Pronto estamos aí na gravação né então quando a gente fala da alfabetização tem esses dois pontos dos quais a gente estava eh tentando entender aqui que seria ensinar a leer e ensinar a escrever mas que tá muito ligado à codificação e decodificação e isso tudo também manifestado dentro do que quem ensinar um código escrito se a gente fala de letramento né a gente tá falando já de uma Interpretação de um código escrito ou de uma função social que aquele código escrito vai imprimir no sujeito que está lendo ou até mesmo uma ideia de leitura de
mundo que o faz interpretar uma determinada informação né ah mas o letramento ele é um pouco mais recente do que a ideia de alfabetização então vou parar os nossos slides por aqui por enquanto para que a gente possa discutir um pouquinho o que que é essa ideia da teoria da alfabetização tá então quando A gente entra nesse universo da alfabetização o primeiro ponto é saber de onde vem essas ideias essa contribuição da alfabetização e do letramento slide paradinho tudo bem ok todo mundo consegue me me vê aqui minha carinha tá aparecendo aí tá tranquilo então
tá vamos então começar a trazer isso para uma teoria para que a gente não fique apenas numa palavra onde um professor vai dizer a experiência dele e não trazer as principais fontes De informação que são necessárias para a alfabetização no Brasil nós temos uma contribuição muito grande de uma autora eh que se juntou com uma com uma outra pessoa Ah nós temos o nome dessa autora que se chama Emília Ferreiro Quem foi Emília Ferreiro Emília Ferreiro ela foi uma psicóloga Argentina Se não me engano que trouxe ali uma contribuição muito grande para os conceitos e
para o estudo da Psicologia né Principalmente psicologia do desenvolvimento né se a Gente fala da psicologia do desenvolvimento a gente tá falando ali de pessoas de teóricos que estudaram e se comprometeram em tentar enxergar quais eram os potenciais e quais eram os propósitos os princípios de um estudo evolutivo também muitas vezes né ligado ao processo de eh descoberta do cérebro com relação aos ensinos que eram de uma em uma determinada época né a Emília Ferreiro como como grande Estudiosa da Psicologia se ligou à piag né foi foi ali orientada pelo piag numa determinada época do
seu estudo para poder se desenvolver eh desenvolver a sua ideia na verdade toda ligada à ao letramento e alfabetização Na verdade essa história do letramento né não surge de primeira instância no pensamento da Emília Ferreira ela vai se deter ali a uma contribuição muito segura no seu doutorado eh ligada aos pensamentos do Piag eh que já era um grande estudioso e um e uma referência numa determinada época eh sobre os conceitos de alfabetização sobre conceitos da psicologia do desenvolvimento e psicologia cognitiva ligada ao Pag ela começa a desenvolver a sua teoria que se a gente
eh a conhece no Brasil como psicogênese da língua escrita a psicogênese da língua escrita vem eh trazendo pra gente uma Realidade de pessoas que eh tinham a um desenvolvimento Estreito com essa ideia de leitura só que não se tinha uma classificação não se tinha um eixo para desenvolver ali quais eram os motivos das buscas pelas respostas que se tinham em cima dos problemas que aconteciam na na alfabetização E aí a Ana teber se junta com Emília Ferreiro e produzem uma série de trabalhos no Brasil Há algumas há uns 20 30 anos atrás e faz com
que a alfabetização no Brasil seja modificada completamente Então a gente tem ali por volta dos anos 80 a divulgação dos resultados de um estudo que tem a ver com a aquisição da leitura e escrita né de crianças que a Emília Ferreiro vai fazer então em Ferreiro faz uma A An se junta a ela dentro dessa pesquisa essa pesquisa promove alguns resultados na década de 80 elas Divulga-se os resultados em artigos científicos em livros em obras e isso tudo começa a ser eh veiculado no mundo científico como o conhecimento construtivista Ou seja a alfabetização que vai
dar vai dar uma teoria ali no discurso Educacional ligada à alfabetização que é o movimento construtivista do qual a gente eh já pode ter ouvido falar ali né alguns desses estudos eles vão causar muitas discussões né no Brasil e fora do Brasil eh primeiro porque a ananta heróica passa a ser eh visto com muita influência dentro do movimento de alfabetização por quê Porque a psicogênese da língua escrita traz pra gente uma ideia de desenvolvimento psicológico da escrita ou seja de como começa essa escrita exatamente então a gente não vai eh naquela época encontrar uma proposta
didática de alfabetização que daria conta de resolver todos esses problemas primeiro por E se ela foi Orientada pelo Pag aí já entra uma crítica minha uma ideia minha a gente entende que o Pag fazia eh uma alusão a um determinado movimento de construção cognitiva ou seja piag desenvolveu ali dentro dos estudos dele eh quatro etapas de desenvolvimento cognitivo eh para ele diferente de Freud que vai ali desenvolver eh uma etapa de desenvolvimento cognitivo e cerebral Ligado ao psicológico ligado ao sexual o o o vigot que vai trazer uma outra linha de pensamento então H nessa
época aí vão começar a surgir alguns eh estudiosos que vão desenvolver as suas teorias ligadas é claro ao desenvolvimento cognitivo então levando em consideração que a Ana a a Ana tabos e a Emília Ferreiro era estavam ali trabalhando com a o piag e foram orientadas pelo piag a gente tem uma ideia de que o Desenvolvimento do pensamento delas parte muito da ideia que o que o piag estava estruturando o Pag traz pra gente um desenvolvimento cognitivo baseado em quatro etapas né que a etapa do sensório motor de zer a 2 anos ali onde as crianças
ainda são bebês elas vão interagir ali no entorno dos Sentidos das ações que vão motivar a a estrutura da realidade do corpo dessas crianças com repetição de reflexos que vão ser ali muito inerentes ao ao que é do Próprio ser humano ou seja tem a ver com o processo inato que nasce como ser humano e da maneira como ele vai interagir depois disso estamos falando aí do do estágio eh pré-operacional que vai de 2 a 7 anos de idade é nessa época de 2 a 7 anos de idade em que as crianças vão começar ali
a envolver de acordo com as nossas potencialidades capacidades que vão Ah potencialidades que eu digo no mundo atual tá no Brasil em que vivemos Eh capacidades para um desenvolvimento da Leitura vai ser nessa fase de acordo com o Pag que vai se instaurar a integração mental de todas as realizações das ações que são realizadas eh desse período anterior com o período atual onde as crianças V começar a criar esquemas mentais que V permitir o desenvolvimento da linguagem permitir o desenvolvimento de de jogos como gestos palavras da ideia de saber o que que é número do
do de ler uma imagem depois Disso dos 7 aos 11 anos as crianças vão estar no estágio que o PG vai chamar de estágio de operações concretas onde eles vão começar realmente a estabelecer ali um processo de racional racionalização eles vão tornar eh mais lógicos eles vão se tornar pessoas com com capacidad de solucionar problemas concretos né então a ideia da situação concreta vai estar muito ligada ao pensamento de uma criança naquele determinado momento por exemplo Ah para ele saber uma uma ideia De série de ordenamento de classificação essa ideia de seramento de ordenamento de
classificação traz para PR gente um sistema cerebral de operação concreta tá a partir daí a partir dos 11 anos as crianas V estar em operação formal por que que eu trou essa pequena expli sobre as ideias do piag para que a gente possa ver que para o nosso cérebro estar apto a ser Alfabetizado ele precisa de uma condição prévia de uma condição mínima de desenvolvimento Do qual na época que a Emília Ferreiro e AES pensavam as a alfabetização no Brasil não estava alinhada com os documentos oficiais que nós temos de alfabetização de letramento que é
a base Nacional curricular comum que são eh os projetos de referenciais curriculares na educação infantil Então a gente tem uma documentação produzida como documentação no Brasil que não vai refletir a ideia psicológica necessária para o desenvolvimento de uma criança Naturalmente no Brasil que que eu quero dizer eu quero dizer que não vai bater não vai ser concomitante a ideia de alfabetizar uma criança fora do período em que o cérebro dela ainda não tá maduro para essa alfabetização tá é isso que eu tô dizendo se a gente for levar em consideração um período específico de desenvolvimento
cognitivo e o período em que a a escola precisa alfabetizar não bate não é concomitante tá então muitas vezes a gente vai encontrar crianças com Problemas sérios na alfabetização com problemas severos na fala por quê Porque no momento em que eles estão sendo alfabetizados o cérebro deles não está apto a receber esse tipo de coisa mas como nós somos seres humanos completamente mutáveis e adaptáveis ao ambiente onde nós vivemos O que que a gente faz a gente tenta aprender da melhor forma e isso vai se reverberando em todos os anos de ensino que a gente
está na escola muitos de nós temos ali Uma condição mínima necessária para que essa alfabetização aconteça e ela vai acontecer e nos anos subsequentes ela vai sendo consolidada caso ela não aconteça no momento que é necessário ela vai acontecer em um outro determinado momento até o final do Ensino Fundamental né até o quinto ano que essa criança vai estar agora né Então esse é um dos grandes problemas que nós temos na na alfabetização que é o resultado dos estudos ligados à Psicogênese da língua escrita tá E também fazendo uma contribuição com a ideia do Pag
né Se fôssemos observar a ideia que o PG traz pra gente por exemplo de operações matemáticas as operações matemáticas estariam aptas a acontecerem no cérebro de uma criança a partir dos 11 anos onde essa criança vai est num nível de de desenvolvimento cerebral né em que essa operação formal concreta a partir dos 11 anos vai acontecer onde a criança vai Operar intuitivamente eh eh indutivamente e dedutivamente onde ela vai conseguir fazer uma dedução né Então essa capacidade de realizar abra com problema concreto pegar o concreto abstrair ele e trazer uma realidade que não existe ou
que ela pode imaginar isso a criança vai fazer com segurança a partir dos 11 anos de idade então o que que a gente faz para que essa criança possa ser alfabetizada a gente extrai Dela uma possibilidade de fazer isso antes dos 11 anos de idade para Que ela possa com naturalidade saber somar Saber dividir e saber a ideia de quantificação de tempo de de de tudo isso ou seja a gente está antecipando toda essa operação formal que ela só vai amadurecer em tal determinado momento de acordo com piag para que a gente consiga dar conta
dos estudos e da base Nacional curricular comum que pensa o nosso a nossa Educação de uma forma diferente Ligada ao desenvolvimento do do cérebro tá Esse é um dos pontos até aí tudo bem gente podemos entrar de vez na na teoria da da Emília Ferreiro ou tá muito difícil vou vou continuar então hein vamos lá vamos continuar tudo bem Professor Ai que bom então as duas elas vão escrever algumas obras que vão estar ligadas aí à alfabetização elas vão começar a nome pras coisas né E esses nomes vão ser Muito importantes quando nós formos trabalhar
nas escolas tá então esses nomes vão ser de extrema importância né Às vezes a gente fala que a teoria da alfabetização que uma pessoa é alfabetizada Mas a gente não dá o devido importância mas no Brasil infelizmente ou felizmente nós temos aí uma grande repercussão e uma grande discussão S Entre todos esses educadores do Brasil que vão trazer ali eh eh e eh as suas dúvidas sobre o papel Do ensino o papel da escola o papel do professor né diante da teoria que é uma das teorias mais utilizadas né a psicogênese da língua escrita vira
um livro da Ana teber tá da mágua ó a mágua Ferreira entra a mágua a mágua Soares entra depois a Emília Ferreiro perdão né a Emília Ferreiro vira um livro né aí a gente eh não vai se encontrar ali uma proposta didática para essa alfabetização n uma receita pronta né Por quê Porque a gente sempre quer ali uma um livro que nos deu uma receita pronta de uma alfabetização né uma cartilha de alfabetização né é uma ideia que se quer né o brasileiro sempre buscou essa ideia perfeita de uma cartilha de alfabetização de como alfabetizar
com tranquilidade Então esse livro delas não vai ser ISO uma discussão né que vai se destinar principalmente a professores a psicólogos que vai apresentar toda essa Pesquisa dentro de um processo muito complexo tá dentro de palavras muito difíceis de teorias muito muito rebuscadas que vão ensinar pra gente o que que a criança lê o que que a criança escreve como ela lê como ela escreve e dar nome a toda essa a essas capacidades que as crianças têm né também capacidades linguísticas que é a maneira como uma criança vai perceber e o seu processo de do
sistema escrito né utilizando ali os mecanismos de Funcionamento da língua para essa aprendizagem da leitura e da escrita a Ferreira vai destacar principalmente ali naquele trabalho que a alfabetização ela vai se ser considerada ali um método utilizado né E vai tá ali eh ligado também à maturação e a prontidão que essa criança vai ter para poder ser Alfabetizado em determinado ponto então ela vai levar em consideração a maturação do cérebro né e o método utilizado para que esses pontos Chegue-se que método ela tá falando aqui ela vai dizer que ó para alcançarmos a ideia de
uma criança ler e escrever a gente pode caminhar por várias ruas diferentes e cada uma dessas ruas tem um propósito né um método de alfabetização é o método fônico por exemplo onde a gente vai ter ali a capacidade que o cérebro tem de entender cada som e de relacionar esse som com uma letra A gente vai ter o método das boquinhas que é a criança Perceber como a boca se movimenta para eh essa boca produzir uma determinada sonoridade nós vamos falar né Um pouquinho disso e entendermos que cada um desses métodos produzem um resultado diferente
seja duas ruas diferentes eh Seguindo para o mesmo lugar então a Emília Ferreiro já vai pensar nisso ela vai dizer ó existem aí processos que vão ensinar quem aprende né é a criança né quem vai ensinar o professor e eh existe Aí a natureza do objeto de conhecimento que tá ligado ao envolvimento da aprendizagem que essa criança tem né então no Brasil esse trabalho dela vai repetir vai causar algumas eh inspirações e a Ana beroes que no Brasil também vai vai estar ali muito ligada à à ideia delas a pesquisa que a ferreir tabos que
fizeram foi devido a muitas reflexões ali que elas tinham né dentro daquele projeto a os métodos de alfabetização eram métodos muito Fonéticos né O que que é um método fonético um método que utiliza a ideia da construção sonora então m primeira instância precisamos trabalhar con sones para que a alfabetização aconteça Então se estamos falando de crianças com problemas eh de audição a alfabetização vai ser completamente diferente tá bom Por quê Porque muitas vezes utilizamos a sonoridade da nossa voz para fazer uma representação tá ou seja Quando falamos a letra a a nossa boca se Articula
de uma forma o desenho da minha boca para falar a letra A é diferente do desenho da minha boca para falar a letra e a letra i a letra O e a letra U então ambos tem uma formatação da minha boca que é um processo que e aon vai estudar muito bem né E que vai produzir uma determinada sonoridade Então como a minha boca se movimenta vai produzir uma determinada Sonoridade né Essa sonoridade vai trazer pra gente uma determinação entre o conceito de letra e o conceito de escrita ligada à sonoridade ou seja um som
