O eurofio eu preciso ir um ótimo então tão bom dia a todos a todas é todos os colegas aqui presentes nesse nosso bate-papo o especialistas e não da novidade Brasília e vocês faltar todos os colegas da própria cidade de Brasília de outras universidades presentes aqui essa é uma iniciativa do Nosso curso de letras português do Brasil com segunda língua é uma iniciativa também nosso grupo de pesquisa o grupo de estudos críticos e avançados e linguagem eu gosto de agradecer muito Renata valdicéia e Juliana que são alunas o doutorado em linguística da unidade Brasília Tem trabalhado
comigo arduamente né Para a gente organizar esse Então gostaria de soltar todos vocês que ficaram amigos de várias partes do Brasil aqui então hoje Nós vamos ter oportunidade singular de receber três grandes especialistas três queridos colegas têm inscritos amigos que dispensa qualquer apresentação nós vamos ter oportunidade de hoje de receber o seu kanavillil rajagopalan da Unicamp o professor Sávio Siqueira da Universidade Federal da Bahia e professor Show Lagares e eis a novidade eu estou em lambda do nosso curso de letras e também nosso grupo de pesquisa gostaria de cumprimentar o professor Kanavillil rajagopalan o professor
sabe se queira que o seu choro largar esse é e seja muito bem vindo ser virtualmente e sinta-se abraçado de uma forma muito carinhosa por mim estão submissão nosso evento primeiramente nós vamos ter uma fala do professor carabina rádio Opala depois da fala do professor sabe Siqueira e depois da fala do professor é só uma Lagares dias e depois a gente vai ter um bate-papo com o bolso aqui presente então sejam todos bem-vindos e Bem-vindos sintam-se abraçadas por mim passa a palavra do ônibus que aquela vida radicalmente a cegueira de e na Oi bom dia
tem alguma coisa errada aqui ó Olá bom dia podemos ter ouvir Professor escutar conseguindo Bebe sim e é bom tirado todas um prazer estar aqui Compartilhando algumas CD vez que venho ao vento algum tempo e que apresenta fazer hoje eu vou uma visão geral sobre esse tema Como eu mesmo ao longo das nesses últimos 10 20 anos e pensando sobre esse texto é isso tenham realizado algumas ações tanto então eu vou contar isso uma narrativa sobre a minha caminhada nessa nesses dois temas eu posso dormir por unidade 1 Há um ano e o blog se
não acho que dizer que a gente mais nada em que lembrar ir por isso não é eu um evento no Facebook acontecimento na história e só em abril bom estabelecimento de colônias de poderes europeus era uma vez mais nada uma confluência de fatores também era influência do Mercantilismo financeiras Crescimento Segurou o centrismo poder é uma visão do mundo que se propagou e nasceu isso pagou na Copa os resultados contato com outros então eu há 5 dias é mais cuidado tem alguma coisa errada nesse áudio eu não sei se conseguindo ver uma seguidora ver eu vi
eu vou te ouvindo bem temendo também haja estabilidade então é é somando Porque tá vendo por isso que eu perguntei a quando por exemplo o nível de errado né famoso levantou esta sobre colonialidade na eu eu confesso que eu não vi a pensar que seria muito sobre essa questão muito embora como funciona a escola amanhã botânica eu vinha eu tenho sentido a minha pele Agora é sessão com que a ideia de comunidade para colocada ano me Surpreendeu muito puxa vida isso mesmo é uma coisa que a gente tem que fazer o tipo de e olhar
para dentro mesmo unidade me na versão premium o ano que passou pelo menos na forma que eu entendi também era o espírito de colonialismo europeu em geral na tá passando mesmo mesmo possa terminar o maneirismo Polónia exprime a união se libertar o espírito desse coronelismo perdurou por isso isso era uma coisa em si Bastante incômoda tenho muito incomodado Meu Deus a gente tá você lembrando Puxa vida nós estamos Games é mas é prende alguém em um brilhante Eurico teórico dizer que não você não tá libertado você mente ainda tá trabalhando nos moldes em que e
os mestres a cor da linha em Itapira regras nesse momento aí que eu quero ficar com o primeiro eu disse isso para te avisar assim ainda muitas vezes aqui tem as poder os pontos os Colonizadores eles deixaram eles não terão liberdade de graça Mas continue essa sendo o poder invisível Tá mas pensa bem eu comecei a pensar será que é isso por mais que tenha alguma razão de pensar nisso E isso não seria uma forma de por toda a culpa no outro é muito fácil ele pode se eximir de qualquer responsabilidade qualquer dia eu soube
que bancar a vítima também não dá uma hora aqui você tem que perguntar até que Ponto eu posso remédio só concluiu Qual é minha parcela de culpa nessa olavismo texto postado o que tinha que fazer agora sim ainda a bolsas desdobramentos efeitos estão beber durante um e-mail tem que perguntar quem responde inteiramente culpando os mestres resumos o analista e Ah não eu acho que nós temos Nossa parcela de culpa Ou seja a identificar patente na tecla de que Decolonialidad colonialidade e comunidade nada mais do que uma simples extensão de coloridas no velho como o parte
diferente começa a bandeira de liberdade EA independência dos mais mas no fundo no fundo nós estamos ainda dentro da Barra não mas não tenho que concordar e nós estamos também com culpa no cartório e que forma essa culpa no cartório se manifesta Por que a gente se pensar bem o coronelismo também era uma forma de Dividir o mundo e entre os civilizados e o banco Universal dizer quem é que o organizador Se achava no lugar utilizado a minha colonizado era acertado o Bárbaro e se colocar na posição de até ele se a terra volta congratula
vão uma coisa de Estados Unidos eles falavam de ir beber Ele acorda Maria José Sales inventou essa toma este ensina Minecraft você já era destino deles desligar o ovo e fazer cuidar do quintal deles nós estamos no quintal dele eles colocaram ele se armou ela desce direito de colocar não gostam de manifestar um esse ele também falava ferro se missão civilizatória os franceses estão vendo agora missão civilizatória de uma forma e eu vá Oi Inês imitaram para acobertar a Crueldade praticada não eles não são aí para sempre e [Música] outra missão Nobre você pode imaginar
plantação e nada disso que é uma missão civilizatória ou seja e a qualidade de vida da comunidade as colônias a gravar indiferença estão entre nós mas alguns que nós alguns aí que ainda continuam pensando exatamente ou os organizado ou seja o que fazendo Aqui é nós também temos aqui um tá por lá ainda uso culinário 1 o ciclone eles estão sempre dividiu entre aí o civilizados e eu ir no posto É mesmo é verdade continua sendo praticada muitas pessoas bom demais onde eu nasci eu posso falar com ninguém só com a índia ainda preciso que
nação contra taças de interiores muito de lado porque a lei não permite Leitor brasileiro só me passa se também na cabeça do parafuso alguns acham que se acham no direito de mandar em cima porque ele não parece que vem junto com a recente é exatamente a lógica do coronelismo e isso é também a nossa problema aqui para sempre ainda nós temos não tenho o carro oficial nós temos pensou se esse acho muito em cima do fogão E ele tem uma vida própria eles vão se ele tiver assim morando num país diferente a ser tão curtindo
as férias desse país a massa a vida deles está duro Estados Unidos e assim quando quando lá começa a esfriar alguma coisa que eles passam passei uns dias Brasil isso é a colonização formas e muito mais muito mais do que uma condição física é muito mais uma questão com Danos e todos receber tantos econômicas sociais políticas e culturais Oi e ele é a colonialidade e a introjeção [Música] a Anna utilização do Espírito você já não adianta mais procurar um culpado e o urbanista Windows ideia mas não tem que fazer uma mulher um Pokémon terapia intensiva
e não se mesmo O que é isso eu eu quando eu em conta disso embargadora desse problema eu comecei a ter dúvidas era aqui e esse Tito desgraça é própria ser humano enquanto ser humano nós estamos condenados a ficar fazendo isso e não teriam saído para isso eu não sei nesse momento eu não sei mas eu eu acredito piamente de uma coisa se precisar constantemente e droga Dizer pode aparecer em outras palavras daí que eu vejo importância uma linguística crítica pela crítica e avisei que olhar essa visão crítica o que que eu entendo que você
é um crítico não aceita o que é nós que passar bunda é tem que ficar sempre o porquê atrás surgiu o interesse Quando alguém nos ofende verdade e isso é assim as coisas nem eu aceito Eu te dizer uma direito de mensagem aqui ou melhor interesses pude essa forma de colocar esse a forma em narrar facilitar a subir vai ser aqui e eu posso esquecer de fato de que o Toda Toda narração existe um errado e quase todos narrado eu o endereço esses muitas vezes pouco então com essas palavras Gerais quando não falei eu acho
que a gente pode passar para ações e mais Específicas Como você sabe por exemplo Play gente vai esperar o desaforamento essa atitude e da situação de comunidades em matéria de ensino-aprendizagem da língua Muito obrigado a bom mais tarde a gente pode voltar a usar essas questões de forma obrigado o sabonete raça Muito obrigado pela sua apresentação né fazendo uma alusão sobre O termo né é de qualidade eu acho que agora a fala do Fábio show a gente faz no site seus pés com certeza então agora possa falar para o sabe por gentileza seja bem-vindo sabe
o Olá bom dia mais uma vez todos e todas eu vou iniciar minha sala primeiro dizendo que quando o Raja fala a gente reflete muito a porque um poucas palavras ele ele consegue sintetizar muito do que a gente Pensa né sobre determinados temas então é sempre bom falar depois de rádio embora sejam grande responsabilidade Então eu queria saudar Você Kleber é as colegas aí do G Kawaii mas também especial a pedido Raja e o meu querido colega Chuan a e dizer que é um prazer enorme está aqui nesse bate-papo aqui espero que seja um bate-papo
embora eu eu vou projetar slides aqui mas se ele demorar vocês me me cortem por favor O que a ideia que é talvez a gente conversar mais com as pessoas de que a gente ficar passando slides né de qualquer sorte é como o rádio em trouxe essa questão mais Ampla Eu acho que pelo próprio perfil do grupo eu pensei que seria interessante a gente discutir Claro que não Não há grandes novidades mas é de certa forma a ampliar essa discussão principalmente para quem está lidando até o meu caso ou formação de professores ensino de língua
todas essas Questões a que a linguística aplicada EA linguística aplicada crítica né É vem travando esse diálogo com os estudos da da colonialidade da decolonialidad Então eu vou passar alguns slides mas eu não vou ler todos porque eu acho que que não não precisa as pessoas podem ler depois eu posso mandar mas eu quero falar um pouco dessa questão a parte teórica eu acho que raiva já cobre aí um pouco né E falar como o tomar que a gente pode pensar Decolonialidad dentro do do né Eu chamei de pano de fundo pensando em linguística aplicada
E aí linguística aplicada a crítica em relação à ao professor ou a formação do professor a nós formadores então eu vou seguir um pouco por esse caminho e Mas vou sempre fazia alusão ao que Raja acabou de falar então é deixa eu compartilhar aqui com vocês eu chamei a Digamos ah ah ah e o título né que eu peguei mais ou menos o que que era discussão e incluir aí e formação de professores então eu hoje eu vou falar o quê que eu tô chamando de pano de fundo eu acho que já foi já foi
trazido aí de forma brilhante do nosso querido radiation também vai tocar nisso mas aí eu vou enveredar um pouco pela questão da pedagogia crítica né Para dar um jeito de línguas falar um pouco do que eu chamando de Formação docente crítica né E também a crítica da formação docente é pensar dentro desse pano de fundo do decolonialidad a formação como espaço de desaprendizagem e como é que a gente pode pensar uma formação docente crítica em especial de Colonial né então eu vou acho que que aqui também apenas uma forma de mostrar para todos o qual
seria o nosso pano de fundo em termos de nada de temáticas então é a gente tá vendo já se discute muito sobre o projeto de Modernidade decolonialidad colonialidade colônia e os diferentes tipos de colonialidade de água projeto avançou bastante né quando nós falamos de desafio a matriz colonial de poder falando de pensamento decolonial né o pensamento de fronteira e uma coisa que adiantou por aí quando eu disse assim olha é muitos de nós tem culpa no cartório Eu sempre faço eu fico pensando é quando eu eu eu coloco aqui que pensando nas Ecossistemologia do Sul
de Boaventura de Sousa Santos é como é que nós podemos a estabelecer um desafio ao que ele chama da linha abissal que acha que ah é um conceito já bastante difundido nos nossos pulsos né E claro dentro desse desse desse dessa perspectiva a função da linguística aplicada a linguística crítica linguística aplicada crítica né também o que nós podemos chamar de opção de colonial e o ensino vídeo de línguas e finalmente e formação docente crítica Colonial eu vou aí ver e dar um pouco bem no pano de fundo também eu trago muito rapidamente não vou ler
tudo mas é por exemplo como é que o mundo se coloca hoje e que nós temos que ter muito cuidado a quando a gente tem que pensar muito que nossas salas de aula por exemplo estão estão cada vez mesmo do Brasil em espaços eu diria entre aspas monoculturais e monolíngues como é o que o experimento aqui nessa região mas por exemplo em Grandes centros do Brasil a nós recebemos estudantes já a partir de fluxos migratórios não é diferentes de as por onde a gente já fala de né já pensa em temas e conceitos estão super
diversidade não é plurilinguismo normas polissêmicas as questões de políticas linguísticas que eu acho que trabalha muito bem isso a chegar no que eu estou chamando de novas demandas e necessidades educacionais porque nós estamos vivendo Aquele momento de sala de aula tumbling dice multiculturais onde são discutidos todas essas questões voltadas para identidade e etnicidade não é que ela não ela não existiam Mas elas estão ficando cada vez mais presentes e cada vez mais prementes na nossa no nosso dia a dia né então esse seria um pano de fundo em relação a colonialidade é eu acho que
