servidores de 11 agências reguladoras aceitaram reajuste proposto pelo Governo Federal o acordo põe fim as paralisações que prejudicavam diversos setores da economia foram 5 meses de negociação até que o ministério da gestão e inovação em serviços públicos chegasse ao acordo com o sinagências o sindicato que representa as agências reguladoras o reajuste ficou definido em 27 por para os servidores federais de carreira é o maior aumento salarial concedido pelo governo em mesas de negociações específicas e 15,5 para quem faz parte do Plano Especial de Cargos o pagamento será em duas parcelas a primeira em 2025 e
a segunda em 2026 o acordo beneficia funcionários de 11 agências reguladoras entre elas a Anvisa anel ANAC ANATEL e a NP foi um processo em que juntou-se né tanto de um lado Uma demanda represada Né desde os anos de 2018 até 2023 o todo o funcionalismo público passou por um congelamento salarial né então isso elevou a nossa demanda e também nós temos problemas históricos e estruturais de desvalorização da carreira o acordo põe fim a um movimento marcado por uma série de paralisações A semana passada servidores diversas agências cruzaram os braços por dois dias foi a
segunda parada em menos de um mês as operações no porto de Santos o maior da América Latina ficaram prejudicadas pela paralisação de servidores da Anvisa e da Agência Nacional de Transportes aquaviários no caso da Anvisa os funcionários realizaram uma operação padrão que durou do meses a paralisação fez representantes da indústria da saúde formalizarem uma reclamação direta ao presidente Lula pelo Impacto causado no do setor com a proposta aceita pelos sindicalistas o ministério da gestão e da Inovação em serviços públicos chega a 36 acordos fechados com categorias do funcionalismo Federal o impacto que o rejuste vai
causar no orçamento ainda não foi divulgado pelo governo o ministério da gestão não respondeu ao nosso pedido de informações sobre essa questão os recursos precisam estar previstos na proposta de orçamento que o governo deve enviar em breve ao congresso pelas regras do arcabo fiscal o crescimento de despesas primárias não pode passar o limite de aumento real de 2,5% para respeitar a meta fiscal o reajuste concedido aos servidores pode ser compensado com corte de gastos em outra área geral o governo obviamente ao conceder novos reajustes expreme depois o espaço fiscal para programas e e recursos livres
para poder fazer outras políticas públicas então a realidade é essa você o cobertor é curto você concede determinados benefícios de um lado por outro lado você vai ter que fazer cortes no ministério respeitando obviamente esse limite de crescimento de despesa