Fala, galera! Tudo bem? De Santana aqui, mais um episódio no Wedcast, e hoje estou com um convidado muito especial aqui para vocês.
A gente vai falar tudo sobre o mundo de marca, de marca própria, de criação de marca, da importância do branding, que é um dos pilares aí dos ecos da nova era. Eu vou mostrar para vocês, só nesse papo, quanto de conteúdo vai sair. Então, seja bem-vindo, Robson, meu irmão!
Prazer demais ter você aqui. Se apresenta, por favor, fala quem é o Robson Galvão antes da gente começar o nosso papo aqui, cara. — Cara, eu sou o criador da Game Hair, se assim eu posso chamar, porque as pessoas conhecem mais facilmente.
Tô nesse negócio de comer há 10 anos. A gente começou lá em 2013. Comecei como MEI, comecei de baixo, tá para todo mundo saber.
Aí, porque ele falou que tinha cara de bilionário. . .
velho, tava aqui falando: “Você não tem cara de bilionário. Você não tem coragem de sair de baixo. ” Enfim, já fiz isso.
Comecei de baixo mesmo, e eu sou esse cara aí da marca própria da Gaming que criou esse ecossistema em volta de, ah, poderia dizer que eu posso falar sobre construção de marca, sobre gente, sobre produto. Eu diria que eu sou um cara mais dessa linha aí. Diria que talvez minhas maiores habilidades sejam produto, gente, marketing e comportamento humano, eu poderia dizer, mas sempre voltado para a marca.
Muito bom, cara! Você tá acompanhando aí a evolução do e-commerce, né? No Brasil, no mundo, você também consome muito de fontes do exterior, e eu queria ouvir de você, né?
Qual que é a importância, hoje, das pessoas focarem na própria marca? A gente pode estar falando de marca própria de um produto ou até mesmo no branding do próprio coins, né? Que eu acho que também é considerado a marca.
Qual que é a importância, daqui para frente, nos tempos que a gente tá entrando, de focar na marca própria? — Cara, legal que você tá falando, porque assim, marca é movimento. Então, tipo assim, toda marca tem que ter um movimento.
Se ela não tá fazendo movimento tão grande, ela pode fazer um movimento menor. Então, assim, o de Santana é uma marca. Então, se o de Santana tem a pulseira do GDP, do master GDP, tem o mastermind, tem um produto de entrada, cara, isso é marca, isso é movimento.
Então, não importa se você vende produto físico ou serviço, tangível ou intangível, marca é sentimento. Quando você vai para as grandes marcas que foram muito fortes para a gente, desde, sei lá, Leite Moça, Sucrilhos Kellogg’s, tudo isso foram comportamentos, momentos que carregam com você, né? E eu vou dar um exemplo: você cria um produto que parece, sei lá, a identidade visual do Leite Moça, cara, vai parecer, e você vai lembrar de alguma coisa que tá marcada na sua mente.
Então, o que é a grande sacada? É o quanto você consegue ler de comportamentos no mundo acontecendo para trazer para a sua marca. Então, sei lá, se você é um e-commerce de produto saudável, se você é um e-commerce de produto para casa, como é que você quer ser lembrado?
Acho que você tem que pensar dessa maneira, escutar os seus clientes. Acho que as pessoas esquecem de fazer o exercício de como elas são ou como elas querem ser lembradas. E as pessoas, às vezes, não sabem disso.
Se eu perguntar agora como o de Santana é visto pelas pessoas, é um desafio, mas você deveria saber ao pé da letra como você é visto. Você acha que sabe, mas dá para descobrir muito mais. Entendeu?
Sim, eu usei muito, um tempo, performance, quando eu comecei que não havia pessoas sem explorar. Então, eu identifiquei a performance no mundo ali da comunicação e falei: “Ninguém fala sobre performance! ” O pessoal tá falando de tráfego, fala sobre isso, aquilo, e eu usei muito esse termo junto comigo.
