[Música] Isto é o quinto império CDK. Ei, diz-me se sabes qual é o filme. Fico sempre à espera de ser quarta-feira para poder ver o nosso my. Let's go. Onde estão os 50.000? Onde estão os 50.000? É a pergunta. A pergunta ver, pessoal, estamos aqui. Eh, eu estou aqui, eh, felizmente e nas Caríbas a curtir um bocadinho, dois dias, três Dias, sabes que o Goto tem que descansar e tem que restabelecer energias no deserto. Eh, então o que é que nós temos aqui? Nós temos aqui o Manuel que está em Portugal, não é? e o
Luís também que vou-me aqui ajudar neste livezinho para ficar mais dinâmico. Ele também tem coisas aqui a dizer, ideias para partilhar. E h e pronto, basicamente eu quis fazer este live com o objetivo de de basicamente eh falar um bocado sobre Isto de me quererem cancelar outra vez, não é? O pessoal parece que gosta bué cancelar o goro. Eh, basicamente a história é muito simples, não é? Nós fizemos, eh, eu tou tenho, estou a construir a minha carreira de DJ, como vocês sabem, eh, Guru Mike Bills, para fazer os grandes eventos e e não sei
se gostaram desta última música do Quinto Império, curto que nós estamos aar top. Eh, é tipo é para o Suns 7, estás a ver? Para Sun [Música] 7, e h, acho que é fixe, o pessoal tem os seus gostos e cada um, há gajos que gosta de metal, há gajos que gostam de não sei que mais. Eu acho que música eletrónica tá fixe para o espírito que nós queremos construir aqui do guru. E uma destas minhas posões artísticas, eu falo das coisas que vão no meu coração, não é? E de império, do futuro, do trabalho,
da dedicação, do mérito, da Vida, falo da vida, certo? E meu parece que eu fiz a minha publicidadezinha no meu no meu aniversário de fundação, como é costuma. Pessoal, habituem-se, porque eu acho que ainda vou comemorar alguns anos a menos que morra, mas já tenho um fundozinho aí de 20 20 ms para mesmo que eu morra, o o espírito do guru permanecerá eh a falar sobre a liberdade e sobre estas coisas e sobre a vida principalmente, que foi o tema que me trouxe à rivalta, não é? esta parte ser Uma personalidade pública. Portanto, basicamente, eh,
eu fiz este publicidadezinha, algumas televisões recusaram a publicidade. Eu agora, eh, vou defender eh os meus direitos como eh não é isto aqui não pode ser lá, não é? Isto é uma campanha apositada para o meu vídeo, para a minha carreira e não, não, isto é é regras. Estas estas televisões, as meios de comunicação tê regras a cumprir e eu tenho direito a a expressar-me, não é? Tenho direito a Expressar-me o meu, a minha arte e o meu coração, ó meu. E parece que o pessoal não gosta mesmo que me expresse. Eh, que é uma
coisa que eu acho e eh mau, porque se se o Zé Cabra teve carreira, eu também mereço mal, não é? também. Pois é, uma cena é interessante, não sei. Eh, se calhar acham que não tens direito a ter a tua opinião é isso e não tens direito a expressar, não acreditam na liberdade de expressão, é Isso. Não acreditam na liberdade artística de poderes, sei lá, eh, fazer a tua cena e é assim, eh, houve televisões que rejeitaram, não é, pá? Eu acho, eu não sei como é que funciona essas leis, não é? Eu acho absolutamente
legítimo, né? uma empresa privada, não quero estar a passar a tua cena. Não acho que isso seja uma cena Não, não, não é, não é necessariamente legítimo. Atenção que este é como tu tes uma empresa de eletricidade, eu ir-te pedir Luz e tu dizeres que não dás. OK? Isto não é assim que funciona. Ou seja, isto são empresas de comunicação que estão a ocupar o espaço eh de comunicação do do o espaço das ondas, não é? Ou seja, elas têm que obedecer a autoridade e não podem negar de forma arbitrária eh a publicidade só porque
não gostam de mim. Isto não funciona assim, percebes? OK? Eh, ou seja, tu não podes ser discriminado por causa de da forma como expressas a tua arte, não é? Eh, e e eu Que está a acontecer isso, porque repara, se aparecer gajos vestidos de gajos vestidos de mulheres a escandalizar crianças de 3 anos e a fazerem movimentos sexuais e o caraç e ninguém quer saber, não é? Mas se aparece o guru MVs, não é, a fazer uma música super engraçada e a falar sobre o o o agradecimento às mães, não é? Porque a tua a
tua probabilidade de não sobreviveres é de 20%, não é? seja atualmente. Portanto, eu quero dizer Obrigado às mães, porque eu adoro mais, adoro mães, meu. As mães são uma coisa absolutamente incrível, porque se não valer a mãe um bebé, quem é que vai valer? Ninguém, meu. Ninguém. Portanto, pessoal, vocês têm que ir às vossas mães e dizer obrigado, mãe. Meu, eu tinha um pessoal que às vezes me dizia: "Ah, não sei quê, tenho 20 tal anos, o meu pai nunca me ajudou e nunca te ajudou. Nunca te ajudou. Então, quem é que cuidou de ti
quando tinhas 8 anos, 3 anos, 2 anos? Como é que não te ajudou? Queres o quê? vai trabalhar, o que eu disse, não é? Vai trabalhar, não é? Já fez tanto por ti, ainda queres mais. Ou seja, esta é a ideia, meu. Vocês têm perceber que a fase mais, digamos, frágil da minha vida foi quando eu não tinha consciência da minha própria vida, quando era uma criança com 3, 4, 5, 6, 7, 2 anos, 1 ano, completamente dependente, completamente frágil, completamente na mão de qualquer pessoa que me pudesse Fazer mal. E as pessoas protegeram-me, não
é? E quando eu estava na barriga também me protegeram. Por isso eu digo: "Obrigado mãe. Obrigado mãe." E digo: "Obrigado mãe." Então, então porque é que achas que não te querem deixar agradeceres à tua mãe publicamente? Meu, eu acho que tu sabes a razão porque existe uma cultura de morte, meu. Existe uma cultura de eh esta conversa de que queres mexer no corpo das mulheres. Eu não quero nada com as mulheres. Eu adoro As mulheres. Eu acho que elas devem ser princesas e rainhas e deviam ser todas como a minha que nem precisavam de trabalhar,
só trabalham se quisessem. Assim é que era lindo para cuidar das criancinhas. Meu, se quisessem, se não quisessem, vão trabalhar, fazem o que querer, o que lhes apedecer, não é? Agora nós temos que perceber a importância que uma mulher tem. Sem mulheres não há futuro. Ponto final. OK? E o homem tem que ter esta noção que Nós temos que criar um ambiente certo para que as mulheres queiram continuar a a nossa espécie, o nosso futuro, meu. E eu acho que esse é o papel do homem. Agora, se entrarmos numa cena de facilitismo, de eh usar
os argumentos de que, repara, também para os homens é espetacular. Pensaste, não quer dia, vai nascer um bebé. Ah, tás a ver? Tás a ver? Ah, já não tenho responsabilidade. Continuo a andar por aí. À solta, não preciso fazer família, não preciso fazer Nada. Tem responsabilidade nenhuma, são conas, não é? Estás a perceber? São conas. Vou vou viver, vou morrer. A Deus até amanhã, não é? Não fizeste nada pela civilização, nem pelo mundo. Não estou a dizer que as pessoas que quem quem tem essa possibilidade de contribuir, eu valorizo muitas pessoas têm sete, oito filhos,
meu. Essas pessoas é que eu digo: "Fogo, meu, este pessoal é da dureza, não é? É da dureza porque eu não consegui. Eu eu fico mesmo Impressionado. Não, depois há pessoas que não conseguem ter filhos e alguns ficam tristes, outros não ficam, não é? Eh, mas os que ficam tristes, meu, é vida, é biologia, sorte bruta, certo azar, eu contribuam de outra forma, façam o que puserem. Mas agora, agora a questão é esta. Eu tenho a minha visão do mundo, eu tenho as coisas em diz que eu acredito e eu não sou uma pessoa má
porque eu quero bebés a viver. E isso Ninguém me consegue apontar o dedo dizer que tu és uma pessoa má. Quando alguém vem com esta cena de tu és uma eu quem tu a pessoa que me diga uma coisa dessas uma coisa, tu és uma pessoa de merda mal. Estás a dizer a uma pessoa que quer bebês a viver, não é? Que é uma pessoa má, eu fico logo logo com a impressão que tu és uma pessoa de merda. logo 5 minutos, não tenho dúvidas nenhumas. É uma ser automático assim, pá, a ver, meu. Porque
é assim, tu podes ter Direito à tua opinião, mas apontar-me o dedo a mim que diga: "Eu quero, eu meto o dinheiro onde a boca está, chega ali, pumba, tá aqui. Eu quero viver de vezes a viver. Eu vou fazer um fundo de 20 milhões de euros e vou ajudar estas associações. E tu, Conas, o que é que tu fazes?" Fazes nada. Falas umas palavras, um teclado, não é? E a questão é essa, meu. E o pessoal tem que perceber que Obrigado, mãe. Essa é que é. Não é? Pronto. Deixa-me fazer, deixa, deixa-me Fazer um
bocadinho de contraditório. Então, o que é que tu dizes? O que é que tu respondes quando dizem assim: "Ah, mas aí tu estás a a reduzir a mulher à capacidade reprodutora dela, não é? Eh, e e tu estás a mexer na escolha da mulher, não é? Porque o argumento aqui é sempre que é o corpo da mulher e que é a escolha dela. E então, eh, e pronto, e tu viste, não é? Tu viste todas a as críticas. O que é que tu respondes isso? Eu digo assim: "Ó meu, sabes quantos Filhos eu tenho? Tenho
três filhos. E sabes porque é que eu não tenho sete filhos? Eu não sei. Eu não faço ideia. Porque eu achei numa fase da minha vida que não estava, não tinha energia, meu. E tomei as precauções do século XX para não ter um meu. É tão simples com isso, não é? Isto se isto, se isto é uma coisa bué de complicada numa sociedade formada do século XX, percebes o que eu quero dizer agora? OK. A questão e vamos imaginar, vamos imaginar questão e a questão do e eu assim e e a cena de o que
a mulher vai fazer ou não, isso é o problema dela. A questão é, a mim não me interessa só essa questão. A mim interessa-me todos aqueles que são silenciosos, aqueles que têm, não têm voz para gritar, aqueles que estão dentro da barriga. A mim esta para mim vale mais uma vida dentro da barriga do que a cena de uma mulher dizer assim: "Ah, por meses, vou usar, Por exemplo, uma analogia, imagina que eu estava ligado a ti por meses, estavasme mandar uma transfusão de sangue para eu oxigenar, certo?" E tu dizes assim: "Ó Miguel, é
o meu corpo tenho que tirar bilhete, não é?" E eu assim: "Ó meu, mas se tu tirares bilhete eu morro. Aguentas aí mais um bocadinho? Aguentas aí mais um bocadinho? Não é? Estás a perceber a cena? Consegues aguentar aí? Eu sei que é pedir-te muito. Eu sei que vou ter que Dizer obrigado, mãe. Neste caso, obrigado, Luís. Mas a questão é, é assim tão difícil, não é? É assim tão difícil ter a consciência da importância que a vida humana tem e do valor que ela tem? Há pessoas que a vida não tem importância, que olham