rádio já trouxe isso e eu vou apenas a citar alguns autores aqui inclusive Errando que ele já trouxe então É como diz Grosso fogão né continuando o sábio é a mesma Matriz de poder colonial e é exatamente que a gente fala parece que ainda nós temos a pessoas que vivem no mundo Colonial embora a arte o colonialismo tenha né De certa forma como é uma uma questão política desaparecido mas a a na cabeça de muita gente isso eu vejo e já pesquisei sobre isso e falo sobre isso em relação ao professor de línguas Principalmente de
língua inglesa né mas antes de chegar lá também por exemplo saímos do colonialismo global para a colonialidade Global né E como diz que ir mano a colonialidade ainda é a forma mais comum de dominação no mundo de hoje uma vez que o colonialismo uma ordem política foi destruído né ah e o que acontece a o colonizado a irradiando também já falou sobre isso não desfrutam de privilégios epistêmicos no caso da das Artes Tecnologias o único privilégio episteme o está no lado do colonizador E aí tentou daquela discussão dessa dessa história da missão civilizatória de centro
né e eu me pergunto como é que nós podemos reagir a estado é né cada um no seu contexto E aí afirma que é preciso e agir o que eu deixei em inglês mas é porque nos peixes aparecem muitas vezes até sem tradução e Saiyajin Azul esqueceria de forma diferente né então é dentro dessa questão Para aqueles que não são versados na na discussão sobre a linha abissal eu coloco aqui de um lado isso eu eu a gente enfrenta muito porque porque às vezes principalmente dentro de formação de professor e na própria prática diária parece
que nós vivemos num mundo a em que a por exemplo você se tornar professor de língua inglesa é mesmo sendo um sujeito aí usando o termo de abertura de Souza Santos Colonial Você parece que se torna esse sujeito Metropolitano né e ele faz essa divisão né e do mundo do mundo colonial e o mundo Metropolitano e do mundo Metropolitano que seria o norte e a seria desenvolvido superior onde há a solução de estão incluídos os exploradores e vencedores Onde está o colonizador voz hegemônica conhecimento válido ciência moderna filosofia teologia zona de poder né o nós
e do outro lado do mundo Colonial estamos o sul nas vozes do Sul a Consideradas subir desenvolvidas inferiores prova onde está o problema são os excluídos dos explorados os vencidos o colonizado são as vozes periféricas o reino da ignorância Onde onde você tem ciência de um lado misticismo religiosidade sabedoria indígena camponesa' inferioridade étnico-cultural e 160 então assim quando a gente faz uma loja que ser um pensamento mais amplo mas quando você pensa o digamos a nos nossos professores De línguas a esse sujeito Parece que fica no né É nos vamos Raja fala vive um tempinho
dizem entre em Miami ou entre Paris e o Brasil né E quando quando começam a dar aula de línguas estrangeiras parece que assumem esse esse mundo Metropolitano então eu questiono isso e deixo aí para gente discutir a onde é que a gente quer estar nessa história né Então é eu trago aí só para complementar uma citação de Freire em relação essa Questão da alienação quando ele diz que em sua alienação sobre uma mentalidade colonizada os oprimidos querem a todo custo para esse com o professor né então é e Aquela Velha História para uma pessoa virar
para uma Prime de virar uma pessoa baixo a oportunidade de imitá-lo seguir bom então a e eu gosto muito dessa dessa aqui aí eu vou focar a também na formação de professores dessa citação de Grosso como ele diz assim que o fato de alguém se situa socialmente no Lado Oprimido das relações de poder não significa automaticamente que pense apps perfeitamente a partir de um Galaxy Érico subalterno justamente o êxito do sistema mundo Colonial moderno reside em levar os sujeitos socialmente situados no lado Oprimido da diferença Colonial A pensar sistemicamente como aqueles que se encontram em
posições dominantes Então acho que isso é válido não só para línguas mas é o que reajam Fala aí né você vive nesse nesses dois mundos Fazendo de Conta que a porque eu estou do lado de não a gente repete discursos né e no fundo o fato de você estar lá não quer dizer muita coisa né E aí eu vou entrar um pouco a esse é o pano de fundo que eu trago rapidamente sobre essa questão da colonialidade e quero lembrar todo mundo aqui como é importante a gente trabalhar sobre essa questão da Visão crítica não
é de uma pedagogia crítica e de uma pedagogia Crítica de línguas eu não vou não vou ler tudo aqui para também dá porque eu preciso avançar e quero avançar para ter tempo pra gente discutir mas é importante a gente fazer essas com relação ao relações e de novo citando rádio aí ficar com essa pulga atrás da orelha e sempre lembrar que ser crítico envolve né tudo que fere vem nos falando há tanto tempo né envolve conscientização reflexão discordância dissenso não-conformidade Diferença diálogo empoderamento ação transformação esperança não que a gente faça isso com o outro mas
em aberto né gente abre portas de janelas para o outro não é se envolver com todas essas questões né e é como eu venho também já fazendo um tempo eu acho que esse diálogo a esse pano de fundo da decolonialidad dialoga muito com a pedagogia crítica EA pedagogia crítica de língua né então Principalmente quando a gente pensa em Ensinar avisando justiça social quando se de forma bem prática se conecta a sala de aula com o mundo real né não livro não o mundo do livro didático onde tudo é lindo maravilhoso né E claro Quando pensamos
numa pedagogia crítica de ínguas esse na línguas visando justiça social levar os estudantes e as estudantes a desenvolver uma compreensão crítica da sua relação com o mundo né é sair dessa história cadastrado do livro da sala de aula a como se fosse esse Mundo a digamos a rir e onde tudo é belo maravilhoso e onde a vida e por outro lado acontece lá fora né E aí eu também me questiono muito em relação a essa formação crítica porque eu me coloco a trazer meu óculos e nunciação aqui é demais de formador de professor como é
importante a gente pensar nessa formação crítica dos professores e ao invés de apenas exigir olha você precisa ser crítico mas como é que está como é que a gente pensa essa formação a partir de Vários aspectos né então eu acho que uma formação crítica de professores de de professor de língua a busca relacionar as micro relações da linguística aplicada né A Y de linguística aplicada as macros relações da realidade social e tenta problematizaram não apenas as relações desiguais de poder a realidade social mas também a atualidade da linguagem essa coisa de como é que a
gente sempre fala a do professor se manter neutro E isso não existe Bom né também é como diz Nossa colega dobok é a ideia de instaurar na sala de aula uma crítica que desloca e de centro a sentidos né não a tentativa de convidar alunos a desnaturalizar em o natural né de questionar e isso cabe muito bem na sala de aula de línguas a dentro dessa perspectiva de que eu acho que por incrível que pareça nós estamos em 2002 ainda se fala muito de ensino de língua dentro dessa perspectiva estruturalista né Como Se a gente
Pudesse ainda a conviver com esse tipo de pensamento né então desnaturalizar o natural quanto ao que pensam ao que dizem ao que vem ao que sentem ao que fazem né de uma forma bem prática por exemplo quantos dos meus alunos se sentem representados pelos materiais didáticos que eu uso por isso não é e entre entre dentre tantas outras coisas né E também a constituir a sala de aula constitui a minha espaços flexíveis de reflexão e auto-reflexão Proporcionando a transformação das identidades profissionais dos professores de línguas né que também a gente Às vezes a gente fala
muito de questões de identidade a do aluno é toda né E às vezes o foco em relação ao professor e se passa um pouco batido eu faço essa pergunta que não é retórica mas é importante né estamos formando Será que nós estamos formando esse professor Essa professora de línguas né E e aí eu venho trazer muitos muitos Pressionamentos para gente discutir né então por exemplo o teu trava aqui bastante são questionamentos e reflexões mas nós professores formadores podemos fazer sobre todo o processo de formação de educadores linguísticos na contemporaneidade Será que a formação desse Professor
crítico de línguas não implicaria de certa forma desestabilização da zona de conforto dos formadores de professores e será que nós formadores não estamos assim de uma zona De conforto já bastante tempo até para as o que a linguiça aplicada faz esses diálogos e às vezes a gente pensa que estão bastante a difundidos mas não estão né No fundo é sem fazer críticas mais amplas e a gente vê que ainda há uma formação muito voltada do tecnicismo né só que eu chamo Dudu né aquela formação mais utilitária né também como podemos nós formadores esperar que nossos
professores em formação sejam críticos se nós não os sons ou Agimos Criticamente dos nossos cursos na nossa sala de aula e os nossos currículos e programas pouco ou Nada mudam Para incorporar conteúdos e o disciplinas mais voltadas para Tais temáticas né então por exemplo eu tenho pressão E isso acontece comigo na minha realidade que todas essas questões voltaram a cidade aí decolonialidad ainda não fazem parte dos currículos de Formação né eles são trazidos no conteúdo de alguns Professores que trabalham com linguística aplicada linguística aplicada crítica não é principalmente na pós-graduação e é bom que nós
tenhamos aqui para alunos de graduação para que eles possam de certa forma buscar isso juntas seus professores e e não nos seus cursos E aí eu fecho esse que tipo de mudanças e atualizações se fazem necessárias nesses aspectos né e lógico Ah eu acho eu acho essa essa situação interessante de Denise língua pode usar Academia tem a responsabilidade de encampar um trabalho socialmente significativos socialmente responsável se engaja em um questionamento politicamente orientado comprometido com a práxis e com mudança social tô passando Então é eu dentro desse pano de fundo que eu trago aí eu quero
chamada a formação como espaço de desaprendizagem né aí esperando um pouco em término Washington é essa ideia de aprender a desaprender para reaprender Na reaprender pluriversal mente a partir de outras bases né desnaturado desnaturalizar desafio desequilibra singularidades e as universalidades de pensamento desaprender verdades né esses construtos de mentalidade Colonial essa ideia ainda de civilização etc né desenvolver o pensamento crítico Claro e compreender que diz aprendizagens fomentam reaprendizagem quantas nossas formas de pensar de saber sentir e principalmente Estar no mundo que eu acho que é ensinar e aprender línguas seguem essas linhas para mim né é
são formas de pensar se sentir está no mundo a partir de uma de um novo repertório e se junta aos que nós temos né E aí muito rapidamente a Eu Só pra provocar aqui aprender não é seria a experiência e criação de abre recuperação e reforço de hábitos desaprender estaremos falando de desafiar conhecimentos existentes abrir espaço para o novo e reaprender é fazer Reconexões realinhar direções E aí eu passo a ainda né no meu Road questões eu tenho algumas a quis mais uns 2 ou 3 slides dos questões Vamos pensar juntos como formadores de professores
principalmente a algumas questões importantes do momento que nós vamos falar né Vamos fazendo esses diálogos com determinados Campos do saber e como é que se aplicam como é que estão aí como é que vai aquele e a podem ser a né WhatsApp aparece na nossa na nossa Prática né então por exemplo que bases epistemológicas políticas e ideológicas dentro desse processo de formação Qual é a concepção de língua que prevalece né que crenças desconstruir que outras semear Que materiais são mais adequados às novas realidades essa realidade que eu falei mal no início de alunos multilíngues que
chegam Às nossas salas os refugiados a todos esses esses novos grupos né que tinha em vários contextos são comuns mas em outros não que Culturas que isso táxi mundos de inglesa ou não para quem trabalha com outras línguas também que práticas e modelos a serem questionados e expandidos né e revisões e atualizações curriculares e formas avaliativas a outras adotar e criar dentro dessa desse Panorama aí né que diálogo cultivar ou será que a gente conversa com os nossos pares Eu sempre venho falando isso as vezes a gente passa anos juntos e a gente não sabe
o que que é Aquele colega trabalha né com Que que nós trabalhamos e a gente se torna basicamente Ilhas né Ilhas a um contexto que raramente a gente dialoga que mentalidades premissas posturas descolonizar né E que pluralidades assumir que outros pares de lentes usar e outras e outras questões dentro desse processo a ainda pensando numa formação de Colonial eu já tô chegando quase no final eu deixo aqui algumas questões que eu adaptei de um texto que escrevi com a professora Ana Paula do boxe em relação Ao inglês mas eu acho que vale a gente pensar
aqui né dentro desse nesse diálogo com a estudos decoloniais que lições podem professores de línguas aprender no encontro com p a Colonial né como podemos na formação docente a abordar os mais diversos temas a luz de Tais ideias e pênis aí é que eu falo é será que os nossos currículos contemplam a como é que como é que a gente pode de certa forma transformar é esse diálogo em algo muito mais constante né quanto Da literatura que circula nos cursos de Formação representa representa vozes múltiplas oriundos dos mais diversos looks diferentes loci de Anunciação em
especial do Sul Global né a com consciente estão pesquisadores e formadores de professores do Sul Global quanto a matriz colonial de poder na produção de conhecimento né se possuem essa consciência até que ponto Estão dispostos a se diz a sociais tecnológica E politicamente digital Matriz né a gente tem visto é eu fiquei muito feliz em uma publicação que saiu há pouco tempo a que nasceu acredito que ela tenha nascido no curso de pós graduação nosso aqui que a professora a Dori a e a professora tá duas colegas uma que hoje está na na federal do
Sergipe e Cristiane Landulfo que está aqui em Salvador Ah que eles lançaram agora um organizaram livro muito interessante exatamente sobre essas questões voltadas Para as tecnologias do Sul com uma cara bem Nossa né então acho que aí só esses frutos que Começam a surgir assim como por exemplo nós tivemos um motor ante o nosso Carlos que a cunhou o termo sulear na no conceito de sulear na Wikipédia Carlos está sempre acompanhando nossos nossos nossos bate-papos de repente ele tá aí pode falar um pouco mais que também é professor e a na federal de Sergipe e
