Oi, oi, gente. Sejam muito bem-vindos ao meu canal. Eu sou a Leandra e eu conto relatos todos os dias aqui para vocês de segunda a sexta-feira.
Bom, se por um acaso você caiu de para-quedas aqui no canal, eu também conto relatos lá no meu TikTok, no meu Instagram e essas redes sociais estão aqui embaixo na descrição do vídeo. Se por um acaso você tiver aí algum relato para me enviar, os relatos devem ser enviados pro e-mail que já fica aqui embaixo na descrição, assim como o link lá pro Spotify. E aquilo, né, gente?
Eu odeio rolar na introdução. Então, já vamos para o relato de hoje. Mas antes, não se esqueça de se inscrever no canal, caso você ainda não seja um inscrito, de curtir esse vídeo agora no início, porque ajuda muito a divulgar o vídeo aqui na plataforma e hypar o vídeo se tiver aparecendo aí essa opção para você.
E bom, agora sim, recadinhos dados. Vamos ao que importa, que é o nosso relato de hoje. E o nome do nosso relato se chama A tragédia anunciada, o aviso que veio antes do fogo.
Um relato real sobre amor do entio, trabalho espiritual e uma perda que mudou tudo. Oi, Leandra, eh, permita-me dizer o quão linda você é. Muito obrigada.
E você me passa uma sensação de pessoa boa que tem um coração amoroso, mesmo sem te conhecer. Pessoalmente, eu sinto a sua energia maravilhosa através da tela do meu celular. Eu ouço todos os dias os seus relatos e confesso, eu tenho ansiedade depressiva e os seus vídeos são uma terapia para mim.
Sou viciada nos seus vídeos e tenho as minhas emoções bem afloradas. Então, quando eu assisto, eu choro, sabe? Quando tem que chorar.
Eu também sinto raiva quando aparece, né, as maledites e também sinto medo das aparições e fantasmas das histórias contadas por você, porém eu amo. E bom, como todos dizem, sei que você não gosta de enrolação, então vamos ao relato. Então, vamos lá.
Eu peço que você não revele o meu nome verdadeiro, né? Então, você pode me chamar de Nanda. Todos os nomes já estarão trocados, então você pode ler de boa.
Eu vou dividir esse relato em partes para você e os escritos barra ouvintes entenderem melhor. Parte um. Aos 20 anos, por força maior, eu saí da minha cidade estado, que era a minha cidade, estado natal, né?
e fui morar em uma outra cidade e consequentemente, né, outro estado também, onde eu tinha apenas um tio de parente. Por ele ser casado e ter as minhas primas, não deu muito certo eu ficar na casa dele. Apesar de minhas primas e eu nos darmos muito bem, mas não deu muito certo.
Então eu fui morar com um colega que acabara de conhecer ali na cidade. Esse meu tio, ele tinha uma vizinha que morava ao lado da casa dele, que aqui vamos chamá-la de dona Helena. Dona Helena era divorciada e tinha dois filhos, José com 26, que era o filho querido de dona Helena, e Cristina, que tinha por volta dos seus 24, 25 anos.
E ela era a filha diferente que dona Helena dizia que não queria ter, pois ela nunca escondeu a raiva e o ódio que sentia de Cristina, sabe? Ela não gostava mesmo da menina. Cristina sempre foi muito vida louca.
Tinha três filhas e todas de pais diferentes. Gostava de viajar, ir para as festas e não se importava muito com as filhas, que na época eram pequenas. Ao saber da minha chegada ali na cidade, Cristina foi me visitar e me convidou para ficar na casa dela, que, né, é a casa de dona Helena, onde moravam todos.
Como dona Helena trabalhava o dia todo em uma clínica hospitalar, em troca de moradia, eu ajudaria nos afazeres ali da casa e também cuidaria das crianças de Cristina. Assim, Cristina teria a sua vida louca, né, entre aspas, livre. e dona Helena descansaria depois de uma jornada inteira de trabalho.
Então eu fui de cara, eu já me adaptei ali na casa e com todos ali, principalmente com as crianças e com dona Helena. E eu também fazia questão de manter a casa impecável, do jeitinho que dona Helena gostava. Eu cuidava de tudo e de todos ali na casa e nos fins de semana eu gostava de ir para as baladinhas da cidade, né?
