[Música] Olá pessoal tudo bem Estamos de volta então para nossa quarta aula do curso e vamos falar agora sobre avaliação do comportamento Esse é um tema bem relevante bem importante para a gente abordar porque assim como o nome da abordagem indica é o ponto central da nossa intervenção então nós vimos também nas outras aulas a importância de se determinar quais serão os comportamentos alvos que serão trabalhados no processo terapêutico Então essa avaliação comportamental para a gente fazer o levantamento a observação a descrição dos comportamentos que serão trabalhados na intervenção é muito importante até mesmo porque
a partir dessa avaliação desses comportamentos serão muito bem avaliados muito bem observados e descritos que nós vamos ter a base para o acompanhamento e para a gente poder refazer as avalia e foi determinar se a nossa intervenção está sendo estruturada bem aplicada e eficaz então é um processo basicamente Central que a gente vai estar fazendo durante o processo terapêutico durante a nossa intervenção com a criança autista para iniciar Então vai falando sobre avaliação comportamental ela envolve diferentes métodos de descrição e de levantamento que vão envolver as observações diretas entrevistas check lists testes para identificar e
definir comportamentos que serão alvo da intervenção então não existe uma única forma de se fazer a avaliação comportamental o ideal é que a gente utiliza mais de uma técnica mais de uma forma um método de coleta de informações para que a gente consiga ter o máximo de informações possíveis sobre os comportamentos alvos E como eles acontecem porque a avaliação comportamental ela vai nos dar informações sobre diversos aspectos como por exemplo as habilidades Então quais são as habilidades que essa criança já tem no repertório dela que ela já consegue que ela já sabe fazer e quais
são aquelas que a gente ainda Precisa desenvolver a gente vai conseguir com esse com essa avaliação levantar fazer o levantamento de quais são essas pessoas significativas envolvida em questão envolvidas no controle do comportamento da criança avaliada então isso dá uma ideia do ambiente Então quem está envolvido nessa relação entre a criança e o ambiente que faz com que alguns comportamentos repitam e outros comportamentos não fatores de manutenção e generalização do comportamento para essa crença então aquelas os fatores que estão contribuindo para que determinados comportamentos continuam acontecendo Então a gente diz que estão repertório dessa criança
e também os fatores de generalização do comportamento Ou seja que contribuem para que a criança tenha esses mesmos comportamentos em diferentes contextos com diferentes pessoas E além disso também vamos identificar potenciais reforçadores ou punidores que podem ser incluídos no nosso plano de intervenção para modificar o comportamento alvo Então nós vamos saber quais são aquelas consequências como a gente viu na outra aula que aumentam ou diminuem a probabilidade de um comportamento continuar acontecendo e como nós podemos utilizar a nosso favor aí na manutenção Educação do comportamento alvo porque nós vamos selecionar comportamentos tanto de comportamentos precisam
ser diminuídos então comportamentos inadequados quando o comportamentos adequados que a gente precisa é ensinar para a criança e aí nós vamos utilizar dessa relação da Tríplice contingência que a gente viu da daquele estímulo resposta e consequência para oferecer reforçadores que sirvam para aumentar a probabilidade daqueles comportamentos que a gente quer instalar que a gente quer que a criança aprenda então coleta sua informações gerais inicialmente a avaliação comportamental ela vai funcionar mais ou menos como um funil a gente começa com um amplo com as informações gerais e depois vai refinando até se concentrar nos comportamentos alvos
então iniciamos com a coleta das informações gerais assim como algumas que a gente viu nas últimas aulas que contribuem com a coleta de dados e com o começo desse levantamento dos comportamentos serão observados E aí vamos nos aprofundando naquilo que se mostra mais importante a cada novo passo da avaliação então a gente acaba chegando na avaliação no levantamento dos comportamentos que são mais destacados pelos pais a gente aprimora no nosso olhar sobre ele de forma que a gente consiga observar e escrever da forma mais objetiva possível porque por exemplo os pais relata que a criança
