Fala povo santo. Estamos aqui diretamente do estúdio da casa mãe de Pentecostes, onde virem nossas irmãs religiosas do Instituto Beneditino em Adoração. Beneditos é um musical, mas não é qualquer musical, né? Há uma ação de mãos dadas de vários membros do nosso instituto que sacrificam o seu precioso tempo para fazer por amor essa grande obra de Deus. A cada ano, a cada edição, a cada espetáculo, uma história de um Santo. E ninguém melhor do que o criador, aquele que deu um sim e de lá para cá fez isso acontecer. e ela que veio com seu
talento, com sua criatividade, com sua voz maravilhosa. Se você não conhece o Beneditos, esse episódio é para você. Meu nome é Daniel Farias, sou coordenador do mistério de eventos e estamos juntos aqui dando início ao primeiro episódio do event. Então, prepara o coração, pega sua caneca de café e vamos conosco. Vamos Começar com a apresentação de vocês. Quem são Joãozinho e Mariana? Primeiro as damas. Obrigada, Junzinho. Eu sou Mariana, eu sou obata secular do Instituto Benedictino em Adoração. Sou ministra de música desde que entrei no instituto. E acho que uma curiosidade que eu posso dizer
aqui é que eu fui pescada pelo Benedictos lá em 2018. O primeiro Benedictos foi que me atraiu. Eu já conheci o instituto há muito tempo, mas Foi o primeiro Benedicto de João Batista através de convite de Joãozinho para ajudar lá num coreografia. eh, que me atraiu ao lugar do qual eu sempre fui pertença, né, que é o Instituto em Adoração. >> Vai, tua vez agora. >> Eu sou o Joãozinho, sou abulado permanente do Instituto Beneditino em Adoração. Eh, sou coordenador do Ministério Benedictos e diretor criativo do espetáculo. >> Eu também sou diretora criativo do espetáculo.
>> É, estamos aqui os diretores criativos de espetáculo. Por isso que eu estou aqui, afinal de contas, >> você é médica. Você é professor de inglês, quando foi que a arte começou a fazer parte dessa história? >> Eu acho que como arte sempre fez parte da minha vida, da tua também, né? >> Desde sempre. >> Desde sempre. Eh, como eu venho família de artistas, meu pai é músico, a família dele inteira é música, então eu sempre respirei música, respirei espetáculos, isso foi sempre muito forte para mim. Então assim, enquanto as crianças cresciam assistindo o Cavaleiro
do Zodíaco, eu eu cresci assistindo a novça Rebelde na minha casa, né? Musical, era o que meu pai colocava pra gente e era o que o que a gente crescia. Então a musical sempre foi a atmosfera que eu cresci. Eh, E ao longo da vida, né, a gente vai descobrindo os nossos talentos, vai descobrindo, ah, me descobrir ministro de música, me me descobri compositor e as coisas foram começando a casar para o que Deus queria que chegasse no resultado. >> É, eu também eu eu eh sempre tive muito incentivo a essa questão eh de música
também dentro da minha casa. Meu pai gosta muito de música. Então assim, 24 Horas por dia, toda vez que entrava no carro, a gente estava sempre escutando música e aí ele ficava, eu lembro muito que ele ficava fazendo brincadeiras, quem tá cantando, que música é essa e agora qual é o gênero? Que era para meio que educar a gente mesmo. A gente sempre teve esse contato muito muito precoce com a musicalidade, eh, com instrumento musical também. A gente todas, eu e minhas irmãs, a gente foi aprender, eh, a tocar teclado e eu sempre dancei desde
Os 3 anos de idade, a vida inteira até os 23. E aí, como Joãozinho falou, as coisas vão se se encaixando, né? Quando eu tava na entrei na faculdade, eu entrei no coral Universitário UNIP, que é regido pelo pai de João, né? A gente já se conhece há muitos mil anos. Eh, e foi um um uma fase maravilhosa da minha vida. Fiquei 14 anos no coral. Então, você vai aí unindo todo toda a vivência, né? A vivência que eu tive durante a vida Inteira. essa sementinha plantada na infância e os dons vão se aperfeiçoando, se
aflorando conforme a vontade de Deus e a gente vai colocando >> a serviço dele. >> O Benedicto surgiu em 2018, já tá aí na sua sexta edição. >> Sexta edição. >> Já foram milhares de pessoas que assistiram esse espetáculo nos principais teatros. Aliás, ele já faz parte do calendário oficial cultural e Religioso da nossa querida João Pessoa. João Pessoa. Exatamente. >> Como é que surgiu essa inspiração do musical lá em 2018? >> Na verdade, essa inspiração surgiu em 2016. >> 16 >> foi, eu me lembro, a gente tava na na segunda casa da comunidade e
foi nascendo em mim uma vontade muito grande da gente fazer alguma coisa diferente para anunciar, né? O anúncio ele é muito Ele é muito presente no nosso carisma, né? Eh, o nosso baloarte é São João Batista, né? O grande anunciador, o exemplo de de anunciação. E eu sentia que a gente poderia anunciar de mais maneiras, né? A gente é uma comunidade que surgiu, né? Um instituto que surgiu do Ministério de Música. Então a música tá enraizada em tudo que a gente faz, né? Tudo que a gente faz é muito musical. É tanto que se a
gente tiver em algum alguma formação de fase, alguma Coisa que não tenha música, é esquisito, né? Então não é a nossa cara, não parece conosco. E eu sabia que a gente poderia dar mais do que do que a gente já dava, que já era muito, é músicas originais, gravação de CDs e conduzir louvores e conduzir adorações, mas a gente poderia chegar ainda mais longe. E eu sentia que havia uma lacuna na arte ainda na nossa na nossa maneira de evangelizar. Então eu fui maturando essa ideia junto com o Fundador. Eh, a gente foi, ah, vamos
fazer assim, não, vamos esperar um pouco, vamos fazer isso. Aí a comunidade também ia passando pelos seus por suas fases, por suas prioridades, né? Então a gente marcou o primeiro bene para 2017, final do ano 2017. Aconteceu alguma coisa que a gente que aí a gente adiou para 2018, foi aí que saiu só em 2018. Mas eu sempre tinha assim no meu coração que era uma coisa que Deus queria e o fundador confirmou. E eu sempre tinha no Meu coração que era uma uma coisa que precisava ser grande no sentido de grande para Deus e
caprichada, não no sentido de tamanho ou proporção, mas precisava ser uma coisa que assim como musicais profissionais oferecem ao público eh uma experiência que as pessoas dizem que muda vidas, mesmo sendo musical que não tem nada a ver com Deus, nada a ver com a religião, mas porque a arte ela tem ela tem esse poder também de mudar vidas. Por que não Deus Que já muda vidas de de tantos jeitos mudar através disso? Então, eh, na minha cabeça sempre tinha essa, no meu coração tinha essa vontade de fazer com que a arte, ela realmente tivesse
a qualidade que a arte profissional tem, claro, sabendo das nossas limitações, mas que além dessa qualidade ela tivesse a unção de Deus completando tudo isso para que a gente entenda que que o que vem da igreja, o que vem de Deus é belo e pode mudar o coração das pessoas. E não é só Na missa, não é só na não é só na na adoração, não é só num grupo de oração, né? Deus consegue tocar pela arte também. Então a gente poderia chegar em mais pessoas que talvez não gostem de ir para uma missa ou
que não iriam para um retiro, né? Essas pessoas estão lá porque alguém chamou para ir para uma peça e ali ela vai ser pescada e vai começar a ir pra missa, vai começar a ir pra adoração, vai entrar no instituto, quem sabe, né? Já temos alguns relatos Assim. Então, foi essa a inspiração e o fundador abraçou essa inspiração e a gente começou, eu fico começando ali sem ninguém tá entendendo nada. Eu tinha uma visão muito clara do que era para acontecer no primeiro, mas as pessoas não tinham. Então era aquela coisa assim, vamos puxando o
carro aqui, uma hora vocês vão entender. Na hora do palco todo mundo entendeu. Então tipo assim, o próximo já foi aquela coisa, a comunidade realmente envolvida para que As coisas acontecessem e todo mundo já tinha uma visão junta, sabe? >> Assim como toda a obra de Deus, né? A gente sabe como começa, mas a gente não sabe como termina, né? E o que eu achei interessante é que Beneditos hoje já meio que é uma marca. É, >> é uma marca porque a gente não fez o a edição do Benedicto ano passado e eu tava preocupado
junto com a coordenação executiva do Benedictos, porque a gente não tava abrindo para inscrições, né? E Aí, caramba tá muito em cima. E quando a gente abriu para inscrições, assim, a avalanche de de venda de ingressos foi uma coisa assim impressionante. >> O número de ingressos vendidos no primeiro dia já superou o número de participantes da primeira edição em 2018 em apenas um dia. >> Ah, com certeza, né? >> Então assim, Benedictos, por que o nome Benedictos, >> o nome Benedictos surgiu porque o Primeiro espetáculo foi sobre São João Batista. E na história de São
João Batista tem um cântico de já de Zacarias, que Zacarias canta depois que depois que João é apresentado no templo e Zacarias que estava mudo, ele começa a falar, né? O nome desse cântico é Benedictos, né? Bendito seja o Deus de Israel que a seu povo visitou e libertou. Esse é o cântico de de Zacarias. E o nosso primeiro benedo foi sobre São João Batista. Então esse nome Já veio muito forte para mim, mas já veio muito claro que, tipo assim, ia ser o título e a gente ia ter para sempre um subtítulo da daquela
