Olá, terráquos, como é que vocês estão? Eu sou Rogério Vilel e tá começando mais um Inteligência Limitado, o programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre troco pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais bem humorada do que a minha, do que a sua. Você é um cara muito mal humorado, cara. Você tem uma Cara de sério, ô santa. Eu tenho uma cara muito de sério, mas sou um cara muito engraçado. >> Então conta uma piada. >> Piu tenho que achar graça. >> É, cara.
Ele começa assim. >> Ele começa assim, né? Ah, cara, vai direto, vai. Que que você tem que falar? >> Olha, a piada pil >> remete o quê? Ele gosta de >> pinto. >> Então, tá certo. Manda aí. Bom, então para você que tá chegando na live, já vamos lá deixando o seu like, se inscrevendo no canal que você tá >> fazendo de locutor de rá, tô treinando, viuelo, eu tô treinando. >> Olha você que tá chegando agora, >> cara, você sempre nunca falou assim, cara. Só porque os caras saber a verdade quer saber a verdade
treinou. >> Eu tô treinando >> e eu quero ir pra rádio um dia. >> Então fala como locutor que nem você tá falando. >> Ah, agora agora tô com vergonha. >> Manda o seu like. >> Boa. >> Boa noite. Vamos deixando o seu like. Inscreva-se Jalasca. Como é? Até o talo gato 1,80 m de garrafa de água. Cari carioca é [ __ ] né, cara? Carioca muito bom. É muito bom. >> Carioca não, Mateus. >> A Mateus, >> Mateus, Ceará. É >> Emerson. >> Agora tem Mateus, amigão dele. Eu vi. >> Mas é mesmo. É
brother. >> É mesmo, cara. Vou ligar para ele agora aqui. >> Eu duvido. >> Duvida. Duvido. >> Rapaz, bicho é louco. >> Ele atende. >> Galera que tá vendo e ouvindo, fala pro Emerson Ceará que eu vou ligar para ele. Ele deve tá fazendo show, >> deve tá transando. >> Com quem? >> Com a frentista. >> Ah, tá. Ligar de vídeo. Tô ligando de >> Vamos lá. De vídeo não, de áudio, pô. >> De áudio. >> Aumenta o volume. >> Vamos ver se ele vai atender. Desligou na minha cara, >> oh. Falei, falei. >> Isso
que é amigo, hein? >> Isso é que é amigo, brother, he? >> Se não fosse brother, >> [ __ ] Brother, brotherão, vai fala o que você tem que falar. Eu vou ligar para ele aqui para ver se ele me atende. O >> Emerson. >> Então já vamos deixando o like aqui na live novamente, se inscrevendo. Já falei três vezes, você não deixou ainda, tá Moscando. Estamos chegando a 6 milhões de inscritos aqui no canal. Compartilha a live com amiguinho e temos algum algumas pessoas a agradecer aí, né, Vilela? >> Hã, >> temos alguma algumas
pessoas a a já agradecer, né? >> É mesmo? >> É. >> Rapaz, vai falando aí, cara. Meu, eu não acredito nele, cara. Eu não acredito. Fala aí, mano. Faz, faz aí a parada. Tô tentando. Você tá vendo que eu tô ligando aqui pro Ceará? Fala, >> eu tô nervoso. Eu tô nervoso. >> Agora, agora, agora >> troca ideia. Fala com o pessoal. >> Vamos lá. Então, assim, galera, já vai, já vai participando, vamos interagindo no chat, mandando as perguntas aí que estamos ao vivo aqui para, para interagir com todos vocês. >> Fechou? Ó, é o
seguinte, fala com o Pessoal antes de falar, trocar ideia aqui, ó. Importante importante para você ter ráqueio e terráquas. Feriadão tá aí e você já sabe, me fala. Você vai ficar na sua casa, fez como eu falei nos últimos episódios e garanti uma acomodação no Airbnb para aproveitar de de verdade, hein? Agora, ó, se você não conseguiu se organizar para essa, relaxa, porque vão ter outros feriados prolongados chegando. Entra no Airbnb, filtra do seu jeito, dá uma olhada nos Preferidos dos hóspedes, que são as acomodações mais bem avaliadas de acordo com os hóspedes, e já
manda no grupo umas opções pra galera ou pra família. Pode ser na natureza, na cidade, com piscina ou ou só aquele refúgio na montanha, tá ligado, né? Ô Santa, >> melhor lugar para ficar >> legal lugar para descansar, porque ó, tem para todo tipo de gosto e bolso. Prainha, cachoeira, montanha, cidade histórica, casa com piscina, Churrasqueira, cozinha completa, quintalzão, espaço para todo mundo. Ó, você entra lá e acha fácil. E tem também esse jeito muito prático de reservar, que é que nem a gente faz aí, a gente monta um grupo de WhatsApp, que nem a
gente fez um carnaval, eu e o Ilene, só o pessoal que era solteiro, ficava mandando as as acomodações lá e a galera ia votando, ó. E também é o seguinte, no Airbnb dá para pagar no Pix ou parcelar em até seis vezes sem juro no cartão, ou Seja, fica muito mais tranquilo para todo mundo ir. Então já se organizou o car, ô, chega aí, Carlinho, já senta aí, se organiza pro próximo feriado liberado é no Airbnb. Já senta aí >> dica, hein, Velinha. Bela dica, meu. Bem aí, >> bem bom. >> Lancerinho, >> porque hotel
é aquele negócio, tem que acordar para tomar o café da manhã. Lá você faz a hora que você quer. >> Boa, boa, Vilelinha. Isso. >> Sejam bem-vindos. Ó, deixa eu falar também. Muito obrigado, irmão. >> Rapidinho, antes da gente continuar o episódio, deixa eu te mostrar uma parada que pode ajudar bastante, principalmente se você já pensou em fazer concurso, mas ainda está naquela fase meio travada, sem saber direito por onde começar, porque isso acontece com muita gente. Às vezes a pessoa até quer entrar nesse mundo, mas trava em uma dúvida básica, Tá? Mas em qual
concurso eu procuro? É a voz do pessoal assim, né? Será que tem alguma coisa perto de mim? por onde eu começo? E foi pensando nisso que o Estratégia Concurso, que é parceiro nosso, criou o radar do Estratégia. Ele é basicamente o mapa de concurso. Então, em vez de ficar caçando informação solta e tentando montar esse quebra-cabeça sozinho, você entra lá e consegue olhar as oportunidades de um jeito bem mais claro. Então, mostra na tela. Não ligar A televisão, mas espero que vocês estejam mostrando aí pro pessoal aí. Tá na tela, ó. Esse é o radar
de estratégia. É um mapa que reúne concursos do Brasil inteiro. Se você tá assistindo, é só apontar agora a câmera do celular pro QR code que tá na tela ou >> link na descrição. >> Exatamente. É isso aí. Fechou? >> Fechou. >> Liga a televisão aqui para nós. Sejam bem-vindos. Carlinho. Você chegou por Último. Já se apresenta primeiro. Dá um oi pra galera aí. >> Vai, vai. E aí, cambado, onde é? Ali. >> É >> muito boa noite. Desculpa o atraso, cara. 1 hora1 para andar s ca. Da outra vez que eu vi, eu fiquei
duas horas no trein de feriado. >> E tá tendo show no estádio do Morumbi. The weekend. Show the weekend. P tudo parado. >> Me convidaram para ir agora. Falei Agora. Trâns. >> Eu vim do Alfavil 1 hora e meia para cá. >> É. Não, eu demorei aqui acho que deu meia hora, né? Meia hora de casa. Até aqui foi cinquentinha. >> Então qu vem pela Marginal pega um trânsitozinho. Mas anda. Eu vim por dentro. >> Eu vim por dentro. Vim por dentro. Demorou. Pior. É pior. >> Não, de casa dá mais ou menos 20 minutos,
15. Deu 35 minutos, >> pô. Então tá de boa. >> Boa. Onde que estamos aqui? Beleza. Chegamos. >> Bola. Cara, o Bola é um dos primeiros a cara. Você veio aqui no no quando era tudo era matinho. Mas você tinha pouquinha coisa aqui. >> Pô, e te agradecer demais porque você veio no programa que no programa não tinha nem audiência, cara. Então, amigo, você foi um dos caras que eu fiz uma das coisas mais legais que eu fiz na minha Vida, que foi foi o car and driver. >> [ __ ] pode crer. >> Nós
gravamos junto. Muito legal aqui, cara. Então, pô, um prazer tá aqui. Valeu, rapaziada. Tamo junto e obrigado pelo convite, Vilelinha. >> Que isso? Sempre, sempre, sempre que quiser é sua vida. E agora, carioca, tua câmera aqui. Boa, carioca. >> Toma aí. Não, Emerson. >> Então, Emerson Mateus. Mateus, >> vocês vocês não sabem, viu? Roberto, Roberto Vilela. Vilela é a primeira vez. Eu gosto. >> Vocês não sabem o que me chamam de Mateus. >> Só Mateus. Ô, Mateus, >> lá em casa eu tô fazendo obra já uns quatro. Mateus, >> acho que associa com o Ceará
mus. É, é exatamente agora, porque antes era carioca, agora é Mateus. E o próprio Mateus Ceará quando me deu entrevista, ele falou: "Ceará, você não sabe o que Aconteceu comigo? Eu fui fazer um evento lá em Porto Alegre". Aí ensaiamos ali, a moça falou: "Olha, nós fizemos uma surpresa com a nossa equipe para você tá lá no seu quarto. Espero que você goste". Aí ele chegou no quarto, ele falou: "Ceará, tava lá foto da Mirela, Valentina e você." Ah, não. Flores, presente, juro, no quarto. Mas o o caroca é tão [ __ ] ele foi
no shopping outro dia, ele me contou, passou uma loja de esquisar, Ceará, manda beijo pra Valentina pro pro >> carioca. Sério, né? >> Sério. >> Mas é verdade. Direto isso. E a gente falando assim, agora a galera vai fazer mais e pilhas e apelido. Se você p passeio, né, irmão? >> Ah, passeio. >> Onde eu vou, irmão? Bora o passeio. Tá bom, tá bom, >> tá bom. Eu passei o quê? >> Passei, passei o pau na sua cara. >> O Vittor Sarro mandou sarro, né? >> Né? Aquela musiquinha, né? >> Tá merda, bicho. Virou mesmo.
>> Onde eu vou é o passeio, cara. >> Mas vou te falar uma coisa, ele é muito agradecido a vocês já. Ele já falou isso. Você falou: "Cara, os cara pegaram minha carreira e jogar lá em cima. Car, >> ele é bom de piada. Ele é rápido, né? É rápido. Rápido, >> não, ele cara, >> ele era para ter trabalhado no pânico Rápido. >> Você acha que que que >> ele chegou a fazer teste ou não? Eu acho que ele não participou do Pânico, mas ele é um cara que daria certo do Pânico. >> Vocês
acham? >> Não, ele fez ele fez, ele fez muito, ele era o sonho dele. Ele fez muito teste e não consegui entrar no pânico. >> Pô, perderam um artista, né? O cara é bom. >> Ah, mas também ele tava, talvez tava Ainda tava mais >> falar com o Sterblet que cortava. >> Quem? >> O coiso falou o coiso. >> Ele não vem apontar para mim. >> Lá vem a pilha. Ele aponta para mim. >> Porque quem decidia quem entrava e saía do pânico? >> Quem? Marcos que >> eu não é mesmo >> porque é o
seguinte pela te ouviam muito ou não? >> Zero. Tinha tinha uma provação. Eu falar um pedaço de bosta. Falar era a mesma coisa dela. Não, não posso falar uma coisa. Hoje ele tá casado. Esse cara aqui as paniquetes >> era um lugar. >> Verdade. >> Vou vou vou abrir a boca aqui. Vamos lá. Carl. Não, eu não. Ele foi ele. Eu tô quieto. >> Então, Ceará, vamos a boa. Eu já falei isso numa entrevista quando eu era Solteiro, depois da minha fase que eu separei lá da da outra companheira, eu me envolvi depois, mas eu
nunca falei nome de ninguém, né? Carl, posso falar se você quiser falar? >> Ah, a última vez que a gente viu que a gente ficou de cueca, não foi? A gente não, só nós não. >> Ele, ele, ele secou uma garfa sozinho e ele tava mais sobre que a gente. >> Eu tomei eu tomei n tava, eu já tava tava tomando menos. Aí quando eu vi, aí Tinha acabado um pouco a minha vibe. Falei: "Ah, hoje eu vou me permitir beber". Tomar uma garrafa, né? >> Não, >> junto. Foram duas ou três, cara. >> De
whisky. >> De whisky. >> Bola. Adoro menas esteje potreja. >> Menas. >> A gente cantou, a gente cantou o hino nacional de cueca e comemoração. >> Maravilhoso. É verdade. >> E ajudou a vender cueca. Am. Que bom passou depois da nossa conta lá pra gente. >> Lembra do galinha? Me xingou tanto. >> Vamos ET. Vamos ET. >> Mas sabe o que acontece? É cada lugar, cada entrevista é diferente. Eu já vim aqui sozinho. >> Verdade. >> Vim com a minha senhora >> que foi uma, pô, foi uma vib muito legal, cara. >> Legal p vim
com o Carlinhos. Foi muito legal. Foi >> 7 horas, cara. >> 7 horas. E tô vindo agora com essa disso? >> Tô vindo com esses irmãos que eu gosto que eu gosto muito. >> Hoje hoje não pode passar de 5 >> não. Passar das 9:30. Pelo amor de Deus. Fala onde que você vai jantar pra galera te encontrar. >> Eu tenho tenho um jantar do BMW Motorrad Que eu sou ó, >> o que não é fraco não. >> Eu sou embaixador da BMW Motor. >> Brincadeira. Vamos novo demais, hein? >> Mas qual marca que você
curte mais? É a BM mesmo. >> Ah, pr [ __ ] mano. Eu tive muita BM. Eu e o Carlinhos. Carlinhos sempre. >> Você também curte BM? Eu nunca tive uma Não, eu tive uma BM só. >> Nunca tive BM, >> uma X6 Competition, cara. Sensacional. Car, foi logo pro >> Que ano que era? Era 2023, eu acho. >> Não, não, não era do painel novo mesmo assim do painel novo e louco. >> Já foi logo pro topo, cara. Vocês gostam também bebe aquele carro, hein? >> Ah, V8ão. Você quer o qu, irmão? >> Mas
na estrada o carro, velho. V, >> meu filho chamava de batemóvel porque era todo preto, né? >> Aliás, eu tenho que trocar o meu carro porque o meu carro é 2013. Eu não troco Carro. Carro legal. >> Eu gosto, eu viajo para caramba. Eu gosto de fazer obra em casa. >> É porque eu não, eu gosto de carro. Mas assim, tem a galera que tem 10 carros da garagem. >> Não, não tem. >> Eu eu gosto de relógio, não uso mais porque depois que fizeram a rapa lá em casa, eu parei de usar relógio. >>
Nuno aqui, ó. >> Ah, é sei. E é verdade. Eu tô vendo esse Esse Adem Pig aqui, ó. Eu tô, conheço, conheço, conheço. Esse, esse é o, esse é o que o Ceará emprestou. É do é do amigo meu. >> Aqui. >> É, >> mas assim, >> foi igual o Lula, é do amigo meu. >> Olha, é do amigo meu, companheiro. >> Vamos fazer a entrevista inteira imitando. Vamos. >> Vamos. >> E você? Mas e você confundem com alguém ou não? >> Não. O Ric Rica R. Verdade. Brincando. Verdade. Verdade. >> Mas parece muito, né?
>> Não. Acho que confunde mais o Rica com ele do que ele mandou um vídeo uma vez no shopping, a galera pedindo me diga que ele filmou, ele marcou. Daí ele deu risada. >> Verdade. >> É verdade, é verdade. >> Uma vez eu tava correndo no parque, né? Tava no no parque dando corrida. >> Na segunda, eu vi que o cara queria me parar, eu tava de fone, eu dei o migué, continuei correndo. Na segunda volta que eu dei ele me parou. Um cara com livro na mão, pô, sou muito seu fã, queria te apresentar
meu livro, papai. Eu dei maior atenção. >> Aí no final eu vi que não tinha nada a ver as coisas que ele falava. Depois que eu associei, ele tava achando que ele Tava falando com Rapone. >> [ __ ] aquilo lá que você fez, não sei o que. Aham. Eu só concordando no final que eu fui perceber. >> Mas você conhece o Rick Perrone pessoalmente? >> Não, só de >> Você acha que você parece com ele? Que ele parece com você? >> Lembra? Lembra. >> E ele tá morando lá em Orlando agora, né? Eu acho
que eu ouvi num voo, mas eu Acho que a gente não falou, ele tava lá na frente, >> é gente boa, conversei com ele, >> mas o vídeo parece você inteligo. >> O vez que vocês ainda t contato só quando vem para cá ou vocês vão para lá? >> Só eu o vezo que últimamente que eu vi foi quando ele veio no no foi no Tica. >> Eu acho que ele veio aqui também na mesma época, né? Foi, ele teve ele rodou os cara, eu não vejo Rodrigo há muito tempo, mas se fala, ele tá
ali boca Ratona. >> Mas o carioca acho que foi lá na casa dele. >> Foi. O carioca sempre foi por na casa dele. É. Mas eu falo com ele assim, [ __ ] legal, >> cara. O cara, pô, o cara mudar, eu acho que é legal, né? Desde, desde que acabou o pânico. Mas ele já tinha essa ideia de morar lá. >> Eu lembro que ele falava muito para mim, né? Eu quero morar fora. Então, antes, Bem, antes ele mas isso na época do pânico ele já falava >> já. O Rodrigo sempre quis morar fone
que ele quis alugar ele. Eu fui gravar em Cancum V que é loucaça. >> Engraçado. >> Eu fui gravar em Cancum com ele, o Mar de Gá, o Spring Breaking Break. >> Ah, vocês gravaram várias vezes, não é? >> É. Aí ele primeira vez ele queria alugar, falou, ele viu, falou: "Bicho, vou morar em Cancum, vou alugar Jetski". >> Já tava na cabeça dele. >> Eu vou aí você ia para outro lugar para ele. [ __ ] que eu vou fazer, eu vou alugar trailer. Ué, >> é, ele tinha essa onde onde ele ele já
tinha uma, >> já tinha ideia, mas é legal isso. Eu também sou meio assim, mas assim, acabou o pano que ele vazou. >> Eu sou muito de olhar lá na frente e falar assim: "Puta, isso aqui tem potencial". Porque tem muita gente de Negócio, porque às vezes a pessoa vê uma coisa velha, vê uma coisa velha, isso aqui não tem potencial não, isso aqui é velho. Seu bola aqui nem eu tenho medo de perder tudo. >> Sou igual, eu sou igual você. É porque assim, você vai comprar um imóvel, falar: "Ah, essa casa é velha,
seu negócio é velho". Mas se você vê o potencial, >> tem mais bala aí, gente. Tá mais um pouquinho. >> Não, aqui não é para mim não. Não como. Diabético. Zé finha tá meu. Ele tá >> meu tira esse negócio. Não, eu tô, cara, eu tô tentando evitar meu. Tô percebendo. >> Fui provar um terno. Eu fui provar um terno hoje lá no Ricardo Almeida, né? Que eu sou padrinho da filha do Pedro Leonardo. Fifi. >> Eu fui lá provar. >> Não, mas esse preço não. >> R.00. Do Ricardo mesmo, vou te falar esse preço
não é mais >> você comprou f >> não é que tem os tem os louran tem un tem lour >> e >> mas também é top o rapaz >> aí cara eu preciso emagrecer 2 kgozinho para ficar bem o externo dele é animal cara tudo slim tudo ele tá vestindo a seleção brasileira você viu os ternos da seleção lindo é sempre ele que faz iss Acha as fotos porvor >> obrigado rica cadê o rica obrigado rica ternozinho top aí eu fui lá cara para você emagrecer uns 2 kg até quarta que vem dá temp >>
aí fica esses negócios na minha frente. Agora você vai comer. Tá pegando pouca balinha. >> Como é o nome disso aqui? >> Jujuba. Jujuba só a última. >> E eu aumentei agora uns 4, 5 kg. Tava indo bem para caramba, mas quando eu tô Fazendo obra em casa, eu fico muito focado numa coisa. >> Aí você come >> e eu tô Não, não como muito, mas assim, como errado, né, bicho? >> Mas você treina? >> Treino, treino direitinho, treino direitinho >> e sou muito focado. >> Pela primeira vez na vida eu tô conseguindo treinar. Acara
meu vagabundo, né? Não, mas eu treino Quando eu tô agora, minha mulher treina três vezes semana, >> agora eu não, eu tô focado numa coisa falava, vou curtir a vida. Então a galera me vê sempre mais gordinho, mais magro, barrigudo, mais calanguinho, mais >> e cabeludo agora, né? >> Agora eu fiz um transplante cabelar aqui, ó, que não precisa raspar isso eu nunca sabia. >> É uma técnica chamada no shave junto com a técnica longe. >> Que que é isso? >> Você não raspa a cabeça e aí transpos compridos. Ó aqui, ó. Tira do tob
e põe na cabeça. >> Dá pr fazer o fio a fio? Faz uns c anos para pô o fio a fer. >> Eu acho melhor você ficar assim, porque a gente já tá acostumado com você há muito tempo assim. Tem que tirar você fizer. >> Não, mas na Turquia diz que o pessoal tira do peito da barba do >> Eu tirei do peito. Tirei. Não tinha nada. >> Não, não. Tirei pr Mas já nasceu de novo. >> Tirou o Tony. Tirou o Tony. O Tony Ramos também do carpete. >> Carpete. >> Mas tem gente que
tem nas costas. Tem cara fica aquele negócio peluda, >> aquela bunda de ourão tanga peluda que o cara usa o papel higiênico, faz o quê? Faz o cacho de uva, né? >> Faz a esfirrinha ali. A não, mas é a verdade. Então tem gente o que eu não entendo sabe que é isso. >> Mas por que que não cresce igual? >> Porque a pessoa que é careca que tem muita testosterona. >> Me falaram isso e eu sobre isso. É, >> sei lá. Fácil. Pode todo cara, todo cara peludo >> na maioria das vezes é careca.
>> Eu sou peludo e não sou careca. Você não é muito peludo. >> Eu sou peludo. >> Bola é pô para caramba. Olha aí. Ol, cara. Tem uma aqui na >> Ó os exames, quadrado dos exames. Bola é peludo pr caramba. >> Ah, tá. Doutor, o seguinte, eu falei aqui do transplante agora. Você tá me ligando, ó. Você tá assistindo o programa? Ó ele aí, >> ó lá. Ó lá. >> Olha aí, ó. Isso aqui não foi natural, Ó. O Vilela tá falando aqui do transplante que ele ficou impressionado, que ele fez também. >> É,
eu fiz também aqui, ó. Tá cabeludando também. >> Aí, ó. Olha aí o doutor. Dr. Renan. >> Agora vê se dá. Tem milagre aqui. >> Cara, eu já recebi várias propostas. Não tenho, eu não tenho coragem. O meu não dá, né, doutor? Olha a cabeça [ __ ] >> Cabeça de [ __ ] >> Alexandre Mor Alexandre Morrea doadora. >> Anos peludo cu peludo só no ovo. >> Tirar da canela dele. >> Não, mas não funciona. Eu tenho medo dessas coisas. Eu não gosto de cirurgia. >> Quer uma jujuba, doutor? Senão vai come agora que
vai acabar. Quer uma >> jujuba. [ __ ] Não, mas é verdade. Villera, você fez faz tempo? >> Faz um ano. >> Um ano. >> Demorou para crescer. >> Demorou. >> Raspou a cabeça. Raspar a cabeça? Não pode. >> Não pode. Raspar. >> Melhor coisa, velho. Tava postergando essa [ __ ] agora na cabeludo sem rastar. >> Essa linha aí. E essa linha aí dá para ficar mais natural, hein? >> A minha >> é >> ó. Não fala o nome do doutor que vai dar briga. O cara vai ligar para ele. Vai ligar. >> Abraço
para você meu amigo. Avisa que a gente tá aqui no Inteligência Limitada. >> Bom programa aí. >> E assiste também lá o Caracatiquete com B. Obrigado, doutor. Um abraço. Boleta aí. >> Eu não preciso, mas quando eu precisar eu vou aí. >> Legal. >> Os caras estão falando que é cabelo de saco aí. Ô, ô, >> o cheiro tá igual. >> Os cara falando que é cabelo de saco que você usou aí. >> Cheiro é cabelo do saco dos outros, né? O cara vai catando pelo em ovo. >> Caraca, velho. >> Fios de ovos. Tem
uma sobremesa que é fios de ovos. Ouvi falar. É bem boa boleto. Mas você não pode mais. >> Não, não como. Não como doce. Porque ele não pode. Diabete. >> Ah, é verdade. >> Ah, não. Ca doce, né? Não como doce. Eu como muito de vez em quando. Eu como. >> Antes eu comia quando estos agora eu como aqui que tem. Eu como um cram que eu adoro aqui. Bola. Eu gosto disso. >> Um. E eu não aguento. Eu como. >> É doce mesmo. Doce. >> Doce normal. >> Aí você dá uma saidinha. Você quer
doce? Não, mas é uma vez cada seis meses, 7 Meses. >> [ __ ] que triste. >> E eu como de vez em quando também cada seis meses um no Carlos Baker um lobster tail. >> [ __ ] tem que dar um Google aí. Mas uma vez um mês >> não, em cada se meses, 7 meses. >> Ô Bola, mas você anda com aquela, você tem injeçãozinha de insulina, >> de manhã à noite, tá em casa. >> Você nunca esquece, boleta? >> Não, nunca esqueço. >> Agora se esquecer que acontece, por exemplo, você esquece de
levar numa viagem. >> [ __ ] uma vez eu esqueci. Aí eu falei, vou até o posto de saúde tomar insulina, >> certo? >> Falei com o meu médico, ele falou, passa aí eu medi, eu tava normal, aí não tomei. >> O senhor é aquele que aplica de injeção? Não é? >> É, >> é. >> Eu todo dia, desde a época do rádio lá, quando eu tava no rádio já fazia isso. >> Ah, já fazia. >> Já fazia. Eu lembro que você mesmo desde aquela época que é a mesma jovem panção também. >> Não, eu
comecei a tomar insulina mais recente. >> Ah, tá. Bola. >> Então agravou no caso >> você sabe que eu eu fiquei eu tava pré-diabético, né? >> Pode ser. Eu tava também. O meu pai ele gostava muito de doce lá no Ceará ele gostava daquela coisa chamada rapadura, que é uma coisa que a gente >> açúcar puro, né? >> É, mas eu nunca eu nunca gostei. >> Aí depois de um tempo eu pensei, acho que eu peguei um certo uma certa gerisa disso, porque o o bod ele tá vindo aí, >> um amigo nosso. Eu peguei
um certo Porque eu achava muito doce, mas é lá no Nordeste é uma uma barra de energia. Energia. Mas o meu pai comprava, parecia que ele ia construir uma parede, uma casa, aquelas de tijolo assim, sabe? Sei. >> Dá para fazer um muro da da moralha. Não, >> aquilo lá, aquilo lá você constrói um iglu. >> E exatamente. E aí ele ele antes de morrer já diabético, ele mandava aquilo, Mesmo sabendo que podia >> diabético. Mandava, mandava. >> Não, os veios são assim. Meu pai pediu para morrer. >> Meu pai também. Meu pai é diabetes.
Morreu de diabetes. Não, >> tá vendo bola? E não morreu de diabetes, >> mor, mas morreu de tudo com isso que eu não faço exameç, >> mas em consequência não cicatrizava. Teve aquelas escárias, escaras, né? >> Os caras estava aí em cima não chama Escárias ou escárias aquelas escamas das costas fe na cama. >> Você viu de Lopes? Viu o de Lopes? Tá aí. Parece o de Lopes. Bom, bolos parece também o Gil. É o Gil do BBB. >> Como é que ele fala o Gil, hein? >> Bonitinho. >> Tem um negócio assim. Então, cara,
eh, eu descobri isso há uns 4 anos, viu, amigo? >> Fui no médio, descobri e um remédio bem simples que vende na farmácia popular me Ajudou. >> O quê? >> Um remédio e chama, não é publicidade não, mas eu um remédio simples, entende na farmácia popular. Eu fui num médico bacana, falou: "Poxa, o brasileiro vai gastar uma [ __ ] grana, tem tanta coisa legal do aqui no Brasil que é barato e curou, bicho. Não sou mais prédiabético, >> porra." Então eu eu eu >> Mas você começou a tomar um remédio, cortou doce, farinha branca,
essas Coisas? Não, >> eu continuei comendo normal. >> Mas você come doce normal? >> Só doce ar. Não, como assim normal, tô comendo aqui sem parar e é um remédio, não é publicidade. E depois eles souberam que eu tava eh pré-diabético, eu fui dar uma entrevista pro Draus para ela. >> Porque eu sei que o Monjal e o Ozemp também regula, né? Eles foram feitos para isso na verdade mais caros, mas a Baixa população também que não pode. >> Tem como assim palma assim, cara? >> Caramba, mur, >> eu compro pra minha mãe, né? Ela
gordinha. Vou falar e aí ela foi pedir pr outra pessoa aplicar nela. A pessoa não sabia perder uma seringa de um pau. >> Hora certo Brasília para você. Você vai agora comigo Carlinhos. Bola aqui no Inteligência. São exatamente cadê [ __ ] >> Cheiro de feijuca do bolinho. >> Cheiro de 7:40 19:41 agora. Vou te falar uma coisa, acabei de voltar na China, a galera rota assim, tipo, na China. >> É sinal de saúde, sabe? Essas sinal sinal. Você sabe que no Japão tem alguns lugares também. Eu fiquei sabendo que eu comi muito lá no
Japão e e você sabe que >> é um é um sinal >> é um não, quando eu fui para lá é um sinal de satisfação. É um sinal de satisfação. Quando você dá aquele arroz No final é igual tomar Missuxiro lá eles fazem base, >> dizem, eu não li sobre isso. >> Dizem também que alguns árabes, em alguns países árabes tem isso, né? >> Tem, tem. >> E você manda um narguile lá, né? Manda. >> É. E depois dá aquele negócio, um cafezinho. É, dizem que tem isso. Eu nunca é meio cultural, >> não pesquisei.
É meio que cultural. E eles também de e limpar a garganta assim Toda hora. Eu nunca vi >> no restaurante, cara. Feio, é feio. >> É mesmo. Mas aí, >> mas é tipo, ninguém se importa. >> Qual povo? Chinês. >> Chinês. >> Ah, o chinês tá não. Na China >> não sabia mesmo, cara. >> É, fiquei 15 dias lá. >> E você comeu cachorro? >> Foi fazer o qu as costas, né? >> Marciar foi com aí. >> Desculpa Luiz Amel. Desculpa, Luiz Amel. Brincadeira. Piada dos anos 90. Piada quinta série B. >> Olha, eu comi
cachorro, mas também não vi na rua, viu? Sério, cara? >> Não vi nenhum cachorro na rua. >> Caraca, >> vai no açogue, >> car. >> [ __ ] >> eu só vi o moleque >> Carlinhos. É. >> Ah, tá chato. Não pode fazer mais piada com nada, né, cara? >> Já não estamos fazendo. Quando faz ainda soua pesada, mas tudo bem. >> Exatamente, né, Car? Vocês acham que volta isso que tipo é é cíclic pode depois pode tudo depois. >> Vou te falar por Olha a minha visão aqui. Se eu tiver errado, pode me corrigir,
meus amigos. Ó, vocês, o Pânico ficou conhecido quando o [ __ ] e planeta tava deixando de fazer, né? Já tava parando, normal, normal. >> E aí o pânico apareceu nessa fase, >> chutou, chutando pauz, >> chutando hora da morte, ia lá na loja, pulava na >> podia ter morrido gente nisso daí, hein? >> Podia, podia. >> Quem torceu o tornozelo fazendo a hora da morte com você, Vinícius Vos? Agora pode falar. Eu lembro de vocês rolando, Rolando no gramado. Isso >> eu fiz uma vez com você que nós descemos de carne, eu quebrei o
dedo da mão. >> Carinho. Carrinho do quê? De >> mano numa [ __ ] ladeira. Aí deu na guia. Caímos rolando. Eu quebrei o dedinho da mão. >> Tem um cara que eu >> é claro que tinha ambulância do lado pr lógico. Lógico. >> A câmera que a câmera que filmava o Emílio comprou [ __ ] >> na gravação da vinheta para lançar o programa. >> A gente foi gravar no centro de São Paulo. Você lembra, Carlin? >> Lembro. Gente com cartolina escrito pau. A tipo uma placa que não tem mais uma placa. Não foi
no centro. Foi, >> foi no centro. Tipo compra ouro lá. Aquelas >> que a gente gravou uma na cobertura do do prédio da PAN, lembra? Era uma matéria pr revista. >> Não, ali não. Ali foi o Volta Clô a campanha lá. >> Ah, é verdade, verdade. >> Que eu fiz a China Natânia, Roberto Carlos, o Silvia. Você >> os caras não sabem. O começo do pânico não tinha dinheiro para nada, né? >> O Ricardo veio aqui, vocês vocês apelizavam dele de bexiguinha, né? >> Ele contou, ele falou: "Sai daqui, né?" Que ficava só. Ele tava
lá no no suí. Eu conheci o Ricardo antes dele pra Televisão. [ __ ] >> Ricardo é muito gente boa. Ele é da moto, né? Cara é louco, cara. Ele é de >> Ele pega e vai viajar sozinho pra cama. >> Exato. Cara, >> eu conheci o Vilela e o Ricardo. Vilela, você tô apontando para você mesmo. Tudo bom, Roberto? Então, >> mas não dá falando eu tô falando. Vou chegar lá. Quando eu treinava na na Bioritmo lá, >> é na na Paulista, no Conjunho Nacional. >> E aí eu vi esse cara andando com o
Celso >> Celso Cavalini. É, ele ia falar C, cavalini >> e o e o Ricardo >> Barrosade >> e eu lembro que o Marcos Monon ainda, Magrelinho, Magrelinho treinava lá também. Tinha um amigo nosso chamado Caju, >> que eu nunca mais ouvi. Ele botava, sabe o que bala? Ele botava longneck de cerveja enrolado na >> e tomava ali como se fosse um hiper. >> Ah, para na no na academia. Agora entendeu, cara? >> Treinando. Mas >> tomava o quê? >> Uma cervejinha sem álcool. >> Bom para [ __ ] >> Não tinha como se fosse
um negócio ali para ajudar o carvo, né? >> Sensacional. um pré-treino já no treino. >> E eu lembro de você quando você fazia a Havaianas de pau. >> Exato. >> Havaiana de pau. Maravilhoso, >> cara. Eu eu achava muito inteligência e você vê com tempo passando >> você lembra, car? Lembro. Óbvio que eu lembro. >> Tem a namorada minha que ela pisava no meu membro. >> Aí eu fazia o pau de Havaiana. >> Nossa, velho. Perdão, é brincadeira. Piada ruim. Eu parei por isso que eu parei. Entendeu? >> Pare. Não, >> por isso que eu
parei. Pastor, você tem que fazer um show, pastor. >> Pastor, você tem que fazer um show. Se existe flor, >> você tem que fazer humor, humor falando da e levar o humor e a palavra de Deus. Eu falo isso porque Deus usa a gente para levar o humor. >> Falando da palavra dele. Você tá brincando. A as lives que você faz lá, eu tenho acompanhado do Carlinhos do TikTok, tem muita audiência, >> porque o Carl é um cara, a gente vê ele brincando assim, mas fala: "Seará, eu vou ficar em jejum ano sem beber álcool".
