Olá, minha gente. Boa noite. Boa noite todo mundo. Já vou começar a gravação porque estamos aí com 15 minutinho já. Eh, primeiramente, eh, alguém ficou com alguma dúvida, alguma coisa da APS que quer me trazer algum comentário sobre como é que foi ter feito o exercício, o que que achou essa laminese mais completa, né? Eu gosto de chamar de mais completo, não Vou chamar de diferente, não. Mais completa. Eu sei que vocês já fizeram uma namnese antes, mas é um exercício que é eterno, não adianta, né? Então, estamos sempre fazendo, estamos sempre pensando. Bota uma
coisa, bota outra. Tem uma amiga minha indócrino, quando abriu meus questionários, ela falou: "Meu Deus, faz um desse para mim". Ela ficou doidona. Olha, amiga, eu montei com isso, isso e aquilo, mas não sei o quê. Ela falou: "Não, você você é doida?" Não sei. Mas é bom. Gostou de entrevistar sua mãe, Catarina? Como é que foi? Que que vocês acharam, gente, no geral da experiência? Tem que fazer uma coisa bem focada na clínica e para complementar o trabalho de vocês, para todo mundo sair daqui sabendo fazer coisa. Quando ela tá estressada com alguma coisa,
ela come tudo que veio Pela frente. Você não foi muito bem. Gente, eu não lembro o nome de todo mundo que eu avaliei. Somos muitos. Somos muitíssimos, né? Somos 95 e eu corrigi 73 79 entregaram. Então assim, eu não vou lembrar o nome de todo mundo. Entrevistei meu marido. É, a ideia é que todo mundo fosse entrevistar todo mundo. Você quer trazer alguma dúvida, Valéria, do do que que aconteceu? Tá com alguma dúvida? Eu Tenho uns recadinhos baseados na PS mesmo, inclusive que eu tava querendo começar essa aula com recadinhos que eu me pergunto se
eu já devia ter passado antes, não sei, mas antes tarde do que nunca, eu acho. Ah, eu já vou começar até botar o slide aqui para jogo. Ah, não, cara. Negócio é rápido. Cadê? Repara que ele existe. Bem aqui. Vai, me ajuda aí. Parabéns, parabéns por reparar que ele existe. Se eu pudesse dar o gabarito, gente. Olha, a questão é a seguinte, vamos começar pela correção da PS, né? Eh, não tem um gabarito exato, porque o que que acontece? A APS era para ser uma avaliação. Deixa eu pegar um uma uma quatro aqui na mão.
Abre. Deixa eu pegar alguém que que tirou altos para eu mostrar. Eu não vou mostrar, na verdade, né? Só para a primeira já foi aqui. O que que é que era para fazer? Porque o que que acontece no documento? Eu pedi, né, para fazer as as questões todas. Teve gente que cortou pedaço das questões da namnese tradicional. Lorinete, acho que foi para Você que eu deixei o recadinho, não foi? Eu tenho quase certeza que foi para você, porque eu lembro que era enfermeira. Quase certeza que foi para você que eu deixei uma lista de de
telefones e endereços. Então assim, vamos lá, né? A gente tinha o questionário tradicional que era para fazer inteiro, teve gente que fez parte, eu não entendi, eu não entendo o conceito, eu fico muito confusa às vezes com que as pessoas são Capazes de fazer num troço que tá lá as questões, o Rzinho embaixo e eu disse que é para responder tudo. Então assim, às vezes as pessoas me confundem da própria confusão delas. O negócio é muito maluco, vamos combinar. Era para responder inteiro. E aí a gente tinha, né, a do comportamento alimentar, na qual vocês
deveriam escolher 15. O meu questionário de avaliação do consumo alimentar que tá aqui do Lado, ele tem, cadê? 38. Não, mais ele tá com 40 e poucas, eu acho, já porque eu meti umas. Cadê tu? Vamos ver. 56. Ele tá com 56 questões. O meu questionário de comportamento alimentar, ele tá com 56 questões, porque ele envolve um monte de coisas. Porque eu juntei uns quatro questionários de avaliação de transtorno alimentar aqui Dentro, mais de de aten de de questão de mindfulness, etc. Eu juntei uma e f e fui juntando e fui juntando e fui juntando.
Então ele é gigante. Eu peguei 30 e botei para vocês. Então se vocês querem fazer eh como um exercício, eu recomendo pegar essas 30 junto com o da tradicional, que aquele ali tá bem completinho, tá bem legal. É assim, esse essa peça é uma coisa que eu queria que vocês levassem pra vida, para Quem for mexer com clínica, para ser o para, digamos assim, para vocês terem um questionário de anamnese básico para fazer. Essas 30 elas dão elas dão um basiquinho. Dá para dá para entrar em muito mais coisa, mas dá um básico, porque aí
o que que eu queria, né? Beleza? Respondeu às 15, escolheu as as 15, botou a pessoa para responder. E aí na análise crítica, que é o que eu quero Que vocês parem para pensar, é o que que primeiro as respostas do comportamental completam ou contradizem a do tradicional. Porque é muito comum a pessoa falar uma coisa, quando você começar a investigar, ela ela mesma descobre outra sobre si. Então eu entrego esse questionário antes da primeira consulta, porque eu faço primeiro uma uma o que eu chamo de Acolhimento, que eu faço uma entrevista por uns 40
minutos com o paciente para ver o nível, para ver se vai precisar mensal quinzenal, se vai ter que ser semanal, quão grave tá a situação, né? Transtornos alimentares geralmente são semanais, por exemplo. E aí eu passo esse questionário. A primeira pergunta que eu faço paraa pessoa é: que você achou do questionário? Te fez pensar em alguma coisa que você não tinha pensado antes? Te fez eh deu um clique de alguma coisa? É muito comum a pessoa respondendo, ela começar a pensar e ver que ela tem. Então, é muito comum ele contradizer, é muito comum também,
obviamente, ele complementar. E isso é que eu preciso que vocês pensem, né? O que que esse questionário tá trazendo, o que que essas essas informações estão trazendo sobre essa paciente, né? Então, se quiser continuar testando, Testa ele inteiro, faz com as 30. E o gabarito não tem muito gabarito. Você tem que olhar e falar: "Ah, tá beleza". Eh, o que que ele me trouxe, né? Ele me trouxe, eu vi aqui, por exemplo, que essa paciente tem comportamentos que parecem compulsão. Vamos investigar, vamos ver o que que tem. E aí, como é que você faria alterações
da conduta nutricional com base no que Você viu? Então, é o paciente que tem muito comer emocional, então com base no paciente que apresentou muita coisa de comer emocional, você vai ter que acolher as emoções, faz ajudar a fazer uma lista de hobbies, de outras coisas para fazer. É uma pessoa muito rígida. Ela trouxe coisas de muita rigidez. Vamos trabalhar flexibilização, vamos começar a a a desmontar um pouco cultura da Dieta. Isso daí vocês aprendem? você, você, esses raciocínios, você tem que fazer entrevista, você tem que olhar aquele dado e você tem que ver o
que que tá acontecendo. Exato. É para conhecer bem o paciente. E aí, né, eu [Música] vou começar aqui no slide, porque eu quero primeiro começar dizendo o seguinte: transtornos alimentares são Expressões de sofrimentos múltiplos atravessados por fatores biológicos, psicológicos, familiares, culturais e sociais. Então, quando a gente trata transtorno alimentar, a gente tá lidando com histórias de vida marcada por dor, controle. Controle é uma coisa que é muito importante, que eu vi muito pouca gente na PS, eh eh salientar que percebeu isso. Paciente que tem necessidade de controle muito Grande, a pessoa sente que perde o
controle o tempo inteiro. Ela quer controle, controle, controle, controle. Gente, você não controla fome. Fome é igual o gato, você gerencia. Ninguém controla. Você faz uma um gerenciamento dela, controle controle de algo fisiológico a níveis altos é insanidade. Coisas muito importantes para para se atentar aqui. Controle é algo que você sempre tem que tá olhando o paciente. Ah, ele quer controlar tudo, Ele quer pesar tudo, ele quer ter tudo milimetricamente calculado. Ih, eu vou deixar a aula gravada ainda, mas vai ter. sobre ortorexia, tá? A anorexia também tem muita relação com o controle, claro, que
também é a próxima aula. É vergonha, invisibilidade e resistência. E aí, gente, nós nutricionistas temos que ter sensibilidade e compromisso ético com a Escuta e com o tempo do outro. E aí eu vou parar aqui para fazer um alerta, dois alertas que eu vi da PS. O primeiro deles é que teve uma aluna, que eu não lembro o nome, que pegou uma paciente que uma entrevistada, né, na verdade, que relatou um ou outro o episódio de comer emocional. E como era uma paciente com IMC, que eu guardei o IMC que era 27,5, que é uma
pessoa com Sobrepeso, a aluna olhou e falou: "Não, essa pessoa tem compulsão alimentar e essa pessoa tem que se tratar". E falou isso logo em seguida, depois de ter dito, eh, como é que era? A paciente não relata problemas com o corpo e nem sente descontrole alimentar. Aí depois a pessoa vou e fala: "Ah, mas ela tem problema." Não, gente, não. Quando a gente não sabe ainda o que Que é que a gente tá lidando, a gente não sabe se dar conta e etc, a gente passa pra frente. Mas a coisa que eu bato aqui
