é muito bem turma nós vamos caracterizar então agora a camada concêntrica mais interna do globo ocular que é então que a gente chama de túnica interna é só tenho interno é a retina propriamente dita a porém existe uma parte da retina que a gente chama de retina sensorial essa parte que está representada aqui no rosto no nosso esquema e uma outra parte da retina que a gente chama de retina não sensorial ou retina cega que reveste aqui ó toda essa região do interior do nos processos ciliares aqui no corpo ciliar e da Íris tá essa
retina sensorial é onde nós temos as células que são fotorreceptoras responsáveis por captar os estímulos Luminosos Então a gente vai ver que essa porção sensorial da retina é formada por 10 camadas histológicas e a retina cega que reveste toda essa região do corpo ciliar e a parte posterior da Íris tá formada apenas por duas camadas e nós já vimos como são essas camadas quando nos caracterizamos o processo ciliares aqui a gente tem uma camada de pigmento e outras em EA que as duas camadas são com células pigmentares E a agora então a gente sabe que
na realidade o revestimento destas estruturas que a gente viu fazem parte dessa porção não sensorial da retina exatamente o ponto de transição onde a retina sensorial passa de dez camadas para apenas duas é uma região que a gente chama de horas e rápida depois a gente vai conseguir ver isso em algumas lâminas que nós vamos observar a retina é então esse né a porção fotorreceptora do olho mas ela não tem apenas as células fotorreceptoras existem vários tipos celulares na composição da retina e é justamente por isso que a gente identifica que as 10 camadas histológicas
nós vamos ver primeiro cada uma destas células reconhecendo a função para depois a gente determinar exatamente a posição gasta as células nas camadas histológicas a uma coisa bastante importante aqui então pra gente começar a identificar são as células pigmentares da retina que formam que o critério pigmentar essas células elas apresentam no seu ápice microvellosidades e bainhas cilíndricas que envolvem as extremidades dos fotorreceptores elas são células cúbicas que estão envolvidas no armazenamento no transporte na esterificação da vitamina A que é usada pelos fotorreceptores para síntese do cromóforo né dos pigmentos visuais e isso você não vê
com detalhes lá na fisiologia a essa vitamina A ela vai ser liberada para esses cones e bastonetes à medida que seja necessário essas células pigmentares elas também produzem melanina por isso o nome e essa melanina se acumula então na forma de grânulos para absorver a luz que estimula os fotorreceptores impedindo que a sua luz reflita de novo na nas camadas da retina causando uma distorção da Imagem e estas e também que fagocitam e digerem os fragmentos das extremidades dos bastonetes que eliminam né os seus discos de membrana durante o processo visual que acabam sendo fagocitados
por essas células todas as funções especificamente como e isso ocorre é assunto lá da fisiologia a as outras células que aparecem aqui na estrutura da retina são os cones e os bastonetes que são as células fotossensíveis é propriamente dita EA gente vai falar um pouquinho Mais especificamente sobre eles adiante e também aparecem aqui outro tipo celular que são os neurônios bipolares ou as células bipolares que unem funcionalmente os cones e bastonetes as células ganglionares estes neurônios Existem os seus prolongamentos transformar as camadas plexiformes são camadas de contatos sinápticos tanto a externa recebendo as informações dos
fotorreceptores quando a interna eles vão transmitir a informação para células ganglionares estas células ganglionares elas formam fibras nervosas os seus axônios convergem para a formação do nervo óptico e os dendritos dessas células estende para camada plexiforme interna recebendo informações que são provenientes de centenas destas células bipolares essas células ganglionares Elas são grandes neurônios do núcleo bastante ao cromático bem fácil de identificar nós lá o mágicas existem quatro tipos diferentes delas três tão envolvidas com o processo relacionado a visão e outra relacionada a transmissão de informações lá para a glândula pineal sobre cita Claro tá escuro
na regulação também do reflexo pupilar umas histologicamente a gente não diferencia cada uma delas a provavelmente vocês vão falar nesse tipo celulares na fisiologia vendo Então a função de cada uma delas e ainda aparecem aqui as células que a gente chama de células horizontais que emitem prolongamento na própria camada e por isso o nome dessas células e estabelecem contato entre vários fotorreceptores e transmitem essas informações para essas células bipolares a lentamente regular a transmissão dessa informação ou outro tipo de célula presente aqui na estrutura da retina são as células a máquinas que se comunicam com
