As narrativas compartilhadas têm o prazer de continuar ouvindo Caio Henrique. Sola agora, neste segundo bloco, ele estará falando principalmente sobre o desenvolvimento das ações dele dentro da faculdade, ou melhor, do curso de Letras da Universidade de Sorocaba. Então, fique à vontade.
Se quiser lembrar de alguma coisinha anterior que ficou lá para eu falar, também pode, tá? Fique bem à vontade. Então, quando é que, para o Roberto, teremos visita ao PET aqui?
Gosto muito que envolva dois professores importantes da minha história: a Lía, que é a professora Rodrigues, né? Mas próximo da 8ª série, e o Roberto Gill Camargo, né? É um grande professor de semiótica e também diretor do Catar.
Certo, se atrasar, o mesmo será durante a 8ª série. Roberto, tio é o Bugio, né? Ele apresentou algumas coisas de Hello Boy, uma festa dele de grande sucesso.
Mas não é da minha época, é pouco interior, mas enfim, naquele ano ele estava se apresentando com a Andréia. Então, peço desculpas pela atuação dela, eu e uma mulher, né? Assim, também a cor dela.
E tem uma história engraçada. Numa ilha da série, estava realizando um projeto da escola sobre entrevistas, é uma coisa digital, sabe? Desculpa, estava lá, não lembro a plataforma, mas eu realizei entrevistas com artistas sorocabanos e queria perguntar ao Gil.
Minha escola fez uma excursão para a Hello Boy, e eu irei ao final da apresentação. A turma vai saindo, né? Os alunos e a Lía ficaram segurando um motorista de ônibus lá para que eu pudesse entrevistar os.
Eu olhei, lá curtir, lá não vai mexer na parte de iluminação, né? O iluminador disse que fica. E já mentiu.
Daqui a pouco, ele sai lá, apresentei e né, você vai fazer uma entrevista com o caderninho, ele é super bacana, Campos, escrevi lá e ele foi super atencioso. Esse foi meu primeiro contato com o Gil. Eu não estava sério e depois, após um tempo, vi ele assim como participei da cena local sorocabana, né, de teatro.
Tive algumas ocasiões de encontrar com ele assim, mas nada assim marcante. E depois, ele foi encontrado na Uniso e o teatro é sempre importante na minha história na universidade. Uma história de vida, né?
Parece que eu tentei largar o Roberto, não esse talento; uma pessoa você pode deixar o teatro de lado, mas não deu muito certo assim. Já sempre presente. O meu trote acontece no próximo, né?
Fui fazer uma apresentação, falei que eu era por, e já feito. Roberto, Helena? Daí pedi para fazer uma cena de Romeu e Julieta.
Aí fiz a cena da sacada, né? Eu acho a cena mais bonita, mais marcante. Quando vai pagar uma prestação, pedi a ele e a minha amiga.
E onde era uma da Julieta? Se a peça havia até três letras. O Romeu, sexo?
Era o último dos alunos. E eu me apresentei lá naquela praça da Unilasalle, sabe? Ei, fiz ali no primeiro dia, primeiro dia.
E aí, como que foi o primeiro semestre? O que tanto que foi marcante para você? O que você fez de marcante?
Ó, o primeiro semestre teve uma apresentação teatral, na sua disciplina mesmo, teoria da literatura. A gente fez, eu coordenava, né? Essa atividade foi uma montagem de poemas.
Sei, assim como sempre. Era algo moderno, assim, era só preto e poemas de Vinícius de Moraes. Eu escolhi uma nova, Bandeira, é um problema com o meu poeta predileto.
Eu amo Manuel Bandeira. Para escolher o Manuel Bandeira, fiz uma montagem bem despojada, bem divertida. É tanto que no seu livro, né, nesse aqui, né?
Ah, é esse aqui, você olha o Manuel Bandeira, né, próprio. Pensa que tive de dosagens de você, poema, é um lixo. Meu poema favorito dele é chamado "Aranha", parte da "Cinta das Horas", e é o primeiro livro conhecido na bandeira.
