dando continuidade então sobre o tema anquiloglossia então a gente já teve a definição do que é a língua presa a avaliação da mobilidade da língua e a importância de fazer essa avaliação ali na consulta e agora vamos falar sobre os tipos de freno no lingual Seguindo os tipos de freno nós temos também o papel do consultor em lactação temos o freno lingual na amamentação as ferramentas de avaliação que nos norteia e os tipos de intervenção Então hoje os tipos de freno lingual quando a gente fala de frênulo que é aquela camada aquela membrana que liga
o ápice da língua aloalo da boca do bebê ele existe pontos de fixação esses pontos de fixação é onde a gente Domina sobre frênulos anteriores e frênulos posteriores quando a gente olha aqui nesse desenho então ali no ápice da língua ele tem um frênulo considerado como anterior e ele chega até na fixação entre 1/3 médio da língua então seria aquela pontinha da língua é considerado quando tem essa membrana presa ali como frênulo anterior e tem um impacto normalmente ali na amamentação e é qual que a gente consegue visualizar mais fácil de identificar quando o freno
lingual ele é posterior ele tem uma fixação já na parte mediana da língua então é 1/3 médio da língua Ou mais lá atrás próximo do Assoalho da boca e temos os frênulos também submucoso e esses frênulos submucosos eles são mais dif difíceis detectar para quem não tem muito conhecimento então às vezes ali na maternidade passa essa avaliação do frênulo submucoso e ele é coberto muitas vezes por uma cortina de mucosa e às vezes o frenulo mucoso a gente consegue identificar fazendo a manobra ali na boca para observar realmente se existe ou não algum freno na
língua então quando a gente fala dos tipos do freno lingual a gente tem uma classificação a gente sabe que ela é dividido em anteriores e posteriores e normalmente os anteriores ele é do tipo um e do tipo dois e os posteriores do tipo TR e 4 o de tipo um a fixação do freno da língua ele é ali na ponta da língua então ele fica bem na pontinha como tá no desenho o freno o do tipo dois ele fica a fixação do freno no terço médio da língua então como se fosse esse ó um pouquinho
mais para trás e às vezes forma como se fosse a pontinha de coração quando a gente fala do tipo três aí ele é um mais do terço médio da língua mais lá atrás da língua e o tipo quatro são os frênulos submucoso que é aquele coberto pela cortina de mucosa a incidência do freno lingual é de 4 a 11% mas é entre bebês a termo quando a gente fala do freno lingual ele pode ser genético muitas vezes quando a gente faz a avaliação histórica ali da família a gente sempre pergunta se alguém da família tem
uma língua presa e ele ocorre mais em homens do que em mulheres então então o diagnóstico da língua presa ele é maior em crianças com problemas na amamentação do que da população em geral porque na verdade né quando você tem um problema na amentação você acaba tendo contato com o profissional que acaba fazendo também o diagnóstico da língua presa existe também o frênulo labial então a parte superior ali da boca o frênulo labial ele é considerado também um defeito congênito da linha média os os labiais eles são alind bem na dobra fina bem na parte
mediana do nosso dente aqui na frente ele é uma membrana mucosa também com fibras musculares fechadas que ligam os lábios à gengiva ele quando existe ele pode causar problema na vedação quando o bebê acopla na mama da mãe então ele tem um problema ali na vedação às vezes ele não consegue elevar o lábio superior e esse problema na vedação vai prejudicar onde na transferência de leite então o tratamento ele só é justificado quando existe dificuldades realmente na amamentação ou ali na parte dentária normalmente ele tem pouca evidência do seu impacto na amamentação mas ele está
relacionado com a amamentação dolorosa muitas vezes pro bebê fazer a força para manter acoplado na mãe pelo freno no labial a mãe sente dor no momento da amamentação então o freno labial ele restringe a amplitude do movimento ali do lábio superior isso causa uma retração então quando causa essa retração ele dificulta a eversão do lábio do bebê quando ele acopla na mama da mãe e a aparência do freio labial ele muda ao longo do tempo também então à medida que o bebê vai crescendo os dentes do bebê também descidos eles irrompem o freio labial ele
também vai afinando e ele migra para cima mas muitas vezes o bebê tem esse diastema que a gente chama Então esse afastamento entre os dentes aqui da frente então Eh essa esse freno labial ele pode sim prejudicar ali o acoplamento da boca né do bebezinho ali na mãe causa essa retração e ele também prejudica muitas vezes a pressão intraoral que existe ali dentro da boca e pode então afetar ali a retirada do leite Então qual o impacto principal quando uma criança tem um freno labial e pensando na vida aí adulta ele pode afetar então a
