[Música] [Música] Muito obrigado obrigado Ana Cláudia eh um prazer né uma uma grande responsabilidade ser o primeiro professor da dessa dessa jornada de pósgraduação que vocês alunos estão iniciando né acredito que todos aqui né Eh estão com o mesmo objetivo de agregar conhecimentos de ter mais conteúdo que vão auxiliar na prática profissional de Cada um de vocês e eu fico lhes onado e agradeço demais a confiança tanto do grupo inad e me colocar aqui como professor quanto de vocês de dedicarem o seu tempo aqui para acompanhar a aula junto comigo tá eh que eu gosto
de de começar a nossa aula antes de da gente entrar no conteúdo em si e algumas colocações né sobre sobre uma boa um bom ambiente que a gente possa criar aqui na nossa aula tá eu costumo dizer pessoal que a gente Tá numa aula de pósgraduação n eu acredito que ninguém que tá aqui nessa aula foi forçado por alguém a estar aqui eu acho que ninguém foi aí na casa de vocês e tirou vocês do conforto da sua cama do seu sofá ou então de te proibir de alguma atividade para est aqui nessa aula hoje
né então eu acho que o que a gente pode fazer por todos nós é aproveitar o máximo esse dia né que a gente consiga realmente tornar esse dia agradável e produtivo tá eh eu Aqui como professor né ou Como costumo dizer como porta-voz de uma de uma informação aqui para vocês a gente vai est aqui ao longo de sábado o dia inteiro né eu começo a falar agora às 8 vou parar só 5 horas da tarde eh esse ambiente virtual né de de aulas que a gente veio se adaptando aí nos últimos anos e ele
é prático por permitir a gente est aí em diversos locais do Brasil quem virá do mundo e Todos conectados aqui no mesmo no mesmo objetivo né que é a aula mas eu gostaria de pedir a gentileza de quem puder de quem se sentir à vontade de ligar a câmera né durante a aula porque é muito chato dar aula para uma tela sozinho né sem ver ninguém sem falar com ninguém a hora que eu projeto o meu slide aqui eh a tela já fica o meu slide Fica só no cantinho algumas algumas câmeras né mas quem
puder sei que às vezes é a primeira aula Tá todo mundo com vergonha ninguém quer aparecer mas isso é seo eu falo né como como experiência de de alguns anos já dando aula eh dando aula online pessoal isso é uma coisa que muda tá Isso muda n pro professor que é você poder se conectar com alguém do outro lado né se eu simplesmente tiver falando para uma tela sem interação era muito mais fácil eu gravar essa aula e vocês assistirem a hora que for mais cômodo para vocês então acho que o grande diferencial Principalmente daqui
das aulas do inades e da aula ao vivo a gente poder interagir né então eu acho que isso eh é uma troca né a gente tá aqui exatamente para trocar experiências pra gente trocar informações né Eu gosto de deixar o ambiente bem eh bem dinâmico bem aberto para que a gente possa ter esse esse dia produtivo né que a gente possa realmente aproveitar né o nosso nosso tempo que vai ser dedicado aqui no dia de hoje tá eu já tive já tive Experiências não muito boas de dar aula o dia inteiro sem uma pergunta sem
uma câmera sem saber nem se minha conexão tava funcionando porque eu tava falando sozinho né então Eh eu costumo dizer que né a gente se conecta com pessoas Então você ter uma resposta que seja uma carinha dando uma um balançada na cabeça ou dando uma risada a hora que você fala alguma coisa ou então fazendo aquela cara de dúvida que não entendeu É uma possibilidade que eu tenho de talvez Explicar novamente ou de talvez mudar o direcionamento daquela informação para que ela seja mais aproveitada por vocês tá eu costumo dizer aula de pós-graduação A aula
é para vocês tá a aula é vocês que vão me ajudar a construir essa aula ao longo do dia tá Por quê eh são 8 horas de aula aqui né então eu monto um esqueleto né de tópicos de informações para trazer para vocês mas eu sempre costumo dizer que ao longo da Aula a minha aula às vezes ela vai mudando por quê Porque às vezes entra uma pergunta que eu falo assim poxa eu não levantei Esse aspecto pode ser interessante eu colocar então eu posso encaixar ou então eu vejo que a aula tá se direcionando
para algumas dúvidas da maioria eu falo assim Poxa então Talvez possa ser interessante eu abordar um pouco mais sobre isso tá vou ser muito sincero o tema que a gente vai abordar hoje para um dia de aula eu eu acho Pouco tá Eu acho pouco eu gosto de de conseguir trazer o máximo possível de informações para vocês por isso que eu brinquei no início da aula com a com a Ana Cláudia que o pessoal do inades eu acho que não gosta muito de mim porque às vezes eu extrapolo o horário das 5 horas né porque
eu realmente eh quando a gente tem essa troca quando a gente tem essa essa vivência com os alunos eu acho que a gente tem eh Pelo menos eu como professor eu tenho cada vez mais Interesse e vontade em trazer o conhecimento para vocês tá então acho que eh São só algumas né alguns apontamentos aí que eu gosto de fazer no início da aula porque eu sei que isso torna a nossa aula mais produtiva isso torna a nossa aula mais dinâmica E como eu falei a aula é para vocês né se se se não fosse nesse
formato ao vivo eu poderia simplesmente gravar essa aula e vocês assistirem no outro momento Então acho o ao vivo É Para Isso é pra gente Poder ter essa troca beleza Eh e não mais pessoal eh primeiramente é um prazer conhecer vocês obrigado já quem já ativou a câmera é um prazer conhecer vocês obrigado pela licença de tá aí entrando na casa de vocês aí nesse sabadão né e pedir também né para vocês aí como a gente tem eh alguns eh controles por causa do online principalmente pelo microfone Quando vocês tiverem alguma dúvida vocês podem colocar
no chat tá vocês tiverem alguma Dúvida vocês podem levantar a mão em alguns momentos eu eu não vou interromper a aula imediatamente da pergunta porque eu preciso terminar à a linha do raciocínio daquele tópico que a gente tá abordando mas geralmente eu faço ali uma pausa depois que a gente finaliza um tópico para ver as perguntas tá só para que a gente às vezes não interrompa um raciocínio E aí depois a gente tem que voltar e construir esse raciocínio novamente Tá bom mas fiquem à Vontade deixar suas perguntas no chat deixar eh a mão levantada
qualquer coisa a Ana também me dá o suporte aí em relação a a essas perguntas que às vezes eu não vi no momento tá eh outra coisa eh também queria conhecer um pouquinho mais vocês eh me digam aí no chat se vocês são nutricionistas profissionais de educação física ou outras profissões aí porque isso também ajuda muito né eu direcionar eh um pouquinho de como que a gente vai abordar esses conteúdos aí ao Longo da aula tá acredito que a grande maioria seja nutricionista e E isso também me direciona para exemplos para analogias que a gente
possa fazer ao longo da nossa aula e isso ser cada vez mais como eu falei produtivo que vocês aproveitem isso ao máximo Tá eu não sei se vocês me conhecem eu sou biomédico de Formação vou contar um pouquinho para vocês o que que um biomédico tá fazendo aqui falando com todos esses nut ionas aí estão aí já Mandando a mensagem obrigado aí pessoal Alexandre profissional de educação física Então a gente vai realmente aí eh permear por esses por essas áreas aí a nutrição a educação física tá trazer um pouquinho aí de um alguns contextos até
relacionados à área médica né porque o tema nosso envolve um pouco isso Tá Mas é principalmente aí sem inferir nenhum preceito né ético profissional Tá bom então vamos lá pessoal deixa eu compartilhar aqui a minha Tela e a gente começa a trazer o conteúdo aí para vocês Se alguém não tiver visualizando a tela tá Dá uma sinalizada aí senão a gente inicia a a nossa aula né aula inaugural do curso de pós-graduação nutrição metabolismo e fisiologia do esporte fico muito feliz muito lisonjeado de ser o primeiro professor de vocês e eu falo que é uma
grande responsabilidade né porque Como diz aquele ditado é a primeira impressão que Fica né então espero que a gente consiga deixar uma boa impressão para vocês de um grande conteúdo de grandes professores que vão passar aqui e trazer muita informação relevante de qualidade para vocês tá Ah aula de hoje pessoal proposta né dentro dessa dessa nossa dessa Nossa pós-graduação eu vou falar para você vocês um pouquinho sobre exames laboratoriais tá a gente vai discutir um pouco sobre análise e interpretação principalmente entendendo Alguns conceitos e aplicação desses exames tanto na área da saúde quanto na área
do esporte tá eh como eu falei no início falar desse tema amplo dessa forma e um dia eu falo que é um grande desafio né eu vou realmente tentar trazer os principais tópicos dentro né da área de saúde e de performance esportiva que E que nos deem e uma visão não aquela visão tão tradicional Tá mas que consiga agregar uma nova forma da gente entender os exames laboratoriais Tá E aí eu vou trazer principalmente aí conceitos de fisiologia e bioquímica mas não precisa assustar que aquela coisa maçante lá da teoria que a gente costuma ver
não tá tá bom eh eu costumo dizer pessoal que por que que essa aula se encaixa né num curso de pós--graduação hoje no caso é a primeira aula de um curso de pós-graduação porque eu acredito que na verdade a dor que chega da maioria das pessoas para mim que durante a graduação o conteúdo a Temática exames laboratoriais ela é abordada com com pouca profundidade ela é abordada eh de forma superficial ou ela não não tem realmente uma conexão dessa informação dessa ferramenta que eu costumo chamar que são os exames laboratoriais com a prática né então
isso é uma das formas que eu particularmente eh sempre falo no início da da minha aula pessoal a gente não vai fazer uma aula aqui tá desculpa se eu vou frustrar alguém mas eu espero que Vocês não se frustrem até o final da aula eu não vou chegar aqui e falar para vocês pessoal vamos falar agora do TSH Vamos falar agora do colesterol Vamos falar agora do HDL o que que aumenta isso o que que diminui o que que pode ser o que que não pode ser tá isso aí é aquela coisa de livro texto
tá de livro teórico que você escreve lá né baseado em diversos estudos em diversas condições e colocam fatores que aumentam diminuem ou valores de referência Tá o Que que eu não gosto dos exames eu não gosto que isso seja uma coisa como se fosse uma regra tá ele tem que fazer sentido dentro de um raciocínio clínico e é isso que eu quero trazer para vocês Talvez isso realmente durante a graduação seja difícil de ser abordado pelo fato de vocês terem eh limitação em relação a a atendimento a raciocínio Clínico em conectar fisiologia bioquímica quadro clínico
fisiopatologia exercício físico Bioenergética suplemento e tudo mais isso para usar uma ferramenta que auxilia num diagnóstico por exemplo tá então eh é isso que eu gosto de trazer sobre exames Então a gente vai buscar fazer essa S de um raciocínio até a gente chegar no exame e aí sim como que a gente usa esse exame para nos auxiliar diante de uma conduta tá eh Na graduação por mais que eu não tenha feito nem nutrição nem educação física eu fiz biomedicina de de de graduação o exame Laboratorial para mim era o exame onde eu realizava o
exame né eu tava ali na bancada do laboratório eu tava ali processando aquele exame eu tava coletando esses exame é o que a gente chama de fase analítica dos exames laboratoriais tá eh eu não vou vir trazer aqui para vocês Qual é o método que se faz como que processa uma amostra Como que eu faço um um uma uma alícota e e e enfim não é esse o intuito Tá mas a minha experiência de bancada me dizia Muito o quê a hora que chega um tubinho de sangue para mim eu vou processar eu vou seguir
um método né essa m mod olia ela é padronizada eu pego x disso misturo com x daquilo etc etc e coloco no equipamento que vai me dar um resultado se esse resultado tá dentro do normal que é o quê O que que é o normal é o que a máquina o kit tem ali de de intervalo de de sensibilidade Ok se ele não tá dentro desse intervalo a gente repete né só que Isso para mim era muito assim por que que um um exame de um paciente X Eu tenho um colesterol de 170 e o
outro eu tenho de 250 né eu tinha essa curiosidade de entender um pouco mais dessa diferença dos resultados para poder não que eu explicava isso pro paciente mas para eu tirar essa dúvida para saber se isso é normal ou não se isso é um problema metodológico ou não né então a oportunidade que eu tive foi exatamente Entender de todas as fases desse processo ao longo da minha graduação é o que a gente vai discutir um pouquinho mais sobre eh essa essa forma de utilizar os exames laboratoriais e quando eu falo sobre exames laboratoriais Eu gosto
muito de falar para vocês que a gente tem que estudar sobre exames laboratoriais e não estudar os exames laboratoriais Isso parece a mesma coisa mas ela não é necessariamente a mesma coisa porque Estudar os exames laboratoriais é o que eu falei para vocês vamos lá pessoal Vamos ensinar o colesterol Total colesterol total é uma molécula x y z faz isso isso aquilo tem a função ABC no nosso corpo situações que ele pode aumentar essa situações que ele pode diminuir aquela e fica nessa interpretação tá eu acho que na verdade o que a gente tem que
entender sobre os exames é como que eu encaixo ele dentro de uma conduta clínica que horas que eu Encaixo ele como que ele pode trazer uma informação relevante para mim né Então essas são as formas que eu acho que a gente tem que olhar pros exames laboratoriais Olha só o exame Ele tem muito uma conotação de doença né as pessoas ainda encaram isso como a conotação de doença a gente pega um dado aqui só pra gente entender alguns dados epidemiológicos de prevalência eh Numa pesquisa que foi realizada nos hospitais do Brasil verificou-se que eh 72
daqueles pacientes diagnosticados com doenças crônicas eles só descobriram que eles tinham a doença depois dos sintomas né E isso traz exatamente a conotação da visão que os exames laboratoriais têm hoje para grande maioria das pessoas que eu chamo de visão tradicional quando que uma pessoa faz exame quando que ela geralmente vai fazer um exame na grande maioria das vezes quando ela vai ao médico e quando que ela vai ao médico na grande maioria Das vezes quando ela tá doente Essa é a visão tradicional dos exames a visão tradicional é se eu tô doente ou seja
eu estou manifestando sinais e sintomas então eu vou ao médico o médico faz uma solicitação de exames baseados naqueles sinais e sintomas para confirmar ou negar uma hipótese diagnóstica E aí esses exames Então são interpretados certo essa é a visão tradicional vocês devem estar pensando ah mas não é só no e no médico só quando tá doente Pois é Nós somos os profissionais da área da saúde estamos em nível de pós-graduação discutindo uma profundidade de um tema acha que a população em geral pensa da mesma forma que a gente não E olhe lá quando essa
população vai ao médico né muitas vezes não tem aquelas crenças culturais familiares do tipo ah sei lá toma água com não sei o qu faz isso isso aquilo uma simpatia que você vai melhorar a gente tá falando já de uma atenção à saúde um pouco mais eh Detalhada no caso de uma atenção médica E aí os exames eles criam essa conotação de ser uma ferramenta de diagnóstica de doença tá nessa visão tradicional O que que a gente tem que ter ter muito Claro na nossa ideia diagnóstico de doença quem faz diagnóstico de doença é médico
tá isso aí é uma questão que a gente tem que ter muito Claro na nossa mente o que que eu quero dizer com isso vocês nutricionistas que usam o exame laborator na prática Clínica solicita lá O exame do seu paciente e imagina que nesse exame você tem lá todos os indicativos de que aquele paciente apresenta um hipotiroidismo você nutricionista não tem a competência profissional vamos dizer assim se eu posso dizer competência talvez não seja a melhor palavra Mas a questão ética profissional de falar Fulano Fulano você está com hipo tiod dismo Ah mas não tem
problema fazer isso depende Quais as Consequências disso a hora que a pessoa recebe um diagnóstico o que que ela vai fazer né o ideal é sempre a gente direcionar o profissional né ah mas o médico passa dieta bom o problema é do médico tem médico aí a gente conversa com o médico também né mas nós aqui não somos médicos temos que seguir isso só que isso não impede que você nutricionist identificar um paciente com hipotiroidismo fale Olha tem algumas alterações dos seus exames Que a nutrição pode te ajudar a nutrição tem aí um papel fundamental
na na no auxílio né do tratamento seja como for né já que está instalada uma doença ou então atuar até mesmo de forma preventiva tá então essa interpretação médica cai exatamente numa questão que a gente discute muito todo mundo que fala de exame Laboratorial quando eu falo todo mundo eu tô falando quando a gente olha principalmente nas redes sociais todo mundo falando de exame Laboratorial Não porque exame Laboratorial não usa valor de referência a gente não interpreta com valor de referência etc isso é muito bonito para falar né eu falo assim ah você interpreta com
quê Ah com valor ideal o valor ideal não é uma referência também você só mudou o nome você continua tratando número você só mudou o nome então eu sou meio assim de ficar com esse discurso sabe não porque a gente não usa valor de referência porque valor de referência não serve Pensa comigo da onde vieram os valores de referência se você vai buscar um valor de referência vamos falar aqui glicemia glicemia de 100 mg por decil ou 126 certo da onde tá aonde tá esse número que fala que acima de 126 paciente tem diabetes esse
número tá na diretriz brasileira do diabetes quem escreve diretriz brasileira do diabetes médicos sociedades médicas e quem usa o exame para diagnosticar doença o médico então Então a gente falar que a gente não usa esse exame é esse valor de referência eu até concordo do ponto de vista de que esse valor é para diagnosticar do doença quem faz diagnóstico doença é médico ponto mas esse valor para nós que não somos médicos que não vamos diagnosticar a doença eu chamo de um Horizonte Clínico ele é um norteador pra gente ter uma informação populacional de onde que
eu não quero chegar com meu paciente a gente atua muitas vezes na canção e não Somente no tratamento então usar essa essa esse discurso de que ah valor de referência não serve para nada que eu vejo muita gente falando fala não calma os valores de referência são baseados em sociedades médicas e existem pesquisas clínicas que chegam nesses valores Tá então não não não não tenham esse esse preconceito com isso saiba que é um valor você vai ter lá uma informação e vai direcionar Muitas vezes o nosso raciocínio na nossa interpretação Tá Bom quem nunca teve
uma situação de um parente aquela tia no final do ano sabe quando chega a reunião da festa da família fala assim nossa Fulano Fulano está fazendo nutrição né ou é faz uma dieta para mim né que eu preciso emagrecer por ano novo ou então é dá uma olhadinha nos meus exames aqui tem esses exames você não dá uma olhadinha aqui para mim eu viro e mexe e recebo esse tipo de de pergunta esse tipo de mensagem né no no Instagram e e às vezes Parece até chato né eu não responder ou não conseguir responder por
quê Porque a gente vai entender gente que o exame se você fala dá uma olhadinha nesse exame que que você vai fazer você vai olhar mas qual é o contexto daquele exame para você conseguir interpretar vocês sabem muito bem isso que que é algo mais profundo imagina o seguinte eu tenho aqui um exame um exame de creatinina de 1.45 sendo que a referência Laboratorial mostra que esse valor tá Acima quem pega esse exame quem pega eu digo o paciente você acha que o paciente quando ele pega esse exame ele depois que ele faz o exame
Ele vai esperar para levar o exame de volta para você vai abrir o exame antes para ver o resultado hoje em dia a gente acessa tudo online né então não tem nem mais aquela coisa de buscar o resultado no laboratório como era antigamente hoje em dia é tudo online né então ele vai abrir ele vai olhar o resultado E ele Vai interpretar como que ele vai interpretar hoje em dia os laboratórios já trazem na corzinha Ô verde é bom laranja não é bom vermelho não é bom então ele mesmo já olha e já fala assim
meu Deus tem alguma coisa errada e aí se ele vamos dizer assim conhece alguém da Saúde ele fala dá uma olhadinha nesse exame para mim que que é isso ô então o que que ele vai fazer ele vai jogar no Google né ele vai jogar no Google vai tentar entender isso vai tentar ver Alguma resposta para isso nós que não não somos Doctor Google né O que que a gente vai pensar pô vamos olhar mais exames creatinina creatinina é um parâmetro que tá relacionado se a gente for pensar bom pode estar relacionado com rim né
pensando num contexto mais teórico pode estar relacionado com vamos pedir outros parâmetros renais para saber como é que como é que eles estão se eles têm relação ou não que parâmetros que eu posso pedir Geralmente Eu uso ur e ácido úrico ur ácido úrico conversam com a creatinina pô pedir Aurea e ácido úrico eles estão normais né tão em valores ali eh não tô entrando no mérito ainda dos números tá tô entrando nessa interpretação Laboratorial tá corzinha Verde tão normais Poxa seé seé duic tá normal a creatinina tá alterado que que será que pode tá
acontecendo com esse indivíduo né E aí entra exatamente o diferencial médico o que que será que interfere na Creatinina o que que será que pode afetar os valores de creatinin tem tem uma questão da creatinina que é uma coisa é a creatinina sérica outra coisa é a creatinina na urina né basicamente ácido úrico cur e creatinina são indicadores de filtração glomerular tá no sangue é mais ou menos essa ideia de entender se eles passam pelo rim e voltam por sangue ou se eles são escritos e sua concentração fica equilibrada tá Em relação à creatinina especificamente
a gente tem influência por exemplo da composição corporal do Peso corporal né então para isso a gente geralmente não usa creatinina sérica isolada a gente faz o cálculo do Ritmo da filtração glomerular utilizando a equação de kroft Gut esse nome bonito né diferente nada mais é do que uma fórmula se a gente entrar no site da Sociedade Brasileira de nefrologia a gente coloca lá Quanto que deu a creatinina Qual a idade desse Indivíduo qual é o peso desse indivíduo nem composição peso peso como um todo né E aí disso a gente tem uma resposta um
valor sexo masculino e feminino eu tenho aqui o clearance a taxa de depuração né a eliminação da creatinina que eu tenho uma referência Então nesse caso quando a gente calcula eu tenho 88,5 por uma referência de até 90 ml por minuto de filtração de creatinin 88,5 90 Será que isso tá bom será que isso tá ruim será que isso tá tá me Preocupando porque tá quase em 90 né Então você começa a ficar naquela ainda situação poxa é isso que é a questão do exame pessoal o exame ele vai nos dar às vezes o quê
mais perguntas quando a gente não fez a pergunta certa na hora que solicitou esse exame então aqui você é muito sincero eu eu não tenho segurança em falar que não tem problema nenhum um eu ainda não tenho segurança de falar que não tem problema nenhum eu preciso de de marcadores um pouco mais Sensíveis então quando eu tô olhando para esses marcadores Você pode me falar ah creatinina tem relação com massa muscular perfeito creatinina a ureia tem relação com ingestão proteica e catabolismo proteico perfeito ácido úrico ácido úrico tem questão tanto com a alimentação tem questão
relacionada a estés oxidativo Ou seja todos esses marcadores que a gente falou que são marcadores relacionados à saúde renal a filtração glomer eles têm outros fatores Que podem alterar suas concentrações então para eu ter certeza se eu não tenho nenhum problema no rim qual seria um marcador que eu poderia olhar pro rim tem um marcador chama cistatina C Esse é um marcador mais específico de alteração renal Então você olha mais para para ele de forma muito mais sensível de uma possível alteração renal então quando a gente pega desse indivíduo 08 de 06 a 1,1 ou
seja isso indica pra gente que não há necessariamente nenhuma Alteração renal porque é um marcador que se é aumentado indica uma alteração renal Então nesse caso parece que esse indivíduo estava tudo bem Aí eu pergunto para vocês Tá agora você fica tranquilo tem uma coisa pessoal quando eu falo sobre exames e principalmente a aquelas pessoas que adoram adoram pedir aquelas listas gigantescas de exame adoro o paciente fazendo aquele Stories Olha só quanto tubo eu tô coletando se você tem um exame que deu Alterado mesmo que eu pego e falo Não a statina c Tá ok
não tenho problema real e aquela creatinina lá simplesmente ignora deixa quieto você olhou para um lado Mas e aí será que tem algum da onde que pode est vindo aquela alteração é isso que a gente tem que ter essa tem que se instigar nesse nesse aspecto né porque não é simplesmente assim ah não tá bom ah tá aqui tá normal não tem nada no rim deixa quieto não a gente tem que ir realmente entender para onde que Possa ir por isso que eu falo que interpretar exame não é você dá uma olhadinha aqui no meu
exame né interpretar exame quando por exemplo eu brinquei que chega às vezes as perguntas para mim Ah eu tenho um exame que tá tanto isso aqui que tá tanto que que pode ser não sei quem que é a pessoa é homem é mulher jovem é ativo é sedentário tem doença crônica não quem que solicitou esse exame a solicitação sobre olhar médico é para doença a Solicitação por exemplo para nutricionista pode ser um pouco mais preventiva pode ter um outro contexto Então eu preciso ter uma noção de de Por que que tá solicitando esse exame às
vezes é uma pessoa que tem uma doença específica muito particular que causa uma alteração naquele exame que não é a teoria comum vamos dizer assim então não dá pra gente simplesmente olhar pro resultado e solicitar um ponto que eu vou enfatizo muito aqui nas aulas Pessoal quando o exame foi solicitado tá esse quando tem muito a ver com a rotina muitas vezes quando vocês vão atender um paciente novo e eu imagino que o vocês devam perguntar você tem exames recentes né E aí você tem pode trazer ou então abre no seu aplicativo no seu celular
e etc para vocês darem uma olhada nos exames recentes ou nos últimos exames que esse paciente tem até mesmo para vocês pedirem novos exames certo mas o que eu sempre falo é quando Vocês pegarem um exame não foram vocês que solicitaram ou pegar um exame para fazer esse histórico uma coisa que vocês têm que olhar olhem data que ele foi realizado não é pelo tempo que foi feito por exemplo há 6 meses um ano atrás do anos não olha a data Olha o dia e olha no calendário tá Por quê que a gente vai falar
disso depois se esse exame foi realizado na segunda-feira se esse exame foi realizado na quarta-feira se esse exame Foi realizado no sábado isso pode influenciar alguns resultados pode pode se a gente vai falar de exercício Total se a gente vai falar de stress de rotina de privação de sono de alteração energética muitos parâmetros sofrem essa influência aguda então a rotina entender a rotina do indivíduo é entender o que que ele fez 24 48 72 horas antes do exame isso é uma coisa importantíssima que muitas vezes é negligenciado Tá então não adianta eu vir aqui falar
para Vocês que o colesterol aumenta por causa disso disso daquilo o ideal que ele tem um valor de 190 Se você não se preocupou em fazer um uma boa avaliação desse paciente eu quero que esse paciente seja avaliado nessa condição não é para controlar o resultado não é para você ter a certeza de que você está avaliando o paciente e não o meio ambiente tá a influência que você quer ver é primeiro a influência fisiológica a influência metabólica de como que ele está Realmente para depois você entender como que o ambiente modula ele tá então
essas perguntas elas são fundamentais antes da gente pensar em qualquer tipo de interpretação né então é isso que eu falo primeiro passo você quer interpretar exame primeiro passo é você saber como solicitar Se você não souber solicitar você vai ter muita dificuldade em interpretar por isso que é muito difícil tá você pegar um exame de um paciente falar assim ah o exame tá tanto E você falar o que que você acha é muito difícil uma resposta genérica ok uma resposta direcionada para realmente auxiliar na interpretação eu preciso do histórico eu preciso desse histórico se eu
não tiver o histórico é a mesma coisa que eu dar um tiro no escuro tá E aí a gente tá indo exatamente para onde eu falei no início a gente tá indo para aquela coisa teórica Ah o valor disso é por causa disso é por causa disso é por causa daquilo e não pro paciente tá a Gente tem que tirar um pouco dessa visão certo e aí eu falo para vocês aquela creatinina que tava aumentada que a urea tava normal o ácido úrico normal a cistatina ser normal o que que pode ter de uma explicação
para isso ah uma coisa simples hoje por exemplo creatina a ingestão de creatina aumenta creatinina sérica E aí hoje você tem post de todo mundo falando que creatina é bom creatina é bom creatina é bom para saúde mental para sarcopenia ela é excelente Não tô falando que ela é ruim ela é excelente Ela é Incrível ela é pô maravilhosa mas ela é um fator conf fundidor na análise de um exame como por exemplo a creatinina então saber disso é importante na hora de interpretar e é por isso que eu falo exame tem que vi depois
da primeira consulta tá Por que que eu falo isso Ué porque na primeira consulta você não faz uma coisa que chama anamnese você não quer entender do histórico da rotina dos Hábitos desse indivíduo não é a consulta que geralmente mais demora para vocês Você não vai perguntar se ele toma suplemento então poxa se toma creatina já fica ali Pode ser que essa creatinina venha alterada né pode ser se ele tem muita massa muscular também pode ser que a creatinina nada mais é do que uma degradação da creatina simples assim tudo bem então esse primeiro caso
tá que eu trouxe aqui para vocês gente é Muito mais só pra gente quebrar um pouco dessa visão tradicional de exame dessa visão diagnóstica dessa visão de doença e entender que o número que sai naquele exame tem muitas influências além de uma doença né tô eu eu falo eu tô tô assistindo de novo uma série que eu gosto muito que é Dr House né eu gosto muito dessa questão dele dos diagnósticos das correlações pede exame da daquilo pede exame daquilo quem já assistiu sabe do que eu tô falando E às Vezes é isso às vezes
um exame eh que tá alterado pode ser lupus né ou pode ser sei lá porque ele comeu um negócio estragado Então essa é a nossa nosso papel né como profissionais da saúde é em não olhar somente pro número né a gente olhar pro contexto Tudo bem então uma das grandes questões para tudo isso é Poxa beleza onde é que eu estudo mais sobre isso né você falou disso tudo aí pô nunca tinha pensado que que isso que isso poderia tá relacionado que isso né I chegar nesse nesse tipo de raciocínio Realmente isso é um raciocínio
que vai da fisiologia é um raciocínio que permeia a área médica que permeia área nutricional fo isso que eu falei para vocês a gente olhar para isso não somente como uma ferramenta de número mas sim pelo contexto que ela tá inserida tá eu tenho muita dificuldade de indicar materiais para estudo sendo bem sincero pessoal tá Por quê Porque se eu indico para vocês um livro O livro é Aquela coisa estática é aquela coisa que que muitas vezes a publicação de um livro ela às vezes já tá desatualizada e desatualizada eu falo principalmente na questão dos
estudos e das correlações ela fica aquela coisa Às vezes muito teórica de isso faz isso isso is aumenta isso diminui tá isso que eu gosto de trazer aqui em aula eh um contexto fisiológico fisiopatológico tá esse contexto fisiológico fisiopatológico um pouquinho dessa interpretação rápida que A gente fez aqui no começo eh eu falo que aí eu eu eu trago um pouco da minha experiência para vocês também para que vocês entendam ah de onde que eu tô partindo né de conhecimentos para compartilhar aqui com vocês então como eu falei no início eu sou biomédico de Formação
tá E e a minha formação eu acho que ela foi uma formação não muito tradicional pro biomédico que o biomédico de Formação seria aquele biomédico de laboratório como eu mostre Para vocês seria Aquela aquele profissional que estaria muito envolvido na parte analítica nas análises clínicas se vocês pegarem um laudo de um exame Laboratorial exame de sangue vocês olharem geralmente no roda pé vai tá escrito lá exame liberado por fulano de tal biomédico o biomédico que geralmente faz esse laudo de liberação de um resultado de um exame de análise clínica de um exame de laboratório de
sangue por exemplo mas na minha formação eu tive Oportunidade de est dentro de um centro de pesquisa um centro de metabolismo exercício e Nutrição então eu convivi durante 15 anos da minha formação acadêmica com nutricionistas profissionais deuc de educação física médicos psicólogos fisioterapeutas de mais dos mais diversos níveis da iniciação científica até o pós-doutorado então isso me deu né uma uma bagagem de conhecimento muito grande você pedir para mim fazer um um recordatório de 24 Horas eu entendo a minúcia de um dado que eu tenho que coletar não que eu faça isso porque não é
da minha profissão mas eu entendi como que o nutricionista faz isso entendi eh de como que a elaboração de um programa de treinamento na na na na academia por exemplo por quê Porque essas variáveis me influenciam no resultado que eu tô fazendo ali no laboratório e me dão mais qualidade na hora de eu gerar esse esse esse resultado tá então a minha formação como Eu falei para vocês né teve aí uma linha de pesquisa onde eu estudei principalmente o principal eh tópico da minha formação acadêmica de estudo foi síndrome metabólica tá eu estudei então obesidade
diabetes resistência Clínica hipertensão dislipidemia Esse era o grande foco só que a gente estudava isso na população tá A grande questão é eu fiz minha toda a minha carreira acadêmica na faculdade de medicina de Botucatu ou seja vivi dentro de hospital Não é E aí foi aquilo que eu falei no início para vocês as pessoas vão ao médico quando elas estão doentes geralmente então nós tínhamos um programa dentro da faculdade que era um programa de oferecer exercício físico aconselhamento nutricional es laboratoriais testes metabólicos para que esses pacientes a cada 10 semanas fossem reavaliados e realizassem
exercício aconselhamento nutricional a gente ia avaliando o efeito do exercício Da nutrição na melhora de parâmetros metabólicos né então e exatamente a visão não medicamentosa do tratamento das doenças crônicas né que eu acho que é isso que me permite hoje falar com vocês nesse ambiente multiprofissional de como que por exemplo um exame ele é é modificado por uma conduta de como que a gente vê a melhora disso tudo né minha linha de pesquisa especificamente foi obesidade sarcopênica né então eu estudei as Implicações da obesidade na massa muscular né então principalmente a população aí um pouco
mais velha cometida da sarcopenia Como que o exercício eh pode auxiliar na melhora da qualidade de vida e da longevidade tá então trazendo só um pouquinho assim dessa minha formação para você porque aí faz talvez faça mais sentido né Na hora que a gente traga ali um pouco dessa interpretação Fisiopatológica Foi algo que e foi o que eu estudei ao longo aí da minha de toda a minha vida acadêmica né então eu entrei na faculdade meu primeiro ano foi meu primeiro estágio meu único estágio que eu saí de lá 15 anos depois com meu título
de Doutor na área de metabolismo exercício e Nutrição essa minha formação acadêmica né Eu costumo dizer que ela hora que eu cheguei no doutorado Eu Admito que eu não queria seguir mais a área acadêmica eu não não Queria queria seguir pós-doutorado concurso público meu meu o que brilhava meus olhos não era ser professor universitário né eu fiz pesquisa por gostar muito disso desenvolver muito mas eu queria ir pra prática né Eu queria ir paraa área assistencial e acho que assim como vocês eh vocês entendem acho que essa imagem aqui que é um um um abismo
que a gente Às vezes tem que ultrapassar entre a pesquisa e a prática né a pesquisa a gente tá aqui discutindo Equação de cocroft gout a prática seu paciente falar eu quero perder 5 Kg até o final de semana porque eu tenho uma festa né Então como que a gente une essas duas coisas né como que a gente tá aqui discutindo pesquisa para as vezes seu paciente que ele não quer saber da via da emitor ele não quer saber né Ele só quer saber o que a a blogueira falou alí o jejum intermitente é melhor
do que a larb para ele emagrecer pro final de semana então a a a minha vontade era Quando eu fiz pesquisa né era de que a minha pesquisa ela conseguisse levar eh uma informação eu ainda brinco paraa minha avó né que eu conseguisse mostrar paraa minha avó aquilo que eu fiz e ela entendesse daquela daquela minha daquela minha jornada acadêmica fui pra prática né A minha prática ela foi um pouco mais focada na área Esportiva tá eu sempre gostei de praticar esporte de forma recreacional Nunca profissional mas aí eu fui muito paraa área esportiva foi
o que me brilhava os olhos né então Eh paralelo à área acadêmica onde eu tinha pesquisa onde eu tinha ali todo o processo de coleta de dados e interpretação de avaliação dos pacientes a gente também por estar num centro de metabolismo numa universidade eh de referência né a gente também tinha a oportunidade de est avaliando atletas tendo participações em congressos em Medicina esportiva então foi algo que foi acontecendo também na minha carreira na minha formação profissional e que atletas de alto rendimento a gente teve tive a oportunidade de de trabalhar de avaliar isso desde de
2010 né da minha formação ao longo dessa minha jornada aí paralela a a a graduação e a pós-graduação Depois que eu me formei em Doutora eu realmente me desliguei do centro de pesquisa eu fui atuar um pouco mais realmente nessa nessa parte prática Né de trabalho e em 2019 eu fui eh fui chamado para fazer parte da Seleção Brasileira de futebol feminino né nas categorias de base fui fisiologista das categorias de base sub-17 sub-20 né onde a gente conseguiu aí o melhor resultado da história até hoje da comissão eh que essa comissão maravilhosa que a
gente foi foi terceiro lugar na Copa do Mundo das categorias de base a seleção sub-20 né então Eh foi uma experiência muito incrível de eu Poder colocar em prática né um pouco mais sobre essa visão da fisiologia na área esportiva um pouco mais desse meu conhecimento né e depois agora mais recentemente em 2022 fui contratado pelo comitê Olímpico do Brasil hoje eu sou coordenador da área de fisiologia e bioquímica do Esporte no comitê Olímpico e a acabei de voltar de Paris né a gente estava lá nos Jogos Olímpicos então Eh tivemos essa oportunidade né de
de Vivenciar o maior evento multiesportivo do mundo né passei quase 30 dias em Paris acompanhando todos os nossos atletas né tando de suporte uma área ali Principalmente uma área de análise de exames de marcadores relacionados aí ao esporte né no num evento né tão importante quanto os jogos olí Então essa é um pouquinho da minha da minha formação da minha jornada até aqui né que que é o que eu vou trazer para vocês ao longo da aula né a gente trazer Que a que a fisiologia a bioquímica ela não precisam ser necessariamente chatas né Elas
podem ser inseridas dentro de um contexto de um raciocínio Clínico que traga pra gente o quê informações que nos auxiliem dentro daquilo que nós já temos praticamente direcionados tá eu costumo dizer o exame ele responde uma pergunta quem faz a pergunta é você nós profissionais fazemos a pergunta o exame ele só responde essa pergunta só que a gente Tem que saber fazer a pergunta certa e para fazer a pergunta certa a gente precisa da fisiologia e da bioquímica para tudo isso tá então é isso que eu quero trazer no dia de hoje para vocês a
gente Trazer isso aí de uma forma a ligar situações clínicas situações esportivas né nesse contexto saúde esporte como a gente comentou n e a gente traga essa essa dinâmica aí de de interação tudo bem ver Se a gente começa tá por onde que a gente começa a gente já começou né Já falamos até agora um pouquinho dessa dessa nossa dessa nossa ideia da nossa aula mas agora vamos entrar diretamente nisso tá eu costumo dizer que dentro da fisiologia eu considero a fisiologia do Esporte fisiologia do exercício tendo alguns pilares e esses Pilares não necessariamente são
só da fisiologia tá Eh esses Pilares eu considero como uma Como etapas né vamos dizer assim de um de uma avaliação e de uma intervenção então inicialmente a gente precisa avaliar tá a avaliação ela é uma foto ela é um ponto de partida aonde a gente tá começando tá é importante avaliar é fundamental avaliar tá e entenda que é fundamental avaliar não é que é fundamental fazer exames laboratoriais avaliação avaliação clínica avaliação a composição corporal avaliação por exames avaliação funcional avaliação do Movimento avaliação tá só que lembra que a avaliação ela é uma foto né
a avaliação é uma foto daquele momento vamos imaginar o exame de sangue aquele momento onde furou a agulha tirou o sangue você tá vendo aquele momento depois pois pode ser que isso já mude né algumas horas depois minutos dias meses semanas Tá o que que a gente faz então nesse processo entre dois momentos de avaliação a gente tem que monitorar né então estabelecer critérios para você Monitorar por exemplo um paciente diabético ele não tem que ficar monitorando a Glicemia ficar acompanhando então monitorar é parte importante da sequência desse seu atendimento tá você avaliou monitorou reavaliou
você criou uma história você criou um filme não só mais uma foto agora você consegue interpretar e essa interpretação a sugestão que a gente sempre faz é que ela possa acontecer de forma numa discussão Interdisciplinar não somente multiprofissional multiprofissional eu ter várias profissões aqui igual a gente tem aqui nessa sala interdisciplinar a gente conversar na mesma linguagem é eu falar a linguagem do nutricionista nutricionista falar a linguagem do profissional de educação física do médico enfim a gente falar a mesma linguagem Cada um na sua área Isso é uma discussão interdisciplinar para que a gente possa
Fazer o quê A individualização tá então nós hoje PR particularmente vamos estar falando muito de avaliação Tá mas essa avaliação numa interpretação e numa individualização a a gente vai casar bem isso aqui tá nesse nessa nessa nossa espinha dorsal vamos dizer assim aqui da nossa aula seguindo mais ou menos essa essa linha de raciocínio tá e como eu falei para vocês a gente pode ter parâmetros onde a gente avalia na saúde Parâmetros onde a gente avalia na performance mas tá vendo que tem uma corrente um elo entre os dois é muito difícil a gente falar
de performance sem saúde né então um atleta de al rendimento a gente sabe que ele não é um símbolo de saúde a gente sabe que ele tem várias complicações tem lesões tem várias limitações às vezes para que muitas vezes ele consiga performar ali nem sempre ele tem os hábitos mais saudáveis de alimentação e tá tudo bem Né então é é muito importante a gente não generalizar essa questão de de de saúde e esporte né e entender que ela se conecta e principalmente não há como ter performance sem ter saúde certo do ponto de vista Clínico
