a maternidade é um momento mágico na vida de uma mulher mas também pode trazer muitos conflitos emocionais por isso além do pré natal tradicional é importante fazer o pré-natal psicológico ele envolve não só o cuidado com a saúde emocional da mãe mas também a participação da família na gestação dúvidas sobre isso fique comigo ea sistal saiba mais [Música] a nossa convidada de hoje a psicóloga pele natal luciana rocha do conselho regional de psicologia do distrito federal bem vinda há muito obrigada é um prazer estar aqui poder falar um pouquinho mais sobre o pré-natal psicológico atualmente
como está a saúde materna no brasil a gente tem percebido uma evolução no cuidado com a mulher né então é percebido que a mulher tem participado mais do pré natal de forma geral tendo mais as consultas então a gente consegue ter uma média da mulher freqüentando de 5 a 8 é de cinco a sete consultas no pré-natal dependendo da região é do nosso país está cada vez mais raro aquela mulher que não tem nenhum tipo de assistência durante a gestação acho que é isso uma boa evolução que maravilha né sim e dentro da saúde a
gente também tem a saúde física e mental é realmente importante a gente fazer um preparo psicológico para ser mãe para ser pai sim hoje a gente não acredita mais naquela crença naquela história de que todas as mulheres nasceram para ser pra serem mães né então hoje a gente tem percebido cada vez mais que é preciso que a gente tem um cuidado e que a gente traga pra pra essa mulher pra essa família para esse homem a contextualização do que acontece com a maternidade nem antigamente a gente aprende a ser mãe na prática é como ajudando
as nossas mães a cuidarem dos irmãos mais novos ajudando os nossos irmãos mais velhos a cuidarem dos filhos então os sobrinhos hoje em dia com as famílias têm diminuído e muitas vezes a gente vai ter a primeira oportunidade de cuidar de uma criança com os nossos próprios filhos então é importante que a gente tenha um tempo pra pensar também todos os impactos que a maternidade cada vez mais também a paternidade provocam na vida dessa mulher desse homem desse contexto familiar e aí que se encaixa o pré-natal psicológico na linha 1 2 bilhão de mudanças de
novidades não só no corpo da mulher mas também na rotina na vida cotidiana é pessoal social dentro de casa também muda a casa muda o ambiente está muito bom que ele se encaixa nisso nessa adaptação saber lidar com essas mudanças para trazer a segurança né pra trazer a confiança são dois pontos sabe que a gente entra muito no pré-natal psicológico o primeiro é isso né é a gente pensar para além do quarto é muito comum que a gestante se preocupe muito com o parto não ela não sabe tudo ela leia sobre seis a área ela
não sabe tudo sobre o parto normal ela consegue fazer dentro de várias limitações ela consegue fazê-la uma escolha dela consegue se preparar para o nascimento do filho dela e ponto quando pensa um pouco além disso é na amamentação mas ainda assim é muito pouco nem a gente tem percebido que é importante falar para essa mulher além disso né porque a gestação passa o quarto passo mas aquela criança fica ali pra sempre né a gente fala eu costumo falar muito com as gestantes que a gente muda tudo a gente pode mudar nossa profissão a gente mudou
nosso endereço a gente pode até mudar o nosso estado civil mas a condição de mãe de pai a gente não muda mais então a gente precisa pensar a gente precisa refletir a gente precisa planejar os impactos que vão vir depois disso mas além disso a gente tem percebido também que ao contrário do que a gente pensava antes a gestação não protege a mulher contra os agradecimentos psíquicos antigamente a gente acreditava que o fato da mulher está grávida já colocava ela num patamar de proteção de plenitude de satisfação né e e que isso por si só
protegia mulher de qualquer outro adoecimento psíquico e hoje a gente percebe que isso não é verdade muito pelo contrário então além de não ser um fator de proteção a gestação eo pós parto é muitas vezes um fator de risco para o surgimento de alguma doença psicológica como a depressão ansiedade a psicose entre tantas lutas então esse pré natal psicológico é como se fosse uma prática complementar o pré natal pra adicional não é exatamente não é como se fosse é isso né então pra natal psicológico e não vai em momento algum substituir nani ginecológico então não