dentição como expliquei o diastema que essa ó como que tá nessa foto esse afastamento entre os dentes pode levar a care dentária pode causar também dificuldades na mamentação porque a vedação ali na mama vai ser prejudicada então quando a gente tem o prejuízo na vedação tem um impacto na transferência do leite tratamento também ele só vai ser justificado se houver alguma dificuldade de aparência nessa amamentação mas é importante dizer que as pesquisas hoje são muito restritas referente ao freno labial e como realizar esses procedimentos então o freno lavial ele também tem as suas classificações do
tipo um tipo do tipo 3 e tipo 4 o tipo um normalmente ele é considerado bem raro É um tipo raro e ele é pouco visto e ele é quando o freno ele não é visível na estrutura ali gengival a gente não consegue visualizar mas ele impacta na na mobilidade do lábio superior o tipo dois é quando a inserção está acima da borda da gengiva o tipo três já é quando ele está entre a inserção dessa borda gengival e o tipo quatro é quando essa inserção ultrapassa a borda gengival então ele vai além né indo
ao encontro lá meio que passando ali da da da parte gengival mesmo vai encontro do pál Duro Então os estudos científicos hoje sobre o freno labial eles são considerados ainda com poucas evidências mesmo eles não são tão fortes até que comprove sua eficácia por exemplo da intervenções cirúrgicas do freno labial eles estão tendo controvérsias se tem muito Impacto ali com o bebê ter alguma versão oral quando faz esse procedimento então que que a gente tem que identificar na consultoria quando a gente vai se esse freno ele tá realmente impactando ali na amamentação tá tendo um
prejuízo realmente referente aor da mãe se a mãe realmente tá não tá conseguindo amamentar por conta de um freno labial e lembrar que a gente precisa o quê encaminhar esse bebê para fazer uma avaliação diagnóstica então encaminhar para a equipe multiprof ional para observar sobre o fulo labial Então qual é o papel do consultor em lactação mediante a avaliação né de uma anquiloglossia Então a gente tem que ter um amplo conhecimento sobre a parte anátomo fisiológica da língua conhecer mesmo o assoalho ali da boca do bebezinho a gente deve sempre avaliar a dinâmica da amamentação
como um todo e a gente precisa pontuar por mais que a gente tenha achado por exemplo um freno no lingual ou labial a gente precisa ter avaliação como todo e avaliar se aquele frênulo realmente tá impactando na amamentação ou pode impactar também na estrutura oral do bebê é crucial considerar a individualidade então de cada bebê e o contexto familiar Aonde esse bebê tá inserido E lembrando que a gente tem que levantar o histórico dessa família principalmente se ele tem algum freno no lingual porque é genético quando a gente realiza por exemplo a manobra para elevação
para tentar identificar principalmente os frênulos do tipo quatro que são aqu de submucoso durante a avaliação é importante a gente fazer a manobra de fixação desse frênulo então durante a consultoria você tem que ser capaz de lá fazer a manobra quando você acha que tem um frênulo submucoso e observar a boquinha do bebê e explicar pros pais ó vou fazer isso vai ser rápido só pra gente Observar se tá tendo algum freno submucoso porque normalmente os frênulos mais fácil de identificar na maternidade é aqueles anteriores que é do tipo um ou Tipo dois quando passa
da ametade sobre tipo um tipo dois e cai pra gente porque tá tendo algum problema na amamentação pode ser que tenha esses frênulos submucosos e para ver a gente não consegue ver só olhando a gente precisa fazer a manobra então a gente orienta sempre a família de forma adequada quanto essa manutenção quanto a manobra quanto também a produção de leite Porque se o bebê tem um fren Elo pode estar impactando na produção de leite futuramente Lembrando que a produção de leite da mãe é oferta e demanda Então eu preciso ter um bebê realmente mamando eficazmente
na mam da mãe então se ele tem uma restrição né da língua a mobilidade não tá adequada Pode ser que os os estímulos de ordenha ali no seio da mãe não não estão sendo eficazes e não sendo eficazes no futuro ela pode ter uma baixa produção de leite então o que que é imprescidível quando a gente vai avaliar a amamentação que o profissional ele seja capaz de avaliar como todo a amamentação Mas também ele tenha o conhecimento de identificar esses possíveis problemas na avaliação oral do bebê Então quais são os impactos né do frênulo referente
