Olá, professor Leidmar César Lopes, aqui o seu facilitador para o programa de livros históricos, livros históricos do Velho Testamento. Desta feita, nós iremos hoje a estudar os livros das crônicas, tomo um e o dois. Por isso que nós chamamos primeiro e segundo livro das crônicas.
Eu e você já sabemos que para estudarmos e aprendermos o conteúdo de qualquer um destes livros ou qualquer outra disciplina, nós precisamos entender um contexto geral, conhecer um pouco ah de tudo aquilo que ah construiu, que foi basilar para construir aquilo que nós temos em mãos. Por isso, eu quero convidar você para nós estudarmos o livro das crônicas. primeiro e segundo tomo do livro das crônicas.
Ora, como eu disse, nós precisamos ter uma introdução geral e a minha intenção é fazer com que você tenha um conhecimento no mínimo geral, por existem outras disciplinas que você vai voltar a tocar em cada um desses livros. Por exemplo, Introdução ao Velho Testamento, tá? É uma matéria que você vai estudar, dependendo também a teologia do Velho Testamento, é outro ah outro outra matéria, outro conteúdo que você vai ter e você vai ampliar o seu conhecimento aqui.
Ora, então a introdução geral, nós precisamos entender qual que é o contexto literário, né? dar uma olhada no contexto literário. Primeiro e segunda crônicas fazem parte da sessão dos livros históricos da Bíblia, como nós já dissemos, né?
Ah, também eh ele é ao contrário de Primeira Samuel e Segunda Samuel, primeiro e segunda Reis, que esses livros eles abrangem a história de Israel e Judá. Voltando um pouquinho ainda, eu quero relembrar você, estudioso dos livros históricos. Os livros históricos eles versam, eles passeiam sobre toda a história h de Israel desde os juízes, né?
Ah, logo após os juízes, né? os juízes vieram e depois, logo depois, então, ah, vem aí a história da monarquia, vem a o que nós vamos ver hoje também é o exílio babilônico. Então, ah, Primeiro Samuel e Segundo Samuel, primeiro Rei e Segundo Reis, eles abrangeram a tanto a história de Israel como de Judá de uma forma muito ampla, tá?
Muito aberta. Ah, e o livro de das Crônicas, ele foca quase que exclusivamente na história de Judá, especialmente a linhagem de David e Salomão. Nós vamos ver isso claramente.
Estes livros recontam eventos históricos sobre uma ótica teológica. Eu quero que você preste bem atenção nisso. Sobre uma ótica teológica com ênfase na centralidade do templo e a fidelidade de Deus às suas promessas.
Vez após vez, nesses livros históricos, mesmo também no Pentateuco, nós percebemos como que Deus valida a o aspecto de fidelidade. A fidelidade é um tema muito importante, OK? Dando sequência um nessa introdução geral, referências bíblicas, né?
Nós sempre vamos ter referências bíblicas. Tudo que nós estudamos dentro do livro das Crônicas, nós precisamos ter alguma referência. Por exemplo, Primeira Crônicas, capítulo primeiro, de verso primeiro até o quatro, nós temos aqui genealogias.
Nós encontramos genealogias. É o primeiro livro em particular narra n a genealogia, a história de algumas famílias. E muitas pessoas pensam: "O que que tem a ver genealogia?
Por que que eu vou estudar genealogia? Olha, eu gosto muito de genealogia. Por quê?
Porque narra a história de pessoas, de famílias. Ora, se o nome da pessoa está lá, é porque ela nasceu. E se ela ahã cresceu e se ela casou e teve filhos e filhos, é porque ela viveu.
E se ela fez isto ou aquilo, ela executou o plano A, o plano B dentro da do propósito de Deus, é porque Deus tinha um propósito com a vida desta pessoa. Portanto, a cronologia, a melhor, a genealogia, ela é ela é interessante de nós notarmos e nós vamos perceber alguns detalhes logo a seguir. Esta sessão de genealogia, ah, no livro de primeiras crônicas apresenta genealogia de Adão, né, até os filhos de Noé, com ênfase na linhagem de Sem, um dos filhos de Noé.
E esses versículos fornecem uma linha genealógica que estabelece a origem de Israel. Exatamente. Aí é importante nós sabermos de onde vem, apesar de que nós já tenhamos informação desde o Pentateuco, mas nós temos aqui de forma histórica a continuidade da desse povo, tá?
Ora, é importante nós observarmos sobre essas referências bíblicas, né, as genealogias, as passagens incluem a os seguintes nomes importantes. Nós procuramos listar os nomes mais destacados que conectam toda a história, né? Por exemplo, nós temos aí Adão, né?
O primeiro homem criado por Deus. Temos sete e o filho de Adão, de quem vem a linhagem do povo de Israel. Aí partimos para Enos, que é descendente de sete, né?
Noé, o patriarca da arca de onde se originam os três filhos, Sem, Cão e Jafé. Sem é o ancestral de Abraão, Isaque e Jacó que originou as tribos de Israel. Tudo faz sentido, tudo tem conexão.
É importante nós termos estas notas. Esse trecho é significativo porque mostra as origens de Israel de maneira bem clara. Deus não errou à medida com que ele ah desenhou, né, todo o seu plano ah para a humanidade.
OK? Ainda dando sequência aí eh sobre nessa introdução eh geral eh em referências bíblicas, nós temos referências bíblicas que vão tratar sobre a restauração de Judá. Vamos falar, vamos versar sobre a restauração de Judá, OK?
