Olá, boa noite. Quem tá por aí para me dar oi hoje? Vamos lá. Ai, hoje mais tranquilo que semana passada, né, galera? Semana passada foi tenso, né? Eu não podia nem conversar com vocês direito. Ah, aqui. Deixa eu sair da outra tela. e ficar só nessa. OK. Oi, Garta, tudo bem? Aline, tudo bem, Pedro? Tudo bem, Gabriela, oi Gabi. Como é que tu tá? Quanto tempo eu não falo contigo, Lia? Tudo bem? Ih, Li, o que que aconteceu? Rosângela. Tudo bem, Gabi? Chegou teu caderno para ti. Então, gente, tudo bem com vocês? Hoje eu estou
na minha casa. Era para eu ter ido embora. Era para eh termos, era para eu ter ido embora, só que eu não consegui ir embora hoje. Eu só amanhã pra praia trabalhar de lá e segunda-feira eu venho de mala e cuia com os meus gatos, né? Mas ã Fernando, já dei. Boa noite, Fernanda. Boa noite, Gabi. Que bom, Gabi. Chegou, amor. Ué, o qu, Rosângela? Quê? Me conte. Então, hoje a gente vai falar sobre matérias primas, insumos e produtos, né, dentro do rap. É isso que a gente vai falar hoje. Semana que vem vai ter
um vídeo para vocês gravado, porque como é carnaval, eu não faço feriado de carnaval, eu vou est trabalhando normal. A única o único percurso que eu vou ter aí no meio do caminho é que na segunda-feira eu vou voltar da praia com os meus gatos, porque eles estão lá de férias, né? E tem um deles, o Coda, que ele enjoga na viagem. Sim. Então eu tenho, quando eu vou e quando eu volto, eu tenho que tomar muito cuidado, né? eu que levo e eu que trago, porque tem que ser com muito cuidado, com muita atenção.
Então eu vou aproveitar segunda-feira que não vai ter ninguém na estrada, quem tá trabalhando vai tá trabalhando, quem tá no carnaval vai tá no carnaval e daí eu volto para casa. Então eu sempre volto na segunda, no domingo de carnaval, na segunda do carnaval, em função disso, tá? Mas eu vou deixar um vídeo que vai ser sobre eh licenciamento simplificado na luz da 15190, certo? E essa semana a gente tem plantão, né, galera? A gente tem plantão dia 12, que é quinta-feira. Quinta-feira a gente tem plantão geral. Não lembro o horário, acho que é no
final da tarde. Bom, vamos lá. Hum. Boa noite, Letícia, boa noite, Gi. Boa noite. Ai, GTA, que bom que tu gostou, que chegou e tu gostou. É, é para ter chegado antes, mas vou te contar que foi uma novela para isso aí chegar. Bom, então hoje a gente vai falar de matériaspras, insumos e produtos, né, a dentro do rap. muita gente, muitas vezes, geram dúvidas em relação a isso. Então a gente toca em alguns pontos que tem que ser lembrados dentro do cadastro técnico federal lá na na aba de eh relatórios a serem submetidos. Se
você entrar na na aba do relatório do da matérias primas ou insumos, né, e ou insumos e a ou na aba de produtos, você vai verificar que existe uma listagem. Bem em cima, tem prod list. 2007. Esse Prod list 2007 é uma é uma planilha enorme. Se você for converter ela num PDF, ela vai ter mais de 200 páginas com certeza, onde a gente tem os produtos, serviços, é uma miscelânia, tá tudo ali misturado. E ali a gente consegue tirar as informações que a gente precisa, tanto para matériapra quanto para produto. É importante nós termos
alguns entendimentos, tá? O primeiro deles, eu não posso considerar ã matériapra como todas as matériaspras que eu vou usar. Por quê? Porque é impossível você relacionar todas as matérias primas ou todos os insumos que você vai relacionar. Então você vai relacionar aqueles que são mais eh coerentes, assim, os o maior volume. Então eu lembro que uma vez eu atendi um cliente, era uma montadora e ele uma das matérias primas que era muito importante para ele era molas e ele tinha assim uns 30 códigos de molas e a gente lançava molas e incluía todos os códigos,
né? Porque não importa a espessura do fio, não, não importa a tensão da mola, não. O que importa naquele momento é que é uma mola, né? Então a gente vai agrupando. Ah, eu posso, Rosério, eu posso agrupar ácidos? Pode. Só que qual é o grande X da questão? É você pegar essa planilha, baixar essa planilha antes, tá? E já procurar nela, tá? a gente consegue eh trazer ela para dentro do Excel, por exemplo, que daí eu consigo instalar filtros, fica mais fácil. Sim, você consegue. Inclusive, você consegue botar ela até em ordem alfabética, porque ela
não está em ordem alfabética. Hum. Então, e dentro e e ela não é uma planilha única, gente. A gente tem essa planilha, depois a gente tem uma planilha que eles falam lá que é a eh produtos, atividades que foram inseridas em 2018, que tá separadinho. Depois a gente tem mais um pedaço embaixo que tá separado por número de CAS. Depois a gente tem mais um pedaço que tá separado pelo número lá do do código Mercosul. Então, a gente tem uma série de informações flutuando aí no meio. Por isso que o ideal é colocar ela num
Excel para poder movimentar ela. Eu tenho ela no Excel, inclusive a minha tá a minha cara toda bagunçada, né? Mas eu tenho ela no Excel para eu poder movimentar ela. Por quê? Quando você entra no rap, você já entra com os códigos. Você não precisa ficar procurando, já bota o código e já faz a filandar que acaba sendo mais rápido, certo? Então você tem que ter atenção com isso. E eu não preciso lançar todos os itens. Eu vou lançar os itens que são mais relevantes, os que são mais críticos. Críticos em termos de volume, críticos
em termos de movimentação. Então eu vou lançar esses que são realmente mais significativos, tanto de matérias primas quanto insumos. Tem algumas atividades que elas não, a gente tá falando só de matéria prima insumo primeiro, tá galera? Tem umas atividades que elas não são tão ã significativas em termos de matéria-pra. Se você é um prestador de serviço, muitas vezes você não vai ter matériapra, tá? E aí o que que eu faço? Você vai colocar os insumos que você utiliza, né? Se você é um prestador de serviço, algum insumo você vai utilizar. Então você vai colocar o
quê? os insumos que você utiliza. Quando a gente fala em produto, lógico, gente, a gente vai colocar os insumos que são mais significativos, aqueles de novo, que tem um um montante maior. Quando a gente fala em insumos, tá? Ã, a gente tem que pensar uma coisa. O que que a gente tem que pensar? Logística reversa. Se eu vou lançar com, lembra que essas informações elas a qualquer momento elas podem ser cruzadas. Se eu vou lançar como como insumo embalagem, plástico, papelão, algo do gênero, e eu vou estar informando ali o quanto eu consumi disso como