Olha que coisa louca para uma cabeça de uma criança poder entender a ideia de um som que ela não consegue escrever e que ninguém consegue escrever a ideia do som a gente não consegue escrever mas a gente cria a representação do que que é esse som para que a gente possa escrever e assim Começa a ideia de escrita né quem inventou isso foram o sumes não foram a Gente desculpa aí mas eles que inventaram a escrita eles que pensaram nisso a gente só tá aperfeiçoando essa ideia de escrever né Ah então a a Ana teber
vai a partir da década de 80 né junto ali com os estudos do Pag e da Psicologia eh e da epistemologia genética né que é o estudo que o Pag vai fazer ah trazia ali um referencial diferente Para que essa alfabetização para que essa aquisição de linguagem eh eh aconteça de uma maneira em que o código ou seja as letras aquilo que a gente vai usar paraa escrita como transcrição seja uma representação fedna da nossa oralidade daquilo que nós pronunciamos e isso tudo eh pra gente poder fazer tudo isso é um movimento pra gente entender
que essa que é que essa aprendizagem de aquisição eh de de uma técnica né vai ali ser a ideia de uma Alfabetização a Ana teber e a amia Ferreiro elas vão investigar eh dentro das suas obras E numa dessas obras elas vão começar a nomear elas vão dizer assim olha existe uma criança que em determinado momento está não determinado nível né de alfabetização Por que que elas vão fazer isso Qual é a noção que que elas vão fazer isso elas vão colocar eh que pensar em alfabetização é como pensar num código exatamente né tendo Ali
a ideia dessa ideia dessa desse comportamento escrito como uma transcrição da oralidade né Ou seja a escrita é como se fosse ali uma representação um sistema de representação e a aprendizagem da disso vai se converter numa apropriação de um novo objeto de conhecimento Ou seja a escrita passa a ser o novo objeto de conhecimento dentro da representação desse símbolo desse sistema inteiro de representação é muito difícil é muito Complicado parece aqui que eu tô viajando na historinha contando as historinhas de uma pessoa muito muito louca mas é realmente uma ideia de que essa teoria inteira
vai se estender pra gente poder usar o que essas mulheres falaram como a base da nossa representação de linguagem tá ou seja essa concepção que elas vão trazer traz pra gente a língua escrita eh considerando como uma codificação da linguagem humana tá e Consequentemente Isso vai trazer pra gente o conceito de alfabetização entendido ali como aprendizagem de técnicas que é codificar e decodificar a língua Ou seja saber por que eu uso letra a e i o u em determinada posição dentro de uma palavra e aquela junção de letras funciona para eu entender alguma coisa tanto
é que se organizarmos as letras de uma maneira que só eu entendo por exemplo eu não vou estar escrevendo nada nem vou estar comunicando nada por Quê Porque precisa-se que essa codificação essa língua escrita seja considerada como uma codificação da linguagem e a linguagem ali é composta por eh vários indivíduos vários seres se comunicando então a linguagem é o pensamento dessa e representa ali esse pensamento de de diálogo de Comunicação tá dessas pessoas então não adianta nada eu achar que estou escrevendo alguma coisa quando não estou mas aí como elas pensam em tudo Isso elas
vão dizer ó essa nossa teoria vira um Marco divisor na história da da alfabetização por quê Porque é uma questão crucial entender a natureza desse conceito né Por qu realmente as crianças que não entendem nada elas vão saber o que é uma letra ainda não se elas não sabem O que é essa letra elas vão ter uma ideia de representação mas muitas dessas crianças que vão chegar na escola já sabem falar já sabem se Comunicar Ou seja a ideia da sonoridade chegou primeiro do que a ideia da escrita Então essa criança precisa pegar aquilo que
é abstrato ou seja essa sonoridade que já tá dentro da cabeça dela e transformar em algo que é palpável que é concreto que é o desenho dessa letra que é a representação Dessa letra ou seja ela a gente puxa a criança ou vem aqui ó pro estágio de desenvolvimento logo acima do seu para você poder entender esse nível de escrit Então quando você tá no nível um por exemplo de nível dois dessa criança Ela tem uma hipótese de construção que é muito ligada ali à escrita antes dela ser alfabetizada Então as autoras vão trabalhar com
hipóteses Esse é o nome tá por hipóteses porque elas vão pensar que e não dá para se convencionar exatamente qual é o nível Que esta criança vai estar mas eu tenho a possibilidade e hipotética de tentar descobrir ali Qual é o o o nível que essa criança pode est Deu para entender mais ou menos seria como eu construir uma ideia e a partir dessa ideia eu desenvolver um pensamento bastante lógico bastante racional sobre eh vou voltar pro slide pra gente poder continuar entendendo essa discussão tá deixa eu colocar aqui o nosso Slide Prontinho ó esse
aqui é o slide onde a gente estava falando do letramento da alfabetização Deixa eu tirar aqui Opa volta PR a ideia de alfabetização no Brasil vai trazer pra gente como essa escrita vai se organizar E essas hipóteses vão se desenvolvendo tá no Brasil ah a partir da década de 80 essa escrita de alfabetização vai ser ali convencionada a partir das hipóteses que Essas professoras vão desenvolver só que em determinado momento vão surgir outros autores que vão influenciar como essa alfabetização deve acontecer no Brasil tá Falamos aí de um momento de alfabetização eh e depois de
um tempo que essa eh que o construtivismo já vai estar eh imperando ali no no no Brasil eh algumas pessoas vão começar a transformar essa ideia de construtivismo né para um uma ideia de Um construtivismo mais social que interage mais com com o indivíduo no próprio lugar dele e vai ser a ideia de que a Magda Soares vai trazer num livro bastante importante dela né que é alfabetizar letrando o que que seria alfabetizar letrando seria juntar a ideia da minha alfabetização que eu comentei um pouquinho aqui e a ideia do letramento que seria Ah uma
ideia de uma escrita com representatividade pro mundo e essa Representatividade pro mundo traz pra gente os símbolos ali de uma de uma compreensão sobre um determinado nível que aquela criança já conheça já saiba né vou dar um exemplo aqui de uma leitura em que a nossas crianças fazem essa leitura muito antes de saber o que significam cada uma dessas letras e como elas se representa né quando uma criança que não sabe ler ainda olha um refrigerante ela conhece a marca do refrigerante ela olha a placa do McDonald's Ela Diz papai mamãe McDonald's sou com fome
eu quero McDonald mas ela não sabe ler ainda mas ela sabe que aquele símbolo representa o McDonald ela sabe que aquele símbolo representa latinho de coca-cola olha só que é a coca-cola e que não é o outro refrigerante Então essas ideias vai eh desenvolver e sociabilizar a criança num determinado mundo de escolhas um determinado mundo onde ela pode ser capaz de usar as informações que ela tem Para benefício dela ou para benefício dos outros que que vai acontecer dentro desse processo Porque que eu trouxe esse slide aqui para vocês poderem ver né Nós vamos ter
aqui uma ideia de alfabetização de letramento juntas Então vai acontecer que eh muito antes eh do domínio dos processos funcionais da escrita né esse conceito etnológico vai surgir né com a ideia de alfabetização juntamente com a constatação dessa alfabetização no universo Eh da representação onde se indivíduo vai transformar aquilo que ele ouve aquilo que ele percebe em letras depois disso a gente tem ali um estado de quem ainda não lê e escreve somente mas também pode interagir com aquela ideia do que está escrito né e o indivíduo é capaz de ler aquilo que não está
colocado em palavras Então a partir dali a gente já tem uma ideia de leitura de mundo ligado aos processos de alfabetização e é Exatamente esse conceito de leitura de mundo junto com a alfabetização que surge o letramento É nesse ponto que surge o letramento é entender que eu preciso estabelecer que a minha leitura vai me colocar num lugar diferente social né E isso realmente acontece existem lugares da sociedade que uma pessoa que é analfabeto infelizmente não pode entrar por exemplo acesso à universidade o analfabeto pode ter acesso à Universidade não porque ele precisa comprovar um
determinado nível de escrita que é o ensino médio completo então ele precisa se inscrever n na faculdade com o diploma do ensino médio se ele é o analfabeto infelizmente ele não vai ter diploma do ensino médio e assim por diante ou seja o nível de escrito o sistema de escrito sistema de de de alfabetização vai começar a separar pessoas no mundo e a partir do momento que eles entendem que essa Separação pode de eh influenciar a capacidade do ser humano tem de se relacionar com ele próprio e com as coisas ao seu redor isso passa
a virar uma função social a leitura passa a ter uma função social o ensino dessa leitura passa a ser também um mecanismo de transformação social é aí que o letramento vai entrar para poder eh fazer com que essa essa formação da Leitura aconteça de uma maneira muito Muito prática né E muito social também eh o o contigio vai dizer que essa é uma prática sociocultural por quê que alfabetização é uma prática sociocultural porque ela tá no meio da integração entre o que eu produzo de texto oral e escrito sobre um determinado código que é a
língua portuguesa E é claro que isso tem a ver com a relação que som de cada letra tem que letra que som tem mas que isso é usado Para um determinado serviço cultural e social eu aprendo essas coisas para o meu serviço social para minha prática na sociedade pro meu convívio na sociedade né E aí tudo isso vai me deixar mais criativo vai vai me deixar mais mais mais críticos sim isso vai ter uma inventividade sim a partir do momento em que você opera outras construções eh dentro do do seu desenvolvimento tá e dentro da
sua aplicação também sobre Sobre isso então pra gente poder aqui Opa desculpa pra gente poder se deter a teoria ah dessas dessas meninas o que elas trouxeram pra gente oi toda vez que eu clico aqui em cima volta no slide né Oi volta então o construtivismo para que a gente possa eh ter ali a base pra gente poder entrar na teoria da Emília Ferreiro exclusivamente e da Ana tebos o que que Acontece com o construtivismo né eu fiz um pequeno resumo aqui construtivismo tem a ver com aquilo que é construído pelo nosso aluno tá então
ele vai realizar concomitantemente o desenvolvimento cognitivo Essa foi a primeira etapa crítica que a gente já passou lá no início da nossa aula tá então cada vez que o meu cérebro vai se desenvolver cognitivamente a criança vai ser capaz de realizar uma etapa desse processo de Construção de si própria para representar isso na escrita nas operações matemáticas nas relações geográficas Enfim então todos os campos né isso vai se realizar a partir da experiência que cada criança tem tá então o construtivismo tem a ver com a relação de experiência que ele tem com o desenvolvimento da
cabeça dele que ele próprio vai construir tá é claro que dentro desse universo ele vai estimular conflitos cognitivos o que que são Conflitos cognitivos é quando ele vai pensar numa coisa que ele não tem resposta que o cérebro dele talvez não tenha a capacidade de dar a resposta para ele é muito complexo vou dar um exemplo de como isso pode acontecer na cabeça de um ser humano eu beber uma água aqui vamos lá pegar digamos aí que a gente tem os nossos filhinhos de qu 5 anos de idade e que a gente fala para Nosso
filhinho assim ai meu Deus eu tem um coração de pedra o nosso filhinho sabe o que que é o nosso coração e o nosso filhinho sabe o que que é pedra na cabeça dele ele vai pegar essas duas representações Vai juntar e vai falar Epa o coração do meu pai de pedra ele vai pensar na pedra igualzinho e um coração feito daquele material de pedra por quê Porque a ideia de construção de pensamento dele é exatamente Eh ligada pro ambiente concreto e essa expressão que eu acabei de falar é uma expressão completamente abstrata ela precisa
ser entendida no campo abstrato para poder ser desenvolvida e o pensamento ser ser feito porque eu estou falando de uma coisa que não é realmente aquilo eu tô tentando explicar uma outra coisa a partir daquilo que eu disse e paraa criança poder entender isso vai demorar um pouquinho então s dela vai falar assim Eita coração do meu pai é de Pedra feito todo de pedra tá bom né tá bom aí você vai falar assim coração de pedra mas se você quiser explicar o verdadeiro conceito para essa criança vai haver ali um conflito cognitivo porque talvez
o cérebro dela não esteja apto a pensar imediatamente Mas você pode construir isso tá porque o cérebro é plasticidade pura de movimentos cognitivos né então a gente tem ali também dentro do construtivismo análise Das sínteses né de todas essas relações usadas pelos alunos né dentro de cada hipótese de leitura e de escrita tá outra coisa também que é muito complicada dentro do construtivismo a flexibilidade é tudo muito flexível dentro do construtivismo nada é taxativo nada é aquilo pá por quê porque pode ser aquilo hoje mas como é é cérebro humano conflitos cognitivos e transformação de
capacidades de experiência aquilo que é hoje pode Deixar de ser isso para ser outra coisa amanhã tá principalmente no que a gente fala de hipótese de leitura e de escrita tá a gente vai ter eh o construtivismo vai exigir interação tá E também ação o construtivismo se inicia antes da sistematização da escola né o piano vai se apoiar na teoria da Emília Ferreira e da anber para poder trabalhar então vamos entrar especificamente agora naquilo que A gente precisa realmente aprender pra gente poder ser um alfabetizador de ponta primeiro saber que a Emília Ferreiro na obra
dela junto com a an teber traz pra gente essas hipóteses de desenvolvimento e elas configuram quatro hipóteses tá primeiro primeira hipótese é a hipótese pré-silábica essa hipótese pré-silábica como é que funciona o cérebro da criança nessa hipótese Primeira coisa ele não consegue identificar cognitivamente o que que é desenhar e o que que é escrever tá na cabeça dele no pensamento dele fazer um rabisco rabiscado um monte de jeitos é a mesma coisa que está escrevendo porque quando ele lê quando ele olha um monte de letras escritas em algum lugar aquilo para ele não tem representação
nenhuma então é como se fosse Literalmente a mesma coisa ele rabiscar e ele desenhar tá porque para ele na cabeça dele aquilo são rabiscos na cabeça de um pressáo o que acontece também não relaciona a escrita com a fala ou seja não tem nada a ver você falar e não tem nada a ver você escrever então não vai adiantar na cabeça do meu press silábico eh ou de uma pessoa adulta press silábica Olha que coisa hein de uma pessoa adulta press silábica você falar Assim ah tá vendo prédio prédio é com a letra P bola
bola é com a letra b ou seja tá escrito aqui ó bola com a letra b b o l a na cabeça dessa pessoa a escrita não tem essa relação com a fala porque ela já fala e nunca ninguém precisou ir lá ensinar ela a falar ela por capacidade própria com o desenvolvimento das hipóteses que ela criou ela aprendeu a falar ouvindo as pessoas e fala com tranquilidade porque o cérebro dela de acordo com que é um Teórico que vai sobre as capacidades inatas do cérebro tem o desenvolvimento para a fala ou seja o cérebro
dela é um cérebro apto à comunicação E se ela aprendeu sozinha e na com a sua capacidade nata a comunicação Por que que a escrita vai ter que ser relacionada com a fala né não faz essa ideia agora o principal ponto PR gente descobrir que é um pré-silábico é quando ele não diferencia letras de números tá então Esse é um dos Pontos ali que a gente tem eh principalmente na escola pra gente saber ali Opa tá no nível pré-silábico tá quase chegando ali ao nível silábico vamos ver se ele conhece já algum número vamos ver