é porque você está vindo numa sessão de pré natal psicológico que você não vai mais consultar o obstetra e em hipótese alguma ele vai sempre complementar existe um momento certo para começar o pré-natal psicológico eu brinco que quanto antes melhor então o ideal é antes da gravidez há nessa gente puder pensar e planejar a nossa maternidade esse seria o ideal a gente não tem essa cultura ainda no nosso país né então a nossa sugestão pra quem não procura antes é que pelo menos no segundo trimestre então aí a partir da 14ª 16ª semana é um
ótimo tempo dá pra trabalhar muitas coisas dá pra trazer muitos temas à tona da profunda em alguns outras questões dá pra convidar a família então dá pra fazer bastante coisa aí você já tou sic até pra gente um pouco dessas mudanças emocionais pelas quais as gestantes passa né porque já é realmente a maternidade deixa a mulher flor da pele e nem sempre é fácil lidar com isso a gente vai entender aqui agora é quais são essas mudanças emocionais que elas passam que não é fácil lidar mas só quem passa que sabe né por exemplo a
mulher ela deixa de ser aquela filha profissional e agora ela vai passar a semana né ambivalência aquelas oposições sentimentos a hipersensibilidade à sociedade a insegurança o medo ea extrema exigência não só dos outros às vezes até da própria mãe né assim uma milha é a gente tem percebido começar a pensar nessa maternidade é algo que traz muita novidade nem tão assim a gente vai e vem crescendo ea gente vai amadurecendo numa identidade um papel em que a gente sabe o que fazer sabe como se portar sabe como se relacionar com as outras pessoas então no
lugar de filho sei como me relacionar como a mãe eu conheço o mundo desse lugar de filha né e aprendo e cada vez mais as mulheres têm aprendido e têm sido treinados para conquistarem o mundo para conquistar a posição que quiserem no mercado de trabalho e se relacionar com outras pessoas têm uma vida social cada vez mais ampla e cada vez mais fora de casa também né ea maternidade e mexe bastante com isso porque tira gente desse lugar de moura e traz a gente com garde dentro e muda nossa relação com os outros também né
então se antes a gente é a nossa relação com a nossa mãe era só de mãe e filha agora a gente mudou nosso papel mudou o papel da mãe que a mãe passou a ser a avó também que algo novo pra ela né ea gente ali que ele da concer que teoricamente é completa é é completamente dependente somente da gente então essa sensação de extrema responsabilidade e de uma responsabilidade por uma vida é como se eu não sei eu não estivesse ali essa vida não vingaria é traz pra gente um uma sensação é de impotência
de medo e de ansiedade será que eu sou capaz então uma série de questionamentos é eo pré-natal psicológico ele vai poder falar um pouquinho sobre isso tanto para a gente poder fazer uma transição mais tranquila dessa fase nerd filha para a transformação de mãe tanto também para ajudar essa mãe a vir a avó e também para a gente entender que não é agente sozinho que vai ser responsável por aquela criança claro que as mães e os pais têm uma responsabilidade grande nos cuidados na sobrevivência dessa criança mas não é exclusiva existe uma rede de apoio
existe uma rede de apoio nem precisa existir essa rede de apoio que a gente vê que quando não tem essa rede de apoio o grau de sofrimento dessa forma essa mulher e consequentemente dessa criança dessa família são muito é muito maior bom a nossa primeira participação da carolina rocha do rio de janeiro capital com esse serviço é oferecido pelo sus então carolina esse serviço ele está começando a ganhar espaço é na verdade ainda infelizmente não tem uma política que obrigou então que regulamente a prática do pré-natal psicológico no sistema único de saúde o que nós
temos a iniciativa de algumas instituições nem tão de algumas unidades que compõem o sistema único de saúde e que promovem por iniciativa própria o pré-natal psicológico estamos na torcida quem sabe em breve a gente conseguiu regularizá los angeles regulamentar isso né eo pré-natal psicológico ele tem etapas por exemplo ele pode ser feito individual em conjunto onde procurar ele pode sim ser feito tanto individual quanto em grupo néné eu sempre surgir o grupo sempre que a gente tem um grupo disponível a troca entre as mulheres na reflexão que uma outra pessoa traz trai é contribuem muito