Faz birra não é o suficiente para a gente dizer que a gente já sabe o que que é esse comportamento e que esse é o nosso comportamento alvo a gente tem que saber descrever o que é sambirra como que é essa birra se manifesta Quais são as características dela porque talvez o que tem na minha mente do que é uma criança fazendo birra pode não ser o mesmo na mente de vocês de uma criança fazendo birra o que pode não ser o mesmo do que essa criança que o pai e a mãe estão falando que
está fazendo birra então a gente precisa fazer uma descrição bem objetiva desses comportamentos Então vamos ver algumas fases da avaliação comportamental triagem e disposições Gerais então também quando estamos fazendo a coleta de informações gerais lá no começo do atendimento quando estamos conhecendo os pais já estamos aqui numa fase de avaliação comportamental Porque a gente já está coletando informações referentes aos comportamentos que queremos avaliar definição e quantificação geral dos problemas ou dos critérios de desempenho desejados Então a gente vai ter que descrever e quantificar Quais são esses problemas então quando que eles acontecem aonde Com que
frequência Quantas vezes ao dia com qual intensidade E também dos critérios de desempenho desejados então o que que a gente tem como expectativa o que que os pais têm como expectativas com relação a esses comportamentos alvos apontamento de quais comportamentos ovos deverão ser tratados E aí de novo podemos ter tantos comportamentos inadequados que queremos reduzir que queremos diminuir quando os comportamentos adequados funcionais que nós queremos que a criança aprenda E aí nesse apontamento também entra uma descrição bem objetiva bem detalhada de quais são estes comportamentos monitoramento do Progresso e o acompanhamento né o follow up
que pode ser esses dois podem ser feitos em conjunto então basicamente na avaliação comportamental a gente já consegue ver que a gente tá acompanhando desde o início da intervenção em que está fazendo essa avaliação comportamental atualizando e alimentando desde o início da intervenção até o final do processo terapêutico tanto porque em alguns casos alguns comportamentos novos que a gente tenha então habilidade que a gente quer que a criança tenha elas precisam ficar um pouco mais à frente no nosso plano de intervenção porque antes precisamos ensinar habilidades mais básicas mas essenciais para a gente chegar naquela
quanto a gente também pode precisar reduzir primeiro o comportamentos inadequados que impedem que a criança consiga aprender o desempenhar essas habilidades Então vai estar sendo atualizado sendo modificados comportamentos alvos conforme nós vamos realizando inserindo fazendo com que a gente aprenda novos comportamentos novas habilidades nós vamos colocando outras habilidades que são as seguintes que precisam ser trabalhadas e realizando aí a manutenção dessas que já foram adquiridas para que a criança não perca as suas habilidades então é um processo que vai nos acompanhar ao longo da intervenção e nós temos alguns métodos de avaliação do comportamento Assim
como nós vemos lá que envolve checklist entrevista e observação e vamos lá uma olhada uma uma pincelada em quais são esses métodos Então temos métodos de avaliação indireta que provém de informações gerais iniciais geralmente a gente consegue no início do acompanhamento Com base no relato dos Pais principalmente com base no relato dos Pais e dos cuidadores e as avaliações diretas que demandam mais tempo e mais treino de observação porque aqui que a gente vai realmente começar a atuar mais ativamente na observação desses comportamentos então já é preciso ter um olhar mais técnico do que observar
de como interferir ou não nessa observação então nas avaliações indiretas nós temos entrevistas escalas e check lists enquanto na avaliação indiretas Nós temos duas formas de análise descritivas e as análise funcional dentro da análise descritiva nós temos esses métodos então diz que era plot as narrativas do ABC e as observações estruturadas e na análise funcional nós temos uma análise do comportamento mais baseada na modificação de variáveis então nas avaliações indiretas já envolve aqueles métodos que a gente tem um pouco mais de familiaridade que tão estruturado estão sistematizados para sua utilização entrevistas que podem ser estruturadas
