linhas pretas e sinuosas formam a logo do curso Educação Especial na Perspectiva da educação inclusiva eu sou a Rita Eu sou uma mulher de pele clara cabelos claros castanhos Claros olhos claros Estou vestindo um vestido estampadinho de flores bege marrom e tô muito feliz por estar aqui né foi fui resgatada do Sul cheguei consegui chegar e e eh para conversar com vocês sobre alguma coisa que faz parte de uma trajetória grande né que nós estamos juntos com o Ministério da Educação lutando por esse espaço de educação inclusiva lutando por um espaço que tem as condições
necessárias né para além do acesso paraa permanência paraa participação paraa aprendizagem das crianças todas na mesma escola eh eu coloquei aqui também alguns princípios básicos que eu acho que relembra um pouco o que a gente falou né nesses dias nós partimos do princípio que todos aprendem que todos aprendem todos juntos numa nova escola por isso nós precisamos presumir a competência das crianças e oportunizar vivências oportunizar relações neste AC olento oportunizar eh apreensão ação expressão construção de conhecimento individual e coletivo e por isso não é uma uma questão que fje de uma questão prática concreta né
a criança está ali e ela nos ensinará dia a dia em que nós podemos ajudá-la a aprendizagem é uma experiência única cada criança com o seu repertório único ela tem uma uma experiência de vivências de conhecimento de de relações né de locais por onde passou ela soma né com tudo aquilo que ela vai encontrar na escola e toda sairão também diferentes chegam diferentes e sairão diferentes a gente não está buscando homogeneizar igualizar né a gente quer oportunizar esse crescimento que é um crescimento individual e de cada um Nós Vamos considerar a diferença de todos e
fugir da cada de pensar que a diferença de um que chegou é o problema serado né A escola que considera todos que valoriza todos que valoriza a diferença de todos e de cada um é a escola que nós queremos por isso que nós não pensamos em um currículo diferenciado para um aluno diferenciado como se ele fosse não né nós falamos antes de de presumir a competência e dar oportunidade de vivência dentro do currículo comum e com os seus pais Então em vez de currícula individualizado nós vamos pensar em acessibilidade ao currículo comum pensando que ele
tem essa possibilidade essa oportunidade esse direito de viver como todas as outras crianças a experiência de aprender na escola tecnologia assistiva né a gente vai conversar um pouco e eu queria trabalhar esse termo tecnologia tecno Lobos lobus é um conhecimento um conhecimento que traz respostas técnicas práticas concretas a a um problema específico identificado então é um conhecimento que se transforma em função quando a gente fala em tecnologia assistiva é um conhecimento aplicado que torna possível ou qualifica uma função necessária uma função desejada daquele que vai utilizar essa tecnologia então eu gosto muito de dizer que
a tecnologia assistiva ela faz fazer a tecnologia assistiva dá acesso ela dá mobilidade ela dá comunicação ela dá a a utilização de instrumentos dentro de um laboratório ela me ajuda a acessar as informações ela me ajuda a expressar ela qualifica Essas funções que são da rotina da escola então nós precisamos conhecer essas tantas ferramentas entender esse e como esse aluno com deficiência estando no contexto escolar vai nos apontando suas necessidades Será que ele participa de todas as atividades do público em comum e se ele participa o que vem colaborar para isso se ele participa parcialmente
o que está impedindo a participação dele o que se ele não participa qual é qual é a barreira que está ali que impede essa participação e a nossa intervenção em tecnologia assistiva vem apoiá-lo a est E participar a estar e a fazer fazer a desempenhar aquela função pretendida a tecnologia assistiva se destina a esse público que a gente está aqui trabalhando nesse né nesses dias nós temos alunos com deficiência que estão no contexto Educacional inclusive e eh uma coisa que é importante a gente ressaltar também que a tecnologia assistiva é um recurso do usuário não