finalmente até que ponto pesquisadores do Sul Global estão de fato comprometidos em lutar contra a sua auto marginalização histórica né aquela coisa da gente sempre achar que o que vem do norte é mais importante é o que é a coisa da linha abissal né E se eles estão engajados em desobedecer contestar e transformar pesquisas e práticas hegemônicas impostas pelo Norte Global Então dentro desse contexto essa eu deixo essas Perguntas e volta a fechar aqui a com algumas ideias tiradas de um texto muito bom da professora das professoras Borelli Silvestre pessoa de Goiás é quando elas
falam por uma formação a docente de colonial do professor de línguas né então é o que seria o que pensaríamos em Uma fôrma a gente colocou até colonial do professor de línguas é que reconheça a nossa prática e práxis como política né que confronte essa lógica da colonialidade e reflita que Interesses estamos servindo que foi ferragens colocou aí né que pense e aja localmente que descentralize a produção e validação do conhecimento né então sair dessa ideia do Norte Global como sendo aquele que vale daqui aqui né a Tonha a ênfase em afeição relações e subjetividades
não apenas em conteúdo linguístico não é que valorize comunidade pluralidade colaboração e submeta-se a outras visões de mundo né e busque pensar e viver a educação docente De forma diferente que desaprendi o apreendido como eu falei aí antes e desafia as estruturas com táxi térmicas da colonialidade e que o item haja principalmente haja sobre os tipos de conhecimento que privilegiamos em nossa sala de aula né é aquela coisa saia da linha abissal e para terminar eu Trago essa essa a situação de uma querida autora vocês todos conhecem Bell hooks que faleceu recentemente quando ela ela
naquele livro team to transgress Na ensinar para transgredir ela fala da reação dos alunos os alunos dela a quando ela começou a trabalhar pedagogia crítica na sala de aula de inglês e aí isso essa citação reflete muito que eu já ouvi tantas vezes e provavelmente muitos de Vocês ouviram né ao ensinar uma disciplina tradicional com o inglês sob a perspectiva da pedagogia crítica me deparo com frequência com estudantes que fazem queixas do tipo e achei q estávamos uma Aula de inglês porque estamos falando tanto de tópicos como o feminismo raça classe social e eu aprendi
a respeitar e ela falando né eu aprendi a respeitar o fato de que mudar paradigmas ou compartilhar conhecimento de novas Bandeiras desafia né leva tempo para que os alunos experimentem esse desafio com algo positivo é por isso que eu penso que às vezes a gente exige muito do professor nós formadores de professor exigimos Muito do professor que por sua vez exige do aluno mas no fundo no fundo a gente tem que fazer essa reflexão de pensar que todos esses esse processo todo esse diálogo precisa de tempo para ser maturado né E tem que fazer parte
da nossa prática do que nós acreditamos então a gente não tem como se diz em inglês as Jump On The Band Wagon vai na onda agora que tá todo mundo falando de decolonialidad eu sou de Colonial houve um tempo em que todo mundo falava agora Eu sou intercultural né então a gente não pode deixar que tem Mágicas e antes diálogos epistemológicos políticos a se tornem uma coisa comum é e como se fossem a pacotes metodológicos que a gente muda de uma hora para outra é muito isso é mais uma coisa para o resto da vida
é o que você acredita E aí eu digo para terminar a ex aí a importância de um ensino crítico de línguas e tudo começa Justamente na formação docente seja ela Inicial ou continuada Então é isso muito obrigado É espero que eu não tenho a Mi me alongado e vamos lá depois que nosso querido chorar a processo contribuições a gente vai ao bate-papo obrigado gente a SELIC sábio muito inspirador só fala o questionamento muito interessantes a gente vai ficar até que quatro horas da tarde me chama vai bater nessa 50 as questões é muito obrigado eu
saio vou passar agora a Palavra meu querido amigo chama vagar e é isso seja bem-vinda viu chora muito obrigado pega aqui para mim é um prazer estar aqui participando deste bater papo com e como nós queríamos agem sabe onde é que são as pessoas que admiro muito com os pais aprenda muitas sempre uma a gente não temos encontrado a última vez que nos encontramos ao vivo né presencialmente foi em Brasília o evento organizado pela libra também haverá outras mesmo já não aguenta mais Tanta tecnologia desculpa demorei para entrar na chegar trazer um pouquinho o evento
porque é é muita coisa vendo esse dentro computador e acho que ele assim eu não estava aguentando mais saber e depois entrei com acho que estou usando a senha da senha da Cristina Ferreira na minha colega que a gente já tem um curso só um curso à distância depois linguística na pele ela me Emprestou a senha eu acho que nunca mais vou ver tirar mais a fim de dois agradeço muito pelo convite foi muito muito bom ouvir primeiro a o rádio rádio leu eu fico trabalho uma pequena apresentação vão falar assim é vou compartilhar com
partida direta E aí se você está vendo né ó tá vendo uma consistência agora política para uma educação linguística Aplicada vou falar da minha perspectiva daqui emprego para para pensar estas questões né que agrupa políticas ficando brevemente do que se trata e fazendo a conexão começa especial e Colonial falando e a falar sobre o que eu entendo como uma educação linguística crítica né partir dessa perspectiva que é a minha eu deixei na política né que é um termo muito eu não faz muito sucesso já Dentro não está lá acabem Mundial né é a apresentação do
tenor já antigo tão antigo quanto a linguística linguística mas eu entendo a política Urbana a leitura feita por gastarem mais e decidimos Anos 80 É por três características veícu a introdução para o que eu vou explicar agora é o primeiro entender que a política é o é democrático não é política é política Aplicada com intervenção intervenção é é a conjugação da a intervenção do logos Nápoles a razão a palavra participando das coisas públicas aquilo que tem a ver com como comigo né e uma política linguística portanto Nossa identificam unicamente como a gestão muito mais com
a gestão vertical de cima a baixo e era usada né com não é apanhado desta Rocha para faz parte também Claro não administração é efetuada sobre ponto como comparar A a política é quando a participação e quando há conflito inevitável ontem porque Gaspar Master Brasil utilizam constantemente e outras debate político é em uma perspectiva aqui foca nesse debate nos debates que tem a língua linguagem como sempre né Essa é a segunda questão é muito importante para definir sua respectiva e que a gente vê as línguas como objetos Objetos sociais em disputa e com as forças
ativas é uma forças ativas nas sociedades o que isso quer dizer é que não entendemos ter relação às realidades naturais né eles não são vistas como naturais como ficou morrer a tradição a seguir a lista já século 19 mas já antes mesmo a você Você consome já acessar essa missão estruturalista não como órgãos autônomos como como entidades naturais nem que existem para além das ações e das Vantagens do sujeito mais famoso Então se esqueçam construídos são construídas politicamente né Isso é muito importante para pensar como realmente objeto língua nesse tal como foi definido pela política
moderna É também um Construtor basicamente euro E como está a perspectiva eurocêntrica é fez com que a força imposto mesmo com políticas linguísticas muitas vezes até políticas linguísticas é bem intencionada É nos países colonizados tribo na África e na Ásia como se construíram A partir dessa ideia de língua né identificá-la com uma comunidade territorial né É uma viagem cultural ou é dia de língua enquanto apenas como instrumento de comunicação né a chamada metáfora do produto saber como Marconi como isso foi imposto e Avenida e base para a aplicação de políticas linguísticas é fica causar um
muitas vezes a gente fez estragos não é em realidades e culturais em que a vivência da língua Da República o trânsito entre línguas até essa as práticas de linguagem serão estava mais também não consolidadas nem respondiam a outros princípios também culturais e e finalmente para mim uma perspectiva coloca política é Suponho é adaptar uma visão integrada à linguística social Desliga a relação entre áreas naturais né que estão pararem a sociedade e cultura é a gente tem que olhar para para o linguísticos André de uma formar Integrada com o seu contexto social e aí enfim eu
gosto desse Bianca uma ou duas perspectivas de dois eixos na pro ver isto é uma encher vertical é isso foca fundamentalmente a normatividade nem entendendo o que o comportamento linguístico em sociedade está pautado pela lá não mas sociais normais práticas onde é que se aplicam para a sociedade e que é importante se esquece uma questão política fundamental né que diz Respeito até a a o fato de Quem será Quem é o quem não é membro Vamos começar quando chegar né quero falar com uma voz e não fala e as hierarquias né que se estabelece na
relação a isso e eles fazem referência ao eixo horizontal que isso aqui é muito mais saco né porque é o que eles dizem é ainda não sempre outra cor de carne sempre percebida como tal pode são que modifica as relações sociais e do ponto de vista a língua Está uma lição do eu tô política e a gente pode hoje bebê pensar sobre a língua sociedades né é observando Quais são os efeitos linguísticos de muitas mudanças sociais realmente a colonização causou um mccomb linguística no mundo a colonização então é um fato obviamente não é não teria
o projeto de projeto não era primeira foco Esse aumento de expandir línguas com a Expansão livre chegou o efeito né é der política de expansão de mercado não é preciso tratar a colonização no mercado como especialização das funções né dentro do mercado Alguns são os produtores de matéria-prima e outros são as elaboram e consumo então enfim nessa nessa especialização do mercado do mercado mais sabe né Deixa aparecer estão da minha casa é que houve consequências linguísticas culturais muito muito graves na outra série e é Relação à educação crítica eu pensei em três aspectos Não é
questão de ser levado em consideração era uma educação linguística crítica né que professores e professoras temos que levar em consideração enquanto agentes brotou políticos não entendemos a gruta política como a água que diz respeito à participação em conta os conflitos que existem 6 taças para esta participação é professores e Professoras somos Sem dúvida é a gente né é ação de participação querendo ou sem querer mexendo do nosso da consciência então é importante sermos conscientes e sobre lixo é o meu 20 essenciais pensamentos eu tenho perguntado o que são o que seria hoje né porque eu
pesquisando sobre toda a minha pesquisa Se focar mais no espanhol e português mesmo e pesquisando as dinâmicas normativas políticas é área né são duas línguas coloniais né agora é o Pênis as primeiras verdade a Europa expandir eh e enfim observando pesquisando a política regras para o português tem a parceria como o termo última expansão linguística e não da língua né é assumido no discurso claramente por muitas agências no políticos essa expansão é instituições e mesmo ou linguísticas que trabalham para essa instituição vai perguntar o que seria hoje expansão linguística né é passaram já época da
Intervenção Colonial embora sempre a história nem sempre é sempre a gente pode ações imperialistas né que ali como estamos vendo hoje por exemplo na Ucrânia é uma guerra Imperial - Império assírio é de vista a 44 aspectos né Essa essa expansão até hoje a gente para a expansão da europeia é uma expansão o primeiro diz respeito à consolidação da sua hegemonia territorial e deixei um espaço onde os Grandes o continuado o professor de substituição linguística denominadas por dias comendo minha mesma hora companhia é a consolidação da hegemonia deixa as línguas diz assim você organizá-la coloniais
É interessante como perceber como as políticas e áreas temáticas políticas orientadas as polias e sempre coloca uma relação né é esse esse projeto de expansão para É como diz aí nos falamos né que eu computadores conquista de Novos falantes muitas vezes através do ensino da língua cerveja aí para professores e professoras somos é parte fundamental nessa história é sempre correlação entre uma própria consolidação da hegemonia territorial como a reivindicação das minorias linguísticas entre as vitórias seriam elementos te mostrar que seriam né o processo de expansão em processo de expansão de mercado né é visando a
supostamente o lucro do Capital Penteado nesse país ao série A e isso é uma Constância ele expulsou colonialista seria seria seria bom para todos né para todos os nacionais digamos depois depois Metropolitano é Então essa é uma parte importante da conciliação deixar deixa Simone a territorial produto principalmente a Meg a as reivindicações das minorias Linguísticas são vistas como quase como atos de traição traição de lesa-pátria é a entrar que seria a posição entre no cenário Mundial dessas línguas de organização é é uma é um pensamento que se encaixa totalmente novo no pensamento tradição Colonial São
da colonialidade e o segundo ponto dizia a extensão do ensino como língua tradicionais como é a consolidação do mercado de grande peso Econômico Já abri as portas por meio dos falantes mais potentes e línguas o consumo nas redes sociais turismo Cultural cinema Itapira música gastronômicos Roupa Isto é a língua o ensino da língua visto comum setor econômico né então acertar econômico que tem tem oferecem produtos específicos E aí vamos pegar os material didático produzido é nesses centros europeus de mexer e fiquei vendido já com uma Determinada adição de significa missão de língua né é o
os aprovasse oficial eu coloquei proficiência obviamente são instrumentos políticos e determina nada mais nada menos Channel falando ser legítimo E aí uma questão de autoridade é uma discussão política é por decidir quem pode e quem tem a localidade né pra oferecer esses esses fiscal e ciência vai terminar quem é e quem não é falando Seríssimo já aqui Hoje é loja de forma pensa cordas muitas países europeus como exemplo a Espanha é a definição de políticas para não perder o controle sobre esses esses instrumentos O que significa não perder o controle sobre a língua evitar que
