Não é assim. >> Dinheiro não traz felicidade. Então, na sua opinião, na compra felicidade pro cérebro é beber água, comer e ir no banheiro. Só por quê? Porque o nosso cérebro ainda é o mesmo cérebro do homem da caverna. Ele precisa sobreviver. Quando eu falo isso pr as pessoas, as pessoas falam assim: "Nossa, mas então eu sou feliz". É. E não. Por quê? Porque se você não põe consciência quando você Vai no banheiro, você não registra aquilo, você não valida. >> Ser a velha do porche é melhor do que ser a jovem do Corolla. >>
Ah, com certeza. É >> coroa, [ __ ] A pessoa que pensa muito no mal, ela sente o mal e aí afere percepção para sentir o mal. E aí ela pessoa vai estar sempre olhando toda a parte ruim do mundo. Olha a criança passando fome, olha o cachorrinho sendo maltratado, olha, ela escolheu >> quase canalizando aquilo. >> Mas é, >> é porque é frequência. O ser humano, ele pode aproveitar o ruim para ficar melhor. Cada história é uma. A pessoa que tá falando que isso não é problema, ela tá usando a visão de mundo dela.
Tem uma frase que é: "Ela é muito chata, mas ela é muito verdadeira. Só acontece para os fortes coisas grandes." Eu falo que no céu deve ter um banco de aposta. Então os caras vão piorando a história Aberte do céu. [risadas] >> Fala galera, eu sou o Carlos Maf. Estamos aqui para mais um episódio do Plugado Podcast. Hoje episódio especial, vamos falar de psicologia, de saúde mental e do poder dos carros, dos super carros para falar sobre isso. Tenho ela conhecida por Velia do Porche. Velia da Porche, do meu lado direito, Ana Cláudia Zani. Salve,
salve. >> Olá. É isso aí, né? >> Já te chamei de velha logo de cá. [risadas] >> Não, mas é eu eu eu brinco, né? Quando o menino eu passei lá, você sabe a história, né? Passei na Europa, >> ele falou: "É uma velha, uma velha dirigindo uma Porche". E eu eu brinco e eu falo assim: "Meus filhos me chamam de velha, né? Então eu tô super acostumada". >> Mas é super incomum, né? Também [ __ ] uma poche >> que animal, né? Isso de uma de uma certa forma abriu, possivelmente abriu várias portas para
e a história é muito interessante porque a verdade é que eu nunca estaria na internet e não por nada, porque a gente tá falando de uma história de pelo menos uns 7, 8 anos atrás. >> Aham. >> E eu inventei o Eita, né, que o Eita ele na época ele era um aplicativo >> e hoje ele é um contato de WhatsApp. Mas Eu tô te contando isso porque a pessoa que tava comigo quando eu inventei o Eita, ela falou assim: "Ó, legal, isso é massa, tal, beleza, mas você tem que ir pra internet". Aí eu
falei: "Não tenho, não." "Ah, tem, tem que ir porque você tem que mostrar, provar autoridade." Eu falei: "Não, mas não precisa. Tanta coisa acontece sem ter que ir pra internet". Ela encheu o saco, eu acabei indo. >> Aham. >> Aí só que eu ia e era aquela situação de que, qual é a receita disso? Tipo, a gente faz coisas, tinha relações, tinha imprensa, tal, né? A, e aí a gente ia nos nos negócios, aumentava 10 seguidores, 100 seguidores. Falei, gente, isso irrita, né? Porque o que incomoda controla, né? Então eu fiquei, eu olhava aquele número
que não virava e aí chegou uma época e fora o tempo que eu gastava em filmar e e em, né, em fazer reportagem, tudo, investimento de Tempo, dinheiro, etc. E eu falei para ela assim, ó, seguinte, se em uma semana essa esse negócio não virar, não explodir, eu vou parar, porque tá tá enchendo saco. Aí isso foi numa quinta, domingo estava domingo não era sáb não isso foi numa quarta, na sexta eu tava passando na venida da Europa que eu ia até encontrar encontrar um cliente meu e o menino filmou e a partir dali o
negócio explodiu. Foi orgânico, então >> foi completamente, >> não teve um planejamento assim de assim, [ __ ] temos uma Porche aqui, >> temos a galera que já fica ali na Avenida Europa ou até ali perto do da da ponte ali também que uma galera fica. >> Vamos aproveitar essa esse gatilho. Não teve. >> Fica não. Tanto que eu brincava e dizia que eu era famosa pelas razões erradas, mas que eu entendia que isso era uma isca. >> Por quê? Porque eh muito muitas das Pessoas que me seguem são homens e parece mesmo que os
homens tinham que ouvir o que eu falo. >> Sim. >> Então foi o meio de trazer essa audiência para ouvir o que eu entrego. Então porque eu médico com alta performance >> não é só em carro. Penso que >> E quais as portas que você já percebeu que só uma porche abre que nenhum nemum não, elas não se abrem de outra forma. >> Influência de grupo, né? você, o grupo te abre acesso. Aham. >> Porque ela acaba sendo meio para você estar neste grupo, que é um grupo mais seleto, que é um grupo que te
abre oportunidades de negócio, que é é impressionante assim que acontece em qualquer grupo, mas vai tirando a barreira de entrada. >> Uhum. >> Né? Então, a hora que você tá num lugar desse, você tá conversando com pessoas Que gostam da mesma coisa que você. Então, a paixão por algo, ela realmente pula etapas. >> Uhum. >> Então, por exemplo, se eu quiser eh atender um presidente de uma empresa, ele tá lá. Não, não que eu quisesse atender, não fui por essa razão, mas ali acabava que abria essa oportunidade da pessoa me conhecer >> e lembrar de
mim e me acessar pelo grupo Do carro, pegar meu telefone >> e entrar em contato comigo, >> o que não adiantaria de nada também se você não tivesse bagagem, conhecimento, uma bite história. >> Ah, com certeza, né? Porque a minha própria história de é é foi contada no grupo, né? Alguém falou: "Ah, você não sabe o que aconteceu com o marido dela". Ela perdeu quase tudo. Agora tem uma porche e tal e a gente começa a falar da do carro, começa a falar da história e As pessoas começam se abrir e falar de coisas e
no final a gente vê que na verdade tudo é conexão, tudo é relacionamento, mas não é sempre que as portas de alguns lugares se abrem e não foi de novo com essa intenção, mas esse foi o ganho secundário, que o primário é a história. Só não sei se, né, se eu posso falar, >> vamos ambientar. Acho que vale. >> Então, a história é assim. Em 2014, meu marido estoura uma artéria cerebral. >> Sim. >> Eu tava com um filho na época com oito, outro com 12. E a gente sempre foi muito conservador na no crescimento.
Conservador que eu digo, até porque a minha família meio que ensinou assim, vai fazendo as coisas e vai pondo o cimento, vê se tá firme para dar o próximo passo. E a gente é a famosa frase, né? Não, não, a gente não dava o passo maior que a perna. >> Sim. >> Até que estourou a cabeça dele. E foi bem na hora que eu eu tava morando em Santo André e eu mudei de volta para São Paulo. Só que na hora que eu mudei de volta para São Paulo, aconteceu o que? Aconteceu que com ele
eu não tinha trabalho aqui e eu tava com os meus filhos adaptando a um novo, né, a escola e etc. E aí meio que eu perdi quase tudo porque ele ficou internado durante 2 anos, fez 88 cirurgias. Então, começou com uma MAV, que era uma má formação Congênita, que estourou, que não deixa de ser um AVC, mas que por conta disso ele pegou uma bactéria multirresistente e começou e teve peritonite que era feses dentro da cavidade abdominal e tudo dava errado. >> Isso com quantos anos? Ele >> 46 >> novo. >> Tudo dava errado. E
o médico falou assim: "Nossa, isso aí era para ter estourado até os 40, então ele já tá Fora da curva". E e aí tudo que ele falava, não, vamos tentar isso dava errado, vamos tentar aquilo, dava errado. E eu entendia que claramente aquilo era para mim, porque hoje meu marido tá vivo, tá normal, quem conhece ele não diz que ele viveu, que ele viveu, que eu conto e o que monte, um monte de gente venciou com ele, né? E é muito interessante porque claramente era para mim. Hoje eu entendo, na época eu também Entendi. Entendi,
demorei um pouco para entender, porque eu passei pela curva da mudança. Que que é a curva da mudança? você tá na sua vida, de repente acontece uma coisa que não foi programado, isso vai te levar a uma reprogramação. Seu cérebro vai tentar se adaptar aquela nova configuração, mas ele passa por uma curva que é a curva da mudança, que é uma nova adaptação, uma autorregulação. Então é a tal da negação. Então primeiro você fala: "Meu, não é possível, não Acredito. Cicou da dor". É, é que na verdade é da adaptação, é a negação, depois é
a negociação barra humilhação. A gente fala humilhação porque normalmente isso isso cabe para relacionamento. >> Pessoa larga, a outra vai lá e implora, se joga no chão. Tem uma humilhaçãozinha >> que a gente pode depois falar da homeostase, >> que é a homeostase é uma força que regula a rotina e ela insere a força Dela nesse segundo estágio. Então ela tenta fazer o que for para voltar o que era. A terceira é a a tristeza. Tristeza já é o fato consumado, quer dizer, é verdade. Depois dá raiva de tá passando por aquilo e aí você
aceita e a aceitação é a adaptação. E aí você lida agora com o problema dentro da sua vida. >> Eu aceita que dói menos. >> É praticamente. Mas eh se não passar não tem como aceitar sem passar por essas Etapas. Não é linear, >> tipo, vai e volta, vai e volta, >> mas é autorregulação e adaptação, porque você precisa se acomodar naquela nova configuração. Então você precisa >> isso leva um tempo, >> leva um tempo. A, e por que que é importante saber? Porque saber disso faz você entender o processo e fazer passar rápido. É,
esse é o ganho de da informação. Tem gente que para nas fases. Exemplo, tem uma, é Sempre esse exemplo que eu dou porque é muito chocante. A sogra de uma cliente, ela perdeu o marido faz, acho que 7 anos e ainda tudo tá como como estava no dia que ele morreu. Ele chegou em casa, deixou o casaco, o casaco tá lá até hoje na cadeira, tudo, tudo. Então ele tá, ela tá parado na negação. Então a gente pode parar nesses lugares, esse é o problema, porque como ele é >> para adaptar, conforme o que você
vai Sentindo, você pode fixar. Então ela, o fato dela deixar tudo ali do jeito que tava, dá para entender que ela tá parada na negação. Negociação barra humilhação. Eu tenho um outro caso que eu sempre conto também, era de um é um cliente que ele teve um relacionamento com uma moça e hoje deve estar fazendo o quê? uns 8 anos que essa moça de tempos em tempos, ela vai lá, se humilha, fala que ele foi o melhor cara da vida, ela não consegue seguir. Ela não consegue seguir. Eh, a Tristeza vira doença, né? A o
tempo que você fica na tristeza, você vai cada vez mais afundando e aí é depressão, por isso que é o nome. >> Sim. Então, é interessante saber que isso é uma fase adaptativa a uma situação que você não escolheu e que você tá vivendo, mas faz parte passar e faz parte hora triste, hora negociando, hora com raiva, faz parte até conseguir acomodar tudo. A raiva crime passional, crime passional tá ligado à raiva. Então Eu a pessoa me largou, eu odeio isso, absurdo e etc, tal. Eu não aguento viver com a ideia de eu vou lá.
Então, parar, ficar muito tempo parado nessas fases pode gerar problema. Então, conhecer como o cérebro se autorregula diante de algo que atravessou a nossa vida é fundamental. >> Para parar nessas fases, tem que ter uma uma um desregular químico ou não necessariamente? Não, não, não. Para parar nessas fases, a pessoa se habitua Na fase, ela insiste. >> Tem nenhum problema que dependa de um de uma medicação para ela poder retomar. >> Não, mesmo assim, porque a primeiro, por exemplo, a depressão, ela só vai eh ela pode não buscar ajuda, ela mesmo que alguém dê o
remédio para ela, ela pode querer manter aquele estado por indignação. >> Sim. a gente, ela pode ficar, por exemplo, na >> autopena, >> isso, entendeu? Sem vítima. >> Aham. >> É a vítima. >> Então, assim, eh, a gente tá falando de algo que mudou na vida dela e só que ela não aceita. Então, é muito um processo. Por isso que a última etapa é aceitação, porque o aceitar faz parte do fato em si e mostra que é assim que funciona. Então, eu sempre falo, a informação ela liberta e salva. >> Uhum. porque ela te dá
capacidade de Entendimento e aí você define o que você quer fazer. Porque se você quiser ser vítima, beleza, é só entender que você que tá escolhendo ser. >> É. No caso de um relacionamento, você decide, deixa eu ver se é possível consertar toda essa merda aqui que aconteceu ou se eu sigo pra próxima e >> vai ter as tentativas. Então, e essa parte que eu falo de negociação/ra humilhação, é porque antes da humilhação você tenta negociar, você fala: "Mas tem Certeza? Que que eu fiz para você me largar? Ah, você a clássica, deixa a toalha
molhada em cima da da cama. Clássico. Aí a pessoa fala: "Não, beleza, não vou deixar mais se essa é a condição." Só que não é isso, né? É um monte de coisa para alguém te largar é porque tem outras coisas que a pessoa não quer às vezes nem falar, tipo, tem outro, não vai falar. E aí a pessoa fica, não deixa mais a toalha em cima da cama, mas Volta pro processo. >> Mas tudo isso que aconteceu com o seu marido e que você pôde, né, eh, ter uma eh uma solução, foi devido a tudo
que você já tinha estudado ou nesse momento você falou: "Tá, agora é hora de eu colocar em prática toda a minha bagagem técnica". Só que nem é o que eu tinha estudado, porque voltando agora lá atrás, que é uma coisa que eu sempre conto, porque não tem como não falar de uma coisa se não falar da outra. Então, Quando eu tinha 16 anos, eu tenho >> Sim, >> por conta hoje, sabendo, né, de tudo que eu sei, é claramente adolescência, crise existencial e etc, não pertencimento, porque no o adolescente ele se discrimina da família porque
começa o hormônio sexual. E essa >> tenho três em casa agora. >> Delícia. Você vai entender. Então, toda casa que tem um adolescente tem algum tipo de atrito, porque é a fase mais Importante de todo mundo, de todo mundo foi adolescente um dia. Então, é uma transição entre a fase da criança e do adulto. Então, antes a criança você fazia o que você queria com ela porque ela não rebatia, ela não enfrentava. A questão não é nem o enfrentamento, é o contrário. A questão é o afastamento. Porque quando entra o hormônio sexual, eu brinco, eu
falo que não manda o e-mail dizendo: "Olha, a partir de amanhã você se proteja, né, ou conte Para os seus pais que isso vai acontecer". Não. Então entra tudo meio capenga. Sim. >> Entra sensações, situações, entra coisas assim, por exemplo, da menina olhar para pro pai tomando banho. Eles ela ela sempre tomou banho com o pai. Aí ela olha pro pai tomando banho e fica fixado ali no órgãoental do pai e o pai fica incomodado e e briga com ela e ela não sabe porque que ela tá olhando e aí vira um rolo. Então evitar
esse tipo de Coisa, a família que tem adolescente em casa tem que entender que eles estão passando, estão fazendo uma transição e que como é hormônio sexual, tudo quanto é tato, agarrar, dormir junto, banho, é incômodo para eles e não é nada contra a família. Mas essa situação ela é constrangedora para pro adolescente. A outra coisa é que o adolescente ele tá se individualizando. Ele não é mais o filho. Ele é o filho, mas ele não é mais a criança. Ele é Agora uma pessoa que tem escolha. E para testar isso, normalmente não toma banho,
coisas que estão na mão deles fazerem, porque todo o pai e toda mãe ensina, eles vão fazendo, só que chega uma hora que eles entendem que é isso que eles têm que é onde eles inconscientemente eles testam >> as coisas simples, né? >> Nas coisas simples, escovar dente, arrumar o cabelo, tomar banho, limpar o quarto. É esse tipo de coisa. Por quê? Porque é onde eles entendem o quê? limite. Se não é o limite da família, é o limite social do mundo. Porque a família é onde se testa tudo. >> É, às vezes eu me
pergunto se eu sou chato, porque assim, eu fico muito no pé, sabe? >> Não, >> deixa eu ver se dente que eu vou o quarto tá limpo. Às vezes é, >> eles vão tentar de alguma maneira burlar, tentam, >> entendeu? Ele vai pôr só a pasta de dente na boca, você vai falar: "Ah, tá bom". E ele: "Ha". Entendeu? Fica tranquilo que eles fica tranquilo que essa mente imagina muita coisa para conseguir >> passar pela etapa. E isso é importante porque o desenvolvimento infantil, né, o desenvolvimento humano, ele tem etapas fixadas. Então, quando as pessoas
me contam coisas que mesmo que atrita a família é a fase que a que o jovem tá Passando, é maravilhoso. Eu, como especialista em comportamento humano, >> Sim, >> ele realmente tá conseguindo fazer a transição da individualidade dele. Ele precisa ter escolha, ele precisa saber que de repente, por exemplo, você ele te engana com a pasta de dente, mas aí ele chega na escola e alguém fala: "Nossa, que bafo". Ele entende o limite social. >> Aí, por conta disso, ele fala: "Não, isso é importante". A voz de fora pesa Muito mais, né? É. >> É.