história daquela vez. É tanto que não foi o primeiro, não foi só Benedictos, foi Benedictos, a voz que no deserto, já tinha já tinha o subtítulo ali. E como a gente também tem uma ligação muito grande com São Bento, né? Então o nome Benedictos é o nome de São Bento também, então isso já ficou muito muito forte e amarrou todos os nós Aí. nem era assim a a a era mais remetendo a São João Batista mesmo, né? >> Era remetendo a São João Batista mais a comunidade mesmo antes da gente virar Instituto Beneditino, né? A
gente sempre teve teve teve muita afinidade com São Bento. Então, então assim, foi tudo perfeito. Quando eu mostrei o nome ao fundador, ele fez e é bom que traz a a a espiritualidade beneditina também junta. >> Aí ficou esse nome aí. >> Já sabia da inspiração beneditina já desde o 2018, né? >> Já. já porque já tinha Áries de família beneditina, né? Desde sempre a gente só foi, só se reconheceu depois, mas desde sempre >> e isso já esteve, né, na nas nossas raízes. >> Me ajuda aí, talvez a minha velice possa fazer com que
eu passe vergonha hoje, tá? Mas 2018 foi João Batista, 2019 a Samaritana, >> 2020 foi pandemia, >> 21 não teve, >> não teve por conta da pandemia. Aí 2022 São Bento 2023 >> a melhor parte a melhor parte e 2024 >> moradas. >> Moradas. >> Moradas. >> Eh, como é o processo de escolher quem vai pro palco? Isso é Joãozinho junto com Mariana que escolhe. Isso é é Colocado em oração, é colocado em revelação. A gente até brincava aqui antes que o sonho da minha filha de 11 anos que faz dança, viu? Faz teatro. tava
falando aqui para você coloque minha filha, >> mas eu queria saber como é a isso é revelação, isso isso vem de uma decisão >> dos personagens, >> diretoria executiva, os personagens bíblicas de tudo. Eu queria saber sobre como é >> pelo tema. >> Cada edição, >> vamos começar pelo tema, né? >> Começa pelo tema. Como é a escolha do tema? >> A escolha do tema é muito rezada. >> É, >> né? É, é, é assim, eh, a gente começa obviamente com o processo humano mesmo, né? Então, a gente pensa o que é que poderia dar
certo. >> Aí a gente tem ali algumas algumas opções e as coisas e a gente vai, vamos colocar em oração, né? Não é aquela coisa que a gente reza e fica esperando. A gente coloca em oração e no dia a dia >> a gente vai pensando nas possibilidades >> e vai sentindo no coração aquilo ali até que a gente consegue, a gente vai tendo confirmações. Eh, e e isso é um longo processo. Paulo, eh, que é o tema desse ano, né, já me adiantando aí, né, como se ninguém soubesse. De antes do retiro anual, ou
seja, do ano passado, a gente já começou, aliás, de do ano retrasado, né, do ano retrasado, porque ano passado não teve, do ano retrasado, quando terminou Teresa, terminou moradas lá em 2024, no retiro anual já tava Paulo queimando ali. Aí aí foi um retiro que o pregador falou muito, muito, muito sobre Paulo. Aí a gente se catucava e mandava mensagem, a gente tá ouvindo, né, Paulo, Paulo, Paulo, Paulo. >> E a gente tava entre dois, né? Muito entre dois. Quem desempatou foi o fundador, >> que é ele que dá sempre a última palavra do do
tema. >> Isso. E aí a gente fica em unidade com ele. Na melhor parte não ia ser a melhor parte. E aí ele trouxe esse tema. Do nada a gente tava com outra ideia. >> A melhor sim. Não, a gente ia repetir João Batista. >> Tava decidido que ia repetir João Batista. E aí o fundador chegou e olha e Ana Eucarístico. Eu quero. É verdade. Foi. >> Lembra Maria e Marta. E e essa passagem e aí a gente, >> na verdade foi eu e ele, a gente tava, cara, tô sentindo Maria Marta e Maria, eu
também tô sentindo Marta e Maria, mas aí, mas será que vai rolar? Aí eu ficou os dois skets, né? Aí aí justamente saiu o ano eucarístico. Eu já tinha até quase esquecido disso, >> mas aí ele fez uma pregação muito forte sobre o ano eucarístico que falou de Marte Maria e foi numa pregação de final de ano assim >> que ele fala, ele cantou aquela música de Monsenhor Jonas Habibes, foi assim, foi assim, foi bem, foi bem forte assim. E aí quando acabou, ele olhou para mim, eu olhei pr ele Maria, né? Maria, é isso
aí. >> Aí é isso, Deus vai falando, sabe, nessa escolha. E é muito especial porque como Toda escolha, né, Deus lança a ideia, a inspiração e é um desafio. A gente vai desenvolver aquilo ali a partir da inspiração que a gente tem. Gente, tem aquela inspiração inicial >> e agora vamos colocando o pé e ele vai colocando o chão, vamos olhando para uma tela em branco do Word, um doc em branco. E aí, título, só tem o título agora. Vamos. >> E é uma coisa que que é necessário, é Muita unidade, sabe? É, é muita
oração e muita unidade, porque não tem, não acontece, nunca aconteceu assim. Quando acontece, a gente sabe que não é vontade de Deus. No caso de, ah, eu queria São Bento. Não, São Bento não. Isso não acontece. Se se a gente der uma ideia, a outra pessoa achar que não é boa, geralmente >> e nem é nem é uma regra que foi estabelecida, >> mas é porque é questão de unidade, entendeu? É, a gente Mariana não confirmou, mas geralmente quando, por exemplo, eu me lembro que que a a moradas, né, que Santa Teresa dávila, a gente
tava assim que acabou a melhor parte, a gente já começou a rezar. Aí veio umas ideias, eu queria fazer sobre anjos anjos voando, >> aí aí Mariana já fez aquela cara dela assim assim, >> Mariana é muito expressiva, sabe gente? Foi no teatro. No teatro a gente fechando teatro Paulo Pontes el do Santa Rosa. Eu já tenho inspiração pro ano que vem. Sei lá, eu queria botar alguém voando assim, tipo anjos. Aí eu, >> a Maria, vamos, vamos amadurecer, né? >> Não porque eu não gosto do tema, mas porque naquela hora não achei que fosse
isso. Vamos pensar, calma. Vamos pensar. Acabou que fim teve um anjo mesmo. >> Aí teve, teve mesmo. Só não deixar voar. Não foi anjo, rapaz. Meu Deus. Enfim, >> mas aí eu tava eu tava rezando, rezando e tava no banho, sozinho, tem muit >> Esse é um padrão, certo, gente? Essa foi boa, >> ó. Não tá saindo do canto ele. Eu digo, olha, em Moradas, que foi o roteiro que mais assim foi foi trabalhoso, mais difícil. Eu mandei ele tomar banho mil vezes. Meu filho, tome banho, banho premium, >> sabonete diferente. >> É porque é
porque as minhas as maiores inspirações vem quando eu tô no banho. Não me pergunto por, mas é. Aí eu tava tomando banho e veio, né, o castelo anterior. Aí quando veio o castelo interior já veio, já veio assim um leque de ideias e palco e tudo, não sei o que. Aí eu mandei mensagem para vocês, né, pra Mariana, pra Ana Paula, que é corroteirista nossa >> e mandei pro fundador na mesma hora. Todo mundo confirmou mesma hora. >> Mesma hora. Foi um negócio assim, >> foi >> OK, não teve nem muito, >> não tem dúvida,
não tem o que fazer. >> Vai ser difícil, mas vamos embora. >> Muito. Vamos, vamos, vamos, vamos. Foi top. Fascinante. A a o Benedo ele é 100% autoral, né? Música, arranjo, figurino, cenário. >> Eu eu assim eu assisti todas as edições, tá? Todas. Infelizmente a decana eu não vou conseguir assistir, tá? Mas eu vou Assistir gravado. >> Não é possível. E assim, eu fico, eu fico assim encantado, eu fico assim impactado. Acho que a palavra certa é essa. Como é possível primeiro surgir essa inspiração, né, de escolher um santo, os personagens bíblicos ali envolvidos na
história daquele santo e dar vida a esse santo no palco ali pra plateia, né? Como é? Eu queria que vocês falassem assim dos bastidores, né? 100% autoral. Como é a produção das músicas, Dos arranjos, dos cenários, dos figurinos? Existe uma grande máquina de um instituto através de seus membros para tornar isso possível. Eu queria que você falasse >> para para aquele que não conhece ainda o Benedictes, o que é que tem por trás e antes do palco? >> É, como o Benedicos é um espetáculo de teatro musical, a gente e e ele é original, né?
Então a gente escreve tudo. A gente escreve roteiro, dentro do Roteiro vão as músicas toda a trilha sonora. E enquanto o roteiro tá sendo escrito, a gente já começa a ter as inspirações sobre como vai ser essa cena. Caramba, eu tô sentindo que as roupas devem ser desse jeito. Esse cenário seria massa colocar isso aqui. A gente vai começando a sentir essas inspirações. Mas assim, você diz: "Ó, eu fico encantado". A gente também fica. Certo? É porque é Espírito Santo 100% assim, porque muitas Vezes, muitas vezes a gente a gente escreve, às vezes eu escrevo
e me emociono enquanto eu tô escrevendo e quando acaba f meu amigo, de onde surgiu isso, velho? Tipo assim, isso não viria nunca da minha cabeça uma ideia dessa, sabe? Às vezes é uma viagem grande do Espírito Santo ali que quando você vê tudo se encaixa, >> tipo Moradas que foi uma viagem grande, incrível. >> Moradas, né, de Ter Moradas foi o que Teve o maior recorde de público de todas as edições, né? Foram quase 3.000 pessoas. >> Foi, quase 3.000 pessoas, né? uma exceção. >> Mas aí é isso, como como Joãozinho tava falando, eu
acho eu acho lá no começo ele falou que na inspiração inicial dele lá em 2017 ele já tinha aquela coisa assim profissional bem feita assim e é importante a gente destacar o quanto os nossos membros hoje têm isso Internalizado em si, porque nossos membros eles buscam se capacitar. Então, a gente tem a ação do Espírito Santo e quanto mais a gente, como humanamente falando, se capacita, se dispõe a se forjar e a melhorar mais, o Espírito Santo vai falar. >> Deixa eu entender. Tem um grupo de costureiras que são do instituto que produzem os figurinos.