né que a gente tava comentando gente falando né sobre os exames então primeiro a gente vai fazer uma abordagem um pouco mais geral Clínica tá pessoal depois a gente faz uma abordagem mais esportiva tá Eh essa ideia ainda que a gente estava falando de epidemiologia da da pesquisa nacional a gente vê muito que aquele dado das pessoas fazendo exames só quando estão doentes e aí sim diagnosticando essas doenças isso chama muita atenção isso se dá principalmente por quê Porque a população não faz mais exames preventivos tá quando você para e pensa assim eu tenho feito
os os meus entre aspas podemos dizer assim checkups anuais eu tenho feito meus exames de Controle tá vou dar um exemplo para vocês eu particular ente nesses últimos 2 TR meses né nessa rotina de preparação paraos jogos olímpicos a vivência dos Jogos Olímpicos eu não cuidei muito bem da minha saúde né eu não não não sou um exemplo né não conseguia me exercitar às vezes não pulava refeição ou comia o que dava pela Correria né pela pela necessidade de do momento não me orgulho disso mas eu sei que isso mudou o meu quadro clínico de
saúde então eu Realizaram um exame para entender o estrago disso é importante né E aí saber uma reavaliação né então eu não tenho necessariamente uma manifestação de sinais e sintomas Mas eu posso estar fazendo uma avaliação de prevenção porque eu sei que houve uma grande mudança no meu no meu dia a dia na minha rotina tá e o que A grande questão é que as pessoas né a população em geral elas não têm esse hábito de fazer por prevenção como eu falei Às vezes as Pessoas só vão fazer eh exames quando estão doentes né e
não fazer de forma preventiva é um dos grandes problemas que muitas vezes você tem a doença instalada e o tratamento ele é muito mais difícil né vamos dizer assim né Difícil num sentido de eh doloroso vai talvez para você regredir uma doença do que você prevenir uma doença tá E é um conceito que eu gosto muito de de trazer sempre nessa nessa nossa Conversa Exatamente Essa visão preventiva tá esses dois autores publicaram aqui um tratado né sobre medicina preventiva nada mais fala que essa medicina preventiva é a arte de prevenir doenças simples assim né E
você promover um bom estado de saúde para esse indivíduo evitar que esse indivíduo adoeça fique inválido ou possa até vir a a óbito né então dentro desse conceito eles criaram né um uma uma forma de interpretar essa Essa chamada história natural das doenças né que eu acho muito interessante porque faz sentido na nossa visão de interpretação de exames tá o que que seriam essas fases da doença segundo o Levi clarque eles dividem basicamente o quê numa fase pré-patogênicos basicamente seria antes de eu ter um estímulo patogênico e depois a gente usa nomenclaturas como fase pré-clínica
fase subclínica ou fase clínica de manifestação da doença são Sinônimos basicamente o que que é a fase pré-clínica ou fase pré patogênica a gente no dia a dia a gente não tá aqui hoje em dia eh numa fase onde o ar da atmosfera tá horrível por causa da des queimadas da poluição e tudo mais então há um grande acometimento de pessoas com doenças respiratórias tá acontecendo ou seja tem um estímulo patogênico para isso mas tem gente que também tá vivendo nessa poluição nessas queimadas e tudo mais e Não tem doença respiratória você concordam isso depende
do quê de organismo para organismo Então existe o que a gente chama de simbiose dessa relação biológica entre um agente infeccioso e o hospedeiro que somos nós se o nosso corpo tá vulnerável o que a gente hospedeiro vira um um agressor E aí isso começa a desenvolver respostas que é o estímulo patogênico Então você vai ter alterações iniciais no nosso organismo que muitas vezes são Alterações que não geram os sinais e sintomas clássicos da doença ou muitas vezes essas alterações elas são silenciosas E se a gente consegue nesse momento fazer uma detecção que a gente
chama de detecção precoce eu consigo identificar algumas alterações que podem ser fatores de predisposição a uma doença lá na frente tá só o que que eu quero dizer com isso a visão tradicional que eu mostrei para vocês ela é o quê quando você tem o indivíduo que tem uma Doença ele faz o exame é diagnosticado certo a visão fisiopatológica É exatamente esse olhar para uma detecção precoce é o olhar antes de manifestar sinais e sintomas olhar para fases antes que a doença aconteça que olhar seria isso para que que você tá falando vou dar um
exemplo simples tá hoje todo mundo banaliza e fala de inflamação né tudo é inflamação não você tá inflamado que vem a desinflamar e não sei o qu eu não aguento mais ouvir eh Instagram de Desinflamação tá essa uma coisa que que me dá até um ataque Cardia tá porque a grande questão é que a gente tem que entender a inflamação é parte de um processo do nosso corpo o que que é inflamação uma resposta celular então eu ter uma resposta inflamatória significa que eu tenho um problema não necessariamente eu tenho que saber interpretar essa inflamação
né então eu posso dependendo do caso detectar um grau inflamatório e isso ser Um fator de risco para uma doença por exemplo o indivíduo que é obeso ele não é um indivíduo com inflamação de baixo grau ele pode não ter alteração glicêmica pode não ter alteração de perfil lipídico pode não ter alteração de eh pressão arterial mas ele pode ter um grau de inflamação aumentado isso é um fator de risco então você pode atuar melhorando esses marcadores isso é atuar de visão numa visão fisiopatológica preventiva epidemiológica tá e não Apenas numa visão de diagnóstico de
uma alteração lá na frente que ele já tem a doença instalada tá Então essa é a forma que a gente vai entender os exames nessa visão fisiopatológica e muitas vezes a gente vai olhar pros exames sem eles estarem naqueles valores das diretrizes que é isso que a gente estava falando por isso que falam Ah não porque a gente não interpreta no valor de referência porque a gente não faz diagnóstico de doença tudo Bem do ponto de vista preventivo Tá qual seria essa importância dos exames pra gente um dos grandes pontos que eu coloco tá a
importância nessa visão preventiva é identificar carências nutricionais pessoal e identificar carências nutricionais eu faço um parêntese aqui muito cuidado eu brinco que é aquele pedido de exame Centrum sabe o que que é o centro de A a Zinco né aquele pedido de exame que bota lá todas as vitaminas e minerais achando Que você vai identificar carência nutricional não Não tô falando disso não é isso que eu tô falando tá por que que eu falo da identificação de carências nutricionais porque os nutrientes são fundamentais pro funcionamento do nosso organismo seja a gente falar ah por exemplo
uma deficiência de Ferro implica numa anemia ué uma anemia implica numa doença então eu tô atuando de forma preventiva que é olhando para essas carências que podem levar uma doença né Então essa visão significa que eu olho pro exame não para detectar vitamina A B C D E F G H eu quero detectar quanto que essas carências nutricionais influenci no organismo principalmente noos fatores de risco para doenças principalmente nas funções do nosso organismo a gente falou de tiroide tireoide ela é quase que estritamente nutricional né a o olhar paraa tiroide se não for um olhar
nutricional tá vendo um grande risco de interpretação então olhar para um TSH Para um T4 sem olhar para as carências nutricionais H um grande risco de erro de interpretação tá entendam que os exames eles sempre vão ser uma ferramenta complementar por isso que eu falei essa é a minha visão tá a minha visão é que o exame ele seja após a primeira consulta tá por quê porque tem gente que eu sei se é alguém que faz isso aqui não se sinta ofendido Tá mas tem pessoas que às vezes vão marcar uma consulta com o profissional
a Secretária já fala assim viu toma aqui essa lista de de exame no seu e-mail ou no seu WhatsApp você já providencia Esses exames e traga na primeira consulta para adiantar o seu atendimento Desculpa isso não adianta Na minha opinião isso só adianta se aquela pessoa aquele profissional atende só um tipo de paciente só um perfil de paciente Aí sim aí ele tem exames e critérios para direcionar para aquela situação agora se você atende hipertrofia emagrecimento Longevidade terceira idade jovem gestante etc me descul desa não dá para você ter uma lista padronizada tá essa lista
padronizada ela só vai fazer sentido né com uma avaliação muito geral geral geral e por isso que eu falo que ela é complementar ao seu raciocínio clínico e ela vem depois da primeira consulta onde você vai entender você vai conhecer a pessoa você vai ver se ela tem exame recente você vai analisar os exames você Vai ver os objetivos você vai ver a situação que ela tá vocês mesmos nutricionistas não tem vezes que às vezes vocês não fazem uma prescrição de dieta vocês trabalham de forma qualitativa e tem resultado a mesma coisa a gente pensar
no exame tá porque lembra a gente não trata número a gente trata pessoas tá o número eles nos auxiliam que que eu falei que o exame é responder uma pergunta os números vão ajudar a gente responder uma pergunta tá Só que a gente tem que saber que pergunta a gente vai fazer você quer perguntar como é que eu chego de São Paulo até o Rio de Janeiro eu posso ter várias respostas para você todas elas te levam pro Rio de Janeiro levam algumas vão levar mais tempo outras vão levar menos tempo né então o exame
é mais ou menos isso eu preciso fazer aquela pergunta que eu chegue na resposta em menos tempo esse é o ideal por quê porque imagina que você faz um exame a Paciente traz os resultado hum podia ter pedido outro faz outro exame aí Traz resultado hum podia ter feito mais um né aí p exame faz outro e traz o resultado não a gente tem que chegar na resposta o mais rápido possível tudo bem E essa infelizmente é uma visão que às vezes a gente vê hoje em dia tá é tanto exame é tanto exame é
tanto exame a pessoa não lembra nem mais Onde tá o paciente ou então sabe o que acontece eu já vi você pede essa lista Gigante de exame aí você dá lá que aqueles três 200 exames que pediu tem um alterado tá vendo ó vamos tratar esse aqui ó esse aqui que tá alterado Bora ali Vamos fazer um sorinho Vamos fazer um manipulador esse seu exame que tá alterado número paciente a gente trata paciente lembra sempre disso tá então o que que eu acho que é importante quando a gente vai pensar Nessa solicitação de exames tá
que que eu falei para vocês a primeira frase que eu queria que vocês guardassem foi lá no começo que primeiro passo para interpretar exame é saber solicitar da forma adequado e solicitar não é simplesmente Qual o parâmetro que eu vou pedir não é isso solicitar exame é aquilo que eu falei para vocês eu preciso de eh mais informações desse indivíduo para aquele Para aquele momento de avaliação como eu falei para vocês eu mudei minha rotina mudei o meu o meu dia a dia será que isso não interfere nos meus exames Lógico que interfere eu preciso
levar isso em consideração né então aqui eu ponho um exemplo né essa imagem aqui até essa solicitação eu peguei no Google tá era propaganda de uma gráfica uma gráfica que que n enfim o que falar que que acha que isso Vai adiantar trabalho do nutricionista né uma solicitação pro nutricionista é só você fazer um xizinho você vai adiantar o seu atendimento né E aí você tem aí ó o pedido centro aí ó de azin né tem tudo tem tudo gastrina lipase enfim coisas que que muitas vezes não tem a menor sentido de fazer um pedido
né no sentido de fazer um pedido num exame de sangue dessa forma tá e eu falo tem pontos legais nessa solicitação que Eu dou até um um uma sugestão às vezes para vocês é tem aqui ó solicito exames para acompanhamento nutricional e prescrição dietética isso aqui muitas vezes é por quê Porque tem aquele problema de guia do nutricionista de aceita ou não aceita nem que falar de plano de saúde que ele já não aceita mesmo né a briga eterna que esss nutricionistas TM né mas às vezes o próprio laboratório pode querer encrencar alguma coisa que
não pode na Verdade né né Então até tem aqui as leis as resoluções aqui embaixo que eu achei Prudente né como uma segurança aí mas que não é obrigatório obviamente tá uma coisa que eu falo que seja interessante vocês se atentarem na hora que for solicitar exames pessoal é isso aqui ó é material biológico tá material biológico é até a o nome do exame tá um cuidado às vezes por exemplo pede lá vitamina D pede no exame vitamina D vitamina D A gente tem que pedir a 25 hidróxidos Vitamina D né Essa é a forma
que a gente Analisa no exame o laboratório é obrigado a saber isso não necessariamente que a pessoa que tá lá na recepção muitas vezes que vai fazer o seu cadastro do pedido não necessariamente sabe ele vai colocar lá o o o parâmetro que tá escrito na guia no no software dele lá e vai ver por exemplo cortisol cortisol matinal cortisol sérico cortisol de 24 horas cortisol salivar cortisol x cortisol Y Cor Tem vários tipos então material biológico entra também nisso é importante a gente Direcionar para que para aquilo que a gente tá querendo ver né
supõe-se Que exames de sangue todos ali são mas se você tem por exemplo um cortisol na saliva um cortisol salivar você tem que identificar isso tá isso é importante também de ser colocado para principalmente na hora que o paciente cheg no laboratório ele não tem problema e às vezes ele não sabe responder Obviamente isso é função do profissional que tá fazendo essa guia de solicitação tá mas aqui eu falo que tá faltando alguma coisa nessa nessa guia aqui falta alguma coisa e alguma coisa muito importante foi aquilo que eu falei para vocês que muitas vezes
tá sendo negligenciado que é o preparo desse indivíduo quais seriam as orientações para esse indivíduo fazer o exame né quando eu falo dessas orientações que Eh que orientações que a gente pode estar colocando aqui né para vocês entenderem o que que eu quero dizer com orientações priso entender que existem três fases para realização do exame eu falei para vocês que eu como Bi me formei dentro da fase analítica né a fase do Laboratório das das metodologias o que seram essas três fases de realização do exame fase pré-analítica a fase analítica e a fase pós-analítica tá
a fase pré-analítica Pessoal é a fase do pedido é a fase do preparo do paciente e quando eu falo aqui pedido ou preparo do paciente um cuidado que eu falo aqui só pra gente entender o que que eu quero dizer é vocês trabalham com consultório provavelmente trabalham ou já trabalharam com bioimpedância certo e eu sei que quando vocês usam esse método de avaliação de composição corporal existe um preparo desse indivíduo não é pelo menos 4 horas em jejum evitar bebidas Cafeinadas alimentos estimulantes pelo menos 30 minutos antes Vai no banheiro porque conduz eletricidade a bexiga
né Será que isso pode influenciar geralmente não faz no período menstrual eh paciente com marcapasso é proibido de fazer eh evitar exercícios físicos tendo antes no dia ou no dia anterior enfim são vários cuidados para você fazer o teste certo e esses cuidados envolvem muitas vezes o quê envolvem [Música] Eh orientações prévias para esse paciente e pro exame que orientação que a gente dá se é que dá tem muita gente que fala assim não porque eu fui no fui no médico e ele falou que eu não posso fazer exercício antes de fazer o exame Posso
ou não posso Qual é o critério para isso né então esse preparo né de de realização ó por exemplo no exame a gente geralmente fala ah não tem que fazer jejum faz Jejum faz jejum não faz jejum Então tudo isso pessoal tá envolvido nessas três questões principalmente na fase pré-analítica orientar ente pro exame é muito mais do que falar se ele tem que estar em jejum ou não E por que que isso é importante cada uma dessas fases tem um percentual de interferência no seu resultado Qual é a fase que mais interfere no resultado a
fase pré-analítica muitas vezes resultados alterados não são por Conta necessariamente de alterações do paciente muitas vezes são alterações decorrentes da fase pré-analítica são alterações que muitas vezes não foram orientadas então quando eu falei que a gente precisa orientar o indivíduo o paciente a fazer o exame não é que eu quero manipular o resultado não é porque eu quero saber naquela condição de avaliação que você tem um entre aspas controle para saber o organismo Como que o organismo dele tá E não uma possível Interferência do meio ambiente tá Então isso é importante pra gente saber das
fases de realização do exame tá porque uma boa solicitação é isso é uma anamnese detalhada são sinais e sintomas que te trazem esse raciocínio Clínico E aí te direciona a fazer a solicitação de exames tá E esse raciocínio Clínico esses sinais mas também te auxili o quê em Como orientar esse indivíduo a fazer o exame tá a gente falou do jejum precisa Fazer jejum por ex de sangue precisa não precisa depende né se eu quero uma Glicemia de jejum óio vou ter que est em jejum eu quero min insulina de jejum ten que est em
jejum agora para um TSH eu preciso de jejum a testosterona eu preciso de jejum aí entra a questão ou mesmo pro tal do perfil lipídico geralmente é o que se fala que perfil lipídico o ideal é que você este de 8 a 12 horas até 14 horas de jejum algumas recomendações Colocam isso para uma avaliação do perfil lipídico que acontece quando esse trabalho foi publicado ele falou basicamente como tá aí no título o jejum não é mais necessário de rotina para determinação do perfil lipí não sei se vocês já ouviram falar sobre isso e precisa
ou não precisa fazer jejum tá como eu falei as ferramentas de jejum né as os marcadores de jejum não tem como não estar em jejum mas o perfil lipídico Foi colocado que não precisa fazer em jejum e aí o que eu trago de primeira compartilhar também esse olhar crítico de vocês na informação que chega como por exemplo pô tá publicado foi publicado no na sociedade europeia de Cardiologia um órgão de referência né então nossa eu acho que a gente realmente tem que seguir essa essa recomendação e isso foi na verdade uma recomendação que foi seguida
pela sociedade brasileira de Cardiologia Medicina de Patologia clínica de Medicina Laboratorial aqui no Brasil aí quando você para e pensa é o posicionamento de uma sociedade europeia você tá falando que você não precisa fazer jejum antes do exame de sangue certo pergunta reflexão do dúvida o hábito de alimentação da população europea mesmo do brasileiro pro brasileiro também falar que não precisa de jejum antes do exame de sang ou então qual que é o Real Impacto de uma Alimentação no no exame num perfil lipídio né Por que que esse trabalho foi aceito aqui no Brasil como
recomendação se vocês olharem hoje em dia no exame de sangue quando você olhar etc vai ter lá exame realizado em jejum ou sem jejum existe uma mudança de alguns valores de referência tá a gente vai entender o por disso que que esse trabalho teve força tá existe né e é um trabalho de associação a princípio né de estudo de Análise e depois eles até fizeram uma causa e efeito Tá mas eh olha só 98.000 homens 111.000 mulheres que foram analisados durante 16 horas em jejum e analisado a cada hora a concentração das lipoproteínas colesterol Total
trigliceride LDL HDL o que que eles observaram que tanto em homens quanto em mulheres qual era a lipoproteína que mudava as suas concentrações em jejum triglicerídeo triglicerídeo diminui as suas concentrações no sangue em jejum Enquanto erol Total HDL LDL praticamente não mudam Opa se triglicerídeo cai no jejum Será que triglicerídeo responde a alimentação e foi exatamente o trabalho do lado aqui essa meta análise fez uma avaliação pós-prandial tá E foi observado que na avaliação pós-prandial 992 eh 1000 indivíduos triglicerídeo aumenta suas concentrações grave esse número aqui ó 26 MG por Dil HDL não aumenta LDL
não aumenta Colesterol não aumenta triglicerídeo aumenta qual é a conclusão do trabalho a conclusão do trabalho é caso os indivíduos façam o exame do perfil lipídico sem estar em jejum os valores de triglicerídeo mudam a sua referência de 150 para 175 por isso que eu falei grav o 25 ali tá e Isso é o que tá na recomendação da Sociedade Brasileira de Cardiologia depois vocês olharem tá essa mudança Né implica exatamente nesse nesse nesse resultado nesse trabalho aqui só que simplesmente acatar esse número né não não sei se é é o nosso papel aqui vamos
pensar o seguinte como é que eles fizeram essa análise pós-prandial Qual foi a refeição que eles fizeram para falar que o triglicerídeo aumenta em média 25 MG por dcl a gente vai paraa bioquímica como que é a bioquímica de formação do triglicerídeo triglicerídeo se forma a partir da onde a partir da Absorção intestinal de gorduras essas gorduras viram os chamados quilomicrons que vão pro fígado os remanescentes e formam os triglicerídeos certo então para fazer um teste de aumento de triglicerídeo na verdade eles não fizeram uma refeição eles fizeram como se fosse eh quando a gente
faz o teste de tolerância orar a glicose você não dá glicose para aumentar a glicose um teste de aparecimento de triglicerídeo que que Eles deram gordura eles fizeram um emulsificado lipídico para o quê para ver se isso aumentava o perfil lipídico as lipoproteínas e aumentou o triglicerídeo Não aumentou as outras lipoproteínas então eles falam que essa quantidade de gordura que foi ofertada nesse teste é muito maior do que a quantidade de gordura de uma refeição tradicional por isso que os indivíduos podem fazer o exame no estado alimentado sem se preocupar com isso exceto se eles
Fizeram uma refeição riquíssima em gordura Aí ele dá o exemplo de um fast food por exemplo E aí isso seria um fator que realmente estaria maquiando ou induzindo um aumento pela por essa refeição e não pela condição metabólica Tá mas que numa situação não jejum de uma condição metabólica normal eh até 75 é tolerado de aumento tá A grande questão que eu fico pensando aqui é triglicerídeo responde a gordura a ingestão de gordura Por que que vocês Acham que o triglicerídeo cai em jejum o que que é consumido o nosso em jejum é gordura que
vai cair esse triglicerídeo ou reserva de glicogênio Por que que a gente fala que triglicerídeo reflete ingestão de carboidrato essa queda de triglicerídeo aguda essas 16 horas de jejum é depuração de reserva de glicogênio e da onde vem o glicogênio da onde vem o glicogênio quando a gente tá em Jejum do músculo ou do fígado do fígado glicogênio páo Ah e onde que o triglicerídeo é formado no fígado e o fígado ele responde a qu também a formação de glicogênio então triglicerídeo Por que que a gente fala que ele é um marcador muitas vezes da
ingestão de carboidrato se você pega o indivíduo que tá fazendo uma dieta low carb tá comendo pouco carboidrato você vai pegar o triglicerídeo no exame dele Vai dar quanto 40 35 50 isso é típico típico de um indivíduo que tá fazendo baixa ingestão de carboidrato Por que que a gente explica isso ué que se carboidrato glicose forma glicogênio no fígado quando que eu formo glicogênio quando eu tenho a glicose gerando energia se eu tenho um excedente calórico o excedente calórico eu não preciso gerar energia da glicose essa Glicose forma ácido gráo livre ácido gráo livre
é uma molécula de glicerol tria glicerol triglicerídeo Por que que o indivído com resistência a insulina diabético tem hipertrigliceridemia tem problema do metabolismo e glicídio tá então triglicerídeo responde muito agudamente a carboidrato tá ele pode ser um marcador pra gente de perfil energético tá o grande cuidado nisso é Indivíduos com resistência insulínica eles têm problema dessa sinalização insulina a insulina Ela também tem um fator direto na síntese de triglicerídeo então ela não necessariamente reflete reserva energética ela pode refletir na verdade é uma problema metabólico tá então por que que a gente fala ah triglicerídeo reflete
ingestão de carboidrato Ele tem muita relação com o metabolismo da glicose Ah mas aquele trabalho mostrou ingestão de gordura Porque é uma outra via também de formação de triglicerídeo tá que é a via da absorção intestinal e quilomicrons tá mas é muito mais comum e mais fácil a gente observar pessoas comendo altas quantidades de carboidrato né mais vezes ao dia até do que altas quantidades de gordura várias vezes ao dia por muitos dias tá então fica nessa atenção muitas vezes que triglicerídeo responde não necessariamente a gordura e sim a carboidratos Certo então quando a gente
fala dessa questão questão do jejum precisa fazer jejum sendo bem sincero pro perfil lipídico não precisa não precisa mas o cuidado é se você não faz o exame em jejum Quando você vai repetir esse exame para efeito de comparação Será que mudar o que ele comeu antes do exame pode mudar o resultado então eu tenho uma certa cautela em liberar o jejum não pelo Efeito do que aquela alimentação Faça no exame mas Para efeito de padronização de exames de comparação consegu entender o que eu quero dizer então se eu faço um exame hoje eu quero
reavaliar esse indivíduo eu tento reavaliar na mesma condição e o jejum eu considero como uma forma de você padronizar A grande questão é eu preciso de um jejum de 12 14 horas meu ponto de vista não jejum noturno ele É suficiente tá acho que a grande maioria dos pacientes das pessoas não acordam de noite para comer né Eu costumava falar isso até que na última aula a aluna trouxe assim então mas meu paciente acorda à noite para comer falei então a gente precisa acho que tratar o paciente primeiro dessa questão dele acordar à noite para
comer do que eu pensar só no exame eh antes qualquer coisa Ah mas eu costumo dizer que o o o jejum serve como Ferramenta de padronização só para você garantir que esse indivíduo vai fazer e repetir o exame na mesma condição tá falei para vocês da parte analítica isso aqui é eu dentro de um laboratório Eu recebo um tubinho de sangue centrifugo esse tubo E você tem esse perfil né que a gente observa Vocês conseguem observar que existem uma diferença entre esses dois tubos esse tubo olhando aqui pra tela né o da esquerda ele é
mais translúcido mais transparente esse Segundo aqui ele é mais Turvo mais anoso vamos dizer assim isso aqui é o que a gente chama de sorol lipêmico tá isso aqui é uma característica muito comum né de um indivíduo que não fez jejum às vezes para realizar o exame de sangue né no caso que eu falei para vocês eu já estou no laboratório tô com o tubo na minha frente que que eu vou fazer falar ô Fulano volta aqui que eu vou coletar o seu de novo já foi embora já foi embora né então o que que
a gente faz aqui Nesse caso eu vou dosar e vou ver quanto que vai dar se der muit fora Eu repito e coloco no laudo exame realizado em duplicata confirmado né nesse caso foi um paciente foi sexo masculino teve um triglicerídeo de 990 mais ou menos lembro que a gente falou de 150 a 175 né 988 89 eu lembro mais ou menos nesse nesse valor bom como era um centro de pesquisa Eu sabia que era os pacientes a gente foi falar o senhor fulano já tava de jejum mudou a alimentação né Teve alguma diferença tem
algum hábito específico na alimentação tipo de preparo de alimento enfim a gente foi tentando levantar várias hipóteses né E no fim não tinha nada demais a gente falou assim vamos repetir na semana que vem repeti o ex deu praticamente a mesma coisa então no dele já era um problema clínico era um indivíduo que tava com estose hepática Avançada né então isso explica um pouco né o o o exame Mas a questão é quem tá no laboratório se coloquem na no na na na pele de quem tá no laboratório você acha que eu vou o Quem
tá lá no laboratório rodando um monte de exame às vezes eles pegam e colocam tudo em máquina vão lá olhar e falar hum acho que esse aqui tá alterado deixa eu ver quem é Ah o seor Fulano aqui Francisco tá alterado nossa deixa eu ver quem queou exame Nossa eu vou falar aqui com O Fulano que solicitou o exame que o exame do seão Francisco a hora que eu processei aqui ele deu alterado não vai acontecer isso né então por isso que a gente precisa ter o cuidado pré-analítica e depois que sai o exame retornou
para você e você hum acha que pode repetir é mais um outro processo pro seu paciente né então a gente tenta exatamente Minimizar isso com o cuidado pré analítico certo um outro ponto do jejum isso aqui eu acho que é importante A gente falar é se você fala para indivíduo que ele tem que ficar em jejum para fazer exame de sangue pergunta simples Você acha o qu que ele vai entender que o jejum é só de comida ele vai entender que ele não pode nada ou ele vai ficar na dúvida então se ele pode tomar
água ou não é isso aí eu tem tenho dúvidas assim até hoje eu recebo até hoje eh diso pode tomar água ou não não é que a água quebre o jejum ou coisa desse Tipo não tem nada a ver mas enfim a gente precisa orientar E aí eu falo para vocês a o hábito de hidratação da população é bom se fosse bom a gente não precisava toda hora est fazendo post de hidratação né se hidratem clima seco As queimadas e não sei o qu tem que hidratar faz a continha 30 50 ml por kilo de
peso aí imagina se você não orienta aí beleza ele viu que o jejum é de 8 a 12 horas você acha que ele vai fazer um jejum de 8 ou de 12 né é tipo assim quando eu vou voltar no nutricionista eu vou comer certinho né para ir no retorno eu vou fazer exame Hum acho que eu vou fazer 12 né Quanto mais tempo sem comer mais chance do meu exame não dar alterado é a cultura do leigo e a água bom jejum não vou tomar água aí Já já não toma água o dia inteiro
aí você vai ficar 12 horas de jejum você vai fazer o exame 6 horas da manhã 6 horas da tarde já não come já não toma água já não tomou água o dia Inteiro você vai estar pouco desidratado ou muito desidratado na manhã seguinte E qual o problema da hidratação pensa comigo se eu tô pegando um exame por exemplo uma glicose eu tenho uma glicose de 100 mg Por deil que é isso é uma unidade de concentração se eu tenho um indivíduo deshidratado vocês não concordam que esse sangue fica grosso ele fica concentrado isso Será
que não pode mascarar um exame Total vou te dar um exemplo na prática do esporte é muito comum você pegar o quê de indivíduos que fazem provas Outdoor extenuantes e que desidratam muito certo principalmente indivíduos de Endurance um dos pontos que geralmente é avaliado em indivíduos de Endurance é o quê a questão da hemoglobina por causa do transporte de oxigênio um risco que você corre de não olhar paraa hidratação e achar que a hemoglobina tá normal isso é um grande Risco tá se você pega o indivíduo que faz endurance indivíduo que treina Outdoor que treina
eh um volume grande que desidrata bastante você pega um exame e vamos dar um exemplo Principalmente mulher tá mulher já é grupo de risco para anemia depois que a mulher começa menstruada grupo de risco de anemia Então você pega lá uma mulher que ela espera-se tá espera-se da mulher uma hemoglobina pelo menos acima de 13 13 13,5 pelo menos isso Clínico tá Clínico Então vamos imaginar que aí você não se atentou à hidratação você pega lá essa atleta com uma hemoglobina de 14 por exemplo aí você vai olhar e vai falar assim Ok só que
o hematócrito dela tá de 50 que que isso indica provavelmente ela está desidratada ela tá hemoconcentrado então essa hemoglobina que eu tô julgando 14 como boa às vezes não é 14 numa situação normal às vezes é 13 entende então esse é um grande Problema de de você não se atentar ao cuidado da hidratação Olha só uma coisa que é relativamente simples que implica diretamente na interpretação do seu resultado paciente tem que saber disso ele tem que ser orientado ele não tem que saber nós temos que saber disso e orientar ele tá então é muito importante
você olhar para um perfil de hidratação do seu exame para poder realmente ter a certeza disso né eu gosto muito de olhar Uma o hemat é um parâmetro legal né o hemat é o percentual de células em relação ao volume plasmático né então o hemat ali que gira na casa uns 35 40 uns 40% ali é Umo geralmente eh normal vamos dizer assim né desde que esse indivíduo também não tem uma baixa contagem de de eritrócitos né uma baixa contagem de hassa falando de indivído normal a nisso hemat pode ser um parâmetro ou então a
gente vai para Us molaridade a osmolaridade realmente ela É mais pura mas não é tão eh é um parâmetro a mais no hemograma é muito mais fácil tá a osmolaridade também pode ser um parâmetro de hidratação tudo bem eh um outro ponto de um jejum muito prolongado n a gente pode falar aqui por exemplo de alteração de alguns parâmetros como o cortisol né Muito tempo de jejum a gente pode ter alteração por exemplo aqui do cortisol tá e o cortisol eu não tô nem falando de Dosar o cortisol tá o cortisol vai est aumentado coisa
des tipo não é porque ele é um hormônio regulador energético também muito tempo em jejum o que tende a acontecer nossa insulina cai quando a insulina cai os hormônios contrarreguladores sobem glucagon catecolaminas GH e cortisol tá Esses são hormônios contrarreguladores da insulina e o que que esses hormônios contrarreguladores vão fazer se eu estou em jejum eles vão fazer o quê Glicorreguladores por conta de um jejum prolongado tá então fiquem também atentos com isso não é quanto mais tempo de jejum melhor certo tem um parâmetro que eu gostei gostaria de deixar uma atenção para vocês sobre
realizar este parâmetro em jejum tá isso temse falado né não se fala tanto né mas eh dependendo do perfil de paciente que a gente vai avaliar é importante tá a avaliação da testosterona em homens tá em homens em Jejum tá então esse trabalho mostra Exatamente isso existem fortes evidências que mostram que o pico de concentração da produção de testosterona ele é por volta de 8 horas da manhã tá ele é por volta de 8 horas da manhã Além disso né o efeito jejum ou alimentado pode influenciar nas suas concentrações que o ideal é estar em
jejum certo quando quando que isso é relevante tá isso não é relevante para aquele jovem saudável que Não tem vamos dizer assim não tem stress não tem nada aí eu quero saber qual é o valor da testo dele se é alta não é isso isso é principalmente pra gente avaliar aqueles indivíduos que TM suspeita de um hipogonadismo ou de sinais e sintomas de hipogonadismo é um exemplo homem meia idade sedentário e com circunferência abdominal mentada tabagista então piorou tá esse perfil tá principalmente da gordura visceral ele tem um grande potencial de ter testosterona reduzida Então
por que que esse indivíduo é importante eu avaliar em jejum às 8 horas da manhã porque eu quero saber quanto que ele tá produzindo na condição ótima porque na verdade a a minha hipótese é de deficiência eu não quero saber se ele produz 900 ou 1000 não minha hipótese é de deficiência se a hipótese que eu tenho é de deficiência eu tenho que avaliar esse indivíduo na hora que ele faz pico Porque se na hora que ele faz pico tá baixo eu sei do problema se na hora que ele faz pico não tá baixo OK
o problema não é hormonal então isso também é um ponto muito importante que a gente tem que levar em consideração que é o horário da realização do exame tá nesse caso para homens tá recomenda-se fazer até 8 horas da manhã em jejum para saber o pico fisiológico da produção de testosterona principalmente na investigação de indivíduos que tenham Baixa concentração de testosterone Ah isso aqui não é pro Fitness bodybuilder etc não isso aqui é para quem tem risco de deficiência de testosterona você tem que avaliar esse horário nessa condição tá isso é o que a gente
chama um pouco dessa cronobiologia relacionada à fisiologia endócrina em determinados horários do dia como vocês podem ver essa essa imagem eu tenho picos de de de síntese hormonal né então a testosterona e o Cortisol geralmente é por volta das 8 horas da manhã tá Ah isso quer dizer então que eu tenho que sempre avaliar o hormônio no Pico das suas concentrações não depende que que eu acabei de falar para vocês por que que eu quero avaliar testosterona no pico quando eu tenho uma suspeita de deficiência que é um paralelo quando a gente fala de horário
de exame Cesa que a grande maioria pensa no cortisol em fazer o exame de cortisol Entre 8 e 10 horas da manhã é o que a grande maioria pensa é o que tem lá no resultado do exame cortisol exame coletado tal hora sabe qual que é o grande problema disso exatamente o por que eu t doando eu tô pedindo aquele exame eu tô tô sendo repetitivo aqui para vocês para para vocês conseguirem fixar isso por que que eu pedi eu quero pedir testosterona às 8 horas da manhã em jejum porque eu quero ver o pico
da testosterona certo mas por Que que eu quero ver o pico da testosterona porque eu tenho a suspeita de deficiência se ten a suspeita de deficiência é na hora do pico que eu vou ver se ele tem deficiência certo Por que que as pessoas pedem cortisol às 8 hor da manhã para ver se o cortisol tá alto qual é a hora que o cortisol tá alto é de manhã e as pessoas interpretam cortisol alto como algo ruim pedindo exame às 8 horas da manhã Isso é errado isso é errado Gente se eu quero saber se
eu tô com uma produção aumentada de um hormônio que horas que eu tenho que analisar esse hormônio Fala alguém para mim para ver se vocês estão entendendo estão raciocinando comigo então melhor vamos lá eu peço o exame do cortisol 8 horas da manhã que foi isso que eu aprendi no livro texto você pede lá e tá alto tá alto assim vai fala que ele tá dentro daquele limite de referência mas tá lá no teto Lá lá no alto nossa tá estressado quem que não tá estressado hoje em dia tá estressado Aí você faz o quê
Olha eu acho que então a gente pode fazer aqui uma prescrição para você de pass Flora eh rodiola Rosia e acho Ganda é isso que acontece Gente desculpa não sei se alguém pensa assim ou faz assim mas fisiologicamente não é assim se eu quero saber se esse indivíduo tá com produção alta de Cortisol primeiro cortisol sério é o péssimo exame para fazer isso péssimo segundo se eu quero saber se a produção está aumentada sabe que horas que eu tenho que avaliar 11 hor da noite que é onde ele não produz se a produção está aumentada
é a hora que ele não produz que ele vai estar produzindo isso é o diagnóstico de hiperprodução entende porque é errado filar do cortisol 8 horas da manhã como ah ele tá Estressado o grande problema de dosar 8 horas da manhã a minha questão é se ele tá baixo aí é outra coisa é um outro diagnóstico que muitas vezes os sinais e sintomas são parecidos fadigas sonolência cansaço sono que não é restaurador etc etc Eles são muito parecidos mas a interpretação do exame a solicitação do exame ela é diferente tá então cortisol sérico matinal 8
horas da manhã vou dar um outro exemplo ah 8 Horas da manhã porque tá aqui ó é a curva da fisiologia que tá mostrando isso pra gente certo vou dar o meu exemplo eu acordo antes das 5 todo dia Ah então quer dizer que eu tenho que esperar até às 8 para fazer o exame eu não tô fugindo da minha fisiologia do meu hábito da minha rotina será que isso não impacta você vai fazer o exame de sangue vou dar o exemplo de São Paulo ah eu posso dar o exemplo do Rio de Janeiro Também
o trânsito ruim que é o Rio de Janeiro não sei se alguém é do Rio de Janeiro aí mas que trânsito ruim eu sou de São Paulo mas já faz dois anos que eu moro no Rio Pensa num trânsito ruim que é o Rio de Janeiro tá pegar o carro pegar trânsito e ir pro laboratório para mim isso é um stress absurdo absurdo aí você imagina que às vezes você tá na correria você tá com horário você tá atrasado você tem trânsito você tem que levar as crianças Na escola você tem um chefe chato para
caramba ô isso tudo tea o exame do cortisol responde rápido rápido 15 a 20 minutos numa situação de stresse pum você tem um pico de cortisol exatamente por quê Porque ele é um hormônio de stresse só que entende que dosar isso no sangue você não tá tendo uma resposta necessariamente do perfil desse indivíduo você tá tendo uma resposta aguda ele mede isso de forma aguda então começa a entender vocês começa a Entender que é um exame que tem pouca relevância muitas vezes tem mais confidor do que esclarecedor um outro exemplo quando a gente tem restrição
de sono isso é um fator estressante Na minha opinião é é restrição de sono quando a gente tem restrição de sono vamos imaginar nós somos pessoas normais temos que acordar cedo todos os dias para ir trabalhar né brincadeira com pessoas normais né Tem gente que pode se dar o luxo de não Precisar acordar cedo para ir trabalhar você tem que acordar cedo só que você teve que que dormir tarde porque sei lá você tem outras funções tem que estudar Você tem que fazer enfim e aí você tem que acordar você tem lá 4 Horas de
Sono na noite mas tem que acordar 6 horas da manhã para ir trabalhar essa restrição de sono é um fator de estess você acha que o cortisol de manhã vai tá alto ou vai tá baixo se for no raciocínio do estess Há uma grande chance da gente Falar que esse cortisol vai tá alto né sinto lhes informar mas o cortisol muitas vezes tá baixo muitas vezes tá baixo sabe por quê Porque às vezes na restrição de sono essa curva fisiológica ela é deslocada quantas vezes você pega Então essa restrição de sono primeiro você faz o
quê você se enche de café né para acordar você vai começar a se sentir mais disposto lá paraas 11 horas da manhã é mais ou menos a hora que depois Você vai tendo sua curva de cortisol regulado é um pouco dessa mudança desse perfil que acontece então entender que um perfil de estress aumenta cortisol depende do da questão fisiológica às vezes biológica que a gente tá analisando então existem trabalhos que mostram isso restrição de sono na verdade você tem cortisol baixo e aí entra uma outra polêmica aqui já que a gente acabou deslanchando aqui no
cortisol daquela galera que fala de Fadiga adrenal tá não existe tá fadiga adrenal não existe não é reconhecido por nenhuma entidade médica séria né entidade médica séria que suspeita-se da Fadiga drenal O quê você tem um cortisol baixo de manhã que é isso aí sabe o que que acontece Medica hidrocortisona para você acordar toma corticoide para você acordar então entende que a restrição de Sona muitas vezes é isso causa você ter uma queda desse ó tá muitas vezes né O Que a gente chama de Síndrome da Fadiga Crônica Você pode ter concentrações de cortisol baixas
ao longo de todo o dia isso não é fadiga adrenal mas isso muitas vezes é uma é uma síndrome que afeta a produção de cortisol mas não é que a sua adrenal está em falência isso chama doença de AD é uma doença autoimune é outra coisa Tá isso tem relação muitas vezes com inflamação disfunção mitocondrial e outro os aspectos relacionados à fadiga tá mas Você é isso que a gente tá falando aqui é só o quê é o exame Olha só um exame que Teoricamente era muito simples Olha o quanto de coisa que a gente
já colocou que pode afetar o seu os seus seus resultados e a sua interpretação e uma outra coisa aqui que eu ainda nem comentei é que o cortisol sérico cortisol não o hormônio ele não é um hormônio esteroidal por ser um hormônio esteroidal que é derivado do colesterol Assim como como a Testosterona ele tem uma solubilidade eh fácil no sangue ou não ele precisa de uma proteína transportadora a testosterona quando a gente avalia a gente não avalia testosterona total testosterona livre shbg Albumina e o cortisol cortisol Então esse é mais um erro não sei se
eu posso dizer erro uma fragilidade metodológica da análise do cortisol a gente só dosa cortisol Total cortisol total ele não dá resposta biologicamente ativa do Cortisol a gente precisaria do cortisol livre para essa análise e uma forma disso é fazer análise salivar o cortisol salivar nos dá essa fração livre do cortisol E aí por isso que nesses casos de uma suspeita da alteração da fisiologia do cortisol a gente solicita cortisol salivar cortisol salivar a gente pede a curva de cortisol que a gente faz o quê três pontos de análise de cortisol ao longo do dia