Ele fica um ano ano esse ano tô um ano sem álcool. Um ano sem álcool e cinco sem sexo ainda. >> C anos sem sexo. Fica. Mas é por um objetivo? >> Você faz por um objetivo? Tipo, >> Sim. Sim. Impressionante >> para alcançar um objetivo. >> Alcançar objetivos. >> Ah, >> espirituais. E >> qual seria o objetivo dessa vez? >> Pode falar ou não, não, não, não é objetivo. Ah, vou fazer para ter isso. >> Ah, entendi, entendi. A minha troca com Deus é, eu só quero entendimento. Eu só quero entendimento pras coisas que
eu tenho passado e que eu vou passar. Dime sabedoria, força, coragem para ir até, para suportar até o fim, sem me humilhar Para ninguém, sem me prostituir para esse mundo e pras pessoas. A ideia é enfraquecer a carne para fortalecer o espírito, né? Exato. Exatamente. Te falei uma vez, uma vez que eu vim aqui, eu te falei, né, da minha experiência de arrebatamento. É aquilo, irmão, aquela sensação que é o que Davi fala na Bíblia, mas vale um dia na tua presença. Agora não para mais. >> Não, não vou parar. Mas vale um dia na
presença, mas vale um dia sentindo isso. Olha o poder que é isso, Bola. Mais vale um dia na tua presença do que 1000 anos longe de ti. Então esse é o é o é o exemplo mais simples que dá vida na Bíblia. Mas só para você ter uma base do que é sentir essa força, esse poder. Então, depois que eu senti a primeira vez e foi me mostrado a forma natural de se chegar a esse patamar espiritual, eh, expansão de consciência, sabe? É, eh, expansão da sua glândula pineal, >> aí sim agora eu tenho me
feito isso, não Em troca de nada, mas de entendimento, sabedoria. E, cara, e você se e você se enche de força mesmo, de bola e o carioca foram no fregro também. >> Ele é muito do bem, cara. Ele fez meu casamento, né? Tá brincando. É, >> juro por Deus. >> Eu tava no casamento. Coisa mais legal que teve, cara. >> Eu meu próximo casamento vou ver se o freio também. >> Próximo casamento já tá pensando em Casar de novo? >> Ah, eu quero, cara. Quero ter filho, né? Quero casar. Coisa séria, velho. >> Precisa casar
para ter filho. Você casou? >> Certinho. Casei. Certinho. 14 anos de conjunto. >> E quem que terminou? Você ou ela? Desculpa pergunta. Não quero entrar na intimidade. Fabila. >> Não, não sabe por não, cara. Vou te Falar. Se o seu se padre eu não te falo, eu não tenho religião. >> Não. Não, mas eu não sou católico. Não, >> não. Não, eu sei. Mas isso é bíblão. Isso é bíblia. Éora religião. Fora de religião. Se você que terminou por traição ou qualquer outra coisa ou vice-versa, se você terminou, ela tá livre para casar de novo.
Se você casar de novo, você você tá em adultério. Você sabia disso? Já te falaram isso? >> Ele tem que anular o casamento. >> Tem que anular, né? >> Exatamente. >> Mas já casei duas vezes. >> Casamento é uma vez, irmão. >> É, >> é uma vez. Fala. >> Mas o Fred, sabe para quem o Fredo falou isso? >> Pro carioca. Eu falei pro carioca. >> Pro carioca. Carioca falou: "Você tá saindo, tá pegando a mulher?" Tô. Você tá em adultério. Tá em adultério, >> porque ele teria que >> anular o casamento dele na na
igreja para poder casar de novo e poder negócio. >> E ele tem o direito e ele tem o direito de casar de novo. Ela no caso estaria em >> Já sai daqui, marca, deixa vai anular. >> E é o meu, eu já casei duas vezes. O primeiro casamento foi seis meses só. >> Fal, mas isso não tem nada rapidez, hein? >> Mas isso não tem nada a ver com Salvação, você tá ligado, né? >> Sei, sei, sei. >> É isso. Para você manter só uma uma >> salvação é você aceitar. É isso que fal esp.
>> Posso falar uma coisa? Eu sou um cara que eu chorava muito quando era moleque. Eu tenho um monte de dificuldade de chorar mesmo, de chorar. Vou explicar. Chorar >> atuando. Chorar na vida real. >> Chorar na vida real. Chorar atuando, >> vendo um filme. >> Bora. Não choro. Eu vou te falar uma coisa aqui. Posso explicar isso para você, pra galera aqui. >> Aí eu vou te mostrar o que que aconteceu na minha vida há três semanas. Olha só, gente, quando eu era criança, eu era o cara mais chorão, porque eu tinha tanta insegurança,
tanto medo, tanto respeito pelos meus pais que eu não conseguia encarar. Então, chorava, chorava na escola, era chorava. >> Eu lembro quando eu cheguei aos 4 anos de idade, que minha mãe foi me deixar na escola, 4 anos, eu tô com 53, amigo, há 49 anos. >> Eu lembro que quando eu sentei do lado da menina, eu olhei pra menina, comecei a chorar, a menina olhou para mim e começou a chorar. Chorar, chorão, >> matou, >> cara. Era um negócio da criança. >> E aí, falando sério, falando sério, amigo. Eu vou, por isso que eu
vou, eu Vou chegar onde você falou de Deus aí. >> E aí, passou o tempo, eu decidi chorar mais. Aí, quando eu casei, eu não chorei nem quando eu paguei o casamento. Eu não chorei quando a minha filha nasceu. Sério? >> Eu não chorei em 2020 quando a minha mãe morreu. Eu não chorei quando meu pai morreu em 2021. E eu querendo chorar, só que não vi. >> Um dia você vai amar na vida. O, eu tava mais ou menos, cara, sei lá, Uns 15, 20 anos que eu não chorava. Quem me faz chorar, acredite
você ou não, se você é cristão, é católico, >> Carlinhos, >> eu chorei recentemente. >> Amém. >> Quem te fez chorar? >> Juro para você. >> Amém. Eu creio, pô. Não é você vai chorar também. Eu acredito eu conversando com a minha esposa falando Qualquer coisa, bicho. >> Não, mas eu chorei. Eu chorei, >> mas eu chorei. Conversando minha mulher coisa de bater papo assim no momento >> espiritual. Eu chorei de >> Mas é bom será >> de cachoeira. >> Cara, faz bem, né? Quando aquele que você bota para fora. >> Eu não chorava. Não
tô mentindo para você. Há uns 20 anos. Você sabe por que que, ó, eu, eu assim, tipo, vocês sabem Da minha história de vida, tal, resumidamente, foi o Espírito Santo que fez chorar. >> Eu chorei, até eu chorava sear até meus até meus 7 anos. Por quê? Porque eu aprendi que eu não podia chorar. Lembra do engo engole choro? Lembra do Engole choro? Era cinta, ó. Homem não chora, homem não chora, engole o choro. Aí no orfanato, cara, era vara de vara de marmelo nas costas. Cinta, engole o choro. >> Então, eu nunca mais chorei
na minha vida. >> Minha mãe me arrebentava. Nunca mais chorei. Quando eu tive essa experiência espiritual, cara, aí >> é >> nossa senhora, >> mas eu não chorei. Sabe por quê? Eu não chorei no dia que eu decidi >> é ser o que eu sou de profissão, porque eu era, eu era aluno de tornearia. Eu falei pro meu pai que iria ser o que eu Sou, >> um cara de televisão, apresentador, enfim. Falei para ele, ele falou: "Ah, você não vai ser nada, você vai ser um vagabundo". É, vagabundo não sou mais, né? >> Não,
não errou muito não. >> É, bicho. E aí eu peitei meu pai. Desde essa época eu vi que eu tinha uma responsabilidade, talvez até uma missão de ser o mais velho, a rimo de família. Ele separou da minha mãe. Quando eu vim Paraa Jovem Pan, >> eu negociei meu contrato, o lugar para morar, o que eu queria fazer todo mês visitar a família, porque eu tinha uma responsabilidade com a minha mãe como filho mais velho, >> entendeu? E ali eu criei uma umas costas larga, porque assim, Deus te dá um fto para você carregar, porque
ele te >> porque ele sabe que você aguenta. >> Porque sabe que você aguenta. Se um dia você não se um dia você não aguentar Mais, ele vai estar carregando por você. Eu creio nisso. E aí, meu irmão, eu não fiquei um cara frio porque eu acredito que meu coração é bom, o do Bolo é bom, o Carlinhos é bom, o seu é bom. A gente vê. >> Eu também acho. >> Semelhante atrás. Semelhante. >> Será? >> Eu acho. >> Ceará maravilhoso. >> Então, acredito que >> amanhã vai no Tica. >> Por que a gente,
por que que você tá aqui? Por que que ele tá aqui? Por que que a gente é bem-sucedido na nossa profissão, na nossa vida? Porque a gente foi escolhido. >> Eu acho isso. >> Eu acho. Carlinhos do Orfanato. Eu lá do Ceará, da periferia. pegava dois ônibus pendurados na porta para chegar na rádio andava melhor lá. >> Muitos serão chamados, assim tá escrito, Poucos serão os escolhidos. Os escolhidos são aqueles que entenderem, pô, e que vão, esses são os escolhidos chamados. Todos foram, muitos serão chamados, poucos serão escolhidos. E não fique preocupado se vão te
chamar de louco, porque quando você tá fazendo alguma coisa, >> mas uma coisa que o pessoal, mas uma coisa que a galera não entende, por exemplo, >> vocês são bem-sucedidos, a galera acha Que todo mundo aqui é bem-sucedido de alguma forma. Bem sucedido, cara. Também é, pô. Quantas pessoas atingem o que a gente atingiu e a galera acha que se atingiu alguma coisa depois não tem mais dificuldade na vida. A vida continua te batendo. Caramba, as pessoas só olham o que você tem. >> E a maior pobreza é espiritual, >> entendeu? Quando o cara é
pobre de espírito, não tem megacena no mundo que a pessoa. Fal, o que eu tô falando é que A vida não facilita para ninguém. A vida continua te batendo. >> Ainda bem, né? >> É. Ou você cria uma casca ou >> Sabe o que eu falo pra minha filha? Eu ensino muito minha filha, eu converso muito com ela. Desde bebê. >> Ela tá com 11, vai fazer 12. Linda, linda princesa. >> Fala pr caramba ainda. Ela é muito inteligente. >> Ela é tímida, tem um pouco da minha Timidez. Um pouco. É, mas ela é leoninda,
igual meu pai, né? Igual o Emílio. >> Leão. É a gosto, né? >> É gosto. >> E aí eu falo: "Minha filha, você sabe o que é um >> um vencedor? Um vencedor é um perdedor que nunca desiste. A gente se tivesse desistido, bom talone, né? >> É, >> não é quanto você, é quando você consegue apanhar e continuar. Coloco isso na cabeça dela todo dia pra TV com o Pânico falando, vai durar se meses. >> Durou quanto tempo? >> 15 anos. >> 15 anos. >> É amigo >> vocês toda semana fala assim: "Vamos ver
se semana que vem vai >> na rede TV que tava com 5 anos, pegava com ponto lá do TV animal da da Lu, >> trabalhava com zero pedágio, pagava a gente pagava para trabalhar salário com zero, Carlinhos, pegava com zero da Luisa Mel, TV animal, TV animal, sei lá, era um programa de animal e era TV animal, ela fazia um programa de de animal animal. O nome >> era traço ou era ou era o >> Dava traço? Dava traço >> e dava outra coisa. >> O carioca dava zero. Então cadê? Um abraço, Marvil. O carioca
pegava muita pilha comigo e com Carlinhos na R. Sério? >> Fale qual apilas que você dava. >> E é culpa culpa. É sua culpa. O >> pessoal, o pessoal sabe que ele tem hemorroid por causa do Carlinhos. Hoje fal >> né >> que ele pegou uma pomada embaixo da cama. >> É você. Você que sacanou. >> Vocês trazem esse assunto depois ele fica puto comigo. >> Não fica. [ __ ] essa história aí já deu, pai. Todo mundo agora na rua fica me chamando de que ele pula na cadeira, >> mas ele não tem mais.
Sabe por quê? >> Como ele também fez transplante assim como eu, Vilela. >> Transplante de quê? De boia, de >> capilar. >> Mas que tem a ver? >> Porque a Dudaasterina, eu fui ler a bula dela, que é um remédio que você toma pr pro cabelo não cair também junto com eh inoxidil. Ah, pode ler a bula aí, se também serve para você não ter hemorroida. >> Meu car já tem. Não tem mais. Ah, retrair a mxirica. >> A mexirica é o go da mexirica. Vai para dentro. É >> exato. É, é verdade. Porque diz,
quem tem coloca para dentro assim retrató Igual aquele sofá que você puxa, >> ela sai assim a a inflamação do vaso >> é >> inflama o quando vai dar o o cagão, dá uma dura. >> Foi foi o que ele falou no dia. Eu falei que eu zoi, comecei a zoar, que ele tava hemorroida, >> tem não tem. Você que inventou hemorroide fissura. >> Que é o nome certo. Não, mas é o nome é fissura. O gomo da mxirica sai. Sabe Aquela pocan? Aquela mexirica grande. >> Sim, tô ligado. Pocan aí. Pode ver que às
vezes se você descascar tem um gomo sempre que vai mais para fora. >> É, mas ele que viu, ó. Você que viu. Eles falava no a ó, ó. >> E ele pegava a pilha, o par igual Rafael Will lá >> no começo pegava hoje. >> Pegava para cá. Hoje não que ele tá mais vivida. Sabe o que é brincadeira? >> Durante o o programa tinha gente pegava Pilha. Mas quem mais pegava pil? >> Pegava pilha. >> Eu acho o carioca era que pegava mais. Dia que a Sabina falou que fazia fio terra nesse aqui. >>
Meu Deus. >> Falou. A gente chamava de homem elétrico. >> Não, mas era uma mexirica descascada, né? Só o gomo. Só gominho. >> Pega uma descascada. Essa tá muito bonito. >> Do carioca. Não é assim não, cara. Não é raiz. Eu falei aqui para tentar fazer uma umaão. >> Escreve o nome fissura tal. >> Tangerina descascada. >> O olho da igual carinhos cara. Pelo amor de Deus. >> Ele pede você não coloca não. >> Quer ver? Olha, olha o bico da tangerina. Botico da >> era descascada. Lembra, lembra? Lembra. >> Não, mas o pânico era
punk, mas era um fal comigo. >> No pânico, você não podia contar nada que falar. Você não pode contar que exemplo aqui nada. Você contava em off. >> Eu terminava um relacionamento, pô. Tô triste, >> ia pr minha casa, >> começava o pânico, >> ficava mal. Pânico. Aí o colocar uma música triste. Gordão tá triste. O gordo tá triste. Colocar uma música triste. Essa para você gordo. Gordo tá triste. Tá tão triste. Triste pr [ __ ] Brun é >> você não podia abrir a boca. Você não podia. Sei lá se o Carinho chegasse, [
__ ] briguei com a minha mãe. Ó lá o Car. O Car brigou com a mãe dele. >> Ah, lembra quando eu quando eu briguei com a Sabrina no Rio? >> Lembro. >> [ __ ] >> eu até briguei com Emílio. Briguei sério Com ele >> porque ele ficou >> que ele falou no rádio uns negócios para dar uma audiência e eu fiquei muito puto. Gente, meu, saiu faísca feia. Você lembra disso? Não. >> Tranquei, tranquei com ele no estúdio mesmo, cara. >> Não é o pânico era muito azuir, não tinha jeito. Porque assim, aquilo
que o Guui, ele ficou muito puto lá, que fizeram com ele lá de trocar a Carol do Banheiro. >> Tá com ela até hoje. Quem >> não cala a boca >> com o com >> aquela menina mena Beda. Como é que é? Bedeira. >> Aquela da peg da pegadinha que trocar. Chamava de narizinho, né? >> Não, aquela que trocava. >> Então, >> mas chamava de narizinho ela >> da pedido de narizinho. >> Falaram que era narizinho, que era paniquete, mas colocaram uma transa. Não foi isso? Ah, >> tá, tá. Aí quando ele sentiu o pacote
lá da companhia aérea, ele pegou pra galera saber, não era combinado isso, né, cara? >> Nunca não. >> Porque ele fala que não era. >> Gui. Nós jogamos um guid de um avião de paraquedas apagado. >> Ah, para, velho. >> Ah, tem isso. Você achar apagado. Eu Tava, eu, eu saltei junto, irmão. >> Olha as ideias, velho. >> Jogou o cara apagado, bêbado. >> Ele acordou caindo desesperado, >> cara. É o pior pesadelo que você pode ter. Não sei como ele não morreu do coração. >> A gente tinha um quadro lá chamado Pânico Delivery. Você
lembra? Eu que fazia >> bola. Fazia pegava os caras bíbados na Balada e >> levava pr cá. Levava leva pr [ __ ] Botava no quarto dava um banho, botava para pro cara não dirigir, fazer merda. >> Era uma boa ação do Pânico. >> Era isso mesmo. >> E aí com o tempo falaram: "Vamos fazer com elenco." Quem foi o primeiro a fazer? >> Não lembro quem que foi. >> Mas fizeram comigo. Conto meu. Vocês lembram? >> Foi você. É verdade. Foi você. O Edu foi de Tirirri com Sterbl e foi a paniquete babi lá
bicho. O meu irmão tava comigo, tava morêbado você não controla. Controla. >> É cara disz que eu jogava lá. >> Então bêbado causa. >> Apareceu esses dia um corte do carioca para mim. Ruim também bêbado para [ __ ] R car dia que nós levamos o falecido Naim pra casa dele ou levamos o alfinete Pra casa do Naim. Não sei por, >> não sei por. Loucura. >> Levamos. Ó lá, >> ó lá, ó o Gui, o Gui tá apagado, ó. >> Ó, joga, joga. Mostra aí, ó. >> Esse eu não tô lembrado faz tempo. Acho
que eu tinha saído já. >> E tá baixinho, né? Tá, tá bem perto do doada. Ol. >> Ah, mas ele foi com profissional, lógico, dando encostada morto. Bêbado. Tá bêbado. Ele não tá, não tá apagado, Ó. >> Se fosse hoje, amigo. >> Nossa, >> Associação dos Paracredistas. >> Associação dos bêbados e apagados. >> Ó lá. >> Olha isso. Tá apagado mesmo. >> Olha lá na cabeça. >> Olha aí, ó. A galera de 20 anos aqui agora o tio Paulo, ele tá estilo tio Paulo, né? Tio Paulo, assinando tua transferência no banco e >> foi vai
embora. >> Esse eu não vi. >> Esse é maravilhoso, bicho. >> Imagina aí ele acorda agora. >> Ele acorda. É. Não, não é. Juro por Deus. >> Acima da Vilela. O mais legal foi uma que fizeram com bola, que levaram no lugar. Não tô lembrado que você tava lá e tiraram um cenário. Você apareceu pelado. Contessa aí. Eu não lembro muito bem. Olha o que fizeram com ele. [ __ ] Que meu amigo essa não é porque falam: "Você vai gravar um desfile plus size". >> Tá. >> Falei: "Tá bom". Fui eu, não lembro quem
que fui eu e mais alguém. Enfim, >> tava o Bolinha também? >> Não, o Bolinha eu não vi lá porque o Bolinha eu sabia que tinha sacanagem. >> Procura aí qual nome de bola? Esse é maravilhoso, cara. Normal, >> maravilhoso. >> E eu fui para fazer o desfile e desfile, >> tinha tudo montado, tudo produzido, tudo [ __ ] >> e não sei o que. E aí tinha umas brincadeiras, fizeram umas sacanagens comigo, tal zoando. Aí a menina no final falou: "Pó, você não quer ajudar a gente desfilar?" Falei: "Não, p falou: "Ajuda a gente,
desfila que aí o povo desfile ficar mais completa, ficar mais legal". Falei: "Bom, >> estamos aqui, né?" >> É, então vem aqui. Subi uma escadinha Assim, um camarinzão, um camarinho, parede preta, tá? Um camarim. A arara, ela falou: "Você tira a roupa, põe essa sunga e aí depois você põe essa roupa aqui e tal". Falei: "Tá bom". Irmão, tu me tira a camisa. A hora que eu arranquei a cueca, eu pendurei a cueca, o pano cai. Tá toda a minha família, família da minha namorada, todos os meus amigos, Anne, Emílio, >> os caras não sabe
brincar, velho. Umas 50 pessoas e eu nu, eu olhei assim até você se ligar até seu cérebro, pô, eu tampei a [ __ ] piroquinha desse >> coração frango, >> mano. Eu não sabia o que fazer, cara. Mas como conseguia fazer umas paradas dessa sem a galera não saber? Você sabia, por exemplo, disso? Ah, tá. >> Eu não tava nessa externa. >> Você não foi no no palco? >> Não, eu fui naquela da da que levaram vesgo, que a gente for bêbada, que as mulheres foram e que a a Gabi deu um tapa na cara
do vesgo. Sem sem vergonha. A Mirela foi >> não é o que eu falei, eu já contei que eu mais me arrependi que foi muito [ __ ] foi com o Pedrinho, com anão >> Pedro Moura, >> a gente pegou vai um carro da Record, um cara da Record ligou pro Falso, ligou para ele. Contratar, >> precisamos conversar com você, a gente quer te contratar. >> Contado, eu lembro, >> mano. Nós plotamos um carro igual da Record. Fizemos, plotamos o carro, o carro foi na casa dele, pegou rede record, tal, vai pro restaurante, tudo câmera
escondida e eu bolinha assistindo e senta o cara com ele, o Bitencuro da Record, Dr. Bitencuro. >> Ah, fez umas manquetes também da Contratação. >> Essa da contratação foi lá na minha empresa, foi lá na produtora, lembra? >> Foi, foi verdade. >> Fizeram lá na produtora >> e o cara começa, não, Pedrinho, a gente quer não sei o que pap, ó, 50 Pedrinho ganhava cachê de participação, pô. Aí 300 pau. >> Foi 80 pau acho. >> Não, então 50 pau começou >> 50.000. >> Aí o Pedrinho. É, pô, né? Não sei que não tá bom.
Espera um pouquinho, vou ligar lá record. Ô, tudo bem? Ele não tá querendo. Dá para aumentar 80? Tá bom. Ó, Pedro, vamos, vamos alterar aqui. 80 pau, contrato de 5 anos, sendo record com a gente. E a gente, a pessoa fica tão louca, a gente botou uns uns sinais, passou um storm trooper, passou um surf, passou um surfista, ele não se ligou. É porqueado ali, mano. Ele pega o Celularzinho, irmão. >> Liga pra mãe, né? >> Alô, mãe, nós vamos mudar de vida. Ai cara, >> eu eu quase eu falei bolinha, é o que nós
estamos fazendo. Comecei a chorar velho. >> Foi o que nós estamos fazendo. >> Já dá entrada no AP mãe. Já vai vendo as coisas. >> Nós vamos mudar de vida, mãe. >> Ganhar dinheiro. Nós vamos mudar de Vida. Eu [ __ ] que pariu. Aí nesse. A hora que ele ia assinar o Alan entra. >> O produtor que já era diretor. >> Já era diretor. >> O Alan hein. Vixe, é coisa mais caro que ele vê o Alan ele ele puxa da mãe. É brincadeira. Ele começa a esconder as folhas. >> Esconde as folhas do
contrato e fica assim. >> Travado. >> Ó, uma lampaça. Ó, Pedrinho, tudo bem? Tudo. Que você tá fazendo aqui? Nada. Vai almoçar? Pin >> monocilado. >> Branco, branco, velho. Porque ele não tinha avisado nada. Ele tava sendo escondido. Bicho. O Alan vai embora, mano. Aí ele pega de novo a gente, ler assina. >> Ai, cara. >> Aí vem a eu, bolinha, a bandinha. Tan bicho. A cara dele >> não fizeram. Só tinha coisa de filha da [ __ ] >> Não, pô. A galera soube que tava namorando da Mirela. >> Fiz comigo. Fizeram também da
menina grávida que tava grávida >> grávida. Qual foi da grávida? Essa eu não lembro também. Eu sa eu saí, eu saí com ela direto. >> Sei. >> E a mina é gente boa para [ __ ] velho. >> E aí ela tô um dia na rádio e ela me liga umas 11 horas da manhã. Eu preciso Falar com você. Falei: "Vou fazer o programa, a gente conversa". Não, mas eu preciso que você vem no restaurante pra gente almoçar. Eu falei: "Tá bom, deixa acabar o pano acaba 2 horas. Acabando, eu vou te encontrar. Aí no
intervalo ela me ligava: "Você vai vir mesmo? Eu vou, tô, vou vou te encontrar. Calma, tô fazendo um programa, eu vou te encontrar." >> Acabou o pânico, peguei o car onde você tá? Tô aqui no Bexiga, não sei que sabe, Acho que era. >> Sei, sei. >> Cantina, cantina lá do >> pá. Peguei o carro, fui pro sequ, parei o carro, tal, entrei. Você não desconfia de nada. umas mesas lá, os cara comendo tal, ela senta para mim, ela senta comigo. Oi, tudo bem? Tô grávida. Falei: "É meu". Ela falou: "Lógico que é teu". Falei:
"Put, >> caraca, olha isso, car. >> Eu lembro, eu vi, >> mano." >> Eu falei, mas putim, velho. Você vai não sei o que assumiu. Eu falei: "Eu assumo, eu sou homem, eu assumo, mas a gente faz o DNA para ver se é meu." Aí lógico que é teu. Falei: "Não, então tá bom". E me e também vinha um >> Ó lá. É essa? É, >> é essa, essa aí, essa aí. >> Eu tinha saído de lá, né? A bola não tava lá nessa época eu não lembro. >> Você, você tinha saído. >> Eu tinha
saído, eu não lembro do tava lá. >> Tô grávida. Parou de mastigar. >> A cara do Leandro Rum. A cara do Leandro Rum. É, >> é. É a cara do Rum >> era mais gordão, >> mano. >> Meu Deus, >> mano. Aí eu não sei. Fal. >> Ela e ela deu um, falou: "Claro que ela ficou [ __ ] fil". ficou [ __ ] >> Ela falou rindo ali. Você não percebeu que era piada? >> Não, não percebi, cara. Não percebi. >> Olha aí, ó. >> Meu Deus. Como você sa como você sabe? >> Você
me comeu ontem, ó. Tem um áudio depois. O áudio seria bom. Marcial, imagina o bola. Tá saindo. >> Você tinha aí uns que uns 10 anos. Isso Há 10 anos. >> 10 anos atrás. Mais >> acho que uns 10. 10. 16 >> não passa pra cabeça que pode ser >> não. No final eu tô, não sei o que ela tá falando, ela me joga um copo d'água na cara e levanta [ __ ] me enxugando assim. [ __ ] que [ __ ] é essa, bicho? Entra os cara com a bandinha tiro. >> Ao mesmo
tempo deu uma livra. >> Porque você fala, quando você faz o Negócio, você fala: "Eu não caio". É, eu vou perceberão. Eu não caio. Vou perce [ __ ] mano, você cai bonito. >> Claro, você tá totalmente envolvido na situação. >> Produção era muito boa. Você não podia falar nada, irmão. Não podia falar. >> Não, assim, eu acho legal porque tem coisa que falam que eu tenho memória boa, mas tem coisa que eu não memorizo. Cara do cara, você tá cara do Wolverini. Coloca Wine. >> É por causa do cabelo. >> É, tá totaline. >>
Me chamam também de quando eu deixabá. Obrigado meu amigo. Falo que eu >> não podia falar nada que os caras usava isso contra você. >> Tudo. O bola lembra mais de história. >> Eu tenho medo de tal coisa, cara. Lembra. [ __ ] [ __ ] Não podia falar nada. A Mirela, eu tava namorando com ela, a gente não queria assumir ainda para Saber se ia dar certo. >> Mas alguém sabia, >> cara. Eles descobriram, colocaram câmera atrás de mim na academia, bicho. Ó, foram pegar a gente num restaurante escondido lá na Raposo Tavar Bola.
Você não tem noção. Ó, ó, >> eu tô a cara dele >> tá igual. Que legal, velho. >> É. E não cresceu ainda aquele lá, lá era muito [ __ ] com o pânico era muito [ __ ] >> Não falo que eu sou a cara do Magal com Barba. O Bruno Marrone pode crer. Mas cara, o o pessoal fala se pode precisava voltar o pânico, mas nunca vai ser a mesma coisa, porque já foi feita. Não dá para voltar fazer a mesma coisa, não dá. >> Mas então vai surgir uma galera tão louca quanto
a gente falando outras coisas >> daqui a 10, 20 anos eu acho que dá, eu acho que daria, >> mas não não na assim, se você voltar com a liberdade total mesmo de criar, de Fazer um programa, aí vai agora cheio de limite, não adianta. O que eu tô falando é que não tem por fazer essas coisas porque já fizeram. Vocês vão copiar copiar as festas no buzão, aniversário. >> Aquele buzão que ficava >> é a gente fazia uns buzão balada no aniversário dele. Aniversário dele aniversário. >> Essa essa matéria do aniversário dele foi [
__ ] A gente a gente pegou ele de manhã de buzão. >> Eu fui pra Band, o bolinha falou: "Vem gravar na Band 10 horas na Band". Cheguei na band me pinta de vovó uma fralda, >> já tudo com roteiro, já estúdio gravando sem no estúdio, ó, você não vai gravar nada teu aniversário, nós vamos te dar uma festa aí. Eu me arrancou ali, sai da banda e o buzão balada. >> Tá, >> entrei no buzão. Buzão anda dois Quarteirão para, pega esse. Falei: "Meu Deus, o Carlinho >> é com a gente, meu >> mamar,
>> mamá, mas dois quarteirão entra o Pedrinho." Eu falei: "Nem [ __ ] cara". Vai dar bosta, bicho. Daí a pouco entra umas gostosas e entra. Eu falei: "Meu Deus do céu". E bebida à vontade, irmão. >> Voda, genteando, mano. Eu fiz uma [ __ ] cara, eu lembrei, Eu vi, tem coisa que eu só lembrei domingo assistindo. Eu gravei na quinta. >> E vou falar uma coisa aqui. >> Esse aqui na zona primeira que nós paramos, >> eles não bebiam. >> Ah, foi musiquinha. >> Bola e Carlinhos. Carlinhos e bola bebia. >> Comecei a
beber com 25 anos. E o bola com da Bianca terminou sabé bebia com 40. Bola não bebia também >> por aí é não bebia bebia coca. >> Sei. >> Aí nós eu eu terminei o namoro. Logo depois o Carinhos terminou. Ah, vamos sair? Falei vamos. Falei: "Carinhos, a gente é tímido, a gente não bebe, nós precisamos, [ __ ] >> para chegar na mulherada." >> Aí a gente tomava o qu? Caipirinha de saquê. Porque mais não tem gosto de >> tem muito álcool. Engana mais. Mas mais el pouco mais. A esse aqui um dia veio,
Ó, descobriu um negócio >> e o que quase engasquei com a folha. >> Beleza. Vi o barulho. Vi o barulho. Pô, dá um cafezinho. Tem aí um cafezinho >> também. Vou querer. Quer café? Be café. Obrigado. >> Você tem patrocinador de café? Tem que arrumar um patrocinador de café. >> Pois é, né? Aí já tive, já tive. >> É legal. É legal. >> Pera aí, Sab, pera um pouquinho. Não se mete não. O programa não é teu. >> Aí aí Marcelo da até esqueci que tava falando, cara. É memória na matéria. Maters >> seu aniversário.
>> Ah, não é. Aí parava num paramos num [ __ ] bicho. >> Parava numa zona. >> Não, você e aí você tá falando de para ir pra balada, vocês bebiam para tinha tudo, tinha todo um roteirozinho, a gente ia parando, subia a gente, tal. A ideia era deixar ele louco e a gente Gravar. Não, não, na última zona eu tava desmaiado, eles me meterem no caixão e fazer meu enterro. >> Maldade, cara. >> Você chegou ver isso? Tem, tem aí. Aí ele apagado, colocaram ele num caixão, ele dormindo. O bola é o cara mais
[ __ ] >> A pior sensação do mundo, cara. Você acordou? >> Eu acordei dos neg, mas você meio bêbado, senor não entende o que tá acontecendo. >> Escuro, >> não, tudo claro. Eu vi a turma assim e eu falava e ninguém falava comigo. >> Como se tivesse no céu, morreu. >> Como se eu tivesse morrido mesmo, mas acreditou mesmo? Você fica numa pira dessa? >> Fica, mano. Você fica bêbado. >> É, >> [ __ ] Eu fia com você, ó. Você vê como o dia seguinte eu acordei, eu fui me ligar que eu tava
dormindo na casa do Carlinhos depois de meia hora. Eu acordei, eu falei: "Bicho, onde eu tô?" Cara, >> te deram algum chá, alguma coisa para você ficar? >> Deram bosta nenhuma chá. >> Agora você imagina acordar no lugar, ninguém fala com você, você olha aqui. >> Não, eu não sabia. Eu tinha que ir pra rádio, bicho, eu não tô conseguindo mexer. Tão ruim que eu tava. >> Mas quando você quando você assistia Depois não parecia que era você, então porque você não lembra, né? Não, não. Uma hora eu fui, eu tava no buzão, bicho. E
eu colarapela, né, óbvio, para gravar. Por isso casou a mina, vamos pro banheiro comigo. Oba. Vamos, querida. Lógico, né? >> [ __ ] essa parte é muito boa, né? Ele esquece, ele esquece de desligar o lapel. >> Vai, vai. Aqui, aqui, aqui, ali. Ai, ai, ai. Vou te chupar. >> Vou te chupar toda. Abre, abre, abre, abre. Só o som dentro do banheiro. [ __ ] banheiro, >> cara. Fora show. >> Mas foi pro ar, não foi pro ar? Foi. Foi com os apitinhos. Aí, aí, aí, aí, a, aí. Mais pr cá. Material, irmão. Ia
tudo pro. É, >> mano, que vergonha. Pedia nada. BR. Abre mais, abre mais, mais, >> abre mais aqui. Juro, editores. >> Não, juro. A vergonha, irmão. >> Tá duro, tá duro, tá duro, tá duro de achar, minha filha. Mais para baixo. >> Vergonha, irmão. >> Então, mostra pinto bunda de ficha. >> Bola. O Bola >> ficha. >> O Bola o cara, ele fazia cinco maneiras. Esse cara aqui, ele era a própria cobaia de tudo. >> Culpa de quem? Do rabinho. >> Por quê? Porque o primeiro cinco maneiras era cinco maneiras de depilar. Então ia jogar
um saco de batata, arrancar e o último era uma Ferrari puxando a cordinha e depilava. >> E o rabinho é um carpete, né? >> É, >> mas ele começou a regar. Eu não sei se eu faço. Uma hora que eu cheguei, fiquei [ __ ] falei: "Deixa que eu faço, achei que era um só, irmão. >> Deixa que eu faço, cara. Essa [ __ ] você tá com medo, faço eu, [ __ ] >> Aê, bola não sei o quê". Fui lá e fiz, Fiquei, fiquei três anos fazendo >> o mesmo quadro, cinco man. Foi
o cinco maneir depois o >> comia umas coisas estranha também não era master trash maumbia o maumb ele fazia coisa eu lembro uma quebrou costela >> já quebrou costela o vesgo quebrou >> gordão pulando em cima ves >> é meu >> o vesgo quebrou quebrou tu >> o vesgo se machucou também né >> o vesgo não, o vesgo sem se machucou >> quem foi que eu eu quebrei o braço foi lá na >> hoje eu deixei aqui os os 10 parafusos >> cara eu lembro eu lembro da imagem agora você falou eu eu lembro da
imagem se caindo assim O meu irmão quebrou o braço, ele tirou e fez lá um do da platina, né? Você falou que foi logo no começo. Começou a jogar, os caras já te levantaram. >> Dizer se ele num salto ia que ia Arregaçar. >> É porque eu já joguei bola quando moleque. Parei de jogar porque eu acho que não ia ser bom bom jogar. Eu quebrei tornozeiro, joelho já. >> E aí eu saí do primeiro. Se imagem até hoje falam porque fevereiro de 2005. >> Qual a tua idade aqui, mestre Santa? >> Não, ele é
o outro que é 20 anos. >> Então ele é >> faz tempo. Se arrebentar, viu? se arrebentava. Mas o Bola foi o cara Que mais fez coisa de se arrebentar, eu acho. >> Loucura de >> três anos. O Bola, o Bola, o Bola. >> E e as panquet fazia também, né? Tinha bastante coisa que elas faziam, topa. >> Fiz muita coisa com a Sabrina >> e ela topava também faz matérias punk no Vestru quebrou o copo mesmo, >> cara. A Babi paniquete raspou, rasparam a cabeça dela. Se fosse hoje, >> é, esquece, >> esquece. Então,
deu polêmica na época de raspar a cabeça da época deu pânico não tinha muito freio assim. >> Vocês jogaram barata na cabeça de uma mulher? Eu lembro em mim. [ __ ] >> eu fui um dos eu fiz eu tava de Clodovil, >> a gente tava gravando lá, tinha um caixão de acril, >> o Clodovil pegava pilha mesmo, >> aquela maior. Então, de falar maravilhosa. >> A pilha dos brinquedos. Não. Ei, não, meu abordo é por aí, não é não. Clodovia era maravilhoso, porque uma vez ele fui gravar convênos lá em Ubatuba, ele abriu a
casa dele lá pr >> conta quando recebeu que eu vi na RTV você, o carioca. >> Nossa, essa foi pesada. >> Ele chegou na RTV, >> ele foi ele e o carioca recebeu quando >> quando ele foi contratado, >> mas gravando. Receber. Contai. >> Não, essa aí e tá na internet também. E eu fui dizendo, olha a loucura, olha, vou falar uma coisa para você. Eu não gosto de você bibitar. Tá ouvindo rapaz? Ceará, eu fiquei chamando o Cloud de Ceará e dizendo que eu era original. >> Agora entendi. Aí eu fiquei, meu abri, eu
fiquei duelando com ele ali, porque >> uma uma técnica que funciona é você olhar pra pessoa, independente se ela é famosa, se ela é rica, se ela é um Medalhão da televisão, é olhar nos olhos e acreditar que você é aquilo. >> Quando eu tava de Silvio, depois eu volto pro Clodovio, >> tá? que a gente ia gravar a R TV não tinha dia pôico. Mand mandoo pro meu filho aqui. Cortar viu? Vamos lá. Amanhã nós vamos hora certa fazer um pass. >> Não, toda hora é hora. O podcast é bom por isso. >> O
vesgo, o filho, papai tá dando entrevista aqui. Eu já te chamo aí. Beijo. >> É legal. Só para mostrar contar pro filho. >> Quantos anos? >> Vai fazer 15 agora em julho. >> Tá grande já. A gente não tinha dinheiro nem pânico. [ __ ] agora. Ele é todo tímido, eu nem brinco com isso. >> Vamos mudar de assunto que é um assunto tão batido. Então >> é o seguinte. E aí eu lembro que a gente Gravava e o vesgo não tinha dois microfones. Ele gravava primeiro sub celebridade, né? A galera que tava e eu
de Silvio, eu achava que era o cara mais velho para conversar com Tiso Meira, com Francisco Coco. E eu falava na linguagem dos mais velhos e eles paravam para falar comigo por dois motivos. Porque eu era o Silva e me putava com aquela dentadora de goiaba e eles ficavam olhando bola. Esse rapaz tão Jovem devia pensar para que por que que ele não faz uma plástica, uma cirurgia e eu ficava conversando ali, olhando mesmo acreditando que eu era o Silvio. >> E eles paravam e olhavam, né, meio assim, conversando mesmo, porque se você vai entrevistar
um cara desse e coloca tipo o fã, ah, sou fã do Tony Ramos, >> sei. >> E você, você vai travar. Então aquela coisa deima, >> eu tô no personagem lá. >> Exatamente isso aí. Isso aí faz tempo, hein, >> cara. >> Isso aí faz tempo. >> Mas por que que essa essa o lance da dentadura? >> Porque, por exemplo, eu não vou ser o primeiro nem o último. Tem muito imitador do melhor que eu. E quando eu tava na rádio, já falei isso em algum lugar, você lembra da Luía Percê com a Ingrid Guimarães?
