e aí o hino 983 dois pesquisadores chamados peter's e batman demonstraram que um terço dos participantes de uma ultra maratona africana haviam apresentado os sintomas de infecções do trato respiratório superior como dor de garganta nariz escorrendo e tosse seca nas duas semanas seguidas a maratona cinco anos após david lima um pesquisador americano demonstrou que mais de 10 porcento dos atletas que participaram da maratona de los angeles apresentaram os mesmos sintomas entretanto nesses estudos nenhuma das infecções auto-referidas foram clinicamente confirmadas por análises laboratoriais dessa forma questionou se os sintomas alto relatados nesses estudos representavam infecções genuínas
e em estudos posteriores empregou-se o uso de suaves nasofaríngeas e de garganta em atletas que relataram sintomas de infecções do trato respiratório superior durante há cinco meses incluindo o período de competição os autores demonstraram que pouca das infecções auto-referidas eram de natureza bacteriana viral com a mídia ou micoplasmática os autores também propuseram que os sintomas são principalmente resultados de outras causas como alergia asma inflamação da mucosa trauma das células epiteliais das vias aéreas devido ao aumento da ventilação e exposição ao ar frio os poucos casos de infecção que apareceram em resposta ao exercício foram principalmente
devido a infecções virais principalmente rinovírus do que infecções bacterianas por essa época foi se criada a teoria da curva em j e foi proposta por lima que infere que indivíduos que realizam o volume excessivo de exercício um exercício de alta intensidade durante o período de semanas ou meses apresentam maior risco de infecção enquanto praticante de exercício moderado o celular tem um menor risco de infecção do que indivíduos sedentários e atletas de alto rendimento e entretanto é plausível de se pensar que outros fatores como aglomeração de pessoas qualidade do sono fadiga desidratação stress psicológico e dieta
inadequada poderiam estar associados a um maior risco de infecções nesses tipos de exercícios e eventos esportivos mesmo que a teoria da curva em j tenha perdurado por anos estudos recentes não tem apoiado essa teoria nos últimos anos tem se demonstrado que atletas de elite são mais adaptados à alta demanda de treino e apresentam mais resistência desenvolver essas infecções dessa forma em 2006 foi proposta a teoria da curva em s em oposição a curva em j sugerindo que atletas de altíssimo rendimento apresenta uma chance de infecção semelhante a de indivíduos sedentários uma linha de pensamento que
também perdurou por menos foi a hipótese da janela aberta criada por peterson essa hipótese se referia o maior probabilidade de a infecções nas horas seguintes ao exercício de alto volume ou alta intensidade partindo desses estudos alguém poderia se perguntar então fazer existe o físico aumenta o risco de se contrair uma infecção para responder essa pergunta é importante entender como organismo combate infecções para que os linfócitos que são tipo de célula responsável por combater infecções posso combater as substâncias que entram no corpo eles precisam ser direcionados para órgãos chamados de linfóides como os linfonodos baço e
mucosas sabe-se que nas horas que se seguem o exercício a uma diminuição no número de linfócitos no sangue sendo que essa diminuição fica abaixo dos níveis antes do exercício assim acreditava-se que o exercício de alto volume ou intensidade diminuísse a efetividade do sistema imunológico e combater infecções induzindo uma possível e mundo supressão e contudo os estudos atuais apontam que essa queda aguda e transitório de linfócitos ao invés de suprimir a competência imune é benéfica para vigilância e regulação imunológica isso porque é amplamente proposto que o exercício reorganize as células do sistema imune para os tecidos
periféricos para induzir vigilância imunológica assim o exercício físico desloca as células imunes para os órgãos linfoides onde elas identificam outras células infectadas com patógenos ou aquelas que se tornaram danificadas ou malignas e dessa forma as evidências atuais indicam que uma redução na frequência e função dos linfócitos e outras células imunes no sangue nas horas seguintes ao exercício vigoroso e prolongado não reflete uma supressão imunológica ao invés disso essa queda representa um estado elevado de vigilância e regulação imunológica impulsionada por uma mobilização preferencial de células para os órgãos linfoides e aí e aí