Olá pessoal tudo bem pessoal tinha falado para vocês que eu tinha algumas dessas aulas já gravadas né mas eh como eu tive essa oportunidade de gravar novamente eu vou repassar todas as aulas todos os roteiros para colocar coisas bem detalhadas aqui para vocês tá então eh eu vou colocar aqui uma uma pequena aula para cada roteiro pra gente poder discutir todos os tópicos tem alguns tópicos que eu já passei para vocês eu não sei se vocês se recordam lá no módulo CCO do primeiro ano eu fiz uma conferência com vocês a respeito da introdução à
patologia então tem algumas coisas que vocês precisam Recordar dessa introdução à patologia né eu vou aproveitar que eu tô regravando as aulas para passar detalhadamente para vocês alguma dessas situações certo então vamos lá vou começar aqui com o roteiro um tá então nós estamos aí no módulo de envelhecimento e a gente vai falar um pouquinho nesse momento agora do roteiro um tá então o roteiro um ele pede para que vocês revisem a istologia da Pele que a gente viu no módulo passado né no módulo 7ete então uma coisa que tá bem recente aí para vocês
e desde que eu peça para revisar ele é passível de prova né então vocês repassem né revisem Todas aquelas eh camadas né da pele todas as camadas da epiderme também as camadas da derme porque a gente vai falar também do envelhecimento da pele né então vou mostrar aqui algumas coisas que acontecem na pele durante o processo de envelhecimento então eu tô pedindo para que vocês consigam correlacionar o processo de envelhecimento com a pele né com as fibras elásticas e fibras colágenas que que aparecem aí nas camadas da pele correlacionar também o processo de envelhecimento com
distrofia muscular Então aí tá um um uma pequena pequena recordação né das camadas da pele então aí a anatomia da pele durante o processo de envelhecimento a gente tem algumas ocorrências né que vão vai acontecendo naturalmente no processo de envelhecimento então a pele vai formando rugas né a epiderme que é essa camada mais externa que é formada por epitélio ela vai se tornando cada vez mais fina né então aquelas muitas camadas né Eu falei para vocês no módulo passado que a camada da epiderme ela chegava a ter 20 camadas de células na pele do um
indivíduo adulto Mas no envelhecimento ela essas camadas vão se tornando cada vez menores tá naturalmente a pele vai perdendo resistência e elasticidade Resistência é conferida pelas fibras colágenas você sabe que a fibra colágena ela é a fibra colágena mais ela é a fibra mais espessa né E também a fibra mais resistente então ela vai perdendo resistência por causa da perda dessa dessa fibra colágeno e também vai perdendo elasticidade por causa da fibra elástica que é formada por elastina né depois daqui a pouquinho a gente vai ver essas fibras também na microscopia a pele vai se
tornando mais seca né o corpo todo do indivíduo no processo de envelhecimento ele atende a perder água né E essa água também ela diminui nas camadas da pele as unhas vão ficando amareladas quebradiças e mais espessas né então quanto mais velho o indivíduo mais dura né é a unha e vai se formando outros tipos de anexos como algumas saliências verrugas também é possível se formar na pele eh algumas alterações também a gente vai percebendo como as manchas né Então as chamadas manchas Cis que é o que vocês estão vendo aí nessa imagem né essas manchas
acontecem na face né no colo no dorso das mãos né E ela tem uma coloração acastanhada essa mancha senil ela ocorre por causa da exposição prolongada da pele à luz ultravioleta a luz solar né Mesmo que a gente pegue só somente sol de maneira indireta nunca fomos lá de tomar sol mas a gente a gente pega de maneira indireta tende a se formar essas manchas né de coloração Castanha vai acontecendo também uma atrofia né em grau bem variável né com adelgaçamento difuso né Eh da pele Então vai fazendo aquele pregueamento característico que a gente chama