é um recurso que vai ficar na sala de recursos multifuncionais né não é um recurso do professor na sua ação pedagógica é um recurso do usuário assim como a lente do meus óculos deve né me ajuda me amplia a visão vai comigo para todos os lugares onde eu estou o vocalizador deve fazer a mesma coisa a cadeira de rodas a Bengala ninguém vai deixar a sua Bengala na sala do de atendimento educacional especializado e sair Pati leva sua Bengala junto leva sua cadeira junto leva sua prancha de comunicação junto leva o seu recurso de acessibilidade
ao computador junto onde a criança está né dentro da do ambiente escolar aonde ela precisa esse recurso vai com ela aqui a gente vê eh a Então vamos sempre relacionar a tecnologia assistiva com a funcionalidade a te Festiva que nos ajuda a fazer qualifica a nossa função vocês veem três quadros onde fala estrutura e funcionamento do corpo atividade e participação Quem tem familiaridade né com isso vai ver a classificação internacional de funcionalidade que observa esses três fatores para determinar e qualificar a funcionalidade de uma pessoa quando a gente tá atuando em tecnologia assistiva a gente
vai atender atividade e participação quando a gente vai olhar paraa estrutura do corpo nós não não vamos pensar no déficit nós vamos pensar nas possibilidades o que ele consegue fazer Ele pisca ele movimenta a cabeça ele leva o pé pra frente ele consegue usar a mão direita a mão esquerda ele ele faz um som é esta é a chave que pode disparar a o desenvolvimento de uma habilidade se eu ali colocar um acionador por exemplo né se eu consigo baixar a cabeça eu coloco o acionador no queixo e vou clicar clicando eu consigo fazer a
seleção das Letras na tela do computador eu consigo eh começar a minha digitação tradição de palavras acelerar minha digitação Então qual é a melhor habilidade e que eu vou fazer uso dessa habilidade colocando uma chave né para que a função aconteça aqui eu trouxe alguns exemplos e algumas fotografias não para me deter aos recursos em si mas paraa gente pensar em quais as funções dentro do contexto escolar que a gente pode apoiar com tecnologia nós precisamos primeiro garantir o acesso à participação né o o o poder estar em todos os ambientes a qualquer tempo e
junto com os nossos companheiros de classe então eu tenho aqui uma escola são três fotograf três fotografias são escolas da rede Municipal de Florianópolis onde a gente vai ver rampas corredores piso tátil vocês vão ver o contraste por exemplo do da cor do piso com a parede né Essas faixas azuis no azulejo mostrando essa diferenciação em função da da questão visual nós vamos ver um mapa tátil paraa localização paraa orientação da do do Estudante dentro da escola nós vamos ver uma criança explorando uma maquete de sala de aula para perceber como ela está organizada onde
é meu lugar onde é o lugar do meu colega então essa parte de estar conhecer Me locomover posso ter sinalização em símbolos gráficos também então todo toda a parte de sinalização acesso ao computador é uma área muito importante da tecnologia assistiva no contexto educa né E E então aqui a gente vê um laboratório de de tecnologia assistiva onde vocês vão ver uma uma gama de alternativas de Mouses Mouses com esfera estacionada Mouses de rolete que pode ser atados com o pé por exemplo ou mesmo com a mão com botões para clique para duplo clique mouse
de joystick mouse de botões teclados expandidos Teclados com contraste entre a cor da letra e o fundo né teclados que podem se programar paraa condição física deste aluno se ele tem tremor a gente pode restringir né o tempo de de permanência da mão com ativação das Letras n mal ativado pela boca então eu tenho uma série de recursos são acessórios que fazem com que essa criança tenha a possibilidade de ter uma um uso autônomo do computador né a gente pode vai optar também não só por hardware mas também por software teclados virtuais eh com varredura
para uso dos acionadores nessa parte superior aqui eu tenho várias Chaves acionador eu aciono a escolha da letra ou da palavra numa prancha de comunicação através através do meu gesto ó né do gesto eficiente aqui vocês vão ver dentro do laboratório de informática também recursos de comunicação aumentativa e alternativa que são vocalizador Aqui nós temos uma um grupo de vocalizador com mensagens gravadas em cada um dos dos pontos que nós vamos ativar em cada um dos botões um símbolo gráfico que representa uma mensagem e a o aluno vai tocar no símbolo que da mensagem que