Por qu E por quê? Porque como ele não sente mais o pertencimento como ele sentia quando ele era criança e agora ele tá se individualizando, >> tentando fazer parte de outros grupos, né? >> outro grupo, entendeu? Por isso que mais importante do que escovar o dente é olhar com quem ele anda. >> Agora, agora é preocupante também eh o adolescente ou a criança não ter essa Contestação, né? Se só abaixar a cabeça e obedecer a tudo. >> Isso. Exatamente. Exatamente. Aí a gente tem que aí aí é suspeita >> outro sinal de alerta. >> Aí
é o sinal de alerta. Aquela criança que fala tudo amém é um não pode porque aí ela não tá ela não tá se discriminando. >> Ela tem que se separar, >> né? E e tem histórias, por exemplo, que as mães chegam para mim e falam assim: "Ai, meu filhinho, ele adorava tomar banho com ele, eu adorava dormir com ele, eu ficava sempre lá". Falei: "Não dá mais". Agora ele é, né? A gente tem filho, ele é nosso, mas mais ou menos, né? A gente só foi o meio. Agora eles são indivíduos desde que eles nasceram,
mas precisa do adulto cuidando. Mas eles precisam agora entender o que que para eles funcionam, o que que não funciona, o que que dá consequência, erro, acerto >> para tudo isso. Só que aí atrita a casa, Né? Porque a casa já não tem a mesma ordem. Olha que interessante, o pai e a mãe eh acomodam naquela condição de falar e a criança obedecer, por exemplo, porque se falar assim, não, ele ele tem que obedecer. Aí você faz ele obedecer, beleza? E por um tempo ele obedece até ele virar adolescente. Só que aí você fica olhando
pra criança como se olhava antes, tipo, pô, ele aprendeu, agora ele desaprendeu. Não, não é que ele desaprendeu, ele está em outra fase. E é Uma coisa que eu brinco, eu falo que criança desenvolve a inteligência dos pais. Por quê? Porque você tem que ficar criando e inventando a inteligência e habilidade de resolução de problema. Então você tem que ficar criando e inventando coisas para chegar no mesmo lugar, que é a ordem na família, na casa, inventar situações, né? Ó, vai lá pegar as folhas do quintal. Eu crio várias tarefas. >> Então, então, e que
às vezes não vai Acontecer, >> né? Ele vai fazer alguma coisa que você fala: "Meu, eu não acredito que você pegou e jogou no vizinho as folhas, entendeu? E aí você fala: "Meu, onde eu errei?" Não, você não errou. É, esse é o ponto. Os pais têm que entender que eles também quando a criança nasce, eles nascem o pai e a mãe. Eles, por mais que eu vejo que o outro faça ou lê ou vê notícia disso ou estudo, um treino é treino, jogo é jogo. Então você tá lá na Prática do negócio, você tá
sentindo, seu filho tá sentindo, tá todo mundo sentindo. >> É a sensação, é a experiência e é muito único. >> Você passou por essa situação, né? Sim. na sua adolescência e você já tinha um histórico familiar. >> Isso. E por que que eu tava te falando isso? Porque foi a partir disso que eu eu não sabia, né? Então me socorreram e me contaram que eu era mais do mesmo. Eu Fiquei bem chateada como todo bom adolescente, né? Não gosta de ser mais do mesmo, né? Gosta de ser único exclusivo. E eu pensava que como eu
não tava mais pertencendo à aquele meu grupo e também eu tava tudo crescendo meio desconjuntada, que o crescimento não é uma coisa fofinha, né? Então você o peito fica grande, o o braço fica esquisito perto da perna, tem umas coisas estranhas que acontecem e a gente vai meio que desconfigurando a nossa Percepção no espelho, né? Você já não já acha esquisito tudo. E aí por conta dessa soma de coisas aconteceu isso e aí foi quando me socorreram. E aí depois, né, minha a prima irmã da minha mãe virou para mim e falou: "Olha, eh, a
gente acha que você, na verdade, deve estar fora do peso e resolveu que a vida era chata e queria morrer. Eu não lembro de estar fora do peso, mas assim, eu considero isso." Por que que ela falou isso? Porque ela me disse: "Olha, sua avó morreu, sua avó, sua bisavó, sua tataravózou, a sua tia irmã da sua mãe". Só que elas fizeram isso com mais idade, 30, 32, você tá com 16. Então a gente não entendeu muito bem isso. Então a gente vai te pôr num regime e dentro desse desse regime vinha um monte de
coisa que vinha quatro sessões com uma psicóloga que foi muito interessante porque quando eu fui lá eu achei que ela fosse falar De comida e ela falou de emoção >> e eu achei aquilo incrível. Eu falei: "Nossa, >> até então >> é zerei o game, né?" Aí eu cheguei nela e falei: "Ó, eu tenho uma necessidade, eu quero ficar viva porque minha família sea e eu achei que eu tava sendo um marco na minha família, mas eu percebi que notícia velha e agora eu decidi ficar viva. Eu perguntei: "Como faz?" Aí ela vira para mim
e fala: "Olha, >> só não se matar". Então ela falou assim: "Puxa, além disso, porque a gente tinha eh eu por enquanto ali era uma escolha, >> sim, >> mas a gente tinha no gen feminino depressão maior, que era o que acontecia com a minha avó, bisavó e tudo mais, depressão maior com ideação, era um diagnóstico que antigamente não tinha o diagnóstico para poder tratar e depois teve, mas olha que incrível, a minha tia que que foi A última, Ela as, como a minha avó morreu na casa dela, se casa dela, para ela sobreviver a
interpretação que ela fez completamente adaptativa, sem pensar, foi que a minha minha avó teve coragem, então a partir de um problema, ela teve coragem de morrer. Foi como ela associou, porque a gente a gente que cria as associações, né? Achou a solução. >> Ela achou a solução para entender que foi uma escolha da minha avó diante de Um nome bonito que era coragem, porque coragem é viver, não é morrer, né? Coragem é enfrentar as dificuldades e etc. >> Então ela associou a isso. >> E tudo para dizer que eu fiquei com a psicóloga, né? Eu
perguntei para ela como é que faz para ficar vivo. Ela virou para mim e falou assim: "Olha, eu sinto muito porque a psicologia ela não dá explicação. O que ela dá é acolhimento e lugar seguro?" E eu Pensei, lascou, né? Porque eu, tecnicamente falando, eu achava que eu tinha isso, né? E não foi suficiente para eu ficar viva. Então, eh, ou para não me, né, não tentar morrer, né? E aí foi quando eu, eu brinco, né? Eu falo que o adolescente ele vira muito rápido o alvo, né? Então, de um alvo que é tipo, quero
morrer, não morri, aí eh, quero viver. Ela falou que não, não ia me dar explicação. Falei: "Ah, então o alvo virou ela." Aí eu ia na PUC, que eu Morava na rua da PUC, em frente à faculdade, e procurava o que eu imaginava que pudesse ser a explicação do que eu tinha na época. xerocava e levava para ela. E o mais legal disso é que eu fiquei 20 anos com ela, porque ela entendeu a minha real necessidade, se descolou daquele papel, porque dentro do papel do psicólogo não poderia, mas ela descolou, entendeu minha necessidade e
meio que eu virei um estudo de caso e tudo isso que eu Buscava não tava dentro da psicologia, muito pouco tava dentro da psicologia. Então, e aí, né, voltando à história do meu marido, foi aí que eu entendi que treino é treino, agora jogo é jogo. >> Eu tinha que lidar com o que eu tava vivendo. O meu marido não lembra de nada. Dois anos da vida dele não existiram. >> Nossa, >> não existiram. Então, claramente era tudo para mim. >> E foi muito interessante porque eu tenho muito cliente médico. E da onde vem meus
clientes médicos? daquela época, porque eles participavam de como eu lidava com o problema e como eu me autorregulava. E eles viam que eu usava muito bom humor para lidar com as coisas, não para tirar sarro, mas pra entrada da informação. Então eles me entregavam uma informação e dentro da minha cabeça eu decodificava de uma forma menos densa >> para eu conseguir digerir aquilo e não Não pensar em morrer e não pensar em putz, minha vida acabou, não olhar aquilo como fim e sim como a um é minha fase do eu brinco que eu falo que
isso aqui é um grande jogo de videogame e que as dificuldades são as fases que a gente tem que passar. Então, eu usava toda essa forma lúdica de interpretar as coisas para amenizar as minhas sensações e percepções. >> O ser humano ele é muito forjado na dor, né? >> Não é que ele é forjado na dor. Eu entendi o que você falou. >> É assim, quem nunca passou por uma grande dor, >> eh, tem a mesma possibilidade de crescimento do que uma pessoa que teve ali o sofrimento, passou por uma situação desastrosa como essa. >>
Então, é, é, é isso que ia te falar. a gente vai ser colocado para esse tipo de enfrentamento. >> Sim, >> mas a gente tem a escolha. >> A escolha é ou eu viro ali, eu podia virar vítima fácil porque todo mundo ia me acolher, ia entender e alguém ia cuidar, eles iam revezar para cuidar. >> Eu falei: "Não, eu vou escrever esse esse capítulo da minha história sóbria." E era engraçado que todo mundo queria me dar remédio também, mas eu entendia. as pessoas olhavam a minha história, não aguentavam nem de pensar em estar Naquele
lugar e e claramente se elas tivessem naquele lugar elas queriam ser dopada. [risadas] Então elas me ofereciam coisas que para elas funcionaria. Isso é projeção, >> um anciolítico ou antiol. >> Então é projeção. Elas se projetavam ali e falava: "Não, não, precisa tomar algum algum". Mas isso não tá conseguindo dormir. >> Exato, exato. Falava: "Não, não, tá tudo certo, pode ficar tranquila, eu vou dar Conta". Às vezes vinham pessoas que eu tinha que acolher essas pessoas, elas iam desesperadas para me visitar no hospital e elas ficavam mal e eu tinha que acolhê-las, tipo, calma, vai
dar tudo certo, a gente tá aqui para isso e seja o que tiver que ser. Vamos ver o que tá escrito nas estrelas, que é uma frase que eu sempre uso e usei. Eu não sei do futuro, eu sei do hoje. >> Sim. Então, só por hoje eu vou trabalhar com o que eu tenho para hoje. E foi isso Que, por isso que eu te falo, não é uma questão de sofrimento, porque você vai ver histórias, você pode pôr duas pessoas para viver, por exemplo, a mesma história e você vai ver como elas escolhem interpretar
aquilo, porque é interpretação. >> Sim. É, é o que o que fica. Eu passei por uma situação muito difícil no momento pandêmico >> e eu percebo quanto aquilo fez com que eu evoluísse como pessoa, como marido, Como ser humano. E isso, pô, se aquela situação não tivesse acontecido, me pergunto, pô, será que e eu teria evoluído como pessoa? >> Mas você concorda que você aceitou e reagiu a partir dela? Todo todo esse ciclo da dor eu passei, foi a primeira vez que eu fui num psicólogo entender. Até então eu pensava: "Não, tá tudo bem, >>
tô bem, a os negócios estão bem, minha família tá bem, meu relacionamento tá bem, para que eu vou no psicólogo Procurar pelo em ovo". >> Até que caiu e pum, de uma vez fui pro chão e, pô, nocout. E aí fui entender, passei com uma com uma psicóloga >> que me fez entender tudo isso. E aí, desde então foi uma super evolução assim. Então, mas vamos imaginar, por exemplo, que tem muita gente que se depara com o problema e não vai buscar ajuda, certo? >> Sim. >> Isso é escolha. Então, buscar ajuda ou Não buscar
ajuda escolha. vai definir o como. Então, por isso que por isso que eu te falei, o ser humano, ele pode aproveitar o ruim para ficar melhor. >> A questão é quando o ruim não acontece, quando a vida é monótona, quando a pessoa já nasce em berço de ouro e poucos problemas preocupações, essa essa pessoa é menos fojada pra vida do que alguém que enfrenta a batalha mesmo do dia a dia? Não, >> não é, não é assim que funciona não. Porque >> eh quando a gente, por isso que eu falo que é o indivíduo, né?
>> Cada história é uma. Eu con eu atendo pessoas que t uns problemas que é o seu olhar sem o meu olhar, tá, de de psicóloga, mas se eu se ele se essa pessoa chegar para qualquer outra pessoa e falar: "Estou com esse problema", outra pessoa falar: "Para com isso, né? Isso não é problema". Mas a pessoa que tá falando Que isso não é problema, ela tá usando a visão de mundo dela. Então a métrica é a vida de quem lê, não de quem vive. >> Tanto que quando eu estava passando pelo olho do furacão,
essa história do meu marido, foi a época que eu mais atendi. E as pessoas sabiam que eu tava vivendo, chegava para mim e falava assim: "Nossa, eu não consigo nem falar do meu problema para você". Eu falei: "Amor, deixa eu te falar, o seu problema é seu, o meu é meu". E eu trabalho com problemas. Então me dê, >> manda, >> manda que eu tenho essa capacidade, sim. >> Porque não é comparação, é a história de cada um. >> É o problema de às vezes você se consultar com alguém que não tem a mínima bagagem,
né? Um amigo, um parente, >> você vai despejando e a pessoa a partir do viés dela vai jogando, piorando o seu Problema, >> vai piorando o problema, porque você chega ali com aquilo que é grande para você, porque é a história de cada um. Então tem gente que até tem um problema menor na comparação, tá? Porque é o tamanho do que ela precisa para viver. Pode ser que ela não tenha tanto recurso para lidar com uma coisa mais pesada. E aquela frase, tem uma frase que é: "Ela é muito chata, mas ela é muito verdadeira.
Só acontece para os fortes." Por coisas grandes. Por quê? Porque aqui não é um lugar. Eu brinco, eu falo que no céu deve ter um banco de aposta. Então os caras vão piorando a história. A Bet do céu. [risadas] >> Certeza que tem a Bet do céu. Porque assim, eles vão entregando os negócios e você se vê forte sem nem saber que é, porque você escolheu enfrentar. >> Então tá muito sobre de novo, escolha. É tudo sobre escolha porque o problema tá ali, tá no teu endereço. Eu sempre falo, O problema está no seu endereço,
ele é seu. Você fingir que ele não é seu, só piora o problema. Você não cuidar, só piora o problema. Você terceirizar. Então, por exemplo, eu podia muito bem não fazer nada, largo a caneta, alguém vai pegar, alguém pega, escreve qualquer coisa, não. Ou eu morro ou eu volto. Aí a hora que eu volto e leio aquilo, eu falo: "Não, tudo errado". Falei: "Mas você tava dormindo, amiga, desculpa. A gente fez o que deu com o que tinha." >> Uhum. Então, de novo, é escolha, tá no meu endereço, é meu, é o meu desafio, não
tem como. E e aí, só fazendo agora a outra ponte, por causa disso tudo, é que eu sou quem eu sou e tem os resultados que eu tenho. Porque quando eu tive que buscar essas fontes de conhecimento, que na verdade nem eu sabia que isso é que me daria o toda a bagagem que eu tenho hoje, porque eu fui fazer psicologia bem mais velha com 32. >> Ah, é? >> Aham. Porque eu fiz administração e achei o coach dentro de administração em 89. E eu comecei a aplicar o coach. Não, não era o que era,
gente, era bem mais divertido. Aí o coach da época, eu mudei o formato do coach, porque eu entendia que aquele formato não funcionava, não, não é que não funcionava, até funcionava, mas era um inquérito policial. Porque uma pergunta básica é Assim: "Vou trabalhar com você, o coach do passado". Que deve ser assim ainda, tá? Mas é que naquela época era, não tinha esse não tava estigmatizado, né? Mas foi assim, vamos supor que você quer trocar de carro até janeiro, aí eu vou falar para você, tá bom? Essa é a meta. Essa é a meta. Então
eu vou te fazer perguntas para vocês se aproximar da realização dessa meta. E toda sessão, isso e toda sessão >> nós vamos, você vai sair com três ações Simples. Então vou falar para você assim, eh você pensa em fazer como para vender o carro aí? O carro que você tem, que você vai trocar? Ah, eu vou pôr anúncio na Web Motor, beleza? Eh, quando amanhã, que horas, tal hora. Tá, então essa é o seu primeiro, >> fez o plano, >> seu esse plano. >> Aí eu falo, tá, qual outra coisa você pode fazer? Ah, vou
botar um papel no meu carro, >> tá bom? Quando? Hoje, que horas? Tal hora. Beleza, marco. E a e mais a terceira. Isso vai virar a demanda da nossa próxima sessão que eu vou falar. Vamos lá. Você fez isso sim ou não? Se não, aí a gente vai entender porque não. Então não tem como nesse formato, a pessoa não chegar onde ela quer. Não tem como. >> O problema não é esse. O problema é que tem uma pergunta que eles fazem que é assim: eh, você vai fazer tudo isso, tá? E o que mais você
pode fazer? Aí você fala: "Ah, mais isso e o que mais?" Mais isso aí eu falo: "E o que mais?" Aí você fala: "Cara, eu não sei mais o que mais." Tá. Se soubesse, se soubesse qual seria, pode falar. >> Se soubesse qual seria, você entendeu? >> Tipo, precisaria também para me ajudar >> não. Mas você entende que vira um inquérito policial onde você responde qualquer coisa >> para eu parar de falar? Então a gente Perdeu, perdeu esse lugar. E aí eu comecei a mudar o formato e eu comecei a ter muito resultado. >> Uhum.
