Hello, sejam bem-vindos a mais um episódio do Novos Cast. Esse podcast que tem a missão de levar a palavra do Senhor de uma maneira gostosa, leve, alegre, de te ensinar muito, de trazer testemunhos. E hoje nós temos uma pessoa que a minha parceira maravilhosa vai introduzir, mas eu já te digo uma coisa, se prepara que você vai aprender muito do Senhor, com uma maneira amorosa. E ah, já se inscreve aqui no nosso canal que toda vez a gente esquece de falar isso no começo, mas hoje eu lembrei. Então se inscreve aqui no nosso canal e
fica atento que esse episódio vai ser uma bção. Quem temos aqui, Dani? Nossa, hoje a gente tem aqui alguém muito especial na minha vida em particular que é o pastor Éber Campos Júnior. Eu tô assim emocionada de verdade que eu vejo o tempo que passou e tudo que Deus tem feito na vida dele, o quanto ele é muito usado como instrumento de Deus. Ele é pastor, professor, filho de pastor, que eu quero sair dessa história, neto de pastor. E e ele colaborou demais para que eu pudesse seguir servindo na psicologia com algo que a gente
vai aprender muito com ele hoje. Muito obrigada, pastor Ébera, eu tô muito feliz, de verdade. Obeg aqui, conhecer você, conhecer a Jess, né? Poder participar desse programa. Eu realmente espero em Deus que o pessoal Que nos assiste ah cresça e queira continuar crescendo. Porque o que eu acho que programas como esse tem que estimular é as pessoas não se aquiietarem com o que eles vão ouvir aqui, mas ser uma espécie de estímulo para ir atrás demais. Amém, pastor. Amém. Que incrível. E nós íamos agora conversar sobre uma história. Eu perguntei se o pastor cresceu num
lar cristão e ele disse que sim, que o pai dele é pastor e o seu avô não. Aô não é pastor, mas era da igreja. Eu quero contar essa história porque eu acho ela muito legal e e assim de certa forma que coisa preciosa, como o povo de Deus é diverso, né? Eu estou conversando com vocês, eu ouvi um pouquinho da história de vocês, né? Antes a gente conversou e assim como Deus une pessoas que têm uma história longa na fé e uma pessoa que pessoas que tm uma história mais curta na fé. Olha só.
Ah, Deus me deu a graça de ser alguém que conhece a fé protestante há bastante tempo. Então, eu vou contar a historinha bem rapidinho. O primeiro pastor brasileiro evangélico a ser ordenado foi um ex-padre chamado José Manuel da Conceição. Inclusive, o seminário presbiteriano de São Paulo tem o nome dele. se padre, ele foi a quando era padre ele foi a de paróquias de diferentes cidades do interior de São Paulo. E quando ele creu na fé evangélica protestante, uma das suas missões de vida foi voltar à cidades onde ele tinha passado nas paróquias para evangelizar as
pessoas Que antes ele tinha guiado enquanto padre. Essa foi inclusive um dilema muito grande existencial na vida dele de querer alcançar as pessoas que antes ele achava que ele tinha conduzido pelo mau caminho. E aí quando ele chegou em Sorocaba, ah, o primeiro convertido do ministério dele é um homem chamado José Carlos de Campos. E esse é meu bisavô. Uau! Então, nós estamos falando na década de 1860, 1870, quando acontece essa evangelização e ele alcança alguém ainda jovem, não é, pra fé presbiteriana. Então, os meus filhos são presbiterianos de sexta geração. Uau! Caramba, que na
verdade ele é meu travô, né? Acho que é a a conta é essa. Meus filhos são de sexta geração. Então é o bisavô do meu pai e o meu travô. Então, olha só que maluquice, não é? Num país em que o protestantismo não tem um uma um tempo muito longevo, não é muito longo, né? Ah, a gente tá num contexto em que seis gerações de presbiterianos estão em casa. Isso é muito gostoso. Então, eu tenho essa alegria de poder compartilhar com as pessoas. E eu sempre gosto de dizer o seguinte, uma lição que eu aprendi
a quando eu era jovem é que a gente não deve desprezar o fato de receber uma criação na igreja. Eu digo isso porque quando eu era jovem, eu já contei essa história várias vezes. Eu vou contar de novo, eu peço a licença de vocês. Não conhece. Eu digo assim que quando eu era jovem eu conheci um amigo Querido e ele tinha um testemunho muito bonito de conversão e eu falava assim: "Jimmy, nossa, eu queria ter tido uma história como a sua aqui assim de conversão radical que Deus tirou assim das trevas pra luz tal". Aí
ele falou assim: Aí ele falou assim: "Éber, não fale isso. Você não sabe do que você foi poupado, não é? e da bênção que é ter sido criado no evangelho. E isso eu aprendi na minha adolescência, tá? Eu falei isso na minha adolescência e eu ouvi essa resposta muito legal. Então, eu carrego essa história como uma lição de vida, porque nós que somos presbiterianos, eu tô falando isso pros nossos irmãos que não são aprenderem e ouvirem com alegria. Nós que somos presbiterianos, a gente preza muito o fato de Deus ser um Deus de aliança e
de salvar os filhos dos nossos filhos. De costuma fazer mesmo com seu povo. Então eu sou fruto e eu tenho que me alegrar no fato de que eu não passei pelas, né, pelas caminhadas loucas de quem tá longe do Senhor. E eu tenho que dar graças a Deus por isso. Não significa que eu não precise da salvação, da mudança do espírito. Nós carecemos as mesmas coisas porque eu sou pecador também. Mas de como a gente tem que prezar tanto a conversão maravilhosa que Deus fez na vida de vocês. Amém. Quanto aquela que eu experimentei num
contexto bem menos radical, vamos dizer assim, assim, mas nossa, mas que mas que privilégio mesmo, né? Uma bção, né? Não, eu falo isso, pastor, com as minhas filhas que a Duda e a Malu, graças a Deus, hoje a minha casa serve serve ao Senhor, Meu meu marido e tudo. Eu falo: "Meninas, vocês terão filhos que já nascerão e serão educados dentro de privilégio, né? É muito lindo assim. Isso mesmo. Ela sim, mãe. Graças a Deus por isso que eu Mas assim e no meu caso, eu cresci, a minha mãe era, minha mãe era católica, mas
quando eu era criança, a gente já, ela já nos levava na presestriana. Hum. Eu cresci na escolinha dominical de na EBF, tenho a alegria de ser da Eu sei todas as musiquinhas, só que eu eu amava, era muito legal, mas aí eu fui crescendo, depois eu passei, fui fui da Sara a nossa terra, uma fase da minha meus amiguinhos da escola, mas aí era interior, acabou desperdiçando, fechou essa igreja e aí eu vim para São Paulo fazer teatro. Então eu tive um, eu, eu, eu, eu já fui educada, você tinha sementona lá, eu tinha, é,
mas a minha mãe também tava se encontrando ali com o senhor na caminhada, com o senhor. Não era uma coisa ali tão, né, firme. Mas eu já tinha sementinha, mas eu precisei passar por por várias coisas para ter o meu encontro com Jesus, assim de verdade, né? Mas que privilégio é esse de de não ter precisado passar por isso? Porque às vezes mesmo sendo criado numa casa cristã, o adolescente ou o jovem tem essa necessidade de experimentar o mundo, né? Sei lá. Mas que bção, pastor, que você E sabe o que que eu digo, Jess,
em conexão com isso? É assim, a gente tem a impressão de que o novo convertido, ele É a pessoa que vibra pelas coisas de Cristo e é compreensível. Por quê? Porque fica muito vívido para ele, não é? Então assim, eu lembro de ouvir ouvi o testemunho da Dani assim e de outras pessoas que eu conheci. Falei: "Gente, que coisa gostosa. Ouvi assim, que que é uma é uma declaração de amor àele que me tirou das trevas, não é? Só que a gente não deve pensar que aquele que cresceu cresceu na igreja não tenha encanto pelo
