Então aí eu queria eu queria hoje, gente, na verdade conversar eh sobre essa nossa questão, se der, né? Porque parece que a gente tá indo, tá tentando nadar contra a cachoeira, né? Eita!
Da é a crise, né? É igual quando a gente ministra louvor, tu tá com aquela música, mas tu tem três já preparad aí, que que tu faz, né? Ai, caramba.
Eh, e até um pouco disso que eu quero falar, aproveitando até esse comentário, eu queria conversar hoje e aí é conversar mesmo, tá? E aí, por favor, eu preciso que a gente haja uma interatividade. Eu queria conversar sobre essa questão eh que a gente até fala sobre eh somos profetas na adoração, o ambiente profético, mas na verdade se a gente for destrinchar, eu não sei se a maioria aqui realmente entende na como na prática se dá se dá isso, como que na prática, o que que é uma, o que que é uma adoração profética?
A adoração ela é profética em si, mas um momento profético, né? E e na verdade na na nossa prática ali, cantando, tocando, como que a gente desenvolve isso? E primeiro lugar, eu já queria dizer o seguinte: para que a gente possa desfrutar de um ambiente profético, o músico, os cantores e quem dança precisa ser proativo.
Tem que ter proatividade, tem que ter atitude. A questão é que a gente sempre fica esperando pelo ministro. Se a gente fica esperando só pelo ministro, 99%, eu quero afirmar, tu só tá tocando, só tá cantando.
Você não está se rendendo à adoração. Por se aquele ministro tiver rendido, entregue, ele não tá só tocando, ele cantando, cantando e tocando ou cantando só, mas ele tá entregue aquilo que ele tá cantando. Ele ele tá visualizando que tá cantando, ele tá sentindo que tá cantando.
E os seus olhos, a a nossa a nossa expectativa, a os nossos olhos, eles eles estarão eh fixados no trono. Então, se tá aqui eu, Eliton, a Sara e Eline, né? os quatro aqui a tocando ali violão, teclado, duas vozes, três vozes.
Nós nós quatro cantando e eu e ele tocando. Eh, a Elane é a ministra, tá? Aí a gente separa um turno de de 2 horas, meia hora.
Somos em quatro, meia hora cada um. Beleza, a Elene primeira meia hora é dela, tá? E aí a primeira meia hora, bom, como é que tá ministrando, então o problema é dela, ela que se vira aqui com meia hora do ambiente e a a Sara, ah, eu sou só a back da Eline mesmo, então tá bom.
Ô, Eli, tu vai dividir umas vozinhas, de repente eu entro fazendo uma base, mas tô lá no meu teclado, velão dele ali. E e essa postura, eu queria falar dessa postura. Essa postura ela não, você não vai acessar esse ambiente profético, tá?
Mas como a gente tem muita gente aqui, o que é um ambiente profético? Aí a gente tem que começar a dar passo atrás. O que que é profecia?
O que que é profético, né? A profecia ela ela comunica a realidade do coração de Deus. Ela comunica a realidade do céu.
Ela ela comunica o ambiente celestial aqui na Terra. Então ela, então para profetizar eu preciso ouvir ou eu preciso ver essa realidade. Aí eu comunico, ó, eu tô ouvindo algo de Deus, eu vou comunicar.
Ah, eu estou vendo algo que Deus tá fazendo, então eu vou comunicar. E aí passa a ser não somente o a nossa listinha que a gente preparou. E com isso não tô falando no sentido pejorativo, só tô só tô falando de uma forma prática.
Mas essa postura de uma falta de expectativa pelo de repente Deus, a gente precisa estar com um ouvido na na Elane e um no céu. Eu preciso est que aí eu chamo até do nosso livro, eh, até brinco, né, que eu vou ter que mudar o título desse capítulo, porque se chama o princípio L na adoração. Parece princípio do PT, né?
faz o L aí. Então assim, mas mas não tem nada a ver com nada. Eh, mas é porque o princípio L por por conta do da do L que ele é vertical, ele é ele é horizontal, sacou?
Então assim, é um princípio agora, brincadeira à parte, mas é o princípio L no sentido do quê? Eu tô conectado no vertical, no vertical. E eu tô conectado no horizontal.
Então o horizontal, o básico é o quê? A Eline é ministra. Então eu tenho que respeitar a Eline, eu tenho que respeitar a música.
Isso é maturidade musical. Isso aqui não tem a ver com jejum, isso aqui não tem a ver com oração. Isso aqui não tem a ver, isso aqui tem a ver com educação musical.
Então ela tá dando uma intensidade, eu preciso intensificar com ela. Mas não, ela fica igual uma desesperada fazendo gesto com a mão. Vem, vem, vem, vem, vem, vem, porque o o cara tá no mundo da lua, entendeu?
Ele só tá tocando. Quer dizer, só tocando não. Se ele tivesse pelo menos eh compromissado com a música, isso não ia não precisava nem acontecer.