para outros os valores organizados de uma forma diferente. E eu olho para o valor primeiro, o valor mais importante, a vida. E depois vem o resto, direito à vida, não é? Direito à vida e depois vem O resto. Se isso é ser uma pessoa má, se isso é ser fascista, então eu sou fascista número um. Guru McBillance fascista número um. Quem dero Salazar? Portanto, eh, aqui depois há muita discussão nesta cena do Porto. Eu gostei muito de estudar estas coisas na durante o meu curso de filosofia e as diferentes visões e h e basicamente uma
sociedade que não cuida da da próxima geração e basicamente é uma sociedade que não tem futuro. É a minha opinião. Não sei se concordas. Sim, se eu concorda, concorda 100%. Só que eu vi várias várias críticas, não é? Eh, a questão, por exemplo, de tu deste o exemplo de no século XX, não é? Ou seja, existem vários métodos contracetivos, etc., mas existe sempre eh pode acontecer, não é? Falhar na mesma, não é? Ou seja, pode acontecer, pode acontecer, pode falhar, pode, sei lá, tantas situações onde pode, pode, pode. Eu, para mim a visão é Muito
simples, Luís. É assim, pode acontecer muita coisa. Eu posso ter ser atropelado, posso ter um ataque cardíaco, eu posso ter uma série de coisas, eu vou ter que lidar, não é? Vou ter que lidar, meu. E tu imagina, há mulheres que podem ser violadas, é um dos argumentos mais utilizados para serem contra o aborto. E é um argumento extremamente válido, provavelmente o mais válido ou talvez a seguir a deformações eh ou ao mesmo nível das Deformações eh e muito grandes. Eh, é um argumento válido. A questão é assim: em 15.000 abortos há sete que são
por violação, não estás a perceber? Ou seja, isto não é conversa, isso é tirar areia para os olhos do guru e o guru não é totó, não é? Eh, em caso de doenças de mulher, mulher por poder, isso nem se equaciona. Eh, preserva-se sempre a vida da mulher, ou seja, isso também não é debate, sempre foi assim. Ou seja, a questão é, e há muitas Mulheres que preferiam não fazer isso, até preferiam arriscar, não é? Sim. A diz aqui o Ricardo Carnas: "Muito bem Mike Villan, ficamos a perceber pelo teu ouvido que defender a vida
é um retrocesso civilizacional. Por isso, isso realmente, Ricardo, tens razão, é um retrocesso e tá na hora de retroceder. Let's go. Vamos retroceder porque esta civilização é basicamente merda. Se é se Se, se se a vossa visão de, de evolução da civilização é, digamos, produzir uma civilização onde se mata bebés, não é merda. É o que eu acho. Eu não quero essa civilização. Vamos construir uma nova. Vamos construir um novo país. Siga. Agora isto não tem nada a ver com a minha liberdade de expressão. Eu posso ser a minha opinião e o pessoal pode ter
aqui, tenha deles e dizem isto e dizem aquele outro e não sei que mais. Meu, estamos aqui para discutir. Eu eu não, Eu quando chamo, por exemplo, um funcionário, eu não lhe pergunto se ele é a favor ou não do aborto para ser funcionário da prosis, não é? Eu quando contrato um influencer, eu não lhe pergunto se é a favor ou não. Diz: "Ah, tu és a favor do aborto ou quê? Não te vou contratar. Não, isso é um tema diferente. Ou seja, mas é legítimo às pessoas, meu, vocês sabem uma coisa, se vocês compram
na PR, o gruo fica mais rico. Metam essa cena Na cabeça, OK? Se não querem que o grupo fique mais rico, não comprem na PR. Não simples como isso. Tenm o direito do mundo para não comprar pro quiserem. Isso não faz diferença nenhuma. É a vossa opinião. Eu também, se não gostar do que diz o CEO da EDP, se calhar vou cortar a luz. Estás bem? Mas ó ó Miguel, eh por acaso isso foi outra situação que vimos a acontecer e nota-se até pela tua cara que tá ser difícil, eh, os influencers que estão a
romper a Parceria com a Prosis, não é? tá a ser super difícil de de superar essa. Eu já estou super preocupado. Eu estou realmente eh sido assustador. E h o meu negócio, as pessoas não compram na Prosis porque gostam do Mike Billent. As pessoas compram na Prosis porque querem produtos e serviços. Metam essa merda na cabeça. É assim que funciona. Portanto, e o meu M também tá a cagar, percebes? Ou seja, eu tenho muito respeito pela companhia, para as Pessoas que estão lá. Eu gosto muito das pessoas que trabalham para mim, ajudaram-me a construir. Eu
vou estar aqui ao lado delas e vou ajudá-las no que elas forem precisam. Não, mas se um dia a pró acabar, acabou, não é? E vamos todos ter que nos organizar de outra forma. Meu, a pessoa que vai sofrer menos pela proses acabar é o Guru Mcvill. Isso posso vos garantir porque agora porque é pessoa que também tem mais condição económica de longe Comparar com qualquer outro sócio ou qualquer outra pessoa que esteja envolvida na proses. Portanto, eh isso a mim não me perturba. Eu sou uma pessoa, não é, tu já percebeste, eu tenho uma
tenho os meus valores, a minha visão de vida e a parte económica é uma parte pequena da minha vida. Eu dou-lhe pouca significância. Tanto é que eu tenho 42 anos depois da fecundação. Eu não tenho muitos mais anos. Tenho, na melhor das hipóteses, Tenho 40 anos. Isto passa rápido, meu. Eu posso ter uma doença para o ano que vem e poucos porcos, meu. Isto tem prazo de validade. Diz aqui, ó, prazo de validade como os iogurtes. Diz aqui escrito aqui. Portanto, o que eu quero dizer é eh os coisas que me interessam a mim é
realmente a minha carreira artística, a minha carreira de de influenciar as pessoas, não é? Portanto, eh nessa questão não as pessoas têm direito à Influências, respeito as ao pessoal. Eu brinco com vocês, eu ponho cenas do Twitter, no one cares, porque na realidade no One Cares, não é? Mas a questão é se vocês acham que vem trabalhar com esta empresa, à vontade. A empresa não tem posição contra o aborto. A empresa não escolhe as pessoas se gritam ou não o aborto. A empresa eh não faz discriminação de nenhum tipo. Eh, tem os meus valores no
sentido que são os valores da empresa, que somos nós Todos. Acreditamos no mérito, acreditamos na ética eh cristã, não é? Mas não, se tu fizeres um aborto, fazer um um funcionário da prótos, nós não temos nada a ver com isso. Se é a tua vida pessoal, agora se tratares mal as pessoas da empresa, se fores mal educado, pão, isso aí, claro que é a cena do cordial e de do sistema. Agora se meu, não tens problemas nenhuns, se achas que ah, eu vou comprar na PR, eu vou participar da proses e o guru vai Ficar
mais rico, meu, é inevitável. O guru vai ficar mais rico. O guru vai ficar mais rico contigo ou sem ti, não faz diferença nenhuma. Seja, mas se tu achares que pela tua ética não queres fazer isso, acho bem. Acho que é uma atitude razoável e é uma uma acho que é uma atitude não, mas não é ligar para os funcionários da prova a dizer: "Ei, não sei quê, deixa trabalhar aí merdas". Isso é uma coisa feia, isso é diferente. Isso é entrar na liberdade dos outros, Nas escolhas dos outros e e usar. Não, isso é
feio. Agora faz com o teu dinheiro e faz com a tua energia o que o que bem entenderes. Não, não há problema, pessoal. Acho, acho, acho legítimo. Acho legítimo. Claro. Olha, uma coisa engraçada é alguros aí há de haver uma pessoa para o aborto que te ouviu acabar agora mesmo de falar sobre interferir na liberdade e nas escolhas dos outros e começou a pensar que tu és um hipócrita. Quase de Certeza. Ok. Queres explicar? Qu certeza. Claro, porque as pessoas que são antibaborto vem sempre, é sempre duas perspectivas. Hã, a de base é que embriões
e fetos não são pessoas. E isto aqui eu diria que está por detrás de 99% dos argumentos que são a favor do aborto. Mas sabes o que é que é desaféo, não sabes? Sei, mas ao mesmo tempo depois é aquela questão de se não existe aqui uma pessoa, então por corolário, a única Coisa que está aqui em causa é a autonomia da mulher sobre o seu próprio corpo. Portanto, para estas pessoas, qualquer um que queira interferir com a capacidade da mulher escolher o que é que acontece à vida do seu filho, é interferir com a
liberdade dela. É assim que eles vêm esta questão. Examente. OK. Mas compreendes que eu olho para um um feto que é o chamado um bebé pequeno, se um humano pequeno, não é? Sim. Eh, e olho para isso e eu considero que aquilo É um ser humano a partir do dia da fecundação, é um ser humano. Se tu não interferires, não vai nascer uma girafa, vai nascer um ser humano. Tu tens que ficar quieto, não é? Tu não tens que fazer nada. Ficas quieto, vives a tua vida e vai sair dali, talvez um dos 50.000. Nunca
sabemos, não é? Pronto. E e a questão é eh eu tenho essa visão da realidade e ninguém me pode dizer por ciência e não há. O único ponto legítimo para definir O início da vida humana é quando nasce o conceção que é o momento em que nasce o ADN, não é? Ou seja, nasce um ADN nova, tens uma pessoa nova ali, não é? E e até existe alguns argumentos de esquerda que dizem que é um parasita, não é? Sim, sim. Mas não, mas não se esqueçam que um parasita é para um bebé parasita para até
aos 5 anos, não é só até ficar na barriga. Ele até ele, se não, se não, tu tu cuidares dele, ele morre cá fora poes, não é? E há eh seres vivos que até Eh o ovo desenvolve cá fora, desenvolve fora da mãe, nem preciso necessariamente da mãe, depois preciso do cuidado da mãe, não sei que mais, os outros animais, outros precisam muitos, precisam menos. Mas não importa. A questão é, se a minha visão do mundo, e a minha visão do mundo é ética, é filosófica, filosófica e até biológica, não é? Científica, eu acho que
o ponto da conceção, não é, é o ponto mais importante, certo? A partir dali, eu Digo, tá aqui um ser humano, a partir daqui vamos tratar porque um ser humano. Sabes uma coisa engraçada? Há situações de eh legais onde se tu ferires um bebé eh eh na barriga da mãe, tu tens que recompensá-lo que ele quando ele eh sai com os desfeitos do que foi feito quando ele tá na barriga mãe. É qualquer coisa assim desse tipo, não sei bem, não E também acho que se tu matares uma mulher grávida és acusado de homicídio duplo.