Senhor. Até porque se a gente pensar assim, dá a impressão de que, ah, eu tô tão acostumado que o Senhor já não mais me impressiona. Errado. Normaliza, né? errado. Toma como garantido, né? É. Quer ver? Eh, hí eh vai eh no templo para orar ao Senhor, porque o rei acabou de morrer. O rei Usias reinou 52 anos e aí aquele que todo mundo tinha como referencial de rei morreu, ele vai pro templo orar porque ele precisa de direção do Senhor. E o que que ele vê no templo? Ele vê que o rei sentado no trono
é outro. É alguém a quem os anjos cantam. Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos. Toda a terra che sua glória. Agora veja, esse é um homem crente. Ele tá indo pro templo, ele quer buscar a direção do Senhor e o Senhor dá uma visão extraordinária a ele. Eu tô usando essa história como exemplo, que ela é bem conhecida, tá lá em Isaías 6, mas porque eu acho que ela é história que pode ajudar a gente e as pessoas que nos ouvem a entender que não é verdade Que é só no começo da vida
cristã ou só depois daquela mudança que você se encanta com as coisas do Senhor. Você pode sempre renovar isso. E tem gente que nos ouve que talvez esteja meio abatida. Então ore para que para que você seja renovado, renovada, né? Deus através dessa conversa, né? Desse papo, que até eu já estou ver falei para você, amiga, eu falei desse amor pelo Senhor e como é bom estar, né, fazendo isso. A gente fala que as mais abençoadas somos nós. Queção. Porque é uma troca tão, tão preciosa, né? E não, e tem um tem um livro que
também tá lá em casa que eu não trouxe, esqueci, que é tomando as decisões. Tomando decisões segundo a vontade de segunda a vontade de Deus, que é lindo, que eu acho que é um pouco isso, é a gente entender dessa total dependência, isso, né? palavra dele, mas este aqui que é o queridinho da Dani que é o meu queridinho. Eh, e eu também recomendo. Bom, a gente vai ter essa conversa aqui, depois a gente recomenda outras coisas. Mas pastor Éba, o senhor se debruçou sobre a noção de cosmovisão. Isso foi muito importante para mim, assim,
pessoalmente, porque quando houve a minha a minha conversão, quando Deus me resgatou, eu me dei conta que eu tinha outra cosmovisão sem saber nem que tinha, né? Que ela era bastante incoerente, bastante inconsciente até. E eu acho que é obra por a obra de Deus mesmo. Eu conheci tudo, todo esse trabalho através de coisas no YouTube, do livro e tudo mais. E foi muito importante eh conhecer o que é cosmovisão, que é um pouco que a gente vai falar hoje. E depois essa frase que para mim o nome é espetacular, que é como é que
a gente ama a Deus no mundo, né? Então o que que é cosmovisão? Tá muito bom. Então vamos lá. Cómovisão é um termo, ele é antigo em outras áreas de estudo, mas eh tem pessoas que ouviram falar dele no mundo evangélico, teológico há pouco tempo. Ele existe há bastante tempo, tá? Então a quando a gente fala da história do termo, ele nasce na filosofia. Ele é usado em sociologia, em antropologia, em outras áreas, principalmente das humanidades, não é? Mas ele também é apropriado por teólogos reformados do final do século XIX. Então tem um escocês a
e um holandês muito famoso. Eu falo bastante principalmente do Abraham Kiper, que é um holandês que se apropriou desse conceito e falou de como a gente tem que ter mais ciência do que ele é. Então o que que é esse conceito? É a ideia de que quando nós olhamos pro mundo ao nosso redor, a gente não olha de maneira neutra. nós olhamos já com certos paradigmas e lentes que são, ah, vamos dizer assim, embutidas à nossa visão, de tal forma Que a gente observa as coisas a partir dessas lentes. Não significa que todo mundo olha
tudo diferente. Eu costumo usar uma ilustração bem simples que eu acho que pode ajudar os nossos ouvintes, que é assim, ó. Se eu se nós três estivéssemos olhando para uma parede preta, nós diríamos: "É uma parede preta". E aí você vai dizer: "Claro, pastor, é uma parede preta". A Jess também ia dizer: "Claro que é uma parede preta". Mas se a gente tivesse olhando uma parede branca e a sua lente fosse meio azulada, a da Jess meio avermelhada e a minha meio esverdeada, eu ia falar assim: "Meio verde isso, né? Meio azul". Ah, é exato.
Aí você não meio azul, você falou: "Não, meio vermelha", né? O que que essa ilustração ajuda a gente a perceber? que tem áreas da vida em que a leitura é mais subjetiva. Ah, e que nessas áreas a cosmovisão fica muito evidente, a diferença de cosmovisão. Então, a visão que a gente tem do mundo, ela é marcada por valores, por crenças, por premissas, por coisas que a gente assume da vida e sem a gente perceber, a gente acaba interpretando tudo no mundo à luz dessa cosmovisão. Então, é por isso que nós podemos olhar uma mesma notícia
e ter três reações diferentes. Uhum. A, né, uma pessoa dizer assim, nossa, que horror, a outra dizer assim, bem feito. Aí você fala: "Nossa, olha que reações opostas". Mas é a mesma notícia. Sim. E aí outra fazer um comentário do tipo, nossa, não entendi, entendeu? Assim, eh, isso mostra como a gente olha pro mundo e tudo que a gente experimenta no mundo é a partir dessa cosmovisão. Agora, uma palavrinha mais sobre o que você falou do inconsciente e do incoerente. Eu acho que o inconsciente é assim, nem sempre a gente percebe isso. E é por
isso que eu gostei demais quando eu estudando esse assunto, me deparei com um autor que falou assim: "Na verdade não é bem lente. A, o cosmovisão é como o nosso olho. a gente não se dá conta de que a gente tem ele a e tá vendo com ele até que a gente começa a falar dele. Você não acorda de manhã e fala assim: "Uau, meu olho tá funcionando". Você não fala assim, né? Você assume que você tá vendo tudo que é normal. É exatamente o que você enxerga, você assume que é isso. Exatamente. Você assume
que aquilo é objetivamente assim. Só que quando você começa a falar do olho, dizer assim, sabe o que que é, Jess? É que a sua vista ela ela faz um uma pequena correção aqui, ó. Na verdade, a gente vai precisar fazer isso. Aí você fala: "Nossa, eu nunca tinha me dado conta". Quer dizer, quando um oftalmo faz um comentário sobre a sua vista e alguma necessidade, talvez você tem que usar um óculos, alguma coisa assim, você percebe que tem necessidade de fazer ajuste naquilo que antes não tava tão claro. Então, se a gente pegar até
alguém que não vê cor Uhum. Ele ele ele meu filho é um daltônico. Então, é muito legal ver assim como é. É. Então é interessante ver como isso para ele foi, ele foi se acostumando e foi lidando com isso, né? Até hoje a gente faz brincadeira com ele, ele a gente vai brincar alguns jogos, alguma coisa assim, ele fala para isso aqui é roxo ou é marrom, né? Para ele é difícil discernir algumas cores. Então seria parecido com isso. Ele tá habituado, né? Até que ele percebe que, pera aí, tem gente fazendo distinção que eu
