[Música] I nowy we seeing another exp on Primeiro [Música] você tava no dia 11 de setembro de 2001. Se você tem mais de 30 e poucos anos, aí eu tenho certeza absoluta de que você sabe responder essa pergunta. Esse foi um dia que marcou o planeta inteiro.
Você não precisava ser morador de Nova York. Você não precisava ser americano para sentir o que realmente esse dia foi, né? Foi traumático.
O planeta inteiro viu um lado ruim da história sendo escrito ao vivo pela televisão. >> 11 de setembro de 2001, >> uma terça-feira que vai marcar a história da humanidade. >> O edifício mais alto de Nova York em chamas.
>> Onde que você tava no dia 11 de setembro de 2001? Eu separei aqui três pessoas que estavam lá no olho do furacão no dia da queda das torres gêmeas. São histórias reais que se cruzam.
São histórias que vão trazer para muito perto o horror do maior atentado terrorista de todos os tempos. Fala pessoal, Peter aqui. Bom, eu lembro claramente 25 anos depois eu lembro de cada detalhe, eu tava trabalhando como programador de uma sala de fábrica para GSM Petrópolis.
A gente tinha ali um time de cerca de seis pessoas, OK? A gente usava telefone fixo, cara, de verdade. Não tinha esse lance de zap, não tinha.
Aí alguém telefonou pro fixo e deu o recado. Liga a TV. Um avião bateu no World Trade Center.
Era tipo 11 e pouco da manhã, sabe? A gente tava lá engrenando no trabalho, sabe? O cafezinho já tava batendo.
Aí veio essa bomba. Eu lembro que eu pensei assim: "Como assim? Não, tem alguma coisa errada.
Não tava entendendo muito bem. Como assim bateu na T? Não é mentira, tal, né?
A gente conseguiu descolar uma transmissão ao vivo pela internet e a gente viu em tempo real o segundo avião batendo nas torres de momento em diante acabou o expediente. Não era acidente, era um evento, era um ataque contra maior potência do planeta. Foi chocante demais.
Chocante demais. Não tinha clima para trabalhar. Nenhum de nós tinha parente nos Estados Unidos, né?
Mas naquele momento foi como se a gente fosse um povo só, entende? Era assustador demais. Era avião no Pentágono, era avião caindo por tudo quanto, era canto, não tinha respostas.
Mas eu tive sorte. A gente teve sorte, né? A gente não tava lá de verdade.
O que você vai acompanhar agora são histórias de quem estava lá, de quem morreu lá, de quem lutou para salvar vidas lá, mas também de quem causou tudo aquilo. E você já vai comentando onde que você tava no dia 11 de setembro de 2001. Antes de falar sobre isso, a gente queria muito a sua inscrição nesse canal.
a gente publica aqui um vídeo por semana, mas é um vídeo bem feito, um vídeo bem trabalhado, que a gente quer que realmente você tenha acesso a a histórias reais contadas por pessoas, por indivíduos. Uma coisa totalmente diferente do que você conhece na internet. Para isso, a gente precisa de você aqui.
Esse canal acabou de nascer, relativamente bem recente na internet, né? A gente tá com sete vídeos mais ou menos. Então a sua inscrição tá ajudando muito.
A gente caiu aqui hoje, se inscreve no canal. Tenho certeza que esse canal aqui, cada videozinho vai ser um momento para você. Muito obrigado.
Lolita Jackson estava na mesa dela do 72º andar do World Trade Center. Era um dia normal nos escritórios da consultoria financeira Morgan Stanley. A Lolita estava no horário dela de almoço comendo no próprio escritório.
Foi nesse exato momento em que tudo mudou para sempre. Não só para ela, né, pro mundo. Lolita ouviu uma explosão e sentiu o prédio tremer.
Ninguém sabia o que que tava acontecendo. Todos os funcionários do escritório saíram das baias em busca de respostas. Foi então que eles viram fumaça escapando pelo poço do elevador.
Isso não é bom. Definitivamente algo tava acontecendo. Centenas, milhares de funcionários do World Trade Center começaram uma lenta e assustada descida pelas escadas esfumaçadas.
Medo, pânico, ar difícil de respirar. Alguns choravam, alguns talvez estivessem mais tranquilos, né, contando piadas. Eles ainda não sabiam, né?