Esta é um é a eh é é a última passagem porque fala de segundo livro das Crônicas. é a última passagem do livro de segunda crônicas e fala sobre o fim do exílio babilônico. Nós vamos ver daqui a pouco sobre o exílio babilônico e o retorno do povo para Judá a e sua a a sua terra.
A Judá que é a terra do povo. Nós estamos falando aqui que e os primeiro e segundo livro das crônicas eles focam um pouco mais na tribo de Judá. Ah, no reino de Judá.
Após a queda de Jerusalém e a destruição do templo, o rei Ciro, presta bem atenção nisso, o rei Ciro, tá, o rei da Pérsia emitiu um edito permitindo que os judeus retornassem a Jerusalém e reconstruísse o templo. Coisa interessante, vou adiantar isso, nós vamos ver, mas eu quero que vocês sabem, acho interessante demais, como que um ímpio, como que um rei pagão, ele entende a voz de Deus, o comissionamento de Deus para liberar o povo para que voltasse e reconstruísse o templo, reconstruísse a das ruínas tudo que havia sido destruído. Então isso é é algo que é a manifestação do poder de Deus, do propósito de Deus sendo manifesto sobre todas a a história da humanidade.
Ora, segundo livro das Cas 36 22 23, né? Mais no ano primeiro de Siro, rei da Pérsia, né? O texto lá, né?
para que se cumprisse a palavra do Senhor proferida pela boca de Jeremias, despertou o Senhor o espírito de Ciro. Olha só que coisa interessante, o rei da Pérsia, o qual fez passar por todo o seu reino e também por escrito, dizendo o seguinte: vamos lá. Assim diz Ciro, rei da Pérsia, o Senhor, o Deus do céu, ele reconhece Deus, me deu todos os reinos da terra e ele me encarregou de edificar-lhe uma casa em Jerusalém, que está em Judá.
Quem entre vós de todos o seu povo seja de Deus com ele e suba, ou seja, vá para Judá. Então, o rei ele estabelece esse decreto, né? Referências bíblicas, né?
Ainda sobre a restauração de Judá, nós temos muitos, porque lembre-se bem, o texto fala ah da monarquia, da dinastia de Davi, de Salomão, mas também do exílio e da restauração, da reconstrução de Judá. Então, este versículo em particular que nós acabamos de ler, esses dois versículos, ele fala sobre o fim do exílio babilônico e a restauração do templo, a restauração de Judá, a restauração da sorte daquele povo. Olha, isso aqui é importante que nós lemos no versículo de número 23.
Ciro reconhece o Deus de Israel. Siro reconhece o poder do Deus de Israel. E por quê?
Porque ele seria instrumento para reconstrução do templo a em Jerusalém. OK? Ora, este momento representa não apenas uma restauração física de Jerusalém e do templo, mas também uma renovação espiritual e uma volta ao compromisso com Deus.
Olha que coisa interessante. Poderíamos pensar, não, mas foi simplesmente um retorno de um grupo de pessoas para reconstruir muros, para reconstruir o tempo, para reconstruir o restabelecer o culto lá e tal. Não, não, não.
Eh, eh, foi uma volta a uma renovação da aliança e do compromisso com Deus. Ora, dando sequência, poderíamos perguntar qual o propósito e o objetivo de estudar primeiro e o segundo livro das da das crônicas ou o primeiro e o segundo tomo do das crônicas? Ora, primeiro lugar, ah, esse livro nos traz um foco teológico muito interessante, né?
A ênfase, a, o foco teológico, ele dá uma ênfase na centralidade do templo de Jerusalém. Ou seja, o templo é fundamental. O templo representa a presença de Deus.
A adoração, um outro foco, adoração legítima a Deus, não a outros deuses. Porque nós percebemos, temos percebido que Deus não negocia isso. E um outro ponto importante, um outro foco teológico, inclusive bem teológico mesmo, que a gente vê ao longo de toda a escritura, é a obediência que é necessária à palavra de Deus.
Só me ouvir falar pelo menos mais uma ou duas vezes ah nesta aula. Gente, obediência tardia é desobediência. Meia obediência é desobediência.
Sabe com que parece obediência? Somente quando a gente obedece integralmente aquilo que Deus tem falado para nós obedecermos. OK?
Um outro objetivo e também como propósito, né? A, ele é espiritual, restauração do culto a Deus, com foco nas reformas religiosas feitas por reis como Ezequias, Josias. Nós vamos ter um slide que nós vamos apontar alguns atos, algumas reformas que Ezequias promoveu, né?
H, e também tem como objetivo e propósito trazer reflexão sobre o exílio. Gente, é impossível você ir paraa frente, é impossível você vencer na vida, é impossível você amadurecer se você não reflete por onde você tem passado. E aqui o livro, um dos propósitos e objetivos de primeira e segunda crônicas é levar o a a uma reflexão, né?
faz parte de um conjunto de escritos que são chamados também de livros reflexivos a a a exílio, né? Ah, e esse texto fala sobre a uma reflexão pós exílico, tá bom? O retorno à verdadeira adoração a Deus é o meio de restauração espiritual nacional.
Não tem outro jeito. Ou nós voltamos para Deus ou nós estamos fora, tá? Então, é importante essa reflexão sobre o exílio.