geralmente uma hora depois que acorda no meio da Tarde no meio do dia e uma hora antes de dormir E aí você sabe se a curva começa alta cai no meio do dia e tá nas menores concentrações à noite então você traça o perfil desse indivíduo pode ser o indivíduo que tenha cortisol baixo de manhã suba à tarde e mantém a alta à noite Provavelmente o indivíduo que tem problema de dormir porque o cor é contrarre regulado pela melatonina então provavelmente é o indivíduo que tem problema de dormir provavelmente Esse é O indivíduo que você
precisa tratar esse cortisol tratar esse stresse né só um indivíduo que tem um cortisol baixo dia inteiro Talvez ele esteja relacionado a essa Fadiga Crônica talvez você tenha que olhar ali para um perfil mitocondrial para um perfil inflamatório desse indivíduo um perfil até mesmo energético desse indivíduo que possa estar relacionado com isso tá então e a inter a ela não é somente dessa fisiologia que a gente colocou aí do Horário que tá sendo analisado tá indivíduos obesos a obesidade o adipócito tecido adiposo é um órgão endócrino a gente sabe disso né e o tecido adiposo
produz cortisol tá tecido adiposo produz cortisol como que vocês acham que é o cortisol do obeso ele é normal ou até mesmo ele é baixo sérico muitas vezes acontece o quê com esse aumento de produção de cortisol H um aumento de excreção de cortisol Então Você vai pegar cortisol aumentado no obeso aonde na urina de 24 horas essa é outra forma da gente interpretar o cortisol na urina de 24 horas tá então entender como que a gente produz um hormônio os horários fisiologia que isso vai direcionar pra gente a melhor forma de solicitar o exame
e melhor forma de interpretar o exame entende entende que não é só eu trazer aqui falar ah o cortisol aumenta por causa disso diminui por causa disso O valor dele ideal é tanto né é caso a caso né então trouxe aí alguns exemplos is que a gente só tá falando de orientação do indivíduo para fazer o exame né um horário ou dia interessante dia de semana versus final de semana mais um outro ponto que eu falei no começo aí você imag n você tem que trabalhar cedo você tem que pegar trânsito seu chefe é chato
aí você vai fazer o exame lá pra quarta quinta-feira você tá explodindo já de estress não vê A hora de chegar a sexta para ir embora ou você faz o exame na segunda-feira de manhã né quando você tá de folga depois de um final de semana tranquilo de boa relaxado Será que a resposta no seu perfil não é diferente totalmente então por isso que é importante também a gente colocar essas condições em relação ao dia de realizar o exame tá porque muitas vezes se eu passo C Dias estressado versus dois de final de semana eu
prefiro avalar nos dias estressados né Por qu porque é onde eu vou atuar é onde eu posso atuar melhor né Então tudo isso é o qu a nossa leitura de como que a gente pode usar essa ferramenta que são os exames na prática na prática Clínica certo enfim mulheres são a pedidos de exames para mulheres tá Eh vamos falar primeiro da fisiologia normal fisiologia normal da mulher pós am menarca ela entra na idade reprodutiva idade reprodutiva a gente sabe que a característica o ciclo Menstrual a oscilação hormonal ao longo de 28 30 dias aí que
tem suas peculiaridades em cada uma das suas respectivas fases tá do ponto de vista de exames primeiro ponto exame da mulher estradiol progesterona para entender sobre vamos dizer assim sobre a fisiologia normal é muito pouco necessário tá se a mulher menstrua normalmente não precisa ficar vendo hormônio sexual na mulher para entender fisiologia da mulher tá se ela menstrua Normalmente ponto acabou ah mas a concentração é alta é baixa se ela menstrua ela tá pelo menos completando o ciclo tá isso é o primeiro ponto menstruou pelo menos nove ciclos no ano é o normal pelo menos
no ano o ciclo pode variar de 20 22 a 32 dias por exemplo você pode ter período de de de refluxo ali de 2 3 5 até 7 8 dias né isso aí vai de característica para característica A grande questão é mulher menstrua não precisa ficar se Preocupando em dosar stradi progesterona tá progesterona seria interessante para avaliar quando quando você quer saber se a mulher tá ovulando para ter a certeza se ela tá ovulando né Então você vai dosar lá pro 20 primiro dia mais ou menos você tem a certeza que ela ovulou por quê
Porque se ela ovulou formou o corpo lúteo o corpo lúteo produz progesteron então é basicamente para essa interpretação tá Seria mais ou menos nessa ideia o que que é Interessante do do da avaliação da mulher pensando em fase do ciclo menstrual Pens o seguinte mulheres com todo respeito eu faço sempre essa brincadeira mas eh é um é com cunho fisiológico tá Sabe aquela música Mulher de Fases né as fases da mulher etc eu brinco que a mulher é uma mulher a cada fase você pensar que é uma mulher a cada fase do perfil fisiológico hormonal
pensa que se você comparar fase com a outra você tá falando de ambientes Hormonais diferentes e de comportamentos fisiológicos diferentes tá exemplo TPM TPM é uma fase normal do ciclo é uma fase alterada no comportamento é uma fase onde muda o comportamento alimentar é uma fase onde muda a ingestão energética é uma fase onde muda o perfil metabólico fisiológico uma das explicações a queda do estradiol na na fase pré-menstrual ela tá muito relacionada com a alteração da sensibilidade insulínica E isso pode então tá mexendo no quê na análise da insulina por exemplo se você pega
um Estradão na fase per ovulatória que tá bombando sensibilidade insulínica tá voando mulher tá fazendo glicogênio tá conseguindo treinar é um outro perfil fisiológico tá então A grande questão da mulher eu sempre comento repetir o exame na mesma fase é interessante do ponto de vista para comparar a evolução tá Outro ponto da mulher que é Importante que eu falei no início mulher entrou na menarca menstruou a primeira vez entra para um grupo de risco de deficiência de Ferro tá então tem que avaliar com frequência o status de Ferro da mulher e para avaliar com frequência
o estatus de ferro na mulher é importante também saber dia para avaliar isso não avaliar quando a mulher está menstruando tá na menstruação a mulher pode perder de 1 a 6 m de Ferro por dia dependendo do seu fluxo de Sangramento sugere-se que avaliar lá por volta do 20º dia 21º dia o meio da fase lute ali como semelhante a progesterona ao pico de progesterona seria um momento mais ideal para isso e repetir nesse momento tá então é uma orientação que vocês têm que fazer para as mulheres a mulher ela não vai saber que ela
não pode fazer o exame naquela fase ou não então precisa orientar isso para quê Porque depois é o exame que vocês vão receber e vão traçar a conduta Ferritina Transferrina saturação transferrina hemoglobina VCM rdw tudo isso tem conexão tá que é importante você ter essa esse cuidado a gente só tá falando do dia da fase do momento para avaliar estamos nem Entrando nos parâmetros entende porque a fase para analítica é tão importante tá então esses pontos aí para mulher é importante tá Hum só para trazer isso à tona aí e aí aqui então que eu
falei no início que talvez Faltavam lá naquela recomendação algumas orientações ou recomendações né fica aquilo o jejum 8 12 horas 14 16 horas enfim Eu particularmente acho que o jejum ele é interessante para padronização como eu falei para vocês tá não necessariamente pelo efeito do jejum nos marcadores tá pensa no horário de coleta do exame pensando respeitando a cronobiologia tá então o mais que que tem mais Impacto talvez na questão da testosterona cortisol vai pensar muito Em hábito qualidade de sono e stress para esse horário de avaliação tá as mulheres em relação ao ciclo menstrual
como eu comentei gravidez tá um ponto importante da mulher grávida ela tem eh uma mudança de perfil fisiológico que acontece muitas vezes uma hemodiluição um aumento do volume plasmático tá então pode ser que alguns marcadores estejam mais baixos Por estarem mais diluídos diferentes do que a gente falou da desidratação pode acontecer isso você Pode ver na mulher o que a gente chama de anemia dilucional na mulher grávida Tá então cuidado também em olhar pro volume plasmático em termos de H de uma hipervolemia tá o uso de medicamentos aqui eu deixo também esse esse adendo que
é muito comum quando a gente fala por exemplo de jejum as pessoas perguntam Ah mas eu eu tomo tomo levo tiroxina eu tenho que tomar em jejum e só depois de 30 minutos eu me alimentar No dia que eu vou fazer o exame eu tomo o remédio ou não tomo remédio falo assim por que que você não tomaria o remédio no dia do exame Ah porque poderia alterar o exame fha assim o quanto será desse Impacto de alteração que que a gente pensa tem que pensar na verdade tem que pensar que qual é a meia
vida de um hormônio tiroidiano de uma leva tiroxina por exemplo tá a meia vida o tempo que Cairia suas concentrações pela metade a meia vida ela é mais longa né então tomar ou não tomar pouco Impacto você vai ver agudamente no exame e na verdade se você tem um paciente com uma condição Clínica você na verdade usa o exame também para avaliar o efeito dessa estratégia terapêutica né então não tem por não tomar o exame na minha visão fisiológica se for uma condição às vezes de uma recomendação médica aí é um outro um outro aspecto
tá na grande maioria Das vezes se toma normalmente padrão alimentar a gente sempre comenta de manter o padrão alimentar muita gente Igual eu falei ah não porque eu vou no nutricionista vou comer direitinho essa semana para eu não tomar bronca né manter o padrão alimentário eu sempre falo entenda que exame não é exame de prova né de teste que você tem que tirar 10 você tem que passar o exame é para eu avaliar como você está vocês muitas vezes não falam Assim ah não porque o paciente às vezes não volta no retorno da consulta porque
ele não seguiu a dieta E é exatamente aí que ele tem que voltar porque ele tá precisando de você ele tá precisando de ajuda ele tá precisando de Orient ação se ele também não faz isso pro exame eu não consigo avaliar a condição dele então manter o padrão mesmo que ele não está seguindo uma dieta é importante para eu saber como que ele está naquela condição Exatamente para saber o que que a gente pode ajustar e alterar tá as questões de stress num contexto geral aí que a gente comentou depois a gente vai falar um
pouco mais do stress do exercício que também tem algumas condições específicas aí nos exames tá e um outro ponto que eu deixo de alerta aqui são variações sazonais tá Principalmente quando a gente fala de vitamina D né então você imagina que você tem um exame lá da vitamina D que ele fez em janeiro depois De ter passado férias no nordeste durante 20 dias né o reveon festas etc e repetiu esse exame em Julho trabalhando em São Paulo eh de roupa social dentro de um escritório 9 horas por dia né então o impacto de isso também
na interpretação Além de olhar só pro número e falar assim ah não é suplementa ou não suplementa ou estava bom e ficou ruim né Mas qual é a condição que esse exame foi avaliado tá então acho que Tudo isso aí é sim importante pra gente poder ter uma boa uma boa interpretação tá então como eu falei naquela hora o que que falta nessa solicitação eu acho que vale a pena que vocês coloquem orientações por escrito tá h para esses pacientes Então hoje em dia como a maioria das coisas é é virtual né você manda por
WhatsApp ou manda por e-mail enfim eh não tem problema de se pôr uma página mais né a sustentabilidade não vai Brigar com a gente de ter uma página mais ou então você deixa essas orientações aí né como os lembretes para esse indivíduo para ele fazer um bom exame e ter esses essas variáveis pré-analíticas mais controladas evitando que você tenha por exemplo dúvidas na hora de interpretar esse exame tudo bem dúvidas perguntas deixa eu abrir o chat aqui então é isso aí pessoal vamos voltando aqui tá eh esse segundo bloco até o horário do Almoço eh
então a ideia né nessa nessa primeira primeira parte Nossa fazendo essa essa introdução essa contextualização sobre sobre a nossa temática sobre na nossa aula e aí discutimos o que nós podemos chamar da primeira fase dos exames laboratoriais que seriam principalmente esses aspectos pré-analíticos em relação a questões que podem vir a interferir no nosso resultado que é importante que Isso seja orientado ao paciente isso é importante que seja a gente passe isso né porque como eu falei Eles não são obrigados a saber mas que são e informações muito importantes para que nós eh e tenhamos uma
boa uma boa leitura né desses exames depois sem esses potenciais fatores de influênciadores certo e agora eh naquela questão né que a gente falou muito sobre o olhar pros valores eh olhar pros exames baseados em valor de Referência eh eu qua trazer aqui uma uma situação pra gente tá uma das coisas que eu gosto assim de fazer em aula né pó Eu acho que o meu papel como professor é fazer vocês pensarem também junto comigo né e não simplesmente ficarem só eh só nessa questão de de de seguir o conteúdo né então a gente pensar
junto tá eh os conceitos né ou as questões muito tradicionais quando a gente pega Em relação ao exame muitas vezes a gente é levado a ter uma uma interpretação um diagnóstico eh com alguns estereótipos né então se a gente pega por exemplo eu falo do exame de colesterol certeza que já vem na nossa cabeça ah uma pessoa que se alimenta mal uma pessoa que sedentária uma pessoa que não pratica exercício né e e claro não tem a questão genética do colesterol pessoas que são fisicamente ativas que se alimentam super bem Tem colesterol alto por conta
Da hipercolesterolemia familiar Ok mas se a gente pega nessa situação aqui tá e eu falo para vocês que eu tenho um indivíduo sexo masculino que tem 250 mg por Dil de colesterol total e eu falo de qual desses dois indivíduos você acha que é esse exame né não é uma regra isso mas é uma grande Há uma grande tendência a gente direcionar esse exame um olhar para um indivíduo que que este esteja com essa Circunferência abdominal aumentada esse indivíduo que esteja obeso né Há uma grande chance disso né Mas se a gente vai na literatura
e vai buscar por exemplo valores de colesterol total e perfis de paciente olha só que interessante sabe qual um perfil de paciente que a gente olha valores bem elevados de colesterol Total pacientes com anorexia Olha só pacientes com anorexia IMC 14 16 18 colesterol 300 350 400 ué mas eu achava que colesterol tinha relação com obesidade colesterol tinha relação com excesso de peso Por que que colesterol alto que colesterol alto tem a ver com anorexia explicação fisiológica para isso vamos lá duas hipóteses e a segunda hipótese é a mais aceita faz mais sentido tá Qual
a primeira hipótese colesterol eh inicialmente uma relação com alimentação Tá esse perfil de paciente com anorexia teria uma alimentação ou praticamente não teria alimentação né O que que a gente teria de uma possível explicação quando a gente tem alimentos principalmente alimentos gordurosos que que nos auxilia na digestão desses alimentos gordurosos sais biliares certo sais biliares vesícula biliar eles são lançados no intestino a ponto de auxiliar emulsificação né dessa gordura e Facilitar sua absorção que são sais biliares sais biliares são produtos de reações enzimáticas a partir do colesterol uma vez que você não tem a utilização
desses sais bilhares por não ter a necessidade de de auxiliar nessa emulsificação de gorduras já que o paciente não come há uma tendência desses sais biliares se reificar e voltarem na forma de colesterol pro sangue Isso é uma hipótese Tá mas como eu falei para vocês A segunda hipótese ela é mais aceita que é o quê pacientes que não se alimentam eu falei para vocês que a glândula tiroide ela é praticamente aí uma dependência nutricional muito grande e essa dependência nutricional vai desde o ponto de vista energético tá ela é uma glândula que precisa quase
que dependente de carboidrato e também de micronutrientes então um paciente com anorexia que não se alimenta né falta energia Há uma grande tendência da Glândula tiroide deixar de ter a sua função Ótica concordam e aqui é o que a gente vê pacientes com EMC 14 anorexia tiroidismo nesse caso o que que o hipotiroidismo explica a hipercolesterolemia Vocês conseguem ter essa essa conexão fisiológica já pararam para pensar ou já atenderam casos de pacientes com hipotiroidismo que tem perfil lipídico alterado é bem comum tá é bem comum e qual que é o problema de um olhar Clínico
para um exame se você Olha uma hipercolesterolemia é uma grande chance de você querer tratar o colesterol se você olha com hipotiroidismo você vai tratar o hipotiroidismo Mas e se eu tratar o hipotiroidismo e melhorar o colesterol isso é possível sim isso é fisiológico sabe por quê Porque os hormônios tiroidianos eles regulam a expressão de receptores LDL no fígado o que que faz um receptor LDL capta o LDL do sangue ou Seja diminui o colesterol do sangue se eu tenho hipotiroidismo eu tenho menos hormônios tiroidianos eu tenho menos receptores de LDL eu tenho menos captação
de LDL da circulação logo aumenta o colesterol o que que é colesterol Total colesterol total é a soma das frações certo essas frações representam mais ou menos no colesterol Total o LDL é de 60 a 70% do colesterol total por isso que quando a gente vê grandes mudanças do Colesterol na sua grande maioria das vezes são mudanças de LDL e não são grandes mudanças de HDL afinal de contas é fácil a gente ver mudança de HDL né não é algo tão comum assim da gente ver então nesses casos olha só que interessante eu tô dando
um extremo de um extremo de um paciente para mostrar para vocês a conexão fisiológica das coisas paciente anorexia tem colesterol muito alto só que esse paciente com anorexia tem hipotiroidismo e os Hormônios tiroidianos que controlam a hipercolesterolemia se você pega uma pessoa que não sabe disso e faz só aquele exame básico colesterol Total frações glicemia hemograma olha pro colesterol alterado você acha que vai tratar esse colesterol como concordam statina a medicação você pega de graça no posto de saúde e trata colesterol trata falar para vocês não é recomendado tratar pacientes com Anorexia com estatina sabe
por quê um risco elevado de reações adversas do ponto de vista psiquiátrico S vastatina Tor vastatina não são as estatinas mais utilizadas e esse perfil de paciente com anorexia tem problema comportamental psicológico ou até psiquiátrico será que isso não pode ser um gatilho para piora então você não tá olhando pro paciente você tá olhando pro número entende quando eu falo tanto Disso se você tá olhando por número e usa M statina você diminui o número mas você não trata o paciente tem grandes riscos de um efeito colateral num perfil de paciente que não é para
usar isso onde que você vai saber disso é hora que você ler um trabalho Ah isso você vai ver isso você não vai ver no livro texto e sabe o que não dá efeito colateral a nutrição e sabe qual é o tratamento indicado para esses pacientes para Melhorar o colesterol ganhar peso a hipercolesterolemia nesses casos melhora com ganho de peso nesses pacientes sabe por por quê esses pacientes vão comer esses pacientes vão ganhar peso sabe o que que vai acontecer vão regular tiroide a hora que você dá nutriente para tiroide funcionar você volta a ter
aquela fisiologia tá então a questão A grande questão eh é a gente pensar exatamente Que eh esses pacientes né ou essas pacientes enfim o perfil fisiológico tá não é um olhar para um exame é um olhar pro contexto fisiológico tá Então qual que é o problema da visão médica né Eu não sou contra a a visão médica eu não sou contra medicação nada disso mas se você abrir a diretriz brasileira de dislipidemia e prevenção de aterosclerose a segunda página e a terceira página é isso aqui ó É uma medicação que é um inibidor de pcsk9
e o mesei sabe o que que é isso são as formas que a gente tem de eh controlar o perfil lipídico o que que faz a estatina a estatina inicialmente ela bloqueia a síntese de colesterol é o que a gente geralmente fala né do mecanismo da estatina que é um bloqueador da enzima hmg com redutase mas a estatina ela também aumenta a expressão de receptores LDL no fígado Para quê Para tirar o LDL do sangue O que que é um inibidor de PCs K9 PCs K9 é uma enzima que quebra o receptor de LDL Então
ela deixa mais receptores LDL para controlar melhor o perfil lipídico e o ezetimiba que é uma outra medicação que geralmente Às vezes você tem uma combinação de statina com ezetimiba que é uma diminuição da absorção intestinal de colesterol tá então essas medicações elas são interessantes auxiliam no tratamento das dislipidemias só que para quem é para todo mundo ó o Perfil de paciente que eu tô avaliando a gente já viu que para aquele perfil de paciente não e muitas vezes aquilo que eu falei para vocês um olhar para um paciente com hipotiroidismo a hipercolesterolemia ela pode
acontecer como rebote que que você tem que fazer trata tiroide por tabela geralmente você trata o perfil lipídico tá e a gente vai o perfil lipídico ali pra frente e um dos problemas Olha só né Aí você vai pra literatura Não essa Coisa de colesterol Colesterol baixo tem que diminuir o colesterol etc olha só que interessante né níveis colesterol abaixo de 160 estão Associados tá Associados Associação não é causa e efeito estão Associados com a agressividade e depressão tá em homens isso eh alguns trabalhos mostram ess Associação com aumento de agressividade e mortes mais violentas
em mulheres um LDL baixo de 100 mostra até que quando elas têm sintomas de depressão elas são Mais resistentes ao tratamento medicamentoso aqui no caso da fluxe Ina então de novo não é o número que eu tô tratando Eu tô tratando a pessoa tá então ah não é que o colesterol tem que tá abaixo de 190 para quem valor ideal para quem tá então vocês não vão me ver aqui falando de valores para cada marcador por quê porque depende de quem que a gente tá falando Depende de quem a gente tá avaliando certo e de
novo a Associação não quer dizer que se você olhar pro seu reló pro seu relógio pro seu exame e o seu resultado e tiver um colesterol menor que 160 que você vai ser mais agressiva e ter chance de depressão Ah não é isso mas os trabalhos mostram que a associação ela é possível a associação não explica mas eu tenho um conceito biológico por trás disso tenho o que que é essas alterações de comportamento é muito relacionada a neurotransmissores certo esses Neurotransmissores é basicamente são as substâncias químicas que comunicam-se entre os que fazem os neurônios se
comunicarem para essas conexões entre os neurônios né acontecerem esses neurotransmissores puderem carregar essa mensagem entre os neurônios eles precisam desses chamados domínios lipídicos aqui esses domínios lipídicos seriam como se fosse as portas de entrada de neurotransmissores quando você tem uma Redução das concentrações de colesterol Total você tem um risco de que haja um menor concentração menor quantidade desses domínios lipídicos e uma sinalização de neurotransmissores reduzidos como por exemplo a captação de serotonina ela fica reduzida e o que que isso mexe isso vai mexer com o seu sistema mesolímbico e o seu sistema mesolímbico que regula
depressão violência agressividade impulsividade tá tudo isso tem um desfecho né em Comportamento porque isso mexe na sinalização de neurotransmissores tá antes que alguém pense em dosar serotonina no sangue tá porque isso tem gente que faz por favor Não façam isso tá Não façam isso mas isso não tem nenhuma justificativa fisiológica tá se algum aluno meu tiver um pedido de serotonina no sangue eu finjo que eu nunca vi vocês na minha vida tá mas f logicamente Olha só como uma coisa relativamente simples né que é o Olhar para um número de um exame as custas de
quê né as custas de um valor ideal de um valor ótimo Qual é o preço fisiológico disso que você tá falando será que uma pessoa que tem já um perfil ansioso ou depressivo precisa ficar pensando nesse colesterol abaixo de c e sei lá o quê ou se você precisa não pensar no número e sim no caso no condição na condição Clínica desse paciente como um todo homens com tratamento de Statina podem vir a ter testosterona reduzida o que que é estatina não é o inibidor da síntese de colesterol o que que é testosterona não é
hormônio esteroide derivado do colesterol mas se eu tô diminuindo a síntese do precursor do meu hormônio Será que eu não posso ter uma repercussão negativa na concentração desse hormônio Isso é uma das coisas que alguns trabalhos mostram não é uma regra tá de novo uma regra Mas você imagina Quem que seria um paciente que tem hipercolesterolemia talvez aqui nesse caso Talvez sim o paciente com hipercolesterolemia seja esse paciente aqui que que eu falei para vocês que é um paciente que tem um risco de uma de sintomas de hipogonadismo sedentário circunferência abdominal aumentada às vezes tabagista
ele pode se vir a ter o quê uma testosterona mais reduzida é bem comum e aí será que isso associado então Ao tratamento de statina para essa hipercolesterolemia não prejudica ainda mais a testosterona dele pode ser que sim tá são associações Então o que nós temos que fazer na verdade é a hora de avaliar um exame e entender todas essas possíveis interferências no resultado para que muitas vezes as condutas de tratamento elas não sejam baseadas no número elas sejam baseadas na questão fisiológica olha um outro aspecto que interfere aqui óxido nítrico o que que Faz
óxido nítrico vasodilatação no homem a vasodilatação e função sexual tá diretamente relacionada com ereção e mostra também que esses pacientes em tratamento com estatina tem menor óxido nítrico então tem função sexual prejudicada além de redução das concentrações de testosterona de novo não é uma regra são trabalhos que mostram a associação tá só pra gente ter atenção a sinais sintomas e exames Certo pacientes que fazem uso de statina tem menores concentrações de coenzima q10 tá Por quê Porque a estatina bloqueia aquela enzima que eu falei para vocês que tá aqui hmg com redutase que ela bloqueia
a síntese de colesterol e também bloqueia a síntese de coenzima q10 tá então já tem até alguns trabalhos que mostram que caso o paciente esteja em tratamento de statina sugere-se a suplementação de coenzima q10 tá principalmente pensando na coenzima q10 Como um Ah um agente antiinflamatório né uma ação antiinflamatória tem uma ação antiinflamatória interessante até no sistema nervoso central tá tem uma questão bem interessante quando a gente envolve com o exercício não sei se alguém aqui faz uso de statina ou conhece alguém que faz uso de estatina um dos grandes efeitos colaterais do uso da
estatina são as mialgias é dor muscular tá pacientes relatam dor muscular aí olha só que contrassenso né Se a pessoa tem dislipidemia tem colesterol alto muitas vezes é recomendado o quê se alimentar melhor e praticar exercícios físicos certo só que se ela Tom uma medicação que faz doer dá dor muscular você acha que ela vai fazer exercício às vezes ela não faz né então alguns trabalhos mostram Até que a suplementação de com enzima q10 pode aliviar essas dores musculares aí essas mialgias decorrentes do uso da estatina nesses pacientes e que pode Trazer mais adesão à
prática de exercício físico tá E aí um outro trabalho Olha só que interessante esse trabalho com quase 13 milhões de pessoas né é um trabalho qualquer é um trabalho que acompanhou durante 12 anos de 2001 A 2013 os pacientes fizeram a análise de colesterol total e foram avaliados em relação ao risco de mortalidade dividido por sexo eidade sabe o que foi interessante que eles viram quais os valores aí aqui eles Chamam de valores ótimos que são os valores de colesterol com a menor taxa de mortalidade colesterol de 210 a 249 enquanto que a diretriz fala
pra gente abaixo de 190 é ideal para quem é ótimo para quem a diretriz tem um olhar paraa doença nós temos um olhar pra fisiologia não tô falando que a regra agora é 210 a 249 tô mostrando que os Estudos tem estudos que são eh que trazem diversas visões pra gente eu acho que isso é o legal da ciência a ciência ela não é ela não responde todas as nossas per perguntas ela ajuda mas muitas vezes ela nos traz mais perguntas né por isso que a pesquisa é algo que que não para Mas é só
para trazer pra gente que a visão do número do Olhar da referência esse cuidado que a gente tem que ter pessoal para que não ficamos automatizados tá Esses dias eu vi aí eh um post de de anúncio de Instagram de uma farmacêutica vendendo uma planilha de interpretação de exame ela eu faço minha análise em 5 segundos só vocês plotem aqui na planilha que dão todos os resultados e as interpretações para vocês me desculpa gente a gente não não é robô Dessa forma não é então o número 200 fala para mim 208 é diferente de 212
se 210 é a referência essa visão Me desculpa por Mais que exista a inteligência artificial é o paciente é você falar com o paciente é você ver os sinais e sintomas do paciente junto com o exame essa é a nossa nossa abordagem tá então muitas vezes ajustar o número não significa que você controlou essa doença tá não significa Às vezes você controlou essa doença porque olha só ó peguei aqui os seus resultados dos seus exames tão ótimos você é a figura da Saúde você Olha pra pessoa tá toda xoxa manca capenga só não tá anêmico
né porque os exames estão normais então a o raciocínio Clínico né por isso que existe ali que a gente chama de aforisma médico né a clínica ela é soberana sim a clínica ela é soberana porque muitas vezes pessoal isso Eh vai acontecer de você olhar um exame el estar alterado não ter necessariamente sinais e sintomas e você Se guiar pelos sinais e sintomas e deixar o exame de lá pode acontecer entende tá ou muitas vezes você vai ver o exame normal com a pessoa com a clínica alterada que você vai ter que tratar mesmo com
o exame normal você vai ter que tratar é porque a pessoa está com sinais e sintomas é a pessoa que tá na sua frente não é o número né a gente não não coloca não muda a ordem das coisas então é muito importante a gente ter essa Essa esse discernimento tá de que que tá numa diretriz médica para doença de que que nós temos de estudos científicos e o que que nós temos das correlações né fisiológicas e fisiopatológicas desses indivíduos desses casos Tudo bem então eu quero fazer agora eu acho que dá pra gente entrar
um pouco mais em alguns contextos de interpretação tá a gente falar um pouquinho da parte analítica ou da parte pós-analítica dos Exames eu acho melhor a gente trazer alguns contextos no contexto de saúde que que eu queria trazer para vocês principalmente tá como eu falei pelo nosso tema o nosso tempo né de aula acho que a gente falou um pouquinho de colesterol acho que falar de doença cardiovascular ela é importante tá contexto de saúde ou no contexto de esporte a visão para fisiopatologia ela é a mesma tá o olhar da fisiopatologia ela é a mesma
então eu acho que eh é Importante a gente discutir isso porque isso traz diversas ramificações quando a gente puxa um contexto de saúde tá então falar a ideia falar com vocês sobre doenças cardiovasculares depois a gente fala sobre resistência insulínica tá essas outras condições pra gente ir pras questões mais relacionadas a exercício trazendo nuances também de alterações fisiol a gente puxa mais a fisiologia endócrina com exercício tireoide exames eh eh Androgênicos né com um contexto mais relacionado ao exercício fazendo esse link das duas coisas tá mas são os principais tópicos que a gente vai falar
ao longo da aula tá como eu falei para vocês a gente vai construindo isso juntos ao longo do dia tudo bem se alguém tiver também alguma sugestão alguma ideia alguma coisa aí para colocar pra gente abordar diante do do nosso tempo fiquem à vontade tá a gente vai começar então falando um pouquinho Sobre doenças cardiovasculares por que que eu falo isso por né Acho que os números dizem muito né é doenças são as doenças que mais matam no mundo né a gente pensa no mundo se a gente pensa na América Latina E se a gente
pensa no Brasil ah Maso cardiovascular é a patologia que mais acomete né os óbitos né no mundo e no Brasil então acho que é importante o olhar nosso porque a visão pra doença cardiovascular ela muitas vezes ela é Simplificada ao colesterol tá ela é simplificada ao colesterol não quero dizer que o colesterol não dá nemuma resposta pra gente mas muitas vezes a visão ela é simplificada pro colesterol ah então ah colesterol alto se você pega qualquer pessoa qualquer pessoa que fizer um exame e olhar colesterol alta ela já vai ficar preocupada a ficar preocupado né
então nós né profissionais da Saúde precisamos entender um pouco mais sobre Essas sobre essas variáveis e aí eu falo é suficiente eu falar sobre risco ou saúde cardiovascular ou cardiovascular olhando pro colesterol total e frações então isso aqui é é da diretriz eu retirei da diretriz brasileira né de prevenção dislipidemia prevenção de arterosclerose e aqui eu eu trago para vocês ó que a gente fala aqui ó com jejum e sem jejum a gente já entendeu que o triglicerídeo muda o seu valor de referência por causa dele estar em jejum Ou não certo vocês já tem
isso bem claro aí com vocês colesterol total e HDL vocês vê que não mudam seus valores como a gente viu por que não e o LDL também não aqui um ponto que eu acho que é interessante né só a gente colocar do LDL até naquilo que a gente tava falando sobre a a questão medicamentosa vendo que o LDL quanto maior o risco essa categoria referencial quanto maior o risco tá de uma complicação cardíaca de uma doença cardiovascular menores Seriam os valores toleráveis de LDL tá isso aí tá muito relacionado a a reincidência às vezes de
doenças cardiovasculares por exemplo o indivíduo que já teve infarto indivíduo que já teve um problema cardiovascular ele se torna um grupo de risco para uma incidência muitas vezes isso faz com que você tenha que ter um um critério ou uma categoria diferente para esse LDL tá depois enfim tem um um uma outra visão pra gente chegar nisso e o colesterol Não HDL não sei se é familiar para vocês ou não essa essa interpretação Mas é uma forma muito simples o que que é o colesterol não HDL o colesterol Total sem o HDL simples assim tá
eu vou entender o por que ele també também se torna um parâmetro na na nossa análise aqui tá então eu tenho esses parâmetros imagina que assim se a gente tá falando de um atendimento eh de um serviço público a gente tá falando de Sus muitas vezes é o que o paciente vai ter acesso Né que a gente fal de atenção primária isso já nos ajuda pra população já né Isso já ajuda Por que que as diretrizes são feitas com mínimos exames Exatamente porque eu preciso falar da população se eu tenho uma alteração nesses exames simples
é onde você direciona muitas vezes para uma atenção secundária terciária né qu a gente tem às vezes ali o facilidade de estar no consultório de ter aí um outro perfil de paciente a gente pode aprofundar nessa avaliação Mas vamos entender primeiro esses básicos para depois a gente aprofundar certo quem que é o colesterol ruim da história Quem que é o vilão da história todo mundo fala que é o LDL o LDL é o vilão é o colesterol ruim né não tem você joga no Google tem lá a imagenzinha do colesterol ruim e o HDL aninho
o colesterol bom A grande questão entre ser o colesterol ruim e o colesterol bom tá o cuidado que a gente tem que ter é ele pode até ser o colesterol ruim mas a Culpa não é dele a culpa não é dele que que eu quero dizer com isso LDL ele não causa doença cardiovascular tá ele pode participar do processo por isso ser enquadrado como um colesterol ruim porém ele não causa Isso já é consenso na literatura não é porque você tem um LDL alto que você vai ter doença cardiovascular tá isso a gente vê aqui
por análises que não há uma mudança da da do Risco relativo de mortalidade com mudanças do valor de colesterol LDL E aí Pesquisas até que mostram isso vocês eu tenho certeza que devem conhecer pessoas que tiveram por exemplo um infarto e tinha o perfil lipídico normal ou vocês conhecem pessoas que t o perfil lipídico alterado por exemplo não tem nenhuma alteração de risco de de função cardiovascular né Então essa pesquisa mostra que por exemplo 30% das pessoas que tiveram ataque cardíaco tinham um LDL aumentado ou seja não é regra Né E que exe um risco
residual muitas vezes de você ter um LDL muito reduzido né abaixo de 100 a gente já viu algumas complicações né e muitas vezes né existe o apelo da Indústria Farmacêutica Eu lembro que começo da minha faculdade aula de de fisiologia né eu ouvia pessoas falarem que tinha alguns médicos que pregavam que tinha que ter na caixa d'água da Casa das pessoas como se fosse uma pílula da Longevidade e a garantir que as pessoas não tivessem problemas do coração que era inofensivo e tudo mais falei poxa eu não lembro uma das aulas que eu dei aqui
também pra turma tinha uma menina que que realmente falou assim uma aluna ela o chefe do hospital fala Exatamente isso pra gente até hoje fala até hoje isso que tinha que ter estatina na caixa água das pessoas que tinham que dar estatina para todo mundo como se fosse a pílula da longevidade falei poxa e beleza e a Gente viu a estatina vai vai combater principalmente o quê diminuição do LDL LDL causa doença cardiovascular a gente já viu que não e olha só quando a gente olha o resultado do exame que eu queria deixar isso aí
para vocês uma uma para vocês ficarem mais curiosos em relação com isso instigar vocês a isso que é como a gente pega o resultado o exame né a gente olha pro resultado Olha o parâmetro Olha o resultado E olha a referência aqui isso é muito comum a Gente fazer tá na correria ali na prática né você vai fazendo isso comecem a olars vezes qual é o método que o exame é realizado Isso muda por que que eu oriento muitas vezes a não realizar comparação entre exames de Laboratórios diferentes por quê Porque os exames os laboratórios
podem usar métodos diferentes é igual você fazer percentual de gordura pela B impedância é a mesma coisa que o percentual de gordura pela Dobra cutânea não então se eu fizer glicemia capilar na ponta do dedo glicemia punção venosa ou glicemia naquele sensor intersticial é a mesma coisa Glicemia é glicemia é 100 50 70 80 90 200 o número é número mas o critério de comparação vai de nós então a o que eu deixo assim para vocês começarem a estimular é um olhar para essa metodologia dos exames tá e muito cuidado em comparar exames de Laboratórios
diferentes que por mais às Vezes que você US o mesmo eh o mesmo método por exemplo se você faz dobra cutânea usando um adipômetro lunge usando um cescorf usando um harpenden já tem um um alto nível de precisão Isso muda Isso muda tá então esse cuidado critério né já que a gente tá usando o exame como uma ferramenta auxiliar da nossa da nossa atuação então fiquem atentos com isso tá de preferência sempre orientar realizar no mesmo laboratório tá isso é isso é um Ponto importante dentro daquelas orientações também só voltando então pro LDL por que
que eu trouxe o LDL à tona ele é o vilão ele é o colesterol ruim e sabe como que ele é dosado nem é dosado ele é calculado ele é calculado pela fórmula de frvt e Martin friedwald é esse autor que em 1972 descobriu ou publicou na verdade uma fórmula muito complexa por sinal que É você pegar o colesterol total e suas frações aí você joga o LDL para um lado aí você colesterol Total menos HDL menos vldl né simples assim uma equação que entre aspas resolveu um grande problema do laboratório que problema é esse
o problema é que para você dosar LDL você precisa de uma metodologia chamada Aqui como a gente V no título de ultra centrifugação essa metodologia só faz LDL Então imagina paraa rotina de um laboratório você ter só um método para Fazer um parâmetro que se eu calcular é quase que a mesma coisa que que eu quero dizer com quase a mesma coisa a sensibilidade especificidade dessa fórmula é tipo de 95% então 95% dos casos se eu fizer o cálculo vai dar muito próximo ao método que foi dosado quantificado sendo que o método é caro é
Custoso metodológico amente de equipamento e de pessoas para você fazer né enquanto cálculo você coloca numa planilha e rapidamente Você Tem o resultado então o colesterol total é dosado HDL é dosado e o vldl é é a fórmula de Martin que tava ali que é triglicerídeo dividido por 5 então aqui também é dosado então você tem o LDL calculado pela fórmula de Fred só que existe um porém nessa fmaa que é quando o l o triglicerídeo nacima de 400 lembra aquele exame aquele exemplo que eu mostrei para vocês dos dois tubinhos de sangue eu falei
que aquele paciente tinha um triglicerídeo De 990 nesse caso se o paciente vira para você e pergunta assim ô doutor como é que tá o meu colesterol ruim Ah você não tem você não tem por que que você não tem na verdade é porque a a fórmula ela tem um limite ela não entre aspas não funciona E aí é por isso que existe o colesterol não HDL ele é uma outra forma de eu fazer a análise do Risco cardiovascular né risco cardiovascular entenda um LDL ali com suas Peculiaridades que você nada mais faz que é
o colesterol Total menos o HDL o HDL é dosado o colesterol total é dosado E você tem a subtração tendo o colesterol não HDL como eu falei para vocês que colesterol Total a grande fração é LDL né se você tira o HDL você tira a lipoproteína que ela é eh antiaterogênica que ela é realmente a lipoproteína do bem tá o HDL é do bem o LDL não é vilão porque o LDL pessoal é a nossa principal Eh partícula transportadora de colesterol Como por exemplo o colesterol para síntese dos hormônios esteroidais que a gente falou então
o LDL não é do mal como um todo existem frações do LDL ruim tá Principalmente quando a gente fala daquele LDL pequeno e denso LDL oxidado né a gente vai falar disso um pouquinho mais para frente o HDL não o HDL é bom HDL é aquele que a gente tem que cuidar e a gente tem que olhar para ele ter esse essa atenção mas aqui Voltando o que que é o colesterol não HDL então é um cálculo simplesmente do colesterol Total menos o HDL muitas vezes quando o LDL ele não responde pela fórmula de freedv
tá o colesterol não HDL a interpretação é muito semelhante ao LDL A grande diferença é que ele tem na sua referência Laboratorial 30 unidades acima do valor do LDL Então se o ideal do LDL é abaixo de 100 o ideal do não HDL é abaixo de 130 se o ideal do LDL abaixo de 130 do não HDL abaixo de 1660 só isso que muda na interpretação mas é como se a gente tivesse interpretando da mesma forma Tudo bem LDL colesterol ruim HDL colesterol bom HDL colesterol muito bom tá colesterol que a gente tem que cuidar
tem que cuidar função do HDL a gente fala muito sobre o transporte reverso do colesterol que é o quê uma vez que você tem lá gordura depositada nas artérias o HDL vai lá faz esse transporte reverso para metabolizar essa Gordura tá isso é uma das suas funções mas não é a única o HDL também tem ação antiinflamatória tem ação antioxidante anti trombótica PR fibrinolítica tá então ele tem funções muito boas tá então ele realmente é algo que precisa a gente precisa olhar com com com com carinho para ele tá eu faço uma pergunta para vocês
duas perguntas é fácil eu aumentar HDL você pega o paciente que tem HDL de 35 PR aumentar esse HDL é fácil Se é fácil como que a gente aumenta HDL pergunta número um vocês vão me respondendo no chat pergunta dois Qual o maior valor de HDL que vocês já pegaram na prática de vocês vamos ver se alguém responde ó Carolina já mandou uma boa aqui já ó ó lá Lis ouviu também da estatina na água é isso aí o Márcio falou da da estatina com com a cliente que não tem mialgia realmente é uma questão