Elas foram divulgar o Monólogos da vagina, uma peça, >> uma peça, >> e eu para ganhar uma graninha mais fora do salário de radialista, eu andava com com as perucas, era o show das perucas. É man. >> E eu voltei do evento corporativo. Naquela época, eu tô falando 2002. >> Eu cheguei com a mochilinha para fazer o pânico meio-dia, tava ali com a peruca do Silv e a dentadura que eu usava no pupurri para imitar o saudoso Anderson Do Molejo. Ah, >> assim bom demais. comete fazia imitação pupurri. Aí eu cheguei do nada elas estavam
dando entrevista, eu peguei aquela dentadura, >> colocou. >> É porque cada cantor cantor era uma coisa. O Fagno, a boina, >> Betânia, peruca, o Reginaldo Rossa, a peruca, os óculos tipo como seu. Aí sei. >> E eu peguei e coloquei a peruca do Silvio, acho que bola vai lembrar disso. E coloquei a dentadura. >> Dentadura. Aí eu fiquei fazendo do Silvio com a adentradora, olha só, brincando. E eu vi que a galera tava rindo e elas riram porque uma colega ri aquilo meio que chancelando, falou: "Ô, você que é bom a dentadura". Como não tinha
nada a ver, >> ficava mais engraçado. Silvio caricato, né? >> E aí que eu nunca me preocupei em fazer A imitação com perfeição, porque eu acho que quando eu comecei eu tive muita dificuldade de fazer essas vozes mais graves, né? O Carlinho tem um [ __ ] vozeirão, né? Natural. [ __ ] vozeirão. [ __ ] vozão. >> E eu tinha que me esforçar mais. Aí eu falei, cara, quando eu for pra TV, que o Tutinha, o Tutinha é visionário. Sabe porque por isso que o Pânico ficou quase duas décadas no Mas a gente eh
pro bem ou pro mal >> as duas gerações acompanharam a gente ou três gerações. >> Pânico do rádio. Rádio quê? >> Rádio 93. >> Rádio 93. >> Rádio começou em 93. >> 10 anos depois. Televisão foi até 2017. É isso. >> Foi 2017. >> Então você veio quantas gerações acompanhou o pânico? É. Tem meu amigo aqui tá com 32 anos. Ele vê a gente Desde que ele tinha o quê? 78 começou, >> entendeu? É, a gente não tem noção isso. >> Mas você pega uma molecada que tem hoje vai 20 anos, não acompanhou. >> Mas
sabe, sabe agora na época do Michael Jackson é mais a molecada que vi com os pais. Mas olha só, Vilelo tá viralizando agora muito aquele negócio que mandaram para mim. >> O Michael Jackson tem um filme aí agora, Né, do Michael. Então tá virando muito aquela coisa agora no TikTok do eu de Gabi >> com Edu. Ah! Uh! >> Uh! Mas e o mas eu recebo isso também. >> Mas me marcam porque a molecada não sabia que 40 óculos na testa. Isso >> é agora não é porque Michael aí falava as coisas tá viralizando. Estão
mandando para mim. Então a molecada tá começando a acompanhar. >> Um doce, >> um doce pé de moleque. Ele falava, né? >> Recebo isso. Eu recebo esse aqui no Master Trash. Eu adoro. >> Tinha uma V que tomava conta da gente e o o beatbox >> não maravilhoso. Qual que é do beatbox? >> Não, mas besteira é meio ele era humano. >> Tá >> aí faz um beatbox. O Borinha fala >> eu vi isso aí. Fal jur ele cozinhando. Ele faz tum tchuc tchá tchum tchum tchá. >> Mas é prop é proposital, entende? Porque bola
fal eu não acreditei. >> Eu falei vou fazer uma bola vai ser. >> Eu desci para cumprimentar ele. >> Ele fez de manos. O cara acha que você vai fazer um [ __ ] beatbox. [ __ ] beatbox. >> Faz um beatbox para já. Pua pau. >> Esse aqui cagando de rímel. >> Tá vendo? Não precisa perfeição. Não é perfeição. >> Mas uma coisa que vocês faziam pr Caramba era a repetição da repetição da repetição até encher o saco. Isso que vira bordão. >> Pois é. Um dia que a gente foi gravar o piloto era
eu carioca na época do Ronaldo que o carioca fez o Ronaldo consegui >> depois só termina a história do do do Codovil. Tá. >> Ah, do Codovil. Vocês querem voltar ainda do recepção que você fazer que ele xingou vocês para o men? >> Ah, eu não lembro muito bem, mas di que ele xingou contou parou para contar. E aí que nasceu sandália clô foram receber, levaram car o car de clodovi o caraca, ele meio que arregaçou ser engraçado. Falei: "Meu para de dizer isso, Ceará, Ceará, você não pode me talento. Vocês são devagar, acabou com
os cara". Não sei como tem alguém que assiste vocês. >> Ô Vilela, eu nunca me preocupei. Por exemplo, se eu fosse fazer a voz do Clodovil, o Clodovil era o cara que ele dizia uma coisa, mas o olhar falava outra. >> Então ele falava assim: "Graças a Deus, o tom dele mais para baixo, meu". Ficaria triste eu eu falando um fazendo humor com essa voz para baixo. É triste. Então jogava três tons acima para ficar mais alegre com Silvio também e outros personagens. Então o Cludovil ele dizia assim, ó: >> "Graças a Deus que eu
não sou uma pessoa Invejosa, mas o olhar >> olhava de cima embaixo, né? É o olhar dizer que é medindo a pessoa. Então eu fazia isso também. >> Cara, assim, genial. Sempre o contrário. Ceará, eu fazia isso. Ceará, só que para ele, >> Ceará, meu aboro, você não pode me imitar porque você não tem talento, tá? Você é um invejoso. Você aí olhava, fazia o mesmo olhar dele >> e ele falou, ele falou o nome de alguns que imita. O fulano me imita. Você não me é é para desenhar, desenhar, >> aí você Ceará, meu
amor. Você não, eu chamava ele de Ceará. >> É. E aí você faz o quê? Você rebate. O cara jogou para mim, eu devolvo. >> Entendeu? >> E ele é inteligente, né? Gostava muito dele. É, eu atrás dele era um burro. Hã? >> Não, mano, já morreu já. Não, mas eu gostava dele. Falando sério, uma vez a Gente foi em Ubatuba, na casa dele, é matagal, né? >> Levou o índio bambu. >> Não, da tribo aqui da Wando, você lembra? V, lembra? Bichadinho bambu. >> Aí ele, a gente levou um bolo para ele com as
sandálias. Aí ele tava de pijama, viu até as grades, >> atendeu a gente. Aí ele falou depois: "Se vocês quiserem conhecer minha casa, eu abro para vocês." Foi uma piada, né? Pronto. Aí entrei na casa dele sem Câmera, recebeu a produção muito bem >> e o cara tinha um bom gosto. A casa dele, vou dar aqui, ó. A >> o que eu vi lá, a sala não tinha piso, era areia, >> a para >> de praia, uma mesa de centro. Ele não desmatou ali, tipo, >> ele andava descalço. >> A cozinha era um balcão americano
em cima de uma pedra. Ele fazia cocô >> olhando pro mar. >> É. >> Agora vou fazer meu número dois. É o negócio olhando pro Márcio. Ele tava muito à frente, né, cara? Do da do tempo deles for pensar. >> É o Cov era gênio, cara. Porque ele artista. >> Eu lembrei da da TV Mulher. Não, ele não era TV Mulher. I ser ele, Nei Gonçalves Dias, Maril Gabriela, Marta Suplic. >> Isso é anos 80. Eu era criança ainda. E cara ali agora eu fui, fui, fui, fi. >> É, enfio cartounista lá. E ele usava
um cabelo tigelinha preto e depois ele prendeu o rabo e soltou, entendeu? >> É, cara. >> E ele desenhava lá e dava conselhos de moda pras telespectadores. >> Eu lembro dele desenhando na hora. Desenhava pr caramba. Aquilo chama croqui. Ele >> é um [ __ ] puto estilista, velho. >> Mas ele era autodidata. É, a galera esquece que ele manjava mesmo da parada De motiro. É, não tô brincando. Ele é gente, >> os caras são aí. A sobremesa é preferida do Bola. >> Manjar, >> manjar. >> Manjar, manjar. >> Não, brincadeira. Mas assim, é um
gênio. É um gênio que a gente tem que respeitar. E quando ele foi político, ele falava aquilo >> que ninguém queria ouvir, mas ele falava, entendeu? Mas teve teve coisa pro com o pânico que até pro pânico não dava para ir pro ar, tipo isso não dá para ir pro ar. >> Bola pode falar. Por exemplo, eu vou falar uma coisa que eu lembrei. >> Não lembro o que fo tinha filtro. >> Lembro, lembra do trot do Silvio que começou na rádio que eu liguei pro João Golo para descote que era >> do Silvio Sant
as contratações do Silvio. >> O Silvio contratava >> ligava de Silvio pr as pessoas ligava >> contratando. >> Tem na internet até hoje lá. >> O pessoal achava que era o Silvio mesmo. >> E a imitação não era nem boa. Mas assim, a gente criava uma atmosfera, pegava uma produtora da rádio. >> Sim. e dizia que ela era minha secretária. >> Secretária que é do SBT >> Silvio, eu vou passar pro Silvio aqui. O >> Silvio quer falar com você. >> Olha aí o Blaz. >> Olha ele aí. >> Chegou o Zaca, minha advogada, a
Dora Mara. >> Doutora Maravilha já tá lá. >> É o filho dele, né? Advogada. >> Não, minha advogada tá aqui. A Dra Mara da Marceno. >> Ela tá aí para ver o que você fala, para ver se pode falar. >> Ela é do Rio, aí ela veio de São Paulo. >> Dona Mara tá lascada. >> Eu fazia muito, eu nem sei que eu tava falando tantos assuntos, né? Que dois foi pro ar. Absurdo. Ah, do, irmão. Eu fiz um trote com Markon. Não foi pro A, com Ana Maria Braga, não foi porque >> era absurdo.
>> O o saudoso Paulo Henrique Amorim do Domingo Espetacular, lembra? Olá, tudo Bem? Boa noite, boa sorte. Olá, tudo bem? >> Bicho. Um trote que eu porque eu fazia o trote assim, atmosfera. Botava música do SBT. >> É. >> Ah, vou transferir pro Silv. Botava SBT. >> SBT na nossa frente. Só você. Depois era música da Praça Nossa do >> [ __ ] produ. É mesmo. >> E começou no R. >> A gente perdia tempo, >> mas você falava sem ser muito caricado. Mas calce, o Silvio Santos, ele é uma é um personagem do cenoura
Bravanel, certo? É mais uma empresa dele, mais uma marca. Então até o Carlos Alberto deu entrevista, >> você tá falando que quando ele não tava no ará era outra pessoa, >> porque assim, as pessoas acham que o cara vai fazer o contrato com o Silvio é aquele apresentador, não é o é o empresário. >> E aí o Carlos Alberto de Nob falou que ele colocava um clinho daqu de farmácia >> para achar que ele era para não confundir o Silvio com cenoura Bravel. Eu falava num tom mais mais para baixo assim: "Olha, nós vamos contratar
você". Eu liguei para DC rádio, nós vamos tirar Cabargo que não tá dando muita audiência, vamos colocar você no lugar dela. Não cara, mas a É, cara, é minha amiga, pô. Eu já vou no programa dela desde época. Então, você lembra a bola Disso? >> Lembro, lembro, [ __ ] >> E aí quando foi pra TV, Marcos Monon caiu. >> Que que você fez com o Marco Minon, por exemplo? Olha, faz tanto tempo, acho que foi 2007 isso, Carlinhos, Paulo Rica Amorim na época da rádio, ligou na rádio porque eu cheguei a negociar valor, >>
nós vamos se pagar, mas o que você tá, você vai vai continuar a ter conta na Record? Não, Silvio, eu vou agora e tem a renovação, mas eu não se Mas a gente vai te pagar mais, cara. Dobra, bicho. >> Aí ele ele ligou na rádio, pediu para falar para não ir pro A >> na época da do rádio, >> porque não era ao vivo. Então, >> Ana Maria Braga foi na época da TV também souberam, cara. >> Então, mas ela tava não tava na Globo ainda >> tava ela tá na Globo desde 99, >>
cara. >> E aí não foi pro ar. Marcos Meu, não foi pro ar. >> Tudo tentando contratar. >> Cara, o que tá no ar acho que é do João Soares editado, >> pô. >> Não, mas tem mais. Tem o João Gordo. >> O João Gordo é do rádio. >> João Gordo xingando ele pr [ __ ] Maravilhos aqui vai. Elefante, tatuado. Ele vai tomar no seu capitalista, filho Da xingando, >> xingando. E aí tem um cara, tem um que é legal tava xingando ele ou o Silvio, ele achava que era o Silvio. Tem um que
eu liguei já no >> o Silvio chamou ele de elefante tatuado, meu. >> Ah, nada. >> Ai, elefante de tatuag. >> João Gordo gravou comigo lá em casa lá pro programa do Michow. Mas assim, foi muito legal. Agora, bicho, Tem cada história bola. Essa que eu liguei também um dia pro USB SBT que eu passei trote nos funcionários. Para quê? >> Eu liguei para nutricionista. Ó, qual é o cardápio aí do pessoal da refeição? Não, não, troque, troca não. Tilápia é tilápia. Tá muito caro. Coloca, sabe? Eu coloca badejo, sardinha. >> E a mulher assim,
seu Silvio assim, aí passava, passa na manutenção, passa pro cara do carro. Cadê meu carro que eu Pedi o carro? Cara, as pessoas, então a galera poderia ter ficado com ódio de mim, mas >> a mãe era brincade, hoje sabia que era muita coisa, muita coisa, muita coisa. Nego entendia que era brincadeira. Época isso aí é também a época do Emílio lá da da rádio Tutinha que fazia o Jalma Jorge, o boi na linha. >> Bo na linha era maravilhos era tr >> é que não era com famoso. É. >> Ah tá. >> O Emílio
que fazia antes. Era muito bom. >> Anos 90 desliga a ser >> e teve uma época que ele parou, lembra a bola? Aí eu ficava pilhando ele porque eu era operador na ra e eu ia embora com ele de carona porque eu morava lá perto dele. Trabalho da [ __ ] >> Aí eu falava pô por favor. Porque o ten que não cai, não dá certo. >> Então você passa o dia gravando para dar para gravar dois. Mas >> posso uma coisa? Desculpa. Sabe quem é o melhor cara hoje fazendo trote? Daniel Zucker, mano. >>
Mano, ele é absurdo. >> Ele é o melhor que eu já vi. >> Faz imitando um carioca, pô. >> Ele faz >> carioca do tica, compadre. Bicho que eu dou tanta fala espanhol, desenvolve uma história, não tem como d aquele lá é um dos maiores caras de paus que eu já conheci na minha vida. Eu amo ele, mas o Dani, uma vez nós saímos, cara, >> nós somos, nunca me esqueço, quando lançou o site da Rede TV na festa no Jok aí. >> Ah, mas foi foi na época que eu fiz dos trotes do Silvio,
que não pod puderam ir pro ar essa época. É, >> fomos na festa. >> Eu lembrei que eu tinha saído do estúdio >> e a festa tava uma bosta, uma [ __ ] bosta. >> Eu lembro, né? Eu sou Rubens. >> Aí eu falei, cara, não ia render de jeito >> se trocamos o cara. Falei, vamos, vamos para algum lugar, a gente sente. >> Fomos lá pro Caju, amigo, como chama? Pandora. >> Pandora. Então, eu, o Daniel, >> a mamá Maluf, o Edu e uma menina que tava com Edu >> e começamos tomar, irmão. Já
ficamos louco, velho. Aí um casal de senhor assim sentado duas mesas para lá, ele Falou: "Você duvida que eu vou ali, eu tomo uma taça de vinho com aquele senhor, ele vai me servir uma taça de vinho". Falei: "Daniel, para, por favor, não envergonhecia." E >> o Pandora era chique, mas aí a gente >> ele me levanta. Ô Roberto, tudo bem? E o velhor como é que você tá, família? Já puxa uma cadeira e já senta. Daí a pouco olhei o tio servindo um vinho para ele. Eu falei Nem >> é uma lábia que eu
nunca vi. >> Ele não tem conversa com ele. >> Não é carisma não. Mas é dele. Elevariza quando chega. Ele é engraçado. Ele tem ele tem um [ __ ] carisma. Demorou Roberto. E o cara assim, >> ele entrava em aniversário de rico, pegava o microfone e falava: "Quero dar parabéns aqui aniversariante penetra e ainda >> na época do impostor o pessoal do Fonsecas gan queria matar ele. >> Fonseca era que fazia segurança de fashion wick e tudo e ele entrava. >> O Michael Jackson, funeral do Michel era sério? Não era, não era combinado. Então,
>> ah, não era combinado essa turma fazia, como que ele conseguia só na lábia? Na lábia. Essa turma fazia a segurança de todos os grandes eventos aqui. Hora que os nego vi, ele tá no palco do fashion week, irmão. >> Mas o o impostor era gravado de trás para frente, não era? >> Não, Vilela era não, Vilela. Ele entrou na >> ele conseguia e depois gravava o resto. Era na ordem. Ele entrou no Oscar, ele entrou no velório do Michael J. >> Cara, como que entra no velório? Todo mundo queria est lá, cara. Ele, ele
ficou, ele ele falou, ele ficou como daqui ali no sofá do caixão. Ele falou, >> cara. Ele foi, ele foi no velório da Em House >> e deu entrevista para todas as televisões do mundo. >> Ele fala inglês, bem, >> ele saiu chorando do veló do enterro da M. André Machado, >> as TVs, ele e o André Machado. >> É mesmo. >> As TVs são TV Austrália, TV postar e ele não vai, estou muito triste. Como se fosse um [ __ ] brother da M. [ __ ] Daniel, maior cara de >> e não treme
nada, não treme nem a não. Ele falava assim, Ceará, às vezes eu ia com medo, mas o que eu falo, o medo botava ele pra frente, era um combustível. >> Não, mas parece que ele tá friozão. Ele tá nem aí. >> É, parece mesmo. >> Psicopata, né? >> Psicopata praticamente >> completamente, quem era o mais normal lá no pan mais Normal? >> O Emílio não era, >> não era. Acho que normal, acho que todo mundo era era o manicômio ali. >> O Gui, o Gui entrou normal. Ele entrou depois. >> Não, não, o Gui normal
>> não. Quando entrou. E roubava a comida do camarim, [ __ ] O guia normal, >> fazia marmita, >> [ __ ] Me botava na mochila. Não, mas quem era o mais normal assim? Era eu? Não sei. Eu não tô normal. >> Você é normalzão? É você? [ __ ] >> normal. Devia ser eu mesmo. Então fico nis boca para car. >> Cala a boca. Você é normal aonde meu? >> Analisando. Faz uma enquete aí. Pergunta quem é normalzão. Coloca aí quem era o mais normal do pânico ou mais anormal. >> É. Não, mais anormal.
Aí aí aí aí quem é normal você pular carro do Lula. Os negos te catandoam pelo saco. Você é normalzão, >> cara. Você lembra disso, cara? Olha loucura que a gente fazia parada gay. >> Fico analisando hoje que o Emílio falava na época. Ele falava: "Bicho, você tá louco, você pode tomar um tiro de sniper". Que que você fazia? >> É o presidente, [ __ ] Eu subi em cima do carro do presidente. >> Aí você sabe quem foi que me arrancou do carro? O carioca e me mandou o link. Era para ter >> o
cara me pegou pelo saco que eu tava em Cima do carro. >> Pelo saco pegou pelo sa me jogou no chão. Literalmente saco. Você sabe quem era? General J Dias. >> General J Dias. General Gas já era brasileiro dele na época. >> Será que é regra pegar pelo saco para doer? >> Não, para pegar para arrancar, irmão. Arranca ele lá >> crave magar, sabe? >> Porque ele não conseguia chegar, não Conseguia chegar subir em cima do carro. >> Não vou vou arregaçar e subir em cima do carro tomado do presidente da República. Bobagem. Só isso.
>> Não, mas a gente faz isso for normal. >> Faz isso fora. Também gravação. >> Você é muito louco mesmo, né, cara? >> Cara, eu eu tenho na cabeça que você é o que tinha menos limite lá. Não sabe por olhando de fora. >> Sabe por era muito p o pânico era muito [ __ ] Ele chegava assim e falava: "Ó, Todo mundo, >> mas você e o Ceará, vocês vão para Flori para fazer a praia". >> Tá. [ __ ] era maravilhoso. Eu >> mano, não, mas não, mas tinha ver uma vez, uma vez
eu fui com o ves e o vesgo, >> mas foi uma época que nós nós chegamos na praia, vesgo também. >> Nós chegamos na praia, falei para hora que nós descemos do carro, vimos assim, não tinha uma pessoa meio um tempo frio, sabe? Tô ligado como é que é, >> cara. E tem que render, né? Você tem que trazer a matéria, mano. E se vira, >> trazer, não é essa tipo, ah, não, não vai rolar >> não. Falei, não tem o vezes que entrevistou cachorro, nós entrevistou, >> brincamos na areia, porque meu, a gente matéria
gringa, nego >> mas tinha tinha um clima assim, tipo, se eu não fizer isso vai dar merda. Era tinha >> não era assim, ah, uma chegava falar Você vai, vai você e o Carlinhos para Cancú fazer tal coisa com >> R$ 10 de de do orçamento. >> Mas onde que é? Não sei. >> Eu lembro da primeira matéria que >> a primeira coisa que eu fiz no Pânico, eu nunca vou me esquecer. O Billy ainda rádio ainda. Quando quando lançou o celular, cara. >> Billy. Ô louco, >> chegou o celular no Brasil, tu tinha rádio,
tinha três celular, >> 96. >> O a gente tava almoçando aí o Tutinha. Liga a fux que >> desceu a um estagiário. >> Ministro. Hã, >> desceu correndo. Ó, o Tuquinha tá chamando vocês lá em cima. [ __ ] largamos a comida, subimos. Deu um celular pra gente. Falou: "Ó, vocês vão até o Morumbi e transmite lá a montagem do palco do show da Madonna". >> Ah, eu lembro disso aí. Que não foi? 96. Bola. >> Eu cheguei em 97. >> Eu falei, eu falei, tá bom, Tiana. Como nós vamos entrar? Não sei se vira.
>> Ah, sim. >> Sem credencial, sem nada. >> Sim. Tinha uma missão e vai. >> Montamos no carro e fomos. E você não ia falar não conseguir, né? Tu tinha ele é um cara muito TV era assim. A TV era assim, mano. Quantas noites passava em claro esperando nego sair de festa. >> Mas aí que surgiu também >> a o improviso. >> Não, mas por exemplo, nesse daí vocês conseguiram entrar como? >> Bicho, eu não lembro. A gente foi meio dando um migué com o celular e passando entramos aí filmamos lá ligamos, >> ó tá
montando o palco da uma conversão. O Billy falava muito bem inglês, conversou com o gringo que tava montando tal, mas a gente tinha que se virar, irmão. >> Tinha que se virar. >> E na TV quando eu ia fazer lá, tipo, conversamos globais, >> tá falando das festas? >> Das festas. No começo ninguém parava para falar com a gente. E ali que a gente aprendeu a improvisar, a fazer humor. >> Não na pergunta que muitas vezes não conhecia o cara coment >> é o cara da Malhação. Que que é esse Cator da Malhaçã? É >>
porque os caras que faziam essas novelas da tarde, eles eram mais metidos que os medalhões. Bom, o Tony Ramos parava, falava Marília Peira, Fagundes, >> passava o carinha o saudoso cearense lá conterrâneo. >> Passava o Antônio >> José V. José V. O José viu que maravilhoso cagar >> é dizia palavra fala is >> fala fala é maravil então. Mas quando não tinha famoso bacana assim e não tinha ninguém que parava a gente entrevistava morador de rua e ali que surgiram os famosos memes do Pânico. >> É qual foi o >> cadê o chinelo? Antônio Nunes
que mais aí vai lá. >> Vários dança do Ciri. >> Danças do Mas assim os moradores de rua dança do Siri >> Agorete que mais >> veio também eles gravando o >> Ah, a Susana foi uma festa de aniversário da Susana Vieira. Sei. >> A gente começou, eu lembro que que na época eu comecei a fazer na loucura, aí eu pedi pra cenografia fazer umas garrinhas. Tem esse vídeo as garrinhas de Cou a sagacidade, >> mas foi da onde? >> É loucura. E aí o que aconteceu? A mais virou, não foi só por causa da
gente, não. Vou dar mérito também ao editor que Eu não lembro quem foi. O cara colocou aquela danúbio azul, aquela música, >> a musiquinha, >> e acelerou. T e virou uma febre no Brasil. >> É igual igual igual a nossa. Por exemplo, >> a edição do Pânico mudou a televisão, cara. Mudou >> e aí a gente começou a fazer a linguinha, tava dentador. É >> o que usa hoje na internet é pânico. Lagem internet que a gente vinha falava [ __ ] matéria ficou uma bosta. Na televisão >> a edição salvava aquela coisa do do
co >> sabe do Zin? O Zin nunca falou Ronaldo brilha muito no nunca falou >> junto não. >> Ele falou Ronaldo e depois de outro outro bilha muito. O editor cortou eendou. Agora tem uma coisa também, quando a gente ficava puto, quando eu Falava pro vesgo, assim, era uma a gente discutia, falava: "Pô, vesgo, >> gravava 3 horas para ir pro ar, tipo, 15 minutos, ia perder muita coisa, porque o editor não tinha só a nossa matéria, tinha do Bola, tinha do Carlinhos, da Sabrina. Então eu eu tento mais ser conciso. Aí depois a gente
aprendeu a fazer. >> É que o Vesgo exagerado, >> não, mas não era maldade. É porque ele é um cara, a mente do Vesgo, eu entendo Rodrigo, ele é produtor e a gente também tem isso, né? Aprendemos fazer, né? E a gente queria também facilitar o trabalho do editor, porque o cara virava ali noite editando, >> mas dava raiva quando você entregava o material muito bom e o cara fazia o quê? >> Eduardo Monte Tesour. Aí a gente às vezes era correndo, o cara tinha que fazer fodia tua matéria. >> Os caras estavam cansados também.
Era Muita matéria, cara. >> Ele pegava uma um material bruto, tipo ruim. Ah, isso não vai dar certo. Quando via no ar era maravilhoso, mas muitas vezes a gente dava um material bom. Você sabia que tinha onde tinha piada, onde eu tinha coisa legal. >> Por que que não foi o ar? Por que que não aproveitou? Por que não pôs aquilo? >> Não precisava nem de edição. >> É, Rimo, vai lá você editar. >> É, >> você não tá bom. >> Mas é isso porque eu acho que tem que brilhar todo mundo, né, velho? >>
Aquela galera que trabalha virando, vira também pra gente aparecer >> e às vezes você não sabe o nome. Então, tudo que é edição hoje de programa, quando que quando que o Pânico virou virou mesmo assim, qual foi o primeiro hit? >> Eu sei. Eu acho que o primeiro hit foi a hora da morte que chamou atenção pra Galera parar. Quem são esses malucos? É porque tá fazendo muito sucesso. >> Foi, foi meio que junto. Hora da morte e Vesg Silvio. Foi depois a Vesg Silvio foi >> virou virou com virou com sandálises humildade. Depois depois,
né? >> Esse esse foi o primeiro fodão foi esse o Havaiano. >> Sandália da >> Não, mas aí falar parece pretensão. Acho que primeiro foi a hora da morte que Chamou atenção. Né que fazia sucesso >> eu fazia e o vesgo produzia. O Vesgo nem fazia. >> E depois o Vinícius da morte. É, depois entrou o Vinícius. Mas eu lembro bolinha que na época, antes do Pânico pra TV, o Tutin pegou a gente e pegou uma gravação do Jackessa, você lembra >> que levou a gente mostou a gente porque a gente queria fazer no começo,
meu, >> vai lá, meu, se mata. Meio assim, né? >> A gente queria fazer um formato meio rádio, não sabia ainda o caminho, né, Bola? Não sabia nada, por isso que deu certo. >> Nós vamos fazer um jogo. Comecei e você um jogo do >> acho que do São Paulo e não sei quem no Morumbi que era Libertadores. >> Nem vou lembrar disso. >> Vamos fazer um gravar um jogo. >> Lembra bola? >> É. Aí bichinho, ficamos na Mas uma roupa Normal, >> uma roupa agora a memória aqui. >> Uma camisa branca, não tinha nada
de time. >> Sim. >> E e era São Paulo e não sei quem. >> Foi ruim para [ __ ] isso. >> [ __ ] bicho. Ruim. Fui. >> E os caras começaram a encanar que a gente torcia pros outros. Quase qu >> t que sair voado de lá, velho. >> Uma vez foi gravar com o anão. >> Ah, mas mas aí é de Milton Neves, pô. O anão de corintiano, cara. Era Santos e Palmeiras, >> era Santos e Palmeiras. Só que a gente gravava na torcida do Santos. Só que a gente depois queria pegar
o acesso por cima no anel ali para ir embora, só que você cruzava torcedor. Vai morrer, vai morrer. Eu já entrei pra salinha, já me escondi o anão. O anão tomou um [ __ ] Batendo no anão dando porque o anão era Folgado. Os cara é que não o cara como é que é? Pá, pá, já veio um, já veio três segurança apanhando todo é o não é o Nestouro. >> Eu fui fazer Santos e Palmeiras. Peda, Robinho apanhou pr caramba. >> Eu fui fazer Santos e Palmeiras. Eu e o carioca no na vila Belmiro.
Carioca de Felipão. Felipão. >> Felipão. >> Pelé fazia esse aqui. Felipão. >> Não pode mais, cara. Não pode mais fazer O Pelé. E chegamos os cara, os caras sabam que era palmeirense, tava de boa. Sentamos e [ __ ] o Palmeiras tomou acho que de 3 a 0 do Santos. V. >> Hum. >> E no final não sei que nego se ligou uns 40 do segundo, sabe? Esse filha da [ __ ] esse cara torce pro Botafogo. Esse eu ouvindo >> quem? >> O carioca. Viram que era o carioca? Depois se ligaram. Esse pau no
cu tá Aqui secando. Falei: "Carioca, vaza, >> vaza que você vai tomar um pau, >> mano." >> E os caras esse filha da [ __ ] eu falei: "Bicho, não dá >> não, torcedor, não dá para brincar, >> não dá, não dá para brincar. >> É, >> não dá". >> Eu lembro que uma vez eu fui gravar lá em Santos de Pelé com a Nicole todo >> Mas eu não fui de Nicole que eu fazia a Micome Bols, como é que era o nome? Fazia, olha, nome me come Bols. >> Me come B. Hoje não
pode mais. >> É, não pode. >> Pior seria se fosse em gole balls. >> Não pode, cara. Que história é essa que não pode? >> Eu vou falar em gole balls. Vem a mulherada fala: "Ó, você tá falando assim da mulher." Mas doutor, que mundo chato. Tá vendo? >> Doutora, você que coisa chata do [ __ ] isso, cara. >> Então, o que acontece? Eu fui de Pelé na época que podia pintar. Hoje em dia é black face. >> Black face. >> Mas aí eu fui com a Nicole, cara. E a >> Mas a Éca
não é white face. >> É, não sei. Hoje em dia qualquer coisa a galera quer processar. >> Boa pergunta, hein? Mas eu ia, eu ia de Pelé, eu ia de Pelé em Santos e a galera Falava, brincava comigo, não dava nada, nada, nunca deu. >> Aí quando levava uma gostosa era para justamente >> para acalmar. >> É, hoje falo que é objetificar a mulher, né? Hoje não dá. >> É isso, cara. Para chamar >> para chamar atenção, entendeu? Assim, tipo, tô lá fazendo >> e aí ela errava alguma coisa, olha, entenda, fazia piadinha com ela,
botava, Entende? A edição ficava muito legal, fazia matéria crescer. Mas já teve uma vez que eu fui gravar no interior um, >> mas nunca aconteceu dos cara ir para cima. Eu apanhei, teve briga de torcida e eu lá no meio. >> Nossa. >> E os caras solus, não por causa de você, não. É quando começa a briga, você tá no meio. A treta, meu. >> Então, mas assim, a gente >> Mas e as gostosas? Não tinha ninguém que Ia para cima das gostosas? Sem noção. >> Quando a gente começou a ficar muito famoso, eu levava
muita segurança, não só pra gente, mas pr as mulheres, para proteger as meninas. >> É muito segurança. Eram um dois, né? Muito segurança. >> Chegou um momento lá no Rio de Janeiro, dois. >> O que que acontece? O Pânico São Paulo, >> tá? A galera do Rio, os atores ficam lá na praia, água de coca ali, bebe a Cervejinha. A galera tá acostumada quando o pânico ia gravar na no Rio de Janeiro, eu tô falando vezes que Silvio, acho que falando na época de sucesso do auge, do auge, >> a gente não conseguia mais gravar
porque a galera achava que era uma brincadeira e e era um trabalho muito sério para levar, tipo, gravava no sábado, tinha que entregar para fazer o programa e lá domingo, da hora. >> Então, gravava ali tipo de 10 da manhã Até o final da tarde naquele sol. Chegou um momento que >> coisa morfética, >> porque a galera ficava tudo em volta, >> ficava jogando na câmera, batendo no microfone, fazia mex puxando peruca, fazendo a dança do C que a gente criou, né? >> Você foi comigo para Blumenal gravar o October Fest? >> Fomos, fomos. Foi
eu, você as gaga quase infarta lá, quase apanhou isso aqui, Começou a xingar blumen na frente do >> os car os bêbos tacando bitca de cigarro. Os car e eu conheço bola lembra? Tipo goiânia com a garrafa assim, ele aqui pá, batia na cabeça dele. Ah, filha da [ __ ] Não para baixo, safado. Ó >> mano, colocando >> é normal essa festa de bosta. Cara, nunca mais pisa em Blumenau, seu filha da [ __ ] Que eu falei essa festa de bosta só tem bêbado essa merda. Porque a gente juntava, a gente não juntava
turma bacana, juntava os bebun. Eu de vó uma fralda de alemã, as duas gagas, esse louco no meio. Os caras tá com a bitca acesa na gente, [ __ ] mano. >> As gaga ficava [ __ ] real mesmo. >> Ficava por ficava, ficava >> a real e a Solange. [ __ ] que >> Mas você era o cara que sabia conduzir, é o que dá, o que dava mais pilha. >> Eu lembro quando eu saí do Pânico em 2015, o Carlinhos foi fazer a Silvia as Gagas, >> cara, era maravilhoso. Charles também. >> Charles
maravilhoso, maravil. >> Ele tirava o J, tirava o Charles da estribeira. Mas como que você tirava? O que que você falava para tirar? Pi infantil. Pi infantil, por exemplo, ele tem, sei lá, não sei o que ele tem. Autismo, o que que ele tem? É, >> ele tem problema, >> não sei. Enfim. Aí, então você fala: "Ah, hoje eu tava no camarinho, eu vi o Char, eu vi que o Charles meteu uma calcinha bonita. Que calcinha? O qu? >> [ __ ] ele ficava, ele ficava bravo. >> Pode parar de gravar que eu vou embora.
