você para cá. Ah, então isso é >> né? Beleza. >> Todo mundo botou o celular aqui, gente. Som da interferência aí. Tem um iPhone >> iPhone. Não >> é teu iPhone? >> O meu é bom. >> Entre 14 e 15. Mas 14 escolher. Valeu, valeu. >> A gente até já sabe como é que funciona. Olá, gente. Boa tarde. Tudo bom? >> Boa tarde. >> Boa tarde. >> Sou o Henrique, ele é o Celson, especialista em iPhone. >> Hoje a gente vai participar aqui de uma pesquisa que a gente chama pesquisa qualitativa, tá? Explicar mais ou
menos para vocês, só para vocês terem noção. Normalmente todo mundo reclama que nunca participou de pesquisa. Ah, não acredito nesse resultado porque eu nunca fui entrevistado por uma pesquisa. Essa pesquisa que vocês normalmente reclamam que nunca foram entrevistados é uma pesquisa quantitativa. Por que que é uma pesquisa quantitativa? Normalmente o entrevistador vai abordar vocês na rua, um lugar que vocês estejam passando ou parados, com um questionário, com perguntas bem objetivas, né? Vocês vão responder direto, ele vai lá marcando. No final ele vai fazer um x número de entrevistas, essas entrevistas vão ser compiladas e vai
sair um resultado, um resultado quantificável. Dando exemplo, ah, qual é a sua cor preferida? Ah, um vai dizer azul, outro amarelo, outro rosa. Vai chegar no fim, nós vamos lá. Tantos por cento preferem azul, tantos por preferem rosa. E aquilo no final é uma quantificação. Essa é a quantitativa, é a que é mais comum, né? Não, >> o que nós vamos fazer é a qualitativa. >> Ela é diferente. Telefone >> mes tá desligado já. >> Só que botar em cima da obciar hoje é da qualitativa. Ela é diferente. Por quê? Porque a gente não tem
o objetivo de pegar números. a gente tem o objetivo de pegar informações de qualidade, informações qualificadas, por isso que o nome é qualitativo. Eu não quero saber se você gosta já assim de quantos gostam de amarelo ou de azul. Eu quero saber o por que gostam de amarelo azul. Quais os motivos que fazem gostar de amarelo, de azul, de rosa e não gostar de vermelho. O que que leva você a ter aquele pensamento? Então a gente vai, na verdade, nós vamos ter uma grande conversa aqui, é um debate que eu vou colocar situações aqui, vou
colocar informações e vou escutar a opinião de vocês sobre aquilo. Isso é a quitativa. Ah, gente, poxa, mas a minha opinião é é diferente da outra, não tem problema nenhum, não tem resposta errada aqui. Todas respostas são certas. Por quê? Porque é a forma de vocês pensarem. E aí a gente analisa a forma de vocês pensarem. Por que que você tem aquela opinião? Por que que você pensa desse jeito? Que que levou você a pensar dessa forma? Qual é a construção mental que fez você chegar nesse ponto? Então isso que pra gente é importante. Então
não fiquem acanhados. Ai pô, eu tô com opinião diferente da maioria. Maravilha. Só me diz o porque que você tem a sua opinião, porque eu vou escutar a opinião de todo mundo. Eu quero ouvir opinião de todo mundo. Então esse é o processo da pesquisa qualitativa. Essa então é muito mais difícil de acontecer. Se um dia alguém perguntar a vocês, ah, acredito em pesquisa, acredito participa qualitativa que é muito mais difícil do que ser abordado na rua. Já é difícil ser abordado na rua, não é tanto uma cidade grande como de Campos, né? Mas a
parte qualitativa ainda é mais difícil ainda porque é o universo mais restrito, né? A mesma coisa como uma empresa vai lançar um refrigerante, uma uma empresa vai lançar um produto novo, elas fazem muitas qualitativas para poder entender o gosto, textura, né, corte, tamanho, tudo isso passa por várias qualitativas. Então são passos que dentro da comunicação que a gente dá eh na busca de informação, tá bom? Vocês viram que tem dois captadores de som aqui, tá? dois microfones. Tem aqui uma câmerazinha, tá bom? Aviso sempre porque às vezes as pessoas não prestam atenção e aí às
vezes tá no meio da pesquisa, a pessoa olha e vê, tem uma câmera ali, tô sendo gravada, a pessoa desaparece da pesquisa, falta ela entrar debaixo da mesa só, né? Então a gente avisa. Tem a câmera aqui, fiquem tranquilos, relaxem, tá? Porque a gente usa. Para que que a gente usa? para não perder nenhuma informação. Antigamente, antes dessas facilidades da tecnologia, ficava uma pessoa anotando que todo mundo falava e obviamente não conseguia pegar tudo. Você vai perdendo informações. Muitas informações eram importantes. Hoje em dia, isso é um instrumento pra gente não perder informação, porque vai
se revisar na hora de compilar. Ah, pó, era isso aqui, ó. O o gancho tá aqui. Então isso aí facilita muito o nosso processo. Depois que é feito o trabalho, né, da compilação, automaticamente a gente deleta o material áudio e vídeo. Então vocês fiquem tranquilos que o rosto de vocês não vai aparecer em lugar nenhum. Tirando um fantástico >> não. Brincando. Ele não vai aparecer em lugar nenhum, tá? Fiquem muito tranquilos que é só uma forma nossa hoje em dia interna de trabalho para facilitar a vida de quem tá trabalhando na compilação de dados. Tá
bom? Eh, eu só vou pedir pra gente começar porque a dinâmica é o seguinte, eu coloco o tema e cada um vai falando a sua opinião de forma tranquila. Não tem maior um primeiro, segundo, terceiro, não. As pessoas vão falando naturalmente aquilo que pensam, né? Eh, mas às vezes uma pessoa fala muito pouco ou eu não entendia que eu queria entender mais, então eu vou perguntar especificamente, mas é normalmente é pouco, tá? Mas a gente sabe do nome poder perguntar a pessoa pelo nome. Então você é o >> André. >> André. >> Sabrina. >> Sabrina.
