niveles financient numa época em que a imagem suplantou a verdade, onde a fé se tornou um produto de consumo e muitos altares foram corrompidos pelo orgulho humano, surge uma das advertências mais contundentes do Senhor Jesus Cristo à sua igreja. Porque você é morno e não é frio nem quente. Eu o vomitarei da minha boca.
Ele não contou ao mundo descrente. Ele contou isso para uma igreja, para uma congregação que tinha seu nome, mas havia perdido sua presença. A igreja de La Odisseia representa o perigo mais silencioso e letal, a mornidão espiritual.
Eles não eram falsos mestres, não adoravam ídolos, nem perseguiam os justos. Eles simplesmente se tornaram confortáveis, autossuficientes, indiferentes. E isso foi suficiente para que Cristo os rejeitasse.
Eles pensavam que tinham tudo, mas na realidade não possuíam nada. Eles diziam ser ricos, mas eram miseráveis. Eles pareciam vestidos, mas estavam nus.
Eles pensavam que eram sábios, mas eram cegos. E essa mesma tragédia espiritual se repete em nossos dias, em muitos altares onde o arrependimento não é mais pregado, em reuniões onde a glória de Deus foi substituída por luzes e entretenimento, em congregações que medem o sucesso pelo número de seguidores e não pela fidelidade à verdade. crentes que não trem mais diante do pecado, que não são quebrantados na oração, que vivem uma fé confortável e intransigente, que não incomoda o mundo, mas também não o transforma.
Esta mensagem não é uma crítica superficial, é um clamor urgente do coração de Deus, porque ele não tolera a tibieza, não justifica isso, ele não a ignora, ele a rejeita. E o verbo vomitar não é uma metáfora suave. é a expressão da mais profunda rejeição, o sinal de que esta igreja não só não agrada a Deus, mas também lhe causa repulsa espiritual.
Caro ouvinte, neste vídeo contemplaremos a igreja que Deus vomita, não do julgamento humano, mas do reflexo de sua palavra. Vamos examiná-lo à luz do livro do Apocalipse e compará-lo com muitas igrejas de hoje. E descobriremos porque é essencial nos arrependermos antes que o som que ouvimos seja a porta se fechando.
Vamos começar. Uma das advertências mais duras em toda a escritura não foi dirigida ao faraó. nem a Nabuco Donozor, nem aos fariseus, foi direcionado para uma igreja.
Não há um grupo ateu, nem a um império anticristão, mas a uma congregação que afirmava pertencer ao Senhor. E não é uma figura poética, é uma frase direta, pronunciada pelo próprio Cristo glorificado. Vamos ler Apocalipse, capítulo 3, versículos 15 e 16.
Conheço as tuas obras. Sei que não és frio nem quente. Eu queria que você estivesse com frio ou com calor, mas porque você é morno e não é frio nem quente, eu o vomitarei da minha boca.
Essas palavras não foram ditas a um templo de ídolos, mas a uma assembleia que se autodenominava cristã. Não para Roma, mas para lá odisseia. Não aos inimigos do Evangelho, mas aqueles que o pregaram com os lábios, mas o negaram com seu estilo de vida.
E o Senhor não disse: "Estou decepcionado, mas algo infinitamente mais sério. Vou vomitar vocês. Essa imagem é profunda.
O verbo grego usado é meo, que descreve uma rejeição involuntária e violenta como alguém que não consegue mais tolerar algo dentro de si. É a expressão mais forte que Cristo usou para se referir à sua igreja. Mas por que tanta rejeição?
Para entender isso, precisamos analisar o contexto. La Odisseia era uma cidade localizada no Vale do Lico, na Ásia Menor, atual Turquia, famosa por sua riqueza, seu comércio bancário, sua indústria têxtil e sua medicina oftalmológica. Era uma cidade influente, moderna e confortável, que não precisava de ajuda externa, mas havia um problema geográfico.
Não tinha água potável própria. A água vinha de fontes ter mais distantes através de aquedutos. E quando finalmente chegava à cidade, não estava mais quente, nem fria, mas morna, nem reconfortante como a água quente de Hierápolis, nem refrescante como a água fria de Colossos, simplesmente desagradável, inútil, insípido.
Jesus usa esse exemplo bem conhecido para descrever o estado espiritual da igreja que residia ali. Assim como a água que você bebe é inútil, assim também é a sua fé para mim. Eles não eram frios, não eram completamente distantes, mas não eram quentes, não eram consagrados.