Então, como eu falei, Ezequias foi um dos maiores reformadores. Ele apresentou muitas ah propostas e realmente ele executou-as, né? Por exemplo, restaurou o templo, reformou o culto, eh reconsagrou os sacerdotes e levitas celebrou a Páscoa, unificou o povo, fez reformas administrativas.
Você tem isso no seu PDF, dos slides e você tem também na sua apostila. Você pode complementar melhor isso aí. Olha só o que mais que ele promoveu.
Destruiu os ídolos, confiou em Deus durante a invasão assíria, orando e buscando a ajuda de Deus. Ele orou fervorosamente e Deus respondeu protegendo Judá invasão assíria. Manteve a prosperidade no meio do povo em Judá.
Esses efeitos de Ezequias são marcantes em sua busca por restaurar a verdadeira adoração e promover a confiança em Deus durante momentos de crise. Não tem outra lugar para nós virmos, não tem outra coisa a fazer na nossa vida. se não for para confiarmos em Deus nos nossos momentos de crise, né?
Então, dando sequência, a história de Judá em Primeira e Segunda Crônicas, OK? Não é segunda crônicas e segunda crônicas, é Primeira e Segunda Crônicas, há uma ênfase teológica e centralidade do templo quando a gente olha pra história de Judá, OK? E os livros de Primeira e segunda crônicas focam exclusivamente na história do reino do sul, né, que é o reino de Judá, apresentando uma perspectiva teológica sacerdotal.
OK? Existe todo um sacerdócio. Quando a gente pensa em Davi, a gente percebe um sacerdócio, tá?
Então, há uma narrativa muito importante, ah, não somente, eh, político, mas a ela é espiritual e e ela é extremamente importante. E tudo isso está centralizado na ideia do templo, né? Por quê?
Porque o templo nos dá a ideia da presença constante de Deus, né? essa ideia eh eh que eh imperava eh nesse momento da história de Israel, comparação com os livros de Samuel e Reis, né? Que tipo de comparação nós podemos fazer aí, né?
Ahã. Veja bem, Samuel e Reis abordam Judé e Israel. Crônicas foca exclusivamente em Judá.
Já falamos, é a segunda vez que nós mencionamos isso. Samuel e Reis têm ênfase histórica, política. Crônicas propõe leituras, leitura teológica e pós exílica.
Então, o livro das Crônicas, ele é interessante porque nos ajuda a entender melhor, a interpretar melhor os aspectos teológicos ah do povo de Israel e que esses aspectos têm um reflexo na nossa fé, na nossa vida hoje, tá? Não seria interessante nós estudarmos se não houvesse uma conexão com o Novo Testamento, com aquilo que haveria de vir, tá? Ah, o cronista busca inspirar esperança e renovação nacional após o exílio, tá?
Olha só, elementos chaves nesse momento aqui que nós precisamos entender, tá? Existem alguns elementos chaves. A ênfase na lingu, na linhagem davídica.
Há, você percebe claramente que há uma ênfase nessa questão da linhagem de Davi, destaque para o culto no templo. Des apóses isso é enfatizado. Sabe aquela coisa de repetição?
Repetição, quase que dando cascudo na cabeça da pessoa para entender, precisa entrar, né? a importância do culto no tempo. A história é apresentada como interpretação teológica, não apenas registro cronológico.
Existe um um âmbito teológico muito grande. A teologia da retribuição é evidente no no texto também. Nós encontramos uma uma teologia de de retribuição aqui.
Por exemplo, fidelidade gera bênção, infidelidade vai gerar juízo. Você viu isso em algum lugar? Nós estudamos nos outros livros também.
Deus não abre mão da fidelidade. Deus não abre mão. Então, a omissão intencional de falhas morais de Davi Salomão em favor de seu papel cultural e messiânico.
Sim, o texto parece que ele parece não, ele omite, né, ou não dá ênfase a à trajetória moral de Moisés e Salomão, porque está focado mais no aspecto teológico messiânico, no aspecto sacerdotal. Dando sequência, então, o exílio babilônico em segundo livro das das Crônicas, tá? o exílio babilônico, como eu disse desde o início, ah, existe um conteúdo grande aqui sobre o exílio babilônico.
E, e, gente, queridos, o, o, o exílio babilônico, ele foi resultado da dura serviço do povo. Não fosse isso, não fosse a dura serviço, não fosse a ingratidão, não fosse a infidelidade desse povo, possivelmente Deus teria virado a página e e possivelmente não teria acontecido esse exílio babilônico. OK?
Veja bem, juízo e queda, queda e esperança de restauração. Ora, o exílio babilônico, ele é considerado como ah um juízo de Deus. Deus, como eu falei ainda há pouco, Deus não negocia o aspecto fidelidade.
Deus é fiel. A única coisa que Deus espera é que nós sejamos fiéis a ele. E o povo, quanta infidelidade.
Eu falei, tenho falado quase toda, toda a aula. Ah, eles viviam num roller coaster, baixo, em cima, embaixo, em cima. E a infidelidade gera juízo.
Então, o exílio babilônico é apresentado como um juízo, né? Logo na sequência também, né? Há a queda total de Jerusalém, né?
E depois, então, ainda no segundo livro das crônicas, mais no final, nós vemos aí a esperança de uma restauração, né? Como que a gente pode perceber isso, né? Segunda Crônicas 36:17 a 21 nos dá essa ideia de que subiu contra eles o rei dos caldeus.