Mas o prédio tinha acabado de sofrer um atentado terrorista. Agora, o que você não sabe é a data. Eu não tô falando de 11 de setembro de 2001, eu tô falando de 26 de fevereiro de 1993.
Para entender o que aconteceu no atentado que destruiu as torres gêmeas, a gente precisa recuar 8 anos no passado, entender o atentado que aconteceu antes. Lolita Jackson tava lá e foi testemunho com o lar do terror. A luz acabou no prédio inteiro.
O sistema principal foi afetado. Os geradores auxiliares foram afetados. Ninguém sabia o que fazer, né?
Ninguém tava no comando ali. 10. 000 pessoas que trabalhavam no World Trade Center precisaram usar as escadas ao mesmo tempo.
Agora, cara, visualiza esse mar de andares, esse mar de gente, sem saber se estavam caminhando em direção ao fogo ou em direção de segurança. Você não sabe para onde você tá indo. Você não sabe se tá fugindo do fogo ou indo em direção ao fogo, ao acidente.
Nesse dia, algumas pessoas jogaram cadeiras nas janelas para conseguir respirar. A fumaça estava por toda parte. Pessoas ficaram presas em elevadores parados.
Cerca de 120 crianças de jardim de infância ficaram presos no terraço. Alguns sobreviventes tiveram que ser evacuados do prédio de helicóptero. Lulita Jackson conseguiu escapar só com o susto.
Ela deu sorte. Mais de 1000 pessoas ficaram feridas em 1993. Seis pessoas morreram, entre elas uma grávida.
O atentado de 1993 detonou uma van repleta de bombas na garagem do subsolo do World Trade Center. Era mais de meia tonelada de material explosivo. O plano original era de que a explosão derrubasse as Torres Gêmeas.
Foi uma detonação tão forte que criou uma cratira de cinco andares de profundidade e 45 m de diâmetro. Foi uma detonação tão forte que gerou 4. 000 toneladas de escombro, mas as torres gêmeas permaneceram de pé.
Seis dos sete suspeitos pela tentado foram capturados pela FBI. Um tá foragido até hoje. No laptop de um dos terroristas, o FBI encontrou várias mensagens, mas duas frases foram marcantes.
Abre aspas. Da próxima vez será muito preciso. E o World Trade Center continuará sendo um dos nossos alvos.
OK? corta para 1996, 3 anos depois do atentado. O Zam Bin Lader, líder da organização terrorista Alqaida, declara que os Estados Unidos são o inimigo do Islã e exige que todos os soldados americanos sejam expulsos do Oriente Médio.
Ele foi ignorado. Pinladen volta a atacar verbalmente os Estados Unidos em 1998 e diz que todos os muçulmanos têm obrigação de atacar qualquer alvoericano. Ele continuou livre.
Mais do que livre, Osama Bin Laden ganhou audiência. O líder da Alqaida foi entrevistado pelo jornalista americano John Miller e o Bin Laden reforçou as ameaças. Não fazemos distinção entre aqueles vestidos com uniformes militares e civis.
Todos são alvos. Hoje a gente sabe a verdade. O Zama Bin Laden não tava bifando.
Ele não tava só na ameaça. Mesmo dando entrevista ele já tava conspirando. Ele sabia exatamente quais seriam os seus alvos, né?
Osama Bin Laden viu as forças israelenses derem Ranha céus durante a guerra do Libano, 1982. Quase 20 anos depois, Osama bin Laden confessou a ideia veio dali. Durante duas décadas, Osama Bin Laden ficou com essa ideia na cabeça, derrubar arranha céus.
Mas como a insiração veio de outro atentado. Em 1999, um copiloto assumiu o controle de um avião da Egyipt Air e derrubou a aeronave de propósito. 200 pessoas morreram.
onde o resto do mundo viu uma tragédia inimaginável, Osama Bin Laden via uma possibilidade. Isso não é especulação, isso não é ficção, isso tá documentado, OK? O próprio Bin Laden deixou isso escrito em documento.
Ele escreveu o seguinte, abre aspas. Foi assim que a ideia do 11 de setembro foi concebida e desenvolvida na minha cabeça. E foi aí que começamos o planejamento.
O Zama Bin Laden coordenou o plano, financiou o plano e selecionou pessoalmente os candidatos para ataque. Os dois primeiros voluntários eram dois fanáticos que tinham lutado na guerra da Bosnia. Eles deveriam se infiltrar nos Estados Unidos e fazer aula de pilotagem.