E hoje, quando você vê no grupo alguma coisa sobre performance, nos grupos ou nas conversas, sempre o meu nome tá junto ali. Um dos meus principais produtos é gestor de performance. E ontem aconteceu uma coisa muito legal, que é o que você tá falando, né?
Você fazer a marca realmente eternizar ali e tudo mais. Eu conheci um aluno aqui chamado Emílio, e ele trouxe a tatuagem do GDP no braço dele. Meu irmão, quando eu vi isso, eu falei: “Cara, sensacional!
” Porque quando o cara tatua a sua marca no corpo dele, é sinal que ele, acho que, mudou de vida. Cruzamente! Ele talvez tinha uma vida X que não era tão satisfatória.
E o que leva a pessoa a fazer isso, né? Foi isso, cara. — Cara, a vida é sobre isso, né?
Porque quando você, se você for pegar ao longo da história, todo mundo que ficou muito rico, todo mundo que ficou muito grande em alguma coisa, resolveu as necessidades básicas da vida. O que que sobra é a transformação que ele faz. Tava falando agora há pouco, né, sobre isso.
Tipo assim, tudo bem que a gente sempre quer mais e tal, não sei o que, a gente gosta dos desafios, mas essa parte de produzir conteúdo. . .
Tudo bem também que isso gera grandes negócios pra gente, pro lado de educação e por aí vai. Beleza, negócio é bom, a gente gosta, né? Mas existe uma coisa que mexe muito, que é a transformação, né?
E a gente tá falando exatamente sobre transformação. Tipo assim, o Edson falou: “Cara, você só consegue dar para as pessoas quando você tem muito em abundância. ” Então, cara, se você é um cara, você de Santana é aquele cara que estudou muito.
Aprendi muito sobre performance, sobre tudo aquele assunto, e eu vejo lá nos teus [ __ ]. Vira e mexe, eu vejo isso na forma como você fala com facilidade para algumas pessoas. Aquilo pode parecer muito complexo para você, mas para mim é muito simples; é só você transbordar, porque você tem muito a dar, tá ligado?
E aí vem a pergunta mais profunda: vou voltar para você. Por que você acha que você tem tanto para dar, tanto conhecimento para compartilhar? Responda.
Cara, é uma pergunta tensa essa, né? Você acha que você nasceu assim? Você acha que isso é provocativo?
Eu acho que tem um pouco de. . .
não sei se a gente pode falar que é dom, talento também, sobre isso, né? Mas tem a ver com a experiência toda e tudo que eu passei na vida. Chegou um momento em que eu também fui transformado.
Em algum momento da minha vida, eu comecei de baixo também, cara, entendeu? Tem minha história ali; eu vendia pipoca no centro da cidade, no micro-ondas, para me destacar. E aí você vai olhando tudo isso, e houve uma transformação; houve sempre o prazer de você servir, vendo pessoas da minha família também tendo essa proatividade.
E chega um momento que é a nossa hora, entendeu? E hoje eu falo, eu encontrei meu propósito, cara; é isso, entendeu? Ajudar, servir, oferecer conteúdo e mostrar que, cara, eu sei transformar um negócio ou uma pessoa, que seja uma pessoa melhor ou um negócio que fature mais, entendeu?
Animal! E o que eu te admiro muito também, cara, é que a gente fala muito sobre isso: sobre estar no jogo, né? Isso não é só um diferencial competitivo que faz você ter melhores conteúdos, melhores transformações, melhores produtos de educação e comunidade, que seja mentoria, mas também é algo que [ __ ].
Tipo assim, tem pessoas também vendendo coisas por aí, mas que não entregam tudo que prometem. Qual é o ponto? Acho que isso é muito legal.
Assim, por exemplo, no meu grupo lá de matemática, quando eu entreguei para as pessoas que seriam um encontro por mês, eu dei o meu tempo para encontrar cada sete dias. Eu dei mais para transformar eles. Então, o pensamento é: você não fica fazendo promessas absurdas na internet sobre ganhos e mais sobre não sei o que.