Não tiveram compaixão, todos, né? Entregou nas suas mãos até que se cumprisse a palavra do Senhor pela boca de Jeremias. Deus não teve misericórdia, não.
Deus deixou a coisa rolar solta mesmo, tá? Então, ah, juízo, por conta de quê? Desobediência, infidelidade.
Desobediência nos atos, infidelidade de coração. Infidelidade de coração. Então, nós precisamos a para nós hoje também nós precisamos aprender isso, tá?
Que nós precisamos ser fiéis. O exílio babilônico também tem alguns aspectos teológicos que são enfatizados, são reforçados os aspectos teológicos, né? Ah, o exílio ele é, veja bem, o exílio ele é apresentado como um resultado inevitável da infidelidade nacional, redundância, né?
Idolatria, desprezo à lei e rejeição profética. A mão de Deus veio. Deus envia repetidas advertências, mas o povo zomba, tá?
zomba do mensageiro. E eles viviam e faziam de acordo com o que queriam, com o que a forma com que lhes apetecia. Eles viviam soltos.
O juízo babilônico é retratado como instrumento de disciplina divina. Nós vamos ver isso após vez. Não tem como nós fugirmos desta realidade.
Então, veja bem, o exílio babilônico, ele vem como um juízo da parte de Deus, né? e elementos distintivos e ênfase na restauração. Alguns elementos distintivos que nós podemos ver dentro do estudo desse texto.
Veja bem, deixa eu ajudar você com uma outra coisa aqui. Olha só, presta bem atenção nisso. Isto aqui é uma introdução.
Você precisa querer. Você precisa ter a iniciativa de estudar. Você precisa pegar sua apostila, ler sua apostila, os livros recomendados.
você precisa estudar, pesquisar, OK? Tenho plena convicção de que isto poderá ser de grande utilidade para você à medida que você estuda a os livros históricos na compreensão do contexto maior do Velho Testamento e de toda a Bíblia, tá? Elementos distintivos e ênfase de restauração.
Ora, o texto fecha com uma mensagem de esperança, o encerramento lá, né? O gran finale de segundo livro das Crônicas aponta para esta mensagem de esperança, como o decreto de Ciro. Nós vimos já o decreto de Ciro.
Crônicas termina não com destruição, mas com a possibilidade de um novo começo. A possibilidade de começar tudo de novo. A ênfase a dentro desse contexto da história de Judá é teologicamente reinterpretada nesse momento.
Não há caos final, mas oportunidade de recomeço com Deus. Gente, que Deus é esse, né? Deus fantástico, Deus tremendo.
O povo pecava, o povo se distanciava e Deus permitia-lhes um novo começo, recomeçar. Portanto, o fracasso não é o fim. O fracasso pode ser o trampolim para um novo começo.
OK? A reconstrução espiritual precede a física, tá? O retorno não é apenas geográfico, mas devocional.
Então, há toda uma reconstrução do templo, do culto, né, e depois a nação, né, e depois a nação. Então, esses elementos são muito importantes mesmo, tá? OK.
Propósito e importância dos livros de primeira e segunda crônicas, né? Qual que é o propósito e importância deles? relação entre Crônicas e Samuel e Reis.
Nós já vimos isso, né? Há uma perspectiva espiritual, teológica da promessa messiânica. Então, a relação que existe aí é justamente esta a perspectiva espiritual e teológica, né?
Comparação literária, teológica, a primeira e segunda crônicas não são meras repetições, não é simplesmente repetições. Sabe aquela goteira que está caindo, que tá caindo? roteira, não, não são melhoras repetições, faz todo sentido, OK?
os relatos de Samuel e Reis, o autor, né, ou o cronista, hã, reinterpreta eventos já conhecidos, oferecendo um enfoque espiritual, sacerdotal e restaurador. Lembra que quando nós estudamos ali Primeiro e segundo Samuel, Primeiro e Segundo Reis, possivelmente a os escritores, quem escreveu esses livros, eles podem ter lançado mão da mesma informação, do mesmo conteúdo, da mesma fonte. No entanto, Deus como ele é um arquiteto, Deus como ele é sábio, como Deus pensa de forma com que nós não pensamos nesse texto de segunda, primeira e segunda crônicas, né, ou cronista ou aquele que escreve as crônicas, ele faz uma reinterpretação daqui de eventos já conhecidos.
Então, nada que ninguém sabia, mas ele faz uma interpretação ou uma reinterpretação eh a partir de uma espiritualidade e de um aspecto sacerdotal ah e restaurador da nação, restaurador do povo. Eu acho isso excepcional, né? Objetivos do cronista.
Deixa eu ficar desse lado aqui. Objetivos do cronista. Olha só.
Restaurar a identidade de Judá como herdeira da promessa messiânica, né? Eh, rei orientar o povo para a fidelidade ao culto e a lei. Olha só.
E a lei e a aliança. Uma vez mais chamada para a obediência. Não tem para onde fugir.
Outro objetivo das crônicas, sustentar a esperança messiânica através da continuidade davídica. OK? Elementos distintivos aí de crônicas.
ênfase na linhagem de Davi, já falamos. Centralidade do templo em Jerusalém, tá? Já falamos.
Silêncio sobre escândalos, já falamos. exaltação do culto e da liderança espiritual, né? Levitas, sacerdotes, né?