Essa noção a Eu sabia, mas ou seja, há Aqui algum pronto, mas há aqui algumas incoerências e a lei não é ética. Atenção, não vamos confundir as coisas. Uma coisa é lei, outra coisa é ética. E na ética tu tens diferentes tipos de ética e tens diferentes visões de ética de diferentes pessoas. A lei não dá legitimidade ética a nada. OK? Não se confunde. O pessoal diz: "Tá na lei." Tá na lei. O quê? C lá saber o que tá na lei também. tá no lei no tempo dos nazis estava na lei matar judeus ou
lá o que é Que era e não quer percebes o que eu quero dizer até no no julgamento de acho que foi de Nuremberberg que Nuremberberg dos do dos nazis lá o que Nurberger Sim o pessoal dizia ah mas nós fizemos o que o que nos disseram para fazer e eles disseram estamos a acatar ordens não é a catar ordens estamos a acatar ordens estamos a catar ordens estava escrito não sei que mais eles não não, mas existe uma lei natural existe uma coisa superior não é foram condenados por essa Lei natural e para mim
matar bebés é ir contra essa lei natural, porque a minha conceção do do é que é é que um bebé depois da da fecundação é um bebé final, não é? Ou seja, e eu nasci, todo o que está aqui, tudo o que está dentro das minhas células apareceu no dia da conceição, não apareceu quando eu nasci, não é? E eu tenho mudado sempre, todos os dias da minha vida. E vou mudando todos os dias, todos os dias, todos os dias, menos naquele dia em que eu nasci. Aquilo foi o dia um, que foi o dia
da fecundação. E a partir da fecundação, o bebé que existia dentro da mãe e quando e foi sempre mudando, mudando, mudando, mudando, mudando, sai da barriga, muda, muda, muda, muda até que vai morrer sempre a mudar, não é? E a coisa mais valiosa que existe na minha conceção, que é o que se rouba quando existe homicídio, tu roubas a possibilidade de experiência. Tu roubas a possibilidade de experienciar o mundo, de viver o Mundo, de ter sensações, percebes? Ter emoções. É isto que tu roubas. Por isso é que matar um homem de 70 anos que tem
mais 10 ou 15, 20 anos de experiência não é a mesma coisa que matar um que se calhar o bebé que tem, por exemplo, 80 ou 90 anos de experiências futuras em potencial. OK? Essa é a minha visão. Eu já apresentei este argumento há muito tempo. Um dia podemos fazer um podcast sobre estas cenas. Temos aqui o Tiago. Deixa ver o Que é que o Tiago diz. Uou, que parasitas é este que apareceu na minha barriga depois de 10 minutos na casa vai portar tudo. Isto é um bocado agressivo. Pessoal, este pessoal, pessoal, nós não
temos que levar cenas assim com tanta, ou seja, isto é um tema sensível, não é? E por isso é que tem tanta audiência, mas eh eu não queria deixar de nós podemos estar aqui a apresentar argumentos éticos, argumentos Biológicos, argumentos de conceção, mas não esquecer que o problema daqui principal e fundamental é de liberdade de expressão. É eu não poder dizer que fazer, por exemplo, um bebé nascer que é uma coisa positiva ou que eh a mulher não abortar que é uma coisa positiva. Sim. Percebes? Olha, eu eu até eu aqui no ex eh não
sei se tu queres partilhar aí, mas pronto. Basicamente eh há aqui um indivíduo que disse uma coisa que foi o anúncio é mau, mas quer viver num país Onde permite estes anúncios sem problemas. Os heróis da censura ficaram todos muito animados. Depois há outro indivíduo que responde e diz: "O aborto está consagrado na lei. Não pode haver anúncios que vão contra leis porque teve isso. Isso é uma pessoa que não percebe não percebe merda nenhuma de merda nenhuma, não é? Pois, mas isso no Twitter tá sair gente que não percebe merda nenhuma de merda nenhuma.
Ou seja, 99% do pessoal Que tá no Twitter tá no Twitter porque realmente não tem um trabalho como deve ser, senão estariam ocupados. Estás a perceber o que eu quero dizer? Pois. Então, calma. Se se não se a lei não prever eh tetos nas rendas, a Mariana Mortágua não pode aparecer na televisão a sugerir isso porque não está na lei. É a mesma coisa. É, é uma cena absurda, não é? É eh muito bem. Eh, mas por exemplo, e apareceu assim também algumas pessoas Para atletas na televisão paraa cic dizerem que eu e que dizer
que não é vocês devem ter visto na cic notícias a dizer que eu não podia fazer eh um publicidade ao meu videoclipe porque nós não estamos a falar do aborto, ou seja, e o que não estamos a a debater, ou seja, basicamente é conversa de de tentar atirar a areia para os olhos das pessoas, não é? O argumento era que tu estavas a incitar, ou seja, quase ao ódio e a Querer eh não é, ou seja, fazer uma pessoa que faça um abordo sentir-se mal e tudo mais, não é? Mas agora repara, a questão é
assim, se tu não te sentes mal para matar um bebé, ó meu, então uma coisa tá errado contigo e por isso é que eu vejo muita gente a dizer: "Ah, que o pessoal fica todo com antidepressivos e o caraças não sei que mais e nunca mais recuperam". Porque não é fácil para uma mulher, não deve ser nada fácil. A menos, a menos que não tenhas coração, Não é? Se tu tiveres coração, meu, claro que aquela cena vai ter um impacto em ti, meu. Não vamos nos pô com merdas, meu. Não é? É como, sei lá.
Agora, a questão é esta. A questão é a parte mais frágil de toda esta questão do aborto é a mulher. Isto nós temos que perceber. Tá tudo sobre a mulher. A mulher é que é é quem sofre mais na sociedade. A mulher é a pessoa é mais f da sociedade. A mulher que tá a mulher tem uma pressão absolutamente angustiante na sociedade, Meu. E e o pessoal feministas e tudo ainda que trouxeram mais problemas para a mulher, mais dificuldade para a mulher. Eu acho que é muito mais difícil ser mulher agora do que há 50
anos atrás, na minha opinião. Percebes? É uma opinião, é tudo um scam. E as mulheres agora de 35, 40 anos, 45 já, já já deram por ela que foram scamadas, percebes? E os homens de forma oportunista aproveitam-se disto, meu. Um homem, meu, um homem tem que ter honra, meu. Um Homem tem que saber qual é o seu papel na sociedade. Não é para aí a andar a comer gajas para trás e para a frente e e depois quer casar com uma gaja que é no suspetor, não sei qu Não, isso não tem sentido nenhum. É
tudo meu, é tudo feio. Estás a perceber? É tudo uma sociedade feia. É o que eu acho, meu. Mas se isso é bom conceção do que é ser homem, meu pai dizia-me uma coisa e nunca mais me esqueci, não é? Um vai dizia: "O homem é um homem, o rato é um Rato mais nada. Estás a perceber? Ele e e o que o que ele quer dizer com isso? Eu percebo exatamente o que quer dizer, meu. Um homem não é só ter cromossoma X ou Y ou lá o que é que seja. Um homem tem
que ter uma estrutura ética. Um homem é uma uma estabilização da sociedade. Um homem tem sem sacrifício próprio não existe sociedade. Mas ó Miguel, queres queres desenvolver essa cena que tu disseste em relação ao scam dos feministas? Meu, o scam foi assim: "Ó meu, tu vais ter dependência, não vais precisar de ajuda a ninguém, eh vives a tua juventude como quiseres. Eh, e então eh tens interesse dos homens até aos 25, 27, 29, 30 anos. E esse esse interesse começa a ser diluído até que no fim, aos 40 anos, vais ter comprar dois gatos, meu.
É um bocado assim que funciona, porque o tempo passa, é muito difícil. E meu, preencher a tua vida sozinha, sem Família, é preciso mesmo ter uma coragem do caraças, meu. É preciso ter mesmo eos, meu, porque vai na vida alturas tristes, alturas felizes, meu. E e eu digo-vos uma coisa, não há estrutura mais importante do que a família para dar razão e para dar estrutura. As pessoas que têm mais pena são aquelas pessoas, por exemplo, que não tiveram pai, não tiveram mãe ou não é, aliás, não. Essas pessoas não só tm respeitar e tem que
ajudar, a sociedade tem que Ajudar o máximo possível, não é? Mas se camaram as mulheres no sentido de dizer: "Não, faz a tua independência, faz o que quiseres". Eh, e o pessoal agora chega uma certa idade e ah, enganaram-me, não há umas que era que chama-se do falar do wall? Explica, explica do é quando chegas ao fim onde o teu bola comercial na sociedade desvaloriza uma velocidade astronómica. Uma mulher aos 25 anos vale muito, aos 40 anos, meu, vale 10 vezes menos, meu. A menos que seja, a menos Que seja mulher de alguém. A menos
que esteja a menos que que esteja casada, a menos que esteja com isso é muito polémico, Miguel. Vais ter, vais ter de elaborar porque é que vale menos? Não é uma vida humana, não, não és a favor da vida, não? Achas que vale tanto? Não, não. Ela claro não é isso que eu estou a dizer. Estou a dizer em valor comercial, valor de transacional dentro de uma sociedade. O que é que tu dou? O que eu recebo? A mulher de 40 anos vale tanto Como uma mulher de 15 anos. Não é isso que eu estou
a dizer? Ou seja, em termos de gênese, em termos inicial, estou a dizer é imagina uma mulher, não é? uma mulher e com 20 anos e meu tenho tenho interesse dos homens, ou seja, ela não precisa muito para fazer, por exemplo, para ter uma atividade sexual na uma mulher de 20 anos não precisa fazer muito, percebes o que eu quero dizer? Ou seja, basta desistir praticamente, estás a perceber? E tipo, e à medida que os Anos vão passando, eh, esse interesse diminui, porque há muito interesse de e uma mulher de 25 anos ou 30 anos,
imagina, tu queres construir vida familiar, estás à procura de uma mulher, tu queres e ter uma companhia, não sei que mais, e ainda és novo, uma mulher e depois o tempo vai passando, as pessoas vão formando famílias e vão-se organizando, OK? E quando chegas aos 30, 35 anos, tu não conseguiste arranjar uma relação Estável, eh, tu tens que perceber que nesse momento diz: "Eu quero uma relação estável". Mas os homens que querem relações estáveis já não querem uma mulher como tu. Vão querer uma mulher que se calhar tem mais possibilidade de ter mais anos porque
querem ter família ou querem ter filhos. Então, se calhar vão escolher uma de 25 anos, vão escolher uma pessoa mais nova, vão escolher uma pessoa mais bonita, não é? Porque a a beleza de mulher também na Juventude. É normal, meu. Faz parte da vida dos homens também. Não é? Ou seja, se bem que o homem também tem um aspecto que mais tarde, ou seja, amadurece mais tarde há quem diga aos 36, 37 anos. Pronto, isso é um scam para a mulher. É basicamente, repara, ser homem é a melhor coisa do mundo. Ou seja, se vocês
pensarem, tu nasces homem, andas uns 20 anos, andas ali com gajas para trás e para a frente, andas a partir com elas, depois chegas aos 30, não menstruas, Depois chegas aos 35 anos e dizes assim: "Sabes o que é que eu vou fazer agora? Quero uma fam. Estou cansado esta vida. Não é? Dás um chuto naquelas mulheres todas que andaram contigo aqueles anos e diz: "Ah, porque tu não serves porque já tens mais idade do que seria interessante, não é? E agora vou procurar uma mulher muito mais nova". Então descartam. Seja isto é um scam,
meu. É um scam. É um scam patrocinado. O sistema, o mundo, a cena do feminismo é Patroccionado pelos homens, meu. Estás a ver? Por quem usufrui são os homens sempre, meu. É uma coisa bué triste, meu. Eu coisa que agradeço mais é só ter três filhos, meu. Não ter nenhuma mulher. Fogo, porque meu mexe com o meu coração a dificuldade que as mulheres têm que passar na sociedade, meu. Então, por isso é que vocês têm que agradecer a vossa mãe, meu. Obrigado, mãe, meu. Vossa mãe é incrível, meu. Vocês não têm Noção. Tipo, é, é
vale mesmo a pena, meu. E então essa e uma mãe, uma mãe é o coração de uma família. Tu vocês digam se vocês não concordam comigo. Não sei se vocês já faleceram pessoas da vossa vida, mas por exemplo, e morre, por exemplo, um avô ou morre, por exemplo, uma avó, não é? A perda é muito maior quando morre a avó, porque a avó é que cola tudo, meu. Cola tudo, meu. A mulher cola tudo, não é? É bué Estranho, meu. Não é? E este é o poder eh que as mulheres têm que deitam fora. Meu,
a coisa mais incrível que podes fazer é gerar vida dentro de ti. É incrível, meu. E quem tiver essa chance, a única coisa que os homens não conseguem fazer, já viste? e o pessoal renega essa capacidade. Enfim, eu abraçaria a minha biologia e seria uma excelente mãe que faria se tivesse potência, mas acho que não tenho. Portanto, nós temos é que não Olhar para esta cena do aborto como ah as mulheres, a culpa é das mulheres. Eu vejo pessoas a dizer: "Meu, ah, sei devias puchar as pernas e o caraças, meu. Isso é feio meu.