Individual mesmo mas sim mas pode acontecer n Cine falou sobre a utilização de hormônios descontrole do perfil lipídico Mudança de Comportamento pode ser justificada por isso a questão de hormônios acredito que o Francis esteja tá falando de hormônios esteroides né os esteroides anabolizantes que mexem no perfil lipídico tá e o perfil hormonal mexe diretamente no comportamento mas o perfil hormonal principalmente dos Derivados de testosterona que afetam o comportamento muito mais do que a culpa do perfil lipídico reduzido afetar o comportamento talvez é mais direta essa relação tá a relação hormonal mais de hormônios androgênicos na
mudança do comportamento ela é um pouco mais direta do que por conta da via do da alteração do perfil lipídico tá Ana Laura já botou aqui ó HDL aumenta com exercício e dieta adequada ó ó Bat já pegou um HDL de 92 aí boa HDL aumenta com exercício Maravilha AD adl aumenta com o exercício é o que a gente ouviu sempre sempre ouvimos isso ninguém me explica Qual o mecanismo que o exercício aumenta o HDL até hoje um mecanismo fala o exercício aumenta HDL a gente sempre falou não o exercício aumenta HDL exercício aumenta HDL
pergunta com atleta não tinha que ter um HDL alto Então aí foi a segunda pergunta que eu falei para vocês qual maior valor de HDL que vocês já pegaram a Beatriz falou peguei um de 92 era de um atleta era de uma pessoa saudável eh quem é essa pessoa eu já peguei HDL de mais de 100 essa questão né falando aqui a gente pensar na HDL PR Beatriz Desculpa se eu errei o nome aqui que falou ouvi algo sobre curva em U do HDL exatamente muito bem colocado tá muito bem colocado vou até voltar aqui
foi a Carolina desculpa Carolina falou sobre a curva em U muito bem Carolina exatamente existe essa curva emu o que que é a curva em U é o paradoxo do l do HDL a gente tem a noção que o HDL é o colesterol bom Por isso que eu falei para vocês o HDL ele é o colesterol bom a curva em U tá ela não quer dizer que o HDL muito alto É ruim não é isso tá que ele vai fazer mal desculpa mas que é o o não necessariamente reflete um perfil saudável certo Olha esse
trabalho aqui Que traz exatamente a curva em U Que a Carolina falou o paradoxo é bom se o HDL é protetor se ele é bom quanto mais alto melhor né esse trabalho pegou aqui 52.000 homens 64.000 mulheres e numa Associação de mortalidade por todas as causas e foram estudar os óbitos homens que vieram a óbito mulheres que vieram a óbito e analisaram as concentrações de HDL eh e fizeram uma Ass com o risco de associação né uma associação de relação com essa com esse óbito eles viram que Os maiores riscos eles observaram com HDL muito
baixo e HDL muito alto por isso que a curva em U né que os hdls mais medianos dessa faixa tinham uma menor Associação com mortalidade E aí eles traçaram aqui nesse estudo tá nesse estudo que o óbito em homens foi de HDL abaixo de 39 e HDL acima de 97 e em mulheres abaixo de 39 e acima de 116 e eles mostraram pela análise estatística que nos homens uma faixa Entre 40 a 77 seria a faixa de menor risco e das mulheres de 69 a 97 seria o menor risco tá de novo não é que
o HDL alto cause mort idade mas ele está associado Qual que é a grande questão aqui tá A grande questão é análise do exame análise do exame né então quando eu perguntei ali para vocês sobre eh o HDL alto tá o HDL alto alguém comentou sobre alguns valores né quando eu peguei um HDL acima de 100 era de uma mulher Era sedentária era obesa né E quando olhou para esse valor Qual foi a interpretação dela mesmo eu sou uma gordinha saudável tá vendo olha o meu HDL como ele é alto qual que é o problema
disso na verdade e essa Associação aonde a gente chega existe um quadro onde você pode ter o chamado HDL disfuncional que que é um HDL disfuncional Por exemplo quando você tem um quadro de STS oxidativo inflamação crônico como pacientes com diabetes tá Você tem um possível fator modificador da estrutura do HDL que o torna disfuncional que que é disfuncional Ou seja eu tenho o HDL circulando Mas ele não faz aquelas funções que a gente falou ele não tem essas funções ou seja ele deixa de ser bom não é por conta do HDL tá fazendo mal
é porque eu tenho um HDL que não está funcionando então eu não tô tendo B benefício dele o que seu corpo ele tenta produzir ele vai Produzindo por quê Porque ele vê a Necessidade principalmente em pacientes com esse perfil com esse quadro né só que muitas vezes na hora que você doa no exame HDL é HDL você não consegue dosar função assim como LDL você calcula ão entendendo a o o não sei não posso chamar de um problema mas a limitação desses exames quando você vai esmiuçar isso mais profundamente no quadro do paciente eles funcionam
para uma triagem geral se você tem um HDL abaixo de 40 abaixo de 50 LDL acima de 100 130 beleza a triagem Inicial é existe uma dislipidemia ponto agora quando a gente vai começar a aprofundar para essas peculiaridades a gente talvez vai precisar de mais informações então isso do HDL curva em U muitas vezes uma HDL muito alto É o tal do paradoxo que esteja associado ao HDL disfuncional tá então muito cuidado não quer dizer que você não vai ver um HDL alto numa pessoa saudável não é isso porém entenda o saudável Ah uma pessoa
que faz exercício é uma pessoa não sei o Será que ela não faz demais e ela está sempre num quadro pró-inflamatório Será que isso também não pode ser um ponto a ser analisado tem gente que acha fazer exercício demais é bom né Faz um volume muito alto e principalmente não dá tempo para você recuperar entre sessões de treino Será que naquele momento isso na verdade não tá criando um ambiente ruim pro seu organismo em termos de adaptação então é Uma análise assim que ela precisa sempre ser individualizada mas num contexto geral é de novo quem
eu tô avaliando de quem é esse exame tá E aí a gente chega na verdade numa análise que eu sempre deixo de de sugestão ou de dica né que toda vez que a gente tiver uma relação um índice né que relacione que use mais de um indicador olhe para ele com carinho tá do que olhar pro pro pro parâmetro isolado então por exemplo Ah se eu olho O colesterol Total ele é isolado eu tenho que olhar frações se eu olho o HDL Ah eu tenho que olhar o LDL então muitas vezes a gente tem índices
né são relações que usam de mais do que um parâmetro para criar um score e esses scores muitas vezes podem nos auxiliarem a interpretação de alguns casos tá o mais tradicional deles aqui quando a gente fala de de risco cardiovascular é o chamado índice de Castell Tá o que que é o índice de Castell o índice de Castell é uma razão das lipoproteínas é basicamente você pegar a fração aterogênica dividida pela fração antiaterogênica então o índice de Castel um que é o mais tradicional que a gente usa tá é colesterol Total dividido por HDL e
se esse valor for maior do que 4,5 em homens e maior do que quatro em mulheres significa um risco cardiovascular aumentado então o alvo né para homens e mulheres seria ter o Índice de castelha abaixo disso que é o quê Nada mais é do que uma relação entre a quantidade do colesterol total e a quantidade do HDL Então você entende o porque que é mais interessante do que eu olhar só pro valor isolado que às vezes vira aquilo lá e fala assim não meu colesterol tá alto porque meu L meu HDL é alto você tem
lá um colesterol de 250 um HDL de 60 Será que isso realmente significa que é um bom eh uma uma boa condição tá você pegar e E dividir né um um um HDL um colesterol de 250 HDL de 60 você tem 4,2 se for para mulher ou se for para homem né então esse cuidado dessa relação de análise de relação é interessante tá um outro que a gente usa bastante que é o Roma ir R da Resistência insulínica você relaciona insulina com glicose né a gente vai falar de razão neutrófilo linfócito relaciona essas razões são
bem interessantes para nos dar mais Informações aí dar mais algumas informações do que eu analisar um parâmetro isolado Tudo bem então eu tenho aqui formas né de de utilizar esses parâmetros simples que a gente falou de triagem Inicial mas que pode nos dar informações importantes para um atendimento secundário exemplo tem aqui Um indivíduo chegou para fazer exame ó com colesterol de 252 foi aqui que ele veio em crise o HDL dele era 49 foi feito uma Intervenção não medicamentosa dois meses depois de 252 ele foi para 181 o HDL de 49 foi para 43 se
a gente fizer né uma análise isolada eu olho pro colesterol parece que ele diminuiu eu olho pro HDL diminuiu mais pouco eu posso fazer o índice de Castel acabei de comentar com vocês não é se a gente doza o índice de Castell se a gente calcula o índice de Castelli inicialmente 5,14 sexo masculino ideal abaixo de 4,5 no segundo momento 4,2 Opa que que eu tenho aqui de informação que que vocês me dizem foi eficiente essa intervenção eu diminuí os valores de colesterol eu melhorei o risco ou diminuir o risco cardiovascular desse paciente como que
a gente consegue ter certeza disso às vezes a gente não consegue ter 100% de certeza a gente consegue ter um pouco mais De de critério para conseguir falar isso com com mais verdade se você pega e ele chega com esse exame assim eh você daria alta para esse paciente ou será que esse paciente a hora que ele olhou o exame 252 e ferrou vou ter que me cuidar fez dieta fez exercício fiz tudo bonitinho chegou lá 180 maravilha atingi minha meta Valeu fui nutre não quer mais saber de você pode acontecer tudo isso não pode
Agora é qual que é o nosso critério como que a gente vai falar que isso diminuiu 252 para 181 diminuiu sim ou não primeira aula né Vocês estão tímidos né Todo mundo vai falar assim ah depende 49 para 43 diminuiu não mas o índice de Castel normalizou então tá tranquilo Melhorou tá bom Aqui eu quero trazer um vou abrir um parênteses nesse caso pra gente Responder eu preciso trazer um conceito para vocês como que a gente faz essa análise da evolução do exame que é muito aquilo lá que a gente tava falando não interpretação de
exame fica muito naquela do valor Ah o valor o valor gente a interpretação ela tem que ser o seu paciente com ele mesmo ele tem que ser a sua própria referência tá Vou vou falar por exemplo daqui para trás eu não quero saber agora né É lógico é importante eu saber mas eu quero saber Aqui ó o que que eu fiz daqui para frente que que eu fiz e como que eu posso avaliar o efeito disso então Ou seja a minha referência hoje é ele aqui porque foi aqui que eu comecei a tratar ele vocês
concordam Como que eu consigo mostrar alguma referência que 252 para 181 foi Foi uma mudança ah mas aqui eu não olho o valor de referência a gente não interpreta com valor de referência Tá bom você interpreta com que então é a vontade que Eu ten esse valor ideal ideal para quem vamos lá Guarda esse caso a gente já volta nele você pega um resultado assim ó 250 colesterol LDL de 162 HDL de 38 trig deicer de 255 a glicemia de 104 não porque eu não interpreto com valor de referência você interpreta como lembra o valor
de referência da diretriz é de doença ele é o nosso Horizonte Clínico Ele é lá a fase Clínica do problema se tá assim que que você vai fazer U não vou interpretar Vamos fazer o que aqui a gente pode fazer do ponto de vista nutricional do ponto de vista de exercício que a gente pode fazer para melhorar o perfil fisiológico metabólico desse indivíduo né Mas a questão é que esses valores de referência né como eu falei para vocês são valores da população e a gente fica muito travado nessa coisa de Ah vou avaliar a ca
abaixo melhorou piorou aumentou diminuiu Como que eu consigo ver A melhora tá eu pego um outro exemplo aqui para vocês aquele exemplo do caso tava bem mais amplo a faixa né ISO aqui tá mais justinho para trazer uma duvidazinha pra gente que é o qu um 208 176 O valor é 190 tá ali né diminuiu aumentou diminuiu tá bom não tá bom precisa diminuir mais gente que que vocês precisam entender aqui pensa o seguinte faz uma analogia uma balança se Você sobe na balança e tem um peso sei lá 80 Se eu Descer da balança
e subir nessa balança de novo pode ser que dê outro peso pode né pode ser que não dê os mesmo 80 Pode ser que dê 79 Pode ser que dê 81 isso quer dizer que eu engordei ou emagreci não que que é isso é uma variação da balança tudo bem já pararam para pensar que isso pode acontecer no exame e se por exemplo eu tiro um tubo De sangue e eu faço Daquele mesmo sangue eu rodo 10 amostras que essas 10 amostras podem ter resultados diferentes e pode dar 208 210 203 215 e que isso
é uma variação assim como a variação da balança vocês concordam comigo isso acontece isso acontece tá E aí por isso que eu falo para vocês que o paciente tem que ser a referência dele mesmo e essa variação como que a gente Analisa essa Variação desses exames como que eu vou poder falar que 208 para 176 variou existe um conceito para isso tá pessoal chama-se rcv tá rcv é um conceito que vem do inglês né de variação de change de mudança desses valores de referencia tá a gente pode chamar como se o rcv fosse uma diferença
crítica tá eu gosto às vezes de colocar até uma definição como se ele fosse uma uma meta terapêutica Por que isso o que que é o rcv guardem esse conceito rcv é um valor percentual a ser ultrapassado na comparação de duas amostras tá pensa assim ah paciente chega lá para você pesa 80 kg e quer perder 10 kg Qual é a meta terapêutica desse paciente perder X por certo faz sentido o que que é o rcv é eu poder falar qual que é a variação de dois parâmetros que é isso pode ser Considerado uma diferença
significativa Só que essa diferença significativa não é só matemática mas ela é biológica quando a gente pega artigo científico a gente não pega lá ah o parâmetro aumentou ou reduziu significativamente P menor que 0,05 análise estatística não é isso quando a gente pega um artigo o rcv é uma forma estatística de eu falar sobre a mudança desses parâmetros Tá que vocês estão aí tá vendo porque eu gosto de ver algumas câmeras ligadas Tô vendo um monte de gente com com a cara de interrogação assim não tô entendendo nada que ele tá falando né T entendendo
nada do que ele tá falando e Que bom Isso faz parte né Isso quer dizer que é um é uma discussão nova que a gente tá tendo aqui falei para vocês grave o conceito um valor percentual que precisa ser ultrapassado diferença crítica meta Terapêutica são sinônimos tá ou seja para eu falar que 208 para 176 houve uma diferença crítica houve uma redução significativa eu preciso ultrapassar um valor certo que é o rcv a questão é qual o valor receber não sei se isso ajuda ou piora Mas cada parâmetro tem um valor tá então seja aquela
coisa assim não Vamos considerar que nos seus exames se você reduzir 10% dos valores significa que você reduziu ou reduzir 20% ou reduzir 5% não é assim tão simples cada parâmetro tem o seu valor Por que que cada parâmetro tem o seu valor por quê Porque eu tenho variações diferentes de cada parâmetro a gente não falou que o HDL é difícil da gente aumentar ele varia pouco e uma Glicemia é fácil de aumentar você dá colherada de doce de leite não sobe a Glicemia aumenta rapidamente e o ponto de vista do desfecho biológico Também é
importante e a variação para ser significativa ela tem que ser significativa do ponto de vista biológico tá tá meio confuso Vamos botar número nessa história para vocês entenderem primeiro eu preciso mostrar para vocês rapidamente o que que é o cálculo da rcv Mas calma ninguém vai ter que fazer esse cálculo Tá mas é só para vocês entenderem que ele tem uma questão estatística eu tenho um índice de probabilidade e eu tenho a variação Analítica que é exatamente o exemplo da balança que eu falei para vocês eu tenho que levar em consideração a variação analítica eu
tenho que levar em consideração a variação intra indivíduo então isso aqui são formas matemáticas de fazer isso não vou nem entrar no mérito senão todo mundo vai desligar aqui da aula não vai mais querer saber de continuar Tá mas lembra rcv é um valor percentual esses índices já estão calculados tá Existem trabalhos que trazem isso pra gente pro colesterol total eu tenho esses índices aqui eu vou fazer a conta aqui para vocês só pra gente chegar no valor do rcv o que que é o rcv então é um valor percentual que a gente precisa ultrapassar
certo se é um valor percentual que a gente precisa ultrapassar Qual que é o valor do colesterol Total Qual que é o rcv do colesterol total que tá calculado aqui 18,6 por. tudo bem 208 e 176 Qual que é A diferença percentual dessa redução regra de três vamos lá 208 - 176 eu tenho uma diferença de 32 se 208 é 100 32 é x x = 15,38 por. de novo qual que é o conceito do rcv um valor percentual a ser ultrapassado a diferença de 28 para 176 de 15% ultrapassa 18 não Ou seja a
diferença de 208 para 176 do ponto de vista da rcv eu considero que é uma diferença não há Diferença é é é confuso isso mas é um parâmetro que nos auxilia a ter esse tipo de interpretação do paciente com ele mesmo E por que que eu falei que isso é interessante como eh uma forma de metat terapêutica para você poder chegar e falar assim pro seu paciente Olha o seu colesterol tá aumentado esse colesterol aumentado a gente vai traçar um planejamento de 60 dias e dentro desse planejamento a Nossa meta é fazer uma redução de
18 a 20% do seu colesterol Ou seja você estipulou uma meta para ele e não é ele olhar para 176 e falar assim mas já tá normal por que que essa pessoa quer que eu continue fazendo isso já tá normal tá normal para quem Para valor de referência ou tá normal paraa meta terapêutica que a gente estipulou para você então isso ajuda a gente a o quê a usar o paciente com a referência dele Mesmo E por que que eu peguei esse exemplo próximo aqui porque a gente fica ainda com o valor de referência na
cabeça o 190 fica na nossa cabeça o paciente tá vendo 190 no resultado não a gente não tá tratando o número a gente tá tratando a pessoa então você estipula isso ah estipulado seria a gente bater por exemplo um colesterol de 169 não mas é muito baixo você falou que abaixo de 160 tem agressividade e Depressão vai dá problema não calma gente são informações que se complementam aqui é uma questão numérica só para vocês entenderem O que é um conceito de utilização para referência do indivíduo com ele mesmo é o conceito do rcv tá precisa
fazer isso para tudo não usaria esse parâmetro Para quê Para aqueles marcadores chave para aqueles marcadores interessantes vou dar aquele exemplo que a gente falou Pô tô tratando O hipotiroidismo e eu quero um reflexo lá no colesterol eu posso ver o reflexo de mudança do rcv de um T4 ou de um TSH e a mudança de um rcv do colesterol total por Eu Tô analisando esse Impacto Tá então isso como eu falei a gente não precisa calcular porque existem já trabalhos que nos mostram alguns valores tá desses analitos como esse trabalho aqui e aí um
resumo aqui Só para vocês verem o que eu falei de que cada parâmetro responde de um jeito e por que que isso acontece isso acontece por quê Porque os parâmetros TM respostas biológicas diferentes Olha o cortisol a variação do rcv de 65% que que isso significa significa que ele Varia muito e isso é normal Qual que é o conceito da rcv vou ser repetitivo para vocês não esquecerem o valor percentual para ser ultrapassado E aí você considera como uma diferença Significativa do ponto de vista estatístico e biológo se não atingiu o rcv é como se
fosse aquele empate técnico do ibop da pesquisa do IBOPE mais ou menos aquele empate técnico ou mais ou menos subir e descer da balança e ter valor diferentes tá tudo bem entenderam vamos ver a Júlia falou avaliar evolução Clínica sinais e sintomas perfeito é Isso tá essa aqui é uma questão numérica que a gente coloca Para quê Para exatamente nos dar às vezes até um respaldo dessa questão da evolução né dessa questão terapêutica muitas vezes tá Então olha só voltando aqui no nosso caso alguma dúvida do rcv pesso Fi à vontade tá perguntem Então nesse
caso aqui só para trazer de volta olha só a gente viu 252 para 181 eu aplico o rcv aqui ó Foi Uma mudança de 28.17 foi uma mudança significativa positiva 49 para 43 variou 12% o rcb do HDL 22 não foi uma diferença significativa índice de Castel 1 tava alto no primeiro momento reduziu Com redução do colesterol Total Oxa eu tenho uma grande tendência a dizer que foi positivo que a intervenção foi positivo eu posso olhar pro índice de Castel 2 que eu olho o LDL lembra que a gente Falou que quando cai muito colesterol
Total quando sobe muito tem relação com o LDL ó o LDL saiu de 142 fo para 109 quando a gente calcula o índice de cast L 2 que é LDL por HDL ele já tá abaixo de três né ele já tá abaixo de três ele cai mais um pouquinho eu posso aplicar o rcv aqui também Olha só o LDL se eu for no conceito do rcv ele foi 23% o rcv dele é 25.7 bateu na trave ali né então é como Se a gente falasse que não houve diferença significativa matematicamente falando pessoal tá isso é
só para ter um critério matemático que nos embase na interpretação dessa evolução e o HDL a mesmo valor né E aí fica naquela E aí é suficiente colesterol Total HDL LDL triglicerídeo índice de castele nessa nossa avaliação de saúde ou de risco cardiovascular com esses resultados que A gente teve ali esse paciente teria uma grande chance de quê de um Resultado positivo ou tô enganado É eu sei que vocês estão meio né Não tão falando muito porque fala assim não não é tão simples assim né com certeza tem alguma pegadinha tem alguma coisa que você
vai falar mais né eu sei vocês estão meio ainda meio tímidos né E aí o meu papel é esse a gente aprofundar nessa visão que eu falei para vocês é uma triagem inici A princípio todos os valores ali mostram ok né A questão é saber e esse paciente evoluiu bem sinais e sintomas ele evoluiu bem por exemplo composição corporal circunferência abdominal como que tá isso a gente pode pedir outros exames pode se a gente tem condição Eu diria deve tá Que exames eu pediria aqui que eu sugiro que caso vocês tenham essa possibilidade vocês utilizem
desses exames a gente falou que o LDL não causa Doença cardiovascular certo mas a gente tem que o LDL ele participa desse processo nós falamos que existem frações de LDL E essas frações existem frações boas e frações não tão boas assim tá dentro de um processo de aterogênese eh o LDL oxidado ou LDL pequeno e denso is é o LDL que participa do processo da formação da placa de ateroma então ele é um LDL ruim a gente consegue avaliar isso no sangue hum não muito tá é difícil eu avaliar LD oxidado é bem Complicado que
que a gente tem de alternativas olha só que interessante esse trabalho quase 7.000 pacientes acompanhados por 5 anos e meio aqui existe né um outro tipo de LDL podemos dizer assim tá tá a gente tá falando não mais da concentração do LDL a gente fala de partículas do número de partículas de LDL isso é um outro critério de avaliação que é diferente da concentração de LDL lembra que a concentração ela tá relacionada ainda a Um cálculo da fórmula de friedwald né aqui a gente já tá falando do número de partículas de LDL é um pouco
diferente vocês vão entender que existe uma outra forma pra gente avaliar isso Então olha só imagina aquele paciente que tem um LDL colesterol alto no sangue acima de 130 140 mas o LDL partícula dele é baixo qual que é o risco de mortalidade dele de doença cardiovascular é baixo agora se eu tenho um paciente com LDL colesterol baixo Mais uma partícula alta o risco é alto Lembra daquela pesquisa que fala % das pessoas que TM LDL alto tem o evento de um ataque cardíaco a gente não sabe que tem pessoas que tem um LDL colesterol
baixo que tem um evento cardíaco ou seja analisar a concentração de LDL colesterol pra gente para risco cardiovascular não é bom a gente já viu isso não é bom o que que a gente pode fazer para avaliação a gente avalia a apolipoproteína b apob Tá a apob é como se fosse o marcador da partícula de LDL então por isso que a gente correlaciona isso com o l com o o LDL partícula o que que é a apolipoproteína b é uma proteína que ela é expressa na membrana do LDL Então ela marca o LDL Então ela
é uma forma da gente cruzar com esse número de partículas e ter essa relação principalmente pro direcionamento do LDL pequeno e denso do LDL Ruim certo como que eu vou lembrar que a apolipoproteína b é do LDL o LDL não tem que tá baixo então lembra que B de baixo por que que eu tô falando isso Uai porque tem o HDL o HDL também tem uma apolipoproteína na sua membrana que é apolipoproteína a A1 lembra que a gente falou do HDL disfuncional Aquela hora eu não não coloquei essa informação pra gente não confundir mas tá
vendo esse enovel Ladinho azul aqui sabe o que que é isso é uma apolipoproteína A1 essa apo A1 é a que identifica que dá função pro HDL quando você tem inflamação estress oxidativo Você tem o quê uma modificação uma oxidação dessa ap um por isso que o HDL vira de disfuncional então a intenção é o quê que a gente possa quantificar também a apolipoproteína a1 e para lembrar que é do HDL lembra que a o HDL tem que tá mais alto tá então a gente vai ter a a1 E a ao B certo aqui é
um parênteses que a gente vai lembrar daquilo que eu perguntei para vocês que a gente falou sobre como aumentar o HDL aí falou exercícios gorduras boas dietas antioxidantes antiinflamatórias Enfim tudo isso é importante Com certeza mas vale a gente pensar se a ap A1 tem relação com HDL a síntese da AP A1 é no fígado e no intestino é fácil hoje em dia você Encontrar pessoas com alteração da Saúde intestinal ou pessoas com AES hepáticas é muito comum não é e será que então a gente não começa a olhar para essa melhora de HDL talvez
tratando os órgãos que fazem a síntese da lipoproteína Por que que fala muito do exercício é o exercício não é antioxidante o exercício não é antiinflamatório o exercício não melhor a mobilização de gordura do fígado por Exemplo o exercício não pode dar uma melhor eh motilidade intestinal saúde intestinal tem tudo isso muitas vezes são questões indiretas associadas tá lembra quando a gente falou do paciente com resistência a insulina grava isso que eu vou cobrar isso para vocês depois do almoço paciente com resistência a insulina geralmente tem qual perfil lipídico triglicerídeo alto e HDL baixo Aonde
tá o problema do paciente Com resistência insulínica no fígado é no fígado e por que que o HDL é baixo porque o fígado tá zoado começa lá o problema tá gravem isso se eu tinha colesterol total em frações índice de Castel agora eu tenho a b e a A1 tudo bem a gente não vai esquecer então que a ap B é do LDL e a ap A1 é do HDL logo eu posso fazer uma razão entre ap b e A1 da mesma forma que É feito o índice de Castelli vocês concordam e olha só que
interessante essa razão ap B ap um na literatura Hoje é a mais forte melhor a melhor forma de análise de fatores de risco para doenças cardiovasculares e alvo da terapia de eh de tratamento da despem Ou seja a gente não vai olhar para LDL a gente não vai olhar pro HDL a gente vai olhar apob a A1 Olha esse estudo que interessante primeiro estudo que foi feito a Morris Tá é um estudo que foi feito na Suíça com 98.000 homens 76.000 mulheres de uma ampla faixa etária e viu o que a razão ap B ap
a um quanto mais alta maior o risco de infarto do meu Car fatal Ah mas trabalho foi na Suíça Rod Pô na Suíça a galera só come lind né só chocolate bom acho que eles vão comer esse chocolate cheio de gordura hidrogenada aqui vaiou ter problema e nada tá bom esse é o interheart que avaliou 52 países e fez a análise da Razão ap b e ap A1 em 52 países e fez a mesma interpretação de risco para infato do miocardio sabe o que eles analisaram que a apob um é o fator de risco mais
forte com maior relevância paraa doença cardiovascular Qual que é o fator de risco que geralmente a gente fala assim de uma forma bem Popular para as pessoas que elas tem um risco de doença cardiovascular circunferência abdominal vocês concordam gordura visceral aquela aquela barriga dura é o quinto na lista Não que ela não seja importante mas se a gente tá falando de minúcia de avaliação no ranking aqui do interheart ao quinto da lista a hipertensão diabetes segundo lugar tabagismo alguém consegue me dizer o por que o tabagismo é fator de risco para doença cardiovascular é o
segundo fator de risco só pede pra razão a poob pom tabagismo causa doença cardiovascular de uma forma direta uma forma direta tá ele Causa doença cardiovascular de uma forma direta mas a gente já vai falar o que que causa doença cardiovascular agora eu quero que vocês só entendam primeiro Apple B app ela a razão mais forte e aí com esses trabalhos todos que a gente acabou de falar olha quanto de pessoas foram avaliadas o quanto de países foram avaliados a gente chega na estratificação dos valores então para homens e mulheres a razão a b a
a um quanto que deve ser quanto maior maior o Risco tá então muita eh é uma razão que merece atenção se você tem um paciente que tem lá sua a circunferência abdominal aumentada que tem histórico na família que tem eh sedentário maus hábitos alimentares se você puder fazer só apap um já basta já basta você já mata ali entendeu Você já tem uma interpretação que muitas vezes a tal da sabe aquela coisa da obesidade Saudável do obeso metabólico amente saudável é o gordinho que dosa lá e tem um HDL normal que pode est mascarado pelo
HDL disfuncional e ninguém fala nada disso que pode ter uma Glicemia de jejum normal que pode ter um triglicerídeo Ok E aí ele entra como saudável entende que fisiologia não é ler número é entender dos processos E aí sabe aquele paciente que a gente acabou de dar alta lá o do esol com Castell com Rcv e tudo mais ó como que era app b a A1 dele a ap B dele 123 depois foi para 94 a app A1 dele 156 e foi para 127 quando a gente faz a razão apob apon no primeiro momento Ó
quanto que era 0,78 ideal para homens abaixo de 07 depois dos 3 meses que a gente viu a mudança do colesterol a gente viu a melhora do índice de Castell a diferença foi só de 5% 074 só olhando isso aqui vocês dariam alta para ele ou não acabei de falar que a razão apob é mais importante do que o colesterol eu na verdade ficaria muito atento com isso segunda pergunta 123 para 94 diminuiu ou não que que eu uso aqui eu ten rcv para tudo a b tem que abaixar certo 123 para 94 24% 2,5%
21 rcv Valor percentual a ser ultrapassado maravilha a po diminuiu colesterol Total diminuiu LDL tá quase diminuindo Apple A1 que a gente viu que o HDL mudou muito pouco mas a Apple A1 18,5 para 20% bateu na trave né aí uma reflexão pra gente por mais que não tenha batido aqui a diferença ela reduziu quase 20% a ap A1 tem que tá Alta ou tem que tá baixa tem que tá alta por que que a razão a b a A1 Não Diminuiu de um ponto pro outro porque a a b fez o que tinha que
fazer que era baixar a a A1 não ela tinha que subir ela não tinha que abaixar se a a A1 sobe a razão entra na normalidade então o problema tá onde na AP b não o problema tá na um e o que que você faz agora sabendo que o problema tá na AP um você olha pro fígado e pro intestino entenderam um pouco desse raciocínio do Exame Então não é eu pegar o exame e o valor e interpretar o valor eu tenho que avaliar o contexto eu vou no contexto todo dele se eu olho pro
colesterol total e vejo a mudança Ok se eu tenho só isso ok eu não posso esquecer obviamente dos sinais e sintomas e do acompanhamento dele mas se eu posso chegar nessa minúcia Olha só o tratamento não acabou ali não eu não podia simplesmente olhar para aqueles parâmetros e da alta olhando aqui eu já Sei que tem alguma coisa que não tá legal por mais que os exames estejam na referência não eu sei que aqui na verdade eu tô olhando para um lado contrário eu tinha que esperar que esse a ap um subisse e ela tá
caindo se ela tá caindo eu tenho que olhar qual é o problema que ela tá caindo muito provavelmente a raiz é a síntese dela eu tenho que produzir mais ap um então provavelmente eu tenho um problema de intestino ou de fígado não é algo comum Quer dizer é algo comum mas que às vezes a gente olhar só pro colesterol a gente vai olhar pra circunferência para emagrecer pra inflamação Então a gente tem que ter essa visão como um todo dos exames tudo bem dúvidas questionamentos boa Gostei das carinhas Então pessoal a ideia né Por que
que eu falei no início da aula para Vocês que falar do exame não é eu falar o exame aumentou diminuiu tá assim assado não é um raciocínio esse raciocínio é específico particular dessa situação desse paciente mas é para trazer para vocês os parâmetros que podem auxiliando vocês ao quê aumentar esse espectro de avaliação o exame é isso São perguntas perguntas que você vai fazer pro organismo do seu paciente tudo depende do quê quadro clínico do seu paciente Ah é para todo mundo que eu Vou fazer então agora p p vou fazer para todo mundo pode
até fazer para todo mundo né mas A grande questão é precisa fazer para todo mundo né O que que o você vai est vendo fazendo isso para todo mundo a questão é tem perfis e perfis tem perfil que realmente se eu tenho um perfil de um colesterol alterado Opa eu preciso ficar atento a hipercolesterolemia familiar Opa Se eu olhar para ap B ap eu sei que esse é o valor é o o índice que me dá mais Segurança para utilizar para interpretar talvez eu posso usar ele né ao in vez de eu ficar me prendendo
só a colesterol total e um último aspecto exame de sangue tá a gente tá falando de exame de sangue se tô falando de exame de sangue pessoal lembra que o sangue é uma resposta periférica cuidado em falar em exame de função tá a função renal função hepática toma muito cuidado porque o exame de sangue não mede necessariamente Função tá o sangue é uma resposta periférica Você tá jogando alguma coisa nesse sangue ou tirando alguma coisa desse sangue e você avalia a concentração disso no sangue às vezes função você tem que fazer um teste de função
teste de função cardíaca então eu vou ter que ir por exemplo para uma análise mais específica risco cardiovascular eu vou fazer um ultrassom de carótida eu vou fazer um ecoper eu vou fazer testes de função cardíaca tá Resposta de sangue é resposta periférica que dá pra gente o que tá acontecendo como se fosse essa que de forma indireta a função do organismo tá então lembra um pouco disso só o cuidado de usar o termo função com exame de sangue tudo bem Olá querido aluno tudo bem com você Eu sou a Mirela Francino eu faço parte
da equipe do grupo inalis e vou passar aqui agora no seu intervalo rapidinho para te passar alguns informativos vamos lá bom a nossa pós-graduação ela tem Modalidade EAD então acredito que você já tenha recebido o seu acesso ao portal Ava caso não tenha recebido não tem problema entre em contato conosco com a nossa equipe de suporte que a partir da segunda-feira você vai receber todas as suas informações mas recebido isso é de suma importância que você acesse o seu Ava faça a leitura do seu contrato e ao final da página dê o seu aceite dessa
forma todas as funções do Av estarão liberadas para você assim como eu disse Sua graduação é AD então nós contamos com a sua frequência no portal nós temos o nosso diferencial de proporcionar para vocês Total interação com os professores nas aulas online ao vivo Mas precisamos que você acesse o seu Portal e tenha frequência para que assim consiga solicitar documentos como declaração de cursando declaração até mesmo de frequência Mas precisamos que você esteja por lá toda a aula após cada aula ministrada No online tem liberado no portal de vocês uma apostila de estudo que é
complemento do que vocês viram no online ao vivo e uma prova com no máximo 10 questões objetivas para que seja respondida a média corresponde a sete pontos e a máxima a 10 pontos todas as aulas são assim tá bom toda aula tem uma avaliação toda aula tem uma apostila a ser estudada alguns alunos eh nos questionam sobre a lista de presença que nós passamos no fim da aula lá por umas 3 horas da tarde 2:30 e essa lista é mais para que a gente tenha controle de quem assiste eh as aulas online como eu disse
para vocês a plataforma de vocês também precisa ser frequentada para que vocês também tenham eh sejam tidos como alunos cursando Então essa questão da lista de presença pessoal é para que a gente tenha controle mesmo porque tem alguns alunos que nos solicitam declaração por exemplo eh de que estava presente na aula para mostrar no Trabalho alguma coisa assim na faculdade então é por isso que nós fazemos toda essa questão de aferir também o feedback de vocês com relação ao professor porque a nossa intenção sempre é melhorar outra questão alguns alunos e t dúvida com relação
ao trabalho de conclusão de curso nós optamos pro trabalho de conclusão de curso de vocês serem formato de artigo mas de acordo com a resolução de 6 de Abril de 2018 e resolução número um A o TCC ele passou a Ser opcional e nós deixamos essa opção aos nossos alunos Então o meu aluno que queira realizar o TCC ele pode seguir perfeitamente toda a organização que nós disponibilizamos no calendário da sua turma lá terá a o dia que a metodologia da pesquisa científica estará liberada em seu portal para que você e estude a nossa forma
de metodologia a forma que a gente quer que você prepare esse artigo mais um pouco lá no meio do calendário nós já Disponibilizamos o e-mail eh que você pode já começar a conversar com o seu orientador que nós também disponibilizamos para que você comece a enviar e o seu artigo para correção barra aprovação e o último momento para vocês enviarem o artigo vai estar lá no final do calendário aquele Li é o prazo máximo tá é o prazo final não é o prazo Inicial é o prazo final e Dent dentro do portal também existe uma
disciplina chamada trabalho de conclusão de curso Que lá irá conter todo o informativo com relação à margem ao modelo do artigo que vocês precisam enviar todas as informações que vocês precisam pra confecção desse artigo mas Mirela eu não quero realizar o meu artigo não tem problema nenhum basta você acessar o seu Ava V na aba cursos dispensa do TCC e confirme a sua dispensa não é uma solicitação é uma confirmação apenas de uma forma interna que a gente entende que você escolheu ser dispensado e Gostaria de ressalvar que o seu certificado ele virá com essa
informação da dispensa de acordo com a resolução de número um de 6/4 de28 tudo bem bom no mais qualquer dúvida que vocês tiverem entre em contato conosco nos números a seguir que está que estão aparecendo aí na tela nós estamos à disposição de segunda a sexta-feira e qual qualquer dúvida é só nos procurar tá bom boa aula até mais então boa tarde então vamos lá Pessoal voltando a nossa noa segunda parte segundo turno aí da nossa aula né Eh fazer uma recapitulação eh do que a gente viu pela manhã e aproveitar aí para vocês conectarem
se acomodarem e a gente dá continuidade aí à à nossa aula né então dentro da Nossa temática sobre exames laboratoriais falamos aí um pouquinho na na parte da manhã Eh bati muito na tecla né do conceito com vocês aí sobre as fases de realização do exame e a a interferência Que cada uma dessas fases tem na hora que a gente vai fazer a interpretação trouxe principalmente aquela né o ponto né de de atenção assim que eu considero que a gente precisa ter como um conceito um receito que interpretar exame sem saber solicitar da forma adequada
a gente pode muitas vezes estar tendo um grande risco né de ter uma informação que pode muito mais nos atrapalhar do que nos ajudar lembrar o exame na sua função diagnóstica de Doença é uma coisa o exame na sua função preventiva ou fisiopatológica é outra tá eh discutimos um pouco dos aspectos relacionados a essa fase para analítica e demos alguns exemplos de fatores que podem interferir nesse nosso resultado desse nosso exame eh falamos um pouco sobre essa orientação do paciente para realização dos exames laboratoriais e depois a gente falou um pouquinho também sobre eh direcionando
a interpretação né que muitas vezes a gente tem aquela Visão do exame da sua referência lá na diretriz mas na interpretação desse desse caso dessa pessoa desse paciente né a gente a gente vai muito mais do que apenas exames e sim nas conexões fisiológicas né falamos um pouquinho sobre a a hipercolesterolemia com o hipotiroidismo e aí fomos entendendo um pouco dessas relações E aí a gente começou a discutir um pouco sobre o contexto de saúde num olhar para alguns desfechos né clínicos aí e o primeiro Deles que a gente abordou foi as doenças cardiovasculares dentro
das doenças cardiovasculares nós falamos um pouco sobre a ão do perfil lipídico em colesterol total e frações e aí a gente chegou num ponto onde e o olhar para colesterol total de frações era Será que era suficiente ou a gente poderia ter uma visão um pouco mais detalhada com alguns outros marcadores e onde eu trouxe para vocês principalmente a apolipoproteína b e a apolipoproteína 1 E a razão ap B ap 1 como um marcador bem forte nessa nessa busca né do Risco cardiovascular e uma ferramenta bem fácil né interessante aí de ser utilizada tá é
uma coisa que eu acabei não comentando né a solicitação desses eh desses parâmetros é literalmente como a gente comentou apolipoproteína B ou apolipoproteína 1 a gente pega isso num exame de sangue e e até mesmo se for o caso de um exame particular geralmente não é um exame muito caro tá geralmente Isso obviamente vai depender de tabelas e tabelas aí de cada laboratório mas não tende a ser um dos exames mais caros tá bom e agora D continuidade aí a um pouquinho do processo da fisiopatologia do das doenças cardiovasculares tá alguém ficou com alguma dúvida
tem alguma pergunta Quer fazer alguma colocação dessa parte dos Tópicos que nós abordamos de manhã tá Fique à vontade não é necessariamente um falha agora o cálice para sempre mas Fique à vontade aí para trazer as dúvidas de vocês não mais seguimos Então paraa nossa segunda parte aqui da aula Deixa eu só conseguir projetar aqui então beleza chegamos aí nessa nesse final da nossa aula foi mais ou menos sobre as as variáveis do perfil lipídico né a gente falou da razão apob apom O que que é importante a gente discutir pessoal é importante a gente
Ter eh um conhecimento dessas informações para nos auxiliar na hora de interpretar os exames a gente precisa ter noção de onde vem as coisas né então se a gente tá falando que o exame alterado proposto pela diretriz é o final do diagnóstico a gente tem que saber na verdade já que não é o nosso papel fazer esse diagnóstico o final do exame a gente tem que saber a causa a hora que a gente entende a causa a gente vai Começar a ter um pouco mais de de informações sobre o que que a gente pode avaliar
e o que que a gente pode ir controlando né a gente não fez lá interpretação da apob e da AP a 1 e viu que na verdade a redução da Razão apob AP a 1 Não era porque eu tinha que reduzir mais a b e sim tinha que aumentar a A1 então é é é esse nível de de de de profundidade que a gente tem que chegar para compreender esse processo Fisiopatológico E aí quando a gente chega na doença cardiovascular pensando na fisiopatologia a gente vai falar principalmente da doença arterial coronariana por quê Porque é
onde o perfil lipídico faz essa correlação que são os exames que a gente tá discutindo nesse momento então quando a gente pensa na doença arterial coronariana a gente vai pensar principalmente né nessa formação das placas de aterom nessa aterosclerose E aí nesse ponto eu acho Que é importante a gente ter um cuidado conceitual tá porque entendendo o conceito facilita a gente também interpretar Então olha só existe uma diferença entre aterosclerose e arteriosclerose quando eu falo de aterosclerose o nome Ó atero atero lembra de placa de ateroma tá a placa de ateroma então o aterosclerose é