a ser estruturadas com os pais para coletar informações e descrição sobre esses comportamentos escalas de check-lists que a gente viu alguns nas últimas aulas e que nós temos escalas de checklists inclusive que podem ser entregues e preenchidas pelos próprios responsáveis que vão para casa vão observar a criança vão observar os pontos que estão na checklist e bom responder e nos devolver assim como acho que nós mesmos podemos aplicar durante a sessão E aí nas avaliações diretas nós temos nas avaliações indescritivas que nós temos esses métodos eles estão mais para realmente a descrição a observação e
descrição do comportamento mas não tem aqui uma manipulação das variáveis então a gente pode fazer uma correlação identificar por exemplo em que período de tempo que acontece mais ou menos algum comportamento fazer algumas correlações entre o que a gente observou porém como ainda não tem uma uma manipulação das variáveis envolvidas é nessa contingência mas não podemos fazer apontar que já já é uma análise funcional quando a gente chega nas observações nas avaliações diretas que envolvem análise funcional aí a gente já começa a manipular nas variáveis para determinar as relações de incontinências E aí consegui identificar
padrões e falar que por exemplo determinado comportamento Tem uma função acontece com determinada pessoa por causa de determinado contexto aqui entra muito o que a gente viu na última aula da Tríplice contingência aqui na narrativa a b c é basicamente uma descrição da Tribulus contingência porque o ar de antecedente o b de comportamento Mas aqui é somente a descrição tanto que você pode entregar uma tabela para os pais com esses itens e eles vão começar a observar e descrever os comportamentos que eles observarem da criança você pode pedir um comportamento específico eles anotarem nos comportamentos
que eles acham que são relevantes por exemplo comportamentos inadequados que eles querem que modifiquem mas quando a gente começa a modificar então por exemplo a gente mexe um pouquinho mexe aquele com o antecedente ou com a consequência para identificar qual que é realmente a sua relação de dependência entre essas variáveis aí nós estamos fazendo uma análise funcional então para a gente descobrir por exemplo que a birra da Criança é realmente porque ela quer atenção e não porque ela está com fome ou não porque ela levou uma bronca ou não porque a mãe falou mais alto
ela se assustou Então a gente vai a gente vai mexendo nessas variáveis a gente vai fazer no tentativa experimentos modificações para tentar determinar Qual que é a relação de independente interdependência entre essas três variáveis que determinam como que é a consequência antecedentes na influenciando no comportamento e vice-versa e isso tudo faz parte da nossa avaliação comportamental então nós podemos utilizar nós devemos aliás utilizar de medidas de avaliação indireta em conjunto com medidas de avaliação direta e geralmente o que a gente mais utiliza ver utilizando além dessas medidas indiretas é a narrativa ABC que é até
a primeira que nós ensinamos para os pais para eles aprenderem a observar entenderem Qual que é o olhar da análise do comportamento e as análises funcionais mas elas podem ser semi-estruturadas então Elas costumam prover sugestões de habilidades Gerais a serem avaliadas baseadas na sequência do Desenvolvimento Infantil E aí dentro dessas avaliações se me estruturadas nós podemos citar principalmente o PIB map para quem já teve algum contato com a abana da análise comportamento no térreo já se deparou com o Vibe muitas muitos programas muitos consultórios muitas clínicas e profissionais utilizam o Vibe como ferramenta de avaliação
comportamental Para a partir dele traçar o currículo terapêutico o programa de intervenção das Crianças então é uma avaliação comportamental de linguagem ele então é focado no comportamento verbal para crianças autistas e com outros atrasos no desenvolvimento o foco do Vibe a função do comportamento verbal e em habilidades relacionadas muito do que a gente tanto Analisa Quanto intervém é baseado na funcionalidade dos comportamentos então é para dar uma ideia de qual que é essa diferença essa relevância da funcionalidade por exemplo uma criança que pega um carrinho e fica girando a roda do carrinho várias e várias