Ali, é claro, né? se divertiu um pouco também, porque ninguém é de ferro. Então, não demorou muito para rolar um clima ali entre mim e José.
Começamos a ficar escondido, mas logo depois assumimos que estávamos juntos para todos. Porém, José era meio estranho para relacionamento, não gostava muito de sair ali comigo. Então, eu acabava saindo sozinha com algumas amigas e às vezes até com a Cristina.
Lembro que o pai de José, que aqui vamos chamar de seu Antônio, era meio igual a sua filha Cristina, sabe? Meio vida louca. Ele era jovem ainda, muito alegre, divertido e não tinha tempo ruim para ele e muito menos tristeza.
Ele assim era nota 10. Então, acabava que íamos todos para as baladas ali da cidade e assim, gente, era todo final de semana. Então isso fez com que eu ficasse muito próxima e também apegada ao seu Antônio.
Dona Helena ficava em casa curtindo a amargura que carregava em seu coração, sempre com um ar de tristeza, um ar meio sombrio, sabe? E José ou ficava em casa também ou saía com outros amigos dele. E apesar disso me incomodar bastante, eu não ficava questionando, pois ele também não se importava que eu saísse sem ele.
Bom, dona Helena e seu Antônio, que se tornaram os meus sogros, né, nessa época, me tratavam como filha e eram muito bacanas comigo, causando até ciúmes na minha cunhada Cristina. E eu tinha eles assim, como se fossem meus pais também. e até pedia bênção para eles.
Dona Helena passou a confiar muito em mim e eu, é claro, não dava motivos para decepcioná-la de forma alguma. Então assim, eu ouvia os desabafos dela e às vezes até chorava junto com ela. Ela não escondia o sentimento que tinha por seu Antônio e muito menos o ódio que sentia por Cristina, mas nunca me disse o motivo.
Cristina não era uma pessoa ruim, apenas retribuía os desprezos da mãe com a rebeldia. Só que eu não entendia, porém eu admirava a boa relação entre dona Helena e seu Antônio, pois mesmo divorciados eles se davam bem. Ambos viviam sozinhos, sabe, sem relacionamento.
E seu Antônio ia todos os dias à casa dela. Ele tinha um certo tipo de dependência emocional por dona Helena. E olha, Lili, eu fui casada com José durante 5 anos.
E tudo que eu irei contar agora aconteceu bem antes de nós nos conhecermos. E quem me relatou foram eles mesmos ao longo desses 5 anos de convivência. Parte dois, como tudo começou a história deles, que inclusive, né, foram eles mesmos que contavam.
Bom, a parte um foi a introdução para melhor entendimento. Agora eu vou para a real história, que não é legal, mas sim muito triste e trágica. Dona Helena é mais velha que seu Antônio, 12 anos.
Quando se conheceram, seu Antônio tinha 15 anos e dona Helena tinha 27 anos. Dona Helena mesmo mais velha era bem bonita e seu Antônio, um adolescente ali ainda. Eh, inclusive foi como se ela tivesse pegado ele para criar, que na minha época chamaríamos ela de papa anjo, mas enfim, né?
Essa diferença absurda ali de idade. Só que dona Helena sempre foi muito chatinha, sabe? Pagava de boazinha, mas era brava como fogo, digamos assim.
E ela sempre foi muito ciumenta e inseguro, eh, muito ciumenta e insegura. Então, por conta disso, eles brigavam muito. Segundo eles, dona Helena era muito agressiva.
Mesmo com a diferença de idade e ainda namorando, a dona Helena engravidou de seu Antônio e eles tiveram que se casar. José nasceu, mas mesmo assim a casa deles nunca teve paz. Seu Antônio era jovem demais e gostava de sair, sabe, de se divertir, dançar ali um forrozinho, que inclusive o forró era o seu maior hobby.
Ele gostava dessa vida. Já dona Helena, por ciúmes, doentios e insegurança, nunca ia com ele. Seu Antônio, lógico, era safado, mulherengo e acabava atraindo muito e muito, né, a dona Helena.
