Está no arroções da Bíblia, o nosso encontro semanal de estudo profundo da palavra de Deus. E hoje vamos continuar estudando as imagens, os símbolos e as alusões das profecias bíblicas, nos concentrando especialmente no fundamento profético. É sobre isso e muito mais o lições da Bíblia que está começando agora.
Nós já estamos juntos aqui à mesa para estudar com você a palavra de Deus. Mais uma vez a nossa gratidão por você acompanhar o programações da Bíblia. O programações da Bíblia é feito com muito carinho, né?
Nós fazemos esse programa para que a palavra de Deus seja acessível a todas as pessoas. A gente trata os temas com profundidade, mas também com leveza, para que todo mundo compreenda a palavra de Deus para vivê-la e para explicar também para outras pessoas. Deixa eu fazer um convite especial para você.
Se você tá assistindo uma sexta-feira esse programa, que é quando ele é veiculado na TV, eh, amanhã, sábado, é dia de ir à igreja, sabia? Jesus e a igreja o sábado. Lucas 4:16 diz que Jesus, conforme o seu costume, foi a sinagoga, que é a igreja, e entrou-se e entrou ali para ler a Bíblia, né?
Então, faz a mesma coisa que Jesus. Amanhã vai à igreja, frequenta uma igreja adventista que estará aberta amanhã. A única igreja que você vai encontrar aberta amanhã, sábado, é a igreja adventista.
E tem certamente uma perto da sua casa ou próximo a sua casa. Então faz o seguinte, amanhã vai a uma igreja, chega lá, você vai encontrar o estudo da lição da Escola Sabatina, que é o tema do nosso guia de estudos. Chega lá e diz: "Ah, o pastor Vinícius lá do lições da Bíblia me fez esse convite, eu vim aqui para estudar a Bíblia com você.
Você vai ver que experiência maravilhosa você vai ter. Você vai ser bem recebido, você vai ser amado ali e ali você vai encontrar uma família, tá bom? Então, faz isso que eu tô te falando.
Amanhã acorda um pouquinho mais cedo, às 9 horas da manhã já tem Escola Sabatina nessa igreja que eu tô falando para você aí e você vai ser muito feliz e abençoado. Deixa eu falar para você também sobre os nossos amigos que estão aqui, né? Aqui à minha direita o pastor Gabriel.
Gabriel, seja bem-vindo. Muito obrigado. Bom ter você aqui com a gente também.
O pastor Werlin. Bem-vindo, Werlin. Obrigado mais uma vez pelo convite.
Bom estar com você, viu? Obrigado. Recíproca verdadeira.
Que legal. e também o nosso amigo Márcio Nastrini. Nastrene, bem-vindo, amigo.
Obrigado. É uma satisfação estar aqui novamente para junto com os colegas e os que nos assistem explorar o tema emocionante, fantástico dessa semana. Amém.
Pastor Wellen, ora pra gente, por favor. Pois não. Oremos.
Nosso criador e nosso pai, agradecemos primeiramente por tua palavra que nos traz a luz. para entendermos a respeito do sacrifício de Cristo por nós. Amém.
Muito obrigado pelo sacrifício de Cristo, essa dádiva celestial, para resolver a problemática do pecado. Guia nossa discussão aqui nesse momento. Concede-nos teu espírito para extrairmos lições preciosas para nós e para também a abençoar a vida de outros em nome de Jesus.
Amém. Amém. Amém.
Nessa temporada, pastor Nastrine, estamos estudando as alusões, os símbolos e as imagens que aparecem nas profecias com o propósito de interpretar corretamente as profecias, né? Esses símbolos, essas alusões, imagens, elas não são fruto do acaso. Em geral, elas estão presentes na as escrituras anteriores às profecias e elas ajudam a pintar o quadro, né?
E formam o fundamento da interpretação profética, né? Essa lição trata da sequência do tema anterior, anterior, e ela vem mostrando dentro dos fundamentos proféticos aquilo que Daniel capítulo 2, que é a chave para depois interpretarmos o restante das profecias, como já falamos aqui, ela culminará com o reino de Deus. Uhum.
Estabelecido para sempre. Uhum. Por que Deus não estabeleceu logo após o pecado de Adão e Eva?
Porque a natureza do pecado, a maldade e a desobediência ao sistema governamental divino para aqueles planetas que têm habitantes que não caíram em pecado, seria totalmente estranho a natureza do pecado, da desobediência, porque eles eles não entendem esse mundo. Então, Deus deixou amadurecer. Assim é os assim são os fundamentos da profecia bíblica.
É necessário conhecê-los como colunas para que nós tenhamos um norte ao adentrarmos no estudo das profecias, principalmente as apocalípticas, né, de Daniel e Apocalipse. Então, recordando alguns fundamentos, profecia é história revelada por Deus de maneira antecipada aos seus servos e os profetas. Segundo ponto, a profecia não é dada por um agoreiro, um adivinho ou alguém que prevê aquilo que vai acontecer no seu eh instinto humano como um adivinho de tudo que ainda vai suceder, mas é uma revelação de Deus daquilo que ainda vai suceder.
Um outro ponto das profecias é que elas se dividem na Bíblia em clássicas e apocalípticas. as clássicas. Esse ponto é muito importante.
Tem que ver, por exemplo, com Isaías, Jeremias, Ageu, Malaquias, Zacarias, Abacu, certo? Exceto Daniel e Apocalipse. Essas profecias clássicas, elas podem ter uma dupla aplicação, não é um duplo cumprimento, como a questão da potelesmática.