Pensa que foi mulher e teve de vários assuntos sobre os quais instante várias. Para a fantasia criada para as peças, tinha alguns trajes para os protestantes, três vezes. Você viu?
Certeza? É a alma. E o final era assim, fatores, né?
Os alunos, isso, né? A gente dava as mãos, tirava assim, fazíamos alguns. Mas, caramba!
E que levava assim. No meio do caminho, tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho. Era assim.
Essas foram as ferramentas dessa apresentação teatral. Mas é apresentar também, talvez no primeiro, no segundo semestre. Eu fiz também uma performance dramática na aula do Gil.
Eu sempre optei por atuar, assim, um pouco de texto, mas acredito que eu penso mesmo, é uma performance dramática. A gente fez também outras peças, né, que a gente gravava as peças. Tem duas peças, nossa, a Lía e o Leno, né, nosso grupo.
Mas ele é melhor falar com o dedo, né? Não sei como você mexe. O Roberto entra, o Leno em visita ao Rio Grande, amigo meu, né?
Meu parceiro da escrita. Se assim fosse, deram-lhe um irmão. Acho que está sempre.
Eles não precisam, nada. Não precisa aumentar rápido, né? Mas, mas o amigo, sim, da vida inteira.
A gente se conheceu no segundo semestre. Leve escritor também, caiu dois, querendo assistir a esse sonho, aquele sonho de lançar o livro. Ah, e tem uma galera.
Nisso aqui, ó, fiquei. Cheguei a lançar livro com o Ricardo. Eu chamei errado, é que está dando aula na.
Isso, tá perdendo aula. No ensino médio, né? Lá no Politécnico, eu lembro com carinho do Ricardo.
Chegando, chegando, o laboratório de línguas. Eu também, e ele chegava no dividir, a longo compartilhar muitas coisas. Fui muito gostoso desse tempo da União.
Então, você que você mais conhece, ler, não né? Que a gente passa a realizá-lo e, segundo o outro, ele passa a Deus. Vocês também, eu a aí, quando eu ganhei com a formação do outro, né?
Oi! E a gente fez mais duas peças. Também fizemos na disciplina de temperar infantil/infanto-juvenil.
A gente fez uma montagem da peça teatral dele mesmo, do Menon, "O Quarto dos Sonhos". Nossa, foi super divertido! Eu fiz um leão.
Era um leão que arranca risos lá na matéria do dia. Ele é um bocadinho dessa apresentação também. Terço do "Lena Infantil", "Pijamas", também sou de "Sonho de Uma Noite de Verão", em cada inglesa, né, da literatura inglesa, para Daniela, Daniela, Daniela.
E essas duas peças, a não é essa, vão comprar. "O Quarto dos Sonhos" não gravou, não é? Perfeito!
Ali, no sol vermelho, dá um lindo lenço. Acho que eu vou falar agora. A gente vai gravar, e elas estão até no YouTube.
Vai procurar lá. Não é no canal, elas não estão no canal para receber, né? Que é o meu canal do Rei.
Não agora, mas enfim, a gente fez "Sonho de Uma Noite de Verão" para desvendar a ganhadora janelas, e o vídeo foi feito no Parque da Biquinha. Isso é bem legal. Lá, Maia, e eu vou também, que gostei muito de fazer.
Era da sua disciplina também, "A Igreja do Diabo", adaptação do texto do Machado de Assis. Entendi agora que tá no YouTube, se falou que é "A Igreja do Diabo". E "Ações de Uma Noite de Verão", né?
Esses dois já estão no YouTube. Entende? Eu fiz o diabo.
É legal também. O Roberto, é que essas apresentações teatrais na Uniso contribuem de diversas formas, mas principalmente no interpessoal, eu diria. Para mim, no interpessoal.
E é porque fizemos ali algumas amizades. Sabe, você quer colegas, mas de repente a gente não conhecia tão bem ou não tinha sentado e conversado assim, sabe? Eu lembro, eu lembro com carinho de parecer um Paulo, que queria colocar para fazer com a gente lá.