se ele vai diferenciar essa letra de número né então a gente tem essa ideia né de de de saber que número e o pior de tudo gente eh o piag também ele deixa eu ver aqui o nome dessa menina que eu esqueci o piag ele orientou também uma mulher que foi Que foi uma uma grande cientista também mas a por exemplo a Emília Ferreira trabalhou com a alfabetização dure com a escrita e o Pag foi também orientou uma mulher que escreveu livros aqui no Brasil né Eh sobre matemática e aí ela fala um pouquinho também
sobre essa ideia de números como é que essa ideia de número se representa ela vai dizer que a grafia do número é uma ideia representada na nossa cabeça porque o conceito de número Não existe eu falei Como assim não existe não Existe Nós pegamos uma ideia de quantificação e colocamos no lugar de uma ideia de número ou seja o número representa uma quantidade então conceito de número vai sempre representar uma ideia de quantidade ou de ordem ou de de de posição né né então o mesmo número um que eu escrevo para dizer que eu tenho
um ano pode ser o mesmo um que vai Representar ali a minha posição na fila que tô em primeiro hein tô em primeiro a minha posição no concurso eu tô em primeiro mas eu represento com a letra um né E aí eu falo assim caramba como é que isso vai ser complexo né como é que isso é complexo estamos aí nesse ponto tá dessa discussão aí senão a gente vai acabar indo para outro lado né é como uma criança press silábica faz o realismo nominal né O que que é o Realismo nominal o tamanho das
coisas ela associa ao tamanho da escrita Então se ela vai escrever formiga ela vai fazer uma coisinha bem pequenininha se ela vai escrever elefante tem que ser uma coisa grande Tá agora quando ela começa a aprender as letras do nome dela ela vai usar a letra do nome dela para tudo tá por qu porque ela já começou a entender que eh o nome dela escrito de uma determinada forma Ela decorou as imagens das Letras então ela vai começar a escrever Ah vou escrever aqui a mamãe eu te amo ela vai escrever as letras do nome
dela e achar que aquilo eh pode aconte acontecer sempre e vai acontecer sempre né A partir do momento que ela já sabe já reconhece algumas letras tá ah a gente vai ver que ela vai ler a palavra como um todo ela nunca vai representar letra por letra tá quando Ela começa a identificar tá essas palavras ela vai ler a palavra como um todo se vocês coloca o desenho de um e escreve a palavra embaixo pato ainda que você como professor explique P com a p de tatu mais ó olha os problemas que a gente tem
quando a gente explica esse tipo de coisa p de pato P com a a de avião então na cabeça dela tem um avião tem o pato tem o T de tatu tem o ódio óculos mas na verdade a palavra é pato Então já fica ali alguma Coisa que não faz muito sentido né eu tenho um monte de coisas para escrever uma coisa que é totalmente diferente então ali a gente também tem um problema que eh essa criança vai entender a letra inteira não a letra perdão ela vai ler a palavra inteira como se fosse uma
única letra né Não acredita que é possível escrever com menos de três letras hoje a gente sabe que é possível escrever com menos de três letras né mas a criança vai Acreditar piamente que isso não dá para acontecer então ela sempre vai escrever com mais de três letras independente da ordem dessas letras que acontec tá conflitos e avanços ou seja o que vai acontecer no cérebro dessa criança e como a gente vai perceber que ela tá para um próximo nível então ah que sinais eu uso para escrever determinada palavra Quando ela começar a Pensar nessas
coisas ela vai entender que sinal tem a ver com uma determinada letra ai que letra eu uso para escrever Qual é a letra Qual é o sinal qual é o desenho que eu faço aqui né E aí ela vai seu significado dois sinais escritos avanços para saber se ela tá passando de nível de hipótese diferenciar a letra o desenho da escrita né Eh perceber as letras e os sons saber o alfabeto né basicamente isso identificar e escrever seu próprio nome identificar o nome dos Colegas e perceber que usam letras sem diferentes posições tá atividades que
são bastante legais para que os nossos alunos possam fazer desenhar e escrever o que que ele desenhou tá desenha para mim agora escreve o nome daquilo que você desenhou usar e reconhecer Ah e ler também o nome em situações significativas vamos fazer a chamada hoje ó aqui ó tem esse nome fulano de tal vou escrever o nome dele objeto isso Aqui é o quê uma colher isso aqui é o quê um um um uma lousa isso é um apagador ah ter contato com diversos tipos de texto né Isso é fundamental conversar sobre a função da
escrita letras móveis nome nome dela nome dos amigos bingo de letras também produção oral de histórias é escrita espontânea reconhecer a Letra Inicial e final do nome dela e do nome dos outros aqui a gente tem tirado da Internet tá bom ah oi volta duas crianças em nível pré-silábico vocês vão ver que aqui a professora fez uma sondagem com palavras que tinham a ver com a realidade dessa criança ou seja canetinha tesoura cola gis a professora deu uma ideia né de palavras para que essa criança pudesse escrever pera aí desculpa gente hum Nossa quase asg
com uma série de Palavras me Deus ah uma série de palavras que tem a ver com o conhecimento dela do dia a dia dentro da escola essa aqui a gente nomeou como Renata de 7 anos né foi nomeado já já estava nomeado como Renata de 7 anos e para ela escrever canetinha é como se fossem várias letras é tá aqui a gente tem o nível PR silábico um né que algumas pessoas vão eh associar ali aos desenvolvimentos dessa Criança nível pré-silábico um nível pré-silábico dois como é que elas desenha cavalo como é que ela escreve
cavalo né ela vai tentar representar ali o jeito que ela acha que é se é um desenho ela vai fazer um desenho se é escrita ela vai escrever né então isso é bastante legal né Aí nós temos aqui uma ideia onde a criança vai começar a escrever eh cavalo dentro do nível pré-silábico dois a gente vai ver que essa criança Tem uma escrita completamente desordenada por acaso ela começou escrevendo cavalo com a letra C Mas isso não representa que ela saiba que o som da letra c é letra C tá então ela colocou números no
meio das Letras ela colocou letras que não fazem parte natural da ordem e olha a diferença do cavalo paraa formiga a quantidade de tamanho de letras porque cavalo para ela é um bicho grande então se é um bicho grande realismo nomin Né muitas letras para poder projetar essa ideia do cavalo né se é pequeno pouquinhas letras porque é um bicho pequeno né E aí esse lí PR silábico ela não vai estabelecer o o vínculo entre a fala não vai haver essa demonstração de escrever através de traçado linear perdão demonstra ela vai demonstrar ção de escrever
através dos traçados lineares o que que é um traçado linear quando a gente vai escrevendo ó Pontilhado essa ideia do pontilhadas formas diferentes usar letras do próprio nome Isso é muito bom porque a criança vai começar a identificar essas letras com mais facilidade né caracterizar uma uma palavra com a letra inicial isso é uma coisa que a sempre faz sempre faz letra A aí tem aquele alfabeto desenhado nas nossas salas de aula e cada uma dessas letras tem um desenho ah ar de abelha porque ela viu que a abelha tá Desenhada do lado do ar
mas se você falar a de avião como não tem um avião desenhado Será que ela vai conseguir saber que a letra A é também a letra do avião aí ela vai ter que fazer o quê relação das escrita da letra com o som que ela ouve a partir dali ela já vai começar a desenvolver melhor esse nível pré-silábico tá caracterizar uma palavra com a letra inicial então ela vai eh olhar a palavra e vai escrever apenas a Letra Inicial Quando ela começar a Reconhecer esse símbolo e fazer uma leitura Global individual instável do do que
que ela sabe do que que ela quis escrever então pra gente poder descobrir uma criança press silábica Opa eu trago esses Eh esses comportamentos aqui ó tá esses cinco comportamentos bem simplesinhas e bem fáceis a atividades que essa criança pode ter que ela pode fazer circule a primeira letra do nome de cada figura é claro que a criança não vai conseguir Ler o enunciado circula letra do nome de cada figura não isso é o papel do professor ainda nesse estágio né papel do professor também falar o que são os desenhos e falar quais são as
letras né para que essa criança possa identificar o nome dessas letras tá ou no nível mais difícil só explicar o que é para ser feito e deixar a criança com o alfabeto L bem bonitinho e ela descobriu o que que é isso cada desenho e assim por diante né Ligar figuras que Começam com e a a vogal de determinado letra né recortar e colar a primeira letra no desenho de cada figura e aí a gente chega no nível silábico tá esse nível silábico já é o nível eh que a gente caracteriza ali depois do nível
pré-silábico A então depois do nível press silábico a gente consegue seguramente dizer que para cada fonema a criança vai usar uma letra tá ela pode não atribuir valor Sonora aquela determinada letra tá mas aí a gente tem ó para cada letra Ela Tem Ou pode usar uma determinada sonoridade el tem que fazer a associação entre o som e a letra aí ela vai ser nível silábico tá então esse nível silábico pode vir silábico com valor sonoro ou sem valor sonoro que é o que a gente apelida né Ah ele é silábico com valor ela é
sem valor ou seja se ela é com valor sonoro ela reconhece a Sonoridade de determinada letra tá ou seja ela pode ou não atribuir dentro do nível silábico um valor uma especificidade daquela letra específica tá ela pode usar muitas letras para escrever e ao fazer a primeira da Leitura apontar apenas uma letra para cada fonema para cada som tá e ao escrever essas frases ela pode escrever uma letra para cada palavra a ela pode escrever cavalo sol C de cavalo né ela pode escrever cavalo C de de cavalo ela pode escrever o v de cavalo
ela pode escrever o l de cavalo tá porque ela tá reconhecendo quais são as letras daquela palavra ela tá dando valor sonoro a cada uma dessas consoantes tá conflitos que podem acontecer na cabeça da criança eh a escrita ela tá vinculada à pronúncia de parte da palavra isso a criança vai pensar né como eu ajusto a escrita a fala Opa sear craseado aí tá acar pro lugar errado tá Eh [Música] Qual a quantidade mínima de letras necessárias para se escrever e quais os avanços né Se ela atribui valor sonoras letras e também se ela se
ela aceita e que não é preciso muitas letras para escrever apenas letras que são necessárias para representar o que ela fala tá todas as atividades anteriores são atividades favoráveis para também o Nível silábico então todos aqueles desenhozinho que eu mostrei para vocês tudo aquilo Ajuda também em uma em uma pessoa silábica uma criança silábica e comparar a escrita de palavras de diversas palavras isso é bastante legal tá escrever pequenos textos memorizados né completar palavras com letras e aí ela vai evidenciar Qual é o som dessa letra eí ela relacionar a figura da palavra reconhecendo a
Letra Inicial Ou seja quando aquela criança que eu acabei de citar aqui que não sabia se o avião era com a letra A quando ela fala vê um avião e ela apontar que aquela letra A é a letra A de avião diferente da letra A de abelha que tá lá no alfabeto aí Sim ela vai est silábico com valor tá ca palavras cruzadinhas dicioná ajustado Exatamente tudo isso olha as diversas formas que essa criança pode escrever cavalo Opa como é que eu tiro isso aqui eu Posso botar para cá né pronto Opa Deixa eu ver
se eu coloco pro outro lado agora ô meu Deus tô mais perdido que tudo nesse nesse negócio pass aqui então cavalo olha CVU Ah ela escrever o cavalo aqui de várias formas pode ser escrito de várias formas esse cavalo tá Por que que ela escreveu u aqui no final porque geralmente a gente fala cavalo Cavalo a gente não fala cavalo com ó Cavalo a gente fala cavalo até porque esse o final aí ganha uma uma diminuição da sua força sonora então ele acaba sendo pronunciado como u de acordo com as com a ordem alfabética que
a gente tem né Prontinho vamos para próximo slide a Ana Beatriz de 5 anos também nessa sondagem que foi feita né a gente fala geralmente que a gente tá fazendo num sondagem para descobrir qual é o nível dessas crianças tá essa Sondagem feita a gente tem ah apagador com a Ana escrevendo caderno com a Ana escrevendo o lápis é colorido a Ana escrevendo e lápis e gis tá criança tá escrevendo tudo isso e a professora escreveu embaixo O que representa cada coisa tá então o apagador a gente tem aqui o o p com a o
a o p o g aparecendo H Ah e assim por Diante tá a gente vê que cada letra ali Vai representar mais ou menos uma sílaba E aí a gente percebe que essa criança está no silábico mas com valor sonoro onde cada letra dá para representar a sonoridade daquela sílaba o nível silábico já vai supor que essa escrita representa a fala onde cada criança Vai representar especificamente a fala e ela vai tentar fonetizar a Escrita e dar valor sonoro a cada uma das letras da palavra tá então ela já vai supor que eh existe ali
a menor unidade da língua né E essa unidade da língua é justamente uma sílaba Ou seja é onde a gente vai ensinar separ as sílabas das palavras e aí cada uma dessas sílabas vai para ela ser uma unidade em que essas frases podem ser escritas eh como uma palavra eh de acordo com esse nível silábico com Valor ou sem valor né essa criança vai poder eh ser caracterizada ali para cada palavra né ela pode escrever uma determinada letra como eu falei né olha o que que acontece aqui nos exercícios Olha esses exercícios aqui recorte e
colhe eh as sílabas de acordo com o nome de cada figura minutinho Esse é um exercício legal de olho nos símbolos descubra as palavras de acordo com os Símbolos Então esse exercício já é um exercício de alta complexidade tá para crianças aí no nível silábico ou seja essas crianças vão ter que associar a ideia de símbolo o desenho com a representação de um outro desenho diferente então é um exercício bem complexo mas é muito divertido muito muito muito muito divertido tá e completar ali as palavras né como que tá faltando bem bacana isso quando a
gente chega numa numa Ideia de uma criança silábica alfabética a gente tem a seguinte compensação tá a gente vai compreender que a escrita Vai representar o som de uma fala e isso é o primeiro pensamento que aer vão trazer dentro dessa comunicação do nível hipotético de silábico alfabético é a representação que a criança compreende os sonhos da fala ela sabe que cada som tem uma representação então ela vai reconhecer o Das Letras ela pode perceber necessidade de mais let para a maioria das sílabas ela pode dar uma ênfase na escrita ali do som só da
vogal ou só da consoante tá e escrever essas letras completamente certas e ela vai atribuir ali o valor do fonema em algumas letras né cabelo olha como é que ela escreve cabelo aqui C A é da família do C Da família do né então a letra k a sonoridade da letra k é a junção do c+ A então se eu falo K ela foi de uma expertise aqui essa criança que escreveu cabelo assim porque ela percebeu que se o c mais a é igual o k ela botou o k aqui o b é a mesma
coisa a letra B mais a vogal e forma o som B do B bi Babu tem o b bi Babu mas tem o ba B bi bo bu do aberto e do fechado do fechado b b b ela botou só o b achando que ela tem uma representação se ela compreende que a escrita representa da fala ela vai falar e ela vai escrever O Lô já não tem essa brincadeira já não tem essa essa ideia de trocar Então ela teve que naturalmente escrever o l dentro dos conflitos né de como fazer eh a escrita dessa
criança ser lida por outras pessoas ela vai pensar nisso ela vai falar Opa minha letra vai ter que ser lida eu estou escrevendo vai ser l então eu não posso dar mole preciso prestar atenção aqui né então como separar a escrita se isso não acontece Na fala como é que eu quero que vocês entendam isso as nossas palavras são ditas pronunciadas todas no único bloco de sonoridade né a nossa fala vai acontecer assim cronologicamente logicamente Ou seja a construção dela uma corrente de ar regressiva do pulmão vai sair e passar pela nossa pela nossa pelo