Então, qual é esse fundamento que eu quero chegar? é que aquilo que não se cumpriu com o Israel literal, povo de Deus, vai se cumprir com o Israel espiritual. Então, a profecia clássica, ela pode ter uma dupla aplicação.
Há muitas coisas em Jeremias, Isaías profetizadas que não se cumpriram com o Israel literal, vão se cumprir com o Israel espiritual. Por exemplo, saíram cerca de 2 milhões de pessoas do Egito. Entraram só dois daquele povo primitivo que saiu.
Lógico, entraram milhares, mas nasceram durante os 40 anos. Mas o Israel espiritual terá a promessa de adentrar a Canaã celestial. As profecias apocalípticas, elas têm um cumprimento singular, não tem dupla aplicação, tem o cumprimento singular.
Os períodos de tempo são literalmente curtos, mas profeticamente eles são longos. Já na clássica você tem 400 anos de escravidão, 70 anos de cativeiro. Quando você vai pra profecia apocalipse, você tem 1260 dias, 2300 tardes e manhãs.
Então, os períodos são literalmente curtos, mas profeticamente eles são longos. E o mais importante, além dela não permitir uma dupla aplicação, ela não se repete. Quando novamente na história nós vamos ter 2300 anos e Daniel 8?
Nunca mais. Quando nós vamos ter na história os 1260 anos de período negro, nunca mais. Então, esses são os princípios básicos.
E aí, adentrando agora a questão do trono de Deus, principalmente em Isaías, né, e João, que viram essa glória de Deus, nós podemos fazer um link, uma junção, que o final do objetivo das profecias bíblicas é ter Cristo como centro e aquele que vai novamente reger todo o universo. É, os profetas são chamados por Deus para expressar a vontade de Deus à pessoas. E esse chamado, eh, a Bíblia apresenta alguns deles.
E aqui nós vamos destacar o o chamado do profeta Isaías, que foi um dos profetas mais importantes das escrituras. O seu livro tem 66 capítulos. É considerada a Bíblia dentro da Bíblia, né?
Porque a Bíblia tem 66 livros. E ele é um profeta no Antigo Testamento marcadamente evangélico, não é? aponta para a realidade do evangelho, tal como a Bíblia inteira eh o faz.
E o capítulo se do seu livro, nele eh Isaías apresenta como foi o seu chamado, sua vocação profética. É a autoridade para Deus ali chamar o profeta, ela se baseia em Deus como criador, né? Ele é apresentado, como nós mencionamos no início ah desse trimestre, que o Gênesis ele é a base para interpretação profética, né?
uma tipologia daquilo que iria acontecer. Nós precisamos entender isso. Um dos fatores importantes dentro do chamado é essa dinâmica entre criador e criatura.
Então, Isaías se apresenta como uma criatura e vê Deus na sua glória como criador, não é? No Gênesis ali ele aparece, por exemplo, ah, depois do verbo criou Deus. Então, o verbo criar aparece primeiro e o sujeito aparece depois.
indicando que Deus, enfatizando que Deus é Deus, ele é o criador. Então esse aspecto como criador é o que dá a Deus o direito de governar e de profetizar através de seus servos, os profetas. Isaías, nessa dinâmica, ele entende ao ver Deus na sua glória, ele se sente pequeno e então ele se sente inapto para cumprir esse chamado, que é aquilo que a igreja tem que cumprir em Mateus, capítulo 28 versículo 19, né?
Ide, pregai o evangelho. Então, Isaías agora se coloca como um instrumento, o que está aqui no capítulo 6, no versículo 8, não é? Uhum.
E ele diz: "Aqui estou". envia-me a mim nesse chamado. Por que que ele fala isso?
Porque, na verdade, ele contrasta o seu pecado, a sua iniquidade com a glória de Deus como criador. Então, ele se vê pequeno, mas ao mesmo tempo ele confia nesse chamado. Uhum.
E ele então se coloca não numa numa confiança humanamente centralizada, dizendo: "Estou aqui, eu tenho capacidade, eu tenho habilidades, eu tenho talentos, então o Senhor pode me enviar". Pelo contrário, ele sabe que a glória de Deus é o que o habilita. Então ele diz: "Sou o servo, estou aqui, envia-me a mim".
Porque ele reconhece que quanto mais o ser humano pecador se aproxima de Deus, mais ele vê o seu defeito. E ao enxergar o seu defeito e reconhecer que Deus é soberano, ele entende que Deus é o que o capacita com a sua presença para poder tirar o pecado e torná-lo um instrumento da pregação do evangelho. Isso é o mesmo que deve acontecer com a igreja e com o crente individualmente falando.
É interessante eh que também essa essa manifestação ouessa essa visão em que Isaías presencia a glória suprema de Deus e tem uma reação de de de susto, de preocupação. Ai de mim, ele diz, né? Ai de mim, estou perdido porque sou homem de lábios impuros.
Outro indignidade, né? dignidade. Eh, é importante que essa visão permeasse os seus pensamentos ao longo do seu ministério, porque ele aceitou o chamado, mas ele tinha que ter consciência de quem o havia chamado, de para quem ele estava trabalhando.
E da mesma forma isso pode se aplicar à nossa vida. Nós precisamos também ter um vislumbrio, contemplar de alguma forma sempre pela palavra de Deus, pela oração, eh pelas obras natureza, a glória do Senhor, tê-la sempre diante de nós, de modo que ela também nos nos transforme, nos transforme. E é curioso o fato de que sempre que os seres humanos pecadores são postos diante da presença de Deus, a reação é similar.