insumo ao longo do meu ano. Eu preciso pensar que isso é uma informação que tem que refletir lá na minha logística reversa. Galera, eu tenho que ter isso em mente. Mente aberta. Não é só, sempre falo para vocês, não é só o rap, não é só isso aqui, não é isso aqui, é um universo que tem. E a gente tem que ir cruzando esses essas informações no universo. Então eu preciso pensar que se eu vou colocar meu produto, sei lá, pipoca, você sabe que eu adoro pipoca, né, gente? Gosto mesmo, tá? Ã, o sorvete, outra
coisa que eu amo também. H, eu vou ter embalagem, eu vou ter, então eu preciso pensar que eu estou declarando no meu rap os insumos, essas embalagens. E isso sim pode refletir lá no meu no meu na minha logística reversa, Rosele. Sim. Desafio vocês. Nós temos neste exato momento, nós estamos com 37 pessoas na sala. Manda um dedinho para mim, um OKzinho para mim. Quem dessas pessoas já processou isso? Já pensou na hipótese de que o que eu colocar de embalagem de insumo no meu rap pode refletir lá na minha logística reversa? Prometo que não
farei comentários, galera, mas eu quero entender até onde vocês estão indo com todo com tudo isso que a gente tá trazendo. Por quê? O que que eu percebo, tá? As pessoas que estão acompanhando já há um tempo e tão processando tudo isso e tão vindo com a gente, até o nível de perguntas que estão chegando melhorou muito, tá? Porque começaram a pensar fora da caixa. Então vamos lá, galera. Vamos vamos trazendo isso que eu quero ver até até porque eu quero trabalhar com logística reversa, tá? É uma coisa que uma uma questão aí que eu
quero trazer esse ano. E vocês já me ajudam com tudo isso, vocês já me ajudam a pensar um pouco a respeito do que trazer e como trazer, tá? Até que nível vocês já estão evoluindo em logística reversa. Isso vai me ajudar nesse sentido. Bom, mas vamos lá, vamos voltar. Ã, a gente precisa fazer essa correlação, galera. A gente precisa pensar, gente, o que eu vou colocar lá no rap de insumo de embalagem, logística reversa. Tô me de tô declarando, como é que eu vou botar um negócio no lugar e vou informar o outro lá na
logística reversa? Não vai rolar. Então eu preciso pensar fora da caixa, eu preciso trazer o todo para dentro disso, tá? Então muito, muita atenção para amarrar todas essas pontas, tá? Amarrem todas essas pontas. Precisamos dessas pontas amarradas. Produto. Vamos falar um pouquinho de produto agora. O produto é o objeto no qual a minha empresa precisa para se manter, né? Eu sempre brinco. Eh, eu tenho lá de produto, o que que eu tenho? Eu tenho, ã, o que que vai sair? O que que entra? Entra matériapra, entra energia, entra água, entra mão de obra, entra um
monte de coisa. O que que sai? O produto não, não sai só produto, sai um monte de coisa. com o produto que a gente não gostaria, mas é o produto que faz a empresa girar. Ã, nós precisamos pensar que este produto ele também pode ser um serviço, né? O produto também pode ser um serviço. Aquela atividade que ela não tem matériapra porque ela é uma prestadora de serviço, que ela vai só informar insumos lá no relatório de matériapas e insumos, ela não vai ter um produto pronto, ela vai ser um prestador de serviços. E aí,
às vezes a gente cai no quê? Nos prestadores de serviço que não estão previstos na nossa querida lista do eh RAP. E nós temos vários prestadores de serviço que não estão previstos ali, né? Se a gente olhar depois a gente pode até pensar, a Rafaela, sei que a Rafa já entrou aí, a Rafa pode, eu eu tirei o óculos, tá? Porque acho que tá me dando uma alergia no olho de novo e eu não tô enxergando nada do que vocês estão escrevendo. Depois eu paro e olho tudo, tá? Mas a a Rafa pode nos ajudar
aí em em pensar, né? Eh, se vocês quiserem a lista, a gente pode fornecer essa lista para vocês, mas daí eu deixo pra Rafa pensar como é que ela vai fazer isso, porque isso acaba sobrando para ela, né? Mas a gente tem que pensar como é que a gente vai lançar esta prestação de serviço quando essa prestação de serviço não existe. Porque se a gente for olhar na lista uma prestação de serviço, por exemplo, voltada paraa questão específica, ambiental, né, de que seja de dentro do próprio processo da logística rever. Você percebem que eu já
tô estudando, já começa a juntar tudo, né? que seja o próprio processo da logística reversa ou que seja, sei lá, um armazenamento, uma uma segregação de material. Isso não, essa atividade de serviço, ela não existe para eu ah identificar ela. Para tratamento de afluente até até tem alguma coisa, mas para resíduos sólido não tem. E aí o que que a gente faz? Bom, a gente vai ter que lutar com aquilo que a gente tem. A gente tem lá um um geralzão que é outros resíduos não perigosos ou outros resíduos perigosos. Eu usaria isso lá nos
44, 44 lá, aquele monte de dígito que é um monte de quatro, eu iria naquela linha ali, porque realmente esse serviço não existe, não está relacionado. E os receptores de resíduo, eles precisam colocar essa informação porque muitas e muitas e muitas e muitas vezes os receptores de resíduo acabam colocando o quê, né? eles acabam colocando eh como matériapra todo o resíduo que eles receberam, o que não tá errado, tá? E como produto, todo o resíduo que eles receberam, só que aí onde é que tá a atividade que foi realmente desenvolvida. Então a gente tem que
parar e pensar nisso, porque o resíduo recebido no caso de um destinador não é o resíduo dele. Ah, Razéli, eu sou, eu trabalho com um destinador, eu sou um destinador e eu pego todo o resíduo que eu recebo dos geradores e coloco lá na parte de resíduos. Não, lá na aba de resíduos, dos meus resíduos de como gerador, eu vou botar os resíduos que eu gerei, não os resíduos que eu recebi, porque os resíduos que eu recebi, quem vai colocar isso vai ser o gerador do resíduo e eu vou fazer o quê? Eu vou dar
OK lá como destinador. Então essa relação ela precisa acontecer. O gerador informa o resíduo que ele gerou e eu informo o resíduo que eu destinei. Ah, mas Rosele, eu como eu trabalho com gerenciamento de resíduos. Eu sou uma empresa que recebe resíduos, eu também gero. Eu vou gerar e destinar o meu resíduo? Sim, se você destina o seu resíduo, você também vai gerar e destinar o seu resíduo. Mas o resíduo lá da empresa do tio Patinhas que ele mandou para você, quem vai gerar o resíduo é ele. Você não vai ser gerador do resíduo dele.