Isso vê o quanto é equilibrado e sólido o negócio que você tem hoje, o que você está construindo, né? Então, isso é muito admirável, você viver o jogo de verdade, né? E não é fácil, não.
Não é fácil administrar, né? A agência tem poucos clientes que você seleciona e toca essa parte de educação, né? Como é que você sente isso, cara?
Eu vi uma frase antes de eu começar a entrar na parte de educação que me marcou muito, né? Isso tem tudo a ver com quem a gente está falando. Esse meu mentor chegou para mim e falou assim: “Cara, o curso é uma fábrica de insatisfeitos.
Antes de você começar a fazer, cuidado! ”, falou desse jeito, mas não com um tom de desmotivação, e sim com um tom de motivação. Ele me fez olhar para esse lado.
E eu comecei a entender por que as pessoas que compram cursos são insatisfeitas; eu comecei a ver pessoas prometendo muito. Exatamente o que você falou: pessoas que vão pela promessa e, depois, tudo é frustração. Então, falei: “Eu não posso ser um cara que vou prometer o que não vou entregar.
Eu não posso ser um cara que vou falar de vida milionária se, cara, isso depende dele para conseguir e não depende só de mim. ” Então, eu comecei a acertar muito bem meus trilhos nesse começo. Eu acho que foi um conselho muito sábio que eu recebi no início da minha carreira na educação e isso mudou o jogo, cara, entendeu?
Então, acho que o posicionamento, quando as pessoas olham e falam assim: “Não, Di, não é aquele cara que tá dentro de um Porsche prometendo aquela vida. ” Entendeu? Não tem nem foto de carro meu nas redes sociais, nada.
Eu mostro conteúdo, resultado. Conteúdo, resultado. É aquilo que você fala: o resultado não tem objeção, você olha ali o resultado que você entregou, entendeu?
Então, acho que foi um pouco disso que direcionou eu para essa parte ali da educação e do posicionamento que eu tenho hoje, entendeu? Calma, vou te falar uma coisa: um postezinho às vezes é bom, sério! Eu quis dizer que eu entendi o que você quis dizer, que não é o post, é o front.
Total, exato. Mas é bom jogar uns luxuzinhos porque a galera quer, mas é indireto, você joga. Então, passar seis meses fora do país, trabalhando um pouco de indireta, é verdade.
E você falou uma coisa de marca versus transformação que é legal. Beleza, tem muita gente que tá ouvindo e pensando: “Cara, como minha marca pode transformar pessoas? ” Mas tem uma outra coisa também, que eu vou trazer, você é especialista nisso e pode me ajudar.
Que a marca também é comunidade. Aí eu vou dar o exemplo da Harley-Davidson. Um monte de cara que tatua Harley-Davidson no braço; talvez a Harley-Davidson não mudou a vida desse cara, mas ele tatua por conta da comunidade que a marca tem.
Como é que você vê isso, cara, a comunidade versus marca? Porque a gente falou da transformação, mas tem gente que tá ali tentando: “Cara, minha marca não transforma. ” Então, como é que eu posso fazer um movimento em volta dela para que eu seja uma Harley-Davidson?
Entendeu? Que é uma marca que não transforma, mas que tem uma comunidade em volta. Cara, transforma.
Tipo assim, no sentido de que você se sente uma outra pessoa quando você tem uma Harley-Davidson, né? É assim, às vezes é muito distante falar sobre comunidade, porque às vezes nem eu entendi alguns meses atrás, eu vou ser sincero para você. O que a gente está entendendo de comunidade é muito mais além.
É difícil esse nome "comunidade"; quando fala comunidade, as pessoas não entendem. Eu vou explicar, eu vou explicar! Cara, fale em comunidade, pessoal: a comunidade da minha casa, a comunidade, não sei o quê, a comunidade de pessoas alcoólatras.