a doença de uma artéria de tamanho médio grande porte com a formação dessas placas ateromatosas e olha só prestem muita Atenção aqui gravem isso como é que eu formo placa ateromatosa decorrente de lesão endotelial em algum lugar tá escrito que a aterosclerose tem a ver com colesterol alto em algum lugar tá escrito que a aterosclerose tem a culpa do LDL não qual que é a causa da doença h no caso da aterosclerose lesão endotelial tá artério clerose arté esclerose a gente tá falando de um outro conceito que na está relacionado da esclerose de uma artéria
que nada mais é Do que o espessamento o enrijecimento tá lembra que a artéria ela tem que ter uma uma maleabilidade uma elasticidade que o fluxo sanguíneo ele é eh favorecido exatamente com esse com essa elasticidade das artérias imagina uma mangueira de Jardim a hora que você Abre a Torneira e essa água flui a malh habilidade dessa mangueira de jardim favorece com que a água chegue até o final dessa mangueira se você tem por exemplo a torneira num tubo de PVC essa Água ela tende a perder a sua força à medida que perde a força
que a gente chama no caso do coração de força de ejeção tá então a a a a artério esclerose é um outro tipo de doença arterial coronariana ela afeta de uma outra forma É um mecanismo diferente isso tem muita relação com precipitação de cálcio em tecidos não ósseos tá no nosso caso aqui como a gente tá discutindo a questão dos exames de perfil lipídico relacionado a Ao estilo De vida a gente tá falando principalmente da aterosclerose E aí aqui como a gente tá falando então tudo isso é decorrente de uma lesão endotelial tá eh entender
essa lesão endotelial Vamos fazer uma uma analogia com a com a questão intestinal da Saúde intestinal a gente não fala muito sobre as Tig junctions que são as as ligações entre as os enterócitos as células do intestino quando a gente tem um aumento Da da permeabilidade intestinal favorece o infiltração de de patógenos e isso faz com que por exemplo a gente tenha lá endotec semia inflamação imagina que é de forma semelhante que você tem uma alteração desses endotélio né dessa células do vaso tá só que isso nesse caso você tem uma agressão essa agressão ao
endotélio que cria né essa lesão gera uma resposta inflamatória e aqui vale um parêntese pessoal o que que é inflam inflamação é uma resposta protetora do Nosso corpo tá então todo mundo ah não porque você tá inflamado porque você tá inflamada que desinflame não sei o qu inflamação é uma resposta protetora do nosso corpo o que desencadeia inflamação dois mecanismos Por que que a inflamação ela é protetora porque ela tem o papel ou de fazer um reparo tecidual ou de fazer a eliminação de um agente infeccioso existem dois mecanismos que geram inflamação a gente chama
de dump e de Pump tá dump vem do inglês de Damage De dano tá então o dano mecânico o dano tecidual gera uma resposta inflamatória para você reparar esse dano Pump vem de patógeno eu tenho uma um estímulo patogênico e a inflamação tem o papel de reparar na verdade de eliminar esse agente patogênico então a inflamação ela é uma resposta protetora do nosso corpo tá então o problema não é a inflamação o problema é quando você tem muitas causas de inflamação e não se resolvem as causas da inflamação então o problema Não é inflamação a
inflamação é uma resposta uma sinalização do nosso corpo tá vamos dar um exemplo para exercício Quando você vai fazer exercício principalmente da musculação você não carre ne peso isso gera um estress muscular não geram microlesões no seu músculo Isso é uma resposta inflamatória para que o seu músculo fique mais forte para uma próxima sessão então a inflamação ela é o mecanismo que vai fazer o seu músculo se tornar mais Resistente a essa carga e te deixar mais preparada a resistir a esse estímulo Qual que é o papel da inflamação reparo de um dano né quando
você tem uma crise infecciosa por exemplo a inflamação é para eliminar o patógeno tá essa é a grande questão da inflamação a inflamação não é um vilão não é uma vilã vilão ou vilã é o que causa inflamação e você não cura não trata Esse é o grande problema no caso da lesão endotelial Você tem uma lesão Tecidual o que que vai acontecer uma resposta inflamatória essa resposta inflamatória ela é imune mediação imune onde você tem principal ente os monócitos que são as células de defesa que ficam circulantes no nosso sangue esses monócitos então eles
são captados pra camada íntima da artéria né E vão se converter em macrófago o macrófago é uma célula tecido especializada em tecido né ou seja o macrófago ele vai pro tecido o monócito vai pro tecido e se converte em Macrófago você tem macrófagos residentes né em alguns tecidos o macrófago pode ter alguns nomes né diferentes em cada Tecido tá esse macrófago tem uma capacidade diferencial de fazer o qu fagocitose E aí A grande questão é quem que esse macrófago fagocita o macrófago fagocita o LDL oxidado lra onde a gente falou do LDL então na circulação
Olha só eu tenho LDL nativo quando eu tenho esse processo inflamatório esse LDL é capturado paraa camada íntima Do vaso e ele é oxidado uma vez ele oxidado ele se torna aquela partícula pequena e densa que a gente tava comentando e o macrófago faz o queê Então fagocita esse LDL e faz a chamada célula espumosa ou spanc ou célula em espuma que que é essa célula nada mais é que o aglomerado lipídico que vai formar a placa de de aterosclerose a placa de ateroma para desenvolver a aterosclerose entenderam então o mecanismo lesão endotelial resposta mediada
pelo sistema Imunológico e a formação das placas de ateroma vem por essa fagocitose do do LDL oxidado pelo macrófago E aí esse LDL oxidado e esse macrófago formam Então essa célula que vai começando a produzir fatores de crescimento sistema complemento que vão criando um tecido de alicerce para essa placa e vai obstruir então a luz do vaso e aí você tem a tal da placa de aterosclerose tá ponto importante aqui o que causa lesão endotelial se a lesão endotelial é A causa do processo o que que causa lesão endotel lembra que eu falei uma coisa
quando eu falei da Razão apob AP a um que era para vocês gravarem que era uma coisa que causava lesão endotelial tabagismo o tabagismo causa a lesão endotelial por que que então indivíduos fumantes podem ter exames normais podem ser magros ter uma composição corporal normal e ter fator de risco paraa doença cardiovascular porque o tabagismo causa lesão Endotelial por isso que ele era o segundo fator naquela lista tá E aqui tabagismo entra aí também uma atualização desse tabagismo pra galera que gosta do tal do cigarrinho eletrônico né do pendrive Zinho da balada né do do
cheirinho de fruta e não sei o qu n nã e tal tal já existem trabalhos mostrando né que esses vapors aí eles também geram disfunção endotelial tá Ah porque nicotina menor tem trabalhos que mostram que eles geram Lesão endotelial se eles geram lesão endotelial eles são estímulo inflamatório lembra que para isso então vai ter que fazer o quê desencade uma resposta inflamatória para reparar esse dano tecidual no caso um dano endotelial tabagismo é um fator stress oxidativo é um fator a própria inflamação é um fator que retroalimenta isso então lembra que a inflamação ela é
multifatorial né Você pode ter fatores inflamatórios de diversos eh diversos Locais como por exemplo se você fala de indivíduo sobrepeso o adipócito Gera citocinas pró-inflamatórias que favorecem a lesão endotelial porque isso que a gente fala que obesidade de é uma doença inflamatória crônica de baixo grau com fator de risco para doença cardiovascular por causa do estímulo pró-inflamatório ah desde uma alimentação ruim não vou nem falar que é alimentação inflamatória ou antinflamatória não é nesse sentido mas Restrição de sono né saúde intestinal enfim a gente fala que inflamação tá em tudo né mas não é que
a inflamação é ruim é vilã o problema é o que que a gente tá fazendo que tá gerando gatilho inflamatório no nosso corpo então esses pontos são muito importantes que levam a lesão endotelial e podem fazer então com que a gente venha a ter a a formação de uma placa de ateroma pelo processo né não necessariamente de Hiper eh de aumento de de LDL né de de Dislipidemia somente e sim pelo quadro da lesão endotelial certo nesse caso só pra gente entender você viu a participação do LDL o HDL a gente falou que ele é
o colesterol bom né e ele é muito bom porque ele faz o transporte verso do colesterol a gente falou então uma vez que eu tenho as f celus a estabilização da placa o HDL tenta fazer exatamente essa retirada dessa placa e metabolizando essa gordura só que o HDL tem funções também mais interessantes Ele tem ações antioxidantes que que é a importância de uma ação antioxidante para HDL Ué eu não tenho o LDL oxidado ação antioxidante é para tentar evitar a oxidação ou diminuir esse processo de oxidação do LDL o HDL tem estímulos antiinflamatórios não é
a inflamação que causa lesão endotelial eu o atenuando a inflamação eu posso diminuir o risco de lesão endotelial um outro aspecto importante do HDL ele diminui as Chamadas moléculas de adesão de monócitos OS monócitos para eles conseguirem entrar na camada íntima do vaso eles precisam como se fosse de receptores no endotélio o HDL tende a diminuir a expressão desses receptores um outro ponto importante que o HDL faz ele aumenta a expressão de uma enzima chamada óxido nítrico sintetase endotelial que que que essa enzima faz como o nome diz sintetiza óxido nítrico O óxido nítrico ele
é importante não só Para vaso dilatação mas ele é um agente protetor do endotélio então o óxido nítrico ele também atua Protegendo o endotélio ou seja contra a agressão entende porque que o HDL ele é muito bom não é só pelo transporte reverso mas os mecanismos de proteção à questão da formação da placa de ateroma todos eles passam pelo HDL então é importante esse olhar pro HDL e principalmente né evitar essa redução ou entender o porque está acontecendo essa redução tá então todos Esses outros mecanismos que envolvem o processo da fisiopatologia da aterosclerose eles passam
pelo HDL então é muito importante a gente olhar para ele tudo bem a gente falou de marcadores inflamatórios né poxa no exame de sangue no exame Laboratorial a gente pedir marcadores inflamatórios é interessante Sem dúvida Sem dúvida Ainda mais quando a gente tem pacientes que já mostram pra gente Gatilhos inflamatórios lembra que a inflamação ela é uma resposta aguda tá inflamação é uma resposta aguda a gente tem tem aí que geralmente as chamadas proteínas de fase aguda inflamatória elas tendem a ter sobre o estímulo um aumenta e uma diminuição entre 24 48 72 horas dependendo
do seu marcador tá a inflamação ela tem uma tendência a ter após o estímulo esse essa curva de 24 48 horas tá quando a gente pega um exame Isolado tá e vê marcadores inflamatórios mais altos sem necessariamente um estímulo prévio é aquilo que a gente fala provavelmente é o indivíduo que tem o quê alguma doença inflamatória que fica mantendo esses níveis de inflamação constantemente né ou ligeiramente aumentados mesmo se um estímulo específico como por exemplo uma sessão de Treinamento ou uma infecção viral bacteriana por exemplo tá então dosar esses Marcadores dependendo do quadro clínico do
indivíduo é interessante o marcador simples e fácil que a gente pode usar paraa inflamação a PCR a proteína ser reativa a proteína ser reativa olha só os mecanismos que ela se envolve numa doença arterial coronariana a gente acabou de falar que para começo de conversa eu tenho uma resposta imunológica que os monócitos entram na camada íntima do vaso quando eu tenho uma PCR aumentada ela facilita a Infiltração de monos eu aumento a captação e a oxidação de LDL inibição da produção de óxido nítrico a gente viu que além de vaso dilatador protege o endotélio aumento
das moléculas de adesão que trazem esse monócito para dentro do vaso estímulo ao sistema complementa a produção de fator tecidual que é PR estabilização da placa de ateroma e ela também inibe a ó Lise Ou seja você ainda pode ter um Risco da formação de trombos e coágulos pela inflamação né então ela é ela participa ativamente desse processo tá lembrar que ela é uma proteína de fase aguda inespecífica né então se eu tenho lá um fator exercício físico principalmente de alta intensidade eu tenho uma tendência a aumentar a PCR por isso que é importante a
variável pré-analítica saber a rotina desse indivíduo ou então entre aspas orientar que ele faça esse exame sem um estímulo Necessáriamente que vai aumentar a a inflamação para você analisar friamente Qual é o estado basal dele dessa inflamação tá então é interessante esse tipo de cuidado na solicitação do exame para você conseguir isolar o efeito desse marcador tá diante de uma suspeita é claro tá então PCR simples fácil de você analisar e bem e correlaciona-se muito bem com a doença arterial coronariana um outro marcador que eu gosto de colocar quando A gente tá falando de saúde
cardiovascular é a homocisteína tá homocisteína tenho certeza que vocês já ouviram falar da homocisteína e a homocisteína muitas vezes ela é interpretada como um mar ador de carência nutricional né a homocisteína ela tem muito uma relação com a deficiência de B9 B12 tá quando a gente tem uma deficiência de B9 B12 é uma tendência a Homocisteina estar elevado certo um adendo aqui eh que é um cuidado disso enzimas né que na verdade vão ser e aqu as enzimas vão ser muitas vezes influenciadas pelos nutrientes as enzimas usam os chamados cofatores Então os nutrientes muitas vezes
são cofatores das enzimas que vão converter um produto em outro no caso aqui a homocisteína então se eu tenho falta desses nutrientes né eu posso ter o aumento ou a diminuição desse produto por qu Dependendo das enzimas que estão relacionadas com ele tá no caso deficiência de B9 B12 a homocisteina tende a subir certo ela tende a aumentar tá só que aqui a gente tá olhando paraa homocisteína alta como um fator de risco paraa doença arterial coronariana tá alguns autores têm chamado a homocisteína como o novo colesterol por quê antes não tinha aquela visão de
que a LDL alto causava doença do coração que ele era o vilão a gente já viu que não é Por qu o que que causa doença arterial coronariana o que que causa aterosclerose lesão endotelial né a homocisteína ela pode ser um fator de causa de lesão endotelial tá então alguns trabalhos vem mostrando ela como um fator de risco paraa doença arterial coronariana pelo fato dela poder induzir essa lesão endotelial valores elevados de homocisteina podem estar levando essa lesão endotelial aí parte assim bom você Falou que a homocisteina tem relação com carência nutricional B9 B12 se
homoc sistem na alta é por causa de falta de B9 B12 e a homoc sistem na alta causa lesão endotelial vão fazer o quê vão dar um caminhão de B9 B12 para essa controlar essa homocisteína não tem problema de lesão endotelial não é tão simples assim seria né Se fosse eh mas não é tão simples assim por que que isso não acontece porque como eu falei para vocês o problema está na capacidade das Enzimas de atuarem em produzir um metabólito ou depurar esse metabólito e as enzimas elas não funcionam numa necessariamente quando você dá mais
matéria prima para ela ou quando você coloca mais eh cofatores para ela né Isso depende muito da capacidade da enzima então não adianta você jogar um caminhão de B9 B12 que ela não vai depurar mais homocisteína por exemplo tá tá ela tem um limite para isso só para vocês entenderem vamos olhar para um Para um para um trabalho que faz Exatamente isso olha só a B12 é importante como cofator da metionina sintetase de converter a homocisteína em metionina por isso que falta de B12 eu não converto a homocisteína ela acumula ela aumenta né poato Depende
muito lá do tetrahidrofolato de uma enzima chamada metil tetrahidrofolato redutase que também atuam nessa eh depuração da homocisteína ah existem até polimorfismos para essa enzima que fazem A gente ter pacientes com hiperhomocisteinemia que que esse trabalho fez esse trabalho fal assim então tá bom vamos estudar a homocisteína já que ela tem um problema relacionado à função endotelial vamos analisar a homocisteína os valores de homocisteína vamos analisar B9 B12 e vamos analisar polimorfismos genéticos que levem a hiperhomocisteinemia e vamos ver qual desses fatores são mais importantes certo aqui tem um ponto Interessante ele avalia B12 B9
e ácido metilmalônico vocês já ouviram falar sobre o ácido metilmalônico que que é o ácido metilmalônico tá eu falei para vocês que para avaliar carências ionais muitas vezes não adianta pedir o nutriente não adianta pedir B9 e B12 por que isso vitaminas e minerais não tem que tá rodando no sangue lembra que a gente faz o exame de sangue se a gente tá fazendo exame de Sangue por que que eu vou est vendo alguma coisa ali no sangue se tá ali no sangue de duas uma ou eu tô jogando muita coisa lá no sangue né
ou então eu tô tendo algum problema de hiperprodução ou eu tô tendo algum problema de captação nutriente tem que tá dentro da célula tem que tá dentro da célula por isso que a gente muitas vezes não vai ver esses nutrientes no sangue em grandes alterações por a gente fala que Ferro não é um ferro cérico não é um bom marcador para avaliar ferro porque não é para eu ver ferro ferro no sangue tá eu tenho que fazer outras formas de avaliação as carências nutricionais a gente geralmente avalia com alguns outros parâmetros entre eles se eu
quero ver deficiência de B9 e B12 tem um marcador muito simples que a gente pode usar tá lá no hemograma o vcm o volume corpuscular médio tá se você pega um hemograma na série vermelha o vcm ele Pode já ser o seu primeiro indicador de deficiência de B9 b112 existe um quadro que a gente chama de anemia megaloblástica né ou anemia macrocítica que que é anemia por definição diminuição das concentrações de hemoglobina lembra anemia tem nome e sobrenome sobrenome da anemia a gente olha o vcm por exemplo se eu tenho um VCM próximo a 80
ou abaixo de 80 fentolitros eu falo que é uma microcitose um VCM pequeno e a Microcitose se correlaciona principalmente com o quê deficiência de ferro e se eu tenho um VCM elevado VCM elevado a gente tá falando acima de 92 93 a gente fala de uma macrocitose a macrocitose é deficiência de B9 B12 Qual que é o problema como que a gente vai lembrar que eu tenho essa essa célula grande né lembra que o o eritrócito a hemácia ela quando ela se forma como reticulócito ela é grande e ao longo da vida dela ela vai
Diminuindo por isso que a gente avalia o vcm o volume corpuscular médio da Média das Emas que você tem você pode teras mais jovens Emas mais velhas Emas na meia vida e você tem um volume médio tá se eu tenho muita hemácia grande quer dizer que eu tenho ou muita hem nova ou um problema de maturação dessa B9 e B12 são fundamentais pra divisão celular pro desenvolvimento do DNA né Por que que a mulher quando engravida uma das primeiras coisas a Suplementar é B9 B12 desenvolvimento embrionário né as as divisões celulares a metilação do DNA
tudo isso depende de B9 B12 né então quando eu tenho falta de B9 B12 eu tenho uma emcia grande porque ela não matura ela não evolui então por isso que eu correlaciona um vcm alto com deficiência de B9 B12 mas eu não sei se a deficiência é de B9 ou se é de B12 geralmente a gente pede a homocisteína a homocisteína também fala pra gente da deficiência de B9 e B12 se eu tenho um VCM alta com homocisteina alta para vocês terem uma ideia o que que é uma homocisteina alta uma homocisteina alta ela vai
aí acima de 15 mais ou menos a gente já começa a olhar para essa hom Sista um pouco mais alta Ah 15 17 assim você começa se olhar a pressão Sista alta Alguns falam até acima de 11 já tá você já olha paraessa ocista um pouco mais alta se eu tenho VCM alto com homocisteína alta Há uma grande chance de isso ser deficiência de B9 B12 se Vocês corrigirem B9 B12 Provavelmente o vcm diminui e a homocisteína diminui provavelmente para eu ter a certeza se por exemplo H uma deficiência de B12 Ah você pode pedir
B12 sérica aí tem que tá lá 12 acima de 500 600 etc que é o que geralmente se fala OK você pode ter outros fatores que fazem você ter por exemplo uma alteração de B12 como o uso dos dos da dos inibidores de bombas de prótons ome prazois da vida diminui a absorção de B12 Então isso é um outro Problema na hora de você quantificar B12 no sangue né aí entra exatamente o ácido metilmalônico o ácido metilmalônico é um marca D específico paraa deficiência de B12 tá então ele sofre poucas dessas influências e ele é
mais sensível para isso então quando a gente tem um aumento do ácido metilmalônico ele indica uma deficiência de B12 E aí o aumenta ali mais ou menos no que ele dá do do próprio intervalo da referência se você Olha esse valor mais próximo à referência superior você tem um indicativo de que realmente esse indivíduo está com deficiência de B2 tá então Então esse escopo né de passo a passo de avaliação ou de concluir esses marcadores você vê pra carência nutricional se eu bater só na B12 eu posso ter uma interpretação Até posso mas necessariamente eu
não não não não eu vou às vezes não vou estar conseguindo comprovar isso 100% por Causa de fatores que influenciam nesse exame e por causa de ser um exame de baixa sensibilidade tá então se você correlaciona VCM homocisteína ácido metilmalônico você faz essa melhor investigação isso é o ácido metilmalônico tá folato o folato ele não tem tanto essa esse outro marcador o marcador ideal pro folato chama folato eritrocitário você teria que avaliar o folato dentro da emass então é um exame que é possível de ser solicitado é mas Não é tão tão tão comum de
ser feito às vezes não é todo laboratório que faz né mas que geralmente eh é a forma mais sensível geralmente de você avaliar Tá mas o ácido mealo ele já é muito mais comprovado paraa deficiência de B12 Tudo bem então voltando para esse trabalho o que que ele fez ele falou vamos avaliar as concentrações de B9 B12 ácido metilmalônico vamos avaliar os polimorfismos de Hiper homocisteina o Hiperhomocisteinemia e vamos avaliar a função endotelial se eu tenho uma homocisteina alta ele quer correlacionar se essa homocisteina alta pior a função endotelial mas mas tem a ver por
exemplo com deficiência nutricional ou com perfil genético tudo bem E olha os os achados desse trabalho que interessante as vitaminas não se associam com a melhora da função endotelial ou seja você pode dar um caminhão de vitamina Que se o problema da homocisteína não é vitamina você não muda em nada a a proteção da função endotelial assim como os Pol F ismos genéticos mesmo que você tenha um perfil aqui que ele chama de cinco que é um perfil de alto risco genético para hiperhomocisteinemia né independente disso se eu tenho a homocisteína alta mesmo sem genética
aqui ó o perfil um a a função endotelial é Pior a função endotelial é pior ou seja a homocisteína isolada mesmo sem relação com genética ou com vitaminas do complexo B ela é um fator de risco paraa função endotelial e A grande questão é se se esse aumento de homocisteína não é genético e não é por deficiência de nutriente da onde que tá vindo Esse aumento de homocisteína a inflamação pode ser um gatilho para aumentar a homocisteína Então ela também pode nos auxiliar como um marcador Inflamatório e até dependendo fica ali inflamação eem stress oxidativo
né mas aqui a gente vê que o aumento da homocisteína tá tá relacionado com o aumento da interleucina 6 tá relacionado com o aumento do tnf Alfa tá relacionado com o aumento da proteína C reativo ultra sensível então quando eu tenho a presença de um quadro inflamatório eu tenho a presença também no caso aqui de um aumento de homocisteína e consequentemente né um marcador para Alterações eh arteriais coronarianas doença arterial coronariana tá então fica uma atenção também para homocisteína nesse nosso escopo de avaliações tudo bem outro marcador inflamatório facinho da gente analisar que tá no
hemograma na contagem diferencial de leucocitos é a razão neutrófilo linfócito tá se a gente tiver um hemograma a contagem de leucos pra gente ali leucos totais se ele já tiver Pessoal acima de se 6500 acima de 7000 já suspeita de inflamação tá numa condição basal um leucograma acima de 6,5 7 já suspeita de inflamação tá é possível já ter algum quadro inflamatório o que que é a razão neutrófilo linfócito quando a gente pega os leucócitos a gente tem a contagem diferencial e a gente tem a população das células o neutrófilo geralmente é a célula mais
abundante tá dentro a contagem diferencial essa razão é Basicamente o quê a gente fazer um cálculo da concentração de neutrófilos pela linfócito na verdade não é concentração é Contagem né que é dado em número cuidado aqui pessoal quando vocês pegarem olharem lá no hemograma eles têm os dados em percentual que é a contagem né relativa e a contagem absoluta que é Contagem em número tipo 5000 2000 3.000 é ali que vocês vão ver tá na contagem de número você vão pegar neutrófilo a contagem que dá lá divide pelo Neutrófilo esse marcador quanto mais alto maior
uma relação com disfunção endotelial e com o risco de aterosclerose tá um marcador inflamatório simples tá que pode dar pra gente essa essa visão de interpretação lembrando só um cuidado como o neutrófilo e linfócito são células que também aumentam em condições e infecciosas seja de infecção viral infecção Bacteriana análise desse marcador inflamatório a gente tá falando num uma condição basal tá desse risco numa condição basal sem a interferência de uma condição Clínica infecciosa numa condição basal se você tem neutrófilo aumentado em relação ao lin fosto é um fator de inflamação tá esse já é um
fator de inflamação Tá quanto que é essa razão esperada a gente tem trabalhos que mostram uma razão que vai de 05 a 3,5 eu falo assim tá bom então é tipo como se Fosse tudo né né então isso não me responde em nada um possível valor de referência vamos dizer assim então tem alguns trabalhos pessoal que começam a mostrar que acima de 2 2,5 você já tem correlação de aumento de espessamento de carótida né com com aumento de espessamento da parede da caroa que tá relacionado com formação de placa de ateroma tá então essa relação
cima de 2,5 2 2,5 já começa a ficar atento que é um fator inflamatório e é Um fator simples né então você imagina pessoal com um hemograma um hemograma tá que que é barato não precisa ter Mita tem muita questão de plano de saúde no hemograma você pode olhar olha as correlações nutricionais que vocês já podem tirar com VCM a gente acabou de falar que eu já posso saber se ele tem deficiência de Ferro B9 B12 com leucograma o leucos já me dá uma relação de inflamação neutrófilo linfócito com risco de aterosclerose É muito é
muito rico de informações já que a gente pode ter um exame relativamente simples que a mesma coisa aquilo que a gente falou Poxa eu só tenho perfil lipídico colesterol total de frações desse paciente A triagem Inicial é o primeiro ponto né se dali a gente já tem uma alteração encaminha para especialista se eu só tenho um hemograma eu olho para ele e vou ter essas interpretações e já pode Direcionar para uma visão um pouco mais Aprofundada depois tá tem um outro marcador aqui que eu não falei para vocês que eu lembrei agora que é muito
interessante a gente falar que é o rdw Se você pegar um hemograma geralmente a série vermelha o último marcador tá lá rdw ele ele é um é o índice de anisocitose um nome bonito né um nome de presença assim que que é o rdw rdw é um valor percentual traduzindo a sua A é uma Sigla né rdw A amplitude de distribuição das células vermelhas basicamente o tamanho das células né o tamanho dessa a gente não falou do VCM que o vcm fala sobre o volume do tamanho médio das hemácias né tamanho médio eu tenho emassa
grande eu tenho massa pequena eu tenho massa média pensa comigo se eu tenho um VCM baixo eu falei que é falta de ferro se eu tenho VCM alto é falta de B9 B12 tudo bem E se eu tenho deficiência de Ferro B9 B12 onde vai o vcm imagina ferro puxa para baixo B9 B12 puxa para cima se eu tenho deficiência dos dois o vcm provavelmente vai fazer o quê vai ficar um cabo de guerra e às vezes o vcm me dá o quê tem um VCM normal eu tenho um VCM de 88 Aí você olha
assim tá de boa o rdw Me tira uma prova disso eu não falei que o vcm é o volume corpuscular Médio médio eu tenho uma média se eu tenho um monte de grande e um monte de pequeno na média fica tudo normal mas isso não quer dizer que você tá tudo bem O rdw me mostra essa amplitude de variação se eu tenho uma variação muito grande do tamanho dessas hemácias Esse é um problema é isso que o rdw me dá se eu tenho um rdw acima de 12,5 12,5 13 pode anotar que provavelmente você tá
tendo um problema dessa distribuição de células você tá tendo ou células muito Novas ou células muito velhas né Isso pode estar correlacionado diretamente com as deficiências nutricionais tá então só em neogama a gente tá falando você tem marcador inflamatório marcador de nutricional eh o rdw em alguns casos pode ser também um marcador relacionado a estress oxidativo né então eh a inflamação e o estés oxidativo elas são muito próximas essas duas condições tá pessoal então e alguns marcadores que vão complementar essa Nossa essa nossa leitura de cada um desses casos mas é só complementando aí o
nosso nosso escopo de de de marcadores certo que mais a gente tem tem mais mais mais marcadores que podem nos ajudar na inflamação temos a Ferritina Ferritina é um excelente marcador inflamatório é uma proteína de fase aguda assim como a PCR Tá qual que é o problema da feritina ela também é um marcador de estoque de Ferro tá Ferritina é um marcador de estoque de Ferro só que em quadros inflamatórios a gente tem ela um pouco mascarada com essa interpretação a c comigo esse trabalho aqui ó a gente não tem que indivíduos sobre pesos e
obesos são indivíduos com uma inflamação crônica de baixo grau a gente não costuma ter essa correlação Então esse trabalho fez isso dividi o grupo eutrófico sobrepeso e obeso e desses grupos ele avaliou vários marcadores dentre esses marcadores ele avaliou a inflamação pela PCR e a Ferritina Quando Ele olhou a inflamação a PCR aumenta a medida que os indivíduos se tornam obesos né quando você olha a PCR elá aumenta e a Ferritina ela tem uma linha de tendência a aumentar também tá a fertina talvez vocês já entendam isso já saibam disso mas eu gosto de reforçar
um pouco sobre a interpretação desse exame a Ferritina é um marcador de estoque de Ferro certo se tiver um estoque cheio quer Dizer que eu tô tranquilo em relação a ferro no meu organismo não por quê Porque eu posso ter um problema de transporte de Ferro toda vez que a gente for avaliar status de Ferro E aí vale muito principalmente quando a gente tá falando das mulheres a gente precisa avaliar Ferritina a gente precisa avaliar a transferrina que é o transportador desse ferro a gente precisa avaliar o índice de saturação da ferrina para depois a
gente avaliar Então o vcm o rdw e a hemoglobina O ferro cérico é importante eu avaliar esses marcadores já nos mostram o ferro cérico ele vai dar um caminho também ele vai dar um norte também pra gente mas ele não é primordial nessa nossa análise certo eu falei para vocês que a Ferritina ela uma proteína de fase aguda inflamatória que que isso quer dizer que quando eu tenho uma inflamação gío inflam ela aumenta a sua produção Certo como que eu sei que a Ferritina aquele valor que eu peguei no exame é da inflamação ou é
do ferro como que eu vou saber isso eu preciso desses outros marcadores certo e aí eu sempre faço uma analogia assim pra gente entender pensa comigo se eu tenho um depósito um galpão nele eu guardo a minha mercadoria imagina que a minha mercadoria é Ferro esse galpão se chama ferritin se eu olho lá o indicador do meu galpão falando que ele tá cheio eu entendo que eu tenho um Altoque de Ferro a princípio sim se eu olho só para ele eu tenho meu transportadora minha empresa de transporte vamos imaginar uns caminhões que esses meus caminhões
de transporte são a transferrina uma vez que eu tô precisando de Ferro vamos imaginar eu preciso sintetizar a hemoglobina e eu preciso de Ferro viu busca ferro lá para mim no depósito a transferrina vai lá o seu Caminhãozinho Opa Tudo bem vim buscar ferro tá bom pega aí bota o ferro carrega o ferro no caminhão esse caminhão está carregado o que que é o marcador de carregamento desse caminhão da nossa transferrina a saturação da transferrina se ele está carregado ele está saturado se ele não está carregado ele não está saturado certo simples assim então o
caminhãozinho Vai lá se eu tenho se eu tenho matéria prima eu coloco no meu camião levo lá pra Hemoglobina falo ó o ferro aí faz aí su hemoglobina certo imagina que eu tenho uma Ferritina mascarada essa Ferritina tá falando que tá alta mas se eu chego lá para buscar ferro eu não tenho ferro eu olho o depósito e falo assim mas cadê o ferro o meu stoque tá falando que tá alto eu vou chegar com a meu com o meu caminhão com a minha transferrina do do depósito eu vou ter Ferro para colocar nela não
como que vai sair o meu caminhão dali vazio a Saturação baixa então o olhar paraa saturação da transferrina é um marcador que auxilia entender se a Ferritina é alta pela inflamação ou pelo estoque de Ferro vocês conseguiram entender minha analogia muito didática aqui de de centro de distribuição de mercadorias Então olha só a Ferritina aqui ela tá aumentando junto com a PCR certo o que que tá acontecendo com a saturação da transferrina tá caindo é menor se a saturação da transferrina é menor mas a Ferritina é maior é porque essa Ferritina é inflamatória ela é
inflamatória ela não é por por excesso de Ferro a inflamação ela tem um grande ponto que ela na verdade é um fator prejudicial paraa biodisponibilidade do ferro tá a inflamação ela vai deixar menos ferro disponível Então olha o que acontece com o ferro sérico ele cai o ferro cérico ele tá caindo não quer dizer que é por falta de ferro quer Dizer que na verdade existe um mecanismo inflamatório que tá deixando menos ferro ir pro sangue esse ferro tá preso dentro da célula que é isso que acontece na inflamação existe uma proteína que se chama
epsd din essa epsd din ela bloqueia os canais que jogam o ferro paraa circulação Então eu fico com com ferro dentro da célula Tá então por isso que a gente começa a ver no caso o ferro caindo não é necessariamente por falta do ferro da alimentação às vezes mas é Um marcador inflamatório que diminui a biodisponibilidade desse ferro e aí por isso que eu tenho uma saturação de transferrina é mais baixa porque é como se eu tivesse indo até o meu depósito olhava lá falou mas você tá falando que tá alto o valor mas não
tem mercadoria Eu não coloco no caminhão a saturação é esse meu marcador diferencial se a gente olha a hemoglobina aqui ó tá vendo que a hemoglobina no eutrófico é 14 depois aqui no sobrepeso é 12 e no obeso é 11 Eu tenho aqui o que a gente chama de anemia da doença crônica tá a anemia da doença crônica se você pega o indivíduo obeso com concentração de hemoglobina baixa Muito provavelmente é por causa da inflamação a inflamação da doença crônica diminui a biodisponibilidade de ferro que diminui a oferta de síntese para hemoglobina você tem um
quadro de anemia ela pode ser uma anemia ferro priva mas na raiz da sua interpretação fisiopatológica é uma anemia da doença Crônica que a gente chama que é uma anemia inflamatória tá porque às vezes o problema não é a falta de ferro pela alimentação é a falta de biodisponibilidade de Ferro por conta de uma inflamação faz sentido tudo bem Ferritina alguns trabalhos trazem tá pra gente alguns valores tá se a gente Pensar na Ferritina como falta de ferro se a gente olha uma Ferritina abaixo de 20 é uma alta deficiência de Ferro uma Ferritina para
alguns até 50 ainda é deficiência tá para alguns autores o ponto é Cuidado na avaliação da Ferritina Porque pensa comigo imagina que a gente tem uma mulher que tem deficiência de Ferro imagina que ela tem por exemplo naturalmente uma Ferritina abaixo de 20 e essa mulher está inflamada que que vai acontecer com a Feritina vai subir então imagina que no caso hora que você faz exam você olha paraa Ferritina ela tá ali nos seus 90 100 e Teoricamente é um valor Ok mas na verdade a gente tá o quê olhando para uma Ferritina mascarada por
isso que é o cuidado de olhar para valores eu sempre falo isso toma cuidado em olhar pro valor se você olhar pra saturação da transferrina Provavelmente você vai ver que vai tá baixo Então essa Ferritina de 100 talvez vai estar cruzando como inflamação e aí por isso que a gente vai cruzar usar o quê Vou olhar o hemograma Será que ela tá com leucograma aumentado eu vou olhar uma PCR Será que a PCR tá um pouco aumentado eu posso olhar uma cisteína Será que ela tá um pouco aumentado E aí eu tiro aquela ideia de
um marcador exclusivo para diagnóstico de uma única condição e sim a integração que esse marcador possa ter no organismo alguns trabalhos mostram que Ferritina acima de 100 mesmo inflamada já pode indicar que não H deficiência de ferro pode indicar alguns trabalhos colocam tá que a condição basal possa não ser de deficiência de ferro quando a Ferritina está acima de 100 mesmo com inflamação mas eu não gosto de ficar preso ao número eu gosto de olhar todos esses pontos eu vou olhar a saturação da transferina eu vou olhar o vcm eu vou olhar o rdw vou
olhar a hemoglobina tá aí a gente tomar essa Decisão Tudo bem mas a feritina alta marcador inflamatório certo e esse trabalho aqui só mostra na verdade que a Ferritina alta é um marcador inflamatório e cruza diretamente com a síndrome metabólica né uma análise aqui de de razão de chance Fala aí 70% de indivíduos com Ferritina aumentada estão Associados à presença do quadro de síndrome metabólica E aí então basicamente o desfecho de inflamação e um risco cardiovascular Aumentado certo então pessoal a ideia da fisiopatologia eu trouxe para vocês é quando a gente entende a causa do
problema a gente sabe o que que a gente pode olhar para evitar o problema Qual que é o problema aqui não é risco cardiovascular Então se a gente pode olhar para marcadores inflamatórios que a gente correlaciona fala ah inflamação circunferência abdominal né quais marcadores são esses então a gente pode ir a PCR o leucograma razão neutrófilo Linfócito homocisteína Ferritina a gente poderia ter vários outros marcadores aqui também tá Eu coloco esses que são mais práticos Ah vamos entrar em plasminogênio vamos entrar em dímero ou coisas desse tipo são casos muito pontuais para casos muito específicos
tá que no fim dizem basicamente a mesma coisa e não são exclusivos de Diagnóstico né esses outros são mais eh são mais vamos dizer assim num num Raciocínio fisiológico eles cruzam com mais coisas do nosso da nossa atuação então por isso eu acabo dando ênfase mais para eles porque senão também a gente não pararia de falar só sobre doença cardiovascular aqui certo conseguimos então fazer um raciocínio eu fui do final pro começo que é o final pro começo eu fui lá pro pro diagnóstico colesterol e frações e eu voltei pra fisiopatologia né então a gente
foi do que que geralmente é Avaliado como que a gente pode melhorar essa nossa avaliação até chegar lá no que a gente espera de prevenção de fisiopatologia que começa então nessa lesão endotelial em todo esse processo associado ao estilo de vida Tudo bem pessoal alguma dúvida deixa eu ver se tem aqui alguma coisa no chat eu fui falando até pra gente não interromper o nosso o nosso nos linha de raciocínio tá paciente aqui comentando paciente Ferritina 3,4 de ferritina ou é 34 se for uma Ferritina de 3,4 táo mesmo viu é algum problema feroz aí
VCM baixo e o rdw acima de 1 então cruza muito com isso que a gente tava falando desses marcadores relacionados a essas carências nutricionais né Então realmente 3,4 é bem bem grave tá Beatriz nesses casos assim sendo bem pessoal o que que tem para fazer do ponto de vista nutricional bem você pode dar uma suplementação vi oral mas a gente chega a um a um limite né de UEL aí de Suplementação nesses casos é é necessário o intravenoso tá você vai para intravenoso mesmo tem como a gente faz isso eh falando da prática esportiva até
isso algo que a gente acaba fazendo em algumas situações porque você precisa de aporte né de aporte então não tem tem muito para onde correr né Então usa eh a intravenosa E aí depois tem os tipos né de de Ferro intravenoso alguns aí que são mais Eh mais posso dizer mais eficientes né Porque aumentam mais rápido né então você tem medicações comerciais hoje o noripurum e o Fair inject Fair inject hoje é bem melhor só que custa tipo seis vezes mais né mas ele é bem melhor a gente já testou e realmente comprovou isso com
os exames que isso ele aumenta bem mais rápido a fertina e para alguns casos ele pode ser mais importante mais interessante né como escolha terapêutica beleza pessoal então Eh eh saúde risco cardiovascular a gente fecha com esses marcadores E aí a gente dá um passo né paraa inflamação para puxar esse gancho da inflamação do estilo de vida da obesidade el entrar exatamente falando um pouquinho sobre o que muito se fala né sobre inflamação e resistência insulínica e principalmente né uma coisa que tem muita gente que fala assim ah não porque a obesidade é uma doença
inflamatória de baixo grau e a inflamação leva a resistência Insulínica então fica um questionamento uma pergunta um uma reflexão Ah mas então todo obeso tem resistência insulínica né da onde vem essa resistência insulínica inflamatória vamos vamos entender agora agora vamos agora do contrário vamos da fisiopatologia Pro Exame a gente vai do outro lado agora tá fisiopatologia se a gente for pensar na inflamação como é que funciona a insulina lembra insulina é um hormônio peptídico por ser um Hormônio peptídico ela precisa de um receptor de membrana tá lembra que a gente tem três tipos de hormônios
hormônios peptídicos os hormônios esteroidais e os hormônios derivados de Amina tá o esteroidal a gente falou testosterona cortisol estradiol progesterona hormônio peptídico eh a insulina por exemplo e hormônios derivados de Amina as catecolaminas e os hormônios tiroidianos tá os hormônios peptídicos precisam de Receptor os hormônios esteroidais passam livremente pela membrana tá como que dá então a resposta da insulina você tem lá ingestão de carboidrato esse carboidrato vai sinalizar n glicose vai sinalizar o pâncreas a liberar insulina essa insulina vai se ligar no seu receptor e vai fazer o quê um mecanismo que a gente chama
de fosforilação e vai eh desculpa ativar uma molécula chamada glute que é o transportador de glicose para dentro da célula Tá esse glute aqui Ilustra-se como glute 4 porque é no músculo né lembrar que o músculo é o nosso principal tecido removedor de glicose da circulação insulino dependente e também insulino independente tá então o músculo tem um papel importantíssimo no controle glicêmico tanto por ser o maior e nosso maior tecido que tem receptor de insulina quanto que pela contração muscular você também consegue fazer o controle glicêmico já fica um parênteses Será que o indivíduo diabético
tem que fazer exercício com certeza sim né com certeza Sim esse é o mecanismo normal da insulina então a insulina vem se liga vai o glute capta a glicose e normaliza a glicose na circulação certo quando a gente tem um quadro inflamatório e aqui eu vou sinalizar a inflamação pelo tnf alfa o que que a inflamação vai causar ela vai causar uma resposta intracelular de uma sinalização inflamatória dentro da célula e essa Inflamação dentro da célula o que que vai causar vai causar o aumento da expressão de uma proteína chamada jnk e que essa proteína