>> Ô X. >> Ô, >> Sabrina. Opa, >> Letícia. >> Tô achando que é porque ela ela na hora olhou. E você, >> você, >> Carla? >> Carla que eu tô sabendo. Travou duas vezes. >> Tanei. Taian. >> Gabriel >> Gabriel >> Sab >> Rosean. desnecessário. Quase sab, gente. Vamos lá começar o seguinte. Como é que é? Como é que é viver em Campos? >> Ah, eu gosto de morar em Campos. Eu gosto de morar na minha cidade. O bairro é muito bom. >> Eu gosto. >> Tem muitas pessoas que eu não gosto não, mas
eu gosto. >> Eu gosto do meu bairro. >> Qual bairro? >> Eu moro na terra prometida. Eu gosto de lá cão. Só que dá um cadinho de tiro só. Acho que para quem nasceu aqui, para quem nasceu, já se adaptou com a cidade, vai falar isso, mas se tiver oportunidade de conhecer outros horizontes, outras cidades com com oportunidades melhores, pode ser que pense diferente. >> Campos é uma cidade boa para se morar, mas empregabilidade que >> concordo eu sou campista, mas assim para mim no caso morar mesmo, eu tô sendo obrigada a morar aqui em
Campos, mas com gosto não. Mas você já morou em outros grades, >> então você faz uma comparação. Na verdade, isso >> eu acho que tudo aqui é muito difícil. >> É mais >> emprego, é tudo para você conseguir. Muitas coisas é tudo difícil. Saúde, >> transporte principalmente tá horrível. >> Tá tudo muito ruim, precário. É assim, eles estão fazendo tipo uma maquiagem, >> né? Tá, tá, tá bonito por fora, por dentro não tá péssimo. Tá péssimo. Verdade. Grande. >> Mas isso parte da gestão também é da gestão porque a gente vem numa sequência de líderes
políticos que foi defasando o o rendimento que nós tínhamos e não foi investido nessa idade. Porque se fosse investido na cidade, nós não estaríamos nessa prcriidade. Porque o que move a cidade é basicamente o funcionalismo público. aqueles que movem a cidade, porque a a prefeitura ela tem além do do que comporta de funcionários públicos e esse pessoal que recebe que movimento economia >> e isso a partir da gestão de Vladimir Garutim, porque na gestão anterior que foi a gestão de Rafael foi uma decepção pra cidade, >> né? Todo mundo criou expectativas, eu peguei um pouco
dessa gestão dele, pegou expectativas, mas na verdade foi uma decadência, só piorou o pouco que a cidade tinha. Ladmin entrou, ele já deu um levante na economia, fez parcerias com o governo estadual federal e melhorou um pouco a situação, portfolos de pagamentos, contos de pagamentos em dia, entendeu? Investiu em infraestrutura, bairro legal, >> todas as reí. >> Então vocês identificam problemas, né? Mas eh dentro desses problemas vocês conseguem enxergar soluções? >> De certa forma, sim. Mas aí é parte do poder público mesmo, da gestão, entendeu? Da visão da gestão, >> tá? Qual hoje vocês identificam
aqui para para levantar o debate? Qual é o principal problema da cidade? >> A saúde. >> Saúde. >> Saúde é transporte. >> Violência. >> A violência também tá muito grande, né? >> Verdade. >> Violência tá grande, mas em dizer em vistas cidades a gente ainda tá bem. >> É, a gente tá bem. Mas a violência sim tem o segurança presente, mas passou das 10 não tem mais segurança presente. >> Não tem segurança presente só até às 10 horas. >> Que tipo de violência é? Porque são tem violências diferentes, né? Tem a violência do assalto, >>
tem a violência do tráfico que acontece muito >> ehem em locais específicos. Às vezes você tem uma uma sensação de segurança num bairro que você não tem em outro. Em compensação sem num bairro você tem uma sensação do medo do assalto. Compensação no outro bairro não tem assalto, é outro medo. Então como é que é, como é que é isso? Eu acho difícil aqui em Campo não ter bairro que não tem assalto. >> Só condomínio fechado que não vai ter assalto. Mas o resto da cidade >> tem condomínio fechado também tem. >> Dentro das comunidades
tem assalto dentro das comunidades >> tem. >> Não, depende. Depende de lugar >> tem, mas não de quem mora lá. Sempre alguém de fora. >> É sempre alguém de mim. É sempre alguém de dentro. Sempre de fora não, de dentro mesmo. >> E na verdade só >> onde eu moro é sempre alguém de fora que vai lá e se acontecer também alguém ver. Claro que é >> sim. Eu moro lá no planto oito >> e foram o os os pipocos também que tá dando bairro ali assim no meu bairro mesmo. Essa semana foi praticamente semana
toda e eu não vi um pinceamento não >> que é uma briga >> depois que v aparece >> coisa que não tem aqui na película por exemplo >> ah aqui aumento do assalt >> aqui tem >> pessoas no vício na cidade >> acontece alguns históricos aí né algumas coisas aqui também na tel aqui na pelinha eu escuto falar muito de assalto >> não é porque a gente tá aqui né É, é morador de rua que ataca as pessoas na rua. De repente >> tem umas coisas assim também que acontec aqui. >> É morador de rua
que às vezes do nada, tipo, você tá passando, vem com faca. >> É, tem muito disso, muito. >> Essa semana mesmo eu me desviei de um de um morador de rua que veio para me dar uma cabeça, >> só que minha filha tava atrás de mim, pediu para ele abaixar. Na hora que ele fez eu peguei que pegar tinha os tentou pegar uma criança lá nois ali >> centro de campo tem muito viciado craque fica ali de baixo sinal tem uns que fic tá vendendo doce se você chega perto avança para atacar >> cada vez
mais >> o policiamento é só nessa região daqui né porque nos bairros não tem >> nos bairros não tem policiamento >> não tem >> é policiamento é para cá para área centralidade Um carro de polícia parado, você pensa que vai ficar ali todo o tempo, dá 20 minutos já não tão mais do nada e some. Se acontecer alguma coisa depois não tem nem como falar que ninguém vem, ninguém aparece, >> é só maquiagem. Como >> 20 minutos depois que a pessoa já morreu, já deu tiro, já foi saltar. >> Espera acontecer o pior para vir.