Eles estavam no meio, confortável, indiferente, autossuficiente. E é isso que Deus não tolera, porque Deus não quer uma igreja que viva com o coração dividido. Ele não quer crentes que o sigam apenas em palavras.
Ele não quer corações divididos entre o altar e o mundo. Ele quer paixão, ele quer entrega, ele quer fogo. Porque assim como um marido não aceita o amor pela metade, nem um pai tolera a indiferença de seus filhos, nem Deus aceita uma igreja que o nomeie sem viver para ele.
La Odisseia disse: "Sou rico, tornei-me rico e não preciso de nada. E é assim que muitas igrejas falam hoje. Temos um templo, temos telas, temos membros, temos ministérios.
Mas Cristo responde: "Tu não sabes que és um desgraçado, um miserável, um pobre, um cego e um nu? O pior não foi seu pecado, mas sua cegueira. É possível arrepender-se do pecado, mas como pode se arrepender alguém que não vê sua condição?
" Jesus vomita a igreja morna porque ela contradiz tudo o que ele é. Ele é um fogo consumidor. Ele é luz na escuridão.
Ele é a verdade absoluta. E uma igreja que vive sem calor, clareza e verdade não pode representá-la. O desejo de Deus para sua igreja é claro, santidade, dedicação e fervor.
Ele quer uma igreja sem manchas, sem duplicidade, sem máscaras. Ele quer um povo que o ame mais do que o mundo, que pregue sua palavra sem medo, que viva em obediência e temor reverente. Ele não busca espetáculos, mas corações rendidos.
Ele não quer celebridades cristãs, mas servos fiéis. Ele não gosta de altares cheios de fumaça artificial, mas sim de corações partidos que ardem por ele. O Espírito Santo não enche templos frios, não unge o superficial, ele não se move onde não há fome.
A igreja em Laud Odisseia tinha dinheiro, mas não tinha presença. Tinha estrutura, mas não tinha comunhão. Tinha nome, mas não tinha vida.
E é assim que muitas igrejas são hoje, cheio de acontecimentos, mas vazio do espírito, cheio de participantes, mas vazio de orações, cheio de discursos motivacionais, mas sem uma palavra que quebre. E o mais comovente sobre essa passagem é encontrado no versículo 20 do capítulo 3 do Apocalipse. Eis que estou à porta e bato.
Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e searei com ele e ele comigo. Jesus está batendo na porta de uma igreja que leva seu nome. Isso significa que ele não está mais aqui.
Eles o eliminaram com sua indiferença. Eles substituíram isso por mornidão e ele em sua misericórdia continua chamando. A igreja que Deus vomita não é a menor, nem a mais pobre, nem a mais perseguida.
Ela é quem se tornou indiferente. Ela é quem não o procura mais. É aquele que fez da fé um acessório, não uma cruz, mas ainda há esperança.
Porque Cristo chama, Cristo adverte, Cristo repreende, sim, mas também restaura. Ele quer uma igreja ardente, desperta, iluminada pelo Espírito, apaixonada pela sua presença, firme na verdade, separada do mundo. A mensagem é urgente, porque o que está em jogo não é uma reputação eclesiástica, mas o prazer de Deus.
Ou estamos com frio, ou estamos com calor, mas se formos mornos, já sabemos o que está por vir, sermos vomitados de sua boca. Uma igreja morna não é reconhecida pelo tamanho do seu templo ou pelo número de atividades que realiza. Ela é reconhecida por sua temperatura espiritual, fria ao arrependimento, vazia de paixão, sem fogo ou zelo por Deus.
Jesus a identifica não pela falta de estrutura, mas pela falta de fervor. Não porque não temos um programa, mas porque não temos presença. E hoje os sintomas de mornidão se multiplicaram, mesmo que se vistam com modernidade, relevância ou sucesso ministerial.
Vejamos abaixo como reconhecer uma igreja morna. Em primeiro lugar, autossuficiência espiritual, não preciso de nada. Em Apocalipse capítulo 3, versículo 17 diz: "Pois dizes: "Estou rico e enriquecido e não preciso de coisa alguma.
E você não sabe que é um miserável, um infeliz, um pobre, um cego e um nu. " Esta é a voz de muitas igrejas hoje. Eles não clamam mais por unção, não oram mais por direção, não esperam mais pela voz de Deus.