pra a nossa formação por nosso amadurecimento mas existem algumas questões então em geral mulheres que tenham adoecimento prévio que já tem um sofrimento que tem uma condição não é mais é é uma rede de apoio precária ou então que têm alguma real alguma é dificuldade em relação à própria gestação muitas vezes não se sentem à vontade no grupo então nesses casos a gente orienta individual sim ele não tenham etapas eles são ele acontece em alguns encontros então quando em grupo são aproximadamente de 5 a 8 encontros e nesses encontros a gente vai trazendo temáticas sobre
o parto sobre amamentação mas principalmente sobre a mulher diante de todas essas transformações e falando em rede de apoio né a participação do pai na gestação faz parte do pré-natal psicológico e sobre esse assunto a vanessa monteiro de cruzeiro o são paulo tem uma dúvida de que forma estimular o empoderamento do pai na gestão são a essa pergunta é muito legal vanessa né a gente está num momento que é muito gostoso de perceber que os homens estão s tocando assim né percebendo a importância do seu papel no cuidado com uma criança então como é que
a gente pode é a apoiar e fortalecer nesse empoderamento convidando os pais para participarem então pré-natal psicológico ele tem muitas vezes um encontro em que o pai é o protagonista do encontro em que ele é convidado além disso e é uma iniciativa do sistema único de saúde têm um programa que é o pré natal do parceiro olha que legal que é muito legal e que é uma oportunidade do homem cuidar da própria saúde física que a gente sabe que culturalmente tamanho homens a procura é e quanta morrendo toné então eles têm mais dificuldade de fazerem
exames project amigo shapps então o pré-natal do parceiro ele vem para ajudar nesse cuidado da saúde física mas ele também ajuda na formação para a paternidade né então são duas coisas que vão caminhando juntos é a gente sempre com vida o pai no pré-natal psicológico isso é uma coisa e sempre que possível a gente caminha pra natal do parceiro tamanho do oceano agora nós vamos fazer uma pausa e voltamos em seguida fique ligado [Música] estamos de volta com saiba mais hoje conversando sobre pré natal psicológico e contamos com a presença da psicóloga pele natal luciana
rocha do conselho regional de psicologia do distrito federal o oceano a gente abre o segundo bloco já mostrando as principais preocupações que passam na mente da mulher enquanto ela está no período da gravidez né gente vai ver aqui por exemplo né medo do parto e da dor desse parto e os cuidados com o bebê será que vou dar conta de cuidar de si neném é o também a preocupação com a alimentação muitas têm ainda a dificuldade desse processo é aumentar a pressão social familiar de ser uma boa mãe ser um bom pai a relação conjugal
que às vezes também fica fragilizada e até a própria questão da sexualidade é você não consegue dar a atenção necessária entre os parceiros ele o que eu percebo é na prática conversando com gestantes é que nesse primeiro momento da gestação a maior preocupação delas é com medo do parto e da dor né depois disso a amamentação os cuidados com o bebê essas outras questões pressão social e familiar a relação conjugal ea sexualidade aparecem depois no pós-parto a anã entendi então essa pressão social e familiar é uma posição pessoal também está muito presente naquela crença naquela
expectativa de que tem que ser a melhor mãe do mundo né que ela tem que fazer tudo certo de que não pode errar porque se ela errar é como se ela tivesse criando ali um delinqüente marginal um nem é esse é o meia do pavor da maioria das mães e talvez a questão da idealização né do filho do bbb você tem a idéia de um bebê mas na verdade existe um outro bebê que é o bebê real ele vai bem as dificuldades com as suas peculiaridades nenhum bebê igual a outro então não tem receita então
por isso não adianta realizar para você provar por isso que elas estão nem a gestante statham é em sintonia com esse bebê idealizado sbb imaginário que ela foca só li na no parto ou na amamentação então e nos cuidados práticos com o bebê as outras coisas ficam para segundo plano porque se o bebê é perfeito ele não vai dar trabalho então eu vou voltar a trabalhar numa boa eu vou conseguir sair numa boa vou conseguir me relacionar com o meu marido numa boa então não vai ter problemas nem o problema é quando esse bebê nasce