à amamentação então ele causa um aumento da pressão negativa intraoral ali do bebê e com esse aumento da pressão negativa Pode ser que a mãe tenha maiores escores de dor no momento da amamentação ele tem estímulos de ordenha também menos eficazes Então ele pode se impactar a produção de leite ao longo do tempo tem estudo que fala entre 90 a 120 dias ali pós nascimento então é referente ao período autóctono que a gente precisa da oferta e demanda do estímulo ali no tecido glandular para realmente produzir né o leite adequado pro bebê e pode ter
também a exação do bebê porque ele se cansa tanto é para manter acoplado na mama da mãe que aí ele pode interromper a mamada dele precocemente então existe sintomas no bebê que a gente pode observar quando ele tem um freno lingu então normalmente é a dificuldade na pega e manutenção dessa pega muitas vezes ele não consegue manter acoplado muito tempo na mama da mãe ele tem múltiplas sucções para uma deglutição ele tem a perda frequente da mama então aquele bebê que acopa faz algumas sucções e logo solta AC cópula faz algumas sucções e logo solta
a mamada ela se torna longa né com intervalos bem curtinhos então às vezes ele não tá também ingerindo o leite adequado pro desenvolvimento dele ele vai ter dificuldade no ganho de peso pensando que ele não vai est mamando direito então isso vai impactar sim no ganho de peso dele o sons de cliques na amamentação então a gente escuta como se fosse uns estalo quando o bebê tá ali acoplado na mama da mãe então fica então esses sons de cliques ele é inadequado isso quer dizer que pode estar acontecendo uma vedação errada e ele tá fazendo
muita força para manter acoplado ali na na M da mãe então a gente escuta esses sons muitas vezes a gente vê covinha também na bochecha do bebê Então como compensação né de dificuldade dele levar a língua para extrair o leite da mãe a gente escuta esses estalos e pode ocorrer também a diminuição na abertura da boca do bebê então se ele tá tendo uma dificuldade com a língua ele não vai abrir tanto o bocão E lembrando que para uma pega correta o bebê tem que fazer um Bocão e na mãe então a gente viu os
sintomas no bebê e agora também existe alguns sintomas da mãe quando um bebê ele tem né essa língua presa então a mãe normalmente ela tem sim dor a amamentar tem estudos que mostra que a dor a amamentar por muito tempo pode levar um desmame precoce Ela também tem feridas nas mamas centrais principalmente na parte central Às vezes o mamilo sai em formato de batom eh normalmente a drenagem no seio ela é incompleta Porque o bebê ele não tá extraindo o leite direito ali da mama então sendo incompleta as mamas ficam mais pesadas no final da
mamada isso é um sinal positivo quer dizer que o bebê não mamou o suficiente com isso ela tem um engur jito mamário por Não bebê não ter extraído todo o leite da mama dela tem uma deformação no mamilo é como eu expliquei anteriormente da forma de batom e às vezes até pode prejudicar o vínculo entre a mãe e o bebê e pode levar a uma baixa produção de leite a longo tempo e por que de tudo isso então devido a pressão né que aumenta a pressão negativa ali intraoral do do bebê por ele tá tentando
compensar e manter ali acoplado na boca da mãe a pressão positiva que é ali realizado na ponta da língua do bebê então ele tá tendo aquele restrição de movimento aí acaba fazendo com que o bebê não não eleve então essa ponta da língua porque ele tá tendo a restrição do movimento então aumenta a pressão negativa e isso a mãe vai sentir dor então tem ali todo um uma desordem né na amamentação na parte intraoral do bebê e muitas vezes o bebê não consegue também fazer com que o mamilo da mãe chegue e entre naquela divisão
do páo dúo e páo Mor e isso pode fazer com que a mãe começa a ter lesões na ponta do mamilo O que leva a dor Então quais são as considerações desse módulo dos tipos de freno lingual e o papel do consultório em amamentação então é muito importante um consultor em amamentação saber identificar quando o freno lingual ele é do tipo 1 2 3 ou quatro Então quais são os frênulos anteriores e quais são os frênulos posteriores tendo em vista que os aspectos apresentados geral aqui nessa aula o consutor em lactação ele deve sempre correlacionar
os achados ali na amamentação então avaliar a mamada como todo né e ver essa dinâmica da amamentação e Observar se realmente aquele frênulo tá tendo um impacto na extração de leite da mama da mãe Lembrando que a anquiloglosia ele é um fator de risco para uma baixa produção de leite e dor al mamentar e a a gente não pode esquecer que essas duas causas são as principais causas de desmame precoce o dor ao amamentar e aquela sensação imaginária de pouco leite e a avaliação do freno lingual ela é apenas uma parte ali do quadro clínico
a gente avalia a dupla como um todo e hoje ainda a gente não tem e Estudos fortes sobre as intervenções cirúrgicas do frênulo labial