ele deseja Expressar e o vocalizador vai falar por ele né então is são algo temos localizadores com 36 mensagens com seis mensagens com quatro mensagens com duas mensagens com uma mensagem para chamar atenção para chamar um amigo para uma conversa para falar de uma necessidade Então temos um né uma pranchas de comunicação impressas livros de histórias com pranchas temáticas para fazer a Interpretação para fazer dar a sua opinião sobre o o a o tema estudado Enfim então uma infindável quantidade de recursos aqui vocês veem uma uma mesa que se ajusta à cadeira de rodas e
a postura na altura no apoio de braços então pensando um pouquinho dessa uma cadeirinha para com com adequação postural sentar e posicionar bem é fundamental para ter ter essa disponibilidade de aprender né para para ter a disponibilidade de acessar visualmente ou ou conseguir fazer o uso das mãos adequadas quando eu tô alinhada quando eu tô confortável quando eu tô estável imagina uma criança que tem essa instabilidade postural ela vai se tensionar na cadeira para não cair e as mãos minhas não vão conseguir liberar para para experienciar o material então pensar desde do básico né adequação
postural o posicionamento do teclado em plano inclinado se é indicado ou não a Colmeia sobre o teclado para que se tenha tremor ela Colmeia é uma tela e de acrílico né com Furação sobre as teclas idênticas as teclas então a mão pode passar sobre o acrílico e a criança vai digitar quando a mãozinha chegar na tecla desejada então só algumas ideias aqui também a comunicação Talvez seja uma das mais importantes Barreiras pro processo educativo né como eh muitos professores muitas crianças estão no dentro da sala de aula assistindo os seus coleguinhas a se expressarem né
e sem um recurso apropriado para manifestar suas hipóteses as suas perguntas os seus desejos então comunicação aumentativa e alternativa ou tecnologia assistiva é é atribuição da escola também é uma área de conhecimento que se aplica no contexto da educação a a nós da área da saúde temos uma parceria aqui eu tenho a miram que é uma terapeuta ocupacional que está conosco que trabalha muito na área da comunicação alternativa e ajuda muit os professores disponibilizando o conhecimento e a produção dela nós vamos conhecer amanhã né Vamos lá na universidade ver esse trabalho tão rico que se
faz então essa parceria nós temos Engenheiros né de dois Engenheiros o Borges que também traz too esse conhecimento e nos interessa o que é importante a gente pensar é que nessa tecnologia assistiva é uma área de conhecimento interdisciplinar os nossos conhecimentos se encontram para uma ação Educacional possível né então Eh para que essas crianças atinjam os objetivos educacionais propostos com elas e por elas dentro desse contexto Educacional e a comunicação alternativa é fundamental hoje a gente trabalha muito utilizando pensando em Sistemas robustos de comunicação o que que são sistemas robustos de comunicação as crianças precisam
ter acesso às palavras poucas palavras pouca comunicação muitas palavras muita muita possibilidade de comunicação então foram selecionadas aqui eh vocês vem na na primeira figura nós temos um grupo de palavras que são as mais utilizadas na nossa em todos os contextos depois elas se se desdobram elas estão nessa nessa outra imagem também eu tenho as as pranchas do vocabulário essencial e eu tenho Abas com com eh vocabulário eh acessório né que são perguntas lugares objetos são né des eh descritivos então é a dando muitas palavras aí aprendendo o acesso a essas as palavras os professores
precisam aprender a utilizar isso porque também não é não é possível que a criança chegue na escola com a sua prancha na mochila e volte para casa sem tirar a prancha da mochila né então não só o professor do atendimento educacional especializado deve conhecer né e ajudar a criança a utilizar como na sala de aula com os parceiros de comunicação que são os próprios colegas aprenderem a utilizar todos esses recursos nós temos eh a mesma situação aqui a franch de comunicação dentro de tablets né onde eu tenho acesso a pranchas dinâmicas organizadas e com emissão
de voz n eh São é o mesmo sistema este com comando ocular né posicionado na frente da criança ela vai fazer a seleção da do símbolo que ela deseja comunicar através do movimento ocular ela olha pro símbolo existe esse esse equipamento que que capta o movimento ocular e onde ela para faz o clique então a comunicação se faz a partir alternativas para escrita né Aqui nós temos um teclado com adesivos colados sobre as teclas para ampliar a o acesso visual às letras um mouse com esfera estacionária e essa fotografia é É tô vendo Depois eu