A música sacra e a reforma litúrgica, tá? OK. Davi, a aliança e as promessas messiânicas, né?
Ah, nós encontramos isso dentro do contexto de crônicas, a centralidade da aliança da vídica, né? Referência bíblica, né? E chave, tá?
Olha só o que que nós temos. Referências bíblicas chave. Primeira Crônicas, capítulo 17.
Promessa da perpetuidade da casa de Davi e do trono eterno. Deus promete a perpetuidade da casa de Davi. Ora, Davi queria construir o templo, o novo templo.
Deus falou: "Não, você não vai construir o templo. Você pode, você vai prover o material, mas quem vai construir o templo vai ser seu filho. E através dele eu vou perpetrar.
OK? Aliança que tenho contigo e o trono eterno. Quando fala do trono eterno, está apontando para o aspecto messiânico do contexto do livro e de toda a escritura, tá?
Segundo livro das Crônicas, capítulo 6, verso 6, diz assim: "Mas escolhi Jerusalém para que ali esteja o meu nome e escolhi Davi para que presidisse sobre o meu povo Israel. Deus quem escolheu Davi, né? Então essa é a aliança de Deus.
Importância de Davi para o culto e para o povo, né? Qual a importância de Davi? Nós sabemos.
É redundância a pergunta, mas é importante nós relembrarmos aqui nesse contexto. Davi não apenas reina, ele organiza os levitas, prepara a os materiais para o templo, estabelece o louvor e a adoração. Ou seja, ele tem uma visão bem ampla sobre o sagrado, sobre o altar, sobre o templo, sobre o divino, né?
é visto como o protótipo do Messias, que governará com justiça e conduzirá o povo em fidelidade. Ele é o protótipo. Ele é considerado, é visto como protótipo, como um como um espelho de Cristo, tá?
Do Messias. Aliança da vídica como eixo teológico, né? Existe um eixo teológico e a aliança davídica que faz essa ligação.
Aliança de Deus com Davi é apresentada como fundamento teológico da esperança nacional. A esperança nacional é aliança feita com Deus, né, de Deus com Davi. O cronista relembra e enfatiza e desenvolve essa aliança como foco escatológico e messiânico.
O cronista ele pega isso, ele fazendo uma reinterpretação dos fatos, dos eventos históricos, ele consegue focar no escatológico e no messiânico a partir desta nova releitura ah de esperança. A figura de Davi é idealizada. Ele pastor ungido, rei adorador, líder espiritual e fundador do culto centralizado.
O culto ele é feito em Jerusalém. Em Jerusalém, né? De toda a nação, todos em todo canto.
A palavra, a frase é: "Nos vemos em Jerusalém", né? Nos vemos em Jerusalém. E hoje a volta do mundo, sempre você vai ouvir a alguém falando isso, OK?
A teologia da aliança no livro das Crônicas. Opa, vamos voltar aqui. É isso.
A teologia da aliança. Aliança ela é incondicional na sua origem, né? Por quê?
Porque foi de Deus. Ela ela eh eh eh Deus segura, né, a a aliança, Deus assinou embaixo e Deus vai cumprir aquilo que ele disse que iria fazer, tá? Então, ah, aça, ela é incondicional em sua origem, mas condicional na sua experiência.
Ela está condicionada à experiência ah dos seus recipientes, né? A obediência dos reis e do povo determina a bênção e o juízo, né? Uma vez mais, essa teologia visa inspirar confiança no futuro, fundamental para compreender o desenvolvimento da teologia messiânica do Antigo Testamento.
Sim, o Antigo Testamento, desde o Gênesis está apontando para o Messias. Há uma teologia messiânica no Antigo Testamento. E esse é um conteúdo, essa é uma matéria ah para ser discutida em um outro momento, quando você estiver de repente estudando teologia de missões e tal, você vai conseguir perceber com mais clareza base ah fundamento ainda, né?
Base para o para os evangelhos apresentarem Jesus como filho de Davi, né? cumprido, cumpridor da promessa anunciada em Crônicas, né? Útil para estudos sobre continuidade e progressão da aliança bíblica.
Tá? Vamos lá, seguindo. A relação de Primeira e Segunda Crônicas com outros livros históricos.
Sim, tem relação sim, não só com Primeiro e segundo Samuel, Primeiro e Segundo Reis, mas olha só, a Crônicas e os profetas maiores há uma relação sim, né? Deixa eu ficar do outro lado também novamente, porque olha só, a Isaías, Jeremias e Ezequiel, né, cuja atuação coincida com os períodos de crise e queda de Judá, tá? Os profetas denunciam a idolatria, corrupção no culto e a desobediência.
Temas que o cronista também aborda sobre uma ótica do juízo a partir de um aspecto teológico, né? É uma releitura. Temas em comum.
Ah, nós podemos encontrar a Segunda Crônicas 71, né? O arrependimento e o retorno à terra, né? A restauração do culto e da pureza espiritual a promessas futuras relacionadas à presença de Deus e à esperança messiânica.
Ora só, vamos dar uma lida nos textos que nós mencionamos aqui de segunda crônicas. Primeiro Crônicas a ligado com arrependimento e retorno. Nós lemos lá, se o meu povo que se chama pelo meu nome se humilhar e orar e me buscar e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.