nosso esôfago bonitinho subindo tudo bonitinho passa Pela traqueia eh ali ela vai bater na nossa glot produzir uma determinada sonoridade passar pela nossa boca e bater na nossa língua bater no nosso dente parte desse som vai pro nariz pra boca vai Ressoar na nossa cavidade os dentes vão aproveitar-se dessa sonoridade para formar as letras cada um desses movimentos vai produzir uma determinada sonoridade e essa sonoridade vai vir todo dentro de uma única Respiração e nós Quando nós formos falar nós vamos falar tudo isso na mesma respiração sem dar pausa nós não falamos todas as palavras
igual estou falando agora tipo separando palavra por palavra a gente fala todas as palavras juntas então na cabeça da criança por que que eu tenho que separar as palavras quando eu escrevo para ela vai ser a mesma coisa e mostrar para ela que existem espaço entre as palavras é bastante importante tá nesse nível Silábico e também no nível silábico alfabético tá eh compr entender que adequar a escrita à quantidade mínima de caracteres é também um passo bastante importante agora um aviso de avanço dessa criança é se ela usa mais de uma letra para representar o
forema quando necessário né Ali você vai ver que essa criança tá avançando já desse nível e atribuir o valor sonora de todas as letras se ela consegue desenhar a letra que a gente acabou de dizer da palavra Desenhar todas essas letras né atividades que são favoráveis todas as que foram anterior tudo que eu já disse mas também separar as palavras de um texto memorizado generalizar o conhecimento para escrever palavras que ela não conhece associ associar o na do nome Naisa por exemplo para escrever navio nariz nave Natal ou seja ela identificar que lá no n+
a é a família do na Então se o nome dela é Naisa ela vai escrever Como ela vai escrever na de navio Ah então isso é uma atividade favorável tá um ditado de palavras conhecidas produzir pequenos textos escrever histórias tudo isso e olha como é que ela escreve cavalo eh ela escreve cavalo de várias possibilidades com várias formas ou ela escreve c a v a l u né de cavalo por quê Porque ela fala cavalo ela não fala cavalo né com ó ela não fala cavalo ela fala cavalo ou Cavalo né dependendo aí do lugar
onde onde essa criança ser eh alfabetizada ou nascer né então ela vai até ter algum uma possibilidade ali de representar os toques dela dentro dessa escrita Tá e por fim a gente chega no livro silábico alfabético ou intermediário dois onde essa criança tem a superação desse nível de hipótese da fala ela vai compreender que essa escrita representa de verdade esse som ela pode fazer a Leitura de termo a termo sem que essa leitura Global aconteça ela vai conseguir combinar as vogais com cada consoante dentro das palavras é claro que isso vai depender da tentativa dela
combinar essas letras e esses sons né Eh para que ela pode al tornar né Essa escrita de uma maneira associável por exemplo né exercício legal para ela pinte as de cores iguais os objetos e os quadradinhos que formam o nome de cada um desses materiais ou seja ela vai ter Que descobrir quais as palavras que estão embaralhadas aqui aí ela vai lá no apontador ela vai pintar só as letras do apontador e vai escrever a palavra apontador pintando vai lá na régua e vai buscar só as palavras da régua da cola e assim por diante
olha João Como escreve no nível que a gente tá falando né ele escreve dinossauro cavalo gato perdão e ram né O gato é meu Essa é a frase que ele Escreveu porque provavelmente ele fala o gato é meu e assim por diante tá aut didato ditado perdão didato autod ditador criança vai ver o desenho e ela mesma vai escrever o nome da palavra pintar lhe os símbolos para escrever as palavras também é bastante complexo e bastante Legal e quando chega no nível alfabético ela compreende que a escrita é feita Inteiramente para essa Comunicação tá ela
conhece o valor sonoro de todas as letras ou de quase todas né caso ela não conheça de todas ela vai ser eh também considerada alfabética né Eh mas depois do alfabético a gente costuma dizer que existe um nível aí maior que é o nível ortográfico onde a gente vai começar depois do nível alfabético corrigir a ortografia deles então se ele a não conhece quase todas as letras Quando ele chegar no nível Ortográfico ele vai ser corrigido todas essas possibilidades de coisas que ele ainda não sabe apresentar estabilidade na escrita ele vai conseguir compreender eh que
cada letra no seu menor valor de sílaba vai tá ali ligado a uma determinada sílaba tá deixa eu ver aqui Alguém escreveu alguma coisa O nome então a gente tem ali a compreensão de que cada pessoa ali tem esse eh menor parte da sílaba ela vai procurar a Escrita dela fala ela vai fazer tudo tudo que ela precisar sem imagem sem eh determinada ah preocupação né com Ah eu vou ter que copiar a letra de algum lugar ela vai iniciar essa preocupação dela com as questões ortográficas também será que tô escrevendo certo essa é a
letra da da palavra tal né separar palavras né quando ela escreve as frases Isso é fato o alfabético vai fazer isso com tranquilidade tá Opa Ah os conflitos que uma criança vai vai ter nesse nível Por que que nós escrevemos de uma forma e falamos de outra então isso vai ser um conflito natural dela como distingo letras sílabas e frase né como ela vai apresentar As convenções das Letras eh escritas e um avanço para saber se ela vai est já avançando pro nível ortográfico é a preocupação com as Questões ortográficas e textuais por exemplo parágrafo
pontuação se eu ela uso a letra cursiva ou não tá essa aí vão ser algumas das preocupações que vão ser muito coisa Ah muito muito preocupadas eh muito efetivas também né Eh se ela usa essas essas letras né cursivas de acordo com um determinado posicionamento né e a gente também vai ter aqui algumas coisas que são bastante favoráveis para essa atividade que são todas as letras tudo aquilo que foi dito Anterior todas as as ideias de letras apresentadas naqueles desenhos aqueles eh naqueles exercícios né com desenhos com letras vão ser eh possibilidades de atividades favoráveis
tá leitura de diversificadas a lista de palavras tudo isso vão ser atividades eh que vão ser favoráveis para que uma pessoa possa se desenvolver dentro desse desse nível alfabético E aí está a palavra em nível alfabético né o Rodrigo de 7 anos Escreve eh algumas palavras né E aí a gente trouxe aqui uma ideia de como ele escreveu tudo isso né Bem bem interessante como ele escreve eh esse texto inteiro tá o nível alfabético é o nível que vai compreender eh a escrita como função social tendo ali um código dessa escrita que ela vai se
misturar uma hipótese ali alfabética e silábica ela omite essas letras quando eh Há essa mistura dessas duas hipóteses Tá Mas no geral ela vai est compreendendo essa criança vai est compreendendo Qual o modo de construção dessa escrita em tater né então ela vai escrever ali o animal preferido dela meu animal preferido é o cavalo o cavalo é bonito o cavalo como o cavalo corre muito perceba que o corre muito ali ainda tá com uma função incorreta do dígrafo né porque ela ainda não é eh ortográfica né Ela é apenas Alfabetizada que são níveis diferentes aí
com teorias também diferentes tá a gente tem a teoria da ortografização com outra com outras pessoas outros autores aí a gente tem aqui o texto do chapeuzinho vermelho que ela tá escrevendo exercícios bacanas que eu trouxe para vocês aqui também né como é que essa criança vai numerar as figuras de acordo com o nome de cada letra que ela realmente vai ter E aí ela vai circular o nome da palavra ao Lado caça palavras é muito legal né para as crianças escreverem palavras com a letra til bacana ela só vai ver o desenho e ela
vai ter que caçar o nome do desenho tá e aqui a gente vai ter um estudo dirigido né mas eu vou deixar esse estudo dirigido pro próximo pro próximo período tá Por quê Porque aqui a gente vai falar da Magda Soares vou até tirar aqui esses slides e E aí a gente vai fazer um Estudo dirigido com uma entrevista da Magda Soares Quem foi a Magda Soares para que a gente possa voltar nesse nível eh do no próximo no próximo momento depois do almoço Magda Soares ela foi uma grande professora alfabetizadora brasileira que morreu o
ano passado 2023 e ela era professora lá da Universidade Federal de Minas uma pessoa super acessível ela escreveu uma grande teoria uma imensa teoria sobre Alfabetização sobre escrita e ela acreditava nessa ideia em que houvesse a integração da alfabetização com ah Justamente a como é que posso dizer justamente com o letramento ela ditava que era possível alfabetizar levando e juntando essa função dessa escrita nessa função alfabética da escrita Né Para uma determinada função social né então o que que acontece com a Professora Magda Soares ela pega todas as ideias que foram discutidas pela Emília Ferreiro
no Brasil pela Ana teberosky eh ela vai analisar todos os conflitos todos os equívocos e todas as contribuições por exemplo eh e trazer o seu posicionamento por exemplo como eu tava dizendo para vocês já que a teoria dela foi tão amplamente discutida no Brasil Emília Ferreira e anaos eh que isso virou até um programa de de formação de alfabetizadores no Brasil numa determinada circunstância no momento eh político do Brasil né a partir das discussões que essas duas professoras fizeram e a repercussão do trabalho delas no mundo né o que fez com que houvesse grandes mudanças
no ensino brasileiro tá isso na a partir da década de 80 década de 90 e o aluno passou a ser visto como um ser cogn eh como é que Eu posso dizer assim é um ser que pensa um ser cognis ou ser uma pessoa ali que não tá para reproduzir uma ideia mas sim para pensar numa ideia né para criar uma ideia o movimento de aprendizagem criado a partir de todas essas informações até porque antes da década de 60 de 60 o aprendizado era muito mecanizado era tudo muito decorado não se tinha produção de um
Pensamento em que uma criança fosse um ser cognis por exemplo eh ela não era um ser pensante a partir desses avanços significativos desses avanços que foram realizados ali com muitos equívocos sendo cometidos eh nas revisões ali conceituais eh de aprendizado ao longo do tempo eh pode-se ditar que essa a adoção do método Clínico das duas pro diálogo pedagógico no Brasil das duas escritas as da Emília Ferreira e da Ana tevos Ah trouxeram ali uma segurança para que a gente pudesse dizer assim no Brasil hoje a gente tem Fulano Alfabetizado a gente tem tantos não alfabetizados
e dentro desse nível não alfabetizados a gente tem o pré-silábico a gente tem o silábico a gente tem o silábico alfabético só que dentro do Nível silábico A gente já tem uma outra ideia anexada ao silábico com valor e ao silábico sem valor sonoro Então a gente tem essa perspectiva de poder entender Ali e diagnosticar toda essa escrita esse pensamento que vem sendo ali eh intermediado para que a gente possa compreender que não basta ali ter uma progressão nesse desenvolvimento do pensamento tá que a gente precisa de muito mais né Por quê Porque só diagnosticar
esses níveis escrita e explorar o pensamento infantil ali buscando compreender não basta não vai bastar mesmo para essa progressão eh do processo de alfabetização né então é Poder mesmo adotar ali um método clnico do ambiente do pensamento diferenciado né para que esse esse trabalho seja seja evidenciado E olha que a gente nem começou a falar aqui de problemas eh na alfabetização por quê Porque a gente tem muitos problemas na alfabetização principalmente relacionado aos seres que vão ser alfabetizados aos nossos aluninhos ou quem trabalhar na educação de jovens e adultos aos nossos alunes Né Nós estamos
vivendo um processo muito complexo na questão de doenças mentais no Brasil na atualidade isso tem refletido o processo de aprendizagem também de leitura escrita de muitas pessoas Então a gente vai precisar entender que muitas pessoas vão ter necessidades específicas para o aprendizado delas e muitas outras sequer vão ter a possibilidade cognitiva de aprendizado completo dessa leitura tá isso por quê Porque existem cérebros que são incapazes tamanho ali a sua a sua eh a sua deficiência Tá mas isso é uma outra questão a gente não vai falar de alfabetização de de crianças especiais Porque existe aí
eh um movimento de inclusão totalmente dedicado para isso a gente tomaria muito mas muito muito muito tempo mesmo ligado a esse processo tá quero antes de de encerrar aqui pro almoço para vocês eu já tô já tô vendo aqui as Barriguinhas falando por nós as Barriguinhas cheia de fome aí falando por nós antes disso eu quero deixar aqui no link da nossa da nossa aula no chat que é o link da avaliação o link da nossa avaliação tá eu vou disponibilizar através de um forms tá bom a avaliação do dia de hoje você vai fazer
eu vou deixar aberto Formes até às 20 horas então você aí tem o restante do dia para fazer a avaliação que for necessário eh ou no horário que for necessário a para você é uma Pergunta só tá uma pergunta só Ah o ideal é que você assista também na parte da tarde mas às vezes tem muita gente que não consegue assistir à tarde ou por algum motivo ou porque tem uma demanda de trabalho aí né então eu vou compartilhar o link da avaliação agora e à tarde também vou compartilhar novamente o link da avaliação Para
que vocês por meio da avaliação possam [Música] ã marcar a presença de vocês né e a Presença de vocês é contabilizada quando vocês enviam a avaliação também tá E aí eu coloco ali a presença de vocês junto com essa nota que vocês vão ter só um momentinho que eu já tô enviando o link para vocês aqui no chat tá acredito também que a coordenação já vai mandar esse link para vocês de avaliação assim que a aula terminar também mas aí eu já vou mandar por aqui também para ficar muito mais tranquilo e aí você já
clica no link já Acessa já faz a sua avaliação na hora aí do almoço e já garante a sua presença comigo só um pouquinho que o e-mail tá abrindo bom minha internet ainda tá um pouquinho lenta eu acho que não é nem questão da internet acho que é o meu computador mesmo que é bastante antigo enviados link da avaliação Prontinho gente ó vou clicar aqui agora e mandar no zoom para vocês participantes vamos Lá chat [Música] bacana pronto gente mandei aí ó no linkzinho Será que eu tô escrevendo errado não aparece aqui no site no
na mensagem tô escrevendo tudo errado então tô botando no lugar errado Não é possível aqui nas mensagens não tá aparecendo é não tá aparecendo aqui também não tá ele tá grudado aqui mas Ele não vai tô fazendo alguma coisa errada deixa eu abrir o chat novamente para escrever botar uma carinha de triste eu vou mandar não vai também E por que que o meu chat não veio Veja se está escrevendo para todos nós sen não vai só para uma pessoa pode ser isso mesmo hein pode ser isso mesmo tava mandando só para Mirela at agora
e vai para todo mundo foi para todo mundo agora ou só Foi pra Mirela ainda agora veio Agora abriu uma carinha triste [Música] ainda professora agora esse link é para amanhã é para agora de manhã e pra aula da tarde também é o mesmo link é isso mesmo vai ser o mesmo link porque vai ser uma avaliação só tá PR aula de agora e pra aula de mais tarde obrigado tá eu vou vou deixar aqui a nossa aula gravando também a gente vai parar agora pro almoço né Na hora quando a gente Voltar eu retomo
também clicando o link para vocês tá se vocês quiserem colocar aí o link no grupo da avaliação não sei se vocês têm um grupo de de de whats para poder se comunicar tá bom a chamada não vai ser encerrada então todos vocês vão continuar conectados Tá bom eu só faço o que eu só faço a pausa aqui né da gravação e ela retorna a gravação depois eh quando eu voltar à aula a gente vai retornar Qual o meu e-mail sim vou escrever aqui meu E-mail Prontinho digitei meu e-mail Então vamos dar uma pausa pro almoço