E foi e era e aí eu comecei a escrever a minha metodologia lá atrás mudando. Então já tinha um formato de de funcionar tal que dava certo. E aí quando eu resolvo fazer psicologia foi porque eu tava atendendo uma pessoa e essa pessoa virou para mim, era um diretor de uma empresa, falou assim: "Engraçado, você fala de emoção e Etc, tal, mas você não é psicóloga, isso não é estranho?" Aí eu falei assim: "Mas isso te incomoda?" Ele falou assim um pouco. Falei: "Então me aguarde. 5 anos depois eu voltei 5 anos que eu sou
essa pessoa. Isso é um problema. Se isso é um problema, eu vou lá." >> Ah, determinada, né? >> Só que o engraçado dessa história é que eh eu sou essa pessoa do desafio. Então, como eu desde muito quando eu resolvi ficar viva, eu entendi que para Ficar viva nenhum problema tem que ser maior do que a minha tomada de decisão. >> Total. Então o outro que me dava uma barreira, eu transportava. Transportava não, gente, eu transpunha essa barreira. Tá certo, né? >> Sim. >> Tá. Então, transpunha essa barreira e >> ultrapassa barreira. >> Ultrapassei. Vou
mudar a palavra, né, que ficou difícil. Ultrapassava essa barreira. Por quê? Não importa a Dificuldade que eu fosse ter, porque se ele tá olhando isso, alguém mais vai estar olhando. E a gente, na minha época, eu sabia que patente era importante, né, e tal. ainda é um pouco, né, dependendo da do segmento. >> É, eu acho que hoje hoje o resultado ele >> fala mais alto. >> Ele fala mais alto. >> Uhum. >> Inclusive, é uma coisa bem interessante Que o que a gente gosta é de resultado. Não importa o que você vai fazer. Se
só sobrou na sua vida vender água e você conseguir vender água e e ganhar dinheiro vendendo água, criando toda uma estratégia de como você vai vender muita água em escala e você conseguir a partir de uma venda de água, ter um monte de coisa que você sempre desejou, você vai amar. Isso vou trazer um paralelo. O brasileiro, não só acho que não só o brasileiro, mundialmente. A gente gosta Tanto de resultado que muitas vezes não importa qual o caminho que você vai percorrer para chegar a esse resultado. Então a gente vê aí pessoas que vão
pro, pessoas que tão em bets, pessoas que fazem picaretagem como coach e várias outras coisas e atingem um resultado duvidoso por muitas vezes, mas que muitos olham aquilo como meu sinal de, ó, vamos idolatrar porque essa pessoa conseguiu atingir esse resultado. >> Isso é preocupante, na minha visão. Qual Que é a sua visão sobre essa busca pelo resultado independente do método ou do caminho? >> Tá? Primeiro, não vamos ser cancelado porque o coach ele funciona para algumas pessoas, não é picaretagem, pelo amor de Deus. >> Sim. >> Não é porque a verdade é que tudo
depende da forma. >> Uhum. >> Tudo depende do engajamento. Quando uma Pessoa quer algo e ela pede ajuda, porque isso é uma forma de ajuda. E o coach ele tem ele tem interesse real. Porque para eu fazer a pergunta certa, o coach é baseado em pergunta, né? Para eu fazer a pergunta certa, eu tenho que ter interesse real pelo seu sucesso. >> Mas não o coach, que é um vendedor de curso e que vende uma falsa ilusão >> de que você vai conseguir e aí no final das contas ele só tá te vendendo o curso.
E é >> não é bom explicar, né? >> É sim, é um coach nesse sentido de o vendedor de curso que ficou rico vendendo o curso e não produzindo algo. >> Entend É. Não, então não, esse não. Esse não. Esse daí a gente pode voltar na palavra, mas você entende porque eu falei isso? Porque às vezes a pessoa precisa estragou o que era o universo todo. >> E é, e eu vou te dizer que às vezes as pessoas elas não conseguem fazer as Perguntas que elas precisam fazer. Eh, hoje eu tive um atendimento muito engraçado.
Engraçado por quê? Porque a menina falou assim para mim: "Eu tô eu tô eu, eu tô entendendo eh o que eu tô vivendo, eu tô entendendo, mas eu precisava eh fazer alguma coisa além disso, né? Mas eu eu ainda acho que eu preciso entender mais". E eu virei para ela e falei assim: "Enquanto você tiver entendendo, você vai entender. Isso não é resultado. O entendimento não é o resultado. Entendimento é informação. Você quer resultado, aí você tem que criar algo a partir disso para pôr em prática. >> Sim, >> que é movimento >> a partir
desses dados que você já tem. É como alimentar umaá, né? Você tem os dados ali, que que você vai fazer com >> Então, qual é a prática disso? Que entra um pouco naquilo que a gente tava aqui falando sobre só pedir resolve? Lembra Que a gente, né? Antes da gente bater um papo, gente, tava falando de se >> do do joga pro universo que dá certo. >> É, não é só joga pro universo que dá certo. Você tem que se movimentar, você tem que eh fazer coisas que estão na sua mão de executar para poder
ir eh mexendo a energia para entrar nesse fluxo >> Uhum. >> Que é frequência e que vai te levar onde você determinou. Mas se você ficar parada, não, não. O drone não chega na Sua janela, bate, fala: "Olha, tô aqui com uma oportunidade para você". Não, pode acontecer, pode, mas isso só acontece se você se movimentar, >> fizer a sua parte, né? >> É, né? É, nem fiz nem é só movimento mesmo, é só intenção de busca. um movimento, tipo, eu conecto com você, vão tomar um café, eu vou vou fazer uma entrevista ou vou
fazer um estudo, é movimento. >> Aí aí funciona, >> mas voltando no resultado. >> Voltando no resultado. Então o resultado ele é o que realmente as pessoas eh é o que dá prazer, é o que realmente dá tesão. Porque assim, eu não precisaria fazer a psicologia porque eu já tinha resultado. Eu só fui fazer porque eu fui desafiada a fazer. >> Uhum. E eu brinco, eu falo que eu fui a aluna melhor, né? Melhor para mim, né? Porque chata para [ __ ] com os professores, né? Porque eles falavam: "Não, é assim, é assim, não
funciona." "Não, não, mas é assim". "Tá, pode ser assim, mas não funciona. Eu só tô dando uma informação que não funciona." E aí era. E depois eu fui buscar a neurociência. Por que neurociência? Porque a neurociência como informação, eu fui buscar o título da neurociência também por uma outra situação >> que a pessoa falou: "Mas você não é especialista nisso, falei: "Então me aguarde dois anos depois eu volto". E eu Sempre vou atrás do que eu entendo que por não é é uma informação a mais. Só que olha que interessante, a neurociência ela te entrega
o quê? Ela entrega o nome das coisas. Só, só que você sabe colocar isso em prática? Não. O que vai fazer você colocar isso em prática é seu autoconhecimento. >> Sim. >> Então a gente volta >> psicologia. >> É, é, é psicologia, Mas a pessoa precisa querer fazer a parte dela. >> Sim. >> Porque dependendo da abordagem que ela vai buscar, pode ser que ela não que ela demore muito. >> Sim. E aí o que eu vejo é que muita gente não quer fazer a parte dela e olha o resultado dos outros e fala: "Vou
comprar o curso desse cara e vou ficar rico que nem ele ou vou ali eh me inspirar num em alguém de sei lá, não Vou nem citar, mas alguém que faz coisas negativas >> e aí sim vou é vou sei lá, vou começar a roubar, vou pegar um carro aqui e vou quebrar o vidro e vou levar." E aí ele tá inspirado só no resultado e não na trajetória para ocasião. >> Tá? Então vamos lá. Este resultado ele não é ele, vamos lá, tudo é resultado, >> tá? Só que para uma pessoa, por exemplo, ir
para qualquer uma d qualquer uma dessas vertentes, >> caminho rápido, >> ela tem que se convencer. Então, existe a escolha. >> Uhum. Então, a escolha ela tá ligada à minha tomada de decisão, mas o que me faz tomar a decisão é o meu autoconvencimento. Então, quando eu olho a facilidade de ter um dinheiro rápido, que eu sei que em algum momento isso pode dar ruim, eu sei disso, tá tá estampado em todos os lugares, né? Pega um influencer que Rouba, que usa, sei lá, o dinheiro para algum alguma coisa errada. Eh, dá para ver as
bets que não não são eh taxadas, etc. Quando você olha tudo isso e ainda achar que este é o melhor caminho, ele pode ser um caminho curto que acaba com uma história muito ruim. Eu tenho que eh pensar, mas isso serve para mim? É isso que eu penso? Só só o dinheiro é importante? Ou a minha estrutura ou minha paz. Mas você não vê uma molecada desmiolada que se inspira nessas figuras E acaba em cada bebê. Cadê a família? É família. >> Cadê? Porque vamos lá. Não tem uma criança desde que ela nasceu, ela não,
ela não vive sozinha. >> Não existe um bebê, nem uma criança sozinho. Ele tá dentro de alguma coisa, ou de uma instituição, ou de família, se a família não é o pai e a mãe, tem avó que cuida, o tio, etc. tem ali. E tudo bem, ele pode ser direcionado para um negócio desse. Não tô dizendo que não. Não dá pra gente ser achar que a vida é corderosa, mas qual é a motivação que vai? E tudo bem, vamos supor, vamos pensar no Only Fans. A pessoa foi por uma necessidade de grana, fez o Only
Fans, recebeu dinheiro já, né? Tá beleza, vai ficar nisso, porque mesmo que entre, dá para refletir sobre aquilo. É isso que eu quero contar pra minha história. Minha história, tô escrevendo esse livro. Quem nunca pode, entendeu? Pode, a gente pode errar, pode Escorregar. Agora, não pensar, não criar reflexões sobre o meu incômodo, porque essas histórias elas são vendidas como, ohó, lindo, maravilhoso, mas eu atendo algumas pessoas que já passaram por isso e e é doído, é não é tão simples assim, não é uma coisa fácil. E e outra, pode mudar, vamos supor que mesmo que
o ambiente que a pessoa esteja inserido, ela ele tem que fazer a sucessão que ele vai ser o chefe da biqueira lá. Tá. Beleza. Mas em algum momento ele vai, se Ele quiser, de novo a escolha, se ele quiser, ele pode transicionar. >> Uhum. >> Ele pode. >> Mas as pessoas dobram a aposta, né? Ating um objetivo e dobra a aposta até no no universo negativo, porque nunca tá tomada de risco. >> É. >> Então, mas >> aí se entra no caminho ruim, aí o difícil é sair, né? Porque assim, pô, Consegui, mas agora tem
uma outra possibilidade e a pessoa vai dobrando, vai dobrando. >> Mas qual é o limite? Em algum momento vai ter um limite? >> Qual que não, não, em algum momento vai ter um limite ou um limite eh sei lá, alguém vai se machucar ou ou alguém vai ser preso ou qual é o limite? Porque tem limite, tudo tem limite, >> né? A gente a gente vive numa sociedade que tem regra, tem lei, >> tem, né? a gente tem limites >> e tudo bem, as pessoas podem, sei lá, você pode eh ultrapassar num lugar proibido, tal,
ah, a gente deu uma furada no limite, beleza, mas >> qual é o limite? Você vai entrar, você vai viajar o caminho inteiro na contramão. [risadas] >> É, é, >> calma lá, né? A probabilidade é muito >> Mas você entende que também tem que fazer reflexões. Em qualquer momento eu Posso mudar minha vida. >> Uhum. >> Eu só tenho que pensar sobre o que eu quero mudar na minha vida. Isso é a gente, enquanto estiver vivo, a gente pode mudar o que a gente quiser. >> Você conseguiu mudar sua vida, né? Você você deu uma
uma um baita assalto. >> Sim. >> Você acha que abundância em excesso é negativo? >> Não, de jeito nenhum. >> Não, >> não, não é. >> Tem um tem um um psicoterapeuta americano >> que ouvi uma matéria na BBC, o ainda não tem o nome, é o Clay Cckrell. >> Achei que ela ia falar Clayton. [risadas] Ele e ele conta eh ele era conhecido como psicoterapeuta dos milionários >> e ele e ele desistiu de correr atrás dos milhões e do e da fortuna dele por conta De cuidar de tantos milionários problemáticos, depressivos, suicidas e tudo
mais. >> Então, mas aí vamos lá. É, é [ __ ] Não posso falar [ __ ] né? Mas é >> pode >> é, mas é que é [ __ ] Eu quando eu olho uma coisa dessa, >> eu eu primeiro acho um absurdo generalizar. Já começa daí. Se eu tô falando que todos nós somos indivíduos, na hora que você coloca num padrão de Generalizar, ah, não, porque dinheiro é ruim, porque abundância, não, amor, vamos lá. É indivíduo, >> sim. Então, desculpa, você não foi competente suficiente para entender o que é aquilo. Aí, aí diz,
diz sobre você, não sobre a galera que você atendeu. >> Então, para mim ele tava com a percepção dele a ferida >> para entender que este lugar é um lugar ruim, porque provavelmente ele não Conseguiu atingir o que ele queria. >> Você acha que funciona mais como uma desculpa? Então, >> com certeza. >> Opa, que é isso, gente? É igual olhar para uma Ferrari e falar assim para como uma pessoa paga 6 milhões num carro desse paga e é feliz pagando. E qual é o problema? É só um carro. Assim, a hora que eu falo,
se a pessoa virar e falar, olha, eu não, né? Se a pessoa virar e falar, olha que absurdo Pagar 8 milhões, isso aqui é mecanismo, isso é cérebro. O cérebro ele é um processador de informação. >> Quando você narra uma coisa para ele, ele entende que aquilo é uma ameaça para você. Então ele foi ficando. Então vamos lá, vamos começar do começo. Provavelmente esse cara eh queria atender esse público até para receber mais. A hora que ele chegou lá, ele começou a ver problemas que está em todas as classes sociais, só que na Cabeça dele,
ele deve ter associado que dinheiro em excesso era alívio e ia dar, ia ser felicidade, etc. Ele errou a interpretação e ele não soube nomear a experiência dele, >> outra expectativa. >> E aí quando ele chega lá e vê todo mundo com problema, ele fala: "Para que dinheiro tem problema? Todo ser humano tem problema. Óbvio, se eu te falei que aqui é um desafio e a gente vai, o que tá no nosso Endereço é o nosso problema, não importa que você tem muito dinheiro, você vai ter problema. E pode ser pode ser qualquer tipo de
problema. Você não gosta da soltura. Já conversei com mais de 200 pessoas aqui e não tem um que não tem um problema. Até um líder espiritual de uma tribo indígena do Acre tem problema. >> Lógico que tem. Ele pode ter hemorroida, por exemplo, é um problema. E o que ele vai fazer com isso é problema dele Também. >> Até mais sério. >> Então, entendeu? Então, mas você entende? Então, não é assim. Não tem nada a ver quando as pessoas elegem pessoas que acham que o dinheiro ele vai te trazer felicidade. Isso é a história que
você tá se contando. É igual a história do Alen Fans, é igual a história do cara que vai pra bet, é igual que, né, que que é facilidade. Não, gente, calma. Não é assim. >> Dinheiro não traz felicidade. Então, na sua opinião, compra. Lógico que traz. >> Compra a felicidade. >> Compra a felicidade. Sabe por qu? Sabe o que que é felicidade? >> Felicidade ou facilidades? >> Facilidade. Mas calma, eu vou te explicar, >> tá? Vou explicar. Felicidade pro cérebro é beber água, comer e ir no banheiro. Só, só. Simples assim. >> Sim. Necessidades básicas
>> total. Por quê? Porque o nosso cérebro ainda é o mesmo cérebro do homem da caverna. >> Primitivo. >> É. Uai. Ele precisa sobreviver. E ele precisa de água, ele precisa de comida e ele precisa que você vá no banheiro. E comida nem tanto, mas ele precisa que você vá no banheiro para eliminar o o xixi, porque ele limpou tudo lá. A Toxina tem que eliminar, senão você vai ter um problema de rir. >> Sim. >> Olha que loucura. Essa, isso é felicidade. Agora, eh, quando eu falo isso para as pessoas, as pessoas falam assim:
"Nossa, mas então eu sou feliz". É. E não. Por quê? Porque se você não põe consciência quando você vai no banheiro, você você não registra aquilo, você não valida. a validação, que é isso que a gente vai Falar agora, que tem a ver com o que a gente tava falando antes. Na hora que eu valido a experiência, eu tenho ciência dela. Então, na hora que eu tô fazendo xixi e tô lá, ah, meu, que delícia, esta validação faz com que o meu cérebro, por uma por um sistema de recompensa, ele me me entregue enzimas de
prazer. Eu sinto o prazer. Eu sinto se eu tô comendo e comendo devagar, apreciando a comida, mastigando, >> presente, né? >> Presente. Ali, olha a respiração que também tá na base. Então é água, comida, respirar, banheiro. É, é isso. É felicidade respirar. Já ficou sem respirar para você ver. É desesperador. >> Sim. É desesperador, como qualquer coisa disso que me falta é desesperador. A única coisa que a gente consegue ir no banheiro para ver. Então, tanto que assim, uma pessoa que tem quer fazer cocô, por exemplo, ela dá um braço Para ter uma privada. O
fato. Por quê? Porque é a experiência do agora. E a gente só tem o agora. >> E a gente só tem o agora. Então, a nossa vida ela é no presente, é um presente, é o agora. >> É o agora. Então, felicidade tem. Agora, é claro que eu vou, por que que eu falei que felicidade, facilidade tá junto? Porque eu vou, vou fazer cocô numa privada maravilhosa que esquenta, que joga jato. É uma delícia. Custa R$ 30.000. Essa é a diferença. Só. >> Mas eu vou continuar sendo feliz. >> Eu fui num negócio que teve
aí, eu fui no banheiro químico, eu fiquei feliz da vida, que eu tava b de vontade de fazer xixi. >> Nossa senhora. Melhor >> lá do aperto. >> Então, então é sobre o quê? A felicidade sobre conexão com agora experiência, respirar. Olha as pesquisas que não Depende de dinheiro, >> que não depende de dinheiro. Por isso que a gente não pode pôr o dinheiro como um vilão ou como uma solução. Não é sobre isso. >> Muita gente coloca como uma solução, né? Eu seria feliz se eu tivesse tanto. >> Então, então olha o que que
é isso. Isso vira um comando de voz. Eu tô contando pro meu cérebro que tudo isso que eu tô vivendo não é felicidade. Nós mandamos no nosso cérebro, o cérebro ele é um Órgão de resposta. E quem fala as coisas pro cérebro é a mente. A mente é tudo que a gente viveu, é tudo que nos contaram, é todo o filme que a gente viu, é todas as pessoas que influenciaram a nossa vida, desde a família de origem, do tudo, até alguém que conta uma história nada a ver. >> Tá tudo no nosso arquivo, na
mente. >> Uhum. Então, a mente elabora, a mente é onde você trabalha a psicologia é tudo na mente. Aí a gente elabora na mente as As a o diálogo, como é que a gente vai interpretar, é tudo mente. Aí disso sai uma frase. Esta frase de conclusão é como o cérebro vai reagir. Então se a gente tiver aqui, vamos supor que eu tô fazendo uma sessão com você, a gente tá falando de vários assuntos. No final da sessão você fala assim: "Ah, então a semana que vem a gente vai começar. Pronto. Você o seu, você
deu o comando pro seu cérebro pegar tudo isso, jogar no lixo, que não quer dizer nada, Valendo é semana que vem. Então, olha a importância do que a gente fala para nós. Olha a interpretação das coisas. >> Poder da palavra, né? É mais do que o poder da palavra, é conceito e significado. É como os o o cérebro processa a informação por conceito e significado. Então ele vai reagir. >> Então quando eu viro e falo: "Ah, essa Ferrari ou a pessoa, né, eu não consigo falar eu quando eu dou exemplo da Ferrari, porque que a
Ferrari eu pagaria fácil 8 milhões, eu pagaria fácil". Então assim, ah, se pega a Ferrari, alguém olha e fala: "Pô, 8 milhões numa Ferrari é um absurdo, não vai ter, porque ele entende que isso é ruim. Ele está olhando para uma coisa e falando que aquela coisa é ruim. Então, o cérebro entende. Não entendi. Não vai ter. >> Mas tem situações e situações, né? Por exemplo, eh, recentemente eu vi um vídeo De uma camiseta, o cara era o TCAR, viralizando aí, ele tá nessa fase, né, de transição ali para milionária e tal, que ele tá
vendendo essa essa ideia e aí vendo uma camiseta de que eu não sei quem é. Você me ajudou. >> Tecar é um vendedor de carros. >> Ah, eu vi quem é. Já lembrei, por conta por conta de de vários podcast que ele tá indo. >> E aí ele nessa transição, né, para milionário, aí ele vendo uma camiseta de R$ 15.000. R$ 1000 e que a galera p >> eu vi que é da louro piano. >> Isso. >> Vê. >> E aí você fala: "Tá aí >> que eu tenho sapato. >> Acho que passou do limite.