>> Transporte como é que é? >> Horrível. Péssimo. >> Pésimo. >> Tem que ir lá pra BR para pegar. Eu não faço de transporte público, mas eu vejo de bicicleta >> em lata de sardinha e quando passa, a hora que passa e olhe lá. É difícil >> e a distância também às vezes, né? Tipo para pegar o ônibus, às vezes o ônibus não >> lá onde eu moro em duas horas, quase isso. >> Pessoas que moram longe, trabalham aqui no centro. >> Hoje em dia você depender de transporte público aqui na cidade, você tá perdido.
>> Por isso que muita gente v também que é difícil, né? Que é um gasto maior, >> mas é a opção que tem. O o Uber, né? Aplicativo tem dinheiro você contar que tem algum lugar que não dá nem passagem, né? Para quem pega, >> mas essa questão da do do transporte, do deslocamento verde, que é bicicleta ou motorizada ou não, >> tá caindo no hábito das pessoas. Essa essa >> muito mais muito mais >> que facilita, né? Mas tá ficando bem perigoso também, >> ainda mais depois da da queda da ponte lá que houve
o problema, que aquela ponte ali é onde as pessoas que faziam uso desses meios de transporte, né, transitavam. Agora eu tenho que competir basicamente com caminhão, com ônibus em outras pontes. Ali >> para essas pessoas ficou pior. >> Para quem é de Guarujar pro lado de papá? >> Sim. >> Melhor então começar a usar bicicleta, moto. >> Melhor, mas mesmo assim mesmo. >> Depois que ela tá parada, piorou o trânsito. >> Piorou tudo. >> Engarrafou tudo. >> O movimento de bicicleta de motos era livre. É aumento de acidente também, né? >> Porque ficamos muito disposto.
>> Questão de lazer, como é que é? Então, >> poucos. >> Eu sei. >> Depende, >> depende. >> Fala, fala para mim que que tem, o que que não tem. Poiar. Se for lazer assim noturno, gosto de ir num restaurante, num barzinho mais familiar, que tem bastante opção. Agora, se for pra criança, >> só tem, nem sei se funciona a cidade da criança, mas >> ou no shopping pago de mais, >> já teve mais. >> Promove a fundação cultural, ela promove alguns eventos, >> promove alguns eventos. É um pagode que tem lá lá, é um
pagode que tem na praça, fez um evento no teatro. Então assim, varia muito do gosto da pessoa. Se for a questão de pontos comerciais tem muito, >> mas para criança eu quase não vejo falar de muita coisa. >> Mas pracinhas, coisas >> é essas pracinas que a prefeitura fez. Verdade é essa maioriaent >> a grande maioria a atual a gestão anterior gestão anterior de Vladimir porque agora outro ele reformou muitas praças, botou muitos muitos, né, muitos partes, muitas coisas, porém a segurança também não permite que você vá com seus filhos para poder sair de um
bairro outro para ir à pode ter até algumas coisas, porém >> às vezes fica perigoso pelo lugar que você mora. Às vezes você mora num lugar e você não pode ir no outro só porque você more. >> Ou você tá lá na praça ou nem outro de outro lugar, dá um tiro da você não tem nada a ver com isso, mas depende às vezes da violência que tá acontecendo naquele local >> fica perigoso. >> Como aconteceu a semana passada um rapaz faleceu que tava na boate simplesmente porque ele morava em outro >> como o autista
também não sei se vocês viram um garoto novo, né? Foi para um bairro não tinha nada a ver e mataram o menino. O autista não tinha nada a ver. Ele só tava no bairro errado. >> Ele morava morava. >> É tudo motivado por essa questão de tráfego, né? >> Uma coisa que gestão nenhuma melhorou foi essa questão da segurança pública. >> Mesmo mesmo esse negócio de polícia presente, é porque a segurança pública entre aspas, a gente sabe, não é da prefeitura, né? É uma gestão do estado, né? A prefeitura pode ajudar criando uma guarda municipal
ativa, né? com como com eh com a com essa nova legislação, que é a possibilidade agora da guarda de poder fazer, >> né, um policiamento, porque antigamente era só patrimonial, né? Guarda municipal era só patrimonial, guardava prédio público, não sei quê, mas não tinha ação mais, agora pode fazer isso, mas tem que passar pelas câmaras municipais, mas é uma gestão de estado, né? Então é mais difícil. Às vezes o estado não tem um olho, principalmente fala do Rio de Janeiro, você olha muito pra capital e Campos não tá colado na capital, né? Não tá na
região metropolitana, não tá ali. Então tá, como tá afastado, deve ter mais dificuldade um plano de segurança aqui mesmo, né? Ele se baseia mais na área central. >> Sim, >> entendeu? Nos bairros passa um carro, passa outro, mas a central aqui você até fica mais seguro. Determinado horário. Agora os bairros cada um por si. É verdade. >> Faz o seguinte, vamos passar uma folhinha. Falei simples, tá? Só marcar X, uma questãozinha, né? um um uma resposta só por questão. Так. marcar uma >> só que a gente colocou vários problemas identificar que é aquilo que te
dói Vamos lá. Eh, a gente tá falando de gestão pública, né? Eh, o prefeito atual, quem é? Frederico. >> Federico o nome >> Frederico. >> Como é que é? um cara popular, nem sei, >> nem conhecia até ele visão. >> Ele ficava a margem do prefeito que estava vigente. >> Ah, entendi. >> Eu conheci ele através do prefito. >> Na verdade, ele é o vice-prefeito e assumiu na descompatibilização do do prefeito. Então, o prefeito que vocês tiveram mais contato era o >> Vladimir. Ok. Como é que era o Vladimir? Como é que é o Vladimir?