Não tô usando calcinha. Tá bom, não vamos falar mais. Só essas piadinhas, sabe? Meio criança com a Gaga. A Gaga era maravilhoso. Ela trouxe a irmã dela, não tinha comunicação, >> não dava ali. Como é que você fazia aquilo lá? Era difícil. Começou no estúdio depois. >> Aquilo ali era um show de irmão. Era eu, o Charles Henrique, as duas Gaga. A [ __ ] muda. >> Ah, era um puto hospício. Hoje o roda solta, >> roda solta. >> Danilo Gil que é muito engraçado. >> Mas era um hospício, irmão. >> É porque louco atrás
louco. É verdade. >> Sem o menor controle. >> Ô, tava aqui o Hawi e o >> gravou com a gente. >> Ai não foi no carreu, cara. Ele foi, não foi. >> Quando ele veio aqui última vez, ele tava bem malzinho já. Já. É, >> só que ele botou pilha no que era do Pânico também. O >> Não é o Rick, o Henrique. O o que é apaixonado pela Simoni. >> A Simoni. >> É, ele é afissurado pela Simoni que ele quer casar com ela. Confuso confuso O o Away falou que ele tava fedendo merda.
Nossa, ele ficou tão puto. Tô ofendendo não, cara. A gente teve que separar, senão ele ia dar porrada. Eles acreditam. É gaga. vai lembrar e o Carlinhos também. Eu cheguei em 97, cara, a gente sempre atraiu o maluco. >> Tinha uma menina que eu nunca vou esquecer e também um cara que falava pai chão. Tu lembra? >> Eu não lembro o que que era. Vai, falei bola. Fale bola. >> O Satírio ele era um [ __ ] lelé. Ele ele ia na rádio, ele ele ele parava no vidrinho, ele levava >> o papelzinho dele do
manicô. O que ele tinha liberado ele para ele ver o pânico e voltar. >> Tinha um aquário Santos. >> É. É >> o Santos. Santos >> era outro assim no pânico época no 14 tinha o corredor tinha um vidro, >> o aquário. Lembra disso >> do lado esquerdo assim tinha a bunda e o pé do Eli Santos na parede marcado >> de tanto que ele ia >> ele ele ele ele não faltava eu faltava o >> Mas ficava quietinho. >> Quietinho. Mas chegava Santos, tudo bem? Pô, onde você trabalha Santos? Trabalho na Bayer, [ __
] mano. É, >> pô, vou lá um dia te visitar, irmão. Não pode. Por que não pode? Tem muitos portões de acesso. Não pode. >> Não era loucura. >> Foi cara, ele era meio coitado, meio de rua, né? Meio não era muito mendigão, mas era >> Aí, cara, você trabalha com essa roupa? Fou, não, eu pego o carro, eu saio da Bayer, eu paro no shopping Ibi Birapuera porque é muito louco. >> Meu Deus, você lembrar disso. >> Eu paro no shopping Birapuera, eu me troco, deixo a roupa, o terno no carro e venho para
cá de ônibus. Ah, ele tá, ele De terno. Ah, ele deixou o carro, deixou, tirava o terno, deixava, punha roupa de meio de mendigo e ia pro pânico. Aí ele voltava, quando acabava o pânico, botava o terno, voltava paraa Bayer. >> Eu lembro de um aqui, nunca vai sair da cabeça. >> Muito louco, irmão. >> Eu tava há poucos meses em São Paulo na rádio >> e eu lembro de uma menina que era até Bonita, >> jogava água na gente. Essa menina subia no 14º andar, >> ela dizia que a frequência da rádio >> dava
interferência na no telefone da casa dela. >> Tava hackeando as coisas, jogou CDs no chão. Jogou p a gente hackava o computador dela, hackava o telefone, >> hackeava a [ __ ] toda. >> Ela entrou no estúdio gritando, jogando CDs no chão, >> porque antes não precisas se identificar embaixo, qualquer um subia. >> Ô louco, cara. >> Mas a galera que não sabe que é CD antes da depois da F7. >> É, a galera sabe, pô. Não sabe hoje em dia não sabe sabe o que trabalho com isso. O bigoda não sabe >> sabe você
não sabe o que é cd. >> Pergunta pro filho do >> sabe ela. Ele falou já cedi muito. >> Ele sabe o que é CD do >> não sabe o que falar segura. >> Aí ele não sabe. Ele com certeza não sabe >> que que é CD. >> Não sabe. Não sabe. Em mar >> essa menina sabe que não me sai da cabeça ela mudava o cabelo. >> Quem? Essa. Essa daí. Vem aqui, Gustavo. >> Vem aqui, Gustavo. Eu nunca me saio da cabeça isso. Eu lembro que eu desci com o Emílio. >> Emílio ia
embora, eu ia ia almoçar. >> Ela saiu correndo atrás de mim do bolo do Emílio. A gente foi pro estacionamento e ela jogando as coisas da água, jogava da água. >> A gente sempre atraiu pessoa assim bacana. >> Tinha ela, tinha o satm quadro. Como chamava? >> Ah, >> pinta, pintava os quadros. >> Pintou. Tinha um que pintava uns Quadros, como ele chamava? >> Pintava bem, pelo menos. >> Não, pintava uns quadros. Ele levava pra gente. >> [ __ ] esqueci o nome dele. >> Ah, esse aqui é o cimbá, o marujo. >> Ele pintava
o cimbá, como que ele chamava? >> O vesgo sujiu assim. Levava queijo lá de Tau. O >> vesgo ligava, >> ligava e levava queijo. Mas ele, vocês Achavam, mas ele era doidão também. >> Já enchui. Ele enchiu o saco pelo telefone. Uma vez ele deu meu telefone no ar. >> Então deu certo, cara. >> Ele deu o telefone da minha casa no ar. Era doido. >> Vai nego zoar porque >> não tinha celular nada. Daí nós pegamos, demos da casa dele >> do vesgo, na liguem de madrugada. A hora que a mãe dele ligou pra
gente, falou: "Pelo amor de Deus, a gente não dorme mais, >> cara". >> "Pede parar de ligar e nós pedimos gente para de ligar pro vta". >> Lógico, mas ele vezo causava sempre. E ele sabia fazer o marketing dele porque ele chegava lá na rádio, ele estagiou na rádio como >> É, >> é >> como o estagiário da de promoção. Ele, a Primeira vez que ele foi, eu lembro dele magrelinho, com a caricatura dele mesmo aqui, >> uma camisa >> uma camisa. Você lembra disso? Aí ele trazia o queixo de taiandu, >> trazia doce de
leite, >> doce de leite. Então >> você vê >> e hoje o cara tá bem caramba trabalhando. Amanda era ouvinte. >> Amanda E ela era malmorada. Que que ela era isso? Pessoal achava que era armado e não era. >> Depois ela foi trabalhar na rádio com a gente >> ela arregaçava o convidado. Você não é nada, você fez a mulher de show, sumiu. >> O Emílio é um cara muito muito assim, muito visionário. >> Muito visionário, né, cara? Ele esse cara é bom, ele metia lá, velho. >> Ele sabe usar os loucos, né? >> Sabe
usar os loucos. >> Mas tipo assim, ele tá fazendo rádio até hoje, ele não precisaria fazer mais. Ele ama is deve gostar muito. >> Não é trabalho para ele. Ele ama aquilo. Ele não pode parar de falar que se tirar aquilo o velho adora a rádio. >> O Carlinhos, ele era boy da rádio, mensageiro da Jovem Pan e fazia, >> foi para lá querendo fazer outra outra. >> Não, essa história legal da dona Mar, ele aí na hora do almoço, que que ele Fazia? na hora do almoço dele, ele ia pro estúdio, vê o pânico,
>> ficava lá do lado de fora junto com >> ele sentava do lado de fora. Aí eu fiquei minha gente com amigo, ele tinha sendo do meu cartão porque na época não tinha >> eh aplicativo de [ __ ] não tinha nem celular, cara. >> Aí eu calo amor de Deus, saca R$ 200, 200 cruzeiros para mim, >> eu dava o cartão para ele, a minha senha é essa, >> tá? Ele ia sacar devolvia o cartão. Carinhos, preciso entregar essa carta h dois quartos anos que deixa comigo. >> Ele ia levava >> e mas ele
ia assistir o pânico caí. >> Uma vez que eu fui depositar um cheque pro Emílio meu alto, hein? >> Quase sumi. Falei: "Não, deixa eu depositar, vai >> quase". >> E aí tinha um mendigo na Paulista de verdade. >> Pensou se você tivesse sumido era outra história. >> Tinha um mendigo na Paulista de ver como chamava o mendigo Calxar para você. Ele >> falava assim foi o primeiro mendigo que >> ele começou a imitar o cara. Foi o primeiro. >> Era louco de pedra também. >> A primeira voz do meu dava para eles ou Pra
galera. >> Começou a imitar, começou a brincar. >> Eu ia almoçar de vez em quando com o Emílio na Paulista. A gente ia no estando centro bater perna e tinha esse cara na rua. Eu falava: "Emílio você tem que ver esse cara". >> O cara falava nada com nada. Ele >> a gente parava para conversar com o mendigo, morador de rua, vai. >> E ele trocava ideia, >> mas nada com Nada. Qual o seu nome? Ele falava: "Meu, eu não entendo até hoje, não sei se era Alec, Sand Júnior, vou cantar para vocês." Ele cantava
nada com nada. Aí ele falava: "Eu tô lançando um jogo chama Parasitano Casamar". >> É, eu lembrei disso. >> Mas como é que é isso? Ele falava que inventava. Aí ele falava que a que ele tava processando a Globo, porque a Globo, a novela que tá no arteiro, eu que escrevi não sei o que. Ele viajava. >> Devanei como é que era do quadrado? Quadrado. >> É, tinha, ele falava, ele falava assim, ó. Po, fazer uma pergunta para vocês, para mim, pro Emílio. Ele fala: "O homem tinha um quadrado, dentro do quadrado, o homem assinou
o risco. Qual o nome do O que significa o risco no quadrado do homem?" >> E você tinha que adivinhar, >> cara. Ele começou a fazer isso na rua, >> ele começou fazer na rádio. >> Como é que é? Me digo e eu repeti o que esse cara falou. O homem desenhou o quadrado. O homem desen do quadrado e assinou o risco. Que mais? O que significa o risco no quadrado? >> Ah, o Emílio deu apedido para ele de mendigo. Vou faz um mendigo aqui, pô. >> Nada a ver, me ficava essas loucuras. Aí eu
entrava, cantava umas músicas meio bêbado, sabe? Mas o C era muito tímido, >> muito envergonhado e muito inseguro. >> Mas era só rádio, né? >> É porque não, cara, a gente é seguro nas coisas que a gente tem. Você sabe que você faz bem, tá ligado? Eu tava me descobrindo, [ __ ] ali >> mas eu lembro que eu fazia o Paulo Jalasca e você me acompanhava para gravar as vinhetas e quando eu comecei a fazer um show em São Paulo em 99, ele ia nos shows comigo. >> O Japa, o Marcos Aguena produzir o
show comigo, dirigia e o Carlinhos ia no show lá, fica, tem foto sua lá na plateia no Artur Azevedo, aqui no Paulo Herirói Santa Mar, >> mas assistir >> e assistir >> e assistir o show. Bola foi no show também na época. >> Mas o o Aguena entrou só no no televisão ele na TV ou ele já trabalhava na rádio? fez um pouquinho da rádio. >> O mestre Ioda >> na TV ele fez o mestre Ioda. >> Yoda. Éoda. Era era fioda de fora. Ceará Fioda. Ceará tinha um, >> como chamava o teu camarinho imóvel.
>> Ah, que eu fazia o show das perucala do V. >> Não cabia num avan. Eu ia fazer o programa. >> Olha gente, é portátil. Era oito pessoas para carregar o negócio. >> Pô, também eram 15 cantores. Era peruca que eu não acabava mais. Aí um dia eu fiz o programa do Fábio Júnior. >> A Record mandou uma van e não cabia. [ __ ] mano, uma caixa cara >> pesada. Hoje em dia mais fácil alumínio e tal, mas a gente tem muita história. Eu lembro do Carlinhos e ele já imitava a risada do Luciano
Huk, fazia umas vozes engraçadas. Eu falava: "Carlinhos, você tem que falar com o velho, com Emílio, porque você tem talento". Não, não tem. Aí um dia ele entrou no estúdio Emílio, ó, ó, ele faz umas vozes. O Emílio nem deu bola para ele. >> Sério? Não deu bola para ele. Depois o Emílio viu que ele era muito engraçado, porque o Carlinhos morava perto ali da Granja Viana. >> É. E muitas vezes o Emílio foi conhecendo o Carlinhos, vendo que ele era um cara talento, dava carona para ele e viu o talento que ele nem sabia
que tinha. >> Joava ister. >> Ester >> Estter, minha primeira namorada. O que que tem? >> Não, porque eu eu meio que >> você não era casado com ela? Não, morava junto? >> Morava junto. >> Morei junto. É nunca casei. >> Comprava o pãozinho francês. Como é que é essa história que você botava? Pãozinho >> não pode contar. >> Não pode. Não pode. >> Melhor >> o bola só. >> Melhor não. >> Tá. Depois vocês me contam. morar no apartamento comigo com carioca. >> Sério? Você parou >> no par dinheiro. É. >> Ah, depois que
você parou >> foi >> e a bateria do >> melhor época das nossas vidas ali. >> Bateria do por quê? >> Porque era não era maravilhoso morar no pardeiro. >> Era >> que Mas a época do que pânico que era esse >> doando 97 98 >> só na rádio. Só >> só na rádio. >> E cara vocês duro e e feliz >> e a rádio tinha um apzinho que botava botava os locutores >> que vinham de fora de São Paulo. >> Gan pou. Sabe o que a gente fazia antes da TV? Eu lembro que uma
vez o Coordenador, não fala o nome do coordenador, >> qual que era >> que você estava com ator global, acho que era você vez, pegaram umas meninas. >> Ah, foi? >> E o cara dormindo aqui, o cara o cara tinha que dormir na rádio para trabalhar um coordenador, não fala o nome. >> Sim. Coordenador importantíssimo. >> Importantíssimo. Um cara, alto escalão da Jovem Pan. Esses malucos eu não tava, Eu não acreditei que eles fizeram. E tinha um ator da Globo que eu não >> ator da Globo de ponta. Ele grava, ele gravava com a gente,
ele gravava com a gente de máscara para não aparecer o ator de morte. Hora da morte. >> Cara, já vi essa história. Eu sei quem é. Eu sei quem é. Sei quem é o >> Henrique Henrique Henrique Henrique. >> E aí, essa história, como é que foi essa história? Que eu tava, eu ia trabalhar de manhã na rádio, quando, quando eu Acordei, eu falei: "Não, não tô acreditando". O que é que vocês fizeram? >> Eu >> os caras foram meu, foram pr pra Augusta rodar atrás de [ __ ] levou as [ __ ] para
apartamento maior zona em cima de uma do Marcelo. É. Rapaz, >> o Marcelo, o Marcelo Maurício, sabe? >> Marcelo Maurício >> quase deu uma entregada. >> Então, já era louco antes da televisão. >> Quase deu uma entregada. >> Era pr daí pro prânico da TV era só. >> Então a gente viu que fazendo isso chamar atenção. >> O bola uma vez tava no tava no hospital, lembra bola? O bola foi operar. >> Eu tirei pé da vesícula. >> Isso também é rádio. Só na rádio? >> Não, não, só rádio. >> Eu não lembro disso >>
aí, bicho. Eu tô no hospital >> e ele não recebe ninguém, né? Você sabe, Né? Fui eu e o Bod. Não recebe ningém. aqui o bod me visitar eu não sabia que chegaram os dois eu, pô, que legal, meio com dor tal >> tinha tomado umas >> bicho d a pouco isso aqui começa a dar uma causada e começa a gritar já é que tava pegando fogo. >> Ah, não. >> Na janela do quarto del >> não. Você não fez isso. Na janela do quarto delos No no samaritano, >> mano. >> Do sétimo andar. Eu
eu levantei bicho com as coisas. Hora que olho na gela os cara. Calma. O bombeiro tá vindo. Eu falei: "Mano, ó o que você fez, seu filha da [ __ ] Olha e os caras do do hospital vindo. Que que tá acontecendo? Eu esse filha da [ __ ] velho. >> Os cara, calma, não pula, não vou pular, [ __ ] O bombeiro tá vindo. Eu falei: "Meu Deus do céu, quero uns [ __ ] Nunca mais." >> Oi, o bola tá indo no hospital. Não, foi embora. Já teve alta. >> Mas sabe que eu
sabe que eu acho, cara? Você vocês tinham tanta vontade que desse certo, né, cara? Era uma coisa tão >> É, a gente tinha três meses para dar certo na televisão. >> Eu vou no toalete rapidinho, tá? >> Tinha três meses. >> Mas vocês conseguem lembrar a sensação De vocês de que aquilo podia dar muito certo e quando deu não é a mesma coisa. >> A gente não sabia que dar certo, >> tipo, a vontade de dar certo é muito maior do que quando dar certo você já tá no trabalho. Você não aproveita tanto. Quant lembro,
eu lembro direitinho. A primeira vez que nós passamos Fantástico. >> Eu não lembro. Eu não lembro disso. >> Pop. Ah, passaram. >> Ah, passar audiência. Audiência. Era uma Coisa que a gente nunca nunca achou que nunca ia acontecer. Não é isso >> não. O Faustão também. Faustão fantástico. >> A gente ainda mais na Rede TV, né? >> A gente dava cinco pontos, cara davam 20, 30. >> 30. >> Cara, vocês passaram fantasma. Passou fantástico. >> Mas com quê? >> Foi com Sandalorete usina. >> Não era sandália da >> Mas acho que alguns quadros passaram, empataram.
[ __ ] era um negócio tão absurdo. >> 10 minutos, 5 minutosi, era passar, >> sabe? Assim, >> cara, era ass era o assunto da segunda-feira na escola da galera >> numa, numa televisão desse tamanho. >> É, >> contra o gigante da >> Porque se fosse um SBT dava para sonhar, né, man? >> É, até lá, entendeu? >> Mas o SB o SBT dava muita audiência na época também. >> Claro, >> muita audiência. >> Muita audiência. Era briga feia, era Gugu, era Faustão, era Silvio mesmo. Era briga do Silvio, era nós. Por que que vocês
entraram no domingo no pior dia, né? Pensar. Não, mas isso que é legal. Eu vejo foi domingo, né? Você encontra a oportunidade na dificuldade. Eu acho que isso nos fez forte. Tinha antes. Você sabe o que que tinha antes do do Pânico? >> Não, tinha TV, era programa de esporte, a Luisa Mel. Mas assim, a nossa vontade, a, eu falo assim que a vontade de vencer tem que ser sempre maior do que o medo de dar errado. >> Com certeza. Então acho que todos estavam nessa mesma cintania, todo mundo Acreditou >> assim, porque a gente
queria ganhar dinheiro também, radialista, radialista, entendeu? Você quer ganhar dinheiro, você quer ficar famoso para trazer o quê? Uma vida melhor para todo mundo, não é? >> E aí foi uma oportunidade que a Jovem Pan nos deu >> e todo mundo com tempo depois quem que bancava metade Jovem Pan metade. >> O Tutinha foi o cara que tinha um Patrocinador, ach era vivo na época era Kaiser. Uma CV é Kaiser. CV Kaiser, né? Kaiser. Primeiro foi vivo. >> Kaiser vivo. >> O Tutinha conseguiu um patrocínio e a gente tinha três meses, se eu não me
engano. Tá me corriges >> para dar certo o programa >> para ser renovado. >> Para ser renovado. E aí depois entrou Kais que a gente foi no mercado municipal, você lembra Paulo? >> Teve uma uma >> festa coletiva e o negócio foi dando certo aqui. Então acho que todo mundo colocou ingrediente nesse bolo e fez essa massa crescer. >> Ah, Sabrina é desde o começo ou não? >> Ela desde o começo. >> Desde o começo. >> É mesmo. Ela saiu do Big Brother. Tava no piloto. Ela tava no piloto lá engraçado demais. Eu nunca me
esqueço. [ __ ] aposta dela. >> Ela saiu do Big Brother, ela foi dar entrevista pra gente no Pânico, >> na rádio. >> Na rádio. >> E aí rolou assim, >> ela não, ela sentou, >> a gente a gente foi lá, foi lá, foi lá, >> foi na rádio. >> E aí, tipo, sabia o big body legal? >> É. >> Mas você curtiu fazer big body bod? >> Curti. >> Monocilábico. >> Ela não falava, irmão. >> Mas era de vergonha. >> De ver? Ela não tinha mãe, cara. >> De macho ali, velho. Uma gata linda
macho. Al, ela não falava. Tenha vergonha. >> Mas ela desde ela depois ela começou a mostrar os dias, ela criancinha com com o pente cantando. >> Eu lembro uma escova, né? É, eu lembro. >> E ela falou assim, ó: "Eu vou ser famosa E a minha irmã vai ser a minha empresária." Eu lembro disso vontade. >> Sempre teve vontade, cara. >> Então, cara, eu acho, eu acho que a gente tem que ser grato. >> Eu falo de gratidão. E aí depois eu saí, é lógico que ninguém vai gostar quando você pede para sair. Mas eu
hoje olhando pelo retrovisor da vida, cara, eu encontrei o Emílio no casamento bola. Foi tão bom bater um papo assim. Eu acho tão legal porque a Gente >> começou do nada entrar, tipo, a galera já com produto dando certo. >> É outra coisa. >> É bom. >> O Edu foi um cara que entrou, tem a participação dele importante. O Gu Santana, >> mas o pânico raiz era você come? Mas assim, eu acho que o começo eram só radialistas. >> Era você, o carioca desde o começo. Claro. >> Bom, o começo mesmo. Bola. O primeiro Emílio
que é o maestro. >> Rádio ou TV. >> Ráo. >> Não, não. Na TV. >> Na TV. Então, vamos lá. Emílio Bola carioca. Eu, Carlinhos, Sabrina, Vinícius, o Viní desde o começo, o Marcos Aguenda, o Japa >> que homem bambu, >> homem bambu. >> Mulher Samambaia, >> mulher samambaia desde o começo. >> Desde o começo, >> desde o começo. >> A múmia quer saber. >> A múmia quer saber. As duas meninas lá, lembra que era >> as paniquetes? >> Isso tinham duas que era a Alessandra, que era morena e a Maris Quieres. >> Mariseres. Loirinha.
>> Loirinha. Lembro. Que [ __ ] foto legal Computador. >> Então foto, >> amigo, você tem noção que que >> ó que foto essa foto é linda. Eu publiquei essa foto aí e botaram eu com peito de >> publicou essa foto no Instagram. Pode mostrar aqui. >> Ah, olha essa foto aqui que legal. >> Só faltou a japa. >> Pera aí. Dá na mão. Pera aí, pô. Cabeça. Lá >> essa câmera aqui. Tá. Desculpa. >> Ó lá. >> Tá certo. >> Tira a mão de cima. Pera aí que você não entende. Você nunca trabalhou com
isso. >> Não, porque a gente tá com a câmera aqui do Google Earth, tá vendo aí? Angular aqui, ó. >> Mas essa, mas é uma reunião deuns caras que foram muito felizes, trabalharam num negócio histórico e estão se reunindo depois de um tempo assim. >> E a gente sempre, o Carlinhos vive lá comigo em casa, a gente vai tomar o bola nunca. Bola mistura que vai ser >> eu, meu amigo, eu para sair de casa vir. >> É, ele não se mistura. Bola Carlinhos vai lá em casa. >> Mas Carlinhos se chama ele para inteiro.
Vai ele o B qualquer coisa. Qualquer coisa eles vão na cracolâia qualquer lugar bola para ter que ir alguma coisa. Eu vou onde nos lugar de casa. >> Às vezes tem que ir, né, evento da do Spotify, tem que ir do YouTube. Aí eu falo, aí você faz, fica um pouco e sai fora. Amigo, amanhã, amanhã é feriado. Amanhã é feriado, eu tô com obra em casa, então se é dia do trabalho, eu vou trabalhar. Aí eu falei pra minha esposa, ó, sou um cara provedor, pega a nossa filha, vai curtir lá na casa dos
amigos. Hoje, hoje ela foi hoje de manhã, vai, el vai voltar domingo à noite, vai lá curtir, deixa porque ela, a merda tem alergia a poeira amante. >> Olha, filho da mim. >> E aí, cara? Amanhã eu vou acordar às 7, 8 da manhã, tem a galera trabalhando lá em casa. >> [ __ ] barulhão trabalho. >> Aí a Mirela, tipo, hoje o cara trabalhando na chibata. >> Que é isso? Foi a época que a gente aprontava, he Carlinhos, >> quando eu me separei, o Carlinhos e eu esse aqui muita festa. Eu esse aqui >>
é eu bola. >> Mas eu não tenho saudades não, sabia cara? Porque é tão bom estar com a família. >> Nós pegamos uma época é saudade. É que se você não tivesse e vivido você ia sentir falta. Viu um momento bom. Deixa eu falar uma coisa para você. Deixa eu falar uma coisa para você. Eu fiz a bobagem, não vou falar o nome. Quando o Pânico foi pra TV, meses antes, eu fui Morar com uma pessoa. >> [ __ ] bobagem nada por experiência. Não foi legal. Não foi legal. Vou te falar falar porque foi
bobagem. Mas foi uma bobagem vendação. Primeira mulher. >> Não, não, na primeira mulher porque eu sou um cara muito correto. Isso. >> Sou um cara. Quando eu, Então assim, a mulher que eu casei, que me deu uma filha linda, é a Mirela Santos, que a gente casou uma coisa certa. Bola casou Agora ano passado. >> O Carlos um dia vai casar. Eu acredito muito nisso. Se já fica a vontade de Deus. Não tenho vontade. >> Não tem vontade. >> Ah, mas vai te conhecer no seu falava também. >> Casou com 50. Não, eu não falo
que eu não vou, não falo que nunca vou casar. >> 57. Você também era de >> Eu era zero. O carioca del carioca e Gilson. >> A pessoa cara você encontra. A pessoa ou você sua cabeça mudou? A pessoa mudou minha cabeça. >> Você vai ver. >> Mas começou meio despretencioso >> com ela. >> Começou meio vamos namorar e tá ótimo. Tá tudo >> aí vai passando tempo. >> Aí eu eu tirei eu tirei um tumor da parótida que era benigno, graças a Deus e falei: "Puta, eu não vou. Eu morava Com o Cadu, porque
eu também fiz uma cirurgia no coração em 2020. >> E aí fui morar com Cadu." Aí eu fiquei, eu falei: "Puta, eu não vou ficar na casa do Cadu para ele cuidar de mim. É um saco." Falei: "Gabi, vou ficar na tua casa". Ela falou: "Pode ficar o cu de você. Tinha que trocar curativo, trocar sonda, não sei o quê." >> Você vê ness nessas horas que você vê que aí eu fiquei ama eu fiquei um ano e meio na casa dele. Eu falei: "Cara >> que legal cara. >> Você nunca tinha tido essa experiência,
né?" Então >> não. Morar esse tempo todo não. Não, não. E de companheirismo, né? >> É um estágio para valer para casamento. >> Eita que legal. Aí beleza. Voltei para casa. Começamos a conversar. Vamos falei, vamos morar junto >> para ver, né? >> Foi tão legal. Começamos procurar apartamento, achamos um apartamento e aí Moramos mais um mais um ano e pouco. [ __ ] vamos casar, vamos sabe tudo. Não foi nada forçado, nada, sabe, obrigado, nem da parte dela, nem da minha. >> Se ela chegasse, [ __ ] eu não quero casar, tá bom, >>
não sabe casar. Mas no começo do tica, você vê o carioca, você tem que casar e casar o [ __ ] Seu cu >> onde é que virou a chave? Foi o carioca que falou, Fre Gilson. Não foi o F Gilson. >> O dia que o F Gilson foi no [ __ ] >> falou, ele falou: "Tem que >> a Gabita vai e falou: "Você tem que casar na igreja perante a a Deus". >> E é diferente, >> o cara é diferente. É diferente. >> A aí vem a a responsa, né? Tipo, eu tô >>
tem uma galera de um presente tão legal, cara. >> O que que você acha que é, mano? Eu acho que aquela coisa espiritual mesmo, quando Deus fala como você é, É independente da sua religião ou se você não acredita, enfim, >> é diferente a a sensação de casar com alguém no casamento me deu um presente tão lei me deu uma bção paraal. >> Como assim? >> O papa 14 a bençou ele fazer piada. Pinto tá subindo. >> Não, a bênção no casamento não. >> Já fez uma você fez uma lá que você foi pedir desculpa
a ele, seu gzão. Desculpas. Ele fala as piadas, depois se arrepende. Ele foi pedir desculpa, >> ele quer fazer uma grainha. Não, eu fui homem, [ __ ] Eu posso fazer piada, eu posso errar fazer uma piada. Eu falei que ele bate [ __ ] >> E daí? Quem >> eu falei que o Frei J não bate [ __ ] E daí, >> mano? >> Tá beleza. Se passou. Por que se passou? Não, >> sério. Por que se passou? Você tem seus ídolos. Gustavo Lima tem o dele, Neymar tem o dele. Tem gente que gosta
da gente, tem gente que gosta do Então, ídolo, [ __ ] Tá >> ídolo. Eu não tenho ídolo e ponto. Aí eu fiz uma brincadeira aí no cas aí no casamento do Bola, que eu não sabia que ele ia fazer >> a a cerimônia. >> Só que, cara, eu tô nessa, eu tô em jejum, eu tô orando, tal. E quando você Vai fazer a piada, a piada ela pesa em mim, não é só no cara. Antigamente eu cagava e hoje pesa em mim. E eu encontrei ele. Aí falaram: "Ó, não vai falar nada com o
cara, o cara é um artista na [ __ ] do do por que ele veio me cumprimentar, eu puxei a mão dele, falei: "Tudo bem, >> falei: "Fiz uma piada com você essa semana, nem sei se você viu uma piada infeliz, feio, ruim, que Deus te abençoe, me perdoe pela piada. Se você Viu depois certou, fica tranquilo". >> E acabou. Tudo certo. >> Eu não conheço pessoalmente, mas todo mundo fala que ele é maravilhoso. O que que é a benção para Pau? >> É a bênção do papa abençoando o casamento. >> Mas como que é
que é isso? E, ele >> é um um quadro, fala aí, ele pega que o papa manda o papa Leão 14 abençoa meu nome, em nome da Gabi, o casamento de vocês, não sei o quê. O papa ele tem tem Que pedir isso lá. Ele trouxe no Vaticano. >> Agora aproveitando o gancho e bola. Tô lembrando agora que a minha mulher tava em Fortaleza ano passado, ano retrasado. >> E a gente conheceu >> você não terminou de falar por que que você se arrependeu de >> Não, eu vou já voltar aí, >> mas pegando o
gancho do Papa, olha que legal. >> É, a gente tá tá indo papo louco. Legal. A, a Mirela, a gente estava de férias em Fortaleza e conheceu lá na casa de de amigos uma menina que ia casar esse ano e ela falava pra Mirela: "Meu sonho é casar no Vaticano. A gente nem sabia que podia >> que podia". >> E aí a Mirela falou assim: "Eu tenho uma pessoa que vai realizar o teu sonho. >> Porque a gente sempre foi lá para fora pr pra Roma ali, né? E esse ano passado eu levei a Valentina
com a Mirela. A Gente foi lá no no ano do jubileu que é de 25 anos, que abre aquela porta >> é >> da igreja. Então a gente foi lá e aí essa menina falou lá em Fortaleza assim: "Ah, meu sonho é casar no Vaticano". A Mirela na hora solísta ligou para essa grade de de turismo que é a Edna. Beijo para você Edna. E semana passada tava em casa, a Mirela falou: "Olha, amor, deu certo que deu certo o quê?" A menina mandou uma mensagem, ela conseguiu Realizar o sonho dela. Poxa, >> casou no
Vaticano. Tudo eu falo que é contato, tudo é conexão. E o prazer que dá ajudar uma pessoa que nunca imaginou na vida como é que ela vai chegar lá. a felicidade dela >> tá casada >> graças a à Mirela, uma família linda, o pai se emocionou, a mãe, todo mundo católico. Então, ajudar é muito bacana quando você faz uma coisa bacana e se sentir feliz, >> não precisa nem agradecer, mas de você realizar um sonho numa pessoa. Então, lembrei disso. Agora, voltando à pergunta lá, por que que não foi legal? Porque se você pensar como
homem jovem, eu tinha 30 anos, pô, foi só gostosa. Você fala assim, quando o cara é menino, el fala, [ __ ] vou ficar conhecido, vou ficar famoso, ganhar dinheiro, quero curtir, mas que bom. O lado do bom é que eu não fui pro lado da pegação, >> porque eu não sou de trair as pessoas, Entendeu? Eu não sou de sacanear. É minha mulher, eu tô casado com a minha, ela vai fazer 15 anos, tem uma filha linda, não sou, fala assim, ó, vou casei, acabou baladinha, acabou festinha. >> É, a minha casa é é
sagrada ali, cara. É só vai quem eu amo, família. E quem eu acho que tem um coração bom, vai ser amigo para sempre, independente dos negócios que eu venho fazer. Bola nunca fui. O Carlinhos sentiu isso. >> Virei um puto amigo do Bodinho, Flávio Bod. >> Ah, o Bod também, amigo. >> Beijo para você, Bod. Hora certa para você. 9 horas mais. Vamos lá. Atenção, gente, Brasil. 9:14. >> 9:14. Bola quer sair, quer embora. Tem um jantar com a BMW. B até às 9 >> 9:30. >> Então, cara, isso é muito legal. Eu agradeço, mas
eu pensando agora aqui mais velho, talvez não deveria ter ter Feito essa união estável. >> Entendi. >> Mas pensando assim, talvez se eu não tivesse sido, eu iria ser um cara louco, iria pra farra, iria não iria guardar guardar dinheiro. Eu sempre guardei, mas não questão de guardar, questão de investir, queimar. Eu não tenho pena do cara que trabalhou numa Globo e ganhou um salário de 30 pau e começa a fazer >> [ __ ] o Carlinhos ele curtiu a vida. Tem que viver cada um, cada um, cada um, Cada um e eu respeito. >>
Tem que viver, senão depois vem alguém e toma tudo. Toma, viva. >> É porque ele tem uma experiência ruim com ele, sabe? >> Viva. Não, as melhores experiências. Eu tenho as piores experiências comigo. Vou dar minha vou dar minha opinião aqui. Caixão não tem gaveta, velório não se faz com caminão de mudança. Eu sempre falo que herança é aquilo que os mortos deixam para os vivos se matarem. Então Você tem que não é guardar dinheiro, entendeu? Porque a gente se mata, gasta saúde para ganhar dinheiro e quando quer se aposentar para poder cuidar do da
família, brincar com os netos, não tem saúde, gasta dinheiro para cuidar da saúde. Então uma merda. >> O que que eu falo? o equilíbrio. Então assim, se você coloca o dinheiro em primeiro plano, eu não coloco cada Mas é engraçado que para cada pessoa vou aproveitar a vida diferente. Tem amigo Meu >> aproveitar vida para mim, por exemplo, ficar em casa de boa. Adoro cachorrinha mul outra pessoa o cara fica em casa no final de semana fase, né? Tem vários tipos de fase. >> Tem gente que é aproveitar vida é viajar. >> Então assim eu
não troco de carro ainda, mas assim meu tesão é viajar, é ficar em casa. [ __ ] eu quero que o Bola vá em casa. Vamos lá, leva sua esposa, vamos Curtir. >> Eu sou igual a Jojô Todinho, velho. >> Por quê? >> Quem gosta de visita é presidiário, velho. >> Ah, vi essa frase aí maravilhoso. Não, não vai me visitar, não vai encher o meu saco na minha casa, >> nem no hospital que nunca precisa. >> Por favor, bicho. [ __ ] gente chata, velho. >> É, exatamente. Tem gente que é assim, Mas eu
gosto de receber pessoas boas. >> Não, eu também tô brincando. >> Pessoas boas e energia boa. >> Você quando você convida alguém é uma coisa. >> É >> porque tem uns mala que aparece do nada, né, meu? Meu irmão, teve vou contar uma coisa aqui agora, não vou falar nome >> Carlinho, o >> ele o B eles aparecem. >> Vou fal. Como assim? Aparece onde? >> Do nada Ceará. >> Ah, eu apareço. Chamou meu amigo. >> É o Ceará chamou. Abre os vinhos bom para que eu não tô bebendo, mas ele abre un vinhos bom
meus amigo tudo no mercado ali de tudo 50 conos. >> Eu vou mesmo. Chamou. Tô indo. >> É verdade. Eu não tomo vinho caro não. Tomo vinho barato. Os vinhos que eu tenho caros são amigos que dão porque sabe que eu gosto. Mas eu tomo cachaça pura. Eu amo cachaça pura da boa. >> E eu tomo bem, tá amigo? Quando tô de férias, aumentei um peso aí, tomo bem. Cachaça pur. Não fico bêbado porque eu como bem antes. E cada shot de cachaça é um copão desse d'água. Quando você viaja você experimenta a bebida do
lugar que eu bebi uma bebida lá tipo saquê da China. É bom para [ __ ] >> Mas não me tira do eu não fico bêbado. Os caras vamos embriagar o senhor me não tô competindo. A maior competição é é que eu gosto também >> nada. Que isso? >> Ah, lembrando de bebida de vóodica Brasil que a gente fez no pânico. >> Devodica Brasil. >> [ __ ] o Devodica tinha um The Voice >> cara tinha ficar bebaço ir lá cantar. O pânico era [ __ ] A gente a gente teve futebol, os bêbados contra
os anão. >> [ __ ] eu lembro disso, >> mano. Mas o pânico [ __ ] O pânico é o seguinte, ó. Nós vamos começar a gravar 9 horas, tá? Beleza. Aí, ah, chega no Lugar umas 7:30, tal. Então, a gente chegava, eu, o Carlinhos, o Carioca, o alfinete. 7:30. Para começar a gravar, tem 1 hora e meia. >> É. E tinha que ficar bêbado. Então você não ia tomando de boinha. O cara fazia um copo de vós com energética, você virava. >> Vraia. Foi que fizeram comigo. >> Você que me deu toque. >> Mais
um. >> Ah, >> bola fez isso comigo. >> Mais um. E você fala: "Tá bêb?" Não, tô bêbado. Tô de boa. >> Mais um. >> Hora que o negócio bati, mano. Conseguia andar. Ele fez isso comigo. >> A gente chutava os anão para cima, irmão. Eu mando campo, cara. Não, se eu eu não vou contar aqui o que eu fiz, porque não vou ficar com ódio de mim, porque eu fiz umas coisas que eu nem Lembrava. Lembra do CTN? >> Lembro. Eh, >> esse maluco falou assim: "Ceará, não adianta você interpretar que tá bêbado, cara.