de aspecto de papel de seda né então a pele vai se tornando fininha Se você pegar a pele assim e puxar né de um idoso ela não vai retornar ao lugar de origem ela vai ficar vai demorar um pouco para voltar né então isso é característico da pele do Idoso ou seja vai ocorrendo uma perda de turgor o turgor ele é por causa da quantidade de água geralmente da nossa pele então a pele vai ficando lisinha esticadinha Então se perde isso com a passagem do tempo eh o tecido subcutâneo né ele também vai sofrendo alterações
Então nós vamos tendo fia aí de algumas glândulas né Então as glândulas na pele as mais comuns são as glândulas Sebá e as sudoríparas então elas vão atrofiando e vai também deixando de secretar as suas substâncias de de produção então diminui a quantidade de lipídios né de óleos que são jogados na superfície da pele e também a quantidade de suor de água né lançado na superfície pelas glândulas sudoríparas com o a diminuição da elasticidade da pele e também com a perda de água é como o aparecimento de rugas né e as proeminências ósseas vão ficando
mais acentuadas então o indivíduo costuma ficar com aquele rosto marcado onde está posicionado os ossos da face há uma queda aí eh da face como um todo né do queixo né das pálpebras então vocês estão vendo isso aí no meu rosto né a a pálpebra vai ficando mais caída ao invés daquela pálpebra levantadinha que a gente tinha quando mais jovem a formação desse bigode chinês aqui né o canto da boca fica sempre para baixo né a gente chama isso de bigode chinês também vai acontecendo com o processo de envelhecimento vai acontecendo também um alongamento dos
lobos da orelha né porque a cartilagem também vai diminuindo de de tamanho e aí vai ficando aquela pele mais flácida na região da orelha a epiderme ela tem nesse processo de envelhecimento uma redução de espessura por diminuição do número de células ou seja nós vamos ter uma diminuição da camada né Eh e normalmente as a camada que mais sofre perdas é a camada do extrato espinhoso então vocês se recordam que no módulo anterior né Eu falei assim para vocês que eh o extrato espinho uso é a camada da epiderme que mais tem camadas celulares Então
ela é aquela que tem uma maior quantidade de células E aí vai havendo uma diminuição principalmente nessa camada tá as células da camada basal né o extrato basal e o extrato espinhoso vai ter alteração de volume e de forma também e às vezes essa disposição vai ficando mais desordenada tá há uma redução do turn over celular ou seja quando a gente tá no período adulto aí jovem né a perda de células ela é compensada por uma substituição dessas células Então as células vão sendo substituídas e com o envelhecimento vai tendo uma uma diminuição nessa substituição
então aumenta muito o tempo para substituir esses extratos tá então há um aumento no tempo de reepitelização e isso vai fazendo com que as células vão diminuindo né Essas camadas de células vão diminuindo aí vocês têm a comparação entre uma mão eh de uma pessoa adulta Jovem à direita né de uma idosa esquerda né a gente acha que é mulher porque tem esmalte aí à direita né então por isso que eu falei no feminino então parece aí mão feminina mesmo para vocês compararem eh como vai se alterando né Essa característica da epid Derme nessa região
eh Há também uma perda de função da barreira né Por redução dos líquidos Eh desculpa dos lipídios do extrato córneo né então fica Esse aspecto de pele seca opaca e descamativa vocês sabem que a epiderme né Ela é uma barreira importante contra a entrada de microorganismos então com essa diminuição aí na quantidade de lipídios a diminuição na camada celular a gente também vai ficando mais suscetível a essas possíveis infecções que acontecem através da epiderme eh por menor que seja um trauma nessa pele geralmente ela causa manchas vermelhas né ou manchas bem púrpura que são as
chamadas equimoses Então isso que vocês estão vendo aqui né essa mancha avermelhada Então as manchas cenis vão se acentuando né vão se tornando hiperpigmentadas marrons né e eh vai deixando um aspecto de manchas principalmente no dorso da mão a Derme né a Derme também sofre com essas alterações há uma perda acentuada de elasticidade então a elastina que é a proteína aí que forma as fibras elásticas ela vai ficando mais fina e consequentemente mais porosa então vai ocorrendo uma perda nessa elasticidade vai haver uma atrofia né de alguns de algumas camadas dessa região da derme Então