E aí, né, é aquilo, querendo ou não, o inferno era constante por conta, né, desses ocorridos. Até que um ano e 8 meses depois do nascimento de José, nasceu Cristina, uma linda ovelha negra. Ela botou vários kak k kak e as coisas iam cada vez pior, as traições cada vez mais constantes, né?
Tudo ladeira abaixo. José e Cristina foram crescendo e dona Helena, já com seus 38 anos, engravidou novamente. Só que foi uma gravidez muito difícil, muito conturbada, cheia de brigas, agressões e traições.
Dona Helena, mesmo sendo profissional da área da saúde, nunca fez um pré-natal sequer. sempre deprimida e amargurada, chegou até a dar socos na barriga quando estava com raiva de seu Antônio. Enquanto isso, seu Antônio saía para as festas e chegava somente no outro dia de manhã.
A bebê de dona Helena acabou nascendo com alguns problemas de saúde e faleceu 20 dias depois do nascimento. Assim, né? Uma pena.
Bom, tudo era muito intenso e as traições só aumentavam. E dona Helena cada vez mais agressa, eh, cada vez mais agressiva e amargurada, ou seja, mais uma vez, só ladeira abaixo. E Lili, ela chegou até a seguir seu Antônio e pegá-lo no flagra com amante e atirar com um revólver calibre 38, que inclusive a sorte foi que ela era bem ruim de mira, porque senão, né, o estrago estaria feito.
Teve uma outra vez também que ela esfaqueou as costas dele e por sorte a faca entrou só a ponta, porque se tivesse entrado mais, né, ele teria ido de arrasta. Inclusive ela mesma o levou ao hospital e contou tudo aos médicos enquanto davam pontos nas costas dele. Como vocês já devem ter percebido, né, era uma relação totalmente desestruturada.
doentia repleta de amor possessivo e violência. Até que chegou-se ali ao ano de 2000 e seu Antônio, em uma dessas saídas dele e traições, acabou engravidando uma mulher, que aqui vamos chamá-la de Cláudia. Na época, dona Helena já com seus 43 anos e seu Antônio com 31, Cláudia, a amante tinha apenas 22 anos.
E eu vou descrever Cláudia como eu vi em fotos da época, apesar que o tempo não mudou nada, pois a continua indo uma coroa lindíssima. Mas enfim, Cláudia era uma mulher muito bonita, jovem, com seus longos cabelos cacheados, a pele clara e um corpo que a própria natureza esculpiu. E isso mexeu ainda mais com o ego, autoestima psicológico e emocional de dona Helena.
E isso, Lili, acabou com ela, com a dona Helena. Dona Helena, que já era amargurada, se tornou ainda pior. E como se não bastasse, Cláudia engravidou.
Seu Antônio estava vivendo uma fase diferente ali com alguém mais jovem. Então assim, tudo era muito novidade, sabe, para ele. Então foi aí que ele resolveu sair de casa e morar com Cláudia, assumindo-a como esposa.
E daí que veio o divórcio dele com dona Helena. José, nessa época, com seus 17 anos, engoliu toda essa situação calado, e, vendo ali o sofrimento da mãe, assumiu toda a responsabilidade da casa e deixou o pai ir embora sem se impor, até porque, na verdade, não tinha o que ele fazer também, né? Já Cristina assumiu ali o seu posto de filha revoltada e foi a partir desse momento em que ela decidiu ser, né, vida louca.
E foi ali que ela começara, né, a viver, né, da forma mais louca possível. E bom, mesmo com o divórcio ali feito e seu Antônio ter ido morar com Cláudia, mesmo Cláudia estando grávida e mesmo com tudo isso que aconteceu, dona Helena não aceitava o fim desse relacionamento doentinho. Todos os dias ela chorava, pedia para ele voltar para casa, ligava, ia atrás dele, mas seu Antônio já havia se decidido e ele não queria mais.
Até que um dia, em uma dessas ligações, seu Antônio pediu para que ela parasse de ligar, pois ele não voltaria mais e ela tinha que aceitar. Cláudia chegou até a dizer para a dona Helena que não adiantava insistir porque ele estava feliz e eles tinham a mesma vibe, ou seja, eram jovens, enquanto dona Helena já era uma idosa. E isso destruiu dona Helena, despertando um desejo de vingança.