não tô conseguindo fazer. Exato. Aham. Então, cosmovisão, de maneira bem simplificada, é um conjunto de verdades, de valores, de premissas que a gente carrega e que a gente lê o mundo e vive no mundo à luz disso. Isso, ah, pode ser inconsciente, como frequentemente é, e pode ser incoerente, que é a parte pior, não é? que aí a gente começa a investigar e nós que somos cristãos vamos falar disso aqui. A gente não vai falar de cosmovisão com outra perspectiva, mas a parte do cristianismo é e quando é que e quando a gente começa a
ter incoerências na nossa cosmovisão, o que que a gente faz? Sim, né? Eu acho que tem um ponto importante que você traz que é a coisa de sermos religiosos. Uhum. Né? E o quanto eh mesmo quando eu vivi essa conversão, todo mundo falava: "Você não pode falar de Deus?" Mas eu tenho tanta clareza que eu falava de Deus antes, eu só falava de Deus com outra cosmovisão. Isso mesmo. Eh, o essa esse ser humano religioso no sentido de estar sempre eh ligado a algo, né? Fala um pouco disso, que isso é tão importante. Isso é
fantástico. Para mim foi uma descoberta ter aprendido isso também. Então assim, olha só, eu gosto de usar essa ilustração que é adoro quem usa ilustração. Não, a dele é impecável de quando a gente vai pra escola, a gente ouve a definição do ser humano como homo sapiens. Ele é aquilo que ele pensa, não é? Então, inclusive, quando isso encaixa dentro do modelo evolucionista tudo mais, dá a impressão de que você tinha todo o aparato, de repente você começou a pensar, pá, veio o pensamento e você virou o homo sápico, não é? ah, um uma pessoa
que tem uma cosmovisão como nós estamos tentando passar no livro, né, como eu tô tentando comunicar no livro e que é herdada de bons escritores, principalmente reformados do passado e do presente, diz: "Não, o que você é de maneira mais essencial não é o que você pensa, é a sua relação com Deus". E todo mundo tem relação com Deus. Então, eu aprendi de um ótimo professor de teologia que ele diz assim, ó: "Quando a gente vai evangelizar alguém, frequentemente a gente diz assim: "Você precisa ter um relacionamento com Deus". Na verdade, você já tem um
relacionamento com Deus, porque o seu relacionamento é de inimizade. Você precisa consertar o seu relacionamento com Deus, né? Você precisa de ter um relacionamento de amizade. Por quê? Ninguém é desconectado de Deus. Não existe nenhuma criatura do Senhor que não tenha relação com ele. Então, a gente aprender que nós somos no mais íntimo religioso significa que ou eu estou em submissão a ele ou eu estou em rebeldia para com ele. Isso muda totalmente a minha visão de mundo. Se eu tô em rebeldia para com ele, ainda que eu pareça ter uma visão amistosa dele, eu
não vou revelá-lo como ele é. Eu vou criá-lo à minha imagem. Uhum. Então, uma coisa que aconteceu comigo recentemente, eu estive visitando, dentre outros países, o Egito, que é um país fortemente eh muçulmano. E aí, em determinado momento, de uma conversa minha com um islâmico, ele falou: "Mas nós somos mais seguidores de Jesus do que vocês cristãos". Hã? Aí o que que eu percebi? Ele fez Jesus segundo a imagem dele, segundo a cosmovisão dele. Segundo a cosmovisão dele, Jesus é apenas um profeta que a h pede para você servir a lá. Vocês não obedecem Jesus,
é eu que obedeço Jesus. Então, olha só o que que acontece quando a gente está em rebeldia para com o Senhor. A gente faz o Senhor à nossa Imagem. Todo mundo é assim, até o secular. adora a criatura em lugar. Ele adora a criatura em lugar do criador, diz o apóstolo Paulo em Romanos capítulo 1. Então, todo mundo tem senso de adoração. A gente foi feito adorador. A gente foi feito adorador. Por isso que nossa vida só faz sentido. Hoje de manhã tava lá na devocional no meu trabalho lá e pediram oração para uma pessoa
que atentou contra a própria vida. O que que acontece quando alguém faz assim? O ídolo dele ruiu. É por isso que ele atentou contra a própria vida. Então, orar por pessoas assim significa que a sua adoração levou ao ápice da frustração. Mas o que que acontece com a maioria das pessoas enganadas pelos seus próprios pecados? Elas acham que os seus ídolos se satisfazem, né? Então, ela teve uma semana legal, aí ela tem uma um ideal de vida, é uma profissão, aí de repente um amor romântico e tal. E aí assim a vida vai levando. Parece
que isso vai dando senso de satisfação. Mas a verdade é que até pessoas que são eh que se dizem alegres, e eu acredito nessa alegria porque a escritura fala disso, elas têm momentos de crise que muitas vezes são escondidas, mas elas têm momentos de crise. Por quê? Porque elas não foram criadas para isso. Elas foram feitas pro Salvador. E dizia Agostinho que a nossa alma não encontra descanso enquanto não descansarmos em ti. Amém. tem aquela aquela analogia que você faz da casa. Uhum. Né? E e eu acho que ela cabe bem. Eh, eu tava pensando
no típico brasileiro, Dani. Sim. Assim, a então, para quem não conhece o livro, vou vou contar a analogia, né? É porque assim, o que que a gente tem no Brasil? A gente tem muita gente que se diz católica. Uhum. Até porque o Brasil tem uma porcentagem altíssima de pessoas que se dizem católicas. Mas a gente sabe que as igrejas católicas não tão cheias assim de devotos, como a porcentagem diz. Então, o que que é o típico brasileiro? Quando eu falo típico é assim, a grande maioria desses que são católicos, mas a gente sabe que são
nominais. Se ele respeita a fé católica, e vamos assumir que ele respeite, ele diz: "A religião é muito importante para mim, Dani, muito importante." Tanto é que eu tenho um quartinho reservado só para ela. Eu falo: "Um quartinho reservado só para ela. Se você for ali, ó, é um quartinho. Vou abrir, ó, aqui tem toda a minha religiosidade, não é?" Ah, só que quando a religião faz parte de um quarto, nessa analogia, Jess, o que que acontece com a nossa vida? Você tranca o quarto e o resto da casa vive sem conexão com que tá
no quarto. E eu digo assim, essa é a religião nominal. A religião verdadeira é a que fica embaixo da casa. É, é, é aquela que dá sustentação. É a fundação da casa. É aquela que se balança e alguma coisa começa a ruir. Aí a casa inteira racha, tem rachaduras e fica condenada. E normalmente as pessoas que têm apreço religioso pela religião oficial, elas não têm isso como o chão da casa delas. Eu lembro que quando eu vi essa pergunta que é bem assim, né? A frase é tipo: "O Deus que você adora de verdade está
na fundação da sua casa. E e não era Deus". Então, na minha fundação, eu tinha eu, Aham. Eu com a minha profissão, vai ter gente que vai pôr os filhos, vai ter gente que vai pôr o casamento, vai ter gente vai pôr dinheiro, vai ter gente que vai por fama, vai ter gente. E isso tudo em algum momento vai ruir, porque a gente tá dentro da inconstância da vida, né? Aquilo foi um pá, nossa, sabe quando você fala, então agora é Deus. E é lindo porque a hora que Deus entra na sustentação, ele vai inundar
todos os setores, né? Porque o que tá na fundação é de fato aquilo que dá firmeza ao edifício. Só que quando a nossa fundação é fraca, o edifício tá falado a ruir. Então a ilustração do próprio Jesus, né? A casa construída sobre a areia ao invés da casa construída sobre a rocha. Então a fundação é tudo. Mas a razão pela qual essa ilustração fez muito sentido para mim e eu passei a usá-la bastante quando dava aula, é porque as pessoas querem defender que elas são religiosas. Se você fala assim: "É, você não se importa muito".