Ah, isso é tremendo. Gostaria de pregar sobre isso agora. Eh, eh, segunda Crônicas 29, capítulo 29 até o 31, capítulo 29 vai falar de purificação do tempo, capítulo 30 vai falar sobre a celebração da Páscoa, o capítulo 31, organização do culto e sustento dos sacerdotes.
Após a Páscoa, o povo destrói altares pagãos em imagens idólatras e passam a ter fidelidade, generosidade e zelo pela casa de Deus. Pela casa de Deus. Então, ah, é extremamente importante nós entendermos a relação que tem com os profetas, OK?
Dando sequência, então, a aí nós temos Crônicas, história com teologia, né? O livro das Crônicas, nós já falamos, uma outra maneira de nós observarmos e percebermos, né, o que já falamos, é o seguinte, é o cronista, ele pega a história e ele faz uma interpretação ou uma reinterpretação a partir de uma mentalidade ou de um aspecto teológico, tá? Ah, ele não escreve histórico como registro imparcial, mas como interpretação espiritual dos eventos.
Pergunta central do autor. Como devemos interpretar espiritualmente a nossa história como povo de Deus? A ênfase recai sobre a fidelidade de Deus, a teologia da retribuição, obediência igual a bênção e rebeldia igual a juízo.
A necessidade de reconstrução espiritual a no pós exílio, tá? Então, a ênfase está na reconstrução espiritual no pós-esura inicial, primeira crônicas de 1 a 9, né? Nós encontramos aí as listas genealógicas, já falamos a linhagem de Judá e também toda a dinastia de Davi, eh, continuidade do povo de Deus, tá?
A a genealogia apresenta continuidade do povo de Deus. Temas centrais em primeira crônicas é a centralidade de Davi, ou seja, a história de Davi, né? A metade do livro é dedicado ao reinado de Davi.
Davi é retratado como o rei ideal, o pastor ideal, o adorador ideal, o organizador do culto ideal, o progenitor do Messias. Faz parte da linhagem do Messias. Ora, preparação para o templo, né, Davi, nesse texto também, eh, há uma preparação.
Lembra que eu mencionei ainda há pouco que o Senhor não permitiu que Davi construísse o templo, mas o Senhor simplesmente permitiu que ele ah coletasse, que ele preparasse todo o material para a construção do templo. A estrutura narrativa de segunda, segundo livro das crônicas, nós temos aí rapidamente, tá, o capítulo 2 até o 9, nós temos aí a construção e dedicação do templo por Salomão, né? Esse é o ápice espiritual de Israel, tá?
Capítulo 10 a 36, história dos reis ah de Judá, com destaque para os que realizaram reforma religiosa, como as Ezequias e Josias, tá? Ah, a obra se encerra com o exílio babilônico e o decreto de Ciro sinalizando um novo começo ou um recomeço. Temas teológicos principais da segunda crônicas.
Ah, nós temos aí a centralidade do templo sem negociação. O templo é o símbolo da presença de Deus e o ponto de convergência da espiritualidade nacional. A consagração feita por Salomão em Segunda Crônicas, capítulo 6 até o 7, reafirma o pacto condicional.
Uma vez mais, obediência gera bênção, desobediência traz juízo. Reformas religiosas, reis como Ezequias, nós vimos lá atrás, ele promoveu reformas. Josias também promoveu reformas.
capítulo 34 a 35, você pode ver as reformas propostas por Josias, tá? Apostasia e consequência dessa apostasia. O que que é apostasia?
Apostasia significa afastar-se, né? Então, eles afastaram-se completamente do propósito de Deus, do propósito da aliança. E por causa disso veio a consequência.
A narrativa mostra o declínio espiritual de Judá, mesmo após sucessivos apelos proféticos. O exílio babilônico surge como juízo divino. O exío, repito, é a terceira vez que eu repito isso hoje.
O exílio babilônico é um reflexo, ou melhor, ele é um juízo divino e não é a derrota final, mas é um juízo divino. Propósito teológico do livro, restaurar a pureza do culto a Deus. Qualquer semelhança com os nossos dias é simplesmente semelhança.
Olha só, restaurar a pureza do culto a Deus, enfatizando a necessidade de obediência fiel à sua palavra. demonstrar que a história é interpretada à luz da aliança, não simplesmente por outra coisa qualquer. OK?
A dinastia de Davi e o reino de Salomão, né? Lá o reino de Davi lá em no livro da Primeiras Crônicas, né? Nós já vimos isso, já falamos, já mencionamos ainda há pouco, tá?
Nós temos aí bastante informação, tanto na apostila, né, como esse texto, capítulo 10 até o 29, o primeiro livro das Crônicas, ele ocupa a maior parte falando sobre a o rei Davi. Ele apresenta um retrato idealizado e teológico, né? E essa todo esse aspecto da unificação de Israel, a a centralização do culto em Jerusalém foi algo bem acertado por Davi e preparar o caminho para a construção do templo.
Ora, a união de Israel também nós já falamos, né? e a centralização do rei. Já falamos isso.
Esse foi um dos propósitos h da interpretação ou reinterpretação ou releitura, né, dos cronistas, tá? Jerusalém, ela foi escolhida como capital, né, do grande Deus, tá? E nós percebemos que muita reforma religiosa na fé do povo foi promovida.
fez Davi para si casas na cidade de Davi e preparou um lugar para a arca de Deus, né? Ou seja, ele trouxe tudo, tudo ficou centralizado, governo, a fé, tudo ficou centralizado em Jerusalém, né? Aliança da da vídica, né?