. . a comunidade vem com várias coisas na cabeça das pessoas, do que elas enxergam da vida ou do que elas vivem.
Tá, vamos falar resumidamente: comunidade, basicamente, é você conseguir engajar pessoas para viver em um estilo, ou um movimento, ou uma forma de conectar, de ver a sua marca ao centro. É isso! Não necessariamente a marca ao centro; ela é o centro sem parecer o centro.
Ela quer. . .
Eu acho que o conteúdo é passado. Comunidade é futuro! Conteúdo é atrair sem parecer interesseiro; é ser interessante.
Quando a marca produz conteúdo, a comunidade é o ato de multiplicar o conteúdo em forma de aplicação de sentidos do ser humano, que são cinco sentidos, e com mais pessoas. Cara, eu acho que assim: comunidade vai ser a bola da vez em 2020! Na minha opinião, eu estou apostando muito nisso.
A gente já tem uma pessoa que trabalha comigo, que é da rede de comunicação; ela já virou Community Manager. A gente está olhando o e-commerce hoje, trabalhando nisso. Eu recentemente fiz um case de e-commerce para entregar resultado e solução.
Só para você entender de uma forma muito rápida: como você de moda. . .
a gente estava com um problema muito sério de aumentar o canal de CRM e, ao invés da gente olhar o e-mail marketing como se mandava aqueles e-mails de venda, venda, era uma marca interesseira, não era uma marca interessante. Eu olhei o exemplo, por exemplo, da Denilson. Você sabe, baita case de comunidade!
E o que a gente fez? A gente queria uma newsletter que promete deixar a mulher sempre estilosa em 5 minutos. Aí, a gente começou a direcionar uma parte do tráfego para esse conteúdo; começamos a capitalizar muito mais barato do que vinha, evidentemente.
Mas no final da conta, todo dia enviávamos um e-mail com dicas muito legais de se vestir, de tudo, sem falar nada de produzir venda. Um por dia já tinha o e-mail marketing por dia, só que a gente não era interessante, a gente era interesseiro! E aí a gente só mudou a chave: 44% menos "custo por aquisição" (CPA).
Por quê? Porque lá dentro, para a gente conversar, foi muito maior. A gente conseguiu aumentar a base muito mais rápido, entendeu?
Você quer dizer que os gestores de performance. . .
oh, a galera de performance que está nos acompanhando, olhar para aquela câmera ali! Essa aqui, você que acompanha a gente, que você é gestor de performance, trabalha com performance, trabalha com. .
. até tem o seu próprio e-commerce. Você está entendendo que, por mais que você seja um gestor de performance, você tem que entender de comunidade porque.
. . e de várias outras coisas, porque você tem que reduzir o custo do seu cliente, exato?
E aí, o que você dá de aviso para a galera aí? Parar de. .
. eu sempre falo isso, cara: parar de ficar tentando buscar o público perfeito, né? Não é só isso, entendeu?
A galera vende magias aí na internet; não é assim que as coisas funcionam! Você tem que olhar o que o mercado está fazendo. Você já fala muito disso: o que o mercado está fazendo, o que eu posso adaptar e modelar?
Eu gosto daquele lema de que as maiores inspirações para sua virada de jogo não vêm do teu segmento. Verdade! Não é porque, se você ficar olhando na sua bolha, você está olhando.
. . eu não tenho ninguém de gama de vitamina para cabelo, que eu vou olhar, tipo, confortável de modelar o Denilson, tipo, para ele comer spray, entendeu?
A gente começou a mandar conteúdos interessantes, a coisa funcionou. Você sabe que aqueles gringos de performance que eu te mostrei, cara? Todos têm.
. . eu acompanhei, eu entrei em todos dois meses acompanhando tudo; já era, já era!
Aí peguei, modelei, método, apliquei, valeu! E agora a gente está replicando, entendeu? Então, você que está em casa, que trabalha com performance e e-commerce, aprenda a modelar!
E galera, acho que modelar é copiar, velho! A galera não sabe. .