Eles se sentem capazes com seus próprios recursos, com seus manuais ministeriais, com seu conhecimento teológico, com seus anos de experiência. A dependência foi substituída pelo profissionalismo. A urgência espiritual foi substituída por agendas gerenciais.
A liderança deixou de depender do altar e passou a depender de estatísticas. Mas confiança é depositada em uma agenda bem elaborada do que em uma oração bem direcionada. O conselho de um treinador é preferível à convicção de um profeta.
O algoritmo é mais consultado que o Espírito Santo. E assim, semana após semana, cultos eficientes, mas glórios, são realizados. A mensagem implícita é clara.
Não precisamos de nada, nem direção profética, nem consagração profunda, porque afinal nós já sabemos como fazer igreja. A igreja morna trocou a dependência pela autossuficiência. Ela substituiu o clamor pela produção.
Sua segurança não está na palavra revelada, mas no roteiro do programa. Está nas luzes de LED, na música bem produzida, nas transmissões ao vivo, nos seguidores do Instagram, nos eventos virais e nas tendências atuais. Tudo funciona, exceto o altar.
E não é só isso. Eles também se gabam de suas finanças saudáveis. Eles dizem: "Deus está conosco porque não nos falta nada".
Eles exibem suas contas bancárias, vangloriam-se de seus templos com ar condicionado, seus edifícios luxuosos, seus auditórios de última geração. Eles confundem prosperidade material com aprovação divina. Mas Cristo diz com uma voz de julgamento: "Você não sabe que é um miserável e miserável e pobre e cego e nu?
" Porque o que impressiona os homens muitas vezes entristece o espírito. O que enche os auditórios nem sempre enche o céu. O que brilha nas redes não necessariamente queima no altar.
Uma igreja pode ter o melhor da tecnologia, talento e visibilidade e ainda assim perder a nuvem de glória. Pois onde não há destruição, não há fogo. Onde não há fome, não há saciedade.
Onde não há humildade, não há presença. Em segundo lugar, cegueira espiritual, não ver seu estado real. Jesus disse à igreja de La Odisseia: "Vocês não sabem.
E essa é talvez a pior tragédia espiritual. estar perdido e não saber disso. Ser rejeitado e ainda cantar, estar vazio e se sentir cheio.
Essa é a condição de muitas igrejas hoje. Eles estão convencidos de que estão em reavivamento quando na realidade estão em apostasia. Eles falam de glória, mas não há destruição.
Eles proclamam vitória, mas vivem em derrota espiritual. Hoje em dia, há igrejas que se autodenominam centros de reavivamento, mas o que elas têm é emocionalismo. Há lágrimas, sim, mas não por causa do pecado, mas por causa da música manipuladora.
Há gritos, mas não são clamorosos, mas sim uma euforia infrutífera. O que antes era discernido como carnal, agora é promovido como ungido. O que antes era corrigido, agora é tolerado em nome da graça.
A cegueira espiritual transformou o púlpito em uma plataforma para influenciadores cristãos. Ela é pregada para agradar o público, não para agradar a Deus. O sucesso é medido pelas visualizações no YouTube, seguidores nas redes sociais e estética do palco.
A mensagem é adaptada para não causar desconforto. Palavras como pecado, inferno, julgamento e arrependimento são removidas. É preferível falar sobre destino, sonhos, sucesso pessoal.
O evangelho está disfarçado de autoajuda. Essa cegueira fez com que as igrejas se tornassem centros de entretenimento religioso. O altar não é mais um lugar de fogo, mas de luzes.
A adoração não é mais vertical, mas horizontal. Cantamos para os ouvintes, não para Deus. Há concertos disfarçados de cultos, coreografias cuidadosamente ensaiadas, apresentações com fantasias e fumaça artificial, mas nenhuma única lágrima pelo pecado.
O sagrado foi profanado sob o pretexto de ser relevante. Mas o que o mundo quer ver não é uma igreja que se pareça consigo mesma, mas uma igreja que lhe mostre o rosto santo de Cristo. Pessoas carnais têm permissão para ministrar no altar.
Músicos sem vida devocional, líderes que vivem em pecado oculto, pregadores sem comunhão real com Deus. E tudo se justifica com carisma, com dom, com aparência. Mas Deus não unge a carne.
Deus não endossa o show. O Espírito Santo não habita onde há vida dupla. E como se não bastasse, essa cegueira se reforça entre eles.