toda aula é que você tem que ouvir o paciente. E ouvir o paciente quando a gente tá falando de questões psicológicas, é, eu não sinto que eu tenho um problema. Então, acabou, amor. Acabou. Ah, mas não, não existe um problema. Se o paciente não vê um problema, o problema não existe até Aquele momento. A gente pode faz, conversar com o paciente, fazer eh todo um processo de educação nutricional para explicar que aquilo pode levar isso, aquilo, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. Quando a pessoa se recusar que ela vê
um problema, aquele problema não existe. E você não pode tratar algo que não existe, porque a pessoa ela vai olhar, vai pegar o papel, vai enfiar em algum Orifício e vai embora, tá? Ela come na sua frente se deixar, mas não vai seguir. E a gente não tá, nutrição não é pelo nosso ego, saúde não é pela gente fazer o que a gente quer que seja feito, é para fazer o que o paciente precisa que seja feito e o que o paciente vai fazer. Então a gente tem que ouvir muito o paciente. Se o paciente
não relata perda de controle, não relata que sente que passa do tempo com Frequência, não relata sentimentos ruins, eu vou passar rapidamente aqui por anorexia, compulsão e etc. Eh, essa é uma aula mais introdutória sobre transtornos alimentares no geral. Vou trazer as definições, mas eu preciso deixar claro que tiveram vários alunos que chegaram com essa coisa de dizer que ah, fulano deve ter compulsão. Ah, isso aqui é compulsão. Gente, compulsão tem uma característica muito fechadinha e muito específica. Compulsão alimentar Não é só comer uma meia pizza. Ai, comi quatro pedaços de fui no rodízio. Isso
não é um episódio de compulção alimentar. Rodízios não são episódio de compção alimentar. Podem ser até episódios de descontrole alimentar. E olhe lá, olhe lá muito, porque tem um fator social muito importante em cima de rodíziel. Então nem mesmo descontrole percer a gente pode pode confiar 100% que tá acontecendo ali naquele momento, porque é uma situação social Que muitas vezes força as pessoas a comer mais do que elas deveriam, até pelo tempo que elas passam lá dentro. Então, compulsão é um negócio muito específico. A gente vai chegar lá. Isso dito sempre que vocês peguem eh
na vida, né? Porque nem todo mundo aqui vai trabalhar com clínica, mas você tá no no restaurante que você trabalha, tá na na produção ouvindo a cozinheira falando e ela tá comentando e você olha: "Meu Deus, isso aqui me parece um Transtorno alimentar". Você não vai passar para qualquer nutricionista, você vai passar para especialistas. Porque se você pega, se se e pelo amor de Deus, não passa dieta para esse tipo de pessoa. Ah, mas ela pediu. Não importa se ela pediu, você não passa. Se você, se vocês verem que o paciente tem padrões transtornados de
comportamento, você indica para um psicólogo. Se já tem psicólogo, você Fala: "Olha, leva isso aqui paraa terapia se você ainda não levou, porque é muito comum. É uma coisa que demora para aparecer em terapia, né? Demora. E passem para uma nutra especializada. Não pega. Se você não sabe o que você tá fazendo, não pega. Passa para especialista. E aí, nessa linha nós tivemos uns dois casos, se eu bem me lembro, que me claramente me pareciam compulsão alimentar. Sim. E um caso Muito claro e bem definido de bulimia, pelo que a gente conseguiu pegar ali pela
PS. No de bulimia, eu passei esses mesmos isso aqui, nos outros eu queria deixar para falar na aula. Aqui nós temos uma lista de locais de tratamento ambulatórios de transtornos alimentares. Qual que é o massa e qual que é o legal desses lugares? A pessoa ela sai de uma portinha para outra assim, pum, pum, pã. Nutra, psicólogo, psiquiatra. A gente tem o Setal, que é da Santa Casa. A gente tem o Nesa, que aí é só para adolescentes. A gente tem o Napta, a gente tem o Gota, que é maravilhoso. Tenho amigos que trabalham no
Gota. Inclusive tô tentando ver se eu consigo uma vaguinha. Já tem uns anos. Eu preciso bater bater na porta da Carla Murili de novo, perguntar: "E aí, amiga, não vai abrir uma vaguinha? Não abre uma vaguinha para nós. Gota é muito, muito bom. Todos esses são serviços de excelência. Você tem o serviço de psicologia aplicada da UF pro povo de Niterói e o Hospital de Panema. O Hospital de Panema, sinceramente não nunca vi ninguém ir para lá, mas tava na lista do Cal. Você tá na Lista do setal? Tá na lista do setal. Veja vocês,
gente, que a gente tem rio, rio, rio Niterói, rio, rio, rio, rio, rio. O tratamento de transtornos alimentares, eh, ambulatorial, presencial, ele é bem limitado no Brasil como um todo, tá? São Paulo tem mais ou menos o mesmo número, tem o Ambulim e mais alguns lugares também. Eh, a última vez que eu vi São Paulo tinha 10 leitos de internação de transtornos Alimentares. O Cetal, eu acho que eles têm alguns leitos lá na Santa Casa, mas não sei quantos. Fica dentro da psiquiatria, né? Deve deve deve depender por questão de disponibilidade de leito da psiquiatria.
Sinceramente, eu fui lá umas duas vezes só e não sei a quantas anda e como é que tá. Mas assim, a gente sabe que é limitado. Existem diversas nutricionistas especializadas em transtornos Alimentares. Eu trabalho com transtorno alimentar, mas não é todo mundo. Quando eh quando a gente vê que é um paciente assim, que tem uma demanda mais complicada, a gente passa pra frente. Todo mundo quer dinheiro, todo mundo quer trabalhar, mas a gente precisa ser ético e entender que a gente não dá conta de tudo. Chegar renal para mim eu passo, gente. Hepático grave, passo.
Câncer nem olha para mim. Vai para Paula Que tenho a ver. Não, não, não é comigo. Eh, criança tem, manda pras amigas. Esportiva mando pras amigas. Esportiva hardcore. Ah, eu quero correr 15 km por dia, meu amor. Beijo. Ó, vai para charará. Aí dá jeito em você. Não é comigo. Não trabalho com esse tipo de rendimento. E quando elas tm transstor, elas me mandam. Quando elas têm transtorno alimentar, quando vem uma compulsão um pouco que elas já começam a ficar meio assim, oi, isso aqui tá meio Esquisito. Comer emocional que elas não dão conta. Elas
me mandam. Uma coisa sobre a prática que eu vejo que muita gente às vezes parece que esquece é que nós precisamos sim nos cercar de psiquiatra, psicólogo, bons educadores físicos, eh fisioterapeutas, né, uma listinha do povo do Pilates, etc. Profissionais de yoga e tal. A gente tem que ter toda essa lista, mas a gente também tem que ter as nutre, as nutre parceira, porque a gente tem que saber Qual que é o nosso limite. A gente tem que entrar, pegar uma especialização, trabalhar numa área e saber o nosso limite para passar paraa frente e ter
a lista das amigas. Tem que ter. É isso. A graduação, ela tá aqui para te dar uma formação generalista, mas eu não vou, ninguém vai sair daqui sabendo tratar transtorno alimentar. Vocês vão saber identificar. Tratar é outra coisa. Fazer um angolim, fazer uma pós, tá? É, é bem mais complexo. Todo mundo entendeu meu vizinho até aqui? Estamos de turma cheia hoje, gente. Tem três pessoas na turma na sala. Olha isso. Que coisa mais linda. Coisa mais linda, mais cheia de graça. Podemos começar o conteúdo? Conteúdo mesmo. Então, simbora. Ah, tava Esquecendo. Avisos. Como semana passada
eu não dei aula. Sexta-feira que vem, antes que eu esqueça, avisos. avisos a pessoa toda, eu tô toda, tô todo, toda fai na vida, né? Semana que vem vai funcionar o seguinte, 6 da tarde, das 6 até às 8 eu vou pegar o de anorexia bulimia e das 8 às às 10 normal, né, eu vou dar a de aula de compulsão alimentar. O pulsão alimentar. O que mais vai aparecer para vocês, então é a Aula que vai entrar no horário normal e 6 da tarde eu vou pegar para gravar a de anorexia e bulimia. Eu
vou deixar o aviso lá no aqui também, mas eu vou avisando a aula, né, gente? 6 da tarde, semana que vem, dia 23, vai ter transtornos alimentares de anxiibolimia e compulsão alimentar. Sábado eu vou ver se eu deixo já gravado o desmórfico, transtorno desmórfico muscular, que é a vigorexia e a ortorexia. Vejamos se eu consigo. Não Vou ter que conseguir, né? Porque você mais basicamente acabou. É isso. Sábado eu vou gravar que hora? Não sei ainda. Essa daí vai ficar gravada. Gravada quando der. Beleza. É isso. Parã param par. Isso aqui, ó. Isso aqui é
legal ter guardado, viu? Essa listinha. Essa lixinha é muito boa ter guardada para passar. Não tenho não conheço ninguém. Esqueci que minha professora trabalha com isso. Eh, guarda essa listinha, ela é boa. Eu vi mexe Passos, gente. Eh, quando casos mais clássicos de livro, anorexia, bolimia, eles são muito difíceis em consultório assim comum nosso. Ah, vem na segunda em mim, na quarta vai no outro. Não, eles precisam de um do acompanhamento mais próximo, aquela coisa de uma portinha para um, para outro, para outro, para outro. Ah, eu mando você tá mandando gota. Já mandei gente
para lá. Eu já mandei gente para lá, porque Às vezes é isso também, nem a gente dá conta. Mesmo ser especialista, mesmo trabalhando com negócio, às vezes só de falar: "Não, isso aqui, esse aqui não vai dar para mim não". Aí você passa, passa paraa frente, tá tudo bem, tudo bem passar paraa frente. Bora lá, gente. O que são transtornos alimentares? Clássicazagem de monorexia, são síndromes psic Opa, pera aí, o negócio aqui tá caindo. Pronto. São síndromes psicossociais complexas caracterizadas por uma perturbação persistente da alimentação ou do comportamento relacionado à alimentação. Porque não é só