Então aquele que tá descompromissado com a Elane, com a música, com o ambiente. Ela fica fica com uma desesperada, tipo fazendo gesto. Vem, vamos para lá para cá.
Não no sentido de gestos de pra gente saber para onde vai e tal, isso é normal, mas pela falta de proatividade de dos músicos, da banda. E essa proatividade, ela não é só por conta de um entendimento técnico, não, ela é e e normalmente, né, 90% disso acontece quando entre uma música e outra, né, que a gente começa a tirar a mão, a intensidade vai lá pro chão e arrebenta com o ministro. Tô dizendo um exemplo da Eline, porque ela não toca ministrando, ela só ela só canta.
Então, pessoas como ela é desesperador quando eh tá terminando e o e tu vê que os caras tão saindo do 100o pro 20% de uma forma brusca. É, é, é desesperador esse negócio. Mas por quê?
por conta. Aí eu quero só subir um pouco a sarrafo aqui por descompromisso com a Elane, com a música e com o ambiente. Ou seja, só se tivesse compromissado com ela e com a música, mas não acostumou.
Tá, tá no automático, tá tocando, tocando, tocando. Toca, pronto, vai próxima. Então, a o que o que eu não queria ficar só nessa nessa nesse ambiente raso, mas eu queria aprofundar que é eh de em baseado em Apocalipse 5, que quando aqui tem uma dinâmica O início é João dizendo: "Vi na mão direita daquele que estava sentado no trono, um livro escrito por fora e por dentro, selado com sete selos.
Vi também um anjo forte e ele proclamava: "Quem é digno de abrir o livro, desatar os selos? " Nem no céu, nem na terra, nem debaixo da terra, ninguém podia abrir o livro, nem olhar para ele. E eu chorava muito porque ninguém foi achado de digno de abrir o livro e nem mesmo de olhar para ele.
Então, é um ambiente onde a gente começa só a tocar, só tá tocando. Vamos lá. Primeira música da listinha.
Tá ali. Nada demais. Estamos só em uma realidade musical.
Normal, gente. Vamos lá. Todavia, um dos anciãos me disse: "Não chores, a palavra profética, ela vem para exortar, consolar e instruir.
" São essas três, né? Eu acho que é isso. Eh, só dá uma pesquisada no texto que fala sobre isso e coloca aqui no chat.
Aqui vem uma palavra de consolo do eh no versículo 5. Todavia, um dos anciãos me disse edificar, consolar e edificar, consolar, não, edificar já tá aqui. Edificar.
Exortar. Repreensão. Exato.
Ensino, repreensão para correção, para instrução. Exortar. Isso.
Edificar, consolar e exortar. Exortação a gente acha que é só cajadada, que é tirar a espada e e dar uma espadada na cabeça de todo mundo. Exortar, irmãos, é uma é um é no sentido de alinhar, de ajuste, entendeu?
De conserto e não só. arrependeios, paulada, que a gente acha que tem que exortar a igreja. Não.
O o ambiente de exortação é um ambiente de conserto, é um ambiente de voltar ao plano original, de ao lugar original, de voltar à essência. é um ambiente do arrependimento. Então, a palavra profética, ela também ela também vem para isso.
Assim como no Natã chegou diante de Davi. Davi, isso, isso, isso, isso. Que que tu acha?
Tem que matar esse cara. É ele, é tu. Então assim, ele veio eh trazendo, é uma palavra de exortação, mas de alinhamento à visão, à mentalidade e ao coração de Davi.
Então, vamos voltar. Então, olha só, aqui no versículo 5, ela vem eh num ambiente de consolar, de trazer uma outra realidade. Não, não chora.
Por que que você tá chorando? Agora eu vou te trazer uma realidade que tá estabelecidao nos céus. Eis que o leão da tribo de Judá, raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos.
Então aqui, gente, é a conexão até o versículo 4 de Apocalipse 5. É uma realidade carnal. No cinco é a conexão de homens e anjos na realidade agora celestial com a realidade terrena.
Não chores, porque agora vai, agora eu vou te trazer a realidade celestial. Aí no versículo 6, ele ele dá vazão a isso. Ou seja, por isso que a gente tem que por isso que por isso que não é um esquema, é uma intimidade com Deus.
Começa na questão da intimidade com Deus. Porque enquanto a gente tá ministrando, eh, o que que acontece com essa inércia que quando quando rola quando a música tá acabando, parece que é um bando de robô que a gente desligou e os caras só tão tipo: "Meu Deus, vem comigo, vem comigo, onde que onde é que vocês estão com a cabeça? " é porque não tem, não está se conectando com a realidade celestial, não tá vendo nada, não consegue contemplar.
E a palavra que eu queria também deixar aqui, transceder, não transcende a música, não transcende a liturgia. Quando esse anjo fala com fala com João, ele transcedeu uma atmosfera visual carnal. Agora ele tá acessando a realidade espiritual, então ele dá vazão a isso.