. eu não entendo isso, entendeu? Criar o modo operandi daquilo para você conseguir aplicar na sua vida.
Mas não é copiar você! Você não modela uma cor, um jeito de ser. Você modela um comportamento.
É isso pra vocês entenderem. O que é modelagem? Modelagem é modelar comportamento, tendências, coisas.
Não é modelar a cor do cara! Então, se tem uma pulseira que é preta com verde, aí você vai fazer uma pulseira preta com verde. Cara, você poderia fazer uma pulseira amarela, mas não é na pulseira; faz um colar!
Então, é isso. É sobre isso! É isso!
Você tem a pulseira verde e preta e sei lá, o seu concorrente vai ter um colar rosa pegando fogo. Enfim, modelo. Maravilha!
Sobre isso, quanto tempo a gente tem? Próximo passo que eu queria deixar claro aqui para a galera que está ouvindo e talvez ainda esteja com algumas dúvidas: se você pudesse falar pilares para eu começar a construir minha marca. A gente falou sobre a importância, a gente falou várias ideias e que o papo foi muito.
. . mas se você pudesse, Robson, passar etapas.
. . Quais são as etapas para construir uma marca?
Compartilha! E agora, essa é a pergunta que as pessoas mais me fazem. E eu respondo desde 2015 essa pergunta: experiência, influência, conteúdo.
Cara, ele não muda. Experiência e conteúdo! Eu vou explicar: conteúdo que já está indo para a comunidade, que é criar conteúdo.
Movimento, fazer aquele pertencimento. Isso é conteúdo. Se é interessante, não é interesseiro.
Ponto. Influência. Influência, qualquer mídia de influência, desde televisão a influenciador, às vezes até youtuber, streamer, que seja.
Qualquer pessoa exerce influência sobre outra pessoa. Você pegar esse evento aqui, com mais, sei lá, 10 mil pessoas que passaram por aqui, tem três pessoas que influenciam eles, ou três coisas, ou três canais, ou três alguma coisa que influencia eles. Tem que entender quem é que influencia.
Ponto. E usar essa influência. Comprar influência.
Não tô falando comprar mídia, eu tô falando de comprar influência, diferente. Perfeito. Comprar mídia é diferente.
Comprar mídia, comprar influência em partes, mas não necessariamente, porque a mídia é diferente. Vou dar um exemplo: se você compra tráfego, você compra influenciador. Beleza?
Se um caqui custa 100, um exemplo, um cacto de outro custo assim, não necessariamente a mesma coisa, porque a mídia, ela, por exemplo, o Facebook Ads não exerce um entretenimento e um relacionamento com as pessoas, enquanto a mulher exerce. Quer dizer, com isso, a mulher, no caso da gente, que é o meu Hair, quer dizer que a pessoa que você contratou de influência é muito melhor, por mais que o preço seja igual, é muito melhor. Então, é.
. . influência é muito importante.
E, claro, canais aqui, edição que você vai comprar, mídia faz parte do teu business. Bom, experiência, influência e, por fim, conteúdo. Ah, não acabei não falando de experiência, né?
Eu falei de conteúdo, influência, agora experiência. Cara, experiência tá muito ligada ao conteúdo, mas a gente enxerga a experiência como desde o primeiro contato que você tem com uma marca, até chegar o produto, até o evento, até a forma como fala. A experiência vem muito de brand, de brandbook que você define.
E aí eu acredito muito na forma de você ativar os cinco sentidos da experiência, né? Em tudo. Então, cara, a experiência conta muito, sabe, no processo.
A Gama teve muita replicação até hoje de cliente porque a gente sempre fez o efeito uau na caixa. Então, isso até me perguntaram: você acha que quanto isso representou do faturamento de vocês? Ou, cara, não faço ideia, mas a mulher receber caixa, postar caixa, porque assim, ela tem orgulho de dizer que tá recebendo aquilo, consumindo aquilo.