Mas eu sei, né? Aí é o limite de cada um, porque >> gente é só um sapato, é só uma blusa, mas tudo tá na proporção do seu ganho. >> Aham. >> É sempre proporção. É, isso é Matemática, tá? Assim, não é agora o cara >> milionário R$ 15.000 não é nada. Não, não, ele ele pagar um estacionamento. >> É, é proporção. >> É proporção. Óbvio que o bilionário frequenta lugares que tem pessoas do do nível dele, como qualquer coisa. É, não tem jeito. >> É assim como você tentar colocar a sua filha numa escola
de bilionários >> e você ter que pagar, é, você ter que Pagar 100.000 só de matrícula. Quer dizer, é um limitador ali para você >> não misturar com >> Pois é, por isso que eu se mistura com sagental, né? É que na verdade não é se misturar, você não chegou ainda ali, mas se você quiser >> é uma questão de tempo. E isso que essa leitura que deveria ser, se eu quero pôr o meu filho numa escola de R$ 100.000, só matrícula e eu chego lá e falo: "Nossa, 100.000". E eu penso: "Não, não É
para mim ainda. Ainda olha o comando que eu dei." Então, bora criar estratégia porque o ano que vem eu quero colocar. Pronto. Comando de voz, meta definida, circulo, negócio vem. E sabe como é que vem? >> É >> porque eu falando isso, tem que conectar com a felicidade de base. Então, se eu fizer minha parte, peg validar a minha experiência de est vivo, me mexer para para pra frequência, pra energia Circular, não tem como eu não chegar. O que não pode é depender disso para que você eh se considere-se feliz, né? >> Mas a dependência
sou eu que tô narrando, né? Se eu falar que quando eu tiver isso, eu vou ser comando de voz, voltamos ao comando de voz. >> Olha, é tudo cai no mesmo lugar. >> Tem eh um outro debate que esses debates de um especialista conta, sei lá, um bilionário contra 30 pobres. Flávio Augusto, recentemente, Flávio Augusto Wap falou que trocaria toda a fortuna dele, ele bilionário para voltar a ter 29 anos. >> Que que isso diz? >> E mas ele continua a frase para fazer o quê com 29? >> Para ele eh conseguir percorrer toda uma
jornada com a cabeça de do da atualidade, com a cabeça que ele tem. >> Eu ia falar uma besteira aqui, né? >> Por favor, fal. Acho que era que ele queria melhorar o pau dele, mas com 29 é Melhor do que a idade dele, eu acho. Mas assim, tô falando de fisiologia, gente. Não, não vamos criticar a a ver. >> Um milionário que fala que trocaria tudo que ele tem para voltar. Não, mas eu acho que é só para dar like, porque não é possível que ele pense assim. Para mim é, >> será que ele
tá muito feliz? >> Não, mas aí se tiver, ele ele teria que falar diferente, porque, por exemplo, eh, >> eu não consigo pensar assim, >> você não trocaria. Jamais. O que eu ganhei na pra idade que eu tô e tudo que eu vivi, tudo que eu enfrentei e tudo que eu aprendi, eu tenho manual da [ __ ] toda. E e é isso mesmo. Eu tenho manual. >> Mas com esse manual você não voltaria e poderia construir um manual ainda melhor? >> Eu eu acho que a gente entra num lugar que chama. >> Ah, sim.
>> O se eu fosse uma borboleta, eu saia voando. E aí a gente faz o quê? I é viver no passado. >> Uhum. Essa ilusão de que eu trocaria tudo para T29, eu acho que ele falou mais para convencer o cara e dar estímulo pro cara. Não acredito que é dele. >> Seja uma verdade. >> Não acredito. Não acredito. Não acredito. Eu acho que ele falou isso Meio que para dizer pro cara, cara, você tem 29 anos, >> meu, né? Vai ficar aí lili mi miimi. Então vai atrás. >> Porque, entendeu? Não acrede. Eu não
acredito. Não acredito. Você pode pôr ele aqui na minha frente que eu vou falar para ele assim. Não, não é verdade, porque para mim não faz o menor sentido o que ele falou. Não faz, porque o quando a gente tem resultado e você é bem resolvido, aí a Não ser que ele não seja, mas >> eh, cara, não é eh não dá para voltar o que era, porque com essa bagagem das minhas conquistas e todas as ferramentas e habilidades que eu que eu consegui adquirir a partir do enfrentamento e e das situações que eu vivi,
qual o limite? Eu quero é mais. >> Uhum. Eu quero todas as experiências do mundo. >> Eh, falando em crença limitante, Recentemente num papo com um especialista em oratória, eu falei sobre o quanto eh eu não gosto de do universo dos coachs picaretas, >> tá? >> E aí ele fez uma análise ali que depois eu fiquei pensando, pô, será por que será que isso me incomoda tanto? participei recentemente de uma imersão e meu, eu estudo esse universo do digital, da publicidade e o universo do marketing Digital e dessas imersões é sempre tentar te vender algo
a mais. E participei de uma imersão no qual eu cheguei lá e tentaram me vender coisas e coisas e coisas e eu fiquei muito puto e isso me deixou ainda mais com ranço. >> Não, me dá dá um exemplo só para eu entender se o que você tá falando é o que eu entendi. >> Vamos lá. Eh, fui convencido pelo meu sócio de participar de uma imersão de um final de Semana >> custava mais ou menos R$ 3.000 de uma venda de produtos low ticket. Pô, vamos fomos nessa imersão e na no primeiro dia e
o texto primeiro que misturou religiosidade, vamos orar, não sei o que lá. Quem tá aqui me dá um amém? Então, mas deixa, deixa eu explicar. Tudo isso, tudo isso é estruturado para te levar >> para lugares. Então, por exemplo, quando você mistura eh >> algo maior, >> vamos pensar Deus, algo maior, né, que todo mundo sabe. >> Beleza, eu trouxe ele pro jogo de alguma maneira. Algo que não tinha nada a ver, era algo totalmente. >> Então, mas a hora que eu trouxe ele pro jogo, o que que eu fiz com você? Eu derrubei uma
barreira sua >> de conexão. Não, mas é é entendeu? É a tentativa é de derrubar a barreira de resistência, tá? Segunda coisa, segunda Coisa, eu de alguma maneira eu vou botar músicas para você se emocionar >> total, >> que é a segunda etapa. Deus. >> Então aí chegou lá, começou nessa, né, de quem tá comigo bate uma palma, quem bate, sabe aquelas coisas de tentar mexer com o seu emocional. Outra coisa, grupo, você está ali, não tem, você decidiu, você foi, você tem que se adaptar. Então, começa a ter o contágio >> do grupo. Então
vamos, todo mundo levanta, todo mundo senta, todo mundo dança, tal, tal, tal. >> Ar condicionado no máximo, tá? >> É >> estress, né? Vai te levar numa exaustão, precisa da exaustão, >> porque a exaustão faz você derrubar o resto. >> Você já sabe a as técnicas. Aí chegou lá, no primeiro dia eles já deram um pit de é assim, er, a ideia era você vender Produtos low ticket. Bom, você tá aqui para aprender produtos baratos de até R$ 97. >> Então ensina aí, >> pô. Lá. Vamos lá. Tô aqui. Ensina aí. O que acontece? Eles
abrem um discurso de quase 2 horas para me vender uma mentoria high ticket de mais ou menos R$ 2.000 por mês. 24 meses por ano. [ __ ] pera aí. Eu vim aqui para aprender ou vim para me venderem algo? >> Mas você é um é uma você é uma Audiência. >> Isso >> eles vão aproveitar. >> Então aí já, pô, já falar não era esse o combinado, mas beleza, vamos ouvir. Ouvi. E aí muita gente se dispôs a comprar e tal. E eu falei: "Porra, não é possível, velho". Aí o que que ele fez?
Segregou a plateia. Bom, todos que compraram tem aqui o crachá dourado. Vocês fazem parte dos imperadores. >> E quem não comprou, pô, beleza, tudo Bem, mas talvez amanhã ainda tenha oportunia. >> É, pô. [ __ ] já me segregaram aqui e quem comprou vai almoçar com o especialista amanhã na churrascaria. Esqueci o nome da churrascaria, mas era em Alfaville lá, uma churrascaria gigante. >> Pô, beleza, tô segregado aqui. Eu falei, ó, olha onde a gente tá. Aí no segundo dia só piorou. A coisa foi piorando, falei: "Nossa, velho, tudo o que eu Imaginei exatamente as
estratégias que ele que eles usaram >> e só aumenta mais o ranço que eu tenho dessa galera que vem de mentorias." E aí o especialista tava aqui me falou: "Será que você não tem esse ranço todo porque você no fundo não queria ser, não queria ter essa audiência?" Eu falei: "Não, não é >> quem é esse especialista, pelo amor, não, não precisa falar. Ah, de >> é o professor". Não, pelo amor de Deus. Não, não, velho, não é, não é, tem motivo, tenho, pô, vive, vive sem universo, então não, não é, não quero ser esse
cara que engana, eu quero sim, eh, passar conhecimento, mas de uma outra forma, não tô, não vou esturquir ninguém. E aí o lance da escassez. Fiquei perguntando, será que no final das contas eu tenho uma mente escassa por ter ranço dessa galera? >> Não, anjo, não. É assim, ó. Eh, vamos lá. Primeiro que eu também Compactuo com o que você tá falando. Eu acho o E isso é uma técnica de manipulação também. >> Sim. >> Eh, só que é uma técnica muito perversa para vender algo. É mais fácil você ser honesto e transparente. >> Uhum.
>> Não é muito mais fácil. Ah, mas a gente não vai atingir o número. Tá, mas eu não eu não vou fazer. Simples assim. Eu não não é para mim, não aceito, faz quem Quer, não. Problema de quem vai e do outro. Quantas pessoas eu tive que organizar a partir dessas imersões? Quantas pessoas vinham no meu consultório? Porque lá você vira o leão, né? Você é o rei, você é o leão, você é [ __ ] e tal. Aí no meu consultório chegava o rato, né? Não, porque a vida dava dois tapas na cara e
tudo que ele aprendeu achando que ele era daquele grupo que, ah, vai, >> ah, vamos gritar. Ah, é? Então, só Serviu para gritar mesmo. Foi tipo uma aeróbica que você fez. Foi um processo de resistência física, >> mas assim, e um massacre emocional. É muito complicado isso, né? Porque tem pessoas que se beneficiam disso, algumas pode. Não, não, não tô dizendo assim: "Ah, isso não serve para ninguém". >> Sim, >> pode. Só que quando não serve para você, você vê que você não é deste lugar. E aí não tem nada a ver com crença. Você
só Não é deste grupo. >> Uhum. >> Que acha isso bacana. É igual crossfit, é igual bit tênis. Você você foi, experimentou, não gostou, saiu. >> Só isso. Não tem nada a ver com crença limitante, nada a ver. O que ele tava tentando dizer é a projeção. Então você queria ser o cara, por isso que você tá Não, não tem nada. Errou os dois termos. Errou. Errou. Mas um debate com essa Galera, eh, ele sempre vai te colocar na como um perdedor. Porque, por exemplo, teve também o Pablo Marçal debatendo com outras pessoas >> sobre
essa temática, sobre você não é eh milionário porque você tem a mentalidade de escassez. O cara fala: "Tá, mas eu não quero ser rico dessa forma". Ele fala: "Então você nunca vai ser porque você já colocou isso na sua cabeça". E aí, e mesmo que a pessoa fala assim: "Não, mas eu quero". Aí ele vai falar Assim: "Tá, mas você quer, mas você não quer o suficiente". Sempre vai te colocar para baixo. >> Sim. >> Sabe? E isso que às vezes me pega também nesse lance da mentalidade, de que você pode, de que você, você
mentalizar, você vai conseguir, porque às vezes não é bem assim, tem vários fatores no meio do caminho. >> É, é que é vendido de forma errada, mas eu eu posso explicar melhor, >> por favor. >> Lembra que eu falei para você sobre comando de voz? Uhum. >> Então você pode sim colocar onde você quiser, onde você quiser chegar. Você pode, você pode ter tudo que tem no mundo, pode. E aí fica a fras a frase parece fácil, tipo, basta querer. Basta querer. Só que eu vou explicar. A questão é que a hora que para eu
poder estabelecer onde eu quero chegar, eu tenho que querer. Se eu Não quiser, eu não estabeleço a meta. >> Então, pela lógica semântica da frase, eu preciso criar um objetivo. Esse objetivo eu não posso eh eu quero mais ou menos, não vai chegar, porque mais ou menos é igual falar pro cérebro direita e esquerda, você não sai do lugar. Então, onde você quer chegar? O que você quer do mundo? Porque eu vou te falar, eu sou prova viva disso. Eu tenho tudo que eu >> falei que eu ia ter. E onde eu falei que Eu
ia ter? Quando eu tava no hospital, uma das coisas que eu mais usei lá foi um autor que chamava Victor Frank. Ele já morreu. Esse cara fez o quê? Ele escreveu um lugar, um negócio que para quem tá mal não é para ler, que chama Em Busca do Em Busca do Sentido. É um livro que ele escreveu. Esse senhor, né, que ele morreu velhinho, mas ele era um judeu e ele foi para ele passou por oito campos deção na época de Hitler e tal. E ele entendeu algumas coisas ali. Ele viu A mãe e o
pai sendo mortos na câmera de gás. Ele viu a mulher dele grávida sendo morta. E ele era um psiquiatra. E ele entendeu que ele tinha que mudar a interpretação daquelas atrocidade >> para ele tentar sobreviver naquele lugar. E aí ele falou: "Vou falar que eu tô aqui fazendo um estudo clínico, eu tô fazendo um estudo de caso". E aí ele começou a ser o observador daquilo, mas de uma forma de como ciência e não mais. Porque o que que ele Percebeu lá? Ele percebeu que tinha um monte de gente que não precisava nem tá perto
deste lugar de ser morto, mas só o fato de tá ali às vezes infartava ou tinha muito medo, tinha pânico ou E ele começou a a começar, ele até fez um negócio chamar logoterapia de logos de representação, que é a parte exatamente de interpretação. Então toda todo que eu vou ver eu vou na Eles podem fazer o que eles quiserem comigo aqui fora, mas aqui ninguém entra. E é assim que eu trabalhei com tudo isso no hospital. >> Uma blindagem, >> não é blindagem, é uma forma de você ler a situação diferente do que te
entregam. Porque se você, se eu te entrego uma informação densa, aquilo entra como ameaça. Então, por exemplo, o meu marido no mesmo dia às vezes passava por três situações diferentes. Então, eu falava: "Oi, tudo bem?" Ele ficou três meses em coma. Tudo de errado dava com ele, Acontecia. Ele ficou com heliostomia, bolsinha de cocô, ele ficou sem o crânio, ele ficou só com a pele em cima do cérebro. Ele ele teve acho que acho que umas 10 infecção generalizada. Era uns negócios horroroso o que acontecia. Então, então era muito rápido o movimento que ele fazia.