Pois bem, a filha de Cláudia nasceu e vamos chamá-la de Olívia. A situação ficou ainda pior, pois quando seu Antônio queria e achava que podia, pegava Olívia e ia na casa de dona Helena visitar José e Cristina. E nossa, o pau quebrava ali mesmo, porque dona Helena não aceitava e é óbvio, odiava a Olívia e detestava a Cláudia.
E a Cláudia não se importava em nada, sabe, com essa situação. Ela estava literalmente nem aí. Inclusive, ela ria todas as vezes que o pau caía.
Ela ria todas as vezes que o pau eh que o pau caía a folha. Deve ser alguma expressão. É a primeira vez que que eu leio essa expressão.
E bom, dona Helena, que já estava em pele osso, pois não comia, não dormia e só sabia chorar e se lamentar pelo fim do casamento, ela estava indo de mal a pior. Até que o tempo foi passando, Cláudia engravidou novamente e teve outra menina, que aqui vamos chamá-la de pequena Alice. Olívia já estava com um ano e meio e agora a pequena Alice recém-nascida.
Para você ver o quão doentio era o amor que dona Helena sentia. Passavam-se anos e anos e ela continuava na mesma, completamente amargurada. Parte três, o trabalho maligno e cruel.
Como eu disse, os anos se passavam e dona Helena não aceitava o fim do relacionamento. Até que então ninguém sabe como e muito menos quem passou para Dona Helena o número do telefone, né? Mas ela foi atrás de uma macumbeira que morava na Bahia.
Ela escreveu macumbeira aqui, tá gente? Mas assim, eu até pensei em alguma outra palavra para usar num lugar, mas para não ser ofensiva, mas na hora não veio nenhuma palavra na minha mente. Enfim, a vamos falar assim mesmo, entendeu?
Mas enfim. E bom, ninguém sabe como, mas eh dona Helena conseguiu o contato dessa moça, né, que mexia aí com magias, feitiçarias, trabalhos espirituais, enfim. E dona Helena toda semana ligava para essa mulher e também mandava dinheiro.
Até que Cristina pediu para que ela parasse de fazer aquilo, pois seu Antônio era pai dela e sabia que seu Antônio não voltaria para casa e que dona Helena tinha que seguir a vida, sabe? Seguir em frente e que já tinha passado da hora de isso acontecer. Só que foi aí que dona Helena deu uma resposta que gelou até a alma de Cristina.
Li, dona Helena disse que a tal mulher já havia concluído o trabalho e garantiu, né, para ela, pra dona Helena, que tudo na vida de seu Antônio acabaria em fogo. Liandra, Cristina, naquele momento sentiu um arrepio percorrer do corpo até os cabelos da cabeça, pois ali ela sabia que algo maligno estava por vir. Até que um dia veio a parte sobrenatural.
Parte quatro, o aviso. Seu Antônio foi trabalhar em uma cidade vizinha e revesava com Cláudia. Um fim de semana ele vinha para casa, né, onde moravam.
E no outro final ali de semana, Cláudia eh ia pra cidade, né, onde ele foi trabalhar. E aí tinha algumas vezes também que nem ele ia e assim que nem ela, né, ia e nem ele vinha, né, porque às vezes acontecia alguma coisa ali. E como seu Antônio era muito autoastral e gostava de pessoas, gostava de churrasco, sempre que ele ficava nessa cidade lá, né, sozinho, ele acabava chamando alguns conhecidos, né, colegas que geralmente ele conhecia.
por conta do trabalho e aí chamava na casa, né, onde ele estava morando. E ali eles assavam carne também, tomava uma cervej eh uma cervejinha e tals, só para não ficar sozinho mesmo, sabe? e passar o tempo até que em um desses sábados que estavam ali, né, ele com esses conhecidos e como eu mencionei, né, assando, né, a sua boa carninha, tomando a cervejinha e tals, em um determinado momento aparece um senhor e foi um homem que surgiu assim do nada.
Ele entrou ali onde eles estavam reunidos e mesmo sem entender e até mesmo sem nunca ter visto aquele homem, seu Antônio foi recebê-lo e perguntou do que ele precisava. O homem ficou ali parado, olhando para o seu Antônio, quieto. Seu Antônio ofereceu comida, carne assada, só que o tal homem não aceitou.
disse que queria apenas entregar um recado. Ele pegou na mão de seu Antônio e disse: "Eu preciso te dizer, você irá perder algo muito valioso, algo que dinheiro nenhum paga. Você é casado, mas não viverá com a sua esposa.