surjam novos centros de autoridades alternativa a este problema e eu não sei econômico em cima da vida é mais um setor e puxa de outros setores Não é isso é considerado serviço também é chegar a muito espírito de interrogação para extensiva é considerando a língua as línguas né europeias organização é como ativos econômicos né os seus países é conseguir e outras pessoas falem a nossa língua significa é Abrir expandir mercados né fazer com que elas possam ser consumidora Isso é para outras culturais município a pensar em mais Muito mais do que isso claro com a
língua vai toda uma concepção de cultural uma concepção social não é enfim como por exemplo diz respeito por exemplo a renda é Eu já li este texto fala essa expansão de espanhol como se pronuncia um sinal de espanhol já a venda do azeite espanhol né sabe o que realmente um uma aprendiz de espanhol nas escolas vai ver a receita da partilha batata seu livro didático vai querer reproduzir lá em Casa vai no supermercado e da oferta de assentos que tem lá leu português grego italiano e Espanhol vai realmente por identificação vai lá espanhol como língua
está aprendendo vai lá comprar os panos e cores vibrantes o legítimo eu já mentiu hoje não não sou a fase do capitalismo que a gente encontra ou único direito que eu fiz a correção pelo direito ao núcleo o direito a fazer negócios direito à propriedade mas o que nós como Professores e professoras Devemos pensar sempre uma perspectiva crítica nem Qual o nosso papel no lixo não há e tem mais ser esse jogo de pensar Este é o ensino da língua pode estar a serviço hoje outras coisas que não apenas a formação de consumidores né então
não tenho porque trabalhar para parar multinacionais né empresas que queiram expandir seus mercados tem que ter consciência Eu acho ser dono do nosso trabalho é como se separa a Quem trabalhamos Quem quer mostrar às vezes não podemos decidir né porque trabalhar a gente trabalha para viver como é né mas enfim dentro das possibilidades na direção de cada um tenha importante ter isso presente e os outros dois aspectos tem a ver com a intenção as línguas não uso regular mede as relações econômicas políticas internacionais garantir a sua presença de instituições Super essa taizai uma uma briga
entre Estados né para incluir é a determinar as línguas cobrir você trabalho de instituições é multilaterais né sumida mulher feia pensando aqui no fim da América do Sul né o show no que ia ser o que poderia ter sido as um aí o papel das línguas né É apenas nessas nessas operações não é como certeza em aspirações aqui pensando eu posso realmente ser seria o espanhol português Como língua de comunicação médias instituições é o mesmo processo tem também o guarani pode ser vir embora estável mesmo Paraguai isso aí aqui a pensar Qual o papel da
sua três as outras línguas beijo e até a maneira é essa disfunção das línguas de sinais né É a loja em dialogar dialogar né com um acessível monte de hoje e outro respeita eu ampliação do uso acadêmico científico e tecnológico E aí já é uma Amostragem simonia evidência o interesse a disputa por pegar o segundo lugar discreto segundo lugar ou pela presença outras línguas né Com tudo o que significa a promoção e ciência apenas em uma língua é sensível cinco computadores significa morte posição cultural né de forma mesmo é nessa nessa eu uso de uma
língua apenas para a comunicação científica não é uma lição muito limite agora língua apenas Instrumentos de comunicação Como se escrever o pensar é uma língua e outra não tivesse ser consequências né não tivesse não manifestasse determinavam experiências né culturais tradições culturais né É e portanto é esse é o primeiro aspecto eu acho que para uma educação de bicho da crítica professores e professoras e mostrar encontro é pensar nesse nesse nesses módulos de expansão moderna e contemporânea das línguas e qual é o Nosso papel é que papel pode beber ou contra eles a segunda questão que
eu acho que fundamental é uma educação de a crítica é pensar e pensar não ser é questionar a noção de língua legítima pensar já por aquilo que comentava assim né Quê dois participar como uma atividade no aspecto político Central aqui da política da língua é a gente tem que pensar gente a mente e qual o nosso papel na primeiro na Inclusão na esposição da farmácia e a pomada as nossas professores e professoras não é uma das nossas os nossos objetivos principais é a luta contra o preconceito linguístico contra a violência do preconceito em contraste missão
para a linguagem é isso era fazer parte hoje pegar agora como a peça do ensino da língua e e a gente deve também enfrentar sem medo né é o debate em torno a própria definição da linguagem Cima ou pelo menos enfrentar o negócio é E no caso no Brasil esses aspectos são está muito presentes na língua a violência do preconceito isso a tensão entre entre eu materiais de prestígio tradição é que significa brasileira chamada Norma culta né e eu preciso deixar essa disputa entre uma Norma padrão é endógena apropriado Brasil padrão Hector já não é
um problema é ainda mais prudentes endógena mais na Garagem separação né É eu gosto muito dessa este teste volta nem como citar este aumento eu falo a presença de como a o conflito né que vivem a fênix é pós-coloniais aconteceu no Brasil e alimentos para outros países colonizados entre a tensão entre entra defender né o modelo o modelo que língua estrógeno né ou identificação Claro para a sua identificação com as Com os grupos sociais que efetivamente colonizaram o país e para outro Lago a diferença né de um modelo Então porque é enquanto elites agora nacionais
na alça Independência eles têm que afirmar uma identidade nacional e tem que marcar também alguma distância né em relação à a Metrópole em relação a essa política organizada então é o que explica aqui pagá-lo ao mesmo tempo aqui é preciso romper politicamente com a Europa e também precisa a constituir uma elite a Imagem e semelhança e na Foz do Iguaçu obviamente não deixa marcado Olha o que comentavam é haja nem sabe pela colonialidade né porque o modelo de construção de nação é o modelo ideal para construção de língua também é o modelo europeu as próprias
elites reproduzem esse modelo nessa tensão entre seguir continuar o nível identificar começa com uma coleira Branco e ou é ele mesmo tempo afirmar uma identidade própria assim aproximação com a cultura europeia é uma forma Realista e se manter em uma posição mais sementes porque todo ele se é para a celulite TV é legal aprofundar a distinção não é em relação a quem está por baixo então é o conflito né político tomou Oi e eu acho que é já já professores temos que ter consciência né É nas aulas de língua é quais são essas com fritas
não eu não vou bastantes ensinar isso variação e quem no ponto de vista sistêmico a gente pode acessar todas as variantes tem o mesmo valor né porque não dá conta de risco Associados à política ou não todas as variantes conforme e o que temos são disputas normatividade e às vezes é evitar essa questão eu acho que a gente tem que entrar a fundo né né é encontrar E tem que escolher só um e eu acho que é um exemplo disso é concreto né no no português do Brasil é uma conferência antes de teses e quando
fala da especial valor estimativo agora que tem a concordância variável no Brasil no português brasileiro explica porque é isso acontece isso é não vaso não basta né não é o bastante é em aulas de língua uma Pedagogia da variação e simplesmente se mostre que a variação linguística tudo igual né como é Necessário também mostrar Quais são os valores sociais de movimentos fascistas né Igual resumo do histórico da e determinadas é avaliações né é necessário denunciar isso e enfim e dar aos estudantes as estudantes e as estudantes instrumentos na praia essas situações ou cenas de ser
as quiserem é e esse aí era ia bebê é Maria bonesso a situação importante o conhecimento da História sociolinguística do Brasil Baseada em evidências empíricas consistência Revelação porque o preconceito linguístico fala procurar tem como alvo principal a falta de concordância nominal e verbal exatamente o reflexo linguístico mais notável do caráter político brasileiro equivalente a capoeira e como se encontra acima a falta de concordância não implica qualquer défice Na expressão verbal Portanto a continuação dessa forma mas não tem fundamento mas se nos outros vamos a cultura Olha como tirar o africano Ibiza já foi embora oral
é o muitas problemas né nós sabemos a linguagem da semana tem como o terreno do preconceito e da intolerância a violência a discriminação social e trabalho se tiver essas a fala Popular usada por mais de dois terços da população brasileira é baixa renda onde se concentra os índios afrodescendentes Constitui um poderoso instrumento para a legitimação e biológica um projetor concentração de renda e exclusão social é isso para mim é um belíssimo uma belíssima reflexão local política ancorada antigo que a gente não utilizei esse conceito é mas para mim Ué porque ele mostra a gente vai
muitos como é esse preconceito em relação a determinadas Fabiano funcionar como instrumento ideológico a serviço da manutenção da exclusão social e se esse Projeto está longe de concentração de renda em pouquíssimas mãos no Brasil e promoção social e acho que é isso acontecer objeto é reflexão e a denúncia é nas obras de língua portuguesa não basta simplesmente tudo igual a gente tem que explicar porquê os materiais não é 30 e qual é qual é a origem disso e como isso aqui consequências só tem é pa é como isso funciona é socialmente e último aspecto de
como estou acabo é tem a ver com o tratamento automotivo Isso né É acho que achei uma educação linguística crítica né Deve em primeiro lugar é tentar explicar entrar com que os estudantes tenham consciência de como ser progressivo né a mineralização linguística entender que esse a língua Jorge é estão umas em perigo de extinção nem perdem falantes cada ano que não eu não tenho pressa social não é determinar os Hábitos é que vivem sobrevivem às vezes no âmbito apenas familiar é é porque o processo de extensão de naquelas linguísticas que acompanharam os grandes extensões em
mercados é incentivo em sentido lá na casa com o nome bom e quando a gente fala né em permanência ou não médico mulheres bustier mulheres que se reconhecem como Tais porque era Acidente e fica numa língua é uma alteração Evidente entre a língua identidade 105 social e cultural mais rápido é quando falamos em permanência da língua acho que devemos evitar denúncia militar além de naturalizar as línguas naturais línguas como regiões naturais é na medida do possível evitar também é velha apenas Como assim como objetos que estão além da própria realidade social entender que quando Falar
língua não estão falando na realidade estavam falando bem falar não tem muito a ver se identifica incomodados não quis ficar como Tais se você conhece junto altos falantes numa numa comunidade e que é importante essas comunidades têm direito a assistir né porque o que é unir constituindo a forma cultural né e de relacionamento social é deixa dessas pessoas eu deixo já começou aí nesse acaso certas práticas linguísticas né que podem conformar na Marginal social uma língua Ou não né diversas maneiras entender a língua é importante é a gente tentar a gente respeita A primeira é
tentar entender quais são essas formas né B conceber a língua para não impor um modelo da língua assim que seja realmente ou o negócio é elas entenda que há diversas formas de conceber a língua música é associada a gente quer saber a língua também está Associada a elementos identitários de pertencimento isso as práticas constituem uma parte importante comportamentos sociais identificar um grupo né então assim qual é o símbolo da permanência das práticas linguísticas naquilo que nos interessa acho que pensar bem sentir-se as coisas não podem ser dissociar do conjunto das práticas sociais e portanto a
sobrevivência não estou Mulheres linguística arrepende do modo combate às práticas de linguagem continuar associadas a outros comportamentos sociais na conformação de uma identidade e nesse sentido é muito importante com isso acabo é pensar que não há receitas nem para as comunidades linguísticas não há receitas universais para a sobrevivência para assistência de comunidades linguísticas não não a receita de política linguística ser aplicar em todas as comunidades é Necessário é as cinco uma perspectiva de qual a união é é pensar Quais são as circunstâncias culturais das mais práticas sociais associadas a práticas linguísticas e são importantes para
ter a comunidade e importantes que as próprias respeitar o que as comunidades os conflitos Tiradentes as próprias qualidades né Eh linguísticas em torno tanto a definição da própria língua como aos destinos na passo a passo a comunidade linguística e O nosso papel qualquer caso aqueles que se dedicavam ao estudo xingar é em entender nem Quais são as tensões e se não naquela comunidade e eh e enfim estar ao lado das reivindicações Claro indicações que será dentro esses comentários eu vou jogar teste aqui vou depois que a gente tem que evitar e são também muito importantes
é uma educação de ficar criticando é outra vez e tentar Evitar né relacionar a preservação de línguas como políticas de conservação pensar que preservar é uma política politicamente conservadora utilização de práticas como a gente coloca as novidades é uma geladeira e um freezer para que Fiquem sempre iguais em cada comunidade social a gente tem que fazer a respeito daquela Comunica a gente acorda com a sua história é quando surgiu o canal a na política de negociação universais Página e é assim a segunda coisa que vieram aqui é evitar é despolitizar a questão linguística e já
vimos definir a política como a arena de conflitos né conflitos Expresso eles podem ser expressados em você receber um nicho na sua cabeça Essa essa é ali onde a política não há política monetarista posição e onde a política a possibilidade de Expressar os conflitos né então é não deve ter uns politizar as questões é linguística entender Quais são as tensões entendimento dos conflitos de interesses 16 o que apresentações e práticas República se considera que seja uma comunidade linguística e habitar ver as mulheres linguísticas como grupos homogéneos pensando alto-falantes de tal língua pensam antes de as
