[Música] Isaías 53 versículos 2 até o versículo 5. Pois foi crescendo como renovo perante ele e como raiz que sai de uma terra seca, não tinha formos nem beleza. E quando olhávamos para ele, nenhuma beleza havíamos para que o desejássemos.
Era desprezado e rejeitado dos homens, homem de dores, e experimentado nos sofrimentos. E como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum. Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e carregou com as nossas dores e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões e esmagado por causa das nossas iniquidades. O castigo que nos traz a paz estava sobre ele e pelas suas pisaduras fomos sarados. >> Aleluia.
>> Aleluia. Soberano Deus, esta é a tua palavra e aqui está o teu povo. Fala conosco.
Amém. Podem sentar, meus irmãos, em nome do Senhor Jesus. Hoje, aliás, essa madrugada eu cheguei de viagem, porque ontem eu estive ministrando numa cruzada evangelística na cidade de Monte Santo, no sertão da Bahia.
Sexta-feira eu estive numa escola de líderes em Brasília ministrando. E essa madrugada eu cheguei com um texto no meu coração para refletir com vocês esta noite. >> E eu gostaria de falar sobre as dores da crucificação.
O sofrimento de Jesus na cruz é retratado com muita especificidade, com muito detalhismo pelo profeta Isaías, que profetizou quase 700 anos antes de Jesus nascer. No texto que nós lemos, na verdade, esse texto de Isaías, desde o capítulo 50, o profeta abre uma sessão no seu livro para denotar o sofrimento do Messias, a vitória do Messias, o reino do Messias e a restauração de Judá e de Israel. Assim, o livro de Isaías termina tendo o Messias e o seu reino como foco, como centro.
E neste capítulo, especificamente, Isaías caracteriza o Messias como cordeiro de Deus e também descreve e distingue a sua missão. Ao longo destes três versículos que nós lemos, Isaías nos mostra quatro versículos, figuras de linguagem. que descreve o Messias o seu sofrimento e a sua missão ou a missão que ele veio realizar.
Note que ele começa falando do Messias como uma raiz de terra seca. Para alguns estudiosos, Isaías está profetizando que o Messias viria numa época de esfriamento espiritual, numa época de apostasia. E Jesus, de fato, exerceu o seu ministério num período de plena aridez espiritual.
havia cerca de 400 movimentos religiosos no período que Jesus nasceu e exerceu seu ministério no território da Palestina. Não obstante a quantidade de movimentos religiosos, eles estavam distanciados de Deus, porque aqueles movimentos eram meramente de pro forma de regras humanas, opressores e controladores. Então, ele é chamado, ele é retratado por Isaías como uma raiz de terra seca.
Depois o profeta diz assim: "Nenhuma formos nem beleza víamos nele. " O que Isaías está declarando nesse texto é que o Messias é que Jesus, deixa eu chamar aqui, pessoal, Jesus não viria com atrativos físicos, com beleza exterior. Ele descreve Jesus como alguém que não possuía aparência física chamativa, não era atraente, não tinha uma beleza física admirável.
É uma forma de dizer que ele era um homem comum. A expressão do profeta inclusive enfatiza o sofrimento e a humilhação pela qual Jesus haveria de passar para conquistar o direito da nossa salvação. E o profeta continua na sua descrição.
Ele diz: "Não havia nenhuma beleza admirável". Analise que tanto para os gregos, principalmente para os gregos, quanto para os persas e algumas outras nações do mundo, e Roma, nesse aspecto, estava sob franca influência grega, os deuses ou semideuses eram destacados pela sua beleza. Haviam pessoas ou havia pessoas que eram tão belas, tão bonitas, e havia inclusive um traço físico que caracterizava aquelas pessoas como semideuses, filhos de deuses.
Aí o profeta vem e diz: "Na verdade, o verdadeiro filho de Deus vem sem nenhuma aparência extraordinária. Ele terá uma aparência comum. Era uma forma de preparar o povo para que não o rejeitasse por causa da sua aparência.
Daí a pouco o profeta diz assim: "Era desprezado. " Fui buscar o texto, a expressão desprezado aqui em Isaías 53. eh, desdenhado, desvalorizado, como alguém olhasse e dissesse assim: "Esse impossível, esse não tem chance de sê-lo.