horas é diferente de uma criança que pega e brinca com carrinho e faz o som e levanta e manipula de outras formas a função dessas duas formas de manipulação com o carrinho são diferentes e quando a gente fala que a gente vai avaliar a funcionalidade da Criança é de identificar se o que ela está fazendo é funcional é adequado Como diz com aquilo que é esperado então por exemplo para a gente falar que a criança tá brincando profissional com carrinho tá apresentando brincar funcional vai ser a criança número um que tava no movimento repetitivo no
padrão restrito que ela não pode ser interrompida ou a criança número 2 que tá manipulando que tá levantando o carrinho e andando na parede andando no chão e brinque bate nas pecinhas então quando a gente tá falando de funcionalidade a gente está querendo dizer nesse sentido e o Vibe ele vai ter o seu foco então na funcionalidade da comunicação verbal do comportamento verbal dessas crianças ele é constituído por um guia de aplicação de protocolo então cada criança vai ter o seu o seu livro de sua protocolo de aplicação e esse protocolo ele é composto por
cinco elementos então avaliação dos Marcos do desenvolvimento avaliação das Barreiras que estão dificultando nessa aprendizagem a avaliação de transição análise de tarefas e rastreio de habilidade e os objetivos do plano de ensino individualizado e colocação curricular o nosso objetivo final na avaliação Para iniciar a intervenção é de construir de montar o plano de ensino individualizado desse paciente esse plano de ensino individualizado é que vai conter os programas com as habilidades que a gente vai treinar os comportamentos alvos que a gente vai trabalhar e vai ser constituído um para cada criança com base naquilo que a
gente observou na avaliação comportamental Com base no que a gente observou como comportamentos por exemplo inadequados servem de Barreiras que dificultam que essa criança realiza ou aprenda coisas novas com base nas habilidades básicas que ela precisa aprender para então chegarem habilidades mais complexas E aí se constrói se estrutura um plano de ensino que a gente vai seguir e vai aplicando na intervenção para garantir essa aprendizagem é estruturada objetiva e que a gente consegue acompanhar porque ela é mensurável o objetivo maior da avaliação dos Marcos e o desenvolvimento é conseguir uma amostra representativa das habilidades verbais
da Criança e de outras habilidades estruturadas Obmep ele acaba sendo um dos instrumentos mais utilizados e mais comuns e mais estudados quando a gente trabalha com Transtorno do espectro autista então eu sugiro que quem tiver interesse em trabalhar com essa área que procure por cursos por pela apostila pelo material novo ibmep é um material que conta não só com a apostila de aplicação mas tem alguns instrumentos para auxiliar tem uma lista de brinquedos que são necessários para você ter para fazer aplicação com a criança e ele vai servir de instrumento para avaliação Inicial mas também
para fazer um acompanhamento contínuo durante a intervenção E aí lá ele fala sobre o comportamento verbal né então o Spinner ele escreveu basicamente sobretudo na sua teoria né na no behaviorismo e dentre o que ele escreveu e teorizou temos o comportamento verbal que tem relação com aquisição da linguagem da comunicação então para o Spinner as crianças Nós aprendemos a falar E aprendemos a usar linguagem da mesma forma como os outros comportamentos operantes ou seja com base na nossa relação com o ambiente e as consequências que os nossos comportamentos produzem e ele coloca o conceito de
operantes verbais então nove Obmep tem outras operantes além desses mas esses são os quatro que nós mais vemos são mais básicos Mas ainda tem outras operantes que a gente pode incluir e o Vibe ele que utiliza a avaliação e o programa o protocolo de aprendizagem ele está baseado outros instrumentos também se utilizam dos operantes verbais para fazer avaliação e a intervenção então esses operantes verbais nós temos o mando que está relacionado com habilidade de fazer pedidos então é nós podemos treinar crianças que têm dificuldade de fazer pedidos elas não pedem elas ficam esperando elas só