Líderes cegos aplaudem outros líderes cegos. Eles convidam uns aos outros, promovem uns aos outros, dão títulos uns aos outros. Forma-se um sistema fechado onde a verdade não tem entrada e onde quem denuncia é chamado de religioso, antiquado ou legalista.
Mas Jesus continua: "Tu não sabes que és um desgraçado, miserável, pobre, cego e nu? O pior estado de uma igreja é não estar em crise. É estar morno, vazio e não saber disso.
É ter fama de estar vivo, mas estar morto como a igreja de Sardes. É celebrar multidões, mas não ter salvação. Está falando do Espírito Santo, mas não tem seus frutos.
está enchendo auditórios, mas esvaziando o céu. A cegueira espiritual levou ao que no céu é apostasia, sendo chamado de reavivamento. O movimento é aplaudido, mas a fonte não é identificada.
O palestrante da moda é mais ouvido do que o profeta que clama em segredo. E enquanto isso, o Espírito Santo clama fora do templo. Porque uma igreja que perdeu a visão espiritual já está caminhando para o julgamento.
Em terceiro lugar, falta de fervor na adoração e na oração. Uma igreja morna canta com emoção, mas sem devoção. Levante as mãos, mas não o coração.
Aumente o volume, mas não o espírito. Som, mas não há fogo. Há movimento, mas não há presença.
A adoração foi reduzida a uma experiência sensorial, um momento musicalmente belo, mas espiritualmente vazio. Não há mais silêncio sagrado, não há mais tremor diante da glória de Deus. Não há mais choro no altar, nem tremor em sua presença.
A quem cante a cruz sem se ter rendido a ela. Hoje cantamos ao Espírito Santo, mas sem lhe dar lugar. Seu nome é invocado, mas o relógio lhe é imposto.
O movimento é planejado, o clamor é planejado, a glória é cronometrada. São repetidas frases vazias que so bem, mas não vem da alma. Derrame o seu fogo.
É repetido, mas o altar está seco. Pedimos, venha Espírito Santo, mas não há lugar para ele em nossos corações, porque onde há indiferença, a adoração se torna um espetáculo. E isso não é exagero, é realidade.
Há congregações que investem milhares de dólares em som, telas LED, efeitos especiais, máquinas de fumaça e câmeras de alta definição, mas nem uma hora por semana em adoração real. Os ensaios musicais são longos, mas os momentos de oração são curtos ou inexistentes. A preparação do palco é uma prioridade, mas a preparação espiritual é ignorada.
O visível é priorizado, mas o eterno é negligenciado. Busca-se a excelência estética, mas não a profundidade espiritual. O altar não é mais um lugar de entrega, mas de performance.
Os músicos não são mais vistos prostrados, mas ensaiando o solo perfeito. O líder não é mais visto clamando por santidade, mas sim aprimorando sua voz para cativar o público. Festivais seculares são imitados.
A estética dos concertos mundiais é adotada. São realizados cultos temáticos que lembram carnavais, noites de neon, festas coloridas, domingos temáticos. Mas o Espírito Santo não desce nas festas da carne.
Deus não vive num ambiente onde a atenção está voltada para o homem e não para seu filho. A indiferença espiritual transformou a adoração em entretenimento. Ela é cantada para agradar o público, não o rei.
Agrada mais ao ouvido humano do que ao coração de Deus. É cantada de joelhos, mas com corações orgulhosos. Choramos sim, mas por emoção, não por arrependimento.
O volume substituiu a unção, o ritmo substituiu a reverência, o show substituiu a glória. E a mesma coisa acontece com a oração. A igreja morna reza, mas sem fogo, sem urgência, sem carga, sem lágrimas.
Não há mais nenhuma oração desesperada pelas almas perdidas. Não há mais intercessão pelas nações. Não há mais lamentação pela santidade.
Rezamos por hábito, por formalidade. Vamos rezar, é dito, mas nenhuma resposta é esperada. A oração perdeu sua essência.
Não oramos mais pela presença, mas pela apresentação. Não buscamos mais a face de Deus, mas sim o programa para funcionar. Mas Deus não se deixa enganar.
Ele não procura música, ele procura adoradores. Em João capítulo 4 versículo 23, diz: "Mas está chegando a hora e agora é em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque o Pai também procura adoradores que o adorem. " Deus não está procurando talentos.
Ele não busca uma boa produção. Ele não procura o melhor cenário. Procure por corações prostrados, almas quebradas, espíritos rendidos.