Porque o que que acontece, gente, quando a gente faz isso? Os resíduos eles começam a entrar duas vezes na conta. O mesmo resíduo vai entrar duas vezes. O gerador vai colocar ele e você como destinador também vai colocar. Isso tá errado. Agora eu preciso dizer para vocês, com o meu coração partido, que infelizmente temos algumas alguns órgãos ambientais que entendem que tem que ser feito desta forma. A gente tá fazendo um trabalho para uma empresa aí que o órgão ambiental quer que a empresa informe do PGRS dela os resíduos que ela recebeu de terceiros. Ela
é um destinador. Só que eu não, na minha concepção, isso tá totalmente errado, porque não são os resíduos dela. Ela vai fazer um plano de gerenciamento dos resíduos que ela gera. Aqueles resíduos ali, eles já entraram no plano de gerenciamento do gerador daqueles resíduos. Se ela também colocar, ele vai entrar duas vezes. Por quê? Porque esses planos, a base desses planos é o que alimentam os planos municipais, os regionais, que vai alimentar o plano estadual, que vai alimentar o plano federal. E aí, o que que a gente vai ter? A gente vai ter resíduo entrando
duas vezes. Opa, para aí. E aí vai dar uma bagunçada em tudo? Porque ah, o tal resído, quanto de resíduo perigoso foi gerado? Ah, foi gerado isso aqui vezes do porque ele tá entrando duas vezes no sistema. Isso tá equivocado? Sim, está equivocado, não está claro como isso está funcionando. Então, nós precisamos nos ater neste detalhe, porque tudo é autodeclaratório. Se eu declarar que eu gerei 10 toneladas de areia de fundição e eu não tenho fundição, como é que vai ficar essa história depois? Eu declarei, é autodeclaratório. Eu disse que eu gerei isso, mas R
Maselha, eu não gerei. Então eu não posso dizer que eu gerei isso. Pensem que como é autodeclaratório, se eu disser que eu gerei, a geração é minha. Se der algum problema, a responsabilidade é do gerador. Quem é o gerador? Eu declarei que eu sou gerador. Então, quando a gente vai falar em matérias primas, insumos e produtos dentro do RAP, a gente tem que pensar no todo que isso vai englobar, até aonde nós vamos com a nossa linha de raciocínio. Nós precisamos abrir a visão. Bom, já sei que é autodeclaratório, então eu tenho que dar um
passinho para trás para eu poder dar um passo pra frente. Quais são as informações que eu vou colocar? Às vezes, ah, eu vou colocar todas as informações, beleza, coloca, mas lembra que a tomada de decisão não é nossa. Nossa é qual o nosso papel? Análise crítica. analisar criticamente aquilo ali e entender criticamente aquilo ali e passar adiante a nossa avaliação para que seja tomada a decisão. A decisão é nossa, não é autodeclaratório. Nós vamos só entender o que que é que a gestão da empresa quer fazer para nós fazermos isso e dar suporte para que
a decisão seja tomada. Mas a decisão não é nossa, a decisão é deles, porque isso vai impactar em um monte de outros pontos que precisa ser levantado. Então nós precisamos ter essa sensibilidade, gente, entender a lógica disso. Ah, mas Rosele, eu outra outro detalhe, né? Ah, mas Rosele, eu tenho eh eu a minha empresa eu vou eu vou botar aço. Eu vou botar aço porque ela compra aço, ela opera com aço, ela usa aço. Então ela botou lá, eu vou colocar o ano passado ela comprou 100 toneladas de aço o ano inteiro. Maravilhoso, muito bom,
tá? Mas você vai lançar esse aço como matériapra, não tem menor problema, tá? Você vai lançar qual atividade? Atividade fim que de alguma forma processou esse aço. Seja uma metalúrgica que faz mesa, cadeira, cabeceira de cama, sei lá. Você vai ter que movimentar isso de alguma forma, certo? E lá no resíduo vai ter que ter alguma coisa de de se botou ele como matériapra e o foco do seu processo é isso, você vai ter que botar o resíduo lá. Então você tem que avaliar quanto foi gerar de resíduo, porque de repente você comprou 10 toneladas
de aço num ano e gerou 11 de resíduo, não dá. Tem que ter uma coerência, tem que fazer sentido, tem que ter lógica. Aí os resíduos você até consegue pegar na grande maioria com coerência, porque você vai pegar isso lá nos DMRs, nos MTRs da vida. Porém, a matéria-pra um relatório que você vai pegar do cliente. Então, o que que é importante eh que eu tenha nesse meu relatório? Aquelas matérias primas que realmente fazem, impactam a minha produção. O que que é a minha produção? A minha produção, eu sou uma fábrica de pipoca, então a
primeira, minha primeira matériapra vai ser o quê? Milho de pipoca. E o que que eu vou ter de insumo? Eu vou ter gast porque eu vou ter que aquecer esse milho de pipoca para fazer essa pipoca. Então eu tenho que pensando as coisas que estão eh relacionadas no meu processo que está licenciado, que está autorizado dentro do cadastro técnico federal, ou seja, o meu processo que foi enquadrado numa ficha técnica de enquadramento. E é por isso que eu estou submetendo o RAP para a partir disso eu montar as informações que eu vou colocar lá dentro.