Nós temos os o a equipe do figurino e aí nós temos pessoas que sabem costurar ou que não, Porque já teve gente que aprendeu a costurar, teve gente que fez oficina de costura para aprender a costurar, porque eu quero servir melhor no figurinho e aí elas ficam, passam tardes e tardes costurando, faz, desfaz, mostra pra gente, faz croquia, ah tá bom, não tá, ó, faz isso, faz aquilo. E assim, compreenda que é uma inspiração. A gente tem na cabeça mais ou menos a estética de como a inspiração tá, porque tudo precisa conversar. Veja, se a
música tá mais leve, pede um figurino mais leve, mais fluido. Se tem um negócio mais mais pesado, a gente vai pegar um figurino mais mais pesado também. O mesmo pra maquiagem, o mesmo para arranjo vocal. Então, >> iluminação, tudo conversa. Só que o único lugar em que as coisas já estão prontas conversando é aqui. E na Paula. Mas pra gente traduzir isso aí, eu brinco muito com com as equipes. É como uma coxa de retalhos. Nós estamos Entendendo qual é a inspiração inicial e como a estética, sabe? Mas a gente precisa passar para cada retalho,
cada equipe, como seria, porque no fim vai est tudo unido e tem que fazer sentido. E aí a gente vai nessa conversa, aí tem hora que a gente tá aprovado, aí as meninas vão, executam, por exemplo, um figurinho, né? executam tudo aí quando a gente olha >> não ficou >> não é inspiração, não é assim por porque >> não é só sobre estar bem costurado ou não e bonito, porque na maior parte das vezes está, porque elas fazem a coisa com esmeiro, mas às vezes pode tá lindo, mas não é inspiração. >> Uhum. >> E
pode parecer e eh o utópico assim, mas Joãozinho já teve experiência de vestir o figurino e >> foi. >> É isso, sabe? A gente, eu tive uma experiência sim no, no de maria na Melhor parte, porque a gente tinha conversado porque acontece muito assim da gente ter uma inspiração inicial e no meio do caminho as coisas irem indo por outro caminho assim, ah, é mais fácil fazer o cenário desse jeito, então vamos desse jeito, né? Aí a gente acaba cedendo algumas coisas que não que não que não que não vão influenciar muita coisa, né? Porque
é assim, são muitos membros. >> Vocês conseguem dizer quantos membros e Quantas equipes envolvidas no total? Não, mas eu acho que >> a equipe que faz o como é que chama a parte de montagem? Eh, >> cenário. Aí tem costureiras, aí tem o coral. Aí tem >> é a gente tem uma infinidade de equipes, né? A gente tem a gente divide em equipes, temos a equipe do cenário, todo o cenário também é feito por nós, então o pessoal tá lá construindo tudo, né? Eh, e o cenário é é uma equipe Maravilhosa que que topa tudo
assim com a gente. Inclusive, às vezes eu tenho que frear. Calma, minha gente, calma. Tá demais. Eh, >> mais ou menos 12 equipes. >> 12 equipes. >> Tô vendo pelos grupos. >> Tá falando de umas 200 pessoas envolvidas. >> É, umas 300, chega umas 300, >> 300 pessoas envolvidas. >> Deve ser por aí. >> Por aí. >> E, e, e eu acho que aí é onde também existe o mover de Deus, né? Porque nesses grupos existem partilhas, >> né? Existem curas, >> muitas inspirações. >> Existem pessoas que foram curadas exatamente nesse preparo, nessa preparação pro
Benedito. Vocês têm algum caso assim emblemático que vocês lembrem de um uma história envolvendo algum memilha? Muitos, muitas, muitos assim, eh, e assim, aproveitando o >> e histórias muito pessoais também. Mas aproveitando o ensejo que você estava falando, né, de como isso se dá no no nos bastidores, cada equipe fica fazendo o seu trabalho ali, mostra pra gente, a gente aprova ou não, vai conduzindo. Só que isso cada equipe faz, por exemplo, enquanto o cenário, enquanto eh figurino tá costurando, tá escutando uma partilha, tá rezando um terço, tá Escutando músicas, assim como o cenário, né?
Então a gente sempre, isso é um momento, além de ser um momento de vida fraterna muito precioso, >> porque a gente cada um serve no seus ministérios, no Benedictos, a gente tem a oportunidade de servir com pessoas de de ministérios totalmente diferentes, então >> de fases diferentes, >> de fases diferentes. Então você conhece mais pessoas e além disso, você tá ali, Além de estreitar os laços, você tá eh em oração com aquelas pessoas, tá no Hora, etclabora, né? E aí, eh, nesse processo e no ápice, que é o dia da apresentação, né, em si, a
gente tem de membros antes de ser para o público, isso é para nós, para quem está servindo e para o nosso instituto. E quando a gente olha para trás, fica muito clara a didática de Deus nesse sentido, né? Como ele vai costurando e conduzindo para o o que é que ele quer trabalhar naquele Ano. >> E até a gente parou, o Daniel perguntou, mas a gente não respondeu, né? A gente falou só da inspiração do tema. Mas em relação à inspiração de quem vai pro palco, né, como você falou, eh, a gente reza muito, especialmente
para pelos personagens principais de cada peça, porque ao longo dos anos ficou muito muito claro, ao longo dos anos, não, acho que no primeiro ano já ficou claro assim que É importante pra caminhada daquela pessoa ela ser escolhida naquele naquele porque geralmente tem um antes e depois do protagonista dos personagens principais, um antes e depois dos importantíssimo da caminhada deles, sabe? Então, eh, eu acho que o um testemunho fácil e palpável pra gente dar exemplo, é o testemunho dessas pessoas que vencem ali a vergonha delas, porque não é fácil ser protagonista. Esse ano eu tô
sendo. Eh, não é fácil Ser protagonista, porque você além de tá levando, né, tá tá levando todo mundo ali, você é o rosto principal, você não tá levando o seu rosto, você tá querendo levar o rosto daquele santo, você tá querendo levar o Espírito Santo ali. Então tem muita luta contra a vaidade, tem eh é muito importante que a gente, como o nosso Baloarte fala, que a gente diminua para que >> desapareça e ele suja, >> né? E isso, isso é uma pressão, digamos, Digamos ou não, mas assim, a quantidade de curas que acontecem, porque
Deus colocou aquela pessoa naquele lugar ali, é assim, é é surreal, sabe? Surreal, é surreal. E e assim, Joãozinho já já fez um protagonista esse ano, ele tá fazendo de novo, né, esse novo na vida dele. Ele vai poder testemunhar daqui para o final do do desse processo. Eh, ano passado, eu eu ano passado não, no Benedicto dos passados, eu digo e confirmo isso, que Teresa mudou a minha vida de oração, o Meu jeito de me portar rezando. Eu reza, rezei a vida inteira de um jeito, não que estivesse errado, mas que eu comecei a
reconhecer tantas coisas >> sim >> dela em mim, mas assim, tantas que eu condenava ou eu achava que eu tinha que mudar. E aí eu comecei a reconhecer nela. Ela se tornou realmente minha amiga, minha amigona do céu. E meu o jeito, eu a gente precisa mergulhar na espiritualidade daquele personagem. E à Medida que eu mergulhava na espiritualidade de Teresa, a minha vida de oração mudava e ficou muito mais leve. muito mais leve e ao mesmo tempo muito mais profunda, com consciência de onde a gente onde eu queria chegar, onde eu quero chegar. Então, eh,
é incrível isso, porque a gente sabe o que a gente, como Joãozinho falou, precisa superar para est ali em cima daquele palco, né? As coisas que os limit as crenças Limitantes que a gente vai colocando e a gente vai quebrando, né? vai quebrando. Então existem esses testemunhos e também de pessoas ali dos membros, né, das além da plateia, dos membros que vão falando, poxa, Deus tá falando isso, momentos de oração fortíssimos que a gente vive. Eh, a melhor parte, que foi um espetáculo que levou muito e conduziu muito para essa questão da cura interior, são
inúmeros inúmeros eh eh testemunhos De cura, eh de de diminuir o rigor e a inflexibilidade, ser menos Marta e mais Maria de um lado e outras pessoas ser menos e ser um pouquinho mais de Marta ali, né? Então, eh, são realmente muitos testemunhos mesmo. E é incrível como a arte toca, né, em cada um de um jeito diferente, >> desde sua pedagogia, né, ele começa, a gente, muitas pessoas entendem que o Benedictes ele tá ali como uma obra para evangelizar o público e de fato é, ela Está ali para evangelizar o público, mas os primeiros
a serem evangelizados somos nós, né, a mansidão, a paciência, né, enfim, a a soberba, a vaidade, o egoísmo, tudo isso é um processo de cura >> para além do mergulhar no na história, >> nos personagens né? Porque na hora que você precisa, mesmo que, ah, eu não tô, eu tudo bem, eu não tô no palco, mas você precisa mergulhar dentro da história se você tá costurando aquela roupa, se você tá planejando aquela Maquiagem. Então, na hora que você mergulha, por exemplo, as as pessoas que estão esse ano, é é nítido você ver que as pessoas
falam mais de Paulo, as pessoas citam mais as cartas de Paulo, porque tá todo mundo ali nesse clima >> de São Paulo, de aprofundar nele, né? Então, é massa demais, hein? >> Muito legal. E veja, a gente, nós somos profissionais, eu sou advogado, você é médico, você professor de inglês. Uma coisa é você lidar dentro do seu Ambiente corporativo, ambiente profissional, com pessoas que entendem a técnica da sua profissão, né? Outra coisa é você tratar com seus subordinados, né? Você passa uma diretriz, você remunera aquele salário daquele profissional e mesmo nesses ambientes corporativos, isso já
é uma dificuldade, lidar com pessoas. e lidar com pessoas que não são do ramo artístico, né? Como é a experiência de lidar com Várias equipes, 300 pessoas, vocês falaram, né? >> Todos membros do instituto que fazem um trabalho voluntário. Como é essa experiência? >> Assim, como a gente, como a gente é um instituto, né? Então o trabalho voluntário é a nossa vida, né? É, e assim, mas justamente a gente tem uma noção que a gente entrega um um trabalho profissional, mas a gente também tem a noção que as pessoas não são Profissionais, então a gente
tem que saber até onde cobrar >> e nem nós somos. >> A gente se capacita para chegar lá, mas a gente, né, >> essa essa questão da capacitação que Mariana falou, é algo que parte das pessoas. >> Isso. >> Eu nunca cheguei, fulano, estuda tal coisa, >> né? Eu eu eu estudei roteiro, estudei Texto para poder escrever. Eh, eu passo minha vida inteira só estudando musicalis, estudando musicis, escutando musical, assistindo musicais >> para para pegar referências, para desenvolver novas técnicas. Mas assim, aí tem gente que vai e vai fazer um curso de iluminação, tem gente
que vai fazer, sai para fazer um curso de costura, entendeu? E ninguém nunca pediu isso, mas as pessoas querem dar o melhor. Isso tá muito muito >> interessante, >> muito ligado à nossa espiritualidade, porque o nosso fundador ele sempre foi assim. Isso. >> Ele sempre ensinou pra gente que o melhor para Deus é o melhor para Deus. >> Isso. É isso. Não significa >> não é aquilo que dá para dar, não é o que sobra. Não significa que a gente que a gente eh vai ser perfeito, porque, né? Mas a gente precisa >> se capacitar
e não se ficar aprisionado Nessa de, ah, vamos ser linda, dançamos profissionais, não. A gente precisa chegar no nosso melhor >> isso. >> E se superar cada vez mais. El não pode se esconder atrás disso, di, ah, não, porque a gente não é profissional, então tá bom. Não, >> a gente chega no nosso melhor. >> Eu nunca vi meu pai fundador fazer isso. Nós não somos profissionais em em fazer esse evento aqui. Então, desse jeito, tá Bom? Eu nunca veio de fazer isso. E o próximo ano tem que ser melhor, porque a gente tem que