Então eu falava de manhã, oh tudo bem, cheguei, vou na padaria rapidão, tipo 6 da manhã voltava depois de nem meia hora, 40 minutos, ele já tava indo Pra UTI >> e à tarde ele tava entubado e e à noite eu tava assinando para ele entrar numa cirurgia de emergência. Então, se eu olhasse tudo isso com o tamanho que era, eu tinha somatizado no meu corpo físico. Porque quando eu me deparo com essa informação densa que entra como uma ameaça, o meu cérebro por ameaça, ele fica reativo. A reatividade é luta e fuga. Eu não
tenho como lutar, eu vou fugir. Fugir como? Eu vou adoecer. É Assim que ele faz, porque o negócio é muito grande. Então, sabendo de um monte de coisa que eu sabia, eu começava a falar: "Tá, tem meus filhos, eu vou lhe dar um dia por vez, eu vou super enaltecer a água. Eu sou treinada, para você ter uma ideia, hoje é automático. Eu ponho a água na boca, um gole que eu dou, meu cérebro fala vida". É como se eu ganhasse vida no jogo, porque eu condicionei isso. Condicionamento é a gente que faz com a
gente ou os outros Que fazem com a gente, >> que é o a condição que eu opero na vida. >> Então eu eu fiz isso comigo. Eu pegava a água, botava, falava vida. E eu ganhava vida. Que que é ganhar vida? Eu não ficava doente porque era como eu li as coisas. E aí eu chegava em casa, às vezes eu tinha 10 minutos para chorar porque era meio pesado, saía do hospital, chegava em casa, abria a porta, via meus dois filhos olhando para mim como a gente vai morrer ou a gente Vai viver, o que
que vai acontecer? É o fim do mundo. Eu não tinha visto eles o dia inteiro. >> Aí eu falava, o papai tá com umas pecinhas faltando de Lego que era como e a gente vai tentar achar nos desmanches, né, de Lego, tal, nos não sei onde que a gente vai achar, mas daqui a pouco a gente monta e vê o que que acontece. É, um tinha oito, outro tinha 12. Então eu tentava não falar que não tava acontecendo nada, Mas falar de uma maneira que eles entendiam, mas que era leve. >> Aham. >> Então o
que eu fazia comigo era o que eu fazia com eles. Tanto que hoje eles não têm sequela nenhuma daquela época. Eles ficaram dois anos sem ver o pai. >> Uhum. >> E a gente passou situações absurdas, tipo na UTI, na no reveon, na na virada. E eles falavam assim para mim, muito o mito da caverna também de Sócrates, que É o você que interpreta a sombra, né? >> Eles falavam assim, o barulho, né, lá fora, fogos. Ô mãe, você acha que a gente em algum momento vai conseguir ter outro reveon que a gente vai conseguir
ver os fogos? Eu falei, a gente tá batalhando para isso, né, filho? Vamos ver o que tá escrito nas estrelas, porque eu não podia falar nem que sim, nem que não. >> Mas isso que eu falava para ele também era como eu pensava. Então eu pensava, Falava, eles entendiam, voltava para mim, a gente acomodava. >> Uhum. >> Porque é verdade, eu não sei do futuro, mas eu sei do hoje. Aí foi o que eu f o que eu falava para eles. Falou: "Ó, beleza, a gente não tem lá os fogos hoje, mas você lembra de
fogos? Você já viu fogos? Por que que você não fecha o seu olho e imagina o fogos quando o barulho começar? Imagina que você tem essa visão. Se você quiser, vamos fazer Diferente, vamos pôr na TV, porque deve tá mostrando. Aí a gente olha, a gente entende, a gente vive. O cérebro não sabe o que que é imaginação do que é realidade. Então você pode criar tudo na sua mente. E eu ia trabalhando com eles, ia me trabalhando e era o que eu fazia. E eu comecei a atender pessoas lá dentro não cobrando. Por exemplo,
um médico tinha que dar uma notícia muito ruim para uma pessoa e aí ele ele se não, ele se perdia não, ele dava notícia e a Pessoa se perdia na na informação. Ele: "Olha, você não quer falar com com aquela mulher?" Porque aquela mulher tá aqui há um ano no hospital. O pai, o marido dela já teve não sei quanta cirurgia. Aí a pessoa vinha e eu tinha que que que falar: "Olha, vamos fazer assim, vamos faz que nem eu". >> A gente tira sarro das coisas, não situação dessa direto, mas a gente fala assim:
"Nossa, divino, que legal, só tem eu no mundo, né? Você só tá querendo Colocar no meu". Hum. Aí eu eu brincava muito, a pessoa ria, eu falava: "Ó, vamos fazer assim, vou te ensinar como é que eu sou feliz só por hoje. Vamos tomar um café". Aí eu tomava o café e falava: "Ó, se liga, a gente casa essa bolacha, põe na boca, mastiga e fala: "Hum, nossa, tem erva doce". Aí ela, a pessoa falava: "Nossa, é só isso". Falei: "Por incrível que pareça, parece um absurdo, mas é só isso. Quando você for no banheiro,
deixa suas preocupações Para quando para quando você sair do banheiro." Quando você tiver no banheiro, você foca, põe consciência no xixi. Ah, que alívio, que delícia, né? Sai, bebe a água. Porque independente do que tá acontecendo, não adianta você usar o sacrifício. Se você se sacrificar, não comer, não tomar água, você vai adoecer. E não é troca, isso aqui não tem uma barganha. Não é que você, ah, vou ficar doente que aí eu troco a meu sacrifício por ele. Não tem Promessa, não tem sacrifício. Sai desse lugar. >> Dá para dizer que o humor é
um mecanismo de sobrevivência? >> O melhor >> é >> o melhor. Tem uma coisa que eu conto que aí vou ter que falar um palavrão, >> por favor. Então eu brinco que na cirurgia número 50, que é a quaga, que acho que é isso, eh os médicos, eu sempre interagi muito com os médicos, Porque eu também é minha área, eu estudava tal, e eu fazia sugestões do que eu imaginava que podia ser a abordagem deles, né? Então a gente conversava ali sobre o problema, né? E nessa cirurgia eu já tava cansada, exausta, não aguentava mais,
era tipo, tinha de 12 horas de cirurgia. E aí ele eles chegaram: "Olha, Ana, mais uma vez deu errado, tal que a gente pensou." E eu falava: "Hum". E fiquei assim olhando pro nada, né? E ele falava assim: "Mas Ana, você sempre fala com a gente, né? Então, pelo menos conta o que você tá pensando." Eu falei: "Você quer mesmo saber?" Ele: "Não, quero, quero." Falei: "Então tá bom". Então, eu penso que o divino é um cara muito ocupado, que ele senta assim numa mesa holográfica, sabe? Tipo, vendo tudo e aí é tsunami, vem daaval,
coleguinha querendo bomba, jogar bomba atomiga em coleguinha, é coisa complexa assim, tal. E aí sempre tem, né, toda empresa tem um estagiário. Aí Chega o estagiário com uma pilha de coisa e ele fala assim: "Aí, Divino, onde eu coloco tudo isso?" Aí o Aí eu brinquei, virei para ele e falei assim: "No meu cu". Ele falou: "Naquele buraco, meu cu". Certeza que aquele buraco é o meu cu, porque não faz o menor sentido. Eu não sei mais o que fazer. Aí eles começaram a rir, eles ficaram leve, eu fiquei leve, eu falei: "Então isso que
eu faço". Falei para eles, é a interpretação para tentar deixar um Pouco mais lúdico, uma coisa que eu não tenho controle. Eu não tenho controle. Agora, se eu catar essa informação que você tá me dizendo, já fazem 50 cirurgias, qual que é o futuro? Não sei, não sei. Não parece ser bom, mas eu vou ficar com a parte boa. Sabe a parte boa? Vou tomar água. >> Eu vou tomar água. Eu vou comer >> chegar nessa nesse momento de conseguir rir do próprio problema, você acha que é Um principal, é o caminho importante assim para
você falar: "Pô, acho que essa tô superando essa situação". >> Não é superar, é saber lidar. É, é diferente. Então, por exemplo, aconteceu que nem uma vez bateu, uma pessoa deu ré e bateu no meu carro >> na Porsche, >> era na, eu tinha uma BMW na época. Ele deu a ré com tudo. O, eu tava saindo do meu prédio, segurança falou para eu ir e ele não, ele tinha um carro tava parado Mesmo. >> E a hora que o cara falou para ir, eu fui a, ele deu a réu meu carro e não tinha
o que fazer. Aí eu, o cara veio no primeiro ele percebeu, acho que a cagada que ele fez. Eu acho que ele fez de propósito, porque é porque não fazia o menor sentido ele dar uma ré tão forte numa Tucon para bater numa BMW. Parecia que ele queria dar perda total mesmo, porque foi o que aconteceu. >> E aí ele desceu e falou para mim assim: "Nossa, eh, foi mal, né? Desculpa, alguma coisa assim". Eu falei assim: "Então, desculpa, não paga a conta". Mas eu tranquila falando assim. Aí ele ficou puto que eu falei essa
frase. Aí ele falou assim: "É, mas você também?" Eu falei: "Hum, azedou". Beleza. Fe, abri o meu, falei pro segurança, falei: "Shama meu filho, por favor, mas tudo assim, como eu tô falando aqui, >> fala pro meu filho descer". Meu filho desceu, falei assim: "Filho, o seguinte, não bate palma para o louco dançar frase clássica, né? Não vou mudar palco. Pergunta só se tem seguro, vê a placa e é isso. Para o carro na garagem, eu tô ocupada, eu tenho que atender que minha cliente chegou no consultório. Beleza. Tá bom, mãe. Falei, ele ficou lá,
o cara ficou falando, eu não mais prestei atenção no que o cara falou. Dei a volta, peguei o outro carro, fui pro Consultório. Você não tem noção da repercussão que isso deu no meu prédio. Os todo mundo falando: "Meu, que incrível como que ela lidou dessa maneira?" E aí eu cheguei no consultório, a minha cliente falou: "Nossa, eh, não, como é que foi?" Eu falei: "Ah, desculpa o atraso". Ela: "Não, tudo bem". Eu falei: "Não, um cara resolveu bater no meu carro e aí deu uma atrasadinha, né?" Aí ele, ela: "Oi". Eu falei: "É". Ela
Falou: "Mas como assim?" Eu falei: "Cara, é tão bizarro que aconteceu que eu tô até agora tentando entender se isso não foi uma pegadinha. Ainda fiquei rindo com ela." Eu falei: "Não, deve ser, deve ter câmera, os caras devem estar me sacaneando". Porque eu não sei te explicar, o cara simplesmente do nada deu a ré, mas deu uma ré, não é uma rézinha que deu uma encostadinha, ele deu uma réça, com vontade. Eu nunca vi ninguém dando ré vontade, sabe? Tinha Que ser muito ruim no volante pro pro cara perder o pé, sei lá, o
que o cara queria. E eu comecei a rir com ela. Aí ela falou assim: "Nossa, Ana, eu quero, eu quero isso pra minha vida". Aí eu falei: "O quê?" "Viver o problema levando dessa maneira." Eu falei: "Amor, a outra opção seria qual?" Vamos pensar aqui comigo. Eu ficar brava, estressada, bater boca com um cara que claramente é culpado. É só olhar a câmera. Ele que deu a ré, não Fui eu que fui, eu tava parada para sair. Então assim, eu não, qual seria? Eu vou, eu vou entrar, vou ter estress, vou usar meu cortisol à
toa. Em nome do quê? Nem sei quem é o cara. Eu vou usar o a reação primitiva, luta e fuga. Vou lá bater no cara. Para quê? Aí eu falei, falei: "Então, o que que que faz essa diferença?" Quando eu vi que o cara não tava querendo conversar, eu entendi que o que ele queria era a Treta. Não, não dou palco pra treta. Dificilmente alguém briga comigo, a não ser que eu queira. >> Aham. >> Caso contrário, quem manda nas minhas reações sou eu. >> E o que é inadmissível, inadmissível para você, que aí sim
você quer treta? Eh, depende do meu dia, depende do meu humor, [risadas] depende. É porque como eu sei jogar muito bem com isso, >> às vezes eu me divirto, né, também, né? >> Mas é, teve aconteceu um negócio no prédio, um cara, eu tava voltando da praia e tava o meu cachorro, meu marido, meu marido, ele tem a barriga dele foi muito mexida, tudo. Então, ele tem muita dor de ficar na mesma posição muito tempo, né? E eu parei, não, não deu assim 2 minutos para parar o carro numa vaga lá no meu prédio para
ele chegar mais perto do elevador, né, para ele descer. Nisso um cara entrou na garagem Já absurdamente numa velocidade bizarra e parou, travou meu carro. Eu fiquei olhando, eu já tinha tirado meu cachorro e meu marido e aí ele parou o carro e e deixou parado. Eu falei: "Não vai tirar". Aí ele falou, aí ele desceu do carro, veio no na no meu vidro, a senhora tá errada, é um absurdo. E aí eu hoje analisando, né? Hoje não, né, mas depois analisando eu fico imago, quantas pessoas não pararam ali para descarregar Presente, descarregar compra, descarregar
não sei o que. Eu fico imaginando que ele que eu era gota d'água no copo cheio, sabe? >> E que o cara já tava assim, eu vou entrar correndo porque se tiver alguém lá eu vou arregaçar. Eu virei o bode expiatório do cara. Ô dó, né? Aí eu deixei ele bem mal. Porque eu fui falando coisas para ele depois que ele que eu pus o ele para pensar. Então eu tenho umas perguntas Que a gente psicológica dele. >> É lógico, né? Eu não queria fazer isso, mas ele não queria tirar o carro e eu também
não ia discutir. Eu falar: "Beleza, você não quer tirar o carro, a gente fica aqui. Tô no ar condicionado, tem gasolina, posso ficar aqui o dia que eu quiser." Ou melhor, eu posso fechar o carro e ir embora. Eu quero ver você tirar meu carro. você vai resolver tirar o carro. Aí ele putinho, tirou o carro não bastando, Porque aí até então eu tava tranquilo. >> Aham. >> Não bastando. Eu parei meu carro, desci do carro, ele veio vindo brigar comigo. Falei: "Ah, agora até me arrumei melhor". Falei: "Agora vai vem, pode vir, pode vir".