Não, tanto me importa que olha o quartinho. Então a ilustração do quartinho é para dizer: "Eu dedico uma Parte da minha vida pra minha religião, mas não é isso que é religião. Aquilo que de fato é a sua adoração não é o que fica no quartinho, o que tá embaixo. É, é, é o que você fala, onde eu acho que tá a minha paz, né? É isso mesmo. É onde eu piso e me dá sustentação. É que me dá confiança. É assim. Ah, só uma pergunta que eu fiquei na eu parei um pouco ali na
parte do da teoria do evolucionismo, né, que você falou que então a gente acredita que o que nós fomos evoluindo e, né, a gente não quer dizer é nos ensinado na escola, né, criacionismo e evolucionismo, né, então que o ampum começou a pensar, mas é o que eu quis dizer é assim, não, não foi bom você você perguntar isso, Jess, o que eu quis dizer é assim, a gente aprende pela biologia, pela categoria, a tipologização, né, que a biologia cria, que o que caracteriza o ser humano é o seu pensamento, diferente do animal que não
pensa, que é irracional. Exatamente. É. E e eu amei o jeito que você acabou de dizer agora, porque eu pergunto pros meus alunos, eu sempre pego eles, eu falo assim: "O ser humano tá em qual categoria? Ele tá no em qual reino?", né? E aí todo mundo fala: "Reino animal". Eu falo nada disso. A Bíblia nunca descreve desse jeito. Se você olhar sua Bíblia, você vai ver assim: animais selváticos segundo a sua espécie, animais marítimos segundo a sua espécie, animais e, né, os as aves segundo a sua espécie. chega no imagem. Exatamente. Não é segundo
a sua espécie. Então você quer aprender a a a descrever a criação segundo a ótica bíblica? O ser humano é um reino à parte. Ele é um reino à parte. Ele não é mamífero, ele não é animal. Então eu digo isso porque é um choque. A gente aprendeu isso na escola desde novo. A gente aprendeu que ele é animal, que ele é mamífero, tal. Quer dizer, isso, exato. Então assim, isso acaba fundindo o ser humano e perdendo o status que o Senhor Deus deu para ele. Então, por que que a gente é responsabilizado por certas
coisas? Porque o Senhor colocou a gente eh como aqueles que deveriam dominar de maneira a a serem bons mordomos da criação do Senhor. Então o que eu quis dizer de S antes é assim, a gente aprende que o ser humano é homo sapiens, mas na verdade uma definição melhor é que o ser humano é homo religiosos ou ele é homo adorance, que é uma expressão, são duas expressões latinas para dizer ele é um homem religioso ou ele é um homem adorador, que é a mesma mesmo conceito. Isso seria mais essencial a ele até do que
ele pensar. Porque olha, o que muita gente não sabe, que nos ouve, é que esse tipo de definição é herdeiro do iluminismo, do racionalismo, de valorizar o pensamento acima de outras coisas. Mas espera aí, o ser humano tem muito mais do que só pensamento. Vocês sabem disso. Tô falando com duas mulheres que entendem porque convivem com gente o tempo todo, não é? Então, quando a gente coloca o pensamento nesse patamar, dá a impressão De que o ser humano é reduzido a isso. E não, na verdade, se a gente puder falar de uma coisa que o
define, é o que que ele adora, onde é o que que a o que um amigo meu professor nessa área sempre dizia assim: "O que que eh é você vive por isso e morre por isso?" Exato. Não é? Uhum. E se a gente pegar as outras cosmovisões, você vai ver sempre que existe essa busca pras grandes perguntas, né? que a gente que a gente entra um pouco do é o que que eu vim fazer aqui, onde eu estou indo, para onde eu estou indo, qual que é o o sentido de tudo isso que daí a
hora que a gente entra mesmo, né, na na cosmovisão cristã, você traz os quatro pilares que a hora que você olha tudo isso por essa por essa por esses quatro pilares, eh a gente começa a entender a humanidade, a existência, as questões. Acho legal explicar isso, eh, eh, Dani, para as pessoas entenderem, até porque nem todo mundo leu, né? Eu já decorei, gente. Muito boa aluna. Eu mas 7 anos estudando tudo isso. Eu amo, gente. Vocês não é uma revolução do entendimento. Isso é muito né? É. E tem só tem uma frase que eu acho
muito legal que para mim fez muito sentido, que é, eu não lembro de quem, não sei se é do do C lives, mas é que o coração do homem é uma fábrica de ídolos. Sim, isso é de João Calvino. Calvino. João Calvino. Eu não lembrava, né? Porque a gente tá sempre fabricando ídolos, né? Tá querendo, nós estamos sempre adorando algo. O que é esse algo? Alguma Coisa você vai tá adorando, né? Mas é mais ou menos isso que vocês e o CS liv, você falou CS liv, eu lembrei de uma frase famosa dele que ele
fala assim: "Eu não creio no sol porque eu olho pro sol. Eu creio no sol porque com o sol eu vejo tudo mais". Cosmovisão é isso, entendeu? É, eu vejo tudo mais com isso. É um comprometimento do coração. É muito profundo. Isso é muito legal. É do cristianismo pur simples esse. Legal. Já l esse livro já é muito bom. Mas então assim, eh, eu acho que tocando na questão dos pilares que você falou, só pra gente explicar pros nossos, eh, eh, ouvintes, pessoal que tá acompanhando, h expor no no livro, ah, é que a história
bíblica, ela pode ser dividida em quatro grandes eventos: criação, queda, a vinda de Jesus, que traz redenção a aqueles que nele creem, e a consumação, que é quando ele volta e encerra todas as coisas. Uhum. Só que a gente tá acostumado a achar que isso é a história bíblica, não é a história do mundo. Eu falo: "É errado. Você tem que aprender a ler a história do mundo à luz dessa história. E mais do que isso, você tem que entender tudo que acontece no mundo à luz dessa história. Então, o que que é Isso, Jess?