Então assim, ontem eu fui, eu tava tocando lá na no Mevand Aracaju e teve um momento que eu falei com eles, falei: "Ó, valoriza as repetições aqui, não é da, não é fala não, mas a eu entrei, a gente terminou uma música, eu continuei e eu comecei a sentir uma melodia, ouvir uma melodia e aí eu eu cei ela no teclado e fui, fiquei naquele, naquele cíclico ali. Só que esse momento eu não preciso, vamos dizer, eu não preciso, eu que tô com instrumento, eu não preciso falar o que que o aband tem que fazer, porque se eles se rendem, se eles começam pelo menos, cara, a repetir o que eu tô fazendo, eles estão entrando numa realidade. E aí, o que o que esse acorde?
O que esse ritmo? O que essa melodia? O que ambiente provoca dentro de mim?
O que eu o que isso o que isso ministra dentro de mim? Isso é que vai me fazer ser proativo. Isso vai me levar a um back vocal.
Você é igual um par de um par de jarro de planta que tá ali, só faz o que foi ensaiado. Mas não, nesse momento vem o ô lá, lá lá e mimimi, não sei, qualquer, irmãos, qualquer som, qualquer coisa. Mas não dá pra gente ser inerte, porque se for, a gente só tá tocando, não tá adorando, porque adoração é entrega.
Quando quando Abraão vai sacrificar Isaque, ele não tocou e cantou, mas ele falou depois de havermos adorado. Se tem um segredo na adoração é a rendição. É se render o que tá tocando, é se render o que tá rolando naquele momento.
Então a a maior dificuldade que eu que eu tenho em tocar em lugares em que eu não consigo levar para todos os lugares uma banda inteira. Então, a maior dificuldade não tem a ver com técnica, até porque eu não sou, eu sou um bom músico, mas eu não sou excelente de uma excelência técnica. Então, não é, mas não é sobre a qualidade técnica, é sobre o quanto.
Claro que, Claro que a qualidade técnica ela ela vai ela vai em um momento fazer a diferença. Isso é óbvio, mas eu tô falando que aquele chão ali, o básico é sobre o quanto aquele aquela banda tá rendida. E principalmente arrebenta para quem ministra só tocando e sem tocar, porque ele não consegue dar intensidade que ele tá sentindo, que ele tá vendo, entendeu?
Então, muitas vezes eu acho que a de repente fica uma dica aqui, de repente separa uma vez por mês, gente, para ao invés de ensaiar de para conversar, para conversar. Ó, tá acontecendo isso, isso, isso. Tá, mas a gente então tem aqui, então vi no meio do trono e dos quatro seres viventes e os anciãos de pé um cordeiro como temos sido morto.
Ele tinha sete chifres, bem como sete olhos que são sete espíritos de Deus enviados por toda a terra. Aqui, João, ele tá dando vazão. Eu vou falar de uma linguagem bem bem rasa aqui.
Você precisa, gente, dar vazão ao teu sentimento. Pô, eu tô sentindo um acorde. Toca esse acorde.
Dá vazão a isso. Ouça o que o Batista, Ouça o que a banda tá tocando, que o Beck tá fazendo. Isso aqui vai mudar até a tua mixagem de fone.
você que usa fone aí, porque aí tu não vai ter mais o direito, o direito de eliminar tudo do teu fone, mixar ele é uma outra história. Não, eu quero mais caixa, quero mais bumbo e eu quero mais a voz da Ilan. Mas cortar o baixo, cortar a guitarra, cortar o bec, eu não posso fazer isso.
Sabe por quê? Porque de repente, nesse momento em que tá começando a fluir, pode ser que uma frase do baixo comunique algo em que agora não é Eloine que tá ministrando, agora é o Batista. É uma questão de mentalidade.
Mentalidade, postura. Então é uma pressa danada. São são eh, como é que fala?
Repertórios Frankstein que junta tudo, não dá em nada, entendeu? É uma onda só de fazer repertório que a igreja gosta de cantar. Então é uma vai de um para outro e aí tem que me enfim.
A Eline, segura aí, Eline, segura aí que é uma doideira, irmãos. É uma é uma maluquia assim assim. Aí depois a gente reclama, por que que a igreja não tá vindo?
Vai para vai para onde? Porque não tem lugar. É é você.
A gente tá oferecendo várias placas pra direita, pra esquerda, vai para baixo, vai para cima, vai para cá. Agora é hora de, agora é hora de celebrar, agora de se arrepender. Agora é vento, agora é fogo, agora é água, agora não sabe eh batiza-nos, batiza-nos com teu fogo.
Aí outra música, eh, quero beber do teu rio. Pô, resolve, cara, o que que a gente vamos resolver esse negócio. Então, é uma confusão.
Só que assim, a gente acostumou com um lugar raso, que é o quê? pega três a cinco músicas boas e toca uma atrás da outra. A igreja toda cantou.