vou contar é essa aqui é da filha da Mariana já vou chegar lá a primeira fotografia então é doil Guilherme era é um jovem com 16 anos e o o Guilherme estava no terceiro ano do Ensino Fundamental gente com 16 anos porque ele tinha muita dificuldade na escrita né um jovem com paralisia cerebral eh movimentos lentificados e ele chegou pra gente para buscando tecnologia assistiva e sugestão da escola que seria um teclado ampliado um teclado maior um teclado que ele CONSEG consegu tá a gente percebeu que ele não usava o mouse e a gente percebeu
que ele era um menino muito esperto muito interessado por várias coisas e falava muito bem para escrever ele escrevia algumas palavras somente né copiava palavras e tinha dificuldade também na leitura de textos eh O que que a gente fez nós ampliamos os caracteres no texto né ele começou a fazer a a utilização da voz que era a habilidade que ele tinha para fazer as pesquisas dos temas de interesse então ele é no Google e dizer quero eh quero pesquisar sobre o Pequeno Príncipe por exemplo né então ele pequeno príncipe ele faz a leitura coloca a
voz sobre o texto ele começa a ler sobre o Pequeno Príncipe depois ele vai pro computador ele fala pro computador e a redação dele aparece escrita na frente e ele começa tá imerso num contexto de leitura de escrita daqui a pouco ele vai fazer no teclado a própria correção porque ele escuta que o computador e assim esse menino começou a escrever né pela voz e logo Aumentou a sua habilidade de escrita pelo teclado e na no final do ano do terceiro ano primário ele passou pro sexto ano primário direto né com toda essa capacidade que
ele tinha de organizar o pensamento pra construção de um texto que não era não conseguimos visualizar isso em função da dificuldade motora de digitar Então ele tava sendo retido e tava trabalhando com crianças de 9 anos tendo 16 anos porque eh a escola exigia que ele conseguisse escrever aceitou o computador mas era difícil da mesma forma Então são coisas né experiências que a gente pode contar para vocês de quanto a tecnologia fez a diferença para esse menigo e essa esse aqui é o lápis alternativo da Alice que é a filha da da Mariana Alice ela
sinaliza com a cabeça Sim e também ela dá sinais com a perninha né Mariana para tocar a sua letração então a a a ali se Sentra senta diante de um plano inclinado onde eu tenho eh sob na parte de cima eh as letras organizadas em quatro Abas cinco Abas a fila do a virando depois vem a fila do e a fila do i a fila do o e a fila do U então a gente pergunta para ela eh eh a letra que você quer escrever tá na fila do a tá na fila do E aí
ela vem com a cabecinha pra frente então a gente começa letrar e e a b c d e f g h soletrando ou tocando dizendo que não E assim a mãe compôs o que ela quis dizer aqui eh letra por letra sendo soletrada né Eu acho que é uma a a tanto a Mariana quanto a Alice tem nos ensinado muito sobre presumir competên sobre valorizar a Martinha falava da importância da da da da nossa interação com a família a primeira vez que a gente encontrou a Alice em Porto Alegre junto com a Mariana Alice tinha
respostas tão sutis e a gente precisava acreditar que aquilo era um sinal afirmativo e a Mariana nos dizia e nós íamos atrás da condução que elas nos davam das respostas da Alice e não levou muito tempo Alice está alfabetizada é uma menina que escreve resenhas de livros é muito interessada por Leitura E assim a ela continua né crescendo e nos ensinando tanto aqui outras alternativas simples de de escrita como um fixador do lápis à mão um lápis engrossado ou esse sistema simples né para para fixar o talher a escova de cabelo o pincel então tecnologia
assistiva faz fazer a gente vai pensar na ampliação também pensando nas questões sensoriais como ampliar o som ou como ampliar imagem né como transformar sinais que escutamos em texto ou imagem Então eu tenho um um editor de texto no celular né ou a legenda que é importante também ou um aplicativo que traduz para língua de sinais um aplicativo que faz leitura de imagem um um referencial tátil paraa percepção tátil de obras de artes aqui no museu a gente vai ver muitas coisas também nesse sentido né então Eh o que eu queria colocar para vocês assim