sobre o que a pessoa come, mas é o que ela, como ela come, por que que ela tá comendo, né? o comportamento relacionado à alimentação que resulta no comprometimento da saúde física ou do funcionamento psicossocial. Essa é a definição do DCM, do DCM5. Essa é a definição oficial que a medicina usa de transtorno alimentar. Então eles normalmente envolvem preocupações exageradas com peso, forma corporal, alimentação e controle. Lá o controle levando a padrões de restrição alimentar, compulsão ou purgação, né? Os mais clássicos. Essas condições não devem ser confundidas com variações culturais ou hábitos exóticos, devendo ser
Identificada pela presença de prejuízo clínico significativo. Variações culturais. Rodízio não é [Risadas] compulsão, tá? Rodízio por rodízio não é compulsão. Hábitos exóticos. Não sei. A pessoa faz parte de alguma religião. Ah, a pessoa eh tem um faz eh não é exatamente exótico, mas é um pouco diferente pra maioria da população brasileira. A pessoa é muçulmana, faz Ramadã, tá fazendo jejum. E esse jejum no Ramadã pode estar levando ela a ter algum comportamento que que lembra um pouco de compulsão, porque ela fica com muita fome e é ruim fazer o Ramadã para ela, mas ela faz
porque questões religiosas. Aí não é um transtorno alimentar, aí você precisa de uma nutri que que seja da religião, que entenda do negócio para orientar esse paciente como trabalhar melhor dentro da questão cultural dali, que também pode ser considerado um Hábito exótico, por exemplo, tá? Tem que ter um prejuízo clínico significativo. Então, eles são considerados transtornos psiquiátricos, por isso que a gente precisa de psiquiatra. Quem faz diagnóstico de transtorno alimentar é psiquiatra, não é nós. A gente pode olhar e falar: "Ih, tem car, bora no psique". Tá? Você pode olhar e falar: "Olha, isso aqui
é um comportamento que parece sim. Isso aqui é assim, assim, assado. É bom no psiquiatra, tá? Eles têm alta morbidade e mortalidade, além de ser muitas vezes crônicos com difícil remissão espontânea. Conheço uma pessoa que já foi minha paciente que tem bulimia [Música] hin 4 Anos. Tem 24 anos que ela apresenta sintomas de bulimia entre idas e voltas e vai e vem. E toda vez que a vida piora, ela ela volta. É muito comum, tá? Aqui a gente entra num ponto que você vê que eles estão falando de remissão, né? Eh, eu sou da linha
que eu não trabalho com a ideia de cura completa de transtorno alimentar. você tem uma remissão dos sintomas e essa pessoa tem que estar sempre se cercando de fatores Protetivos, tá? Ali com a terapia em dia para que ela não para que ele não volte. Por exemplo, o que que aconteceu na pandemia? Um monte de gente que tava lá, não, eu tive na adolescência, mas eu tô curada, eu tô bem, eu tô bem, pá, deu, a pandemia voltou. Se a pessoa acaba sendo colocada ou se colocando ou estando em um ambiente propício para o desenvolvimento
ou o ressurgimento da doença, ela volta. Ela Volta. Então o paciente de transtorno alimentar ele tem que estar sempre atento. Não quer dizer que é o paciente que não tem alta nunca. Eles têm alta, mas é um paciente que você tem que tá que tem você tem que ter alta com consciência de que você tem que tá cercado de pessoas que não façam comentários do seu corpo. Você tem que tá cercada, tem que tá de [Música] De ai tem que se cercar de de ferramentas psicológicas para lidar com questões emocionais mais graves para quando acontecer.
Ter sempre com a terapia ali na mão para poder voltar quando precisar. Psiquiatra na mão para poder voltar quando precisar. tá atento de que e voltou, deixa eu voltar atrás dos meus profissionais. Eles geralmente vem juntos com ansiedade, depressão, fobia, compulsões, outras compulsões, compras, Eh, álcool, acontece muito, eh, sexo, drogas, às vezes, que aí vem um quadro psicopatológico amplo, né? E as manifestções físicas são relevantes. A menoria, que é a falta de menstruação da na na anorexia feminina, bradicardia, alterações eletrolíticas, distúrbios gastrointestinais, na, é, eu não vou não vou me vou me aprofundar porque a
gente vai vai ter uma aula só para isso de Anorexia e bolimia. E aí vamos pros transtornos que estão classificados no DSM5. Então a gente tem a [ __ ] o transtorno da ruminação, o transtorno alimentar é restritivo, evitativo, anorexia nervosa, blimia nervosa e o transtorno de compção alimentar. Cada um tem critérios diagnósticos bem definidos e tem que se dar destaque paraa Exclusividade entre os principais diagnósticos. durante um único episódio, apenas um deles pode ser atribuído a um paciente. Então, o que que isso significa? A pessoa teve, por exemplo, a bulimia, ela é um episódio
de compulsão acompanhado por eh um um uma compensação calórica de algum jeito. Você não pode dizer que é só compulsão se a pessoa teve a compensação depois. Então você aí é um episódio polímica, deu para entender? É só um aí. Vamos pra [ __ ] A [ __ ] Ai, a quinta série. A quinta série. Tá, vamos lá, minha gente. Foco, foco. Quinta série. Quinta série A. Porque essa turma não tem [Risadas] B. O que que é? em gestão de uma ou mais substâncias não nutritivas, não Alimentares, de forma persistente durante o período mínimo de
um mês, grave o suficiente para merecer atenção clínica. Comer cabelo, comer comer de engolir, tampa de caneta, sabe? Engole, não é só ficar mascando. Ficar mascando. Eh, pode ser só um sintoma de ansiedade, etc. E uma preocupação do seu dentista. Engolir com frequência por um bom tempo é um sinal de [ __ ] O que que geralmente a as Substâncias elas variam com a idade e a disponibilidade de papel, sabão, tecido, cabelo, fios, uma [ __ ] de coisa, detergente, gelo. A gente tem muito pouco estudos sobre a prevalência de [ __ ] Ela é
mais comum entre indivíduos com deficiência intelectual. Quanto maior a condição, maior a chance dela surgir. Eh, claro, quando você pega o diagnóstico dela Lá, falar que você não pode, você não pode olhar para um, para um bebezinho de um ano e pouco e querer dizer que tem [ __ ] Não, né, gente? Tem uma, não, não pode não pode fazer parte do desenvolvimento normal de um de um ser humano, mas era meio rara. Nunca me ac nunca peguei nem quando eu trabalhava no hospital psiquiátrico, eu já vi [ __ ] não. E aí a gente
veio pra ruminação. Acabou a quinta série. Acabou a quinta série. Parou. Parou. Vamos lá. [ __ ] vem de picacismo ou pico de também de picofagia. de fazer, de engolir, né? Pico de de qualquer coisa. [ __ ] pode acontecer em pessoas autistas, sim, pode acontecer em pessoas autistas, mas eu imagino que seja mais comum no mais grave, né? No no no na parte do espectro que é não verbal e etc. Eu Imagino que possa ser mais comum. Quando ela era mais nova, sentia vontade de beber amaciante também detergente. Não sei. Criança gosta de que
quer beber essas crianças tá sempre tentando se matar. É coloridinho, é bonitinho, tem uma textura que parece parece milkshake. Não sei aí se é [ __ ] não. Pode ser só uma criança, como todas as outras, tentando se matar o tempo inteiro, porque a função da criança é se matar, tentar se matar, melhor Dizendo, né? Elas passam o tempo todo tentando fazer, tentando enlouquecer todo mundo ao redor e criança cansa. A criança cansa. Então me parece um comportamento de criança um pouco comum. Todo mundo sabe, né, gente, que você tá com criança em casa, etc.
Você tem que trancar os armários de produto de limpeza, botar no alto, onde elas não alcançam e etc, né? Porque criança vai olhar e vai Beber. É rosa, é azul, tem até um cheirinho bom, elas vão beber. Então não me parece [ __ ] me parece mais criança sendo criança. Eh, agora vamos pra ruminação, que também é um que nunca nunca me aconteceu. T até perguntar pros amigos lá do Gota para ver se já pegaram, mas nunca comigo. Que a reguguritação repetida de alimento depois de ingerido durante um período mínimo de um mês. O alimento
Previamente deglutido, a pessoa engoliu, já pode até est parcialmente digerido, é trazido de volta à boca sem náusea aparente, o que é incrível. Âsia de vômito ou repugnância. Como eles fazem isso? Eu não sei. E aí a pessoa remastiga, então injeta na boca e e ou novamente de glúte ou engole. Come, engole e bota para fora de novo. Masca gospe ou másca engol. Tem que acontecer pelo menos Várias vezes por semana, de preferência todo dia, quase o tempo todo. Também é mais comum em certos indivíduos com deficiência intelectual. Aí a gente tem o restritivo evitativo,
que é muito comum na infância, que vem a esquiva a restrição da ingestão alimentar manifestada por fracasso clinicamente significativo em satisfazer as demandas de nutrição ou ingestão energética insuficientes. Ou seja, todo mundo fez De tudo e essa criança não come, não come, não come, não come de jeito nenhum. O que que a gente precisa para garantir, para para pensar, olhar e falar: "Isso aqui tem cara de transtorno alimentar, perda de peso significativa, deficiência nutricional ou impacto relacionado à saúde significativo. Então, eh, tá atrasado nas curvas de crescimento, dependência de alimentação interal ou suplementos nutricionais Orais.