No começo de 2000 eles já estavam em solo americano, só que esses dois falavam muito mal o inglês e foram péssimos no exame de pilotagem. O plano parecia destinado ao fracasso e tudo poderia ter terminado ali, né, como uma ideia jogada ao vento. Até surgir Mohamed Atta.
Mohamed Atta era exatamente o que Bin Laden estava procurando. Ele era inteligente, ele era educado, fluente em inglês e com experiência no mundo ocidental. Foi Mohamed Ata que tornou o plano possível, o arquiteto do maior atentado terrorista de todos os tempos.
OK. Mas quem era realmente Mohamed Atta? Mohamed Atta nasceu no interior do Egito, se mudou com a família pro Cairo aos 10 anos de idade.
O pai dele era um homem muito rígido, muito controlador. É. E o pequeno Ata não tinha permissão para se relacionar com as outras crianças do bairro.
Sem amigos, sem opções, Ata se dedicou aos estudos em casa e na escola. Em 1985, Mahamedata não tinha amigos, mas tinha uma vaga na Universidade do Cairo para estudar engenharia. As notas dele estavam entre as melhores da turma e ele conseguiu ser aprovado por um programa de estudos.
O sucesso parecia ser o caminho aberto para Mohamed ATA. Esse mesmo programa de estudos enviou o jovem Ata para Hamburgo, na Alemanha, para estudar planejamento urbano. Foi o primeiro contato que ele teve com a cultura ocidental.
Ele chegou a morar com um casal de professores, mas infelizmente não deu certo. Mesmo longe de casa, né? Mesmo longe do pai, Mohamed Ata ainda sentia a sombra da criação dele.
O estrago já estava feito, né? O jovem Ata tinha muita dificuldade para se relacionar. Onde que o Ata encontrou refúgio?
Na religião. Infelizmente ATA buscou se aproximar de segmentos cada vez mais radicais e conservadores do islamismo. Porque é assim que acontece, ó?
Extremismos atraem os excluídos, aqueles que não conseguem se socializar corretamente por algum motivo. Todo o extremismo, não importa, todo o extremismo é assim. Mohamed Nata tinha um ódio muito focado contra a modernidade, principalmente contra os arrancelos que estavam começando a surgir nas ruas do Caio.
Para ele, cara, isso era uma invasão cultural do ocidente, um erro aos olhos do deus dele. Para ele, arranha celos fechavam ruas antigas que ligavam as comunidades e obstruíam o horizonte, né, à vista. Um ódio levou a outro ódio que levou a mais ódio e entregou a Mohamed nos braços da organização terrorista Alqaida.
7 anos depois de chegar em Hamburgo, Atali queria ir embora. Ele queria lutar pelos tetianos contra o exército russo. Ele queria lutar pela causa islâmica.
Olha, faltou isso aqui para Mohamedata cumprir outro destino, né? Mas no último minuto ele foi convencido a viajar numa outra direção. Ele foi convencido a viajar pro Afeganistão para encontrar o líder da Alqaida para encontrar o Zama Bin Lada.
Mohamedata tinha um perfil exato para uma operação secreta que estava sendo planejada. Foi ali no Afeganistão, na frente do Bin Laden, que Mohamed Ata e mais outros três terroristas juraram lealdade e se comprometeram a realizar uma missão suicida. Os rastros do Ata foram muito fáceis de seguir depois do atentado.
A gente sabe que em março de 2000 ele ainda estava na Alemanha, mas a roda já tava girando, OK? Mohamed ata enviou de 50 a 60 mensagens de e-mail pra escola de pilotagem nos Estados Unidos. Ele buscava matrículas para ele e outros árabes que estavam reunidos na Alemanha.
Uma escola na Flórida respondeu: "Bom, em maio de 2000, Mohamed pediu um visto no passaporte para entrar nos Estados Unidos. Ele conseguiu um visto de 5 anos da embaixada americana em Berlim. Ninguém desconfiou de absolutamente nada.
Mormedata tinha mais 5 anos de vivência na Alemanha, né? Tava matriculado em uma em uma universidade, tinha notas exemplares. Ele nem mesmo foi investigado.