línguas não pensam nada em conjunto né na garagem Lateral Olá amigas políticas devem ser incentivadas eu acredito que através das dinâmicas como a possibilidade enfrentar os conflitos com a possibilidade de terra são velhos tem uma marcha é considerado o que não haja solução eterna não sei que nunca permaneça estável e por último rejeitar toda a evitar rejeitar toda a proposta de intervenção política sobre a linguística as mulheres eu acho que muitas vezes é um risco que A gente coloca idealizar as comunidades não tem a ver conversar aumentar a conscientização de práticas e costumes nesta edição
os seus lá agora é preciso agora conservacionista né ou se fosse uma realidade natural que é necessário preservar né muitas vezes é uma coisa que me incomoda bastante se relacionar a mensagem crítica podem da série natural e com ser tecnologia o acionista né de conservar entornos Naturais é a qualidade linguística e cultural é qualquer realidade cultural né humana a ginástica é isso é a Costa Guimarães e conservadas outras não e obviamente a disputa em relação ao que merecem os números bem conservado é qualquer caso são contrários a idealização Imobiliários minorizada exame devem permanecer sempre iguais
devem mudar qualquer coisa nós somos nós de fora mas as comunidades acho que Temos quer dizer o que ela tem que fazer um com a sua língua com as quais são as circunstâncias né mas assim tá circunstâncias impostas pela organização né o contato enfim contacto brutal né para intervenção brutal na de outras de outras outras culturas Então é eu acho que está concluída uma a educação linguística crítica de ver ele evitar esses Desafios que tá aqui vou tentando sempre mostrar como a Diversidade linguística é está indissociável da cidade cultural social e economizar como ela tem
a ver com a comunidade o outros conflitos que não são apenas amigos são para sempre raciais ou econômicas não é a ver com gênero tem a ver com outros aspectos da realidade social e bom Está caro acho que eu não ter falado assim mais meia hora né e agora vamos para lá Para o negócio é bom obrigado é muito Obrigado João pela sua excelente apresentação acho muito caro para nós sobre a persistir você tem defendido até chorando na Festiva do outro política então agora a gente vai ter a oportunidade de alugar né com seis convidados
né é o rádio Só tem um problema que acabou energia na casa dele a gente estuda na expectativa aqui para ver se ele consegue reconectar né mas Estamos com o professor sável na da UFBA e puxou é bom a gente pode dialogar com um todo audiência né Nós somos com dezenas de colegas aqui pesquisadores de várias partes do Brasil você pode cabelo vontade a fim de participar da nossa conversa aqui né os bons então aí não dou por gentileza não doei é aluno do programa de pós-graduação em linguística da Federal do Piauí na exatamente onde
Professor Kleber pregada pela as torna a força fã é eu passei parei três perguntas para cá dar um dois três apresentadores estão eu poderia deixar registrado a pergunta gravado para o personagem aí consequência eu coloco do professor sabe você pode ser assim hoje pois com Tais perguntas posso é a reflexão para falso em relação à ao início a introdução desse debate sobre da comunidade é justamente uma das posições da Catrine Bosch que ela disse Que na época da colonização as correntes as cadeias estavam nos pés e hoje e felizmente nós estamos nas mestre eu faço
uma relação também com aquele é é recente foi lançado agora Rodrigo Santoro sete prisioneiros então fazer essa relação também com a chegada dos venezuelanos em nosso país é tentar começar esse tentar desmistificar esse pensamento decolonial e dá uma temos sim a responsabilidade social em relação a isso também com os trabalhadores Peruanos colombianos venezuelanos haitianos que estão trabalhando às dezoito horas nas Indústria Têxtil na capital paulista então é tentar fazer realmente com que essa pedagogia ela não seja só implantada nas universidades mas se é transportar e ultrapassados os Muros da Universidade enxergando sociedade e cheguei lá
na favela e chegue lá no na comunidade Essa é a reflexão para o professor sábio relação pedagogia crítica eu fico me Questionando em relação à transformação essa mudança sobre essa postura como nós professores e pesquisadores porque dos programas de pós-graduação eles especificamente eles tratam como abertura essas essa abre portas uma pedagogia colonialista por quê e a entrada exige prova escrita Prova De proficiência em duas línguas las que muitas vezes essa produção do lápis o aluno tá muito mais preocupado pesquisador vamos procurar impugnar esse Lápis do que uma produção que ser adiado para a sociedade e
aí eu pergunto essa pesquisa ela tende a habilidade para que eles pessoas que estão sendo investigadas que muitas vezes são chamados sujeito e não participantes é ir para o professor One sobre a questão da Globo política eu trago assim de reflexão né sobre o ensino da língua espanhola no Brasil em 2005 ela foi implantado a segunda lei 11.161 então durante três anos essa lei está Estabilizada e um novo Governo foi é retirado essa lei foi revogada e eu pergunto será que essa questão da Lei 11.161 seria uma exposição uma violência contra a língua espanhola né
já que esses povos latino-americanos que é estamos mas não seriam valorizar essa língua dentro desse contexto com relação a imposição de esqui ao momento que ela foi retirada dessa grade curricular não seria o momento de nós professores e amigos fala ele tá fazer esse resgate da Crítica de uma pedagogia crítica e participativa para te levar às Comunidades especificamente os venezuelanos estão aqui chegando que têm como língua espanhola língua oficial nós tenhamos esse papel social não se preocupam somente com essa questão linguística gramatical estrutural mas também que nós valorizemos essa cultura das pessoas que estão que
precisa de nossa ajuda não se preocuparam somente porque nós choramos Com a guerra na Ucrânia Mas você sensibilizados mas passamos para os semáforos de nossa cidade seguindo aqueles cartazes escritos em português ortografias diferentes daqueles venezuelanos que estão apenas tentando sobreviver em um mundo cada vez mais máximo que massa que massacra essas pessoas e essa seria minha participação em relação a esse debate aqui muito obrigado pelas excelentes explicações e aí eu fico inquieto com essas questões Muito obrigado obrigado pelo seu pai que pela qualidade Obrigado Naldo sábio depois só Obrigado Naldo A na verdade suas três
reflexões são muito importantes no momento em que a gente pensa na prática o que que acontece Às vezes a gente fica acho que Raja responderia um pouco dentro dessa linha e eu vou me ater o que você você apaixonou Você tem razão a gente ainda na universidade infelizmente a gente Ainda tem muitas práticas colonialistas né e termina aqui o digamos Nossa prática a Às vezes a gente fica muito dentro dessa dessa torre de bom e no fundo no fundo a muitas as pesquisas que são feitas eu sempre digo assim com tomando a poeira nas bibliotecas
né É E você tem razão as pessoas que participam que são e principal se você Você Abusou de espanhol então Quantas vezes a gente ouve falar que os professores de línguas a simplesmente não querem não aguentam mais ser uma escola pública serem convidados para pesquisa serem pesquisados chamadas de sujeitos e depois a ir embora eu não quero generalizar mas há muitos deles a opção espinafrado na sua prática até nas próprias pesquisas né E quando que a pesquisa sequer retorna para eles né em termos de não é só agradecer porque eles São copas Copa partícipes da
às vezes não é mais a dica de que forma a a contribuição deles com qual pesquisadores podem melhorar é isso que é fazer uma pergunta fazer uma pesquisa com um cunho de mudança social mas é aquilo que eu falo o Naldo o se a gente começa a se questionar sobre essas questões você termina aos poucos rompendo com isso mas aquilo também que eu falei isso Leva tempo porque às vezes a gente se sente assim pregando no deserto é como eu disse por exemplo a gente tem em todas essas discussões é eu me lembro que não
faz muito tempo que Na graduação dos nossos cursos de letras nós temos nós implantamos uma disciplina de linguística aplicada antes nem isso existia é e todas essas discussões mais voltadas para a colonialidade questões mais críticas Muitas delas vão Acontecer não Na graduação como eu defendo elas vão acontecer muito na pós graduação né então quer dizer ou aluno entra por exemplo numa numa iniciação científica que ele possa ter contato com pesquisa desde cedo a Na graduação para que ele possa a né está sendo exposto em certa forma transformando aí conhecimento ou senão isso vai acontecer somente
na pós graduação eu acho que a gente precisa realmente a repensar essa os colonialistas no caso De por exemplo eu não sei se vocês têm essas discussões nos seus contextos mas não é discutimos aqui muito tempo no curso de letras O que é que nós vamos fazemos um Na graduação porque que nós não fazemos um teste de língua na graduação é porque E aí a discussão era sempre o seu fessores a aqueles que achavam que puxa eu recebo alunos de inglês que vão ser professor de inglês e não sabem nada De inglês como é que
a gente pode de certa forma melhorar essa situação e aí veio aquela proposta a vamos fazer teste de de língua E por que que nós rejeitamos no que seria mais uma prática colonialista que a gente sabe que o contexto do estudante de letras é é primeiros muitos a maioria vende de camadas sociais Neves privilegiadas não tem acesso a cursos de línguas né E os que chegam para serem professores a precisam E aí a gente faz Aquele trabalho ou de ao mesmo tempo ensinar a língua e ao mesmo tempo ensinar e daqui a quatro anos ele
ou ela seja professor de língua bom então assim se você me perguntar você acha correto na pós graduação TT e teste de língua para mim sair de uma coisa um pouco a eu já fico pensando se tem uma resposta para isso porque também tem aquele outro lado é tem uma tem uma digamos uma interface colonialista sim Mas por outro lado também a gente se a gente expandir o escopo de língua seria um caminho né infelizmente ainda ficam ficamos dentro das línguas europeias hegemônicas Mais também de certa forma se você não não segue um caminho como
este você deixa de dar oportunidade Ou pelo menos dar oportunidades aos alunos de mestrado e doutorado que possam ler autores não há germânicos naquelas línguas bom então por exemplo autores Latino-americanos que escreve em espanhol por exemplo o o projeto modernidade e colonialidade só teve se impulsão do né que eu tô defendendo isso mas teve uma grande e por só porque faz muita coisa está sendo publicado em inglês é porque se não fosse aí você desenhar mas aí você tá defendendo eu não é que eu esteja defendendo mas assim é aquela coisa você usar a arma
que tem né então é é de certa forma a gente fica nesse Conflito é um conflito então eu não teria uma resposta para se você me perguntar deveria mole o teste de língua estrangeira na pós graduação eu ainda fico em dúvida porque eu fico pensando nesses autores né que escreve nas suas línguas né os latino-americanos que escreve em espanhol nos espanhóis latino-americanos e tanto os outros e e autores do Sul global que falam que escrevem língua inglesa então assim a aí um para mim é um conflito que eu ainda Não teria uma resposta Mas de
qualquer forma você só para fechar é preciso que as coisas aconteçam né Elas vão acontecer aos poucos né que se tem esse temos essa consciência Eu acho que a tendência que ir a Band não sei se responde sua pergunta se era a sua reflexão a certeza obrigado pela sua reflexão Obrigado você aí pela paz pela intervenção na Catarina lote quando ela se desloca o norte Global sabe nos Estados Unidos aqui o Equador e começa a Correr na língua de objeto em que ela quer se expressar com fome demonstrar aquilo que o Kleber disse é a
pedagogia do sentir preço promoção então é de uma certa forma muito obrigado pelas suas explicações valiosas né contribuíram muito aqui para mim poder tirar essas inquietações também de mim da minha pesquisa Tá bom obrigada mas não tive não deixa essas interações aí porque é bom é cá sim com Certeza efeito é só por gentileza show sim é obrigado a ser a questão relação aos painel acho que que você é a primeira parte aí só pergunta se a lei 11.161 não era alguém postal Você perguntava aí e vou esquecer ela foi outro olha é fone da
lista é sonho é uma posição relativa né é um iPhone é uma lei impõe oferta obrigatória do Cunha a oferta obrigatória do espanhol a gente vinha de uma vinha de uma A tomar uns anos que horas aqui no Brasil tem que ser manifestar muito mal uma clara clara disputa eu tenho escritas sobre sobre isso né Se manifestava dentro do Campo né de espanhol no Brasil entre duas visões de espanhol do as duas dois projetos políticos em torno de espanhol uma claramente de expansão mais focado na informação de consumidores Nei não as peças de soft power'
não é que a Influência ao espanhol como uma forma de influência através da língua diferença no País da Espanha salinha anos 90 é no momento em que a Espanha tão acompanhados do pé e ter um processo já deixei envolvimento expansão capitalista até para para fora é neoliberal Mas é isso chocava aqui com um projeto de e não vê que considerava de espanhol português seriam a línguas importâncias na instrumentos políticos para integração para a criação de uma Cultura uma cultura da América do Sul autores que falam sobre isso também autores né como como a inspiração da
língua serviço de uma cidadania né Marciane ela começou e aí tem uma relação igualitária horizontal entre espanhol e português onde deveriam entrar também outras línguas mesmo que a princípio não se constrói a partir da essas duas de guarda estado né é da manhã que a lei 11.161 Surgem nesse nesse momento surgem nessa atenção e a própria manifestação é Oi Fernanda Castelano né na tese dela sobre faz uma rede discursiva da lei né então debates em torno velha e mostra com vocês dois argumentos políticos estão crescendo por um lado integração Regional que sempre mas por outro
lado também espanhol com uma língua Global bem como a língua que permite o acesso ao Mercado Global e dentro dessa política e depois o próprio Governo brasileiro fecha acordo com a Espanha e ocasionaram uma rebelião de espanhol formação acelerada de professores através de cursos à distância observar tinham passado por cima das próprias universidades brasileiras para a formação de professores centrodemidias fazer espanhol no Brasil em uma leite e a contra o espírito também da área de se o interesse com Viagens escolares a ser decidir em qual a língua a ser ensinada nossa escola mas por outro