Olha só, prepar olhando o relógio, já tô ficando meio quero, quero, quero, tipo 24 horas, né? Então assim, ó, vamos pensar em o potencial humano para arte. Uhum. Tá? O potencial do ser humano para fazer aquilo que é belo e que reflete aquele que é belo na sua santidade. Lembra? O salmista fala adorar o Senhor na beleza da sua santidade? É um potencial criacional. Deus criou o homem. Assim. É por isso que logo no comecinho da história bíblica, ah, já tem gente que consegue fazer a a logo em Êxodo, né? Você tem muita coisa bonita,
exatamente. Tem artesão, tem o bezalel lá fazendo, né, as coisas do do do tabernáculo. Mas mesmo em Gênesis você tem artífices que vão fazer flauta, que vão fazer instrumentos que tem a ver com a arte musical aqui. Então, beleza, arte no seu sentido mais amplo é um potencial criacional. Então, quando eu falo assim, arte é de Deus, aí a gente fala: "Opa, se é um potencial criacional, então sim, eu devo usar aquilo que é um potencial criacional pra glória do Senhor Deus". Mas então significa que a arte é boa? Opa, pera lá, tem queda. E
a queda vai ajudar a gente a entender que o que é um potencial criacional foi dirigido de maneira pecaminosa pelo homem. Perfeito, pero, perfeito. Então isso significa que o potencial ele é bom, ele foi criado bom, mas ele é usado por pecadores. Se ele é usado por pecadores, então ele manifesta as coisas mais esdrúxulas que a gente sabe que tem no mundo artístico, né? Mas aí então vivo, já que tem isso no mundo artístico, então é melhor o crente viver fora disso, né, pastora? Errado. Errado. Aí vem o elemento de redenção. Como é que remidos
a gente volta a um potencial que era bom, mas que foi distorcido. E a e aí é importante essa parte. Eu sempre gosto de enfatizar porque essa, Dani, eu acho que é uma das mais eh fracas na mente do pessoal que gosta de cosmovisão. É assim, nós vivemos num mundo em que a redenção já chegou, mas ela não é plena. Total. Olha a consumação. Isso. Então tem muita gente que quer fazer e acontecer. e transar o mundo para Jesus. Aí eu falo: "Calma lá, calma lá. Você não é Jesus. Você não é Jesus. E é
o Senhor que transforma todas as coisas paraa glória do seu nome. Então você vai viver num mundo que, por mais que você tá, faça esforços enquanto remido, você não vai transformar tudo ao seu redor. Não adianta, você não vai conseguir. Por isso que a nossa esperança é a consumação, em que todas as belezas do Senhor serão manifestas de maneira plena. Amém. Você tá muito resumido. Eu queria isso tudo muito mais devagar. Ah, mas olha só isso. E eu eu gosto sempre de dizer isso tem que ser repetido de maneiras diferentes pr as pessoas entenderem. Elas
não pegam da Primeira vez tudo porque assim, ah, legal, eu ouvi o pastor Éber, fez sentido, mas agora eu quero ver você aplicar isso. Vamos, vamos pegar um exemplo. Não, mas calma, calma, calma, calma, calma, calma. É assim, ó. Fala um pouco. Eu acho que lá na criação a gente tem a estrutura e a direção corretas. Uhum. Tá tudo rodando. Sim. A hora que a queda entra, a gente permanece estrutura da criação de Deus e a direção a gente começa a fazer a lambança toda. Isso. A hora que vem Jesus e transforma nosso coração de
pedra em coração de carne, a gente tem de novo a oportunidade de ajustar a direção pela ação do Espírito Santo dentro de nós. OK? E aí amar a Deus neste mundo. Sim. Para que a gente possa ser esse sal. Fale do sal. E a luz na terra. Isso. Então, vamos pegar um outro exemplo pra gente falar disso. Vamos falar de trabalho. Fala de trabalho porque é um dos tópicos que eu que eu trato aqui no livro, né? Então, trabalho, olha só, na cabeça do brasileiro típico sexta-feira é dia de redenção, não é? As pessoas falam
de sexta-feira como se fosse assim: "Ufa!" É. E aí é como se o final de semana fosse a sua redenção. Já tá tudo errado. Errado. Errado. Porque ele bota a expectativa no que ele vai fazer sexta à noite, que ele já tá preparando, né? Então assim, dependendo da pessoa, eu vou sair, vou fazer isso, vou fazer aquilo, ou vou fazer alguma coisa muito legal em casa, sábado vou descansar ou vou em tal lugar tal, aquilo vira vira redentivo para ele, porque o trabalho parece a maldição das maldições. Então eu digo assim, gente assim precisa conhecer
o potencial do trabalho na criação. Quando Deus fez o homem, Deus fez o homem com capacidades. Então, a estrutura é é Jess, é aquilo que Deus coloca na sua criação e que é colocado por ele, é dado por ele. A gente trabalha com aquilo que é potencializado. Então, a gente diz assim, ó, o que que é literalmente é cultura? É você cultivar alguma coisa que pode ser cultivada. Cultura é o que a gente faz. Uhum. Então, pensa em apicultura, por exemplo, a cultura de abelhas é você pegar um potencial que tá lá e você, né,
cultivando abelhas, extrair mel e tá tudo mais, né? Você pode fazer vários tipos de cultura. Cultura pop em suas várias manifestações também são articulações humanas daquilo que tá em potencial. Então, voltando na ilustração que a Dani tava dando, o que que tá na criação? Existe a estrutura, que é o potencial que Deus fez, e existe a uma direção santa. Quando Deus fez, tudo era bom. Então, o homem podia trabalhar, inclusive trabalhou, a gente perde vista que ele gastou um tempão analisando todos os animais, dando nome pros animais. Olha que legal. Ele já tá analisando dizendo
assim: "Isso aqui vai ser aqui, isso aqui vai ser aquilo outro". Inclusive, os nossos nomes normalmente não significam nada, mas em línguas antigas muitos animais são descritos pelo que eles são em termos de comportamento. A gente começa a imaginar, talvez Adão tenha feito isso no jardim, dado nome pros animais baseado no comportamento deles. Ele conseguiu assim categorizar com toda a inteligência que Deus deu para ele, esse é assim, aquele é assado e tal, né? Então assim, ele já tá articulando o potencial bom que Deus deu para ele, mas depois da queda ele começa a fazer
aquilo que não é santo. Ele começa a usar o potencial que ele tem, mas de uma forma rebelde para com o Senhor Deus. Então, quando você tem, por exemplo, olha que que interessante, eh, Caim e a descendência de Caim fazendo muitas coisas, tecnologia, já tem lá metalurgia. No capítulo de Gênesis tem, como eu falei, arte, tem pecuária, agricultura e tudo mais. Eles estão construindo cidades, eles estão criando civilizações, mas tudo vai culminar em Babel, que é a rebeldia para com Deus. É criar um império à parte de Deus. Uhum. Então você vê o quê? Você
vê grande potencial, mas com uma direção rebelde para com Deus, pecaminosa. Então é impressiona o que eles fazem, impressiona. Mas são só eles que têm esse potencial? De jeito nenhum. Noé é um exemplo de alguém a quem Deus deu Potencial para construir um negócio extraordinário. Quando a gente estuda um pouquinho mais do que era a arca, Jess, é um negócio espetacular. Eu tive lá em Quenti, naquela réplica da arca lá. genial ver assim o que é que tem de tecnologia para que aquilo funcione do jeito que tinha que funcionar. Então assim, Deus deu potencial ao
homem e até aquele servo de Deus, Noé, usou esse potencial, só que de maneira obediente ao Senhor. Então você tem nesse momento duas linhagens bem distintas, uma linhagem que honra o Senhor e uma linhagem, né, rebelde. Rebelde. O Senhor Deus limpa tudo. Uhum. Para começar de novo. Aí você diz: "Agora vai, vai de jeito nenhum. Porque já os filhos de Noé já desandam, já os filhos de C já vão pro mau caminho, né? E aí você vê como o pecado então não torna possível com que o ser humano pecador, tendo uma segunda chance vá dar
