, paraa Brágina funcionava em rede. A pergunta que o nosso irmão Thago fez é para Brasil já tinha criado outro universo antes desse para BR. Não, mas a rede dos seres da espécie para vinagem que ele pertence. Sim. Só que o problema dele é porque, entre aspas, lá nesses contos que se um dia eu lançar um livro chamado Mergulho na Escuridão, é que essa explicação que eu tô dando vai aparecer. Eh, para Bragna, ele meio que se tornou um ser individual no pior momento da vida dele, que foi quando
ele tava estelindo a criação. E aí, entre aspas, o problema foi terrível, o drama começou daí. Então, os outros universos que existem criados a partir da periferia do paraíso, vamos assim dizer, e são números, nunca nenhum apresentou problemas, esse apresentou. E para azar do autor, pelo fato dele ter tentado retirar a mente dele de uma corrente que funcionava em rede, que não concordava com o que ele estava querendo fazer ou como ele insistiu em fazer, ele meio que se tornou um alguém, entre aspas, individualizado e o drama aconteceu. É o que eu posso dizer. Então,
de modo resumido, nós já respondemos sobre o drama de Javé, que é o título dessa live. O Daniel Menezes perguntou: "Tem alguma informação do porquê de tantos casos de autismo na atualidade?" Em 2020, segundo estatística dos Estados Unidos, uma a cada 54 crianças é autista. Na última década, o aumento do número de coisas, casos de autismo foi de 150% nos Estados Unidos. É só o começo de um problema cuja magnitude nós hoje não temos condição de nem de longe perceber ou vislumbrar. A maior questão que existe na espiritualidade adulta, que não encontra voz através da
mediunidade atual disponível eh nas religiões ou nos mecanismos de canalização, até porque o assunto é difícil mesmo. E eu explorei isso no livro Homofatividade, o segredo perdido do Éden, onde a questão de identidade de gênero e a outra questão da homofetividade, ali a gente discute e apresenta isso de uma forma que nunca antes foi feita. E se tempo de vida esse corpo tiver, serão seis livros. Ali a gente apresenta o quê? O primeiro problema, que não é o autismo, é a identidade de gênero. Hom afetividade não é nenhum problema. A identidade de gênero causa sim
problemas. Por quê? Porque aqui na Terra e melhor dizendo, em muitos lugares desse universo tem duas opções de sexo: machêm. Mas o espírito que já existia antes e que vai se mantar um corpo macho fêmeo. A pergunta é: quantos tipos de gênero existe na espiritualidade? É impressionante, mas são é incontável a quantidade de gêneros. Lá ninguém é macho ou fêmea. Cada espírito ou funciona em rede ou se individualizado for, ele tem a sua face, tem um tipo de identidade. E espírito não tem sexo, não existe isso. Tem identidade. Mas devido ao drama dessa criação, foi
necessário a criação da sexualidade para em vez de a reprodução ser via clonagem, juntar dois duas células para ver se assim a doença do criador era repassada com menos carga doentia, já que a clonagem era direta do repasse, não tinha como evitar. A, o sexo foi criado por diversas razões, mas só aqui não existe em lugar nenhum. Aí, qual o problema? O espírito quando vai ser imantado no corpo tem que ser masculino ou feminino. Isso sempre aconteceu. Só que nunca foi reproduzido porque nunca existiu internet, nunca existiu o jogo da notícia rápida como hoje é
possível. Isso o quê? do eu de uma pessoa, se vê num corpo masculino e se achar bem com aquilo ou dizer: "Não, eu não me sinto bem nesse corpo" ou num corpo feminino, se achar bem, não, eu não me acho. Esse essa questão de identidade que está sendo estupidamente discutida, não esculhavada pelos partidos políticos, pelas religiões, ninguém entende o problema espiritual, aí ficam com posturas absolutamente preconceituosas, estúpidas e criminosas, porque estão ferindo sensibilidades em nome de critérios de de comportamento que eles acham que é certo ou errado. Ninguém pede para nascer, você já nasce assim.