Ai, galera, deixa eu botar aqui porque eu cheguei voando e esqueci de ligar. Tá acabando minha bateria. Só um minutinho. Mas eu também não posso esquecer sobre hipótese alguma. Pessoa não enxerga. Faz umas caixinhas bem escondidinha. Depois nem eu acho a tomada. Eu não posso esquecer sobre hipótese alguma dos reflexos que isso pode ter lá na frente na minha foi na minha atividade. Então eu preciso pensar o meu rap como um todo e não só as pontas soltas. Ã, uma coisa me chamou muito atenção no evento que nós fizemos na semana passada, os três dias,
né? Eh, me chamou muito atenção que eu eu tinha as eu foram muitas muitas muitas perguntas. Dentro do possível, eu tentei responder todas, né? Como eu vou tentar fazer isso hoje também. Ã, eu tentei responder todas, mas o que que eu percebia, né, que a maioria das perguntas eram assim: "Ah, uma atividade precisa de rap. Ah, uma atividade precisa de rap. E gente, e eu sempre respondi para todo mundo a mesma coisa, né? Tem que avaliar a ficha técnica de enquadramento, tem que ver o enquadramento da atividade, tem que ver enquadramento da atividade. Por quê?
Nós precisamos entender que o RAP ele ele é uma uma obrigação do cadastro. Agora, preciso ou não RAP? A pergunta não é essa. A pergunta é preciso ou não cadastro. A atividade que eu tô desenvolvendo, que vai ser objeto do meu cadastro, ela é passível de ser enquadrada ou não? Se ela não é, acabou o assunto. Se ela é, eu vou fazer o enquadramento dela e aí eu vou pensar no rap. Porque o rap é um reflexo da atividade que eu tô desenvolvendo. Eu brinco sempre com vocês, né? Tem algumas, eu sempre trago a pipoca
ou tupatinhas, né? Essas coisas. Vamos lá. Eh, vamos fazer um exercício agora em relação à matéria-prima, insumos e produtos, tá? Vamos lá. Eu tenho uma atividade que é passível do cadastro técnico. Vamos lá. A minha atividade passível do cadastro técnico é ã matrizaria. A minha atividade passível do cadastro técnico é matrizaria. Beleza? Eu eu tenho uma fábrica de brinquedos e dentro da minha fábrica de brinquedos eu tenho uma matrizaria que produz as matrizes para fazer os os brinquedos injetados, tá? Ã, fábrica de brinquedos não é passível de cadastro técnico federal quando é injeção de plástico.
Só injeção de plástico, não é passível de cadastro técnico federal. Beleza? Então, os brinquedos, a injeção dos brinquedos não são passíveis de cadastro técnico federal. aqui o assunto, mas a matrizaria é, inclusive ela entra dentro da metalúrgica a categoria 3, deve ser 3.11 ou 3.10, tá? A matrizaria é então qual é a minha atividade? minha atividade, indústria metalúrgica, fabricação de matrizes. Ponto. Não vou discutir isso. Bom, essa é a minha atividade. Quando eu vou buscar a minha o meu produto, né, dentro do cadastro técnico federal, o que que eu vou buscar? Eu vou buscar confecção
de matrizes que eu faço. Eu não vou buscar uma atividade que eu não desenvolvo, OK? Quando eu for lançar matériapra e insumo, ah, eu vou lançar todos os polietilenos de alta densidade que eu compro lá para para fazer os brinquedos. Não, porque a atividade de brinquedo, ela não é passiva de cadastro. Eu tenho que lançar matériapas, insumos da atividade que é passiva de cadastro. Você não vai fazer o menor sentido. Você desenvolve uma atividade de fabricação de matrizes e matériapra você bota polietileno de alta densidade, PAD. Então essas conexões elas têm que ficar claras. A
gente tem que pensar isso. É tudo auto declaratório. Agora vocês imaginam, eu ponho matériapra polietilando de alta densidade. Vamos evoluir, tá? Eu até botei o aço lá que eu uso para fazer as matrizes também. Eu até botei aquilo lá, mas eu botei o plástico porque eu compro muito. Show de bola. Você botou o plástico, você compra muito. Você botou essa atividade, ela não tá no cadastro técnico federal, mas você disse que você tem essa matériapra. Se você tem essa matéria-pra, essa matéria-pra entra no teu processo. Ela vai refletir aonde? Lá na logística reversa. A gente
tá falando de polietil de alta densidade, passivo de reciclagem. Então, eu vou criar um problema enorme para algo que eu não nem precisaria no primeiro momento tá me preocupando. Vocês entendem a relação de tudo isso e a necessidade da gente entender e pensar um pouco fora da caixa e processar todas essas informações? Por isso que hoje eu trouxe esse assunto, porque eu já vi algumas pessoas, na verdade não perguntam, mas comentando coisas que na minha leitura se completam, né? Tudo é autodeclaratório. Eu preciso ter o entendimento para conseguir fechar tudo isso. É uma questão praticamente
de lógica matemática. Gente, eu vou para as perguntas agora porque eu vi que tem entrou muita, muita, muita, muita coisa, tá, galera? Então eu vou dar uma olhada aqui, ã, aqui. Deixa eu lá em cima na minha lista. Bora lá. Chegou o caderno da Gabi. Amei. A Rosângela. A Luís, eu já tinha dado boa noite. A G também, a Letícia também. A Suelen também. A Guerta amou o caderno. Que bom que vocês estão gostando. Vai ter alguma live de carga polidora? Vai, vai. vai ter uma carga, uma live sobre balanço hídrico. Vai ter uma uma
live sobre balanço hídrico no dia 3 de março. Aí agora eu vou ter que pedir ajuda pra Rafa se vai ter se vai ter uma live de carga polidora. Mas Letícia tem um aulão gravado lá na plataforma, tá? Entra lá na plataforma, tem um um aulão lá gravado, tá? Que eu fiz, que eu ensino, liberei as planilhas, tudo isso, tá? Eu sei que vai ter dia 3 de março, eu sei que a gente vai ter sobre balanço hídrico. Isso eu sei que a gente vai ter, porque eu eu sempre na carga polidora eu falo de