Glória a Deus. Aleluia. Amém.
Pera aí. Esse não é o nosso chamado não, gente. Aí a gente tá frustrado porque aí é aquilo que tá dentro de você, o que tá dentro de você, o o tesouro que tá dentro do vaso de barro, ele não é derramado.
Ele não é derramado. E não há um ambiente profético, um ambiente de comunicar aqui na terra como no céu. Mas é só repetição.
Só é, quer dizer, repetição, é só é uma música atrás da outra, uma música atrás da outra, uma música atrás da outra. Eu não tô falando aqui, gente, que a gente tem que cantar uma música durante uma hora, não. Eu tô tô falando só do e não tô falando de quantidade de música, tá?
Se eu se eu transparecer isso, eu não tô falando disso. Eu tô falando é pela é pelo lugar raso que muitas vezes a gente se contenta em estar e ficar porque desanima, desanima. e aquilo não é inspirador.
Então, a a a falta de sensibilidade de muitos de nós, de toda a banda, não tô falando só do ministro, não, tô falando toda a banda várias vezes. Tô, já sempre falo isso, várias vezes eu terminando a música, aí eu viro pro talk e falo: "Tá com a dança". Aí quando eu falo tá com a dança, o pessoal já entende.
É tipo assim, tá com Batista, ó, tá com a guita. É porque é como se fosse, ó, o rio tá ali, ó, ouve ele, ó. Vamos, vamos, vamos tudo direcionar para ele.
Tá bom, Luía, Deus abençoe. Tranquilo. É, é a gente ter essa e às vezes tá com a igreja, é aquilo de quando eu falo tá com a igreja, a gente automaticamente desce a o volume, a dinâmica continua, não tem inversão de acorde.
O que tá tocando de acorde não inverte nada, não tem terça, tem o basicão. A gente não sai daqueles acordes. Eu, como ministro, intencionalmente, se eu fizer alguma coisa no microfone é suave, porque a igreja parece que se eu te fizer alguma coisa forte, a igreja vai entender que eu tô reassumindo aquele lugar de direção.
E aquele lugar que a igreja começa a fluir e cada um canta o que canta. Cara, de repente um grupinho puxa uma música aí, todo mundo canta aquela música junto, cara. Não inventa moda, não inventa moda, não.
Não se emociona nessa hora no sentido de, ah, eu vou, eu vou puxar um medley aqui. Não, não, não, deixa, deixa, deixa a igreja conduzir, porque ela tá sendo conduzida. Só que se imagina se só Eloine pensa assim numa banda de cinco ou só eh ela e o Batera ou só cara eh a a igreja ela não vai ser eh influenciada só pela minoria, vai ser pela maioria.
Aí a Elane que vai ser, desculpa, eu tô só, é porque eu falei o exemplo aí o ministro é que vai ser taxado como forçador de barra. Na verdade não tá forçando a barra, na verdade os caras que tava desconectado, entendeu? E ele tava insistindo porque ele tava crendo.
Não, eu tô vendo algo, eu tô sentindo algo no meu espírito, eu preciso corresponder com isso. E aí, se toda a banda tiver com os olhos no trono, tu acha, gente, que a gente vai precisar usar até talkback? Nem precisa, cara.
Por quê? que tá todo mundo conectado no mesmo lugar, só que eu com o microfone, eu dançando, o outro tocando baixo, outro tocando guitarra, o outro tocando teclado, o outro tocando, todos olhando pro mesmo lugar. Só que eu vou expressar isso na linguagem do violão, na linguagem da guitarra, na linguagem da dança, na linguagem do back e na linguagem nem talk back a gente vai usar.
Tu não vai precisar olhar pro lado, cara, porque todos estão sendo conduzidos, porém numa linguagem humana tem que ser proativo. Por que que tu não tocou? Porque eu tava com medo de atrapalhar o ministro.
Pô, tu ainda tá nesse lugar, bicho. Por que que tu não sentou a mão nessa nessa batera aí? Ah, porque não assume, tu é um ministro na batera.
Uma coisa é eu não eu não respeitar o ministro, mas tu acha que se tu se tu tiver em concordância com o céu, aí a gente, claro que é outra história que aí tem um monte, aí tem um monte de ministro também orgulhoso e soberbo, né? Aí, aí é, aí assim, nem tempo de falar disso hoje. Aí tem a soberba do ministro, tem o orgulho do ministro, que ele quer tudo chamar para si e no final ele quer ouvir.
Uau, tu arrebentou hoje. De repente não vai ouvir. Tu arrebentou hoje.
O batério arrebentou hoje. O guitarrista arrebentou mesmo você, cara. Tu só foi na E glória a Deus, meu irmão.
Um negócio que aconteça. Mas aí é outra, uma outra história, não vai dar tempo da gente falar disso hoje, que são muitos ministros orgulhosos, soberbos e vaidosos, que não compartilha da ministração, ele ele ele chama tudo para si, entendeu? E aí aí tem alguém com uma proatividade porque tá sentindo algo no espírito.