vai reduzir a espessura da derme lembrem que a Derme né Ela é formada por duas camadas o tecido conjuntivo frouxo que tá logo abaixo do epitélio e o tecido conjuntivo denso não modelado que é uma camada um pouco mais profunda então tanto uma camada quanto a outra ela vai sofrer essas alterações tá com a perda da elasticidade da pele vai surgindo as rugas também vai diminuindo a quantidade de gordura nessa camada subcutânea né Vocês sabem que a gente tem aí abaixo da derme uma região que a gente chama de tela subcutânea que é onde fica
localizado o tecido de pouso né E aí também existe uma diminuição nessa quantidade de tecido de pouso com essa perda de elasticidade Então as rugas vão se eh formando nessa as regiões como eu já havia falado tem uma redução também de glândulas sebastes e sudoríparas eh com a diminuição da secreção a pele vai ficando mais seca mais áspera mais sujeitas a infecções como a gente já conversou e mais sensíveis também a mudanças de temperatura porque a glândula sudorípara ela tá envolvida diretamente com a manutenção da temperatura tá com a redução do tecido subcutâneo vai havendo
uma diminuição também na célula responsável pela secreção dessas camadas que é o fibroblasto então o fibroblasto é a célula principal envolvida aí com a secreção das fibras do tecido conjuntivo que são as fibras colágenas e elásticas então também há uma diminuição Na quantidade desses fibroblastos e consequentemente uma diminuição também da vascularização então diminui aí a quantidade de vasos nessa região tudo isso isso leva a redução de elasticidade redução da resistência da e do turgor da pele enrugamento da pele a pele vai ficando mais frouxa e mais pendente né Há uma diminuição da sensibilidade na superfície
da pele o fluxo sanguíneo é menor e a termorregulação fica prejudicada então aí um resumo geral de tudo aquilo que a gente falou até agora os pelos né que nascem aí na região da da do te do conjuntivo denso e não modelado também vai sofrendo alterações Então os pelos vão sofrendo embranquecimento principalmente em decorrência da apoptose ou seja da Morte programada dos melanócitos né então esses melanócitos eles ficam ali eh localizados no bulbo capilar né na região das células epiteliais que circundam o bolbo capilar os pelos vão ficando mais finos e mais né exceto na
face né que na face acontece o oposto aumenta a quantidade de pelos e a perda de cabelos né vai diminuindo a quantidade de cabelos há uma redução geral em todo o corpo né como falamos exceto aí na na face né E também as narinas tende de a ter um aumento na quantidade de pelos sobrancelhas e orelhas também vão tendo a quantidade de pelo aumentado tá no sexo feminino é comum surgimento de pelos no mento né que é a região do queixo e na região do lábio superior né O que a gente chama de buso tá
eh Há uma perda de pigmentação nesses pelos que vão se tornando brancos há uma inativação das células presentes no bobo capilar eh com isso vai havendo quedas de cabelo e também a calvice mais acentuada os pelos do corpo são os primeiros que diminuem né e depois na sequência diminuem também os pelos pubianos e os axilares aí a uma lâmina né então a a lâmina que a gente tem lá na nossa caixinha do morf funcional que é uma lâmina pra gente ver as fibras colágenas e elásticas os fibroblastos tá então são componentes importantes que vão sofrendo
alterações durante o processo de envelhecimento essas fibras elas são bem difíceis de enxergar na na Derme né na na região da pele então aqui nós colocamos uma lâmina que é de mesentério mas que serve muito bem para que a gente conheça aí a espessura e as características dessas fibras então aqui tá a imagem dessa lâmina Essa é a lâmina que a gente tem lá no laboratório né as fibras mais espessas eh são as fibras colágenas e as fibras mais delicadas são as fibras elásticas aqui elas estão com uma coloração diferenciada né as fibras colágenas estão