>> Popular. >> É popular. >> Popular. por muito, tem uma minoria, como toda a gestão tem, era contra, né, os adversários políticos, mas em suo que ele veio melhorando na cidade, né, a gente com assim que a gente conhecia mais a família dele, né, pai, mãe, mas a gente >> a ele é o ele é o o filho da >> filho da rosinha do garotinho. >> Aí com tudo ele vem fazendo pela cidade, a gente f conhecendo ele, a pessoa que ele é, né? >> Sim. Mas eu digo para você que que ele foi um
bom prefeito >> e ele é ele é acessível, digamos assim. Ele é uma pessoa que >> Sim. >> Porque também uma coisa ser popular que já é uma uma característica e outra coisa ser acessível. As pessoas conseguem falar com ele, >> ele ele gosta de estar no meio do povo, >> é >> se comunicar com as pessoas gosta >> diferente de outros. muit ningém nem viu. >> Uma gestão que eu não cheguei a pegar muito foi de Arnaldo, né? Faleci da Arnaldo. Arnaldo também do melhores >> prefeitos. Você não viveu, mas tem referência de dele
ter sido um bom prefeito. >> Melhor prefeito de ter. >> Sim. Essa questão, querendo ou não, a gente sempre vai falar nisso, essa questão da do Vladimir ser filho, né, do Garotinho e da Rosinha, né, que já foram prefeitos aqui, que já foram governadores do estado. Hoje com todo o tempo, com as coisas boas e ruins que isso traz. Pro Vladimir, foi positivo ter o sobrenome do garotinho? Justamente por isso que ele conseguiu ser prefeito de Campos na bagagem do pai e da mãe. >> Entendi. >> Mais da mãe, né? >> Mais da mãe. É,
>> porque ele vem em seguida dela, né? Ela saiu, ele entrou. Ah, >> era prefeito. É, é igual. Não, não, não é G. Ela saiu e ele veio depois. Veio depois. >> Depois >> depois da gente chame Rafael Diniz. >> Depois Rafael que ele veio depois Rafael. >> Rafael Dinis. Então é o antecessor dele do Vladimir isso. >> E como é que foi esse governo? >> Foi horrível. >> Péssimo. >> Não tem muito o que falar, só dizer mesmo que foi >> pensa. Pensa em uma cidade que não tem prefeito. >> Na verdade ele lançou
expectativas como todo a maioria dos políticos fazem. E na verdade ele não fez nem mínimo. >> Ele tirou o mínimo que tinha acabou, entendeu? tinha um perfil diferente do lado de de perfil de nem como. É, não tem nem como a gente falar que >> a gente não tem acessibilidade. A gente só conheceu ele antes da campanha pelas propagandas >> depois que ele sumiu >> justamente >> acabou a campanha enfiou no buraco, só voltou. >> Acho que essa cidade tá com caos, né? á aqui >> os funcionários da prefeitura com 15 folhas de pagamento. >>
Pagamento todos os postes fechados maioria quando entrou ele botou as 15 for de pagamento em dia >> todo acabado e fechou o posto de saúde a gente não é uma pergunta que eu tenho que fazer para vocês daqui mesmo. Não tem jeito. Tudo bem que a gente sabe que o mas a gente trabalha com comunicação sabe que marketing é muito importante. Mas como é que a população elege uma pessoa assim que >> tipo assim, foi uma mentira? O cara prometeu fez, >> eu acho que assim como todo político, ele pegou e soube fazer o marketing
depois que ele conseguiu o que ele queria, que era se eleger, ele sumiu. >> Vendeu uma proposta falsa, >> entendeu? >> E a retaguarda quem apoiava tô falando, a gente nisso, a gente não pode culpar a população, porque a população não apoia oficialmente, mas grupos políticos apoiam. Sim, >> essa galera que tava com ele não não tinha um um laço na cidade. >> Então a gente não tem, eu particularmente eu não tenho feedback dessa galera porque todo mundo sumiu. >> É, não tem uma para >> se enfiou na prefeitura, trancou, acabou. A gente não viu,
mais >> não tem nada pr pra gente falar. >> Tinham críticas, mas não é que nem hoje que um partido se defende, o outro ataca, não é que nem hoje porque a comunicação antes não é igual hoje, entendeu? Mas eh ele simplesmente não falava nada, não se defendiam de nada, não atacava nada, simplesmente sumia. Aí você fala da comparação, eh, a comparação de Vladimir com Rafael foi que Vladimir ele teve acesso a alguns recursos do estado justamente porque ele tinha o pai garotinho, a Clarissa, que é irmã, que também é é candidata também, e a
mãe. Então, ele conseguiu esse recurso. Rafael já não tinha quem pudesse dar esse recurso para ele, porém ele também não procurou fazer por onde? Então essa diferença. Vladimir teve um caminho que ele pôde conseguir. Agora o Rafael Diniz ele não teve mas também não procurou não foi lá. Como Vladimir muitas vezes mostrava que ele tá em Brasília, tá pedindo isso, tá pedindo aquilo. Então muitas vezes a gente vi na rede social. >> Pessoas conseguem identificar movimentações do Vladimir, conseguiram identificar movimentações dele correndo toda viagem postava rede social, falava aqui em Brasília procura, usa bem as
mídias. O Vladimir se comunica pela >> praticamente 24 horas a gente vê ele. >> Ele é um bom marqueteiro também. >> É. Isso é bom, porque querendo ou não, hoje é o dia que as pessoas, a forma que as pessoas se comunicam, né? >> Verdade. >> Esse corpo a fob da política acabou. >> Acabou. >> É rede social. >> Rede social. E aí as pessoas vendo o que ele tá fazendo, dá para acompanhar também, né? >> E até tem uma cobrança também melhor, né? Porque você >> consegue ter acesso e vocês dizem que >> esperamos
que que esse prefeito que ele colocou, né? Não, assim, não apaga o brilho dele também, porque >> ele fez um bom trabalho para chegar eh postar, né? toda a confiança desse vício e depois ele fazendo. >> Nossa receio é quem vai vir após essa gestão. >> É >> sim. >> Se vai ter eh >> um ano e meio aí, >> né? Ainda tem um ano e meio de gestão. >> Então o vice ele tá pegando uma sobra que vai deixar. >> Sim. >> Então após essa gestão >> se continuar bem pode ser eleito. >> Isso
aí já tá cadeira facilita, né? Pode sair na mão de outro. >> É, >> e assim em mente só vejo ninguém assim em mente que venha para poder ser candidato. Não ouvi ainda. >> É isso que perguntar. Você puxou esse esse esse >> hoje. Quem era o adversário? Não posso falar do prefeito que ele tá entrando agora, pelo que vocês falaram ainda é um cara novo que pouca gente conhece. >> Seria o adversário do Vladimir, no caso? Quem quem é o oposição? Caio Viano. >> Caio Viano, >> filho do Arnal Viano. >> Arnal Viano é
aquele que você falou que foi um bom prefeito lá atrás. >> Ou ou quem competiu com ele também, que foi essa delegada. >> É Madele, >> Madele. Acho que ela não tem chance. >> É para ela política. Ela >> se ela não, mas se ela viesse era uma candidata forte. >> Só para eu entender, tá fácil. Então o último candidato que disputou foi Madalen, foi quem disputou com o Vladimir >> na eleição. E o Caiana também. E o ah, o Cai também disputou. Fomos os três que disputaram a eleição. >> E quem ficou em segundo?