e quando for exatamente uma hora a gente volta tá bom tá bom ok perfeito até daqui a pouquinho gente vamos lá olá estamos de volta depois do almoço novamente reforçando aí os avisos pela manhã que eu dei Mas pode ser que alguém tenha entrado Novamente e tenha perdido algum desses avisos ou pode ser que alguém não tenha entrado de manhã não tenha visto os nossos avisos o que eu faço para que a nossa avaliação e a nossa presença seja contabilizada eu deixei um link agora acabei de colar um link de um formulário onde vocês vão
preencher com o nome de vocês com e-mail e uma pergunta sobre eh o nosso assunto avaliação Para vocês poderem responder tá bom ali vai ser o link de avaliação De vocês a avaliação de vocês Vale de 0 a 10 certamente a galera vai gabaritar vai tirar nota 10 aí que eu sei e temos também a presença que também será contabilizada por esse link tá bom como a aula vai ficar gravada vai ficar disponibilizado para que outras pessoas em outro momento tenham acesso a essas informações também e possam ali ter a presença contabilizada juntamente com a
sua nota lançada Como eu disse de manhã eu Separei um material e enviei para SUSP que será enviado para vocês também será repassado não sei se já foi mas certamente será repassado é um material bastante extenso ele tem algumas apostilas de legislação eh perdão de de confirmação dessa legislação com a com o intuito da alfabetização no Brasil na verdade deve ter ali uns sete oito materiais em PDF né esses materiais eh constam ali os nossos slides que a gente tá trabalhando Hoje estão alguns artigos científicos que falam sobre alfabetização do Brasil sobre as conjunturas entre
eh a ideia de política pública e o sujeito privado também no Brasil Fala um pouquinho dos conceitos de alfabetização Brasil e antes da gente voltar a falar eh dos slides eh com uma entrevista da Magda Soares é importante a gente ver que a Magda Soares foi uma pessoa de bastante influência no Brasil com relação ao processo de alfabetização né Então ela Foi uma pesquisadora que se desenvolveu como professora durante muito tempo tempo e por ser professora tinha todo um Noal ali sobre as ah as informações que que são necessárias para poder alfabetizar para poder entender
essa realidade da alfabetização e a Magda Soares trouxe eh um plus pra nossa alfabetização Brasil se a gente fala de Magda Soares a gente tá falando de uma referência brasileira na alfabetização né ela foi inumeras premiada trouxe aí pro pro seu acervo inúmeras obras foi professora Universitária foi professora eh raiz lá do fundium né veio para uma carreira bonita uma carreira muito bonita dentro da academia trazendo ali ao a alguns livros algumas as obras ligadas à língua portuguesa principalmente lá nos anos 70 80 90 ela Teve uma influência muito grande no movimento de alfabetização do
Brasil e descobriu que a alfabetização no Brasil precisava de métodos que estivessem ligados ao processo de encaminhamento social político e histórico daquele sujeito que estava aprendendo a ler principalmente lá no ensino de educação infantil e eh na iniciais ou seja ela estava observando que a alfabetização estava sendo feita de uma maneira Separada da história que aquelas letras carregam ou seja também novamente abrindo mais um parêntese A Magda Soares descobriu que a alfabetização estava sendo feita simplesmente para a decodificação E aí a gente entra num conceito ligado à alfabetização não que é decodificar é entender o
que significa o código que vai ser utilizado para uma criança poder ler e escrever o código que a gente tá falando aqui são as Letras tanto as consoantes como as vogais formam-se eh dentro de uma sequência para que as palavras possam significar algo isso na nossa língua que usamos o alfabeto como uma referência para construção desse código existem outros idiomas que usam outros símbolos para representar a sua escrita Tá então vamos falar por exemplo da língua japonesa que utiliza alguns desenhos diferentes para representar um determinado significado um determinado Conceito na nossa ah humilde situação linguística
brasileira nós somos considerados eh juridicamente né e politicamente aí como um país bilíngue nós temos a língua brasileira de sinais que é uma língua oficial do Brasil e a língua portuguesa também como língua oficial do Brasil no entanto nossas escolas eh eh e também eh de acordo com alguns documentos oficiais só somos alfabetizados em língua portuguesa por Ser a língua brasileira sinais ligada à comunidade surda nós não temos tanto contato com dessa como com essa língua mesmo sendo considerado um país bilíngue né então a gente já tem aí um probleminha aí de Constituição Federal né
que não promove essa alfabetização de todas as pessoas em Libras sendo ah surdo ou não mas obriga o surdo por exemplo a ter que ser Alfabetizado em língua portuguesa para representar a língua da maioria Falante no português brasileiro então a Magda Soares vai ingressar aí no no no ramo das Letras no ramo da da da da Universidade né se mantendo aí como uma pessoa que defendia o letramento como algo que Deia acontecer dialogando com o contexto do aluno inserido dentro da vida em sociedade que esse aluno tem eh de uma forma a dar fundamento para
que Ele pudesse aprender A alfabetização eh um dos uma das principais críticas que se tem sobre essa alfabetização letrada é um caminho de alfabetização tradicional que se Manteve no Brasil durante muito tempo que usavam uma cartilha não sei se vocês foram alfabetizados eu fui Alfabetizado com uma cartilha chamada Caminho Suave onde eles tinham lá frases como Ivo viu a uva né ah usando ali uma repetição muito Mecânica em que a alfabetização era dada a apenas no momento estanque se eu vou alfabetizar e vou ensinar a letra B eu vou escrever uma frase que tenha inúmeras
vezes aquela letra B Para que Ah o meu aluno possa aprender Beto entendeu eh botou a bola hum Enfim no no na baliza alguma coisa assim para que essa bola esse b a letraz inha B pudesse aparecer em várias vezes A a a partir do momento que a pessoa estivesse ensinando aquela determinada letra Então essa alfabetização era feita dessa maneira e era muito bem tava lá todo mundo aprendia tinham seus problemas tinham suas críticas e a Magda Soares vem como sendo uma dessas pessoas uma das personalidades críticas que utilizava os elementos do cotidiano para alfabetização
é claro que muitos outros autores brasileiros vão trabalhar também uma ideia de alfabetização muito Gigantesca por exemplo a gente tem eh uma alfabetização que não vai ser só específica para crianças se a gente falar eh da pedagogia no curso que vocês vão se formar vocês vão trabalhar específicamente com crianças mas também tem turmas em que a pedagogia trabalha com adultos usando a andragogia para poder alfabetizar esses adultos né que a educação de jovens e adultos traz pra gente a ilidade de trabalharmos com esses adultos que são métodos um pouco Diferentes Paulo Freire desenvolveu um método
e alfabetizou eh as pessoas e consolidou esse método por exemplo utilizando ali palavras do cotidiano daquela pessoa eh tentando alfabetizar aquela pessoa num tempo recorde ele fez isso deixou isso publicado em alguns textos e trouxe aí uma uma outra referência né também paraa utilização dessa dessa alfabetização para sujeitos eh que estão ali dentro desse programa Né em relação a tudo isso a gente tem o status da alfabetização no Brasil antes da gente entrar nos no slide só pra gente poder compreender em que cenário A Magda Soares entende esse letramento tá de forma ali mais mais
conceitual né então a gente tem esse status [Música] a gente tem a alfabetização desse Brasil numa conjuntura entre uma relação muito política num determinado momento do Brasil que tem a ver com as legislações Que vão sendo criadas e implementadas para que esses sujeitos que frequentam a escola possam eh trabalhar né Eh de forma direta os conceit da alfabetização seja dentro da escola seja fora da escola seja numa perspectiva em que esses alunos aprendam e a partir daí a Magda Soares Traz essa esse letramento só que antes da gente chegar nesse letramento da Magda Soares a
gente precisa entender que a alfabetização ela tá muito ligada aos Processos políticos também tá Por quê Porque por exemplo no no Rio de Janeiro né A escolas do município do Rio de Janeiro tem uma postura construtivista a partir de um momento em que eles adotam no currículo as referências construtivistas Mas isso não é uma coisa só do Rio de Janeiro tá isso é uma coisa geral no Brasil inteiro então o Brasil inteiro por Ah opção né política adota o construtivismo como uma maior parcela de desenvolvimento das crianças em momento de alfabetização nas escolas públicas Então
a gente tem uma política pública de alfabetização que dá a mão ali pro construtivismo Então essa alfabetização escolar entendida como um processo de ensino aprendizagem né É claro que vai ali permear os ambientes da leitura da escrita de uma língua materna ou seja de uma língua onde essa criança nasce Lá na fase de escolarização no momento em que essa criança vai estar na escola e isso certamente é uma um um processo muito complicado um processo que vão envolver ali especificidades de um cérebro humano com as capacidades que esse cérebro tem de naturalmente amadurecer e entender
essas questões né relacionadas a a tudo isso então em sociedad onde a gente se considera letrado contemporânea como a nossa soci essa relação vai se impondo como uma Necessidade né de inserção de inclusão ou de estabilização dos analfabetos ou até de extinção desses analfabetos porque eu tô dizendo isso porque nós temos eh até esse ano 2024 vigente ainda o plano nacional de educação que buscou durante 10 anos erradicar com analfabetismo do Brasil né acredito que esse plano pne falhou porque ainda existem pessoas consideradas analfabetas no Brasil de acordo com eh o censo de 2022 2021
a Gente tem ali um censo escolar observado né Eh Dentro de algumas políticas de desenvolvimento de avaliação em que a gente tem ainda pessoas an betas dentro da escola que que é esse pne é o Plano Nacional de de de educação que a cada 10 anos ele é revisto com algumas metas e essas metas são publicadas e o Brasil no nosso caso né Eh corre atrás da demanda necessária para essas Metas seja uma demanda financeira seja uma demanda de trabalho né H ou seja uma demanda de expansão de trabalho né Por exemplo a implementação do
novo ensino médio né em horário integral parte dessa ideia vem do pne que é o movimento de tornado integral algumas escolas públicas Então a gente tem ali uma política de alinhamento de pensamento né embora tudo isso vai parecer muito muito muito trua a gente tem ali uma característica complexa e multifacetada De todo esse processo que vai ser evidenciado tá dentro das políticas públicas para alfabetização primeira coisa a gente tem a formulação dessas políticas públicas depois a gente tem a implementação dessas políticas públicas até a gente chegar nos níveis de avaliação dessas políticas públicas que podem
variar de lugar para lugar de escola para escola tá tá de estado para estado ou até uma avaliação geral aí a gente tem um problema por quê Porque Mesmo eu fazendo uma única avaliação Imagina a gente fazer uma única prova avaliativa que Contemple toda a missen nação de ensino no Brasil talvez a gente esteja avaliando essas pessoas de uma maneira errada porque se a equitatividade Educacional não é a mesma a partir do momento que todos não saem do mesmo ponto para chegar no mesmo ponto num outro ponto num outro objetivo isso não é equitativo Então
equitativo é eu ter Equidade no processo eu saber que Todo mundo precisa chegar num objetivo determinado só que eu também preciso saber que ninguém parte do mesmo Ponto Alguns vão partir do ponto no no lugar da alfabetização de pré-silábicos outros já vão estar silábicos outros vão estar silábicos com valor ou sem valor outros vão até tá láb alfabético tem gente que vem silábico alfabético da de casa porque a mãe já vai alfabetizando a mãe já vai ensinando a vó já vai ensinando e quando ele chega na escola ele já sabe Já conhece as letras já
tem uma outra realidade tem gente que chega zerinho zerinho zerinho não sabe nada nada nada tem gente que aprende isso na creche e aí chega na no ensino fundamental ali no momentos alfabetizados já o fato é que esse fenômeno da alfabetização Vem aí mais de de 30 anos esbarrando na política eu eu arrisco dizer aí mais de 100 anos até né Eh dentro dessas dessas políticas públicas Sendo ali em alguns momentos de política um pouco mais neutro outros escancaradamente eh políticos né dependendo ali do governo político que vai se impl ar no Brasil esse momento
de alfabetização passa a ser mais Evidente ou não o fato é que esse ensin essa aprendizagem se tornou ali de algum momento um pouco mais mais como é que eu posso dizer assim um pouco mais um pouco mais palpável né a gente Tem ali a ideia desse desse comportamento mais palpável o que trouxe é claro ali um um um percentual de de criticidade para os professores Porque a partir do momento que se torna mais palpável para eu como professor entender o processo político dessa alfabetização automaticamente eu também tenho as minhas principais referências para fazer o
meu próprio trabalho de alfabetização funcionar ou não Independente de um governo político Que me obriga a trabalhar com tal livro ou tal referência tá então isso tudo é muito complexo por quê Porque a gente vai ter referências curriculares para serem dadas no entanto eu vou buscar um caminho pedagógico dentro da minha sala diferente desse demonstrado pelo currículo tá Espero que não tenha ficado muito difícil aí essa evidenciação né Por quê Porque as eh porque a gente vai entrar num caminho em que as políticas de Alfabetização ação eh vão demonstrar os modelos teóricos e as Propostas
didáticas pedagógicas em cada momento do Brasil tá então é crucial pra gente entender esse caminho de alfabetação no Brasil pra gente poder saber por que a Magda Soares responde as perguntas de uma jornalista do jeito que ela vai responder tá que é o nosso próximo ponto agora então a partir de tudo isso a gente tem uma década de 80 por exemplo eh onde o Brasil era dominado ali no Momento crucial da história dessa alfabetização numa questão sistemática oficialmente eh do Brasil na aprendizagem da leitura e da escrita numa etapa de eh em que a escola
pública por exemplo era para pobres Então ela já era uma escola pública pré determinada ao ao fracasso então a ideia de que a escola pública já fracassasse eh por ser frequentada e Dominada pela classe pobre na década de 80 já era uma uma uma ideia né comum então a política pública que se tinha implementado naquele lugar era uma política de assistencialismo por exemplo Então se até os políticos já pensavam Ah vai dar errado então o que que eu vou fazer eu vou cuidar para que dê um mínimo de errado né E quando a gente fala
de uma política assistencialista a gente tá dizendo que a escola por exemplo era um ambiente onde as crianças Eram apenas colocadas para que não ficassem em casa enquanto seus pais trabalhavam na na grande era do desenvolvimento industrial do Brasil por exemplo então a fim da gente entender essas respostas a esses questionamentos que foram engendrados ao longo do tempo a gente começa a ver que existiam eh propostas que eram dominadas né e propostas que poderiam ali eh subverter o tal do construtivismo né Por exemplo se formos falar de uma Escola particular Grande de São Paulo a
gente tá falando da rede Sesi por exemplo ela é sócio interacionista a rede ses é sócio interacionista não é construtivista então a gente tem ali um modelo de ideia de alfabetização diferente ligado ao conceito eh que se que vai se se se denominar né Eh em determinado momento só que esses modelos vão determinar além da alfabetização de como Ela deve acontecer também vai determinar Por que a alfabetização deve acontecer daquele daquela forma e uma das coisas que a gente pode começar a a observar é que eh dentro da sócio interação a gente tem um movimento