olham nós podemos fazer o treino da habilidade de mando para que ela consiga realizar pedidos o ponto é que o comportamento verbal ele acaba ganhando o grande destaque na intervenção com o pé porque nós sabemos que a comunicação conseguir se comunicar tanto verbal quanto não verbalmente é muito importante para aquisição de diferentes outras habilidades e é muito valorizado na nossa cultura acho que no geral Mas é uma habilidade muito valorizada tanto que muitas crianças vão em busca de os pais são em busca de intervenção porque perceberam que algo não está correndo da forma típica porque
tá tendo um atraso na linguagem então outros sinais podiam já estar presentes que são do transtorno do espectro autista como ausência de contato visual pouco interesse interagir pouca responsividade mas muitas vezes é quando você tem um atraso da linguagem que desperta mais atenção então como é muito valorizado acaba sendo uma fé um aspecto importante da intervenção E aí Não manda então é trabalhado o pedido então aqui na tabela tem um exemplo de como seria a tríplice contingência o abc desse desse treinamento de mando então o antecedente nesse caso é a criança estar com sede ter
a sensação física né sede ou estar por exemplo na presença de um copo de água e aí o comportamento ela emitir o mundo ela falar quero água e a consequência vai ser o reforço de receber a água Diante da sua resposta verbal de pedido então a gente está falando em todos de uma relação entre uma pessoa né um falante e um ouvinte que foi treinado porque este ouvinte vai responder vai reforçar a fala o comportamento verbal no caso dessa criança que é o falante no ecóico a gente às vezes associa tem mais facilidade de entender
o que é porque a gente lembra da ecolalia né que é quando a criança repete a palavra o som várias vezes mas aqui o ecóico ele tá relacionado com a habilidade da imitação então de repetir uma palavra de repetir verbalmente algo que foi dito então por exemplo o antecedente do ecóico quando a gente vai treinar o hipólico nós damos no modelo do que a criança tem que falar e então a repete água e aí a criança verbaliza água quando ela faz essa repetição que a resposta que a gente galera já que estamos treinando ecóico ela
é reforçada e ela pode ser reforçada com alguma coisa que ela gosta ela pode ser forçada com a própria água e assim por diante no Tato habilidades de Tato já se refere a nomeação então quando a gente vai fazer o treino de Tato nós temos como objetivo que a criança no meio os objetos por exemplo então ao ver a água por exemplo estímulo visual pode ser um cartãozinho de água pode ser uma foto de água a criança verbalizar água e aí ela recebe o reforço já que ela emitiu a resposta que a gente estava esperando
e o intra-verbal está relacionado com diálogos respostas a perguntas e completar frases então é conversar é responder sobre um aspecto que a gente está querendo É treinar nesse caso que a gente tem é o da água e aí por exemplo o antecedente né que seria o meu comando seria perguntar o que você usa no banho e aí é um estímulo auditivo porque eu estou falando a criança está ouvindo E aí ela emite o comportamento verbal e responde água então ela é reforçada o Spinner ele tem um livro sobre o comportamento verbal então ele tem uma
obra inteira falando sobre o comportamento verbal Mas além disso existem outros materiais que são bem focados na importância na explicação e no ensino do comportamento verbal então eu sugiro que quem tiver interesse e principalmente quem quiser entender melhor o funcionamento do Big Map tem que entender sobre o comportamento verbal Bom agora vamos entrar um pouco aqui na análise funcional a gente viu lá das estratégias estruturadas vamos entrar na análise funcional e Experimental é um tipo de avaliação que tem como objetivo identificar a função então a gente só sempre falando na funcionalidade de um comportamento problema
alvo por meio da manipulação de possíveis variáveis que controlam o comportamento então aquilo que eu falei quando a gente começa a manipular as variáveis a gente está fazendo uma análise funcional então elas as análises funcionais elas são o padrão ouro das avaliações de função comportamental Ou seja quando se quer saber o porquê dado comportamento alvo está ou não acontecendo vai ser a análise funcional que vai trazer os dados mais confiáveis pois envolve a manipulação direta dessas variáveis Então a gente tem que basicamente testar e confirmar tudo com relação a essas variáveis envolvidas no comportamento problema