" E o profeta o descreve com estas características: rejeitado pelos homens. Ou seja, ninguém faria muita questão de estar perto dele. Ao contrário do que os pintores medievais retrataram para nós, Jesus não tinha a fisionomia de um galã de Hollywood.
Os pintores europeus retrataram Jesus como loiro, cabelos caracolados, olhos verdes ou azuis, queixo quadrado, mandíbula destacada. Esse é o conceito grego de semideuses. Isaías está dizendo que Jesus não tinha nenhuma beleza de destaque, nenhuma beleza admirável, um homem comum como a gente do seu tempo, um homem que se misturava na multidão.
É o retrato que o profeta está fazendo de Jesus. E ele diz assim: "Homem de dores e experimentado no sofrimento. " Eu dei uma lida no comentário bíblico inglês de elicot ou elicot e ele diz que a expressão dores fala de tristeza ou dá a ideia de um homem que tivesse algum tipo de enfermidade corporal, de defeito físico.
E aí ele diz, ainda que nos Evangelhos não tenhamos nenhum episódio de Jesus ficando doente ou de Jesus adoecendo, nós temos episódios que revelam a sua humanidade. Ele se identifica com o sofrimento das pessoas. Ele era movido por íntima compaixão.
Ele se cansava. Ele chorava. Isso traduz a sua humanidade revelando o quanto ele se identificou com os homens a fim de salvá-los.
Preste atenção nisto. O escritor da epístola aos Hebreus, no capítulo 2, versículo 14 e 15, diz assim: "Visto que assim como os filhos dos homens são subordinados à coisas concernentes à carne e ao sangue", assim também ele participou das mesmas coisas. O que o escritor está dizendo é que assim como os filhos dos homens estão sujeitos às fragilidades, as debilidades, as frugalidades da carne, do sangue, as limitações da vida humana, ele diz, Jesus se submeteu às mesmas coisas para que, por meio da morte derrotasse aquele que tinha o império da morte, isto é, o diabo.
E por meio da sua morte libertasse aqueles que eram escravos por medo da morte. Ou seja, na sua humanidade, Jesus se identificou com os homens em todas as suas limitações. Sua missão envolveu dor, sofrimento, desgaste, padecimento, pesar por causa da humanidade.
Paulo diz aos Coríntios, na primeira carta, capítulo 15, versículo 3, ele diz: "Eu vos ensinei que Cristo Jesus morreu por nós, segundo as Escrituras. Ou seja, todo este padecimento ao qual ele aceitou submeter-se foi por minha causa e por tua causa. >> Ele se tornou o homem de dores por nós.
Agora observe João no capítulo 1, versículo 11 diz que ele veio para o que era seu, mas os seus não receberam. Deixa eu te situar. Quando Jesus nasceu, a Palestina estava sob domínio de Roma.
Ainda era relativamente recente o trauma dos Macabeus que se levantaram contra o imperador Antío Epfânio e foram esmagados de maneira sangrenta e muito violenta. Aí aparece um Messias que não tem aparência nem formosura, que é como a raiz de terra seca. Ele entra em Jerusalém montado em jumento.
Em vez de falar de guerra para a libertação da Palestina, ele fala de um reino que não é físico, que não é político, um reino que é espiritual. Para te falar a verdade, Jesus foi uma frustração para aqueles que esperavam o Messias libertador. Ele chega a dizer: "As raposas têm covis, as aves têm ninho, filho do homem não tem sequer onde reclinar a sua cabeça.
Como depositar a nossa confiança em um rei que não tem um cetro? que não tem um palácio. Mas o que o escritor está dizendo para nós em seu cenário profético é que ele veio para sofrer pela humanidade.
Ele não veio apenas para resgatar o reino de Israel. Ele veio para restaurar a imagem de Deus que havia sido perdida quando o homem pecou. O que eu quero observar com os irmãos nesta noite são as dores as quais ele aceitou submeter-se.
O texto diz que ele era homem de dores. Talvez nós estejamos cometendo o equívoco de servir o Jesus semideus. nós estejamos cometendo o equívoco de servir o Cristo, que é uma divindade grega, bonito, elegante, robusto, de presença física gritante.