Ele trabalhava muito e tinha dificuldade para auxiliar o trabalho da faculdade, né? Mas eu lembro da dedicação dele e da amizade, né? Também que aconteceu ali, devido a essa apresentação dos poemas modernistas, né?
Eu vou, a primeira, e a mesma também pode adquirir como colega, nosso amigo. Um poema nele na época era uma música assim, Roberta. E, para espécie, ele não teve sucesso.
Ah, não sei se ele tava voltando com a música. . .
uh. . .
ah ah ah ah, cena musical brasileira, mas é que falava "lance a lance, amor é uma coisa que você. . .
amor é isso, lança aí". Ele já voltaram, é de que eu vou. .
. A gente tem mais apresentação também. Não consigo lembrar você, mas que era "A Culpa é Mais Natural".
Também passou na disciplina. Oi! E ele vai, nesse contexto eu admiro.
Ele termina o poema e deve dizer assim: "Tá tá tá tá e lance, lance ao solo! E lance, não são chocolate, ele terminar de madeira assim". É que aí engraçada!
Aí todos escreviam o texto. É isso, era texto próprio de todos os colegas. Eram todos, entendi muito bem.
Então, para você, você sente que o mais importante aí foi a questão dos amigos? A amizade aproximava? Então é isso que você fala, oi!
Aí, então, no Facebook, onde o seu perdão. Ah, então você só foi assim tirando essa aproximação por causa da literatura e do teatro, então? Da atividade, Sherol.
Mas eu vejo, no caso deles, por exemplo, alguns ali, né? Eh. .
. também eles, é porque eu já tinha uma formação teatral, mas o teatro na universidade, eu vi, aquele trás, é, para vários estudantes. Ele traz um conhecimento técnico e ajuda na vida em geral.
Mas também como na formação do professor, estão de digestão de impostação de voz, de não fosse publicação, mas sempre ficar é diferente do grupo. É falar, é, ele faz uma formação técnica aqui, que é muito assim, é necessária, né? Pessoas já.
. . Ah, entendi!
Você falou alguma coisa de semiótica também. A ata do. .
. Eu fiz uma performance, tramat, na aula de semiótica do dia. Nossa, um negócio assim, bem, bem usado, né?
Porque eu trabalhava lá, estagiário do Alfabetização e Letramento em Rede. Eu lembro até que tava na escola no dia, aí eu vou mais cedo e alimentação. Cê trabalhar a vantagem?
O letramento, né? Lua! Aí eu lembro, me lembro de pegar lá no armário, borracha, uma apresentação.
Aí eu lembro que tá no banheiro da Unisa, o que tem um negócio no meu Face embaixo? Sabe? Que era o final no poema que eu te expliquei, uma coisa assim, não sei, que levantava a camiseta.
Já era pneumático, até imaginado, eu lembro de ser. E aí, esse daí você fez nessa dela sozinho ou tinham mais pessoas? Sozinho!
Sozinho! Então, apresentação para semiótica e a sala de aula. Eu posso falar um pouco da contribuição que algumas pessoas também.
Grande já é a minha, sim, lógico. A história sua, com certeza. Então, e assim, então a.
. . viu?
O teatro, né? E também é essa vontade, né, de publicar. O primeiro, comigo, não sei se foi em 2011, comecei a escrever assim, bastante, né?
Como esforçar, eu lia muito, bem, vários vídeos, por importante, segura como Camões. Que já citei, né? Eu entrei muito incomodado com Saramago, José Saramago, o programa rendeu de Saramago.
Ele mencionou muita coisa do trabalho. Ler o "Memorial do Convento" é uma boa coleção. O "Memorial do Convento", além de não ser um livro maravilhoso, me fascinou muito.
Também foi o homem complicado para explicar o ar do mercado. Tá ótimo! Então, agora vamos ao seguinte: vão ter o terceiro bloco, onde você vai falar da sua experiência como escritor.
Como aconteceu isso? Conte um pouquinho de cada livro, essa experiência. Tudo bem?
Então, até daqui a pouco! Para aqueles que estão nos acompanhando, nós vamos agora para o terceiro e último bloco, logo em seguida. A nossa gratidão até o momento.
Até já!