para a gente poder dizer que é por isso ou por aquilo que este comportamento está acontecendo Então nós vamos analisar se em outros contextos este comportamento acontece da mesma forma se devido outras consequências este comportamento acontece da mesma forma e aí nós conseguimos entender o que que está fazendo a manutenção então a criança Faz birra em outros ambientes ou só no shopping ou só na escola com outras professoras ou só com aquela professora sempre que tem alguma loja de brinquedo em qualquer loja ela faz essa mirra e ela sempre ganha um brinquedo isso a gente
não der um brinquedo como que ela fica essa briga essa birra continua se ela ganhar um brinquedo diferente se ela ganhar um doce ao invés de um brinquedo a gente vai fazendo então um experimentos por isso que o nome é experimental para manipular essas variáveis e aí identificar realmente Qual que é a função do comportamento Então ela só faz essa birra porque ela quer é um doce porque ela quer ganhar alguma coisa porque ela quer ganhar um brinquedo ou porque na verdade ela quer atenção da mãe ou porque na verdade ela quer alcançar um objeto
que ela não consegue ou porque ela tá sentindo alguma dor Então a gente vai entender Qual que é a função desse comportamento alvo dessa resposta O que que está mantendo essa resposta e aí a gente vai conseguir saber como podemos modificar essas variáveis para modificar este comportamento então envolve observação direta das relações entre o ambiente e o comportamento enquanto as variáveis responsáveis por ele são deliberadamente manipuladas aqui eu vou fazer só um adendo que não faz muita diferença mas é bom pelo menos para esse contexto inicial de aula mas que eu acho que é bom
a gente saber eu fico alternando entre comportamento e resposta porque porque Tecnicamente essa relação entre organismo e ambiente é o que configura o comportamento o que a gente normalmente chama disso comportar de comportamento é a resposta do indivíduo mas é a relação entre o todo que configura o comportamento só título de curiosidade Então por meio da observação direta das relações entre o ambiente e o comportamento a gente vai modificar mais variáveis vai observando o que que muda ou não neste comportamento alvo Então nós vamos fazer dessa manipulação entendendo como que este comportamentos tá bem dizer
configurado e aí o objetivo é identificar as variáveis antecedentes e consequentes que influenciam na ocorrência do comportamento problema ou seja o porquê deste comportamento acontecer então repetindo porque a gente já falou disso em outros momentos quando falamos sobre a tribos contingência importantes de se entender lá a base da análise do comportamento é porque é basicamente o padrão ouro A análise funcional a gente vai estar fazendo isso durante todo o nosso processo terapêutico nós vamos estar identificando aonde e como isso aqui interfere na nossa no nosso comportamento alvo E aí nós vamos entender o porquê que
ele acontece então é muito importante a gente ter esse Panorama E aí tendo essa avaliação Nós Vamos então estabelecer os objetivos para a intervenção e nós podemos estabelecer objetivos de curto médio e longo prazo igual um exemplo que eu dei de que por exemplo essa criança tem muita dificuldade comportamental então tem muitos comportamentos inadequados isso pode dificultar para que ela Aprenda uma habilidade específica por exemplo de imitar porque ela sempre que a gente pede alguma coisa para ela que a gente conversa com ela ela começa a jogar os brinquedos e se jogar no chão então
a gente pode ter habilidades de imitação como objetivo de Médio prazo ou longo dependendo de O que que a gente quer essa criança emite e ter como objetivo de curto prazo o manejo desses comportamentos inadequados Então os objetivos de curto prazo envolve aqueles comportamentos alvos que merecem uma intervenção imediata assim que o programa de intervenção se iniciar e a gente vai pegar aqueles comportamentos que são os mais urgentes de serem trabalhados E aí é importante revisitar a noção de aprender a aprender porque muitas vezes nós queremos que a criança adquira habilidades complexas mas ela ainda
não tem as habilidades básicas que permitem que ela aprenda as complexas então nós temos que ensinar essa criança a aprender então exemplos que podem estar nos objetivos de curto prazo aproximar-se do clínico ou dos terapeutas porque podem ter crianças que às vezes por outras experiências já consideram um ambiente de terapia muito aversivo então estar na presença do terapeuta já é uma tarefa muito complicada que evoca muitas respostas negativas e a gente tem que começar com isso no objetivo no nosso objetivo terapêutico sentar a mesa olhar para os estímulos ou materiais usados a seguir e seguir
