já quero agradecer porque você autografou e enfim fiquei lisongeado com isso você não vai poder vender você sabe caramba quem vende o livro que ganhou tá em qual nível não subsolo menos 10 O Cara depende da tua necessidade tú depende da tua necessidade e do valor que ele pode vir a ter meu mas enfim ó é começando o primeiro a accountability a evolução da responsabilidade pessoal em seguida veio penso eu me corrija se eu tiver equivocado desculpability elimine de vez as desculpas e em terceiro cultura ability cultura é o principal responsável para performance das empresas
então voltando eu gostaria que você me Contasse o que que te levou em primeiro lugar a escrever o accountability eu fiz diversos Cursos no Exterior mas não foi lá que eu tive acesso a esse conteúdo eu tive uma experiência que me marcou muito eh aqui em São Paulo na periferia num bairro chamado americanopolis hoje não é tão periférico mas na época era que foi em 99 eu fui dar uma palestra convidada lá pela Junior activement a uma palestra pras professoras de técnicas de PowerPoint PowerPoint de 99 tava era novo né hoje não mais comandos básicos
que todo mundo sabe por exemplo você quer você tá projetando um conteúdo aí você tá no slide 10 você quer ir pro slide 40 como é que você faz 40 chamo João Cordeiro 40 end era uma pergunta eu falei chamo o João Cordeiro quer volar você quer slide 25 25 enter muito bem você quer escurecer a tela para não fic aparecendo nada lá você aperta a vírgula a tela fica preta como coisas todo mundo sabe hoje mas elas não sabiam em 99 E aí eu antes de fazer a reunião com elas eu fui para conversar
com a diretora a escola era da da prefeitura era EMEI Escola Municipal de Educação Infantil crianças de qu a 6 anos antes de entrar no no ensino fundamental um bom a hora que eu chego a sala é um pouquinho maior que esse estúdio aqui mas me chamou atenção que tinha livros nos quatro cantos ela tinha feito prateleira de madeirite até o teto tinha livro livro livro livro chegava na janela recortava livro livro livro e eu fiz um elogio né pra prefeitura ela falou prefeitura Cidinha cham coordenadora pedagógica conta para ele de quem que vem esse
dinheiro aqui ela ela falou assim olha a cada três meses nós pegamos 10% do nosso salário Ah para trabalhar aqui essa é a política quem não aceita a gente transfere 10% do salário da diretora meu da coordenadora de todos os professores da serventes das faxineiras a gente junta o dinheiro nós vamos lá na 25 de Março compramos os brinquedos você tá vendo e os livros e ela terminou com uma frase que para mim foi um tapa na cara porque eu fui lá achando que eu tava fazendo um favor a parest era probono né Tá trânsito
que já tinha na época tal não tinha rodizio implantado eram um meio caótico ainda é né e e eu voltei de lá com maior lição na minha vida porque ela terminou com a frase assim e nós fazemos isso porque nós somos apaixonadas pelo que nós fazemos então eu eu saí falando com um amigo conversando com outro eu tinha um mentor na época o Benvenutti que me acompanhou durante 20 anos na minha carreira Hoje ele é aposentado Benvenutti tinha sido Diplomata de carreira logo no começo e ele tinha um um vocabulário de inglês fantas tinha não
tem porque ele é Vivo ele seriu na na Embaixada de Washington ele me ouviu quando eu falei para ele ele falou ele falou assim João tem uma palavra para isso em inglês chama countability não tem nada em português porque você não escreve e ele trouxe para mim os primeiros livros que tinha de accountability na época todos em inglês então eu fui e fui trabalhando trabalhando trabalhando Foi por um caminho o livro eh o primeiro livro eh que eu escrevi chamava eh eh accountability mesmo levei para uma editora muito conhecida Editora vou falar o nome aqui
a editora a que era uma sócia ela ela falou eh muito bom muito interessante esse livro Só que não vai dar a gente não tem mercado esse conceito não existe ainda no Brasil faz o seguinte escreve um livro paraa criança então a gente coloca paraa criança esse temo daqui uns anos a gente joga para adulto eu falei tá bom deixei o material do lado fiquei mais 4 anos escrevendo estudando estudando voltei com o livro mandei um e-mail para ela ela não respondeu liguei ela não respondeu ã mandei eh flores ela não respondeu eu mandei uma
lata de trufa da chocolate do jur com bilhete assim ela nunca mais ela me respondeu aí eu falei meu tudo errado procurar outra procurar outra pessoa Fi procurar o salibe José salibe que é é o cara que fundou a hsm né hsm É é Harry salibe e Marina Harry e Marina maridos e mulher Venderam lá atrás a empresa o salibe foi um dos últimos a sair Ele olhou falou João livro infantil você tá maluco você acha que é um CEO vai comprar um livro pra criança e Ah vou trazer esse cara aqui para dar palestra