dar o melhor para se eu conseguir dar esse melhor, eu consigo mais do que isso no próximo. >> E aí ele completa a obra, né? Porque aí nós, como diz Teresa Diávola, nós ficamos perfeitos nele, que ele faz a perfeição acontecer. Mas para isso a gente precisa estar se movimentando. E isso é tão natural do nosso carisma, porque os servos estão ali no nosso Instituto, não são profissionais, estão unidos pelo carisma, pela missão, pel esse DNA espiritual. E esse DNA que veio do fundador de estar sempre. Então assim, você vai ver meninas maquiagem se juntando
para treinar técnicas de maquiagem. >> É, >> sem ter nem roteiro pronto, mas porque querem se aprofundar. as eh cantores que tão ali eh vendo no YouTube ou ou ou eh indo atrás de fono, de profissional de De canto para poder melhorar a técnica vocal. Por quê? Porque a gente tem essa noção de que a gente quer sempre estar além, quer sempre ir além, entregar o nosso melhor, né? >> É engraçado que eh as edições anteriores sempre que assim, a gente sempre leva parentes, amigos, a gente convida. Tem uma sobrinha minha que, enfim, ela não
é muito religiosa, mas ela não abre mão do Benedictos, né? Inclusive, passei uma mensagem para ela, >> passei uma mensagem para ela hoje e a irmã dela tá vindo de São Paulo. A irmã também não é uma pessoa eh muito ligada à religião, mas topou aí com essa minha sobrinha e outros familiares também, né, conversando quando termin espetáculo. Caramba, como é que vocês realizam um espetáculo tão grandioso como esse, né? Vocês pagam quanto para esses profissionais realizar? A a concepção das pessoas quando saem no espetáculo de Alta performance é que ali são profissionais do ramo
artístico contratou ninguém. >> A maior prova que Deus realmente capacita e age no meio de nós. Mas já lincando aqui com as edições anteriores, né? Das cinco edições anteriores, um >> tempo, >> a que exigiu mais fé, dar >> e menos técnica. >> Será? Vamos mais fé e menos técnica para dar certo. >> É para acontecer, >> tá? Um, dois, três, já. Moradas. >> Por quê? >> Moradas foi um espetáculo muito denso, muito difícil de se fazer. Eh, foi de longe o roteiro mais difícil, o roteiro que que a gente mais reescreveu, muito, muito, >>
fazia a cena, apagar essa cena, faz de novo, porque a espiritualidade de Santa Teresa é muito profunda e a gente tava falando, não era da vida dela, a gente Tá falando do castel, >> do castelo. >> E aí isso era muito difícil da gente fazer uma coisa que era extremamente mística, porque o castelo é uma profunda uma profunda experiência de oração extremamente mística. Mas como é que a gente vai traduzir isso de uma maneira que não fique estranha? tosca que a gente trata não fica uma aula professoral tá professoral demais. Vamos. >> E aí daqui
a pouco ficava alguém tá muito viajoso, não tô entendendo nada. Então a gente precisava encontrar esse meio termo de não ficar viajoso demais de um jeito que só sabe aquela aquele sabe aquela aquele filme que você vai assistir ou aquela pessoa vai ver que você dis não entendi nada. Foi tão metafórico que eu não entendi nada. Então a gente na hora que você tá lendo o texto, o o livro Moradas, ele é tão profundo e tão místico que você precisa Ler e reler várias vezes o mesmo trecho para você conseguir captar. Então como é que
a gente ia traduzir isso em arte? Eh, e aí o que a gente escrevia e reescrevia porque, gente, ninguém vai entender nada, tá muito viajoso, volta, gente. Isso aqui não tá fazendo, não vai fazer sentido pra gente tá fazendo, mas para as pessoas você tem que partir do do pressuposto que as pessoas não sabem de nada que tá quem tá assistindo, então as pessoas não vão entender. Então a Gente fora que era um mundo de coisa >> para encaixar ali naquele roteiro. Então foi muito difícil, muito difíil. Outra coisa, né, que exigiu muita fé, eh,
foi também o espetáculo que a gente foi mais atacado, >> foi, >> né, espiritualmente falando, sabe? Eh, >> mais do que São Bento, >> mais >> mais do que São Bento, >> por incrível que pareça, >> São Bento teve aquela as cartas do diabo, né, escritas ao a seu aprendiz? Foi mais talvez porque, exatamente, eu não sei, eu não sei >> não. São Bento também foi pesado porque a gente falava muito diretamente do diabo ali, mas eu acho que que tipo assim, o inferno não queria de jeito nenhum que as pessoas entendessem que elas precisavam
avançar de moradas, que elas que elas tinham aquele castelo dentro delas e Elas precisavam encontrar Deus ali dentro, porque os ataques foram bem pesados, sabe? Foram ataques muito pesados que foram muito confirmados e que desestabilizaram a gente em alguns momentos na na preparação. Vocês podem tipo dizer algum quais seriam esses ataques assim, >> a Bíblia fala, né? A mesma palavra que que profere a bênção, a mesma língua que profere a bênção, também profere Maldição. Depende de como a gente tá no momento, se a gente dá qualquer brecha, isso pode acontecer. Então não é culpa dos
membros. >> E a gente tava muito sensibilizado além disso. Por quê? por causa desse desgaste que realmente foi uma peça mais densa, foi uma coisa, uma preparação mais difícil, tinha hora que a coisa não fluía. Aí a gente começou a ficar exausta e eu e o Joãozinho a gente começou a passar para Os membros também essa exaustão, esse rigor. A gente ficou muito eh desestabilizada a ponto das pessoas dizerem assim: "Não tá legal, não tá leve". Não tava leve porque a gente tava naquele ápice, só Deus sabe o que a gente escutou, que acontece. Nem
sempre é só nem sempre é só diversão e tá tudo lindo, né? Existe realmente é um processo espiritual e a gente saiu mais forte disso, >> né? O Benedito saiu muito mais forte Disso. E quando eu falo disso, eu tô falando mal do membro, não é porque a pessoa não nós nós todos poderem podem podemos em algum momento cair, né? E nós fomos também eh eh de certa maneira em trava para alguns mesmos, porque a gente também ficou tão tão assim contaminado com essa questão de >> essa tensão e essa pressão que a gente também
tornou alguns, por exemplo, alguns ensaios mais pesados, a gente, né, ficou mais tenso ali que não vai dar Tempo, gente, não tem como, não vai dar certo, não tem como esse negócio sair. >> E outra coisa que a gente tem que ter fé sempre, aí você sabe disso que você é de eventos. Eh, com certeza sabe disso que você é de eventos, mas eh uma batalha que é certa, constante e tá ali, que a gente já sabe o que vai acontecer, é a batalha com o mundo, né? O mundo do teatro é um mundo muito
do mundo, sejamos sinceros, né? Então é tanto que você não é muito Raro você ver, né? O nosso é provavelmente o maior, mas você não vê espetáculos católicos, espetáculos grandes acontecendo, né? Isso é muito raro. A gente vê coisas mais mais mundanas acontecendo. E essas essas pessoas mais mundanas que não que não não tem proximidade com religião ou tem até um preconceito com a religião, são as pessoas que comandam os teatros. São as pessoas que estão lá dentro, dirigem teatros e mandam nos teatros e Deixam que a gente que a gente reserve pauta ou deixa
a gente fazer as coisas. Então, esses ataques eles são muito constantes, porque essas pessoas elas fazem de tudo para dificultar a vida de quem? de um cristão que tá querendo apresentar um um espetáculo ali, né? Eles diminuem o que a gente quer fazer e colocam impedimentos em tudo. No final, a gente sabe que quanto mais batalha, maior vai ser o resultado no coração das pessoas, né? Mas mas é necessário Realmente, como você falou, a fé, porque as batalhas vão vir, né? >> E olha que nós não somos o primeiro espetáculo católico musical, mas mesmo assim
aqui já a pessoa já existe, >> mas mesmo assim a gente ainda encontra a resistência como se fosse uma coisa anormal. assim, que é isso? Vocês estão vocês estão doido fazer isso? É como se fosse uma coisa anormal que a gente tá fazendo ali, entendeu? Ou que que não não eh eh eu não sei, como se não fosse Arte, é como não sei, é como se não pertencesse >> de alguma maneira. Então a gente realmente enfrenta muito e e aí pensa aí quando tudo a peça não tá fluindo, a gente olha pro roteiro, faz não
sei quantas vezes, já teve música escrita quatro vezes que Joãozinho jogou fora. Se você jogar mais uma vez essa música fora, Joãozinho. >> Ah, eu sempre jogo música fora, certo, gente? >> Mas em Moradas foram muito mais, muito mais. Ele mandava, tá? Deu certo? Deu não, não. >> Moradas foi muito mais. >> Foi muito mais. Não tinha dia que, tipo assim, o ensaio era semana que vem e a gente estava olhando pra folha em branco, eu na minha casa, Joãozina dele, Ana Paula dele e a gente não sa não saía do canto. Então você soma
isso aos ataques de de dentro, aos ataques de fora, a pressão, a a exaustão da gente. Por isso que a gente diz, realmente teve dia que foi pela fé a gente tá aqui, gente. Não sabemos como é que vai ser o a próxima cena. Não sabemos. Teve alguma edição ali que vocês tiveram que soltar o controle humano e deixar que o controle de Deus ali agisse todas. Todas isso é todos os dias, todas as horas, todas. >> Todas. >> Quanto mais a gente coloca o controle humano, mais as coisas travam, travam. >> Joãozinho é uma
pessoa altamente crítica com as coisas que ele faz. Eh, e aí ele ele tá o tempo todo controlando e se recontrolando e se regulando e pensando e não sei o quê. Então, eh eh isso é o tempo inteiro. É o tempo inteiro. Ele a melhor parte eu lembro muito que ele não botava fé na melhor parte. Eu lembro que ele olhava porque a gente tinha saído de Bento, que tinha sido um espetáculo mais, né, mais cheio de efeitos especiais e a melhor parte era um Espetáculo muito mais de de interior, de cura interior, embora tivesse
uma experiência imersiva, profissionalmente não deixou a desejar, mas perceba a o jeito do espetáculo, a a o a enfim, aquela atmosfera do espetáculo era outra, era muito mais interior. É, e Joãozinho tava assim, depois de Bento a gente veio para outro teatro, um teatro menor, é, ninguém vai gostar. Aí era sempre, ele só, ele só foi curado disso na hora. na hora foi >> na hora assim prestes a entrar no palco, foi a hora que Deus que que ele foi curado disso, porque até então ele não foi. Então para você ver é é todo dia
é essa luta de toma o controle, tira controle, toma o controle, toma o controle do Senhor pega de volta, toma o controle do Senhor, pega todo. >> Especialmente na hora também de confiar na inspiração que vem dos outros membros, sabe? Eh, não é porque a inspiração começa, começa pela direção, Começa pelo pelo roteiro, pelo roteiro, né, que vem da gente, que eu tô completamente fechado a todas as ideias que vem. Não, e pelo contrário, a gente tá muito aberto e cada vez mais aberto pra ideia das pessoas que que >> elas vão trazer para nós,
né? Então, por exemplo, e tem vou dar um exemplo, né? Eu não posso colocar as minhas coisas, meus gostos pessoais ali, entendeu? Eh, obviamente meu meu gosto pessoal meu gosto pessoal vai influenciar >> até porque inconscientemente você seu seu jeito de fazer as coisas vai ser enfim. >> Exatamente. Mas, por exemplo, eh, eu eu faço as músicas, né? Eu escrevo as músicas e nosso irmão Rodrigo, ele faz o os arranjos das músicas. Então, a gente faz todo o instrumental das músicas, ele cria esse arranjo para para poder ensaiar, né? Porque tudo é ao vivo, né?
