dias atrás foi lançado parasomnia o álbum do Dream Theater que marca o retorno do baterista Mike ptin a formação clássica da banda né pelo qual inclusive o o os fãs debiloides da banda na verdade que que é todo mundo né que é fã da banda é deboy eles estavam aguardando como se fosse uma mensagem pseudodiverticulo resv ouvir esse disco inteiro ah presta atenção o que eu tenho a dizer ou seja a minha opinião a respeito desse [Música] disco um monte de bandas de metal estará aqui no Brasil no ano que vem também no festival Bangers
openair que vai rolar no início de maio de 2025 aqui em São Paulo no memorial da América Latina festival que vai trazer um monte de atrações legais e divertidas tipo Saxon Paradise Lost o Carry King né em carreira solo né Adoro o Vader Municipal waste Glenn huges Dark Angel armor Cent e mais outras atrações internacionais e brasileiras todas atrações bem legais Garanta já os seus ingressos então clica aqui no link abaixo para você ter todas as informações e adquirir os ingressos para esse festival que vai ser bem bacana meu amigo e minha amiga esse disco
que segundo a banda é um álbum conceitual a respeito de distúrbios do Sono esse disco estava sendo aguardado com ansiedade pelos fãs e eu digo logo de cara que é essa Horda de fãs paspados que a banda tem vai encontrar nesse disco tudo que eles sempre queriam que eles sempre querem em relação ao som do do doin Tita né que são aliás as características que eu mais detesto só que eu ouvi tudo com atenção de sempre e com a minha sinceridade negociável eu digo a você que tem algumas coisas desse álbum que acabaram soando bem
aos meus ouvidos não foi muita coisa mas não deixou de ser surpreendente para mim e eu vou detalhar isso agora falando a respeito de cada uma das faixas a faixa de abertura que é uma uma um tema instrumental intitulado in the Arms of morpheus tem uma introdução suave que vai não crescendo inicialmente atmosférico até embarcar numa sequência tensa e caótica para que toda a banda entre depois né com o Mike portino já se exibindo com os seus malabarismos técnicos né como se ele quisesse já mostrar logo de cara um cartão de visitas logo de cara
assim né tipo voltei curiosamente os outros instrumentistas cara eles se mostram contidos em criar uma outra atmosfera mais centrada nos rifs de guitarra inclusive isso me lembrou muito certos momentos daquele disco train of Doll de de 2003 e não em sequências mirabolantes ali cheias de notas para tentar se igualar ao exibicionismo do Mike portino até mesmo o solo de guitarra do John Petrucci ele é mais melodioso que o normal para o padrão Claro do João petruo né com as notas mais prolongadas e uma melodia que poderia ser até daria até para subir a obviamente por
ser instrumental essa canção ganha força exatamente com a ausência do vocalista James labri e os seus vocais canhos e chatíssimo até a medua aí vem terror na sequência né com seus Quase 10 minutos e com e uns rifs de guitarras muito bons densos e sem presepadas técnicas excessivas Por incrível que pareça é uma canção que soua de um modo bem direto o que é evidentemente surpreendente pros padrões da banda né até que entram Os vocais do James Lab que são tão previsíveis em suas linhas melódicas quanto insuportáveis em seus timbres adocicados até mesmo nos momentos
em que uma expressividade mais tensa é pedida pela própria música e até mesmo o portin Ele se mostra mais contido enxertando umas viradas e umas levadas ali que fazem sentido dentro do arranjo proposto e evidentemente ele não esconde nessa música o quanto ele tenta imitar o seu ídolo o new pirt do Rush da mesma forma que certos solos de guitarra do petru são totalmente calcados no estilo do Alex Leon do guitarrista do Rush e a mesma coisa acontece tanto com os teclados do jordan rudes quanto com o baixo do John meung é uma complicação menos
complicada vamos dizer assim em relação ao que o dreen tit sempre apresentou e esse tradicional exagero Rush maníaco descontrolado começa a aparecer exatamente na faixa seguinte a Confusa a Broken Man com exageros rítmicos da parte do portino enxertando ali umas viradas complicadíssimas e velozes em em em NS tons assim n uns tambores com afinação agudíssimo em momentos completamente desnecessários dentro do arranjo e com o James labri tentando soar de modo maligno só que tão assustador quanto um filhote de gato são mais de 8 minutos de um exibicionismo estéreo que sempre foi a marca da banda