>> A Madena. >> A Madeleia. Então teve um desempenho melhor. E por que que você acha que ela, você falou, por que que você acha que ela verdade que ela veio apoiado pelo grupo Barcel? É, >> então foi uma briga política e família Garotinho. Então ela teve toda a banca que ela precisava para poder bater de frente com a família Garotinho, mas a família vacelá não conseguiu que adquiriam, que era este o governo do Garotinho e da família. E agora, pelo que a gente sabe a família vacilá tá numa situação pior do que estava quando
quando disputou e perdeu. Investimento que ela tinha seria desse grupo político. Eu não acredito que ela venha numa próxima eleição como candidato. Entendi. >> Não eram questões assim eh para o povo, eram questões assim eh de família. >> Era uma briga era uma briga interna, >> política, mas de família. >> E e nisso Vladimir foi apoiado pela gestão no caso, né? pela população em si, ficou dividida, porque na verdade como toda campanha, como toda política, a gente vê que rola muito dinheiro. >> Campanha hoje em dia, voto honesto você raramente você vai ter, você tem
votos comprados. >> É, você tem do que você trabalhou. Se você trabalhou, você tem um voto ali que você conquistou porque trabalhou naquilo, mas o resto que não recebeu o trabalho fica naquela plano de voo. Verad e Vladimir foi bem, então ganhou da Mandelene e ganhou do Caio. E hoje a Mandalene entre aspas fora do jogo, sobrou o Caio >> para ser, entre aspas um contraponto ao Frederico, se for no caso. >> Sim, >> entendi. Eh, o vídeo, botar um vídeo para vocês assistirem, a gente vai falar sobre esse vídeo. Fal, só pedir para você
um pouquinho para cá porque >> Ah, é, ficou projetor travou aqui, mas a internet aqui não tá girando. Todo mundo consegue enxergar aqui? Ah, você >> dá >> min internet tá ruim. >> Internet aqui é ruim. Eu sempre tive o sonho de ser prefeito de Campos e em 2020, sobre as bênçãos de Deus, o povo me deu essa oportunidade. Eu lembro que quando assumi a prefeitura, nem salário a prefeitura pagava aos funcionários, não tinha rede de proteção social nenhuma, não tinha obra de infraestrutura acontecendo e a gente conseguiu dar a volta por cima. Fiz um
bom trabalho. Eu sempre tive o sonho de ser votos porque 193.000 1 votos, porque eu fiz um trabalho que agradou a maioria e o povo assim reconheceu. Mas eu agora entendo que eu preciso dar um novo passo na minha trajetória, porque por mais que a gente queira realizar, queira fazer mais, a prefeitura sozinha não consegue fazer por dificuldade financeira, dificuldade orçamentária, nunca tem dinheiro para fazer tudo. Se não tiver apoio estadual e apoio federal, a cidade de campo sozinha não consegue realizar aquilo que é necessário, que é preciso e que o povo também precisa. Então
eu tô me colocando como candidato a deputado federal. O meu vice-prefeito Frederico, agora é o prefeito, vai dar continuidade a tudo aquilo que a gente começou. Por óbvio, ele é diferente de mim, é uma pessoa diferente, mas ele vai dar continuidade àquilo que a gente começou. E eu, se o povo assim entender, vou ser deputado federal para ajudar campos de uma maneira diferente, conseguindo mais recurso, destravando projetos importantes em Brasília para que Campos possa crescer, possa avançar e possa fazer aquilo que a população espera. Isso não se trata de deixar a cidade ou de não
viver a cidade, até porque eu vou continuar morando em Campos. Se trata agora de ajudar a cidade de uma outra forma para fazer aquilo que a prefeitura não consegue fazer sozinha. Muito bem. >> Obrigado. >> Vocês acham que era é isso que que ele deveria fazer? >> Sim. >> Sim. >> Que ele ajudou a assim como ele ajudou na prefeitura, né? Como federal, ele vai ajudar muito mais. >> Se ele seguir essa linha de liderança que ele fez na prefeitura, com certeza a gente vai alcançar maiores coisas com ele como doc. Acho que perguntar assim,
Campos, tem deputado federal hoje? Vocês conhecem alguém ou alguém se coloca lá? Sou sou deputado federal de >> Tem um candidato que tá vindo aí, eu não sei se ouviu falar que é o Víor Júnior que já teve em campos, >> mas é candidato, não é? >> Ele na verdade ele é deputado em Niterói. >> Ah, tá. Ele tá vindo agora com ele tá vindo agora como federal. >> Tá. Mas ele é de Niterói. >> Niterói, mas ele é de Campos. Ah, ele é nascido em Campos, radicado em Niterói. Entendi. Mas vocês não tem hoje
que vocês saibam nenhum cara que é de Campos mesmo, cara que é daquência referência como deputado federal? >> Não, não. >> Estadual. Vocês têm alguma referência? >> Eu não. >> Eu não. Eu não. >> Tá. Então essa essa linha que o Vladimir diz que é realmente importante trazer recursos não só de de verba da prefeitura, trazer verba federal, verba estadual, é importante ter, né, ter gente da cidade para poder trazer. >> Na verdade tinha recentemente, né, o Thiago Rangel, ele é deputado, mas veio uma tá com probleminha aí, veio não. Então veio essas intercorrências aí,
mas ele >> ele era estadual, não era isso? E devido essa questão dele aí, eu acho que é da mesma chapa. Quem vem também como candidato em campos, não sei se ouv falar, é o Magal, vai vir como candidato na eleição passada, não como vereador não ganhou, >> mas parece que ele vem como estado anual. >> Entendi. >> É, o Vladimir conseguiu explicar isso bem nesse vídeo? Qualquer pessoa entende que ele falou? tá bem popular. >> Isso que eu perguntar, é exatamente isso, porque às vezes a pessoa, vocês falaram, ele usa bem, ele usa muito