em arrancar ele é bem diferente daquilo que a gente fantasiou-se 90% das mulheres elas quando se imaginam com o bebê ela sabem racionalmente um que bebê chora que bebi acorda de madrugada que o bb tem cólica que beleza do trabalho racionalmente emocionalmente quando ela se visualizam com esse bbb é sempre um bebê fofinho um bebê está dormindo um bebê calm um bebê resolveu que vai no colo de todo mundo e quando esse bebê nasce aí vem o shopping né porque aí aquilo que era só racional passa em real e ela precisa se despedir de seu
bebê carapã que era fantástico cara perfeito e quando a mãe sabe que o filho é um bebê em especial como deve ser esse preparo psicológico então aí ela já começa e se esse contraste e siloto do bebê imaginário do bebê real pra é que acontece na maioria das vezes depois do parto para essa mulher começa antes não começa muitas vezes ali na 12ª e 14ª semana quando ela faz a primeira morfológico na segunda morfológico quando descobre a síndrome da sbb e aí é o a diferença que o bebê que antes era fantasmático que aquele medo
de toda mãe com ele passa sem real né então ela foi a primeira coisa que ela vai fazer elaborar um luto por essa perda já antecipatório nem desse bebê perfeito e começar a se a ver com a realidade da sbn então o que quer sua síndrome qual é quais são as necessidades especiais bebê e começar a entrar em contato com isso é pra que ela possa aceitar esse bebê que vai nascer e vão em outro caso ainda quando a mãe já tem um histórico é a mulher no caso né já tem um histórico de óbito
fetal como fica a questão do pré natal hoje cielo e aí tem que dar aí é um outro apoio é porque existe um outro fantasma também é um fantasma real gigante histórias passadas que é que é o medo desse bebê também não nosso e vivo né ô ô ô pré-natal psicológico ele vem num sentido de dar apoio da coe momento para essa mulher mas de ajudá lo a entender também que essa é uma nova gestação então que aquela gestação foi uma gestação anterior daquele bebê faz parte da história de vida dela aí vai continuar fazendo
pra sempre mas que esse é um novo bebê então tem novas possibilidades novas chances luiz henrique marques de brazlândia distrito federal nos envie uma pergunta pelo whatsapp vamos acompanhar aquele em que lê de tudo então a presença de um psicólogo na hora do parto aí essa é uma ótima pergunta que a gente tem muita discussão ainda é para saber qual é o papel real do psicólogo no momento do parto então a gente entende o papel do psicólogo durante a gestação e no pós parto mas no momento do parto eu não diria em hipótese alguma que
é fundamental que é essencial existem algumas situações que o psicólogo pode ajudar pode contribuir no momento do parto então por exemplo um bebê que o síndrome com um bebê que nasceu há alguma síndrome alguma formação para ajudar a mãe nesse processo de aceitação e de de acolhimento no primeiro no primeiro contato com o bebê o nos casos dos bebês natimortos né então para essa mãe também pra poder da ajuda invasão do sentimento de luto para tristeza em algumas outras situações em que essa mulher tem por exemplo é uma ansiedade muito acentuada ou que pode é
que tem algum histórico algum indício que ela possa romper com a realidade nem vir a ter um surto ali no momento do parto nesses casos o psicólogo pode ajudar pode contribuir e até importante mas nas outras gestações naquelas gestações de risco habitual o psicólogo não é fundamental nele pode contribuir mas não é fundamental a do lula ela faz esse papel de amparo psicológico então a doa ela faz um aparelho muito importante que ampara o emocional então ela dá ela está ali ela ajuda e ela em poder aquela mulher no momento do parto nela mostra que
essa mulher que ela não está sozinho é capaz que ela é capaz ela dá essa força o psicólogo ele ele apanha um pouco mais do que emocional ea bóia na psiquê então ele está ali muito mais como um guardião da psiquê dessa mulher com um preventivo realmente pra evitar ou então para tratar imediatamente caso aconteça um surto ou alguma outra outra outro adoecimento outro agravamento então são papéis complementares não são é não é um ou é só chegar junto vamos para mais uma participação do df oi meu nome é joão vítor nogueira fala do viajante