lado no muito pois é é desonesta da Fernanda Castelano é bem bem interessante porque ela mostra sua intimidade é na própria letra e depois que Como ela foi interpretado Por que irá da força obrigatória mais apetecível para estudantes E era uma forma diferente de colocar é e viajar é uma questão aqui muito interessante também e aqui é o inglês era obviamente a língua Estrangeira quanto Márcia é a língua estrangeira por definição ainda era a língua quando a gente pensa linguagem muito quando muito a gente né a secretaria da educação Secretaria de Educação do município estado
pensam em língua estrangeira pois indirectamente inglês está pronto toda essa mania essa mulher é louca se constituem lá eu acho que não precisa nem de leite para isso né Não precisava vender para que isso aconteça hoje foi Não não não ser Precisou de uma lei nem explicar sair e colocasse pode jogar é uma imposição mas que na realidade vem é tentar tentar se encontrar por né a uma realidade hegemônica é uma lei contra hegemônico e o que poderia ser explorada nessa camisa da Integração Regional e prova de que uma lei contra a Mônica é que
depois legal o pé 2016 a primeira medida política volte foi realmente a reforma do ensino médio foi a primeira ainda não comprou promissor e o dele cm né a Reforma do ensino médio e a derrogação e a revogação total da Lei eu e a modificação da LDB com a imposição agora assim nem para o rei não é apenas hegemônica como é em bosta né legalmente da língua inglesa Mônica ali o estrangeiro a ser ensinada nas escolas isso é previsão né de água ainda já é e comando já não era necessário né porque a minha blusa
já é uma linguagem né eu lembro que se impõe né porque a realidade Talvez haveria aqueles lamitor outras línguas não precisa é como como como foi feio né mas isso eu respondi a pergunta é com certeza obrigado pela reflexão reflexão que me incomoda nesse projeto aqui durante 13 anos o espanhol essa lei era era vigente E aí nós conseguimos se entra dentro da Espanha da comunidade espanhola observante capacitações com professores que vinham da Europa e parece que seria aquela prova eu te dou Um espelho e que me dava estilo de ouro e depois que aquela
e acabou Depois que onde estão investimentos eles que eles não estavam preocupados com a questão social era só questão Econômica o que existe uma lei no Brasil nós somos 230 milhões da Trans então é um mercado consumidor Onde está Espanha neste momento onde está a Europa conhecimento o movimento de espanhol para nos ajudar a que se espanhol se ele realmente valorizar ele das escolas desde a Sociedade durante 300 Maravilha todos os professores só que acabou isso eles aqueles querem o olho novamente da gente o prefeito exibindo sua piscina Você tem toda razão é obviamente ser
era era um movimento que fazer a parte da política de expansão comercial e deixar de power e uma forma de o Brasil ter uma princesa no único país né no único país de língua Espanhola do Cone Sul é uma questão ele também é estratégica bebê eles imaginavam a ter visto nem imaginavam a muito alguns jornalistas e outros estudos Neve Instituto de relações internacionais por exemplo imaginava o Brasil de língua espanhol Onde espanhol cultura é uma língua falada em muitos países né que tem muita produção editorial e tem muita uma política muita consistência de tradução E
até mesmo na área acadêmica textos que não são que não são ainda que não estão os seus o português está atrás de espanhol e sonhavam com um Brasil que tivesse comido vale-cultura né é um processo Olha a massa de imposição cultural e social do carro a a a uma política político controle fazer político e uma podem ficar só no mercado e eu acho que eu espero que a gente possa Voltar com o movimento de espanhol espero que a gente possa voltar a democracia né porque agora estamos hora está em suspenso acho que por enquanto eu
não sei se vai Como vai ser a eleição Se tiverem espero que a gente possa voltar a democracia e voltar ao até um projeto realmente que seja Regional Neve diário Olá colega só vai chegar uma construção do Brasil já estratégica um pouquinho mais razoável Democrática né E aí o espanhol terá terão lugar é isso não precisamos é para ir para a Espanha eles quiser nessa chamar melhor assim não é feito som agora Madalena por gentileza Madalena viu xoán viu o sábio errada ela é a primeira quilombola tá fazendo doutorado em linguística da Amizade Brasília na
estação na seleção agora então é um fato histórico para nós eu sabia Viu eu só que maravilha as medida Vale a pena haja não voltou né e eu tô tentando falar com ele por telefone a lá tá sem energia nenhuma se acredita né oi oi a Madalena tá com o microfone desligado bom dia bom dia quem gosta de me apresentar antes da minha sala porque além de ser a Madalena a professora eu sou liderança solicitadora E falo do lugar do meu lugar que eu Quilombo extrema localizado no município de Iaciara e a partir das falas
de hoje do professor Rasa que só sabe o professor chorar eu fiquei pensando aqui e tem algumas inquietações que talvez possamos o tiro um pouquinho o professor Kleber Obrigada professora eu fiquei pensando aqui nessa questão o professor rádio ele traz que a decolonialidad uma expressão da colonialidade Oi e eu concordo com ele porque o processo continua continua dentro do Quilombo partir do momento que o povo é recusado novamente Então somos obrigados a se passar por várias segmentos religiosos isso já identifica a falta de identidade de de não entender direito essa história contada por outros vem
a questão também da escola onde é uma escola quilombola dentro de um quilombo e simplesmente é os Legos os meus antepassados são Excluídos no contexto escolar então ele não existe uma conexão com a nossa realidade EA partir do momento que Acontece isto é um silenciamento dos mais velhos que para nós é constrangedor porque a criança que chega na escola ela passa por esse processo de escolarização violento chega em casa de o mais velho então é violento e quando eu chego na universidade Eu percebo que a universidade era centrada e infelizmente Nós precisamos é desaprender porque
nós somos frutos de dessa educação eurocêntrica e eu percebi e vem 10972 é mesmo alguém trouxe uma referência assim do Paulo Freire 1972 é isto 1972 eu não tinha nascido deixa de 78 Então antes que eu chegasse esse mundo já estava falando sobre isso e hoje né Eu percebo que existe é esse pensamento de desaprender de uma Formação como espaço de desaprendizagem como professor sável trouxe e o professor sua também fala da questão da violência com as comunidades que eles não pode acontecer mais a gente não chega para nós aqui abriu lindo chegou uma política
de governo ela violenta porque ela não é pensada por nós isso tirou o fogão a lenha da cozinha e colocou no banheiro não é muito violento as nossas as arranhaduras que tem nem e A violenta e quando falamos sobre todas essas esse contexto violento eu fico pensando aqui um país que a maioria Negra e o que se vê é uma discussão sobre a Língua Inglesa e Espanhola o yaz línguas de matrizes africanas e o banto ioruba com que está sendo pensado esse essa esse desaprendizagem se não está sendo levado em conta o contexto do povo
brasileiro Que a maioria Negra Será que não é o momento de puxarmos na nossa memória nossa história vocês o Creta e daí Será que é possível acontecer língua porque essas línguas não chega na desculpinhas e com que nós vamos desaprender como que nós vamos romper com uma violência e a universidade continua perpetuando esta violência então nós precisamos repensar a questão do currículo repensar a violência que Submetidos pela negligência do Estado isso é gravíssimo também na verdade a o racismo é uma ferramenta ainda é uma ferramenta de poder como Silvia Almeida trás e o Estado faz
desta ferramenta o controle o rio que chega na formação e será que nós estamos discutindo realmente uma formação crítica Será que esses professores graduandos que estão aqui agora será que eles estão eles conseguem desenvolver a criticidade dentro de um curso de línguas para fazer Isso com seus alunos ou será que é o mecanismo de controle porque se com P tudo isso nós estamos rompendo com ela a ideologia é que pedido ideologia e o que fazer diante de tudo isso como que nós podemos nós enquanto pesquisadores Como podemos repensar educação repensar formas não-violentas mas a partir
de um pensamento decolonial e é o que vem acontecendo dentro da comunidade aqui nós já estamos Conseguindo subverter aqui as mulheres elas não são mais convidadas somente para lavar para fazer o serviço doméstico homens não são convidados apenas agora somente para fazer o serviço braçal nós estamos começando romper mas mas continua o pensamento quando do colonialismo ele continue realizado e essa luta eu falo para você ter diária Porque apesar de termos vencido essa questão da escolarização de termos de Jornalismo pelo psicólogo de temos professores negras esse certificado ele não E legitimado então a cor o
certificado ele tem cor e ele tem cor também então é a violência são camadas de violências camadas e mais camadas de enfrentamento é de alho E aí a pergunta é essa parte da nossa realidade desse país Marco maioria Negra como pode ser pensado uma forma de subverter ou Minimizar essas violências em relação a língua que silencia e Continua colonialista e essa é uma pergunta olha suas reflexões maravilhosas Madalena a partir de um lugar de fala é São perguntas para um novo seminário né chorando porque eu são muito complexas a tudo que você coloca aí é
sempre nos inquieta Claro e Imagine você quando você fala de maioria Negra eu moro na cidade mais negra da do Sul Global da América do Sul e a gente vê isso que você fala todo dia todo dia o tempo todo né é formas de violência aí você vê que é pela cor da pele a nas pessoas que são abordadas por policiais negros as matanças que são feitas nos bairros pobres praticamente né negros etc de certa que você já sabem bastante sobre isso hoje eu vou falar apenas de uma para que já dá também já estão
jamais de meio-dia Mas assim eu acho que é como como romper com tudo isso Madalena eu acho que é um processo lento de tomada de consciência e você já dá exemplos aí na sua realidade né Então essa coisa dos papéis da mulher os papéis do homem é de seta como as coisas chegam e eu acho que você deixa claro que vocês querem ter as rédeas da vida de vocês né como qualquer um de nós a gente quer ter a regra das nossas vidas né É só para falar de línguas eu eu Além de dar aulas
a e e Também a ser formador de professor eu acordei no maior curso de extensão dos maiores cursos de extensão das universidades brasileiras aqui que nós oferecemos várias línguas além das europeias lógico e nós é a A2 É Nóis já mim que estava muito e hoje ficar fui chamado por colegas negros para gente Instituto institue pelo menos duas línguas a negras a para serem ensinadas na nos cursos de extensão seria ótimo que tivesse nos vá Licenciatura Então hoje nós temos cursos de extensão de kibundo e de iorubá na Universidade Federal da Bahia existia os custos
existiam nas não na Faculdade de Letras e a o Todo o material é produzido por nossos professores para os nossos futuros professores e a gente fez questão de com um projeto que eu fiz questão de de assim de levar adiante com eles a porque eu sempre ficava muito envergonhado das coisas que assim a Gente ter a ensino de línguas e somente as línguas europeias e no máximo a gente tinha latim e grego que também longe estão sucesso aqui no nosso curso de extensão mas só para lhe contar uma anedota que é uma uma coisa verdadeira
eu estava na minha sala um dia me ligou um um policial federal eu tomei um susto ele fez aqui é não sei que não me lembro o nome da polícia federal e eu queria falar com o senhor que é do curso de Extensão me indicaram o seu nome porque nós estamos precisando de um falante de ouro bar é isso falante de Ouro BA é porque a nós estamos aqui com vários nigerianos que foram presos no aeroporto de São Paulo e eles se recusam falar em inglês para dar os depoimentos etc e aí como ele me
disse que era de Salvador e lembrou que aniversário Federal da Bahia tinha cursos de Ouro BA então assim a gente olha eu não falo mas Eu conheço algumas pessoas que falam mais assim essa língua não circula no dia a dia essa língua essas línguas negras não foram somente não foi somente orubá ela não fazem elas fazem parte trazer a cultura africana faz parte da nossa vida né mas ainda como você diz é são são questões muito mais periféricas de que centrais Então como resolver isso Madalena eu acho que cada um de eu eu sou muito
a favor do que Freire a de Dida Eliseu chamando Mas ele usa isso outras palavras as pequenas revoluções a gente essa coisa da grande narrativa dos grandes projetos como você fala que são impostos que são violências É eu sei que envolve por exemplo questões políticas envolvem grupos políticos para você poder mas quanto mais a gente tiver pessoas quilombolas indígenas na universidade para que mude a cara da Universidade quanto mais melhor mas quanto mais ela Se fazer por exemplo eu tinha alunas aqui tenho duas alunas que eram netas netas de dos grupos indígenas de Porto Seguro
Oi e eu perguntava elas vocês falam a língua de vocês não Professor a gente não fala que vocês são segunda geração e não fala não não falamos chegam à universidade mas essa carga cultural que a língua atrás e começa a se abandonado então assim é muito de fazer eu acho que por exemplo são as pequenas evoluções Cada um você no seu papel que você leva de volta para sua comunidade e claro você está na universidade já faz diferença né mas não é para Olha tem uma quilombola na cidade não isso precisa se tornar comum e
não é isso preciso falar com um indígenas quilombolas porque senão por exemplo para nós da Universidade Federal da Bahia eu me lembro que quando a gente abriu cursos noturnos é a quantidade de pessoas que poderiam estar na universidade que não Estavam porque eram a maioria trabalhador e Tinha que trabalhar durante o dia e às vezes se sacrificavam e tinha que te pagar escola particular tem algum curso superior aí depois eu dei muito tempo aulas no curso noturno e eu via eu via era basicamente ali não tinha não tinha não tinha brancos a Bahia já não
