As vítimas mostradas aqui são reais. Elas contam suas experiências pessoais. O programa mostra ataques violentos de fantasmas.
Não é recomendado para alguns telespectadores. Há fantasmas que assomam, fantasmas que perseguem e fantasmas que [Aplausos] matam. Quando me mudei para cá, tudo na casa parecia fora de ordem.
[Música] O espírito daquela mulher estava ligada ao meu marido. Ela não queria dividir. Eu não sabia o que ela ia fazer e nem do que seria capaz.
[Música] Isso é muito assustador. Pensar que alguém foi possuído. Isso chega a mexer com a cabeça da pessoa.
Vem, querido, vamos embora. Eu não fazia ideia de como as coisas iam ficar violentas. [Música] [Música] [Aplausos] [Música] Ataque paranormal.
Meu nome é Crystal S e eu nunca pensei que teria que disputar meu marido com o espírito, mas eu tive e quase perdi a [Música] vida. Won, Virgínia ocidental. 12 de abril de 2006.
[Música] Chegamos. Tá pronto? Estou.
Tá. Vamos entrar. Oi, oi, oi, oi.
Que bom que vocês chegaram. Vamos. Quando conheci o Robert foi amor a primeira vez.
Oi, você chegou. Que bom te ver. O seu quarto é super legal.
É sério. O armário tem um modelo. A filha dele, Wney, tinha 9 anos e o meu filho, Tucker tinha seis.
Se deram muito bem. Parecios. Então, me mostra.
Vamos logo. Vamos. Quando eu conheci a Crystal, eu me apaixonei por ela na hora.
Eu adorei o seu cabelo castanho e o fato dela ter um filho fez tudo se encaixar perfeitamente. Na época, todos na casa eram felizes. O meu marido era ótimo, ele e o Turker estavam se dando muito bem e eu e a Winey também.
Eu sempre falava que nunca ia me casar e que seria preciso um cara incrível para fazer eu mudar de ideia e ele conseguiu. Que saudade. Vem, eu levo isso para você.
Vamos entrar. Vamos, vamos. Era uma casinha linda pra gente.
Tudo aconteceu muito rápido. Eu tinha passado por muita coisa na vida, mas finalmente eu estava feliz. Mas eu nunca imaginei que eu estava correndo perigo.
Quando me [Música] mudei, eu achei que precisava de um toque feminino, mas quanto mais tempo eu passava lá, mais as coisas ficavam estranhas. as coisas desapareciam, coisas que só eram importantes para mim. Eu até achei que alguém tivesse entrado em casa, mas aí aconteceram outras coisas.
Por exemplo, as luzes piscavam, a TV ligava e desligava e eu sentia que tinha alguém ali me observando. Meu primeiro instinto foi pensar que tinha um espírito, alguma coisa na casa, mas eu não contei pro Robert, eu estava nervosa e eu não queria falar. Nós éramos felizes e eu não queria estragar [Música] tudo.
Mas foi aí [Música] que E um dia eu acordei e fui pra cozinha preparar o almoço do Robert que ele ia trabalhar. [Música] Bom dia. Bom dia.
Olha o seu almoço. Obrigado. Ten um bom dia para você também.
Quando Robert saiu, ainda era muito cedo, então resolvi voltar paraa cama. Eu deitei na cama, me cobri e depois peguei no sono. E de repente alguém arrancou o lençol de cima de mim.
No começo a meu filho Tucker, que tinha pregado uma peça em mim, mas fui dar uma olhada para ver onde ele estava. Ele estava dormindo no chão da sala depois de jogar videogame. Nem o Robert, nem a Wney estavam em casa, só eu e ele.
Mas eu não sabia o que tinha acontecido. Até ali eu tinha achado tudo [Música] normal. [Música] Eu voltei pro quarto e me deitei na cama de novo e me cobri.
Mas desta vez eu peguei o edredon, enrolei na minha mão, bem assim. E o edon foi puxado da minha mão e caiu longe da cama. Eu corri o mais rápido que pude.
Filho, vamos embora. Peguei o meu filho e saí de pressa da casa. Vamos, Tucker.
E quando eu contei pro Robert o que tinha acontecido, foi aí que ele resolveu me contar que tinha o espírito na casa. Quando me mudei para aquela casa, ela era muito silenciosa e não demorou muito para aquela garota aparecer. [Música] A Cristal me contou que os lençóis tinham sido arrancados de cima dela.