balanço hídrico. Acho que esse ano eu vou falar só de balanço hídrico, porque já tem um aulão de carga polidora. Mas daqui a pouco a Rafa responde aí para nós, tá? Oi, Rafa, boa noite. Oi, Andreia, boa noite. Guerta, o ideal é usar sempre o mesmo código de todos os anos, certo? Sim. Se se a tabela é a mesma, tá? Como a gente tá usando a mesma tabela desde 2007, 2008, tu pode usar, mas tu tem que ficar bem atenta, porque quando tem a revisão da tabela, tu tem que revisar também. E quando tu vai
lançar, dá uma olhada para ver se é a mesma coisa, tá? Dá uma uma conferida. Vivian, boa noite. Tati, boa noite. Charline. OK. Fica gravado até amanhã? Sim, fica gravado essa aula fica gravada, Charline. Fica, fica gravada. Tati, boa noite. Lissandra, a logística reversa me dá até um arrepio. Somos duas, então. Somos duas. Estou envolvida até o último fio de cabelo com isso. Pois é. Então, eu também tô olhando bastante coisa. Até porque tá me entrando muita coisa pela minha empresa de de advocacia. Nesse sentido, eu já fiz várias coisas, até defesas, mas entendimentos. Tem
outros escritórios de advocacia que estão me procurando para pedir parecer e tal. Eu também tô bem enrolada com isso. E eu quero tirar um tempo assim para ficar uns dois, três dias mergulhada nisso. Era minha ideia fazer isso no carnaval, mas eu tive um imprevisto no final de semana. não consegui evoluir minha vida, tive um um imprevisto pessoal e eu, para ser bem franca com vocês, essa semana acho que hoje é terça, hoje que eu tô aterrizando de novo, sabe? Tive uma perda bem grande de um familiar que me abalou muito e hoje eu tô
conseguindo voltar assim pro pro mundo. Eu fiquei bem fora e a Rafa também teve função com o filho dela que quebrou o braço. Então esse final de semana foi o caos para nós duas. Então eu atrasei muita coisa. Inclusive, pessoal, quem mandou pergunta, hoje eu vou gravar todas as respostas. A hora que terminar a live aqui, eu já vou gravar todas as respostas. Me perdoem, eu ia fazer isso na sexta e no fim, em função do que aconteceu, eu não consegui, mas hoje eu já faço, tá? Fiquem tranquilas que eu já mando para vocês. E
eu quero mergulhar, botar minha vida em dia e e dar uma boa geral na na n na na nessa questão de logística reversa. tudo que eu já estudei, tudo que eu já revi, olhar todas as minhas anotações. E outra coisa também que eu tô estudando, na verdade, antes da logística reversa, eu já comecei a estudar, é a questão da valoração de ativos ambientais, não passivos, ativos, tá? Tô estudando bastante sobre isso e tá sendo bem bem legal assim. Preciso voltar ao planeta para aterrizar direitinho. Ah, o Sérgio tá me dizendo que ele não tinha pensado
nisso. Beleza. Pois é, Sérgio. A Tát, boa noite, Guerta. Não tinha pensado nisso, mas faz muito sentido. Pois é. Aí a Hana disse: "Misericórdia". Eu digo: "Chama Jesus que ele vem". Né? Porque é só ele às vezes para ajudar e às vezes nem ele quer aparecer, né? Vamos combinar aqui. Às vezes fica tão tenso. Até três meses atrás. Não, tudo mudou depois da depois da multa do Imaçul. Ah, Gi, eu tô com Iaçul desde 21 ou 2020 que eu tenho Pega com IMS. E eu te digo que é uma aventura, né? É uma aventura porque
eles pedem coisa que nem eles sabem avaliar, né? Bom, Gi, nós vamos marcar um horário para nós falar mal junto, né? Porque olha, estamos só com três acordos setoriais desde 2010. H ah sim. É, na verdade nós não temos nada ainda, né? Né, Alessandra? A gente tem um arcaboo legal, bem robusto, que não funciona, né? E eu na minha leitura, outro dia até tava conversando com uma pessoa e para mim é muito claro que a logística reversa e o problema da logística reversa é base. Enquanto os órgãos ambientais não definirem o que eles querem e
as coisas não começarem a ficar unificadas, nós nunca vamos ter, gente. Porque assim, as metas que nós temos para bater é impossível nós bater, porque nós não temos a metade do material que as metas querem. E na documentação aparece, nos relatórios aparecem. Por quê? Porque todo mundo lança duas, três vezes a mesma coisa. Então assim, é um trabalho que tem que vir de base, tem que vir aqui de baixo os entendimentos e não, e quando eu falo que tem que vir de base, eu não tô falando ã do empreendedor, eu tô falando de todo mundo,
do órgão ambiental, de todo mundo. Todo mundo tem que aqui, ó, alinhar os entendimentos na base, né? Só que aí a gente pega assim, onde é que a gente tem uma boa base para esse entendimento, a gente tem a NBR 17.100, 100. A NBR 17100, ela tem uma base bem interessante, só que nós tivemos uma reunião, eu e a eu e a Rafael outro dia com uma pessoa bastante envolvida e bastante influente na área, que consegue pensar fora da caixa, é inteligente. E quando nós fomos falar que nós temos uma base boa na NBR, a
pessoa disse: "Ah, mas eu não gosto da NBR". A Rafa tá aí para confirmar, dizer sim ou não. "Ah, eu não gosto da NBR". Cara, não é uma questão de gostar ou não gostar. A gente precisa padronizar. Ah, mas a NBR ela padroniza a classificação de resíduos. Sim, ela padroniza a 1064 padroniza classificação. Ah, mas eu não gosto dela. Mas daí eu fiz a minha pergunta inocente. Tudo bem. Então, o que que nós vamos usar para classificar resíduo? Eu acho que não é uma questão de gostar ou não gostar. O padrão ele existe e para
