o Olá pessoal nesse texto nós vamos apresentar o texto de Michel colar que chama memória esquecimento silêncio de 1989 se isso começa com a situação de um risco obsbar que enfatiza os vários elementos que compõem uma memória pode ser uma paisagem para semana que de Tonico monumento as datas comemorativas personagens as tradições costumes folclore a música e até mesmo as tradições culinárias isso na página 3 os outros também a questão de negociação entre memória coletiva e memória individual em outras palavras no acesso a memória coletiva não toca memória individual ela fica uma moro em né
O que a se compõe a dona hora Curitiba de indivíduos esses indivíduos não fazem parte da memória coletiva a uma um problema Como diz meu chocolate né Logo em seguida na página quatro fala da junto a memória oficial ou até mesmo a memória Nacional nós temos a memória dos excluídos marginalizados das minorias histórias orais E aí ressaltou a a questão da memória subterrâneas né que faz oposição essa memória nacional Oi e aí vai dar um exemplo distância memórias em disputas Por que é junto essa memória oficial a também essas memórias as minorias e os excluídos
ou dos vencidos é E aí causa um problema então nem se desespere não ele vai dar 3 exemplos é o primeiro exemplo é sobre estarem com o título de pai dos pobres então gente sabe na Revolução Russa de 1917 que o estado em começou é tornou-se símbolo né da revolução socialista e junto essa memória Nacional né de revolução tem um outro lado também da moeda porque está lhe perseguia mandava matar esse por diante então o autor fala é um longo silêncio sobre as minorias não significa que ela foi esquecido simplesmente porque não tinha espaço para
crianças mortas só nasce a turma e mesmo com a abertura né Depois nos anos 80 e 90 da Rússia É para o capitalismo é essas memórias quase que não sim tinha As Memórias as minorias né de tudo que já foi feito da revolução e curta né socialista só que não se o povo essa memória Nacional ficou uma outra voz disso né das minorias excluídas e assim por diante é e o exemplo 2 filme Chocolate da na página cinco é sobre o sobrevivente dos campos de concentração então às vezes o silêncio é uma questão também até
terapêutica porque eu eu tenho trauma tão grande que as pessoas sentem é bebidas né relatar o que foi que aconteceu né então junto a memória da do nazismo né que houve na Alemanha é às vezes essas pessoas sobrevivem sem elas ficam em silêncio não porque não querem partilhar porque fui na questão também traumático e também a questão é de quem compunha também o campo de concentração que às vezes além dos Judeus tem as pessoas que eram sexuais as prostitutas né as pessoas excluídas Então você trazer à memória do campo de concentração significa também você reaver
as feridas também dessas as pessoas possuídas e muitos não estavam disposto a pagar o ignorava o passado né e o exemplo 3 que na página Cê acha que ele dá é os alsacianos e que foram recrutados à força os por exército alemão então na segunda guerra mundial eles eram capturados e juntado ao exército vermelho para que combater esse favor da Alemanha é só que aí muitos para a própria sobrevivência é tinha que ser desertores né abandonar o exército vermelho e É engraçado porque a própria Alemanha aqui por Sul São Associados a participar do exército depois
depois da guerra passou com um vítima né Ou seja é não foi ele que a Alemanha que recrutou mais furos os franceses ingleses que humilharam né então é E aí Alemanha quase que se exime da culpa né de ter feito isso com um bolo associando e o oceano por outro lado tem vergonha de falar que ai eu sou um diretor ou eu eu sou eu perdi a guerra né eu eu fugir da Guerra então esses três exemplos né ou na página oito ele vai atrapalhar o Michel pular que ele vai trabalhar algumas algumas noções né
então primeiro é a função do não-dito né bom então Por conseguinte esse lembranças de uns de outros algumas ondas de sombras de silêncio os do não gicos né as fronteiras de silêncios não diz com esquecimento definitivo e reprimido inconsciente não são evidentemente estanques e estou em perto deslocamento então ele faz uma questão de esquecer é você por exemplo renega zona do esquecimento e não mais lembrar e às vezes o silêncio não Significa esquecimento Às vezes o silêncio é pela ocasião não pode ser dito naquele momento mas posteriormente as próximas gerações vão relembrar disso é por
exemplo nós temos no Brasil a questão da ditadura né então e 64 era visto como uma revolução a gente sabe que foi um Gol né o acredita depois que se passa eles a ditadura é hoje né 2010 em diante nós fizemos a abertura dos arquivos bom então seja no momento Toda Toda tortura toda a questão da Tranquilidade que houve do que ditadura era relegado ao silêncio mas não esquecimento né e agora tá vindo à tona muitos relatos né muitas coisas então é uma coisa bem viva porque naquela época não se podia manifestar e hoje já
abertura esses arquivos né Isso é um exemplo depois o na página 9:00 o Michel colar que vai trabalhar questão do enquadramento da memória é impossível fazer uma memória Total neh junto em qualquer memória oficial de qualquer seja um país de um partido do sindicato do droga um religioso E aí chocolate fala que não é possível fazer enquadramentos né ou seja recortar a fazer partes e o que eu que da legitimi gente mais essa memória é enquadrada é justamente a cá a justificar então é um a junta os testemunhos individuais que são recolhidos pela história oral
é mais o historiador pode fazer ou as pessoas que trabalham com o memória pode fazer enquadramento e justificar essa memória médica oficial e tem junto esses discursos e organizados é o de grandes personagens né é a gente tem alguns objetos materiais que passamos no memso os arquivos museus e as biotecs isso na página 10 e 11 É com certeza interessante que ele paga aquele agora na página 11 é a questão do filme o testemunho documentário que às vezes pode ser um instrumento poderoso né de fazer um arranjo sucessivas de memória coletiva através da televisão e
da memória nacional E aí nós temos a questão na página triste mas tá são muito importantes Me chama lá que fala o seguinte o cenário do trabalho de enquadramento de seus agentes e seus traços materiais é uma chave e para estudar de cima para baixo como os remorsos Curitiba são construídas e penso construídas ou reconstruídas também o procedimento inverso Ou seja aquele que construiu uma esse texto oral parte de afirmar individuais para fazer aparecer os minis esse trabalho de enquadramento e ao mesmo tempo revelam um trabalho psicológico do indivíduo que tende a controlar as feridas
tem questões as contradições entre a imagem oficial do passado e as lembranças pessoais Oi e a questão do mal do passado ou seja ao tem que ver certo equilíbrio em sua memória em Curitiba eu moro individual na página 14 ele uma situação que que resumi isso que ele tá falando para certas vítimas de forma de forma questão social aquela que as partes de execuções de subir homens o silêncio além da acomodação e social poderia representar também uma recusa em deixar que a experiência do campo de concentração ou uma experiência de mente humana fosse integrado em
uma forma de qualquer memória enquadrado que que por princípio não escapa o trabalho definição de fronteiras sociais é como se sofrimento externo esses uma coragem uma memória muito geral a da humanidade uma memória que não dispõe nem porta-voz nem de pessoal departamento de quatro tô nesse tenso né começa sobre os elementos de memória e faz essa grande diferença entre silêncio e esquecimento E aí E aí