Me senti ameaçada. Parecia que eu tinha sido desafiado. Aquele espírito de mulher queria que eu fosse embora e algo ruim iria acontecer se eu não fosse.
[Música] 8 de maio de 2006. Uma noite, eu e Robert estávamos dormindo quando eu acordei com uma sensação de perigo. Eu sabia que ia acontecer algo ruim.
Eu ouvi um sussurro no meu ouvido. Eu achei que tinha imaginado ou que eu estava acordando de algum sonho. [Música] Ah.
[Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Ela estava bem ali. Eu fiquei frente à frente com ela de alguma quer que eu saia daqui. O quê?
Ela me mandou embora. Não, não. Vem aqui, querida.
Não, não. Fique calma. Não, ela quer que eu saia daqui.
Tá tudo bem. Fica calma. Foi só depois que a Crystal se mudou, que o espírito ficou agressivo e quando ela ameaçou a minha futura esposa, eu fiquei com medo por ela, pelas crianças e por mim mesmo.
O espírito se sentiu ameaçado por mim. Ela se apegou ao Robert e não queria dividi-lo e eu estava no meio do caminho. Tá tudo bem.
Eu estava disposta a viver com muito medo, só para ter o Robert na minha vida, mas eu nem imaginava onde ela iria chegar. 2 de agosto de 2006. [Música] [Aplausos] [Música] Naquele dia eu cheguei em casa mais cedo.
Eu queria fazer o [Música] Milly, mas eu comecei a ouvir vozes. [Música] [Música] Os barulhos foram ficando cada vez mais altos. De repente, alguém me jogou no chão e fui muito espancada.
Eu levei soco, chutes, pontapés e fui arranhada. Fiquei com medo que fosse morrer. Aquele espírito estava tentando me matar.
Você está [Música] bem? O que aconteceu? O nosso vizinho me ouviu gritando e correu para minha casa o mais rápido que ele pôde.
Se acalma, vai ficar tudo bem. E aí tudo [Música] parou. Eu não sabia até onde ela iria chegar para me fazer sair da minha casa.
[Música] Me desculpa. Quando eu cheguei em casa, a Ch me contou que tinha sido atacada. Vou precisar fazer um curativo.
Eu nunca imaginei que algo assim pudesse acontecer. Naquele momento, eu não sabia o que pensar. Não se preocupe com isso, vai ficar tudo bem.
Ela queria me dizer: "É isso aí. Eu te avisei para ir embora. Agora eu vou jogar sujo com [Música] você.
Ela queria que eu fosse embora e estava disposta a vir com tudo. 28 de agosto de 2006. [Música] Robert, para.
A gente se casou algumas semanas depois de eu ser atacada. [Música] Eu achei que as coisas iam melhorar, mas na verdade ficou pior ainda. Não, eu não posso.
Não posso fazer isso. Pera. Ouviu isso?
Ouvi. Me deixa. É a voz do Tucker.
É sim. Eu não sabia que tipo de perigo eu e minha família corríamos. Mas quando o espírito começou a perseguir o meu filho, o meu sangue gelou.
Weston, Virgínia Ocidental, 28 de agosto de 2006. Não posso ouviu isso? Ouvi.
Me deixe em paz. É a voz do Tucker. É sim.
Eu estava passando pela porta do quarto do meu filho e ouvi ele falando sozinho, o que achei estranho porque não tinha ninguém lá para falar com ele. A não estava. Esse parece muito bravo.
Quando fui dar uma olhada nele, eu levei um susto muito grande. Ele tinha desenhado caras feias no tapete com pômico. Decker, o que você tá fazendo?
Foi você que fez isso? Não. Você sabe o que achamos das mentiras.
Deus não gosta disso. É contra as regras dele. Mas Deus é mulher.
Quando Tucker me disse que Deus era mulher, eu fiquei gelada em um choque. Tucker, por que você disse isso? Porque ela me visita.
Ela tem o cabelo castanho igual ao [Música] seu. Eu fiquei com muito medo que meu filho tivesse se tornado alvo daquele espírito. Só quem tem filhos que passaram por essas experiências ou que foram aterrorizados e feridos, sabe o que é ter medo e desespero de uma coisa que você não pode ver nem tocar.
Aquilo me assustou muito porque eu não sabia qual era a intenção [Música] [Aplausos] [Música] dela. Depois a gente conversa. [Música] Naquele momento eu fiquei muito preocupado.