É fácil falar porque éses homem meu, não é? Isso é feio, meu. Eu não concordo com nada disso meu. Não é? Vocês criaram uma merda de uma sociedade que empurra as mulheres para estas situações, não é? Ainda são a favor que elas eh façam todas as coisas mais porque elas é que Têm que decidir. Elas até que têm que decidir, não é? E vocês, os homens empurr, ah decidou, ah, o abortou, não sei quê, decidou. Tu é que sabes, estás a ver? Tu é que sabes, não é? Estás a perceber? É uma cena bué feia,
meu. Uma coisa feia, horrível. Tipo, se isto é a sociedade que vocês mas tu não achas, tu estás a dizer, estás a dizer isso, mas as feministas dizem que é uma coisa boa, não é? Ou seja, ser a escolha da mulher, ou seja, a ideia é essa, é o corpo é da Mulher, a escolha é dela e nenhum homem pode influenciar. Tanto que por acaso até foi interessante que nós lá no no quinto império houve uma uma mulher, não é, que falou sobre essa questão da da do aborto e ela falou: "Ah, mas eh que
que existiam muitos homens que, digamos, faziam força, não é, para a mulher abortar e tudo mais." E eu disse assim: "Bom, é assim, isso é, infelizmente, isso é verdade que isso acontece, infelizmente. Eh, mas do ponto de vista Legal, não é? Eh, o homem não tem qualquer tipo de direito legal. Ou seja, se a tua mulher quiser abortar um filho, tu não tens voto na matéria. É completamente irrelevante a tua, não é? Ou seja, o que é que tu achas disso? Não é? Porque o que essas feministas dizem? Dizem que não, mas é a escolha
da mulher e o homem não tem nada a dizer e ainda bem, não é? Ou seja, não é suposto ser assim. O que é que tu dizes a isso, Miguel? Ou seja, porque tu estavas a dizer que os homens é que atiravam para cima da das mulheres, não é? Mas estas mulheres a dizer, não, eu estou a generalizar, como é natural. Sim, sim, claro. Não, ou seja, eu estou a generalizar a estrutura da nossa sociedade, a minha perceção, certo? Agora, a questão é esta. O que eu acho sobre esse tema de não, eu ficava muito
triste eu se engravidasse uma mulher, Certo? Eu primeiro, o guru não é dessas cenas, eu não engravidava uma mulher que não tivesse casada comigo, percebes? Mas essa cena não existe na cabeça do gor, estás a ver? Mas pronto, mas vamos imaginar que acontecia, que o guru não se controlava, porque a diferença entre um cão e um ser humano é que o ser humano controla-se. OK, pessoal? Não é? Por isso, ah, porque é que o gruto tem tão sucesso? Porque o Guru controla-se. Essa é a cena. O gulu controla e diz: "Tu vais fazer isto, vais
fazer aquilo, vais fazer aquele outro". E isso é a capacidade que nós temos que desenvolver ao longo da nossa vida. Não é fácil, mas nós temos que desenvolver, não é? Temos que criar um ambiente. Portanto, eu diria assim, eu ficava, eu se uma mulher e ela quisesse abortar, meu, isso partia o meu coração, meu. Era uma cena absolutamente angustiante. Era sofrimento, seria o pior momento da minha vida, percebes? Definitivamente. H, eu acho injusto também aqui algumas coisas na lei que, por exemplo, tu não podes dizer que queres abortar, imagina, mas podes, mas depois tens que
pagar a pensão de alimentos ou o que é que é. Seja, também não faz, não é muito coerente, mas mais uma vez eu eu acho que nós devemos olhar eh eu acho que em todo este processo a parte das mulheres é 10 vezes mais difícil que a parte dos homens. OK? E Acho que essa é uma das razões porque não se fala tanto na questão do homem, é porque a batata quente dá na mulher, a mulher é que tem que passar os ve meses, a mulher é que tem não sei que mais, a mulher é
é que meu não, isto é uma cena definitivamente da mulher. Agora nós podemos falar nisto, não é? Nós somos, podemos ser pais, nós podemos falar do que é que achamos da sociedade, não é? Eh, nós temos o direito de falar, pessoal. Ah, não tens outro, não podes Falar. Ó meu, então se eu não sou uma cadeira, também não posso falar da cadeira. Isso não faz sentido nenhum. Ou seja, isso é uma coisa de também conversa de totó, de quem não passou da quarta classe mentalmente. Mas olha, repara que são essas são as mesmas pessoas que
gostam muito de dar a sua opinião sobre banir armas de fogo, mas nunca tiveram uma arma de fogo na vida. Só para tu veres a hipocrisia, que é a mesma coisa no fundo, não é? E de Certeza que sim, seja, exato. E muitas destas pessoas também são mulheres brancas de esquerda e têm as suas opiniões em relação às minorias étnicas aqui em Portugal, de certeza. Falam constantemente sobre elas também. Elas não deviam poder falar se não fosse uma minoria também. É a mesma coisa, é a mesma lógica. Ya. Ya. Tem que haver consistência. Tens razão.
Eu acho que esse é o argumento. O pessoal diz aqui, Por exemplo, eh há aqui um uma pessoa que diz onde é que estava? Era este. Ah, perdi aqui ver que o Francisco diz concordo com feminismo veio destruir o princípio fundamental pelo qual foi inventado, mas não pode dizer que a mulher agora é mais triste ou menos feliz do que 50 anos atrás. Não és mulher gorou. Ó meu, lá está, este é o tipo de argumento. Não és mulher não podes dizer como se uma mulher pudesse falar por todas as outras mulheres. Isto Não faz
sentido nenhum, meu. Tu olhas para a sociedade, olhas para a tua perceção do que está a acontecer e fazes o teu julgamento. Agora eu, se fosse mulher, não estaria muito mais classificado para definir se as mulheres estão, eu eu estaria classificado para classificar-me a mim e dizer: "Ó meu, eles estão mais felizes ou menos felizes, mas eu não posso falar de todas as mulheres que existem numa sociedade. Esse argumento também não colhe, Francisco." Isto é um erro filosófico, não é? Então, mas olha, um oncologista, um oncologista precisa de ter cancro para conseguir dar a sua
opinião sobre um tumor de um doente. Exato. Ou o seu estado espírito, caraças, você não faz sentido nenhum, não é? Eh, manoal, mas repara, mas isto aqui o pessoal falta-lhe, o pessoal falta um bocadinho de pensamento, não é? Eh, diz aqui o o este André, autocontrole, controlar a luxúria é uma Das mais difíceis e importantes para o homem. É verdade. Aliás, quem conseguir controlar os seus ímpetos já venceu na vida, meu, porque vai partir todo. Porque é uma coisa tão simples como existe estas pessoas todas, um consig uns conseguem-se controlar e têm o controle do
seu futuro de forma mais razoável, os outros não. Quem é que achas que vai ficar em cima? Não é? Não. Quem é que vai ficar em cima? Quem é que vai ficar em cima? Quem se consegue Controlar? Quanto mais controlares, mais impacto tens no teu futuro. O teu patrão disse-te uma coisa que tu não gostaste e tu, em vez de reagires baixaste a bolinha e depois até depois até nem precisas trabalhar para ele, mas naquele momento achaste que estrategicamente é a melhor coisa a fazer. Ou ou seja, é exemplo, não é? Ou seja, controlaste a
reação, ou seja, chegou uma pessoa que já tens um casamento há 20 anos e chegou uma mulher Muito bonita interagir contigo e tu não conseguiste resistir e destruíste toda a estrutura que tinhas feito até agora, não é? Ou seja, isto são alguns exemplos de que, não é? Eh, e eu, por exemplo, sou uma pessoa que tenho eh cuidado, ou seja, eu concentro-me muito no autocontrole, mas tenho muito cuidado para não cair, porque eu sou humano, eu como toda a gente é, não é? Portanto, nós temos que estar sempre bué atentos, sempre a a a intelectualizar,
sempre a Refletir, sempre a meditar sobre como é que nós conseguimos fazer as coisas. Portanto, OK. Ó Miguel, olha uma coisa, eu vi que tu meteste no ex a falar sobre, pronto, que querias falar, que ias fazer aqui este podcast, não é? E que querias falar com algum pessoal que te queria censurar. Eh, não tiveste assim ninguém que quisesse aparecer aqui porque tiveste tantas críticas online e tudo mais de mundos de pessoal. Eh, não conseguiste? Acho que não, ninguém Relevante. Ou seja, eu acho que não sei, mas é assim, o pessoal, eu sou meio burro,
não é? Mas mesmo assim o pessoal nãounca quer falar comigo, meu. E e o pessoal que vem falar comigo vem já com porque já houve muitos casos de pessoas que foram humilhadas e as pessoas não querem ser humilhadas, estás a ver? Eh, e então é preciso estares bem calçado e é preciso teres consciência no teu raciocínio, porque eu me voute pôr Os dilemas, eu vou puxar para a direita, vou-te puxar para a esquerda, vou-te levar em direções e se tu não tiveres bem organizado, vais tropeçar e vais ficar mal. Eu acho que pode ser uma
dessas razões, às vezes é é ao vivo, tens que pensar rápido, tens que est não é não é fácil, não é? Talvez seja essa a razão, não é? Olha, estava muito diz o Ro, a primeira coisa que ele diz tem razão, ele de facto é burro. Eu não sou burro, eu sou Meio burro. Era uma coisa distinta, não é? Eh, mas Richo, pensa assim, eu se meio burro conseguiste tudo, fosca-se, tu com a tua inteligência vais comprar os Estados Unidos. Não, tipo, eu já estou a ver o teu sucesso todo, já consigo imaginar. Ó Miguel,
muito bem. Diz, havia aqui alguém noss comentários a dizer, eh, se tu és contra o aborto, tens bom remédio, não faças abortos. O que é que tu achas deste argumento? Ó meu, eu poderia dizer assim, se és contra homicídio, tens um remédio, não faças homicídios, não é? Se achas que é assim que deve ser, não é? Se és contra conduzir e beber, não conduzes e e veres, não é? Ou seja, isso é um argumento também de um gajo que nunca pensou 5 minutos ou tenho 12 anos, pode ser de uma das duas, não é? Ou
seja, tu com és no vinho também não tens, ainda não tiveste tempo para refletir e para Pensar e para usar, criar a estrutura de lógica dentro da tua cabeça, não é? Eh, mas pronto, esse argumento que não que não colhe, não é? Esses argumentos vê-se muito no Twitter. E o argumento que se vê no Twitter, que mexe com o meu coração, é este: meu, nós também demos, temos que dar oportunidade às pessoas para não trazerem bebés para situações economicamente frágeis e sem dignidade humana. É dizer que os pobres não têm direito à vida, não é?