as células ganglionares e elas atuam controlando se a informação visual deve ser transmitido aos centros visuais daí certo tanto as células horizontais quanto essas células a máquinas elas são células que recebem informação de muitas células e integram essas informações passando por um número menor de células na camada nas camadas da retina por isso que a gente vai ver o número de núcleos diminuindo à medida que a gente a dança nas camadas da retina em direção a formação do nervo óptico a gente vai ver se o melhor na imagem histológica e isso vai ocorrer porque Embora
tenha na retina mais de 100 milhões dessas fotos receptores quando chegam lá na formação do nervo óptico tem mais ou menos 1 milhão de fibra não tem muito mais que isso isso significa então que essa informação que a recebida pelos fotorreceptores ela é selecionada e agrupada ao longo do trajeto pelas células da retina antes de ser enviada para o córtex cerebral e ainda temos aqui as células de Miller que são um tipo especial de célula na linha interna como uma sustentação e também para nutrição e isolamento de todos esses neurônios aqui da retina Eu gosto
bastante deste esquema que apresenta essa íntima Associação aqui é o dessas células de Miller que estão representadas em verde e os neurônios da retina então elas formam uma e acabou su por toda a retina é e os prolongamentos revestem então estas células de uma maneira bem complexa de modo que elas preenchem esses citoplasma nessas células de milho espalhada por tudo isso olha como ela é grande elas acabam preenchendo basicamente todo esse espaço extra-celular que tem entre uma célula e outra da retina é interessante destacar aqui também que as extremidades né apical e basal dessas células
formam as membranas limitante interna e externa que são umas camadinhas também da retina que a gente vai ver aqui na externa a gente vai ver mal e mal uma linha nas camadas da retina que é bem onde a gente tem pontos de união entre as células de Milho ou seja uma com a outra ou com os cones e bastonetes e lá na membrana limitante interna a gente tem projeções das células é uma outra para formar tipo uma divisão entre as camadas da retina e o corpo vítreo é que tá ligando ele chegou na imagem anterior
olha aqui ó uma projeção da célula de Minas vai sumir com outra formando então toda essa membrana todo esse isolamento dessas células que estão na parte interna da retina é importante também a gente fala um pouquinho mais um pouquinho mais de detalhes sobre os fotorreceptores da retina para que lá na fisiologia elas consigo entender o processamento visual A então nós temos aqui os cones e os bastonetes que são células bipolares são neurônios bipolares cujo único daí grito que eles apresentam além de ter fotossensível Enquanto o outro Polo é o axónio que forma a sinapse então
com outros neurônios bipolares na outra camada da retina que são as células bipolares da retina E essas dendritos dessas células modificadas desses neurônios modificados assumem a forma de um cone oi ou um bastonete daí então o nome da CEF e os bastonetes eles são mais finos e alongados e os cones Então são um pouquinho mais largos e não são tão longos ambos apresentam regiões que a gente chama de seguimento externo e segmento interno o segmento externo dessas células é formado de micro vesículas achatadas aqui nos bastonetes formando discos empilhados como se fossem moedas e por
invaginações das membranas da membrana da célula que nos cães e este segmento externo ele tá separado do restante da célula por uma constrição e é justamente aqui nesse segmento externo que a gente tem o local da fotossensibilidade dessas células o discurso de membrana aqui nos bastonetes são constantemente formados e vão migrando para extremidade dessa célula onde eles se desprendem e vão ser tão fagocitados pelas células do epitélio aquele epitélio pigmentar para né que tá logo abaixo e nos cones esses discos não são substituídos estão regularmente e essa diferença se deve as diferentes maneiras pelas coisas
pigmentos visuais vão sendo renovados nessas células vocês vão ver com detalhes isso na fisiologia a e mas aqui a gente entende então como esta morfologia das células é o organizada para que isso ocorra lá na hora do entendimento desse processamento visual o segmento interno dessas células é o local onde a gente encontra toda a maquinaria de organelas que dá suporte metabólico atividade dos fotorreceptores e aqui a gente tem uma imagem histológica onde a gente veio aqui ó o epitélio pigmentar da retina essa 1ª região onde a gente ainda tem esses grânulos de melanina isso aqui
é a coronha de né aquela bem pigmentada a e essa camada aqui ó é a camada onde a gente tem essa segmentos internos e externos dos cones e bastonetes não forma uma camada bem específica na retina aqui onde a gente já tem núcleo são os núcleos deles já estão lá em outra camada da retina eu coloquei aqui para vocês uma tabela aquele isso então todas essas células presentes na retina com a função de cada uma delas não vou nem essa tabela porque a gente acabou de falar sobre cada uma delas mas é mais para que