>> Você tem que beber". Aí a gente chegou lá, foi pro camarote, >> pro ventilador e aí mandaram uma torre. Foi você e o Edu, né? Você foi nesse, não foi o Edu com a Babi panquet. >> Torre não foi comigo. É, >> bicho. Ele falou: "Ceará tem que beber". Mata >> uma torre assim, sei lá, 5 L de energético. Energético com vodica, meu irmão. Ah, não tá pegando não. >> É porque você toma rápido, hora que bate que devagarzinho você vai sentindo, amigo. >> Você vai tomando rápido, você fala: "Tô de boa, >> daí
a pouco faz to. Fodeu, cara. Você não sabe onde você tá, >> você não lembra, velho. Vodka e o whisky apagam a memóriaquila também é do Tequila da Torre Gêmea, lembra? E esse aqui uma vez, bicho, eu ele e o bod, cara, a gente muito na época antigo, 70. >> Ah, >> ia para [ __ ] e bebia. >> Era o do vesgo esse aí? >> Não, não. Vesgo era caribe. Verdade. >> E aí, bicho, a gente tomava >> caipirinha e começamos a tomar tequila. >> Mas é isso é loucura, >> mano. E começamos tequila
da torre gêmea. Você vai tomando, >> da pouco você branca, você despenca. Tequila derrubar, >> mano. Me deu um negócio, eu dizia, eu apaguei. Aí eu acordei, eu sentado assim num sofá assim. >> Para mim não derruba não, sabe? Nossa, eu acordei, velho. Toma 17. >> Eu acordei. >> Não pega. Toma só duas, [ __ ] >> Não, mas é água, bicho. Eu olhei pro Lado, tá o Carlinhos do meu lado sem ele tinha aquelas toucas do Seu Madruga, ele sem a touca. Hora que eu olho tinha uns oito chiclete no cabelo. >> Ah, cara,
>> eu olhei e falei: "Cara, carinho tá com chic, >> botei a mão no bolso, roubaram minha carteira. >> Vocês também são doidos, >> não? Eles que me levaram o B de boa. O filha da [ __ ] >> Não, mas de boa mais ou menos que levou teu carro, arrancou a roda do carro. Gomo da roda na guia. Eu queria >> conseguia dirigir. Se nosso amigo levou o carro, ele arrancou. E o Bod é o cara, o Bola é o cara mais vaidoso com o carro. Nunca vi do lava. Eu não parecid não. Eu
gosto de carro. O Bola também gosto. Só que o Bola cuida do carro, eu não cuido umas [ __ ] rodas, sabe? >> Bola cuida do carro, eu não. Eu gasta o carro, bola. Se deixar ele lava todo Dia. >> E fui pra casa do bod e acordei o dia seguinte, trem ruim, onde eu tô. >> Nossa, dor de cabeça. >> E o filha da [ __ ] saiu com a mina, me deixou e trancou a porta. Aí eu liguei, falei: "Onde você tá, cara? Tô voltando. Eu falei: "Pô, o cara me trancou na casa
dele, >> cara". >> Beleza. Desci. A hora que eu desci, que eu cheguei no portão, eu falei: "Caralho, meu carro tá muito perto da guia, velho. >> Ah, >> será que ele a hora que eu dei a volta no carro, irmão, ele arrancou um gomo da roda. Deu na guia. Não é que não é que ralou sempre gostou. Ele arrancou um gomo, queria matar ele. >> O Bola tinha um ninho, >> não, um ninho verde. >> O Bola ele já corria como se fosse um carro de da estcada um. >> Aí ele pegou um corcinho,
eu lembro >> o GSI vermelho, >> ele dirigia, irmão, como se tivesse no autódromo, >> aquele andava, aquele andava bola. Mas o Carlinhos depois pegou muito gosto pro carro. >> Eu sempre gostei muito de carro, sempre gostei. Primeiro carro do Carlinhos um Astra. >> Foi meu primeiro carro. Foi primeiro. A gente foi no botar, foi botar rodinha Também, lembra? E quando eu cheguei em São Paulo, eu tinha comprado um carro lá no Ceará, era um temprao preto, mano de couro. Meu segundo carro, eu tinha 23 anos. E eu falei assim, ó, deixa esse carro aqui
no Ceará, não vou levar para São Paulo, quero ver se eu me adapto a Jovem Pan para eu morar >> para ver se lógico, >> para ver se rola o negócio. Aí falei pro Tutinha, tal, beleza, >> senão eu volto para car, porque naquela Época, Vilela, não tinha rede social, >> não, Zé. >> E eu falei assim, Brasília para você são 9: 21. E naquela época eu falei, como é que eu vou fazer humor com a rede jovem pan? >> Aula de elefante aberta que sabe quando você abre o bueiro, bueiro do cemitério. >> E
naquela época eu não tinha internet para você saber qual a cultura de Fortaleza, a cultura de São Paulo, a cultura gíria, a expressão idiomática. Falei: "Meu Deus, como é que eu vou falar no Pânico pro Brasil inteiro? Como é que a minha piada vai funcionar?" E aí fiz, deu certo? >> Sim. E eu sempre pensei assim, o humoro é universal, se eu não tiver uma pedra falada, >> meu amigo, minha amiga, >> mas isso funciona eh na TV, no rádio não >> é no rádio. >> Então, bicho, eu comecei sempre a observar isso. Hoje é
fácil. O cara, o Cara observa tudo. >> Ele tá acabando com a Jub e ele escolhe a >> escolhendo a vermelhinha. Vermelhinha é que eu posso. Ele tá com raiva que ele não pode. Não gosto. Não sou muito f. Eu como eu como, cara. >> Então, bicho, hoje é mais fácil fazer humor no sentido de saber de saber que você pode falar. Ah, eu não sabia que era guri. Guri é a criança do Rio Grande do Sul. >> Aqui em São Paulo o quê? Moleque pivete. >> Molequeça. >> Então, uma vez eu fui para Porto
Alegre, a menina falou: "Ó, o guri lá". Eu achei que era um King Kong. Um gurila era um menino. Era um menino. >> Então tinha isso. Isso ó o gurilá. >> Mas aí, então era muito difícil. Entendi. Gorila >> lá. >> Ó o gurilá. >> Cadê o >> cacofonia isso chama? Então, cara, e hoje depois de quantos anos B? A gente vai fazer 30 anos que eu tô em São Paulo ano que vem. >> 30 anos. >> Eu cheguei em 97, o Carlinhos também, né, car? Eu >> fiquei 25 no Jovem Pan, [ __ ]
>> Então, sabe o que é legal? Que cada um aqui tem um históri. >> Você não tem vontade de voltar para lá, Ceará? >> Para onde? >> Pro Cear, pra Fortaleza, para Ceará. >> Eu vou sempre para passear, >> não voltar assim para morar, se aposentar ou levar família. >> Sabe o que é legal? A minha mul que nem sabe assim, ah, você não é do Ceará? Peguei, cara, eu sou cearense, tanto que eu carrego no nome. Ah, por que que você é Ceará? Não, porque eu nascium. >> É que você fez fono para perder
o sotaque. >> Não tenho fono nada. Meu não, meu R, meu R é o mesmo. Gostava do sotaque bola falou: "Eu tenho aquele sotaque, eu não tenho aquele sotaque, é aí PC tem, não tem?" É, o meu neutralizou. >> Então tem gente que trabalha com jornalismo que não tem sotaque. Eu tô aqui há 30 anos, pô. Cheguei com 24 anos, tenho mais tempo de São Paulo do que a idade que eu cheguei. >> E eu amo tanto essa cidade, se as pessoas soubessem a gratidão que eu Tenho pro São Paulo, pelas pessoas, por esse cara,
>> porque na época que eu cheguei, o Bola ficou muito triste, >> porque ele perdeu dois amigos que saiam do Batista, >> ele puxou o tapete de dois amigos do >> Não puxou, não foi ele >> não, mas ele ficou triste comigo, né? >> Eu fiquei triste, lógico, cara. Eu t Eu conheci os caras, a gente tá fazendo pânico ali a >> desde 93. >> Desde 93 junto, pô. Legal para [ __ ] >> Ah, vai trazer um cara legal. Tira o Bilo. Aí não, >> eu não sabia. Senão não teria nem nem ido. Falou
só teria nem os dois. >> Você falou isso, né? >> Mas na hora você fica chateado. >> E aí eu fui conquistando esse cara >> porque eu eu não quis nunca brigar com ninguém porque eu só sou o que eu sou porque a Jovem Pan me descobriu. >> Porque imagina e estaria com muito orgulho no Ceará fazendo show lá em pizzaria, churrascaria, >> [ __ ] >> Eh, televisão local. Mas eu tive uma grande oportunidade na minha vida e uma grande dificuldade também. Eu abracei, mesmo com medo, eu abracei. E eu falo isso, esses caras
eu tentei conquistar, eu lembro que o bola tava triste, aí ele saiu embora e fala: "Vou almoçar com quem?" E o Aguena, o japonês, >> o Japa >> tinha entrado em 96, ele me chamava para almoçar lá na Dirce. Aí eu fui conquistando os caras, fui fazendo, né? Pô, bola, precisar de mim, tá aqui o meu carro, vai pegar tu dar presente. >> Não, não é porque eu sempre quis assim, eu sou um cara agregador, não quero brigar com ninguém, mas já briguei, já briguei lá. Ah, Dirce, >> é, eu encontrei ela esses dias, mandou
um beijo para você. >> Ah, você vu bolinha? Fal, a gente já brigou, né, assim, escutar, discutir, não, de comí você discutiu? >> Eu já discuti, mas sabe a coisa de >> Não, mas brigar é criativa, por criativa, a parte criativa. >> O alfinete o Emílio na reunião >> tirou a camisa. >> Alfinete porrada, né? >> Tirou a camisa para ser na Mas era a cachaça. >> A cachaça. Claro. >> Como é que eu em tava lá? Ele não tava lá. Como é que é? Ele começar a discutir, ele vai arrancou a camisa e chamou
ele pro pau. Mas era >> como que é o Emílio chamando para >> lango langango. Soc as duas mãos. >> Lango. Lango. Lembra do >> Eu quebro a tua cara. >> Eu quebro a tua cara. >> Não é porque ali num determinado momento a turma começava a beber. >> É. >> Aí fodia né irmão? >> Aí revela >> cachaça com discussão de programa. >> Eu lembro a vez que eu discuti muito com Emílio. Eu acho que eu não contei pro Carlinhos. Eu nem contei pro Bola também. >> Época da rádio ou TV? >> Rádio TV.
Porque a Marlene Matos, ela fez a Xuxa, né? Xuxa tinha medo da Marlene Matos ali criada, né? >> Hoje não poderia mais. E a gente, eu sempre fui aquele cara, falei: "Pô, tenho que me valorizar porque ninguém sabe que eu nunca pedi aumento da Jovem Pan, mas eu sou grato a Jovem Pan. Eu fiquei 10 anos na Jovem Pan Bola também, Carlinhos também, porque eu usava aquilo, >> é, eu f eu usava, eu usava Jovem Pan como uma vitrine. >> Eu usava Jovem Pan como uma vitrine. Falei assim: "Cara, já que não vou Cobrar dinheiro
do ti, >> o cara já me deu oportunidade". E aí eu criava tipo, ah, vou fazer o Paulo Jalasca para fazer evento cor e corporativo, afiliada da Jovem Pan em Belém. >> E aí, Jovem Pan JP, Paulo Jalasca, o P no ao contrário com a logomarca da Jovem Pan. >> Sei. >> A gente falava para 70 filiadas. Eu falei: "Cara, ganhava um dinheirinho Para complementar, para comprar sempre >> fazendo negócio." >> E aí, uma vez que o P fez sucesso, eu bola carne, a gente ganhava muito pouco no começo. >> Ah, tá. Aí eu falei:
"Cara, meu irmão, se eu f se eu não, se eu não for paraa frente, eu vou ficar aqui no banco de reserva, essa [ __ ] vai passar, eu quero trabalhar, ganhar dinheiro, fazer meu >> agora é hora, >> agora é a hora". >> E aí tava puto já com a R TV, Pânico, falei, sabe uma coisa, meu irmão? Foi bola. Posso falar? Você foi comigo, você vesgo. Acho que Vinícius, nós fomos lá na Band. >> Eu não fui, eu dei um perdido. >> Aí eu peguei. Você lembtei em lugar nenhum. Aí eu falei, vesgo,
vamos lá, deixa comigo, vamos embora, vamos junto. Aí entrou eu, vesgo na sala com a ela foi ser diretoraagal da Band. >> Diretora artística ou diretora geral? >> Diretora artística. Artística, >> mas de tudo, né? >> Bem lembrado. Aí, bicho, o bolo ficou lá fora, o bolo fumava para [ __ ] Usava aquele cinto de de >> caubóy e o bola ficava assim, ó, >> né? Ficou. Eu não sei se o Vinícius foi, o Aguena, eu não lembro quem foi. >> Solando, Solando. >> E o Bola fumava sem parar, meio que preocupado de alguém reconhecer
a gente Lá, tal. >> E já tava começando o sucesso das sandálias da humildade. Eu falei: "Porra, tem que valorizar agora. Agora vai". >> Aí tava no momento muito >> aí a Marlene, eu lembro daquela empáfia dela assim, ó, porque fez a chucha, né? Aqui, ó, >> assim, eu aqui no lugar do Carlinhos, a Marlene aqui e você, Rodrigo. >> Eu mais velho tinha, sei lá, 31 anos, Rodrigo 22, 23. E a gente vamos tentar, vamos tentar. Vai dar certo. Eu nunca esqueço disso. Então, Marlene, olha, obrigado por você nos receber. Tô aqui com Rodrigo.
A gente faz o personagem do Pânico. O Tutinha é o dono da marca, não sabe que a gente tá aqui. Mas eu quero ser valorizado. Eu sei que isso aqui é uma fase. Se eu não aproveitar agora, >> a gente vou perder, pode passar outro, vai me substituir. E a vida e assim aconteceu isso. >> Então o seguinte, ó. Como é que vai ver? Ó, quem vai ficar aqui nesse negócio é quem tá com a gente aqui. E quanto vocês querem para para vir para cá? Eu mandei um valor >> puto absurdo. Mas é assim,
>> [ __ ] absurdo. >> Uma hora dá certo, tá? Aí, >> aí, escuta só, não é arrogância, isso é, não é ser arrogante, é ser confiante mesmo com medo. Lembra que eu falei? >> Autou a medalinha, velho. >> Irmão, eu mandei lá em cima olhando assim, mas sem titubear, olhar nos olhos. >> E o Vesco muito novinho, vesco que tinha 22 anos. Rodrigo, vai dar certo, acho a gente vai conseguir. Aí eu mandei ela fez assim, ó. ah, então então depois eu vou falar aqui com o pessoal que o John Saad, o pessoal aqui
da Band e a gente volta a a conversar, >> irmão. >> Aí me desce os dozinho aí, >> irmão. Outro dia, no outro dia na Jovem Pan, meio-dia e entrar o programa no ar, eu tive uma briga tão feia com Emílio que a gente se peitou, mas assim, coisa de, sabe, de ele é o mais velho, tinha um respeito e aí eu pitei, >> mas não por causa dessa reunião. >> Claro. >> Ah, >> quem era Marcelo Parada? Eu não conhecia, não lembro. O Parada >> o que que ele era do comercial, o que que
ele era. Ele trabalhava na Band. Ah, e ele viu >> e aí ele viu a gente lá, falou: "Ó, o Ceará foi lá com vez, a galera tava lá, a Marlene contou também, meu irmão, foi uma briga". Aí eu falei, irmão, fui mesmo, porque aqui a gente tem que ser valorizado. Isso aqui não é complô, não. Briguei feio e mais uma briga feia, tipo do alfinete. Só não, ele só não tirou a camisa. >> A briga foi feia. E aí eu me arrisquei. Poderia ter sido demitido. Podia nesse ponto. >> Não, mas não me demitiram
porque eles sabiam que não podiam demitir naquela época que era a época do áudio do da sandália da humildade. Beleza, não deu certo. >> Aí eu falei assim, Rodrigo, não foi dessa vez, mas eu queria. Meu sonho era que nem proposta, o meu sonho era que todos os apresentadores do Pânico Ganhasse o mesmo salário. Igual o Emílio sócio lá com Tutin. Tudo bem, mas que o Bola ganhasse igual Carlinhos porque para ficar todo mundo para não ter aquela ciira. Irmão, aí vale Rodrigo, não foi dessa vez, mas calma, vai dar certo, irmão. Dois anos depois,
época de renovação, Carlinhos, lembra disso? Bola também contrata. >> Era época de renovação. >> E aí o Áugo, o o Besg Silvio tava Momento, né, porque outros chegaram depois, fizeram mais sucesso ou igual, enfim, arregaçando. Eu falei: "Rodrigo, >> regaçando, agora é a hora. >> Agora é a hora". E Rodrigo também é Rodrigo é bom de O Rodrigo é bom de negócio, é bom de também de O Rodrigo é bom, tá estudando mercado financeiro. E aí um dia o Tutinha passou, meu, não sei o quê, não sei imitar o Tutinha, meu. O seguinte, Ceará, vamos
sentar para renovar contrato aqui, meu. Peguei Tutinha, pô, legal, vamos sentar sim, mas como eu tô fazendo dupla com vesgo, eu acho legal a gente conversar >> junto, porque pra gente tá ganhando igual, né? Ah, não, meu. Vamos conversar com que Tutinha, por favor, ver o Emílio. Eu vou ligar aqui pro Rodrigo. Ah, então tá bom. Amanhã, meu, no vírgula. que era do lado do Jovem P. É isso. É portal. >> Aí falei: "Rodrigo, tô aqui com Tutinho Emília. Amanhã o Tutinho quer conversar Com a gente no vírgula. Você vem aqui tá horário que depois
do pânico na rádio a gente vai se reunir lá. Beleza? Aí já fala da renovação. Amigo bolinha, você não sabe dessa história? >> Acho que não. >> Eita! >> Vou até tomar uma água aqui para falar mais devagar. molhar o bico. >> E acabou o pânico. Eu fui com o Rodrigo, ele pode confirmar isso. Lá no vírgula, tinha mais ou menos uns 30 colaboradores Que funcionários, né? E tinha uma salinha fechada de dry wall. >> Sei. >> Não era tipo alvenaria, dava para ouvir tudo. >> Super fino. É. >> E o Tutinha com aquela bombinha
dele, né, >> falando, cara, o dono, o cara gênio, né? O cara que fundou tudo isso, é o cara que teve a ideia, >> criador, >> criador, o cara que me trouxe para cá. E aí eu falei: "Cara, irmão, tem que melhorar. Eu tenho fidelidade para [ __ ] Eu tô aqui há 10 anos com o mesmo salário, nunca cobrei nada, inventei coisa para ganhar dinheiro. Agora vai." Aí ele falou: "Então, meu vou renovar com você para me intimidar, né?" Então, legal. Tutinha também, ó, vou te pagar tanto. Falei: "Tu tinha, cara". >> Era mais
ou era mesmo valor? >> Não, menos do que eu queria. Não é, não é projeto para mim, Vilel, vou falar uma coisa. Ele não pode ser ganancioso, ele tem que ser ambicioso. >> É diferente. >> Todo mundo colocou ali, todo mundo colocou o ingrediente. Eu não quero ganhar mais que o dono. Mas se você só sabe multiplicar e somar e não sabe dividir e quer só diminuir, você não vai fazer isso comigo. >> E não é ser arrogante, é ser confiante mesmo com medo. Aí eu falei: "Tutinha, não vou te pagar tanto, meu. Falei: Tutinha,
vamos melhorar aqui um pouquinho. Não, não vou te mandar." Subiu a Nunca tinha levantado a voz para mim em 10, 12 anos. Meu, juro. Você tá achando o que que você é mais que o pânico, meu? Peguei não, Tutinha. É porque não, meu. É o seguinte, ó. Então, seginte, você vai trabalhar, quer quer trabalhar na Globo, Fazer igual o fulano de tal que foi, não foi nada, feitinha, não tem comparação, cada um é cada um, então vou te mandar embora. Aí começou hoje seria, hoje seria >> um negócio sério, né? >> E o, e o
Rodrigo tava junto, >> o Rodrigo novinho, quietinho. Aí eu falei assim: "Tutinha, é o seguinte, olhando assim, sem piscar, você não vai me mandar embora. Eu que não trabalho mais com você, eu não vou assinar Contrato com você. Aí, então tá bom, meu. Sai da minha sala, vamos embora, Rodrigo. E >> aí eu já tava bem, morava Moema, já tinha um carro bom, sempre botei o dinheiro para trabalhar para mim e eu e o Rodrigo, o Rodrigo, né, a gente tem que fazer alguma coisa, vamos fazer tal. Eu acho que o correto, Rodrigo, é ligar
pra Mônica Pimentel. Vamos ligar, vamos ligar para ela. Eu liguei do Viva Voz, a diretora artística da Rede TV era o o Bonnie. >> Mônica. >> Ela ela era da Rede TV. Ret. Mônica Pimentão. Encontrei com ela outro dia aqui. Querida demais, sou grato a ela demais. >> Era que mandava lá. >> Eu não quero ser prolí que a história é grande, mas eu vou tentar compactá-la. >> Mas é verdade, mas é bom você sa Mas é bom você saber disso. Eu já sei, pô. Mas é legal a galera saber. Olha o que que é
A vida. A vida, a vida é movimento. Se você parar, meu irmão, vão te atropelar. >> E o que aconteceu? Mônica, tudo bem? Tô aqui com Rodrigo. A gente, ó, tá ligando para te agradecer que a gente não vai renovar com Tutinha, com a Rede TV. Como assim? Não, que eu fui conversar com Tutinho. Houve ali um >> um desentendimento. >> Um desentendimento. Então quero te agradecer. Aí ela falou: "Não, não, não, vem aqui conversar com a gente não, mas Eu não vou trabalhar lá". Fui lá, ela vem aqui. Sentei. Lembra que eu falei da
Marlene Mas que dois anos depois não deu certo? >> É, >> dessa vez deu. >> Você jogou lá em cima? >> Eu falei: "Então, Mônica, não, não, mas assina com a Rede TV". Eu falei: "Tá bom, vamos assinar." Vamos. Mas assim, Mônica, olha, eu não quero nada mais que o Rodrigo, a gente tá em dupla para Ganhar igual. Quanto vocês querem? Eu falei: >> "Tanto tanto." >> Ela >> assustou. Sério? Peguei sério, mano. Nem mais, nem menos. Ah, mas estão te procurando. Ninguém tá procurando a gente. Não tem, >> não tem para onde ir. Não
é leilão. Não é leilão. Não é leilão. Ah, então tá bom. Ligou na minha frente pros donos. Amil da Levo e Marcelo de Carvalho. >> Tá. Marcelo veio aqui já. >> É. Tá bom. Então, >> careta. >> É, tá bom, tá bom, tá bom. Tá, tá. Ceará vesgo. O Marcelo topô, >> o Amilker também. Então, segunda-feira nós vamos levar os contratos lá na hold da da RTV ali na Faria Lima com a Jinch. >> Mas qual seria o problema, por exemplo, de assinar com a RTV em vez de ser que >> ia ser através do
Tutinha, >> mas sabe o que aconteceu? Não ia aí que Vou te contar >> porque o Pânico é da jovem. >> Então o contrato sempre era com a jovem pânica, >> sempre via tutinha com a jovem com contrato amarrado, entendeu? >> Que tá todo mundo entre aspas. >> Ah, é na dificuldade que você vive oportunidade. >> Aí tá bom. Aí falei: "Ó, ô Mônica, você fala com a Carina Sato, que ela é minha empresária da Sabrina também. E a Sabrina ia renovar contrato, só que a Karina Sato, muito inteligente, advogada da Votorantin, falou: "Ô, segunda-feira
chegou lá com a Mônica, o meu contrato, o do Rodrigues Carpa e da Sabrina. >> Ah, já colocou da Sabrina?" >> Só que a Sabrina não tava no auge dela, ela não fazia daqueles quadros. Aí, então a Carina contou para mim que ela ganhava menos que a gente, porque eu falei: "Vo que a gente tá na >> daqui a pouco vai ser outro, vai ser Outra". E se o cara não souber aproveitar, quem vai aproveitar quem é o dono, que o patrão quer negociar. Beleza. Sabe o que aconteceu? Na hora que chegou o contrato, eu
falei com a Car, mas vem cá, cadê a assinatura dos donos >> da TV e a testemunha? Não, eles falaram para assinar depois. Aí, aí, >> foi que foi que ele fez comigo, Marcelo de Carvalho. >> Foi, mas escuta isso aqui pra galera Quando tiver negociando. Não, não, não. Escuta aqui para quando tiver negociando. Ninguém, ninguém me ensinou isso. Porque se eu negociei o meu contrato em 97, quando a Jovem Pan foi me buscar, eu falei: "Cara, eu vou aproveitar qu assinasse sem eles ter assinado." >> Escute só, tem um negócio chamado contrato de gaveta.
É porque com o Carlinhos galera brinca muito, mas isso aqui é para ajudar Também você que tá aí achando que a tua vida acabou. >> Não é brincadeira não, isso é sério. >> Isso é muito sério. Ele passou por isso. >> Assinou comigo. Sabe assinou comigo e com outro. >> Você que é empresário, eu tô errado. >> Assinou. Assinou comigo >> o cara. O cara engaveta sem ele assinar. >> O projeto que foi para lá depois do pânico, não vou falar o nome do programa, era para mim, era para eu e o A gente assinou.
>> Depois de dois dias ele falou: "Ó, o Amilcare achou muito não sei o quê". Eu assinei o ful o meu amigo assinou, ele assinou. Faltava do Amilcre. Então era pegadinha. >> Ah, >> pegadinha do carota. Porque segura por quê? >> O cara fala: "Ó, é muito legal o projeto bacana, só que tá um pouquinho". Então, >> mas o que que ele ganha com isso? Ele Ele engavetando? >> Não, não é engavetando. Ele queria, ele falou: "Ó, milc achou um pouco alto, vamos tirar um pouquinho que é pra gente assinar." Tá bom, tirar, vamos fazer.
Não, mas pera aí. A gente combinou tanto, é tanto, irmão. Não, vamos tirar um pouquinho não. Não vamos enfrar. >> Eu vou falar aqui por mim >> na hora. É Deus que manda. É, não, não. Deus que manda essa calma. >> Porque isso não sou eu, cara. Aí foi na Hora uma luz que veio, o Rodrigo também, eu sou muito grato ao Rodrigo, vesco. E aí eu falei: "Beleza, Mônica, mas cadê a assinatura da galera aqui dos donos?" Amigo, amigo, ah, vão assinar depois. Peguei e Carina ali na hora e não, a gente não vai
assinar depois. Assim, ó, pela minha vida, pela vida da minha filha que tem 11 anos, que é a maior tesouro da vida. >> Para de jurar pela tua filha, >> não é verdade? Aí eu falei assim, Mônica, olha só, eu e a Carine Rodrigo estamos conversando aqui que nós vamos assinar quando os donos assinarem com as testemunhas. Então vamos fazer de próprio punho. Francisco Wellington de Moura Muniz em artes se ouviu do Pânico, Ceará, CPF tal, >> RG tal, me comprometo assinar o contrato quando o mesmo e de todos os que estão aqui presentes eh
estiverem assinados pelos donos de próprio punho. >> Data tal, minha assinatura do V Sabrina. Beleza, irmão. Aí que entra a advogada, viu, doutora? Doutora eh >> Mara da Macena. Ela genialmente >> hum >> a Karina Sato, eu liguei para ela na segunda-feira, eu falei: "Me comprometo assinar o contrato quando o mesmo chegar reconhecido firma, assinado pelos donos, pelas testemunhas, >> cada um vacinar se tiver assim". Quando foi segunda-feira, chegou o contrato na Casa do Rodrigo, chegou o contrato na casa da Sabrina e na minha casa. Aí mesmo assim eu fui último a sinal assinado por
eles, >> assinado por todos por eles. Eu liguei pra Carina Sato, minha empresa, >> você é advogada, >> tá tudo certo? Tá tudo certo? Tá reconhecido o firme direitinho, tá assinado? Tudo bom? Doutor, abrir o contrato. Posso assinar? Não vou ler o contrato. Confio em você. Tá bom. V Aqui. Rubriquei cada página. Assinei. Carlinhos. À noite eu, Sabrina e Rodrigo com a Karina Sat fomos para um jantar a gente brindar que a gente conseguiu ganhar bem. E mérito, sabe de quem? De todos ali. >> Claro, >> que se arriscaram. E aí dentro do grupo ficou
uma cira porque os caras jogavam, ah, vocês estão ganhando menos porque é culpa do Ceará e do Vesgo e criou-se uma inimizade. É verdade. Vesgo, >> ficou isso mesmo. >> Vesgo e Silvio. >> Fou um clima. Ficou um clima >> contra Carlinhos e Vinícius que fazia o glu e o Mano Quietinho. Não ficou assim, amigo. Por isso que eles foram para Record. >> Ficou. >> Ficou porque porque valorizaram X. Só que por vou dar um exemplo besta. Vai. Vamos supor que o Pânico batesse, né? Um exemplo. 14 14 13 pontos de pico. >> Tá. O
vô no vô tava numa época muito [ __ ] E o vô não vô a gente >> já ia substituir, por isso que aproveitei o momento. Não, não ia substituir. É, eles podiam usar como jogo. Tava na >> O vô no vou v no vô, irmão. Era uma materinhazinha simples para para crescer o pano. Pegava ali com quatro, entregava com oito, 10, >> subia pr [ __ ] >> Aí eu falei: "Porra, a nossa matéria sobe cinco. A dos caras vão lá dar um pico de 13 para pí. A gente não vai ser não. Veja
bem que não sei o que." Aí o Vinícius foi lá na Record. >> O Vinícius foi na Record. A >> o Vinícius foi na Record. Foi na Record. Aí eu fiquei assim, né, porque a dona Margou que me colocou lá, eu dis, pô, sou prata da casa, tudo tinha Emílio, pô, eu cresci lá, minha faculdade, só que como ele fez parceria com o Vinícius Para ganhar com com Vin para ganhar força como dupla, eu fiz com o Viní Viníus falou: "Você tá comigo?" Eu >> Vinícius olhar mais. Aham. Ele foi na Record e a Record
fez uma proposta, eu peguei, conversei com o Emílio. Aí o Emílio ficou meu >> putaço, >> putaço. Já, já contei essa história. Vou resumir para não ficar tamanho muito grande, porque o Ceará já, já, né? Já já contei dessa história. E e >> teve a Maren Matos também que entrou na história Tutinha também pegou pilha com Vinícius, não queria mais o Vinícius, tal. E eu falei pro Emílio, ó, eu não quero porque eu não fui valorizado, eu vou lá com o Vinícius, né? Os caras fizeram dupla, eu tô fazendo dupla também, tal. Aí o Emílio
começou uma correria com Tutinha, aí [ __ ] eu falei, não falo. A minha advogada começou a falar com o Emílio. Aí cara, eu tô indo pra rádio no dia seguinte, olha que Loucura isso. No dia seguinte, só que eu sou, eu eu fui muito homem, tá ligado? Não é me vendero peixe. Vendendo peixe. Aí o Emílio, aí o Emílio me ligou, eu tava atrasado indo paraa rádio no Alameda Santos com a minha advogada do lado já para para falar que não ia ficar. Aí ele me ligou meio-dia, eu falei: "Fodeu, lá vem esporro, né?
Já tá puto comigo." Meio-dia eu não cheguei ainda. >> [ __ ] [ __ ] cadê você, meu? Consegui A parada, [ __ ] Corre aqui. >> O aumento, né? >> E eu já indo para falar: "Não, não, não era aumento. >> Não era, >> não era aumento não." >> Aí cheguei lá, Tutinho e Emílio, comecei a conversar quase 3 horas de reunião, tal. Não. Então a gente decidiu aqui. Pá, o Tuta não quer mais o Vinícius. O contrato do Vinícius é seu. Você vai ganhar tanto. Ou seja, era o meu aumento Com dobrado. Vale.