pensado por um psicólogo diferente do movimento construtivista que foi pensado por piag né então a gente tem ali o vigotsky levando o movimento para um lado e o piag levando o movimento pro outro né E a gente tem a Emília Ferreiro né como Discípula de piag Então se a gente tem o piag construtivismo ligado ao piag e a Emília Ferreira ligado ao construtivismo né É muito complicado a gente pegar Emília Ferreira e aplicar ela no sócio interacionismo por as teorias Possivelmente não bateriam no entanto os métodos que uma professora tem de aplicar essas teorias de
forma diferente pode ser que dê certo ou seja ela pega um pouquinho Daqui um pouquinho Dali um pouquinho Daqui um pouquinho dali ela mistura e durante a aula dela a aula didática pá a didática dela funciona e todas as crianças aprendem Então esse é uma das ideias de de que a gente pode misturar também essas teorias a partir do momento que me sinto seguro de saber o que que é o construtivismo sócio interacionismo qu como é que o piag pensa psicologicamente cognitivamente o desenvolvimento da criança sócio Interacionismo também como é que a a anber Pensa
a alfabetização como é que Emília Ferreiro Pensa a alfabetização e como é que a magart pensa essa al ização também né então a gente propõe eh por exemplo que se tem ali uma alfabetização junto com a mágua Soares de uma maneira em que eh todo mundo possa ser Alfabetizado mas também conscientizado dessa alfabetização e essa consciência de alfabetização nasce com a possibilidade De entendermos que podemos ser letrados também a partir do momento que a gente é Alfabetizado é são muitas reflexões Eu sei eu considero aqui que foram apresentadas muitas reflexões muitas ideias que e acabam
ali eh passeando por toda essa estrutura composicional de teoria né E que esses modelos teóricos apresentados né possam ali de alguma forma te orientar a entender como é que você vai alfabetizar e porque que você vai Alfabetizar em determinado momento ou pode até ser que você como o professor não queira alfabetizar não goste de alfabetizar né mas muitas perguntas a gente ao longo da nossa carreira a gente vai vai tentando aí eh questionar por exemplo Ah tem uma responsabilidade de um professor no momento da alfabetização Por que que ele diz determinada coisa no momento de
alfabetização e em outro determinado momento isso muda fala dele é outro por que que eh ele brinca com as Letras aqui e aqui já não tem como mais brincar com as letras então a gente gente tem aí essas transformações tá H que vão determinar como é que essa alfabetização vai acontecer efetivamente Vou colocar aqui agora O slide tô procurando para que a gente possa falar um pouquinho mais desses slides tá tá meio lentinho tá gente Desculpa aí vai perdoando professor vai Perdoando aqui demora para carregar o meu slide para abrir ele pegando agora at que
enfim sai Oi gente tá carregando já aqui aparece para mim como carregando disso que foi aqui para mim [Música] hein Agora foi professor Agora foi né OK isso aí Olha tem umas perguntas aqui no chat que eu acabei não vendo uma pessoa que me disse assim ó deixa eu ver Aqui eu não vi eu perdi isso aqui gente ixi o chat inteiro mais fácil pessoa me perguntou assim professor eu vi essa semana uma formação continuada que o Brasil e no Brasil não há mais analfabeto sim pessoas que não são letradas essa afirmação verdadeira não é
verdadeira não é verdadeira a partir do momento que você entende a teoria da Emília Ferreira tá Então eu tô respondendo aqui para você de acordo com a Emília Ferreira e anate beros ela vai considerar que existem sim pessoas analfabetas tá E aí se a gente junta a teoria da Emília Ferreiro com a a a teoria da Magda Soares essas duas partes da pergunta dão erradas tá de qualquer forma a Emília Ferreira vai dizer que um ser analfabeto é um ser que não é Alfabetizado ou seja está em processo de Alfabetização ele pode ser pré-silábico ele
pode ser silábico com valor ou sem valor sonoro ele pode ser silábico alfabético então tudo isso é considerado analfabeto algumas teorias trazem que se o ser humano consegue socialmente passear sem a leitura nas camadas sociais nos ciclos sociais sem a leitura ele já é um ser Alfabetizado Tá Por quê porque muitas vezes esse cara precisa pegar um ônibus e aí esse ônibus ele consegue pegar mas o ônibus tá lá o número tá lá informação de onde vai para onde vai né então ele consegue porque ele é Alfabetizado não às vezes ele decorou que aquele número
que aquela determinada posição de letras que ele tá vendo ali eh Leva ele para lugar onde ele vai viver então ele vive tranquilamente O que é ser uma uma pessoa alfabetizada e Uma pessoa letrada só pra gente poder responder essa pergunta que foi bastante legal foi da Cássia né acho que a Cássia que que mandou essa pergunta isso Professor Muito obrigado pela resposta aí gostei eu até fiquei assim emudecida na hora né porque igual as meninas estão falando eu trabalho com 9º ano e eu vejo muitos alunos analfabetos analfabetos mesmos não sabe escrever o nome
Eu tenho que começar lá debaixo mesmo apresentando para eles o alfabeto até que eles não conhecem letra por letra E aí veio essa eh incógnita ontem né a muitos falarem Inclusive a formadora disse que não tem mais analfabeto no Brasil então se é uma formação ligada ao projeto público certamente eles vão ter ali uma enganjamento para dizer que o pne Plano Nacional de alfabetização de educação funcionou então não existe mais Analfabeto no Brasil porque se o plano estava determinando que não deveria existir até 2024 erradicação desses analfabetos então a meta deles é alcançar porque eles
ganham mais dinheiro né das instituições mundiais para investimento na educação no Brasil Então esse é um ponto se eu disser que eu cumprir o pne eu posso ir nas Convenções no mundo inteiro e dizer ó pode investir na gente dá mais dinheiro Pra gente porque a nossa educação tá dando certo nosso plano de nacional há 10 anos atrás na convenção a gente conseguiu eh cumprir esses planos então pra gente poder saber aqui o que que é analfabeto uma pessoa que não é alfabetizada tá de acordo com a Magda Soares letrada O que que é uma
pessoa letrada uma pessoa que pode não saber ler o letramento a pessoa pode não saber ler mas ela convive com a leitura de mundo muito muito muito bem Organizadamente Então são duas coisas diferentes o Analfabeto não sabe o código da escrita ele pode ser analfabeto e letrado e ele pode ser analfabeto e não letrado analfabeto e não letrada aquela criança que vai ser eh que não vai conseguir ler o código escrito as letras mas também ela não vai conseguir entender a percepção do mundo ao redor dela tá por exemplo há uma pessoa que não conhece
as marcas que todo Adolescente usa quem filho adolescente aqui sabe que cada hora é um tênis novo de uma marca nova uma camisa nova de uma marca nov nova um jogo novo que lançou no celular e tudo isso ou seja isso tudo é uma forma dele entender que as pessoas que estão ao redor dele tem uma cultura e essa cultura vem de onde do letramento de cada um então uma pessoa vai entender o que está ao seu redor porque ela é letrada naquele ambiente Digamos que eu não saiba nada De de informática eu sou um
completo analfabeto em informática e isso eu posso dizer e aí como é que eu vou ser letrado em informática se eu começar a entender e interagir com a informática é a mesma coisa a o letramento de pessoas pessoas que têm letramento são aquelas pessoas que convivem social com a leitura com a comunicação com tudo mas se ela não sabe ler uma palavra um código ela não é Alfabetizada existem casos de pessoas eh eu tinha por exemplo uma bisavó que ela era analfabeta não sabia ler nada nada nada mas quando você ia conversar com aquela mulher
aquela mulher era um completo sabe um arcabouço de Sabedoria sabia falar sobre tudo ou seja ela era completamente letrada mas não era alfabetizada O problema é que as pessoas não sabem ou não sabem atribuir o conceito de letramento nessa forma nessa reformulação por qu porque a Magda Soares vai falar de letramento mas existem outros autores que também falam de letramento americ por exemplo americ vai dizer que o letramento não é isso que a Magda Soares tá dizendo ela vai trazer um outro conceito diferente para letramento que tem a ver com o uso das letras no
cotidiano a pessoa só é letrada se ela consegue pegar essas letras e usar no cotidiano então por exemplo eh se eu leio um texto aquele texto reflete algo Em mim e eu consigo interpretar aquele texto e levar pra minha vida isso a seria a espécie de letramento que a amicat vai trazer pra gente no entanto a amicat já conversou bastante ali com a Magda suares eh tiveram nesses últimos anos aí a gente teve muitos congressos educacionais onde essas duas autoras divergiam muito muito muito mas por divergirem muito acabaram ali entrando quase numa ideia única de
letramento e alfabetização Mas ainda é muito Diferente tá então cada pessoa que escreve um livro vai dizer a minha minha realidade é essa a minha cultura é essa então meu letramento é esse isso é letramento para mim isso não é letramento para mim então de acordo com a sua pergunta Cátia a Há sim para mim no meu no meu entender Há sim ainda pessoas analfabetas e há pessoas analfabetas que não são letradas e analfabetas que são letradas letramento é diferente do analfabetismo né aí Continua tem uma outra pergunta aqui Pera aí eu perdi Acabei de
perder aqui pera aí volta volta volta aí e a divânia responde assim em sala de aula na prática a essa realidade é outra muitos alunos do fundament dois são analfabetos de fato eu vivo isso todos os dias eh nos anos finais Eu também vivo eu saí agora em março que eu comecei a me dedicar exclusivamente ao fund de um mas até Março eu estava no Fund do também como professor de língua portuguesa estava fund um fund do e universidades na universidade eu via gente que não sabia escrever muito bem ler confluência né e até como
é que a gente diz que é uma modinha que ficou né Eh a pessoa é analfabeto funcional né esse esse esse é o melhor né Ah ele é só analfabeto funcional sabe alfabeto funcional e ou alguma coisa assim que eu Não me lembro qual é o termo que eles utilizavam né para dizer que a pessoa estava alfabetizada mas quando na verdade não estava que ela não sabia ler mas mas Era exatamente eh o comportamento dela era de uma pessoa letrada né Eh aí a a Cácia responde é verdade div eu também Vivo Essa realidade eh
a minha mãe é um agente de saúde e tem muitos adultos que e peder uma fadinha de carinho porque realmente não Consegue assinar um nome é ou ah na formação disseram que é preguiça Deixa para lá Eita que formação foi essa difícil Na verdade o o analfabetismo é o vilão da história Educacional quem responde isso é a Marineide eu acho que ela fala com muita propriedade Na verdade o analfabetismo é o vilão da história Educacional uma vez que se criam várias propostas eh para erradicar o analfabetismo porém há uma busca Incessante travada entre professores família
e alunos pois isso perpassa por desafios também familiares Concordo com você plenamente concordo plenamente perpassa por ambiente familiar perpassa por ambiente eh briga entre professor aluno e diretor e ainda acrescentaria perpassa também pelo ambiente político instrucional político tá acredito que tem vários elementos negativos aí Associados a essa construção a leitura exatamente analfabetismo funcional é Isso é isso né analfabetismo funcional seria aquele que lê e não entende não analfabetismo funcional é o que a galera está dizendo né que é a ideia de uma pessoa que vai ler tudo vai conviver tudo só não vai compreender o
que ele tá lendo né quando na verdade se a pessoa já lê a palavra ela está alfabetizada de acordo com a Mag suares ela está alfabetizada então a pessoa está alfabetizada mas essa alfabetização está Funcionando para quê Por isso o termo funcional tá esse analfabetismo é funcional então coisas que ele precisa ele vai entender coisas que ele não precisa ele não vai entender seria basicamente ligado a isso então não não necessariamente Então a gente tem ali uma pessoa que conceitualmente sabe ler porém ela não sabe interpretar o que ela tá lendo não é analfabetismo funcional
seria e alfabetizada no entanto ela realmente Não é letrada porque ela consegue decodificar as palavras só conseguir decodificar a palavra significa que ela está lendo a palavra mas se ela não está entendendo esse significado ela ainda não alcançou completamente o nível de de de fluência na leitura que se dedica tá que se necessita né no município de Carapicuíba por exemplo a gente tem uma ideia de avaliação desse desse dessa competência leitora que vai se Estabelecer aluno que lê letras aluno que lê palavras curtas aluno que lê são sete pera aí alunos que lê eh palavras
com dificuldade palavras curtas com dificuldade alunos que leem palavras eh alunos que leem pequenos textos alunos que leem textos e alunos que leem eh textos com fluência né então a minha grande briga é o que que é fluência e o que que não é fluência né ah o que que é é ler bem e o que que não é ler bem né porque a gente tem esses esses conceitos Aí do que que pode ser e do que que pode não ser se uma pessoa decodificou ou seja como é que o cérebro faz para decodificar ele
tem duas possibilidades de decodificação né a Márcia zimer vai escrever um artigo científico que vai falar sobre os aspectos cognitivos perdão os aspectos linguísticos e cognitivos da leitura a Márcia zimer junto com a a Márcia Zim esqueci são duas autoras ela escreve aspectos linguísticos e cognitivos da Leitura dá para achar esse artigo na na internet se você colocar aí aspectos linguísticos e cognitivos da Leitura o primeiro PDF é um artigo Bem antigo Bem antigo mas ó super atual que elas determinam Nesse artigo é a maneira como eh o ser humano faz para codificar e decodificar
né E aí a partir dali ela vai dizer e por estratégias De de de nomes em inglês né que ela vai dizer assim olha no momento que eu o texto e busco a informação no texto Eu estou fazendo uma estratégia de leitura no momento em que eu leio o texto mas não estou buscando informação mas aquele texto sobressai com a informação para mim é um outro movimento de leitura e o movimento de leitura ainda pode acontecer de forma em que eu tô lendo um texto e ao mesmo tempo que eu tô buscando uma informação tá
me Passando outras coisas então nosso cérebro faz isso por estratégia de leitura tá aí dentro desse artigo científico ela vai dizer vai abrir um um início do artigo científico dizendo ó a gente tem vários níveis de processamento cerebral o meu cérebro e o Cérebro qualquer outra pessoa que seja naturalmente saudável vai funcionar como a estratégia diz de vai dizer que o meu cérebro tem níveis de processamento o meu primeiro o nível de Processamento é o nível fonológico fonético e fonológico onde uma criança vai nascer a partir do momento que ela nasce lá bebezinha ela já
começa a interagir com o mundo que acerca né E como é que esse mundo que acerca vai interagir com ela vai interagir simplesmente simplesmente ã ouvindo ela vai ouvir o que a mãe vai dizer o que o pai vai dizer algumas pessoas pessoas vão dizer que ela ouve já desde a barriga por isso a mãe Passava a mão cantava ela reconhece a voz da mãe a voz do pai enfim desde a barriga né Então a partir do momento que ela está nesse mundo ela vai perceber que a boca das pessoas se mexem que sai som