Uma igreja sem fervor na adoração e na oração já começou a morrer. Porque o fogo do altar não se mantém aceso com instrumentos, mas com corações entregues. E quando o altar se apaga, a glória vai embora.
Em quarto lugar, pregar sem cruz, sem arrependimento, sem fogo. Um dos sintomas mais alarmantes da igreja morna é o esvaziamento do púlpito. Não porque faltam pregadores, mas porque falta a mensagem.
Hoje, sermões, conferências e mensagens inspiradoras abundam, mas a palavra viva que quebra, que corta, que santifica, é escassa. Ela é pregada para agradar aos ouvidos, não para confrontar a alma. O desconfortável é evitado, o radical é eliminado.
O evangelho é adaptado ao gosto do consumidor. E isso não é evangelho, é comércio espiritual. Em muitas igrejas hoje, a cruz foi substituída pelo carisma.
Não se prega mais sobre pecado, mas sobre autoestima. Não se fala mais em arrependimento, mas em realização pessoal. O chamado para carregar a cruz não é mais oportuno, mas sim para exigir a porção dobrada.
Séries de mensagens são apresentadas com títulos como Descubra seu propósito, sua melhor versão, ative suas promessas. Mas a santidade, a quebrantação e o temor de Deus nunca são mencionados. O que costumava ser um púlpito se tornou uma plataforma de treinamento com versos como cenário.
A Bíblia é usada, sim, mas como uma desculpa para motivar. Os versos são mencionados, mas não expostos. Conselhos são dados, mas não há chamado ao arrependimento.
A mensagem perdeu seu caráter profético. Ela não confronta mais, não abala mais, não transforma mais. Porque o propósito não é fazer com que o ouvinte se sinta bem, mas levá-lo a reconhecer sua profunda necessidade de Cristo.
Vamos ler segundo Timóteo, capítulo 4, versículo 3. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina, mas comovidos com coceira nos ouvidos. amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências.
Chegou a hora. Hoje os crentes escolhem pregadores que os fazem rir, que os entretém, que lhes falam de promessas incondicionais. E muitos pastores, em vez de ficarem como vigias, tornaram-se artistas de multidões.
Na igreja morna, o pecado é minimizado, justificado ou ignorado. O adúltero é convidado a pregar. Os orgulhosos são elevados como referência.
O líder que vive uma vida dupla é desculpado como humano. O púlpito se torna uma plataforma para manipulação emocional e comercial. Ela é pregada para obter ofertas, não para alcançar conversão.
Ela é pregada para atrair multidões, não para preparar um remanescente santo. E o pior, é pregado sem fogo, nenhuma função, sem oração, sem lágrimas, sem autoridade do céu. Uma mensagem é preparada como alguém preparando uma palestra TED.
Um sermão é baixado da internet, um esboço é copiado, mas ele não passa horas diante de Deus clamando por orientação. E assim o púlpito se torna um eco do mundo, não a voz do céu. E sem uma palavra viva, a igreja morre.
Deus não unge entretenimento, não apoia a motivação sem santidade, não honra o mensageiro que não passou pelo altar. Porque a verdadeira mensagem do reino é a cruz antes da glória, a quebrantamento antes das promessas, a morte do eu antes da autoridade. O fogo não recai sobre o talento, mas sobre o sacrifício.
Não se trata de retórica, mas de apresentação. Uma igreja que perdeu a cruz em sua pregação, perdeu seu chamado. E se não há cruz, não há evangelho.
E se não há evangelho, não há salvação. Em quinto lugar, mundanismo. Quando a igreja quer ser como o mundo.
Um dos sintomas mais claros da indiferença espiritual é a mundanidade dentro da igreja. Não se trata apenas de aparências externas, mas de uma atitude profunda do coração que busca agradar mais ao mundo do que a Deus. É uma tentativa constante de tornar o evangelho atraente, atual, amigável, mas ao custo de diluir seu poder.
Em nome da relevância, a reverência foi traída. Em nome da atração, o confronto foi abandonado. Hoje vemos igrejas que não se esforçam mais para se parecer com Cristo, mas sim para se parecer com festivais, programas de televisão e plataformas de entretenimento.
A linguagem é a do mundo, a música é do mundo. Roupas, atitudes, mídias sociais, tudo é moldado pelos padrões da cultura. E a mensagem é adaptada para não ofender, para não soar religiosa, para não parecer antiquada.