A banda toca ao vivo. Eh, então Rodrigo faz o arranjo, manda pra gente, a gente Aprova ou não aprova, tem que mudar tal coisa, né? Vai, vai mudando. A, esse ano tem uma música que tem, que é uma bossa nova. Interessante. >> Joãozinho ama. >> Qual é a chance de Joãozinho querer uma bosta nova ali, não existe. >> Ele tá tão feliz, entendeu? >> Entendeu? Eu eu olhei assim, ol vocês dizerem que eu não sou bravo e que eu não tô que eu não tô colocando a minha vontade aqui. Tem uma bosta nova nesse Roteiro,
minha gente. >> É. E aí tem outra que a cena que todo mundo tá amando, >> tá amando. E aí tem outra que é um rap que eu precisei até ainda estou. Vamos lá. >> É >> porque eu também é um rap, Joãozinho. É Maria, não rap. >> É a solução que a gente encontrou. >> É a solução que a gente encontrou. Tá bom. E vamos lá. E ok, tudo bem. Então a Gente vai é se quebrando também, entendeu? É eterna. >> Já que vocês estão dando spoiler da sexta edição, né? A gente falou muito
aqui das edições anteriores, a gente falou como surgiu Benedictos, esse espetáculo aí de alta performance que já atingiu quase 7.000 pessoas, já é uma grande marca, um dos maiores espetáculos musicais do nosso Nordeste que sa Brasil. É, >> a gente já tem aí as histórias de Bastidores, como Deus opera a sua cura no meio dos membros, no meio de um instituto. Agora eu quero saber da sexta edição. Por que Paulo? >> Por que Paulo? >> Então, nosso fundador >> é apaixonado por Paulo. Ele é apaixonado por >> Então assim, a >> Mas Paulo teve que
vir depois de cinco edições. Eu acho que >> Pois é. Nunca saberemos, mas a Inspiração ver é como se ele tivesse sempre por ali, >> por ali. Eu sempre senti que tava por ali. >> Em algum momento vai chegar, >> em algum momento Paulo tá por ali, né? E a gente, enfim, foi levando e aí quando a gente zerou moradas, terminou, vamos pensar já no próximo, vamos. E aí começou, a gente tinha algumas opções e Paulo ali e Paulo ali. E assim o fundador foi, ele sempre a gente nas Nossas formações, nas falas dele, ele
traz muito de São Paulo, no jeito dele, no jeito dele, no jeito dele que ele traz. >> Eh, e aí só que especificamente depois que a gente começou a maturar, ele começou a trazer mais. Ele fez uma série de vídeos no canal dele eh sobre as cartas de Paulo. Aí o nosso retiro veio um pregador de fora, Paulo, Paulo, Paulo e a gente se catucando. Tá vendo Paulo, né? Eu tenho um dia desse eu resgatei. Um dia desse não. Foi, foi quando a gente foi revelar o tema, eu resgatei minhas anotações de retiro. >> Paulo,
Paulo, Paulo. Aí eu culei assim, sabe assim, minhas anotações de retiro de do ano retrasado. Eh, Paulo, Paulo, Paulo e eu escrevendo e e destacando e a gente se catucava, mandava mensagem, não sei o quê, enfim. Eh, e aí aquela coisa foi ficando, mas a gente sempre manda para o fundador coisas que vieram ao nosso coração e a a as inspirações, né? Pronto, a gente manda, ele diz: "Vou rezar e aí depois eu digo alguma coisa a vocês." Aí conta, Josalou contigo quando ele confirmou. >> Me lembra aí como foi que tava com de falar
errado. >> Ele tava viajando. Ele viajou de férias, menina. Tá velho. Ele viajou de férias. >> Normal. Eu sou assim o tempo todo. >> Eu tenho medo de falar uma referência errada. Ele tava viajando e aí ele mandou uma Mensagem para Joãozinho. Meu filho, >> acho que temos a confirmação do tema desse ano. Eu estava aqui rezando no túmulo de São Paulo e Deus me deu uma música sobre São Paulo, sentado em oração no túmulo de São Paulo. Está confirmado, meu filho. Pode prosseguir. Pronto. >> Ele tava no túmulo de São Paulo somente, somente tava
no túmulo de São Paulo. Mandou a música pra gente. A música tá no espetáculo. >> Eh, e foi daí, foi aí. Eu sabia como Mariano falou, uma hora eu ia vir Paulo, uma hora eu ia vir >> e a gente mandou para ele, mas assim, a gente mandou, vamos mandar e assim no nosso coração tava bem confirmadinho, mas a gente precisava saber que ele estava em unidade também, porque ele é nosso pai fundador. Então a gente ficou, não, vamos vamos ver se ele vai confirmar também. Aí a gente ficou assim, tá pulando Paulo, mas será
que é Isso mesmo, né? A gente viajando, né? E aí ele foi e foi uma baita confirmação, né? Uma música ali, a gente ficou: "Meu Deus, que coisa linda". E aí a gente começou a desenvolver e foi isso. >> A escolha do apóstolo Paulo também veio linkcado com essa palavra de impacto. Por que me persegues? >> Essa foi mais difícil. >> É porque eh a gente uma coisa é escolher o tema, né? E outra coisa é escolher por caminho a gente vai seguir. >> Inclusive o nome persegues pode ir até por um caminho de interpretação
pejorativo, né? Mas a a a a inspiração foi exatamente fazer um jogo com o nome persegue, tipo de perseguição. Eh, o uma característica muito forte do Benedictos é que a gente não quer que o santo ou a história que a gente esteja contando, ela seja distante pro público. A pessoa precisa se colocar no lugar daquela, daquele santo que tá ali. A pessoa precisa se colocar em palco. Ela Não, a gente não quer que a pessoa só admire aquele santo e fando, uma apresentação bonitinha >> e fico pensando, nunca vou, eu vou ser assim. >> E
nem é uma coisa biográfica, a gente não tá, não é uma biograf, é um documentário. >> Documentário. Então existe existem existem, como é que chama? Licenças poéticas para poder contar a história artisticamente, >> né? nada que que vá prejudicar teologicamente aquilo que tá ali, obviamente, mas o objetivo é que a pessoa se identifique. Então, a gente vai trazer também o lado humano, sabe? que por que dificuldade aquela pessoa passou, como se colocar no lugar dele, como era o temperamento, eh como era a lida com as outras pessoas que estavam ali, que passou, tudo. >> Então,
e porque os santos eram pessoas normais como nós, então então a gente Precisa mostrar essa normalidade para uma pessoa se identificar, né, e depois querer ser convertida como aquele santo foi. >> A questão do por me persegues era é justamente essa palavra perseguição, ela para mim remete demais à conversão, né? Porque o por me persegues é o que Jesus falou a Saulo, que era um perseguidor dos cristãos. Eh, mas Jesus o parou no caminho para Damasco, né, com uma forte luz. E ele ouviu a voz de Jesus falando: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" Então,
por que você me persegue? Porque persegue o meu povo? Então, mas essa perseguição tem uma música que a gente canta, né, que é vou perseguir tudo aquilo que Deus escolheu para mim. Então, a gente fala de perseguir o céu, a gente fala de perseguir o que Deus quer de nós. Então, eh, a palavra perseguir, ela veio muito forte no sentido, ele perseguia os cristãos, ele perseguia Cristo, mas agora ele vai Perseguir Cristo no céu. >> Interessante. >> Ele vai perseguir no bom sentido. Agora, ele vai perseguir a vontade de Deus pra vida dele. Em vez
dele perseguir os cristãos, ele vai perseguir mais cristãos que estão que estão precisando ouvir ouvir a voz de Deus, estão precisando conhecer Jesus e ele vai perseguir o céu. E ele era o mais carrasco dos perseguidores de cristãos. >> Mas na hora que ele se converteu, toda Essa força que sa muito mais, porque agora ele tava, né, sob a destra do Espírito Santo, ele perseguiu agora pelo lado positivo o céu, né? Ele ele perseguiu a Jesus Cristo, aquele Jesus que ele escutou naquele dia, que ele que ele que ele aprofundou ali, que ele foi atrás,
ele começou a espalhar, né, aquela aquela realidade. Então, eh, Saulo, Paulo, né, que se transformou em Paulo, é isso, é essa intensidade. Então, o perseguir é uma palavra chave, Exatamente, pra gente traduzir essa essa força dele, né? Aí a gente tem uma das músicas que do espetáculo que fala: "O perseguidor mudou de alvo". Porque o alvo dele antes era perseguir para prejudicar e agora perseguir para alcançar, >> perseguir para chegar lá. >> E e é uma história assim muito mais focada no no pessoal dele, sabe? Como eu como eu digo, a gente precisa se identificar,
né? Então, a história é Muito mais do que a obra e a grandiosidade, ela é focada na nele. Então, >> como era essa personalidade persecutória? Essa palavra, né? >> Persecutória existe. >> Isso. >> Persecutória existe. >> Essa essa personalidade de perseguidora. Exatamente. Como era essa personalidade? Porque a beleza, ele perseguia os cristãos. >> Eh, agora ele vai perseguir o céu. Mas como ele vai perseguir o céu? Então, ainda tem vestígios nele de perseguir a perfeição, de querer de rigidez, querer que todo mundo ao redor dele, os discípulos que estão com ele sejam perfeitos também. Então,
como é que luta contra isso? Então, isso vai ser muito trabalhado. >> A cólera fica ali latente, né? Aquela ira dele que ele tinha. Então, eh, eh, perceba, por isso que a gente fala que Gera identificação, porque >> os perfeccionistas vão se identificar muito. >> Os perfeccionistas, as pessoas que ficam lutando contra a o seu temperamento, a sua ira, porque ah, eu sou convertido, mas não é assim uma mágica e opa, acordei nova, nunca, não. É uma luta diária. Eu lembrei de uma, eu um dia desse, eu até partilhei com Joãozinho, uma pregação num adoração
de Bruno mais foi recente, faz nenhum mês, que ele Falou como ele luta contra o homem velho dele, que de vez em quando fica querendo se levantar e dar as caras, ele tame todo dia tem que estar atento e enchado de graça, né, e unido a a a graça de Deus para poder seguir mantendo esse homem velho lá embaixo abafado, porque vai querer aflorar. Então Paulo eh mostra ali durante o espetáculo, você consegue entender e você consegue ver que ele tá o tempo todo Saulo querendo aí ele sabe nessa eterna luta que é a Nossa
vida até o céu. Uhum. >> Né? Até a nossa até que a gente chegue lá um dia, se Deus quiser, chegaríamos. Vocês estão falando aí de Paulo e minha cabeça processando aqui e gerando a minha angústia, porque eu não vou poder estar na edição desse ano. Tô quase cancelando minha viagem internacional porque >> eu tenho muito de Saulo e Paulo, né? Eu tenho muito Daniel e o irmão Carl Carlos, né? Dessa disputa, né? De querer Botar a ser o Daniel velho. E o que seria da nossa igreja sem Paulo, né? aquele que foi elevado à
condição de apóstolo, não foi apóstolo direto ali >> de Jesus Cristo. Por falar em Paulo, você já foi, >> você já teve outro outros protagonismos em outras edições, né? João Batista, São Bento. >> Não, São Bento foi neto. Foi Jesus. Eu fui só João Batista. >> João Batista. >> E foi Jesus depois, né? Mas é >> que era um o có ali também que era protagonista, né? É. E a experiência de ser o protagonista Paulo dessa edição, isso mexe com você? Mas é como se fosse a primeira vez. Quando eu fui protagonista eh em São