É. >> Aí cara, eu ia ser, eu não ia dormir nunca mais na minha vida. Fala pro Vinícius, ó, Vinícius, vai lá para Record que eu não vou. >> Aí eu tive que ir com o cara. Então, >> foi homem, foi macho pr [ __ ] >> Saí sem querer sair. Eu falo isso de coração, pela parceria e também pelo que ele tava falando. Não é que não me valorizaram, valorizaram, mas pelo momento que a gente estava, a gente Merecia. Daqui a pouco você vai pro banco, igual jogador. >> Pela realidade, pela realidade da televisão,
pela grana que tava entrando e a gente meio que já sabia, a gente tava sendo muito pouco valorizado. Esse aqui, ó, prata da casa. Era um dos caras, entre aspas, a gente tinha vergonha, um dos caras que no começo, né, Godinha, os caras, >> ele que fez o pânico. Era >> todo mundo achando que era sócio do Caro. Tu tinha chegou, sentou, sentou o c >> Mas não pode, pô. Tinha te valorizado do começo. Se o cara, >> você vai ganhar tanto, você vai ganhar tanto, você vai ganhar tanto. Quando você, a tua matéria der
resultado, a gente aumenta você e diminui o outro. Eu, >> mas não pode ser assim. Mas nunca aconteceu isso. Nunca foi meritocracia. Nunca, nunca aconteceu. Porque você Assinar? Ó, minha matéria subiu. Ah, tá. Quando renovar for renovar, você já tá de novo. É, >> entendeu? >> Então isso as pessoas não sabem essas histórias. Então isso aqui não é para você ser arrogante, peitar se >> Mas é por isso que a galera não entende às vezes porque porque dá problema em banda, porque tá problema em time de futebol, porque é muito interessante, é sempre o ego,
o orgulho, a vaidade, o Apego e a [ __ ] do dinheiro. >> E não só isso. >> Não é só isso, também é sonho. É é plan. Cada um tem um sonho. >> Você acha que eu não queria ver o Bola andando no melhor carro? >> Lógico, cara. >> Por que que o Bola foi lá comigo? Eu queria que ele também, f, olhando para você, eu queria que você realizasse seu sonho. O Bola sempre gostou de carro. Eu sempre que tem uma, quis ter uma casa, Hoje eu tenho uma casa. Eu falei: "Pô, um
dia eu vou casar, ten uma família, uma mulher maravilhosa, filhos, vou ter." Eu eu me via fazendo isso, eu me via dentro. E aí, mérito também meu, que eu não vou me colocar para baixo, eu peitei. Poderia ter dado tudo errado, poderia ter perdido emprego, >> mas eu confiava mesmo com medo. Falei assim: "Cara, ou vai agora, não vai, não deu certo na Band com a Marlene Matos, eu acho que vai dar certo". Não, porque Eu tava, a gente tava no auge que se ouviu e eu sabia, daqui a pouco vai vir outra dupla, outro
cara, outra menina e vão colocar a gente o quê? >> Escanteio >> na hora da renovação. Ah, meu, vamos pagar menos para você. Porque cara, não é, >> a gente é um produto, >> se você não souber valorizar o seu produto, >> não vão te valorizar. Todo mundo vai Colocar preço. E tem coisa que não é preço, é valor. Tem o valor do talento dele, o valor da pessoa e do talento dele. Enfim, todo mundo tá ali, repito, colocando ingrediente para aquele bolo crescer. >> Mas hoje em dia, por exemplo, vocês tem uma relação boa
com o Emílio. Você também, >> mas o Emílio, o meu, o Emílio não é meu amigo aqui da minha casa, como eu ia na casa dele, porque lógico que fica o >> Emílio não vai na casa de ninguém. Fica fica. Ele fala de mim lá no programa, eu falo dele. Eu tenho carinho. Mas assim, cara, às vezes é amigo, não é quando você vê todo dia. Amigo meu também que não é de ir na casa, cara. >> Mas assim, tem amigos que eu conto eh algumas coisas. Car todo santo dia. Agora eu vejo mais raramente,
né? O que ele precisar, ele pode contar comigo. Se >> amigo tem que ser, não precisa estar. Mas tem uma coisa que eu carrego. Eu não falo nada para ninguém. Muitas vezes nem para pai. Eu não tenho mais nem mãe, nem irmão para ninguém, nem pra esposa. O que o que ninguém sabe, ninguém estraga. >> É verdade. >> Como assim? >> Antes, anes você fechar. Ah, sim. Eu vou eu vou Ô fulano, eu vou trocar o carro agora, pegar um carro quatro vezes mais caro. Não fala, não fala, cara. >> Aí o dinheiro não sai,
o financiamento não vai, não aprova. Então assim, o que é que eu aprendi? >> Calado. Fica calado. Não fala que vai fazer estreia, aparece. E aí quando alguém chegar com invento, fala: "IG cara, eu consegui, tô pagando aqui no leasing de 4 anos. Se quiser também eu consigo para você lá o vendedor que vai te dar um desconto de 30% se precisar eu te dou uma força porque você já tira a [ __ ] da inveja do cara". >> Porque uma inveja ela é essa linha tênue, ela anda do lado da admiração. A diferença é
a dosagem. >> E e cada um de vocês tinha um sonho. O do Bola gostava de carro, de moto. >> Sempre gostou Bolinha. >> E você qual que era o seu? Era casa. Sonho era ter uma família, casar, casa, tanto que assim eu não troco de carro, então tudo eu faço boas parcerias, eu invisto meu dinheiro não gastando, mas viajando. Fiquei 18 dias lá fora, não Para me mostrar, é que eu quero que é meor investimento, é cultura. A minha filha com 11 anos conhece Portugal, >> foi lá para Portugal com 5 anos, foi pros
Estados Unidos três vezes, foi com 2 anos. Ah, mas não vai levar uma criança pra Disney com 2 anos. Ela lembra até hoje foi com quatro. Não é, são sonhos. Calado >> assim, agora tá na hora de trocar o carro, mas se eu vou trocar se foi um negócio bom de sonho, entendeu? >> Eu não tenho sonho nenhum, >> sério, >> nada. Da onde eu vim, cara? Meu sonho era ter um carrinho simples, né? >> Não, mas quando os melhores carros, então quando começou o pânico, no cara, meu sonho ter um carrinho legal para eu
andar e uma pena legal para morar. Sempre tive >> X5, X5, X6, >> os melhores os melhores relógios Range Rover, BM para [ __ ] >> Todos os carros tinha gastava, >> gastava, vivia, né? >> Graças a Deus. É, cada um é de um jeito, entendeu? Ardado tinha tomado tudo. Picareta que existe no mundo toma tudo. Se >> arrependi por causa disso. E hoje ele tá com cabeçudo de novo. Óbvio. >> E ele tá com a cabeça, tipo, eu acho muito legal dele. Eu falo, chamo ele lá para casa. Eu e o Carlinhos, a gente
tem uma ligação muito grande. Eu sempre Gostei do Carlinhos, eu achei ele um cara de um coração bola também. Mas o Carlinhos tá mais agora, a gente tá muito junto, né, Carlinhos? >> Pr caramba. Vai e os amigos deles são meus amigos. Eu gosto muito do Carlinhos mesmo e eu quero ver meu amigo para continuar o que ele acredita, seja com dinheiro, seja perto de Deus, o que ele quiser vouar feliz. Então como eu eu fiquei tão feliz e emocionado quando eu fui no casamento do Bola, que eu vi o Bola, que eu conheço, eu
fiquei tão feliz, um abraço dele, vius amigos, sai toda a galera junto, foi uma coisa emocionante >> pr [ __ ] >> Emocionante. Eu vi o Boli, falei: "Caralho, eu eu não choro. Quando eu vi o Bola casando, falei: "Cara, você tá com a mulher que tá contigo, que legal". A mulher dele, eu não não sabia que ela era mulher dele, Gabi Correa, >> ela me deu entrevista no meu podcast que Ela criou o Late Drive, que é o aplicativo onde você >> tipo Uber mulher que as mulheres comemoraram para caramba, cara. >> E aí,
antes dela casar com ele, eu a conheci em 2023, a gente entrevistou porque a a produtora falou: "Tem essa moça que é legal para [ __ ] empreendedora". E quando eu soube que ele casou com uma mulher legal, que tem, não sabe, a mente no lugar, que pensa também, >> cara, você vê aí, o cara com 57 anos, tá hiper mega feliz. Pois é, >> então eu fico feliz com meus amigos. >> Ô, ô, Santa, manda a pergunta do pessoal aí. >> Manda que eu preciso ir embora, pelo amor de Deus. >> É, o Diego
Araújo mandou: "Cará, qual que é o nome daquele remédio para diabete que você comentou no começo do galera?" >> Olha, tô, eu não tô ganhando nada para Falar desse remédio. Até coincidentemente eu fiz agora um trabalho com o Dr. Draus Varela, eu e várias pessoas. E aí quando os caras viram, eu falei: "Pô, é para esse remédio?" Já tava até contratado. Pô, eu usei esse remédio que aí o médico tem que passar, não vai tomar por conta própria. >> Eu tava ficando diabético, chama glifage >> 500 XR. Eu tomo. >> Você toma? >> Tomo. >>
Custa sabe o quê? Na época custava R$ 7 R$ 8. >> Quatro cruzeiro. >> [ __ ] >> Farmácia popular. Não tô fazendo comercial não. Faz uma bola, você pega de graça. >> Vai falar com o médico. O que que é bola? Ele controla. >> É médico para diabetes. >> E aquilo me curou. Meu a galera gastando dinheiro com as coisas mais caras de fora. Então tudo é publicidade, né? >> Você pega de graça na farmácia popular, você vai com a receita >> é de um laboratório chamado MERK, >> tá? >> Então não é publicidade
não, tá? Eu comprava para fazer e coincidentemente eles me contrataram. Quando eu fui ver assim, caramba, eu assinei o contrato Com negó, era uma esse não tinha um remédio lá. Falei: "Porra, então é de vocês o remédio?" É. Falei: "Cara, eu tomava, eu comprava na farmácia de caixas e caixas e caixas. >> Tomei durante o quê? Meu Deus, um ano, dois anos. E aí não precisei mais porque voltou, porque eu nunca esqueci do que o médico falou para mim, ó, será, você é pré-diabético, então imagina que tem uma cidade lá na frente chamado chamada Diabetes,
a cidade diabetes. Esse remédio vai fazer com que você antes de chegar na cidade >> desvia, >> desvia ali pela rotatória e volte, >> car, >> porque depois que você vira diabético, o negócio é sério, >> não tem retorno, é difícil. >> É. Aí o cara, já viu gente que perde a visão, o cara não cicatriza, o cara perde dedo. É um negócio muito >> jurou, perdeu a visão, né? É por >> não tem mais ereção. >> E aí, cara, esse remédio me salvou, juro para você, >> verdadeira mina. Ah, eu trouxe o presente para
vocês aqui, >> porque eu tô colocando na minha casa. >> É, é um para cada um, cara. Isso é maravilhoso. >> Traz aqui. Não, traz a traz aí a C. Cadê o pega os dois ali, os três, ó. Cadê o do apresentador? >> Ó, >> é um negócio que eu coloquei na Isso aqui é o seguinte, você fala como é que você vive hoje. Não depende só de televisão. Graças a Deus, eu adoro televisão. Mas é verdade. Isso aqui, >> ó, o meu já tô vendendo. >> Cadê o apresentador? Qual do Carlinhos aí? >> O
meu já tô vendendo antes de abrir caros. Mora sozinho. >> Quanto custa? >> Que que é isso aqui? >> O quê? >> Dá o do É do Vilel. Esse aí >> qual que é o meu? >> Bolinha pra Gabi. >> Obrigado. Tamanho da caixa. >> Não, abre aqui, tu vai ver. >> Por que que a minha é pequena? Eu não quero mais. Cabe aqui. Não cabe. Abre o >> você consegue abrir aí, ó, do lado. >> Você mora, você mora sozinho, Carlinhos. >> Por isso que foi tudo pensado aqui. Bola Tá casado. Vai ganhar onde?
Abre o teu vilão. >> Obrigado, irmão. >> Me ajuda aqui. >> Isso aqui, gente, segura aqui. Tem quear >> ou não? >> Não tem um bola viaja o mundo. Eu viajei também algumas vezes. Isso, cara. >> Isso aqui. Deixa ali colocar. Pega o teu, Evilela. Pega bola. Isso aqui é seu pra Gabi. A tua mulher vai amar. >> Que isso, mano? Bonito. >> Tem várias cores, ó. Pr [ __ ] >> Esse é do Carlinhos. Carlinhos, tira aí a caixa. Tira a caixa, por favor. Pode jogar a caixa fora. >> Vou explicar isso aqui. >>
Acho que é para secar a toalha. Exatamente, amigo. Tá chegando o inverno em São Paulo. Bola isso aqui. Pariu >> e isso aqui eu sou um cara que eu não perco a viagem. Como eu sei que vocês são, >> aí eu penduro isso aqui na parede assim. >> Não, não, você não, você não toba. >> Deixa eu. Você quer Carlinhos? Por que que eu peguei isso para você? Não é porque é o menor por causa de você. Não. Vou te dar até o maior depois. >> Não, eu já tô vendendo já. Ô, vou dar. Você
quer de três ou de quatro? Lá ele quatro toalhas. Três toalhas. Tá morando sozinho agora, né, >> irmão? Esse toalheiro >> chama Thermolux. >> Es toalha aqui, ó. >> Tem várias cores. Tem ouro, tem dourado, mais claro, champanhe. >> Eu quero dourado. Dá para ter um dourado? >> Dá. Vai pegar, tá? O meu troca. Eu pego. >> Eu pego o branco. >> É, não tem mais. >> O seu é dourado. >> Você vai mandar na casa de cada um, tá bom? >> Ele ele troca lá. >> Para mim tanto faz. >> E aí eu falei
assim, cara, eu tava agora instalando o meu em casa, não foi? Vê lá na internet lá, mostra o vídeo. Tava instalando, falei assim: "Cara, eu vou levar pro Vilela, que é um anfitrião, já me chamou há quatro, cinco vezes que eu venho aqui, vai tá o Carlinhos, que é meu amigo, bola meu amigo, eu quero presentear os caras". >> Não, hoje, hoje, cara, eu vou te falar uma coisa, são é uma reunião de pessoas Que eu gosto para caramba, que eu respeito para caramba para mim aqui hoje em dia hoje era um dia que eu,
cara, não via a hora de chegar >> e eu vou explicar. Mostra aqui na câmera. Mostra pra câmera que bola. >> Esse aquecedor, ele toca música, tá? Você coloca ali, imagina no inverno agora você sai do banho quentinho, a toalha tá quentinha. >> Ah, mano, >> quentinha, Thermolux, >> coisa de banheiro ou cinco estrelas tem um aplicativo. Explica já >> tem aplicativo. Vem, depois eu trago aqui o empresário. Vem aqui para você aparecer. Uma vez eu grudei. Uma vez eu fui pr pro sítio da bigode dele. >> Belo bigode tem 32 anos. Esse rapaz pode
falar. Isso aí rodou. Rodou sem óleo, né? >> Não. Fala aqui. Gabriel Mota. Esse aqui virou meu parceiro de negócios. >> Ó a câmera lá. >> Senta aqui na cadeira invisível. Ó lá a câmera >> fã do Pânico Doente. Por isso que ele veio aqui comigo. Eu tô sem carro. O meu carro tá na oficina. Senta aí. >> Senta aí. Fica aqui, amigo. Senta aqui, amigo. >> Eu tô assistindo aqui só história legal, cara. Desde aqui praticamente é uma escola, cara. Uma escola. Cada história aqui até >> de como saber e negociar, né? [ __
] que Pariu. Só [ __ ] >> pode falar, [ __ ] Tira, tira da boca. Então, vou explicar o seguinte. Eu só entro nos negócios que eu gosto, tenho na minha casa. Eu tava lá agora com ele instalando no meu banheiro de casal da Mirela, no quarto da minha filha. Falei assim, ó. E eu como eu gosto de receber. Falei: "Gabriel, seguro para você. B, >> Gabriel, vai colocar nos quartos, nos banheiros dos hóspedes, vai receber os meus amigos, as pessoas que eu gosto. E Aí eu falei: "Quero levar pro Bola, pro Carlinhos, pro
Vilema." >> Muito obrigado, [ __ ] >> A tua mulher vai amar, >> vai amar de um jeito que toca música. Explica, explica aí, ô Gabriel. >> Cara, é empresa brasileira, >> isso gruda na parede ou no chão. >> Vamos respeitar a empresa nacional que é o primeiro toalheiro smart do mundo. >> Mundo. >> A gente tá chegando em Milão agora. >> Semana passada tava em Milão na feira. Ele levou. É. Então, negócio. Brasileiro, nacional. É, vocês vão gostar demais. >> É demais. Toca música e fala as funções aí. >> Ó, primeiro que a gente
tem o nosso aplicativo. Mostra aqui que tem a Google Earth aqui que vai mostrar. >> Abre aqui tua senha que eu não sei ainda. >> O único que tem o aplicativo. Então Aqui, ó, você consegue. Esses aqui são os da minha casa, né? Você clica aqui, ó. Você consegue ligar o seu toalheiro antes de chegar em casa. >> Conectividade com Alexa. Eu vi. >> Tem conectividade com Alexa. Então você fala: "Alexa, preparar banho. >> Música, velho. >> Alexa, preparar banho. Ele liga a música que você pré-selecionou. Liga na na temperatura 60º esterilizada. Vocês vão me
ligar, vocês vão me ligar. Não é Presente de grego, né? Coisa fina. Pô, esse cara é tão perfeccionista. Eu sou detalhista também, perfeccionista. Ele falou: "Ceará, as minhas arquitetas decoradoras estão levando agora o kit da Termolux pra feira de Milão, que é a maior feira de de quê? >> Móveis, decoração, arquitetura. A França da moda é Milão, arquitetura, né?" Ah, na Itália os carros, né? O bola sabe muito mais dita tudo a Itália. E aí eu falei, eu quero presentear e também não Só vocês, tá? Que são meus amigos e você que sempre me chama
aqui, já vim com Mirela. >> Eu posso aproveitar o espaço da tua grande audiência aqui, galera? Negócio bom é negócio para todo mundo. Você que tá me vendo agora aqui colocando o cupomar, você vai ter 20% comprando qualquer linha, quatro toalhas, seis toalh cor. >> O gerente ficou louco. O gerente não qu >> Você deixa ele fazer isso, cara? >> Deixa. Eu falei assim, você tá comigo ou não tá? Eu vou no podcast de audiência, >> não combinei nada com ninguém, mas assim, eu quero vender, vender, vender, vender e quero presentear. Quem pode também fazer
isso, mas assim, 20%, amigo, é um [ __ ] de um desconto. >> [ __ ] desconto. >> Então você vai comprar isso aí >> parcela em 12 lá. >> Parcela em 12. Vai entrar agora no site, é no site, tá? Coloca lá cupom Ceará se Você precisar. Você que morauxbr.com.br. >> Você que mora no Sul, Sudeste, vai chegar o frio agora, maio, junho. >> Vender isso aqui, a gente >> coloca no >> Vamos vender isso lá em Camp. Fechou hotel em Campos. O cara comprou 40. >> Eu tenho casa na montanha lá. Vou colocar
lá, cara. >> Aqui tem uma telinha que dá para pô papel de parede. >> Como ele é o dono do programa, você vai Dar >> o logo do papel de parede >> olhando aqui para vocês. Ele tem uma casa na montanha agora vai fazer muito frio. É Campo Jordão. >> Eu não vou falar a cidade, mas é é perto. >> Perto. >> Então você vai quantos toalhos dá para ele da casa? Dar mais um para ele. >> Vamos. Pode ser os banheiros. Escolhe o banheiro. Escolhe a cor. A cor que você Quiser. >> E você
que tá nos vendo agora, nos ouvindo, obrigado pelo carinho. Então >> ela tem que ser vista. Claro, claro. Vista. >> Lá em casa eu coloquei o prata, >> quatro toalhas, porque mulher ela usa toalha aqui para sair do banho e o turbante da Sheik. >> Pode crer. >> A Valentina a gente colocou. >> A Valentina a gente colocou >> é o de toalha de rosto e também o de três toalhas. >> E lá em casa, casal, quatro toalhas. >> Bolinha. >> Que demais, man.Ó, esse aqui, Carlinhos, eu vou trocar para você, tá, meu irmão. Você
é meu amigo. >> Você é pro solteiro. >> O bod, cadê o bode? Ligou o Flávio? Ele falou que queria também. Ah, esse é o B. Eu conheci ele por telefone. Coisa boa. >> Thermolux. >> Lux. >> Exato. >> Alexia toca música, esquenta a toalha. Você sai do banho de uma pessoa naquele frio de 10º. >> Nosso slogan é assim, sensação de spa todo dia, né? Coisa boa. Porque hoje o banho é tem o clube do prêmio premium também que a gente tá lançando na nossa comunidade para trazer a galera dos arquitetos ou enfim nossos
também os nossos clientes. E quando você chega em Casa cansado, o que que você faz? Que que você consegue fazer? O seu banho, né? O seu momento de relaxar. É, >> tem até um meme da da Eliana falando isso, falando: "O que que você faz quando você chega em casa? >> Apaga a luz, né? Aí começa a tocar o >> Deixa eu falar da esposa dele que ela que manda. Gabi Correia. Ó, você que vai, você que gosta de casa, Gabi, que eu sei que tá dizendo da casa, pega o eletricista, é fácil de instalar,
tá Bom? 220, né? >> É 220, tem 110, tem biv. >> Precisar trocar eu troco para você. Bola 220. >> Esse é bivol. >> Bivolt. E o do vilelã? >> Acho que aqui são todos bivoltes. A gente vai confirmar, >> tá? Então, aproveitando aqui a grande audiência, nada combinado, a gente tá aprendendo, aprendendo estar na casa de produto Legal, cara. [ __ ] >> e se você não gostar da cor, a gente troca para você, tá? Cinco cores, >> cinco modelos. >> Vila, queria fez vilela quiser porque >> ô Vilela, e lá em casa em
obra, eu tô fazendo área gourmet e eu vou trocar dos quartos de hóspedes amanhã. O quarto da Valentina tá instalado, o meu tá instalado. Eu falei: "Cara, os meus amigos e o anfitrião tem que >> Você viu que a gente gosta de coisa Diferente? Você viu o banheiro aqui? Olit >> viu o vaso? Esse vaso eu não tenho ainda. Vou te pedir para mandar a Itolet. Vai mandar para você. Bom pr caramba. O negócio mais espetacular que eu já vi. >> Tem também lá, >> pô. Não é bom, cara. E >> vem o jatinho nos
olhos da goiaba. Quem >> inventou isso foi o japonês ou ou o Chinês? Is american japonês. Essas coisas toilets. É um negócio espetacular. >> A gente fica meio velho, esquece da tecnologia, pelo menos. >> Não, eu sou vidr, eu não sei você bola. Eu eu adoro, >> eu não sou muito tecnologia, não. Sou de sabe de logo de cara já tecnológico. Você gostou? Tecnologia que agrega o conforto galera curte muito passada. >> Não, isso daqui eu nem sabia que tinha >> toca música e pô Alexa, [ __ ] >> Tem aquele ditado de velho que
fala assim: "Quem meu filho beija é minha boca dócila, né?" >> Então a gente tô colocando as cortinas em casa. Aí eu coloquei no quarto da Valentina essas motorizadas, pô. O quarto dela foi feito há 7 anos. Aí a Jan RR curtindo falou Ceará: "Eu vou dar de presente a Alexa para Alexia pra Valentina". Cara, aí você olha no quarto, a Valentina, Alexa, tocar Música, Alexia, me despertar com essa música. Alex, >> al coração, >> cara. E aí eu falei, e a gente fica meio velho esquece dessas coisas. Então, pod >> tá falando isso, tá
acionando um monte de Alex agora na casa da das pessoas. >> Então, isso aqui >> é tão é um produto tecnológico como os vasos que eu não tenho ainda, já falaram que vão colocar lá em casa. Não sei que Marca que é. White é maravilos. >> Mas eu não sei qual a marca, mas assim eu quero compartilhar a alegria que eu tô tendo em casa e o Gabriel sabe, ano que vem nós vamos pra Itália lá pra feira deão. Semana que vem você vai pra China, né? >> Exato. >> Pô, acabei de voltar de lá.
>> Maravilhoso. >> Tem um mês lá ano passado. >> Daqui a três meses também aquela pinga Que você falou. >> É. >> E em breve aí novos novos novos. >> Pega aquela garrafa triangular aí que eu trouxe para mostrar pr os caras aí. >> Tem um modelo novo que vai vamos lançar agora daqui uns mais ou menos uns dois meses. >> Mas esse aqui é agora, ó. É agora. Esse aqui, ó. 20% usando o cupom Ceará no site Thermolux. Thermolux BR é o nosso chat www. Deixar Um comentário fazer isso, amigo? Posso fazer isso? >>
Um comentário fixado. Ó, cach embora, pelo amor de Deus. >> Ó que linda, hein? Que bonito. Quer que isso aí? Tu vai tomar agora? >> Essa que é tu vai tomar? Eu tomo agora que pode pegar o copinho aí. Eu tomo agora. >> Abrir. Tá vendo, cara? >> De que cachaça tá dando cachaça? >> Não, pra gente beber de arroz >> agora. É maravilhosa, eu amo. >> Ó, tô tomando bronca aqui, cara. Vai, vai lá, vai lá. Mas tudo bem, a gente continuar aí mais um pouco. Abraço pr Bw >> a gente, >> lógico. Quiser
>> nos que cachaça. Obrigado. Você >> nome aqui, amigo, fala o nome da cachaça. Que cachaça? >> Sei lá. Cachaça. Sei lá, para você tomar. Se você não tomar, você vai tomar aquele lugarzinho. >> Nossa, que cachaça, Garlin. >> Não é cheirosa. >> É de arroz, cara. De arroz. >> É um perfume. Segura aqui, vou botar. Segura aqui, bola. Segura aqui que eu vou botar um pouquinho de >> Não, velho. Eu tô falando sério. >> Que cachaça cheirosa. >> Nem abri. Vou experimentar agora. >> O Ceará tá Ipioca 160. Tem as marcas que eu sou
do Ceará. >> Carlos, vem beber com a gente aqui. >> Não tem esse cheiro, tá gente? Não tem, não tem, não tem. Pelo >> tá dirigindo. Você não vai tomar que você tá dirigindo. >> Ah, eu tô de motorista hoje. Só se eu tomar um volta de >> Deixa o car, meu irmãozinho. Deixa eu dar um beijo em você. Eu tô me sentindo em casa, >> mas tá maquinha aqui sempre foi assim, >> cara. Que gosto diferente. >> Obrigado pelo presente, >> bigoda. >> O bigoda falou que quer tomar um golinho aqui. >> Vem cá,
vem cá. Obrigado. >> Mas você não tá dirigindo não, né, bigoda? Ah, então beleza. >> Perfeito. >> Tá bom. >> Obrigado, viu? Bola você me diga assim. Toda felicidade do mundo, cara. Você Precisa tocar quatro toalhas, >> você vai ver que casamento é a melhor coisa do mundo. Bom, >> precisar de quatro, eu troco para você. Já visto. >> Vê com a patroa, escolhe a cor direitinho. >> O dele é dourado. Tem que ser o dourado paraar os metais. >> Aí ele vê lá a cor. Bortte. >> Fechou. >> A cachaça é sua. Essa é
cachaça. Mas você >> é teu patrocinador ou não? >> Não. Comprei lá de Eu achei bonita a embalagem. Ai, tu tá, tu abriu pra gente tomar aqui só para ver, claro, só para ver o gosto mesmo. >> Você vendeu muita cueca da marca lá, como chama? Da >> Insider. >> Insider. >> Vendemos >> Brasil teve um episódio. >> Assiste o episódio 7 horas, eu, ele e o Carlinho aqui. >> 7 horas. Você ficou de cueca. >> Você também. >> Eu também. >> Você se trocou aqui em F. >> Parece que viram aquele meu pintinho murso
aqui de cabeça de tartaruga. Apareceu. Não apareceu. >> Mas minha bunda apareceu. Apareceu Pouco. >> Veja esse episódio. Foram 7 horas me ou menos. >> É, >> mas vendeu cueca depois ou muita cueca. Então tá bom. Então ajudamos aí. Que bom ajudar a o podcastou. >> Valeu, Gabriel. >> Depois de 15 minutos de merchan, >> faz o melhor pra galera, tá? Sempre. >> Manda aí. Ô, >> vamos brindar, amigo. Quem vai beber? >> Eu não tô bebendo. >> Não tá bebendo? >> Eu não tô dirigindo. Meu carro tá na oficina ali. Eu vou trocar meu
carro, hein. Eu vou pegar, eu vou, eu quero pegar um carro híbrido ou só elétrico. Eu coloquei em casa agora. Volvo, né, cara? Bid. >> Você tem energia fotovoltaica aqui? Que bom. >> E solar. A minha coloquei, >> aliás, Solar e e você colocou Wallbox que é o carregador de carro. >> Eu tenho tudo isso. Já olhei na frente, mas eu não tenho carro ainda. >> Ué, você já tem antes de >> Claro, olhei lá na frente porque eu não de carro. Aí então agora eu falei pra Mirela, eu vou pegar dois carros, >> um
híbrido e um gasolina ou não? >> Eu quero um para rodar na cidade e um pra minha senhora no dia a dia. Então, >> então assim, >> brindemos. É isso. >> Vai tomar mesmo? >> Vou. >> É o quê? Cachaça ou tequila? >> Cachaça. >> Japonesa. >> É tira. Nossa, legal. >> Já conhece bem japonesa, Carlinhos? Fala aí com a propriedade. >> Fala aí da >> cara que cachaça gostosa, cara. >> É, ela tem um gosto no final diferente. >> Por quê? >> É. >> Hã? >> Não, depois você vai tomar. Chega lá em casa.
>> Um ano eu ia tomar um quartinho. >> Não, tudo bem. Toma um quarto. Vai tomar quarto, sala, cozinha. Vai tomar. >> O Jean Daniel mandou: "Quando o CQC chegou, foi uma ameaça ao pânico?" >> Ceará, Ceará. Responde você. >> Não, você, você, você. Você tá no ritmo. Isso vai. >> Nunca. Para mim não. Eu não sei pros caras. Veio quanto tempo depois? Veio no auge de você. >> Veio em 2008. A gente 2003 já. Porque o CQC muito >> o CQC é que assim, tem gente que tem uma cira, [ __ ] tem espaço
para todo mundo. >> E era diferente, a proposta era diferente, >> diferente. O CQC é um produto da Argentina, iworks que virou depois Quatro, era quatro cabeças e depois iworks, né? que era >> do Diego Gebel, que hoje é dono da Fishbox, que é uma produtora. >> Eu lembro que na época, >> acho que não é, >> eu não me preocupei com isso. Não sei, eu nunca tive essa visão de ah vai não, irmão. >> Mas tinha nos bastidores um medo assim de de >> da minha parte não, nem do Carlinhos não. Você sentiu isso?
>> Eu não. Zero. Porque porque o tipo o nosso tipo de humor é totalmente diferente. Achaça boa da [ __ ] >> É cara, é muito boa. >> [ __ ] que boa, cara. [ __ ] ainda bem que >> E você entende, né? [ __ ] manja. >> Eu gosto. Essa aqui é de arroz. Eu nunca vi cachaça de arroz. >> É. Você sabe que eu tomei um whisk japonês. Falei: "Ah, whisky japonês. O Whisky é >> o quem levou para mim? Quem levou para mim foi o Paulo Franc? Eu fui com um amigo
meu lá de Floripa. Eu fui com um amigo meu lá de Floripa. Ele falou: "Pô, tô comendo num restaurante aqui no itali. >> Nunca ia comprar um whisk japonês espetacular." Eu fi, eu não lembro o nome, eu tomei uma dose com esse meu amigo no quadrada. É, >> eu tomei uma dose com esse meu amigo no Itarí. >> R$ 300. Uma dose. >> O quê? A dose R$ 300. >> R$ 300. Uma dose. >> Ele falou, ele falou que é um dos melhores whisk do mundo. Japonês. Tem dois. Tem um que é meio ouro, outro
é prata. Sei lá ele. Aí ele me deu esse de car. >> O diretor artístico. >> Nada a ver com isco normal assim. O gosto, >> cara, é diferente. É diferente. >> O diretor artístico da na época da Record, o Paulo Franco, foi no meu aniversário lá em casa. Eu nunca tinha visto o whisk japonês. Que levou, acho que era uma garrafa pretinha assim, pequena. E eu tomei um dos melhores whiskys da minha vida. Que fala: "Ah, o whisky é escocês". Ah, >> é, >> cara. Mas tanto que a garrafa secou lá Qu Mas secou
assim duas horas, 1 hora, sei se lá. >> E o dia seguinte de boa? Assim, >> de boa. Porque que eu falei, eu como bem, eu tomo água, eu não gosto de ficar bêbado, eu não gosto de perder o convite. >> E outra coisa, se eu bêbado não eu se eu bêbo, não gosto de dirigir, eu fico em casa. >> Dav champ passou mal, tá sair a francesa, vai pro quarto, >> já dorme ali, beleza. Mas cara, ele levou uma cachaça já cachaça, um pô >> experimentar agora, cara. Vou atrás. >> Eu não lembro o
nome agora. Você gosta de whisky? Você é bebedor de whisky? Gosto, gosto. Acho que eu vou gostar então, né? >> Será que é o mesmo? Galinhos. >> Não sei. Quer que pergunte meu amigo aqui para >> pergunta o nome. Era uma garrafinha preta pequena. O Paulo Franco. Se o Paulo Franco, grande diretor de TV, >> tiver nos vendo e ouvindo, pode mandar aqui o nome para >> outra coisa, que que vocês acham que vai virar televisão agora? >> Achar. O brasileiro tem a mania sempre que tem certeza do que acha, né? É, todo mundo fala,
eu tenho certeza, mas eu acho. Então, sempre falo que eu acredito, não dá para saber, mas as pessoas manhã: "Ah, mas a internet vai acabar com Rádio, não acabou, >> não acabou, né? >> Teve essa convergência. Ah, eh, podcast vai acabar com rádio, não acabou, >> não, >> né? A TV ela teve que se unir à modernidade, a televisão, a, a, à internet e e até falar a linguagem. Então, hoje em dia a TV tá trazendo os grandes caras da internet. E muita gente da TV tá indo para pra internet. >> Exatamente. É, >> tipo,
sai da Globo, abre um canal, jornalista tá fazendo seu canal. >> O cara acha às vezes, ah, sair da TV, não vou sobreviver. Se você Isso, cara, >> se você sair do palco, ficar de plateia e ver o que as oportunidades que a vida tá dando, a minha mulher tem um canal, >> um dos primeiros de família, de pessoa pública, que é o Mi na real, mi de Mirela e MI de mina. Essa mina é real, é o dia a dia. Vai lá, passa o aspirador, Sai dali, deixa a filha na escola, passa na feira.
Aí eu também mostro que eu tô fazendo, trabalhando, gravando, não sei o quê. Vai ali, desfila, faz uma campanha, volta para casa, entendeu? A realidade. E vai fazer agora é em setembro, dia 25, 10 anos. Então, a Valentina, >> 10 anos de canal. >> É, a Valentina tinha do anos, ela vai fazer 12. >> Eu lembro no comecinho. >> Então, eh, a gente sempre trabalhou esse canal com os parceiros. Agora eu tô fazendo a área gormelha, ela vai preparar os pratos que a ela adora cozinhar, fazer rabada, massa. E aí ela, a gente tá trazendo
as marcas para patrocinarem também o lado de comida que ela gosta. A Valentina também quando eu vejo ela tá fazendo algum prato da internet lá, um doce. >> Então é isso, é a família tem que viver e não sobreviver, né? Porque a gente Convive bem. E eu tenho essa coisa. Falei: "Mirela, se eu tiver que sair da televisão, tiver que te empresari você valentina, eu fico backstage". Entendeu? Então, a minha família é a minha vida é a minha moeda, é o meu produto. Eu tenho que ficar ali sempre ali coordenando, ajudando, porque eu não quero
só aparecer, sabe, Vila, eu quero tipo trabalhar. >> Ah, você achou R,900 a garrafa. É, é garrafa pretinhas. >> Eu vou mostrar aqui >> onde é que ela tá aparecendo o monitor. Cadê o monitor? Monitor aí do seu lado, hein. >> Ah, tá. Não, aqui eu ganhei era uma quadradinha, tipo desse tamanho. >> A garrafa assim, quadradinha. Essa aqui é triangular, mas deve ser boa também. >> Deve ser boa. >> Quanto aqui a dose. >> A dose. Eu paguei R. O cara pagou R$ 300, um amigo meu. Eu não pago uma Garrafa num bar ali
no Ití. O cara compra barato, vai vender a dose, vai ganha muito mais vendendo a dose do que a garrafa, né, gente? Ô Vil, você tá lendo aí as perguntas para? Tô não tô ouvindo que o pessoal tá comentando. Manda aí que você não tem briga. O Bola ficou preso lá e o cara foi abrir lá ao portão. >> Ah, tá. Você falou do CQC. Para mim nunca teve problema. Agora alguns colegas que eu não sei o nome agora, não Lembro falaram que tinha nas externas porque a gente tinha oportunidade de pegar um famoso internacional.