minha empresa de jeito não se escreve para adulto cara falei se tem razão fui lá voltei de novo material 4 anos depois volto lá pro sair saída tá aqui o livro o livro chamava de quem é culpa ele falou assim De quem é a culpa João você quer vender para Psicólogo né Porque só psicólogo que adora culpa tem que ser um livro de Business cara de negócio você acha que um diretor comercial vai comprar de quem é culpa do diretor comercial Acho que até compraria para colocar C é desgraçado mas tem razão volto do anos
depois não demorou tanto levei o livro eh ele falou agora sim eh ele me ajudou a fazer o subtítulo do livro e me indicou uma editora aí a editora falou não dá para editar com esse título em inglês ninguém vai saber o que é e tem outra as pessoas vão achar que tá relacionado à contabilidade quando elas descobrirem que é so responsabilidade é aí que não vão querer comprar mesmo eu falei eu não eu não vou mudar chega é esse o título pronto acabou e aí eles falam tá bom se vender 15.00 pagou as despesas
o Liv vendeu 70.000 exemplares nossa sem nunca ter ido para um programa de entrevista na TV J Suárez coisas do tipo anos passaram eu fui fazer um workshop para arezo workshop era sobre Obrigado planejamento estratégico [Música] lá em imbu num omen Então tava o Alexandre birman tava todo com o se level dele o conselho e os conselheiros Vicente Falcone e eu tô lá falando de accountability falei que o contrário de accountability dar desculpa um diretor muito engraçado que fazia piada o tempo todo mas piada bem colocada né não piada de fora da hora chamado Gaúcho
falou Cordeiro então o que você tá falando que isso aí é é o contrário de accountability é desculpability t tá brincando saiu de lá o tempo Aliás Tá no livro tem um agradecimento para deixa eu apresentar aqui Mateus Por favor desculpability e E aí eu falei pro meu editor ele falou João você tem um material muito maior porque o livro ia dar inicialmente o accountability ia dar quase 300 páginas ele falou Pega aquele conteúdo seu de Por que é quem a culpa Vão colocar aqui e eu fui atrás pesquisei E aí saiu esse livro explicando
que nós damos as desculpas não é por má educação nós assim porque as pessoas querem né nós damos desculpas porque a gente tem um instinto é um instinto de defesa a gente eh Ana a Ana Freud filha do Freud a sexta filha do Freud e também depois a Melanie Klein eh trabalharam nesse tema de mecanismos de defesa toda vez que o indivíduo se sente acuado ele chega a elaborar um dois três mecanismos diferentes até 10 tipos de mecanismos de defesa como por exemplo deslocamento como ã regressão ele se coloca pequeno então na regressão se você
cobra um um gerente regional seu de vendas ele fala assim mas eu não tenho equipe eu não tenho verba meu território não é grande Ele tá num mecanismo de defesa ele fica menor Talvez ele não tenha segurança psicológica E aí ele vem para isso isso aí quando o o indivíduo entra num num no mecanismo de defesa de projeção é quando ele vai culpar o outro isso não mas essa meta Não fui eu que foi a empresa que me impôs Eu sabia que eu não podia fazer desde o começo Porque você não falou então faltou enfrentamento
então a nós damos desculpas por causa disso agora por que que em outros países esse fenômeno é menor não tô falando que não exista Por que que é um pouco menor porque o contexto o clima é o que faltaria pro nosso país é um pouquinho de Neve não do ponto de vista turístico do ponto de vista diversidade contexto de adversidade eu conheci uma instrutora de esqui que dava aula lá para pra nossa família e um dia em Colorado e ela levou a gente na casa dela ah metade da garagem era lenha eu falei por que
que você tem tanta lenha Ela falou porque se faltar energia isso aqui me garante 20 dias 25 falei parabéns você tá muito bem preparada ela falou não meus vizinhos têm lenha para 40 45 eu só tenho para 20 e se faltar para mim não adianta eu bater na porta del porque é sobrevivência não é conforto não é para Lareira é para fazer comida e eu falei mas você tem tanta árvore aqui em volta ela falou já vi que você não entende lenha né Tá úmida animal o que eu vou gastar de energia calórica para aquecer
é maior do que o calor que ela vai me dar então eu não posso usar fora a multa que eu vou pagar agora João então a a a desculpa ela vem da cultura e de falta de adversidade desculpa não não não deixa eu corrigir Ela Vem de um instinto nosso são duas glândulas que nós temos na base do nosso cérebro atrás da orelha chamada amídala São tamanho de um caroço de azeitona é um é um chipe e dentro de um chip você sabe roda roda um algoritmo e Qual o algoritmo que roda dentro da amídala
escanear perigos 24 por7 mesmo quando a gente tá dormindo só que é essencial pra gente ter S ter sobrevivido quando você coloca uma rota no Waze e joga para um um bairro e fala assim você fala eu não vou aqui essa sensação de desconforto é a midela que te gerou Você nunca foi naquele bairro Por que está assim é pode crer quando você entra num aeroporto grande numa numa estação de metrô e que você pega o celular do bolso de trás põe na frente dá uma travadinha assim na mochila vai no passo de não falo
com ninguém ninguém me pede nada me pergunta nada é a midala que organizou isso para você é como se ela falar lá vem perigo vamos segurar