A criança sobrevive de no trem, gente. 4, 5 anos não dá para viver de no trem. é interferência marcante no funcionamento psicossocial, porque ela também não, não, essa criança não, ela não, ela não come na creche, ela não come festinhas, tem e ela ela tem todas uma alterações importantes, né, que é o famoso Tari, ele é mais identificado em crianças pequenas, entre os gatilhos mais comum para eles estão traumas orais, episódios de vômito, bullying e alergias alimentares. Então, é sempre interessante olhar o o paciente com alergia alimentar, a o paciente infantil, né? criança que tem
todas essas questões. Então, sei lá, a criança teve eh que fazer uma cirurgia bucomaxilar mais Mais importante. Tem que ficar de olho para não desenvolver um. É uma criança que teve uma um uma virose muito pesada e vomitava tudo toda hora. Tem que tomar muito cuidado para também ela não querer não comer mais porque ela dá pra cabeça dela. O racional é: "Ai, tudo que eu como vai vai embora, eu não vou mais comer, né?" Criança criança tem muito esses pensamentos assim, muito Dicotômico, muito não é assim, assim, acabou. Então tem que tomar muito cuidado.
Aí a gente tem aqui que a literatura mostra que quando elas vão ser atendidas elas já perderam mais de 20% do peso antes da primeira intervenção e quase metade delas estava com menos de 80% do peso ideal. para você ver como perde muito peso, como tem que tomar muito cuidado. E aí a gente vem para anorexia, que eu vou falar mais anorexia, bolimia, Compção, etc. Eu vou falar melhor nas próximas aulas. Então, a gente só vai na definição aqui básica, que é restrição, persistência da gesta calórica, medo intenso de ganhar peso ou de engordar ou
comportamento persistente que interfere no ganho de peso. Perturbação da percepção do próprio peso ou da própria forma. Não vou me afir. O indivíduo, ele mantém um peso, um peso corporal abaixo daquele Minimamente normal paraa idade, gênero, trajetória, desenvolvimento e saúde física. Então tem e na bulimia a gente tem três aspectos. O episódio de compulsão alimentar, o comportamento compensatório inapropriado, a alta avaliação indevidamente influenciada pela forma do peso corporal. Que que é comportamento compensatório inapropriado? Academia de mais, exercício físico Extremo, a purgação, vômito, uso de laxante, [Música] jejum. É jejum de bulimizas. Gente, eu não tenho,
eu não tenho ranço das coisas, não é de graça, não, tá? tem motivo. Então, para se qualificar o diagnóstico, a compulsão tem que tem que ser acompanhada dos dos comportamentos compensatórios e tem que acontecer pelo Menos uma vez por semana pelos próximos por três meses. Isso para ser burimia de livro, né? Porque você tem eh os inespecíficos que a gente vai chegar mais para frente. Ah, compção alimentar. episódio de compulsão alimentar é definido com ingestão em um período determinado de uma quantidade de alimento definitivamente maior do que a maioria das pessoas consumiria em o mesmo
período sob circunstâncias semelhantes. É muito importante, muito Importante. Essa é uma definição que ela é meio vaga, né? Ai, comi demais um episódio de compulsão. Não, não. O episódio de compulsão, ele tem que ser acompanhado por uma sensação de falta de controle. Comeu, chorou, desesperada. Meu Deus, porque eu fiz isso? Porque eu fiz isso? Porque eu fiz isso? Por que que eu sempre faço? Alha, parece compulsão. Comeu, botou para trás e ai Eu acho que eu vou vegetar aqui um pouquinho. Não é compulsão. Nossa, mas ela comeu é duas marmitas inteiras de feijoado. Ela tá
se sentindo mal por isso? Não, então não é compulsão. Pode ser um comer desordenado, mas não é compulsão. A compulsão ela precisa do sentimento. Até porque a quantidade maior, quem dá a noção de se a quantidade foi maior ou não é o paciente. Esse paciente chega para você e fala: " Comi uma caixa de Bis, sou um monstro. Pô, mas eu mato uma caixa de bis rapidinho se deixar. E eu não acho que não. Para mim não é, mas para ela é. Para ela uma caixa de bis é um excesso absurdo. Para ela aquilo é
considerado uma um episódio de compulsão. Vamos lá, gente. Alguém me diz aí o que que entendeu do que que é compulsão para ver se vocês estão entendendo Direito. Se eu me fiz entenda, que que vocês entendem que é compulsão? Vamos depois de eu ter explicado. Vamos ver se entrou. Quanto isso eu vou pegar uma banana com goiaba aqui. Uhum. Ela sente que ela perdeu o controle. e se sente culpada. Os dois são juntos, tá? Perdi o controle com a minha caixa de bisra. [ __ ] sou horrível. Sou um ser Humano horroroso. Sou o pior
cocô, cachorro do bandido. Chora. Tem que se sentir muito mal e tem que sentir que perdeu o controle. Só perder o controle sem culpa é só um rodízio. Não estou dizendo que o rodízo é válido. Eu tenho várias críticas ao rodo, principalmente que eu acho que atrapalha a fofoca. A função de sair de casa é fofocar com os outros. Além do que é sempre ruim a Comida. comer e depois se arrepender. Lorinete, é comer de maneira que a pessoa acha que tá descontrolada e aí se sentir muito mal depois. Só se arrepender. Se arrepender. Tem
que ter o sentimento de culpa, o sentimento ruim que vem depois, ele tem que ser intenso. Não é só tipo, pô, não devia ter matado esse restinho de bananada sem Açúcar que eu tenho na minha mão. Eu podia ter guardado para depois. Isso é um arrependimento. É um arrependimento suficiente para caracterizar o episódio de compulsão. Não é só um lembrete de praticar comer com atenção plena para próxima vez qu pegar um desse. Eu realmente gostei desse troçou comprar mais depois. Tá bom? Vamos seguir. Então, eu vou ter aula de Compulsão, compulsão, mas eu queria ver
se o povo tá entendendo depois dessa, porque eu comi isso, eu sou muito fraca, eu não mereço mais nada. Aí a gente entra no compensatório, porque você tá vendo, Catarina, que você tá que a pessoa que nesse caso é uma, ela vai compensar não comendo, por exemplo, com jejum. Ela aí tem uma compensação. A compulsão ela não é acompanhada de compensação obrigatoriamente. A compensação ela vem Na bulimia. A bulimia é compulsão mais compensação. Compulsão pura é só compulsão. Compulsão com compensação aí já entra na bolimia. É claro que tem os inespecíficos, né? Você pode ter
uma compulsão com com eh com compensatórios que não sejam graves, mas geralmente cai na bolimia. Compensatório, ele vai cair na bolimia. Deu para Entender? Beleza. Então sigamos. Acho que todo mundo deu para entender. E semana que vem a gente vai ter aula de compção de qualquer jeito. Aí você tem a síndrome do comer noturno, que são episódios recorrentes de ingestão noturna manifestadas pela ingestão ao despertar. Então a pessoa acorda para comer ou pelo consumo excessivo depois da janta. Então jantou d a pessoa fica acordada até sei lá 1 da manhã, ela vai lá e come
até o Tudo. Ela tá consciente e se recorda de que comeu, não é? Eh, tá sonâmbulo e comer sonâmbulo, tá? Não, a pessoa tá acordada e lembra do que e quanto comeu. A ingestão noturna não é mais bem explicada por influências externas, como mudanças no ciclo de sono ou normas sociais locais. Então, por exemplo, eh, pessoa tá no jet, foi, foi, foi pra Austrália, foi pro Japão, ela vai acordar 3 horas da manhã para comer, porque o horário dela tá todo Maluco. Eh, a pessoa, ela tá trabalhando de noite, ela vai comer 3 da manhã.