Se ele faz, o cara logo corta, mete a boca no talkback. É, fica quieta aí. Ô, Elivelto, não, não, não.
Para aí, mano. Ô, pô, aí como é que tu Pronto, a próxima vez que eu tocar, H, claro, eu vou ficar ali na mina só no sapatinho aqui esperando o que que vai acontecer. Por quê?
Porque ele não me dá autonomia e autoridade para fluir, entendeu? Então assim, é sempre o meu exemplo com Luiz Hermínio. Pensou se eu ficasse esperando todas as vezes que ele dissesse: "Vamos adorar?
" Então eu não tava ali como empregado, não. Era era um ministro sentado naquele teclado. Então eu eu eu fui aprendendo ser proativo, cara.
na pregação. Desculpa dar esse exemplo, mas meu irmão, se já é uma doideira na ministração, numa pregação, então e eleva a cinco vezes essa tensão e e e nível de erro e acerto. Eu dou sempre o exemplo, ministrar louvor, você tem uma metralhadora.
Agora tocar eh na pregação e tendo a a oportunidade de cantar, tira a metralhadora, tu vai pegar uma uma é uma é uma arma de uma bala só, é o sniper, porque num louvor tu metralha, pronto, tu se encontra na terceira música 15 minutos depois, mas na pregação não. Tu não, tu não dá tempo, tu não canta a música inteira, tu é só uma, pô, é uma bala só. Então assim, esse momento com ele me aperfeiçoou mais ainda para eu ministrar, porque gerou uma uma gera em nós um temor e e um e uma exigência de ser mais íntimo de Deus, de ser mais tudo mais.
Porque isso paraa ministração do louvor acabou acabou me ensinando e e aperfeiçoando muito mais. Eu sentado num teclado acompanhando o pastor Lisermino pregando, que loucura, né? Me aperfeiçoou mais ainda numa ministração de de meia hora, de 40 minutos, 1 hora, 2 horas, seja o que for.
Então, e aí, que que vocês têm para comentar? para falar. A Sara levantou a mão aqui.
Oi, pastor. Assim, eu bem na hora que eu levantei a mão, o pastor falou no mesmo momento aquilo que eu queria comentar, porque o pastor tava falando da questão dos ministros estarem atentos a aos outros que estão acompanhando eles e me remeteu àela canção da Laura Sgueles que ela canta do incensário. Chega um momento que o André aqui no Push estrof ela se ela ela regressa e ela entra na estrofe do André Aquino porque ela entendeu que realmente que o talvez o que seria para comunicar aquele momento era sobre a volta do rei.
E assim é uma canção maravilhosa. Quem tem seus momentos de intimidade coloca essa canção. Ela é incrível.
E só isso eu queria comentar da da questão da atenção, da sensibilidade. Era só isso mesmo. Legal.
Mas é e assim, isso aqui que a gente tá falando é um conjunto de tantas coisas. É da vida, é da vida, eh, e é do é do indivíduo, depois do coletivo no num momento de ensaio e depois na na hora da escala. Então é essa trinca ela tem que tá.
Só que aí a gente também eh a gente vai desenvolver isso em outros momentos aqui, mas vocês vão ver que os nossos encontros ele eles não são é é irmãos, é tudo interligado. É um negócio que não dá para separar uma coisa da outra. Agora vamos falar só disso.
Não, não, não tem como, não tem como separar intimidade, técnica, unção. Eh, tá tudo junto. Então, assim, a gente ouve, né?
é o que é o que se é o que se alimenta, é aquilo que influencia no nosso cotidiano e que gera de repente uma inércia no final de semana, entendeu? Então, muita coisa que a gente ouve vê a vida do dia a dia. Aí chega também fim de semana, como é que como é que quer ter sensibilidade se se durante a semana tem horas, mas não vê, ouvidos, mas não ouvem som nenhum sai da garganta.
Mã mãos, mas não apalpam, o nariz tem, mas não cheiram. Insensibilidade total. Mas claro, houve porcaria, vê isso, vê aquilo.
Não tem mágica, não tem uma parada, não é só um ajuste de conversa, não é só uma mentalidade. Mentalidade também, mas é uma, na verdade, é uma cultura que a gente chega ali no fim de semana e se junta, nunca ensaiou, nunca tocou junto, mas de repente tá no mesmo rio. Já era.
E aí, alguém mais? Quero quero ouvir mais vocês aí. Pode isso aí.
Opa. Eh, você falou do dos dois de tanta coisa aqui, mas eu já passei por esses dois ambientes. Aham.
assim, 14 anos numa denominação que o ministro de louvor, ele tinha o total controle da da música, né? E o músico não podia exercer nenhum tipo de de criatividade. Boa.