Eu queria me mudar, mas nós estávamos estabilizados financeiramente. Se eu soubesse que o espírito que estava na casa iria atacar a minha família do jeito que atacou, eu nunca teria levado eles para lá. Em vez disso, eu teria me mudado.
26 de outubro de 2006. Vai, pega esse agora. Pega esse aqui.
Crista, me desculpa, mas não foi isso que eu quis dizer. Mas você sempre diz isso. O que tá acontecendo com você, Robert?
Eu tô cansada. Olha, eu sei que você tá cansada, mas algumas semanas depois do casamento, as coisas ficaram bem complicadas entre eu e a Chris. Você trabalha o dia todo.
E o que que você acha que eu faço no meu emprego? Você acha que eu fico brincando? Você não era assim, Cris.
Eu não gostei disso. Eu não gostei do seu tom de voz e é só isso que você faz, não é? Não encosta em mim, Robert.
Eu e a Crystal raramente discutíamos, mas de repente nós começamos a discutir por causa de coisas muito bobas. Cristal, escuta. Para com isso.
Parar o quê? Vou facilitar as coisas para você, tá? Eu vou te mostrar.
Você não é mais a mesma pessoa com que eu me casei, Cristo. [Música] Alguma coisa estava causando aquela [Música] perturbação. Eu tinha certeza de que aquela entidade estava se intrometendo no nosso relacionamento.
Eu não parecia mais eu mesma, porque eu não gosto de brigas, eu não gosto de discussões e era só isso que acontecia, brigas e discussões. Eu me sentava e pensava: "Para onde foi a Crystal? [Música] 15 de novembro de 2006.
Era por volta da meia-noite e do nada o despertador disparou sozinho. [Aplausos] [Música] [Música] Você ama mesmo sua mulher? Do que você tá falando?
Você me ama? Ela estava com um olhar estranho que me fez pensar, quem é você? [Risadas] Westan, Virgínia Ocidental, 15 de novembro de 2006.
[Música] Você ama mesmo sua mulher? Ela parecia minha esposa, mas não agia como a minha esposa. Eu não sabia do que ela seria capaz ou do que ia fazer comigo.
Eu não me lembro disso. Ele me contou e foi assustador não conseguir se lembrar de uma coisa que o seu marido disse que aconteceu. Fiquei com medo, sem saber para onde eu podia ir.
12 de fevereiro de 2007. Um dia, por volta das 7 da manhã, eu estava deitado no sofá, tirando um cochilo, e a Chisson estava no banheiro se preparando para ir trabalhar. Eu estava arrumando o cabelo e comecei a me sentir desconfortável.
Parecia que tinha alguém ali me [Música] observando. De repente, senti um golpe muito forte do lado direito e fui empurrada pra banheira. Robert, Robert, mas o que aconteceu?
Se tivesse batido a cabeça 1 cm mais para cima, ela teria batido nas torneiras e poderia ter quebrado o pescoço. Deixa eu ver. Ai meu Deus, cão.
Eu cheguei ao limite, estava cansado. Era a hora de tirar a minha família daquela casa antes que algo pior [Aplausos] [Música] acontecesse. Eu precisava sair daquela casa.
antes que ela me matasse. Vem, vamos embora. Nunca pensei que tivesse que disputar meu marido com o espírito, mas foi isso que aconteceu.
Eu fiz isso e eu ganhei. A família Sipou e colocou a casa para alugar. Ainda são relatadas atividades paranormais.
[Música] A identidade do espírito continua [Música] desconhecida. Meu nome é Terry Thor. Eu e a minha família passamos por uma experiência horrível.
Eu não sei como sobreviver. Glambur, Maryland. [Música] 30 de setembro de 2002.
Fica de olho na outra. Eu e meu marido estávamos nos divorciando, por isso eu estava tentando encontrar um lugar para as minhas filhas e eu recomeçarmos nossas vidas. Oi, mãe.
Adaptada para cadeiras de rodas. é que ela desenvolveu artrite rematoide juvenil quando tinha 2 anos. Ela ficou confinada uma cadeira de rodas quando tinha 8 anos.
Por isso, ela ficou muito animada quando eu encontrei aquela casa. A Terry tinha quatro filhas, a Victória tinha 11 anos. Depois vinha Christine, que tinha uns 8 anos, a Charlene, que tinha uns 6 anos, e a Jennifer, que tinha 4 ou 5 anos.