Ela vai comer 3 da manhã porque a hora do almoço, entre aspas, dela, né? A ingestão noturna, ela tem que causar sofrimento significativo e ou prejuízo no funcionamento. Se também do coberno noturno às vezes acontece, já já peguei, já me aconteceu, já já vi. Esse aqui é um pouco mais não é comum comum, mas eu já vi acontecer. Aí a gente tem ortorexia, que ela não tá no DSM ainda. A gente vai ter aula dela, mas essas pessoas elas evitam os alimentos considerados impuros ou tóxicos ou sujos, mesmo sem respaldo científico, podendo apresentar isolamento social,
perda ponderal acentuada, sofrimento psíquico considerável. A gente tem questão de contexto histórico. Eu não vou me aprofundar muito, Mas a gente tem relatos de freiras em 1400 e bola, 1300 e bola, que eram absolutamente casos de anorexia. A gente tem alguns relatos de anorexia bem antigos, mas a descrição com maior atenção em rigor científico começou nos anos 60, 70. com bailarinas, modelos e atletas que são públicos de risco. Hoje em dia todo mundo acha que atleta saudável, né? Não, não é não, mas não é Mesmo. E aí você teve a publicação do DSM 3 depois
o 4 94 e o 5 agora 2013. Agora nada, né? Daqui a pouco vai sair o seis. E aí a gente tem a atualização dos critérios de para de transtornos alimentares mais retinhos, que é o que a gente usa hoje. Então a gente tem umas taxas de prevalência aumentando, então tem aparecido mais, principalmente entre adolescentes e mulheres Jovens. Então a a prevalência de anorexia, por exemplo, ela varia entre 0.5 a 4% de mulheres jovens. Esse 4% é muito alto, gente. E bulimia afeta entre 1 e 3%. A compulsão ela vai até 3,5 da população geral
e ela tem crescido entre homens e faixas etáas mais avançadas. E eu tenho visto isso aqui em consultório, sim, tem aparecido um bocado de mulheres de 50 anos com compulsão, homens de 40 e tantos com Compulsão. Tem aparecido, gente, tem aparecido. E aí no Brasil a gente tem pouco dado no geral, mas se tenho a noção de que eles estão entre as três principais causas de morba e mortalidade psiquiátrica em adolescentes brasileiros, obviamente perderam para suicídio e não sei qual seria o segundo agora nesse Momento. E a gente tem uma subnotificação muito grande, porque os
serviços públicos eles não têm capacitação para acolher essas demandas, para tratar essas pessoas. E você tem uma sub notificação de mortalidade também, porque é muito comum, por exemplo, você ter uma morte para anorexia e eles colocarem na falha cardíaca, porque o que levou a óbito naquele momento foi a falha cardíaca. Mas o que que causou a falha cardíaca, Amor? Fala para mim. Foi anorexia, mas eles botam, não botam. E aí se você não botam lá, a gente não tem o dado. É triste. E aí a gente volta naquilo que eu tava falando de que 30%
dos pacientes alternam períodos entre melhora e recidivo. Então, melhora, volta, melhora, volta. e 20% evoluem para casos graves e refratários com sérias complicações físicas e psicológicas. Então é bem comum pessoa ir piorando quando é adolescente o que a gente esses essas melhoras eles são essas pioras, perdão, elas são mais comuns dos adolescentes. Esses aqui de vai e volta, vai e volta são os adultos, que é o que normalmente vai aparecendo no consultório. E aí você tem outras comorbidades, depressão, transições de personalidades que vão aumentar ainda o agravamento. E aí a gente tem por que da
onde é que sai esses transtornos, né? Eu Peguei aqui aquela aquela trendzinha do magras magras. Ai que suportável. Mas foi uma trend esses dias, né? aconteceu agora a pouco. Então, a gente tem esse padrão estético que a gente tava falando na aula passada e a impossibilidade biológica de alcançar esse padrão que muitas mulheres têm. Eu falei: "Eu nunca vou ter aquelas pernas que não se encontram, não vai Acontecer". Mas eu podia estar matando para ver se acontece, né? Então, a etiologia ela é multifatorial, então você tem fatores biológicos, psicológicos, genéticos, familiares, sociais e culturais. Familiares,
gente, família, família, família e transtorno alimentar é sempre complicado. Eu nunca vi um paciente transtorno alimentar que tivesse uma família tranquila, boa, amorosa, gentil, Legal. Nunca me aconteceu. Eu tinha um professor que ele falava que boa parte dos pacientes de transtorno alimentar eles precisam de uma família, como é que é o que ele falava? Família tectomia. Garante pra ideia de retirar a família do paciente, a cirurgia para tirar a família fora. E olha, eu concordo que em, sei lá, 60% dos pacientes que eu já peguei, Realmente. E aí esses fatores, eles atuam em diferentes momentos
do ciclo da doença como prédisponentes, aumentando o risco, precipitantes, desencadeando sintomas e mantenedores que perpetuam o transtorno. Então, o que que aumenta o risco? Fator genético aumenta o risco. Eh, a mãe da paciente tinha uma situação muito cortubada com a alimentação a vida inteira dela. Essa paciente provavelmente tem Uma questão genética acontecendo aí. Precipitante deu uma depressão, bateu uma depressão muito forte e mantenedor. A família é insuportável. mantenedor, eles vão alternando. Não, não é fixo, obviamente. Cada um desses não tem uma caixinha. Eles, cada um desses pode atuar em vários de atuar em em todos.
E um pode ser todos também. Um pode estar em todos porque as Coisas são sempre muito complexas, né? Aí da questão genética, eu achei esse dado muito interessante. A incidência do transtorno de em irmãs de pacientes é seis vezes maior que em controles da população geral. As irmãs t uma você vê como a importância da hereditariedade, né? Como é de família também, é de família genético, né? E você tem muita pesquisa e com serotonina, noradrenalina, dopamina, Grelina, eh hormônios em geral, tem muita, muita, muita pesquisa, principalmente em anorexia, embulimia, em compulsão, você tem bucado também.
E todas elas servem para complementar o diagnóstico, mas elas não são eh a explicação completa do porque que a coisa acontece, entendeu? Não é uma doença 100% biológica, como seria um uma questão cardíaca, por exemplo, congênita, sabe? Não questão 100% biológica, ela é muito psicológica. E de combidade frequente, é muito comum vir o transtorno mental com depressão, ansiedade ou transtorno obsessivo compulsivo, transtorno de personalidade, uso abusivo de substâncias. Por exemplo, você tem esse estudo aqui da Freeborg, que 29% dos pacientes com transtornos alimentares tem pelo menos um transtorno de personalidade como transtorno de personalidade bornine
dependente, evitativo, obsessivo, compulsivo, associado. Aí aqui a gente Entra numa discussão muitas vezes com psiquiatras que eles querem dizer que o transtorno alimentar eh é apenas um sintoma de um de um borderline. E a gente quer falar que o borderline é parte do transtorno alimentar e que o transtorno alimentar precisa ser visto com mais atenção. Tem muito psiquiatra que acha desnecessário o a nutricionista dentro do tratamento de transtorno psiquiátrico. Esse povo Ah, difícil, difícil, muito difícil, tá? Muito difícil. Eu vou parar aí. O advogado não não permita a gente mais longe. E aí alguns tratos
de personalidade e fatores psicológicos envolvidos. a gente tem o perfeccionismo, pensamento dicotônico, a baixa autoestima, a rigidez cognitiva, impulsividade e a dificuldade de lidar Com as emoções. Então, o perfeccionismo ele entra muito na questão de checagem do corpo, de tamanho do corpo, de como é que o corpo deveria ser e etc. O pensamento dicotônico que aí entra na na tá dicotômico dicotônico. Entra na aquela coisa do ah agora que eu comi um sonho de valsa, eu já era. Eu vou ali no McDonald's e vou comer tudo. Ou outras nessa mesma linha a baixa Autoestima, rigidez
cognitiva. É muito comum, muito, muito comum. Tem que ser assim. Não, olha, fulana, vamos ver por que que a gente não faz assado? Por que que a gente não faz desse jeito? Não, porque é assim, é assim, é assim, é assim, é assim, é assim. É difícil. São pacientes que levam o tratamento leva muito tempo. São pacientes que dão trabalho, são pacientes que às vezes é bom você marcar tipo 8 hor da noite, porque se você marcar 2 da tarde, você Perde o dia inteiro. Depois que suga, que pesa, que é pesado, sabe? Trastar tratar
transtor alimentar não é leve, não é fácil. a dificuldade de dar com as emoções. E aí, né, seguindo essa linha, eles têm muita dificuldade de identificação e verbalização de emoções. É muito comum, o que favorece o uso de comida como mediador emocional. Isso aqui é muito comum em paciente que não Tem transtorno alimentar também, mas tem algum um comer emocional mais mais exarcebado. Eh, é bem comum, é bem comum. Isso aqui é bem comum na população em geral. E aí esse dado ele fala sobre trauma emocional precoce. Mas eu vou puxar. Cadê tu? Vem cá.
Vem cá. Para quem quer mexer com, eu vou até sair aqui do negócio, mostrar um Livro que vocês me conhecem, né? Eu e meus livros. Eh, para quem quer mexer com transtorno ou quer dar uma lida, quer quer entender um pouco mais como funciona a vida dessas pessoas, uma coisa que é muito comum, muito muito comum. Eh, às vezes a gente olha assim, aquela pessoa gorda maior, gorda, gorda mesmo, gorda grande, grande, gorda, e se julga muito e não sei o quê. E as pessoas elas não sabem às vezes que aquela gordura ela é um
fator de proteção muito importante, fator de proteção psicológico muito importante. Temos aqui um livro que chama Fome de uma autora que chama Roxan Gay. Isso aqui é um é uma coletânia de gatilhos. Eu geralmente não gosto de passar para paciente. Eu passo para aluno, eh, para as amigas que tão querendo, que tão começando a entender, Que tão querendo estudar um pouco mais. Esse é um livro que conta um caso que já já eu já peguei em consultório e que é muito comum de acontecer, que é a pessoa, a mulher, ela passou, ela foi estuprada na
juventude em algum momento. É, esse artigo que eu que eu trouxe ali no slide, ele tá falando de casos de mais que seriam mais na infância ou no começo da adolescência, etc. Mas isso aqui acontece muito no começo da vida Adulta, faculdade, etc. E é muito comum mulheres desenvolverem compulsão alimentar para manterem o peso alto, para lidar com os sentimentos, etc. Porque a gordura ela assume um papel de proteção. Eu recomendo muito esse livro, chama Fome da Roxan Gay. Você vê que ele tá todo marcadinho, todo riscadinho, todo todo Todo. Ele é pesado. Ele é
bem pesado. Eh, quem não tem muito emocional para ler sobre estupro, sobre esse tipo de coisa, fome. O nome dele é fome. Uma autobiografia do meu corpo. Você chama Roxan Gay. Esse daqui, eh, quem não tem estômago, gente, não precisa, não é obrigatório. Eu só tô passando uma leitura extra. Não é todo mundo que tem cento e Tantos quilos que tá nesse caso, tá, gente? Eu só tô contando que isso aqui acontece e que é mais um argumento pra gente tomar muito cuidado na hora de julgar as pessoas. Você não sabe, a gente nunca sabe
qual que é a função daquela gordura para aquela pessoa. Essa é uma coisa que é muito importante de explorar em consultório. Qual que é a função que aquela gordura tem? Claro que tem um limite, né? Porque Isso daí é uma coisa mais de psicólogo do que da gente, mas é importante a gente entender. Nem que seja conversando com o psicólogo do paciente parachar e falar: "Vem cá, eu vi uma coisa, eu tô percebendo uns negócios. Qual que é a função que essa gordura tem? Porque essa paciente vai fazer de tudo para não emagrecer. Então você
não vai emagrecer ela. Você vai melhorar a saúde, você vai Melhorar eh a a alimentação, você vai pedir para ela fazer exercício para não ter mais dor no joelho. Emagrecer não entra na conta, não vai entrar na conta, porque emagrecer é perigoso para essa pessoa. Entenderam? Só tô trazendo mais um um um caso aqui que acontece muito e que é um gatilho bem comum para compulsão e para outros transtornos também. Anorexia também acontece, Tá? Consegue, Andreia, consegue relatar sim. Eu já tive um caso de compulsão que eu tava perguntando sobre o consumo de água. A
mulher falou porque quando eu fosse estoprada, cara, ela era difícil, era uma paciente bem difícil. A psico dela veio falar comigo, ela falou: "Não, ela é assim mesma difícil." Falei: "Cara, não tava preparado para ouvir isso agora não. Não é nem nem sempre inconsciente, Mônica. Às vezes ela é até mais Consciente mesmo, às vezes a pessoa sabe, mas muitas vezes ela é inconsciente, porque a gordura na nossa sociedade torna a pessoa feia, torna a pessoa desprezível. A pessoa ela ela passa a ser facilmente ignorada. Se ela morre de medo de atenção masculina, gente, ser gorda
é ótimo. Para uma mulher que tem medo da atenção masculina, ser gorda é excelente. O máximo que ela vai ter de Atenção masculina, na visão dela vai [Aplausos] ser piada. E piada, mulher não tem medo de piada, gente. Mulher tem medo de ser estuprada, tá? Só tô trazendo isso aqui porque acontece muito e é mais uma coisa que eu tava para falar com vocês sobre o cuidado na hora de julgar a pessoa gorda. Você não sabe qual que é a função daquela gordura. A gente nunca sabe qual que é a função daquela gordura até a
Gente se aprofundar. Às vezes você atende a paciente, não sabe. E às vezes a pessoa não sabe porque ela tá lá, não quero perder peso, quero emagrecer, quero emagrecer, quero emagrecer. Começa a emagrecer e ela trava e imediatamente parece que faz de tudo para engordar. Opa. Por quê? Bora levar isso para terapia. Pode levar isso para terapia. Manda manda pra psicóloga e conversa com a psicóloga. Vou voltar para as aulas. Eu só essa essas aulas essa aula é um pouco pesada, né? A gente vai falando de alguns temas um pouco pesados mesmo. Faz faz parte.
