E aí E aí E aí E aí o Olá pessoal sou professor Ricardo Kleber Neste vídeo nós vamos dar início a segunda unidade falando dos fundamentos sobre o hino e eu não conhecido então histórico do Linux o seu surgimento lá com Lemos tomadas em 91 e ainda tudo que ele dele voo como foi a história do Unix o seu embate com a Microsoft o seu principal concorrente o Windows e o que tudo que aconteceu nessa história até a consolidação do sistema operacional Linux então a gente parte agora por uma parte mais fundamental um detalhamento sobre
o Linux em si e sua infraestrutura vamos dividir então em quatro partes começando agora com arquitetura do sistema em seguida mais uma vídeo aula versões e distribuições a terceira então sistemas de arquivos suportados e para finalizar pacotes de sofre separamos então em quatro vídeos em sequência que tá na playlist aí para vocês e a intenção então de falar sobre arquitetura do sistema Linux é mostrar internamente O que diferencia ele dos demais sistemas operacionais Ou pelo menos o que está mais Evidente quando comparamos a sua estrutura com outros sistemas principalmente essa estrutura que pode ser alterada
e essa é a grande novidade e sujo então essa palavra que em outros sistemas não é tão Evidente não é tão falada mas que é um coração de qualquer sistema operacional o keleu que fala bastante naturalmente do Kernel do Linux por ele ser uma parte do software além de Vital no caso do Linux pode ser alterada isso mesmo e você tiver conhecimentos específicos se aprofundar no link em toda a possibilidade de fazer alterações no Kernel alterando e inserindo removendo configurando deixando quer não do jeito que você quer de acordo com suas necessidades por isso é
tão importante relevante palavra de Kernel quando começa a se a falar do Lino veja o Kernel é o núcleo do sistema operacional a partir do Canyon é que gerenciamos tanto os dispositivos de hardware por todos os periféricos que estão anexados ao sistema operacional precisam que seus drivers estejam integrados ao quer não para pro o que você possa tanto utilizar seus monitores e impressoras e demais periféricos integrados ao seu sistema operacional é necessário então integrar esses dispositivos através dos drivers ao Kernel além dos dispositivos de rádio no gerenciamento de memória fazer as técnicas de paginação de
Suape alocar desalocar a memória tudo isso é feito por uma parte do Kernel e gerenciada pelo que não como tudo o que era também responsável pelo gerenciamento de processos uma questão que você já devem ter visto na fundamentação dos sistemas operacionais quando se apresenta o escalonamento de processos gerenciamento de sistemas multitarefa e multi-usuário sem que haja problemas de conflito problemas que o processo interfira no funcionamento do outro tudo isso é feito a partir do querem uma parte específica o gerenciamento de processo e ainda o gerenciamento do sistema de arquivos é um Independente de qual sistema
que estejamos falando nós veremos aí nas próximas vídeo aula se o hino que tem o seu próprio sistema de arquivos Ou pode usar uma série de sistemas de arquivos nativamente atrelado ao seu sistema operacional mas que também reconhece infinidade de outros sistemas de arquivos de outros sistemas operacionais então você pode acoplar naturalmente discos rígidos e outras mídias de outros sistemas operacionais a urina que ele não só reconhece com o gerenciar o acesso a esses arquivos estão gravados no outro tipo de sistemas de arquivos puro isso gerenciado pelo Kernel um fato também muito importante relevante e
não faz parte das primeiras versões do Kernel é a modularização foi uma grande sacada para que o quer no eu pudesse continuar funcionando enquanto você fazia ajustes até a junto inscritos por exemplo suporte a novos dispositivos periféricos ou aplicações O que é meu passou então a ser modularizado e permitindo que você a qual Play ou desacople partes de software importantes anexando e dos anexando ao Canon dando suporte o removendo o suporte do seu sistema operacional em tempo de execução ou seja sem a necessidade na grande maioria das vezes de fazer a reinicialização da máquina isso