E aí eu destruí ele, mas só com frases de efeito. Tem um cliente meu que eu ensinei isso para ele, foi tão engraçado. >> Ensina pra galera, ensina pra galera. [risadas] Ele assim, né? Ele tava, ele queria, não sei o que que aconteceu com ele. >> É >> que aí a mulher foi brigar com ele, uma mulher foi brigar com ele, né? E aí a mulher começou porque você que não sei se era, não sei o que que era, era trânsito ou padaria para parar o carro, sei lá. E aí era porque você Ele abaixou
o vidro e falou assim: "Gorda". Aí a mulher ficou assim, ó. Aí fechou. Aí ele saiu. Aí eu falei: "Mas ela era gorda?" Ele: "Foda-se, não sei se ela era, mas que ela ficou ali em choque, parou de encher meu saco. Esse é o objetivo, né? Você não me ensinou." Eu falei: "É isso, >> entendeu?" Eu podia ter falado o pau pequeno. >> Eu nem sabia se era, se não era, mas o carinha é maravilhoso, entendeu? Você dá uma coisa que é pro outro ficar em Choque. >> Sim, sim. O cara ficou em choque. Ela,
eu falei: "Nossa, gorda nunca tinha imaginado, mas boa, boa." Que mulher que não acha que ela é gorda, né? Você pega no psicológico total. Cara, tem umas perguntas rápidas aqui que a galera separou. >> Você já fez alguma >> cagada? >> Não, vou começar. É, mas é mesmo. Você já fez alguma cagada a ponto de bater um Dos seus carros? Certo. Bateram em você, mas você já bateu? >> Eu com 13 anos é péssimo que >> Mas ainda não era nave, né? >> Pô, então não sei porque era um carro zero do meu pai na
época era um Monza, não era uma nave que que eu uso, mas era meus carros não batam, não batam. Eu tô muito atenta, né? >> Eu sou muito, tô muito ligada. Fiz uma cagada. Deixa eu ver que que eu fiz. Peguei buraco sem ver, mas não não dá, gente. >> Tiraria do sério, né? >> E meus carros tem tem personalidade. A gente põe nome, conversa com eles. É meio >> Tinha Cell, né? >> Tinha a Cell, mas tinha a Megan, né? A primeira primeiro foi a Maitê, que foi o Mustang. Meu primeiro carro foi o
Mustang. A Maitê >> porque ela era robusta. Mentira, né? Eu Falo que ela era meio usada demais, que a [ __ ] é Mustang, não é fácil de dirigir. Aí era a Maite traseira, né? >> É tração traseira, uma chuvinha, uma garua, ela veio parar aqui. >> Você vi lateral, >> não? Impressionante. A Mega era a Porsche preta que foi que eu fui, fui, fui filmada. Aí tinha a Cell que era do Carros, mas a gente conta toda uma identidade. A Cell não queria vir pro Brasil porque aqui tem muito muito Buraco, saco, porque como
demorou 8 meses para ela vir, >> a gente ficava criando essas funfixes assim, engraçado. >> O meses >> é porque ela, sabe como é que funciona uma compra na Porche? Não, >> não sei hoje como é que tá, mas você entra no qualquer um pode entrar no situm >> e montar uma porche. >> Abriu uma aqui do lado agora. >> É a Bexp, né? É, mas você pode entrar no Mas mesmo assim, >> se eu quiser chegar lá e >> ele vai fazer isso com você. Ele vai sentar lá, vai colocar no, vai entrar no
site da Porsche e vai configurar uma Porsche. Por isso que não existem Porsches iguais, porque se eu mudar o fundo do da cor do relógio já é diferente, tá? >> Então não é linha de produção, >> é você monta sua o seu carro >> e aí você monta o carro e aí sai um código e esse código você leva pro vendedor. Aí você chega lá, foi minha experiência foi essa, né? A gente chegou lá, entregou o código pro vendedor e ele analisa com você o código. Ah, sei lá, não é melhor você colocar aquele lift
para subir o carro, tal, não sei o quê? Ele vai dando dica e a gente vai mudando. Só que a cada coisa, você entra no site, você vai ver o preço. A cada coisa que você vai colocando, o preço Vai aumentando. Então, você quer uma roda, tal, aumenta não sei quanto, ah, não, tira a roda, bota não sei o quê, você cria o seu carro. Beleza? Animal, tem videogame. >> Aí, até então você não paga nada. Na época tinha fila para comprar Porsche. Era uma experiência comprar um Porsche. Eu não sei hoje como é que
tá, mas eu acho que ainda tá, porque os carros que eu quero comprar deles, primeiro que eles não me vendem. Eu quero comprar uma GT3 RS, uma GT4 RS, eles não deixam entrar nessa fila porque é só pros amiguinhos. Palhaçada. Eu tentei fazer amizade, mas eles não queriam fazer amizade. >> Tem que aprofundar aí no duro, duro. Mas assim, eh, e aí eu até então você entra na fila, passado um tempo, seis meses, o cara te liga e aí, Ana, vamos para jogo, vamos fazer >> concretizar, >> concretizar. Aí você vai lá, dá, sei lá,
Na época, sei lá, dei R$ 10.000, R$ 1000, alguma coisa assim, só para eles agora vão produzir aí a a vai fabricar. Então ele faz uma revisão de se você ainda quer tudo que você tinha colocado. >> Ele se te sugere uma coisa sim ou não para pôr ou tirar >> e aí agora é valendo. Então não dá para mudar mais nada. Agora vai ser fabricado para você. demora eh a fabricação e e o navio trazer vai demorar mais uns três meses. E aí ela nasce literalmente, ela Ela chega no no como é que chama?
No negócio de navio, gente. Como >> no porto, >> no porto. Ela chega no porto e eles não traz uma carreta. É cada caminhãozinho traz a o seu carro. O seu carro vem dentro de um único caminhãozinho. >> Acho que é porque não tem seguro para uma carreta de porche. Aí o caminhãozinho vem, eles abrem, filmam, ela nascendo, tão fofinho. Ela desce assim. Foi tão emocionante >> ver ela nascer. Ela nasceu. Não, você viu eu mudando pra GT3? >> Pode ser do >> da Paito. Pode ser. >> É outra outra coisa. Outra coisa. E aí
ela nasceu e aí a gente foi lá buscar e aí a gente, né, batizou ela de mega. >> Olha, é muito >> muito bom, >> muito bom. Experiência é tudo nessa vida. Quando quando você entende que a experiência primária é a experiência da Vida, então esse treino que eu falo para você, faz xixi, presta atenção, faz cocô, presta atenção, não leva o celular para fazer cocô, não leva nada, revista, nada, só vai e e faz, realiza, sente consciência do agora. É isso que faz todas as outras experiências ser o má aqui, ó, olhando o celular,
assistindo coisa no celular. >> Aí, Nara, fica difícil a vida. Você acabou com com a com o exemplo que eu dei tá >> almoçando e assistindo o celular. >> Aí não vai ser feliz. Não vai ser feliz, amor. Sinto em dizer, vai tá, ela vai estar com a felicidade nas coisas que é por isso, não é o caso, tá era, só usando como exemplo, mas é por isso que as pessoas elegem coisas e nunca tão satisfeita quando atingem o objetivo. >> Ah, sou eu. Então agora tenho que falar sobre isso. >> Ei, [ __ ]
>> Ó, eu venho de uma de trabalho, Verdades. >> Trabalho com produção há anos, tá? 20 anos na área. >> E a a vida de produção audiovisual é o quê? É planejamento e entrega o tempo inteiro. Entregou um projeto, começa o planejamento do outro, entrega. E aí eu venho numa tocada de tantos anos nessa, de planejar todas as etapas, fracionar, apresentar ideias pro pro cliente de todos os possíveis desdobramentos que o projeto pode acontecer, que você leva Isso pra vida de alguma forma. >> Uhum. Então, eh, vou citar aqui o canal como um exemplo. >>
A gente atingiu os 100.000 inscritos e para mim aquilo era só uma etapa do processo, porque eu eh foi todo um planejamento >> de, pô, aprender a falar diante das câmeras, conquistar uma audiência, encontrar os caminhos, fazer com que a equipe se transforme, chamar parceiros que quando cheguei nos 100.000 inscritos Eu não tive nem vontade de comemorar. >> E isso acontece em várias outras áreas. Quando eu comprei um carro que era o meu carro dos sonhos. >> Qual que é >> a Audi Q3? >> Era, pô, eu queria muito ter aquele carro, um carro turbinado
que é um carro pra família, mas que ao mesmo tempo ande bastante, >> mas tipo, não tem essa de, ah, vou soltar fogo. Eh, que legal. >> Então, >> é um problema. Não é que é um problema, é o que é o que a gente tá falando. >> É exatamente o que a gente tá falando. >> Se você entender que a primeira primeiro desafio é sua experiência de de estar vivo, se você Isso é treinado, essa consciência já diz o nome, é consciência, é com a ciência de Isso é treinado. Você tem que se condicionar
A perceber o que é a felicidade, que é estar vivo. É aí que tá a felicidade. >> Aham. >> O planejamento, você tem que validar etapas. Então, o que que é validar? É reconhecer o feito. >> Sim. Então, e é só o fato de você tá treinando a sua felicidade do agora e reconhecer o feito vai te dar a felicidade. Vai, falei errado, vai te dar a realização na tua mão. É, é um Feito meu. Isso corrobora para te dar melhor autoestima, capacidade de crescimento, porque você sabe que é progressivo. >> Uhum. Mas tem que
validar as etapas. A validação ela precisa ter, ela é um recurso que você desenvolve. Uhum. >> Porque você pega uma coisa e vai, você só vai. Pode ir. Você vai construir um prédio, você constrói o prédio, o prédio fica pronto, beleza? Tá dentro de um planejamento, tal, tal, tal. Mas a Validação ela tá ligado a uma experiência. >> Para mim parece que é uma validação interna, sabe? Eu não tenho a necessidade. Eh, por exemplo, entreguei um projeto que deu tudo certo, o cliente elogiou. [ __ ] não tenho nem vontade às vezes de postar, sabe?
De ai mostrar pro mundo ou de sair para jantar e qualquer coisa do tipo. >> Então, mas você concorda que >> tô feliz, >> mas pensa assim, ó. >> Mas eu não tenho, ah, quero mostrar pro mundo, sabe? >> Então, mas mostrar pro mundo pode ser uma opção, porque não é sobre o mundo, até porque visão de mundo é como eu enxergo o mundo. Sim. >> Voltamos no comando de voz. >> Então, para para eu qual é eu eu faria uma pergunta. Qual é o propósito para mostrar isso pro mundo? Tem que tá Dentro de
um propósito. >> Às vezes não, tipo, >> não. Então, mas se tem um propósito, por exemplo, você eh tem o canal, >> é o o tem um propósito de conquistas profissionais mostrar, mas conquistas pessoais, não faço a menor questão de mostrar nada. >> Eu também não. >> Eu também não. Nem era para todo mundo saber que eu tenho os carros que eu tenho. Mas que que eu posso fazer? Todo mundo viu. >> Mas assim, o legal eu, para que que serve o meu carro quando Então vamos voltar só um pouquinho. Lembra que eu falei do
querer? >> Uhum. >> Então, quando eu decido o que eu queria, por que que eu quis coisas? Porque como eu tava vivendo o que eu tava vivendo, aonde eu não tinha o que fazer, eu comecei a criar na minha cabeça qual seria os cenários do que eu ia desejar Do mundo, porque eu já eu tava ali numa situação que eu não tinha muito o que o que fazer. E uma das primeiras coisas que eu pensei é: "Eu não sei o tempo que eu vou ficar aqui, mas quando eu sair daqui, eu vou sair igual um
stiling." Exemplo, vamos supor que uma pessoa começou a fazer o que eu faço há 10 anos atrás, a hora e eu não vou ter e esse, né? 10 anos de conquista, tal, porque eu nem tinha cliente, lembra? >> Eu falei: "Beleza, assim que me soltarem >> eu vou eu vou passar a pessoa que fez 10 anos." Não é pela pessoa, é só porque eu queria configurar na minha cabeça um parâmetro. Se eu tivesse fazendo uma coisa h, né, uma pessoa que fez há 10 anos, que podia ser eu, fazendo 10 anos, eu chegaria aonde? Então
eu vou transpor esse lugar, eu vou eu vou fazer, vamos supor, 10 anos em dois. Sim, >> esse é o comando. E isso até hoje eu faço. Eu consigo coisas no meu dia que é bizarro assim, eu dou conta de tudo. >> Otimização. >> É, mas por comando de voz. >> Então, quando eu tava ali na situação que eu tava, eh, eu comecei a falar: "Bom, agora eu quero tudo do mundo, né? Eu quero tudo do mundo. O que que eu quero? Eu quero um carro, eu quero um carro blindado. Nunca tive um carro Blindado
na época. Quero carro blindado. Eu quero um carro de brinquedo, porque eu sempre gostei muito de carro. Eu quero eh um apartamento gigante. Eu eu quero um apartamento que tenha tudo que existe dentro do apartamento. Não sei nem o que é. que venha com tudo que tem dentro do apartamento. É tudo que eu tava pensando. E eu ficava me imaginando, imaginando como é que seria est no carro, como é que seria a experiência de est ali, que que eu ia Pensar, que que eu ia, como é que ia, como é que a coisa ia funcionar,
>> se colocando, né, no >> criando na na mente mesmo, porque a imaginação e a criatividade ela não tem limite. A imaginação e a criatividade, ela elas são elas tão dentro da inteligência. A inteligência é habilidade de resolução de problema. Então, por isso que quando acontece um problema no seu endereço, seria inteligente você usar a sua capacidade De resolução de problema, porque você vai ficar mais inteligente. >> Sim. >> É uma habilidade. Quanto melhor, quanto mais eu faço, melhor eu fico. >> Toal. >> E aí eu comecei a criar tudo na minha mente, mas eu
sabia o que eu queria. Então eu determinei o que eu queria, mas eu não ficava pensando isso toda hora. Eu ia vivendo, eu ia olhando. Só que este querer e esse objetivo afere Percepção. O que que é aferir percepção? É olhar paraas oportunidades, para tudo que tem no mundo, entendendo que aquilo pode ser a primeira etapa da onde eu vou chegar. Que nem para eu vir aqui >> estar atento, né? para eu não é estar não >> não não >> não não é tá atento porque não eu nem sei que eu tô atenta. >> Como
assim? >> A ferir percepção é a história da joaninha que eu te falei, >> tá? >> Eu eu dei um exemplo, eu sempre dou pros meus clientes, é peça para ver uma joaninha. Universo, eu quero ver uma joaninha. Esta frase afere percepção. O que que você não vai lembrar da joaninha, você só falou uma vez. Você vai est vivendo e de repente você vai dar de cara com uma joaninha, seja numa Foto no Instagram, seja sua filho com uma camiseta, qualquer, você vai olhar na rua, você vai olhar pro lado e de repente que que
vai ter lá? Uma joaninha ou um bichinho mesmo ou uma joaninha. E por que que é assim? Porque o que tem no mundo é feito de átomo. Átomo é frequência. E eu posso escolher que eu quero que a minha percepção localize isso no mundo. É assim que funciona. E eu só falo para as pessoas, vem uma joaninha, porque a joaninha ela, você Não tem nada contra uma joaninha, né? Porque se a pessoa falar: "Puta, eu engasguei com uma joaninha, beleza, então vamos pedir uma borboleta?" Sei lá, tô dando, entendeu? A questão é é uma coisa
que não tem nada, não tem nada, não tem história. >> Aham. Então não tem crença limitante, porque a crença limitante é herdada, não é sua. Alguém >> normalmente dos pais >> ou de quem criou ou de alguém que você viu que falou uma coisa e você confiava tanto nessa pessoa que você catou aquilo. A minha minha família, por exemplo, dizia que esses carros caros eram absurdo quem pagava. E eu por muito tempo convivi com isso até eu entender que em 2013 eu ressignifiquei a minha história com dinheiro. Eu que eu já sabia que eu era
boa, que eu tinha muito resultado, mas eu não tinha o dinheiro que eu imaginava que eu deveria ter. E Eu falei: "Tá, onde tá localizado isso? Essa trava, o cérebro é um processador de informação que ele vai lá na sua galeria, né, na sua memória, a memória é atemporal, ele traz a imagem do da onde foi fixado aquilo. E era minha mãe falando mal de quem tinha dinheiro. Então, minha mãe, figura hierárquica de poder, eu criança entendendo que ela falava aquilo, logo, óbvio que aquilo entra. E a gente tem que atualizar o nosso software depois
dos 23 anos que Tem o frontal ativado, que no cérebro a última função cerebral é o frontal, tomada de decisão com perspectiva de futuro. Porque eu tô usando o repertório de quem me criou, porque eu ainda não tinha, o meu cérebro não tava pronto na totalidade. >> Atualizar seria se distanciar como >> não não atualizar é se eu tô travada em algum lugar, eu tenho que atualizar o software daquilo. Eu tenho que fazer a pergunta, tá? Da onde veio isso? Aí vem A cena. Aí eu ressignifico. >> Mas por que especificamente com 23? >> Porque
é com 23 que o a última função cerebral é ativada. >> É em torno de >> não tem não é um marco. Pode ser 22, pode ser 24, >> tá? >> Ou 26. >> Nessa fase, né? >> Nessa fase é a última função que é até porque >> é uma idade boa para fazer uma análise, então para ir no psicólogo e tentar um neurocientista. É, é uma idade boa se você se deparar com coisas que você não tá sabendo lidar. >> Exato. >> Aham. >> Né? E você vê que bizarro, né? A gente escolhe com