Dizer que os Pobres não tm direito à vida. É como se me dessem uma facada, meu. Eu a dizer porque é justamente isso, Luís, é dizer assim: "Ó meu, tu vais nascer, é tipo, os ricos podem nascer, os pobres não. Nós temos que arranjar aqui uma forma de, se vens para a pobreza, tu não nasces." Estás a ver? E e a questão é assim, pessoal, pensem nisto. Isto é tudo relativo, certo? O que tu consideras um pobre, não é? Eu, para mim, todos os portugueses são pobres de Morte. Estás a perceber? Sim. Porque a quantidade,
eu olho para o meu capital e para a quantidade de vida que eu consigo dizer: "Ó, meu, vocês são todos pobres, meu. Vocês não têm, eu não sei se a vossa vida vale a pena, mas eu posso dizer uma cena destas. Eu acho que não vale a pena viver, meu. Se tu tens que trabalhar 8 horas e tens esforçar e mesmo assim ainda tens que olhar para o menu do restaurante, ver se podes comprar ou não, meu, isso não é vida Para ninguém. Ou seja, eu podia dizer uma coisa estúpida destas e dizer: "Olha, eu
acho que vocês deviam ser abortados, porque viver sem andar já de privado não é viver, meu. Tu não estás a experienciar a vida, mano." Exato. Ou seja, o o guru pode ter filhos, o Miguel, porque é bué rico, pode ter pode ter filhos. Tu ganhas, tu ganhas 1500 € calma que não vais dar as condições que eu vou dar aos meus filhos. Ex. Portanto, a ti dou-te esta cena, esta ferramentazinha para tu abrotares, meu, os teus filhinhos, porque os teus filhos não são dignos de vir à terra. Estás a ver? Porque meu, não vão ter
aquelas facilidades que o guro consegue dar os dele, não é? Ó meu, e eu tenho, sou muito viajado, meu. Eu eu vejo meninos na Índia, eu vejo meninos no Banglad, eu vejo meninos no Peru, eu vejo, eu digo-vos uma coisa, meu, se vocês se vocês soubessem o que é pobreza, vocês Não fazem ideia o que é pobreza, porque vocês não saíram do puto do vosso país. Se vocês soubessem o que é pobreza, se vocês viajassem, se vocês pegassem numa mochila, que nem é preciso dinheiro, que são sítios onde para dormires gastas 3 € não é,
tu ias ver o que era pobreza. Então aí se calhar já achavas que os pobres portugueses deviam nascer porque vivem acima de 95% do pessoal que tá lá fora, não é? Mas essa cena mexe como o coração de meu de de dos pobres não Terem direito a viver, do pessoal que que vai nascer sem pai e sem mãe tem direito a viver. Qual é a diferença objetiva entre um adulto que, por exemplo, veio de uma debilação e onde que não veio? Qual é a diferença objetiva? Consegues olhar para eles e ver a diferença? Percebes? Percebem
minha pergunta? Ya. Ou seja, não há diferença objetiva. Diz aqui o Pedro Oliveira: "Esta mensagem não representa os homens deste país. Pedra, e eu também não quero ser representante dos homens de Portugal. Eu quero ter direito à minha opinião e tu tens direito à tua." Não é? Mas representar os homens explica lá. tá a dizer, olha aqui, olha aqui, ele diz assim, olha, não fales por nós, homens. Obrigado. Eu estou a falar por ti, estou a falar por mim. Portanto, isto é a minha opinião. Tu tens a tua opinião. Há Pessoas que chegam à minha
beira e dizem assim: "Ó Miguel, e gosto do teu podcast e tudo, mas não concordo com tudo o que tu dizes. Ó meu, eu não concordo com tudo o que eu digo, meu. Como é que tu vais concordar? Ou seja, vamos casar. É isso. Queres casar comigo? Este pessoal bate mal da cabeça, meu. Não é? Não pensam direito, meu. Não funciona. O pessoal precisa de formação. Nós temos que dar formação ao pessoal. Nós temos que ensinar o pessoal a Pensar, não é? Para não serem zombies, não é? Então, repara que mais uma campanha que eu
fiz, não é? Uma fiz uma estratégia, fiz o meu videoclipe, escolhi as imagens de propósito que eu sabia que iam impactar as pessoas, não é? Eh, fiz o plano direitinho e pumba, outra vez funciona a minha campanha publicitária para promover o guru. Tá toda a gente a falar no guru e no música do guru e o caraças, que é isso que um artista quer, não é? Um artista quer que Se fale nele, não é? Por isso, nunca se esqueçam, pessoal. Obrigado, mãe. Não é? Por isso é um bocado assim. Eh, eh, portanto, continuando, OK? Depois
isto também apareceu esta uma sensação que tem no seu nome escolha a dizer que eu não podia publicar o vídeo que é uma coisa engraçada. Ou seja, muito engraçada sem escolha, ou seja, tem que haver uma escolha, não é escolha desde que seja aborto. Isto não é escolha, estás a perceber? Escolha desde Que seja aborto, não é? Portanto, eh, não faz sentido nenhum. E também porque é que estão a mexer com a, porque é que não me estão a censurar a minha a minha a minha cena artística, não é? Eh, há aparece de tudo, aparece
de artistas a falar de de todos os temas para chamarem a atenção, não é? Ou seja, porque é que não haveria Achas que achas que se fosse um Imagina que tu eras a favor do aborto e fazias uma cena artística a favor do do aborto. Eh, será que existia este Zururu? Será que achas que existia esta? não existes zuru. Existia, por exemplo, nas comunidades que acreditam nisto, mas não existia porque a nossa comunicação social de forma geral está tomada por esta visão. Eh, e, ou seja, não vamos nos iludir, ou seja, isto é só funciona
por este lado. Ou seja, se aparecer cenas completamente distintas, eh, não é? Mas a questão é assim, ó pessoal, eh eh as cenas há duas coisas que podem acontecer, que é eh esta estrutura que Existe de controlo destas ideologias, eh, apodera-se da internet e acaba, que eu não acho que pode acontecer, pode não acontecer, não é? Eh, ou está a acontecer é começa a haver uma uma revolta da própria comunidade, que é o que tu vocês têm assistido nas eleições. Sim. O Chega sobe continuamente, não é? Porque eh a a a as estruturas, sejam eh
eh legislativas de comunicação, todas as estruturas estão Desadequadas da realidade da população. Hum. É tão simples como com isso. É o Ventura ser primeiro-ministro é inevitável, desde que ele faça uma coisa, esteja sempre na oposição. A única coisa que eu tenho que fazer, não tenho que fazer mais nada. Ele se tiver sempre na oposição, vai ser primeiro ministro. Só tenho que fazer isto porque ele ele o Chega tá numa posição antifrágil, não é? Eh, e então e o Chega reflete esta cena. Eu não sou para dar o Chega. O Chega para mim é mais parecido
com o PS do que o PSD. É minha opinião, por isso é que ele rouba muitos muita gente ao PS, não é? E ao partido do PCP. Não discordamos absolutamente da visão económica para o país, mas é um partido mais conservador do que se calhar os outros todos, não é? E eu acho que a sociedade portuguesa, no seu geral, é conservadora. E eu acho que a a a sociedade portuguesa tem tem uma tendência a ficar Conservadora. Sim. Eu, por acaso esse é um ponto interessante, porque eu também eu concordo contigo. Eu acho também que que
a sociedade portuguesa no geral é uma sociedade conservadora. Mas eu queria te fazer esta pergunta que é: tu achas que esta, isto é uma minoria que é muito barulhenta e que a esmagadora maioria de, dos portugueses é contra eh contra ou melhor, é a favor da vida. Tu tu não tu não tens essa Não, eu acho que eu acho que eu acho que metade das Pessoas eu acho que toda a gente é a favor da vida. Há uns atrasados mentais que não são, mas isso é uma parte muito pequena da população. O problema é como
é que se mete a conversa e qual é o tipo de narrativa que tu crias, não é? Porque a narrativa que tu crias é eh eh até as mulheres podem abortar até XM, podem pensar e depois mudaram a a lei quando fizeram a geringonça, já queriam mudar a lei outra vez, não é? Ou seja, eh existe definitivamente uma parte dos partidos Que são de cultura de morte, não é? e que está a alterar-se porque esses partidos estão sepsar basicamente em todo o mundo, porque o a população geral sente o declíme da sociedade e e é
um bocado essa perceção. Isto acontece um ciclo, não é? Isto acontece muitas vezes durante a história, aconteceu uma coisa eh disto. Portanto, eu a minha percepção é que eh agora eu não sei se é possível, eu não sei se é possível se o pessoal vai voltar atrás e e repara se o pessoal Vai começar a valorizar mais a vida, eu diria que metade da população eh se fizéssemos um, se fizéssemos uma sondagem hoje, eu eu acho que não fugiria muitos 45 55 eu acho que andava aí. Depois depende como é que apresentas o tema. Se
tu, por exemplo, dizeres assim: "Ah, podes abortar em caso de eh violação e em caso de defeitos médicos, em caso de risco para a mãe. Eh, mas eh não podes abortar em caso de não sei que mais de só de Conveniência. Eu acho que é é diferente de dizer, estás a perceber? Ou seja, depende como é que fois a narrativa, não é? Certo. É um bocado assim. Agora, e a questão é esta. A questão é não, as pessoas têm direito a pensar o que quiserem, ver como quiserem. E eu tenho direito a ter a minha
opinião e viver onde eu onde é que eu quero, não é? Eh, à medida que a sociedade vai generando, eu ainda gosto muito, eh, gosto imensamente dos Portugueses, eh, e gosto da forma como eles são, como eles pensam, não é? E muitos deles estão apenas, é, com falta de pensamento e estão enganados, porque eles no coração são, eh, absolutamente ética cristã e são pessoas que acreditam nos mesmos valores que eu acredito, não é? Só que depois depende como é que pões a narrativa, não é? E mas eu acredito, eu tenho fé no nos portugueses, sem
dúvida. [Música] Ya. Portanto, vamos aqui a a comunicação social, como tu dizes, eh segue esse papel. Repara como fizeram entrevista sobre mim. Eh, tu basicamente h dizes h eh dizem coisas como é um um vídeo antiaborto e e tu dizes assim: "Ah, não é vídeo antiaborto, é um vídeo pró de vida, não é?" Eu, na realidade gostava de explicar o que é que o me ouvido é em termos artísticos e que eu ainda não Disse, não é? Então, basicamente o vídeo conta à história de uma mulher que jovem que pode ter passado por as maiores
dificuldades que nós não sabemos quais são. na imaginação, mas por alguma razão ela está naquele ambiente hospitalar onde estão outras mulheres com o objetivo, como se percebe ali, de eh basicamente eh fazer eh um aborto, não é? Dá essa perceção. Eu crio uma figura do Estado. Eh, a figura do Estado é lei para dar estrutura ética à Cena, não é? Ou seja, a ética do aborto é é lei. Esta é a ética do aborto. Como se a lei definiça moral, não é? Como se a lei definiça moral. O estado é uma pessoa sem vida e
sem olhos. Porque vocês sabem como é que o estado é. O estado não tem coração, o estado não tem emoção. O estado chega ali, encarimba-te e siga- tu é como se fosse uma fábrica, não tá ali. Percebes o que eu quero dizer? Eh, é o estado é representado por essa figura. E e então existe uma luta Ética desta mulher sobre o que é que ela deve fazer ou não, não é? E e o V dá sempre a percepção que ela tá se encaminhar para fazer um aborto e depois ela no fim afinal quando vai abrir
a porta ela decide o que não faz o vol de face, não é? E o vol de face é tu tens du a mulher tem tem uma escolha tem de fazer escolha eu não estou a dizer para ela não fazer a escolha do aborto e quem pensa que fazer um aborto é uma coisa bonita, meu ir ao hospital ver como é Que é de bonito não tem nada se o pessoal pensa que os restos mortais de um feto, o feto e são enterrados de forma digna e honrosa, não, eles são deitados ao lixo. OK? Isto
é a realidade, OK? Não há cá aquilo é uma fila de produção como como é qualquer outro eh outra outro fenómeno eh médico. Chegas a um hospital, aquilo parece uma fábrica, não é? Não é possível, não tem cortinas e não tem alcatifa para tu te sentires que em casa não é assim que Funciona. É um sítio frio, é um sítio feio, um sítio, não é? É o que é. E e a questão é e então nós fazemos contrafase que tu tens sempre duas hipóteses, tens sempre a escolha, não tens necessariamente abortar, podes abortar, não é?