>> Aí, tipo, muitas vezes as pessoas falavam: "Ah, o Pânico atrapalha porque, >> ah, poxa, o TV Fama tinha uma pergunta, a Band tinha uma pergunta". Então, >> você entraram gritando, atravessou todo mundo. >> Aí, pô, o CQC não pegou. Então, assim, tinha uma rivalidade dos diretores, por exemplo, como o Pânico pegou o artista Tal e você >> não conseguiu. >> É, e você, Danilo Gentile, você que mais que para externo? Andreoli, >> o Rafa Cortez, não pegou lá o fulano. >> Aí que acontecia, tinha um problema também, >> não pra gente, mas para eles,
porque a gente era domingo já entregava ali a matéria, a galera ia ver a matéria na segunda porque eu sei que era segunda à noite. Então a gente furava, Teoricamente, dava a matéria primeiro e mostrava o artista primeiro. Mas, [ __ ] a pegada era diferente, né? O nosso approach com os caras é mais louco, mais incisivo, vamos dizer. que os caras eram eram era pergunta mais de roteiro, >> é um pouco mais de de >> um programa de sucesso eu gostavaccê, eu não perdia também gostavac. >> Só acho que se fosse na época boa
do CQC ia ia fazer sucesso agora na época da eleição agora. Imagina >> eu acho que não deveria ter acabado nem o pânico nem o CQC pode fazer nada. Então se fosse se pudesse ser os caras mesmo já contaram aqui, acabou se aqucer porque começaram a a pico também não podia mais imitar Lula não podia imitar. Eu não podia mais imitar Lula carioca não podia mais imitar de Sim senhor. >> Eu não sabia ordem de cima. Ordem de cima. Não podia mais imitar Lula, não podia mais fazer Dilma, não podia fazer Certos tipos de piada.
>> Vou falar por quê? Vou falar por quê? Se vocês analisar a TV, ela é dona ali do prédio dela, das câmeras do >> Mas é uma concessão. Então quem manda é o governo que tá. >> É se encher muito saco do car. >> Se você começar a falar do político tal, aí o presidente vai falar: "Porra, manda luz". >> Não, pior que não é nem isso. Ameaça, Ameaça não era nem concessão. >> Porque além da concessão, >> Concessão, lembra do Calbin? Além da além da além da concessão, >> eh, a o governo injeta muito
dinheiro na televisão. >> Sim. Com >> governo federal, governo estadual, >> para caramba. Não, só campanha, tem que anunciar lá. Correio. >> Us, usa isso de chantagem, né? Ó, se você >> a Globo, a Globo tem mais do que todas as outras emissoras juntas. Por que será? É, >> por será >> vai falar mal, vai falar mal do governo. >> Mas hoje tá o sistema manda, né? Tem um sistema que rege. Tem um sistema que rege, né? Mas sabia por causa da internet cois. Eu tô vendo aí viu Claud. Eu tô vendo você bebendo a
cachaça aí viu >> essa sem álcool. Álcool pr ele cara a de A de >> álcool você começar a errar a troca de câmera já sei o que que aconteceu. Aí >> mas daí é o bigode. >> Então ele bebeu. >> Putz, >> o car o bigode não pode beber. Ele não tá acostumado, cara. Manda aí, manda aí. >> Vamos lá. Ó, Felipe Groma mandou: "Ceará, você realmente se emocionou quando a María Gabriela elogiou o seu trabalho?" >> Ele ainda pede aqui, ó. poderia imitar um pouco. Ela era o meu quadro favorito. >> Claro, vou
imitar para você. Vou imitar. Te agradeço. Mas ali o quadro era só o fio condutor. >> Eu falei no começo da entrevista agora com o filme do Michael Jack. Eu quero assistir com a Valentina domingo que a Mirela não vai. >> Putz, eu não vi esse filme ainda, cara. Tô para ver. >> Aí os fãs estão amando >> e a crítica tá metendo >> aí. Mas assim, o que acontece, gente, você tem que entender o que você vive hoje. O mundo, o cenário é diferente. Você vai querer ver o quê? Que o cara faça lá
o pai do Michael Jackson batendo numa criança. Eu tenho uma filha de 11 anos. Eu não vou levar minha filha para ver o filme do Michael Jackson vendo ali o pai bater na filha no filho de Cinto. Então eh os fãs estão amando. Agora a crítica vai falar mal. Eu não vi. Eu não Vi. A minha filha não viu. Lembra do Silvio? >> É minha. Minha mulher viu e gostou. >> A mulher viu. É muito bom. Eu tenho que ver para dar minha opinião. Agora a minha opinião. Não sou o cara que conhece a história
a fundo do Michael Jackson, mas é o filme que tá mais faturando, né? >> É. >> De de cine cine biografia. É mais >> bateu todos os recordes de de saída. Então >> o filme é ruim. >> Eu nunca vi. >> Você assistiu? Não vi. >> Mas vou assistir. >> Eu quero ver domingo com a minha filha porque ela >> dá para ver com criança. Então acho que dá. Ela tá com ela vai fazer 12. Acho que dá. Não dá. O mund tá ensinando a gente ser [ __ ] mesmo. Tem >> a parte de
aquela palavra lá. >> Qual? >> Não >> classificação. Classificação. Tem coisa do do assédio de criança lá. Não tem essa parte no filme se lá. >> Tem. Mas mas tem que esclarecer tudo que >> não. Mas eu tô falando levar meu filho de 8 anos a fazer isso que eu fal. >> A minha vai fazer doce. Não sei se pode. Pode do >> se você não levar, alguém vai falar para ele, meu irmão. Se você não levar, Alguém vai falar para ele. Alguém vai mostrar na escola, ele vai ver no celular. >> Vai ver cortes.
Agora, doutora, senhora que advogado. Doutora Mara da Maceno, você tá vendo a classificação. Eu posso levar Valentina ou espera ela completar 30? >> Hã? >> Tá. >> Pega o Wi-Fi aí. >> Wi-Fiha. Wi-Fiha. Ajudaha. >> A doutora é uma mulher que defende os homens. É poucas ideias que esse mundo podre, nojento. >> Mulher nome casadora é casado. Doutora >> é casado. Então seu marido deve chamar, né? Porque você entende a cabeça do homem, né? Eu entendo. >> Maremara é pé na porta, vice-presidente lá do, como é o nome, doutora? >> IDDH. >> Tem que ser
delegada, doutora. Vai botar >> breve. Ela vai ser deputada. >> Bota aqui o trabucão. 3 oitão na cintura. >> Deputada agora. >> Manda mand a cine, >> sabe que ele chama? Santa >> volta do Papai Noel. Santa Cláuso. >> É o nome dele é Cláuso. >> Você viu o saco que ele carrega na frente ou nas costas? >> Nas costas. >> Ah, tá bom. >> Na frente. >> O Santa e o Senta. >> Tá vendo, ó? É uma, é um, é um ajudando o outro, o Santa e o centa. O pessoal tá falando, tá falando
que você não, não tocou nada hoje. >> Cara, um dia eu vi uma piada tão boba de trocadilho, de cacofonia. O que que acontece se o Papai Noel morrer, criançada? É brincadeira, >> tá? >> Ele não estará mais entre nós. >> Entre nós. >> Ah, cara, >> piada qu. Mas é bom pra criança, né? É. Sabe qual é a tatuagem do do Papai Noel, né? De rena. >> É. Aí, ó, criança. Isso aí não vai fer trocadilho, né? que hoje assim um adulto contar é piada da quinta série B. >> É, >> mas antigamente você
lembra das piadas, o pontinho vermelho, pontinho amarelo, né? >> A galera ria da piada que não tinha graça, que era mais engraçado que quem tava contando não sabia contar. Hoje não pode. Ah, que não teve agora o BBB, o Jonas, né? O cara não podia contar piada. Quem tá Série B? >> Não pode. Aí pode passar uma mulher e peidar na cara do cara. >> Não pode. Homem não pode falar. Eu vi uma pesquisa hoje, Brasil. Pode, >> eu vi uma pesquisa de um psicólogo hoje, não lembro qual. Mandaram um vídeo para Mim. Ah, você
solta p na frente da sua mulher, sua mulher solta peida na sua frente. São as pessoas que mais amam umas à outras, mais tem fidelidade. >> Falaram isso. >> Ah, tem uma pesquisa, um cara mandar o que? Esse corte, eu vou achar, >> tá? >> Um psicólogo. Então assim, >> se a sua mulher faz isso, você faz isso, tem essa intimidade, é a pessoa que não vai, teoricamente, pela pesquisa que o Psicólogo fez, que não vai te largar, não vai te trair, porque vocês tm uma intimidade além do normal. É. E aquela, ai eu não
posso fazer isso, meu marido. Pô, tu tá 30 anos, tu nunca deixou escapar uma fonço ali. >> Ah, acontece. >> Ah, pô, botar culpa no cachorro. Ah, sai daqui, cachorro. Sai, senão ela caga em cima de você, meu filho. Vai, [ __ ] >> Fala aí. Eh, só para fechar o do filme do Michael, a classificação indicativa é De 16 anos ou não recomendado para menores de >> Vou levar minha filha. Agora, atendendo ao pedido aqui da da Gabi Herps, olha, hoje eu converso com Carlos Alberto, que não é de nobre, é o Carlos Alberto
Silva, o famoso mendigo do pânico. Mendigo, me diz uma coisa, é é você começou no Pânico como office boy, como boy magia, como motoboy ou você foi convidado a se retirar antes De estrear? Você está certo disso? >> Estou certo disso. >> Por quê? >> Porque é >> como é que foi seu relacionamento com a nossa querida Sabrina Sat? >> É, não pode falar que ela está casada, é uma mulher séria. Casada, mas ela tem um passado. >> Sim, também tem um passado. >> Tem passado. >> Você tá em jejum do álcool, da carne, do
Sexo, da bebida, como eu já falei. O que é que se pode fazer nesse jejum? O que você pode comer, quem comer e o que não fazer? >> Não, agora não tô fazendo jejum. Eu fiz agora semana passada, fiz quatro dias, tô fazendo propósito agora. Fiz um ano sem bebê, mas algumas outras coisas só. Dona Marília, >> a televisão ainda é uma sedução para você, para falar de Deus, levar a mensagem. >> Aí sim, aí sim. >> Se rrá, televisão, internet, tudo é canal. Agora o importante é o que a gente vai passar através desse
canal. >> Você conhece o Silos Malafa? >> Conheço. >> Qual a sua opinião sobre ele? Não gosto, >> meu irmão, minha irmã. >> Aliás, aliás, eu não sei imitar. O bailarino Robson Pires faz muito bem. O bailarino, >> como pastor eu não gosto. Como >> nem pastor, nem pastora, nem padre, nem ninguém. Como você, >> você Carlos Alberto de Nóbrega. Não, Carlos Alberto é o nosso saudoso. Carlos Alberto Silva. Quando é que vê essa verva, esse dom de imitar vozes de famosos? Foi lá na rádio mesmo que eu aprendi olhando as pessoas, começou a me
dar esse interesse. >> Qual a primeira imitação que você fez de uma personalidade famosa? >> Sabe que eu não lembro. Será que foi o Milton Neves? Lula. Não lembro. >> Como é que seria hoje o Milton Neves falando com o Lula? Não dá para ser algum improviso? Falando de Deus. >> Falando de Deus, levando a palavra, porque Deus usa você como instrumento. >> Através do humor você traz o quê? O amor falando de Jesus Cristo, da Bíblia. Porque muita gente só para para ouvir a palavra de Deus se você for o Carlinhos humorista. Então você
não pode perder Esse humor e esse amor que você tem por Cristo. >> Eles querem a graça que eu fazia no pânico, Marília. Não a graça que eu vendo hoje, que é a graça do pai, entendeu, Marília? E é difícil. >> Isso e eu não quero fazer nada de graça. Eu tenho que ganhar também porque eu tenho família para sustentar. >> Qual a diferença dessa graça de graça, desgraça, sem graça para você no país que nós vivemos hoje? A gente não Combinou nada. Ai, senhor, >> bate bola, bate bola, >> bate bola. Vira. Então, vou
começar agora com Roberto Vilela. >> Tá certo, carioca. >> Então, eh, Vilela, Vilela, você, >> eu >> quando você começou isso aqui, você era antes um, um profissional de de sucesso, cartounista, é, é empreendedor, teve programa no Multishow, como chamava o programa mesmo? >> É M Cannibal, TV. >> Muito Canibal. É verdade que você reaproveitou aquele cenário do programa e trouxe para cá? O que foi que você trouxe para cá, por exemplo, >> toda essa parte de madeira aqui é do programa antigo, aquela, aquele sinal. Isso aqui >> mostra a câmera aqui, por favor. >>
É, é tudo isso. >> E aí, quando você começou a fazer humor, você foi fazer standup, >> certo? >> Quem te inspirou a fazer isso? Humor americano, standup, o inglês ou os que começaram em São Paulo ou Rio de Janeiro, >> o pessoal aqui de São Paulo, do Clube da Comédia. E aí você viu que não dava tanto dinheiro assim em bar. >> Exato. >> Criou o podcast Inteligência Limitada. >> Exato. >> Qual foi o primeiro entrevistado? >> Foi o de Lopes. >> De Lopes, humorista. >> Sim. Porque >> quando você viu que que que
aqui não era só um programa e era um negócio, você começou a ganhar dinheiro com um ano, 2 anos, quanto tempo você capitalizou? >> An. Um ano. >> Primeiro patrocinador. >> O primeiro acho que foi iFood, talvez. >> Food. Você comia muito? comia muito os convidados comiam muito. Hoje o valoration do teu negócio >> é um negócio avaliado em quanto? >> É, foi avaliado em 5.357.000 467 >> milhões >> milhões milhões >> mas você sabe é você tá brincando, mas eu vendo aqui >> ser podcaster é muito difícil porque você não é um comunicador, um
radialista Que gosta de falar, você é um ouvinte, assim como quem tá do outro lado. >> Qual o pior convidado? O prolixo, Wellington ou que não fala o monosilábico? >> Fala monosilábico >> porque a entrevista dura meia hora ou menos que isso? >> É porque não, a conversa não vai, né? O que é que rende mais? Um convidado assim ou não rende ou dinheiro na poupança? Quanto tá pagando a poupança? >> Não sei. >> Aí que o banco fica rico. Ele pega o teu dinheiro que você fala sempre no diminutivo. Meu dinheirinho, minha casinha, meu
carrinho. Não pensa grande, quando é que você começou a ganhar dinheiro? E quando foi que você juntou o seu primeiro milhão e por quê? >> Aos 30 anos. Verdade. O que que você comprou inteiro? Eu comprei um carro, aquele qual aquele da Fiatba tipo não era tipo zero, tipo Era um carrinho, mas era com teto laminado. >> Mareia era um bom carro para você ou não? >> Era era um bo, penteado. >> Tempra oito válvulas era bom para você ou 16? >> Muito bom. >> Tá fazendo comercial da FA ou não tá ganhando. >> Sabe
qual carro que canta? >> A marha carry. >> [ __ ] piada ruim. Hoje eu conversei com Carlos Alberto da Silva Mendigo e >> Roberto Vilela. >> Roberto Vilela, >> Rogério Vilela. >> Valeu carioca. Manda aí, manda aí. >> É isso. Tá vendo? A gente não combina e as coisas saem e entram >> e voltam. Vai lá, mais pergunta, por favor, Cláudio. >> Vamos lá. >> Fala aí, Janaína. >> Diego, mandou. >> Não pode, não pode pentear. >> Diego, Diego. >> Diegão mandou para vocês. Vocês já pensaram isso aqui vai dar uma merda gigante mesmo
assim foram lá e fizeram? >> Carlos. Carlos >> devia pensar direto isso, né? >> Eu já não só no Moro, em várias coisas. Opa, >> dá vontade, a gente vai lá e faz, né? Tem consequências algumas coisas, mas a Gente faz. >> A gente não tinha um roteiro >> assim como na TV, né? E na vida pessoal, tudo tem uma consequência. Na TV a gente já fez muita coisa que a gente achou que ia dar merda. >> E deu >> e deu pr [ __ ] >> Quebraram meu braço. Você >> a Brasília, pô. Lembra
Brasília? Nós eu, você e o Vinícius, recebemos ordem de prisão da Polícia Federal e eu saí Correndo. Eu vesti de Lula, fiquei lá no lago com microfonezinho. Sério? Vol de prisão para para mim, pro Ceará e pro Se vocês passarem dessa faixa aqui, aqui é o limite para vocês pisarem. Aí eu peguei e atravessei de Lula. >> Eu tava de color que que eu tava, não lembro que eu eu imitava o Colo quando era moleque. Minha gente, meus descamisados, >> pode ser, pode ser que >> eu tava de colo, eu tava de sarnei, Cara, brasileiro
assim brasileiro, >> sabendo que não podia passar. >> Sim. Não pode passar. Como não pode passar? Não é ele que manda, [ __ ] É público. >> Eu lembro disso. >> E aí os caras correndo atrás de vocês >> aí. ordem de prisão. Eu saí correndo que eu já sei >> a gente chegou a entrar no congresso onde >> esse aqui o Vinícius. Meu Deus do céu. Eu lá em cima já corri pro lá e fiquei lá com o microfone. Carlinhos era mais ousado que a gente, porque ele era mais jovem, né? >> Eu fiquei
no lago lá com o microfone. Eu subi, fiquei no lago lá, jogava com o microfone e os dois lá embaixo, bicho, puto. E os caras querendo prender ele, >> subversivo. >> E o pânico tava entrando na rádio no ar. Aí ligamos pro Emílio, aí o Emílio fez um barulho lá no ar, tal, daí meio que Liberaram. >> É, os caras estão presos lá em Brasília. >> Mas assim, vem cá, a gente tá vendo as merdas que deram, mas foram essas merdas também. É, mas não é, cara, se isso se isso é merda, é uma merda
besta. >> Uma merda besta. É, mas a gente só fez isso sabendo que a gente precisava, >> não tinha que dar o sangue, pô. A gente ia lá e dava o sangue e fazia. >> Exatamente. Então eu acho que o >> E quanto mais desse repercussão ou uma Prisão ou uma nota na internet, aí nego ficava maluco, [ __ ] deu deu nota, saiu noto era mais de de >> os mais jovens. Mas sabe o que eu digo para você? Eu agradeço todo dia a Deus, falando sério, de eu tenho um orgulho assim de ter
participado num grupo e tenho muita gratidão esses caras porque assim eu agradeço a Deus, obrigado que eu trabalhei com esses caras porque o meu sonho era que fizesse um documentário, mas lógico, o Tutinha, que É o dono da marca, mas assim, o meu sonho é que fizesse dois tipos de documentários. Um, a gente dando depoimento da mesma pergunta, Carlinhos, sem se encontrar, sem combinar mesma coisa, a visão de cada um ali. >> Como foi o começo, como foi não sei o quê, >> Carlinhos Bola que é o Bola fala bem, acho legal, Bola fala calma.
Então é um storytelling nato. Bola fala bem, eu gosto do jeito que ele fala. A gente é Mais agitado, né, Carlos? >> É. >> E aí eu gostaria que tivesse esse tipo de documentário, sei lá, 10 episódios, sei lá, dá para fazer mais assim. Então, fazendo com a produção, os primeiros produtores, diretores, Ricardo de Barros, >> é >> todos o Alan também, que aliás >> teve um antes do do Ricardo, né, que ficou pouco tempo, >> foi o Pedro. Esse aí também eu tive uma briga com ele, né? >> Eu tive também. Você >> você
também teve, mas a minha foi legal. Quer contar? Eu vou falar do nome. Vai dar merda. >> Qual que era? O que que foi? >> Ah, isso aí foi foi [ __ ] Eu >> mas não falo o sobrenome dele que vai dar merda. Eu não lembro. É Pedro Peixoto, né? >> Ele deu um nome. Tá bom. >> É isso mesmo. >> Fala você aí. Eu falo, eu falo o nome do cara. quer falar sobre nome da RG também. Passaporte, CPF. Falando nada. Falando, tô falando o nome do diretor da época. Ponto. >> Então, brigou
com você e brigou comigo. >> Brigou comigo. Eu briguei com ele. >> É, exatamente. Coisa de melindre, vaidade. Mas depois a gente tava certo. >> O cara foi mandado embora no outro dia. Tô mentindo. >> Não. >> Então tá bom. >> É que assim, ó. Tem tem gente, vou te dar um exemplo, isso é bom e é ruim para muita gente. Tem gente que vê coisa errada e se incomoda e fala. Tem gente que não se que se que se incomoda, mas não fala porque pode perder o seu posto, porque tá não é que tá
batendo de frente com diretor, com um cara, cara, tá errado, tá errado. A gente é prata da casa, entre as a gente entrou ali, Cresceu junto, aí chega um cara fazendo uns negócios, tio, né, uns negócios lá em Marin, uns negócios meio estranho, aí começa a vir pra vida pessoal. O meu negócio foi a treta com e que eu tava saindo com a Sabrina no começo ali também. >> O meu foi com ex-mulher, mulher, sempre mulher. >> Eu conheci o dono do hotel, sempre fui de negociar. >> Sim. >> E na época eu tava com
essa pessoa que eu não vou falar o nome, não precisa, né, cara? Mas eu gosto Pedrão, não tem nada contra ele. >> Não, nada contra ele, não. Não tem a família hoje. Se nem sei onde é que ele tava. Sucesso para ele >> demais. >> Foi só coisa de trabalho e também todo mundo muito jovem. Ele era um cara que já tinha trabalhado acho que na Globo também. >> Mas não tenho nada contra ele. Nem controláa. Eu quero bem de todo mundo. Bem, mas bem longe também para não ter confusão, sem nenhum rancor. Juro para
você. >> É, é, faz parte de uma época. >> Eu quero um dia encontrar com ela e assim olhando para ele e pegar assim na mão dele e dizer: "Cara, muito obrigado. Por quê? Porque você me fez ir pra frente. >> É, >> se você talvez não tivesse pico no meu pé ou sei lá como quiser chamar, perseguição, panela, eu não teria saído, não teria buscado novos horizontes. Então hoje eu vejo a vida melhor no futuro, como diria Lulu Santos. E eu nunca vou guardar rancor de ninguém. Eu sou grato por esse cara na minha
vida. Você é um cara que sou grato, porque você já me trouxe aqui na época que eu nem tava. >> Vim aqui no começo, Carlinhos, vem aqui No começo do programa. Bola também. Então sou grato às pessoas que aparecem na minha vida. Sejam fazendo aquilo que eu não gosto, porque eu sempre aprendi, mesmo quando as pessoas não queriam me ensinar. Meu pai era um cara que era assim, eu não me conformava de ser aquela criança típica. Meu pai com a quarta série chegava, contava piada, comunicador, parava ali, fechava a roda assim, piada, [ __ ]
para ele contar piada, tal. E eu falava: "Por que que eu Sou tímido como a minha mãe? Porque eu não sou esse comunicador?" E depois de um tempo eu vi que eu sou esse cara muito parecido com o meu pai e um cara de negócio. Meu pai era era um homem humilde. Então ele saía pra fila do feira do rolo, Carlinhos, com uma bicicleta, ele era policial, um revólver 38 que ele tinha lá usado, um som 31, que é aquela radiola, você lembra se a gente é muito velho, né? >> E daqui a pouco ele
voltava com Fusca. >> O cara era de negócio de rleiro. >> E tudo que eu faço hoje de negócio, pensando em também ajudar as pessoas, mas também ajudar a minha família, né? Pô, depois que você conhece o bom, você quer o ótimo e do ótimo excelente. >> Então eu acho legal para você manter bem sua família, pagar um colégio bom, dar uma oportunidade, você tem que trabalhar. E tudo isso eu agradeço aos meus pais que eles deixaram não só valores financeiros que não tinha, eram Pobres, mas deixaram esses valores da gente ser grato, ter amizade,
né? Pra levar um amigo em casa. Meu sonho é ter isso, esse esse documentário ou ter um filme com atores dos representantes. Talvez quando a gente tiver com 70 anos a gente vai se reencontrar, tomar um scão, bater papo e vai ver que tudo é bobagem, porque depois você fica mais velho, esquece, é vaidade. >> Mas não, mas para que? Mas se você sabe disso com 40, 50, por que esperar 70? Eu Já tô assim, >> eu já, eu já quero encontrar agora. >> Desapego, desliga desse mundo. >> Então, o Emílio é o decano contra
ti, né? Os dois mais experientes e os caras que mandam. Então eu queria muito bater um papo com essa galera, dar risada e ver, sei lá, alguém fazer um documentário. >> Vai fazer, >> pode ganhar o dinheiro dele. Não quero nada desse documentário. >> Eu quero fazer iso direito de imagem, tudo. >> Eu quero fazer esse respeito, sabe para quem? Para você que é fã. Se for fazer, tira meu nome. >> Não, na boa. Por mim, eu não quero ganhar dinheiro disso, não. Eu ganho dinheiro com outras coisas, pro fã, porque a gente só foi
o que a gente foi. A gente só conseguiu o que a gente conseguiu, graças ao público, que é o nosso patrão. >> Então, respeito ao público, eu queria muito que tivesse um documentário com a tua verdade, com a minha, com do Emílio. >> Como que tá o público de vocês quando encontra com vocês? Quem é? É, é que idade que é o pessoal de todas as idades. Como que é? >> Todas as idades, né, Carin? Até criança agora. Até criança agora. >> Até criança também. >> Que vê na internet >> porque vê no TikTok. Tem
uma galera que Vê no TikTok, vê os cortes e tem muita molecada nova assim de 18, 20. Tem un tem uns moleques, cara, tive dois moleques de 18 anos tremendo tirar foto comigo. >> Não, aí eu perguntei: "Como é que vocês conhecem?" Mano, meu pai obrigava a gente ver todo domingo com ele. Eu falei: "Caramba, moleque com cinco, 7 anos". >> Eu lembro também quando eu vi aspalhões, quando era bem pequenininho, eu lembro. Então os o pai veio com os molequinhos, >> cara. Engraçado. >> Então alguns pegaram essa transição. >> Algumas crianças, meninos lá, não
assistiam o canal da Mirela, não viu as vídeos da Valentina. a minha filha já conhecida na época, aliás, agora tá voltando o Instagram da minha filha, porque a Valentina, só deixar bem claro o pessoal que por que a Valentina saiu do ar no Instagram, depois eu volto o assunto, me lembra >> porque a Valentina ela é muito autoral assim, o jeitinho dela. Então minha Sabrina assado mandava um presente da linha dela de perfumes, maquiagem, ela ia lá na rede social, a tia Sá, obrigada que pelo pelo perfume e ela marcava para agradecer recebidos que todo
mundo faz. E aí entenderam na época que entrou esses caras falando de de criança da internet, entenderam alguns juiz entenderam na época que era publicidade tadinha. Ela não faz a publicidade faz Nas minhas redes, na da Mirela e quando ela ia fazer qualquer campanha em família tinha que pedir uma vará, tudo autorizado por um juiz. Aí tiraram a rede social da menina do ar. Mal entendido. Então nós pegamos uma advogada, vai voltar, se Deus quiser, aí as redes sociais. O juiz autorizou e eu peço aí a meta que no tempo certo aí que ela volte
porque ela gosta de se comunicar, ela gosta de falar pro público dela, >> porque ela vê o pai comunicador, a mãe também pública, canal, ela quer se comunicar, é a maneira dela falar com o público dela o que ela sente. >> Então eu fiz esse adento para falar de um assunto que eu não lembro mais, que eu não tomei nenhum ass que tava falando. >> Ih, caramba. >> Então tá bom. M de assunto. Próxima pergunta. Ah, do do tipo de funk era da época do do do >> É, porque os caras chegavam do lado da
minha filha, ela no áudio dela e pediam fotos comigo, crianças pedindo foto comigo >> e ela não >> e eu achando que >> era >> era para ela e não, as crianças quiram tirar foto comigo por causa do Pânico. >> Olha que doideira. >> Não é legal isso, cara? >> O Ô, Bigoda, >> você assistiu o Pânico? Você tem 20 anos. >> Isso. >> Nasceu em que ano? Bid Goda? >> 2000. 2005 >> 2005. E tinha dois anos de pânico na TV. >> Você não viu na época e viu agora. >> É, eu peguei depois
de mais velho. Assim, quando era pequena, eu lembro que passava no finais de semana, né, mas eu não assistia. >> Aí depois de velho você viu umas coisas. >> Depois de velho eu vi alguns cortes assim no YouTube, né? >> Aí depois vel. >> E você, Claus? >> Eu assistia todo domingo com a minha mãe. >> Que que você gostava? >> Pô, gostava de tudo. >> Não, mas o qu marcou >> as paniquets, né? >> Maravilhosas. >> Corta pra 18. Essa era uma clássica. Mas Já foi na época do Edu, >> então. Mas antes ainda
eh fase na Band lá. >> Eu me lembro, eu me lembro muito bem do momento wine House, que era a coisa que a gente mais copiava, né? Rede, >> isso era no começo, né? >> Rede, não, 2007. >> É >> na época da M que ela tava louca, bebendo a verdadeira, que depois ela >> veio aparecer 2008, 2008, 2009. >> Não, isso aí foi 2007, que eu lembro que eu fui gravar com Vesgo. É, a gente tentou, a gente foi na casa da M lá tentar gravar com 2008. >> Eu lembro, eu lembro assim, eu
lembro. >> Sabe por quê? Porque eu fui para Record em 2008, lembro? Daí já não ia ter mais. Ainda tinha tava no finalzinho da hora da mot >> que a gente fez a m louca com um dublê que pulava na rua, dava umas voadoras na galera, >> zoavachada inteira da loja. Isso a gente ficava imitando na escola. >> Era uma hora da morte só que com a M. Não era isso. >> Era a mesma coisa. >> Manda, manda. Vamos lá. Aqui, ó, perguntinha para vocês aqui da da perguntinha da Regina. Vocês têm vontade de voltar
com algo no estilo do Pânico hoje? >> Será? Cara, pela galera, pelo o o público que gosta do pânico, que é uma Nostalgia grande, né? Eu voltaria para fazer coisas, conseguir se conciliar com o que eu tô fazendo hoje, trabalhando, eu faria pela galera >> faria. Mas assim, eu acho que vai vir uma nova trup aí, uma nova galera para fazer inspirada no pânico. Eu acho que tudo é inspiração. Ninguém inventa nada, ninguém vai inventar a roda, né? Você se inspira naquilo que é bom e pode melhorar ou ficar igual ou pior, não é verdade?
Aliás, tem uma história que eu Carrego isso como exemplo. Você sabia que uma como é que foi inventada aquela malinha com duas rodinhas e aquela as era um piloto de uma companhia aérea americana. Depois vocês podem pesquisar isso aí. >> O cara andava muito no aeroporto para entrar no avião e fazer as viagens dele, o piloto. E ele teve a sagacidade que a bolsa era pesada, ele colocou duas rodinhas e aquela as para puxar. Sei. >> Aí o cara mais inteligente inspirado Nele, anos depois fez uma nova patente, quatro rodinhas 360 com a aste é
mais fácil hoje o quê? Carregar aquela de quatro rodinhas do que puxar. Então você tá vendo que as coisas ninguém inventa, a gente se inspira >> e vai melhorando, >> vai melhorando ou não. Então as ideias estão aí, estão pairando no você pode pesquisar, enquanto você tá tendo ideia, tem 300 pessoas a 450 no mundo, se eu não me engano, tendo a mesma ideia, não Mesmo tempo, mas quem pegar essa ideia, registrar e colocar em prática, é o cara que vai fazer sucesso. Tem coisas simples >> que você pode mudar tua vida, ficar bilionário. Teve
um moleque agora, acho que é de Campinas que vieram me falar, 16 anos, fos ficou rico. Ele patenteou aquela [ __ ] daquela fita que deixa o dente branco. O cara vi falar: "É meu colega, eu estive na casa dele, >> 16 anos, um cara é um menino muito rico, >> uma coisa simples, porque o cara já tem um espírito empreendedor e ele viu aonde ninguém tava vendo e tá chegando onde ninguém chegou ainda porque ele viu antes." Entendeu como é legal isso? Que pena que eu demorei a empreender, porque hoje eu tenho uma cabeça
diferente. Eu empreendia, não, eu empreendia quando era criança, por exemplo. Lembra daquela pulseira de linha de crochê de vó que escrevi o nome, >> um nome eu fazia. Eu >> eu com 8 anos, com a minha timidez, eu fazia em casa. >> Os alunos encomendavam, tipo assim, Cláudio. Aí eu fazia o nome Cláudio com os enfeites e vendia na na escola. 8 anos. Com os meus 12, 13, eu fazia pipa, né, o papagaio, a raia, e vendia na feira para ganhar dinheiro, ir para ir no aeroporto, na sorveteria, tomar sorvete e ver os aviões. Eu
ficava impressionado. Caramba, um dia eu quero tá dentro de um bicho desse. Um dia eu Vou voar de avião. Um dia eu vou viajar. Um dia eu ficava com aquilo na cabeça. A minha primeira viagem de avião tinha 22 anos. Trans Brasil. >> Quando você qual foi quando foi a primeira viagem de avião? Você lembra? >> Eu devia ter uns 22. idade, é idade. >> A gente foi fazer um evento em BH, tava começando no pan >> família pobre. A gente é >> você não lembra o Bola não taca mais aqui. Ele conta de um
jeito maravilhoso. Porque assim, eu eu não tinha pegado avião, na verdade não foi BH, foi pro São José do Rio Preto. A gente fez um evento lá e ficamos numa chácara, tal, >> já tava no pânico, né? >> É. Aí eu eu bebi tal na volta, tal e me empolguei, né? Tava com os caras. >> Aí na volta na volta eu fui pro aeroporto, descalço de descalço o short, >> descalço short e regata. O Bola quis morrer >> o Bola e ele era, o Carlinhos tinha uma Coisa que ele ninguém mudava a cabeça dele. Carlinhos,
mas não pode entrar, o piloto não vai decolar, você vai ser expulso. >> Mas me mostra aqui onde tá escrito que roupa tem que usar, [ __ ] Hoje em dia como é que as pessoas andam no avião? Fala para mim. >> Os federais colocam para fora, você sabe disso, da doutora? >> Coloca nada. Imagina, cara. Coloca, doutora. >> Dá para entrar. Pode entrar descalço. Hã, >> não, perguntando. >> Não pode. Mas aí eu meti uma Havaiana e fui. >> Ah, tá. Óbvio. Hoje em dia você vê como >> ele não escutava esse esse maluco
era muito, ele não escutava ninguém, era o que ele achava e [ __ ] >> É óbvio, pô. >> Sempre foi assim. >> Onde tá escrito que não pode. Manda aí, Manda aí. >> Personalidade não é dele. A personalidade ele tem que respeitar. >> Manda, manda. Klaus, pergunta do Breno. O que ninguém conta sobre ganhar dinheiro com humor na TV? >> Será que ninguém conta? É que quem ganhou dinheiro com a TV é porque começou a empreender. Porque se você for esperar ganhar um bom salário na televisão, >> não fala, >> ganha os medalhões. Ou
se você for muito valorizado, se você souber negociar com o seu empresário, com a sua advogada, você pode até ganhar melhor. Agora, quem ganha bem na televisão, acho que os medalhões da Globo, que a Globo faz questão de não, né, de não tirar da casa, porque sabe a audiência que dá. >> É. E o pessoal que apresentador, o públo de novador, apresentador dá, ganha, mas não são todos. Então, vou te falar uma coisa. >> Eh, você percebeu que tem um público reclamando que tá vendo novela agora que não tem mais os grandes nomes, >> é,
>> são atores de teatro, porque o empresário fala assim: "Porra, eu não vou pagar pro ator 500 pau se ali é uma equipe, se eu posso pagar 30 para um que é tão bom do teatro, 40, que ele usa a Globo para divulgar o trabalho dele, a peça dele, o livro dele." Você tá entendendo? Porque o empresário tem que Pensar assim também. Ele tem uma folha de pagamento, gente. Não é [ __ ] não é fácil ter uma empresa. O Silvio Santos, na década de 70 já era visionário, ele emprestou dinheiro pro Bonnie. >> É,
o Bony contou essa história. Eu entrevistei o Bonnie, >> já li o livro dele para pagar a folha de pagamento da Globo. É, tem um outro agora. Então você imagina o o Bonnie, ô Silvio, pô, a gente se conhece desde novo aqui, você já foi da Globo, >> [ __ ] me empresta aqui, eu pago com juros, porque tô sem dinheiro aqui, os patrocinadores não pagaram. Tem aqui um vários funcionários para pagar. Ah, tá bom. E me manda aqui o número da conta que encher. O cara mandava dinheiro, porque o Silvio ele era, ele comprava
o horário na Globo, né? É. >> Então, o cara tinha visão de artista e de empreendedor. Aí eu não consigo os artistas que ganham muita grana assim até hoje e o cara não tem um lugar para Morar, velho. O dinheiro vai embora, evapora, ele não aguenta desaforo. Palavras de otimismo com bebê gigante. Os cara escreveram aqui. >> Ah, era o Bola. Bola no rádio. É quando bola tava na rádio. >> Verdade. >> Palavra de otimismo com bebê gigante. >> Agora eu tenho curiosidade do Carlinhos, assim, >> o quê >> do quê? >> Vou fazer pergunta
para você, Carlinhos. Quando é que você percebeu >> que a tua vida mudou assim, que você falou que não era mais um cara que não podia andar na rua, mesmo fazendo mendigo, que era um personagem. Quando é que você percebeu que tava famoso, que o negócio deu certo e que você passou a ganhar dinheiro? Falou: "Cara, agora eu posso ter isso, ter aquilo, eu não posso andar em tal lugar. Então, esse negócio de andar nos Lugares, cara, eu nunca tive, de verdade, Sará. Nunca. Eu sempre gostava, >> sempre gostei. Nunca, nunca me privei de em
lugar algum, cara. Eu vou em todos os lugares, não quero lugar diferente. Eu gosto, eu sei me virar nos lugares que eu vou, tá ligado? >> E quanto eh a gente começou a fazer bastante bailinho, né, na época do Pânico na rádio, tal. É, começou a fazer bastante show. Aí comecei a juntar dinheiro ali, comprei meu primeiro Carro, meu primeiro AP. Antes da TV, né, amigo? >> Antes da TV. >> Antes da TV. >> É, então ele tinha uma cabeça boa também para guardar dinheiro assim. Ele começou a comprar o primeiro carro, tal. >> Não
é porque eu tinha, eu tinha esse sonho de comprar o primeiro carro. Comprei a vista, meu primeiro apartamento também. E fui guardando, guardando, guardando, paguei a vista. Eu Nunca quis financiar nada. Quando eu entrei no financiamento, você sabe que o rico mesmo que é de berço, >> ele não quer comprar a vista. E eu não consigo me conformar na minha cabeça como é que um BBB que ganha um prêmio de 3 milhões e não sei quem é o cara, perdeu tudo em do anos. Como >> é muito dinheiro? Porque o rico, se você analisar, gente,
o rico mesmo que o o avô veio da Itália, Portugal, do Japão, besteira, >> sabe aquele ditado pai rico, filho nobre, neto pobre, o pai constrói, o filho usufrui e o neto destrói. Isso existe há muitos anos. E eu não consigo entender na minha cabeça como é que o cara perde tudo, porque acho que talvez o pai não teve tempo de deixar esses valores de ensinamento, que o dinheiro não aguenta o desaforo. O pai tá só viajando, sei lá, o casamento é uma merda. E o filho, quando o pai morre, o o filho não sabe
para onde ir, porque Não tem educação, não sabe. Você já assistiu o documentário filme do Jorginho Hong Guil? >> Não, >> no Prime, cara, mostra isso, [ __ ] mostra isso como ator lá representando. >> O cara foi um dos maiores playboys do primeiro do Brasil, família dona de de empresas em em Santos, o palácio do governo lá do Rio, onde tem o governador, era a casa onde morava o Jardim. Então assim, como é que um cara Que era dono, que era o Playboy que o pai falava: "Filho, vai pra França". Porque na época não
era Estados Unidos, não era Califórnia ali, né? É, >> era Hollywood, era França. Os grandes artistas iam paraa França e o cara trazia, tipo, as mulheres mais [ __ ] da França, as atrizes depois, eh, de Hollywood, festas regadas a muito dinheiro. Quer dizer, o cara morreu e a não era mais dono do Copacabana Palace e a galera, os novos donos deram um quarto Para ele, né, terminar os dias de vida lá. E aí vocês sabem que assim, dinheiro não é nada, bicho. Nada que você tem aqui é seu. A verdade é essa. >> E
tem uma pesquisa que fala que o lance da pessoa que ganha, várias pessoas que ganharam na na uma fortuna na sei lá, loteria da da vida. A pessoa que era feliz antes dinheiro, continua feliz. Se a pessoa era infeliz mesmo com dinheiro, passava aquela euforia, ela voltava a ser infeliz. O Dinheiro não muda, cara. Mas vou explicar uma coisa, >> né? Depois de um tempo você volta a ser o que você era. >> A minha observação, quando você já nasce num berço, >> já acostumado rico, para você se acostumar >> com nada? >> Nada é
difícil. Agora se você vem do nada da pobreza e perde, >> você consegue se acostumar. >> Porque sabe aqueles ricos que moram em Copacabana, que o bisavô tinha dinheiro? O cara mora às vezes num apartamento lá de 40 milhões, 50 milhões e o cara não pode mais manter aquilo. Acho que o ideal seria o cara vender aquela cobertura antes de acumular eh dívida IPTU. E o cara mora num apartamento que não consegue pintar >> com goteira. É melhor o cara vender, fala: "Vou recomeçar aqui fazer um novo negócio, pega um apartamento menor, vou Lá paraa
Barra, não vou paraa Barra porque o rico da zona sul não, gente, é muito ruim você nascer no beço de ouro e depois perder tudo. Agora, se a gente viu o de baixo, né, Carlinho? A gente não quer perder, mas a gente se acostuma, né? A gente se acostuma dar volta por cima, >> cara. É desapego. É desapeg dinheiro. A Bíblia ensina isso o tempo inteiro. É desapego. É desapego. Desapego total. Dinheiro você ganha, você perde, se Recupera. Agora o que você não recupera é o tempo. >> É. Cara, o tempo é assim, ó. O
tempo você tem que aproveitar agora, viver, cuidar da saúde para poder estar com seus netos. Porque você gastar a tua grana para ganhar dinheiro, gastar a tua saúde para ganhar dinheiro, depois ter que gastar o dinheiro para cuidar da saúde, passou, irmão. Você fez agora alguns minutos, não volta mais. Então, para mim, o mais valioso hoje é poder Estar com a minha filha. Foi isso que eu decidi, sair do pânico, independente da grana que eu ganhava, sem ter para onde ir e ver ali o crescimento da minha filha. Até hoje, ó, Mirela vai deixar a
Valentina 7 da manhã. Eu vou buscar a Valentina, às vezes eu vou deixar. Participo da vida dela. Porque tem cara aí que ganha dinheiro. O filho gosta mais da babá, dos colaboradores, do que do pai e da mãe. O casamento é uma merda, a mulher vai para cá, o cara Também tem amante. A mulher tem amante. E aí quando o filho cresce, não, não quero saber do meu pai, não quero saber da minha mãe. Eles não me deram amor, eles me deram um dinheiro. Mas cadê o tempo que eles me deram? O tempo passou, irmão.