a internet, né? Eh, às vezes as pessoas querem explicar, mas floreiam demais o negócio, usam palavras mais difíceis. Quem precisa entender às vezes não entende, né? Então, vocês acham que ele foi >> conseguiu dar o recado de forma limpa? Claro. Objetivo. Objetivo. >> Outra pergunta que eu tenho. Querendo ou não, ele é filho de garotinho e de rosinha. Isso de uma forma geral facilita ou pode dificultar? >> Facilita. >> Facilita. >> Facilita. Mas eu acho que com toda essa gestão dele, ele já tá deixando um pouco os pais para trás. >> É, mas agora acho
que ele tá conseguindo deixar o legado dele, né? Assim, >> mas eu acho que para quem não é de Campos não conhece, entendeu? Até porque ele vai vir para deputado federal, então quem é de não é de Campos não vai conhecer, >> vai entender >> e não vai entender. Então pode ser, na minha visão, pode ser que isso atrapalhe >> em algumas é em algumas em alguns lugares, em algum determinado em alguns lugares e dificulta em outros. Sim, pode ser que sim. >> Para nós campos aqui que já conhecemos ele, >> não, eu já não
consigo mais remeter rosinha garotinha para mim. É, você já >> é, mas é, já fez a gestão dele, consegu separar. Agora para quem são de outros locais, Vladimir Garotinho, Razer >> Entendeu, entendi. Mas hoje vocês conseguem já diferenciar isso? Ele tem personalidade? >> Eu quando vejo, quando vi ele não lembrava mais de Razinha Garotinho. Eu vi ou Vladimir, prefeito, entendeu? Teve um grupo, acho que não foi o último, não foi outro, teve uma menina que que levantou um negócio que até é bom que eu pergunto para vocês, que teve um um tempo atrás, ano passado,
que ele teve um problema com desentendimento com o garotinho. redes sociais era o que parecia realmente ele ter um desentendimento com o pai e sobre o pai discordar de algumas decisões dele >> dele ter saído. >> O pai dele aparentemente discordava de algumas decisões dele e ele manteve a decisão dele firme, não se o pai. Era isso que aparentava ser pode ser isso que leve você ou você de uma forma geral identificar que ele é uma personalidade diferente. >> Então eu eu personalidade diferente. Sim. Porém, a mídia, ela mostra aquilo que ela quer. >> Verdade.
>> A gente não sabe de fato o que aconteceu. >> Às vezes, como toda a família tem seus atritos e a mídia aproveita disso e engaja alguma coisa que ela quer que a população acredite, >> entendeu? Como o marque da campanha do Rafael Diniz. A gente acreditou em algo, mas não era aquilo. Então, mesma coisa, pode ser da família do da atrito dele com o pai. Uhum. >> Era uma coisa, porém a mídia queria já para talvez difamar ele ou fazer uma estratégia de marketing mostrar que era uma coisa que não é, tá brigado com
o pai, tá brigado com a mãe, etc. >> Mas isso de alguma forma trouxe, pelo que eu entendo, benefício positivo. >> Sim, >> porque mostrou uma autonomia, entre aspas, daquele negócio que ele não é >> controlado. >> Controlado, >> sim. >> Pode ter dado para ele uma, pelo menos pra população de uma forma geral, uma assinha. Pelo menos ele tá fazendo o que é da cabeça dele. Não é não é não é um boneco, não é, não é simplesmente um, né, um boneco mandado pelo pai, né? Pode pode trazer essa. >> Ele teve posicionamento dele.
Para mim, ele teve posicionamento dele, indiferente da opinião do pai. Sim. >> Teve posicionamento como prefeito, pai, pai, família, prefeito, né? >> Ele tem uma irmã também na política. >> Clarissa. Clarissa, como é que ela é garotinho. >> Clarissa Garotinho, como é que ela é aqui na cidade? Era participativa como ele nem eu nunca vi ela aqui. >> Eu só vi ela mesmo na candidatura dele. >> Eu sei porque é da família. >> Teve que pelo nome. >> É pelo nome porque aqui nunca vi. Éilmente. Se você falar, se você tocar o nome Vladimir, todo
mundo vai saber que é Vladimir Garotinho. Mas se você falar Clarice, não tem >> se eu falar só Vladimir, todo mundo sabe quem é. Se eu falar só Clarissa, não sabe quem é. Entendi. >> Então ela não é não é um personagem >> importante na política aqui, pelo menos. Entendi. Nessa questão que a gente voltar nessa questão do assim do grupo do grupo antagonista, né? principalmente do pessoal que agora tá mal, entre aspas, faz essas situações todas aí, né, de polícia, de esse esse grupo que é Bacelar, né, e esse outro rapaz, né, eram pessoas
importantes na estrutura do governo estado, né, Cláudio Saudade, desculpa, gente, >> foi eram pessoas que a gente vê que eram importantes na estrutura do governo do estado e eram muito próximos ao Cláudio Castro, >> ativo também em campos. >> Isso que eu ia perguntar, como é que era isso? Se eram se eram assim opositores ao Vladimir, como é que era essa relação do de Campos com o governo do estado? Porque os caras eram muito próximos ao governador. >> Bom, eles eram eles eram não são bastante conhecidos campos também, assim como Vladimir. Se falar Rodrigo Bal,
todo mundo vai saber quem é. Se falar Thiago Rangel, todo mundo também vai já associar e saber quem é. Pelo menos a maioria. Hum. Talvez não tão popular como Vladimir, mas >> mas como é que ficava isso >> nessa época em que eles estavam >> assim como >> controlamento da >> chegava coisa do estado para cá não chegava >> chegava chegava me conseguia porém eh o a o esqueci o nome do do >> do bacelar ele dizia que foi por conta dele que chegava >> entendeu chegava, chegava. Aí Vasia lá, pedia as verbas, vinha, ele