Isaías, Isaías não, Daniel quando teve a visão no rio Tigre, viu Cristo ali e qual foi a reação dele? desmaiou, não conseguiu se manter em pé. Moisés não pôde ver a a glória suprema de Deus.
Ele foi eh viu apenas um um reflexo dela, porque Deus colocou a mão e passou diante dele. E também é interessante notar que quando os ímpios no por ocasião da volta de Jesus estiverem vendo Cristo voltando em glória e majestade, o que eles vão dizer aos rochedos? Cair sobre nós, escondei-nos.
E por que os santos terão que ser transformados no abrir e fechar de olho para poder então contemplar? Então nós conseguimos ter um uma noção básica de quem é esse Deus a quem nós servimos. Aqui no capítulo 6 há alguns passos muito interessantes, porém eu gostaria de destacar esse ai de mim, porque ele fez essa exclamação.
O Gabriel já colocou por causa que ele sentiu diminuído, né? a sua pecaminosidade, a sua a sua pessoa como indigna diante da glória, majestade de Deus. Mas se você vai ao capítulo 5, você vai perceber que na história de Isaías o reino está dividido em reino do norte, reino do sul, começou lá com Roboão, que era filho de Salomão, pesou os impostos e o reino se dividiu.
Mas Deus chama Isaías para falar para ambos, para falar pro Israel conjunto, embora eles estivessem divididos. E daí ele começa então a apontar o dedo para os pecados de todos os israelitas, porque ele disse: "Ai, de mim que vou perecendo porque tenho lábios impuros, mas habito no meio de um povo também impuro. " E qual era a impureza do povo?
Veja, por exemplo, 58. Ai dos que ajuntam casa a casa. Havia problema ali moral, né?
Verso 11. Ai dos que levantam pela manhã e seguem a bebedice e continuam até a noite. Então havia problema ali de alcoolismo.
O verso 20. Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem mal. Verso 21.
Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos. Verso 22. Ai dos que são heróis para beber vinho e valentes para misturar bebida forte.
Então ele vai, né, quando ele vê a glória de de Deus, para quem foi o ai? Foi para ele, entendeu? Ai de mim e vou perecendo, porque eu sou até pior que esse povo que eu estou apontando o dedo.
Então é uma velha história. Quando você aponta um dedo para alguém, cuidado porque tem três apontando para você. É interessante que a reação daquele que é purificado por Deus não é esse povo, eu sou melhor, esse povo não presta.
Não é? A gente vê Moisés teve a mesma reação, né? Deus falou: "Eu vou destruir ou falou: "Não, Senhor, por favor, tenha misericórdia do povo.
" Então, o indivíduo tem a consciência de que o povo precisa de salvação, assim como ele mesmo precisa de salvação. Então, é muito fácil você expor os erros do irmão, mas quando você faz uma introspecção, que é uma análise de você mesmo, você vê que não é tão melhor que os outros, porque todos somos pecadores, não há um justo sequer. Então, aí entra a graça da purificação e do perdão para habilitá-lo a ser o profeta que Deus queria.
Eu acho que, e também nós podemos tirar uma lição interessante, que Isaías precisava daquele da dessa visão, porque ao ele contemplar, ter sempre diante dos seus olhos, em sua mente também a noção de um Deus supremo, santo, o caminho dele como profeta era um caminho ascendente. Uhum. ascendente de progressão espiritual, de de de cada vez mais buscar ter um conhecimento profundo desse Deus.
Por contraste, hoje em nossa cultura, nós temos uma excessiva contemplação do quê? Do homem. E qual é o caminho que a humanidade percorre ao focar o ser humano com todas as suas mazelas?
É um caminho descendente e o ser humano não dá glória a Deus. Isto tá claramente eh apresentado em Romanos, quando eles tendo conhecimento de Deus não glorificam a Deus e e nem dão graça eles. Quais são o que acontece depois?
Nós temos aí uma sequência de pecados e aviutamento da natureza humana que Paulo relaciona, né? E Paulo relaciona com com essa com essa falta de de foco. Exatamente.
No capítulo 6 verso 1, o profeta Isaías nos dá o contexto do seu chamado profético. Ele diz que foi na morte, no ano da morte do rei Usias. E aí ele viu o Senhor assentado sobre um alto sublime trono e as abas de suas vestes enchi o templo.
Veja, a morte de um rei certamente provoca ou promove e insegurança e instabilidade. Então, nesse momento de instabilidade no reino de Judá, onde Isaías morava, Uhum. Eh, ele viu o Senhor sentado no trono.
Então, isso é uma lição muito forte a respeito do controle de Deus na nossa vida. Sober, no meio das incertezas da vida, das instabilidades políticas do mundo, das inseguranças, nós podemos ter certeza que Deus reina soberanamente e nós podemos, portanto, ter segurança. E é a partir dessa segurança que Deus vocaciona uma pessoa para servi-lo.
Pessoas que confiam plenamente no domínio de Deus, no governo de Deus, estão aptas para ser representantes dele, para anunciar o evangelho. Essas pessoas, como vocês disseram, reconhecem que são imperfeitas, incapazes, não acusa os pecados dos outros, vem-se como parte do problema também e dizem: "Eu sou um impuro e meus lábios, eu habito num povo de lábios impuros". Mas para essas pessoas que reconhecem a soberania de Deus, reconhece a sua incapacidade, insuficiência, Deus corta uma brasa viva do altar e toca a língua dessas pessoas, queimando as suas impurezas e preparando essa boca para ser boca de Deus, para falar as os mistérios de Deus, para revelar o amor de Deus e proclamar salvação.