João Batista, o espetáculo era muito cru ainda, era a primeira vez que a gente tava fazendo e eu não era São João Batista sozinho. Dividia, mas o papel a trilha sonora era muito mais curta. Então acho que eu Cantava duas músicas no máximo. E agora é um espetáculo maior de dois atos. É uma trilha sonora muito maior, eu nem sei como >> maior e mais complexas. mais complexa. Então, o personagem é um personagem mais complexo, >> eh, é um personagem que mexe muito em muito em muitos momentos, né, das questão do do homem velho, eh,
pro homem novo. Isso isso atinge muito o meu coração. Eh, tem Também o paralelo de tá dirigindo, enquanto tá sendo um personagem, longo você viveu isso, né? Eh, enquanto você tá sendo um personagem que tá sempre em cena, que esse personagem tá sempre em cena, quase não gostava de cena, >> né? Então assim, eu tenho que ver os vídeos da da gravação do ensaio depois >> para poder fazer as modificações em cena, porque eu não consigo ver o que tá acontecendo, que eu tô em palco, >> sabe? Eh, mas assim, acredito, acredito Muito na escolha
de Deus, né? Eh, eh, enfim, >> claro que por ele nunca teria sido ele, tá, gente? Só para constar, >> só para constar, >> só para constar, né? A gente sabia que ia ter uma resistência ali, mas tava no meu coração assim e a gente tinha outros nomes assim que a lógica que ia ser tranquilo porque a gente tem, perceba, existe a capacitação técnica, porque precisa ter a capacidade, precisa ser Uma pessoa que a gente contecamente, certo? Mas para além disso, eh, essa escolha é muito espiritual, principalmente falando do protagonista. Então a gente obviamente não
vai chegar uma pessoa, né, Deus não vai colocar no nosso quer dizer, espero que não, uma pessoa que nunca cantou na vida, que nunca, né, a gente tem ali a a parte técnica e a gente tinha excelentes opções em mente, mas sabe quando não falava o nosso coração ao meu e a Diana Paula, só que eu tava na minha e ela na dela, né? Até que eu resolvi partilhar. Eu disse, Ana Paula, é o seguinte, >> uma esperando a outra falar, né? Aí eu falei e olha, eu eu só tô pensando em João, eu sei
que ele vai ser resistente, eu já sabia que ele dizer que não, que não, que não, já sabia, mas não tem como. Eu só consigo enxergar ele. Eh, em oração, só vem ele ao meu coração. E aí quando a gente começou a falar sobre Isso, coincidentemente a gente recebeu partilha de outras pessoas, né, de eh mon lá no Rio de Janeiro, Basílio, partilhou com a gente, aí não sei quem aí Carol eh enfim, um bocado de gente veio partilhando. Olha, eu tô sentindo isso e a gente, caramba, tá muito E agora? Mas não, antes de
falar com ele, Ana Paula fez, vamos falar com o fundador antes de falar com o Joãozinho, né? Porque aí depois quando a gente chegar para ele, a gente já diz: "Até o fundador confirmou que aí não vai ter o que falar, né?" E aí o fundador super confirmou, né? Endosou e a gente pronto, >> só para explicar a minha resistência, tal, eu tava para não dar uma má interpretação. >> É porque tem que dar o sim, >> não ele é tudo bem, >> tem que dar o sim, >> ele dá o sim, ele dá o
sim. a resistência dele >> era uma resistência técnica mesmo, entendeu? Porque e >> de uns anos para cá a minha voz tem mudado. Eu tenho eu, eu tenho eu estou com um cicho na na nas pregas locais faz uns dois, tr anos e tenho tratado, inclusive tá bem melhor, mas mas a minha voz não é mais a mesma, então eu me sinto muito mais inseguro. >> Engraçado que eu eu escuto você no ministério de música e eu não percebo. Eu acho que você tá com a voz até Melhor. >> Então é uma questão de perspectiva,
>> acho que ele ele escutando não é a perspectiva de quem me escuta, né? E aí ele tava precisando também desse resgate nesse sentido, porque ele tava começando a cair nessa de não consigo mais, não sou mais o mesmo, certo? Não é mais o mesmo não, Deus quer agora você diferente desse jeito com esse cal. >> Posso dar um testemunho rápido? >> Eu me submeti a uma cirurgia em 2024, 2024. Descobri um chivanoma >> que nasceu no nervo da minha corda vocal >> por uma obra de Deus que colocou dois anos da minha vida e
fez com que eu descobrisse estiva noma por acaso. E aí depois de investigar ir para um médico especialista em cabeça de pescoço entendeu que seria o caso de operar. Tirei um nódulo de 3 cm alojado na corda vocal. Hum. E se eu tivesse descoberto um ano depois ou dois anos depois, eu ia ficar sem voz. >> Uhum. >> E sem audição >> do lado direito. Aham. >> E aí foi uma cirurgia que era para ser 2 horas, foram 7 horas, uma cirurgia que era voltar para casa do mesmo dia. Voltei no dia seguinte, passei 4
meses fazendo fonoterapia para poder voltar e aprender a falar. E hoje estou aqui com vocês usando a respiração diafragmática. Dá para perceber? Não dá para perceber. E hoje tô aqui fazendo podcast, fazendo, Não é por minha escolha não, viu? O pessoal da produção aqui pede para fazer gravação de vídeo, vai pros eventos. Quer dizer, não é uma enfermidade, Joãozinho, >> que vai tirar você daquilo que Deus lhe chamou a fazer. >> E ele também teria essa resistência, não só a parte, >> se Deus quer, ele chama e você vai ter que cumprir. >> É, mas
porque ele também fica. Não é Fácil, aliás, é muito difícil você dirigir e você e ser o protagonista, né? >> E aí ele ele precisa, ele sabe que a gente precisa dele dirigindo, então ele também tem essa resistência por isso, sabe? É, é e >> e no processo é difícil, eh, porque até que as coisas estejam bem encaixadas, você não consegue focar 100% no personagem. >> Consegue, não fica 100% no personagem, >> porque eu tô ali, eu tô no personagem, Mas eu tô, cadê fulante? Não entrou. >> Exatamente. Tá, gente, tem que entrar essa porta
aqui agora. Entendeu? Eu tô aqui no personagem, >> mas eu tô olhando tudo que dá ao redor ainda, entendeu? Sobre, não é fácil. Então é essa resistência não só técnica, mas também de de tipo não não vamos facilitar, né, gente? Vamos colocar alguém que não esteja dirigindo somente a para atuar. Isso que ele quer, >> é, entendeu? >> Deus geralmente não facilita muito o coração. E >> aí a coisa se confirmou no coração dele também, né? Então as coisas vão e ele tá aí, >> é, as meninas ligaram para mim de surpresa para dizer isso,
né? É, a gente sempre gosta dessa surpresinha. >> A gente tá partindo pr pra última parte do nosso podcast. E essa pergunta ela é mais para quem nunca foi no Benedictos, tá? Quem já foi no Benedictos, mesmo as Cinco edições anteriores, não existe a possibilidade de você entrar de uma forma e não sair a mesma coisa que como entrou. Você sempre sai transformado, você sempre sai impactado. Algo da sua vida, em algum momento, ela é tocada a cura, a a Deus agindo e acontecendo ali dentro do teatro. O que é que você diria para o
pessoal de casa que nunca foi num Beneditos? O que é que ele espera dentro de um teatro, não só no aspecto de plateia, de palco, mas no coração? Eu diria para ir desarmado. >> As duas coisas, tá? Palco e coração. >> Eu diria para ir desarmado. Eh, sem muitas expectativas, porque quanto menos expectativa a gente coloca, mais surpreendido a gente é. >> Perfeito. >> Eh, vá preparado para ver, beleza? Vai preparado para ver porque a peça tá linda, as músicas são legais. Eh, enfim, Vá encher os olhos, como sempre enche. Então, vá preparado para um
momento massa. Perda de tempo não vai ser, vai ser maravilhoso. Mas mais do que isso, preste atenção no que tá sendo falado. Tem um motivo para você tá ali. Então, você foi escolhido para est ali naquela plateia e por isso, eh, alguma coisa ali vai ser importante. Você não vai sair o mesmo, como você falou. abra seu coração, >> né, assim, no sentido de >> eh mergulhe naquilo ali, naquela, sabe aquela coisa dizer assim, vou mergulhar essa essas essas horas que eu tô aqui nesse teatro, eu vou dedicar minha atenção a isso, vou captar cada
palavra, vou deixar que cada música, cada melodia entre ali em mim, vou olhar para esse homem aí, Paulo. Hum, não conhecia não. Vamos ver em que que ele se assemelha a mim. Vixe Maria, isso aí eu faria isso tranquilamente. tá fazendo isso por Eu não faria isso não, meu amigo. Esse cab é doido. Então assim, tentem fazer sabia não que tinha sido assim. Eita. É, se deixa levar, se deixa levar. Quando você assiste um filme, quando você assiste um espetáculo, você precisa >> abrir o coração ali para mergulhar. Quando é um espetáculo católico, mais ainda,
mas o Espírito Santo faz a parte dele. Então ele entra ali e a pessoa pode até sair. Eu não, eu eu não diria que que é impossível a pessoa não sair Do mesmo jeito, porque se você tá muito fechado, temimoso, porque tem gente que tá ali só para julgar. É isso aqui, tá? Eu falei que alguém mandou. >> Esses são os que são mais tocados. Ei, eu sou a mãe, eu sou a mãe da menina que tá dançando. Eu só vim para ver ela dançando. >> Ou o marido que preferia tá no bar bebendo, teve
que acompanhar a escola. Acontecer. >> Ou então nós temos as irmãzinhas, as Irmãs especialmente, especialmente as mulheres são, são assim, né, de tipo assim, se você é meu amigo, você tem que assistir o Benedictos, porque se você diz que é meu amigo, eu não aceito que você não vá. >> Ouviram, né, meus amigos? >> Aí a pessoa vai por obrigação muitas vezes, né? Porque senão amiga vai ficar por raiva, vai por educação, mas ela ela vai sair tocada de algum jeito ou se não sair tocada vai ficar alguma coisa ali Na cabeça, vai ficar alguma
coisa no coração, alguma coisa que vai aflorar de outra maneira. Eh, eu tenho um testemunho bonito desse de Bento. Eh, uma pessoa que assim humilde, que não tem eh grandes estudos aprofundados, uma pessoa simples, humilde, né, da da minha convivência, eh, que que mal consegue ler e escrever, né, mas ela foi assistir e ficou. E aí 4 anos depois, três anos depois, sei lá, teve uma, ela presenciou uma briga de família e na mesma hora ela Disse e na família dela e ela disse: "Eu enxerguei igual aquele musical que vocês apresentaram, que eu fui assistir,
como se fosse o mal influenciando de um lado e o mal influenciando do outro e a briga acontecendo." Olha só, Mariana, como o mal tá entrando nas famílias. Eu só me lembrei daquele espetáculo. Então, veja só, >> não a não precisou de grandes estudos e aprofundamentos, né? Nesse caso, só Aquela mensagem, aquela sutileza ali, ela entendeu a ação do mal no dia a dia, numa família que estava se destruindo. Então é isso, sabe? Naquele momento se você perguntou a ela, ah, foi lindo, não. Mas anos depois ela, caramba, sabe? >> É, fica na cabeça. >>