Mas no final não há mais diferença entre a igreja e o mundo. A mundanidade transformou o altar em palco. Ele substituiu a santidade pela popularidade.
Ele removeu a oração para dar espaço ao entretenimento. Noites temáticas como Glow Party, Impact Sunday e Blackout Service são promovidas todas envoltas em luzes de neon, fumaça artificial, risadas, concursos e frases motivacionais. Mas onde está o temor a Deus?
Onde está o tremor diante de sua palavra? Em primeiro João, capítulo 2, versículo 15, diz: "Não amem o mundo, nem as coisas que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.
Mas hoje amamos o mundo e amamos a Deus como um complemento. Falamos do reino, mas vivemos de moda. Eles cantam sobre santidade, mas dançam como em uma discoteca.
A liberdade é pregada, mas as pessoas vivem na escravidão. A linguagem cristã é usada, mas com um coração secular. E o mais alarmante é que essa mundanidade é celebrada no púlpito.
Há líderes que permitem e até promovem linguagem vulgar, duplo sentido, desafios virais, piadas com duplo sentido, coreografias sensuais e roupas provocantes no altar. Tudo sob o pretexto de chegar aos jovens. Mas Jesus nunca precisou se parecer com o mundo para mudá-lo.
Ele o confrontou, ele sacudiu, ele transformou isso. A igreja que causa impacto não é aquela que se mistura com o mundo, mas aquela que se santifica diante de Deus. Mundanismo é uma traição ao chamado, é um desprezo pela cruz, é uma zombaria do sangue de Cristo.
Porque Cristo não morreu para ter uma igreja legal ou moderna, mas uma igreja santa, pura e separada. Sem santidade ninguém verá o Senhor. Não se trata de legalismo, é sobre identidade.
Não podemos proclamar um Cristo crucificado enquanto dançamos com o mundo que o crucificou. Quando a igreja se assemelha ao mundo, ela perde sua autoridade. Quando imita o mundo, perde seu poder.
Quando você ama o mundo, você perde o espírito. Porque Deus não compartilha sua glória com os ídolos da cultura. E onde há mistura, não há presença.
E onde não há presença, a igreja foi vomitada. Em sexto lugar, tolerância ao pecado, quando a graça é usada como desculpa para a desordem. Uma das características mais evidentes da igreja morna é sua capacidade de conviver com o pecado sem ser confrontada por ele.
Esses não são pecadores que buscam perdão, mas líderes, músicos, pastores e congregantes que persistem em seus pecados e que ninguém ousa corrigir. O pecado não é mais denunciado, ele é justificado. Não é mais confrontacional, é normalizado.
Não choramos mais, comemoramos. Não há mais disciplina. Ela está encoberta.
Em nome do amor. A santidade foi perdida. Em nome da inclusão, o discernimento foi perdido.
E em nome da graça, o medo foi perdido. Mas a graça não é uma licença para pecar, é o poder de vencer o pecado. Vamos ler Romanos, capítulo 6, versículos 1 e 2.
O que diremos então? Perseveraremos no pecado para que a graça abunde? De jeito nenhum.
Pois nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? A Igreja morna prega perdão sem arrependimento, promove liderança sem santidade. Ele eleva ministros que vivem em fornicação, adultério, ganância e orgulho.
E ninguém os corrige porque Deus vê o coração. O que a Bíblia diz claramente sobre a pureza no altar é ignorado. Pessoas sem um testemunho espiritual ainda podem ministrar simplesmente porque são carismáticas ou porque atraem pessoas.
Mas Deus não endossa talento em detrimento do caráter. Hoje vemos igrejas onde a homossexualidade praticada é tolerada em nome da inclusão, onde pessoas solteiras podem viver juntas e servir sem correção, onde os líderes têm vícios ocultos, vidas duplas, práticas desonestas. E todos sabem disso, mas ninguém diz nada.
Porque o movimento é priorizado, não a limpeza do altar. E o mais perigoso é que o espírito se retira em silêncio, como no tempo de Samuel, quando a glória se afastou de Israel, mas a rotina de adoração continuou. A igreja sem fogo continua funcionando.
É pregado, é cantado, é oferecido, é anunciado. Mas o céu não responde mais, porque Deus não abençoa o que não purifica. Ele não endossa aquilo que não honra sua palavra.
Jesus foi claro com a igreja em Tiatira. Tenho algumas coisas contra você que tolera Jezabel, aquela mulher que se despretiza e ensina e seduz os meus servos a cometerem imoralidade sexual. O problema não era apenas Jezabel, mas a tolerância.