pegava o gancho dizendo que veio por conta dele, >> entendeu? Então tinha essa essa questão da richa política, >> mas em contrapartida tinha hora que eles estavam juntos, tinha hora que eles estavam como toda a política tem, >> entendeu? >> Quando é conveniente. >> Entendi, entendi. >> Vladimir, hoje pensando um negócio aqui agora. Eh, imagina é o seguinte, óbvio, vocês são de Campos, vocês conhecem isso, né? Tenho relação de Campos, mas paraa gente que não é de Campos, eh, um governador sendo eleito, sendo sendo uma cria de um lugar que não é a capital, já
causa uma estranheza, >> né? que normalmente os governadores normalmente são políticos formados nas capitais dos seus estados. >> Uma outra coisa, né, mas a maioria é até porque facilita. na capital é sempre maior, tem mais gente. O político radicado na capital, ele tem, né, um a possibilidade de um sufrágio maior. Mas Campos, querendo ou não, fez dois governadores, que isso é não é comum. Vladimir tá num caminho de ter tido dois mandatos de prefeito. Tá vindo candidato a deputado federal com chance. Vocês acreditam que tem a chance de entrar? Com certeza, >> né? Com chance
de entrar. >> Se fizer um bom mandato de deputado federal, será que Vladimir se cacifa a disputar uma eleição de governador? >> Sim, com certeza. Eu acredito que tem grandosa probabilidade. >> Eu acredito. >> Vocês conseguem enxergar Víci vindo >> numa outra oportunidade de candidato a governador? Eu acho que é, na minha visão, acho que como ele vai entrar para deputado federal, se ele não souber, eh, eu acredito que ele vai saber, porque ele usa bastante as redes sociais dele, mas a popularidade dele vai cair aqui, assim como vai entrar outro candidato e pode ser
que faça uma popularidade maior. Acredito que vai cair e ele pode ter a chance reduzida de ser governador até por conta da oposição. Mas se isso é um bom mandato, trazendo coisas para cá e o prefeito, se ele souber trazer essas, né, e o prefeito for do grupo dele ainda, né? E e >> eu acredito que a gestão dele vai pensar em Campos >> também. Acho >> a gestão dele vai pensar em Campos, que basicamente foi aqui que se ele seguisse a além de raciocínio que ele teve, né, na como prefeito, >> ele vai pensar
na cidade, vai trazer recurso para cá, porque a cidade em si, ela elege qualquer deputado, qualquer federal, cidadã, ela elege por si só. Então >> é tamanho, né? A população é uma população que consegue eleger um deputado federal. Campos é a maior cidade do estado do Rio de Janeiro. Então a gente tem que ter isso em mente. Campos é muito grande. Se a gente quiser, se a gente tiver um candidato que seja realmente bom e forte, a gente consegue colocar. É >> por isso que é estranho não ter >> hoje em dia uma referência. Como
todo mundo não tem uma visão de um, ele tá vindo como candidato, eu acho que ele é o único que vai >> demandar os mal, né? Todo mundo, né? Nesse nesse sentido. >> Foros vão ser comprados. Vocês imaginam três três governadores saindo de campos. Normalmente é uma coisa assim >> e a cidade continua que tá. >> Porque aí as os prefeitos precisam também est com link, né? >> Porque se tiver alinhados o negócio se tiver alinhado o negócio é muito difícil. Verdade. É folhinha para eles. Tem três. Então é uma só. Não é são três
folhinhas para vocês. Mas é simples também. >> Como foi a primeira? mais rápido que Quem já pre pode Obrigado. Obrigado. >> Mais um ainda >> tem mais duas. Mas errado. M. Agora vamos Ча. Foi >> uma bateria de provas aí. O que que poderia atrapalhar essa eleição do Vladimir? querer atrapalhar >> algum escândalo na campanha dele mais >> probabilidade administrativa >> ou se alguém do grupo lá se levantasse com mais força também >> que agora sim >> pouco tempo para isso que agora sim pouco tempo >> mas a gente sabe que dinheiro movimenta tudo >>
mas eu acho que maior provável maior provável dele não conseguir candidatura poderia ser por >> probabilidade administrativa também, >> que também nessa altura do campeonato é mais difícil, né? Porque os entre aspas, os escândalos já estouraram, né? Assim, a gente tem um prazo aí para esses escând para esses escândalos de de política. Eu acho que já foram colocados aí na mesa, agora tá na hora da população digerindo, né? A maioria tem eh mente fraca, eh esquece das coisas muito rápido. >> Eles levantam a pauta, né, para para tentar derrubar o Vladimir, a candidatura dele que
ele fez no passado, né, quando ele tá na prefeitura, que eu acho que isso aí é pouco. Não foi tanto para destruir, uma coisa muito grande >> e também acho que são atos isolados pelo tanto que ele fez. >> Entendi. >> Então a gente tem que botar na balança também, né? como um escândalo por tantas, >> por tanto que esse escândalo que ele fez assim que aconteceu na discussão dele o adversário dele assim não abalou tanto como não abolou assim, >> mas teve teve alguma coisa específica >> não que é uma questão é mais achar
que ele no caso roubado todo mundo rouba >> é não, o negócio é >> saber roubaró não, o negócio é o seguinte, na política todo mundo, todo político chamar de ladrão. sendo ou não pontos negativos mais >> é tipo assim, cara que entra na polí a gente >> cara que entra na política, ele tem que entrar sabendo o seguinte, >> quem não gosta de mim vai dizer que eu tô roubando, mesmo se eu não f roubando, vai dizer que eu tô roubando. >> O problema eu nunca falo isso porque eu realmente não tenho como provar,
entendeu? Eu não tenho como pegar e falar fulano robô, fulano. >> Eu não, não tenho como provar, eu não tenho prova sobre isso. Então não posso afirmar que candidato A é ladrão e o candidato B é ladrão. Não posso falar um consenso. >> As provas a gente não pode ver, mas a gente pode ver na nas atitudes e no que a mídia mostra. >> Entendeu? Investimento em campanha, investimento em obra foi X, mas não foi isso com a obra. Então tudo fica lá no site pra população poder ver. Ah, foi investido tanto em obra, mas