e vais viver com isso e a tua vida vai continuar ou podes ter o vol de fase, que é nascer um bebé, não é? Eh, e basicamente é isso. E repara que eu por razão objetiva, não utilizo nenhuma razão para mulher Abortar, porque pode haver um milhão de razões diferentes, mas o resultado final é sempre o mesmo, é sempre um bebé. E tu nunca sabes se aquele bebé veio de uma relação e da de violação ou se aquele bebé veio ou se ela tem pobreza ou se ela tu não sabes nada. Tu não sabes se
aquele bebé tem um defeito genético e no seu interior, tu não sabes nada, mas é um bebé, é um ser humano. Ou seja, e então a música tem o título do obrigado mãe porque é do ponto de vista do bebé, Do ponto de vista do bebé, o que lhe interessa ao bebé. Não foi o que aconteceu antes. A única coisa que interessa ao bebé, a única coisa que interessa ao bebé é ele foi abortado ou não. Isto é a única coisa que, ele não quer saber se foi violado ou se veio para o mundo de
poesa. Não quero saber nada disso. A única coisa que quer saber é e eu existo ou não. Ele não é. Então ele diz obrigado mãe por qualquer coisa, não é? Acho que todas as mães merecem Isso. Obrigado mãe. Portanto, hh essa é a ideia do vídeo. Sim. Eu eu quando fiz o vídeo a reagir à aquela notícia, mas mas é mas desculpa, mas é narrativa do vídeo com a Sim, a a música, com a artista, que também tem sido atacada, infelizmente, não é? Eu h Mas as pessoas estão tão bem. É engraçado isso, por acaso.
É engraçado porque, ou seja, uma mulher, pá, primeiro é uma artista, não faço a mínima ideia a opinião pessoal dela também não interessa, mas é Engraçado que a mulher pode aquele aquele aquele aquele aquele videoclipe só tem mulheres, por acaso. Pronto, mas agora a questão é assim, a mulher tem direito à escolha ou não? É porque se está a ser atacada, vamos imaginar que seja a mesma a favor da vida também. Então não pode ter essa opinião. É isso. Tipo, tem direito à escolha, mas só pode, se se for a favor da vida, vai ser
atacada. É isso. Não, não. Tu tens direito à escolha. Tu tens direito à Escolha, desde que seja a abortar. OK? Ou seja, esta é a tua escolha. Se tu ti se tu disseres: "Não, eu não acho que que abortar uma coisa mais já não tens direito à escolha". Não é? Ou seja, o pessoal quer é tirar a natureza ética do aborto e torná-la na mesma no mesmo nível de tá fora ou não. Isto é o que o pessoal quer no fim. Não. Isto é uma vida humana. Isto é um um ser humano. E ele tem
que estar e a a estrutura ética tem que ser uma decisão difícil, tem que Ser uma decisão consciente, tem que ser uma decisão com tempo, não é? Não é chegar ali, hoje acordei virado para a esquerda, vou abortar. Isto não é assim, não é assim que se trata um ser humano, não é? Eh, sim. E por isso é que na, eu estava a falar do vídeo e a a reagir à à notícia que utilizam sempre expressões como, por exemplo, IVG, não é? E ou seja, IVG, que pá, nem ninguém secar sabe muito bem o que
é que isso quer dizer. Depois interrupção voluntária da Gravidez, como se fosse uma espécie de vídeo, não é? A malta agora tá aqui a ver a live e dá dá dá. Olha, agora não, não, já já eu até queria ouvir, mas não não me dá muito jeito. Agora vou dar pause daqui a bocado, vou vou dar play como se fosse uma coisa que desse para, para parar e depois para voltar daqui a uns anos, quando me der mais jeito. Ou seja, não. E e na minha visão, ou seja, a crítica foi que tu estás a
trazer e responsa, ódio, etc. E na minha visão, Aquilo que tá a trazer é realidade. Ou seja, tu tens que ter noção da realidade. Isto não é uma interrupção voluntária da gravidez. Não, isto é uma vida e tu estás a terminar com esta vida. Não, não, não vai dar para recuperar esta vida. Não é tipo, olha, interrompemos agora daqui uns anos, quando me apedecer e já tiver mais. Não é pause, não é pause, não. Aquele, aquela ADN que estava ali, aquela pessoa que estava ali, nunca mais vai aparecer Neste universo. É impossível em termos estatísticos,
a mesma pessoa aparecer. Irreplicável, nunca é irreplicável absolutamente. Mas há outra coisa também que é a interrupção voluntária da gravidez. É para além do eufemismo, pode ser usada de outras maneiras. Por exemplo, as pessoas não podem dizer interrupção voluntária de gravidez e aqui pará-la como se fosse sinónimo de aborto. Porquê? Porque uma mulher quando tá a induzir um parto prematuro, por Exemplo, tá a interromper voluntariamente a gravidez, tá? É, mas não tá a matar o bebé, tá só a tê-lo mais cedo. Isto é uma interrupção voluntária da gravidez, mas não é abortar. As pessoas têm
que chamar aos tem temos que amar as coisas por aquilo que são, não é? Temos que usar as palavras certas. Portanto, vamos chamar aborto a aborto, que é acabar com a vida do embrião ao feto antes do nascimento. Isso é que é o aborto. Essa é essa é a Narrativa principal. Por isso, quando estamos a discutir, a questão é nós nunca devemos dizer: "Ah, o que é que tu achas?" Dev, "Ó meu, é assim, quem acredita nisto devem dizer assim: "Existe um bebé ali, tu podes inventar o que quiseres. A dúvida é sempre esta: Eu
mato o bebé ou não?" Isto é dúvida. Ah, mas na situação de de gravide de violação, eu acho que devo matar o bebé. É isto que se deve dizer. Não devo interromper a gravidez, devo matar Aquele ser vivo. Não é que eu acho uma coisa péssima que é matar o inocente pelo crime do culpado. Ou seja, que é uma cena que não faz sentido para mim na cabeça. Ou seja, eu vou matar o inocente e eu não vou dar prisão ao na maior parte das vezes ao culpado ver como é que as coisas estão viradas
para penas para ar. Portanto, é o que diz aqui este jovem aqui, rule number one, não matar bebés. É um pessoal pode rebolar pelo chão. Não matar bebés, matar bebés é Mau. Matar bebés é mau. Não tenho dúvidas. Agora o pessoal pode dizer o que quiser. Ah, não quero saber, meu. Estás a matar um bebé, não é? Agora não começam a mudar as palavras, a mudar a terminologia com esse objetivo, não é? Agora nós somos ganhar is desumanizar. Por isso é que lhe dizem que o feto não é um bebé. A palavra feito significa a
mesma coisa que bebé, meu. Tipo, basta ir ao dicionário, não é? Mesmo que não Significasse, não interessa. Chama-lhe, olha que não significasse. Podes mudar a narrativa. É uma pessoa, no fundo, é uma pessoa. Chama, quem chama aquilo que quiser, os factos não mudam. Não é por causa das pessoas tentarem escrever a realidade que ela vai ser alterada, não é? As coisas são aquilo que são. É uma pessoa. Isso. Isso. E essa é a primeira batalha. A primeira batalha é chamar às coisas o que elas são e dizer como elas são. Esta é a primeira batalha,
não? Ou Seja, porque quando nós pusermos as coisas como são, quando as organizamos como são, é muito mais fácil a decisão. Agora, se nos meterem nuvens à nossa frente, e mudando os conceitos, então fica tudo muito mais confuso e difícil, não é? Ah, vou fazer uma IVG, não é isso? Vou fazer, ou seja, não há não há nada ali, ou seja, existe uma gravidez, não existe o objeto da gravidez. Percebes a ideia? Ou seja, porquê? Porque é que porque é que existe tanto interesse em se matar a? É uma coisa que continua na minha mente.