faz o quê ela desfosforila o receptor ou seja ela bloqueia a resposta da insulina dentro da célula O problema não é no sangue O problema é dentro da célula a inflamação dentro da célula vai inibir a resposta da insulina para conseguir jogar o glute pra membrana para captar glicose isso é a resistência à insulina certo eu tô Bloqueando a resposta da insulina consequentemente você não consegue eh não consegue trazer né a glicose para dentro da célula a glicose continua alta no sangue e continua estimulando o pâncreas a qu a produzir insulina por isso que muitas
vezes a gente começa a ver o quê uma insulina no sangue mais aumentado e a gente correlaciona isso com resistência a ação da insulina certo tá bom aí eu falei para vocês se a inflamação leva resistência insulínica e Se o obeso é um indivíduo inflamado todo obeso tem resistência insulínica parece uma pergunta muito besta né a resposta pode ser sim não depende enfim se a gente pensar dessa forma muito simplista né a gente corre um grande risco de novo de est generalizando e não estar individualizando A grande questão que fica nisso tudo é quando eu
pego o exame eu olho lá eu tenho indivíduo que tem uma glicemia de 95 Ah porque eu vi que a Glicemia tem que tá em 80 em jejum de novo para quem por quando seja lá como for e eu pego uma insulina de 29 insulina de 29 Ah tá produzindo muita insulina para manter essa glicose em 95 Será que isso é uma resistência ação da insulina Se eu olhar aqui esse exame que eu posso falar que que eu posso falar eu posso falar que isso é uma hiperinsulinemia isso eu tenho Certeza certo que que é
hiperinsulinemia insulina tá alta ponto é isso a única coisa que eu posso falar aqui é uma hiperinsulinemia eu não tenho critério aqui com esse exame para poder falar que é resistência insulínica Ah mas se você calcular o r r eu posso calcular o home R home R aqui sabe quanto vai dar seis e pouco então então é resistência insulínica não posso falar que é resistência insulínica o que que é resistência Insulínica resistên insulínica é muito mais do que um exame alterado é um quadro fisiopatológico o exame ele pode Me direcionar mas só o exame eu
não posso chegar e falar isso eu tenho que ter um cuidado de novo eu tenho que entender da onde vem esse processo todo da onde começou tudo isso né E aí a pergunta é quem é o ovo quem é a galinha a insulina aumentada gera resistência insulínica ou é a Resistência insulínica que gera o aumento da insulina vocês conseguiram acompanhar comigo Insulina alta gera resistência insulínica ou resistência insulínica gera insulina alta é confuso eu sei que é confuso né eu dou uma quero quero que vocês de novo eh a gente que eu estimule vocês a
não ficar automatizado em olhar exame em olhar valor tá porque senão vira isso não tira Carboidrato corta carboidrato que o paciente tá com insulina alta não porque pão branco dá pico glicêmico pico insulinico não tô falando que isso é mentira né Isso não é mentira mas isso é fisiologia de Boteco Me desculpe isso é fisiologia de Boteco vamos a fundo nessa história e aí eu quero agora a participação de vocês né eu sei que depois do almoço tá um sono você vem com esse monte de coisa aí que eu nunca ouvi falar eu já não
sei mais se eu acredito Em você ou não E aí eu vocês viram que eu vim aqui para sei lá na minha opinião talvez quebrar uns conceitos ou trazer umas dúvidas aí para vocês né valores ideais de insulina Eu sei que vocês tem alguns valores que vocês consideram todo mundo tem por alum dia falou aí um professor falou valor ideal de insulina paciente tem que est no valor de insulina tal que hora que eu Calculo roma ir tá bom vamos lá vamos PR literatura vamos procurar da onde vem esses valores ideais de insulina quando eu
pego um resultado de um exame Geralmente eu tenho duas formas hoje em dia de referências né laboratoriais tem aqui uma referência muito Ampla que eu pego uma insulina que vai de 3 a 25 por exemplo ou então um laboratório que me dá uma referência da insulina estratificada pelo IMC Olha só Indivíduos eutróficos com Mc até 25 a insulina referência 2 a 13 sobrepeso 25 a 30 2 a 19 e do obeso de 2 a 23 alguém me explica por que tem uma estratificação pelo IMC e o valor da insulina é maior no obeso Ah porque
você falou que a inflamação causa resistência insulínica a resistência insulínica aumenta a a insulina né e o obeso é inflamado então a insulina dele é mais alta isso aqui para mim é exatamente aquela pergunta Que eu fiz para vocês então todo obeso tem resistência insulínica que ele tá classificando todo obeso com uma insulina mais alta é isso que acontece mesmo quer dizer que é normal pro obeso ter uma insulina mais alta essa estratificação tem que ter muito cuidado na interpretação dela tem muito cuidado na interpretação dela para falar o que que é normal o que
que não é normal vocês consegue entender isso comigo mas vamos Lá quero mais artigos vamos pros artigos onde os artigos nos trazem números de insulina Esse é um artigo bem interessante que ele fez uma avaliação de diversos marcadores em indivíduos sobrepeso que são resistentes à insulina diagnosticados indivíduo que é sobrepeso com resistência insulínica E aí ele viu que esses indivíduos sobre pesos com resistência insulínica o corte da insulina é 15 segundo esse trabalho Certo nesse outro trabalho que avaliou mais de 2.000 homens um followup de 20 anos de acompanhamento ele estratificou os valores de insulina
de acordo com um risco de doença arterial coronariana um risco de mortalidade e eles viram que os indivíduos do quartil Superior que que é quartil pessoal eu pegar todos esses 2429 homens que foram avaliados você vai dosar insulina de todos eles e vai dividir esses valores de insulina em quatro partes iguais dos números desses Indivíduos E aí então eles viram que os indivíduos que T insulina acima de 13 tem 60% mais chance de doença arterial coronariana então ali ele falou 15 esse aqui tá falando então é 13 né acima de 13 esse outro trabalho aqui
que avaliou aí também uma outra população trouxe que a insulina acima de 10 tem duas vezes mais risco de doença cardiovascular então foi 15 13 esse aqui 10 né E aí vamos chegar então no tal do Roma r o que que é o Roma R índice é um Cálculo que relaciona glicose e insulina tudo bem Lembra que eu falei para vocês os índices os cálculos são bem interessantes pra gente usar na nossa interpretação o Roma R foi um modelo que foi criado relacionando glicose em jejum e insulina em jejum dividido por um fator Qual que
é a atenção que eu falo aqui para vocês hoje alguns Laboratórios já trazem o seu resultado o valor do ROM R senão você pode calcular só que se você for calcular aqui ó a glicose em Jejum tá vendo que tá em milimol por l e a gente usa glicose em milgrama por Dil 100 mg por Dil 126 MG por dccl Então seria necessári uma conversão ou então a gente pode fazer o quê glicose em miligrama por decil vezes a insulina em jejum que a unidade ela é equivalente divide por 405 tá em vez de 22,5
você divide por 405 você já embute esse fator de conversão esse índice foi criado simplesmente para quê que que é Resistência insulínica é o entender Qual é a quantidade de insulina que ele precisa para manter uma glicose normal em jejum ou seja essa relação ela tem que ser muito próxima de quê De um pelo índice ela tem que ser uma razão próxima de um é uma proporção de glicose insulina se ele considera que uma glicose jejum seja na casa de 80 a insulina tem que ser C para eu ter um Roma R próximo de um
fala para mim qual que é o valor Ideal de insulina Pergunta lá porque que a pessoa que falou para você que o valor de insulina é 10 que é um número cabalístico da insulina que eu escuto toda vez que insulina de 10 é o valor ideal da insulina para quem qual condição quem é o paciente que avaliado qual estudo que ele tirou isso qual a população que foi avaliado e agora que que a gente faz Qual o valor que eu Uso eu falei né É pra gente pensar um pouquinho né Então vamos pensar um pouco
vamos pensar junto tá tudo bem até aqui vocês estão conseguindo me acompanhar pensa assim ó se eu tenho que a insulina é um hormônio que responde alimento a certo eu como principalmente fonte de carboidrato aumenta insulina a proteína também pode aumentar insulina sim proteínas ricas em leucinas tem um potencial insulinotrópico né Por is que Fala que o e também pode aumentar insulina perfeito mas se o alimento aumenta insulina se eu fico em jejum aquilo que a gente estava falando até do exame faz em jejum e tudo mais Ah é insulina isso é fisiológico tudo bem
pensa comigo agora e se você come muito várias vezes ao dia por muitos dias que que vai acontecer com sua insulina ela vai aumentar ela Aumenta até Quanto pensa assim se hoje é sábado você tá aqui desde as 8 horas da manhã ouvindo esse cara falar aqui el tá cansada foi do almoço já não tô entendendo mais o que ele tá falando fala assim ah sabe o que que é vai chegar hoje à tarde Pô eu mereço que ela famosa né eu mereço mereço comer alguma coisa gostosa Pô eu mereço um happy hour eu mereço
Pô sei lá Trabalhei a semana inteira um rodão japa né que esse professor japonês aí quem sabe me Inspirei um rodão japonês hoje à noite comer até o dono do restaurante ficar triste lá atrás beleza que que acontece com a insulina que que vai acontecer com a sua insulina ela vai disparar vai aumentar Putz eu vou engordar porque minha insulina aumentou ó a fisiologia de Boteco aí vamos pensar nas funções da insulina a gente tá falando de uma função da insulina que é o quê captação da glicose Uma função da insulina a insulina faz só
isso não a insulina ela inibe a lipólise ela inibe a gliconeogênese por quê Porque ela é um hormônio que a gente fala um hormônio anabólico Então como ela é um hormônio anabólico ela bloqueia as vias catabólicas que são as vias de degradação seja de gordura ou seja de fontes não glicídicas né como por exemplo degradação de de aminoácido de proteína ela estimula a síntese lipídica a síntese proteica e a proliferação Celular Essas funções da insulina tá Agora pensa comigo se você come muito se você come várias vezes se você come eh um excedente calórico Opa
o que que engorda é a insulina ou é o excedente calórico Óbvio acente calor Ah por que que a gente fala do Balanço energético e tudo mais sim é isso Você engorda da noite pro dia não você é você vira resistente à insulina da noite pro dia também não então entende quando eu falo que o Exame é uma foto daquele momento e a Insulina alta ela pode ser uma foto daquele momento mas acompanha o raciocínio comigo então eu tô bom eu comi demais eu tive um pico de glicemia um pico de insulina sabe o que
que é problemático para nossa célula excesso de glicose é um quadro que se chama de glic toxicidade a hiperglicemia ela é um ambiente metabólico anormal Paraas nossas células Então quando você tem um excesso de glicose e principalmente isso dentro da célula você estimula vias de dano mitocondrial de estress oxidativo de fatores pró-inflamatórios que levam ao dano celular então quer dizer que eu comer demais eu tenho uma hiperglicemia eu tenho uma hiperinsulinemia sim a insulina capta glicose Certo certo e se eu jogar glicose indiscriminadamente Para dentro da minha célula vai acontecer o quê gcd dano tudo
bem entendemos até aqui certo gosto das caras de interrogação de vocês que que vai acontecer se eu ficar jogando carboidrato em excesso várias vezes se eu ficar dando pico de insulina ou excesso de insulina essa insulina vai ficar aumentando E se ela tá funcionando entenda que eu não falei em Nenhum momento de quem é o esse exame não é obeso sedentário ativo não eu tô falando de fisiologia simplesmente não tô falando nem de do paciente obeso nem nada em excesso o que que o seu corpo vai fazer se eu tenho muita glicose muita insulina e
eu tenho um risco de ter essa gcx o seu corpo ele Tem que regular essa captação de glicose sua célula Tem que regular essa captação de glicose então sabe o que que ela faz resistência ação Da insulina para quê um mecanismo protetor da tua célula é um mecanismo protetor da tua célula então sim essa insulina fica alta e você não capta essa glicose por quê Porque ele se torna como um mecanismo protetor tá a insulina ela se torna como o a resistência ação da insulina ela se torna como um mecanismo protetor então muitas vezes o
que a gente pode ver é que aí hiperinsulinemia leva resistência insulínica e não é a resistência Insulínica que leva hiperinsulinemia Mas vocês vão entender onde eu vou chegar ainda até aqui tudo bem então a resistência insulínica inicialmente É um mecanismo protetor da nossa célula para evitar essa glic toxicidade só que se eu tô bloqueando a ação da insulina não falei que a insulina tem várias funções Será que todas as funções param de funcionar Não a resistência insulínica a gente ainda pode chamar que ela é seletiva só essas em vermelho vão deixar de funcionar se ela
deixa de captar glicose ela entra em mecanismos catabólicos que é o quê aumento de lipólise e aumento de gliconeogênese agora com fundiu de vez Quer dizer então que aí você vai ter um aumento de lipólise é o mecanismo protetor da tua célula por se ela deixou de captar Energia não é essa célula só que ela tá preocupada e as outras Como é que vão ficar do ponto de vista energético Então você lança a mão desses mecanismos que a gente pode dizer catabólicos então você aumenta a lipólise mas ué Será que aumentar lipólise não é algo
bom que falam que então pico de insulina engorda mas tá aumentando a lipólise é lipólise que emagrece não lipólise é o quê só mobilização de gordura certo o que que Precisa acontecer para você entre aspas emagrecer não precisa oxidar essa gordura fala para mim quem que oxida gordura mitocôndria não é mitocôndria que oxida a gordura beta oxidação Beleza o que que acontece com o excesso calórico a sua via mitocondrial ela fica prejudicada porque quem estimula a atividade mitocondrial a a falta de energia que a mitocôndria é para gerar energia então o excesso calórico tem uma
Redução da capacidade oxidativa eu tenho uma piora da função mitocondrial vocês já ouviram falar de um termo chamado de flexibilidade metabólica flexibilidade metabólica nada mais é do que o nosso corpo ele tem a capacidade de utilizar diversas fontes de energia é como se o nosso corpo fosse um carro total flex só que na situação de resistência insulínica a gente se torna inflexível metabolicamente quem que a gente tem Mais dificuldade de usar como fonte de energia na resistência insulínica a gordura que Teoricamente seria o nosso substrato preferencial a gente deixa de ter essa condição de utilizar
a gordura como fonte energética por quê Porque a gente tá num quadro de inflexibilidade metabólica de disfunção mitocondrial E isso se dá por quê isso se dá porque a gente tá numa situação de excesso calórico e aqui eu não tô falando que Isso vai acontecer hoje por causa que você vai num rodízio de comida japonesa e vai se entupir de carboidrato Mas é porque isso é o comportamento de pessoas engordam Então o que engorda mais do que provado não é a insulina é o excesso calórico porque você se torna inflexível metabolicamente E aí o que
que vai acontecer eu fiz lipólise eu mobilizei gordura só que eu não aí porque eu não tô flexível para onde vai essa gordura Essa gordura ela é re esterificada e volta pro tecido adiposo lembra que o nosso tecido de Poso subcutâneo ele tem uma reserva limitada Quando você atinge essa reserva limitada você principalmente começa a adicionar gordura aonde na região visceral E aí essa região visceral ela é o quê pró-inflamatória e a inflamação faz o quê resistência insulínica então a gente chegou no final do Processo da fisiopatologia que explicam pra gente na como se fosse
na linha do tempo do processo tá então resistência insulínica Por que que muitas vezes as pessoas falam que é difícil de tratar não é que é difícil de tratar é porque as pessoas olham pro lugar errado que é o quê a insulina e o problema não é insulina o problema é o estado metabólico que levou ao exame da insulina tá daquele jeito e Muitas vezes Qual que é o problema aqui ó Gane de peso o que que é muito comum no tratamento da Resistência insulínica isso aqui em cima ó yô behavior que que é isso
é o comportamento yô a pessoa vai e volta vai e volta melhora piora melhora piora por quê Porque às vezes ela não foi até o final a causa que muitas vezes é o quê gordura engordou principalmente foi pro tecido visceral Muscular esteatose aqui sim a gente chega então a falar sobre resistência insulínica e hoje se fala até da Resistência insulínica cerebral como um possível diabetes mlit tipo 3 que tência insulínica cerebral tá cérebro é extremamente dependente de glicose a gente começa a chegar até nesse possível caso Então pessoal lembra que eu falei para vocês Que
resistência insulínica a gente não olha pelo valor da insulina no exame sem sem sem exame nenhum aqui se vocês olharem para esses indivíduos quem tem resistência insulínica obeso tem resistência insulínica pode ter agora vocês podem falar pode ter obeso tem hiperinsulinemia aí é quase que certeza mas o obeso que tem resistência insulínica agora Vocês conseguem falar Quem desses obesos tem resistência insulínica qual dessas só olhar a imagem você não precisa de exame você olhar nessa imagem Você sabe quem tem resistência insulínica quem tem resistência insulínica pessoal aqui tem gordura onde não tem que ter gordura
é esse aqui esse aqui é aquele tal do obeso metabolicamente saudável que é o obeso que tem o exame Normal que ele ainda tá vendo que ele ainda não tem muita gordura visceral ele tem mais gordura subcutânea que ele não tem gordura no músculo gordura no fígado esse aqui já tem gordura visceral aumentada já tem gordura no fígado e já tem gordura no músculo e na nossa linha temporal só pra gente não esquecer Qual que é o ponto final aqui da Resistência insulínica gordura no fígado gordura no fígado então quando a Gente olha pro tal
do obeso metabolicamente saudável é aquele indivíduo que é obeso mas que é obesid idade dele é mais glúteo femoral e menos visceral tá esse risco cardiovascular é menor uma coisa que é mais fácil da gente entender mulheres e homens quem tem mais gordura mulher ou homem mulher fisiologicamente mulher tem mais gordura que homem quem tem mais risco cardiovascular mulher ou homem homem homem tem mais risco Cardiovascular do que mulher por quê Porque a gordura da mulher ela é ginecoide glúteo femoral é a gordura subcutânea o homem a adiposidade Androide é visceral Central Então essa tem
risco cardiovascular maior então o obeso metabolicamente saudável é mais ou menos nessa comparação que a gente faz do padrão de depósito de gordura tá mas se a gente tem gorduras em locais onde não tem que ter por exemplo gordura no Fígado isso direciona a gente a quadro de resistência insulínica que pode acontecer indivíduos que não são obesos por exemplo tá que a doença hepática gordurosa não alcoólica tão comum e aí eu chego naquela situação onde a gente estava falando de marcadores para identificação da Resistência insulínica E por que que o valor da insulina né deixou
de ter esse peso todo pra gente Por conta que a gente entendeu ou pelo menos né o raciocínio que eu quis passar para vocês era que você ter o excedente calórico e ter a hiperinsulinemia crônica que te leva Mita vezes a esse ganho de peso e essa inflamação que faz a resistência insulínica então a hiperinsulinemia da alimentação do excesso calórico que te gera resistência insulínica e não é resistência insulínica que Gera a hiperinsulinemia vocês conseguiram captar essa ideia do processo de que resistência insulínica associada à inflamação estilo de vida e obesidade ela é um processo
crônico que tem muita relação com o ganho de peso e esse ganho de peso como vocês mesmos falaram Não é do dia para noite e por não ser do dia pra noite qual é o ponto disso é o balanço energético e o balanço energético faz com que a gente tenha o quê alter das nossas fontes de gerar Energia que é a inflex tidade metabólica que chega na resistência insulínica que chega na inflamação e aqui ele fala de marcadores eu falei para vocês indivíduos sobre pesos com relação resistência insulínica triglicerídeo simples assim eu mostrei para vocês
como é que sintetiza triglicerídeo eu mostrei para vocês aonde faz trigliceride por que que eu falei que o trigliceride tem relação com o metabolismo glicêmico Glicose e insulina no fígado fazem triglicerídeo a mudança do comportamento desses marcadores no fígado tem relação com o quê com problema no fígado se eu tenho problema no fígado eu tô falando de resistência insulínica Então você pega indivíduos com triglicerídeo acima de 130 já é um ponto de atenção nesse caso indivíduos sobrepeso esse trabalho não é geral tá e o outro ponto razão cerídeo HDL quando essa razão triglicerídeo HDL Tá
menor do que três seria o ideal seria o ideal se eu tenho uma razão maior do que três quer dizer que eu tenho muito triglicerídeo e pouco HDL então também é um marcador de problema hepático porque que que eu falei do HDL apolipoproteína 1 sintetiza no fígado entenderam que o problema tá no fígado o problema da Resistência insulínica é metabolismo do fígado das lipoproteínas da glicose e da insulina então por isso que a gente correlaciona inflamação Estilo de vida obesidade com resistência insulínica e doença cardiovascular que tá tudo Eh vamos dizer assim tudo interligado tá
então esse pode ser um marcador pra gente com mais facilidade vamos dizer assim pra gente analisar e será que dá para saber se esse indivíduo tem resistência insulínica sem nem avaliar exame só a gente lembrar daquele das Funções da insulina que a gente falou dentre todas essas funções qual que eu falei que não para de funcionar síntese lipídica síntese proteica e proliferação celular Poxa seria muito bom né se essa insulina ficasse bombando a síntese proteica né e virasse uma Maromba né pelo menos o músculo ia ser um fator que auxiliar nesse controle glicêmico mas não
é o que acontece só que a proliferação celular ela não para de acontecer e quem que mostra pra gente Um quadro de resistência insulínica crônica pela proliferação celular o que a gente chama de acantose nigricans que é o quê um aumento da proliferação de keratinos e fibroblastos que causam esse escurecimento da pele né Esse aspecto enegrecido principalmente algumas articulações região de pescoço axila cotovelo pontas dos dedos joelho tá você começa a ver Esse aspecto enegrecida que parece até uma relação Com questão de higiene né mas que na realidade a gente sabe que isso tem muita
relação é com resistência insulina isso é muito comum da gente ver em pacientes obesos com quadro de resistência insulínica crônica tá então isso aí é o o veredito né vamos dizer assim do aumento da proliferação celular decorrente dessa ah desse quadro crônico né de resistência insulina então trazendo mais uma vez essa imagem que A grande questão Está associada nessa inflexibilidade metabólica que esses indivíduos têm tá e a inflex metabólica tá muito relacionado à disfunção mitocondrial e a disfunção mitocondrial pode ser tanto pelo excedente calórico que você sinaliza de forma negativa a sua mitocôndria quanto também
pela qualidade da alimentação tá porque muito me frustra os indivíduos que olham para um quadro de resistência insulínica e acham que é simplesmente tirar o carboidrato Vocês nutricionistas vocês têm uma caixa de ferramentas gigantesca para melhorar essa saúde mitocondrial essa função oxidativa que é o nutriente né que é o alimento Tá então não não se resumam à fisiologia da blogueira de carboidrato insulina pico glicêmico insulinêmica tá entendam esse perfil né de nutrientes que vocês têm aí aão mão de vocês para poder melhorar a saúde desses indivíduos certo e o último marcador que eu queria trazer
aqui sobre a análise Glicêmica para vocês é a hemoglobina glicada tá hemoglobina glicada tá se alguém aqui falar hemoglobina glicosilada mais uma vez eu finjo que eu nunca dei aula e nunca vi na minha vida tá porque a reação que acontece é uma reação de glicação que que é uma reação de quando você tem uma a presença de glicose no sangue ela tem uma capacidade de se ligar a uma fração da hemoglobina chamada fração A1c então a hemoglobina a1c ela pode se ligar à glicose formando a chamada hemoglobina glicada que ela pode dar pra gente
uma interpretação da glicemia nos últimos 90 120 dias tá então quando a gente olha pra glicose a gente vê que é uma resposta Uda a alimentação por exemplo ou algum outro fator a hemoglobina glicada é uma resposta crônica tá Então imagina que se você olha para uma foto do exame você vê lá a glicemia de 90 é a Glicemia daquele Momento se você olha para uma hemoglobina glicada de seis você olha como que foi o comportamento da glicemia nos últimos 90 120 dias como que é como que funciona a hemoglobina glicada el ela é dada
em percentual valor percentual que que é isso qual o percentual de hemoglobina a1c que está ligado à glicose simples assim se você tem muita glicose circulante uma hiperglicemia você tem mais glicose se ligando a hemoglobina a um C logo o Percentual de hemoglobina glicada é maior Tudo bem então o que a gente considera como normal geralmente é uma uma hemoglobina glicada abaixo de 5,7 por. certo isso é o que a gente considera geralmente como normal um ponto importante aqui eu trago um caso por exemplo de uma aluna que veio tirar uma dúvida comigo falou nossa
eu tenho uma paciente que tem uma glicose normal do tipo era de jejum 80 85 uma glicemia muito boa de 6 7 Mas ela tá com Hemoglobina glicada alta Uma hemoglobina hemoglobina glicada acho que era 6,5 uma coisa assim e ela se alimenta bem ela não sai da dieta não sei o qu e tal que a gente costuma falar que hemoglobina glicada é aquela que pega mentiroso né que você fala que não come nada e tudo mais quando vê hemoglobina glicada você sabe que teve oscilação glicêmica que teve pico glicêmico nos últimos 90 120 dias
por que que a gente fala 90 a 120 dias Porque a hemoglobina não tá dentro da hemácia a hemácia tem uma meia vida de 90 a 120 di certo e aí eu virei e falei assim eu falei ah uma paciente né mulher eu falei ela é mulher eu falei assim ela tem anemia el falou assim Como assim eu falei assim pega hrama dela quanto que tá hemoglobina ela é 11,5 falei pronto a hemoglobina glicada não é um parâmetro que você vai levar em consideração por ué se eu tô falando da hemoglobina A1c Ela não é
uma fração da hemoglobina eu não falei para vocês que é dado o valor percentual Ou seja eu tenho uma quantidade de hemoglobina para uma quantidade de glicose Vamos fazer uma conta rapidinho imagina que eu tenho 10 unidades de hemoglobino e que a minha Glicemia é 100 imagina que para uma glicemia de 100 é como se uma glicose se ligasse a uma hemoglobina se eu tenho 10 hemoglobinas e uma está glicada Qual O valor da minha hemoglobina glicada uma de 10 10% tudo bem é isso que é a Interpretação da hemoglobina glicada por uma quantidade x
de glicose eu tenho que se liga uma quantidade Y na hemoglobina então por isso que eu tenho percentual se eu tenho uma glicemia de 150 sei lá vamos falar que se liga a duas hemoglobin então eu tenho 20% enfim essa é é a interpretação mais fácil da gente ter agora imagina se eu tenho anemia e eu não tenho mais 10 hemoglobinas eu Tenho cinco pra mesma glicemia de 100 continua uma sendo ligada mas não é 10% mais é 20 entende o por que na anemia a hemoglobina glicada não funciona É um risco da gente avaliar
ela porque se eu olho pô a Glicemia tá normal a insulina tá normal segue a dieta treina hemoglobina ccada alta quer dizer que ela tá mentindo para mim não quer dizer que você não olhou Pro Exame de forma correta se você olha para Hemograma no caso ela tava com uma anemia é um fator que na verdade a hemoglobina glicada perde a sua validade tá então a gente nesse caso descarta e não utiliza esse marcador que vai fazer vai tratar a anemia Corrige a anemia hemoglobina glicada assim como a anemia é um exame que a gente
não repete todo mês por causa exatamente os 90 120 dias de meia vida então você vai repetir a cada 3 se meses por exemplo Então você vai corrigir Essa anemia vai tratar um Problema clínico e aí você vai levar por uma outra uma próxima interpretação depois que você corrigir isso E aí a hemoglobina glicada se torna um marcador relevante dentro dessa sua análise tudo bem entendemos então glicemia hemoglobina glicada e tudo mais quando eu falei para vocês sobre triglicerídeo tá aqui eu acho que é só um adendo que vale eu falei sobre ah Quem geralmente
faz dietas restritas em carboidratos tem Triglicerídeo baixo sim isso acontece tá eu gosto muito de cruzar o triglicerídeo com a ureia por quê se você tá eu brinco né um dieta projeto verão dieta para secar que geralmente você fazer isso você restring o carboidrato você né o a pessoa enfim E treina né né então você entra numa situação o qu de Déficit energético um gasto energético que que seu corpo faz Ué não tá entrando energia tô gastando energia eu tenho que fazer o quê neoglicogênese então esse esse exame Mostra nítido Isso né começou-se uma estratégia
de tirar carboidrato para melhorar né aumentar o o o entre aspas é a questão física e tudo mais e a aia tende a aumentar né Então você começa a ver esse aumento e é é praticamente é essa curva que as duas coisas fazem né e a ureia mostra pra gente o quê a gente tinha falado lá no começo de questão renal mas a aia basicamente ela é um marcador no sangue que dá pra gente eh metabolismo de de nitrogene tá Metabolismo de aminoácidos o que que faz aumentar a aia no sangue ingestão proteica elevada tá
uma uma dieta hiperproteica por exemplo ou catabolismo de aminoácido se eu tenho um indivíduo que tá comendo pouco carboidrato tá treinando triglicerídeo tá baixo orea tá alta provavelmente ele tá o quê deste energético com utilização de aminoácidos como fonte de energia porque o aminoácido vai formar o quê o o Carboidrato o anel de carbono do aminoácido forma glicose no fígado o nitrogênio vai pro ciclo da aia e aumenta a Aurea tá então é isso é um o ponto que a gente geralmente eh costuma observar nesses indivíduos tá com com esse perfil de de dieta mais
restrita em carboidrato tudo bem dúvidas perguntas Deixa eu olhar o chat pausa pro chá o café boa muito interessante a ideia é exatamente gente chegar agora na pausa Do chá e do café fechando esse bloco aí falando desses marcadores deixa eu dar uma olhada aqui no na na pergunta uma insulina aqui falando de uma insulina baixa com uma glicemia baixa eu acho que vale avaliar eh Pode ser né eh louana não sei se eu pronunciei corretamente o nome desculpa mas às vezes pode ser perfil energético né dessa dessa pessoa se eh episódios longos de jejum
como que ela tá ou às vezes né Essa insulina de 5 ou glicose 77 não é necessariamente algo ruim tá Às vezes é uma condição dela se é uma pessoa fisicamente ativa tem um bom metabolismo de eh de carboidratos e valores de insulina entre cinco e sete não são problemáticos não é isso né Eu acho que sempre é Depende de quem que a gente tá avaliando Tá mas não vejo grandes problemas dentro desses valores né Eu acho que só essa glicemia de 77 vale a atenção de quanto tempo essa pessoa talvez ficou em jejum para
ter Essa esse valor de 77 tá Ah ferro oral demora para subir Exatamente tudo certinho pessoal você estão conseguindo acompanhar tudo bem estão muito quietos ess é porque a primeira aula sei se isso é bom se isso é ruim mas eh vamos aí paraa nossa último bloco tá dessa nossa aula eu eu fico Sempre toda aula minha eu fico fico empolgado começo a falar muito às vezes e e eu fico sempre preocupado para saber se isso não tá perdendo uma linha aqui com vocês em relação a um um raciocínio que a gente vem construindo sempre
ao longo do dia né por isso que eu fico sempre perguntando aí como que tá como que vocês estão aí se vocês estão acompanhando se tá tudo certo ou se tem aí alguma algum ponto aí que que passou que Ficou em dúvida tá eu acho que sempre minha maior preocupação é que vocês saiam exatamente comal a maior parte dessas dúvidas sanadas Mas eu também brinco no final da aula que eu falo assim Se vocês saíram com mais dúvidas do que certezas dessa aula eu fiz o meu papel né meu papel como professor trazer essas informações
trazer esses pontos pra gente ah para extrapolar aquilo que a gente já tá que a gente já atende informação e ampliar o Nosso nosso raciocínio minha dica que eu faço sempre né vou até aproveitar agora já que eu dou no final da aula é que essas informações vocês peguem depois e vejam exames vocês já tenham de pacientes ou de vocês mesmos né comecem a olhar para esses exames comecem a ver se isso que a gente estava comentando faz sentido nisso que que vocês têm de prática dos exames dos pacientes de vocês começa a ver se
realmente Poxa poderia ter um exame a mais olha Faltou Um exame aqui esse exame a mais poderia me dar essa informa E assim a gente vai eh consolidando todas essas informações né Ach que a Silvana que comentou que é muita informação realmente eh a gente não sai daqui dessa aula vocês não vão sair daqui com essa aula assimilando tudo que eu falei né Isso é normal a gente tem um um eu gosto de de de um de um princípio de um conceito né que chama de curva de eh de absorvente conhecimento né ou de esquecimento
né de Um um autor chama ebing gaus né ele fala que o normal é que depois de Du horas que a gente recebe uma informação a gente perca aí cerca de 50 a 60% né É normal a gente perder aquela informação que nos foi falada então a importância de anotações e de tópicos que vocês vão colocando isso ao longo da aula para que a hora que vocês forem reestudar esse material fique mais fácil de vocês retomarem Esse conhecimento né que às vezes é aquilo que a gente não se a Gente não pega esse material depois
eh esse mesmo né Essa mesma esse mesmo conceito que eu falei para vocês diz que aproximadamente um mês a gente esqueceu quase 100% né então então é algo que que às vezes por ser muita informação é importante a retomada dessas informações ou desses conceitos aí com uma certa frequência e a forma mais fácil que eu vejo é vocês pegarem os exames aí e forem tateando analisando fazendo essa essa essa aplicação para consolidar Essas informações aí beleza mas vamos lá deixa eu voltar aqui falo para vocês uma particularidade minha eu tenho às vezes dificuldade em falar
pouco né brinquei no começo da aula da gente conseguir terminar a aula dentro do horário né eu fico sempre preocupado muitas vezes de que eu posso est deixando de dar uma informação ou que eu gostaria de explicar melhor essa informação só que o nosso tempo ele às vezes acaba sendo ali contado para isso Né então Eh vocês fiquem à vontade também para deixar qualquer tipo de dúvida ou eh questionamento para depois da aula em qualquer um dos meus canais de comunicação aí com vocês Beleza então vamos lá pessoal tava comentando sobre exercício né e eu
quero fazer exatamente essa transição agora pro exercício como eu comentei com vocês no início da aula que tem muito a ver nesse nesse quadro a gente falou muito de condição Clínica Obesidade sedentarismo e doenças crônicas resistência insulínica inflamação eh doença cardiovascular eu acho que agora vale a gente começar a colocar uma pitada do exercício aqui tá E essa pitada do exercício não necessariamente é só Quais exames que eu tenho que ver quando o indivíduo faz exercício mas é entender também o papel do exercício nessa nossa fisiologia tá Ah o exercício eu vou partir de uma
análise aqui que a gente vai falar sobre Marcadores de desgaste muscular tá desgaste muscular entenda que não é lesão muscular né aquilo que a gente tava comentando o exercício ele faz microtraumas na musculatura e que isso geram alguns marcadores no sangue e eu quero trazer esse gancho com principalmente o status energético que tá diretamente relacionado à prática de exercício se eu não tenho uma boa oferta energética como é que eu vou esperar uma boa resposta de performance no Treinamento né então para isso a gente vai contextualizar alguns desses marcadores Tá penso em treino em exercício
vamos pensar aqui primeiro no Exercício eh de peso tá o exercício contra resistência o exercício resistido ou musculação como preferirem chamar basicamente o princípio do exercício lembra inflamação não é um dano tecidual ou uma um agente infeccioso então aqui basicamente a gente tá tendo que o dano Tecidual é induzido por uma sobrecarga mecânica tá então o exercício físico causa esse desarranjo da estrutura muscular então a gente vê aqui um músculo antes do exercício e um músculo pós exercício ele perde essa integridade dos sarcômeros essa estrutura que favorece a contração muscular lembra dos sinais clínicos da
inflamação inflamação edema ô quem treina sabe fica inchadinho né tem aquela galera que chega de sexta-feira faz umas Barras e uns bíceps Para sair pra balada com a camisa meio apertadinha né para parecer o bíceps edema infelizmente isso como a inflamação é aguda a gente falou né isso aí passa rapidinho edema a gente teria né o calor o bor né o eh sinais que necessariamente a gente não vê mas a gente até vê localmente aumenta a temperatura Você tem uma vermelhidão pelo aumento do fluxo sanguíneo você tem um dos casos dor né A dor quando
quem treina fala Assim dependendo do treino quem treinou perna tem dor para caminhar quem Trein o braço dor para lavar o cabelo enfim a dor é um sinal de inflamação e o outro sinal de inflamação que a gente tem é a perda de função né então olhando para essa musculatura a gente entende que esse músculo todo desarranjado ele vai perder a função que é a contração muscular que é o que o sarcômero faz então é o o resumo dos cinco sinais cardinais da inflamação então o Exercício é o que a gente chama de dump né
o dano associado à inflamação ok a gente consegue ver marcadores no sangue que relacionam ao dano muscular que muitas vezes vira então o marcador de exercício né como alguém tinha comentado ali no chat ah os os exames pro exercício marcadores do exercício o olhar pro exame seja pro exercício pro paciente pro obeso sedentário muda né mas às vezes a gente pode usar os mesmos marcadores certo mas Alguns respondem um pouco mais o que que seria o marcador relacionado ao desgaste muscular lembra tá aparecendo no sangue se ele tá aparecendo no sangue da onde que ele
tá vindo esses marcadores basicamente são o quê são enzimas que estão dentro do músculo e quando você tem esse trauma muscular o que tá dentro do músculo vai pro sangue tá então a gente consegue ver no sangue principalmente algumas enzimas que nós costumamos correlacionar com o desgaste Muscular primeiro ponto dessas primeiro marcador que a gente tem é a secar a tal da creatina quinase tá muito cuidado aqui eu já trago logo de começo tem gente que associa Sec com intensidade de trem eu já vi gente fazendo Olha só Nossa essa Sec muito alta realmente tá
treinando pesado ou então paciente trouxe uma Sec baixa é treino fofo Sec não é marcador de intensidade quando você tem uma análise isolada tá não é quanto maior mais intenso treino é Isso que eu vou mostrar para vocês existe Esse princípio de que se eu tenho trauma muscular que tá dentro do músculo vai pro sangue e aumenta no sangue eu correlacion com exercício certo eu já vi gente falar que aumento de secar no sangue tá relacionado com via do metabolismo ATP CP metabolismo fosfagênico Ah então quer dizer que você treina musculação então a musculação usa
via do atpc então é um marcador de utilização De via de atpc Nossa isso aí me dá até repio não tem nada a ver tem nada a ver mas tem gente que fala isso né que a c aumenta porque que é o metabolismo predominante ou metabolismo fosfagênico nada a ver desgaste muscular ponto Então nada mais é do que essa sinalização que a gente tem e até mesmo se você falar de consumo de creatina não mexe no valor de secar tá diretamente creatina vai mexer aonde creatinina lembra que a gente falou creatina pode Aumentar secar De
que forma a creatina melhora o o vamos dizer assim o penho no treino Você pode então carregar mais peso consequentemente ter uma lesão muscular maior e aumentar Sec mas não é uma uma relação direta creatina creatina kinase tá não é isso é por desempenho por melhorar desempenho então secar nada mais é que o marcador de trauma muscular de miot Truma muscular certo gravaram isso né secai eu tenho alguns tipos C mitocondrial C citosólica C do músculo Esqueléticos secar do músculo cardíaco secar no cérebro tá basicamente a gente tá falando aqui de um marcador que tá
dentro do músculo e vai pro sangue qual o marcador que a gente tá vendo a secar Opa a secar o citoplasma muscular que quando tem uma lesão ela vai pro sangue que secar do citoplasma muscular o papel da secar no citoplasma muscular Regeneração de ATP é o sistema ATP CP tá ela regenera o ATP a Sec ela basicamente a gente vai quebrar né a a ligação da Creatina fosfato e vai dar essa ressíntese de ATP pro organismo a c o que a gente sabe é que as suas concentrações elas aumentam próximo ao exercício em poucas
horas você já tem aumento da C mas geralmente geralmente né Nós temos o Pico das concentrações de c Por volta aqui esse trabalho fala de 24 a 96 a gente geralmente fala de 48 a 72 tá olha só 8 horas após a sessão você já pode ter um aumento de 100% nos valores da C mas o pico geralmente é 24 48 horas e é muito individual tá bom ponto importante aqui lembra quando a gente falou de variável pré-analítica de orientação paraa realização do exame se você quer ver o efeito do treino desse indivíduo Pergunta ele
tem que fazer exercício ou não fazer exercício antes de fazer exame se eu quero ver o efeito do treino eu preciso que ele treine antes de fazer o exame certo treine quanto tempo antes do exame Se eu tô falando que a c é 24 48 72 horas a gente pede pre indevido treinar normalmente do 3 a 5 dias antes de realizar o exame por quê Porque eu quero avaliar o efeito do treino no exame Ah mas vai alterar eu quero avaliar o efeito do treino no exame então preciso que esse indivíduo treine tá então essa
coisa de Não não vou treinar para não alterar você não quer alterar o quê O que que você tá vendo nesse exame quando eu quero saber o efeito do treino eu Peço para ele treinar de três a c dias antes e aí sim eu vou lá idoso a secar E aí eu tenho uma resposta eu tô vendo a cinética de treino tudo bem aí entra um ponto que muita gente fala ela só vai aumentar então com o exercício resistido você falou que tem que ter trauma muscular E isso acontece quando você faz principalmente movimento excêntrico
do exercício né então é só a musculação é que Sec aumenta na corrida Será que Sec aumenta na Maratona as magnitudes elas podem variar a questão é quais os maiores valores de C que a gente tem descritos na literatura hoje em dia hoje em dia né com algumas pesquisas valores muito altos de c tem visto na galera do CrossFit tá galera do CrossFit tem apresentado C bem alta bem alta quer dizer que eles carregam muito peso que eles fazem muita força Guarda essa pergunta aí olha esse trabalho que interessante Iron Man não sei se alguém
aqui pratica Endurance já fez uma prova de Iron Man ou meio Iron Man né tá maluco é muita coisa né mas esse tipo de modelo experimental para estuda é incrível pô Iron Man eu esqueci agora as as as distâncias Mas você termina correndo uma maratona você nada acho que é 2 Km 1.8 pedala não sei quanto e e e corre uma maratona esqueci agora que eu me confundi com com o triato Olímpico eh esse trabalho pegou indivíduos que Fizeram um Iron Man e avaliou marcadores como a ele viu a Sec antes após e um dia