e esse som corresponde a uma determinada coisa por hipótese de de estudo do seu próprio aparelho formador ela começa a fazer movimentos estranhos quando ela quer começar a falar ela vai começar a fazer vai começar a brincar com o seu Aparelho fador Exatamente são coisas distintas são coisas distintas a Divan completamente distintas tá E esse processamento cerebral vai trazer assim vai trazer aqui pra gente uma ideia de que tudo que eu vou começar a aprender vai ser por ouvir e isso vai se refletir no momento da alfabetização Deixa eu só fechar aqui tá vindo um
raio da de luz bastante forte Aqui então nosso primeiro processo para alfabetização vai ser por meio do aspecto sonoro porque se eu ouço eu vou reproduzir aquilo e vocês podem ver que ao longo da nossa vida nós temos pessoas que T problemas eh que precisam passar no fono audiólogo para fazer fonoterapia que elas vão escrever e trocar algumas letras né Por exemplo eh elas trocam FF de faca pelo v de vaca né Elas trocam [Música] O deixa eu ver aqui uma outra troca que é bastante bastante comum mas isso se dá por causa de uma
estrutura tá de Formação fonológica ela não consegue entender que o aparelho fonador dela produz um determinado som em detrimento de outro pelo aparelho fonador se manifestar apenas num único ponto de divergência para a diferença da consoante surda e da consoante sonora né acontece sem Geralmente essas trocas Ó tem gente que troca o T de tatu pelo d de w se eu for falar assim ó tatto só o t de tattoo só essa formação do T é diferente da formação do d d só que por que que é diferente porque eu tenho uma estrutura que faz
permitir sair som e outra estrutura que não faz permitir sair som mas a minha boca o desen da minha boca o desen da minha língua onde a língua bate no dente tudo é a mesma configuração a gente chama isso de Consoantes homor gânicas ou seja organicamente produzidas no nosso aparelho elas são iguais só são diferentes por quê Porque uma a minha glote fica aberta para ter Passagem de Som e outra minha glote fecha para não ter Passagem de Som quando a minha glote está aberta o que que acontece com as cordas vocais né Essas cordas
vocais vão ali produzir sonoridade quando o ar passa entre elas e vai vibrar quando as minhas pregas Vocais estão eh fechadas essas elas vão bater uma na outra quando o som passarem quando o ar passar entre elas e vai produzir som quando elas estão abertas não acontece isso e a as cordas vocais estão dentro da glote por isso essa diferença aí entre entre entre a nossa a nossa consoante homo orgânica sonora e surda sonora pra gente descobrir que ela sonora é só colocar a mão aqui ó e continuarmos falando tudo que nós Falarmos e nós
sentirmos vibrar a nossa glote está permitindo que a o som passe por dentro da prega vocal Quais são as vogais na verdade as letras com sonoridade de acordo com a estrutura fonológica Todas aquelas que passam som ou seja ar entre as cordas vocais a e i o u se você colocar a mão aqui ó e fazer igual tô fazendo aqui igual um doido assim ó sem rir claro né Sem rir do professor que o professor é Maluco tá bom mas mas pelo menos vocês vão aprender a e i o u você vai perceber que vibrou
as letras vibram agora se eu faço assim ó de faca o f de faca você vai ver que eu apenas tô assoprando mas não tá saindo uma vibração aqui dentro agora se eu fizer o v de vaca aí vai vibrar aqui dentro por quê Porque esse som tá passando por dentro da minha Prega vocal E aí sim tá vibrando então então quando não vibra essa é uma consoante surda quando vibra é uma consoante sonora Por que que isso se deu dessa maneira por causa da nossa estrutura de formação do alfabeto isso aí a gente vai
lá pra história da língua portuguesa lá na história da língua portuguesa a gente tem uma complexidade vinda do latim e enfim né do latim nasceram nove línguas que são as conhecidas como nov latinas Na verdade a gente tem uma árvore de estrutura linguística muito louca né nascemos de uma única língua de um tronco linguístico chamado proto indo europeu a partir dali tem nascem as as as línguas e o latim D origem a nove línguas uma dela é a língua portuguesa e dentro dessa estrutura da língua portuguesa convencionou-se utilizar o nosso vocabulário o nosso Ah o
nosso alfabeto e dentro desse alfabeto nós temos a base desse alfabeto Que é a base de cada sílaba que são as vogais a sonoridade nosso alfabeto é sonoro tá então por isso nós temos vogais vogal significa som vocalizar de de voz né de voz né então por que que as vogais são chamadas de voz porque são o próprio nome dela vocal voz né já tem aí E por que as consoantes porque são as letras que vão acompanha as soes e quem são as soes as vogais as vogais soam tem sonoridade as consoantes são as logares
que as letras Que acompanham as su Anes tá porque nossa estrutura vocálica silábica de palavras é a vog tá tem que ter uma vogal em cada sílaba tem que ter tem que ter senão não funciona uma sílaba no no na língua portuguesa tá ela pode vir no início da sílaba no meio da sílaba ou no final da sílaba mas tem que ter uma vogal Essa é a estrutura da nossa letra da nossa da nossa formação Tá falei falei falei falei falei falei falei falei falei falei e não e não entrei aqui no estudo de casa
né no estudo dirigido da Magda Soares né tô até aqui perdido gente eu deixei meu celular lá do outro lado não sei que horas são deixa só um momento pronto tá aqui cheguei nemum segundo só para eu poder ir controlando aqui as horas senão eu vou falando falando falando teve mais perguntas deixa eu ver As coisas estão distintas não só até aqui só gente se vocês quiserem perguntar e pode abrir o som e perguntar tá bom pode perguntar professor pode me interromper não precisa ficar caladinho não tá Pode falar É bom a gente interagir que
às vezes eu tô falando aqui muitas coisas e o pessoal tá viajando dizendo assim ah não tô entendendo nada mas tô aqui Tô lindo firme forte Feliz não não seja assim não tá pode parar e perguntar então vamos lá primeiro estúdio de caso né uma jornalista vai e pergunta para Magda Soares e ela responde academicamente Opa chegou chegou chegou uma pergunta Ah não não foi aqui não foi no WhatsApp o que levou os pesquisadores ao conceito de letramento em lugar do de Alfabetização e tem a ver com a pergunta que ela acabou de responder aqui
que a Cácia acabou de responder aqui pra gente de perguntar pra gente n Por que que as pessoas estão substituindo a alfabetização por um uma noção de de letramento olha para você ver essa pergunta essa esse questionamento é um pouco um pouco antigo tá a a escrita ainda era outra ainda tínhamos trema tudo Isso então a Magda Soares vai dizer assim ó Primeiro de tudo a palavra letramento Esse é o conceito que a gente vai nomear recentemente entrou no vocabulário do brasileiro só que eu David abre um parênteses aqui para colocar mais alguma coisa na
resposta da Magda dizendo assim entrou recentemente no vocabulário brasileiro mas entrou com sintagma eh que tem sintagma nominal do qual ele não faz parte do convívio e conceitual do Brasileiro ainda que ele entre como palavra no no vocabulário brasileiro o brasileiro não sabe o que ele realmente significa né então basta dizer que a resposta da Magda continua embora apareça com frequência nas bibliografias acadêmicas ou seja tá dizendo vai aparecendo em monte de livro A palavra ainda não está nos dicionários eh Há mesmo vários livros que trazem essa palavra no título deles mas ela não foi
ainda incluída por exemplo no meles De 1991 né nem na edição do Aurélio de 1999 ou seja até os anos 2 24 anos atrás a ideia não se tinha eh sido pré organizada paraa existência dessa dessa dessa indicativa de alfabetização de letramento então a ideia de letramento é uma coisa muito nova aí se a gente for falar que tem 30 anos é muito tá então é uma teoria recentemente nova então é preciso reconhecer que além dessa teoria Nova ela ainda não tem uma representação incorporada pela mídia ou pelas escolas ou pelos professores naquela época tá
E ainda é uma palavra que só alguns pesquisadores conhecem bem essa pergunta eh o que acontece com esse conceito é que a palavra vai nomear né O que que essa palavra nomeia E por que que ela surge como uma consequência de um reconhecimento de um conceito ligado à universalização da alfabetização né E por quê Porque essa dizer só Alfabetização eu dizer que Fulano está Alfabetizado ou Fulano está ã analfabeto se tornou insatisfatório se tornou pouco PR uma pergunta não acho que continuação dessa resposta aqui Prontinho aí a repórter vai perguntar mas por isso acontece né
Por Mag vai responder assim com analfabetismo funcional uma terminologia que a Unesco Recomenda nos anos 70 e que o Brasil passou a usar somente em 1990 segundo a qual a pessoa apenas sabe ler e escrever sem saber fazer uso dessa escrita então lá atrás era determinado como analfabeto funcional uma pessoa que sabe ler e escrever tá de acordo com a unes com aquilo que a gente acabou de falar tá eh mas que ela não sabe fazer o uso da leitura né Eh ou com iletrismo o que que É esse iletrismo Por que que seria o
contrário de letrado porque é um fenômeno que tava lá no primeiro mundo né uma pessoa que não se dá com as letras uma pessoa que não sabe interagir com as letras Então se o analfabeto funcional é uma pessoa que sabe ler e escrever mas ela não sabe entender Ela sabe ler e escrever sem fazer uso dessa leitura sem fazer uso da escr Como assim Em que momento essa Pessoa sabe ler escrever mas não sabe fazer o uso dessa leitura se ela sabe ler e se ela sabe escrever automaticamente ela já faz uso da leitura e
da escrita vocês concordam comigo ou vocês discordam eu que se ela já tá lendo ela já tá fazendo o uso da escrita da Leitura aí a gente precisa saber qual é esse uso Por que que esse uso tá acontecendo se é um uso social se é um uso acadêmico Qual é o padrão de Referência que eu vou estabelecer ali para que essa pessoa seja analfabeto funcional de acordo com a terminologia que é o nisco vai trazer pra gente né então qual é o padrão que eu preciso determinar isso tudo tá passava-se no momento da Magda
suares eh respondendo essa pergunta por quê Porque isso tudo vem sendo refletido na obra dela de 1990 para cá tá a perguntadora entrevistadora vai vai continuar dizendo E como isso ocorre aí Magda Soares vai dizer Ei é na Sociedade é no mundo inteiro por quê Porque vai se tornar cada vez mais centrada né a escrita da pessoa o mundo vai se tornar uma referência apontada paraa escrita uma referência onde eh a escrita vai estar no meio o padrão no meio e isso é fato isso já aconteceu nós vivemos numa sociedade altamente letrada uma sociedade em
que categoria a escrita como forma de evidência de poder as pessoas hoje em dia não querem Saber se uma informação é verdadeira ou falsa porque elas divulgam apenas o que está escrito e esse poder de quem escreve Independente de saber o que quem escreveu ou não escreveu é o grande problema por porque a sociedade o mundo inteiro se tornou cada vez centrado na escrita é apenas na possibilidade da escrita aí a Magda Soares vai dizer ó pra bem atenção cada momento vão se multiplicar as demandas por prática de leitura escrita O que que a demanda
por Prática de leitura escrita é o que a Magda Soares vai dizer que vai ocorrer no momento em que ó vai haver um momento no Brasil em que muita gente vai precisar ler e escrever e que essa prática vai ser uma prática corriqueira tanto nas escolas quanto na cultura que essas pessoas vão ter principalmente na nova cultura que estava se instalando lá em 1990 na cultura de tela né com os meios eletrônicos com suporte essa entrevista Foi feita em 2020 há bastante tempo atrás e a Magda Soares já dizia o que iria acontecer hoje que
a cada momento vão se multiplicar as demandas dessa prática de leitura escrita que eu tava dizendo né Não só na cultura de papel mas também na nova cultura de tela com os sismos eletrônicas ao contrário do que se costumava pensar vamos vão se utilizar fundamentalmente a escrita dentro desse suporte de de de De de utilização de informação aí ela complementa assim as sociedades letradas ou seja ser Alfabetizado é insuficiente para vivenciar plenamente a cultura da escrita e responder às demandas de hoje então apenas ser Alfabetizado ou seja apenas ler um texto apenas interagir com esse
texto não é não é eh interagir não perdão decifrar esse texto não é saber eh e não é viver suficientemente bem com esse texto né E aí a gente volta lá agora para continuar a nossa ligação com o texto da mar zim que eu acabei de citar que é o aspectos linguísticos e cognitivos da leitura a Mar Z vai dizer que ó existem níveis de processamento esse processamento começa pelo nível fonético E fonológico então uma criança quando é bem bebezinha ali Ouve os pais falando e interage com os pais a partir dali quando essa criança
começa a aprender ela cria hipótese e começa a fazer Barulhos eu estava dizendo faz barulhos barulhos ali ela tá treinando o aparelho fador dela e esse treinamento de aparelho fonador vai trazer única e exclusivamente para ela a possibilidade dela usar esse aparelho fador no momento que ela precisar a partir do momento que ela precisa utilizar o aparelho ela vai usar e isso tudo vai trazer para ela uma colocação S diferente no mundo uma capacidade diferente de utilizar a fala Para se comunicar Então ela começa a fazer as suas hipóteses de fala ela começa a fazer
aquisição desse movimento da fala começa a falaram e começa a utilizar isso para representar os sons como ela ainda não sabe manipular todo o aparelho fonador dela Ela vai treinando essa manipulação até que ela consegue falar as palavras com tranquilidade e Izar essas palavras com segurança inteira a partir do momento que ela precisa eh utilizar Essas palavras tá então isso é ser Alfabetizado só que vem a próxima pergunta da Magda Soares aqui ó para a Magda Soares então Magda Soares O que explica o aparecimento do conceito de letramento entre nós aí a Magda ou era
lá que não é não se trata de aparecimento de um conceito novo já estava aí já existia tudo isso mas do reconhecimento de um fenômeno por não ter até agora um significado social Uma permanência e ele permania ele permanecia ali submerso ou seja ele já existia só que ninguém prestava atenção na existência desse camarada Então já existe pessoas que sabiam ler sabiam escrever mas que não faziam nada com essa leitura e com essa escrita Porque não lhe era não lhes era cobrado na sociedade para que eles fizessem isso aí desde os tempos do Brasil colônia
até muito recentemente o Problema que estávamos em em relação à cultura da escrita era um analfabetismo o grande grande número de pessoas que não sabiam ler e escrever assim a palavra de ordem era alfabetizar esse problema foi nas últimas décadas relativamente superado vencido pela forma mais ou menos razoável isso são as palavras da Magda Soares mas a preocupação como um letramento passou a ter grande preocupação na escola ainda que sem reconhecimento ou uso da palavra Traduzido em ações pedagógicas de reorganização de formulação doss modos de ensinar Então ela começou ali nos anos 2000 dá uma
alfinetada Zinha ó na escola ó a gente tá fazendo aí umas coisas que a gente não sabe que é muito bem mas a gente tá fazendo ou seja não sabemos o que é o letramento mas a gente quer que todo mundo seja letrado Então eu só vou trabalhar dentro da escola para ser letrado você vai perceber que esse Momento em que a Magda Soares cita a a reformulação aí eh dessa dessa entrevista é 1998 1999 2000 em 1998 a gente tem uma grande mudança governamental e estrutural que vai afetar profundamente a educação que é a
implementação dos pcns e os parâmetros curriculares nacionais então a a partir dos pcns por exemplo a leitura é tido como revolucionária nos gêneros textuais PCN recomenda estudar língua portuguesa a partir de gêneros textuais tá Diferentemente da base Nacional curricular comum implementada em 2021 ah fou pouco tempo ano passado an retrasado aí ó estamos ainda em grande implementação da nova base Nacional currícular comum que não trabalha a língua portuguesa nem preconiza nenhum conhecimento por gêneros textuais ela busca a interpretação de Todos esses âmbitos de conhecimentos agregados nos gêneros discursivos Então a gente tem um trabalhando gêneros