Porquê? Porque é que este tema não é não percebo? Hum, tem que haver uma razão qualquer. E é a mesma coisa que fazem, por exemplo, eh as pessoas que dizem que o aborto é uma questão de direitos reprodutivos e autonomia corporal. É uma questão é uma questão, é um cuidado de saúde, é uma questão de saúde pública. Isto para mim é a mesma coisa. Não, mas a questão é Que tá lá um bebé. Mas é é a mesma coisa que uma pessoa dizer escreva. É a mesma coisa queou dizer que a escravatura é uma questão
de propriedade. No fundo é o mesmo tipo de mesa foi. Não, não. Boa. Tá boa, Manuel. Tá boa. Olha, temos aqui um convidado. Eu quis trazer uma mulher aqui para nos dar aqui algumas luzes mais femininas sobre esta situação. Portanto, é um prazer ter aqui a a Teresa de Melo Ribeiro. Olá Teresa, como Está? Olá Miguel. É um prazer. Nós falamos um bocadinho ontem. Teresa, o que é que tu acha desta situação? h deste vídeo da promoção da minha carreira como dije, vou fazer uma festa mais para o fim do ano e de ser escolhido
este tema que está pronto o meu coração. Eu expresso-me da forma como eu quero. Eu tenho este direito artístico, mas toda a gente me quer cancelar. Alguma parte das pessoas me Querem cancelar. O que é que acha sobre isto? Eu não acho que toda a gente o queira cancelar. eh eh os ativistas que falam alto e que têm palco na comunicação social é que dizem que o querem cancelar. Mas eu acho aquilo que provavelmente o Miguel acha, porque o ano passado já houve uma reação semelhante, em 2022 também, nós vivemos numa democracia ditatorial de pensamento
único. E por isso quando alguém expressa livremente uma opinião sobre um tema Relativamente ao qual o aparelho político e ideológico eh discorda, aquilo que querem fazer é cancelar. querem censurar, não com lápis azul, mas com vozes ativas. Quer dizer, o meu problema não é tanto as pessoas protestarem contra o seu anúncio. Eu, pessoalmente, gostei muito. Acho que está um é um é um um atributo e uma homenagem lindíssima, mas as podem podem existir pessoas que não gostam. O problema é essas pessoas arrogarem-se no Direito e na sua superioridade moral. Aquelas que são aquelas que mais
falam contra as pessoas que querem impor à sociedade são as primeiras a tentar e controlar, silenciar tudo aquilo que sai fora dos canons. E, portanto, e infelizmente nem todas as pessoas têm a sua coragem. Infelizmente nem todas as pessoas conseguem aguentar eh as ondas eh de críticas e e de cancelamento. Eh, mas acho que é um exemplo a seguir. E cada um de nós nos Seus universo, no universo, no universo do trabalho, dos amigos, temos que combater esta esta imposição de pensamentos únicos que há em todas as as áreas. E o que eu acho extraordinário,
Miguel, é que o aborto, as pessoas em Portugal acham que o aborto não é crime. O aborto em Portugal é crime. O artigo 140 do Código Civil diz que quem abortar e quem realizar um aborto numa mulher que seja com consentimento, seja sem consentimento, pratica um crime, a Mulher pratica um crime e o médico pratica um crime. E por isso verifica-se em relação a essa realidade a o cumprimento dos vários pressupostos do de uma conduta para ser crime. Quer dizer, não querendo entrar na área de direito, porque eu sou advogada, mas tenho sempre essa tendência,
mas para que uma conduta possa ser considerada crime, obviamente tem que estar prevista na lei. E, portanto, há um há uma conduta típica disse aquele facto eh eh Se for realizado nestes termos é considerado crime. tem que ser um facto ilícito, isto é contrário à lei ao direito. Tem que haver culpa. Isto é um juízo de censura e depois tem que haver pena. E há quem defenda que sem pena não há crime, há quem tenha opinião contrária. Mas aquilo que aconteceu no aborto, como em muitas outras outros crimes, que é uma tendência do do legislador
penalista português, é que alguns crimes o legislador não retira a Natureza ilícita à conduta, isto é, o facto, o comportamento continua a ser contrário ao direito. O que não há é pena, não há, não se aplicam penas. O, ora, é isso que acontece no caso do aborto, que lhe foi, como sabe, dado o nome de interrupção voluntária da gravidez. É um eufemismo, como sabemos, a vida daquele ser não é interrompida, é terminada. E, portanto, o Código Penal, o que faz no artigo 142 e depois na lei 16/2007, veio eh Despenalizar as situações de eh aborto,
eh no fundo de determinação de uma vida intrautorina. Aliás, é curioso porque o crime do aborto e a matéria da interrupção da voluntária da gravidez estão no título segundo do Código Penal, que tem o título Crimes contra as pessoas e depois a parte da IGV é crimes contra a vida intrautorina e portanto mas mas ou seja, mas ainda temos então isso é importante saber que eu não sabia dessa eh dessa desse detalhe que é ainda Continua a estar na lei nesse nesse local de crimes contra as pessoas A def eh eh tá escrito que ainda
é crime contra uma pessoa abortada. O aborto, o aborto é crime. O artigo 140 do Código Penal diz que o aborto é crime. O que há é o artigo 142 que veio despenalizar, dizer que não é ponível, ou seja, não veio, ao contrário do que diz a lei 16/2007 que tem o título exclusão da ilicitude da interrupção voluntária de gravidez. O legislador mentiu nesse Título. Porquê? Porque o conteúdo da lei que alterou em 2007 o Código Penal não veio dizer que não é ilícito, veio apenas dizer que não é ponível. Portanto, isto em termos jurídicos,
portanto, o aborto é cri, além do mais na interrupção dita voluntária da gravidez ou na dita interrupção, se porventura, por exemplo, na no caso do aborto livre por opressão da mulher até às 10 semanas, se por acaso o o a interrupção da gravidez for realizada às Às 10 às 12 semanas, já entra no crime do aborto. que não forem as condições. Mas o que é extraordinário no meio disto tudo ou ainda é mais extraordinário é as pessoas que manifestam uma opinião em defesa da vida, chamemos-lhe intrautorista, porque está no do de um ser que digam
que é um ser em potência. As pessoas que não gostam de reconhecer ali uma vida humana, dizem que é uma vida humana em potência. que seja essa a designação. Mas as pessoas que defendem a proteção daquele ser mais vulnerável, indefeso, são aqueles que são criticados. Quer dizer, aqueles que fazem uma defesa exato. Exato. São aqueles que são cancelados, felizmente, que o Miguel não é cancelável. E depois também há muitas pessoas dentro da sua esfera reduzida e pequena e que também não são porque têm convicções, têm princípios e não cedem, não é? é não dizer, não
se respeita o Outro, não se compreende muitas das razões. Há muitas mulheres que que têm vidas pessoais, têm impressões familiares, sociais, económicas gravíssimas, que o Estado não fez nada, ó Miguel, desde 2007, que o Estado não fez nada para apoiar as mulheres que só abortam por razões económicas. Aliás, deixe-me dizer-lhe uma coisa. O último relatório de análise dos dos registros da eh interrupção da gravidez que foi publicado pela Direção Geral de Saúde, Que tem valores de 2023, veio dizer que foram realizados 17.124 abortos. As causas desses 17.124, 124, 96,7% foi dentro das primeiras 10 semanas
por por opção da mulher sem causa e depois 2,8% foi devido a grave saúde ou mal formação do feto. sem prejuízo de que eu tenho dúvidas da questãoal de formação do feto e d diagnóstico, porque o Miguel há de saber tanto como eu, ou mais ou menos que há Imensos diagnósticos errados, por exemplo, quanto à tricomia 21, imensos. Quer dizer, tivemos, eu tenho no círculo íntimo dos meus contactos de imensas mulheres cujo eh mulheres e não pessoas que mestruam, mulheres mesmo eh a quem foi a quem foi diagnosticado a existência trçia 21. Para além de
que os bebés que têm tricemia 21 não são menos pessoas e não têm menos dignidade que mas eu assim imensos casos em que os Médicos, ao contrário do que é dito, pressionaram fortemente para que a pessoa abortasse. Hum. E e Teresa, desculpe interromper, mas também pode haver situações onde possa até existir um médico que por causa da situação, que é um argumento muitoizado económica ou situação social da mulher até facilitam um diagnóstico diferente para que seja classificada essa eu aí eu aí não conheço nenhum caso concreto e e não tenho eu também não conheço, mas
não Tenho dúvidas que eu sei como é que funciona o ser humano e então é normal que isso também aconteça. Eu conheço muitos casos de médicos, muito para o aborto, aliás, é extraordinário que a lei de 2007 proíbe proíbe que eh que um médico que seja que tenha invocado objeção de consciência que seja contra o aborto, proíbe que ele acompanhe a paciente, a mulher que tá à espera de bebé na consulta que tem que ser feita, ao qual é é é seguido o período de três Dias de reflexão. E nessa altura o o um médico
seja contra o aborto não pode estar nessa consulta. Eu não sei se o Miguel se lembra, mas mas pode mas pode mas pode estar um médico a favor do Não, claro, mas mas pode estar o médico para o aborto e eu isso sei de muito, mas não tem muita lógica. Não deveriam estar um médico para o aborto e um abort um médico contra o aborto? Se isso não seria a escolha, não seria ter os dois Argumentos de um lado. Ó ó Miguel, eu até eu nem eu nem precisava de ter um médico de um lado
e do outro, desde que os médicos cumprissem até o que está na lei. Eu eu já eu já não me importava. Olha, olha, olha, Teresa, olha aqui um exemplo do que disse. O Nuno Miranda diz assim: "O meu filho mais novo foi diagnosticado com tromia erradamente e a minha mulher foi aconselhada a abortar, mas ela disse que não era eugenista. O meu filho é saudável." Aqui está um Exemplo. Ó Miguel, eu conheço muito exemplos e o meu leg de de de relações é pequeno. Mas isto nem é o principal, Teresa, nem é o principal. O
principal n é a questão de vamos falar nestes 97% dos abortos ou 96.5%. Só nestes nós estamos falar nos outros 3%. Nós estamos a falar de são mais ou menos eh cerca de 16.490 vidas. Vamos falar destas de 16.000. Ou seja, que é con ao longo Destes anos já foram quase 280.000 bebés que não nasceram. Ya, eu gosto mais de dizer que de bebés que foram mortos. Eu para mim gosto mais da expressão mais reparar são as duas verdadeiras, não é? Eles não nasceram mortos. Ó Miguel, olha uma coisa. Se tu repares, só ter em
conta o número de abortos que ocorrem e o facto de serem desumanizados por causa do nível de desenvolvimento, eu acho que isto aqui não é homicídio Nenhum, isto é genocídio, que acho que é o termo mais apropriado, faz um bocadinho mais sentido. Acho, acho interessante. E também também acho interessante o facto de, por exemplo, por exemplo, nos Estados Unidos existe estados onde, por exemplo, se fores e tu tens uma chance de seres abortado se fores black, que é como é que se diz em português? É africano. Afam sim negro. negro, negro ou preto. Quer dizer,
quem não é racista pode dizer preto. Ó Miguel, mas nos Estados Unidos é mais grave ainda, porque nos Estados Unidos há pelo menos oito estados em que admitem o aborto até ao nascimento. Não diga, não diga isso que fere o meu coração. Não diga isso. Mas é, mas é verdade. Ou seja, eu conceitualizar a ideia de que nós podemos ir com 35 semanas e a uma clínica e matar um bebé é uma cena absolutamente, ó Miguel, às seis semanas já se consegue ouvir o Coração. E é o coração de Sim, sim, sim. Não é de
um bebé. É por isso que a Flóri ainda tem o ainda tem o tem aborto despenalizado, mas o só até às seis semanas, porque é a partir das seis semanas que houve um coração. Ora, o coração é de um ser vivo e aquele ser vivo é animal, é um ser humano, é um é um bebé, é um ser, é um ser que se forma. Quer dizer, se um bebé nascer, fala-se na na independência do bebé, que aliás é um Critério nos próprios Estados Unidos, a partir das 24 semanas ou 32 semanas já pode sobreviver por
si. Não sobrevive por si. Um bebé que nasceu com 9 meses, se o deixarem deitado numa cama, ele morre porque obviamente ele estáente, não é? Agora, o o que é extraordinário, Miguel, e voltando ao seu caso, é a pessoa ter que se justificar por estar a defender uma vida humana. Quer dizer, não se está a querer impor nada aos outros. Está e Depois diz: "Mas é imposição uma vida da sociedade." E o contrário. O contrário não é impor uma visão e uma conceção da sociedade em relação ao qual alguns de nós não gostam. É exatamente