Eh, há uma ênfase na aliança da vídica, porque ah, refletindo ou isso é um momento de reflexão ah da promessa de Deus feita lá em Segunda Samuel, no capítulo 7, tá? A ênfase aqui agora é positiva e teológica a ou teologicamente, né? Ah, focado no Messias.
Deus promete a Davi uma casa eterna. Nós vimos ainda há pouco essa promessa de Deus, Deus vai cumprir. Deus está apontando para o Messias.
OK? Estabelecerei o seu trono para sempre. Quem disse isso?
Senhor, eu lhe serei por pai e ele me será por filho. Tá? Deus cumpre o que ele promete.
Ainda dando sequência à dinastia, né? preparativos para o templo. Nós já falamos sobre isto aí, mas eu faço questão de enfatizar.
Embora Davi não tenha construído o templo, Salomão o construiu. Davi foi o instrumento de Deus para coletar, para preparar todos os materiais que estariam no templo. Então, Salomão, ah, ele tem a a o privilégio de construir o templo.
OK? Olha aí. Ah, isso aí é um um esboço, né, uma imagem do templo, tá?
Ah, e isso aí foi o que o que foi proposto, que foi construído, tá? A teologia do cronista, Davi é o rei sacerdoteizado mais do que o guerreiro de Samuel, tá? Seu reinado não é marcado por escândalos, mas por fidelidade, louvor e zelo pela casa de Deus.
Olha só como que aqui na no livro das Crônicas ele ele simplesmente não traz à tona a a o momento, a queda ah do rei ah Davi, tá? aponta profeticamente para o Messias, para o rei Messias, que regerá com justiça e estabelecerá a adoração plena ao Deus eterno. Dando sequência, então, ah, Salomão não teve, ele teve o privilégio de construir, Davi não teve o privilégio de construir o templo, né?
Então, o reinado de Salomão, ele é descrito na nas crônicas como um período de prosperidade, de estabilidade, de expansão, sinalizando o favor, né, nos nossos dias, sinalizando a bênção de Deus, a bênção divina. Segundo livro das Crônicas 11, diz assim: "Darei a ti sabedoria e conhecimento e também te darei riquezas, bens e glórias. " num bate-papo, numa conversa com Deus, o Senhor falou para Salomã: "Filhão, pede o que você quiser que eu vou te dar.
" Ele falou: "Senhor, me dê sabedoria para liderar, para governar sobre o povo". E o Senhor disse: "Eu te darei sabedoria, mas também te darei riqueza e bens e muita glória". A construção do templo, né?
Veio logo então a construção do templo, mais ou menos este o protótipo do templo, tá? Existe ah restos, né, ah, arqueológicos a nessa região em Jerusalém. No entanto, neste lugar está construído a o que é chamado de dom da rocha, que é a onde está lá o templo, né, de Maomé, né, o dos muçulmanos, né, e isso tem data vencida, né?
OK. Ah, isso você vai ver aí logo na sequência os símbolos e funções do templo, tá? Ah, por exemplo, a presença de Deus é um símbolo, o centro do culto, né?
Local para sacrifícios, adoração, festas de oração, sinal de bênção nacional. A teologia da presença e da fidelidade nós encontramos também por conta do templo, né? O templo é um símbolo da proximidade entre Deus, ah, os entre o Deus santo e o povo, né?
Então, Deus se manifesta no templo. Deus vem tabernacular com o povo, tá? Salomão, como herdeiro de Davi, cumpre a visão dada ao Pai e estabelece os fundamentos do culto centralizado.
Eh, então nós temos isso aí, OK? O legado espiritual de Salomão e sua sabedoria, a sabedoria e prosperidade, né? O rei de Israel, né?
O rei, o grande rei ideal, né, Salomão, é retratado no livro das Crônicas como um rei dotado por Deus de muita sabedoria, não é, ou sabedoria extraordinária. O seu reinado foi marcado por paz externa e prosperidade interna, né? Ele fez uma diplomacia muito bem feita, tá?
E o projeto do templo e sua dedicação consolidam seu legado como construtor do culto e da centralização religiosa. E o rei Salomão excedeu a todos os reis da terra, tanto em riquezas como em sabedoria. Segundo o livro das Crônicas, capítulo 9:22.
advertência espiritual que nós encontramos, né, no livro das Crônicas, né, que é está com relação à tolerância a idolatria. Apesar da glória, Salomão falhou em manter a pureza do culto ao único Deus. Segunda Crônicas é mais reservado nas críticas do que reis, mas as consequências da idolatria aparecem, olha só, aparecem no cisma posterior, aparece no momento posterior.
Em segunda Crônicas 11:13 a 15, os sacerdotes e levitas abandonam suas terras do norte de Israel por causa da divisão religiosa. Um reflexo direto da semente lançada nos tempos de Salomão. Cada um fazia aquilo que dava na cabeça, né?
A sabedoria sem fidelidade se torna insuficiente para sustentar o povo no caminho da aliança. Veja bem, tudo teve um prazo, uma data de validade. Enquanto ele foi fiel, houve a bênção.
Quando demonstrou a infidelidade, problemas surgiram. E é assim conosco também, tá? O legado espiritual, né?
legado duplo, glória e advertência. Salomão é modelo de liderança sábia e piedosa, mas também é um símbolo do perigo de comprometer a adoração exclusiva a Deus. Não dá para servir a dois senhores.