O pecado estava dentro e nada foi feito. E é isso que uma igreja morna faz. Tolera o que Deus odeia.
Deus ama o pecador, mas odeia o pecado não confessado e impenitente. Seu amor nunca tira sua santidade. E se a igreja não distingue entre o santo e o profano, entre o limpo e o impuro, então o julgamento começará em casa.
Uma igreja que tolera o pecado perde a unção, a autoridade e a proteção. O pecado oculto abre portas para o inimigo, apague o fogo. Isso esfria o espírito, contamina o corpo.
Uma igreja morna pode durar um tempo na aparência, mas não sobreviverá ao dia da visitação. Quando Jesus vier em busca de uma noiva imaculada, essa igreja ficará de fora. Em sétimo lugar, Jesus está fora.
A presença foi substituída. Por fim, o sintoma mais trágico. Jesus está fora.
Eis que estou à porta e bato. Ele não está no púlpito, nem na música, nem no programa. Está lá fora.
E ele continua tocando. Porque eles tiraram isso com sua indiferença. Eles substituíram pela estrutura.
E mesmo que seu nome seja cantado, não se vive mais para ele. Uma igreja pode ter tudo, seguidores, telas, eventos, fama. Mas se Cristo não está lá, não é uma igreja, é uma organização, um espetáculo, um ajuntamento de almas mornas que ainda não sentiram o vômito divino, mas que correm o risco de serem cuspidas contra a vontade.
Agora, depois de fazer uma das declarações mais duras do Novo Testamento, eu te vomitarei da minha boca? Muitos esperariam um julgamento final. Mas surpreendentemente Jesus não fecha a porta.
Em vez de uma sentença definitiva, ele faz um convite misericordioso. Ela não destrói, ela chama. Ele não desiste, ele joga.
Porque mesmo quando a tibieza provoca rejeição, o coração de Cristo ainda anseia por restaurar sua igreja. Vamos ler Apocalipse, capítulo 3, versículo 19. Eu repreendo e castigo todos aqueles que amo.
Seja zeloso então e arrependa-se. Aqui vemos o verdadeiro desejo de Cristo, uma igreja ardendo em zelo espiritual e se voltando para ele em verdadeiro arrependimento. O zelo que Jesus exige não é um emocionalismo passageiro, mas uma paixão santa nascida de um profundo amor a Deus.
O verdadeiro zelo nos move a buscar sua presença acima do entretenimento. Isso nos leva a defender a verdade, mesmo que isso nos deixe desconfortáveis. Ela nos faz chorar pelo pecado, ansiar pela santidade e rejeitar tudo que apaga o espírito.
No Antigo Testamento, Deus é descrito como um Deus ciumento. Ele não compartilha sua glória. Ele não tolera a infidelidade e ele exige o mesmo de sua igreja.
Ele quer uma igreja que não se venda para o mundo, que não ceda à moda, que não abra a mão da verdade. Ele quer uma igreja que o defenda com zelo santo, que o adore com fervor, que viva com integridade. Mas muitas igrejas perderam esse zelo.
Eles adotaram uma neutralidade perigosa. Eles trocaram a oração pelo planejamento estratégico, a tristeza pelo conforto, o testemunho pela imagem. E Cristo diz: "Sede, portanto, zelosos.
Acordar, levantar, queima novamente. Você não pode continuar vivendo com indiferença, misturando meu nome com seus interesses, minhas palavras com suas conveniências. Deus também quer arrependimento, que é a chave para a restauração.
Não se trata apenas de se sentir mal, mas de mudar de direção, de reconhecer o erro, confessá-lo e retornar ao centro. Cristo Jesus não diz reorganize seu programa, diz: "Arrependei-vos". Mude de ideia, mude sua atitude.
Volte ao básico. Pare de fingir. Retorne ao altar com lágrimas reais.
O arrependimento envolve fechar portas que nunca deveriam ter sido abertas. Cancele pactos com o mundo. Pare de justificar o injustificável.
É reconhecer que mesmo que haja muito barulho, se Cristo não for o centro, tudo é vaidade. Está dizendo a ele: "Senhor, nós construímos sem ti, pedimos teu perdão. Volta, assuma o controle, restaura o que danificamos.
Em muitos lugares hoje, o arrependimento não é mais pregado. Fala-se de afirmação, de identidade, de propósito. Mas de que adianta tudo isso se o coração permanece morno?