Foi isso que Isaías fez e é isso que nós somos chamados também a fazer. Nós vamos fazer um breve intervalo. Não sai daí.
O programa Lições da Bíblia volta já já. Estamos de volta agora para o segundo bloco do programa Lições da Bíblia. Eu tenho um recado do coração para você.
Eu tive a alegria de escrever a revista Esperança, edição Céu ou Inferno, naturalmente para oferecer para você a oportunidade de ir para o céu com Jesus. A história da redenção, que é o tema dessa revista, o plano da salvação, ela pode ser resumida nessa pergunta: céu ou inferno? Para onde você vai?
E o plano da redenção revela o caminho que é Jesus para você ir para o céu e não ir para a condenação final. Nessa revista eu elaborei alguns temas muito importantes. Eu quero destacar aqui em especial o tema do evangelho eterno.
A palavra evangelho define o plano da salvação, define o amor de Deus. Mas, infelizmente, existem muitos evangelhos. O próprio apóstolo Paulo nos advertiu de que existiriam outros evangelhos que deveriam ser considerados como malditos anátemas.
Existem evangelhos diferentes. Jesus também classificou o seu evangelho como evangelho do reino. E aqui em Apocalipse o evangelho de Cristo é mencionado como evangelho eterno, sugerindo que existem outros evangelhos os quais não podemos ouvir sob o risco e sob a pena de não irmos para o céu, porque pegamos um atalho, um caminho errado.
Então, nesta revista e especialmente nessa lição, eu apresento a vocês o conceito do evangelho eterno, o evangelho que realmente salva, que aparece descrito em Apocalipse 14 6 em diante. Eu gostaria muito que você tivesse essa revista, foi escrito com muito carinho. Então, se você deseja ter esse material, é muito fácil.
É só você mandar um WhatsApp pro número que tá aparecendo aí na sua tela agora. Faz o seguinte, printa a tela se você não tem tempo de fazer agora ou então manda esse recado agora mesmo para você receber essa revista maravilhosa na sua casa. Vamos continuar conversando sobre os fundamentos da profecia.
E o Erle tem uma coisa muito importante que aparece no livro do Apocalipse como seres celestiais que eh assessoram diretamente o trono de Deus, escritos como querubins. Eh, e a imagem dessas dessas criaturas santas aparece pela primeira vez na Bíblia, no capítulo 3 de Gênesis, porque é dito que dois querubins são colocados à porta do Édenem para impedir a passagem da humanidade em queda para o trono de Deus, vamos chamar assim, que estava no Éden, né? Como você mencionou, eles aparecem a primeira vez no verso 24 do capítulo 3, né?
E expulso o homem, colocou querubins ao oriente do jardim do Édenem e o refugir de uma espada que se revolvia, ou seja, a figura aqui é de uma espada em movimento para guardar a entrada do jardim. Ah, e guardar, de acordo com o verso 24, a entrada do jardim por causa do acesso à árvore da vida. Veja, quando Deus criou o ser humano, nós até discutimos no passado já um pouco, no mandamento de Deus estava a franquia todas as árvores, todos os frutos do jardim, mas a proibição ao fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal.
Ao lado estava a árvore da vida, que perpetuava a vida. Ok? Então, quando o ser humano decide se distanciar de Deus, ser autônomo, OK?
Se depender de Deus, e como ele não tem vida, ele não poderia Uhum. ter acesso à árvore da vida. Por isso, os querubins aparecem aqui pela primeira vez para guardar.
Esses querubins são um paralelo. E no comentário da lição há esse paralelo dos querubins do trono de Deus na terra. Inclusive a palavra é ela é referida ao céu também.
O Éden de Deus estava lá. Por que que aqui era chamado éden? Porque havia um Édenem lá.
Uhum. E nós encontramos esse paralelo. Então veja, são semelhanças entre esses querubins que estão ao redor do trono de Deus e que também guarda aqui essa base de acesso.
Deus é o autor da vida, certo? Certo. A árvore ela não poderia, o fruto da árvore da vida, ela não poderia eh prover.
Mas era o instrumento de obediência e de fé. Deus disse: "Vocês devem comer desse fruto". Então eles crendo na palavra de Deus, a palavra de Deus ela provê a vida, porque ele é o autor da vida.
Eles não teriam mais acesso a essa palavra direta através do fruto, a fonte da vida. Então eles precisariam ser impedidos de ter esse acesso. E essa representação vem de onde?
Do trono de Deus. Porque Deus é o autor da vida. OK?
Agora deles guardam o caminho, mas uma coisa fica para nós. Nós não temos mais acesso por sermos pecadores. Mas uma coisa interessante, nós podemos encontrar, por exemplo, Elite, ela menciona na carta 4902 o seguinte: "A relação entre a palavra e o crente é de importância vital.
Ao aproximarmo-nos da palavra de Deus, nossas necessidades espirituais é como comer das folhas da árvore da vida, que são para a saúde das nações. Estudai a palavra de Deus e praticai-a, pois ela é a vossa vida. Como é que hoje nós nos nutrimos dessa vida?
Então, se estudar a palavra de Deus diariamente, é como comer das folhas da árvore da vida para nos manter até o dia em que nós teremos desimpedidos de nós o acesso à árvore da vida para nos dar novo a vida eterna. É não só um mandamento, como também uma ordem para nós termos fé e termos acesso a esta nutrição diária da vida de Deus. Veja, esse paralelo é importante porque nós vamos ver um pouquinho mais à frente, os colegas vão discutir, não é, sobre esses querubins ali na profecia que rodeiam o trono de Deus.