com uma coloração vermelha e as fibras elásticas estão coradas em azul tá eh no meio dessas fibras a gente tem as células responsáveis pela sua secreção que são os fibroblastos o fibroblasto é uma célula que é bem tem o citoplasma bastante alongado e por isso ele quase não não eh interage com o corante então a gente praticamente só vê o núcleo Então esse núcleo vermelhinho menor é o núcleo do fibroblasto que a gente vê espalhado aí no meio de todas as fibras nessa região do mesentério é comum a gente visualizar um outro tipo de célula
que tá envolvido com a defesa do organismo que é o mastócito e o mastócito ele tá presente também eh no tecido conjuntivo da pele né porque é uma das células que são estão localizados aí na na linha de frente do nosso sistema de defesa então na pele a gente também tem o mastócito o mastos é uma célula grande que tem o citoplasma todo pontilhado Pela foto não consigo mostrar para vocês mas quando vocês olharem a lâmina lá no laboratório e vocês vão olhar a lâmina no laborat né pessoal senão eu esgano vocês né Por favor
né tem que olhar a lâmina do laboratório viu gente então quando vocês olham a lâmina lá o mastos ele aparece com o citoplasma bem pontilhadas células aqui é a mesma imagem né então vocês vão vem aí a fibra bem espessa que é essa fibra vermelha e olha gente a coloração ela não pode ser levado muito a sério aí no caso tá eh no caso as fibras elásticas elas pegam o corante azulado porque elas são mais finas elas são mais delicadas mas se elas estiverem num plano microscópio acima Ela acaba ficando vermelha então aqui ó vocês
vem fibras elásticas vermelhas também tá bom então não use o padrão de cor para identificar as fibras vocês têm que identificar a diferença dessas fibras pela espessura Então essa fibra aqui ó que eu tô apontando Apesar dela estar vermelha ela é uma fibra elástica né E aí eu posso apontar ela na prova né só de sacanagem para fazer uma pegadinha para vocês né então a fibra elástica ela é mais fininha mais delgada mais delicada enquanto a fibra colágena ela é mais espessa então não usem o padrão de cor como para diferenciar essas fibras ok Aqui
está apontando os núcleos pequenos dos fibroblastos Então os núcleos são bem pequenininhos né e aqui azulada a o mastócito tá aqui um emaranhado né das fibras essas fibras são todas entrelaçadas esse entrelaçamento ele é assim também na Derme tá então as fibras elásticas estão entrelaçadas aí com as colágenas para aumentar essa resistência da pele Ok eh aí também tá apontando as fibras elásticas né Essas setinhas pretas estão apontando as fibras elásticas era isso aí Tá e agora pessoal queria entrar um pouquinho na patologia né entrar um pouquinho aí nos nas ocorrências patológicas que podem ocorrer
eh com o processo de envelhecimento que são comuns durante o processo de envelhecimento eh para falar também da patologia é muito importante que vocês estudem aí um pouquinho das lesões celulares né o que que acontece quando ocorre uma lesão celular eh recordem lá como eu disse para vocês lá no módulo c a gente conversou um pouquinho a respeito de Patologia né na introdução à patologia numa conferência Pega aquele conteúdo dá uma olhada em lesões celulares e dê uma olhada também no processo de estress oxidativo lá no livro do bogliolo tá o livro do bogliolo tem
um capítulo eh que fala é o Capítulo cinco se eu não me engano vai depender muito da edição ele tá no no capítulo 5 na na nona edição né mas é o capítulo que fala de estresse oxidativo que inclusive essa essa ocorrência do estresse oxidativo é uma das teorias do envelhecimento Tá bom então se eu não me engano vocês vão ter uma conferência da Lívia né da Lívia verzola que vai falar das eh teorias do envelhecimento e o estresse oxidativo é a teoria mais atualizada e mais aceita para explicar os processos de envelhecimento celular hoje