Mas o profeta está dizendo, ele era desprezado. E o mais rejeitável, rejeitável, olha, rejeitado. rejeitado ali é aquilo a quem você não consegue atribuir valor.
A sua aparência não era o que a maioria de nós às vezes imagina de Jesus, porque a questão não estava na sua aparência física, mas na obra que ele realizou na cruz do calvário para nos libertar. A primeira dor que Jesus aceitou padecer por mim e por você é o que eu vou chamar de dor social. Olha o que o texto diz.
O versículo dois. Foi crescendo como renovo perante ele e como raiz que sai de uma terra seca. Não tinha formosura nem beleza.
E quando olhávamos para ele, nenhuma beleza havíamos para que o desejássemos. Era desprezado e rejeitado pelos homens. A Bíblia de Cambridge, em seu comentário, usa a expressão era abandonado.
Ou seja, quando chegava num ambiente, ninguém queria se aproximar dele. Jesus não era o tipo que chegava e as pessoas queriam ficar perto para fazer sala. Não, ele não era um influencer.
Ele era um homem a quem os homens não davam ou não deram valor. Ele não tinha o perfil que faria dele um convidado para as festas dos nossos dias. A expressão diz: "Desprezado e abandonado pelos homens".
A mesma Bíblia que eu acabei de mencionar em sua nota de rodapé diz que o Messias não só falhou em atrair os seus contemporâneos pela beleza, mas que havia nele algo que causava aão às pessoas que o contemplavam. Ele aceitou ser desprezado, aceitou não ser ninguém. Na verdade, a sua humanidade veio para revelar toda a fragilidade da nossa humanidade.
Ele aceitou a dor social do desprezo, a dor da rejeição. De modo que o escritor da epístola aos Hebreus diz que ele em tudo foi tentado para que possa compreender aqueles que são tentados. Ou seja, todas as dores que você sente, todas as dores que eu sinto, ele sentiu por nós.
Ele sentiu em nosso lugar. Daí Isaías dizer, pelas suas pisaduras fomos sarados. A segunda dor que Cristo aceitou padecer por nós foi a dor da traição.
Considere que ele foi traído não pelos romanos que eram seus inimigos políticos. Jesus não foi traído pelos gregos que eram seus inimigos ideológicos. Jesus não foi traído pelos samaritanos, que eram seus inimigos religiosos.
Jesus foi traído pelo seu próprio povo, veio para o que era seu, mas os seus não o receberam. Para piorar, Jesus é traído por alguém do grupo apostólico. Judas Iscariotes era aquilo que nós chamamos um ambiente corporativo de núcleo duro.
Ele fazia parte da liderança estrutural do ministério de Jesus. João 12 diz que Judas era responsável pela gestão financeira do ministério do Mestre. Se a gente analisar dentro da cultura judaica, Judas era parente de Jesus.
Ele era da mesma tribo do Mestre, a tribo de Judá. A palavra Judas é uma variante grega do hebraico Judá, o que indica que Judas era da mesma tribo. E para corroborar isto, Iscariotes significa oriundo de Quiriote, aquele que veio de Quiriote.
Em Josué capítulo 15 versículo 25, Quiriote está relacionada entre as cidades do território da tribo de Judá. Ele foi traído por alguém próximo a ele. Ele foi traído por alguém que tinha acesso a ele.
De modo que o salmista, no salmo 55, versículo 12, profetizando sobre isso, disse: "Pois não é um estranho que me trai, nem o meu inimigo és tu, irmão meu". Juntos subíamos à casa de Deus e conversávamos sobre as coisas de Jeová. Jesus foi traído por mim e por você.
Quando perguntaram ao ator e diretor Mel Gibson, quando ele fez o filme Paixão de Cristo quase 20 anos atrás. E um repórter, uma jornalista, um entrevistador disse a ele: "Por que você, como um dos grandes atores do mundo, não quis atuar? " Ele disse: "Porque o centro do filme não é o ator, é Cristo.
Você teve alguma participação? ", perguntou-lhe. Ele disse: "Sim, a mão que segura o prego e o martelo na hora da crucificação é a minha mão.
" E o entrevistador perguntou: "E por que você optou por ser a sua mão crucificando Jesus? Ele disse, para que fique claro que quem matou Jesus não foram os romanos, nem os judeus, foram os nossos pecados, o pecado de cada um de nós. Cada um de nós é responsável pela sua morte.