após Olha só Sec de 5800 Ah mas a c não é marcador de intensidade de treino bom mas é intenso né um Iron Man bom é bem tenso mas a resposta da Sec nesse perfil que é o Endurance é diferente do resistido vocês concordam Qual que é o perfil de sec do exercício resistido é o trauma muscular é o trauma muscular principalmente o movimento excêntrico que é onde gera Mais desgaste muscular certo esse perfil traz que a eh a explicação pra gente de que a resposta da Sec não é só decorrente do stress mecânico o
stress metabólico ele é importante também e Mexe emem valores da C por isso que a gente vê galera do Endurance com o ck muito alto qual que é a condição metabólica para aumentar a Sec falta de energia falta de energia Exato eu não falei para vocês que Sec é por causa de Um extravazamento do que tá dentro da célula para fora eu perdi a integridade da membrana da célula tudo bem o que que eu tenho nas membranas das nossas células Geralmente eu tenho algumas bombas iôni que a gente fala bomba sódio potássio bomba sódio cálcio
bomba de cálcio e essas bombas são dependentes de quê ATP que que é ATP é Nossa moeda de energia quando você tem um stress metabólico que é o quê um alto gasto de Energia que que acontece com ess ATP não depleta o que que acontece com as bombas dependentes de ATP param de funcionar bomba sódio potássio eu tenho que deixar potássio dentro da célula sódio fora da célula se eu perco o funcionamento dessa bomba eu começo a ver potássio no sangue aumentado isso é um marcador de desgaste também potásio elevado no sangue cálcio cálcio não
pode ficar dentro da célula se eu aumento o cálcio dentro da célula estimula o estress oxidativo esse stress Oxidativo né estimula aqui apoptose celular dano mitocondrial e olha só destruição da membrana de ATP aumenta a destruição da membrana aumenta o extravazamento do conteúdo que tá dentro da célula para fora sabe o que que acontece por que que eu falei dos da galera do CrossFit não é que eles fazem sempre treinos de alta carga não sei se alguém aqui treina CrossFit não tenho nada contra não é não é qualquer crítica mas você tem treinos com muita
carga que São os treinos lá de PR né muitas vezes e vocês tem treino de de muito volume de de grande quantidad de exercícios e de repetições o stress metabólico no final ele é muito alto e muitas vezes a galera do CrossFit isso V dizer assim da raiz do CrossFit quando o CrossFit começou no Brasil tinha uma apostila de seguir o CrossFit que era tal da dieta paleolítica né quando começou o CrossFit no Brasil e é uma dieta que geralmente tinha o quê Carboidratos mais baixo eles tinham uma dieta mais restrita em carboidrato um alto
gasto energético e a destruição da membrana não era só pelo treino mas também pela depleção energética isso potencializava você ter valores de sec muito altos que é o que a gente observa às vezes hoje é muito comum entre aspas né comum em quem faz muito treino de CrossFit Eu já peguei valores de 15.000 16.000 20.000 né 25.000 de sec já tá é a absurdo é absurdo Nossa isso é um Problema isso vai dar ruim coisa desse tipo Pode dar ruim em alguns casos tá o d ruim em alguns casos é o quê chama-se rabdomiólise tá
isso é um quadro clínico já de um excesso de desgaste muscular Mas aqui é só para cruzar o quê um cuidado principalmente que a gente tava falando do metabolismo energético se o indivíduo tá fazendo uma questão mais restrita de carboidrato e treinando mais forte pode-se ter um cuidado nessa análise da sec como marcador de treino Porque ele pode estar mascarado pela falta de energia Vocês conseguem entender isso então Guarda essa informação que o stress da c não é só por carga ele também é metabólico tá não é só por intensidade de treino é por depleção
também de energia certo então muito cuidado sempre com esses fatores confundidores Um Outro fator confundidoras que eu conto uma vez de uma história que eu fiz fiz uma análise de um time de futebol isso antes de eu Trabalhar no futebol eu fiz a análise do time de futebol a gente fez análise da C antes e depois de jogo né de treino e de jogo e aí um dado que chamou um pouco da nossa atenção era o quê a gente tinha uma relação de que a c ela aumentaria principalmente em quem se deslocasse mais em quem
corresse mais em quem percorresse distâncias maiores essa era a nossa ideia né então um jogador de linha Teoricamente teria uma C mais alta do que um goleiro Por exemplo quando a Gente fez algumas dessas análises goleiros mostraram valores de sec muito altos né maiores de com alguns jogadores de linha isso pode ser uma individualidade biológica sim pode mas até que a gente começou a pensar e tentar chegar a uma explicação para isso uma das explicações foi por exemplo olhando esse tipo de trabalho né que a atletas que fazem esportes de contato T valores mais altos
por conta do trauma mecânico tá a c ela responde a trauma Mecânico então muito cuidado com modalidades onde envolve o trauma mecânico para você correlacionar com o intensidade tá hugby é uma dessas modalidades o próprio goleiro por causa de eh de de realmente da própria defesa da bolada da queda de de se deslocar e cair muitas vezes eh box por exemplo esportes de contato né de luta de combate vôlei de praia ou vôlei de quadra por conta de treinos de defesa versus treinos de ataque Isso Muda o perfil da resposta então o stress mecânico é
um fator que tá diretamente relacionado com isso então diversas outras questões podem aumentar Sec né Tem até mesmo eh algumas situações onde procedimentos estéticos podem fazer um aumento da C por por causa de serem procedimentos não sei se eu posso chamar de agressivos né mas que tem aí um um um estímulo mecânico que pode levar a a essa a essa alteração de um marcador então por isso que é importante você Entender o que que foi feito nos dias anteriores para ter uma resposta um pouco mais fidedigna em relação a isso Tá Mas desses eh de
diversas aqui fatores enfim né e a gente correlacionar mais assim com com o exercício é isso que eu tô com comentando com vocês e aí se a gente vai puxar valores de referência para secar eu falei para vocês pode ser algo muito individual e pode ser algo algo muito momentâneo tá algo algumas situações que podem ser Decorrentes eh não necessariamente de intensidade de treino Mas podem ter relações às vezes como a gente falou do próprio status energético tá então alguns trabalhos como por exemplo esse trabalho que faz aqui uma amostra grande né de indivíduos aí
valores né de mulheres que vai de 59 a 780 homens de 87 a 1400 quer dizer que isso é normal isso é é o esperado isso é a a o o alvo que você tem que chegar não aquela questão Que eu falei para vocês é muito eh importante entender quem você tá avaliando qual cenário que você tá avaliando e principalmente a referência do indivíduo com ele mesmo né então se a gente pega e vai na literatura Poxa tem vários né trabalhos que trazem alguns valores isso quer dizer que o valor acima ou abaixo disso é
bom ou ruim Não não é isso tá então hoje pensando na prática de exercício tá de prática esportiva usando A Sec como um marcador que que ela serve como marcador pra gente ela serve um marcador que a gente chama de controle de carga interna tá no treinamento a gente fala basicamente de dois tipos de controle de carga controle de carga externa que é você controlar o número de séries repetições o tempo da sessão de exercício ah eh enfim variáveis de treinamento e a carga interna são as variáveis fisiológicas podemos dizer assim frequência cardíaca eh marcadores
Sanguíneos como a c são marcadores de carga interna como que esse indivíduo Responde ao estímulo externo então a Sec ela vira pra gente um marcador de carga interna de eu entender como que aquele organismo está respondendo ao exercício por isso que eu falei para você se for fazer análise de c com o intuito de avaliar o exercício você tem que pedir que aquele indivíduo Faça exercício que ele treine antes de fazer o exame tá treinar aí de três a 5 dias antes do Exame bom aí você do beleza por que que isso vai ser importante
pensando pro treinamento bom um ajuste de carga de treino de carga externa pensando PR nutricionista um ajuste de aporte energético tá Então imagina tem um casamento nutrição e treino treinamento nesse nessa fase é pensado em treinamento para hipertrofia né vou fazer um treinamento para hipertrofia ok Você precisa fazer então um aporte Nutricional maior numa quantidade energética maior e um treino mais forte como que você vai cruzar essas informações ol você pode usar Sec no início da fase de treino e algum momento do meio e do final da fase de treino você cria pontos de controle
qual que vai ser o desfecho o resultado saber se teve ganho de de massa muscular por exemplo mas a evolução do treino e aí o treinador é seja na carga seja no no no tipo de treino na densidade do treino ou Seja nessa resposta da C porque muitas vezes você pode pensar ou projetar uma carga e ele não tá respondendo e essa c não evolui não porque ele está adaptado porque ele não tá nem conseguindo realizar aquilo que foi proposto Às vezes pode ser o quê às vezes também pode ser a parte energética que também
não foi muito bem ajustado e assim vocês vão trazendo essa informação e criando esse perfil de avaliação desse indivíduo tá então se a gente faz aquela mesma Ideia que a gente fez lá do colesterol lembra que a gente falou sobre o rcv imagina que esse indivíduo veio e fez uma avaliação Inicial pensando nesse planejamento aí que a gente falou de de treinamento de ganho de massa muscular e ele fez ali num ponto de controle para você traçar essa referência dele deu uma Secada de 350 E aí ele vai lá treinou teve lá o seu seu
período de de adaptação de Treinamento o ajuste da alimentação etc e depois você reavaliou ele aí 45 dias depois ele deu uma C de 619 lembra quando a gente falou do rcv né O rcv que a gente tava falando inicialmente lá ele tem aqueles valores que muitas vezes os estudos são paraa população em geral e a gente tem aqui um estudo né um professor brasileiro Professor Lázaro que fez estudos interessantes na área do Esporte e que publicou né um trabalho onde fala sobre O rcv em indivíduos fisicamente ativos que é diferente do indivíduo eh saudável
não ativo né então o que que a gente espera por exemplo de alguns marcadores Ah eu espero que um marcador inflamatório de uma pessoa normal responda de uma forma eu sei que o exercício aumenta inflamação então não posso considerar a mesma variação Lembra daquela variação que a gente falou então o indivíduo que que é fisicamente ativo a variação dele É muito maior eu considero um Range maior para aqui lembra o que que é o rcv um valor percentual a ser ultrapassado pra gente considerar significativo então é maior olha C no indivíduo normal não ativo 70
no indivíduo fisicamente ativo 120 então o que que eu considero de variação da C como significativo pro treinamento 120% não é então lembra que na nossa na nossa interpretação de indivíduo com ele mesmo se eu tenho que esse indivíduo tinha uma Sec de 350 e Foi para 619 e eu sei que o rcv é de 11% qual que é a diferença a gente chega na diferença percentual Opa essa diferença percentual ela é significativa não tá para ser uma diferença significativa Eu esperaria um valor tal Ah isso quer dizer que foi ruim o treino isso quer
dizer que que não Tá adaptado não foi como eu falei para vocês é importante a gente entender a secar como um marcador de carga Interna não é como um marcador de intensidade de trem ah não queer Quer dizer então que ele tá treinando fraco Então você precisa treiná-lo mais forte ou quer dizer então que ele tá comendo pouco e não consegue treinar mais forte não é o número que vai dizer isso pra gente quem vai dizer individo ele tá performando no treino ele teve evolução ele teve melhora então esquece de ficar colocando a secar com
marcador de treino tá não usa isso como intensidade de Treinar treinou pesado ou treinar fofo ó não tá treinando forte não a Sec ela só vai fazer sentido pra gente se a gente criar esses pontos de controle aí ela começa a fazer sentido tá dependendo da fase de treino dependendo da intensidade de treino ela faz sentido sabe como eu uso a Sec hoje em dia uso ela durante a semana eu uso ela segunda-feira uso ela quarta-feira eu uso ela sábado aí eu entendo quantas sessões de treino ele faz quanto tempo ele precisa para Recuperar e
quando que você consegue ter uma semana de de choque uma semana de de deload né E você vai ajustando isso baseado no perfil desse indivíduo isso eu tô falando da Secar um marcador a gente não Usa somente um marcador mas é um exemplo só para trazer isso para vocês PR prática de consultório às vezes é um pouco mais difícil por quê Porque às vezes você faz esse exame uma vez aí depois só no retorno você traz ele de novo né às vezes é difícil né digo Difícil dependendo do volume de de atendimentos de você ficar
pedindo e fazendo Esse controle várias vezes Tá mas é um marcador que vai trazer pra gente informações quando a gente faz isso de forma contínua você vai monitorando esse marcador tudo bem Oi Rodrigo Oi Giovana Aqui bom Giovana tudo bem Tudo bom e você e a perdão te cortar um pouquinho tô passando aqui para dar um oizinho pra turma enfim dar boas-vindas aí para eles Aproveitar para agradecer você que tá sempre com a gente aqui na aula inaugural acho que a gente já tá na terceira turma aí né Depois que eu assumi a coordenação então
muito obrigada de est aqui com a gente eh sempre inaugurando aí acho que é uma aula que deixa eles bastante curiosos para tudo que vem depois né Então pessoal tô passando aqui eu sou a Giovana Sou coordenadora do curso para quem não me conhece eh vocês vão me ver Aqui algumas vezes porque sou eu que venho falar com vocês de suplementação de carboidratos de hidratação no esporte depois claro que eu vou vir falar de microbiota na na nutrição esportiva né não poderia deixar de falar disso com vocês eu tô passando aqui para dar as boas-vindas
eh dizer que vocês são muito bem-vindos parabenizar vocês por est fazendo uma escolha de enfim eh investir né na profissão de vocês e acreditar que é fazendo um curso de pós-graduação que De alguma forma vocês podem melhorar como profissionais alguém que tá buscando aí entregar algo de melhor qualidade de mais especificidade pros pacientes clientes de vocês eh Então parabéns pela escolha eu como coordenadora digo que vocês podem confiar em todos os profissionais que vão tá aqui eu posso garantir para vocês que todas as aulas elas são de de ótima qualidade então a gente já começa
com o Rodrigo aí trazendo muito conteúdo Importante interessante para vocês eh vocês vão ter conteúdos de de das mais diferentes formas então coisas mais aplicadas né ao a parte da suplementação que eu sei que é onde vocês ficam mais curiosos a gente tem aula de periodização nutricional tem aula de sonho e exercício então Eh eu diria para vocês aproveitem muitos professores peguem o contato façam muitas perguntas não fiquem tímidos porque esse momento aqui da aula e do contato com os Professores ele é único né então é um momento que você pode ali discutir um caso
mais difícil que você pode dividir uma dificuldade Clínica né não tenham vergonha não tenham eh não achem que as perguntas elas não cabem porque a gente tá num curso de pós--graduação Aproveitem muito porque a gente tem profissional aqui a gente tá falando de gente que hoje trabalha fora do Brasil a gente tá falando de gente como Rodrigo que trabalha no esporte profissional há Muito tempo né Eh que tem muita experiência então Eh aproveitem isso ao máximo passam um contato Conversem com a gente depois né Eu acho que eh todo mundo que vem aqui é super
aberto a continuar contato depois eu sempre recebo alunos que às vezes me mandam dúvida falando Ah professora tô com aluno assim assim que vai fazer uma caminhada super longa lá no enfim a caminhada do Everest eu pensei em fazer Tal estratégia o que que você acha podem Fazer isso eu tô aqui como coordenadora dizendo que vocês são muito bem-vindos a gente adora fazer esse tipo de contato e continuar conversando com vocês depois né Eh falo por mim mas sei que todo mundo que é apaixonado pelo que faz assim como Rodrigo né a gente de fato
eh tem muito prazer em poder saber que tem mais gente se preocupando em entregar um trabalho de qualidade que também gosta do que faz então vocês são muito bem-vindos e fiquem super à vontade para Conversar comigo eu vou colocar o meu Instagram aqui no chat que eu acho que é o jeito mais fácil de vocês já irem conversando comigo se precisar tá eh mas fiquem super à vontade se vocês montarem um grupo da turma podem me colocar lá ou me avisar porque porque eu quero saber dos problemas se tiver algum tipo de desconforto que é
reclamar do professor enfim qualquer coisa aí eu tô aqui PR os elogios mas também tô aqui pras reclamações tá a gente sempre tenta Eh de fato entregar para vocês algo que vocês vão aproveitar na clínica né não adianta nada a gente passar um ano inteiro num curso de pós-graduação sair de lá Decepcionado não é o que a gente quer aqui né então vocês têm aí aproveitem eh o Sports Nutrition Talk já tem aula lá né as aulas que vão ser disponibilizadas lá para vocês elas são aulas de temas que a gente ainda não tem conteúdo
suficiente para falar um dia inteiro para falar por 8 horas então são Temas que ainda são mais recentes na ciência mas aproveitem as aulas participem porque acho que o que a gente pode entregar para vocês É de fato isso né Eh assim das mais diferentes formas a gente não vai inventar conteúdo para botar alguém aqui falando para vocês mas o que a gente pode contar que olha já tem literatur a ciência já estudou um pouquinho e tá por aqui esse é o objetivo e eu como pesquisadora acho que é o que eu posso Entregar aqui
para vocês né Para que vocês de fato se sintam atualizados então sejam muito bem-vindos eu fico muito feliz de ver as carinhas aqui de vocês muito obrigada pela confiança em ter confiado na Instituição em ter confiado no no meu curso em específico né que a gente reformulou aí há super pouco tempo aproveitem super o Rodrigo Hoje Rodrigo perdão por falar um monte aqui no meio da sua explicação do forma alguma pelo sempre mas enfim eh é isso Tá não vou me alongar muito mais mas a gente se vê em breve eu venho aqui falar de
hidratação com vocês quero todo mundo aqui com as câmeras ligadas quero ver as carinhas aqui tô vendo a Larissa o João Pedro a Maria Leila eh Lorana quero ver todo mundo de novo quando eu tiver aqui dando aula também he se vocês não tiverem depois vou cobrar a Leila também que eu já tô vendo aqui Já gravei as carinhas de vocês quero ver que vocês vão estar aqui todo mês hein assistam as Aulas online que é importante muito bom isso aí pessoal obrigado Giovana sempre eh falo falei no início é sempre uma uma grande responsabilidade
ser o primeiro Professor porque Como diz né A primeira impressão às vezes é a que fica né então você tem aí como você falou um curso incrível professores incríveis temas aí atualizados e as grandes referências que muitas vezes o que vai ser falado é pesquisado pelos professores que vão Falar aqui para vocês então eh isso aí é incrível uma oportunidade única por isso que eu falei que é uma grande responsabilidade ser o primeiro para até não desanimá-lo nas próximas aulas então eu espero Eh que que que seja aí realmente aí um pontapé inicial de de
muito de muita empolgação para vocês que vocês realmente sejam como se diz né picadinhas pela pela curiosidade pela pesquisa pela ciência e que tenha Certeza que vocês vão receber muito conteúdo aí nessa pos né que são professores aí que dispensam apresentações É isso mesmo é Rodrigo espero que a gente eu acho que uma das Missões é essa quando eu quando sabe que quando eu recebo lá depois das aulas assim né eles falando ai como é que eu faço para fazer um mestrado como é que eu faço para fazer um doutorado eu falar acho que a
gente conseguiu né de algum jeito a gente seduziu eles a entender Que esse é um caminho né não precisa fazer de fato um doutorado ou um mestrado mas minimamente compreender aonde a gente vai buscar informação segura e de qualidade né acho que é o mais importante então é isso mesmo bom vou deixar vocês aí com o Rodrigo vocês vão me ver várias vezes aqui tá mas enfim um super beijo sejam muito bem vindos e aproveitem aí muito a aula de hoje e e a gente se vê em breve pessoal Rodrigo mais uma vez muito obrigada
a Gente também se vê em breve com certeza com certeza até uma próxima Obrigadão viu Deixa eu voltar aqui só o meu slide para vocês Bom pessoal então recapitulando aqui a gente estava falando sobre treino né sobre idade de treino sobre marcadores em de de desgaste muscular e e quando que esse marcador ele passa da dose né não é necessariamente o valor desse marcador só que muitas vezes o valor desse marcador diz pra gente Eh algumas coisas aí em relação a essa a essa dose exagerada de treino esse trabalho aqui ele é bem interessante que
ele fala um pouco sobre dois casos né que trazem pra gente aí uma interpretação eh de desses marcadores induzidos pelo exercício induzidos pelo treinamento tá quando a gente olha para esses dois casos no caso uma mulher e um homem olha só no primeiro caso da mulher Olha o valor da C 234.000 fazendo um treino de musculação o caso desse homem que é um um circuito uma coisa assim 70.000 de C tá e isso né no próprio título como vocês podem ver são casos de rabdomiolise induzidas pelo personal trainer tá como que a gente detecta rabdomiólise
é pelo valor da C não necessariamente que que tem de comum nesses dois casos urina escura tá a urina escura pessoal é um caso ou a alteração de algumas condições são Casos Que se correlacionam com e excesso de treino tá hoje quando a gente pode fazer uns exames né alguns exames por exemplo tem até tiras reagentes de urina a gente pode detectar sangue na urina é um marcador de carga de treino quando a gente tem por exemplo uma urina escura essa urina escura a gente não tá correlacionando com hidratação aquela urina Amarelo forte não é
urina escura a gente tá falando com a urina como se fosse Ah aquele café de torra clara ou o famoso chafé Sabe aquele cafezinho meio marronzinho meio claro né aquele café escuro forte ou uma cor de tipo coca-cola é isso que a gente tá falando isso aí é rabdomiólise a abdomi olise é a indução de eh quase que de uma insuficiência renal aguda tá a gente tá falando aí de marcadores que são derivados principalmente de treinos em excesso tá que esses marcadores que estão dentro do Músculo assim como a sec não é a c que
causa rabdomiólise quem causa rabdomiólise a mioglobina tá mioglobina é um é como se fosse a hemoglobina do sangue só que ela é dentro do músculo ela transporta oxigênio dentro do músculo Por que que ela não chama hemoglobina porque ela tem que estar dentro do músculo e não no sangue para chamar hemoglobina então Ou seja quando eu tenho mioglobina no sangue em excesso é um sinal ruim ela é tóxica Principalmente pros rins a mioglobina a diferença da da C é o quê Ela é um marcador mais aguda ela responde de 6 a 8 horas após o
treino enquanto a c responde 24 48 então a mioglobina ela pode ser um gatilho para uma possível insuficiência renal aguda sabe onde isso é comum no crossfit que a gente tava falando de valores muito altos de sec O problema não é a Sec é essa lesão muscular que pode acontecer sabe casos onde acontece rabdomiólise sem Necessariamente a gente tá falando de uma alta intensidade de treino em militares é muito comum você ver quadros de rabdomiólise Por que militares militares TM um desgaste físico né mas os militares muitas vezes a gente tá falando de indivíduos que
ficam Fardados com aquela roupa que não deve ser nada tecnológica não deve ser nada dry Fit né é uma roupa que deve dificultar o processo de transpiração Coturnos e botas equipamentos malas e enfim e tudo mais embaixo do sol esse é um ponto importante indivíduos que fazem esportes Outdoor eles também tem um risco para isso que é o quê o aumento da temperatura corporal Central que que acontece se você aquecer uma proteína acima de 42º você desnatura a proteína certo que que acontece com o músculo sobre altas temperaturas eu posso estar perdendo integridade muscular Então
por que que Os militares foram o modelo de estudo para isso exatamente por ter essas correlações às vezes de quê carga física vestimenta e exposição a altas temperaturas por muito tempo então você pode ter quadros precipitadores de rabdomiólise nesse sentido então de novo não é o problema do exercício mas o exercício ele pode ser um gatilho tá então fiquem atentos com isso também Outro ponto que é importante para falar da C E aqui vale a gente entender A diferença entre os gêneros masculinos e femininos quem vocês esperam que tenha uma C maior homem ou mulher
fazendo exercícios máximos independente da carga você tá falando de exercício máximo tá nesse caso foi aqui uma sessão de um de um exercício excêntrico máximo uma única sessão se você tá fazendo exercício máximo para você é máximo independe se eu carrego 10 se eu carrego 20 ou se eu carrego 50 é máximo certo quem que a gente espera que temha uma Sec maior Homem ou mulher o que que esse trabalho mostrou que homens têm maior valores de sec a possível explicação para isso é que homem tem maior C porque homem tem mais massa muscular que
que mulher Isso é verdade sim é verdade isso explica 100% não não explica 100% homens ter C maior do que mulher sabe um ponto que explica isso se chama fisiologia hormonal da mulher Principalmente ao estradiol o estradiol ele exerce um Efeito protetor das membranas se eu faço um efeito protetor da membrana o que que vai acontecer com a quantidade de extravazamento de C vai ser maior ou menor menor então é esperado que mulher tenha menor valor de C principalmente pela resposta do estradiol certo quando comparado com homem homem tem estradiol também tem mas é bem
menor do que na mulher e agora mulheres a fase do ciclo menstrual Interfere então no valor da C ué se o estradiol é quem faz a da membrana e as concentrações de estradiol oscilam ao longo do ciclo lembra que eu falei no início da aula para vocês que mulher tem que ser comparada com a mesma fase do ciclo menstrual por conta de algumas respostas fisiológicas da oscilação hormonal se o estradiol protege a membrana eu tenho menos extravazamento de sec certo Para comprovar Esse estudo Mostra exatamente isso mulheres que foram submetidas a um protocolo de exercício
de corrida tá não é nem de treino resistido de corrida por 90 minutos a 70% do vo2 máximo elas foram avaliadas 8 dias após a menstruação e 23 dias após a menstruação a mesma mulher ou Mulher de Fases o mesmo estímulo de exercício a mesma intensidade a mesma duração só em fases diferentes 8 dias após a menstruação como que tá o Estradiol baixo aqui embaixo 23 dias após a menstruação estradiol mais alto certo o dias após a menstruação estradiol baixo estradiol proteção da membrana pouco estradiol ó o valor da C 510 72 horas 425 23
dias após a menstruação estradiol mais alto valor da C 200 75 2111 a mesma mulher o mesmo exercício só mudou o ambiente hormonal cuidado na avaliação da Secada mulher se for para avaliar a Secada mulher tem que avaliar na mesma Fase do ciclo menstrual E aí a gente vai ainda pode aprofundar essa discussão para mulheres vocês que treinam vocês sentem diferenças de desempenho de treino ao longo do ciclo menstrual isso tem relação com a flutuação hormonal geralmente do ponto de vista fisiológico a mulher ela tende a responder melhor a treinos de força e intensidade aonde
na primeira fase do ciclo menstrual próximo da ovulação Qual É o ambiente hormonal para isso estradiol alto na segunda fase que é a fase lúa A progesterona é mais alta que o est e a progesterona ela tende a inibir alguns dos efeitos do estradiol e isso muitas vezes faz com que você tem o quê você tenha efeitos diferentes na mulher então geralmente isso é teoria tá mulheres não é regra as mulheres respondem melhor a treinos de força de intensidade na primeira fase do Ciclo o estradiol regula melhor a sensibilidade insulínica capta mais glicose e faz
mais glicogênio treino de intensidade via glicolítica responde melhor a isso a progesterona inibe um pouco o efeito dist estradal logo a resposta glicolítica um pouco menor em comparação à primeira fase do ciclo geralmente a segunda fase do ciclo a mulher responde melhor ao quê treinos de Endurance e na fase da TPM na fase da TPM ela nem quer treinar ela quer matar alguém né iso é outra coisa n mas é também por conta da queda hormonal que dá é como se fosse um eh um rebote você tem hormônio pum de repente você não tem mais
hormônio seu corpo não entende mais nada né E aí vem as outras alterações então se for para fazer avaliação da mulher pensando em secar tem que ser na mesma fase do ciclo menstrual tá Então olha só mulher que faz uso de anticoncepcional oral Isso muda a Interpretação muda por qu que que o anticoncepcional faz basicamente e ini FSH LH inibe stradi progesterona logo mulher que faz uso de anticoncepcional Barrinha preta tem a c mais alta do que a que não faz uso por estradiol tá lá embaixo certo e não é só pensar na questão da
C E aí eu vou voltar aqui para vocês para tentar tirar de novo aquela ideia de que C alta é treino bom se eu falei para vocês mulheres que treinar nessa fase é a fase que vocês Conseguem ter mais intensidade E a intensidade tá associada a um alto estradiol o que que vai acontecer com a Sec nessa fase é mais baixa então isso quer dizer que o treino é fofo não isso quer dizer que não é a Sec que mede a intensidade de treino é uma resposta do seu metabolismo o estradiol ele favorece você treinar
intensidade tá E aí não é porque a seu Sec não sobe que você não ganha músculo Não é nada Disso é a periodização do treino para que você consiga fazer cada vez mais sessões de treino e se recuperar para essas sessões de treino se a gente for pensar aqui do ponto de vista fisiológico aqui olhar para uma questão de recuperação do treino sabe um ponto que faz relação com a recuperação de treino e por que que o homem recupera mais rápido do treino que a mulher é por causa da testosterona a testosterona te recupera melhor
numa sessão galera que Usa testosterona para para ganho de massa muscular não é que a testosterona faz músculo a testosterona te recupera melhor para uma próxima sessão pesada e assim sucessivamente quando você acumula né sessões de treino Você tem resposta hipertrófica essa fase aqui do pico de estradiol com o pico de LH é onde a mulher tem pico de testosterona que é onde a mulher se recupera melhor para uma próxima sessão de treino é nessa fase per Ovulatória entende então o ambiente hormonal é muito mais do que o valor do exame que a gente tá
vendo isso é o conceito da fisiologia tá por isso que periodizar o treino é uma é uma arte né galera da educação física é uma arte periodizar o treino e e o papel deles às vezes no dia a dia porque que o Personal é uma ferramenta muito importante de quem quer evoluir é o feeling às vezes de saber que eu não consigo pôr carga aqui então eu vou pular o treino para Ter variáveis intensificadoras de treino sem eu aumentar a carga faço drop setet cluster set H pause enfim e assim você vai manipulando tudo isso
voltando a gente tá falando de secar certo então mulheres anticoncepcional aumenta e isso não quer dizer que também é ruim ou bom o anticoncepcional é só uma resposta que a gente tem que ter certeza e o anticoncepcional o estradiol ele não protege a membrana o estradiol também Tem uma relação com recuperação dessa membrana que foi lesionada então quem tem menos estradiol tem um um perfil de recuperar de forma mais lenta então mulheres que usam anticoncepcional geralmente tem uma recuperação prejudicada contra aquelas que não usam a recuperação é mais rápida tá então não é que isso
faz ganhar músculo ou perder músculo não é nada desse tipo mas são relações aí que trazem eh aspectos eh de de não só de de de resposta ao treino Mas de recuperação ao treino certo entendidos em relação a c pessoal alguma dúvida existem alguns outros marcadores que a gente pode usar junto com a c para tirar algumas dessas informações tem a gente pode utilizar outras enzimas que dão pra gente também respostas do treinamento e aqui esse trabalho fala sobre as transaminases que ele até coloca entre aspas aqui para você hepáticas TG TGP as Alt essas
enzimas elas respondem também ao treinamento então lembra aquilo que a gente estava falando do cuidado na hora de avaliar alguns exames e saber quem é esse indivíduo se o indivíduo treinou próximo ao exame ele pode ter aumento de TG e TGP tá E que TG e TGP que Teoricamente a gente olhar pro fígado pode ter relação com o exercício Então esse trabalho faz Exatamente isso Ó o exício muscular pode aumentar enzimas né de ele chama de função hepática eh de Forma patológica em indivíduos saudáveis então ele mostra aqui um protocolo de treino que eles fizeram
né E que viu que aumenta a ST Alt lactado des hidrogenase c e mioglobina tá não aumenta a Gama GT e bilirubina por exemplo e o que a gente sabe é que sim elas aumentam aumentam quanto a AST ou TGO ela tende a aumentar muito mais tá por quê Porque você tem TGO ou as no músculo então com assim como a c faz o extravazamento pro sangue a ST também aumenta porque ela Não tá só no figo ela também tá no músculo então você pode ter aumento de c e AST de TGO sem tá falando
de alteração hepática tá por decorrência do treino a Alt ela aumenta menos ela aumenta pouco mas pode aumentar dep dependendo da intensidade do Trein tá então fiquem atentos que quando vocês verem essas alterações tá de TJ TGP tem relação com com o treino e não necessariamente relação com a questão hepática Tudo bem então ck as Alt a lactato desidrogenase É a mesma resposta tá tem gente que também lactato desidrogenase é enzima que converte piruvato para lactato ela não é marcador de via aeróbica não é marcador de glicólise eh lática né Ela é marcador de desgaste
muscular da mesma forma Então são todos os marcadores que tendem a aumentar mioglobina C eh AST Alt lactat des hidrogenase esse aqui é aquele trabalho que eu mostrei para vocês do do Iron Man né só pra gente mostrar aqui no final eu tenho a c Aumentada a lactato desidrogenase aumenta você pode ver que é uma magnitude bem menor do que a c a alt quase nada ó 14 17 40 AST 29 93 249 ela aumenta muito mais a mioglobina pós Olha só saiu de 21 foi para 2998 e depois caiu para 487 no dia seguinte
tá vendo a importância do timing de avaliação a mioglobina se eu deixar para avaliar ela em 24 horas eu quase não pego nada se eu avaliar ela 6 horas após o treino é onde eu marco ela Por que que isso é importante de usar a hemoglobina hoje dia a gente usa hemoglobina como marcador Porque se o atleta treina duas vezes por dia se ele treina duas vezes por dia e treina no dia seguinte de novo se eu tenho essa resposta rápida Eu sei que eu posso ajustar a próxima sessão de treino ou eu posso ajustar
a sessão de treino do dia seguinte já de forma no mesmo dia e não esperar 24 48 horas então o uso desses marcadores vão dando pra gente essa essa Interpretação certo tudo bem pessoal dúvidas marcadores de desgaste muscular que eu quero falar com vocês aqui agora ainda nessa ideia de treino de emagrecimento ou de restrição energética cruzar treino intenso com dieta restrita não é um caminho de sucesso e vocês já sabem disso tá o efeito estético né muitas vezes a gente tem que passar pelo efeito fisiológico pelo efeito metabólico o Efeito estético muitas vezes a
gente fica pensando no quê fica pensando em emagrecer em ficar com menos músculo e desculpa menos gordura e mais massa muscular a tal da recomposição corporal lembra que o nosso tecido adiposo é um órgão endócrinas né E que estética é de diferente de saúde e é diferente de performance né um corpo de performance de competição não necessariamente é um corpo pro dia dia um corpo que muitas Vezes é preparado assim como a gente fala que um atleta Olímpico tem que ter o seu pico de performance na Olimpíada um atleta de físic turismo tem o seu
pico de performance na competição você não fica com físico de palco todos os dias né ISO não é algo fisiologicamente sustentável Mas então existem implicações para isso eu gosto de trazer esse trabalho aqui pra gente discutir um pouco sobre isso e os desfechos que isso pode causar no Nosso organismo esse trabalho que avaliou mulheres numa preparação da competição de fitness tá sobre a avaliação de alguns hormônios e olha só que interessante 27 mulheres que foram avaliadas durante o período pré-contest E aí ele coloca mais ou menos se eu não me engano acho que foram 20
semanas de acompanhamento e no período pós depois da competição o que que acontecia com essas mulheres também eles analisaram um pouco do Perfil energético viram que tinha aí mais ou menos né elas fizeram mais ou menos uma restrição energética de aproximadamente 20% e cada uma responde de um jeito basicamente aqui a gente tá olhando a Barrinha Azul reflete a perda de gordura e a Barrinha a cinza massa muscular massa magra né no caso o objetivo de uma competição é o quê a recomposição corporal ou pelo menos a a a questão da definição corporal né que
é diminuir Esse percentual de gordura a maioria atinge né uma redução da massa da massa gorda ou uma preservação uma pequena perda de massa magra até um ganho de massa magra em média tiveram uma redução de 12% do Peso corporal O que que a gente vê como resultados interessantes aqui do ponto de vista hormonal que eu falei para vocês se eu mexo no meu no na na gordura eu mexo num tecido endócrino então foi observado que uma redução significativa das concentrações de Leptina nas mulheres que foram competir que fizeram a dieta para perda de peso
principalmente para perda de gordura para competir e o que acontece então com essa leptina leptina fica muito baixa qual a função da leptina no nosso corpo ela não tem uma das funções dela não está relacionada ao controle do apetite a leptina está associado à saciedade se eu tenho uma redução da leptina o que que vai acontecer com o perfil de Alimentação de de controle da alimentação Muito provavelmente você mexe no perfil de saciedade quem já teve oportunidade às vezes de trabalhar de competir né sabe que às vezes essa restrição esse processo de preparação causa ali
às vezes algumas alterações do comportamento alimentar ah a leptina assim como a insulina elas são eles são hormônios que controlam Nossa homeostase energética Principalmente uma regulação Hipotalâmica do que a gente fala lá no nosso núcleo arqueado que tá relacionado aos neuropeptídeos orexígenos e anorexígenos quando você tem então uma redução das concentrações de leptina acontece basicamente um menor controle da saciedade e indiretamente uma maior ingestão energética né mais fome é o que tende a acontecer E lembra que a leptina tem uma relação com o tecido de Poso que foi perdido por conta da competição tá então
essas Mulheres que foram lá e competiram foram acompanhadas após a competição e viu que quando elas retomam a ingestão energética elas voltam o peso perdido e a leptina volta a aumentar suas concentrações por quê principalmente em resposta ao tecido adiposo e o aumento da ingestão energética certo Qual que é o ponto aqui que a gente tem que ter um um uma uma atenção aqui a gente tá falando de um perfil podemos dizer de atleta controlado direcionado a um Objetivo agora você imagina isso paraas pessoas que não são atletas que às vezes fazem aquele projeto verão
e fazem aquela estratégia para tentar eh secar pro fim do ano agora para viajar pro pro pro biquininho paraa sunguinha e tudo mais qual pode ser o rebote disso tá o o rebote muitas vezes pode est onde pode est na nossa tireoide a tireoide ela é sensível à ingestão energética eu falei isso para vocês a tiroide ela é sensível ao stress energético ela é sensível ao Excesso de treino e a leptina regula a nossa tiroide quando você tem então esse processo de perda de peso lembra o nosso corpo detesta perder ele detesta perder o nosso
corpo ele é extremamente poupador por quê Por conta de uma única explicação chamada sobrevivência seu corpo não tá nem aí se você tem um abdômen tanquinho ele quer que você tenha energia para sobreviver caso você não tenha mais energia vindo por Alimentação então toda hora que a gente entra num mecanismo de perda o nosso corpo entra no mecanismo de Economia o maior exemplo que eu dou disso sempre é fácil pra gente entender é o celular celular quando entra naquele modo de 20% de bateria não entra no modo econômico que que você faz você diminui o
brilho da tela você desliga o Bluetooth você tira do 3G você deixa no modo avião que você não vai vai precisar dele para ter energia assim como o carro quando ele Entra no combustível na reserva você vai sair acelerando ar condicionado torando fazendo n ficar ali pisando no acelerador não você vai andar quase que soprando e empurrando o seu carro o que que o seu corpo é ao contrário você quer tirar a energia dele e achar que ele vai vai voar e vai secar e definir é óbvio que isso não vai acontecer né e a
explicação é basicamente essa regulação energética se você tá tirando a leptina ela vai Inibir a sua saciedade vai aumentar sua fome por quê Porque ele não quer que você perda E aí então essa redução da leptina com outro mecanismo de controle é o quê é diminuir sua velocidade metabólica que isso representa pra gente o quê uma resposta na tireoide na tireoide tende a fazer o quê diminuir sua atividade então cai TSH consequentemente tende a cair T4 e T3 tá Então olha aqui no trabalho a mesma Coisa que a gente viu das mulheres que caíram a
leptina cai TSH cai T3 e às vezes esses valores demoram mais tempo para voltar ao normal do que eh por exemplo ganho de peso às vezes essas essas alterações na tiroide elas demoram para ser tratadas esse é o grande problema não é aquilo que você faz para um objetivo a curto prazo mas o quanto isso pode alterar um problema que você vai carregar a longo prazo e a tireoide a gente já vê aí Alguns Trabalhos que mostram até que se você entrar com restrições energéticas já a partir de 20 dias mais ou menos ela já
começa a sinalizar de forma negativa a restringir a sua atividade tá então é um ponto muito importante nesse controle por que que ficou tão famosa a estratégia de ciclo de carboidratos na performance você dá uma dieta com carbohidrato um pouco mais alta depois tira exatamente você não ficar deixando a sua tiroide inibida basicamente isso Basicamente para você não entrar nesse mecanismo de Economia energética tá então aí quando a gente vai entender um pouquinho mais a tiroide eu trouxe esse gancho tá só pra gente entrar um pouquinho na tireoide e explicar um pouco sobre essa análise
de exames tá tireoide ou hormônios numa forma geral a gente sempre vai ter que enxergar o eixo tá pessoal o eixo estímulo glândula e circulação lembra exame de sangue a gente tá vendo isso No Sangue tá trh no Hipotálamo TSH na pituitária tireide faz o qu T4 e T3 tá vamos entender essa figura aqui que ela vai ajudar vocês a resolver a grande parte dos problemas da tiroide tá a tiroide ela basicamente recebe então o TSH que é o hormônio estimulador esse TSH se liga no seu receptor e vai estimular dentro da tireóide a formação
principalmente de T4 e T3 certo esse TSH se ligar no receptor ele estimula a síntese proteica de uma proteína chamada Tiroglobulina representada aqui por TG além disso a ligação de TSH no seu receptor estimula a captação de iodo para dentro da tiroide certo tireoglobulina e iodo vão se ligar numa região aqui chamada de região coloidal vão se ligar auxiliados por meio de uma enzima chamada tireoperoxidase tiroglobulina e odo tireoperoxidase certo a tireoperoxidase também é a Enzima que vai levar esse iodo para essa região coloidal Qual que é o ponto importante aqui da tira oxidase tá