tem brancos Conte uma piada que dizer aqui que o único branco na Bahia era o ponto da Suécia Mas eu posso da Suécia ao Consulado da Suécia já foi embora mas você via que era uma comunidade de trabalhadores né e que finalmente puderam ter acesso à Universidade Federal sem precisar pagar o Brasil na escola particular Então acho que são são Passos pequenos Seria muito bom Se a gente pudesse romper com essa violência de uma forma muito mais Ampla na política né mas eu acho que que é preciso aqui Cada um pense que esse juntar você
vai fazer nas Suas pequenas revoluções então assim é eu não teria uma resposta de como vencer essa questão da violência mas com pequenas iniciativas a gente começa a a marcar marcar espaço né E dizer Olha nós estamos aqui nós queremos esse lugar né então por exemplo só para terminar como Naldo disse assim olha essas pessoas tá Venezuela estão chegando que estão indo para não só venezuelanos você tem aí já uma quantidade de haitianos de nós estamos vivendo pelo menos aqui no Nordeste não é comum né mas nós estamos vivendo esse digamos assim é é de
aspersão de venezuelanos de haitianos são poucos comparados com São Paulo e outros a própria Brasília mas ainda ainda uma coisa que está distante da gente mas eles precisam se fazer presente para que a gente mude né para que a gente pense olha essas pessoas existem esse essas pessoas têm o mesmo direito de qualquer um às vezes às vezes pode parecer um tópico mas eu acho que é Por aí são essas pequenas Passos nesse país tão injusto é tão agora como fala xoán distanciado da Democracia a gente tem um grande trabalho pela frente e isso é
assim ó é um trabalho do dia a dia mesmo né então eu vou eu não sei se eu respondi mas deixa a complementar aí ela porque a sua pergunta é muito a galera suas as suas indagações são super válidas e a sua pergunta é daria para gente ficar aqui conversando a tarde Inteira né a corda com com sábio é é da Madalena São muito muito relevantes no obrigado a grande Pergunta o que fazer e não tem uma resposta simples né Eu acho que o importante aí fazendo aí cada um faz na medida das suas possibilidades
que são importantes para ações da realidade muito importância sobretudo tinha a ação política EA participação de todos daí de todas que todo mundo é tem a Possibilidade de superar A violência é uma violência estrutural e muitas opções né é útil para algumas populações violência física né diária extremamente difícil superar essa diferença mensagem e eu acho que na medida das possibilidades temos te esperando era mesmo e fazendo coisas estão alinhadas as nossas bases sempre também na política é a arte do possível né só que eu consigo não está definido previamente a gente pode expandir O que
É impossível né que pareciam impossíveis depois recortar no canal era então é importante isso é pensar sempre algum Horizonte ser lá pra frente da tensão é possível eu acredito muito na força na potência da se as comunidades linguísticas nativismo linguístico que será em diversos sabe que faz parte da vida cotidiana né quem falantes de uma língua minoritária situação da vitória é muitas vezes em até mesmo situações Muito graves na imposição violenta violência é contra a quantas pessoas nem como acontecer muito sabe que está vendo agora vem o crânio né a melhoria russa que não era
minoritária 5sof fala russo a uma a questão de buscar a vender as fronteiras muitas vezes essa imposição terminaria kubernet sofrendo diversos países espanhol era o mundo a calhar para imposição e até mesmo linguística Compreensão explícita castigo físico quem fala então mas mesmo assim considerado o processo Inicial Eu acredito assim que eu ativismo o ateísmo constantes e negros chegar no plano institucional e na vida cotidiana tem uma colher de ir mudando aos pois bem depois as grandes mudanças na travessa acontece com o seu sábio a partir de pequenas mudanças aqui né e a gente também é
nós não temos cursos de A neuro pa por exemplo é o quê as línguas bantu é nas universidades Por Toda essa história Colonial dúvida né a história que nos trouxe até aqui é que provoca hoje e dificulta hoje né faz campeões em Lisboa mesmo que a gente quisesse não teria nem como é que abrir aqui a pensar novas metodologias e epistemologia para tratar em cima dessa as línguas formar pessoal criar estruturas né É impossível eu acho o canal é comediantes A gente tem até obriga eticamente de imaginar outros mundos possíveis né imaginar que eu possível
pois esse espaço é que a gente pode ir hoje é criar coisa é na minha Negra Cheia também temos o curso de línguas né de extensão oferecer Já tem alguns anos e eu não vai e Guarani tem só as duas línguas de a gente conseguiu poder oferecer sem professores tem comunidades que estão um nicho então é produto também o Batismo linguística essa mensagem agora mesmo Por Exemplo foi quase uma oferta de comunidades indígenas de Niterói de Niterói quer falar Guarani mbya e ele é ele se oferecendo molhos é E aí foi colhida eu achei magnífico
né Então é eu acho que é muito importante essa essa interlocução essa interação chegasse Ministérios tem que saber mesmo é como comentava sábio assim novamente tem que ter que era estudantes de Toda a sós com sociais classes sociais raças mais diversas né E tem que saber também tem que abrir a sua cabeça de nós todos quantas estruturas e tem que ter tem que tentar fazer isso agora não é fácil é um passo atrás eu acho a gente vai para o pai e enquanto eu gosto assim e ele está importante é ouvir depoimentos ouvir argumentos né
esse tipo de diálogo eu acho que a gente a gente sempre aprende consegue imaginar Também outra vez a gente não faz coisa porque nem imagina imagina que já consigo sim e eu também tô também é a gente vai terminar dentro de 5 a 10 minutos negócio então vou pedir para Regina talvez fazer uma pergunta bem direta e depois Aí a Nara na nara é por gentileza também o poder fazer as duas perguntas então aí eu passaria a Gerar a palavra para eles aí depois eu faço o convite para vocês Pelas próximo coloque na semana que
vem tá bom a 20 dezenas eu gostaria de agradecer a presença dos professores né Fabi que é o momento super difícil fico até emocionado às vezes principalmente quando ele que fez o Raja com a idade tão avançada a seguir antes tentando se comunicar com a gente e contido ali no cantinho no escritório como ele mesmo fala que eu já vi outras vezes Você não tentando e fazendo aí o que vocês podem pra gente eu fico muito grato Eu Sou aluna graduanda da UnB já vem também um pouquinho mais avançada na idade mas aceitar durante estudar
com jovens oportunidade para mim vou fazer minha colocação no sentido assim aqui no Brasil cada vez mais a gente receber os estrangeiros né que vem tentar fazer a vida aqui e tentar se virar e sobreviver tem muito sofrendo agressões outros aí também pela opção né e cada vez mais a Gente tem estrangeiros é abertura entre os países também acontecendo né e eu percebo assim que e é nós brasileiros são muito receptivos e tentamos nos comunicar com eles da forma que conseguimos né mas em outros países assim na Europa é sabido que a gente tenta se
comunicar em inglês muitas vezes a gente nem tem o retorno desses moradores porque eles querem que a gente tem que falar na língua Nativa deles né e o brasileiro vai sempre dando aquele Jeitinho de se Reinventar né Só que eu acho que o português deve-se deveria ser uma realidade ofertada nas escolas precisa estrangeiros eu queria saber dos professores como vocês estão sentindo isso Qual é a expectativa de vocês em relação ao festa do português como segunda língua neve para esses estrangeiros e saindo um pouquinho Da pergunta do Naldo Eu acho assim tem uma forma da
gente se colocar também como Brasileiros que eles também fazem a nossa língua nossa língua também seja valorizada Com todo o respeito ao professor chorando que colocou a questão da Universidade da idade do espanhol né porque a cada vez mais colocar nossa língua o nosso país Qual a expectativa de vocês professores com relação a essa oferta essa minha pergunta ótimo Regina agora e a Nara Olá pessoal boa tarde no chão bilionário É isso mesmo que leva enganar as pessoas se confundem linha gratidão Eu sou estudante de pós-graduação em linguística aqui da Universidade Federal da Paraíba e
eu venho trabalhando né nos últimos anos com currículo nessa perspectiva justamente de descolonização descoloniales aluno não é É porque eu trabalho com inclusão de pessoas com deficiência Strings ensino de língua estrangeira né que são essas vozes do Sul então a minha questão aqui ó primeiramente quero agradecer muito né os professores aí que trouxeram tantas inquietações eu já sou inquieta por natureza minha orientadora o inclusive teve um ponto aqui né que falaram com relação aos participantes né da pesquisa e eu só queria fazer uma vendo que é tratá-los tratar essas pessoas não com participantes mas colaboradores
caso elas assim se sintam né então eu acho que tem que ter de fato Aí a postura ética do pesquisador Então é só essa essa esse ponto isso aí vai Como como que o professor sabe estava pontuando sobre ser uma pequena revolução né Tem um autor chamado Vaz que ele traz justamente isso como uma prática revolucionária e p Note que cabe bem essa postura Ética do pesquisador Então pessoal as ramas medicamente é com relação à ao professor professor Show ele falou muitas coisas assim bem significativas Na com relação a língua né A questão de a
linguagem imposição EA minha inquietação é justamente qual que a gente pode estabelecerá um padrão de língua né a ser ensinado sem e pola né Será que basta nos trazer a reflexão eu não sei se a palavra adequada é basta né não bastar Mas será que é suficiente trazer a consciência aos nossos aprendentes com relação às variações linguísticas e sua suficiente e ainda continuarmos a Ensinar sobre uma perspectiva ainda colonizadora né porque seguimos aí algumas orientações e ideologias e aí eu vou para minha pergunta para o professor está viu quando ele traz a inquietação aqui sobre
é que bases políticas e ideológicas a gente deve aí né a praticar porque quando pensa um currículo uma perspectiva inclusiva E também o like se consideram essas pessoas enquanto agentes sociais né não há como desconsiderar as outras Esferas de agentividade digamos assim sociais então como é professor a gente pode a através de uma pequena prática revolucionária digamos assim construir um currículo né e muitas vezes no próprio PPC do curso dos cursos de licenciatura já trazem algumas ideologias digamos assim não sei se vocês também sabe mas algumas ideologias que já apontam para a inclusão e reconhecimento
digamos assim dessas Vozes do Sul hora temos a muitos anos né o há uma vasta literatura é Legislativa Educacional digamos assim e ainda assim caminhamos lento em relação a essa desconstrução é esse desaprender para aprender e reaprender com relação à inclusão Mas eu também gosto de gostaria de trazer aqui que é um verdade Sagrada Paraíba ela tem uma disciplina do curso De letras que é assim muito boa a ementa curricular trás justamente essas reflexões sociais dessas vozes mas ainda assim a uma disciplina né ainda assim é uma então a minha questão é apenas essa mesmo
como a gente pode pensar nessas duas perspectivas já que postou rádio nos a presente então muito obrigada muito grata pelas pelo aprendizado nessa manhã em qualquer feito obrigado aí a nada é saco só acho que chorar pode começar Porque a questão do centro de lá eu vou tentar ser sincero obrigado pela pela pergunta a Regina Pergunta a palavra parecida com todo o respeito às obrigações que eu falei em espanhol é eu falei mas não porque eu gosto na realidade eu não dá não porque eu gosto não é assim não é o fato Ou quer dizer
quando fala da relação das línguas do mundo ele mostra como ele Fala entender as relações de livros do mundo como uma constelação no centro Como como o chão está o inglês e depois o quê o diretor inglês não fosse a língua super centrais que tem língua e também giram em torno O que explica a relação entre estas línguas né e o lugar que ocupa nessa constelação sobre os falantes bilíngues né isso também é um dado da realidade uma não desejo meu nem de ninguém é é um fato que a maior parte das pessoas que falam
outra língua além Das suas estão falantes de espanhol e português então o que falar inglês é só um fato é uma prova da hegemonia é em um fato também que entre falantes de língua inglesa o número de falando explica ser menor né porque ele já fala a língua achou não precisa falar outras línguas Os outros já falam né é a uma as relações aí entre falantes não está marcado outro igual está marcado pela pela geração de políticas sociais Econômicas e entre comunidade e te falar eu acredito que fica a gente novamente está a fazer poder
mexer é a grande Pergunta política eu acho que sim que o realmente o Brasil tem que ter uma política assim de recolhimento linguística né Por exemplo com refugiados muito Avenida as cidades Onde diz na em políticas de oferta de língua em português como língua recolhimento né para fechados para que eles possam se desenvolver no Brasil em português nem a Língua social história é e o Brasil políticas tem algumas mas ele entrou dentro o próprio território e ouvir o que quem vem de fora tenho até o dever ético deixa adaptar dialogar com a realidade na qual
fiz é isso é enfim aí já que a função de todos volta quem está em volta lembrar às pessoas o tempo todo o o Brasil sem sem se relacionar com o português não sei se você entendeu reggina a minha Posição eu acho que você tem razão né E sobre o a pergunta Aí a Nara era a interação normal padrão e se não é uma imposição é uma imposição eu eu venho escrevendo sobre isso ainda é pública ainda essa semana passada um artigo no blog na parábola em relação a publicação do nível e vai sair Francisco
Eduardo Vieira e se chama gramática da Norma de referência que faz parte de uma coleção Que chama escrever Universidade com cinco livros sobre ensinar Orna a questão da escrita acadêmica né para e eu fiquei muito fiquei fascinado com o livro pergunta e como impossível né é a não vai pagar uma sempre estive na história né porque discrimina realmente é feita para discriminar é quem é o que é correto errado né não sabe e sempre a discussão sobre o padrão é uma discussão entre nem sociais né Então é isso faz parte da nossa sociedade letrada e