as coisas funcionarem, nós precisamos entender todo mundo, falar a mesma língua, todo mundo ter os mesmos conceitos, todo mundo ter o mesmo padrão. Se não for assim, é uma torre de Babel, cada um fala uma coisa, cada um fala uma língua e ninguém se entende, né? E estoura onde? No empreendedor. Então, né? Bom, fecha desabafo, já falei demais hoje. Aline, eh, Rosele, já vi muitos relatórios onde os insumos foram informados e o eh, informando o produto fabricado era o produto fabricado. Não, o insumo é insumo, o produto é produto, né? Mas tem bastante esse erro,
Aline. Infelizmente tem bastante. Oi, Elinete, boa noite. O Iassu é exceção. Ministério MP eh atuou e os outros 26 estados, um fiasco. Pois é, mas até mesmo dentro do Imaçul é complicado, porque tu vai fazer um protocolo. Como é que tu faz um protocolo dentro do Imaçu? É uma novela para fazer um protocolo no Imaçu, né? Aí tem que entregar o relatório pro Imaçu. Aí tu contrata uma empresa que vai fazer um relatório que não diz nada com nada, não mistura, não, não, não, não tem, tu nem sabe quem é as empresas que estão dentro
daquele relatório. Então, tem algumas coisas que precisam ser revistas, sabe? Eu acho que quem quem quem vai fazer o processo tem que no mínimo entender o processo. Tem que no mínimo entender o processo, como é que é o mundo real. Porque gente, o ideal é fantástico, né? Mas a gente vive no real. Como é que o mundo real funciona? Indústria eh que também comercializa, revende o produto pronto, como fica a declarar? Não entra matériapra, mas sai produto acabado, declara só o produto. Eh, sim. Só que de novo, ela tá no, ela tá enquadrada no cadastro
técnico federal. Por quê? Porque ela produz alguma coisa. Então ela vai declarar o que ela produz de porque a atividade de comercialização, salvo que seja produto químico, só que daí produto químico tu também produz, né? Porque tu tá lá na categoria 15, se ela não produz, ela só vende, salvo aqueles produtos que entram nas exceções, os perigosos e etc, etc, não é passível de cadastro, tá? Não sei se eu me fiz entender. Atendo indústria de pescado. Pescado é minha matériapra e produto. Sim, tu tem que tu vai dar eh ele vai entrar de uma forma
e vai sair de outra. Desculpa. Ele vai entrar como matériapra com com um nome e vai sair processado com outro nome, tá? Ã, Lisandra, acho que precisamos eh precisamos preciso conversar com você. Ai, Gi, transporte de GLP, matériapra e produto. E matériapra e o produto seriam os botjões. O transporte é o serviço, tá? Ã, eu entendo que tu não tem matériapra nesse nessa nesse caso. Tu só tu só presta o serviço de transporte. matériapra não é tua. Tu pode ter insumos que vai ser o combustível do teu caminhão, algum EPI que alguém vai utilizar, sei
lá, os os o os pneus que tu vai tu vai trocar. Então tu vai ter insumos. Matériapra tu não vai ter porque os o produto não é teu. Se os se os botijões fossem teu, mas ele não é. OK. Boa noite, Shirley. Aline. Matériapra é tudo aquilo que será transformado no processo produtivo. Entro no processo e vira parte do produto final. É isso aí. Produto é o resultado final do processo, aquilo que foi gerado após as etapas de transformação. Palavra-chave. O processo chegou esse material com resultado final ou intermediário. Ã, o processo entregou este este
material como resultado final intermediário. Sim, só que também pode ser não, o teu produto também pode ser um serviço, tá, Aline? Partindo do princípio que tem serviços que são passíveis de cadastro, como transporte. Então, tu tem que levar em conta isso, a própria questão de um dos serviços, né, lá na lá na que são bem polêmicos, por sinal, lá na categoria três, lá na metalurgia, tu tem serviço de tratamento térmico, tu tem serviço de galvanoplastia, toda essa prestação, tudo sob contrato. Então, se é sob contrato, é prestação de serviço, não é não é trabalho interno,
é feito para fora. Então, toda essa essa esse material que tu esse essa prestação de serviço que tu faz é um produto, o teu serviço é um produto, tá? E ali tu vai ter matériapra, sim. Tu vai ter os insumos, que é o os produtos que tu vai utilizar para desenvolver a tua atividade, ok? É tudo aquilo que é necessário para o processo aconteça, mas não vira parte do produto. Ã, pode ser que vire. tá num num sal de temppera, ele faz parte do produto porque tu vai depositar num sal de um sal de tempera
não, mas um sal de cementação, tu vai depositar o carbono do sal na peça, então ele vai inserir, ele vai estar contido no teu produto de forma ã indireta, mas vai, tá? Mas o entendimento é esse mesmo. Se for eh se foi feito o ano passado, eu preciso mudar este ano. Comecei a empresa agora, não sei se devo mudar algo. Não, tu vai tu submeteu em 2025 as informações de 2024. Agora em 2026 tu vai estabelecer a as informações de 2025, tá Evely? Tem que pensar para fazer a conta aqui. O que me obriga a
fazer a logística reversa? A legislação. A legislação federal fala sobre isso, mas tu tem que seguir o que preconiza o teu estado, porque é ele que regulamenta, tá? o macro, o guarda-chuva é a legislação federal, mas é o teu estado que vai trazer os os detalhes. A gente não vamos começar a falar em logística reversa hoje, senão a gente não vai sair daqui. Ã, a Rafa pediu aqui assinantes que não receberam caderno. Calma. É, pois é, já tinha que ter recebido a legislação vigente ali. Aand já tinha respondido. Carga poluidora tem o aulão dentro do
canal. Ficou bem legal por sinal. E até acho que a gente vai ter plantão também, tá? A gente tem alguns plantões aí, quem tem quem tem problema na carga polidora e os alunos vem pro plantão e traz o assunto. Adoro falar de carga polidora. Vejo empresa que lança matériapra consumida e empresa que lança matériapra adquirida, assim como o produto acabado, uns faturados e outros produzidos. Eu entendo que tu usa matéria-pra eh produzid utilizada e produto fabricado, porque o que que interessa é o teu processo produtivo. Então tu pode ter um depósito cheio de matéria-prima, mas