Então esse problema de identidade de gênero, ou seja, do sistero, do do sigênero, do transgênero, né, e outras perspectivas de você se combinar ou não com o tipo de sexo que seu corpo ostenta, isso é um problema que só está começando. E o pior, nós estamos tratando desse assunto, como eu já disse, da forma pior possível, devido a nossa ignorância. Mas esse é um problema de definição do próprio código do criador. Esse é um drama do criador que termina sendo o drama das suas criaturas cobaias. Nós estamos sofrendo em nós mesmos as dúvidas e angústias
do criador para que ele vá escolhendo e vá se definindo. Esse é o drama dele e nós vivenciamos esse drama fazendo favor divino a ele. Eu explico isso isso nos livros. Só que é uma visão, entre aspas nova, mas que não tem nada de nova. Isso era sabido lá atrás. Só que o o cataclisma de 14.000 1 anos atrás e depois o grande dilúvio e a queima de arquivo em tudo que eram a bibliotecas, colégios arque druídicos, esses assuntos todos foram liquidados, foram nós viramos uma geração que não sabemos responder nada sobre as nossas origens,
qual o significado da vida, quem somos. A gente não sabe porque foi tudo destruído. Então esse assunto que eu tô trazendo aqui parece novo, mas não é. é novo pro que está disponível hoje em termos de notícia. E qual é o teor assunto? É o drama do criador que faliu, não sabe resolver seus próprios problemas, criou criaturas para viver os dramas dele. E enquanto a gente vai resolvendo em nós mesmos isso, aí ele entre aspas se resolve. Isso chama-se ticum na cabala. É quando as criaturas ferramenta vão procedendo o conserto da criação e do próprio
criador que se exilou forçadamente na sua obra. O livro Tzinzum, exílio forçado de divindade, que eu publiquei ano passado, fala exatamente disso. Então, veja bem, o problema da identidade de gênero só está começando. E esse problema não é só aqui na Terra, nós temos dois tipos de sexo. Existem planetas aí fora que tem cinco tipos de sexos. E tem figura que nasce lá e já nasceu aqui em dois e ainda tá atrás de algo que o agrade, que ele se sinta bem. Isso é uma questão pessoal, ninguém pode opinar. Se alguém é responsável por isso,
é o próprio criador. Essa é a questão número um, porque o autismo é uma subface desse problema e também de outras questões. A turma que funciona em rede no paraíso, querendo agora começar a encarnar no caos para ser útil em alguma coisa. Infelizmente, as primeiras encarnações produzem essa descontinuidade, essa imantação que não permite eh o jogo genético funcionar em alguns seres humanos, como funciona em outros, na maioria. Então, as síndromes, essa questão genética, autismo, é uma outra face drama. como também seres desse universo vizinho que nunca tinham morrido porque esses corpos deles estão funcionando há
muito tempo. Quando vem para cá, as suas primeiras vidas também, entre aspas, inevitavelmente promovem, produzem esse tipo de situação de aparente deficiência mental. Mas aqui implica que a gente reflita um pouco. Não é fácil falar sobre o autismo. Aquele filme que eu sempre me refiro a ele em Rain Man, acho que é esse o nome, Rain Man, Dustin Hoffman e Tom Cruz fazem o papel e de dois irmãos, um deles é autista Savan, mas o cara é um gênio. Ele escuta uma ópera, aprende tudo na hora. Ele lê o livro, decora o livro inteiro, mas
não consegue ir ao banheiro sozinho. Então é uma superinteligência, que é exatamente o que esses seres têm, mas a capacidade de compreensão e às vezes a questão motora psíquica vem comprometida devido a ao abismo profundo que existe entre o o surgimento ou a emergência de uma raça humana como a nossa em pleno caos. Mas no DNA humano está atualizado tudo isso para trás que preste do que não presta. E nós, seres humanos, como as outras espécies dessa criação, seja desse universo do vizinho, nós todos somos cobaias. O código que vivem todas essas espécies é o
código do criador. Em resumo, quando uma inteligência fale, a única alternativa para sua falência é espalhar o seu código, criar outras