Ah, e muit das vezes quando o músico exercia essa palavra essa palavra é importante. Eh, a gente não perder essa essa questão, a gente não perder isso aí, cara. Uhum.
Existe uma criatividade em nós. Sim, exato. Essa palavra ela ela é ela ela é chave, tá?
É eh isso é importante entender. Pode pode continuar falando. Aí o ministro queria ter o controle total, direcionando o baterista, direcionando tudo, querendo que falasse tudo no talkback, né?
Mas só que existia momentos que eles chegavam até nós e falavam: "Os músicos não estão tendo criatividade, não tão os músicos estão muito apáticos, tá todo mundo tocando, chega e toca". Mas por quê? Era repreendido, porque não podia exercer a criatividade.
Com isso, todo mundo tocava, tipo assim, pô, se eu fizer demais, vão chamar minha atenção. Foi exatamente o que você falou, né? E agora a gente vive em outro ambiente.
Inclusive na sexta-feira teve uma mini vigília que foram 4 horas praticamente de louvor que não praticamente não teve palavra. O bchista começou a a ministrar um um uma harmonia em tom menor. Eu fui seguir, o outro músico seguiu, acabando, a a mini vigília virou uma sala de oração e foi orando por tudo e todos foram orando.
O pastor foi trazendo foi coisas espontâneas assim. Mas os músicos meio que direcionaram a mini vigília. Na realidade começou pelo bchista.
Aí foi direcionando uma harmonia que virou um cântico de guerra, que virou um cântico espiritual. E aí depois começou a orar pela cidade, orar por por várias coisas. E o o a mini vigília não teve nem palavra para você ter ideia, né?
E foi fluindo a partir dos músicos, mas só que para chegar nesse nível também tem que ter a liberdade da criatividade, tem que ter a sensibilidade, né? Aí de ambientes e ambientes, ou seja, os dois ambientes de não poder criar eu já estive e onde posso criar também já estive, né? Isso é muito bom.
Boa. Vamos lá, gente. Agora é com vocês.
Vou comentar então, já que ninguém abre o microfone. Aham. Assim como Eliton, eu também já estive inserida nos dois ambientes, tanto de de uma vez, eu lembro que a gente tinha um grupo bem grande e nós éramos em três bec, tinha nosso ministro e aí a gente, eu levei uma sugestão de de canção para ele e ele falou assim: "Não, não quero cantar essa, não vou cantar essa".
E e foi bem assim esquisito e ele tinha totalmente o controle também. Então eu lembro que aquela vez assim, como eu era um pouquinho imatura, era bem novinha, era adolescente, eu canto desde muito cedo, então aquilo, nossa, feriu meu coração. Eu demorei até para, sabe, quando você fica com o ranço da pessoa, eu até demorei a a a fluir de novo com aquele homem, porque você, né, na imaturidade você acaba levando isso pro coração.
Mas também já vivi um outro ambiente em que nós estávamos tão conectados que teve um dia que o guitarrista, a gente cantou aquela canção, é, nunca me abandonou teu amor. Meu gente, o guitarrista ele começou a solar a igreja foi a loucura. Assim, aquele dia a gente nunca viveu algo parecido com aquele culto.
Foi surreal assim da igreja decolar junto com o guitarrista. O guitarrista ele solava chorando, ele chorando, ele quase caía no chão na guitarra. Foi algo assim, ó, sobrenatural de ver, porque realmente foi uma ousadia do espírito e o grupo todo parou para deixar realmente Deus fluir nele, sabe?
Então, foi algo muito muito legal assim de se viver e eu confesso que tenho até saudade de alguns momentos como esse. Deixa eu, deixa eu responder aqui, ó. Cara, vai ter, eu vou te vai ter momento que sim, porque para que para que o fluir permaneça, a gente tem que estar seguro também.
Então, ou para todo mundo ou minha casa, tu toca o quê, Daniel? violar um teclado. Então, beleza, instrumento base, porque se tu falasse baixo, baixo, bateria, guitarra até vai, mas depender muito da tua da tua técnica.
Mas teclado de violão aqui, eu queria saber se era um ou outro. E com certeza às vezes, ó, para aí, segura aí, porque ao invés de cooperar pode atrapalhar, sim. Tá?
E veja bem, essa questão aqui atrapalhar o o fluir, isso tem mais a ver com atrapalhar as pessoas a se a se renderem, a se conectar com isso, entendeu? Não algo sobre do céu pra terra, mas atrapalhar ao ambiente no sentido de não cooperar, de não criar essa conexão do que tá fluindo com as pessoas. Então, a gente tá ali para cooperar com as pessoas.
né? Cooperando com Deus, mas também com a nossa técnica, cooperando para um ambiente natural. Então, sim, às vezes e às vezes acontece muito, chega, ó, segura, segura só teclado e nego tá fazendo doideira, tipo assim, tá desconectado, tá com a cabeça que não sei aonde e é um solo doido, um negócio, umas levadas de batera.