instruções então aqui na pessoa que não faz contato visual não olha para os materiais não permanece sentada vai esses comportamentos vão dificultar para que a gente possa ensinar comportamentos mais complexos de por exemplo aprender a pedir por um brinquedo aprender a fazer borracha é fazer uma categorização Então são alguns exemplos de objetivos que podem estar no nosso plano de curto prazo os comportamentos em excesso são normalmente uma prioridade de intervenção então assim como a gente falou nós vamos fazer um levantamento dos excessos de comportamento dessa criança e aqueles que estão em excesso podem ser uma
prioridade dos nossos objetivos Então os padrões de comportamentos repetitivos restritos podem dificultar para que essa criança engaja em outras em outras atividades e aprenda novas habilidades comportamentos inadequados comportamentos opositores agressivos então eles acabam ganhando um destaque porque a gente precisa primeiro ajudar a criança a manejar e lidar com eles para depois ensiná-la novas habilidades eles interferem na aprendizagem e limitam o número total de oportunidades de aprendizagem que pode ser apresentados porque uma criança que tem muita dificuldade de permanecer sentada e de parar com um padrão de comportamento repetitivo ela de 10 tentativas poderíamos fazer para
ensinar uma habilidade Nova em 7 delas ela tá nesse padrão e a gente perde essa oportunidade Então a gente vai primeiro trabalhar com essas características que acabam sendo mais importantes inicialmente para depois modificar os objetivos os objetivos de Médio prazo Então são derivados do processo de seleção e priorização de objetivos a curto prazo que precisam de intervenção imediata ou seja aquelas habilidades que o Clínico talvez quisesse que fossem trabalhadas lá no começo da intervenção mas foram adiadas que a gente precisava lidar com esses comportamentos mais urgentes primeiro então a gente precisava primeiro trabalhar habilidades que
são pré-requisitos para depois entrar nessas habilidades que são um pouco mais complexos e a gente pode então pegar essas habilidades que a gente adiou e colocar elas como uma habilidade de Médio prazo por exemplo a imitação que a gente queria trabalhar lá no começo mas a criança primeiro precisava aprender a fazer contato visual a permanecer sentada ou reduzir comportamentos inadequados a expansão de habilidades baseadas em comportamentos pré-requisitos e dicionários inicialmente também pode ser ideal para orientar a sequência de comportamentos alvos depois de um período de tempo em que a intervenção Foi iniciada e com relação
aos objetivos de longo prazo é preciso estruturar intervenção com o plano de longo prazo Então nós não vamos focar apenas em curto e Médio a gente já vai olhar lá para frente tendo em mente O que que a gente deseja que essa criança consiga adquirir de habilidades a longo prazo Então vamos colocar vamos determinar Qual que é o resultado desejado da nossa intervenção E aí Claro levando em consideração as habilidades de potencialidade da criança existem crianças que vão ter muita dificuldade algumas não vão conseguir adquirir determinar as habilidades que sejam mais complexas então nós temos
que ter esse mente temos que criar esses objetivos baseados na criança que a gente está analisando os objetivos finais da intervenção também podem acabar mudando ao longo do tempo dependendo da necessidade da Criança e do contexto que a gente for observando que vai se modificando durante o curso de vida dessa criança bom com relação a avaliação comportamental Essas são as informações básicas tudo aqui é uma pincelada e o ideal é que se aprofunda em nos estudos com relação à avaliação do comportamento é uma etapa muito importante é uma etapa que vai nos acompanhar durante todo
o processo que vai basear Nossa intervenção e os procedimentos que nós vamos adotar e as habilidades que nós vamos ensinar na intervenção vão ser baseadas nessa avaliação comportamental e nos objetivos que a gente traçar com base na avaliação então é importante que a gente tenha esse mente que faça uma avaliação bem estruturada e bem misturada Então por hoje é isso obrigada