né Eh nós como fazer chegar esses recursos na escola o que nos direciona para fazer a escolha de um recurso ou de outro recurso quando a gente pensa em organizar a tecnologia assistiva na escola Será que o Ministério da Educação a secretaria de educação deveria construir um kit de recursos e mandar esse kit para todas as escolas esse kit vai atender as necessidades dos alunos que estão ali como a gente vai parar né tecnologia assistiva com deficiência por exemplo e é muito comum a gente receber ligações Olha eu tenho um recurso da Secretaria de Educação
do Ministério da Educação tenho que comprar tecnologia tiva o que que eu compro aí a gente pergunta Quem são os Teus alunos né mas muitas vezes a resposta Em contrapartida vem eu tenho tantos alunos com deficiência intelectual eu tenho tantos alunos com deficiência física mas que idade que ele tem que série que ele está que atividade que ele precisa fazer a gente vai compondo essa história e essa definição de problemas funcionais para então pensar na tecnologia né E E então a gente precisa ter eh pensar como gestores a eu para além do gestor da escola
o gestor do município o gestor do Estado o gestor Federal né do Ministério da Educação nós temos que pensar na organização desses serviços dentro do contexto Educacional para que a gente tenha recursos humanos né que nos ajudem a produção e a indicação dos recursos tecnológicos certeiros recursos que servem aos alunos que ali estão né então a gente vai falar um pouquinho disso o t vai mostrar o conceito depois e e no conceito de tecnologia assistiva para além de recursos tem serviços tecnologia assistiva também é serviço eu queria falar um pouquinho como é que tá meu
tempo Martinha tá eh eu queria falar um pouquinho da nossa experiência brasileira né E a gente tem aqui a política nacional de Educação Especial na Perspectiva da educação inclusiva a educação especial a partir de 2008 subsidiada por essa política adentra a escola ela entra na escola mas não para fazer o que ela fazia antes não é mais a educação especial que ensina os alunos que dá que alfabetiza que faz o tema de casa que faz atividades em projetos a a educação especial está na escola e a gente vai ver qual é a sua atribuição O
que diz essa política sobre a sua ação e é uma tecnologia é uma a educação especial quando a gente fala que ela entra na Perspectiva da educação inclusiva para cumprir a sua função ela tem que estar numa escola que seja inclusiva e é aquela escola que pensa em todos não pensa em um né e pensa na diferença de todos e não naquele que é diferente eu acho que o professor Davi dizia ontem né nem mais nem menos né e igualdade tanto crianças com deficiência ou crianças sem deficiência a escola inclusiva oportuniza a todos ninguém tem
um valor maior ou menor por ter ou não ter deficiência nenhuma Então a nossa política ela instituiu esse o atendimento educacional especializado que é a ação da Educação Especial na Perspectiva da educação inclusiva a e faz isso tá E ele atua numa sede dentro da escola que é a sala de recursos multifuncional mas não se limita a ela e não pode se limitar a ela a atribuição desse profissional da educação especial desse recurso humano dentro da escola né é identificar elaborar e organizar os recursos de acessibilidade que eliminem as barreiras a plena participação dos alunos
considerando suas necessidades específicas a gente viu que eles atuam na sala de recursos multifuncionais sala de recursos é a espinha dorsal desse trabalho eliminar as barreiras a plena participação considerando as necessidades específicas desse aluno quando a gente fala em identifica isso a exigência desse Professor estar fora da sala de recursos Caminhando com esse aluno conversando com ele percebendo aonde há a limitação de participação e é aqui que eu vou trazer depois para uma lista de prioridades ou de problemas o foco da minha intervenção eu tenho que transformar a não participação em participação a não atividade
em atividade né então identifica elabora o elabora significa o desenvolvimento de um projeto onde esse professor identificado O problema vai buscar ou a construção da solução ou a alternativa tecnológica que já tem na escola ou a solicitação de aquisição de algum recurso então ele vai fazer esse projeto ele vai projetar essa solução junto com esse estudante sempre e organiza é a fase da implementação eu identifiquei o problema eu busquei alternativas tecnológicas Agora eu tenho que levar isso paraa sala de aula junto com aluno o serviço de tecnologia assistiva ele só vai atender o o seu