tu vai contabilizar aquilo que foi utilizado, porque a matéria-pra que foi utilizada gerou aquele produto e gerou aquele resíduo. É uma cadeia matériapra que tu utilizou. Se tu tem estoque, problema teu que tá com material, dinheiro parado no estoque, o teu produto que foi produzido, tá? Se foi vendido ou não foi vendido é outra história, mas o que foi produzido para para te realmente o resíduo que foi gerado, porque senão não vai conversar. Se tu lançar toda a matériapra, tu vai, ela vai, o teu resíduo não vai ser proporcional ao teu processo. Agora tu lança
toda a matéria prima e tu lança só teus produtos que foram comercializados de novo. São parâmetros diferentes. Tu tem que manter a mesma linha de raciocínio. Eu usei isso aqui, produzi isso aqui e gerou isso aqui. Tá no mesmo bloco. Para mim faz sentido dessa forma. Eu sempre trabalhei desse jeito. São os atos normativos federais e estaduais. Sim. A legislação específica. Quando a construtora se responsabiliza pelo descarte do resíduo do contratante, devo informar o RAP, pois emitimos o manifesto em nome da construtora. Sim, porque isso tem que tá tem que tá previsto no contrato. Se
a construtora se responsabilizou pelo resíduo e isso está previsto em contrato, é ela que lança, sim, tá? É ela que lança sim. Se tem, porque onde é que tá o teu o documento que vai evidenciar o teu efeito autodeclaratório, o contrato, tá? Só que tem que tomar cuidado pro contratante não lançar também, senão vai lançar duas vezes. Isso não é uma explicação para mim. Queria entender. Eu sei que está na legislação. Bom, Evely, assim, ó, ã, a gente não vai falar de de logística reversa hoje porque é um assunto enorme. Eu já fiz umas duas,
três lives sobre logística reversa. Provavelmente a gente vai fazer uma oficina sobre logística reversa. Hoje o que a gente pode te dizer é o que é isso, tá? é o que tá na legislação, porque a legislação é vasta. Cada estado tem um entendimento. Eu nem sei qual é o teu estado, né? Cada estado tem um entendimento. Agora sim, eh, eu acho importante tu fazer alguns movimentos em relação a isso, porque às vezes eh profissional na área ambiental, ele ele precisa entender um pouco do contexto até para conseguir fazer as perguntas, né? Porque senão fica difícil.
A gente, por exemplo, se fosse uma pergunta objetiva, uma pergunta curta, a gente até consegue encaixar isso numa live, porque às vezes outra pessoa tem pergunta, vai também. Agora, quando é uma pergunta básica, fica difícil a gente trazer isso para discutir, uma vez que o assunto é outro, né? Mas a legislação ela é extremamente grande. Eh, tem muita coisa que se encaixa, que vai bater em tal lugar, que vai bater em tal lugar. Tem que ver como é que tão, como é que faz os manifestos de logística reversa. Então, tem tudo isso para entrar aí
no circuito. Não é numa pergunta de 5 minutos que a gente vai conseguir te responder, tá? Me perdoa, mas não vai não vai dar para fazer desse jeito, tá? Ã, Mary, boa noite. Fernanda Roselli, as aulas da semana passada não estão mais disponíveis, correto? Perdi a segunda aula. A a Rafa já respondeu. Eu a Rafa já respondeu. Como funciona? Tá aí. E não sei o que que a Rafa tá respondendo. A Rafa tá respondendo alguém aqui. O que fazer quando a transportadora transporta produtos perigosos, mas não encontra na tua Ah, sim. Vamos lá. Ah, olhei
muito isso hoje de tarde, tá? Eu até eu ia dar uma resposta, mandar um áudio depois paraa Rafa respondendo, mas daí eu já respondo agora. A Rafa já ouve, a vida já segue, tá? Ã, eu entrei, olhei dentro do sistema, porque realmente até o ano passado a transportadora que transportava dentro do mesmo estado, ela conseguia informar dentro do cadastro, né, do cadastro técnico, dentro do RAP, ela conseguia informar essa logística. hoje ela não consegue mais informar isso. Dentro do próprio estado a gente não consegue informar. E aí eu fui atrás para entender porque que isso
não tava funcionando, porque até quando chegou essa demanda para nós na semana passada, eu achei que tinha dado algum bug no sistema, que não é impossível, né? E e assim, ó, galera, o que que tá acontecendo? Essa esse questionamento que o IBAMA fazia, o IBAMA não podia fazer, tá? Eu olhei, estudei tudo isso, virei tudo do avesso. O Ibama não podia fazer esse questionamento. Por quê? De novo, né? Lá porque pela lá pela Lei Complementar 140 de 2011, no artigo 7º tem o que que é prerrogativa de de eh prerrogativa de de licenciamento da União
e fala que é movimentação transfronterista entre estados, né? E aí o IBAMA controlava o quê? o que estava acontecendo dentro do estado propriamente dito. O entendimento que se tinha até então é que o IBAMA podia fazer isso porque era uma característica de quê? De fiscalização. Como o caráter é fiscalizatório, pelo artigo 23 da Constituição, qualquer um pode fiscalizar no âmbito ambiental, né? Seja estados, Distrito Federal, União ou Municípios. Bom, só que qual é o entendimento que se tem agora, tá? provavelmente teve alguma discussão de algum processo aí no meio, tá? Que eu isso eu não