Aleluia! Jesus morreu por mim e por você. >> Tem um hino no hinário batista que diz assim: "Morri na cruz por ti, morri para te salvar.
Meu sangue sim verti e posso te salvar. " E no final diz assim: "Que fazes tu por mim? " A pergunta básica é esta: o que nós temos feito em resposta ao Calvário?
O que nós temos feito em resposta ao sacrifício de Jesus? Terceira dor que ele aceitou padecer por nós foi a dor do abandono. Olha o texto.
Era desprezado, o mais rejeitado pelos homens. Isso é tão claro na Bíblia Sagrada que no momento que ele foi preso, até os seus discípulos o abandonaram. E aquele que pareceu que o seguia o negou.
Zacarias capítulo 13 versículo 7, há uma profecia que traz uma premissa. Fere o pastor e serão dispersadas as ovelhas. Em Cristo isto se cumpriu de maneira cabal.
Nenhuma profecia das Escrituras se cumpre tão cabalmente, tão completamente, tão perfeitamente quanto esta. O redentor é objeto de desprezo ainda hoje. Ele foi desprezado pelos fariseus, foi desprezados pelos saduceus, foi desprezado pelos escribas, foi desprezado pelos sacerdotes.
Ele foi desprezado pelos samaritanos, foi desprezado pelos romanos. foi desprezado pelos judeus. Ele foi desprezado pelas grandes massas.
Crucifica-o. Foi desprezado por ricos, foi desprezado por pobres. Ele tem sido objeto de desprezo por todos aqueles que o rejeita, desprezado pelos grandes e eruditos, desprezados pelos pobres e desinformados, desprezados pelos belos e por aqueles de atributos não tão belos, desprezado por religiosos.
Sim, desprezado por ateus, desprezado até por alguns que se dizem cristãos, mas o desprezo que ele sofreu foi para abrir os braços e nos aproximar de Deus. era desprezado. A dor do abandono é a dor que machuca o bril, é a dor que machuca a autoestima.
É a dor que mexe com a estabilidade psíquicoemocional, mas ele sofreu o total desprezo por nós, foi abandonado. Quantos ainda hoje o rejeitam? Estava ali comentando rapidamente, o pastor José Luiz me fez uma observação.
As escolas que estão se preparando para celebrar Halloween o dia das bruxas. As escolas que celebraram outro dia aí o cabelo louco, que a origem é de caráter duvidosa, estão proibindo jovens cristãos de evangelizar no intervalo nos corredores das escolas. Nas universidades está sendo proibido falar de Jesus.
nas repartições públicas é para retirar qualquer símbolo que remeta a Cristo. O mundo está convidando Satanás para entrar nas suas salas e nas suas portas. E a igreja, lamentavelmente, não tem percebido.
E por conta disso, muitos cultos também desprezam a Jesus. Em muitos cultos, o centro da atenção é o pastor, é o apóstolo, é o bispo, é o cantor, é a apresentação, é o político que veio visitar a igreja. A igreja não pode esquecer que o centro do culto é Jesus.
A razão da nossa salvação é Jesus. Nós vamos para o céu por causa de Jesus. Foi o seu sangue quem nos comprou.
Nós somos dele e pertencemos a ele. Paulo diz: "Quer vivamos, quer morramos, somos do Senhor. Aleluia!
Glória a Deus! Não despreze a Cristo, não despreze a Jesus. A quarta dor que ele aceitou suportar por nós foi a dor da calúnia.
Salmo 35, versículo 11. O salmista já profetiza dizendo: "Levantaram falsas testemunhas contra mim. Isso se cumpre no Evangelho segundo Mateus, capítulo de número 26, versículo 60 e 61, quando a Bíblia diz que trouxeram várias testemunhas para testemunhas falsas para testemunharem contra ele.
Ele foi acusado do crime que não cometeu, acusado do pecado ao qual não se submeteu. Se você lê em Marcos 2 15 a 17, acusaram Jesus de assentar-se com prostitutas e beberrões, acusaram-no de ser comilão. E no contexto que Jesus estava, a acusação de ser comilão não é a mera acusação de glutonaria, é a acusação de orgias, é a acusação de bebedices, é a acusação de frequentar ambientes moralmente duvidosos.