certo. Olha que interessante a história do dilúvio, como ela é uma história bonita pra gente. Eh, as pessoas estão acostumadas a pensar que se você me der uma segunda chance, eu vou fazer direito, eu vou triunfar, eu vou cair, não vou cair mais. Conte comigo, né? Não. Ser humano pecador pode ter duas, três, quatro, cinco chances e ninguém se torna infalível. Ninguém acerta sem o Senhor Deus no sentido Pleno da palavra. Então, na verdade, eu não preciso de uma segunda chance. Eu preciso de alguém que assuma o meu lugar. Uhum. Uhum. Que seja a minha
segunda chance, que seja o meu substituto, que viva a vida que eu não consigo viver. Sim mesmo. Então Cristo vai ser esse substituto. E quando nós somos remidos por Cristo, aí sim. Agora eu olho para trabalho de maneira diferente. Agora eu olho para trabalho dizendo assim: "Senhor, como é que eu posso servo agora? O Senhor é o meu patrão." Por isso que Paulo aos Colossenses fala assim, ó: "Faça como ao Senhor, não só sob os olhos do seu senhor terreno, porque agora eu tô trabalhando com outro superior em vista". Então agora o meu, a minha
maneira de pensar trabalho é diferente. Eu não tô pensando no sucesso, eu não tô pensando no lucro, eu não tô pensando primordialmente nas coisas que gente sem Deus pensa. Eu tenho que lembrar que eu sou um servo. Então eu falo várias coisas no capítulo de trabalho e uma das das coisas que eu digo assim, a gente perdeu a beleza de algumas coisas do tipo assim, ó, levanto 5:30 da manhã na segunda-feira e vou pro serviço. Aí eu brinco assim que a gente fala de maneira carrancuda. Vou pro serviço, Jess, né? fala assim, eu falo pra
esposa, eu falo pros filhos, eu vou pro serviço, ah meu Deus, segunda-feira vou pro segvo. Você já percebeu como isso é espetacular? Você dizia assim: "Eu vou servir". Isso deveria ser dito de boca cheia, do tipo assim: "É o que eu sou, eu fui feito cévo." É, eu né? Então assim, olha que bonito, o Cristão, quando ele tem uma cosmovisão correta, ele não diz assim: "Jesus me libertou para eu ser o que eu quiser". Hum. Nada disso. Ele me libertou para eu ser escravo dele. Uhum. E eu sou com alegria, porque ele é o Senhor
mais justo e amoroso de todos. Sim. Amém. Uau! Glória a Deus. E eu tô, eu tô assim aqui muito eh tocada porque quando eu fui, eu, eu, eu conhecia Jesus, tal, mas quando eu fui ser atriz, eu tinha isso, né, no meu coração. Eu queria ser atriz, eu queria ser bailarina, eu fiz balé clássico e eu era incompreendida na minha casa, ninguém entendia. Meu pai fazendeiro falou que essa menina quer fazer balé, gente, vai fazer natação. E aí eu queria fazer teatro e aí eu queria tocar piano e eu tinha isso assim. E eu achava
que depois de tanto tempo que isso não era de Deus. Então eu falava: "Nossa, tudo que eu quero ser não é de Deus. Eu quero ser atriz, mas tem que beijar, fazer cena de sexo, não dá". Aí eu quero ser DJ, festa, droga, legal. Aí tudo eu achava. Aí eu li um livrinho, fica até de, não sei se você conhece, bem fininho, chama A arte e a Bíblia. Uhum. E a Shafer. E aquilo me, nossa, eu lembro que eu falei, ah, você fala. E aí eu lembro que ele falou assim, Deus é o maior artista,
ele é o maior criador, é claro que você é artista também, porque você é a criatura dele. Aí eu lembro que aí eu comecei a ter uma mente aí e aí eu comecei a mudar porque o meu coração estava no lugar errado. Antes eu queria ser atriz porque Eu queria ser famosa, porque eu queria ter sucesso, porque eu queria ter dinheiro, né? Hoje nós estamos aqui a serviço do nosso rei que nos deu tudo. Então não tem nada melhor do que estarmos aqui a serviço dele. Então agora ele tava falando, passou um filme na minha
cabeça. Então Jess, olha que legal o que você tá contando, em poucas palavras é uma mudança de cosmovisão. É o Senhor Deus fazendo em você. Então mesmo que as pessoas não saibam o que é o conceito, o conceito é só para ajudá-las a alinhar muita coisa. Mas assim, o Senhor Deus faz na vida das pessoas que são transformadas por ele uma mudança de mente. E e é o Espírito Santo que faz isso, né? E e deixa eu te fazer uma pergunta assim bem nada a ver, talvez com agora antes da sua pergunta, só uma coisa
pro pessoal pegar, não significa que é uma mudança de uma vez por todas, tá? É uma mudança gradativa. Então assim, o crente ele é um um, vamos dizer assim, uma obra em construção. Ele não tá pronto. Eu lembro, posso dar um testemunho disso. Eu lembro que eu adorava tomar cerveja. sempre foi a única bebida que eu tomei. Você não consegui você tomar cerveja? É, adorava tomar cerveja. E eu lembro, eu já tava, já tinha o Espírito Santo, já tinha recebido Deus no meu coração e teve um churrasco e eu bebi uma cerveja a mais e
fui para casa. Eh, tava mole, falando mole e tudo, né? E eu deitei e dormi. E eu lembro que eu acordei de manhã tão entristecida, e eu falava: "Deus, me perdoa, eu não vou beber nunca mais". E aí veio assim o Espírito Santo no meu coração falando: "Não, não, são duas coronitas, entendeu? Tipo, se você quiser beber, tá tudo bem, mas são duas coronitas, são só duas." E aí eu nunca mais bebi mais do que duas pequenininhas. E desde, talvez, acho que um ano e meio para cá, 2 anos, eu não bebo mais nenhuma. E
não porque não pode beber, porque isso foi saindo. Sim. foi sendo transformado. Então, hoje eu não bebo, mais eu olho e falo: "Ah, mas não tenho não tenho vontade, é muito doido isso." É, é, porque foi um processo muito assim palpável. E você fala de processo é muito importante, porque senão as pessoas ficam impressão que Jesus mudou, então agora eu tô mudada. Não, não, não, não. É o começo só. Você tá num processo de mudança de mente. Não é uma coisa que acontece todo pacote de uma vez só. Nossa, é muito. É, primeiro nós somos
bebês, né? Comemos papinha e depois assim, mas porque e usando os pilares que a gente tava falando e a ideia do pilar, Jess, é porque é aquilo que sustenta a nossa cosmovisão, né? Então a ideia do pilar é assim, você já é remido, mas não houve consumação ainda, então você ainda está em processo de redenção. Sim, estamos da terceira para quarta. Eh, então a ideia é é gradativo, tem uma tem uma cena muito uma uma imagem tem eu sei, eu tô um pouco acelerada hoje, me perdoam. Tem uma imagem muito boa que é como se
você tivesse numa vida morta. Vamos se dá para dá para ver. Você tá numa vida Morta, aí você tem um encontro com Cristo. E aí, não sei se o senhor já viu isso aí, duas retas. Vamos ver uma reta para cima e uma para baixo. Sim. A para baixo é você cada vez mais consciente do teu pecado. A a reta para cima é essa graça de Deus que cresce. Imagina duas retas infinitas assim. Uhum. E aqui no meio a cruz só vai crescer de tamanho. Legal, né? Não é que é isso? Porque é isso, você
tem consciência da sua intenção, de jeito um pensamentozinho, você começa a viver tudo. Isso. Quem me ajudou eh eh a pegar uma ilustração parecida com essa foi quando eu li o Sprow. O Sprow é um autor é muito bom de livros de teologia muito práticos e muito é muito ele era um excelente mestre da palavra. E num livro sobre os atributos de Deus, ele cita a história do CS nas crônicas de Nânia. E ele conta a história da Lucy que em determinado momento das crônicas ela sai do armário de de Nânia e volta um ano
depois. Quando ela volta e se depara com Aslan, Jess, ela fala assim: "Alan, como você cresceu?" Aham. E aí o repete, fala para ela assim: "Eu não cresci, quem cresceu foi você". Foi você. Quer dizer, o Aslan é o mesmo, só que quando ela cresce o Aslan parece maior. Então assim, isso é difícil de fazer representado num filme, mas a sacada do CS livros de colocar isso no livro é Para ensinar que é isso mesmo. Quando a gente cresce, o nosso Deus fica maior aos nossos olhos. É, é isso. É isso. O nosso Cristo fica