Fica na cabeça. >> E tem um paralelo também, né? É, existem muitas pessoas que vão ali sem saber de nada, mas existem muitas pessoas que vão ali que são muito entendidas de igreja. >> Muito. E tem gente que estuda antes de ir, porque eu tô em em Moradas eu escutei isso. Eu fiz o meu dever de casa com esse com esse jeito. Olha, eu fiz o meu dever de casa, eu estudei sobre, me mostrou, abriu depois, né, do espetáculo, um doc que tinha feito com resumo, com os pontos principais que ele achava que deveria estar
na peça e que ele queria que tivesse, entendeu? Como o nosso coração se enche de satisfação quando presencia esse >> impressionante tudo que eu tive ali deu checkem tudinho. Então para você ver que tem as pessoas que também se aprofundam para dizer não, eu quero. >> É pessoas que sabem bem, né? A gente a gente tem também alguns benedictos de de passagens bíblicas como de Marta Maria, como como da Samaritana. As pessoas sabem de qual aquele evangelho, né? Elas já estudaram mil vezes aquele evangelho, mas naquele na na peça no no no musical tocou elas
de um jeito assim que elas Choram e se desmontam e e e são curadas pela história que elas já conhecem. Então não é só não é só para quem não conhece de maneira nenhuma, é para todos, sabe? Para todos que se abrem. >> Eu vou falar só mais um testemunho que também foi muito impactante para mim. Foi no da melhor parte, foi minha mãe. Minha mãe foi assistir, eh, conhecida e quase chateada pea melhor parte. a a a passagem, né, ali. E aí ela ficou muito emocionada no dia do espetáculo. O Espetáculo foi no meio
do ano, eu acho. >> Foi, eu acho que foi em julho, agosto. >> E aí ela ficou muito emocionada, muito emocionada, chorou muito, aquela coisa toda. Quando foi no Natal, tipo seis meses depois, a gente sempre faz um momento de oração ali. E aí ela testemunhou uma cura que ela teve naquele dia. E aí ela falou assim: "Eu entreguei o meu avental depois de 8 anos ali, eu entreguei o meu avental. Esse avental não me pertence mais. A Marta Ficou para trás e ela testemunhou isso seis meses depois que ela foi amadurecendo aquilo ali na
oração dela e no coração dela. Então para você ver que a coisa vai batendo, vai batendo. Se deixe e se abra. E Deus tem muito a falar para a sua vida através da arte e da inspiração do Espírito Santo. >> E uma coisa que é que é interessante, né, só para complementar, eh os benedicos eles se complementam e a gente nem imagina como, né? Eh, mas Deus Sempre vai confirmando. >> É, >> eh, de um pro próximo, ele cita o eh quando a gente tá estudando, ele cita o anterior. >> Eh, um vai complementando o
outro. existe um um uma didática muito importante entre um e outro, sabe? O é como se o espetáculo anterior preparasse pro próximo. >> Quando a gente foi estudar Teresa, primeira coisa que a gente nos primeiros Dias de estudo era Teresa citando Marta e Maria. >> A melhor parte a gente, meu Deus, é sério? Então a coisa vai realmente fluindo, vai sendo costurada. >> Uhum. Você falou do da edição de Marta Marissa, fazendo um parêntese rápido, a gente foi desafiado enquanto ministério de eventos a criar uma experiência sensorial. >> Ai, foi incrível. >> Que foi a
a o momento da passagem que Ela Maria lava os pés de Jesus com perfume. >> E a gente nesse momento a gente tinha que ser uma coisa sincronizada, né, no tempo certo para levar a essência do perfume pra plateia dentro do teatro. E a gente que fica ali nos bastidores, né, a gente se preocupou em fazer ali de forma sincrônica, mas quando fez foi prestar atenção nos participantes naquele momento. E as pessoas sentiam cheiro, outras começaram a chorar. Tô Toda arrepiada aqui. Porque de fato é uma coisa assim, é, é como se tivesse no céu.
Acho que a palavra certa foi essa. É como se você tivesse dentro do personagem lavando os pés de Jesus, sentindo cheiro de perfume, alando por dentro de ter. Você sabe que aquela essência ela ela é comercializada. Comercializada. É isso. >> Não, e existe ainda. Existe o fornecedor. Então eu pego várias vezes aquela essência com fornecedor. Eu amo Aquela essência. E assim, >> eu encomendo pr, é sério, encomendo pr minha casa. E aí acontece muito de a, eu lembro que depois de um tempão eu encomendei ano pass, esse foi ano final do ano passado, ou seja,
dois anos, tr anos depois já. E aí eu coloquei na minha casa, fiquei calada. Quando minha filha entrou em casa e fez: "Mãe, você tá sentindo o cheiro? do perfume de Maria e na mesma hora a gente sente o cheiro, a música já vem na cabeça para Ti, guardei o o que tenho de mais precioso m digo é um cheiro que tá atrás da música e traz a emoção do momento. Então toda vez que eu coloco o cheiro na minha casa, eu saio cantando para te guardei. >> E todo ano as pessoas perguntam: "Vai ter
cheiro esse ano? ficou marcado na memória. Então, para você ver inspiração, >> parece um um Mas como ficou até pelos sentidos a a a evangelização, a Experiência, né, ali. Então, incrível. >> Chega de spoiler. Se você quer assistir a nunca assistiu Benedictes, mas quer assistir pela primeira vez o apóstolo Paulo, porque me persegues a gente não vai dar mais spoiler, tá? A gente vai encerrar por aqui esse podcast. A gente falou de todas as edições anteriores, a gente falou da edição que vamos ter em maio, mas eu queria fazer uma pergunta de futuro pra gente
fechar esse bate-papo maravilhoso. Como vocês Imaginam o Beneditos daqui a 10 anos? Não faço ideia, meu irmão. >> Eu, olha, do jeito que o nosso instituto é, meu irmão, é o seguinte, hoje é, eu não sei, não sei, o nosso instituto, você sabe que as coisas acontecem na velocidade da luz e do dia pra noite, opa, >> nem me diga, irmã Lourdes, >> então, não é? Então, a gente, eu não, eu eu nem sei se eu ouso imaginar também não. >> Também não ouso imaginar. Meu sonho era a gente ter um teatro. Se é nosso
sonho, aí >> o sonho é outra coisa. O nosso teatro, é a nossa é a gente ter o nosso teatro. Mas eu não me atrevo a a fazer, né? >> A gente teve que montar um praticamente um rão ali da noite pro dia tá falando já num teatro. >> E se você falar em sonho, né, que a gente sonha no son >> sonhar juntos aqui. Sonhar. O que que Passa assim rápido na cabeça de vocês? O que que >> teatro nosso, nós sendo um >> um teatro em adoração. Sim, >> entendeu? Mas enfim, é realmente
um sonho, né, gente? É um sonho, >> mas se vocês quiserem botar em oração, >> imagina que sonho lindo se a gente tivesse o nosso teatro e acolhesse e fizesse a cultura crescer de maneira cristã e não precisasse assim tanto de de realmente depender mesmo, né, de Pauta, de enfim, é muito desafio. >> Vamos fechar esse momento com cinco perguntas rápidas, perguntas bate volta, tá? Para ruim nessas perguntas bate volta, >> ouvir a pergunta ou ouvir uma frase e responder com coração, certo? Ao mesmo tempo a gente responder. Vamos. >> Vamos ver. >> Uma uma
eu queria especificamente para Joãozinho. Então se você quiser fazer a primeira, se o Benet fosse uma música, Qual seria? >> Muito difícil. >> Que mandais fazer de mim? A ordem é tua, Senhor. Tua palavra não muda. >> Faz, canta o trechinho dela pra gente. >> Se ordenaste, ela se cumprirá. Sou vossa, sois meu fim. que mandais fazer de mim? Eis aqui meu coração. >> Que mais? >> Em tuas mãos, >> em tuas mãos o meu ser, minha alma. Eis Aqui minha afeição. Ó redentor, entregar-me eu vim. Que mandais fazer de mim. Sempre a gente tem
que voltar para o que ele quer, o que ele manda. E aí, às vezes a gente mesmo tá esperneando, tá tá diferente do que a gente imaginou, mas a gente sempre volta para o que ele manda, o que manda capaz. Fiquei um pouco emocionado. Qual santo você sente que ainda precisa ganhar palco? >> Eita, Rapaz, eu vou puxar a sardinha pro meu padrinho >> já. >> Fala com coração aí. Não, não, não há puxar pra mim também. >> Não há uma regra. Você pode falar pro meu pro meu padrinho Carlos Acutes. Eu queria fazer um
dinheiro, um musical bem moderno, >> eh, sobre ele, mas é isso aí, é uma vontade de Joãozinho, não sei se é vontade de Deus ainda, né? Eh, A gente tem tem um no coração que tá engavetado aí, que talvez seja o próximo, que eu não vou dar spoiler. Eh, você lembra qual é, né? Até o fundador mandou deixar na gaveta para para o próximo. Vamos ver se não vai mudar. Eh, mas eu acho eu acho que que alguns santos, eu eu gosto muito de de explorar a história dos apóstolos, sabe? Então, de de ver ali
um Felipe, de ver um Pedro, de ver um André, sabe? Eh, eu eu >> Lucas >> Lucas. Então, assim, eu eu sinto muito que a gente ainda vai entrar para mais apóstolos, sabe? É, eu tenho vontade, eu sempre disse que eu tinha vontade de trazer Nossa Senhora ou algo pela visão dela. Eh, mas também é uma coisa muito minha, minha mesmo. Antes dela ser minha madrinha, eu já dizia isso há muito tempo. Sempre, eu sempre tô ali, né? Não, senhora, senhora, mas também nunca Foi uma inspiração, é realmente do meu coração mesmo. >> Pensando, a
gente falou aqui do Benedis 10 anos pra frente, né? Quem sabe esses nomes no nos próximos 10 anos. Tem muito tempo para vir muita coisa. >> Complete a frase. O Beneditos existe porque Deus >> quer precisar >> dele. Então, Joãozinho, irmão Carla Cutes, >> que Deus mandou E a gente obediente de mim. >> Joãozinho. Essa pergunta bate volta é para você. >> Tudo começou com você. O Joãozinho que vai fazer o apóstolo Paulo falando pro Joãozinho lá de 2018 que fez João Bautista. >> Amém. >> O que é que João, o que é que Joãozinho
diz para o Joãozinho de hoje diz para o Joãozinho de 2018? Reze bem muito, >> reze mais, >> se fortaleça, que as coisas não vão ser fáceis daqui paraa frente, mas que não não perca a fé que Deus tá cuidando de tudo em todos os âmbitos da sua vida, inclusive nessa sua missão. E confie e vá-se embora. A gente teve a resposta, mais ou menos essa resposta dessa pergunta aí no primeiro momento de oração que a gente fez Benedicto desse ano com ele, que era Exatamente essa esse olhar, né, pro Joãozinho de antes e o
Joãozinho de hoje com a música Solteu, tu lembra? >> Uhum. Eh, e a perspectiva de que quem estava lá, o menino que não era, já era, velho, que lá de 2018 nem imaginava, eh, enfim, né, todos esses anos e e e tudo que a as os desafios que iam se apresentar, não só também na vida pastoral, mas também na vida individual, pessoal. E aí, eh, quando ele olha para ele, no momento da oração, a gente, ele Fez esse exercício, né, de olhar para trás, eh, e, e compreender ali os caminhos, né, >> mais ou menos.