toma conta disso não tem muita falta atrás também estou gostando de uma realidade isso não quer dizer é nem desprezar o conhecimento toda a estruturas orais mas eu não sou a cultura letrada em uma cultura letrada marcada pela pela imprensa e hoje entrar para a escrita na digital é então não vai deixar de ser uma questão aí que fazemos né Anunciamento de entrar mas eu acho que o melhor para nós fazer também é uma função de parece que horas não era é a tirarem ser base o padrão das elites força Coral trazer o colchão da
escola fazer com que os estudantes vejam primeiro quero uma padrão é uma invenção especial eu tenho uma dose muito alta aqui traje nem faz parte de uma tradição acho que todo mundo tem direito a acessar essa tradição porque a transmissão da cultura escrita letrada Né é assim como o tem direito a manter as suas pediram para manter a sua cultura a cultura letrada também a gente faz parte da vida social que as pessoas têm direito a ter acesso a ele tem como né é eu acho que é é necessário levar esse motivo para as escolas
nem mostrar mostrar a realidade mostrar os valores que estão Associados às funções urbanas e depois fazer criar uma cultura né é normativa que permita a intervenção das pessoas a estas constituem nesse Coloquem a liberdade possível dentro gastar a tradição uma maneira crítica e eu estava sem livro porque eu acho que eu te ligo faz isso eu não sabia como fazer o será possível fazer isso mas olha livro fiquei muito fascinado por quê Porque acho que eles fazem isso tratam nunca vi um discurso normativo o amor estou sendo muito sincero nunca havíamos não acha que é
muito idosos não é porque fala com o barulho é bom como estudante dizendo ó você tem o que disse A tradição normativa mais é mais conservadora e isto outros autores fazem visto na língua você vai encontrar aí você ver né claro acho explica como o que tem jogo social e deixa a costura decida E você tem uma escrita mais conservador é só o quê né se quiser mas o pessoal quisesse aconselho valor da forma não usa eu achei muito interessante achei muito interessante essa acho que realmente Abrir abrir um caminho é um exemplo do Que
pode ser feita a uma outra o outro é possível outra dispõe sobre normas e uma prática normativa que não seja autoritária que mostre aqui mostra como se constituiu a tradição e quais são as questões variantes aí você pode responder caro isso é possível numa sociedade que não seja ele permite muitas pessoas escolha e que não seja Unidas por isso a gente também que os professores e professoras tenha um outro olhar para a produção Escrita algumas não tem ali corrigindo coxinhas né é esse Gene doentes absurdas né quando ninguém faz é necessário isso aí a gente
tem um ele tem uma missão a função política né uma função política normalizar a essa flexibilidade normativa EA e fazer com que o que as pessoas ensina nessa tradição na entrada Central mas não é melhor não estão mais positivo on a serem show é para o ar não é dizer até até daqui a pouco aparecer alguém aí que Diga que é o livro está dando sonhos até que vocado as para Orlando o Edson foi aquela ela polêmica do livro né da que dizia que de pessoal nós pega o peixe estava ensinando português errado é sério
eu acho que show já respondeu Regina muito bem Regina eu acho que nós às vezes a gente esquece que o Brasil é um país que recebeu muitos imigrantes não é uma leva gigantesca de imigrantes No final do século 19 e início do ciclo do século 20 que tu deu uma parada e agora nós estamos recebendo tá chamando atenção lógico porque é essa digamos assim os conflitos mundiais estão eu ando muitas pessoas para vários países né no fundo o eu assim a gente fica interessante quando quando você olha para a história do país e sempre recebeu
muitos imigrantes e agora só que a gente tá Vendo cada vez mais uma leva de imigrantes ou de pede de de novos novos eu não gosto da palavra fazer a palavra é essa refugiado certa por conta de situações que a pessoa já vem muito fragilizada né e chega no numa situação em que a primeira barreira é a língua né ou talvez uma das principais Barreiras é a língua então eu eu acho que chegou a responde bem a política de né a as instituições que recebem É lógico que Há muito que se fazer nessa área eu
acredito aquilo que eu falei Você a infelizmente as práticas educacionais bilíngues no Brasil ainda estão muito restritas a uma ele né e essas pessoas que estão chegando no Brasil que são multilíngues por exemplo site anos que falam francês que falam que os não não tem condições de pagar cursos Aliás não tem condições nenhuma de se trouxe trazem famílias por exemplo filhos R7 esses essas crianças e eles próprios vão Ter que ter um suporte da educação pública né então eu acho que aí que a gente precisa se preparar para esse mundo multilingue que está chegando aí
que não é que não não não vai pertencer digamos aonde no Brasil e a digamos assim educação bilíngue está crescendo bastante nos últimos anos que é educação de Elite que você tem em todo o país a gente vai falar educação bilíngue a educação bilíngue e no fundo no fundo é quando você fala Educação de links da Falando educação bilíngue privada né Então é eu sou a favor de você ter realmente é políticas que ensinem a língua né Eu acho que as Universidades dentro da medida do possível tem acolhido aniversário de Brasília por exemplo tem um
problema muito muito bom e muito grande de acolhimento de pessoalmente de haitianos e eu acho que é um processo que quanto mais ele se intensifica mais mais a gente tem que de forma política realmente sentar para Para poder acolher essas pessoas e e tem um detalhe é o pela proximidade neste ano do português com espanhol muita gente acha que essas pessoas não precisam aprender português porque eles falam espanhol e pode se comunicar né E aí termina deixando a questão linguística um pouco para trás ea as pessoas se tornam falantes de pornô em Portugal que Portugal
já tá com outro status dessa transe dessa translinguagem Não dando acesso ou é impedindo que essas pessoas têm acesso a como chama falou também a língua padrão não é é e não fique apenas com esse esse português espanhol mesclado porque vende a porque são pessoas que vão ser vão vamo como Naldo falou vão trabalhar na Indústria Têxtil a a demanda da língua não vai ser que se eles quisessem trabalhar na indústria mais sofisticada de 67 Então acho que quanto mais a gente é pensar em políticas que possam acolher essas Pessoas não apenas para os primeiros
passos mas por que essas pessoas vão ficar essas pessoas trazem filhos trazem né trai e também vão ter filhos vão ter famílias aqui e a tendência é que a pelo menos a gente espera é que esse esse É sim políticas que venham a levar em consideração esse processo precisam ser intensificada a gente esquece por exemplo que vem muita gente tem na indústria a de acho que no Paraná principalmente no mato grosso na Indústria do Frango então eles estão recebendo muitos estrangeiros Indonésia de países muçulmanos porque é o tal do Frango halal né E você tem
que cortar o frango corte tem que ser feito de acordo com uma com as tradições muçulmanas e só uma pessoa um muçulmano é que pode fazer isso então por exemplo eu sei que a cidade de Toledo é recebe muitos imigrantes a desses países que vão trabalhar nessas áreas e e também a haitianos Então acho assim são as Comunidades porque por exemplo mesmo mesmo a gente pensa de países que já tem a tradição de receber com mais frequência a o Zig né refugiados etc a você encontra todo tipo de processo de acolhimento eu conheço por exemplo
brasileiros que dão aula de inglês para brasileiros que chegam na nova Inglaterra aparecer na região de Boston etc dentro da igreja aí de graça e tem tantos outros projetos então eu sou sim a favor de que se crie Uma estrutura na escola pública é de ensino de língua a nem como Regina Coloca aí e acho que é preciso intensificar isso porque cada vez mais a tendência que nós tenhamos esse público que a gente sabe que não vai estar na que não vai estar na escola privada habilite sejam ele me enviou não eles não vão para
escola privada porque eles não né eles chegam em condições extremamente difíceis aqui né quanto à questão de Ea na área de a questão ética Que você traz eu acho que é perfeito é lógico que precisa e é por isso que existem os comitês de ética para para orientarem e fiscalizarem as pesquisas né eu também vejo as pessoas que participam de Pesquisas como ocorre qual pesquisadores ou co-autores se você preferir né E principalmente professores que que são visitados de quando em quando apenas para para para para abrir em suas salas de aula e depois né Sequer
são lembrados mas você tem razão quanto à questão dos currículos inclusivos e a Nara eu acho que é eles eles precisam ser cada vez mais a intensificadas né currículos que sejam que não sejam a conteúdo distintas muito pelo contrário a concepção de currículo precisa as concepções de currículos precisam passar o que existe Você sabe você tá estudando o rio que você sabe que detonou e do currículo né mas as Pessoas pensam ser suas misturam currículo com conteúdo não é foi como fez como aconteceu na bncc você consegue o currículo de uma forma e daqui a
pouco você tem uma com as vezes de uma forma mais holística como você fala mas não mas lá embaixo está todo conteúdo que deve ser ensinado então assim será que aquele essa ideia ainda da prova concepção de currículo ainda é muito Colonial E aí eu acho que vocês que estão estudando isso podem contribuir a Sua a sua área de inclusão né É extremamente interessante é exatamente para se trabalhar o a partir por exemplo tem no na relação a língua inglesa existem currículos antes da bncc na cidade de São Paulo e eles trabalhavam com direitos linguísticos
e eles faziam uma espécie de a concepção do currículo é como se fosse uma árvore e aí você tinha aos Galhos representavam o certo direito ele certo certo então essa concepção de currículo mais Holística mais eu acho que os especialistas na área precisam trabalhar a dentro de cada contexto agora o embora embora a gente saiba que o discurso é que a bncc é para orientar a gente sabe que por vários motivos terminam que a bem ser reproduzida quase esse litros nos currículos estaduais e municipais né O que é uma pena porque no fundo no fundo
é poderia ser aí Dex pudesse servir de Guia Mais que tivesse a né que seja possível trabalhar a partir das Necessidades locais e que conteúdos fossem trabalhados a né no outro a concepção do currículo essa concepção é que precisa essas bases que eu falei essas bases epistemológicas é que precisam passar por toda essa revisão e eu acho que vocês que estão trabalhando com isso que vocês vão contribuir para que a essas essas digamos assim esses avanços possam acontecer não é então quando você terminar o seu trabalho de pesquisa Publicize mostre para gente a como você
avançou é independentemente de você ter uma digamos assim uma chama a tradição né então acho que tradição tá aí é para ser questionado o tempo todo então é isso o sábio muito obrigado viu o sábio enjoando Raja também que você conosco também eu acho que vocês são colegas né que nos inspiram muito às falas muito potentes eu acho que todos nós aqui que Estamos presentes nesse evento né somos muito e tem contribuído para o crescimento acadêmico profissional sou muito grata e no nosso grupo de pesquisa e nome dos nossos alunos e pesquisadores em que presentes
nós tivemos dezenas de colegas aqui presentes e Há muitas vezes continua até agora aqui que agradecer notícias oportunidade eu queria agora só rapidamente eu disse pra gente finalizar o cimento a Renata de projetar nossa semana que vem nós vamos ter Oportunidade singular receber mais três colegas vamos receber a colega da professora Galante que a da Universidade de mcgill no Canadá o professor Roberval Maciel da Universidade Estadual do Mato Grosso do Sul EA professora ao amigo e da UFMG a nossa ideia a semana que vem eu não discutimos um pouquinho sobre experiências translinguagem educação crítica Então
se vocês tiverem é de leite né poderem participar juntamente conosco você muito bem vindos muito Bem-vindas né de receber esses três colegas têm que tem tempo eu trabalho muito interessante é na área da Trans a experiência educação quente Então fica o convite para vocês participarem conosco na próxima segunda-feira das 10 horas da manhã horário de Brasília e aproveita oportunidade também aí nós podemos tirar agora vamos lá em cima é Renata eu queria também agradecer viu o sábio é viu só errado a presença de vocês e queria lhe ser muitíssimo também é Renata é Juliana e
valdicéia que são Lagoa Azul doutorado que tem me ajudado fortemente na maturação das iniciativas com pessoas tão competente quanto sábio Juan e também é a já também olha agora acho que a gente poderia se o seu todos concordarem podem fazer uma foto né uma foto para ti guardar o nosso momento né é isso aqueles que puderem desejar ele ligar suas câmeras a gente vai ver que só tem gente bonita nessa sala Olha só gente bonita Mônica Olha a Daniela Regina Adão e Eva olha só O Danilo tá também tá famoso você da UFG também é
Jeane Rose Soares Regiane Regiane Dan ótimo é um bocado de gente aqui já estamos quase uma hora da tarde eu falei que até as quatro e nós vamos fechar Então queria a gente podia fazer uma foto da Remo pedir para fazer também uma volta tá eu vou contar até três pode ser tão um dois três Prefeito eu já gravar que já é O prefeito Sá grave aqui já Costa Renata também já já gravou aqui então então a gente não se encontrou mas a semana que vem de si mesmo horário mesmo horário de Brasília 10 horas
toda segunda-feira do mês de março na Ri Márcio e a primeira semana de abril nós vamos estar reunidos né a fim de nós curtimos com três especialistas e clínicas ser mais uma vez e nada você Juliano por toda o apoio Gentil que se tem dado para utilização Desse muito obrigada e obrigado obrigado eu queria ver hoje foi Brasil sempre obrigado se você viu não é sempre um prazer sempre me organizando eventos legais para o que ela disse vou fazer a campanha tem um fica espanhol vou trazer João e saio com ele beijo Olha tá vendo
mas eu queria agradecer também o convite Kleber é sempre bom estar com vocês com um rádio AM com João amigos queridos e Espero que a gente se encontra agora como o senhor falou já ninguém aguenta mais essa tela né precisamos ver pessoalmente acho que já tarde B12 abraço de meia hora a Renata já aprendeu né é uma coisa quando encontro meus orientandos agora verbal é abraço de meia hora mais ou menos é isso que estão fazendo pesquisa aí nessa linha nos convites para As bancas adorar ele