Você mencionou que existe um Édenem no céu e Ezequiel 28, ao falar da queda de Lúcifer, Uhum. né? Aqui falando do rei de Tiro como representante de Satanás, diz o seguinte, falando de Lúcifer, tu és o sinete da perfeição, cheio de sabedoria e e formosura.
E o verso três diz: "Estavas no Éden, jardim de Deus, de todas as pedras preciosas te cobrias. " E aí vai uma descrição de pedras preciosas que compõe a descrição do próprio sacerdote ou das pedras que revestiam o peitoral do sacerdote e também dos fundamentos da nova Jerusalém. Aqui, inclusive o autor aqui, o comentarista, né?
Ele faz esse paralelo com as pedras também do Éden aqui e do Éden lá. E significativamente, no verso 14 do capítulo 28 de Ezequiel diz assim a respeito de Lúcifer: "Tu eras querubim da guarda ungido e te estabeleci. Permanecias no monte santo de Deus, no brilho das pedras andávas".
Então, eh, aqui nós temos uma referência também a um querubim. Uhum. Esses querubins são uma classe de anjos ou seres angelicais que eles estão diretamente associados ao trono de Deus.
Então, em Gênesis 3, nós temos o Éden na terra. Então, se tem Éden no céu, tem Éden na terra, mostra que é como se o Éden da Terra fosse uma filial desse Édenem central de Deus, no qual ele governa todas as coisas. E Deus colocou aqui na no Éden da Terra, não é, que era o ponto de encontro de Deus com a humanidade, os querubins para guardar a entrada da humanidade em queda para dentro do Éden.
Botou seus seres angelicais mais importantes, não é? Eh, por que que ele fez isso? Porque lá dentro havia a árvore da vida, né?
E o ser humano não podia mais ter acesso para não perpetuar o pecado eternamente, não é? É significativo também que depois quando Moisés vai construir o tabernáculo, ele colocou uma cortina entre o lugar santo e o santíssimo. Dentro do santíssimo tinha a arca da aliança, trono de Deus.
Uhum. E nessa cortina estavam bordados querubins, uma referência a essa existência de anjos no Édenem pedindo a entrada no Éden. Da mesma maneira que ninguém podia entrar no lugar santíssimo, exceto o sumo sacerdote, uma vez por ano, né?
E é interessante que havia um querubins em cima da arca também, formando quatro, representando uma representação inclusive de Luúcifer, que era um querubim cobridor. Esse era o papel de Lúcifer antes da queda. O anjo Gabriel, seu xará, né, assume essa posição que era de Lúcifer, não é?
Então, esses seres angelicais que vão aparecer na profecia em Apocalipse, em Apocalipse, uma descrição um pouco mais detalhada deles, tá? Trazendo referências também do livro de Ezequiel. Esses quatro seres viventes de Apocalipse 4 não foram inventados por João lá na frente, né?
Eles aparecem na Bíblia e nós podemos montar o quebra-cabeça dessa dessas personalidades angelicais a partir de um pouco aqui e um pouco ali nas escrituras. os querubins, os seres angelicais que aparecem em Ezequiel capítulo 1, talvez alguma referência também de Isaías capítulo 6, vão nos ajudar a entender a profecia que João faz em Apocalipse 4, em que aparece quatro querubins também. É, nós conseguimos só apenas eh ter vislumbre sobre essas realidades, né?
Só um lampejo aqui, outro lampejo ali. Mas é interessante eh notar que com essa mudança trazida pelo pecado, outras coisas mais mudaram de importante na vida do primeiro casal. Eh, na porta do paraíso, White nos diz que ali se revelava a glória divina.
E aqui tem uma mudança significativa, que quando nós vamos ali eh no capítulo 3, Deus após o pecado e eh nós no versículo lemos o seguinte: "Quando ouviram a voz do Senhor, o Senhor fazia o quê? Que andava no jardim pela viração do dia. Eles estavam em pessoa andando, caminhando ali.
Uhum. Só que depois do pecado, o que que o que é visto pelo casal? é o Senhor fisicamente andando, não é apenas a glória.
O ser humano agora não pode mais ter acesso face a face a Deus. E, e, e até mesmo essa glória já é muito, tanto que ela ficava no santíssimo velada e uma vez por ano Uhum. O sumo sacerdote podia ter acesso à aquele local e ainda com com, digamos assim, o o o ambiente repleto de incenso, porque ele não poderia contemplá-la plenamente.
E é interessante que justamente nesse local onde a glória divina se manifestava, era para onde se dirigiam Adão e Eva e seus filhos para adorar. Uhum. O local de adoração, onde Deus está ali eles iam para adorar.
E também foi nesse local em que ocorreu o o episódio de Caim e e Abel, onde ofereceram seus sacrifícios. Agora você v, opa, é interessante que no versículo 10 também menciona que ele ouviu a voz e teve medo porque ele estava nu. A glória de Deus que os cobria antes do pecado foi retirada.
Aí eles viram a nudez e temeram. temeram a ouvir a voz porque eles não tinham mais a glória de Deus neles. Então eles temeram o jardim do Éden com o querubins à porta e um altar de sacrifício na frente é um protótipo do santuário.
Uhum. Então o Éden é o santíssimo, não pode mais ser acessado. Os querubins à porta e as cortinas do santuário com os querubins bordados vão nos ensinar isso.