maior nossos olhos, não é? Então é muito legal isso. Não, não. Genial. Mas agora uma pergunta que não tem a ver muito com o que a gente tá falando, mas tem. Eu eu eu fiquei curiosa. É que na verdade assim, eu sempre é que a gente sempre conversa sobre isso. A gente tá falando sobre coração, né? O Senhor é aquele que transforma o nosso coração, o nosso ser e muda tudo nosso pensamento e é um processo. Mas Deus, você, o Senhor Deus, gostei do jeito. Você fala: "Senhor Deus, fofo." Eh, eu sempre fico pensando assim,
o Senhor Deus, ele sabe tudo de todas as pessoas e ele sabe do coração que vai aceitá-lo e que vai deixar de ser rebelde, como você mesmo falou, e que vai eh servi-lo, porque às vezes eu fico meio em crise com isso, assim, eu tenho um pouco dessa crise, acho que você vai poder ajudar. E muita gente até eu compartilho, né? Eh, recebo muita caixinha de pergunta das pessoas falando: "Ah, meu marido será que vai mudar? Não sei quem meu filho". Eh, mães cristãs que filhos estão essa coisa de de gênero agora que tá uma
loucura, né? Então eu falo assim, eu fico pensando assim, será que Deus ele ele sabe, ele já sabe essa pessoa ou é um é o é o livre arbítrio ou não existe livre arbítrio, a predestinação? Eu fico, eu fico assim. Ah, Jess, esse é um assunto que demanda Bastante tempo pra gente falar. Então, eu vou dar uma resposta curta, tá? É assim, o Senhor Deus nunca colocou sobre nós o peso de meditar sobre essas coisas e saber dessas coisas. Essas coisas são escondidas suas e minhas. Inclusive, Deuteronômio 29:29 fala assim: "As coisas encobertas pertencem ao
Senhor, mas as reveladas a vós e aos vossos filhos". Sim. Então, o que que Deus revelou pra gente? Ele não revelou quem vai ser salvo, quem não vai ser salvo. Esses são coisas que estão escondidas no no soberano decreto de Deus. E é e é ele que cuida disso. E a gente tem que em amor e submissão a ele dizer assim: "Senhor, eu descanso em ti". Agora, o que que ele revelou pra gente de que as luz, a luz é tão poderosa que quando a luz chega ela dissipa as trevas? Sim. É irresistível. Entendeu? Então
assim, o que a gente carrega, que parece assim, às vezes tão amassado, desprezado nesse mundo, às vezes a gente não tem noção da força, do poder desse evangelho, de como ele pode invadir a vida de uma pessoa e virá-la do avesso mesmo, né? sabemos do avesso, de tal forma que a nós carregamos algo que é o dinamis de Deus, o poder de Deus para salvação. Primeiro do judeu e também do grego. Paulo falou. Então, se isso Deus disse pra gente que acontece, então qual é tem qual tem que ser a nossa reação? Nossa reação tem
que ser assim, eu preciso deixar as pessoas cientes disso. Eu preciso falar disso. Eu preciso. Por quê? Porque se o Senhor Deus fizer essa luz brilhar, não tem treva que segure. Essa é a beleza da luz do mundo. É porque a luz, onde a luz chega, a treva vai embora. Não tem como segurar, não tem. Então, o que eu eu tô dizendo, dando uma resposta curta, Jess, porque antes de nós nos afligirmos, parte do nosso descanso é assim: "Senhor, tem coisas que ultrapassam o meu entendimento, mas o que eu sei é que o Senhor ah,
ama aqueles que te amam e o Senhor abençoa até 1 gerações desses que te amam. Então, eu vou descansar nisso. E eu sei que o Senhor me deu o privilégio de ser difusor dessa luz do mundo." Amém. Então, me ensina a fazer isso. Amém. Entendeu? Eu acho que isso é para tranquilizar o pessoal que nos ouve. Ah, porque noutro momento, em outra ocasião, a gente pode falar de livre arbítrio, predestinação, essas coisas, até porque todo pastor e professor como eu tem que falar disso em vários momentos, não é? Não é problema a gente falar disso.
A escritura, ela é bela a esse respeito. Ela não deve ser motivo do nosso tropeço, porque a escritura fala que a gente tem que enxergar isso com gratidão. Então, tem alguns textos na Bíblia que mostram isso de maneira muito bonita. Ah, um dos mais famosos é assim, depois de falar de eleição, de gentios e de Israel, no final do capítulo 11, Paulo Para e fala assim: "Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus. Senhor, quem é que foi o teu conselheiro?" D ele começa louvar, ele tá numa carta assim, pera aí,
pessoal. Vou parar de teologia, deixa eu cantar uns louvores aqui. Entendeu? Por quê? Porque ele tá estasiado com o plano redentivo de Deus. Então, antes do que dizer assim, ah, esse é um negócio que me confunde, eu não gosto, me deixa triste, não. Ele tem que ser aprendido. Então, no outro momento, acho que a gente pode conversar sobre isso, mas ele tem que ser motivo do nosso deleite, encanto, antes do que confusão. Não, e acho que dá para descansar no fazermos a nossa parte, que é isso, amar a Deus no mundo, ser essa semente, dar
esse testemunho e descansar, porque é ele que vai fazer. É, e eu penso, sabe uma coisa também que talvez seja meio, não sei se é meio errada, eu penso que ele poderia não salvar ninguém. Eu também penso isso. Claro que poderia. Então eu penso que, gente, calma. Verdade. Se a gente for falar da justiça de Deus, se Cristo não vem, a justiça de Deus tem que nos punir. E ia todo mundo pro lugar de condenação. Eu penso isso às vezes não era melhor para porque fica, eu quero tanto que então isso ora, dobra os joelhos.
Isso mesmo. Seja o amor da graça que a gente recebeu e descansa, né? E e já que você tocou de novo no título do livro, eh, deixa eu só expandir para dizer paraos nossos nosso pessoal assim: "Você não honra o Senhor só quando você evangeliza." Essa essa é uma das lições importantes do livro, porque eh sabe, Jess, às vezes as pessoas pensam assim: "Ah, eu tô no meu trabalho, tem o meu trabalho, é o meu trabalho, eu ganho pão, tal, tô trabalhando tal, mas agora não, agora eu vou fazer algo para Jesus". Aí ele pensa
que ele vai dedicar um tempo das férias dele para ir para pra viagem missionária. Ele vai fazer alguma coisa na igreja no sábado, no domingo. Agora ele vai fazer para Jesus. Segunda, a sexta ele vai trabalhar, entendeu? Porque tem que pagar conta, tem que pagar a escola dos meninos e tal. E essa visão dicotomizada, ela ela passa pra gente a impressão de que o nosso trabalho não tá conectado ao nosso serviço ao Senhor. Então, o amando a Deus no mundo, é, é esse título veio para que a gente entenda que se Deus é o nosso
maior amor e a gente tem que amá-lo com todas as nossas forças, com todo o nosso coração, com todo o nosso entendimento, então isso tem que atingir o meu estudo, meu trabalho, tem que atingir amizades, entretenimento, tem que atingir tudo. Então, tudo tem que ser debaixo do amor para com o Senhor. E isso revoluciona a maneira como a gente serve, a maneira como a gente se diverte. Sim, a maneira como a gente procura amizades. Então, vou pegar o exemplo de amizades. Olha só. Ah, não é comum pra gente fazer amizade com quem é parecido conosco.
Todo mundo faz isso. O crente quando tem uma cosmovisão revolucionada, né, mudada, ele fala assim: "Senhor, eu tenho que me aproximar de fulano. Não porque ele é, ele tem algo em comum comigo, mas porque eu preciso compartilhar algo com ele que ele não tem. Então eu vou conviver com gente diferente. E é por isso que a igreja é uma reunião de um monte de gente diferente. É que o Senhor salva e a junta no mesmo lugar para mostrar que o que faz a gente tá ali não é não são nossas afinidades secundárias. Não são assim
as nossas três histórias são totalmente diferentes em alguns aspectos, mas nós somos unidos pelo amor que nós temos pelo nosso Salvador, que é o que nos conecta. Então, eh, quando eu falo amando Deus no mundo, é assim: "Puxa vida, nesse próximo semestre, de quem eu vou me aproximar? Os meus jantares vão ser para quem? Ah, e o meu entretenimento e a maneira como eu uso o celular? Tudo tem que ser pensado à luz do meu amor para com o Senhor. Não é só o meu ministério na igreja, entendeu? Assim, é isso que a gente precisa.