Não o pouparam de mexer com a sua moral. Quando a mulher pecadora, em Lucas 7, prostra-se aos seus pés e chora, e com as suas lágrimas lava-lhe os pés, e com os cabelos enxuga-os. Alguém diz: "Esse homem não é profeta".
Ou seja, ele é falso. Ele é um impostor, ele é uma farsa. Se ele fosse profeta, saberia que esta mulher que lhe toca é pecadora.
É importante salientar que mesmo o traidor precisava encontrar uma justificativa para a sua traição. Então Jesus é caluniado. Sua história é posta sob dúvida.
Ele é acusado do pecado que não cometeu porque eu e você foi quem o cometemos. E eu gosto de um texto extraordinário de Pedro. Tento me inspirar nele para a minha vida cristã.
Pedro diz que Jesus quando atacado não atacava, quando agredido não agredia. Quando caluniado não caluniava, entregava-se à aquele que julga retamente. Sabe o que é interessante nisto?
Dá um toque de leve no seu vizinho e diz para ele: "Foi por mim e por você. Foi por mim e por você. " É incrível como a igreja, lamentavelmente já não fala mais disto.
A igreja já não pensa mais nisto. Irmãos, existem três assuntos que eram temas fundamentais de pregações quando eu comecei a pregar. Calvário, batismo no Espírito Santo e arrebatamento.
Não se fala mais nisto. Eu estava outro dia numa igreja e fui falar sobre batismo no Espírito Santo. Foi notório no rosto das pessoas que elas nunca tinham ouvido falar sobre aquele assunto.
A geração moderna não se lembra do Calvário. Nós queremos pregações que mexam com o nosso ego, que despertem as nossas habilidades, que nos apresente como pequenos deuses. Mas olha bem para cá.
Não há superação sem Jesus. Não há vitória sem Jesus. Não há conquistas sem Jesus.
Não importa a sua posição social. Se você não tiver Jesus, você é um miserável, pobre, cego, nu. Você pode ser rico, milionário, bilionário.
Sem Jesus você está na sargeta. Você pode ser um intelectual altamente preparado. Sem Jesus você é um mero ignorante.
Você pode ser religioso e o mais piedoso deles sem Jesus. A sua, a nossa religião é lixo. Jesus é o centro, Jesus é a causa, Jesus é o filho de Deus.
Foi por nós. Em quinto lugar, ele sofreu a dor emocional. A dor emocional foi tão grande que em Lucas 22:44 ele olha para os discípulos e diz assim: "Ficai aqui e eu vou ali orar".
Lucas diz que ele se distanciou cerca de um tiro de pedra, algo em torno de 25 a 30 m. A Bíblia não diz como ele orou, embora Lucas diz que ele se prostrou e ele começa a orar e dizer: "Meu pai, se possível, passa de mim este cálice sem que eu beba". Então, Lucas, que é o único que descreve esse momento, talvez pelo fato de que Lucas é médico e ele conhece os fenômenos do organismo humano, ele diz que Jesus começou a suar grandes gotas de sangue.
Este é um fenômeno raro, mas a medicina reconhece. Chama-se her er hermatidrose. É quando o estresse emocional, quando a angústia, a pressão psicológica é tão intensa que os vasos sanguíneos elastecem, entram em contato com os poros e sudoríparos e em vez de sair suor, sai sangue.
Mas a medicina que o reconhece também diz que este é um processo extremamente doloroso. Ou seja, a dor não começou na cruz. No Getsêmane, ele já suava grandes gotas de sangue.
E enquanto ele suava sangue, ele diz: "Pai, faça-se, porém a tua vontade e não a minha". É João quem diz que naquele momento o pai enviou um anjo para o consolar. Aí você diz assim: "Eu tenho renunciado tanto para servir a Cristo".
Olha bem para cá. Diante do que ele fez, o que vale a renúncia que temos feito? Qual é a grandeza do nosso sacrifício por servi-lo?
Em sexto lugar, a sexta dor que Jesus sofreu foi a dor física. A Bíblia diz que ele, como ovelha muda perante os seus tosqueadores, não abriu a sua boca. Está escrito em Isaías 53:11 que foi a vontade do pai Moelo, fazendo-o enfermar.