em dia então deem uma lida aí nessa teoria né do estress oxid ativo que é bem importante em relação às patologias né eu tô relacionei aí para vocês algumas alterações musculares que acontec com o processo de envelhecimento no caso aí o A distrofia do músculo esquelético né as distrofias são um grupo de doenças eh que geralmente tem causa genética e ela causa perda de massa muscular e fraqueza muscular Então essa distrofia ela pode acontecer em jovens né Principalmente quando há alguma doença genética mas ela pode acontecer também como decorrência do processo de envelhecimento então aí
aquele eh objetivo que a gente tinha lá no comecinho né que era correlacionar o processo de envelhecimento com essa fraqueza muscular com essa distrofia então existem diferentes tipos vocês vão ver isso ao longo da vida de vocês né então A distrofia muscular do tipo de duene e A distrofia muscular de Becker são as formas de distrofia mais comuns e elas são de causas genéticas né e hereditárias e geralmente são diagnosticadas na infância então a criança ela vai perdendo força muscular e ela vai perdendo a capacidade de andar tá mas não existe só esse tipo de
distrofia então existem aí alguns tipos de distrofia muscular que po pode se manifestar nas idades mais avançadas né dentre essas que atingem a a a as idades mais avançada tá essa distrofia muscular miotônica né que a gente chama de DM tá E aí né Eh ela é caracterizada por uma fraqueza muscular progressiva e ela vai provocando degeneração dos músculos esqueléticos então nessas pessoas mais velhas eh essa distrofia muscular ela apresenta assim um desafio maior né Um Desafio adicional porque ela vai se associando a diversas mudanças que vão acontecendo com o processo natural do envelhecimento então
é normal né é da do processo de envelhecimento que já haja uma perda de força muscular tá então se a essa perda de força muscular estiver associada ainda com o processo de distrofia né Eh isso vai acentuar ainda mais o problema dos indivíduos e que vão entrando nessa idade aí mais idade mais avançada tá então isso diminui muito a capacidade de regeneração dessas células né O que vai dificultando esse processo aí a gente tem algumas imagens dessa distrofia muscular esquelética essa distrofia não é uma distrofia genética tá não é uma dessas da infância essa que
tá na lâmina tá bom E aí vocês percebem né como eu tinha colocado lá para vocês olharem que há uma mudança eh na espessura dessa fibra muscular tá e o mais comum aqui é que a gente tenha um aumento na espessura dessa eh dessa fibra então a gente passa a chamar essa fibra de hipertrófica né então aqui ó nós temos no na no mesmo Campo os dois casos então em cima uma fibra que tá atrofiada ou seja tá num tamanho menor do que aquela fibra de tamanho normal e aqui embaixo uma fibra hipertrófica Tá além
de vocês perceberem essa fibra hipertrofiada vocês percebem que ela tem uma como parece uma porosidade né então muito espaços vazios no interior dessa fibra normalmente uma fibra adulta jovem que tá em bom estado ela tem uma cor um pouco mais eh densa né e não tanto essa fragilidade aí parece que ela as fibras estão separando né nessa imagem anterior vocês percebem uma fibra bem distendida tá aqui nós temos uma fibra mais atrófica e aqui uma fibra bem distendida então uma fibra hipertrófica e uma coisa que vocês percebem nessa imagem é essa perda de adesividade entre
uma fibra muscular e outra então o fecho muscular costuma ter fibras bem grudadas umas nas outras e aqui a gente tem essa perda de adesão então aqui uma imagem num aumento maior e essa músculo aqui tá cortado em corte transversal né aqui as fibras estão em corte longitudinal e aqui a fibra em corte transversal e vocês percebam né Vocês já viram isso em outras fibras musculares que o núcleo da fibra muscular saudável ela tende a ser perif como todas essas outras fibras aqui né então isso aqui seria mais ou menos o tamanho de uma fibra
normal tá e o núcleo sempre periférico num indivíduo com distrofia muscular é comum que o núcleo ele avance para o centro da fibra né isso acontece porque essa célula Ela já tem uma perda de arquitetura padrão e provavelmente ela vai passar por um processo de necrose E aí e esse núcleo ele tende a ficar no centro da fibra tá vocês diminuem eh vocês diminuem se vocês percebem né aí uma diminuição nesse tecido que mantém unida as fibras musculares então elas ficam mais afastadas tá aqui a gente tem uma comparação né bem interessante à direita uma