De que adianta saber quem você é se você não sabe onde Cristo está? De que adianta seu destino profético se você não foi restaurado pelo sangue dele? Cristo não está buscando títulos, posições ou recordes pessoais.
Ele está procurando um povo arrependido que diga: "Reacenda o fogo, Senhor. Eis que estou à porta e bato", disse o Senhor. Esta frase é uma das mais marcantes do apocalipse.
Jesus, o Senhor da igreja, está lá fora chamando. Como puderam deixá-lo de fora? Porque a mornidão o expulsou, porque sua presença foi substituída por estruturas, porque não era mais necessário.
Mas ainda assim ele chama, ele joga. O desejo de Cristo é habitar novamente entre seu povo. Ele não quer ficar de fora.
Ele quer entrar, ter comunhão, restaurar, curar. Mas a porta só abre por dentro. Ele não vai forçá-la.
Ele liga e seu chamado eterno, mas urgente, porque se não a abrirmos, se continuarmos a ignorar a sua voz, chegará o momento em que a porta não se abrirá mais. Em Apocalipse capítulo 3, versículo 21, Jesus promete: "Ao que vencer, eu lhe concederei que se assente comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono. " O desejo de Cristo não é apenas nos restaurar, mas nos fazer reinar com ele.
Ele nos chama à intimidade, a comunhão, a autoridade espiritual. Mas para fazer isso, primeiro precisamos superar a mornidão. Supere o conforto, superando a indiferença.
Não podemos reinar com ele se primeiro não o entronizamos como rei. E ele não pode sentar-se numa igreja onde ele é apenas um nome na placa, mas não o dono do altar. Ele não compartilha o trono com ninguém.
Se ele não reinar, então a igreja estará em rebelião. Agora, quando Cristo diz, vomitarei você da minha boca, não é uma figura simbólica, mas uma frase real sobre a mornidão espiritual. Ao longo da história bíblica, Deus se afastou de seu povo quando eles persistiram na indiferença, na idolatria e na pretensão religiosa.
Em Ezequiel vemos o Espírito se retirar do templo profanado pela impureza. Em Malaquias, Deus rejeita a adoração oferecida sem reverência ou santidade, preferindo que as portas sejam fechadas em vez de receber fogo vazio. O próprio Jesus chorou por Jerusalém porque ela não reconheceu o tempo de sua visitação.
Tinha um templo, mas não tinha fé. Celebrava festas, mas ignorou sua voz. A mesma cena se repete hoje em igrejas onde o espírito não habita mais, embora as atividades continuem.
O mais assustador não é a destruição externa, mas o abandono divino. Quando Deus para de falar, de corrigir e de se manifestar, esse é o julgamento mais severo. A tibieza é perigosa porque busca agradar a Deus e ao mundo ao mesmo tempo.
Mas Jesus foi claro: "Quem não está comigo é contra mim". No reino não existe neutralidade. Quando a glória se vai, tudo o que resta é aparência sem poder, adoração sem presença, um templo sem Deus.
E Cristo vomita essa igreja. Caros ouvintes, esta não é uma mensagem dirigida ao mundo, nem aos descrentes, mas a igreja, para uma igreja que leva o nome de Cristo, mas o deixou de fora. Uma igreja que tem cultos, mas não tem glória, atividades, mas sem altar, ministérios.
Mas sem quebrar, Cristo não entra pela força. Ele liga, mas não para sempre. Sua voz continua a soar.
Ainda há esperança, mas o tempo está se esgotando. A porta não é aberta por programas ou eventos, mas pelo arrependimento real, com corações rendidos, com líderes que retornam ao segredo e congregações que abandonam a indiferença. La Odisseia foi a última igreja do apocalipse.
Sua mensagem é a mais difícil e também a mais urgente. É a decisão final. Quem não ouve hoje pode não ter chance amanhã.
A questão agora não é se Cristo quer entrar. A verdadeira questão é: você vai abri-lo? Este é o momento.
Essa é a hora. Arrependam-se. Entregue seu coração.
Retorne ao altar. Não continue deixando Jesus de fora. Porque quando Cristo vomita, a comunhão é quebrada e o que resta não é a graça, mas o julgamento.
Então, chegamos ao final deste vídeo. Esperamos sinceramente que tenha sido uma bênção útil e profundamente edificante para sua vida. Vejo vocês no próximo vídeo.
Deus o abençoe.