objetivo se ele só vai atender o serviço de ta não atingirá seu objetivo se for uma ação isolada do professor de ae esse serviço ele pressupõe um trabalho em colaboração e pretende ser uma ação de educação autonomia e educação autonomia a gente não ensina a gente proporciona vicia então é colocar esse estudante aqui tem uma menininha na cadeira de rodas na frente e ela vai nos conduzindo e nos mostrando a minha colega professora Mara sartoretto que deveria est aqui comigo hoje ela sempre diz que a gente deve aprender uma coisa como professor a prestar atenção
nos alunos não é eles que devem prestar atenção na gente se a gente prestar atenção neles a gente vai saber aonde e como a gente deve fazer a intervenção então a gente coloca esse aluno na nossa condução e vai observando junto com ele o dia a dia do contexto escolar e ali a gente pode fazer agora é muito importante também pensar o seguinte o professor do aer na sala de recurso multifuncional ele tem que dialogar com o professor da sala de aula como é que a gente vai falar em acessibilidade ao currículo se eu não
conheço as atividades os objetivos as atividades né a o material instrucional selecionado a avaliação como o professor pretende fazer então tem que ter um diálogo muito grande para haver esse diálogo grande entre os dois a gestão tem que proporcionar o encontro o tempo né para que eles possam estar juntos elaborando para que eles possam que o professor tuai possa estar também na sala de aula isso implica na na na carga horário de contratação dos professores porque eu não posso fazer trabalhar num turno e a criança frequentar o outro Turno então tem uma série de implicações
administrativa dali a gestão preca tá envolvida e a família né junto com essa criança deve nos ajudar e a nos conduzir e a nos ensinar muitas vezes na relação com a família a coisa mais importante que a gente tem a dizer é me ensina me ensina que eu vou conseguir ensinar teu filho né me me mostra essas habilidades dele esses interesses dele onde que ele está e eu vou conseguir ajudar então a gente tem que fazer uma grande equipe e eu posso colocar aqui fora toda essa parceria que é Nossa né Miria que é do
T que é do engenheiro que é do advogado que é da a é uma área interdisciplinar o que acontece é que a gente adentra a escola para fazer para ajudá-los a fazer educação isso é uma coisa bem importante tá eu eu coloquei como Cola aqui o prêmio experiências educacionais inclusivas a escola aprendendo com as diferenças o a oei junto com o Ministério da Educação fez um grande programa onde a gente coletou experiências do Brasil todo sobre como estava caminhando essa política a gente leu coisas maravilhosas experiências maravilhosas o o o prêmio eu botei ali porque
eu queria dizer para vocês o seguinte as escolas premiadas foram aquelas em que tinham um grande envolvimento de toda a escola especialmente da gestão Porque isso tem continuidade tinha estudos lindos né casos lindos de estudo de caso a gente sentia a fragilidade porque era um professor com boa vontade que foi fez uma formação levou pra sua escola e transformou aquele pontualmente aquela aquela aquele projeto aquela sala de aula aqui né com aquele aluno Mas isso não se sustenta então a gente precisa est todo mundo junto e dando continuidade a isso eh no processo de avaliação
eu queria chamar atenção também e aqui tem um modelo um instrumento que se chama set que é a sigla né de uma Educadora americana que é joy zabala e ela na realidade americana lá ela num certo momento ela percebeu que muito da tecnologia encaminhada para as escolas eram subutilizadas ou abandonadas e o que ela a pergunta era o que leva isso a gente tá levando grande investimento de dinheiro público ou de enfim paraas escolas e e não tá tendo o resultado que a gente espera né Então ela ela levantou algumas coisas Muitas vezes nós não