ficam registro aqui para o estudo então agora sabendo todos esses tipos celulares presentes na retina nós vamos ver como ela se organizam para formar as 10 camadas histológicas a serva no microscópio A então aqui você tem um esqueminha de novo da organização dessas células que a gente acabou de falar muito parecido com aquele esquema que a gente viu antes e aqui os dez camadas histológicas da retina pra gente fazer uma comparação onde tem o que tá nós vamos começar então da região mais externa a região mais interna é externa do olho então aqui ó a
gente tem a coroide Aqui para baixo esclera Ah tá e a gente vai começar então da região do epitélio pigmentar da retina e vendo as próximas camadas receptor de pigmentar então ele é formado por uma camada única de células cúbicas presas firmemente a membrana de grupo da coroide e tão Unidas por décimos somos e junções de oclusão as com as outras formando então uma barreira que a gente chama de barreira hemato-retiniana é para que não seja qualquer coisa que que penetre na retina né Qualquer coisa proveniente do sangue elas são células ricas em grânulos de
melanina e vão absorvê-los depois que ela estimular os fotorreceptores impedindo que ela seja refletida pelas túnicas que prejudicaria então a focalização da imagem a a próxima camada da retina que essa camada aqui ó ela é chamada de camada de cones e bastonetes que é formado então pelos segmentos a luz nem internos aqui dos fotorreceptores os cones e bastonetes logo em seguida a gente tem uma camada que a gente chama de membrana limitante externa na realidade Ela é formada por uma fileirinha de junções de adesão entre células de milha e das células de Minas com cones
e bastonetes ela não é uma membrana verdadeira acredita-se que essa camada ela seja mais uma barreira metabólica mesmo que restringe a passagem de grandes moléculas para dentro das camadas internas da retina aqui a gente não enxerga muito bem mas eu quero voltar com vocês aqui ó duas imagens quero chegar nessa aqui para gente ver onde é que seria essa membrana Lá seria então bem o ponto onde a gente tem estas junções entre célula de Miller com outra célula de menor pode ser ou com os fotorreceptores esses pontinhos aqui são representados Essas funções nessa imagem aqui
ó eu consigo ver essa linha a ó tá vendo que aqui ó passa uma linhazinha que é o que a gente chama de membrana limitante externa por que que eu enxergo essa linha porque ali onde eu tenho aquelas funções eu tenho menor concentração de proteínas né que vão acabar então ficando mais coradas na hora que eu faço a minha lâmina histológica e vou enxergar Então essa membrana limitante apenas como uma linha nessa região a logo em seguida a gente vê a camada que a gente chama de camada nuclear externa onde a gente tenta os núcleos
né a região onde ficam os núcleos desses cones e bastonetes o núcleo dos fotorreceptores e depois vem uma camada de contatos sinápticos que a gente chama de camada para que se forme externa que é formada pelos prolongamentos das células fotorreceptoras e dos neurônios bipolares e que é ou então local de sinapses axodendriticas entre os fotorreceptores os axônios dos fotorreceptores e os dendritos dessas células bipolares e também das horizontais que estão aqui para receber essas informações e a nesta região então aqui nos contatos sinápticos muitas dessas células fotorreceptoras acabam convergindo por uma única célula bipolar aulas
acabam fazendo contato com uma célula bipolar e também as horizontais recebendo várias informações e reduzindo o número de células que transmitem a informação adiante e a próxima camada é a camada nuclear interna onde nós temos os núcleos de células horizontais de células a máquinas de células bipolares Então seria toda essa região aqui e inclusive Onde fica o nos núcleos das células de Müller a Então a primeira camada nuclear a externa é só núcleo de cones e bastonetes a próxima camada nuclear que nuclear interna é de todas as outras células da retina que não são cones
e bastonetes e que não são vender o nariz Então aqui tem núcleo de bipolar núcleo de a máquina núcleo de horizontal e núcleo de células de letra e a próxima camada é a camada que a gente chama de camada plexiforme interna lembra que a gente tem de fora para dentro então a camada plexiforme interna é formado pelo prolongamento das células a máquinas das bipolar ge também dos ganglionares porque essa informação Então chegue até as próximas células na sequência de transmissão que seriam as ganglionares Ah tá essa camada de células ganglionares ela vai apresentar então núcleos