17, 18 fazer faculdade. Claro que vai ter um monte de gente frustrada, né? Porque não, eu fiz a Administração porque a minha amiga fez, mas não, eu sou péssima com o número. >> Hum. Eficiências contábeis também. E >> então, entendeu? Mas aí >> fiz porque é o universo que onde eu tava inserido que você vai ter bolsa, [ __ ] vamos fazer porque é o que dá para fazer, >> entendeu? Então, então, mas é isso. >> Agora a gente pode depois arrumar e é isso que é legal. Depois o 23, 24 você pode mudar qualquer
coisa que você Quiser na sua vida, porque aí você se discrimina, faz de novo o processo da adolescência. Então, que que eu fiz? Na minha mente imaginária, eu criei uma prateleira de livro e coloquei no livro fictício ali, né? O o tema era o que minha mãe pensava sobre dinheiro e agora eu tô escrevendo o meu. >> Sim. >> É por isso que eu fico com raiva quando alguém fala assim: "Ai, a abundância". Que nem o o cara, né? Ai, não, dinheiro Não traz abundância é ruim, >> não. Ó, quem ajuda demais os outros? Está
fugindo de si. Verdade ou mito? Depende, depende o que que ele quer só se preocupa com os outros ali, tá olhando no entorno tempo inteiro. Tá, ele deve tá, então depende. É muito, é muito complicado falar sem ter mais informação. >> Vou dar um exemplo. uma pessoa que não teve filho, >> tá, >> tá com uma idade mais avançada e que ao invés eh de ter uma vida um pouco mais, já tá com uma idade avançada, ter uma vida mais tranquila, tá o tempo inteiro se preocupando com todo mundo, seja o sobrinho, seja o tio,
seja o primo, seja a pessoa quer cuidar de tudo. >> É uma mulher. >> É uma mulher. >> Ah, sim. Então, ela tá exercendo a função da maternagem, que a gente fala que é do cuidado. Ela não teve o filho para cuidar, mas ela tem essa predisposição a cuidado. >> Então, ela está fazendo o que dá com o que tem para hoje. >> Então, ela tá só exercendo o cuidado. A mulher cuida, ela tem uma predisposição a cuidar porque ela que gesta, ela tem que cuidar do bebê. bebê precisa de uma pessoa e se for
a mãe melhor ainda. Ou Qualquer, você pode ver, a maioria é mulher ou homens que se comportam como mulher para fazer o cuidado, a maternagem, a a entender o que que é o sensível da criança, ter essas coisas que é a intuição, >> será que esse choro é frio, fome, calor ou dor de barriga? Então isso tá muito no feminino. >> Uhum. Ela pode est usando isso como projeção. Então ela ela é, na verdade ela projeta e ela consegue viver a Experiência sem ter tido a experiência de ser mãe, como diz assim. >> Mas é
uma fuga. >> Não, >> não, >> não. Fuga seria se ela abandonasse a vida dela e o cuidado dela. Se ela não se cuidar, se ela tá toda capenga, não vai, não vai toda cagada, >> cuidado querendo cuidar de todo mundo. >> Aí é, aí é fogo. >> O cérebro não diferencia a realidade da Imaginação. Verdade ou mito? É verdade, né? Ele não diferencia o que é tanto que eu criava tudo na minha mente imaginária, eu já tinha e depois eu tive o tudo que eu tenho, porque eu eu descobri várias coisas, né, no nas
minhas experiências, que foi incrível essa história de pedir dinheiro. Eh, eu eu a minha meta depois que eu ressignifiquei dinheiro era: "Eu vou ganhar tanto dinheiro que eu vou rasgar Dinheiro". Essa era a meta, >> caramba. >> Aham. Essa era a meta. >> Vou jogar dinheiro. >> Essa era a meta. E aí eu coloquei isso como meta e fui viver. E aonde isso me levou? Foi num lugar que eu recebi dinheiro picado. Eu vendi um apartamento, a pessoa que comprou esse apartamento estava toda desorganizada. Eu arrumei essa. Eu mesmo ela não, ela Não era, ela
não era minha cliente, mas eu falei: "Ó, ah, ela falou: "Não tenho dinheiro". Falei: "R$ 10 eu te organizo". E porque eu sou essa pessoa que organizo todo mundo, independendo da pessoa querer ou não, eu vou vou te dando dica. Eu vou te dando dica. Eu quero fazer, eu quero espalhar a informação pelo mundo. Palavra. >> Exato. Não, mas é porque se o mundo seria melhor se todo mundo cuidasse do seu próprio mundo, individualmente Falando, né? Então eu eu saio fazendo isso e aí essa mulher tinha acabado de pedir licença do trabalho que ela tinha,
tal, e eu consegui organizá-la. Ela falou: "Eu tô pensando em voltar porque eu tô melhor". Falei: "Bora voltar que eu quero entender o que que aconteceu lá que fez você sair". E onde que era? Banco Central. E quando eu fui lá, ela foi lá que ela tem que pedir pra psicóloga que liberou voltar, né? E a psicóloga falou: "Onde você foi? Que é isso? Eu vi como você tava e olha como você tá agora. Que mágica é essa? Não é mágica, é a Ana Cláudia. E aí me apresentou lá. E aí eu atendi quatro pessoas
e a história é longa, tal, tal, tal. Mas basicamente o o cara que ela falou que era o mais chato que eu iria atender foi o o foi maravilhoso tudo, né, com ele lá, o atendimento, tal. E ele falou assim: "Ana, agora eu quero te levar num lugar e quero te entregar uma coisa que é tipo honra ao mérito". Eu: "Ah, bacana, legal, né?" Ele me pôs um pacote, eu devia ter trazido, pôs um pacote de dinheiro na minha mão, assim, pôs um pacote prensado assim. >> Aham. Eu segurei, falei: "Que é isso?" Ele falou:
"Dinheiro." Eu falei: "Dinheiro o quê?" Ele falou: "Dinheiro picado". Eu falei: "Oi". Falei: "Caralho, velho, não é que a meta vem melhor, veio embalado e prensado. Eu já rasgou um monte de papel, dói a mão." >> Aí eu descobri que a meta vem melhor. Aí é muito engraçado porque essa história continua. Aí eu brinquei com ele e falei assim: "Agora eu quero todas as notas". Eu tenho, né, todas as notas picadas. Eu tenho de 50, de 20, de 10, de 100. >> Aham. >> E tem cabe 1 milhão naquela na no prensado. Foi muito engraçado.
Meu primeiro milhão foi dinheiro picado prensado. >> Não, não utilizado. >> É, mas simbólico demais, porque quem pediu? >> Quem pediu? Eu. >> Eu pedi dinheiro para rasgar. Eu entendi que já tinha onde tinha dinheiro rasgado, foi para onde ele me levou. É, a frequência do dinheiro rasgado tava nesse lugar. É isso que é o >> é o cuidado que você tem que tomar com o que você pede também, com o que? >> Voltamos no quê? Voltamos aonde? No comando de voz. >> Uhum. >> Comando de voz, conceito, significado, tudo tem nome. E você vai
para onde você quer. >> Só que deseja o mal, né? Que idealiza o mal. Nossa, vai viver o mal. Não, ela vai viver o mal, mas ela volta para ela, né? Porque a pessoa que pensa muito no mal, ela sente o mal e aí afere percepção para sentir o mal. E aí ela, essa pessoa vai estar sempre olhando toda a parte ruim do mundo. Olha a Criança passando fome, olha o cachorrinho sendo maltratado, olha ai, tá, tá tendo muito assalto. Olha, não sei. Ela ela tá, ela escolheu >> quase canalizando aquilo. >> Mas é, >>
é, >> é porque é frequência, é frequência, tá ligado? Em frequência, muito cuidado, >> tem que entender como é que funciona, entendeu? >> Toda mente brilhante tem um lado Sombrio. >> Depende. Se for mal resolvido, sim. Se a pessoa é mal resolvida, ela vai ter vários lados sombrios. >> Todos somos luz e sombra. Você concorda com isso ou não? >> Não. >> Não. >> O que que seria a sombra? O que eu não conto para ninguém? Mais ou menos isso. Não que só não conta, mas que nossa, aquela pá fiz uma maldade, já pensei uma
Maldade, qualquer coisa do tipo. >> É que é que eu não vejo isso como sombra, eu vejo como coisas que eu sei, que vivi, mas não quero contar. Eu não vejo como sombra. Sombra. Eu, eu, e, para mim, uma para mim a o significado de sombra é quase que é quase uma perseguição, sabe? Se tipo assim, você carrega um peso muito ruim de algo, mas é porque você não visitou e não ressignificou. Mas se você revisitar e enfrentar e Ressignificar, não tem >> ser a velha do porche é melhor do que ser a jovem do
Corolla. >> Ah, com certeza. >> É. Coró, o [ __ ] [risadas] Claro. E agora eu fico zoando, >> trocaria. >> Eu fico zo eu tenho eu tenho uma Eu tô com a Porche aqui inclusive, né? Eu, >> eu vou dar uma >> É que esse é meu, é meu daily, minha Porche do dia a dia. >> Ó, que chique. >> E, e eu brinco com o meu filho que ele fala assim: "Mãe, a porche tá ficando meio, né? Os caras tão tá tendo muita bagunça com porche, né, tal, né?" Aí ele falou: "Mãe, vamos
mudar, vamos, sei lá, para outro". Aí eu viro, mas filha, meu branding, né? Eu sou a velha do Porsche. Se tirar o Porsche, eu vou ser só a velha. Não dá. >> Ah, pode ser uma velha da Ferrari. >> Então, aí é é o outro lugar que eu tô seriamente pensando em, mas não sei ainda, >> não sei. Eu tô tô várias dúvidas. Eu quero ainda uma Turbo. Tem tem um monte de >> Ah, então já conta qual que é o seu sonho não realizado. >> Não é, na verdade não é sonho realizável, né? Porque
assim, eh, a parte da barreira já foi aberta. A, a parte que eu tinha que romper era ter Meu carro blindado e ter meu carro de brinquedo. >> Uhum. >> Que que foi o Mustang. >> Ali eu rompi. Agora o resto é uma questão de tempo eu ter todos os carros que eu quiser, >> porque eu já entendi, eu sei, eu sei como é que funciona, né? Então é saber como funciona, que eu tô contando tudo aqui, não tô escondendo nada. Sim. É isso. Agora, >> e qual foi o maior eita da sua vida? >>
Maior eita da minha vida? Não sei em que conotação você tá falando. Imagino que seja uma, mas eu vou falar do Eita. >> Fala do Eita e fala do Eita da Vina. >> Do Eita. É que o Eita, o Eita para mim sempre é sempre tá ligado a deboche, >> não tá ligado ao problema. >> Não, >> não. Tipo, eita, ai que merda. Eu derrubei o negócio, sabe? Eu vou est Sempre Não tá ligado a coisas >> deu merda, porque às vezes deu merda, eu falo: "Eita, >> não, não pode ser o eita, que deu
merda, mas eu mas é tá muito ligado também >> a já muito treinado pro bom humor, >> tá? É um é um tá muito adaptado pro bom humor. Só que olha que interessante, aproveitando isso, o É muito interessante que lá atrás, quando eu resolvi ficar viva, né, eu descobri uma coisa muito louca que eu Comecei a a criar a a escrever minha metodologia, né? E eu e eu percebia claramente que as pessoas até para para tudo isso que eu tô te falando, tem uma coisa que só funciona se você racionalizar sua emoção. Porque a pessoa
que só vive reagente e então, por exemplo, ela vê uma coisa, um problema e ela passa mal pelo problema e ela fica muito tempo nesse lugar, afere percepção. O cérebro Entende escolha. >> Sim. E essa aferir percepção pro ruim vai trazer um monte de coisa ruim. E ela, como ela não entendeu como funciona para usar o mecanismo a favor dela, o cérebro vai tomar a frente desse lugar e no acúmulo de tanta coisa ruim, porque ela não sabe que escolheu ficar no ruim, ele vai entregar para ela um um adoecimento, porque doença mental pro cérebro
é recurso. Quando a pessoa não entendeu o recurso que ela tinha >> Uhum. >> Então ele vai adoecer. Então, a psicossomatização, >> sim, >> que é o transbordo, né, da emoção no corpo físico, >> tá ligado nessa nesse lugar. E é uma coisa muito simples que é fazer pergunta, que é uma coisa muito interessante do coach, que é fazer pergunta. Por isso que teve o coach lá atrás como estudo de Base sobre se eu tenho a minha emoção, que ela reage, como é que eu consigo racionalizar? usar a racionalidade. A emoção é uma uma é
uma é uma eu falo que a emoção ela é burra porque ela só é reativa e ela tá localizada numa numa porção do cérebro muito pequena e toda a racionalidade tá em todo o resto do cérebro que é gigante. Inclusive ele é todo amassado dentro, por isso que tem aquelas circunvoluções. Já viu o cérebro que é todo retorcido? Porque na superfície ele é gigante, ele é enorme, só que ele não caberia reto, né? que que a gente seria, né? Um avatar. >> Sim. >> Então, a superfície da racionalidade, né, que que usa as conexões, etc.,
tal, para resolver coisas é gigante. Só que a maioria fica na reação, se assusta dentro da reação e fica nesse lugar de Adoece, tal, entende tudo errado, faz tudo errado, tal. E >> as emoções dominam, né? é domina porque ela não sabe que ela precisava fazer uma pergunta >> para gerar uma dúvida, para sair da emoção e ir paraa racionalidade. Esse é o ponto. E aí foi quando eu comecei a entender que eu poderia fazer isso com todo mundo, porque se eu quero mudar o mundo de cada um, eu sozinha não vou conseguir. Eu tinha
que ter um meio. E aí lá atrás, quando nem se falava de aplicativo ou de WhatsApp e tal, eu já criava na minha cabeça e comecei a construir com todo o meu conhecimento quais são as perguntas estruturadas que te tira rápido da emoção e que te faz treinar a habilidade da inteligência para resolver problema. Eu comecei a fazer isso e o nome eita é elevar a inteligência a treino de autopercepção. >> Uhum. >> Porque vamos lá, que que é elevar? Quando você sente qualquer coisa, sobe pela medula, tá dentro da coluna. A primeira comando, primeira
reação, tá no tronco cerebral, que é a reatividade, que é o princípio do luta e fuga, que é sobrevivência, que tá, né, que que é só sobrevivência, luta e fuga. Para você eh conseguir lidar com a sua sair da emoção e lidar com a razão, você precisa fazer uma pergunta. E uma pergunta é o tempo suficiente é o comando e o tempo para chegar no Frontal. Então são 5 segundos. com uma pergunta é cinco segundos são ela, se você for perguntar, você vai ver que vai dar uns 4 5 segundos, que é exatamente a conexão
>> que vai te levar até o frontal, que dali sim é tomada de decisão com perspectiva de futuro. Exemplo, o carro bateu de réu carro, o cara veio falar, eu fiz uma, eu falei para ele uma afirmação, ele começou a brigar, falei: "É sério isso? que eu fiz uma pergunta, entendi que eu Não ia usar luta e fuga e chamei meu filho, tomei uma ação de solução sem ter nenhum tipo de prejuízo emocional. >> Sim, >> porque a questão não é nem o financeiro. Financeiro o dinheiro paga. Emocional nem sempre. Haja visto o próprio cara
que vê que o o cara tem um monte de dinheiro e é doente. Sim, ele é doente porque ele não soube lidar com a emoção dele. Simples assim. >> Então >> não soube fazer as perguntas certas. Então, elevar a inteligência a treino de autopercepção. Por que autopercepção? Não falei que a felicidade >> ela tá ligada a autopercepção, a consciência. >> Você tem que se perceber. O treino macro é esse. >> Então, quando eu faço você a ferir percepção, que é faça a pergunta, essa pergunta vai fazer você usar a Racionalidade. A, o Eita, ele tem
perguntas estruturadas para te treinar. Cognição. O que que é cognição? Interpretação. É tudo. Cognição é tudo. É conhecimento, informação. É como você usa isso a seu favor, memória. Tá tudo dentro da cognição, que é interpretação das coisas, que é os nomes, significado, etc. >> Tá? tudo isso. Então ele treina a sua capacidade de cognição. Então ele é um Treino cognitivo. Que que acontece quando você usa o eita umas três, quatro vezes, um pouco mais, você perce ele, o seu cérebro começa a fazer igual eu condicionei a água, eu bebo a água e ele diz vida.
Mas até eu conseguir fazer isso, eu tive que me condicionar. Eu tive que pegar, colocar na boca, beber e falar vida com vontade, vida. Estou ganhando vida para dar conta do que eu não tenho controle, mas essa foi a minha condição. >> Sim. >> O Eita ele faz isso. Ele treina as circuitarias neuronais de solução e com mais rápido, porque ela tem uma do do que você fala, ela faz uma pergunta, ela faz o contexto, ela entende o que que é e ela te faz uma pergunta. E detalhe, é com a minha voz. >> Que
demais. A gente pode testar aqui se quiser. >> Eu quero como como >> como como a gente vai precisar chamar os Universitários. >> Chama os universitários. Manda o ARL para mim, por favor. >> É. Eita. ponto >> virtual >> porque não é um psicólogo. >> Que fique claro, >> que fique claro. Não é para substituir terapia, ele é um treino cognitivo. É diferente. >> Agora abriu. Vamos lá. >> Acho que você tem que falar. Oi. Quero testar, né? >> Quero testar. Fotinho aqui é bem bonitinho. Depois a gente coloca lá no no vídeo. >> Hum.