Não, não. Segura, segura, segura só teclado. Às vezes nada, de repente.
Então, sim, mas isso, tipo, às vezes pensa em louvor e eles não consegue acompanhar também. Pode ser, mas cuidado para isso aqui só não ser uma uma cultura, tá? Tipo, toda vez que pensa algo, então trabalha repertório, né?
trabalha com eles de repertório, mas só cuidado também para para não ser algo que é tipo assim, toda vez acontece isso. Então tem que equilibrar is é essa resposta, ela ela é sim, às vezes você precisa pedir para parar, fica só o teclado, mas tem que entender também se é essas mudanças de canções também, se tá sendo algo. É que eu disse, às vezes é uma mania de muita música, muita música, muita música atrás da outra e ao invés da gente de repente tocar três, quatro, valorizar o que tá cantando e pronto, às vezes menos é mais, né?
Fala aí, Helene. Oi, gente. Paz.
Tudo bem com vocês? É, então eu o que eu tenho percebido assim, eh, você tava falando sobre o ambiente profético, né? Eu tenho percebido que tá faltando um pouco mais de ensino, eh, não só paraa igreja, né, principalmente, mas para também os ministros de louvor, porque, como você fala sempre, né, do ambiente de glória, ele ele comunica os quatro ambientes, né, rosto de homem, rosto de novilho, tal, né?
E e eu percebo que eh os ministros eles entraram num lugar agora falando de uma maneira geral, não de uma igreja local, mas mas os ministros entraram num lugar de eh de apenas dizer eh as suas afeições, apenas cantar sobre seu amor, apenas cantar sobre o quanto você o ama Jesus, quanto você quer Jesus, o quanto que você vai gastar sua vida, o quanto que você quer o fogo. E aí nós entramos num lugar de de nos reunirmos com igreja para falar da gente mesmo. Olha, eu me eu me reúno aqui com vocês para falar o quanto eu amo Jesus, o quanto eu sou apaixonado por ele.
E aí eu eu defendo muito, levanto muito a bandeira de que música ela é educação, né? Você mede o o a temperatura, né, de uma sociedade, de uma igreja. pelo repertório, pelo seu cancioneiro, né?
E aí eu percebo que a igreja entrou no nesse lugar de só corresponder ao ao ministério de louvor, ao ambiente ali de adoração, quando o repertório ele tá carregado desse tipo de canção. Eu quero fogo, eu quero Senhor, eu quero, eu posso, eu vou. E acaba que fica confuso o que é eh uma um momento de adoração que é carregado da presença, carregado, né, do ambiente onde o Senhor está e e a diferenciação do ambiente onde as pessoas apenas gostaram da canção e cantam aquilo e saem dali achando que o culto foi extraordinário, porque elas conseguiram falar o quanto elas amam o Senhor.
Mas eu acredito que o ambiente profético, a adoração profética, ela é pautada naquilo que o Senhor é, nos adjetivos, nos atributos do Senhor e não e não no naquilo que eu sinto, porque o que eu sinto hoje, ele é ele é completamente transitório. Hoje eu posso, hoje eu tô não estou enfrentando nenhum problema escabroso, mas tô bem, tô OK, tô aqui com vocês. Mas então eu posso erguer um um louvor ao Senhor mediante o meu sentimento, certo?
Sim. Mas e amanhã? Mas e amanhã?
Eu posso acordar com um problemão bater na minha porta com uma situação, né? É complicada e o que eu sinto já mudou. Só que se a gente pauta a nossa adoração naquilo que o Senhor é, naquilo que está estabelecido, naquilo que João viu aqui no capítulo 5, no capítulo 6, a nossa adoração vai ser uma adoração eficaz.
que a gente consegue adentrar esse ambiente profético e comunicar. Só que aí as eu tenho essa dificuldade de eh tentar levar eh criar um ambiente assim profético mais eficaz e a gente não tem resposta alguma, entende? E às vezes eh a gente também pode entrar num lugar de de extremos taxados, como como você falou, né?
como o ministro ele tá aparecendo, ele quer aparecer, mas ele viu algo que que a impressão que dá é que ninguém mais tá vendo. Então a gente corre o risco de entrar num lugar de performance, de sermos mal interpretados por isso, entende? Então eu sinto muito falta disso, dessa dessa as canções, as canções, as canções verticais, elas elas são implicitamente meio que um antídoto para muita coisa assim.
Eu penso isso porque Aham. é por si só, por si só, ela já ela já conduz para isso por si só. Aí a gente não vai precisar tanto, tantos comandos, entendeu?
Porque a letra por si só já tá te já tá te conduzindo a isso. Agora, se a pessoa também vai se entregar e se render ao que tá cantando aí, aí meu irmão, aí aí entra naquilo que você falou que é o ensino. Exatamente.