Uhum. E o sacrifício, o altar de sacrifício na frente, onde Adão construiu o altar. nos lembra do pátio do santuário, onde havia o altar de sacrifício.
Então, a gente tem o santuário todo ali prefigurado já em Gênesis capítulo 3. E como você colocou bem, os sacrifícios de Caim e Abel foram oferecidos exatamente nesse nesse altar. Uhum.
Toda vez que E foi Adão que ensinou seus filhos a fazer isso, oferecer sacrifício ali. Por que que eles faziam aquele sacrifício ali? Porque eles estavam dizendo, nós estamos com vontade de voltar aí para dentro.
Era esperança de um futuro melhor, né? Deixa a gente voltar. Então, cada vez que um animal era oferecido, sacrificado ali, é como se ele dissesse: "Senhor, nós reconhecemos que pecamos e reconhecemos que um dia o Senhor vai enviar um descendente da mulher, como o Senhor prometeu lá dentro, que ele vai vir esmagar a cabeça da serpente para que esses querubins que estão com a espada revolvendo aí, eles possam embarhar essas espadas e nós possamos ouvir a voz que que será dita por trás deles: "Vinde benditos de meu pai".
toma posse do reino, volta de para casa, volta pro Éden. Agora aqui eu acho que dá para fazer uma ligação entre essas três eh partes, tanto do dos anjos com a espada flamejante lá ou resplandescente lá na porta do Édenem, com a questão da tampa da arca, o propiciatório que havia o chequiná e o fogo, que era a representação do plano de Deus, eh, do presença de Deus e com a vinda de Cristo, não é? Eh, o autor coloca aqui chacã, que é a mesma palavra, né, do termo hebraico, da onde vem chequá, que era a presença de Deus entre os dois querubins sobre o propiciatório da arca que ficava no santíssimo.
Então, qual a ligação que você faz? O anjo lá, ele velava a glória de Deus, os querubins lá, né? Velava.
Aqui Deus estava também velado e só podia uma vez por ano o sumo sacerdote contemplar aquela glória para o perdão do pecado do povo. E ele aparecia entre os querubins. E quando Jesus vem, porque aqui a palavra chequá vem de um vocábulo que quer dizer Deus tabernaculou, né?
Tabernacolou através ou por meio dos querubins lá. E esse tabernaculou aparece com um correspondente no grego que é skene. Hum.
E daí quando você vai a João 1:14 diz que o verbo se fez carne e habitou entre nós e vimos a sua glória como a glória do Pai. Quer dizer, lá no Éden, os dois querubins, eles velam a glória de Deus, porque o pecado entrou lá no santuário, durante o tempo do Antigo Testamento até Cristo vir, estava ali Deus tabernaculando na presença daquele fogo entre os seres celestiais, os querubins. E quando Jesus vem, ele é a realidade.
Uhum. Para demonstrar o que era Deus e sua glória, certo? Então esse verbo esquen aparece lá em João 1:14 como esquenose, né?
Que Jesus armou a sua tenda entre nós. É que é o mesmo termo grego correspondente ao hebraico shequiná. O Éden é o a sede do governo de Deus lá no santuário celestial.
Aqui havia um Éden e a queda impediu o ser humano de usufruir do Éden, porque esse planeta se tornou um território rebelde, mas Cristo conquistou o direito de estabelecer de novo aqui o Éden. Uhum. Nós vamos viver no céu um milênio com Cristo, mas não devemos esquecer que nós vamos voltar para cá.
Uhum. E Deus vai reinar e governar o universo a partir do Édenem restaurado neste planeta, que é a cidade santa, que vai descer e vai se estabelecer aqui. Então isso tudo foi fruto do amor inigualável de Deus que resolveu resgatar a humanidade e estruturar todo o seu governo nesse planeta para demonstrar para os seres do infinito espaço que o amor de Deus é a realidade, é uma realidade refutável.
Nós vamos fazer um intervalo agora pensando em Deus e em seu amor e no plano da redenção, que restaura em nós a imagem divina e faz com que esse planeta que estava perdido possa ter esperança. Não sai daí. O programa Lições da Bíblia volta já já.
Estamos de volta agora para o último bloco do programa Lições da Bíblia de hoje. E fica a dica para você, né, a lição da Escola Sapatinha, nesse guia de estudos importantíssimo para revelar o amor de Deus, sistematicamente ajudar você a estudar as escrituras todos os dias, uma porção, um tema. Você sabe que é um tema por trimestre, a cada semana um subtema desse trimestre, a cada dia um aspecto desse tema para você pensar.
É muita bênção de Deus. Você já sabe como adquirir? Então não perca tempo, vá a cpb.
com. br e adquira a lição da escola Sabatina e outros materiais para benefício espiritual da sua vida e da sua família. Bom, a gente tá estudando sobre os fundamentos proféticos.
No bloco anterior falamos um pouquinho sobre os querubins e vamos continuar nas trin ainda nos querubins, descrevendo um pouco mais esses seres misteriosos angelicais. aparece aqui como um comentário geral na parte de terça-feira essa questão dos seres que Ezequiel viu. E esses seres chamados querubins, eles tinham então a cerca de quatro faces, né?
E essas faces são representativas naquilo que nós podemos colocar como as tribos líderes entre as 12 tribos de Israel, né? Fazendo um link aí com a quarta-feira. Por quê?