Sua vida vai passar por muitas coisas ruins, mas você sabe, será forte. Você precisa ser forte. " O homem, né, falou essas palavras, soltou a mão de seu Antônio, virou as costas e sumiu.
E Lili, naquele momento, o seu Antônio disse que uma tristeza tomou conta dele e que foi de uma forma assim tão estranha que foi incontrolável, mesmo sem saber o que realmente estava por vir. Parte cinco, a volta de seu Antônio para a cidade em que ele morava. Seu Antônio volta para sua cidade.
Ele estava feliz com Cláudia e suas duas filhas. Nessa época, Olívia já estava com 3 anos e a pequena Alice com 1 ano e meio. Eles moravam em uma casa de madeira simples, mas viviam bem.
A casa era nova e não tinha muito tempo de construída. Olívia ficava na escolinha de tarde e a pequena Alice dormia todos os dias no período da tarde. E Alice sempre dormia numa rede ali na área.
Mas naquele dia Cláudia colocou Alice no sofá da sala e foi até a casa de sua vizinha. E assim, gente, foi coisa de minutos, talvez até segundos. Ali a casa simplesmente começou a pegar fogo e o fogo lambeu tudo em minutos, como eu disse, talvez até em segundos.
E foi assim misteriosamente, tal como aquela tal, né, mulher feiticeira prometeu para a dona Helena, sabe? tudo acabaria em fogo. Foram correndo chamar seu Antônio.
Ele veio muito rápido, inclusive, pois nessa época o serviço dele era bem próximo dali onde eles moravam. Só que Leandra, quando ele chegou não restava mais nada, apenas cinzas num lugar. Cláudia desmaiou, teve que ser socorrida e foi levada ao hospital.
Seu Antônio entrou para procurar a pequena Alice ali entre as cinzas e carvão que restou ali. A pequena Alice dormia no sofá da sala e a sala Leandra ficava na frente da casa. Era o primeiro cômodo.
E depois do incêndio, seu Antônio entrou e foi encontrar o corpinho dela na área que ficava no fundo da casa. Ai, gente, que pesado. Ou seja, a Alice tentou correr em meio ao incêndio.
Ai, gente, tadinha. Seu Antônio disse que ela ficou irreconhecível e eu não consigo descrever a forma que seu Antônio descrevia porque é muito pesado, sabe? Seu Antônio apegou em seu colo e ali mesmo ele desabou em prantos.
Porém, era um pranto silencioso agarrado naquele rostinho, eh, perdão, naquele restinho de corpo quente de Alice, que assim, o que sobrou dela, que foi, né, o que sobrou dela entre as cinzas, né, por causa, Ai, gente, desculpa, mas ó, que relato, que pesado essa parte. Eu tava desacostumada a ler relatos pesados por conta das minhas miniférias. Enfim, eh, ele tava ali agarrado naquele restinho de corpo quente de Alice, o que sobrou dela entre as cinzas por causa daquele maldito incêndio.
Eliandra, Alice era era inocente, sabe? Vítima daquele pera aí. Ai, gente, tá difícil ler, mas enfim, tenho que continuar a leitura.
Leandra Alice era uma inocente, vítima de peso espiritual maligno praticado por alguém que depois de tudo isso ainda se julga uma pessoa, uma pessoa boa. Dois meses depois, seu Antônio e Cláudia, mas aí a outra menina é a Olívia. Ah, ela tava na escola.
Ela tava na escola. Lembrei. E bom, dois meses depois, né, seu Antônio e Cláudia se separaram, mas mantinham contato à distância por causa de Olívia, que ainda tinha seus três aninhos.
Porém, seu Antônio nunca mais eh frequentou a casa de Cláudia depois que eles se separaram. Seu Antônio nunca mais conseguiu ficar ou se casar com ninguém. Às vezes até tentava, mas nunca dava certo com outra pessoa.