textuais o outro trabalhando gênero discursivo então que que é um gênero que his um gênero discursivo totalmente diferente tá se a gente for levar isso para a discussão na academia com teóricos que vão dizer o que que é gênero de discurso o que que é gênero textual a gente tem Transformações ali completas de teorias e de organização de modos de ensino nesse momento que a Magda Soares tá falando isso ela tá falando ó vem um PCN aqui disse que agora toda a minha aula inclusive de alfabetização tem que ser contextualizada por meio de gêneros de
texto Então qualquer tipo de alfabetização vai ter que ser feita não com uma palavra exclusiva mas sim com movimento de texto para que aquela palavra seja entendida a partir de um Texto essa era a preocupação e por que era a preocupação porque todo o mundo todas as escolas do Brasil passaram a integralizar textos para ensinar história texto para ensinar isso texto para ensinar matemática texto para ensinar português tudo era para texto mas a grande preocupação era pessoas que não sabiam trabalhar com os textos pessoas que não sabiam ler o texto pessoa que não sabia escrever
o texto mesmo sendo Alfabetizado entre aspas não sabe o que o texto significa E aí se responde então a Magda Soares seguinte Pera aí que eu vou beber uma água como se poderia meu Deus como se poderia ler então definir então perdão letramento Magda Soares deve ter dado um risinho né Deve ter dado um risinho falar assim Opa Chegamos na minha área chegamos onde Eu queria manipulei você e entrevistadora até chegar aqui então de forma certa contrário de analfabetismo letramento não tem nada que ver com a alfabetização alfabetização de um lado letramento do outro tá
contrário de analfabetismo aliás Houve um momento em que as palavras de letramento e e alfabetismo Se alteraram perdão se Alternaram ou seja letramento e alfabetismo era a mesma coisa tá eles colocavam ali como se fosse a mesma coisa para nomear o mesmo conceito por agora agora vem aqui a interação com a pergunta que a nossa amiga trouxe que eu respondi aqui né olhando o chat que ela fez por que que muitas pessoas ainda olham o analfabetismo funcion [Música] Que é uma concepção feita lá há muito tempo atrás como uma concepção de alfabetização igual letramento porque
muitos livros foram publicados nessa época tá muitas teorias foram publicadas nessa época e quando você escrev um livro Você deixa um legado e se você pegou um desses livros e estudou apenas aquele livro certamente você vai ver a teoria alinhada do analfabetismo junto com Letramento é a mesma coisa então se uma pessoa é analfabetizmo [Música] né da palavra alfabetismo a palavra letramento eu mesmo acho aí ela dá o a ideia dela né eu mesmo acho alfabetismo uma palavra mais vernácula que o letramento que é uma tentativa de tradução da língua inglesa de litera Não sei
não sei fazer falar inglês litera literate litera litera Alguma coisa assim não sei mas curvo-me ao poder das tendências linguísticas que não dando preferência ao letramento que dando preferência ao letramento H onde o alfabetismo é definido como um estado de quem não sabe ler e escrever ou seja analfabetismo é definido como estado de quem não sabe ler e escrever e se o contrário é alfabetismo ou ou como usado antigamente letramento que é o estado de quem sabe ler e escrever ou seja ela vai Explicar agora tudo bonitinho até aqui ela tava passeando na na na
teoria ela tava explicando Teoricamente pr pra pessoa bem bem bem bacana que está interagindo com ela ali a entrevistadora né tudo que ela queria dizer ou seja agora ela vai rasgar o verbo ó letramento é o estado em que vive o indivíduo que não só sabe ler e escrever mas exerce as práticas sociais de leitura e escrita que circulam na Sociedade em que ele vive ou seja ele sabe ler e lê jornal lê revista lê livro ele sabe ler e consegue interpretar uma tabela olhar um quadro formulário preencher um formulário a sua carteira de trabalho
ele sabe ler ele sabe sa ele sabe ler as contas de água de luz de telefone ele sabe ler as informações que estão por dentro dessa conta de água de luz e de telefone ele sabe escrever e sabe ler cartas escreve bilhetes telegramas sem dificuldade sabe Preencher um formulário sabe redigir um ofício sabe fazer um requerimento são muitos exemplos de práticas comuns no cotidiano da leitura e da escrita e muitas outras podem ser citadas aí ele vem dizendo o seguinte né Essa pessoa tá entrevista na Magda vem dizendo assim então como conceito de letramento mesmo
sem que se utilize esse termo vem sendo levado à prática Então olha só a gente tem uma demanda de estruturas tá 1996 LDB 1998 eh vem o eca o Estatuto da Criança do Adolescente vem PCN também de 98 e tudo isso de formas diferentes tá então nova base curricular comum tudo nos anos 90 Começam a surgir os novos ciclos nos anos 90 também já alfabetização em vários estados mais recentemente com a própria lei eh que é a LDB lei de diretriz de base de 1996 essa LDB eh criou os ciclos na organização do ensino então
ela vai determinar ali que O ensino é feito a partir dos ciclos de aprendizagem que significa pelo menos no que se refere ao ciclo Inicial né e o sistema de ensino dessas escolas vão passar a reconhecer essa alfabetização entendida como apenas um uma parte desse sistema que tem ali ó uma aprendizagem Mecânica do ler do escrever tá entendida também como se fosse um um uma ideia de de de que fosse pretendida por uma determinada pessoa um fato Tá E aí a Magda Soares responde isso clinicamente que isso significa como se fosse entendido a pena mas
como algo que é mecânico como algo que precisa ali ó de se ler de escrever e que eu pretendia realmente fazer isso que se fosse que foi feito num determinado momento num ano de escolaridade numa determinada classe de alfabetização e mesmo assim tudo isso seria insuficiente por quê Porque além de aprender a ler e além de aprender a Escrever a criança ela deve se tornar o mínimo ela deve dominar a sociedade em que ela está Ela tem no mínimo dominar a prática dela quando sujeito naquela sociedade e também os procedimentos didáticos da alfabetização ou seja
ela já abre ó um leque para o social ela vai dizer assim esse meu comportamento aqui que eu tô ensinando para essa criança deve ser um que um comportamento que extrapola o que vai lá na prática do convívio dessa Criança em casa que mexe com essa criança no dia que ela sai para jogar futebol né n no dia que ela tá lá jogando soltando pipa ou brincando com a amiguinha ah de amarelinho então todos esses procedimentos são procedimentos didáticos de alfabetização que vão acompanhar um novo um essa nova concepção os antigos métodos as antigas cartilhas
aí entra a crítica da Magda Soares Do que a gente falou eh no primeiro período na parte da manhã baseados no ensino da mecânica por transposição de uma forma sonora ou seja eu ensino porque eu tô condicionado a falar desse jeito e ensinar de uma forma mecânica B com a+ ba B com e dá b e assim por diante Então essa mecânica de transposição de forma eh sonora para fala são substituídos por elementos que vão fazer com que essa criança possa conviver experimentar de Eh como é que é dominar as práticas de leitura e de
escrita que circulam dentro dessa sociedade altamente centrada na leitura né então já finalizando a entrevista a entrevista vai perguntar sim então como como se poderia definir letramento então né ela vai falar tudo isso novamente né [Música] e Desculpa tô voltando aqui para para para para passei demais pronto então como poderia definir Letramento já foi dito já foi foi foi aí a gente chega no momento em que eh a Magda Soares fala assim ó respondendo a a ao questionamento ler e escrever puramente então tem algum valor Afinal a alfabetização e o letramento se somam que é
o que a Magda suares vai dizer ou melhor alfabetização é um componente do letramento ela considera que eh é um risco se vinha fazendo e que se vem fazendo e repetindo que a Alfabetização não é apenas ler e ensinar a escrever desmerecendo assim toda toda toda toda a certa forma e a importância de ensinar a ler e a escrever É verdade que eh Esta é uma maneira de reconhecer que não basta ler e escrever mas ao mesmo tempo de também poder especificamente né tratar da especificidade do processo de l e aprender até aqui é o
que a gente vai tratar tá dessa dessa entrevista da Magda Soares Opa Deixa eu tirar aqui como eu tiro desse slide eu tenho que fechar aqui ah tá achei aqui pronto somente até ali que a gente vai tratar dessa entrevista porque pra gente entrar aqui no ritmo de finalização desse processo de alfabetização eu não tá voltando aqui paraa minha tela onde onde eu enxergo Vocês pera aí deixa eu volcar pronto é Vocês conseguem Me enxergar porque eu não tô conseguindo enxergar vocês vemos Sim Ah então tá bom então acho que é isso que é importante
isso que é importante mas tá projetando ainda O slide porque eu fechei ele aqui para mim não só seu rosto Ah então é então est Então vamos vamos continuar sobre sobre essa nossa Perspectiva eh como estava dizendo para vocês a gente tem ali uma entrevista antiga da Magda Soares né que traz pra gente ali um caminho de de observação desse letramento como é que esse letramento acontece é claro que o pensamento do letramento ele foi evoluindo ele foi sendo transformado né e dos 30 anos para cá que se começou a falar da Explosão desse letramento
a gente tem uma uma Também uma nova revolução de legislações a gente tem uma revolução aí de documentos eh oficiais transformando a ideia da nossa da nossa alfabetização também e transformando a ideia do uso da língua portuguesa nos mecanismos de de de trabalho dentro das escolas tá hã por exemplo se a gente for observar aqui quais são os os conceitos de alfabetização e escolarização né a gente tem ali a instituição escolar né entendendo que o litrento precisa estar Na instituição escolar né E aí se eu por exemplo produzo ali duas imagens diferentes Ah vamos pensar
na imagem que a gente trouxe lá no início do slide né de manhã uma imagem de uma biblioteca pensa na sua cabeça agora uma imagem de uma biblioteca essa imagem de uma biblioteca é pode ser dividida em duas uma uma biblioteca só de livros e outra onde cada uma dessa biblioteca um livro representa uma porta de entrada para um Determinado mundo então continua sendo duas imagens uma com uma biblioteca só de livro e outra como a biblioteca de livros que são portais para outro mundo né se a gente reproduz essas duas ideias acima como uma
pintura a gente vai ver que são cenas ali que vão envolver eh ambientes comuns de uma biblioteca que todo mundo conhece todo mundo que teve acesso a uma biblioteca já sabe né um quadro eu vou poder nomear com um determinado nome eu posso nomear o outro Com outro determinado nome eh e Se a gente fosse teorizar coisas sobre essa sobre essa perspectiva a gente vai ver que muitos estudiosos vão poder atribuir Ah você tá pensando assim nesse quadro Porque existe um movimento psicológico do seu cérebro que te leva a pensar assim né porque hoje em
dia nós temos e eh instrumentos psicológicos que nos fazem comportamentos levar e ter comportamentos em determinados lugares né Mas se formos pensar dentro desse padrão a gente vai acabar caindo num padrão em que eu sempre tenho escola né Sempre tive uma escola e o pensamento que essa escola tem para mim é um pensamento muito sistematizado e escolarizado Ou seja a escola ela faz com que a gente tenha eh um movimento de escolarização né dentro dessa escola o que que é escolarização diferente de alfabetização escolarização é tornar os Processos que a gente tem de ensino num
ambiente escolar colocar eles dentro do ambiente escolar né alfabetização é o pegar um processo dentro desse ambiente escolar e trazer para um conceito de ensino de determinada letra né a escola já existe por si só deixa eu tentar fazer com que o meu pensamento aqui Seja mais claro a escola já existe por si só a privatização sem escola vai acontecer só lá na na na na na nossa casa quando a gente eh conhecer Isto né até porque a gente já tem uma uma constituição subsidiária né de de de escola né mas historicamente se a gente
for buscar isso historicamente a gente tem que retomar lá na ideia grega tá porque embora a ideia de escola para todos eh nós subsidiados aqui eh pelo Estado né pelo pelo nosso pelo nosso nosso convívio ela remonta né uma ideia platônica lá na Grécia antiga eh e é apenas aqui no século tipo XV que vai Se estruturando aí de uma forma diferente de uma forma ocidental né a gente busca mais no no nesse ocidente o processo de escolarização em massa e se torna pública né Porque até então só podia estudar quem podia pagar né Assim
como lá na Grécia antiga que existiam os sofistas que eram os professores e que cobravam Preços absurdos para que as pessoas pudessem aprender Então assiste-se aí nesse período de desenvolvimento desde a Grécia antiga até o movimento de hoje é uma sociedade muito industrializada uma sociedade Urbana que vai ali aos poucos subsidiando eh eh o o regime antigo e baseando-se numa economia mais Rural mas agrária que vai se desenvolvendo né com esse com essa loucura de de abastecimento de Nova ordem econômica de Nova Ordem Social a gente tem as estruturas escolares também sendo codificadas né a
fábrica nasce a escola tem que nascer junto com a fábrica e uma Vez que esse processo aí tá Ah sendo muito muito muito muito eh revisitado né dentro dos momentos de escolarização a gente tem que saber que as políticas de escolarização estão ligadas efetivamente ao movimento de construção histórico da nossa sociedade brasileira né isso porque a gente tem tendências curriculares ligadas ao processo de alfabetização também então de acordo com a tendência curricular com a história eh Que se passou em determinado momento e em determinado estado a alfabetização aconteceria de um determinado Então significa o qu
hoje na atualidade que você pode alfabetizar de um jeito e a sua professora e você sendo coordenador alfabetiza de um jeito é sua professora que vai trabalhar lá na sala do primeiro aninho pode alfabetizar do outro e diferente da outra professora também tá porque se tem aí uma uma discussão diferenciada né sobre essa Sobre essa ideia de alfabetização né Principalmente a alfabetização na escola né que é uma implementação Ah que tem ali uma determinada formalidade né tem ali uma uma uma concepção né Por trás dessa dessa dessa ideia de alfabetização acredito que que até aqui
a gente consegue entender um pouquinho da História que eu tentei trazer para vocês vou colocar no slide ó perdão no no chat novamente aqui o o link da avaliação e da isso e nesses últimos 15 minutinhos de aula 20 30 minutinhos aí momento que a gente tem de aula eu vou pedir que vocês possam ir fazendo essa avaliação tá e dando um ok aqui no link Ô e dando um Ok aqui no grupo tá bem ó Professor terminei a avaliação Ok E aí eu vou liberando vocês à medida que vocês forem terminando essa avaliação tá
bom porque aí eu tenho o controle também de quem já está fazendo a avaliação tenho 13 pessoas aí só que me deixa eu ver 13 pessoas somente 13 pessoas que me enviaram a avaliação e eu de manhã cheguei a ter 45 alunos tá bom gente então estarei por aqui vocês tem alguma dúvida vocês Querem falar alguma coisa perguntar alguma coisa Professor boa tarde boa tarde é o Sérgio aqui professor não consigo enviar avaliação eh porque eu tô trabalhando tô assistindo e trabalhando tá ok eu vou enviar mais tarde tá ela vai ficar aberta até às
8 da noite tá Tá Ok até às 8 da noite ela vai responder eu vou realizar aqui a avaliação de vocês ok obrigado tá bom Por nada já enviou Já enviou OK então Estamos estamos despedidos Quem enviou tudo bem vou encerrar aqui a gravação então e já mandar proos pro X