Cara, sinceramente, eu não faço ideia do quanto isso, mas gerou muito essa experiência, entendeu? Era efetuar muito bom. Então, acho que, independente se você tem a marca de produto físico, se tem marca própria, se você é um prestador de serviço, influenciador, pensa nessas três vertentes.
Tipo, um influenciador, ele sobe muito quando ele tem influência sobre ele. Por exemplo, eu sou influenciador, tenho um bom conteúdo. Cara, lá na China, por exemplo, não sei se eu te contei, eu te contei dos chineses lá?
Eu te conto o podcast. Cara, tenho lá que o cara, mano, o cara é bizarro, o cara tem uma rede de influenciador porque ele entendeu. Ele tem a distribuição, ele tem todo o canal, ele capta a influenciador, faz na rede dele, fortalece, os caras ficam me olhando pra ele.
Então, tudo fortalece quando você tem influência. Então, por exemplo, vou promover minha imagem, vou pra televisão. Influência.
O problema é matar influência. Vou apresentar uma palestra? Influência.
Tem muitas vezes pessoas que são influentes, mas não necessariamente elas vendem muito. Então, tem que tomar muito cuidado, porque aí é outro. .
. é mais uma hora de conversa. Tem que tomar muito cuidado nisso.
Mas eu acredito muito numa estratégia de você ter, sempre já entrou nesse gancho, acho que as pessoas querem saber muito sobre o contrato. Uma pessoa influente, para mim, ah, que eu trago uma pessoa que. .
. cara, tudo ao mesmo tempo. Você tem que pensar em tudo, em quem é influente, em quem vende.
Então, é uma estratégia se construir, sabe? Tudo fortalece para comunicar a marca. Você tem que estar em todos os teus canais, todos os teus meios, comunicando uma narrativa.
Uma narrativa. Acho que as pessoas esquecem de definir a narrativa, definem a postura, definem a cor, e aí você segue com isso e vai, entendeu? Maximiza isso.
Claro que tem canal que se adapta de um jeito na narrativa, um outro canal é um pouco assim, desse jeito. Cada canal tem a sua forma de passar, sabe? Mas, quando você define uma coisa muito única e você distribui isso, mano, aí bingo.
Perfeito. Galera, espero que vocês tenham curtido esse conteúdo aqui. A gente tá indo na reta final agora do podcast.
A última pergunta para a gente finalizar com chave de ouro: tem 80%, mais ou menos, ali, dono de negócio que ouvem o nosso podcast, mais 20% de profissionais de performance. Uma dica do Robson para mudar alguma coisa ali no negócio dessas pessoas. Aquela dica final que pode ser uma dica que ajudou você, pode ajudar as pessoas que estão ouvindo o podcast.
Tá, a dica que eu dou, cara, a dica que eu dou é: nenhum negócio cresce só assim. Todo negócio, por mais maior que ele seja, ele vai crescer assim, ó. Vai cair, aí vai crescer, aí vai cair, aí vai crescer, aí vai cair, vai crescer.
Esse fator é necessário para que você cresça. Perfeito. Então entenda isso.
Não sei se eu chamo de física, eu chamo de. . .
cara, não sei, não sei como denominar isso, mas é. . .
nunca vai ser assim. É muito difícil. Então, você tem que entender isso.
Então, coloca uma coisa na tua cabeça: começou a subir, vai cair um pouquinho, sobe de novo, fica um pouquinho. Então, coloca. Então, seja constante.
Acho que você tá onde tá porque você é constante. Você não tem nenhum superpoder, eu não tenho nenhum superpoder, cara. Você só é constante.
É isso. Se você tá atenta a escutar as coisas. .
. Acho tão simples, mas às vezes é tão complexo. Você só está escutando; você não se fecha, nada, não se fecha, nada.
E seja constante, perfeito! Mas obrigado mais uma vez por participar. Dinheiro demais, galera!
Espero que vocês tenham curtido aqui esse conteúdo e a gente se vê nos próximos, aí. Até mais!