>> E tem pai que é da amor. E tem pai que é dar amor e a mãe só quer dinheiro. >> É. Não é verdade? >> É verdade. Eu sei. Entendi. >> Os dois lados da moeda. >> Exatamente. Não é sobre o homem, sobre a mulher. É sobre assim o tempo. Tempo é o nosso maior tesouro. Rico mesmo é quem tem tempo. >> É. >> Rico mesmo é quem tem tempo para cuidar da vida e cuidar daquelas pessoas que você ama. Porque quando você vê, irmão, é assim. E as pessoas falam de dinheiro, dinheiro, dinheiro.
É bom ter dinheiro, é bom poder pagar uma escola boa, é bom Poder viajar. Mas tem uma diferença. Eu quero deixar pra Valentina não só dinheiro, que ela vai ter muito mais que eu que Mirela. Quero deixar legado. Dinheiro você deixa para os filhos. Legado você deixa nos filhos. A minha filha, ela chega aqui, ela, como eu falo, ó, olha nos olhos, decora o nome, chama todo mundo pelo nome da moça que varre o chão, da moça que faz o café, trate bem o vilela, chame pelo nome, porque você vai ser ensinado Assim. Nunca seja
interesseira, seja interessada, intencional e interessante. Você é interessante, meu irmão, sempre com dinheiro, sem dinheiro. >> Vilela, a moça do café, a produtora Andreia, porque para mim todo mundo é igual. >> É mesmo. >> Eu não, se irmão, se eu chegar em qualquer lugar, pode ser o dono da empresa, tô fechando o negócio, ele tá maltratando a moça do café, irmão, Obrigado. Tô indo embora. Não fecho o negócio com você, porque você é igual a mim, você fede, você cheira, você é igual ao morador de rua. A sua empfe a sua jactância não vai fazer
com que eu feche o negócio com você. Não quero você na tua casa, na minha casa, e não fecho o negócio com você. Isso aqui é o ser humano, não é o artista. Porque todo mundo vê o Carlinhos brincando, eu brincando, pô, a gente não é louco, a gente não é burro, entendeu? A gente é Ser humano, [ __ ] Mas o fã faz o quê? Imita o Silvio, eu vou imitar. Eu fiz a Gabes aqui meia hora. >> É. >> E é isso. O cara, o público às vezes não é nem culpa do público,
ele não separa o personagem da pessoa. Aí você fala: "Mas por quê? Eu falei paraos meus amigos, eu não falo de certos assuntos porque eu sei que o cara não vai falar: "Pô, deixei de gostar do Ceará porque ele falou isso. Deixa de gostar do Personagem". Cara, mas é só uma opinião. É só uma opinião. >> Você não precisa >> pensar igual ou fazer igual. Você vai continuar sendo legal comigo. Eu só não penso igual a você e nem você vai ouvir a sua opinião na minha boca. A gente é só é diferente. O Carlinhos
pensa diferente de mim, mas é meu irmão, frequenta minha casa. Ah, o cara é evangélico. A madrinha da minha filha não é cristã de raízes africanas. É Madrinha, a melhor madrinha que eu poderia ter escolhido paraa minha vida. Uma mulher que maninha, amo você. Aninha Coutinho do Rio de Janeiro. Então as pessoas tm man, ah, minha religião é melhor que a sua, eu sou melhor que, meu time. >> Para pensar, beleza? Não é palestrinha não. Qualquer coisa para desmerecer é palestrinha. Pessoal quer desmerecer você, né? É isso, cara. Faça essa reflexão. Você não é meu
amigo porque Você tem esse podcast, porque você é da igreja. Eu sou, sabe? É porque eu gosto de você, [ __ ] Quem é meu amigo? Quem é seu amigo? Tem que ser amigo pelo que você é, não pelo que você tem. E acabou. Acabou, pô. >> Quer andar comigo, eu tô assim, assim, eu tô indo para cá, cá. Não quer. Tchau. >> É isso. Jesus Cristo fala o seguinte: >> "Eu não vim trazer paz. Eu vim trazer a divisão, a a espada. Quem não é comigo já está contra. Não quero saber sua Religião. Eu
estou em Cristo. A sua religião pertence a você. Você já tá contra, quem não me ajuda a juntar já está espalhando. Então eu tô indo, eu tô indo para um outro caminho. Esse caminho que vocês gostam, que vocês acham do [ __ ] eu já vivi tudo que eu tinha para viver nesse caminho. Eu quero o novo agora, pô. Aquilo que eu não consigo fazer. Viver uma vida sem beber, viver uma vida sem transar, viver uma vida sem usar droga, viver uma vida sem Fumar, viver uma vida sem sair, viver uma vida para Cristo um
pouco, pro meu eu interior, para para mim, pro meu próprio bem, do que viver pros outros. Já viver demais pros outros e quase me mato vivendo pros outros, tá ligado? Então as pessoas é difícil elas aceitarem essa mudança e ninguém é obrigado a aceitar nada, pô. Eu só vou, eu só vou. Quem quer ir vem atrás, quer entrevistar, ó, quer ir, irmão? Eu vou, mas eu não tô nessa vibe de falar isso, Isso, isso. Minha vibe é outra. Pode ser? Beleza. Não pode. Então beleza. Vai lá em casa, a gente liga o cara. Acabou ficar
mendigando pr >> ele. Chega assim, Ceará, não vou beber nada com álcool. Eu tô no propósito de ficar um ano sem bebida. Beleza, me irmão. O que é que você quer beber? Vamos. É, mas é isso. E a gente se diverte, a gente canta no caral, né, amigo? Toca violão. >> E tem lugar que você vai, as pessoas não Te aceitam, pô. O Carlinhos tá chato. Carlinhos é não sei o que, só fala disso, só fala daquilo. >> Eu aceito você como meu amigo. Espero que você me aceite do jeito que você é. >> Exato.
Exato. Do jeito que você. Eu aceito meus amigos do jeito que jeito que é. >> Ai Carlin, você não pode mais andar com fulano que você pera aí. Eu >> eu não devo fazer certas coisas. Andar eu ando com todo mundo. >> Eu piso em todos os terrenos. >> Eu piso em todos os terrenos, irmão. Eu vou em todas as religiões. Você me chama, ó. Vamos na Umbanda, vamos na macumba, vamos. Eu tenho autoridade em Cristo para pisar em todo lugar, meu irmão. E acabou. Agora >> eh, >> eu cresci assim. >> Hã? >> Eu
cresci assim. Também eu aprendi, eu fui criado em orfanato católico. >> Meus pais eram humildes demais, então eles estavam querendo encontrar uma religião. A minha mãe católica fervorosa, meu pai era um cara boio, foi espírita, foi pra macumba, enfim, era um cara que traía muito a minha mãe, muito viciado em bebida, mas era um homem trabalhador, um homem bom pai, mas era um cara que tinha essa fraqueza. E eu, como é que eu digo para você? separava. Eu vi o lado bom do meu pai e o lado bom da minha mãe. O lado ruim da
minha mãe, Eu acho que ela era muito rancorosa e eu respeito isso. >> Mas ela tinha os motivos dela com o meu pai. >> E o lado bom do meu pai, eu sabia qual era o ruim da minha mãe, do meu pai, meu amigo, eu peguei sempre o melhor dos dois e a minha personalidade foi moldada, forjada. >> É assim, pô. Todos nós, todos nós, >> entendeu? O melhor da minha mãe, >> você uma mistura do seu pai e sua mãe >> do bem e do mal. Não é só do bom, não. >> Exatamente. >>
Isso que sua você falou que sua mãe tem, como é que era? Ela era um pouco, >> ela um pouco rancorosa, ela não perdoava. >> Então se você não cuida, você sabe porque tá na gente, é DNA, passa pra gente. >> Ela ela teve um câncer pesado. E aí a medicina segundou umas uma a medicina fala >> que isso aumenta também, né? Quando você tá rancoroso, quando você tá triste, eu não sei se é verdade. Já vi, >> cara, é mais emocional do que do que alimento. >> Sabe por quê? Jesus Cristo posso pra Bíblia?
>> Pode. Meu pai fez sofr Não é o que entra pela boca, Ceará. Tá escrito, >> né? É o que ele é o que sai pela boca. Então é sua raiva, seu ódio, angústia, a inveja. >> Você já chegou ter muita raiva, né amigo? >> Óbvio. >> E já passou isso? >> Óbvio. Fala o cara Charles é revoltado, é rebelde. Eu sou mesmo. >> Era. >> Era oua. Eu sou >> ainda. >> Eu sou rebelde, eu sou rebelde. >> Eu sou rebelde. >> Todo, todo cristão, não fanático, mas Que quer seguir mesmo, ele se torna
rebelde. Você lê Bíblia às vezes? Não lê? >> Leio. >> Então, como é que ele era conhecido de Jesus Cristo? Como é que os fariseus chamava eles os discípulos? Os rebeldes. Por quê? Porque não fazia o que o sistema queria. Eles andavam na contramão do sistema. Então eu vou morrer sendo rebelde. Sempre foi assim, né, cara? >> Verdade. >> E não vai mudar isso, né? >> [ __ ] é rebelde. P carioca falava para mim. [ __ ] é rebelde, >> pergunta da Andreia pra gente aqui. Qual que foi a treta do Emerson Ceará no
Caraca? >> Ah, tá legal. É bom você perguntar isso. Quem perguntou? >> Andreia. >> Andreia, beijo para você. A produtora daqui ou alguém? >> É a produtora. Produtora já foi embora, né? Inclusive. Olha a Andreia [ __ ] >> Emprego bom, né? >> É, cara. >> Andreia, beijo para você. dá o contexto, né, para quem >> Eu vou falar assim, porque é o seguinte, eu quando eu falo as coisas, eu não quero magoar ninguém, então eu sou sempre responsável pelo que eu falo, que ela máxima e nunca pelo que a pessoa entende. >> Então quando
eu peço desculpas, eu peço pelo que a pessoa sentiu, não pelo que eu falei, porque a minha intenção mesmo, eu sou um cara muito razão, coração, >> um piciano que não é pequena serea, nem ariel, nemono, se é aquele cara que é tubarão, que fala olhando, fala a verdade. Eu não sou um cara de mentir, eu sou um cara de omitir. Então eu falei aquilo pro Emerson e pô, é um cara legal, inteligente, é o cara que tá rypado. Aí a agenda do show do Cara eu vi lá, ele foi no Pânico, né? Vi uma
parte lá, o cara tá fazendo show até dezembro e eu fico feliz porque é um irmão, >> é um cearense, é um nordestino que tá levando também o nome do nosso estado. Eu nunca, eu nunca fiquei com vaidade disso. É tanto que a gente lá do backstage lá do Tigarcast, antes de ir pro ar, ele falou: "Cara, muito legal". Eu lembro de uma coisa porque eu fui participar do prêmio Multishow de Humor Em 2015. Você tava contratado Multishow para fazer o teu programa e você era um dos jurados no programa de humor que eu fui
participar como calouro. >> E aí a ele falou o nome da particip da jurada Dani Valente falou uma coisa, tipo assim, ele ele contando para mim off, ah, você não acha que deveria mudar seu nome artístico? Porque olha só, você é Emerson Ceará e as pessoas conhecem o Ceará, que é você, Wellington, Ceará do Pânico, tal. E você falou o seguinte Para ela na tua vez lá. Falei: "Olha, eh, Dani, com todo respeito ao que você falou, mas assim, eu acho que não. Eu acho que ele tem que usar o Ceará, porque ele tá representando
o meu estado, ele tá representando o Nordeste, mais um cara batalhador que veio para vencer. Então acho que ele pode usar o nome que ele quiser. Emerson Ceará. Ceará porque eu tenho orgulho. Ceará é o taxista. Ceará é o cara da cozinha. Ce era o porteiro ou paraíba, enfim, ou Nordestino. Então, por mim, ele pode usar o Ceará com muito orgulho. É um cara que saiu da terra dele, foi para Curitiba, foi garçom, tem uma história muito bacana e ele faz o que ele quiser. Aí durante a entrevista a G tirou foto, brincou, eles me
colocaram assim: "Será, senta aqui no meio, eu peguei: "Não, fica aqui". Você, Mateus, não, fica aqui, será? Ah, porque você é o mais velho. Peguei: "Não, mas Cara, você vê o primeiro, porque não". Aí me colocaram no meio aqui, carioca aqui, bola aqui no lugar de vocês. Eu aqui, o Emerson aqui do meu lado esquerdo e o Mateus. O Mateus tava até mais comportado assim, Mateusa. >> Porque quando você tá fazendo um programa de mão, a galera quer falar [ __ ] os caras são loucos. >> E aí eu falei pro Cadu, empresário do Bol
Cadu, os caras estão louco aqui. Antes de começar a entrevista ali, Falei, já começando a entrevista, traz aqui uma cerveja para mim. Eu comecei a tomar cerveja e o Emerson tava empolgado, acho que acho que fã ali do programa. >> Claro, felizão. >> Feliz de estar com os caras, talvez. Acho que o Mateus que ele gosta, acho que gosta de mim até hoje também. E aí, cara, uma hora eu comecei a beber, eu vi, eu achava que ali fosse ser um papo também, como tá sendo agora hoje, a Gente faz humor, fala sério, brinca. Até
falando pro fã do pânico e até pro cara que não é fã do pânico. >> Mas aí começou a escambar para um caminho que o começou a falar da mãe do carioca. Como aí falou da minha não, a mãe disa morreu, gente. Você é louco, fulano como também. Desenterre uma brincadeira assim, >> eu levei na brincadeira, mas tomando cerveja tal e eu vi que ele tava empolgado depois. E aí eu achei que o Carioca fosse perguntar, mas vem cá, como é que foi a tua história, Emerson? Como é que você chegou? E você, Bola, você
já e você, Mateus Ceará, já conhecia o Aliton Muniz lá, o Ceará? Já não? Você foi para onde? Como é que você começou? É verdade, você foi açogueiro, tal? Eu achei que fosse esse papo. >> E aí, como ele tava empolgado, Emerson, eu acabei falando ali, talvez até ultrapassei. Então eu falei pro Emson, liguei para ele no outro dia, ele não me Levou pro coração, ele tava dentro de um vô, achei que ele não quisesse atender. Depois eu mandei mensagem para ele, tem até aqui. Falou: "Imagina, Ceará, de boa, cara". Eu falei: "Cara, então desculpa
ali, eu peço desculpas >> pelo que você sentiu, que eu não quis te magoar, não pelo que eu falei, tá? Você me perdoa, tá perdoado, de boa. Ó, quando quiser, vamos lá no meu podcast, tá tudo encerrado. Então, também eu peço desculpas a vocês, fãs do Emerson Ceará, Que não foi para machucar, então não tem treta, isso vende, mas tá de boa. A hora que ele quiser ligar aqui, eu ligo para ele, tá de boa, vai na minha casa porque é mais um irmão. Vibro pelo sucesso tanto do Mateus Ceará, que eu já entrevistei e
pelo Emerson ou qualquer outro nordestino ou qualquer outro artista do Brasil inteiro. Não tem nada de ego. Quando você fica mais velho, sai a vaidade, vem a generosidade, vem a mais a humildade >> e a gratidão, né? >> E porque a gente passa, outros vão vir melhores que eu. Hoje em dia tem uns imitadores muito melhores que eu, que >> imitador bom, >> pô. O Igor, Igor Fina, o Igor Getes >> é o cara que eu acho melhor no momento sem desmerecer os outros, >> mas aí um cara antigo também que eu admiro, Robson bailarino,
>> eu gosto do Carioca, ou o que já é veterano e tem tantos outros. O Rogério Marinho, como é que é? O André Marinho. Ando, >> Pedro Manso. Pô, tanta gente boa, tem que parar nessa coisa de rivalidade, beijo. Eu nem tô mais nessa onda de imitar, mas se eu parar para imitar, eu vou criar um personagem, vou fazer isso. >> Mas não quero fazer agora. Na hora que que eu quiser voltar, eu volto para fazer show, volto pra televisão e vou fazer não a melhor imitação, mas vou fazer as loucuras que me trouxeram até
Aqui. É a Gabietes com os óculos, é é o Silvio Louco, é o Pelé maluco ou outra imitação. Outro dia eu tava no Gentille, aí eu falei do nada assim, do nada, ah, pô, eu acho que eu imito a letra a Lagle, né, que é o mesmo time de voz do Milton Cunha, assim, pra gente que é imitador. Então acho que por ela ser descendente de libanês, eu acho que eu faria a lê da lida narguê, tipo entrevistando aqui o cara igual os óculos. >> Então hoje eu converso com Carlos Alberto Silv mendigo. Só um
segundo. Aí eu falei isso de boa. No outro dia, Rogério Morgado mandou aqui no direct, olha que coincidência, ele tinha feita o mesmo personagem no MasterChef lá do Pânico Chefes, né? Então a ideia não é de ninguém tá pairando. Ele fez primeiro, >> mas eu não sabia. Não tava mais no PK 2018, 17. Então tem esse ego aí, irmãozinho. >> Não, >> todo mundo tem que se ajudar. Artista é uma classe muito desunida. >> Também acho. >> Entendeu? Uma classe que E aí, por isso que eu acho legal a a iniciativa do Bonnie aí, ajudar
a retiro dos artistas. O Pânico ajudou também uma época campanha. O Bonnie foi lá, deu toda a nova cozinha. Aí tem artista falando mal aí depois se arrepende, né? falando mal do retiro do artista >> que não transa. >> Então irmão, isso vai passar, irmão. >> Vai passar. A gente não é [ __ ] nenhuma. >> E vocês são gratos? >> Quem? >> Vocês são gratos à vida, grato? Deus. >> Eu sou grato a Deus, a vida dos meus amigos, os inimigos. >> Sou grato por tudo, cara. Sou grato por quem me fez mal, por
quem me fez bem, pela fome que eu passei, pelos excessos de comida que eu tive por hoje não ter Carro, por ter tido os melhores carros da minha vida, por ter morado numa [ __ ] casa, por hoje não ter minha casa própria. Eu sou grato todos os dias, porque eu nunca iria aprender na minha vida se eu não tivesse passado por tudo que eu já passei. Olha que eu já passei coisa, hein, >> pô. >> Então agora tô me renovando espiritualmente, mentalmente, para poder colher novos frutos. Eu tenho plantado Aqui ninguém >> frutos espirituais,
tá ligado, né? A gente tem que plantar onde ninguém. Eu sou grato demais, cara, que você obrigado demais. E, aliás, eu vi um corte seu que eu acho, não sei se você era agnóstico, ateu. >> Não, não, sempre fui cristão, >> mas eu vi um corte seu, cara. Não sei onde foi que eu vi que você se emocionou. Foi Gilson aqui no >> e você passou a ler a Bíblia. É um livro Que já >> Eu voltei a ler, né? Tava, >> cara. E aquilo acho que você ajudou, >> que é o corte sobre o
silêncio de Deus. Aquilo ali é muito lindo porque tem uma verdade e você não sabe como aquilo ajudou muitas pessoas a refletirem >> sobre Deus, sobre a existência do ser humano, independente até de quemu. >> E o e o Carlinho sabe, né, cara? Às vezes tem um silêncio mesmo. Às vezes às vezes você pergunta e Deus não fala Contigo. Você fica porque >> respeito, eu respeito todas as religiões a a teu do norte. Eu, pô, entrevistei o duas vezes lá, o qu, o Thales Gomes. >> Sei. >> Na segunda entrevista, ele falou uma coisa que
eu não sabia, ele era teu antes de virar >> católico. Ele falou que por causa de Santo Agostinho, ele virou católico, casou >> e ali, cara, ele fez um depoimento que Eu não tinha visto em lugar nenhum. Olha só, o cara ateu, quis por alguma coisa que ele viu, acreditou ou sentiu, Carlinhos, ser um >> cristão. É. >> Opa. Sentiu uma vez a caminho sem volta. O que eu, olha só, deixa eu falar uma coisa para vocês aqui. Vocês perceberam >> que tem um interesse muito grande, você não vê igreja falando bem da outra e
às vezes é do >> Mas sabe por quê? Porque elas são Concorrentes. >> Nenhuma igreja, nenhuma, vou afirmar aqui, tá? É pesado isso. >> Examente. >> 90% das igrejas não pregam Jesus Cristo. 90% das igrejas não, o evangelho de verdade não é bem-vindo dentro de 90% das igrejas. 90% das igrejas só prega Primeiro Testamento. Primeiro testamento é guerra, sangue, raiva, ódio, eh angústia, tristeza, agonia, apatia. Segundo testamento, amor, perdão da Guerra, da outra face. É diferente. Então não se prega segundo testamento dentro da igreja >> no Novo Testamento, né? É, >> é, pode ver, é
sempre primeiro testamento. Quando, quando é o segundo, você não chega num limite de amor. Aquele que se que você pode tá passando o pior BO da tua vida, você se sente tocado e vai dormir melhor, pelo menos naquele dia, tá ligado? É difícil, cara. Então eu rodei muito atrás, eu rodei Muito. Então se se Deus não tivesse me tocado, cara, ia ser, sei lá, sempre nasci para ser assim mesmo, louco, >> senhores. >> E ele escolhe os louco. >> Obrigado demais. O que que vocês querem divulgar? Redes sociais? O que mais quiserem? Ceará. >> Eu
tô lá no o Ceará, no Instagram. A gente também tá lá no TikTok. Então assim, eu tenho que postar mais coisas do TikTok, né? >> O podcast. >> O podcast vai voltar em breve aí com novas entrevistas, tá? >> Mas eu tô focado em outras coisas. a gente vai voltar, tem muitas entrevistas, ela não tem 2.500 como seu programa aqui, mas tem acho que mais de 100, >> pô, >> festa da Firma Podcast em todas as plataformas. E é muito legal que a gente saia ali da eh da da função, né, de Falar para ouvir,
né? Eu acho que um bom comunicador é aquele que sabe ouvir. >> Eu aprendi fazendo isso, >> me inspirando em vários, como você e tantos outros, que não é interessante ali quando você tá entrevistando a sua história, aí sim a do convidado. É, >> então não se preocupe, a não ser que seja monossilápico, deixa o cara falar porque alguma coisa que ele vai falar ali vai ajudar alguém. É uma dança que você só tem que conduzir, >> diferente. Muita gente fica brigando por fala quando vai pro teatro pra TV, mas ele tem mais fala que
eu, tem mais texto que eu. >> Existe isso mesmo. >> E às vezes o cara que é o quadjuvante, é o cara que não é o protagonista, é o cara que é o figurante, aparece ali sublinarmente, se é que existe a palavra, mais do que o cara que é o galã da novela ou que é o protagonista. Então eu aprendi isso. Tudo que eu sou hoje eu Aprendi observando as pessoas. É meio que um antropologista, né? uma antropologia aí, um antropólogo e observando as pessoas e o comportamento. Acho que fez a diferença nos personagens que
as pessoas gostam tanto os meus da galera. Acho humorista é muito da observação, né, Carlenso? Sim, >> ia colocar uma tinta a mais, mas não pode exagerar na tinta, senão essa caricatura, você como bom desenhista, Sabe que você extrapolar na tinta, você vai borrar essa caricatura e aí deixa de ser engraçado para ser eh ofensivo. Eu acho que a piada de hoje, né, a graça de hoje foi sempre a desgraça do passado. >> É, >> então eh >> humor, humor é desgraça mais tempo. >> Exatamente. Então, >> humor é fazer graça com a desgraça, né?
E o ser humano é assim inconscientemente. Se alguém cair aqui, Você vai dar risada. Tem gente que vai rir pra caramba e tem gente que depois que a pessoa cai dá risada, aí ele vai ajudar para levantar. Então o ser humano tem isso, é dele. A gente irr dessas bobagens. Esse tipo de humor louco continua nos grupos de WhatsApp, continua na internet, mas é uma pena ter parado também na televisão, porque eu acho que o público tem saudades. Ah, um tempo para todas as coisas. Já foi, graças a Deus. >> Eh, obrigado demais. redes sociais.
Eh, divulgar é Carlinhos Humor no meu Instagram e no meu TikTok é Carlinhos Humor oficial. Eu só uso TikTok para fazer live espiritual todos os dias. Eu faço live >> todo dia, >> todos os dias, cerca de du 3 horas de live sem repetir ali na loucura. >> É nove, eu sempre posto no meu Instagram, né, o link e a divulgação, porque eu só uso o TikTok para fazer as Lives. Então lá estudo bíblico, louvores, eu canto, >> é loucura, mas é muito legal. Leg. >> E ele faz uma pegada igual radialista, ele coloca o
efeito de rádio. F. Rádio, meu cantinho ali. Legal. Interessante. E eu vou fazer hoje só para só por curiosidade, vou fazer um pouquinho. Vou chegar em casa agora. Vou fazer meiaite >> chegando em casa você faz >> fazer meia noite, >> dá um endereço aí do TikTok pra galera. >> Acabei da Carlinhos Humor oficial. Carlinhos Humor oficial. Quem gosta, quem o dia que você tiver mal, tiver na bed, tiver nesse, né? Porque agora é um papo mais astral, mais humor. Então a nossa frequência muda, muda. Quando você tiver naquela frequência de dor, de amargura, perdeu
alguém, tá triste, aí você vai lá que eu tenho certeza que assim como essas palavras me confortaram quando eu morei na rua, quando eu fui orfanato, quando eu quando eu quando eu Fui preso, quando eu preguei dentro da cadeia, >> tua fome é hoje, é outra hoje. Eu não tenho motivo algum para estar aqui falando de Deus. Olha aqui a minha vida antes, pânico que vocês conhecem, mas olha antes do pânico. >> É, >> entendeu? Você poderia ser revoltado com isso? >> Não, eu sou. Mas tem aquele o mané que se tornou, sei lá o
que que me tornou, Que agora eu tô aqui de novo e daqui a pouquinho de novo, porque o mundo é cíclico, né? Salomão fala: "Tudo se repete. Tudo que já aconteceu vai voltar a acontecer. É possível que alguém faça uma coisa nova?" Não. Então, que repitamos coisas interessantes, né? Que a gente pega essas ideias e coloca para fora. Então, Carlinhos Humor no Instagram e Carlinhos Humor no TikTok. Carlinhos Humor oficial no TikTok com as minhas lives bíblicas e espirituais. Rádio Carlonhas FM. Onde os loucos se encontram para falar da loucura do evangelho. >> Você é
um loucutor. Um louco. Não é nem loucutor. >> Cara, o evangelho é loucura. O apóstolo Paulo fala isso, tá ligado? É loucura. Tá você me achando que eu sou louco, então me aceite como um louco, por favor, no meio de vocês. Exato. E >> aí eu queria falar uma coisa também. A gente tá aproveitando essa grande Audiência de vocês aqui. >> Agradecer minha advogada, Dra. Mara da Maceno. >> O advogado sempre vai acompanhar para ver se lá tá lá lutando por nós. Nada. Ela é do Rio, coincidiu, vai voltar amanhã. Conheci. tava nadand tava nadando
no Rio. Então é o seguinte, obrigado. Piadinha aqui da série. >> Obrigado, viu? Estamos junto. Precisou, estamos aí. >> Mina Real é o canal da nossa família, da Minha esposa que teve essa ideia de fazer um canal A vida como ela é na real mesmo. Ela falou assim: "Porra, lá em casa eu tenho um personagem, meu marido, nossa filha, as pessoas que são colaboradores, então bora gravar." Então, toda semana sempre vídeos novos, né? 10 anos aí do Mina Real, mostrando a vida como ela é na real. YouTube >> é contigo aí. Santa Já tá podendo
fazer a voz de radialista aqui. Tentar voz é Bonita, cara. Tom capricha aí. >> Vamos tentar caprichar aqui que depois do Carlinhos, né? Não tem como. >> Tá. E você que está chegando até aqui na live, já vai deixando o seu like, se inscrevendo no canal para nós atingirmos a meta de 6 milhões de inscritos que estamos chegando. Aí >> exatamente agradecer aos nossos parceiros aqui do episódio Airbnb Estratégia, né, que está agradecer ao presente que Recebemos aí, né, Carlinho? É verdade, >> né? O, né, o >> Ceará, como é que é o nome mesmo,
chefe? >> Termol >> Termolux. >> Termolux. >> E tá valendo ali. >> Eu já você já falou 30 minutos da Termolux. Não, já falei. >> Calma. Tá me chutando aqui. Tá me chutando aqui. >> Quem fazia o Mexão Neves era você no pé? >> É teu filho. Como é o nome do negócio? >> Termolux. >> Compre o seu aquecedor de toalhas. Thermolux. É uma maravilha, meu filho. Chega. >> É isso aí. Obrigado. >> Deixa eu colocar no no primeiro comentário é o link aí pr para dar uma força pro pessoal. >> Boa. E vamos colocar
na tua casa da montanha. >> Claro. É óbvio que sim. Já já já tô Esperando por isso. Já. Fechou. E o que que você tem que falar agora para você brilhar? O que que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até final dessa live maravilhosa? >> Tivemos muitas opções hoje, viu? Mas >> eu selecionei uma que é histórica. Pau de Havaiana. >> Ah, teu personagem, né? >> Pau de Havaiana. Qual era a outra? Elefante tatuado. Eu gosto de elefante tatuado. >> Ah, do João Gordo na época. >> Eu gosto, eu de elefante tatuado.
Escrevam. >> Isso tá no YouTube. Tem um áudio disso. É. É. Tem na Isso é da época 2000. Certeza >> que eu fazia os trotes do Silvio. >> Eu quero te contratar, João Gordo, porque você >> Ah, ele já falou, >> você não, mas tem é rotativo, né? >> Ele tá, ele tá encerrando já. >> Ele vai tomar aqui. >> Então, chegou ele tá doado. Fui bom. >> Aí você vai fazer, vai fazer a live. Eu vou assistir essa live hoje. >> Fazer meia-noite. Fazer um trechinho só pra galera que tá aqui a talvez ainda
não tenha visto. Você vai onde? É diferente, gente. Tem humor também, tá? Porque todo mundo acha que óbvio, eu falo com o pai, o pai dá umas bronca em mim. É legal, interessante. O hen pai, ó pai fica. Eu falo com o pai, o pai briga Comigo. Às vezes eu falo uns palavrão, o pai briga. Oi pai, pode falar tudo tudo bem, po falar. Ele é um hospício, mas é legal. >> É um hospício completo. Olha, interessante, tá? Tem uns cortes no meu Instagram que eu pego, eu edito, é maior difícil, né? Mas deixa lá
com 3 minutos, 3 e me corttezinhos interessantes, tá? De de passagens bíblicas, enfim. É isso aí, meu. Obrigado. Estamos junto. Obrigado demais. Obrigado vocês que Estiveram até aqui. Fiquem com Deus. Beijo que tchau. >> Beijo, cambada. e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos Participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações
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