Dona Helena nunca nem tentou outro relacionamento e seu Antônio passou a morar sozinho e dona Helena vive até hoje, né, com José, Cristina e as netas. Quando eu os conheci, as coisas já haviam se acalmado, mas dava para sentir o peso e a energia ruim no ar, sabe? Ao mesmo tempo na casa em que eles moravam e nas pessoas também.
Dona Helena e Cláudia viraram amigas depois disso e Cláudia visitava a dona Helena sempre que podia. E seu Antônio nunca conseguiu se desprender de dona Helena depois de tudo isso, pois até hoje, né, eh, durante todo esse tempo, ele vivia indo na casa de dona Helena, que para ela era cômodo e satisfatório tê-lo por perto, ou seja, um apego doentio e eterno. Bom, passaram-se algum tempo, né, que a tal casa pegou fogo, seu Antônio estava trabalhando e adivinha só quem apareceu?
Leandra, pasme. O mesmo homem estranho que foi lá na outra cidade avisar o seu Antônio sobre a tal perda terrível. O homem apareceu do nada e perguntou: "Você se lembra de mim?
" E seu Antônio disse: "Sim". Então o homem perguntou: "Quem você perdeu? " Seu Antônio respondeu: "Minha filha, o homem, seu casamento também acabou, né?
" E seu Antônio respondeu que sim. E Lili, o homem sumiu novamente como num passe de mágica e nunca mais reapareceu. E bom, a parte final.
Eu vivi casada com José e morando na casa de dona Helena por 5 anos. Me separei e voltei para minha cidade/estado natal. José e eu não tivemos filhos por opção minha, por medo de carga espiritual daquela história, né, do passado e também pelo peso que aquela família carregava.
e a energia negativa que eu sentia ali. E eu temia que isso pudesse, sei lá, de alguma forma afetar a saúde mental e espiritual dos meus filhos. Hoje faz 12 anos que eu voltei para minha terra e 11 anos casada com uma outra pessoa.
Tenho dois filhos maravilhosos, sou muito feliz. José também tem outro relacionamento e pelo que eu fiquei sabendo, ele também tem dois filhos. Eles ainda moram na mesma casa.
Inclusive, o meu tio ainda mora do lado, no mesmo lugar. E apesar deles terem me contado toda essa história pesada e cruel, eu nunca fui maltratada por eles. Inclusive, tenho muitas saudades de todos e ainda mantenho contato com todos da família, menos com o José, né, que após a separação passou a me odiar.
Seu Antônio faleceu em 2022, aos 55 anos, com um câncer agressivo. E isso ocorreu eh 8 anos depois que eu vim embora. E até então sempre trocávamos, né, eh até então sempre trocávamos mensagens e carinhosamente eu o chamava de velho mala e falava o quanto sentia saudades da alegria dele, das festas e das baladas que íamos juntos.
E até quando íamos visitar os parentes dele na cidade vizinha, então era algo que eu sentia falta. Bom, dona Helena quase sempre posta fotos ou vídeos de seu Antônio declarando a saudade que sente e a falta que ele faz mesmo após, né, eh, assim, a falta que ele faz após a sua partida. Dona Helena hoje está com seus 70 anos, ainda sente um amor estranho por seu Antônio e segue com a sua vida triste, deprimente e amargurada.
Ela não gosta de sair de casa, desenvolveu vários problemas de saúde e às vezes trocamos mensagens e acredite, ela ainda sente o mesmo ódio por Cristina. E observação, eh, José nunca conseguiu sair de perto de dona Helena também, mesmo quando estávamos casados. Eu até cheguei a comprar uma casa para termos ali o nosso canto, mas ele sempre achou que a mãe, dona Helena, tinha que estar com ele, né, para onde quer que ele fosse.
E eu só sei que até hoje ele mora com a mãe, apesar de ter um relacionamento estável e ter filhos e também já ter passado dos 40 anos. E Cristina também mora lá. E a guerra, a guerra se segue.
Ela, ela escreveu isso, botou vários Kaká e a guerra continua lá. E bom, meu relato eh termina por aqui. Um beijo para você e seus seguidores, ó.
Um beijo, tá? Eu só vou dar uma olhada aqui porque o relato dela, eu acho que foi esse relato aqui que ele tinha alguma consideração. Pera aí, deixa eu só ver se foi esse.