é muito importante principalmente em Sistemas críticos imagina só computador que não pode ser desligado que não deve ser desligado E aí de repente você vai anexar e no periférico novo o dispositivo novo que traga uma tecnologia nova então ao contrário dos demais sistemas operacionais e das primeiras versões do Linux você A cópula então um módulo a esse quer no que dá suporte essa nova funcionalidade e ao inserir esse módulo e dá esse suporte você anexa e passa a utilizar acessar o novo dispositivo sem a necessidade de reinicialização do seu sistema dentre outras funcionalidades a modularização
tender e a tirar a complexidade do Carmo dando a complexidade a cada parte integrante e complementar podendo assim tratar pequenos problemas ou pequenas partes módulos do Kernel a parte anexando e desamassando quando for necessário então com esse novo design modular nós temos o que é meu e seus módulos que podem ser modos de mais baixo nível integrados diretamente ao quer não e módulos de mais alto nível mais próximo das aplicações que são sendo utilizadas pelos usuários se você quiser detalhes sobre o quer saber por exemplo toda a história inversões do caderno desde o primeiro quero
até o mais novo a página do caderno que é um projeto aberto e gratuito e está disponível em www.org.pt Mos em janeiro mas desde 13 de desembro de 2020 a versão atual do quer não é a versão 5 os 10.10 Ok então além do que é meu pai ele se integrar a todos os demais dispositivos de hardware e ao softwares que estão sendo manipulado pelo usuário tem alguns pontos complementares ou módulos componentes complementares por exemplo as linguiças bibliotecas de apoio também de baixo e de alto nível essas bibliotecas são funções pré-definidas que fazem no caso
de bibliotecas de mais baixo nível a integração de aplicações com Kernel E no caso das bibliotecas de mais alto nível mais a interação entre o caderno e as aplicações que estão sendo utilizadas pelos usuários Essas são portanto as bibliotecas de apoios a linguiça para interagir com carne o usuário pode fazer uso do interpretador de comandos ou Shell que não é tão comum para os usuários de sistemas como o Windows porque é uma interface em modo texto em linha de comando coisa que antes usuários da Microsoft e até e quando se usava o ms doi ou
atualmente se você mesmo a interface gráfica quiser utilizar o pronto dodóis que é um interpretador de comandos pois bem a interface principal em modo texto duas lindo que se chama interpretador de comandos ou simplesmente Shell existem A exemplo de outros aplicativos diversas séries diferentes que podem ser incorporadas para utilização para interação do usuário com Kernel do Linux a interface gráfica no Linux é opcional Mas se você quiser fazer uso por exemplo para o dia a dia sua estação de trabalho você precisa incorporar ao seu quer Neu uma interface x ou um X Windows ou como
queiram x Windows Windows que nada tem a ver com o Windows mas sim Window de janela é um ambiente em modo gráfico que dá suporte a uma infinidade de gerenciadores de janela o lindo que sintam e lá em modo gráfico deve ter o ex Windows instalado e anexado a ele no gerenciador de janelas a maioria dos Linux disponíveis no mercado de atrás isso incorporado e para facilitar para o usuário já pré-instalado e pré-definido dando a ele a oportunidade de já ter o primeiro contato com Interface em modo gráfico mas Guarda bem o Linux não é
somente em modo gráfico na maioria dos servidores de aplicação que não necessitou de interação com usuários no formato o gráfico pode usar simplesmente o modo Shell o modo em linha de comando e no camada mais alta próximo ao usuário naturalmente estão as aplicações que interagem com o usuário o próprio Shell e o próprio gerenciador de janelas é uma aplicação de mais alto nível Mas além disso estão as suítes de Office que contém por exemplo os editores de texto as planilhas E além disso os sistemas gerenciadores de banco de dados e todos os demais programas que
o usuário precisa utilizar no ou seja ele o estação de trabalho seja ele um servidor de aplicação e assim então a primeira parte dos fundamentos sobre o minix vimos aqui a arquitetura do sistema operacional Linux i E aí E aí E aí E aí