defender a minha pergunta é o que a psicologia hospitalar joão vitor é a psicologia hospitalar é o trabalho que o psicólogo faz nem semente do hospital então o psicólogo hospitalar 1 e tem um olhar um pouco mais pra sair a manifestações do adoecimento físico do nosso corpo físico e as relações de isso com a nossa psique então a gente acredita que o o ser humano indivíduo ele é um ser bill psicossocial isso quer dizer o que é que nós somos formados por essa matéria física que é o nosso corpo que nós somos formados por uma
matéria que a psiquê que é o que nos move que é o que nela faz com que nós tenhamos a nossa individualidade a nossa subjetividade e nós somos um ser que também social que tem a ver com as nossas relações qualquer coisa que afete uma dessas dessas esferas pode afetar todo o conjunto então a gente entende que um adoecimento físico nunca vai ser somente físico ele vai afetar também a minha percepção sobre mim mesmo então minha psique e isso vai afetar a forma como eu me relaciono com o mundo e consequentemente a forma como eu
me relaciono com a doença então psicólogo hospitalar ele então olhar essas outras manifestações da doença para além do corpo físico a gente está falando aqui de pré-natal psicológico também seria importante ter um pós pa psicológico seria o pós parto é quando as coisas acontecem e aí é nesse momento que as coisas muitas vezes podem então a mais por incrível que pareça é muito mais fácil a gente falar com a mulher no pós-parto justamente porque as coisas estão explodindo do que com a gestante que é que está naquele mundo ainda da fantasia lá do imaginário seria
muito muito importante que a gente tivesse apoio é e aí tem alguns grupos de apoio nettheim 1 em rodas pra acolher as puérperas essas mulheres que estão no pós parto vamos lá u é pêra se tua pele o que é bom e perde esse nome que a gente dá pra esse momento do pós-parto né ele tem duas manifestações pelo menos o puerpério do ponto de vista físico biológico médico que é o tempo que o nosso corpo precisa para retomar as funções que exercia antes da gestação então é aproximadamente 40 dias que aquela quarentena mas do
ponto de vista psíquico e social a gente precisa de mais tempo para retomar as atividades que a gente ocupava antes da gestação ea gente tenha entendido aí então tipo e pérsio árida essa visão psicológica e social de dois a três anos após o parto é um período longo e para a gente encerrar fundamental a gente falar a questão da prevenção justamente desse pré natal na questão da depressão pré-natal e depressão pós-parto e isso a gente hoje já entende que a depressão pós parto não acontece somente após o parto mundo né depressão pós parto ela pode
acontecer inclusive durante a gestação mais comumente no terceiro trimestre e o pré-natal psicológico ele tem um caráter né ea gente tem percebido até através de pesquisas muito positivo de prevenção a essa depressão a gente tem entendido a depressão como uma grande frustração uma grande decisão com a maternidade então às vezes eu brinco assim que é como se fosse um passarinho né que tá acostumado ea havoa a bater asas para onde quiser e de repente está aprisionado numa gaiola nós mulheres somos assim né no pós-parto e esse aprisionamento esse confinamento ali essa relação com esse bebê
que é tão diferente desse bebê imaginário desse bbb né perfeito que a gente realizou durante a gestação causa grande frustração nesse sentido o pré natal vem para preveni essa frustração que pode virar uma depressão luciana obrigada pelos esclarecimentos eu que agradeço agradeço né a oportunidade o espaço pra gente falar mais sobre o pré-natal psicológico e me coloco à disposição também para quem quiser saber mais sobre isso pode acessar né o site tons da maternidade ou site da escola é da escola da parentalidade e que a gente traz várias informações tanto para as mães pais e
avós quanto para os profissionais no site da escola da prioridade que querem também e desenvolver o pré natal psicológico eo próprio site também do conselho é e o site do conselho também muito obrigada novamente e eu que agradeço e pra você fica o alerta a chegada de um filho é um momento único na vida da mulher mas traz inúmeras mudanças ao corpo a rotina e as emoções dela por isso o acompanhamento psicológico é fundamental não deixe de fazer obrigada pela companhia e até a próxima [Música]