Ele sofreu a dor física quando foi preso por uma multidão turbada e incendiada. Em João capítulo de número 18, ele sofreu a dor física quando, sendo julgado por Pilatos, foi entregue para ser torturado. E se você nunca leu nada sobre, pesquise.
A tortura romana era cruel. O réu era despido das suas vestes e era amarrado pelas mãos. numa estaca ou num tronco com as costas expostas.
Dois algzes, um de cada lado, seguravam um chicote cada um. O chicote era feito de um cabo de madeira curto para dar maior mobilidade no espancamento. Havia uma série de tiras de couro de animal curtido.
Em todo o chicote havia pedaços de chumbo. ponta do chicote, pedaços de osso de chifre de carneiro ou de pedra talhada. Quando o chicote tocava as costas do réu, diz o historiador: "A pele era rasgada, a carne era dilacerada, até os músculos eram talados.
A tortura era tão cruel que diz a história. Muitos réusam no próprio açoitamento. E aí a história nos ensina e nos revela.
Eram 40 chicoteadas, segundo a lei. Deuteronômio 25 2 e 3. Não eram duas chicoteadas, eram 40 alternadas por cada algó que lhe espancava.
E ele, como ovelha muda, não abriu a sua boca. Talvez isto te sirva para te lembrar. do valor da tua salvação.
Talvez você nem sinta motivação para glorificar, para pular, mas isso te lembra que eu e você não estamos aqui de graça. É pela graça, mas não foi de graça. Alguém pagou o preço por nós.
Aí você, alguns que estão em casa, pararam de congregar porque se chateou com o irmão que disse uma coisa que lhe ofendeu. Você desistiu da fé porque alguém te magoou, porque alguém te diz que você cantou feio, porque alguém te diz que você não pregou nada naquela noite? Ah, que é a nossa dor perto daquilo que ele padeceu por nós.
Entendendo isto, nós percebemos que não dá para brincar de ser crente. Depois as 40 chicoteadas trouxeram-lhe uma coroa de espinho, cavaram-lhe a coroa na fronte. Me lembro-me que em 1992, alguns aqui nem eram nascidos ainda, na sala de aula, no curso teológico que fiz na minha primeira experiência de curso teológico, um professor nosso chegou na sala com um espinho que ele disse que trouxera salvo engano da Alemanha, alguma coisa assim.
Ele disse: "Esse espinho é da mesma árvore que usaram para tecer a coroa de espinhos de Jesus. E o espinho passou de mão em mão. Não era um espinho pequeno, talvez 2 ou 3 cm aquele.
E eu decidi furar o meu dedo para ter uma noção. A dor foi tão intensa que a junta paralisou. Eu fiquei com o dedo sem conseguir mexer.
Imagina que ele cravam uma coroa de espinho na fronte e pegaram uma cana, um pedaço de pau e bateram para cravejar. E ele não abriu a sua boca. Foi por você.
Foi por você. Vou desviar. Foi por você.
Estou chateado com a igreja. Foi por você. Eu não vou com a cara daquele irmão.
Foi por você. Jesus morreu por nós. A dor que ele sofreu foi por nós.
A dor física continua quando ele sai nas ruas de Jerusalém arrastando a cruz. Imagine aí que as suas costas estavam rasgadas pelo chicote e ele teve que arrastar a parte da cruz que lhe cabia. Dizem que a parte vertical já ficava preso no chão, mas a horizontal, que pesava cerca de 60 kg, ele teve que arrastar nos ombros.
foi por nós. E quando chega no calvário e ele é posto sobre o madeiro e os cravos lhe traspassam, não a palma das mãos como pintaram a região dos pulsos. Seus pésam crucificados nesta posição, dobrados, para que ele não conseguisse estabelecer o peso do corpo sobre as pernas para aliviar a dor.
A tensão muscular, segundo a medicina moderna, certamente lhe gerou câras, dores insuportáveis. Só para você entender, a dó foi tão intensa que ele não morreu por causa do tempo que estava na cruz. Na verdade, o miocárdio, o coração não resistiu a intensidade da dor e explodiu.
O coração rompeu, o miocárdio partiu. Tamanha intensidade de dor para a nossa salvação. E hoje você quer desanimar da fé.