E às vezes, eh, eu, eu procuro ter sempre um repertório muito pautado nessas dicas que você dá aqui dos, dos ambientes, tal, né? Aham. E mesmo quando E mesmo quando a gente eh coloca uma uma canção, não falando de igreja local de novo, né?
Falando, né, de modo geral, mesmo quando a gente mesmo quando a gente coloca uma uma canção mais horizontal, eh, vertical, que fala do Senhor, eh, literalmente, a gente mesmo assim, eu mesmo assim sinto muita dificuldade por não cantar sobre mim mesma. Eu não vim, eu não reuni a igreja para falar do que que eu penso, o que que eu sinto, porque não é o meu testemunho que transforma, é o testemunho de Jesus que transforma. Uhum.
Então, mesmo quando eu que eu tento eh colocar mais, trazer mais os olhares para esse lugar, mesmo assim eu sinto dificuldade das pessoas entenderem para onde a gente quer olhar. Boa. É isso.
Isso. Ah, é bom que tá gravado. A gente vai, isso aqui a gente tem que dar dando continuidade porque não dá.
São daqui tem muita coisa pra gente desenvolver e até ajudar um ao outro aqui, né? Eu só vou, eu, eu preciso, eu tenho 5 minutos, literalmente, gente, que eu vou entrar numa outra, eu vou desligar com vocês e entrar numa outra aula aqui. Aí, Joel, juvenil, pode falar aí, por favor.
Paz para todos. Eh, pastor, assim, em questão tava falando, né, dessa dificuldade das vezes a igreja, vocês estão me ouvindo bem? Uhum.
Pronto, da igreja também, né? entrar nessa concordância por conta disso que a gente quer eh tá falando a respeito de um de um do ensino, né, de ensinar a igreja, essa parte de de se permitir, né, a adoração. a gente tem feito isso, né, lá na igreja, eh foi falado a respeito do que era adoração e aproveitei, né, e o que o que eu tenho aprendido aqui, eu também tô levando para lá juntamente com isso.
E a gente tem visto, né? E também tem uma coisa que tem acontecida na na nossa congregação, porque assim, eh, antes eu sempre na minha mente achava que os louvores tinham que ter uma concordância temática, né? Eu não podia falar de perdão, depois de fogo, depois de graça.
Não, tinha que ser na minha mente sempre foi assim, sempre foi o louvor, né? falar de uma coisa só para não haver essa bagunça. E aí também de fato o Senhor fala a respeito de algo que ele deseja falar conosco.
E aí tem acontecido agora na nossa congregação algo que gostei muito porque eh em nossa em nossa congregação nós temos várias congregações, né? E aí os nossos pastores presidentes, né, juntamente com os pastores das outras igrejas, né? Eh, o que que eles estão fazendo?
Todo mês existe um tema a ser estudado. Por exemplo, mês de maio e mês de junho fala-se sobre perdão. Então, as palav a palavra pode ser qualquer uma baseada no perdão, mas sendo eh pode ser qualquer referência, né?
maso dentro do do perdão. E o louvor em si tá indo nesse mesmo jeito para justamente tá em concordância com a palavra, né? Porque eu vejo que o louvor eh eu não sei dizer muito bem se é isso, né?
Mas eu vejo que o louvor ele prepara o ambiente da a o momento da palavra, né? Ele aqua o coração para quando chegar a palavra, a palavra vem e entra de uma forma mais agradável paraa igreja e também para os que visitam, que não são cristãos, né? Aí é tanto que no início do ano foi falado sobre arrependimento, agora fala sobre perdão e em julho vai vir falar sobre salvação.
Então a gente tá fazendo, tá tem acontecido isso. E além disso, na escola bíblica, nós temos aprendido acerca de eh Cristo, né, ser o verbo se fez carne e só que colocando também adoração para Cristo. E aí ele dá exemplos, né, da mulher que derramou o perfume, né, que a gente a gente vê hoje como perfume, né, e como forma de adoração, né, e aí tem ajudado muita gente nisso, né?
Então, eu tenho visto que tem ajudado demais, era uma coisa que eu queria muito que acontecesse, porque os meninos do, né, os os instrumentistas achavam assim: "Ah, no na nas celebrativas a gente bota qualquer uma e na adoração bota concordância. " Eu não concordava com isso. Eu achava que isso não tinha nenhuma conexão.
E aí o bom foi que isso ajudou muito e tá ajudando bastante. Ah, legal. A gente depois, como tá gravado, a gente vou pegar algumas coisas que cada um aqui falou pra gente poder desenvolver mais, entendeu?
Para não ficar só no comentário pelo comentário, mas aí a gente vai desenvolvendo a partir disso, tá gente? Valeu aí. Vamos lá no grupo, tá?
Se alguém quiser eh falar alguma coisa, comentar mais, você já sabe. Vamos eh dar continuidade isso lá no grupo, tá bom? Só preciso terminar agora porque eu já vou literalmente entrar numa outra numa outra ministração aqui.
Valeu. Ai, não acredito.