Imagine que você está segurando nas mãos um manuscrito amarelado pelo tempo, com páginas frágeis como asas de borboleta, escrito em latim misturado com palavras que nenhum dicionário conhecido consegue traduzir. O cheiro é de terra molhada, de resina, de algo vivo que persiste mesmo depois de séculos. Esse manuscrito foi encontrado em 1891 no interior de um convento jesuíta abandonado às margens do rio negro no coração da Amazônia e nas suas páginas