consegui pegar ainda, não consegui filtrar, mas tô esperando saírem aí algumas decisões que talvez tragam isso de forma mais clara e a hora que isso acontecer eu vou trazer para vocês. Provavelmente alguém reportou alguma coisa, deve ter ter dado algum BO, alguma coisa aconteceu. E o que que o IBAMA tá fazendo? Ele está restringindo a fazer esse controle só nas movimentações transfronteiristas entre um estado e outro. Então, ã, o que fazer, Rosele? O que que eu faria? Tá, eu não submeteria nenhuma informação e eu faria um processo, abriria um processo dentro do CI do IBAMA
para fazer provas a meu favor, tá? E agora eu já não tô pensando mais como técnica, eu tô pensando como advogada. Faria um documento bem simplório, né? colocando os dados da empresa e tal, dizendo que a empresa é passível de cadastro técnico federal, o que que ela faz, né, com a atividade dela dentro do cadastro lá de acordo com as fichas técnicas de enquadramento e colocaria que de acordo com as atividades, a empresa seria passiva de submissão do relatório tal, colocaria o nome do relatório bem bonitinho e depois diria, porém, né, ao submeter as informações
de 2025, foi constatado que a movimentação que acontecia dentro de estados, daí você pode colocar exemplos, né, que você tenha, tá? Tá. Ah, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. Você é do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. Ah, é. Aí pode colocar até o município, né? Ah, do de tal município para tal município dentro do estado do Rio de Janeiro. Coloca dois exemplos. Mais do que isso não precisa, não foi possível, tá? Então, entendo, tá? Tô dando cola aqui para vocês, tá? Entendo, entendemos, né? a empresa entende, ou seja, é de entendimento,
que é o mais correto para se escrever, é de entendimento que isso se deve ao artigo 7º e da Lei Complementar 140 de 2011, que trata das competências, na qual é competência do IBAMA a as atividades desenvolvidas entre estados. E essa atividade desenvolvida pela minha empresa, eh, é intraestado, né? Fica só a contado. Ã, solicito que, eh, informo que, eh, informa-se que não foi submetido nenhuma informação em função disso, né? E solicita-se que se houver outro entendimento por parte desta autarquia que me seja que nos seja transmitido, então o entendimento relevante, taca lá dentro, entendeu?
Guarda o protocolo, guarda tudo. Se lá na frente de BO, tá aqui, ó, consultei, ninguém me mandou nada, porque não vou mandar, né? Ninguém me mandou nada. E daí você faz uma prova para você se defender, tá bom? Façam isso. Ficou claro? Vocês entenderam? Tá certinho. Ah, Evely, são vários segmentos, vários nichos e cada acordo setorial tem seu detalhe. Ah, é isso aí, Lissandra, não dá pra gente fazer milagre. A empresa, a empresa produz caixas plásticas para feirantes, tem a matrizaria. Como este item entra como insumos? As ferramentas entram como insumos, tá? Tem que ver,
Luzinete, qual é a atividade dela. Eu não sei se caixa para feirante é passível de cadastro técnico federal. Não lembro. Tem que olhar lá na categoria 12, né, que deve ser material plástico. Ã, se sim, tá, ela vai ter duas atividades. Ela vai ter a atividade de injeção, né, dessas caixas e ela vai ter atividade de de matrizaria. E aí sim ela vai submeter matériaspras e tal das duas atividades. Se essa atividade das caixas não é passiva de cadastro, ela vai ter só matrizaria e daí ela vai lançar as matérias primas e insumos só da
matrizaria. OK, Rafa. O próximo plantão, dia 12 do Ah, tá. É quinta-feira às 18:30. Obrigado, obrigada, obrigada. No rap de 24 eu coloquei não para o Pgrs. Fiz errado. O que acontece agora? Preciso retificar o rápido de 2024? O ideal sim, Elane. O ideal é que você retifique, tá? Para deixar redondinho, para deixar certinho, tá bom? A Thaí bateu um monte de palminha. Palminha para Thaí também. A Aline também se manifestou. OK, gente, quase uma hora falando. Então assim, de novo, vamos só pra gente finalizar, né? Quinta-feira, 6:30 da tarde, a gente tem plantão. Tragam
as dúvidas todas de vocês, né, pra gente conversar. Semana que vem a gente vai falar, a gente não vai ter live ao vivo, vai ser sobre, vai ser um vídeo sobre licenciamento simplificado, né? Os casos que podem ser usados, licenciamento simplificado, até porque houve houve a a derrubada do veto do artigo 22, né, da da lei 15190. E o artigo 22, ele é muito focado no licenciamento simplificado. Então a gente vai a gente vai falar um pouquinho sobre isso, tá? E aí eu não vou fazer ao vivo porque é carnaval, daí vocês vão querer descansar
e tal, mas se surgir dúvidas a respeito disso, não tem problema. H, manda para pra gente que a gente tira dúvida, a gente vai pro trazam, tragam pro suporte e a gente dá um jeito, a gente dá os PV, né? Fica bem tranquilo que a gente dá os PV, tá? As informações de resíduos no RP, colocamos exatamente o que foi destinado que lançamos através do MMTR ou lançamos o que está no PGRS, que é uma estimativa? Lança o que foi gerado no que tu tem eh MTR, mas lembra que o MTR é só o que
tu movimentou. Se tu tem resíduo que foi gerado, que não foi movimentado, tu tem que lançar também, porque ele foi gerado. É os resíduos que foram gerados no período, tá Lisnet? Então assim, ó, galera dúvidas mandem no suporte, a gente sempre dá um jeito de de tentar resolver, tá bom? E aí eu vejo vocês quinta-feira no plantão às 6:30 para nós bater papo. Eu levo chá. Fiquem tranquilos que eu levo o chá, tá? Eu levo o chá, tá? Se der tempo, eu pego uns biscoitos para nós também, pra gente tomar um chazinho com biscoito enquanto
a gente bate papo. Gente, muito obrigada pelo carinho, pela atenção de vocês, tá? Um beijo bem grande e a gente se vê quinta-feira, tá bom? Tchau. Tchau. Aqui.