Deixa eu ver se o slide foi. Foi além do abuso sexual, também a negligência emocional, relações familiares conflituosas, família de paciente com transtorno, não é fácil. E você tem um Estigma, porque muitas vezes os sintomas são interpretados como fraqueza de caráter, falta de disciplina, principalmente na compulsão. Na compulsão vem muito isso. Ai, você é fraca, você não consegue se controlar, consegue ver as coisas que sai perdendo controle. E aí os próprios nutricionistas tratam esses pacientes mal. Eu gostaria muito de que ninguém saísse dessa minha disciplina, dessas Minhas aulas e fosse ser ruim com o paciente,
tá? Pelo amor de Deus, não façam isso. É feio, antiético [Música] e vocês estão machucando as pessoas. Não tem para que machucar as pessoas, tá? não faz isso não. E aí a gente vai paraos grupos mais afetados. Historicamente transtorno alimentar acontece entre adolescente e jovens do sexo feminino, né? A gente tem Uns relatos, por exemplo, na anorexia, os relatos mais comuns de antigamente eram crianças ali na na puberdade, quando o corpo começa a mudar. Mas agora a gente tá vendo muito entre mulheres acima dos 30 anos, atletas de alto rendimento e população LGBT. Então, por
exemplo, a gente tem que entre essas mulheres o envelhecimento é vivido como um fator de isolamento, é agravado pela incompreensão da família, por um sistema De saúde que muitas vezes negligencia o sofrimento fora do padrão estético juvenil. Gente, sabe uma coisa que eu achei interessante quando eu tava montando essas aulas? É dificuldade de achar foto de mulher de 40 e poucos. Ou é tudo umas novinha ou são idosas, senhoras idosas de cabelo branquinho, bem velhinhas. Mulheres assim foi difícil achar no Canva. Você vê a representação da mulher madura, ela Desaparece da mídia, da mídia aí,
pô, da internet, da vida. Então, assim, eu li assim, o fator de isolamento, falei: "Ah, exagero, que isso? Eu tenho 34 anos, não estou me sentindo isolada. Aí vou pesquisar a imagem, botei lá, mulher 40 anos, mulher 50 anos, não aparecia nada quase. Falei: "Gente, é realmente tá aí, tá na cara". Isso vai levando também a depressão e a Transtornos alimentares. Atleta. Atleta em especial em modalidades que valorizam estética corporal ou baixo peso, como ginástica, dança, atletismo, artes marciais. A gente tem uma revisão sistemática brasileira sobre risco de transtorno alimentar para atleta e 17 18%
tinha uma insatisfação corporal grave ou moderada. 10% das mulheres e 6.8% dos homens estavam acima Do ponto de corte clínico paraa preocupação excessiva com imagem corporal. Ou seja, quase 10% dos dois aí tavam com alguma coisa já mais grave acontecendo na imagem corporal. Atletas em geral não são muito saudáveis. Eu sempre acho importante. Ação esportiva ela tá na moda como se fosse, sabe, a coisa mais saudável do mundo, a pessoa fazer 6 horas de exercício por dia. Não É, não é. tem uma função, tem um rendimento e a nutrição essencial e importantíssima para que aquele
rendimento ocorra. Fato, saúde é outra coisa. Saúde é outra coisa. E na população LGBT, eh, então com especiais tem vai ter vai ter aula de de população LGBT com tom maravilhoso, mas é importante dizer que existe uma idealização estética, principalmente entre homens muito grande, que pode levar sim a Transtornos alimentares. E você tem questões de experiências de rejeição e discriminação que podem também levar a transtornos alimentares. Sim, é uma população que é importante estar atenta. E aí, gente, esse dado aqui é um dado muito importante. Estudantes de nutrição e, portanto, nutricionistas apresentam uma prevalência mais
elevada de transtornos Alimentares em relação a profissionais de outras áreas. A gente tem 13% de de estudantes de nutrição que já se trataram pro transentar. 43% dos estudantes de outro estudo tinham sentiam-se frequentemente aterrorizados com a ideia de ganhar peso. É muita gente. Nas outras áreas também é um absurdo, verdade seja dita, mas isso aqui é muita Gente. Isso aqui é um dado que não devia tá podendo existir. nutricionistas estão muito predispostas a terem e transtornos alimentares e, infelizmente também a a além de desenvolverem transtornos alimentares, ajudar outros a desenvolver transtornos alimentares. é uma realidade
muito dura e muito difícil da nossa profissão, mas eh ela é mais pacientes com transtornos Alimentares com relação a com que tem uma necessidade de controle muito grande tendem a procurar nutrição, a enquanto profissão, porque eles querem ter um controle, então eu vou estudar para ter esse controle. E é difícil, cara. Eh, eu quero falar para vocês que se tem alguém aí que tá se sentindo afetado com essas aulas, tá olhando, tá falando: "Pô, eu tenho alguma coisa de errado, então, Comigo, procura alguém, uma psicóloga, uma nutre da área, vai conversar com alguém, por favor.
Porque não é uma vida fácil e ninguém precisa viver com esse estar aterrorizado o tempo inteiro. Não, nós não fomos feitos para viver com medo do peso o tempo todo. A gente não foi feito para checar o nosso corpo o tempo todo. A gente não foi feito para viver pensando em comida o tempo inteiro. A vida tem que ser muito Mais do que isso. Ela pode ser muito mais do que isso. Então, se tem alguém aí dentro dos 90 aí oficialmente, né, 95 alunos dessa disciplina, estatisticamente tem estatisticamente falando, é muito difícil não ter ninguém.
Procura ajuda, quiser mandar uma mensagem, uma DM também, tá bom? Por favor, você não precisa ficar sofrendo não. E aí a gente tem esse que eu queria Pegar aqui, que é o 100% dos estudantes têm algum expressam insatisfação com peso. 37 e 87 entre homens e mulheres relataram insatisfação com a imagem corporal ou gordura corporal. entre e aí você tem um número entre 4 e 32% estudantes de nutrição estavam com alto risco desenvolvimento tranções alimentares e entre 23 e 89% estavam apresentavam comportamentos compatíveis com ortorexia Nervosa. Na nutrição é muito comum, procurem ajuda, tá? de
novo. Manda o e-mail. Meu insta. Vocês sempre me acham no Insta, gente. Achó, jogar meu nome lá. Eu não boto aqui porque eu sei lá. Eu não sei se pode. Meu link, meu insta, procura lá, Lice Reino, vocês vão achar é a Nutrifêmia, Tá? Ah, meu nariz. E aí, voltando, vulnerabilidade na infância, na adolescência. Então, a gente tem aqui alguns estudos que demonstram que até crianças de até 5 anos já podem apresentar sintomas compatíveis com anorexia nervosa. A maioria dos diagnósticos ocorre entre os 13 e 18 anos. Eu acho que esse dado vai ser atualizado.