Hoje você está deixando Satanás se vencer. Recebe essa palavra. Jesus venceu por nós.
Jesus morreu por nós. Só quem recebe e crê dá um brado de glória e aleluia ao nome de Jesus. Você não é barato, >> você não é gente sem dono.
O mais alto preço foi pago por nós. E de vez em quando alguém diz assim: "Eu quero um sinal de que Deus me ama". A cruz.
A cruz é a maior prova de amor que o mundo jamais viu. A cruz é a prova da maior declaração de amor de todos os tempos. Ele sofreu por mim e por você.
E eu termino. A penúltima dor da qual quero falar é a dor moral. A dor moral é para quem tem vergonha na cara.
A dor moral é para quem tem respeito e pudor. A dor moral é para quem tem honra. Qual foi a dor moral, pastor?
A sua pregação foi acusada de falsa doutrina. Ele foi acusado de sacrilégio e de profanar o templo. Ele foi acusado de assentar-se com meretrizes e com milões.
Ele arrastou a cruz. Presta atenção. A cruz era a pena de morte reservada para os piores.
A cruz era pena de morte reservada para os marginais. mais rejeitados da sociedade. Ele foi crucificado entre dois malfeitores.
Aquilo era uma carta dizendo que ele era igual. Lhe compararam com os malfeitores que estavam do seu lado. No momento do julgamento, olha para mim.
Ele foi trocado por Barrabas. Quem é Barrabás? As pessoas nas peças teatrais, eu já vi algumas, retrata Barrabás como se ele fosse um louco eh engraçado.
Marcos 15, versículo 7 diz que Barrabis estava preso por assassinato e formação de quadrilha. Jesus foi trocado por Barrabás, considerado pior do que Barrabás, considerado mais indigno do que um homem que estivera preso. Isso lhe impunha deshonra.
É disso que Paulo fala quando ele escreve um dos textos mais lindos da Bíblia, de maneira que haja em vós o sentimento que houve também em Cristo Jesus, que sendo em forma de Deus, não teve por usurpação o ser igual a Deus, mas esvaziou-se, anulou-se, aniquilou-se a si mesmo e assumiu a forma humana. E achado na forma humana, aceitou a condição de servo, sendo obediente até a morte. Olha o que Paulo diz: "E morte de cruz".
Ele afere, ele intensifica, ele deixa claro que não é uma morte comum, é morte de cruz. Aí Paulo diz: "Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, acima de todos, acima de tudo, e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus e na terra e debaixo da terra. E toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor para a glória de Deus Pai.
Aleluia. Glória. >> Ele sofreu por nós.
>> Não dá para levar a vida cristã na brincadeira. >> Mas deixa eu te falar, a pior dor da crucificação não foi a dor social, não foi a dor do abandono, não foi a dor moral. Não, não foi a dor da calúmia.
A pior dor da crucificação não foram aquelas causadas pelos chicotes. A pior dor da crucificação é a dor espiritual. A cruz do Calvário tem o momento mais escuro e tenebroso da história.
A cruz do Calvário tem a noite mais longa do mundo espiritual. É na cruz do Calvário que Deus abandonou Deus. O pai abandonou o filho.
Maria recebeu a visita do anjo para anunciar-lhe a gestação. No dia do nascimento, anjos vieram cantando e anunciando a sua chegada. No deserto, anjos vieram e o serviram.
Até no Getsêmane o anjo veio lhe consolar, mas na cruz os céus cerraram. Não havia anjo próximo à cruz. Você consegue imaginar a pressão do inferno sobre ele naquele momento?
Porque se o pai se afastou, se os anjos recuaram, a pressão do diabo foi intensa. E é nesse momento que ele prada e diz: "Eloim, elim lama sabatan. Deus meu, Deus meu, por tu me desamparaste?
>> Mas tem algo que eu creio em meu coração. Quando o Pai abandonou o filho na cruz, ele não estava dizendo: "Não te quero mais". Ele não estava dizendo: "Você não me serve mais".
Quando o pai abandonou o filho na cruz, ele estava dizendo: "Você salva o homem dos seus pecados sem precisar de terceiros. Nem Pedro, nem Tiago, nem João, nem anjo, nem arcanjo, nem serafim, nem papa, nem bispo, nem pastor. Ninguém pode viabilizar a nossa salvação.