de células que são bem grandes né são neurônios com corpos celulares grandes também neurônios bipolares cujos axônios agora vão se direcionar na próxima camada que a camada de fibras do nervo óptico em direção ao encéfalo para levar toda informação então do processamento visual ai ai seus axônios Eles correm ao longo dessa camada que a próxima camada camada de fibras do nervo óptico no sentido paralelo as outras camadas da retina para ir lá para a região mais posterior do olho e emergir na formação do nervo óptico Oi e a última camada aqui também não chega-se a
camada é uma linha limitante é a membrana limitante interna que é formada por projeções das células de Müller que se unem umas às outras aqui teria a outra é para fazer então o isolamento dessa retina de todas essas camadas da retina do corpo vítreo que vai estar nessa região mais interna a luz incidente ela atravessa as camadas de células ganglionares bipolares para dar e alcançar os elementos Fox sensíveis A então a informação visual ela passa por uma série de camadas né de neurônios e células de sustentação para que depois então seja transmitida lá para o
encéfalo através do nervo óptico Então essa informação vai ser processada e aqui tem uma outra imagem com novamente essas dez camadas da retina que tá de cabeça para baixo né em relação à anterior aqui a gente tem a região mais externa aqui e mais interna aqui tanto que a gente veio aqui ó esclera a coroide e aqui começam as das camadas da retina a epitélio pigmentar a camada de cones e bastonetes parecem duas né mas é justamente por essa organização dos segmentos internos então camada de cones e bastonetes ou aqui dá para ver super bem
a membrana limitante externa a camada nuclear externa a camada plexiforme externa a camada nuclear interna a camada plexiforme interna a camada de células ganglionares a camada de fibras do nervo óptico e mal e mal a linha que delimita tudo isso é a membrana limitante interna existem também algumas regiões especializadas na retina e uma dessas é o local onde esses neurônios emergem para formar o nervo óptico que a denominada então de disco óptico aí por ser desprovido de fotorreceptores aqui nessa região ele também é chamado o cego da retina e uma outra região é a fóvea
que aparece como uma depressão mais superficial localizado no Polo posterior onde a bem na região posterior do eixo óptico a aqui aparece uma imagem né tipo de um exame de fundo de olho onde a gente consegue enxergar então o disco do nervo óptico todos os vasos da retina que vão irrigar essas camadas mais internas da retina e a região onde aparece a folga é essa Flávia ela é um local onde existe a maior nitidez de formação da imagem da retina ela é uma depressão Rasa Porque nessa região aqui as células bipolares de ganglionares se afastam
para a periferia ficando centro da forma constituído apenas por cones A então por isso a luz atinge essas células esses fotorreceptores directamente sem ter que passar pelas outras camadas da retina que contribui em muito para a nitidez da imagem a que aparece uma imagem histológica Então as 10 camadas da retina mas nessa região aqui da phoria a gente tem um afastamento dessas outras camadas celulares acaba ficando então a luz incidindo direto sobre fotorreceptores e Mais especificamente cones nessa região é que a gente tem só cones a maior a quantidade visual se deve justamente é pela
presença de Conde pelo fato de que os cones aqui nessa região eles são mais estreitos que os outros que aparecem ao longo da retina nas regiões mais periféricas da retina e isso permite então que muitas dessas células estejam presentes aqui empacotada nessa região e a gente sabe que quanto mais pixels por área maior vai ser a definição da imagem que é formada Além disso nessa região os cones eles também falam em contato com apenas uma célula bipolar que por sua vez passa para uma célula ganglionar e isso contribui muito para uma melhor nitidez da imagem
formada não é várias fotos vários posso receptores fazendo contato com uma do volante a informação agora passa de 1 a 1 não é como se fosse a passagem de uma informação mais precisa e a e como nós já falamos também anteriormente na região aqui ó da emergência do nervo óptico não existem fotorreceptores então Essa região é chamada de ponto cego da retina ou o disco óptico A então fica bem na região posterior à que vem lá as das camadas da retina Então essa camada mais superior à que seria camada de fibras do nervo óptico que
é um vindo que estão correndo toda a extensão da retina do olho quando chega nessa região elas emergem para atravessar a esclera e informar então o nervo óptico levando informação porém certo e é a situação então tudo que a gente viu até agora né são as três camadas que se dispõe concentricamente na formação da parede do globo ocular A então aqui é o de fora para dentro a gente tem a primeira camada aqui mostrando só a esclera O que é uma das regiões da túnica externa a coroide que é uma das regiões da túnica média
e aqui aparecendo então a retina sensorial já que a gente enxerga 10 camadas que faz parte da túnica interna