Você vê que esse idade dado já tem aí quase 10 anos. Eu acho que Esse dado vai ser atualizado. A gente tá tendo muito, muito diagnóstico entre mulheres mais velhas. Eu acho que a gente tá tendo já uma, vai começar a ter uma mudança. Eu vou esperar uns anos. E os e para quem vai mexer com criança, os sintomas eles geralmente são indiretos. Queixas de náusea, a sensação de estômago cheio, recuso alimentar, o medo de engasgar. Isso dificulta o diagnóstico Precoce. Mais para quem formexer com criança, fiquem muito atentos a isso aqui, tá gente? Quem
formecer com criança, fiquem atento. Aí, passa pro próximo. E aí a gente tem uns transtornos não especificados, né, que eles a essas pessoas elas têm níveis semelhantes a sofrimento emocional, baixa autoestima, disfunções hormonais, riscos metabólicos em comparação com aqueles que se Enquadram nos transtornos clássicos. Então, por exemplo, a pessoa tem um episódio de bulimia por mês, a cada três meses. Todo o resto não tem uma compulsão recorrente, mas se a cada três meses ela tem um episódio. É bolimia. Não, mas tem um rolê errado acontecendo. Uma pessoa que tem preocupações excessivas com o corpo, eh,
mas ela não chega a ser uma ortorexia, Nem uma anorexia, mas ela tá no meio ali muito preocupante e tem uma taxa de sofrimento emocional muito grande. É, tá? Isso aqui dá trabalho. Isso aqui dá muito trabalho diagnosticar, mas acontece. acontece um bocado. E aí, o que que é que geralmente são comportamentos que podem entrar nos não especificados? A restrição calórica intermitente, alô, jejum. Exercícios compulsivos ou episódios esporádicos de purgação. Exercício compulsivo. Eu botei aqui um cara com a dor no joelho porque eu achei muito importante. Eu teve uma época que eu tava fazendo academia
quando eu tava morando em Copa ainda e tinha uma moça lá que ela tava com problema no joelho. Todos os dias ela fazia 4 horas de academia. Todo mundo dentro do estabelecimento falava para ela fazer menos exercício, que ela não Precisava ficar 4 horas lá dentro, que ela tava lesionada, ela não podia tá fazendo tanto exercício, ela estava lá fazendo 4 horas todo dia. Ela mulher assim como eu, só que el era aquelas mulheres, ela era mais alta que eu, mas sabe aquela mulher coxuda, bonduda, bem genético, que senó ele fala: "Pô, mulherão todo dia
fazendo 4 horas de academia e o joelho Machucado e lá sem parar, fazer exercício até vomitar. Isso aí não é, não é para ser normal não, gente. A pessoa fazer exercício até vomitar, tem uma coisa muito errada acontecendo. Não, mas é, não é normal. Pode ser um acontecimento recorrente em certos estabelecimentos de exercícios físicos que de certa modalidade de exercício físico muito atacada por por Certas por vários tipos de médicos diferentes, mas não é normal. Não é porque é recorrente que é normal. Tá muito importante. E isso pode ser um transtorno não especificado. Tem que
ver como é que tá a questão do sofrimento mental das pacientes em relação à alimentação e corpo. E aí a gente tem segurança alimentar, né, que é o acesso em certo ou insuficiente a alimentos nutricionalmente adequados. E ela é Associada à maior prevalência de comportamentos alimentares desordenados, como a restrição compensatória, a compulsão alimentar e o uso emocional da comida. Quem e isso? Eu já eu peguei uma uma paciente com o que eu chamo de uma anorexia não específica, que era um caso assim, ela nunca teve muito o que comer, passou por a casa de vários
parentes, a mãe nunca tinha dinheiro e tinha comida direita em casa e ela sentia vergonha de comer na casa dos Parentes. morou com a tia vários anos e não conseguia comer o bife porque tinha vergonha de tá dando trabalho, de achar que tava dando despesa. E ela vivia de leite ninho e eu olhava assim, mas por quê? Porque o leite ninho o governo dava. O leitin era dela. Era um negócio muito, era um, foi um caso muito interessante e muito enriquecedor para todo mundo. Você aprende muito com paciente de tranção alimentar e e acontece a
pessoa, ela Desenvolve um comportamento semelhante a anorexia. Ela passava dois, três dias com pacote de bala porque ela passou a vida inteira sem ter muito o que comer. E aí ela sempre ficou ficou nesse padrão, mano. Muito interessante. Você não pode ponto de vista clínico, né? Claro. E compulsão também acontece muito, que a pessoa [Música] Ela ela foi restrita muito a vida inteira, então agora ela vai comer. Eu não tinha isso. Agora eu vou comer. Agora eu vou comer. Ah, acontece, acontece muito em homens, sabia? Muito comum em homens. E aí quem indivíduos com histórico
de insegurança alimentar na infância apresenta maior risco de desenvolver comportamento de controle alimentar rígido na vida adulta como resposta Defensiva às experiências anteriores de escassez. Também tem muito o guardar comida demais, fazer estoque muito grande de alimentos. A pessoa, ela sabe aquele povo que você abre o freezer, a pessoa tem duas geladeiras lotadas, mora sozinha, tem duas geladeiras lotadas de comida, você vai abrir o freezer, tem carne lá de 2013 também comportamento transtornado que precisa ser Revisto. A ideia de que você não pode desperdiçar comida, que não sabe quando é que vai comer de novo.
Isso é muito comum no Brasil, como um todo, né? A ideia, não vou desperdiçar com Não sabe até não sabe quando é que vai comer de novo. É muito difícil você desconstruir isso aqui quando a gente trabalhando de comer intuitivo. Deixa a comida no prato. Não, mas é desperdício. Não é desperdício, gente. Você não precisa. Olha, é muito Difícil. Esse aqui dá trabalho, comer escondido, a desconexão do corpo com sinais fisiológicos de forma sociedade. E aí, né, sempre batendo a cultura familiar no Brasil, ela tende a reforçar práticas que impedem o reconhecimento da forma da
sociedade, contribuindo paraa formação de hábitos alimentares emocionalmente carregados. E a gente tem os testes, né? Como é que a gente avalia se a pessoa Tem transtorno alimentar? Ó, você tem o it, o bite, que é de bulimia, o o Edqu e o e o Bing SK, o B, o It, o EDQ e o B a gente tem em português e mais alguns outros que já estão traduzidos, validados paraa população brasileira, já estão sendo usados, que são muito bons. Eu não vou passar nenhum deles para vocês. Eu sei que vocês façam muita questão, mas assim, eh,
eu posso dar uma olhada em Algum que eu acho que seja mais neutrozinho, mais genérico para vocês, se vocês fizerem muita questão, mas eu não ia passar nenhum, não. E aí, né, qu qual que é o tratamento eficaz? Como é que a gente trata essas pessoas? a gente precisa de intervenções psicoterapêuticas, psicólogo, psiquiatra, nutricionais e familiares. Em crianças e adolescentes, a terapia familiar é considerado padrão Ouro, especialmente porque as alterações na dinâmica da família e nos padrões comunicacionais são reconhecidamente mantenedoras do quadro clínico. Então você tem que tratar família, né? Criança adolescente é impossível. Não,
mas é muito difícil, muito. Eu não, criança para mim é muito difícil. E sempre batendo, né, na cultura da dieta, que a gente tem que bater na cultura da dieta, porque é o que traz tanto torno mercado, é o que Cria a cultura da dieta. conjunto de valores, práticas e discursos que hierarquizam alimentos, corpos e comportamentos com base no ideal estético centrado na magreza. Não é sobre saúde. A cultura da dieta não é sobre saúde, é sobre magreza. E isso está adoecendo as pessoas de várias idades diferentes. E não é legal, adoecer os outros. Nós
não existimos para fazer os Outros ficar doente. A gente existe enquanto profissão para fazer os outros ter saúde, não para adoecer os outros. Pelo amor de Deus. Então, o que que a gente tem de prevenção? Tem que ser pensada desde a infância, já que criança entre 4 e 5 anos já internalizam preconceitos contra corpos gordos e o comportamento e comportamentos compatíveis com o distúrbio de imagem corporal. Então, os programas preventivos, eles têm que considerar fatores de risco modificáveis, a prática de dieta restritiva, a insatisfação corporal, a internalização de padrões de magreza, buscar o fortalecimento de
fatores protetivos como autoestima, aceitação corporal, o pensamento crítico em relação à mídia. Então, é muito interessante eh intervenções para fazer a pessoa aprender a lidar com TikTok, com Instagram, com com WhatsApp, a trabalhar a aceitação corporal, né? a gente tem três níveis clássicos de prevenção, a prevenção universal paraa população geral, a seletiva para certas populações vulneráveis e a indicada voltada para indivíduos com sintomas subclínicos, né, pra pessoa para individualmente mesmo. E aí a seletiva para longo prazo é o que tem os melhores resultados com uso técnicas de dissonção cognitiva e a promoção também de de
Certos. Por exemplo, a gente tem, a gente tem aqui o livro da Flávia Lacerda Gorda, não é palavrão. Você tem toda a abordagem do Health Adversiz saudável em qualquer tamanho. A gente tem os trabalhos da Diana da Dayana Garbim, eh, que é muito bom, que ela tem esse livro do Fazendo as pazes com o corpo, que ela o ela tem um transtorno alimentar. Não, não, não, não, não identificava, né? Não, não é um de livro, não é um Tradicionalzinho. Livro dela é muito bom, muito, muito, muito bom mesmo. Ela tá com outro agora novo. A
gente tem eh o o peso das dietas, da sua fideeran. A gente tem bastante material já até tem o da da Alexandr também. Eu não sou muito fã da pessoa, mas enfim, tem um livro dela também, sabe? Promover esses esses materiais, esses livros que tratam a pessoa gorda como ser Humano. Isso é muito bom. E aí, como é que a gente pega sinais precoces, né? Como é que a gente pega? Em adolescente você vê alterações comportamentais com obsessão por calorias, evitação de refeição em público, preocupação com o corpo, irritabilidade após comer, queda de rendimento escolar.