As portas se abriram. O que também se sabe hoje é que não faltaram alerta sobre Mohammerdata. No final de agosto de 2001, dias antes do atentado, a carteira de motorista dele foi revogada nos Estados Unidos.
depois que ele faltou uma audiência de um tribunal sobre infração de trânsito. Nesse mesmo dia, o Mossad, que é o serviço secreto israelense, enviou uma lista paraa CIA e a lista continha o nome do Ata e outros 19 estrangeiros que estavam nos Estados Unidos. Todos eles eram suspeitos de planejar um ataque iminente dentro do país.
Só quatro nomes são conhecidos nessa lista. Todos os quatro estavam envolvidos no 11 de setembro. Não houve tempo hábio para completar a investigação ou a lista simplesmente ficou esquecida numa gaveta.
Ninguém sabe explicar, né? Ninguém quer explicar essa falha da CIA. Porque foi outro momento que poderia ter mudado tudo, OK?
No dia 10 de setembro, trocando de voo para ir até Nova York, Mohamed caiu na malha fina do aeroporto de Portland. O nome do ATA foi selecionado aleatoriamente numa lista de passageiros para passar para uma inspeção, né, de segurança mais rigorosa. Isso acontece.
A bagem dele foi conferida, ele foi revistado, mas nada de anormal foi encontrado. Bom, essa foi a última barreira, a última chance para que o destino de milhares fosse modificado. Nada impediu que Mohamedat embarcasse no voo número 11 da American Airlines.
Esse voo poderia ter ido de Boston para Los Angeles, mas nunca chegou por conta do passageiro sentado na poltrona 8D da classe executiva. Em cerca de 15 minutos de voo, Mohamedata já não estava mais sentado. Ele estava na cabine do piloto com controle total da aeronave.
Eram 8:14 da manhã. Os pilotos pararam de responder qualquer comando do controle de tráfico aéreo. Ao mesmo tempo que o avião começou a se desviar da sua rota.
Pilotos de uma outra aeronave interceptaram uma transmissão. Era uma voz com sotaque árabe dizendo para os passageiros permanecerem em seus assentos. Possivelmente era a voz do Mohameda, né, tentando usar o sistema interno de comunicação do avião e acidentalmente transmitindo para fora.
Eram 8:24 da manhã. A mesma voz transmitiu acidentalmente para fora da aeronave. Essa voz dizia abre aspas.
Nós temos alguns aviões. Apenas permaneçam calmos e vocês ficarão bem. Nós estamos retornando para o aeroporto.
Era uma mentira. Depois essa voz reforçou a mentira. Abre aspas.
Ninguém se mexe. Tudo ficará bem. Se vocês tentarem fazer qualquer movimento, vocês vão colocar a si mesmos e o avião em perigo.
Apenas permaneçam quietos. Então, a gente teve 9 minutos de silêncio. Nesses 9 minutos, o avião mudou drasticamente direção e partiu para Nova York.
Eram 8:33 da manhã. A mesma voz, a última mensagem. De novo, uma mentira.
Mohamedata pede mais uma vez para que ninguém se mova. Afirma mais uma vez que eles estão voltando pro aeroporto. 12 minutos depois, tudo acabou.
Os 81 passageiros a bordo do voo 11 da American Ales morreram sem entender o que tava acontecendo. Mamedata matou a si mesmo todo mundo no avião. Ele jogou a nave de frente contra a torre norte do World Trade Center.
Tudo entre os andares 93 e 99 apareceu imediatamente, né, destruído pelo impacto. Todos os andares acima ficaram isolados. Todas as possíveis rotas de fuga foram interrompidas.
Cerca de 800 pessoas que estavam nos andares mais altos não tiveram qualquer chance de escapar. 102 minutos depois, o terror completou que tinha começado em 1993. 102 minutos depois do impacto, as torres gêmeas desmoronaram, matando 2753 pessoas inocentes.
Eram 8:33 da manhã, 12 minutos antes do primeiro impacto. Lolita Jackson estava de novo no World Trade Center. Ela tava lá, ela tava de novo na consultoria Morgan Stanley.
Dessa vez ela tava na sala de conferência do grupo numa sala do do 70º andar. Ela tava se preparando para falar durante a reunião, aguardando a vez dela. Lolita Jackson agora era vice-presidente de uma área de produtos avaliada em 10 bilhões de dólares.
Ela tinha acabado de ser promovida e muitos diziam que ela ainda estava em ascensão dentro da Morgan Stanley. Bom, talvez Lolita Jackson tenha olhado pela janela naquele dia, né, nos minutos que faltavam para fazer valer a voz dela. Talvez ela tenha relembrado a própria trajetória.