Eh, ah, tá. Ela botou, eh, foi o seguinte, ela escreveu assim, ó, Alice, né, a criança morreu queimada e dona Helena nunca demonstrou arrependimento, mas, né, nada dá certo na vida dela, vive na angústia e também doente. Eh, foi uma pequena consideração.
Eu achava que tinha mais coisa, ela mandou em PDF também, mas é a mesma coisa. Então, realmente, o relato acaba por aqui. E, ó, um beijo, tá?
Muito obrigada. E sabe uma coisa que eu fiquei muito curiosa que se você se sentir confortável para explicar nos comentários ou só colocar lá, não precisa nem explicar, só anexar essa informação, é sobre se eles nunca ficaram sabão, tipo assim, ficaram sabendo porque te contaram a história, você não viveu a história. Então, tipo assim, meio que todo mundo continuou vivendo bem com a Helena, mesmo sabendo do que ela fez.
Cara, agora que eu caí em si nisso, porque às vezes eu vou lendo, gente, eu eu sempre deixo passar alguma coisa despercebida. Aí agora que eu que eu parei para analisar que a moça que tá contando o relato, ela não viveu isso, for foi contado a ela. Então, tipo assim, o José não aí tá, José e a Cristina filhos.
Mas o seu Antônio, que era pai da menina que morreu, sabia que a dona Helena tinha feito o trabalho porque se contavam as a história, ele sabia. E gente, nunca, tipo, continuaram convivendo com ela normal. Agora, como eu toquei nisso, galerinha?
Como assim? E não, aí teve a parte aqui que ela mencionou que depois a eh pelo que eu entendi aqui, a a esposa, né, do José, a novinha lá, ela até frequentava uma frequentava a casa da outra, pelo que eu entendi aqui. Só que acredito que nessa época ela não deveria, ela não devia saber que a dona Helena tinha feito isso.
Mas em algum momento da história todo mundo ficou sabendo, de repente foi, ah, é por isso que ela não gostava da Cristina. A Cristina que deve ter caguetado ela porque foi, ela falou isso pra Cristina e depois a Cristina juntou uma coisa na outra com acontecido. Então deve ter sido Cristina que espalhou que a mãe foi atrás e tudo mais.
Agora eu entendi o ódio que ela tem da Cristina, mas enfim. Eh, tá, a ex-esposa do Antônio continuou, eh, não é que continuou, mas manteve ali uma certa aproximação, porque talvez ela não sabia. Mas o que me pega muito é o seu Antônio, que era pai da menina, ter descoberto e depois continuou conversando, mantendo contato, como se nada tivesse acontecido.
Ai, gente, sei lá. Tipo assim, questão dos filhos também é lógico que, né, sei lá, eu posso amar muito uma pessoa, mas se eu descubro que ela fez uma parada é desse nível aqui, eu acho que eu não conseguiria continuar tendo, sei lá, contato com a pessoa. Não, gente.
Ah, eu achei pesado, né? Muito cruel. Enfim, mas cada um com seu cada um, né?
Mas moça, eu não tô falando de você, tá? Moça que enviou o relato, porque eh elas ainda t, mas eu tô falando mais da questão da família, entende? Tipo, o seu José hoje já é falecido, mas na época, talvez em respeito à alma da filha que foi perdida ali.
E sei lá, eu acho que eh a questão dos filhos da dona Helena também, porque querendo ou não, a menina era a meia irmã deles, né? Então assim, não estou julgando a moça do relato, porque assim, querendo ou não, ela não tem culpa de nada, nem viveu com essa galera na época do ocorrido. Ela ficou sabendo muitos e muitos anos depois, mas eu falo mais pelas pessoas, pelos parentes próximos, tipo mãe, filha, o seu, o próprio seu Antônio.
Achei bem bizarro isso daí. Mas é isso, né? Fazer o quê?
Me contem aí nos comentários o que que vocês acharam desse relato. Eu não imaginava que ele ia tomar este rumo. Eu achei bem bizarro, né?
como que pode, sei lá, o amor de uma pessoa se transformar em algo tão bizarro e tão perturbador, né? Mas enfim, ó, muito obrigada a moça que enviou um relato e que enviou este relato e muito obrigada também a todos vocês que ficaram até o final do vídeo, tá? Ó, um grande beijo.
Tchau, tchau.