o Burnout atinge um terço dos professores da Educação Básica no Brasil mulheres têm mais chance de ter a síndrome insegurança dupla jornada e falta de perspectiva profissional estão entre as razões que afetam a saúde mental de quem ensina Essa professora que prefere não se identificar notou que estava desenvolvendo a síndrome de Burnout a dois anos quando os primeiros sinais apareceram elas são cansaço né então era um cansaço é maternidade mas a exigência pela pesquisa mais as aulas mais os atendimentos aos alunos mas os familiares a gestão a síndrome de Burnout caracterizada pela exaustão pelo trabalho
atinge um em cada três professores da Educação Básica o dada de uma pesquisa feita pela Unifesp que avaliou cerca de 400 profissionais de escolas públicas e privadas em diferentes estados a violência nas escolas é um dos desencadeadores do problema assim como a pressão por resultados mais apontada por professores de colégios particulares salários defasados e um consequente acúmulo de funções também são apontados como fatores de risco já o reconhecimento profissional tem impactos diferentes de acordo com o gênero homens que progridem na carreira tem chance menor de desenvolver a síndrome de Burnout que as mulheres e isso
se deve razões que vão muito além da sala de aula Ela chega em casa e essa preocupação ela não cessa né o professor ele tá sempre ligado por mais que ele esteja em casa e aí se você soma com a carga horária de trabalho que ela tem em casa então cuidar dos filhos cuidar da casa cuidar do marido que a gente sabe que não é uma obrigação da mulher não precisa ser ela que tem que fazer essas tarefas ela não precisa fazer sozinha desgosto pela profissão falta de vontade dificuldade em realizar as tarefas e estresse
excessivo são sintomas do Burnout além de procurar realizar atividades prazerosas é bom buscar ajuda médica e psicológica os primeiros sinais para evitar que o problema se agrave a gente pode criar projetos dentro da escola que seria maravilhosa do professor e Alguém poderia encabeçar isso o olhar mais sensível para a saúde mental dos educadores É também um cuidado com o desenvolvimento do país que a gente fale sobre isso para que o Bernardo Deixa de ser um tabu dentro de qualquer profissão mas principalmente na educação