Porque quando a nuvem parava, eles acampavam. Mas ao acampar Deus, que é um Deus de ordem, eles não acampavam assim ao seu bel prazer. Eles acampavam segundo a ordem estabelecida por Deus.
Então eles acampavam três tribos ao leste, três tribos ao três ao norte e três ao sul. Mas em meio às três tribos tinha a líder, a tribo líder. Então você tinha aqui no caso a tribo de Judá, né?
Leão, né? era o leão. Você tinha a tribo de Rubém, que era o homem ou cabeça de homem.
Efraim era o boi e Dan era a águia. Porque eles acampavam três três tr 33, as 12 tribos em volta da onde? Do tabernáculo, do santuário.
Muito legal. E a do meio, como eu disse, era a tribo líder. Então, essas faces eram também representadas pelas bandeiras, pelos estandartes das tribos líderes, significando, aqui diz um autor eh conhecido de comentário bíblico, de que isso daqui poderia ser também as fases do ministério de Jesus Cristo quando ele esteve aqui na terra, né?
Jesus também foi humano, ele veio como leão de Judá. né? Ele veio como uma águia no sentido de rapidez no seu ministério, mas deixando algo forte como o boi ali, que foi o evangelho que estabeleceu o cristianismo no mundo.
Então, se fizer essa justa posição, você vai perceber que o trono de Deus tem também essa representação no ministério de Cristo, como teve nas tribos de Israel. Uhum. Da mesma forma.
E além disso, elas são projetadas, diz aqui o final da parte de quarta-feira, as últimas linhas, de que ressaltam um fato crucial. Deus pretende atrair a humanidade para perto do seu trono. O apocalipse afirma que o santuário da cidade santa é o Senhor, que diz que nela não vi templo, o Deus todo- poderoso e o cordeiro.
Então, todas essas representações simbólicas, Uhum. Elas apontam para esse desfecho final do Éden Restaurado e deu sendo o próprio templo. E que prazer tremendo, né, termos aqui o centro do universo nesse planeta, nesse planeta restaurado.
Exatamente. A realidade do santuário terrestre, como você disse, essa organização, tanto do tabernáculo quanto depois do templo, eh, apontavam para essa realidade superior que vai ser explicada em Apocalipse 4. Isso como existindo no céu, né?
E aí você vê a figura dos querubins, que eles têm as faces, né, de homem, de leão, de águia e de boi, com essas representações simbólicas todas que você acabou de explicar muito bem aqui. Eh, pastor Gumid, nós já falamos um pouco disso no bloco anterior, mas vamos retomar que é muito importante. Lúcifer um querubim ungido.
Uhum. eh um querubim da guarda, eh um desses seres que cobriam o trono de Deus, ou seja, ele adentrava nos conselhos mais eh mais secretos do universo, né, onde ele podia enxergar a divindade eh plenamente ali, né, em atividade. E tragicamente esse ser eh foi infectado, né, de alguma forma misteriosa, com uma inveja contra o filho de Deus.
e caiu da sua glória, né? Deixou de ser esse ser para se tornar o chefe dos demônios. É uma tragédia muito grande.
A glória de Deus, ela está ali onde Deus habita, né? Porque Deus está presente. E a queda de Lúcifer, ela se dá justamente nesse contexto.
Ele cobiça o comando do universo, ele cobiça a posição de Deus. Então ele não queria simplesmente formar um reino paralelo, ele queria tomar para se usurpar. Foi o que ele fez.
Ele não tinha direito, ele era uma criatura. E isso é que leva Lúcifer à queda e o transforma em demônio, não é? O transforma em Satanás.
Ah, a glória de Deus deve ser cobiçada pelo ser humano, mas no sentido que Moisés cobiçou. Hum. Quando Moisés pede, né, até mencionado por você, Gabriel, ah, eu gostaria de ver toda a tua glória.
Deus fala: "Hum, não dá. Tem uma fenda ali. Eu te ponho na fenda, cubro com a mão, passo e você vai me ver pelas costas".
Então, Deus proclamou a sua glória. Qual era a glória? Deus misericordioso, bondoso, longânimo, amoroso.
Lúcifer não queria essas qualidades do caráter de Deus. Ele queria aqueles atributos que não poderiam ser comunicados, não é? Onisciência, onipresença, o o todo poderoso.
Isso era o que ele queria. Ele não queria o amor, a misericórdia, os atributos que nós podemos cobiçar no bom sentido para sermos iguais a Deus. Deus nos criou para sermos iguais a eles, certo?
criou os anjos, criou seres pensantes para reproduzirem a glória de Deus no sentido de longanimidade, b, mas isso não era o que Lucifer queria. Ele queria o trono, ele queria tomar pela força. Então essa cobiça da glória de Deus é o que fez com que ele perdesse a honrada posição que ele tinha como cobridor dessa glória.
E por que que Lúcifer é expulso? Porque não havia mais revelação nenhuma de Deus a dar para ele. Ele já tinha toda a revelação de Deus que uma criatura poderia ter acesso.
Ele estava diante do trono de Deus. Ele servia a Deus e não podendo mais ter nenhuma revelação, não poderia haver salvação para ele. Ele havia ido longe demais na sua posição de cobiçador.
OK? Veja, Deus habita ali no seu santo monte. Nós vemos esse paralelo, como já vimos, o Édenem era como se fosse um santuário, certo?
Deus estabelece esse santuário na porta do Éen. Depois Deus estabelece onde? no deserto.
Deserto. Depois Deus estabelece na própria pessoa de Jesus Cristo. Depois Jesus ressuscita e o santuário celestial é inaugurado na função.