Mesmo com problemas físicos, a Terry sempre foi muito otimista. Ela não via a hora de começar vida nova com as filhas. [Música] A casa nova era para ser um lugar feliz.
Eu e as minhas irmãs achávamos que era um recomeço. Pega, eu pego. Mas depois de um tempo, alguma coisa parecia errada.
Com os vizinhos, Terry descobriu que aquela região havia sido um acampamento de soldados confederados e que muita gente tinha morrido lá. [Música] Um vizinho falou pra gente não ir pra mata, que não era um lugar bom, que era assombrado. Eu nunca acreditei em fantasmas, em lugares assombrados e nem em espíritos.
Bom, na verdade eu estava muito enganada. Era tudo ótimo quando nos mudamos. Nós reformamos, deixamos as coisas do jeitinho que eu e as meninas queríamos, mas depois começaram a acontecer coisas estranhas.
As portas estavam abrindo e fechando sozinhas. Fazia muito frio dentro de casa e não sabíamos porquê. ouvíamos alguém batendo nas janelas e quando saímos não tinha nada lá.
Nós pensávamos que era só o vento ou porque a casa era velha. Naquela época nós não ligávamos para as coisas que estavam acontecendo. Vamos brincar.
[Música] As crianças se adaptaram bem. Tin be parecia que estava tudo bem. Esse é o seu prato.
Esse aí é o meu. Esse é o meu. Uma noite eu vi a Christine rindo e conversando no quarto dela.
Tive uma ideia. Eu não sabia com quem ela estava falando. As irmãs estavam dormindo, Christine, então isso foi meio estranho.
Achou que tá totalmente cheio. Mas com quem você tá falando, amor? Eu tô falando com as minhas amigas.
Filha, não tem ninguém aqui. Tem sim. Elas estão sentadas aqui.
Eu não quis dizer que não acreditava nela porque eu não queria deixá-la magoada. Ah, querida, não tem ninguém aqui. Por que não volta a dormir?
Mas eu me enganei ao achar que nada ia entrar ali para machucá-la. Boa noite, amor. Boa noite, mamãe.
Mas eu não vi o que ela viu. [Música] O amor pode ser lindo, inesquecível, apaixonado, implacável, assassino. Ninguém escolhe por quem vai se apaixonar.
[Música] Morrendo de amor. Todo domingo, 7:50 da noite no Investigação Discovery. Ele jamais, ele jamais iria embora.
Sempre achei que eu era uma pessoa forte, mas esse é o pesadelo do qual a gente não consegue acordar. [Música] Eu só quero que ele possa ouvir a minha voz. Porque eu o [Música] [Música] [Aplausos] amo.
Alguns criminosos atrapalhados querem tanto ser presos que nem se preocupam em cometer crimes tradicionais e tediosos como roubo. Eles simplesmente fazem algo assim. Nada como pular no capô de uma viatura para chamar a atenção dos policiais.
Alguns levam o ataque ao capô de viaturas a um nível de estupidez mais alto, enquanto outros vem o capô de uma viatura com uma rota mais curta entre o ponto idiota A e o ponto idiota B. Com licença, um louco com a faca pede passagem. Caso haja dúvidas, vou repetir para que fique gravado.
Qualquer que seja o seu motivo, esta não é uma atitude inteligente. O que é mais idiota do que diminuir a velocidade para olhar uma abordagem policial de rotina? Acelerar e bater em todo mundo.
Note que o motorista atrapalhado bate de ré na viatura parada. Sem motivo algum. Como alguém pode acabar numa situação assim?
Mas isso é como se perguntar como o Salmão sabe a hora de desovar. O motorista estava apenas seguindo o seu instinto de idiot. [Música] O clima aqui pode até parecer [Aplausos] açucarado, mas não dura muito tempo não.
Um [Música] minuto. Não perca BF Brasil, o episódio inédito. Nesta terça às 8:30 da noite no Discovery Home and Health.
Ti, teu relógio tá errado. Ah, não. Eu não acreditava em fantasmas até me mudar para aquela casa.
Eu só acreditava em Deus e nada mais. Mas aquela casa nos fez ver que o mal existe. Glburne, Maryland, 26 de novembro de 2002.
[Música] Boa noite, amor. Boa noite, mamãe. Quando conheci as duas meninas, eu pensei que elas moravam no bairro, mas eu percebi que elas não eram reais quando a minha mãe e as minhas irmãs não conseguiam vê-las.