vendo que tem aqui Um H2 O2 que que é isso é um Radical Livre estaz oxidativo Ou seja é uma enzima que ela é sensível ao stress oxidativo então o perfil de antioxidante é importante tá guarda isso essa tiroglobulina e o iodo Então vão se ligar a tireoperoxidase liga O Iodo na tiroglobulina eu posso ter um iodo ligado dois iodos ligados três iodos quatro T3 T4 tudo bem esse T3 e T4 voltam então aqui pro tió pra célula aqui e são clivados e são secretados na circulação ponto importante existem enzimas que vão fazer a reciclagem
desse iodo para dentro aqui da tiroide ou seja como se a tireoide criasse uma própria reserva de iodo e não ficasse única e exclusivamente dependente de iodo da Alimentação Tá o que que a tiroide faz quando a gente vai pensar em hipotiroidismo ou hipertiroidismo hipotiroidismo baixa função da tiroide hipertiroidismo alta função da tiroide O que que a tiroide faz gente T4 e T3 só que ela faz muito mais T4 do que T3 tudo bem é 80% de T4 mais ou menos que ela faz do que T3 Qual que é o hormônio que tem maior sensibilidade
ao receptor é T3 é como se a gente falasse que T4 é Um pré-hormônio tudo bem Lembra que eu falei que T4 e T3 são hormônios derivados de Amina que é diferente do hormônio esteroidal que é diferente do hormônio peptídico que é insulina especificamente os hormônios tiroidianos T uma peculiaridade e eles também são hormônios e peptídicos hormônios derivados de Amina são hormônios formados a partir da tirosina isso é um hormônio peptídico Teoricamente a gente precisa de um Receptor de membrana Teoricamente só que onde é o receptor do hormônio tiroidiano no núcleo da célula dentro da
célula o hormônio tiroidiano tem a peculiaridade ele tem um transportador de membrana que joga ele para dentro da célula que converte ele dentro da célula e ele se liga no receptor nuclear tudo bem T4 é o que mais aqui a tir de mais produz T3 é o que se liga no seu receptor pergunta por que que a tireoide Já não faz T3 tem que fazer T4 para depois converter em T3 Por que que ela já não faz T3 como que a gente controla hormônio não é por mecanismos de feedback eu produzo o hormônio jogo no
sangue ele faz a ação e vai lá no cérebro e fala opa não precisa mais produzir certo imagina se a tireoide produzisse mais T3 do que T4 aonde que ela tá produzindo T3 e T4 n é na tiroide e se Eu produzo muito T3 ela já vai falar o quê Opa já não preciso produzir mais e para é o que a gente chama de regulação autócrina ela produzir mais T4 do que T3 tem uma explicação para isso que é o quê quais são as células que TM receptores para hormônio tiroidiano qual células tem receptor por
hormônio tiroidiano todas as células nucleadas todas as células nucleadas têm receptor de hormônio tiroidiano ou seja Hormônio tiroidiano é importante para quê para tudo a tiroide é a primeira glândula que se forma no desenvolvimento embrionário ou seja ela tá diretamente relacionada com a proliferação celular com o crescimento de tecidos Então ela tem receptor na gordura tem receptor no músculo tem receptor no cabelo toda célula nucleada tem receptor para hormônio tiroidiano então entende que produzir T4 é uma estratégia de que esse T4 vá pro sangue consiga chegar na Célula que precise de hormônio se converta em
T3 dentro da célula e faça a sua ligação porque se eu fizer só T3 na tiroide ela já pode automaticamente diminuir a sua produção e não chegar na célula que precisa Essa é a explicação dela produzir muito mais T4 do que T3 certo então quando a gente vai pro escopo de avaliação da tireoide eu pego e avalio TSH e T4 ponto é isso que a gente avalia no Escopo da tireoide TSH e T4 certo o que eu vejo é muita gente falando assim não mas às vezes oente tema de de T4 em T3 concordo E
aí por isso que você tem que dosar T3 Não concordo por que que eu não concordo lembra que a gente tá fazendo exame no sangue e aonde que eu converto T4 em T3 é no sangue ou é na célula Acabei de explicar para vocês é dentro Da célula T4 converte em T3 dentro da célula Então você você falar que você tá avaliando T3 no sangue para saber a conversão de T4 e T3 não é uma resposta direta dessa forma a conversão de T4 em T3 acontece dentro da célula o normal é você ver no sangue
menos T3 do que T4 isso é o normal Quando que você vai ver T3 alto no sangue hipertiroidismo você vai ver ter TRS altos no Sangue certo Mas calma vamos lá vamos voltar pra síntese de hormônio tiroidiano TSH se liga no receptor tiroglobulina tira peroxidase iodo falei para vocês que eu tenho um stress oxidativo aqui certo stress oxidativo eu preciso de um controle antioxidante Qual é o controle antioxidante que eu tenho dentro das minhas células se chama glutao o que que eu preciso para funcionar bem a minha Glutationa selênio Opa selênio é um nutriente importante
pra saúde tiroidiana muito importante nutres selênio da dieta é vamos dizer assim relativamente fácil de conseguir castanhas do Brasil para não falar castanas do Pará né é fácil as pessoas consomem isso frequência ou consomem de vez em quando de vez em nunca às vezes porque tá caro né para caramba Castanha Nossa mas você consegue atingir seleno é importante Então para saúde tiroidiana muito importante tireoperoxidase é uma enzima que depende de Ferro Opa mulheres que são grupo de risco de ferro será que elas tem mais prevalência de hipotiroidismo tem por quê Porque eu dependo de um
nutriente pro bom funcionamento da tireoide a falta de ferro implica numa atividade da tireoperoxidase ruim menos síntese de hormônio outro nutriente que aqui é Importante magnésio magnésio é importante para muitas funções do nosso corpo vocês já sabem disso fontes de magnésio da dieta habitual da população brasileira é fácil você atingir a recomendação de magnésio não magnésio é importante para quê magnésio é importante para esse transportador aqui magnésio tem relação Também com esse receptor aqui O iodo iodo é fator limitante hoje paraa formação de hormônio na Alimentação habitual das pessoas do Brasil é é é comum
a gente ter deficiência de iodo não né Pelo contrário pelo contrário contrário depois que v a regulamentação lá em 1952 de e do sal de cozinha ser reforçado com iodo né ter adição de iodo a população não virou mais grupo de risco para deficiência de iodo pelo contrário pelo contrário a gente corre um grande risco na verdade pelo fato do consumo de industrializados e de embutidos ter um Excesso do consumo de iodo E aí entra um problema excesso de iodo não vai fazer so ti funcionar mais pelo contrário piora é o chamado efeito cocroft gout
você tem um uma piora do funcionamento da tiroide com o excesso de iodo já ouviram falar de uma substância chamada lugol tem uma gotinha de lugol tem 20 vezes mais a recomendação deodo é extremamente prejudicial para tiroide e tem gente que fala que isso melhora função Tiroidiana Então olha só a gente só falou de questões nutricionais envolvidas aqui de aspectos nutricionais né então é muito importante a gente olhar paraa tiroide sobre Esse aspecto nutricional tá quando a gente vai olhar pros exames falei para vocês que a gente olha TSH e T4 primeiro deles isolado quando
a gente vai pro caso Clínico de Diagnóstico Clínico a gente olha pro TSH os guidelines hoje trazem pra gente um TSH de 04 A4 tá mais mais ou menos Nessa faixa Qual que é a grande questão disso dentro ainda dessa faixa de 04 A4 a gente pode ter já manifestações clínicas tá pode já ter manifestações clínicas esse trabalho faz uma associação com quadros de síndrome metabólica tá então como vocês podem até ver esse é um valor de guideline que eu mostrei para você nesse trabalho ele faz uma uma uma faixa de 03 a 4,5 e
nesse caso ele divide que valores de TSH acima de 2,5 já estão Associados com Indivíduos com IMC maior com dislipidemia agora vocês já sabem porque uma dislipidemia tem relação com alteração tiroidiana né então um possível direcionamento a um hipotiroidismo que é um TSH mais alto já pode ter uma relação com dislipidemia síndrome metabólica ele fala que valores ótimos de TSH seriam então abaixo de 2,5 Qual que é o cuidado disso TSH muito baixo não é bom TSH muito baixo é uma resposta Do que a gente chama de hipertiroidismo tá o hipertiroidismo a gente geralmente vê
TSH 0304 tá isão não é bom o que se coloca geralmente aí tá mas muito cuidado de usar essa referência é que o o valor para TSH fica aí na casa de 1,5 2 me mais ou menos mais ou menos tá mas o que vale mesmo na nosso nosso escopo de avaliação é entender os valores acima dessa referência tá E aí que que os guidelines trazem sobre a valiação tiroidiana se você tem TSH acima de Quatro entre quatro a sete Você tem que saber de quem é esse exame principalmente se é um indivíduo jovem jovem
entenda que no caso ele fala abaixo de 6 5 anos se ele não tem nenhum sintoma de hipotiroidismo sabe o que que você faz com esse exame de 457 nada você guarda ele na gaveta e se repete daqui 2 TR meses sabe por quê porque existem uma existe uma limitação no diagnóstico do TSH que ele pode tá aumentado em diversas situações como por exemplo uma situação de estresse você pode aumentar o TSH eh situações pós-operatórias você tem aumento de TSH tá então há um grande cuidado nessa leitura do número por conta de você poder correr
o risco de interpretar isso como um hipotiroidismo subclínico e medicar esse paciente Vocês já viram alguém que fez tratamento de tireoide tipo assim ah vou Tomar aqui durante 20 dias uma levo tiroxina e depois eu vou parar ou tratamento de tiroide é prolongado você vê a pessoa tendo que tomar aí por muito tempo hormônio tiroidiano é exatamente isso que ele fala o grande problema dessa leitura aqui é que às vezes você pode tornar a pessoa refend de uma medicação às vezes sem ela precisar da medicação tá então nesses casos aguarda se não tem sinais e
sintomas lembra Aquilo que a gente falou nem sempre é o exame que vai mostrar isso se o paciente tá entre qu e s e ele é na verdade assim uma eh é um um idoso por exemplo você pode considerar o tratamento por exemplo de um IPO podemos dizer assim subclínico mas o subclínico a gente vai ver que na verdade depende da concentração de T4 se é de 7 a 10 e ele é abaixo de de 65 se ele é sintomático trata acima de 65 anos trata se não tem nenhuma contraindicação acima de 10 não tem
eh Não tem muito discurso tratamento com levo tiroxina ponto acabou tá A grande questão do hipotiroidismo tá principalmente do TSH alto é que o hipotiroidismo primário é TSH alto com T4 baixo em 95% dos casos esse problema de T4 baixo é na tiroide por isso que eu fiquei naquela tela de mostrar para vocês a síntese dos hormônios tiroidianos que boa parte dos problemas está estão ali e boa parte desses Problemas se relacionam com a nutrição então a gente falou do ferro que tem relação com a tirop peroxidase a gente falou do magnésio que tem relação
com transporte de iodo para dentro da célula o próprio iodo né que tem relação com a síntese dos hormônios tiroidianos o selênio que tem relação antioxidante com a glutationa o selênio também é importante paraa conversão de T4 em T3 as deiodinases que são as enzimas que convertem T4 em T3 dependem também de Selênio olha um outro nutriente que é importante aqui ó com enzima q10 lembra que eu falei de coenzima q10 em algum lugar aqui para vocês quando a gente falou de estatina que a estatina diminui a síntese de coenzima q10 a coenzima q10 ela
é importante na função tiroidiana sabe por ela cuida da perfusão da tiroide que perfus são os vasos sanguíneos da tiroide tiroide é Desse tamanhinho aqui gente olha a importância dela para nosso corpo Então imagina que desse tamanhinho aqui ela tem que ser muito bem irrigada para chegar esses nutrientes para ela para ela mandar os hormônios pro corpo certo quem controla isso a coenzima q10 e olha só o o a interligação das coisas a gente falou que o hipotiroidismo pode levar hipercolesterolemia e a hipercolesterolemia eles tratam com Estatina e a estatina piora com enzima q10 e
a com enzima q10 pior a função tiroidiana que a função tiroidiana tá relacionado com hipercolesterolemia que as pessoas tratam com estatina que piora com enzima q10 entenderam a ligação das coisas né como que as coisas se conectam e que às vezes aquilo que a gente falou o o remédio a medicação não é que ela é ruim mas às vezes ela pode ser um cobertor curto que pode dar problema em outras coisas né cobertor curto eu falo Ela cobre uma coisa e descobre outra então às vezes ela vai diminuir o colesterol mas ela vai piorar a
tiroide que controlaria o colesterol Então essa visão fisiológica pra gente é importante ter essa visão é importante tá E aí um resuminho aqui pra gente lembrar do que que é o TSH alto e baixo TSH alto e baixo tá nessa nossa avaliação que é o TSH quando ele aumenta aumenta é acima de 4 de 4 a 7 de 7 a 10 acima de 10 a gente considera avaliação de T4 se eu tenho um TSH alto com T4 baixo tá T4 baixo é o próprio valor de referência do T4 ali pessoal divide ali em três partes
mais ou menos porção superior é o ideal porção inferior não é o recomendado se esse se T4 tá baixo uma grande chance de hipotiroidismo primário que que vocês já vão pensar no hipotiroidismo primário 95% dos casos o problema é na glândula tá se esse tch tá alto e um T4 normal Provavelmente a gente tá falando de um quadro de hipotiroidismo subclínico já se eu tenho um TSH alto com um T4 alto aí é uma outra questão mais clínica que pode ser um problema por exemplo de um tumor na pito Itá que tá produzindo muito TSH
e tá aumentando esse T4 por quê Porque o T4 alto parir um feedback negativo pro TSH diminuir se eu tenho TSH alto com o T4 alto quer dizer que alguma coisa tá fazendo esse TSH ficar muito alto então pode ser por exemplo um Distúrbio da pituitária que tá produzindo muito TSH isso é o hipotiroidismo quando a gente vai pro hipertiroidismo a gente vai pro outro lado o hiper tiroidismo a gente vê geralmente um T4 um TSH baixo por que que isso acontece o que que é o hipotiroidismo é o que a gente chama de doença
de graves é o T4 alto e T3 alto geralmente T3 normal alto os hormônios altos é isso que eu falei para vocês o normal é fazer o TSH baixar como Feedback negativo isso é que acontece no hipertiroidismo o que que é doença de graves é uma doença autoimune uma doença autoimune Onde se produz um anticorpo chamado trab que ele fica se ligando no receptor de TSH e produzindo T4 T3 e como ele não desliga com o mecanismo de feedback o T4 T3 fica alto e o TSH fica suprimido fica baixo tá quando você tem por
exemplo um TSH baixo 04 03 e um T4 ainda normal é o que a gente costuma chamar de hipertiroidismo Subclínico e a aqui a gente a gente vai ter uma ideia de que isso tá acontecendo quando você doza o trab você Doa o anticorpo ele dá positivo mas o T4 tá normal e o TSH tá baixo isso é o hipertiroidismo subclínico que que você faz acompanha monitora um TSH baixo com T4 baixo você suspeita de um hipotiroidismo Central que não é o hipotiroidismo da glândula é o hipotiroidismo da pituitária ou hipotiroidismo do hipotálamo do T
RH Tá Então essa é uma outra questão que pode estar envolvida nessa nesse escopo de avaliação tireoide gente então pensa assim clinicamente eu olho pro TSH e T4 nutricionalmente eu olho pros nutrientes Ah mas por que que eu não preciso olhar pro T3 porque o T3 converte dentro da célula Ah mas eu preciso dosar o T3 reverso O trê reverso Teoricamente é uma forma de você quando o T4 não converte para T3 ele converte para T3 reverso pode ser uma forma de você medir stress Até pode mas ele tem situações onde você tem falsos positivos
de de T3 reverso que mais complicam do que direcionam a sua interpretação então ele também não é aquele marcador que nossa eu vou pedir ele para me auxiliar no entendimento Não precisa não precisa tá você resolve muitas coisas com sinais e sintomas e antes de eu entrar aqui eu lembrei que eu não coloquei esse slide mas as doenças autoimunes da tiroide a gente falou do hipertiroidismo mas também tem Relação com o hipotiroidismo que é a tiroidite de Hashimoto Tá o que que é tiroidite de Hashimoto é hipotiroidismo você vai ter o TSH alto o T4
baixo mas esse T4 baixo ele não necessariamente é por um problema aqui na glândula Tá o que que é a tiroidite de Hashimoto é um anticorpo anti TPO ou antitiroglobulina que ou seja são anticorpos que vão destruir essa atividade da principalmente da tirop peroxidase né então Ou seja você não tem Síntese de hormônio então o problema não é necessariamente de carência nutricional é uma doença autoimune Então as doenças autoimunes da tiroide tiroidite Hashimoto hipotiroidismo doença de graves hipertiroidismo certo tudo bem Maria Parecida levantou a mão pode perguntar não sei se tá bloqueado o seu microfone
ou não deixa eu ver vai lá acho que liberei pronto Boa tarde professor Boa tarde Eh então Eh um caso que me chamou atenção foi a questão dos exames de tireoide uhum eh para um paciente que faz tá fazendo atividade física cinco vezes por dia com personal e musculação e ontem eh os exames de sangue né o TSH dele tá um 0.1 o T4 TSH tá baixo o T4 livre tá um pouquinho alto tá acima do normal o trabi tá dando também um pouquinho acima do normal e aí o que me chamou atenção foi a
dieta ele em 30 dias seu 5 kg e tá Com uma dieta de baixo Car carboidratos E aí eu queria saber o impacto dessa dieta referente a esses últimos exames porque o último exame um pouquinho anterior de dois meses nesse deu uma pi uma piora nesse quadro de na avaliação desses ex Anes que ele fez agora então será que isso se deu essa esse baixo carboidrato na dieta muito muito provavelmente eu acredito que não seja esse Impacto direto tá eu acho que pelo fato dele ter esse trab um Pouco mais elevado e esse TS muito
baixo eu acho que é realmente um direcionamento para um hipertiroidismo né para um direcionamento de uma doença de graves né uma questão autoimune né Eu acho que às vezes essa perda de peso tem uma relação com esse hipertiroidismo né e não necessariamente com a restrição eh energética Eu acho que o o o o escopo de de de monitoramento ele é importante tá mas a minha sugestão era Direcionar para um endócrino você direcionar isso pro Endócrino por quê Porque se você tá vendo um TSH bem suprimido com T4 já mais elevado e e um trab né
sinalizando um trab é um quadro de hipertiroidismo é doença de graves provavelmente né então ele precisa muita se ele tá tendo sintomas por exemplo ah perda de peso pode ser um sintoma el pode ser um sintoma né isso é importante de um olhar médico para exatamente às vezes observar um pouco mais de detalhes essa tiroide tá porque aquilo que a gente falou né Sobre eh o sangue é uma resposta periférica mas é entender a função dessa tiroide um ultrassom é um contraste dela para saber se ela tem alguma alteração morfológica estrutural que impacta diretamente nessa
nessa alteração de produção hormonal sim e nesse caso assim porque é uma pessoa que já tem um histórico do hipo tiroid não hiper né Uhum nesse caso é um hiper isso aí ele chegou uma uma fase que normalizou com um TSH de 2.8 Uhum E aí nessa última fase ele não tava com medicação é então talvez é realmente isso né é o que a gente tava comentando até a medicação às vezes da tiroide ela é algo que vira tipo eh lif long né que eles falam tipo por muito tempo então é algo assim que que
vale avaliar tá sem a medicação porque foi uma indicação médica ou às vezes foi assim não meu exame normalizou e parou de tomar Então realmente você não chegou na cura você chegou só na mudança às Vezes do parâmetro né então acho que é importante na verdade você eh ter o acompanhamento médico para que não fique restrito só o exame de sangue sim a a função da tiroide porque aí sim a gente vai para uma questão estrutural uma questão morfológica que que tem uma relação muito mais profunda do que esses exames que a gente tá vendo
Ah tá ótimo Então no caso dos das pessoas que fazem atividade física musculação né Bem bem atenuada ele eu tenho que ter esse Cuidado quea carboidrato e porque muitas pessoas tendo problemas de tireoide né sim hepática e tireoide uhum não cas uma prevenção é no caso assim quem faz exercício sempre você vai ter que olhar para um ajuste energético para um ajuste calórico independente né se tem hipo híper ou não eh o olhar né do ponto de vista primeiro quantitativo ele é importante às vezes Exatamente isso ah o que a gente pode ter é impactos
de às vezes não estar regulada do ponto de de Vista quantitativo de forma a atingir as demandas e isso ter algumas complicações né então é importante sem dúvida os exames para fazer esse acompanhamento e entendendo Poxa agora eu tô numa fase normocalórica ou tô numa hipocalórica ou tô numa hipercalórica como que os exames estão evoluindo né então isso acho que isso que é que que é importante de de tá sendo acompanhado Tá sim e a dieta principal essa que o pessoal exagera muito em tirar carboidrato Total exato Atenção né com a saúde da Exatamente exatamente
assim se a gente for pensar em em em questões autoimunes né o a a atenção que eu sempre falo se é autoimune a gente tem que olhar muito pra saúde intestinal então cuida da saúde intestinal que é dali que parte muito do nosso sistema imunológico que é hoje em dia às vezes um pouco eh não posso dizer negligenciada mas às vezes meio que simplificada a sua a sua atuação né então acho que olhar para Isso né Não só só como você falou em pensar na questão energética de dar carbohidrato para fazer um bom exercício Mas
a qualidade dele para para uma boa saúde intestinal também já que a gente tá no caso falando de uma doença autoimune Ah muito obrigada eu tô com um caso pela pergunta é o caso de Hiper e uma de Hashimoto Então ela tá para mim tá sendo incrível bom que bom que bom fico feliz de ajudar Obrigado você obri e tinha até uma pergunta aqui da Beatriz Né que ela perguntou do Rash moto eh acho que eu não sei se acho que eu respondi na na medida que foi foi passando a aula mas é exatamente isso
você tem um TSH que tem de aumentar e é sinalizado pelo TPO né o o anticorpo né que sinaliza isso principalmente uma diminuição da atividade da tir peroxidase fazendo com que você tenha menos produção aí no caso certo seguimos aqui pessoal eh já passei da cinco né Desculpa aí eh Eh eu tentei juro que eu tentei terminar as 5 horas tá Ana Ana desculpa viu tá fala pro Eloi lá ajustar a hora extra lá e depois ele põe na minha conta tem problema professa pode seguir pode ficar tranquilo mas são são dois tópicos aqui só
pra gente fechar essa questão endócrina tá pessoal de de avaliação dos hormônios tá então aqui especificamente a gente falar sobre a avariação de testosterona tá lembrando noss aula aqui é muito focada no exame tá pra gente Entender o comportamento desse exame homens e mulheres respondem a testosterona de forma diferente no caso do homem você tem no hipotálamo produzindo gnrh a pituitária produz FSH e LH folículo estimulante e luteinizante LH sinaliza células de lieg produzir testosterona o FSH células de certo Cert a produzir espermatozóides certo essa testosteron Então vai pro sangue e se liga em diversos
receptores do nosso corpo tá e pro homem eh é um Hormônio importante para diversas funções do nosso organismo desde a questão eh de caracteres sexuais secundários masculinos Há questões metabólicas como a própria atividade lipolítica a próprio anabolismo muscular recuperação muscular atividade pancreática hepática eh a questão de controle de apetite enfim diversas questões O que que a gente tem que entender quando que cai a testosterona tá eu falei isso para vocês No começo da aula indivíduos que geralmente t sobrepeso e obesidade tem queda de testosterona testosterona total e testosterona livre Por que que isso acontece obesidade
tecido adiposo tem a expressão de hormônios que a gente falou no caso do tecido adiposo ele expressa uma enzima chamada de p450 aromatase aromatase é a enzima que converte testosterona em estradiol então o indivíduo obeso ele tem uma maior conversão da testosterona em estradiol Certo e isso faz muitas vezes ele ter o quê menores concentrações de testosterona Qual que é o o escopo dos mecanismos envolvidos na diminuição da testosterona na obesidade uma vez que esse indivíduo então hipertrofia o seu AD depósito a obesidade ela expressa a Aroma que converte testosterona em estradiol cai testosterona e
aumenta estradiol certo Qual que é o problema dessa queda de testosterona e do aumento do Estradiol não é ruim eu ter estradiol o ruim é o mudar a proporção entre testosterona e estradiol o recomendado o esperado que a gente tem aqui de a proporção de testosterona para estradiol é de 1 para 15 mais ou menos tá seja 15 vezes menor o estradiol do que a testosterona até alguns casos até para 20 vezes se eu mudo essa proporção por exemplo aumentando o estradiol e diminuindo a testosterona o que que acontece no meu eixo hipotálamo hipófise Ele
sinaliza de forma negativa o FSH e o LH por quê Porque se eu tô formando muito estradiol é por conta da conversão da testosterona para eu parar de produzir estradiol ele para de produzir testosterona é simples assim Então essa alteração dessa proporção bloqueia o eixo kfsh LH o tecido adiposo Ele também é um fator inflamatório que a gente já viu a inflamação é um fator negativo pro eixo hipotalamo hipófise FSH LH diminui a sua Liberação num quadro inflamatório o riposto eu falei para vocês também que ele aumenta a expressão de cortisol e um indivíduo estressado
seg a fisiologia um indivíduo que não reproduz então o cortisol alto também inibe o eixo gonadal FSH LH também diminui Então tudo isso faz o quê eu tiro os estímulos da testosterona e a baixa de testosterona faz o quê ela faz aqui um aumento da atividade da lipase lipoproteica que que É isso ela aumenta captação de triglicerídeo Popó ou seja ela favorece o o engordamento vamos dizer assim ela favorece o acúmulo de tecido adiposo então aí a obesidade piora testosterona e a baixa de testosterona favorece a obesidade o ciclo poderia se fechar aí né mas
é é basicamente todo esse escopo de avaliação que a gente tem E aí pensa comigo a questão no caso do homem que tem problema de Déficit de testosterona por causa da obesidade é da Testosterona para ele Claro que não é corrigir esse problema que na grande maioria das vezes você corrige com o quê emagrecendo parece simples né mas em parte é isso obesidade aumento de aromatase queda de testosterona obesidade inflamação diminuição do eixo FSH LH diminui a produção testicular de testosterona a obesidade também estimula a leptina lembra leptina pro tecida de Poso ela bloqueia o
gnrh produzir FSH LH E testosterona e a relação testosterona e estradiol diminui a pulsatilidade de FH FSH LH e testosterona a inflamação aumenta a resistência insulínica O que que a resistência insulínica faz a resistência insulínica altera o shbg ela diminui o shbg Quem que é o shbg a globulina que transporta testosterona ou seja ela fica testosterona mais livre testosterona mais livre é rapidamente metabolizada Menos testosterona circulante tá então é um quadro muito comum À vezes de você observar um indivíduo obeso testosterona baixa tá de novo corrige dando testosterona não corrige corrige corrigindo Red Dante o
eixo metabólico que muitas vezes o gatilho é a obesidade testosterona existe uma faixa de referência de normalidade ou seja como for para homem é uma faixa Ampla tá ela fica ali no 300 900 mais ou menos Essa zona fisiológica que é uma zona benéfica metabolicamente quando ela fica baixa é ruim só que quando ela fica alta também é ruim tá então aquilo que a gente tava falando de indivíduos que fazem o uso exógeno de testosterona principalmente com desfecho estético há um grande risco de complicações metabólicas bem significativas como por exemplo a disne epidemia né a
gente até tinha comentado de uma uma das perguntas pela manhã não lembro quem que tinha eh Feito a pergunta sobre usuários né de eh de de hormônios né no caso a gente chegou ali por exemplo na testosterona que tem um perfil lipídico ruim sim usuários de testosterona geralmente tem um HDL muito muito muito baixo tá eu já vi HDL de 5 HDL de 7em indivíduos que fazem uso de testosterona tá você tem LDL que vai para 180 250 por isso que o risco de complicação cardiovascular é muito grande nesses indivíduos tá olha só aqui um
Eh um trabalho que também mostra pra gente que não dá pra gente ficar só gessado no valor da testosterona que muitas vezes é o valor da testosterona total é importante o olhar para Sinais sintomas se você falar para um homem gente eu sei se eu sou homem tudo bem eu assumo falar assim testosterona tá baixa já mexe no psicológico Não importa se você não tá sentindo nada já mexe no seu psicológico você acha que isso vai ser algo ruim mas na verdade é de novo é Sinais e sintomas que vão nortear muitas vezes essa interpretação
eu posso ter uma testosterona total normal 300 400 500 e esse indivíduo ter sinal de hipogonadismo pode ser por quê Porque ele tem uma testosterona livre baixa eu posso ter um indivíduo com uma testosterona total às vezes baixa mas sem nenhum sintoma porque a testosterona lí dele pode estar normal ou às vezes eu posso ter outros fatores que modulam as concentrações desses hormônios e que na Verdade eu deixo o hormônio de lado e trato sinais e sintomas tá muito cuidado em chegar nesses valores Ah que eu preciso de valor x y z o que que
eu preciso saber que por exemplo a obesidade baixa testosterona Isso é fato que eu preciso de um bom funcionamento de um eixo um FSH e um LH não muito alto com uma testosterona fisiológica ali essa fisiológica se a gente for para números a gente vai na casa dos 400 500 Tá mas que isso não é Regra isso a gente precisa analisar junto com sinais e sintomas porque a gente tem que tomar o cuidado é disso aqui ó se eu tem um resultado de um exame de um indivíduo que tem uma testosterona de 1500 e fala
que ele é natural né você faz aquele Diagnóstico como é que o carinha falava fake n né é o cara que na verdade não tem como na condições raras você vai ter isso vai pode ter enfim mas só o valor da Testosterona não diz muita coisa se você pega essa testosterona de de 10000 um shbg baixo como esse Hum eu tenho um problema de biodisponibilidade que eu tenho que ter um shbg ok Por quê Porque lembra eu preciso transportar essa testosterona sem shbg ela rapidamente se converte em testosterona livre e rapidamente é metabolizada eu não
tenho ela biodisponível tá quando eu olho para um FSH suprimido Hum tá fazendo o uso exógeno de Testosteron né E esse indivíduo pensando nisso faz um uso exógeno de testosterona Provavelmente o que que ele tá fazendo aqui uma dieta low carb né tá treinando bastante com os marcadores de desgasto muscular aumentado e provavelmente aquele indivíduo que tá fazendo o uso estético da testosterona então o que que você faz aqui nesse caso temo que fazer você está diagnosticando ou analisando um exame de um usuário de testosterona exógena Esse é o clássico Que vocês vão ver uma
testosterona alta um FSH LH reduzido com shbg reduzido tá perfil de dieta triglicerídeo baixo ureia alta dieta restrita em carboidrato Tá treinando muito essa ureia também tá vindo de provavelmente neoglicogênese olha Sec 3200 né lactato desidrogenase um outro marcador de desgaste muscular trazendo pra gente também ele aumentado problemas que isso aqui que pode ter falei um deles é HDL muito baixo outro deles Eritropoese aumentada que que é isso testosterona estimula A eritropoiese tá Por que que homem e mulher tem valor de referência diferente pra Série vermelha do hemograma porque homem tem testosterona então eritrócito hemoglobina
hemat do homem é maior só que Opa desculpa indivíduo que tá fazendo o uso de testosterona Olha Para onde vai a contagem de eritrócitos dele olha para onde vai o hematócrito dele Que que isso aqui significa sangue grosso sangue viscoso que que isso acontece Principalmente nos vasos de menor calí risco de trombose Por que que muitas vezes indivíduos usuários de testosterona tem que fazer a tal da sangria terapêutica que é para diminuir essa quantidade de de de eritrócitos para tentar entre aspas afinar o sangue né porque é um efeito androgênico é um efeito androgênico tá
então isso não é Necessariamente um ganho de performance um ganho de eh transporte de oxigênio não isso é um efeito androgênico do uso eh hormonal tá então cuidado com isso tá e quando a gente vai pra mulher mais cuidado ainda mais cuidado ainda fisiologia de androgênios na mulher é um pouco diferente do homem tá passar um pouco rápido isso aqui que é só questão teórica mas A grande questão é que os métodos para avaliação de testosterona foram feitos pra gente identificar Excesso de testosterona homem a gente falou que a testosterona de 300 500 800 900
a gente viu aqui acima de 1600 mulher a gente tá falando de testosterona de 30 40 50 os métodos não são apropriados para isso é o que ele até fiz essa transcrição aqui não são feitos com essa finalidade e além do que a síntese androgênica da mulher ela é diferente da do homem tá enquanto que a testosterona No homem a gente produz com o conceito que a gente chama de endocrinologia que é o quê hipotálamo libera GN RH pituitária FSH LH o LH no testículo faz testosterona joga testosterona no sangue e a gente doza testosterona
no sangue certo na mulher não é dessa forma que funciona por isso que eu falo mulheres o quem trabalha com mulheres sabe o que você faz com o exame de testosterona da mulher para olhar testosterona baixa você rasga ele e joga No lixo ou então você nem solicita por quê Porque você não vai vai ter resposta com isso pensa na fisiologia Qual é a fisiologia da síntese do da testosterona na mulher é nesse princípio chamado [Música] intracrina ativado dentro da célula e o que que vai pro sangue os metabólitos desse hormônio é isso que acontece
na mulher na síntese da testosterona a testosterona da mulher é sintetizada de Forma intrácrina lembra que eu bati tanto na tecla de vocês exame de sangue exame de sangue o que você vê no sangue eu espero ver testosterona no sangue da mulher quase nada se eu tenho testosterona no sangue da mulher é que eu tô com algum problema metab O que que a gente vê então no caso da mulher é isso aqui ó Isso aqui é o sangue isso aqui é a célula Olha a testosterona no sangue da Mulher Olha a testosterona na célula da
mulher a síntese acontece dentro da célula a conversão da testosterona dentro da célula e a inativação é dentro da célula e a inativação que leva pro sangue eu vou ver testosterona no sangue não justificar a deficiência de testosterona da mulher com testosterona no exame de sangue não é aceito de forma relevante e DHT então menos ainda se for para você analisar isso Olha o grande risco que acontece ah a testa da mulher tá baixa a libido dela tá ruim sabe o que a gente faz faz um gelzinho só é de boa de leve tranquilo isso
aí de repente a mulher começa falar Nossa começou a cair meu cabelo de repente a mulher começou a falar um pouquinho mais grosso assim sabe tipo muda um pouco a voz dela de repente ela começa a ter umas acnes umas espin assim que ela não tava acostumada a ter começa a ter umas espinhas no Peito umas espinhas nas costas que que é isso gente isso é perfil androgênico sabe qual o problema se você olhou pro sangue você olhou pro lugar errado lembra que eu falei para vocês que o exame é fazer uma pergunta seu corpo
você perguntou Você fez a pergunta errada você não tinha que perguntar olhando a testosterona você tinha que perguntar olhando o TR Alf deol que é androsterona glucono Esse nome estranho bem bonito que que é isso o problema é que a testosterona tá dentro da célula e não fora se a testosterona tá fora da célula tem algum problema que problema é esse se chama hiperandrogenismo aonde você vê o hiperandrogenismo na mulher síndrome do ovário policístico a mulher com síndrome do ovário policístico é uma mulher Fitness marombada toda forte definida rasgada que ela tem um perfil Mais
alto no sangue não então exame de testosterona na mulher esquece isso para falar que a Mulher tem testosterona baixa esquece esquece isso que aí vai lá usa testo só que dentro da célula Tá Bombando de testo aí o que que acontece entra testo na célula estora a questão androgênica tá então não tem concentração de testosterona que justifique deposição de testosterona na mulher tá E lembra que a mulher ela tem Um perfil um perfil à Não é o perfil androgênico é o perfil ginecoide tá perfil ginecoide se você muda a proporção hormônios androgênicos estrogênicos ali a
gente muda um perfil metabólico tá então muito cuidado com isso não mulher que ela pode aumentar o risco de doença cardiovascular por conta desse excesso eh de androgênico então quando faz uma solicitação de hormônios androgênicos paraa mulher quando ela tem Sinais androgênicos tá pode ser irregularidade menstrual pode ser dor pélvica aí por conta de eh questões menstruais eh pode ser queda de cabelo Poxa queda de cabelo pode ser um milhão de coisas na mulher se eu perguntar para todas as mulheres que estão aqui na aula se tem queda de cabelo 98% vão falar que tem
e pode ser uma queda de cabelo por falta de ferro pode ser uma queda de cabelo por anemia pode ser uma queda de cabelo Por hipotiroidismo ou pode ser uma queda de cabelo por excesso de DHT que é um hiperandrogenismo tudo isso pode acontecer tá então é um sinal um sinal eh às vezes inespecífico mas o crescimento de pelos tá e pelos não é aquela penugem Clarinha não pelo tipo barba começa a crescer barba aqui assim nessa região né começa aumentar o peso principalmente da obesidade Central Opa aí você começa a suspeitar então de uma
eh de uma leitura desse exame paraa Mulher tá porém lembre não há um valor alvo para isso não há um valor ideal para isso certo tudo bem gente eu não vou me estender muito mais já me estendi Já passei um pouco do tempo aqui então Eh de novo a a ideia hoje foi foi trazer um contexto que vai de saúde e esporte ou de aspectos que se Conversem entre saúde e esporte eu acho que é difícil a gente isolar as coisas principalmente porque se a gente fala de estilo de vida Se a gente fala de
saúde a gente tá falando não de um atleta de aut rendimento mas numa prática regular de exercício né a gente tá aí com esses dois pontos sempre eh dentro dessa balança Então acho que eh a proposta que eu tinha para vocês de trazer né esses assuntos né eram eram esses os principais e claro todos esses assuntos Eles têm derivações e aprofundamentos mas que realmente pelo nosso tempo acaba sendo difícil às vezes Da gente chegar a esse nível de minúcia de informações mas eu acho que eu consegui trazer aí pelo menos os os principais pontos dentro
dessa temática dessa aula para vocês tá minha take home message a gente costuma dizer essa mensagem ao final da aula como uma síntese do que a gente viu é o que eu falei no início Eu repito ao longo de toda a aula avaliar é fundamental tá avaliar lembra daqueles Pilares que eu falei da fisiologia o primeiro passo Você precisa avaliar você vai ter que investigar você vai ter que saber quem é esse paciente que é esse indivíduo que é esse atleta para aí você conseguir chegar nas interpretações e nas individualiza tá e avaliar quando eu
falo não é que você tem que usar exame para tudo o exame ele é uma ferramenta complementar o seu raciocínio Clínico utilizem essa ferramenta com sabedoria lembrem que o exame é uma pergunta que você faz pro organismo do seu Paciente seu paciente ele te dá sinais e sintomas o exame ele te dá as respostas que às vezes ele não sabe te falar saiba fazer essas perguntas certas tá o exame é um número a gente não trata número a gente trata pessoas nunca se esqueçam disso tá nunca se esqueçam daquela imagem onde a pessoa tá procurando
paciente no meio de um monte de exame é a clínica que direciona as pessoas que te direcionam o tratamento a evolução desse tratamento os exames servem como Uma ferramenta só pra gente monitorar pra gente acompanhar tá e a figura que eu sempre gosto de terminar todas as minhas aulas tá se vocês assistirem minhas aulas aí depois eu gosto muito dessa figura aqui no final que é o que eu falo que ao final da aula eu tenho o meu objetivo me objetivo no final da aula é que vocês talvez saiam um pouco daqui com essa imagem
que as coisas elas parecem meio bagunçadas são muitas informações são muitos pontos mas que Esses pontos todos eles se conectam de alguma forma isso é metabolismo isso é o nosso organismo tá a essa imagem para mim ela ela diz muito sobre o nosso corpo tá o nosso corpo é uma grande engrenagem é uma grande máquina e é uma máquina perfeita ela a todo vapor só a gente não estragar ela tá não adianta a gente querer olhar para uma dessas engrenagens e querer acelerar o processo querer aumentar a sua velocidade se o resto do corpo não
tá Preparado para isso nosso corpo ele é uma grande engrenagem ele é uma máquina perfeita então lembrem disso tá e toda vez que forem fazer uma avaliação um exame uma interpretação não se prendam apenas aquele marcador se prendam ao funcionamento do organismo tá um atleta um indivíduo Seja lá quem for que você tá avaliando ele é muito mais do que um número na balança um percentual de gordura ou um resultado de de um de uma prova por exemplo né então o que eu quis Dizer no começo da nossa aula que a fisiologia bioquímica elas não
necessariamente precisam ser aquelas coisas chatas e massantes que a gente tem da teoria mas é que elas basicamente são o a explicação para Muitas das coisas que a gente vai ver ali no dia a dia né Elas estão por trás dos resultados elas estão ali por trás das nossas interpretações certo pessoal queria agradecer mais uma vez ao inades agradecer primeiramente a Vocês a vocês que ficaram aqui até o final da aula agradecer a vocês que acompanharam ao vivo agradecer a vocês que mantiveram suas câmeras ligadas tá eu como eu falei no início da aula Isso
é muito bom pro professor para você ver que as pessoas estão conectadas com você estão eh prestando atenção estão conseguindo aproveitar ou não desse conteúdo né você tem essa esse feedback isso para mim até me empolga não sei se às vezes Em alguns Momentos vocês perceberam Eu até me empolgo falando um pouco é porque eu fico realmente eh eu gosto muito de fazer isso e de ver as pessoas ali eh junto comigo isso me motiva bastante né então eh obrigado para quem tava aí eh mandando aí as suas eh suas carinhas ligadas na câmera e
queria dizer que a partir de hoje né Nós somos colegas somos aí eh íntimos já somos mais do que amigos somos Friends tá então que vocês tenham A liberdade de entrar em contato comigo tá deixo aí meus contatos aí que vocês tenham liberdade para entrar em contato comigo que que eu falei que muitas vezes as dúvidas elas não AP aparecem agora elas vão aparecer a hora que você começar a estudar a hora que você tiver um caso a hora que você vi um outro exame e se eu puder ajudar eu vou ser muito feliz e
muito grato né da gente ter essa essa rede de conhecimento que hoje aqui se a gente tinha 50 alunos Presentes São 50 alunos que ouviram essa mensagem que podem levar para mais uma pessoa cada um que a gente vira 100 ou mais duas pessoas que a gente vira 200 e assim a informação ela é propagada acho que esse é o nosso objetivo como professores por aqui é que essa informação chegue e vocês consigam impactar cada vez mais pessoas com a com a profissão maravilhosa de vocês aí como profissionais da área da saúde certo então mais
muito obrigado obrigado Inades obrigado a todos aí e Ana Cláudia Desculpa aí o excedente no horário alunos muito obrigado pela presença