consideramos suficientemente a participação do aluno nesse processo de e na identificação né dentro do contexto Qual a tarefa que ele faz para então pensar na tecnologia né Não começa com tecnologia em função da da deficiência né por isso que é importante gente eu queria chamar quando quando pensarmos em formação continuada que é fundamental Não vamos cair na celada de pensar vamos fazer formação para autismo para deficiência intelectual para deficiência física para deficiência vamos fazer né Eh uma formação focada no atendimento educacional especializado e nos processos que nos levam a identificar exatamente as barreiras e conseguir
construir soluções porque os recursos eles são transversais o recurso que serve para um aluno séo por exemplo que é a leitura sobre o texto vai ser super legal para um aluno com deficiência intelectual né acessar as informações que a leitura dele não consegue acessar daria para dar tantos outros então nós precisamos saber processos e saber recursos que possam atender as necessidades 3 minutos 3S minutos aqui eu mostrei só que eu botei também a fotografia de uma de um aluno que usa o computador o mal mas o que que a gente procura investigar Isso faz parte
do plano de atendimento educacional especializado nós vamos listar as habilidades dos alunos em primeiro lugar as habilidades depois as dificuldades que ele enfrenta vamos olhar pro contexto quais são a os pontos positivos do contexto que nós podemos nos segurar né as dificuldades no contexto a lista de tarefas escolares que podem ser tarefas problemas a identificação da barreira ali então nós podemos ter problemas claros para fazer o enfrentamento e a introdução da tecnologia assistiva ou do apoio necessário não se faz eh inclus e nem tecnologia Festiva de uma forma romântica é mão na massa é cansaço
é difícil é bom não é ruim é muito bom construir e e e né implementar essas soluções mas eh precisa ter objetividade E aí eu coloquei aqui um quadro que vai que fala um pouquinho desse processo né que a gente vai chegar a levantamento do problema pesquisa de soluções é muito importante a fase de experimentação dos recursos por isso gente a nós precisamos se não pudermos ter recursos em todas as salas que é uma um sonho Talvez um pouquinho distante né uma gama de produtos para experimentação a gente poderia pensar em cada município tem um
kit e um grupo de profissionais que se aprofundem né como um núcleo como um laboratório de tecnologia assistiva Esse foi o resultado da Minha tese de de Mestrado eu fiz na na no município de Florianópolis lá a turma da Rosângela machada a gente andou caminhou pensou nesses processos e pensou que talvez um grupo especializado interdisciplinar né com com parceria com a universidade enfim poderia dar esse suporte aos professores na sala de aula e recursos vados para experimentação poderia fazer a gestão desses recursos na rede para que saísse das escolas onde ele não tá sendo usado
e fosse para onde as crianças está é que nem a música do Milton Nascimento que fala ir onde o povo está né o recurso não pode ficar na gaveta não pode ficar subutilizado mas Alguém precisa fazer Essa gestão alguém com conhecimento eu tenho conversado bastante com o tel aqui e a gente tá ele vai falar de Formação Quanto é importante a gente retomar a formação dos professores para o atendimento educacional especializado formação específica as formações que a gente tem tem uma carga horária ampass Sante tecnologia assistiva se cita a tecnologia assistiva como é que a
gente quer que as coisas aconteçam na sala de aula na n n escolas lá então a gente precisa dar uma uma repensada eu falo de Brasil mas eu falo para todo mundo acho que is é coisas que a gente tem que feitar juntos bom acho que terminou então aqui eram as minhas considerações a formação continuada contínua né gestão dos recursos a produção de recursos parcerias com centros de pesquisa desenvolvimento e formação é difícil falar tanta coisa que a gente precisaria mas eu queria dar esse esse esse recado né a gente pode fazer a gente deve
fazer a gente precisa mirar sempre o 100% das crianças com deficiência na escola comum acreditando que todos aprendem e que Mas ess essa é uma construção que não vai ter Fin A escola é viva ela nunca vai est pronta as crianças se modificam todos os dias a gente se modifica todos os dias a gente aprende mais a gente mais aprende do que ensina né nesse certo a gente quando vem um um estudante novo e desafiar É uma grande oportunidade da gente abrir novos livros novos caminhos novas pesquisas en então espero ter ajudado um pouquinho agradeço
de novo Martinha o convite de estar aqui com você