Ainda vai compreender muito mais um dia. >> No meu coração me inquietou puxar uma outra pergunta para você. Posso? >> Vai. >> Olha, >> você falou aí do Joãozinho de 2018 e do Joãozinho de hoje falando pro Joãozinho de 2018. Se pudesse dizer em uma palavra O que mais mudou de 2018 para cá em Joãozinho, à frente do Benedito, rapaz. >> E Maria, tô castigando ele aí nas pernas, né? Tá, >> tô amando a rocha. >> Eu acho que que amadurecimento, né? Eu eu precisei aprender aprender a me calar muito, precisei aprender a a enxergar
em mim minhas temosas. Eh, uma coisa que é interessante, que eu que eu Que eu comparo, né, obviamente, pelo amor de Deus, guardadas as devidas proporções, mas eh como Deus inspira o meu coração, inspirou meu coração primeiro no Benedictos, então eu eu confio naquela inspiração que tá ali, eu vou passar uma inspiração pros outros. Eh, e sempre vem, mas isso não vai dar certo, não. Mas isso não se vê, mas Deus tá querendo daquele jeito, então tem que ser o teimoso, aquele, mas sempre tem alguém Que vai ter uma ideia melhor. Eh, aí eu enxerguei
que esse alguém era eu na vida do fundador. Eu sempre achava que eu tinha uma ideia melhor do que o fundador. Até até uma parede que ele queria pintar de tal cor e fazer: "Não, mas vai ficar feio, né? Eu eu tenho intimidade com fador, chegava lá com vai ficar feio. Tudo que ele fazia parece que eu tinha uma ideia melhor. O Beneditos começou a e desde o Início já foi uma lapada nas minhas costas para isso, sabe? De tipo assim, tá vendo, bichinho como é que é, como é que é? Obviamente guardar devidas proporções,
mas se coloca no lugar do fundador agora, porque Deus tá me colocando mais ou menos no lugar aí >> de quem é o guardião da vontade dele. Exatamente. Tá, tá, tá brotando de mim a inspiração. Então eu preciso fic muito importante para o meu processo de amadurecimento e de obediência, sabe? Na caminhada de entender que é para confiar no que quem Deus designou, para confiar na inspiração. E eu sou uma pessoa muito perfeccionista. Acho que é por isso que Deus me colocou para fazer paula esse ano. Eh, e deixar esse perfeccionismo para trás e as
coisas não vão acontecer do meu jeito e você tem que que controlar o seu temperamento e vamos embora. Porque lidar com 300 pessoas de uma vez para alguma coisa sair não é fácil. Então, precisei morrer Muito nesse nesse períbulo. >> Vou deixar você responder também. >> Gostei muito. >> A sério. >> Ai, meu Deus. Eu tava aplaudindo que é mesmo >> agora. Que é que mais mudou em Mariana da primeira até a a sexta edição que tá para ocorrer próximo mês? >> Eu acho que o que mais mudou é foi a maturidade espiritual também na
vida espiritual. Eh, e os coros que Engrossaram, >> porque eu era muito mini mini, quem me chama de dramático hoje não tem noção de como tudo era uma tragédia grega, entendeu? E aí, eh, a gente vai se colocando à prova de tantas maneiras e de um jeito que sempre me encantou, sempre me fez rezar muito, sempre foi muito caro para mim essa parte artística na minha vida, sempre foi uma coisa que nunca deixei de ter algum pezinho ali. E aí é quando você numa coisa que é cara a Você, você enfrenta resistência, enfrenta dificuldade, enfrenta,
ah, não é assim não. Ah, não sei o que. Porque é diferente de ser e, ah, eu tô aqui fazendo, escrevendo uma peça de direito penal, sei lá, e alguém diz: "É melhor isso, melhor aquilo". é uma coisa muito mais tranquila do que aquilo que você dis poxa, isso aqui eu amo, isso aqui eu entendo, isso aqui eu sei qual a inspiração. E aí eu, a gente precisa fica fica e eh passando por essas Resistências, né, exatamente no que mais é caro a você. E aí Deus vem quebrando. Primeiro porque não é meu, é dele,
né? E segundo porque o couro vai engrossando e você vai aguentando muito mais lapada. O couro vai engrossando, entendeu? você vai a a a e eu trago pra vida, não tô falando só de Beneditos em si, mas eh eh críticas me atingem de maneira muito menos intensa. Eh coisas ruins que acontecem, eu fico, sabe quem, o que por que eu tô presa Nesse sofrimento? Não, Mariana, para de lamber ferida. Segue. Então, quando você para para pensar, que eu tô parando para pensar esses essa perspectiva agora, eu me vejo nessa questão de de sair dessa lambeção
de ferida eterna que eu tendia a ser antigamente e tentando ainda, né, >> melhorar cada vez mais. Eh, e isso o Beneditos também contribuiu, né? Porque você vai engrossando o couro, você vai amadurecendo, você vai sabendo que não vai ser tudo perfeito, nem tudo vai, Todo mundo vai amar, porque eu sempre fui a pessoa que não tem, todo mundo tem que aprovar, não, todo mundo tá tá OK, tá tudo bem, tá tudo lindo, tá tudo perfeito. Não, gente, né, a vida não é um mar de rosas, então aos pouquinhos a gente vai sendo quebrada aí,
porque isso também no fundo, no fundo a gente chama de perfeccionismo, mas o fundo disso é vaidade. >> Vaidade, tudo é vaidade. >> Entendeu? Agora, pro pessoal que tá em Casa nos assistindo, qual o seu convite, seu recado final aí para Benedictos? Paulo, por me persegues >> Benedictos 2026, porque me persegues tá sensacional, gente. Eh, é um Benedicto que tá feito para tocar o coração, para você se identificar com o apóstolo Paulo. Tá sendo feito com muito amor, tá ficando muito lindo e vale a pena. Eu não, eu, eu, eu não gosto de dizer, venha
nos prestigiar, Porque eu quero que você venha porque é bom e não porque, porque eu quero a sua presença lá, porque é bom e vai ser importante pra sua vida. Bom, eu juro que é bom. >> E quem vai querer ir mais, quem vai querer ir de novo. Então, não perde essa oportunidade. Não perda essa oportunidade porque quantas quantas pessoas se arrependem, né? Depois que vem os os vídeos, vem na na internet as fotos e tudo mais, caramba, vai ter Outra sessão, vai teresse que era assim, se eu soubesse que era assim, né? Então venha,
venha, porque vale a pena e eu garanto que você não vai se arrepender. >> Tá, tá leve, tá bonito, né, de encher os olhos, tá significativo, tá emocionante, tá engraçado, tá bem legal, gente. Tá muito bom. Tem bolsa nova, tem >> tem rap, tem rap, >> tem música, tem um cavalo, tem cartas de Paulo, né? Então assim, >> é, as cartas estão personificadas, viu? As cartas são, >> é, >> são personagens, >> são personagens. Então, a gente, uma forma que a gente trouxe ali de trazer e eh que a gente pensou em trazer as cartas
de Paulo, elas ganharam cada uma um personagem. Cada uma não, né? Mas algumas é um personagem. Então, eh, vale a pena ali porque tá bem, tá bem Inusitado e divertido. >> Meus irmãos, muito obrigado, certo? Do fundo do meu coração, em nome do nosso instituto deeditina em adoração. A gente agradece demais pela entrega de vocês, pelo que vocês fazem de graça, com amor. A gente vê não só a vida de vocês, mas quantas vidas foram transformadas nesse projeto Beneditos. O meu meu coração está em júbulo. É só gratidão por essa obra que Deus plantou no
nosso instituto e ela vai se Perpetuando aí por muitos anos. Você que tá em casa, não perde essa oportunidade. Você que já foi, vai novamente. Você que nunca foi, chama família, chama parente, chama amigo, chama teu vizinho. Dias 15, 16 e 17 de maio no teatro Paulo Pontes. A venha de ingresso já tá quase esgotando na primeira sessão, né? Tá quase esgotando. Não deixa de ir. Não vai porque é um espetáculo bonito, vai porque você vai chegar lá e seu coração vai ser tocado. Paulo te espera, o Instituto Benedet te espera e a gente também
te espera lá. Um beijo no coração. Muito obrigado, irmã Luz. Muito obrigado, Carla. >> E é esse o nosso primeiro episódio do Event Cast. E até o próximo episódio com o próximo evento do nosso instituto em adoração. >> Tchau. Shalom, meus irmãos. เฮ