Lulita Jackson tinha sido criada com dinheiro de assistência social de origem humilde, sem paz. Ela desafiou todas as chances e se formou em engenharia química na Universidade da Pensilvânia. Ela desistiu da universidade química para entrar no mercado financeiro de Wall Street.
E agora aquela orfan batalhadora tava ali no World Trade Center, no coração financeiro do mundo, numa posição de comando numa das maiores empresas do setor. O que a Lolita Jackson não sabia naquele momento era que ela estava apenas alguns quilômetros de outro aluno de sucesso, outro protagonista que também tinha vindo de uma origem humilde. Lulita Jackson abraçou todas as oportunidades que apareceram e não permitiu que o ódio entrasse no coração dela.
Mormanta deu as costas pras oportunidades de escolher o ódio. No dia 11 de setembro de 2001, os dois se cruzaram. Devia ser um dia normal de trabalho e não foi.
Lulita Jackson viu o impensável. Ela viu uma explosão gigantesca na torre ao lado. [Música] Alguma coisa tinha aliquilado andares inteiros da torre norte.
Lolita Jackson viu estrondo, viu as chamas, né? Viu a a chuva de vidro e papel caindo da torre. Eram 20 andares acima do andar dela, mas era assustador.
Ela lembrou de 1993, ela lembrou do terror. Tava acontecendo outra vez. Imediatamente todos sabiam o que fazer.
O atentado de 93 foi a chave para que várias medidas de segurança fossem tomadas. Eles precisavam carregar copos de água e gelo, né, por causa de um incêndio. Eles deveriam levar as coisas deles somente se essas coisas estivessem no caminho da saída, né?
Eles deviam checar os banheiros para ver se ninguém ficou para trás. A equipe tinha sido muito bem treinada em simulações de evacuação. A sinalização das rotas de fuga tinha sido melhorada.
Hoje Lolita Jackson agradece a Ricker Scar, diretor de segurança da Morgan Stanley. Ricker Scola tinha sido um dos paraquedistas de Forças Armadas Britânicas e se dedicou a blindar a empresa contra imprevistos. Foi R Scola que coordenou a fuga dos funcionários da Morgan Stan naquele dia.
Rer Scola voltou paraa Torre Sul para organizar a evacuação de mais pessoas. Lamentavelmente Ricker Scola nunca saiu do World Trade Center. Bom, Lorita Jackson estava descendo de elevador e já tinha chegado no 44º andar, quando a situação piorou ainda mais.
Foi um segundo estrondo. Ela sentiu um prédio literalmente balançar. O prédio foi para um lado e depois o prédio voltou pra posição anterior.
Naquele andar não tinha janelas. Lolita Jackson não sabia, mas a Torre Sul, onde ela tava tinha sido atingida por um segundo avião. Ela lembra que desceu 44 andares de escada em menos de 10 minutos.
Ela lembra de ter andado um quarteirão e meio de distância, meio em choque, sem saber o que fazer. Não tinha pânico, não tinha gritos nas ruas. Todo mundo tava em choque, todo mundo tava desorientado.
Foi um colega de trabalho que disse para ela ir paraa casa. Lulita Jackson pegou o último trem saindo dali. Logo em seguida, o serviço foi suspenso da região.
Ela tava no metrô quando as torres caíram. Molorita tinha sobrevivido a dois atentados no World Trade Center. 13 colegas de trabalho não tiveram essa sorte.
OK. Volta no tempo de novo. Eram 8:33 da manhã.
12 minutos antes do primeiro impacto, Kate Roma tinha começado um turno de 24 horas na Patrulha do Fogo de Nova York. A Patrulha do Fogo foi fundada em 1839 e operava de forma independente do Corpo de Bombeiros. Naquela data, a Patrulha do Fogo contava com só 100 patrulheiros, distribuídos em só três quartéis.
Ao contrário do Corpo de Bombeiros, né? A função da Patrulha do Fogo era proteger patrimônio, evacuar móveis e itens de valor. Naquele dia, tudo mudou.
A ordem chegou. Todas as unidades, bombeiros ou patrulheiros, deveriam se dirigir imediatamente para o World Trade Center para atender uma crise sem precedente. Essa ordem incluía o Kate Roma, mas não importava.