Não agora para centro de adoração, mas para centro de cura para o problema do pecado. E então aparece um novo santuário. Primeira Coríntios 6:19.
Nós nos tornamos templos de Deus para a habitação do Espírito Santo. Por quê? Porque o plano da salvação envolve essa questão de pronunciamento de liberdade em Cristo no santuário celestial, mas envolve também o pronunciamento através do processo da santificação, com a habitação do Espírito Santo, purificando esse templo e preparando para que esse templo esteja presente diante do trono de Deus para ver a sua glória.
Exatamente. É muito, é muito bonito isso daqui, né? Porque nós estamos estudando o plano da redenção, né?
E na verdade como começou essa grande controvérsia? Você acabou de mencionar, né? que não houve oportunidade mais para Lúcifer, porque ele esgotou essas oportunidades.
No livro História da Redenção, nós lemos que quando Lúcifer começou a disseminar essa rebelião no céu, Deus não ficou inerte assistindo a a mentira sendo propagada, porque a mentira era que Deus não era amor, que se suas leis não podem ser obedecidas. E Deus convocou um concílio celestial e ele permitiu que Lúcifer declarasse todas as suas alegações, que ficasse muito claro aquilo que ele pensava para que do outro lado seu filho Uhum. que estava sendo acusado pudesse também apresentar suas alegações.
E eu entendo que foi aí nesse momento, que aconteceu o que está escrito em Apocalipse 13:8. Jesus é o cordeiro de Deus que foi morto desde a fundação do mundo. Foi nesse momento que a alegação fatal e cabal de Deus foi apresentada em favor da salvação dos anjos, inclusive dos rebeldes.
Olha o que vai acontecer se vocês fizerem isso aí. Se vocês seguirem esse plano, você tá dizendo que eu não sou amor, não é? Você tá dizendo que eu não amo.
O seu plano vai desdobrar nisso, nisso, nessa tragédia. Um planeta vai ser infectado, seres que vivem ali vão estar condenados, mas por amor eu vou me tornar um ser humano e eu vou morrer para substituir a morte deles. Essa alegação foi apresentada, mas mesmo assim o coração de Lúcifer recrudeceu e a terça parte dos anjos com ele.
Mas essa alegação salvou todos os outros anjos que creram no amor de Deus e resolveram ficar do lado certo da verdade. E nós sabemos que a rebelião veio para esse planeta e fez exatamente aquilo que Deus disse que aconteceria. Mas Deus fez exatamente aquilo que ele disse que faria para salvar a humanidade dessa rebelião, que foi o sacrifício do seu filho, morto desde a fundação do mundo.
Porque desde lá, desde os tempos imemoriais da eternidade, onde começou a rebelião ou quando começou a rebelião, Deus decidiu que entregaria sua vida por nos salvar. É interessante também e ressaltar que a expulsão de Lúcifer ela e a vinda dele pra Terra não fraturou apenas o nosso planeta. Uhum.
Nós olhamos ao redor, vemos os cacos dele, né? mas fraturou o próprio céu. Exato.
Ali no capítulo eh 28 de Ezequiel, nos versículos 14, 16, nós vemos que Lúcifer foi lançado fora do monte santo de Deus, indicando o local onde ele estava e do qual saiu. E é legal também ver que os remidos posteriormente lá em Apocalipse 14:1 são vistos onde? no Monte Santo.
No Monte Santo. Então o processo de redenção também parece ser um processo de restauração de uma de uma ordem que havia no céu que havia sido o quê? Quebrada.
Quebrada. E quando nós vamos lá para o livro A verdade sobre os anjos, na página 177, elen White diz o seguinte: "O céu triunfará, pois as vagas deixadas pela queda de Satanás e de seus anjos serão o quê? preenchidas pelos remidos do Senhor.
E é e é muito maravilhoso saber disso e pensar no fato de que nós estamos sendo aguardados. Hum. Ansiosamente.
Uhum. ansiosamente. Isso mostra que Deus é um Deus de relacionamento.
Aqueles seres que foram expulsos do céu, a terça parte dos anjos, Deus os amava e com eles tinha relacionamento. E a humanidade redimida preencherá esse espaço no coração de Deus, porque Deus cria seres a sua imagem e semelhança. Uhum.
Assim fomos criados. Por quê? Para que possamos também escolher amar.
Então, o amor de Deus é a base, é o fundamento de todas as coisas, está associado com a liberdade com a qual ele cria seus filhos. E é por isso que houve a queda. Só houve a queda porque Deus nos fez livres.
A liberdade é uma derivação do amor ou é o fundamento do amor. Não existe amor sem liberdade. E por conta disso, eh, Deus nos fez assim, exatamente, para poder se relacionar conosco.
E nós vamos ocupar, como você acabou de mencionar aí, né, essas vagas, essas vagas eh deixadas no céu, porque Deus ama seus filhos. Deus não cria robôs. Deus não cria seres autôm.
Deus não cria inteligências artificiais manipuláveis. Deus criou você porque ele ama você. E ele provou isso indo às últimas consequências para salvar você, para redimir você.
Para quê? para ter você de volta no Éden, para poder se encontrar com você face a face, para que você entenda o amor eterno, imutável dele, para que esse amor transborde de você e você seja como ele para que você tenha vida, porque só existe vida eterna em conexão direta com esse amor infinito. Deus ama você e essa verdade está na Bíblia.
Esse está na Bíblia é bom para você. Eu te espero na próxima semana. Que Deus te abençoe muito.
Um forte abraço e até lá.