É que aí a gente dicotomiza, a vida fica muito compartimentalizada. Eu eu eu uso o exemplo da psicologia. A Dani já deve ter ouvido eu falar assim que uma das coisas que me incomoda é quando alguém fala assim, ó, eu vou cuidar da parte eh eh física, o outro vai cuidar da parte emocional, você vai cuidar da parte psíquica e o outro vai cuidar da parte e espiritual. E aí a impressão, embora eu entendo o que as pessoas queiram dizer de especialidades, mas se não houver conversa, nós nós repartimos o homem em quatro partes e
tá errado. E hoje tá mais repartido ainda, né? Então, mas assim, tem um pedaço disso que é como estar no mundo, porque eu lembro do exemplo no livro do você está no seu trabalho e de repente você faz um devocional depois do almoço e propõe isso no seu escritório. Tá errado? Não, tá ótimo. Mas o ponto é como que você lida com as regras, com os seus subordinados, com quem tá acima de você? Como que eu faço psicologia, a partir de que princípios, como é que eu olho a dor humana? Como é que eu entendo
as crises familiares? muito mais profundo, né? E sabe que sabe que uma pessoa que eh que ouve vocês falando assim: "Ah, mas você cuida de gente, pelo menos o seu trabalho é emocionante e eu que faço o trabalho de escritório." Aí assim, o que que falta a essa pessoa? Falta ela a visão do todo. A visão do todo de entender que por causa dos processos dela, aquilo que aquele escritório faz atinge êxito, porque alguém precisa eliminar processos que parecem enfadonhos, mas são muito importantes. Então, a ilustração famosa, né, que eu conto no livro, mas que
tem em vários livros, que é a alguém passa perguntando a três pessoas trabalhando na obra e pergunta: "Que que você tá fazendo?" Ele fala: "Eu tô eh eh cortando tijolo". Aí pergunta pro outro e você: "Ah, eu tô aqui trabalhando argamassa. Pergunto pro terceiro, eu estou construindo uma catedral". É isso. O terceiro tem a visão do todo. Fazer tijolo ou argamassa é chato. É, mas tem o propósito, entendeu? Você fala assim: "Ah, ah, mas você é psicóloga, pelo menos você cuida de gente, transforma vidas e eu que faço uma coisa chata pessoa, né? Planilha, tal".
Não, você não tá entendendo. Por causa da sua organização, a sua empresa consegue servir alguém na sociedade, no setor dela. As coisas giram. Eu às vezes falo assim até de ensinar pros nossos meninos coisas simples do tipo, você sabe quanta gente teve que trabalhar para você tomar esse seu café? Total, todo dia. Não, não. Você já parou para pensar que não tem só o agricultor do trigo, é muita coisa. e do café e do leite. Não tem só da pec Não. E você tá pensando na fazenda. Mas e o processo de trabalhar isso, de chegar
na indústria, depois vir pro comércio, de chegar na Quem pis na prateleira? Exato. Assim, às vezes a gente perde a noção de quanta gente tem que trabalhar para você tomar o seu cafezinho de manhã. Uhum. E eu estamos falando de uma coisa só. Então, olha como o trabalho é bonito, Jess. Como assim? Deus usando pessoas em setores diferentes para servir umas às outras. Por isso que Lutero gostava de Usar uma expressão muito legal. Martinho Lutero diz assim: "Ó, quando você tá no seu trabalho, você é máscara de Deus. É o Senhor servindo outras pessoas por
seu internet." Amém. Glória a Deus. Máscaras de Deus. Uau, que aula. Ai, queria ficar mais um monte aqui, fazer várias perguntas, mas, ó, já temos um, mas já vamos deixar marcado o próximo episódio. É, agora a gente já marca. Agora a gente já tá, agora agora, entendeu? Já temos até o assunto, né? Sim. Mas pastor, se a gente sempre pergunta aqui, se você tivesse uma oportunidade, uma única de dar um conselho, qual conselho você daria pros nossos ouvintes? Muita coisa possível de dizer, mas vou escolher uma, tá? Eh, vou me basear nas palavras do apóstolo
Paulo, que é assim: "Rogo-vos, pois, irmãos, baseado nas misericórdias de Deus, que vocês apresentem os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus". Amém. Não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente. Por que que eu tô pegando esse texto de Romanos 12? Porque ele é uma linda conexão entre tudo que Deus fez por nós e está fazendo em nós com a maneira como eu vou viver Nesse mundo. Então, Romanos capítulo 12 verso 1 e 2 são um belo texto paraa cosmovisão, Jess. E por isso eu tô citando ele
de maneira resumida aqui, que é assim: quando eu conheço a salvação do meu Senhor e e eu vivo baseado nessas misericórdias de Deus, então a minha vida passa a ser culto ao Senhor, isto é, entrega a ele e a minha mente passa a ser transformada segundo a boa, perfeita e agradável vontade do Senhor. Aí tudo que segue em Romanos é a aplicação desses dois versos. Sim. que é como você vive no relacionamento com pessoas, como você vive no estado, na na sociedade, como você vive nas crisises eclesiásticas, como você vive em relação às coisas do
porvir. Tudo mais tem a ver com essa mudança de mente, que é o que a salvação do Senhor Jesus faz. Então, eu queria encorajar você a conhecer cada vez mais as escrituras, a a se encantar de maneira renovada pela salvação do Senhor Jesus, porque isso vai ajudar você a ter a sua mente mudada gradativamente, conforme as Escrituras Sagradas. E sejamos sal na terra, amém? Luz no mundo. Ai, olha, que Deus continue te usando, pastorber, te abençoando. Eu tô super emocionada assim, tô feliz. Porque vem uma história na minha cabeça da gente tá aqui agora. É
incrível. E a história é dele. É isso mesmo. Muito obrigada. Deus te abençoe. Amém, querida. E e já que você falou disso, me permita uma palavrinha final. A coisa mais linda na nossa vida não é Deus entrar na nossa história, é a gente entrar na história dele. Exato. Amém. Fazer parte. Legal. A história dele é incrível. É incrível. É. É porque as pessoas falam assim: Jesus entrou na minha vida. Eu sei o que você quer dizer, meu irmão. Eu entendo, mas é mais bonito do que isso. Você que foi colocado na história dele, é isso
que é bonito. E é incrível a história dele. Olha isso. É isso mesmo, querido. E que sejamos e que você que tá nos ouvindo, né, se você já não se sente na história do Senhor, que hoje você possa fazer essa oração e falar: "Senhor, me coloca nessa sua história e que eu faça parte, que eu seja esse servo que serve com todo coração." que serve com alegria, né, como a gente compartilhou aqui, não é uma parte, não é é o todo. E que o Senhor seja o nosso fundamento, seja a rocha que sustenta a nossa
casa, nossa vida, nossos pensamentos. Obrigada, viu, pastor? Foi maravilhoso. Deus abençoe. Coloca aqui nos comentários, gente, o que que vocês acharam. Compartilha esse link também com seus amigos, com pessoas que você acha que vai realmente edificar a vida dessa pessoa e e vamos recomendar o livro, né, gente? Por favor, eu vou ganhar meu autógrafo, eu nem acredito. Amando a Deus no mundo. Isso. A editora fiel para quem não conhece, que é uma editora que publica livros muito bons. Tive a alegria de publicar esse livro lá, né? Então, Amando a Deus no Mundo é um livro
de cosmovisão, um panoramazão assim. É incrível, incrível, incrível, pastor. Deus abençoe demais. Amém. E também sigam o pastor nas redes sociais. A gente vai deixar aqui o @ dele. É @ Ah, eu sou ruim disso, Jess. Éber, eu acho que é Campos Jr. Acho que é isso, né? Éber Campos Júnior encontra. E a gente também vai ter tudo isso dentro da IPPTV e a gente vai ter coisas, algumas coisas exclusivas. Não deixe também de estar com a gente por lá. Achou aqui? Achei. É Eber Campus Jr. Isso mesmo. Ó lá. Pronto. Aqui, ó. Obrigada, pastor.
Deus abençoe demais. E nos vemos no próximo. Não esquece. Até mais. Deus abençoe. Tchau. C. เ