Kate Roma amava o que ele fazia. Ele entendeu na hora que o caso era de uma gravidade extrema. Kate Roma ligou pro pai pedindo reforço.
Kate já tava na rua, né? Já tava no no caminhão. Sirene ligado, mas ele sabia que podia fazer mais.
[Música] Arnold Rome, o pai do Kei tinha servido na Patrulha do Fogo. Tinha atuado 20 anos como policial em Nova York, tinha se aposentado serviço, mas ainda era um enfermeiro registrado. Naquela manhã, o filho dele chamou, o dever chamou, o filho dele disse o seguinte, abre aspas: "Pai, é melhor você vir para cá, eles vão precisar de todo mundo".
E o Arnold respondeu: "OK, K, tome cuidado, nos encontramos lá. Pai e filho nunca mais se falaram outra vez. " Arold Broma foi pra torre sul junto com a polícia.
Kidorre norte junto com os bombeiros. Kid 27 anos e era torcedor do time dos Yankes. Ele se alistou pro departamento de polícia e pra patrulha do fogo.
Ele certamente sentiu orgulho do pai dele. Ele certamente queria seguir os mesmos passos do pai dele. Não importasse os riscos, né?
Ele foi aprovado pros dois serviços, mas escolheu a patrulha do fogo. Ele realmente amava aquilo tudo. Ele era capaz de chegar na noite anterior do próprio turno, jantar com a galera e já dormir no quartel para amanhecer no trabalho.
No instante que o Kif Roma desceu do carro no 11 de setembro, ele já entrou em ação. A missão da equipe dele era uma só, ajudar na evacuação das pessoas na torre norte. Pela contagem dos colegas dele, K Roma foi responsável pelo salvamento de mais de 200 pessoas naquele dia.
Ele carregou uma mulher descalça nos próprios braços para que ela não pisasse no vidro quebrado que ele tinha coberto completamente o chão ao redor do World Trade Center. Kifom subiu o máximo que ele pôde na torre, não uma, não duas vezes, mas quatro vezes. Na quarta vez ele não voltou.
As torres gêmeas esmoronaram. O corpo do K só foi recuperado dos escombros três meses depois. Ele estava ao lado de outras nove pessoas que ele tentou resgatar, que ele tentou evacuar do prédio.
Os últimos momentos dele foram de tentar ajudar. Kif Roma foi a única vítima da patrulha do fogo de Nova York. A morte dele não foi contabilizada na lista de bombeiros que morreram no atentado do 11 de setembro.
na Wikipedia, nos jornais, nas enciclopédias, nas estatísticas oficiais do governo americano, todos falam em 343 bombeiros mortos naquele dia. Esse número dói até hoje no coração do pai, o Arnold Roman. Abre aspas.
Todas as vezes que nós escutamos aquele número 343, isso machuca. Isso deveria ser 344. A Patrulha do Fogo de Nova York foi extinta em 2006, 5 anos depois do atentado.
O dia que traumatizou o mundo é repleto de histórias, né? milhares delas, pessoas que morreram, pessoas que sobreviveram, pessoas que fizeram a diferença pro bem e pro mal. A gente escolheu aqui contar três dessas histórias.
Mohamed, Lolita Jackson, Keith Arnold. São só três ângulos, né? São muito poucos para contar toda a dimensão da tragédia.
Ainda assim, mesmo que fossem 30 personagens, ainda assim seriam muito poucos, né? Ainda se fossem 300, seriam muito poucos. Todos nós participamos do 11 de setembro em todos os lugares do mundo.
O choro foi único. Os ecos do 11 de setembro continuam suando até os dias de hoje. A história do mundo foi alterada para sempre.
A gente teve a guerra ao terror. A gente teve invasão do Afeganistão. A caçada ao Osama bin Laden, queda do Saddã Hussein.
Que o momento de agora seja o momento de refletir, né, de ter esperança, de honrar os mortos e buscar forças para continuar, buscar forças para impedir que eventos como esse aconteçam outra vez. E você, onde você tava no 11 de setembro de 2001? Obrigado por esse vídeo.
Se inscreve no canal, ativa o sininho. A gente sempre vai trazer histórias para vocês contadas por outros ângulos, histórias de pessoas, histórias reais, de eventos. contadas por pessoas com nós.
Obrigado pessoal, até a próxima. Fui.