Cara, tudo isso aqui você pega em adulto também, tá? Tudo isso aqui você pega adulto e ao invés de Ser rendimento escolar é rendimento no trabalho. Obsessão por caloria, evitação de refeição em público, preocupação com o corpo. Todas essas questões estavam tudo isso aqui você pega com o questionário que eu passei para vocês. Vocês conseguem ver que vocês isso aqui tudo tá no questionário que eu passei para vocês? Tá tudo tudo isso aqui tá no questionário que eu passei para vocês. São coisas que a gente tem que tá Sempre vendo se tá acontecendo. Uma coisa
é você passar uma dieta pro paciente, a dieta tem tantas calorias, ele olhar e falar beleza. Outra coisa é o paciente saber mais a caloria da comida que você. Paciente não pode ser taco não, gente. Nem a gente vai ser taco que gerar paciente. Então, a detecção precoce depende da escuta ativa. O paciente chega, não gosto de olhar no espelho, eu me sinto culpado depois de comer. Escuta O paciente falar, escuta o que ele tá falando. Não caça problema onde não tem e ignora problema de onde tem. escuta o paciente. E aí, né, essa frase
aqui, ela fica para tratar transtorno alimentar, a gente precisa tratar comportamento alimentar sempre. E por isso você tem que entender todas essas questões, o do medo de engordar, distorção de imagem corporal, as crenças de funcionário Sobre comida e de novo, de novo, de novo, não dá conta passar pra frente. Transtorno alimentar, qualquer intervenção equivocada pode ser pior do que nenhuma. a gente pegando, a gente nutricionista, pegar o paciente para tratar sem saber o que tá fazendo, você piora o caso. Você piora o caso. E não piora pouco, não, piora muito. Então, passa pra frente. Não
dá conta passar pra frente, pelo amor de Deus. E aí, o que que mais a gente tem que observar, né? Eh, controle alimentar, a disciplina muito rígida com dietas, a busca pelo estilo de vida saudável, entre aspas, que entra alimentação limpa, a pessoa tá sempre caçando dieta, dieta do fulano, dieta do ciclano, não sei o quê. Ó, olho aberto, Instagram, TikTok, olho aberto, olho muito, muito aberto. E quando essas práticas elas Ganham rigidez, obsessividade ou comprometem o funcionamento emocional e social do indivíduo, elas passam a comportar, configurar comportamento de risco. Práticas como jejum prolongado, exclusão
sistemática de grupos alimentares, monitoramento constante de calorias, uso de laxante diurético, autoindução de vômito. Pode olhar, pode olhar, pode, pode ver, pode ver. Eu brigo com jejum, gente. Não é, Não é, o rano, não vem de lugar nenhum. É porque é um comportamento de risco para transtorno alimentar. É um comportamento de risco para ter um sono alimentar. Não existe ninguém na literatura que vai te dizer o contrário. Você não vai achar a pessoa que vai te dizer o contrário. Então eu que trabalho com comportamento alimentar, já vi diversas vezes transtornos alimentares desencadeados pela prática de
ajum Intermitente. Ah, mas ele faz. Que bom que não deu problema em outros. dá problema no meu consultório, eu pego esses pacientes, eles vêm para mim depois. Então, eu nunca vou defender nenhuma dessas práticas que estão listadas aqui, porque elas são comportamentos de risco. É igual defender fumo. Ah, fumar cigarro não vai. É ótimo. Que delícia. Não, não vou defender Fumo. Não vou defender cigarro. Não vou defender intermitente, eu não vou fazer. E é assim. E aí tem que olhar hiperatividade física mesmo em caso de lesões. Eu tava falando da daquela moça que eu conheci
na academia que ela fazia 4 horas de academia com joelho machucado. Estoque de alimentos para consumo compulsivo posterior. A pessoa compra 1 kg de suspiro. Para quê? Você vai receber 40 Pessoas em casa? Vai fazer com aquilo suspiro. O hábito de comer em segredo, comer escondido, condutas de risco. Tudo conduta de risco. Esses comportamentos, eles não revelam apenas a presença de sofrimento psíquico, mas também a tentativa de controle, que muitas vezes substitui outras formas de lidar com emoções desagradáveis. Você controla comida, você não precisa pensar no seu chefe, você não precisa pensar na tua mãe,
você não precisa pensar no teu marido, tu não precisa pensar naquela tua amiga que você brigou com ela. Você só precisa pensar que você está comendo 45 g de arroz, eh, 25 g de feijão, um bife de 80 g de patinha, porque tem que ser carne magra. Aí você não pensa mesmo, tá muito focado ali. Preocupante, gente, Preocupante. O ambiente de cobrança estética com meio esportivo e acadêmico pode potencializar a vulnerabilidade. E aí é essencial profissionais de saúde, educação, esporte estejam atentos a sinais precoces. Tá trabalhando numa academia e tá pegando muito papo errado, dá
umas cortadas. Tenta introduzir uns papinhos mais de boa. Vai na maciota do canto. Não, gente, ó, vocês viram fulano, vocês Estão sabendo de tal coisa. Às vezes é melhor falar de política do que falar do corpo, tá? Deixa os caras se matar lá entre o Bolsonaro, Lula e você. E pelo menos ninguém tá tá tá tá fazendo a mulher do lado querer vomitar tudo que ela botou para dentro nos últimos três dias. melhor, eu acho, acho mesmo. O papel da família no tratamento é essencial, principalmente em quadros de Longa duração ou pacientes adolescentes e quanto
a resistência à adesão terapêutica, mas ele também é um fator de risco e um potente recurso de cuidado. Família é muito complicado. Família é muito complicado. família é muito complicado. E aí finalizando já já nada, né? 10 da noite, o formato mínimo para tratar transtorno alimentar é nutricionista, psicólogo e psiquiatra. Nutre, psico e psique, mínimo. Tem que ter os três. Transtorno alimentar tem que ter os três. E os três que trabalhem com, que eu já falei lá no começo, tem psiquiatra que trabalha pra gente. Você tem que ter contato com psiquiatra. Você tem que sentar
com ele na mesa ali e falar: "Ó, fulano, isso, isso, isso, isso, isso, ciclano isso, isso, isso, isso, isso." A psicóloga, cara, eu peguei, me chegou isso aqui, ela levou para você. Não, beleza, ela me Trouxe isso. Tá aqui, pá, na tua na tua mão. Você vai puxar? Você não vai puxar? Você quer que eu puxe alguma coisa? Quer me dar uns negócios? Você tá mexendo com o quê? Vão falando, vão vendo. Tem que ter conversa. Além de dos três, você pode ter profissionais de educação física. Eu tenho Kim Perfeito, maravilhoso, que eu passo para
todos meus pacientes de TA, que faz ele, ele mexe Com educador físico e ele faz personal eh online, pô, é muito bom e ele nunca adoeceu ninguém. Tenham educadores físicos que não sejam malucos. É importante terapia ocupacional, fisioterapia, o povo do Pilates. Pilates é ótimo, né? Tenho a lista de profissionais, que é o que eu tava falando mais cedo. É isso, gente. Acabou-se dúvidas, Questões, discordam de mim, de alguma coisa? Assustei vocês. Tem um tem tem algumas nutres que são também psicólogas e que atuam em transtornos alimentares. Eu não sei como é que elas fazem.
Eu não sei se elas fazem duas vezes por semana. Eu não sei se elas dividem. Eu, honestamente, uma vez eu eu eu parei para conversar, mas eu não fui muito longe da conversa porque a gente Estava no meio de um congresso. Mas assim, eh, eu não sei como é que elas fazem a separação. Não sei se elas separam. Eu não sei como é que elas fazem. Honestamente para você, eu não sei, porque a gente tá mexendo numa coisa e a psico às vezes tá mexendo com outra. A, paciente de terapia tá falando do negócio. Quem
é que já fez terapia, gente? Você tá falando de um negócio, você puxa outro, nada a ver. E depois são quatro consultas falando só de outra Coisa. Aí depois você volta falar mal de sua mãe, que é importante manter o padrão de falar mal da mãe pelo menos uma vez por mês, né? Sempre importante. Então assim, eu não faço ideia. Dá, pode tá com CRN, CRP em dia, você faz o que tu quiser. Eu não sei como é que funciona só a clínica mesmo, assim, como é que elas fazem a separação ou não fazem a
separação. Transtorno Sensorial. Pera aí. Tem o mesmo paciente como nutra psicóloga. Pode, pode. Enquanto nutra psicóloga pode ter o mesmo paciente, sim. Até onde eu sei, pode. Eu conheço umas, tem umas três menitas que, tem umas três meninas que mexem com isso que eu conheço. Já dá uma jogada no Instagram que você vai achar. Tem, tem, tem uma até que é meio grande. Ai, meu Deus, o nome dela. Eu sou tão ruim de nome, gente. Por que que vocês me perguntam as coisas? Ah, qual que é o nome dela? Nossa, eu vou Ah, ninguém vai
me responder agora em cima da hora. Eu não lembro o nome dela, mas tem uma menina que até grandinha, ela deve ter uns 40.000 seguidores já. Não é Paulão, ela só neutra. Quem que é o nome dela? Meu Deus, não lembro, desculpa. Tem umas três, quatro que são grandinhas, tá no Instagram, mas tem um bocadinho de Gente. Gostaram? Obrigada, Mônica. Ô Valéria, que situação! É, é, é complicado mesmo. I semana que vem, quem quem tiver disponível, 6 da tarde, eu vou estar falando de anexiolimia. 8 da noite. Estaremos com compulsão na mão. Compulsão, compulsão é
legal. Trabalho muito. Compulsão o que mais vem para quem mexe com transtorno alimentar assim fora de ambulatório, é o que mais tem. Beleza, gente, até semana que vem.