a mesma coisa. E, infelizmente, sabe o que é que eu tenho pena? É que, e nisso reconheço, eu reconheço o mérito à à esquerda e aos ditos progressistas, que não são porque o progresso nem sempre é bom, como é o caso, é que eles têm causas e não desistem das suas causas. Não desistem No momento se a sociedade contesta, eles têm que convencer a sociedade. E a partir do momento e se não conseguem à primeira, não desistem, à segunda, à terceira. E no momento em que conseguem, acham que aquilo fica congelado e há um princípio
da irreversibilidade democrática. Isso e quando eles acedem ao poder e têm maioria na Assembleia da República ou no governo, não têm problema nenhum, e eu tiro-lhes o chapéu, não tem problema nenhum em dizer Nós temos legitimidade democrática e, portanto, dessa medida vamos revogar a legislação A, B e C. por exemplo, o governo, o o eh eh a Assembleia da República que saiu das eleições de 2015, a primeira coisa que fez foi revogar as alterações à lei do aborto, que que apenas queriam dar mais informações às às grávidas para elas tomarem uma decisão consciente e mostrar
a ecografia, que eles fogem da ecografia como o diabo da cruz. Quer dizer, como Se mostrar uma uma ecografia à mãe, então afinal se calhar a sua decisão já não é tão tão tão esclarecida e tão firme. E é isso que eles têm receita. Mas mas não tem lógica mostrar uma ecografia do que é que está lá dentro? Claro que tem, mas eles não querem que se mostre. E quando eu digo eles é as pessoas que são a favor do abordo não querem que se mostre porque têm receio de que a mãe quando veja o
ser que tem dentro de si perceba o que vai fazer. Eles revogaram as alterações que foram aprovadas no final de 2015. eh a direita, seja por falta de convicções ou os ditos partidos que estão no espaço à direita do PS, vamos dizer assim, ou por falta de convicções ou de princípios, ou por falta de coragem, quando tem maioria na Assembleia da República ou quando acedem a um governo, não tomam decisões que têm legitimidade democrática divulgar legislação Anterior. E, e Teresa, deixa-me dizer uma coisa que eu acho que é importante, porque nós somos uma estrutura, nós
somos uma sociedade, nós somos, estamos organizados e decidimos democraticamente quais são as leis que devem ser provadas e não. A questão é esta: na morte destes 15.000 ou 16.000 bebés, certo? Sim. A responsabilidade é de toda a gente. A responsabilidade não é das mães que fizeram o aborto. A responsabilidade é também das pessoas que dizem assim: "Ah, As mulheres que que decidam o que eu não sei quê". Ou seja, a sociedade como um todo tem responsabilidade neste genocídio. Isto é o que tem que ficar claro. Tu, ah, eu não tenho opinião sobre o tema. Se
não tens opinião, tu fazes parte do genocídio e haverá um momento na civilização, sem dúvida, onde houver mais consciência do valor do ser humano, onde olharão para estes tempos e virão, não é? O que se fazia naquela altura era uma cena animalesca. Todas as Civilizações, as grandes civilizações, entraram em declínio a partir de certa altura. entraram e a partir do momento em que a civilização ocidental tá com um problema demográfico gravíssimo e em que eh se quer elevar a direito fundamental, o direito de matar um ser humano, seja antes de nascer, seja ou porque tem
uma deficiência ou porque está eh eh supostamente em final de vida, ou porque tem uma doença, não é? quando e e eu eu no caso do aborto, eu concordo consigo, Mas eu até acho que ainda é mais esta desconsideração, este individualismo que todos nós em muitos assuntos também o sentimos. Quer dizer, se calhar neste o Miguel e eu não sentimos tanto porque é um assunto que nos interpela mais forte, mas se calhar noutras coisas nós também olhamos para o lado e dissemos eh não faz não faz mal. Mas o caso de eutanásia é um assunto
que ainda eu acho mais visível ou percetível. Não, supostamente só se vai Matar e pedir ao Estado que seja morto quem quer. Só que não é nada disso. Hum. No dia, ou seja, nós abedicamos de querer uma sociedade que com um determinado modelo para dizer: "Não, só quem livremente decidir é que é morto". Não é verdade? os deficientes, as pessoas sozinhas abandonadas, os velhos que não têm não têm mais de 100 € ou 200 para viver, que estão abandonados com família ou sem ela, vão-se sentir empurrados para pedir a morte provocada. Sem dúvida sem dúvida.
É, nós temos que, isto é uma visão de se é uma visão se nós estamos eh eh estamos a favor da vida ou simplesmente queremos descartar o que não interessa. e todas as sociedades, como por exemplo, os espartanos e e há várias sociedades e várias civilizações que o declínio e começa a a ficar intensificado, principalmente quando existe este descartado da diferença, não é, das pessoas que ou são h classificamos como Deficientes, que seria a forma como eu seria classificado e como sou classificado. Nasci cego de um olho. O a cegueira é um problema cerebral. Portanto,
não ficava dúvid com dúvidas que olhassem para a minha ecografia e dissessem à minha mãe soubesse e este tipo de tecnologia na altura, olha, tens aqui um bebé que não sabemos se ele vai conseguir falar, se não sabemos que e nasceu o guru. Portanto, deve haver milhões de situações destas aí. E o e e Pronto, mas há acho que há muitos debates para fazermos sobre isto. Teresa, eu gostava também que falass um bocado também sobre o lançamento de um livro que a Teresa disse-me que ia lançar já penso no dia 17 de junho, se não
me engano. 17 de junho. Então deixe-me só dizer porque o ano passado, como se recorda, houve vários factos que geraram que o assunto do aborto eh voltasse para para o para para o palco mediático e político, não é? O primeiro Foi logo em fevereiro na altura da campanha eleitoral porque o Dr. Paulo Núncio, num evento organizado pela Federação Portuguesa pela Vida, teve a ousadia, imagine-se, na opinião da esquerda, de até numa atitude completamente democrática de dizer, perguntaram-lhe como é que se poderá mudar a lei do aborto. Eu disse: "Olhe, em relação ao prazo do aborto
livre, eu acho como ele foi fixado na sequência de um referendo, apesar de que não era Vinculativo, eu acho que só se deve poder alterar por razões de respeito democrático com referente". Lembra-se? Quer dizer, foi um selo a todos vieram todos dizer: "A lei não se mexe, desde a extrema esquerda a apelidade à extrema direita". Ventura, Montenegro, todos disseram: "A lei não se mexe". Depois houve aquela resolução horrorosa do Parlamento Europeu a 11 de abril que queria incluir o o direito ao aborto, que chama um direito de saúde e Reprodutivo. Quer dizer, é um direito
não reprodutivo, o direito ao aborto, a carta dos direitos fundamentais da União Europeia. E depois houve, como sabe, a partir de setembro, uma todos os partidos da esquerda apresentaram projetos de lei que agora sim queriam alterar a lei do aborto, aquela lei que era inalterável em fevereiro do início do ano. Quer dizer, coerência é uma coisa que não se pode exigir a a grande parte dos políticos e hipocrisia é uma Das suas características mais eu acho que até é um requisito para se estar na política. Exato. Ya. E então o o Partido Socialista lançou, queriam
alargar o prazo do aborto livre para 12 ou 14 semanas, eh controlar o direito da objeção de consciência, tirar o período de reflexão, uma série de coisas. Felizmente, apesar de tudo, que eh em janeiro de 2025 foi tudo chumbado, mas isto o que é que fez? Fez com que durante o ano 2024 muitos artigos da Opinião tem fossem publicados, uns a favor e dos diplomas. No caso dos diplomas, muitos deles contra. Infelizmente, como o Miguel sabe, a nossa comunicação social está completamente cativada por toda a esquerda, estarem à esquerda, todos os lobbis de todas as
letras do absedário, menos de algumas, não é? E, portanto, há um jornal que é um jornal que permite, que eu posso dizer que é um jornal observador, felizmente que Existe, que nos artigos da opinião dá liberdade, dá liberdade, não controla. Portanto, quem quiser escreve o que quiser. E, portanto, publicaram-se muitos artigos. E eu devo dizer que há uns meses pensei, muitos destes artigos têm qualidade, menos aqueles do qual eu sou autora. E é uma pena, e é verdade, é uma pena eles não ficarem perdidos no espaço. E então até vou mostrar. E então eu mais
duas pessoas, José Ribeira e Castroade resolvemos reunir num livro 27 Artigos para porque faz este ano 27 anos do que foi realizado o primeiro referendo ao aborto e portanto somos meros coordenadores do livro e o livro chama-se My Body My Life. Uhum. Uhum. Portanto, tem a fotografia de um bebé com nove semanas. e convidamos o o Dr. Pedro Paz Coelho e, portanto, o livro, o título livre é My Body, My Life, no debate sobre e convidamos o Dr. Pedro Paz Coelho para escrever o prefácio. Ele escreveu um prefácio Extraordinário, muito bom. E e aliás tem,
eu até eu até recomendo ao Miguel e às outras pessoas que leiam, porque ele critica completamente este ativismo de cancelamento, de cancelamento da voz, das atividades privadas. ele tem uma posição eh mais liberal em relação ao aborto do que os autores do livro, mas disse que e portanto ele tem uma posição restritiva em relação à despenalização, apesar de a ter, e muito pouco favorável à Liberalização do aborto, mas mas a favor da liberdade é fundamental esta as ideias que estão expressas neste livro fazem-nos pensar e portanto manifestou que muito nos nos agradou uma considerar uma
honra associar o nome dele ao livro. E como vai haver a feira do livro, nós vamos nós vamos o o livro é editado pela Princípia Editora. Eu acho que até já está já está em pré-venda, não sei. E vamos lançá-lo no dia 16 ou 17, na feira do livro. Tá toda a gente convidada. E Se não, enfim, achamos que pelo menos os livros hoje em dia as pessoas leem pouco, mas é um testemunho que fica e que não se perde porque a internet é extraordinária. Eh, o Miguel é um exemplo de quem usa bem a
internet. Eu eu uso menos, mas chega a muita gente, mas ao mesmo tempo desaparece rapidamente. Isso, isso, isso é isso, Teresa. Vamos então eh vou vou certamente comprar esse livro e ler que será um tema super interessante. Eu vou Eu vou eu ofereço-lhe, eu ofereço-lhe agora. Tenho saber, tenho que mandar a morada para onde é que eu Ok. Ok. Isso é uma coisa que eu quando Sabe uma coisa, Teresa? Quando fiquei quando quanto mais rico fico, menos coisas compro. Não sei porquê. Of tudo. É verdade. Oferecem-me viagens. Oferecem-me cenas. É uma coisa incrível isto ser
rico. É sempre, é sempre de desconfiar. É sempre desconfiar. É sempre desconfiar. É muito bem. Eu tenho, nós temos direito a uma Série de livros e, portanto, obviamente, muito bem. Claro, eu percebo. Estou a brincar. Estou a brincar. Mandá-lo de barco para chegar. Exato. Olha, foi um prazer tê-la aqui, ter aqui os meus convidados, o Luís e o Manuel. Eh, pessoal, convite e continuo, continuo. Sabe o que eu acho? Não, desculpa, eu vou continuar a defender a liberdade expressar, não é? e a vida também, que é uma coisa que está numa curação. O primeiro primeira
o primeiro Pormenor aqui que nós temos que resolver é cada um tem direito a expressar a sua opinião sobre um tema tão controverso como é o aborto ou como é aonasa ou como é chegar as pessoas começarem aro o que for e chegarem ali e estarem-me a apontar o dedo porque eu quero salvar bebés. Eu não tenho problemas nenhuns e o gurus está aqui para aceitar o calor e para aceitar a diversão também e também para promover o DJ Guru Mike Villance que vai ser evento Um evento espetacular. E a Teresa até vou convidá-la porque
eu tenho aqui visto muita gente aqui no dos comentários que adorar Teresa. Parabéns Teresa. Não sabia que já tinha assim tantos faz não tenho. Não tenho. Mas tem mas tem. Pessoal, foi um prazer ter-vos aqui. Continuamos e um abraço a todos e vamos nessa. Gostas. Um [Música] abraço. Isto é o quinto império CDK. Diz-me se sabes qual é o Filme. Fico sempre à espera de ser quarta-feira para poder ver o nosso cabel.