Que é sou eu mais jovem. >> Ficou bem bonito. >> É a nova do porche. >> A novinha. A novinha do [risadas] >> é a novinha do porche. >> Legal. Carlos, posso liberar um teste Grátis por um dia para você experimentar. Sim, você pode se dedicar direitinho. Ótimo. >> Demora um pouquinho de propósito, né? Porque é uma conversa mesmo, né? >> É uma I, >> é uma Iá que tem por trás, né? >> São várias, >> só que tudo embasado no meu >> foi liberado. Então, faço algum questionamento da vida ou o quê? >> Mandar
um áudio. >> Um áudio. >> Manda um áudio. >> Vamos lá. Vou fazer aquela pergunta que eu te fiz, então. >> Tá. Mas fala de você, >> tá? Vamos lá. Eh, uma das grandes dúvidas que eu tenho é sobre comemorar conquistas. Então, tenho muito, muitas preocupações com planejamentos. Esses planejamentos eles são feitos de várias formas a ponto de ter plano A, B, C e D. E muitas vezes, ao alcançar esses objetivos, eh, é como se eu não tivesse a vontade de comemorar, porque ele tinha que se concretizar de uma forma ou de outra. Isso é
um problema. Agora vou comparar a resposta dela com a sua. [risadas] >> Deveria. Ela fala: "Não, você está totalmente errado. Você, ó, pensando aqui, Carlos, comemorar conquista não é só festa, é sinal de autovalorização. Sabe quando você parte Direto pra próxima meta, seu cérebro entende que nunca é suficiente, o que pode dar aquela sensação crônica de insatisfação. Por você acha que tem essa dificuldade de ser, por que você acha que tem essa dificuldade de celebrar? Já aconteceu de tentar comemorar e sentir que não faz sentido para você? >> Entendeu que ela o que que ela
tá fazendo? Pera aí. Eu te dei a explicação >> e ela tá fazendo você criar uma linha de Raciocínio explorando, >> devolvendo perguntas, né? >> Devolvendo pergunta, porque você vai ter que acessar esses lugares. >> Sim. >> É a base de pergunta. Aqui eu não tava fazendo uma sessão com você porque senão eu faria pergunta. Tipo, qual foi a vez que isso aconteceu e que não exatamente o que ela tá fazendo. >> Uhum. >> Agora pede para ela responder em áudio depois que você falar. >> Boa. Já aconteceu de tentar comemorar e sentir que não
faz sentido para você? >> Não, na verdade eu nem tento comemorar. Eh, meta atingida, bora paraa próxima meta. É mais ou menos isso. Então, fico feliz por dentro, me sinto grato, mas não necessariamente com vontade de dizer por mundo ou sair comemorando. Por favor, responda por áudio agora. Vamos ver. Vamos ver. Curioso. Ela falou: "Mano, esse cara é maluco. Eu nunca vi essa". Ah, só que ela tá digitando. Será que não vai mandar o áudio? Acho que não, hein? Vai. O criador tá ali, ó. Vai. Vamos ver. [risadas] >> Espero que sim. >> É o
que a gente espera, né? Opa, chegou um áudio. Tãã. Ufa. [risadas] >> Carlos, entendi. Seu jeito é mais focado, tipo, cumpriu a missão, já pensa na próxima, né? Só que quando você não marca esse momento de conquista, seu cérebro acaba ficando sempre na corrida, sem pausa, para curtir o que conquistou. Celebrar não precisa ser festa. ou postar para todo mundo. Pode ser só um momento de reconhecer para si mesmo, tipo fazer um café especial ou parar alguns minutos e refletir sobre o que Você conseguiu. Você já pensou em experimentar uma pequena pausa consciente só para
perceber o que mudou quando atinge uma meta antes de já engatar na próxima? >> Validação? >> Muito bom. Muito bom. [risadas] Vou assinar. É, >> já ganhou o novo cliente, >> é validação. >> Acho que ganhou alguns outros ali dentro, né? Que >> é, mas você entende eh isso, isso é faz toda a diferença. Uhum. Porque não é uma questão, é isso que eu falo, não é terapia, mas é você criar o seu cérebro aprendendo a fazer essas conexões. Porque quando você faz a pergunta ou você pergunta alguma coisa, ela te entrega, você vê que
ela usa o que você falou, ela termina com uma pergunta que é para fazer a próxima coisa que você vai falar e isso é um circuito. Então é treino cognitivo porque a partir Das interpretações e dos diálogos vai criando um circuito de solução e o seu cérebro aprende >> naturalizar, né? >> E aí ele aprende a fazer isso automaticamente. Agora o mais legal é que tá no WhatsApp, todo mundo tá com celular >> o tempo inteiro. >> Tem tem gente que tem um, dois, até três celulares. Então assim, o WhatsApp tá com você o tempo
inteiro. Deu ruim, >> fala. tá numa entrevista de emprego tensa, vai lá e conversa. Tá numa situação que não sabe como resolver, vai lá e faz. Então, o que que ela é? Ela é uma ultrapecialista com todo o meu conhecimento, todo meu conhecimento tá com ela. E a gente e a gente vai fazendo isso, o código dela é gigante, né? >> Animal. Então assim, é, e é além de tudo e a gente vai só vai melhorando, só vai melhorando >> como a pessoa assina, quanto custa, como que é >> acessar o site mentora viral. >>
Então, acessar o site mentoravirtual.com.br. E custa quanto? >> 19,90 por mês, >> ó. A partir de 19,90 por mês, você pode ter aí a com você o tempo inteiro, >> com a minha voz, hein? A boca também vai mandar nude. Mentira, é mentira. >> Ah, é? Pode mandar, >> eu brinquei, não é nude não, mas ó, você pode mandar as conversas, prints de conversa que você quer que ela, ó, isso aqui me deixou mal, tals, ou que que eu vou responder nisso aqui? Isso aqui tá muito chato, eh, tal, ela vai tudo, você pode mandar
artigo. Ah, vi esse negócio e fiquei super eh preocupado, será que eu tenho dela é infinita. >> Tá, tem a memória infinita. A memória é infinita, tipo, ela tem o seu histórico, >> chega chega numas conversas delicadas, Tipo de >> ela é preparada para isso. >> Tem um sinal de alerta lá que é aí tem todo uma um mecanismo que já é sinalizado e já tem toda a parte de de como é que se fala? É dos bastidores, né? Para aí aí é com a gente. Por isso que são várias inteligências que trabalham juntos. >>
Uhum. >> Tem os alertas para vocês. >> Tem vários. >> Animal. Animal. Cara, agradeço muito sua participação. Eu tenho uma pergunta aqui que eu faço para todos os convidados que eu não posso deixar de fazer para vocês. >> Não vou deixar você andar com meu carro. >> Não. >> Ah, não é isso não. [risadas] >> Eu tenho uma playlist no Spotify que eu alimento com uma música de cada convidado. Estamos plugados, adoramos música. Quero saber de você. >> Let dance. Dana Summer. Amo. >> Por quê? Qual é a memória afetiva que tem? não é memória
afetiva. O o ritmo dela ele ele vem leve. >> É. E ele te dá um up, ele ele é um ele conecta com uma vai crescendo e quando você tiver numa situação ruim, ele te ele te leva para esta vibração de felicidade, porque tudo é vibração e frequência e música é o melhor melhor recurso que a gente pode usar externo. O bom humor é interno e música é o Externo. >> Então é maravilhoso. Eu amo >> música ruim pode te levar para baixo também. >> O que o que você define de ruim para você, porque
é comando de voz. Então, vibra que eu acho, vibração, vamos dar um exemplo. Eh, certos tipos de funk que tem letras pesadíssimas, baixaria e coisas do tipo, pode te levar para um um lugar ruim? Provavelmente sim, mas tudo depende do Contexto que existe, porque se eu olhar só o ritmo na dança, por exemplo, >> não, não o a a mecânica da música como Mas assim, o que tá sendo, >> não é bom, né, gente? O que é tipo é tipo comer uma coisa que é ruim, >> tá? Mas de novo, não dá para dizer 100%
que é ruim, porque, por exemplo, o autor tá se dando bem com isso. Então assim, [risadas] ele não, só tô te explicando, é a História do coach que vende também só ele, né? Tudo bem, mas sociedade não. >> Exato. Mas pode ser o coach que vende o curso, >> entendeu? Então não dá, por isso que não dá para falar que é 100%. >> Agora >> o estúdio, o autor e tudo mais. É, mas mas posso te falar, eu vou agora, eu vou falar uma coisa bem >> eh eu tenho um funk, fizeram um funk para
mim. >> Ah, é? >> Não, é, é bizarro isso. E eu conheci a os >> Vai, eu faço a batida, você canta. >> Não, [risadas] é pior que eu sei, mas o mais louco disso é que às vezes é isso que tá dentro da comunidade e é onde os jovens se salvam. >> Sim. Por isso que é difícil a gente eh eh >> só tacar pedra, né? >> É, tem que tomar muito cuidado isso Porque é é dentro do do da comunidade deles, da sociedade deles ali, que isso pode ser uma coisa que é tratada
igual o índio, que o índio tem as músicas dele, é igual qualquer grupo que tem ali uma batida, uma música, um ritmo, sei lá, um ritual. E aí muito difícil a gente de fora falar não é ruim. Não, eu vou eu vou falar de entendi. Mas assim, não só de quem tá de fora. Recentemente eu tive que ir numa festa de uma de uma da minha sobrinha, a única sobrinha que completou 18 anos e eu fui numa balada. >> Chegando nesse lugar, na zona leste, na no Tatuapé, meu, fui exposto a uns as músicas que
eu fazia tempos. Lá em 2000, quando eu ia em festas tinha o Vai Laacraia, vai laacraia, abre a boca, não se espanta a boca na sua garganta. Eu achava aquilo o fundo do poço, mas o fundo do poço parece que não tem fim. >> Chegou num momento que começou uma música do da Xuxa, vamos brincar de índio? Eu falei: "Nossa, tá tocando Xuxa Aqui". Aí a menina falou do meu lado: "A amiga da minha sobrinha: "Calma que vai piorar". [risadas] E se você conhece essa música do índio, cara, piora de uma forma absurda. E eu,
[ __ ] não aguentava ali. Eu tava falando: "Meu, canta parabéns logo que eu quero ir embora". Sei se eu tô velho demais. Mas pensa pens quem fica ouvindo aquilo por muito tempo exposto. >> Então, mas é esse é o ponto. Depende muito de como a pessoa eh interpreta Isso, >> porque se só é igual música, quantas músicas que tem para quem não entende inglês, >> quantas músicas tem que a tradução é uma porcaria e a pessoa tá lá felizona cantando. Então, se a pessoa não para para e entender o que tá escrito na música,
o que a música tá falando, ela não, ela só, só canta esse vai lacra. Olha o ritmo disso. Ah, eu não tô falando que é bom, mas eu tô dizendo Contagia. É igual você tá ali numa condição que fica quando você vê você tá >> de mantra, né? >> Então vai batendo, vai batendo. A gente é muito do ritmo, né? E a gente se adapta a a qualquer coisa. Então você tava lá, mas por exemplo, a sua era sobrinha, a sua sobrinha escolheu? >> Escolheu lá. Ela escolheu, ela escolheu lá e ela gosta disso e
os amigos dela gostam disso. >> Tem que contestar o lugar, tá? Mas a Música >> mas você entende que é por isso que eu te falo, é o grupo, >> a juventude, né? >> É, não é só juventude, é o grupo mesmo. Porque eu, >> tem uma coisa engraçada, eu eu olhava às vezes os grupos de moto, grupo de carro lá atrás, lá atrás e falava: "Ai, gente, nossa, não tiver infância, corta para eu no grupo". [risadas] Feliza, delícia. Porque onde tá a paixão É o assunto, não tem idade. Aham. Você >> sabe que estudando
a sua história, eu mudei a percepção sobre uma coisa. >> Quando eu passava ali na na Avenida Europa ou naquela naquela alça, naquela alça que vai dar acesso a, se eu não, se eu não me engano, é a ponte da cidade de Jardim. >> E vi aquela molecada, falava: "Meu, que molecada idiota, velho. Que que esses caras estão fazendo aqui?" E aí eu fui estudar a fundo ali, entendi Que, pô, pera aí, o moleque tá ali, pá, não tá fazendo mal para ninguém, tá filmando, tá postando vídeo no TikTok, no YouTube, tá, pô, >> tá
lá com o grupo, >> tá lá com o grupo dele fazendo a Eu falei pera aí, acho que e a a minha visão de que aquela molecada era idiota por estar ali, pô, foi foi por água. São incríveis assim, >> porque eu vi o menino >> e o carinho e o carinho que eles têm. Então >> é impressionante assim, >> mas quem passa e vê de fora fala: "Nossa, meu filho, >> mas aí é aquela tua história, né? Cada um vai". Por isso que é difícil falar de universos que a gente não vive, porque é
fácil ter uma inferência. O que que é uma inferência? Eu ponho um texto ruim, porque eu não estaria ali, tá? Você, >> mas se eles estão, eles têm uma razão. Eu posso ser curiosa, eu posso ir lá e Perguntar, me conta que que acontece aqui. >> Qual que é a brisa de ficar aqui o dia inteiro com a câmera na mão esperando um carro passar? >> É muito legal assim. Eu eu sei, eu eu eles são muito gente boa. Nossa e é muito >> e deu uma mudada na sua vida, né? É um vídeo desse,
né? Tipo, >> eu sou muito, eu eu eh eh eu fui no negócio do meu cliente, né, que ele Fechou a marginal. Em breve vocês vão ver isso. E e o Dub tava lá. >> Ah, que legal. >> O que me filmou. >> E é um menino, >> ele é ele é tetraplégico. Tudo ele tem. Hoje ele faz drift, não é? que ele ele foi fazer muita fisioterapia, tal, e o nosso corpo é incrível, >> car tem um canal gigante no YouTube, né? >> Então, e ele agora agora ele tem ele tem Uma empresa de
eventos. Ele tem uma empresa de eventos, ele fecha a aldeia, faz lá os eventos. É, é novo, uma graça. O menino ele é Nossa Senhora, assim, não tem o A gente vê de fora com todo preconceito, né, que a gente tem. E ele, eu tenho muito carinho por ele e ele por mim, porque a gente meio que que se conectou, né? A vida conectou a gente e e e foi muito legal. E ele ele até na época, né, ele entrou quando ele quando bateu 1 milhão de visualizações, ele Entrou no meu Instagram, ele falou assim:
"Nossa, todo lugar que eu vou quererem te conhecer, querem saber. Uns me xingam porque eu te chamei de velha, outros querem te conhecer. Você gravaria comigo?" Falei: "Amanhã, >> lógico." >> E fui amanhã, tipo, no dia seguinte, fui lá, zoei para [ __ ] falei um monte de porcaria no vídeo >> e bombou. >> É, mas eu era super inocente, né? Agora Eu sou esperta, mais ou menos. Se o que tô na emoção, mas assim, eh, ele, eu ele falou assim: "Ah, Ana, só fala, depois eu edito". Editou nada, >> mas tudo editou editou nada.
>> Tem que tomar cuidado com com esse sol fala. Exato. Mas foi divertido. >> Aá. Obrigado. Parabéns aí. História maravilhosa. Deixa suas redes para quem não te segue ainda. >> Ah, vai deixar lá embaixo, né? É porque eu sou ruim com esse negócio. Eu só sei O Anacláudia. O Instagram de ponto, o Instagram do AnaCláudia. Eita, porque eu apesar de não ter sido de primeira que eu consegui realizar o Eita até quando não deu certo, eu não desisti do nome. >> Sim. Eu continuei, como eu tive que entrar sendo eita, falei: "Não, uma hora acontece."
Que eu falo, não tenho, não tem o que a gente não consiga. Não existe. Não existe. A não ser que a Gente não queira ou se a gente se atrapalha na emoção. Por isso que o Eita tá aí para isso, para não criar nenhum tipo de impedimento para você se conhecer e ter o que você quiser. E o quiser é o que tá no mundo. E cada um é cada um. Cada um é o único mundo >> e atende consultas também ainda ou não? Mais >> não, anjo, eu eu é impressionante. Eu eu falo em
todos os podcast que eu vou que eu não adianta que eu não vou atender, Mas não é porque eu atendo, eu atendo o tempo inteiro. >> Eu atendo eh de feriado, sábado, domingo. Eu eu não tenho horário >> agenda local. E é por isso também que o Eita ele veio para isso. É aquilo que eu falo, não é justo só >> quem não consegue me pagar não ter acesso ao que eu conheço, ao que eu sei. Não é certo? >> Sim, >> né? Então hoje hoje a minha consulta Gira em torno de R$ 1.00 a
R$ 2.000. Não é todo mundo que tem. >> Sim. >> Não é todo. Já tô falando o preço aqui para não ninguém ficar mandando no meu. >> Quanto custa? Já sabe. Tá aí, ó. >> É isso. E não. E tem e tem fila. E tem fila. E e não e aí não consigo fazer a fila andar. >> Aham. >> Isso que é pior. >> Maravilha. Obrigado. >> Imagina. Eu que agradeço. >> E obrigado a você que tá aqui até agora. Se inscreva no nosso canal, deixe seu like e até o próximo plugado do podcast. Grande
abraço. Valeu,