Ah, o cronista parece sugerir o seguinte: aprendam com sua grandeza, mas atentem para a queda, ok? Atentem para é uma frase muito forte. Aprendam com sua grandeza.
Cresceu. Cuidado com a queda. Aí um mapa.
Muito brevemente você pode olhar aí no seu PDF do do slide, aonde, né? Ah, foi, eles foram levados como escravos, o cativeiro babilônico, né? Teve o pessoal de Israel, o norte, ah, a Assíria, onde eles foram, ah, como escravos, né?
Ah, e interessante que a Assíria pegou gentis, gente de outros povos e levou pra terra ah de Israel e povoou aquela região com gente de vários outros regiões ah do mundo de então. Ah, a desobediência e a queda do reino de Judá nós temos muito bem desenhado e muito bem esboçado aí no livro, tá? Idolatria e corrupção espiritual dos reis de Judá.
Já falamos, você tem mais material aqui para você estudar. Casos emblemáticos, o caso de Acaso, o caso de Manassés, né, que realmente eh partiram e abriram as portas, escancararam as portas paraa corrupção e a idolatria. No tempo da sua angústia, cometeu ainda maiores transgressões contra o Senhor.
Segunda Crônicas 28, ah, 22, né? Ah, o Acas fez o que era mal aos olhos do Senhor. 332, que é o caso de Manassés.
Vamos dar sequência aí. A desobediência e a queda do reino de Judá ainda. Judá ainda.
O exílio como consequência teológica. Veja bem, o exílio era visível, iria acontecer, né? É o resultado, né?
a a justiça, o juízo de Deus, ah, foi estabelecido, foi manifesto, né? A narrativa termina de juízo ou de exílio, termina com o decreto de Ciro, sinalizando que a graça ainda triunfa, tá? E a fidelidade espiritual tem implicações sociais, políticas e culturais.
Preste bem atenção nessa frase. Analisem as nações à volta do mundo. E hoje a infidelidade espiritual tem implicações sociais, políticas e culturais.
Retorno de de Judá e a esperança de restauração, né? O retorno para casa, né? Então, por causa do decreto de Ciro, né?
O rei da Pérsia, ele autorizou o retorno dos judeus. Ah, e a reconstrução do templo em Jerusalém, tá? Então, a volta uma um uma leva muito grande de judeus.
Eles voltam com Zorobabel e eles voltam para reconstruir a aí o templo de reconstrução da Jerusalém e também do culto. Assim diz Siro, rei da persa, o Senhor Deus dos céus, me encarregou de edificar-lhe uma casa em Jerusalém. Segunda Crônicas 36:23.
Repetindo uma vez mais, então a esperança do remanescente fiel, né? O foco, olha só que interessante, o foco do cronista se volta para o remanescente de Judá, né? O povo que é fiel.
Então, aqueles que permaneceram fiéis ou retornaram com o desejo de recomeçar. Essa restauração é tanto espiritual como física. mostrando que Deus não abandonou a sua aliança mesmo após o juízo do exílio.
A disciplina de Deus visa correção, não destruição. Aliança permanece viva nos corações dos fiéis. Crônicas termina com esperança.
Lembre-se disso. Crônicas termina com esperança. Ao contrário de Segunda Reis, que termina com o exílio e a prisão de Joaquim.
A segunda crônicas encerra com graça e esperança de um novo recomeço. O povo é chamado novamente, olha só que interessante, o povo é chamado novamente a construir, a adorar e a viver como nação ã santa. O culto ele é restaurado, o templo é reconstruído e o propósito de Deus continua firme.
Eu acho isso excepcional. importância da fidelidade em tempos de Cristo. Isso é uma lição para nós.
Hoje, se nós formos fiéis, haverá bênção. Se formos infiéis, o Senhor nos corrige. O Senhor nos corrige.
E não tem para onde nós corrermos com essas verdades. o templo e a presença de Deus. Uma vez mais, o templo em Jerusalém é sinônimo da presença de Deus.
Presença divina. A adoração tem que ser lá em Jerusalém, no templo, né? Hoje em dia, muita gente não quer nem ir pro templo mais, ainda que a nossa tônica quanto ao templo seja diferente, mas as pessoas querem abandonar esse negócio, tá?
Então nós precisamos ter isso em mente, a importância de congregar, da importância de estar junto, da sinergia, do poder que é estabelecido quando nós congregamos o retorno à verdade, a verdadeira adoração. Então, uma vez mais, depois do exílio, a reconstrução do templo, a a o restabelecimento da adoração, do culto, né? Nós vamos ver em Esdras.
Esdras ele reúne o povo, ele começa a restabelecer o culto, há uma nova ah ordenação, consagração dos sacerdotes, dos levitas para o serviço no templo. Então, isso é fantástico pra gente caminhar para terminar. Os livros de Crônicas nos ensinam sobre a fidelidade de Deus, a adoração verdadeira e a necessidade de obedecer a sua palavra.
As lições de Judá sobre adoração e pureza espiritual são fundamentais tanto para o povo de Israel quanto para a igreja cristã de hoje. Nós encontramos lições excepcionais aqui. Os livros de Crônicas é a ponte para Neemias e Esdras.
Então, até lá nós nos veremos em Neemias e Esras. Um abraço.