Só Jesus de Nazaré. [Aplausos] Só ele, só ele. Paulo diz que Deus o fez pecado por nós.
Segunda aos Coríntios, capítulo 5, versículo de número 21. E é no momento que os céusram, que ele dá a frase mais poderosa da história. Guarda essa frase.
Se toda a Bíblia se perdesse e só salvasse João 19:30, se não encontrássemos nada das Sagradas Escrituras e encontrássemos uma plaquinha escrita: "Tetelestai, está consumado. " Quando Jesus diz está consumado, ele não está dizendo cansei. Ele não está dizendo eu me rendo.
Ele não está dizendo está doendo. Não, não, não, não, não. Terminei a obra, completei a missão, paguei a conta, não há mais nada para ser feito.
Ô igreja glorifica. Jesus fez a obra completa na cruz do calvário por nós. >> Só quem entendeu glorifique.
Só quem entendeu aplaude. Só quem entendeu dá glória, louvor e honra. Em tuas mãos entrego o meu espírito.
>> A cabeça tombou, o corpo reclinou. O espírito humano saiu, Jesus morreu, [Música] mas a história não terminou. [Música] Entre a sua morte e sua ressurreição, a profecia do Édenem é cumprida.
Ele desce as partes mais baixas da terra. O inferno precisa reconhecer quem é o filho de Deus. Pedro diz que ele pregou para os espíritos em prisões.
Pregar ali não é para a salvação, é Jesus desfilando nas galerias do inferno e dizendo a Satanás, a seus demônios, às potestades, aos principados e aos dominadores. Eu sou a semente da mulher. Eu sou o Messias que haveria de vir.
A conta está paga. A obra da redenção está terminada. Aleluia.
Por isso a Bíblia diz que o inferno será esmagado debaixo dos pés da igreja. Oh, aleluia. [Música] No terceiro dia, as irmãs vêm subindo e dizendo: "Quem vai remover a pedra?
Quem vai abrir o sepulcro? " Quando elas chegam lá, alguém já tinha empurrado a pedra. E a Bíblia diz, João 20, que o anjo que empurrou a pedra estava em cima dela.
E o anjo pergunta para elas: "Vocês vieram aqui buscar a quem? Aquele que já ressuscitou. Ele já vive dentre os mortos.
Ele não está aqui. No mundo espiritual há um movimento extraordinário. Por quê?
Porque a sua voz está ecoando. Esta é a frase que o inferno ouve até hoje. Esta é a frase que Satanás ouve até hoje.
Mude dizia que Satanás não aguenta olhar para a cruz de Cristo porque venela a sua própria vergonha. Qual é a frase, pastor Josué? É me dado todo poder nos céus e na terra.
Eu sou aquele que fui morto, mas vivo pelos séculos os séculos. E tenho nas mãos as chaves da morte e do inferno. Deixa eu te falar, Satanás não faz o que quer.
Ele não pode fazer o que quer. Se ele pudesse, já teria incendiado a terra. Mas Jesus vive.
Satanás não pode fazer o que deseja, porque Jesus vive. E a igreja foi comprada pelo seu sangue. Fica de pé quem puder.
Jesus vive. Aleluia. Ainda que o diabo aja na terra, ainda que ele se movimente entre os homens, ele não está livre para fazer o que quer.
Vou dar uma notícia. Enquanto a igreja estiver na terra, Satanás não fará tudo que ele planeja. Por quê?
Porque há um que segura, há um que detém. Breve, breve a trombeta vai tocar e a igreja será chamada ao encontro de Jesus. [Música] Você que está em casa, na internet, dá glória a Deus.
Você que está aqui no templo, louve a ele. Ele morreu por nós. Ele morreu por nós.
Ele morreu por nós. Mas ele vive. Ele vive.
Ele vive. Eu vou repetir até você dar glória. Ele vive.
Ele vive. Ele vive. Jesus vive.
Jesus vive porque ele vive. Você vai ser curado agora. Porque ele vive.
Cadeias serão quebradas agora. Porque ele vive. Tua família vai ser restaurada.
Porque ele vive. Sepultura está sendo fechada. Ele vive.