em seus discos anteriores nessa música salvam-se Apenas os bons solos do jordan rudes Especialmente quando ele vai para aqueles timbres de Ram e também o solo do petru que é nitidamente calcado no estilo do Steven mors aí vem os mais de 11 minutos de Dead sleep que começam como se fosse uma balada progressiva do Kansas até que surge um bom e pesadíssimo Rife do John petru seguido por um outro Rife também igualmente bom com poucas notas só que esses dois rifs acabaram sendo estragados pelos exageros ritmicos do porto inoi né que pensou que a música
Na verdade o por inoi ele pensou que essa música ele tivesse ministrando um workshop sabe e não eh eh com um comedimento rítmico que seria muito salutar e que de uma certa forma atenuaria o fato de que os vocais do James labri nessa música som como se a tia do Café do estúdio onde a banda gravou o disco assumisse Os vocais da banda durante uma pausa ali durante as gravações E curiosamente o John petruci Ele criou um solo bastante melódico sem aquele tradicional excesso de notas dele e isso é um ponto Positivo na música da
mesma forma que o Jordan o rudas usou a sua timbragem de de Mug para criar um solo também muito rápido e coeso ao mesmo tempo verdadeiro milagre pena que a velha síndrome vamos colar ideias diferentes de um jeito e que soe tudo complicado pro fã idiota persista da nessa canção da metade pro final aí vem os quase 8 minutos de minai Messiah que é a única música composta pelo Mike portino que entrou no disco e essa e essa música ela começa Como uma balada progressiva cuja levada de bateria vai se desdobrando juntamente com os outros
instrumentos para então desaguar num tema acredita se quiser um tema com um groove mais reto é cara que faz inclusive com que essa canção ela possa facilmente ser incluída num futuro álbum do megaf tanto que inclusive o James Lab nessa música ele tenta conscientemente ou inconscientemente não sei o mesmo tibre de vocal do David mustain você pode ouvir e pode reparar nisso nítidamente aí depois tem um pequeno interlúdio ali de 1 minuto e meio intitulado a Red Dreaming que é simulando ali umas batidas de sino e com os teclados com timbragem quase Sacra surge uma
canção intitulada Ben the clock que é uma balada conduzida inicialmente pela guitarra isolada do Petrucci né com o labri aí aquela a interpretação arfante dele que é absolutamente insuportável E aí a dinâmica dessa canção ela muda para um andamento um pouquinho mais dinâmico e para um segundo tema dessa balada né quando e e que acaba suando como um troço que os fãs da banda vão usar para acender as lanternas dos seus celulares durante os shows a surpresa mais uma é que o John petruci ele entrega nessa canção dois solos lindamente melódicos enxutos e certeiros para
a atmosfera sônica da canção e da mesma forma o micheel portino ele se segura para não comprometer ainda mais o arranjo e ele ele acaba optando por exemplo por uma Cadência mais arrastada durante a música E aí chega a derradeira faixa e eu tive que respirar fundo para encarar os mais de 19 minutos de The Shadow Man incident eu confesso que eu já comecei a sentir sono logo na introdução né com a caixinha de música ali até que eu acordei meio meio sobressaltado com uma simulação sonora de um Black saba lavado com amaciante tá para
então depois entrar na sequência uma série de Convenções rítmicas quase marciais vamos dizer assim que antecedem a entrada de um tema totalmente desconectado das partes anteriores né mais um daqueles enxertos dentro de uma colcha de retalhos e harmônico melódico e ritmo que sempre tornam os discos e os shows do Dream Theater simplesmente insuportáveis e assim vão se sucedendo Endo os minutos e aí vai acontecendo essa tradicional colagem de ideias diferentes desconexas unida sem qualquer nexo sonoro minimamente coeso e tudo temperado Claro com Os vocais chorosos do labri que ora canta como se o cachorro dele
tivesse sumido de casa ora ele canta como se ele tivesse que pagar os boletos de umas compras que ele não fez e essa música é um troço realmente insuportável então meu amigo e minha Essa é a minha opinião a respeito desse novo álbum do Dr que tem lá poucas coisas que agradaram aos meus avidos mas o resto é aquela chatice de sempre aqui nos comentários coloca aqui a sua opinião a respeito do disco que que você achou você achou legal você achou a mesma porcaria de Sempre coloca aqui nos comentários e eu volto muito em
breve com mais um vídeo aqui para vocês Beleza então um abraço saúde para você pra sua família pros seus amigos e até a próxima i