As meninas me disseram que estavam lá para me proteger do homem de preto. Era um homem que tinha matado as duas. Elas o chamavam de o homem de preto porque não dava para fazer uma descrição dele.
Ele era um vulto todo preto. Elas disseram que ele era mau e que eu não deveria falar com ele nem dar ouvidos a ele. A Cristine contou que as meninas não tiveram uma morte tranquila.
Depois ela contou que as meninas iam dar mata e isso me incomodou. Porque os vizinhos tinham dito para Terry que a mata não era segura para as meninas. E aí eu comecei a acreditar que tinha alguma coisa errada.
Eu achei que se acreditasse nas meninas, eu teria que acreditar que o homem de preto existia e isso era aterrorizante. 9 de março de 2003. Um dia eu tava só no meu quarto pintando, tava brincando, sabe?
[Música] De repente, um vulto preto apareceu no canto do meu quarto. Ele tinha dedos longos, mas não tinha nenhuma feição no rosto. Era só, era só tudo preto.
Prtine, fala comigo. Eu estava na sala de jantar arrumando a mesa pro jantar quando ouvi a Christine gritando no quarto dela. Eu fiquei muito preocupada e pensei, será que ela tá segura?
Ai, meu Deus, eu preciso ir buscá-la. Chine, abre essa porta agora mesmo. Chine, abre essa porta.
[Música] Urcínia, meu Deus, você tá bem? Mamãe! Mamãe, ele tá tentando me machucar.
Eu tô com muito medo. Tá tudo bem. Eu fiquei com muito medo e me senti muito impotente quando cheguei lá e eu não sabia como ajudá-la.
Tá tudo bem. Tá aqui. Ele quer me machucar.
Ninguém vai te machucar. Ninguém vai te machucar. Ouviu?
Eu tô aqui. Eu tô aqui, meu amor. Ela ficava repetindo: Ele vai machucar alguém.
Ele vai me machucar. Ele quer que eu machuque minhas irmãs. Ela estava falando muito sério.
A mamãe tá aqui. Nada com você. Naquele momento, eu fiquei muito preocupada com ela.
Eu comecei a acreditar que podia ter mesmo alguma coisa na nossa casa. [Música] inteira. Ela odiava ficar no quarto dela.
A Terry não sabia proteger a filha, por isso ela trocou de quarto com a Cristine. Ela achou que assim a Christine ia se sentir segura. O quarto dela era diferente, era muito escuro e eu ficava muito nervosa dormindo lá.
Depois de uma semana dormindo no quarto dela, um dia eu estava quase pegando no sono e não sei o que me acordou, mas senti um cheiro horrível. Eu espero que vocês saibam o que está fazendo. Aí, lentamente o quarto inteiro começou a ficar [Música] preto.
Ai, meu Deus. Ai, meu Deus. Não, por favor.
Não, não, não, não, não, não, não, não, não. Por favor, por favor, não. Me ajuda, me ajuda, me ajuda.
Foi aí que eu me dei conta de que não estávamos seguras ali. Eu percebi que existia algo maior do que nós naquela casa e eu me senti subjugada. Eu tinha muitas limitações para combater, seja lá o que fosse.
28 de março de 2003. Eu queria que fosse um B, depois um D. Naquela altura, as meninas estavam morrendo de medo de ficar ali.
E eu sei que aquilo estava acabando com a Terry. A melhor coisa que ela tinha eram as quatro filhas. Mas a Terry não podia lutar contra o que não podia haver.
Ela não sabia como lidar com aquilo. Eu não podia fazer muita coisa para me ajudarem, nem para ajudar as meninas, por estar presa numa cadeira de rodas e ter limitações. Então a minha mãe foi morar com a gente.
Ah, tá muito bom. Obrigada. Olha, gente, quando eu fui morar com a Terry, eu vi um lado do mundo que eu nunca tinha visto.
Eu vi um lado maligno. Espera, mamãe. Mamãe, o que é isso, mamãe?
Mamãe, o que está acontecendo? Calma, filha. Calma.
Tudo bem, meu amor. Calma, calma. Calma, meu amor.
Calma, [Música] filha. Mamãe, calma, meu amor. Calma.
Eu não vou mentir. Fiquei com medo. Mas eu continuei lá porque a Terry precisava de mim, as meninas precisavam de mim e eu estava muito preocupada com a Christine.
O comportamento e o humor da Christine mudaram. [Música] Ela era uma menina feliz e normal, que gostava de sair, se divertir e brincar com as bonecas. Mas de repente tudo isso mudou.