não chegou tanto isso. Então só não procura ver quem não quer, que é acessível as contas públicas. >> Mas nesse momento pro Vladimir, isso parece que não é um problema, não vai ser um problema imediato. No momento não tem impedimento. Acredito que não tem impedimento. Beleza, se surgir vai ser uma poeira porque não tem outra em vista, entendeu? Não tem outro candidato aqui. >> Isso é fichinho, como isso é fichinho para ele, porque pelo que ele já fez, né, assim, a população, a maioria tá com ele. >> Os pais eram cois pior, conseguiram tantas campanhas,
tantas coisas, ele >> e ele vai ganhar. Eu eu acho. >> Você acredita? Vocês acreditam que ele que ele consigo, eu acho, >> ser eleito morreu de >> se o senhor morasse aqui também voltava nele. Tá puxando sardinho por aí. Eu tô >> puxando as informações todas que vocês querem. Até porque eu perguntei, tem adversário? Não tem. Os adversários estão, >> né? >> A gente a gente dorme e amanhece com coisas novas. Amanhã pode aparecer alguém na mídia que a gente não tá vendo hoje. >> Hoje aqui é ele, entendeu? Agora amanhã pode amanhecer com
outro. >> Tem outro candidato. >> Mas como você mesmo falou, pode parecer o outro, mas pode ser comprado, né? Isso aí >> é muito pouco tempo. >> E a população tem >> depois do que aconteceu com prefeito passado. Então >> essa essa coisa dele >> ela saiu assim da polícia não tem mais ela não tá mais no dia a dia. Ela falou que >> ela deixou o car de delegada da para poder concorrer a mulher >> isso >> a convite do grupo >> isso. Então ela se enganou na política e ela já tinha, isso ficou
claro, espírito na rede social, se ela não conseguisse almejar a prefeitura, ela já teria um cargo na LERGE. Ela >> e depois ela voltou para cá, mas ela tem esse cargo lá, porque se ela não ganhasse, entendeu? Mas ela está como delegada, tá? >> Aqui >> e com o carro na lei, >> foram tratativas feitas antes da campanha. >> Então se ela viu que é conveniente para ela, não foi, entendeu? Eu não tava gastando do bolso dela, ela só foi >> uma delegado. >> Sim, ela foi uma laranja de uma testa de ferro. É verdade.
>> Coitado. >> Foi uma polí foi foi uma campanha muito comprada. >> Não, coitado. Poço cheio investiu. >> Vocês conseguiam identificar >> nitidamente >> porque ela não tinha popularidade nenhuma. A popularidade foi de acordo com o investimento financeiro, mídia social um investimento muito pesado. Nem como delegado ela tão interessado na política depois na >> o investimento por trás dela fez ela se interessar. >> Entendi. >> E política. >> É por isso que eu fui perguntando, tô perguntando pro Vladimir, porque o Vladimir tem história que vocês estão me contando. >> Quando você busca os opositores, você
>> não tem, >> você bate aí, ó. que é para trás não tem. O outro tá com problema na polícia, então não vai ser candidato. Os outros, né, acho que mesmo >> impedidos de serem candidatos. Então >> fica quase que >> o problema é que a população ela é comprada com mínimo. Quem tem a inteligência de não vai com a massa de manobra, ela vai saber o que é certo errado. Mas tem pessoas que são compradas com mínimo e esse mínimo acaba influenciando. >> Entendeu? Meus amigos, queria agradecer a participação de vocês. A conversa foi
ótima. Torço muito para que Campos continue crescendo. >> Vai ter de novo. >> Ah, outra pesquisa >> não depende não. Isso que eu falar, olha só, até explicar isso para vocês. Eh, nós que trabalhamos na nesse tipo de trabalho, né, que quer a comunicação, que é a parte da pesquisa, a gente não tem a mínima noção de quem nos contrata. A empresa sabe, o que a gente recebe é a orientação de um roteiro. Eu, a gente precisa entender campos, vamos exemplo, política de campos sobre essa essa ótica. Quem são os prosadores políticos, quem são os
políticos mais importantes, quem tem chance nas eleições? Porque muitas das vezes quem contrata a gente pode ser político, pode, pode ser um partido, pode. Muitos são empresários, muitos empresários contratam esse tipo de pesquisa. Investidor. Então é para as vezes as pessoas acham, ah, não, ele ele é do candidato, não sei quê. A grande maioria das vezes não é. A grande maioria das vezes não é >> a grande maioria. a grande maioria, mas tem vezes que é específico e muit das vezes quando é é até dito, ó, é para analisar X, para analisar Y, entendeu? >>
Porque fica até mais fácil e mais claro para vocês entenderem. Mas aí vocês vão ser abordados na rua já sendo isso explicado. Quem vai captar vocês na rua? Vai falar assim, ó, vocês querem participar de ah vai falar sobre isso, sobre esse, sobre esse, sobre aquele? Aí a pessoa diz: "Ah, quero ou não quero? também assim, eh, eu vejo para esse lado também que muit das vezes o empresário também quer saber como que tá o andamento da cidade para ele investir na cidade, né? Não é qualquer um que vai investir, sem dúvida. >> E a
gente, isso sempre a gente faz muita coisa de mercado, entendeu? A gente faz muita pesquisa de mercado, de lançamento de produto, né? eh lançamento de da onde vai ser loja, abertura de lojas em em municípios, abertura de de empresas em municípios. Então tem sempre tem pesquisantes. Quando uma empresa vai montar uma sede no município, seja varista, seja atacadista, seja um produto específico, tem pesquisantes. Sempre tem pesquisantes. Ninguém mais hoje, infelizmente ou felizmente já põe dinheiro sem perspectiva. Tem que ter anes, não tem jeito. Mais uma vez, obrigado. muito