fibra que lembra o tamanho normal e à esquerda uma fibra que tá bem hipertrófica E essa fibra hipertrófica ela tá com o núcleo na posição Central né então geralmente os núcleos estão geralmente não né os núcleos das fibras musculares esqueléticas são periféricos né E aqui bem Central tá aqui nós temos imagens eh da distrofia lá do antipa essa distrofia é de uma pessoa de idade mais né uma pessoa mais jovem e aqui vocês percebem eh umas fibras mais escuras e uma fibra bem clarinha né bem eh apagada vamos dizer assim então acho que tem um
aumento aqui Aqui nós vamos aumentando então vocês percebem que essas fibras mais apagadas provavelmente são fibras que estão em processo necrótico tá então elas vão sofrendo necrose e vão ficando cada vez mais clarinhas quando elas vão eh entrando em processo de necrose é normal essas fibras serem atrofiadas então elas vão atrofiar e quando atrofia vai sobrando espaço então como eu falei vai eh parece que as fibras vão ficando mais eh longe umas das outras à medida que essas fibras elas vão se distanciando vai se criando aí no meio um tecido conjuntivo que vai fazer uma
fibrose vai fibros aí no meio tá essa fibrose Pessoal vocês vem que ela não era tão comum naquela fibra da lâmina Nossa que eu mostrei para vocês ela é mais comum aqui porque esse indivíduo é jovem né então o tecido con conjuntivo desse indivíduo como ele é jovem esse tecido conjuntivo ele é muito proliferativo então ele ocupa aqueles espaços que foram deixado vazio para fazer uma fibrose no indivíduo mais velho né Eh essa fibrose já não é tão frequente ela já é menor tá então a lâmina que eu mostrei para vocês anteriormente vocês percebem que
não não é tão comum a gente ver essa fibrose dessa região do endomísio né que é o que tá em volta das fibras nem do perimísio que é o que tá em volta dos feixes então a fibrose já não é uma ocorrência tão frequente tá aqui né a gente vê por exemplo nessa é fibra aqui é uma fibra que está bem hipertrofiada então uma fibra que aumentou bastante de tamanho e aí ela sofre como se fosse uma fratura né como se fosse uma quebra e é mesmo né uma lesão que acontece na fibra muscular que
a gente chama de splitting Então esse splight é como se eh a a fibra se rompesse mesmo né Partiu no meio a fibra tá então isso acontece quando essa fibra fibra tá em processo de hipertrofia aqui vocês vem algumas fibras de tamanho aproximadamente normal e outras com um núcleo bem Central né O que indica que daqui a pouco essa fibra vai eh estar como essa daqui já em processo necrótico com perda da cromatina né com núcleo eh bem fragmentado e a fibra já em processo de morte ok Aqui também algumas fibras necróticas né Vocês estão
vendo eu apontar aqui ó são todas fibras necrosadas que estão no meio aí das fibras aparentemente normais Ok então essa fibra necrótica ela morreu né quando ela morre ela vai ser substituída por aquela fibrose que vocês viram que que eu mostrei anteriormente e aqui algumas fibras que estão regenerando né Eh se o processo necrótico ele consegue né Eh ser interrompido ou seja se a fibra ela hipertrofiou ela começou a sofrer algumas lesões mas ela conseguiu reverter ela regenera tá então no caso essas células mais escuras que vocês estão vendo aqui são fibras que conseguiram se
regenerar então o núcleo Ele é bem volumoso tá e o citoplasma Ele é bem basofílico ou seja bem escuro então quanto mais clarinho tiver o citoplasma mais indicativo ele é de que a fibra Tá necrosando quanto mais escuro ele tiver maior é o indicativo de que a fibra está regenerando tá então pode ser que o indivíduo consiga regenerar algumas fibras e até recuperar a lesão Dependendo de qual é o motivo pelo qual essa lesão ela está acontecendo tá esse primeiro roteiro era isso tá mas daqui a pouco a gente conversa sobre o roteiro dois OK
até daqui a pouco i