Eu tava com medo. Eu não sabia o que fazer porque o homem de preto ficava indo e voltando, indo e voltando. Eu te odeio.
Me deixa em paz. Ela estava com raiva. Estava com raiva dela mesmo.
Estava com raiva dele. Ela estava com raiva de todo mundo porque ninguém entendia o que ela estava passando. Ele pedia para eu bater nas minhas irmãs para falar pra minha mãe que eu odiava e mandava fazer coisas ruins.
Ele pedia para me machucar. Eu fazia o que ele me mandava porque ficava com muito medo de ele me machucar ou eu machucar a minha família. Eu estava morrendo de medo que ela cometesse suicídio, porque ele falava para ela fazer isso.
Eu não aguentava mais. Finalmente decidi desafiá-lo e ver o que ele ia fazer. [Música] Eu queria que aquela coisa maligna soubesse que ele não podia pegar minhas netas, não podia pegar a minha família.
Eu enfrentei ele. Eu sei que pode me ouvir. Eu o desafiei.
Vamos lá. Apareça para mim. Não tenho medo de você.
Eu queria que ele deixasse todo mundo em paz. Mexe comigo, não com as minhas netas, não com a minha família, seu [Música] covarde. E de repente ele me atacou.
Eu nunca acreditei que espíritos pudessem machucar alguém, mas eu vi que sim, o mundo espiritual deu um lado maligno. Glber Maryland, 17 de abril de 2003. As minhas netas e a Terry estavam sofrendo.
Vamos, apareça para mim. Então eu decidi enfrentar o fantasma para descobrir porque ele estava fazendo aquilo. Me mostra do que é capaz.
Não tenho medo de você. Eu queria que ele fizesse alguma coisa, mas não acontecia nada. Você não é bem-vindo, seu covarde.
Então, quando eu me dei conta, eu senti suas mãos. Ah. [Aplausos] apertando o meu peito até um ponto em que eu não conseguia respirar.
Eu sentia dedos longos me apertando. Ele estava tentando me sufocar até eu morrer. Eu só pensava: "Preciso sair daqui, eu vou morrer.
" [Música] Eu nunca vi nada tão assustador na minha vida. Se eu tivesse ficado lá, ele teria me [Música] matado. Eu me senti muito culpada quando a minha mãe foi atacada tentando ajudar a gente.
Pensei em me mudar, mas achar outra casa era ainda mais difícil, porque tínhamos que encontrar algum imóvel que tivesse acesso para deficientes físicos. Não era seguro ficar naquela casa. Ele não estava atacando ou perseguindo sua Cristine, mas foi também atrás da Jennifer.
Ela era a mais nova, não podia lutar contra ele. Ela tinha apenas 4 anos e uma noite a Jennifer estava sentada à mesa tomando um lanche. Não, não fui eu que fiz.
Quando me dei conta, alguma coisa puxou a Jennifer. O braço da Jennifer ficou esticado e ela começou a gritar. Eu não acreditava no que estava vendo.
Tá machucando ela. Solta minha filha. Dava para ver ela sendo arrastada, mas não dava para ver o que estava arrastando.
Cuidado com Jif. Cuidado, Jennifer. Eu sinto muito.
Eu sabia que era o homem de preto que tinha ido atrás dela. Jennifer, você está bem? Deus.
Mamãe, você tá bem? Você tá bem, mãe? Deus, eu sinto muito.
Vamos lá. Eu não estava aguentando mais. Eu estava cansada de tudo aquilo e por isso fomos embora.
A Terry tinha que ir embora. Mesmo que significasse perder o aluguel, perder tudo, ela foi embora. Embalamos tudo, ela foi embora e nem olhou para trás.
Eu não fiquei triste de sair daquela casa, mas fiquei amiga das meninas. Eu tinha me apegado a elas de alguma forma. Eu acredito que as meninas estavam ali para me [Música] proteger.
Antes de tudo aquilo acontecer, eu não acreditava em fantasmas, mas a casa nos fez ver que o mal [Música] existe. Depois que fomos embora, as coisas voltaram ao normal. As meninas ficaram felizes de novo.
Eu fiquei feliz. Não fiquei mais estressada. Não me sentia mal.
A nossa família voltou a ser como era antes. O homem de preto nunca mais aterrorizou a família torrense. Os novos inquilinos ainda não vivenciaram nenhuma atividade paranormal na casa.