[Música] Olá tudo bem Eu sou Fabiano Santos e vou trabalhar com vocês mais um encontro mais uma aula sobre currículo educação hoje vamos discutir sobre teorias do currículo a primeira delas as teorias tradicionais do currículo vimos as aulas anteriores que o currículo deve ser pensado articulado a concepções sobre ser humano sobre educação sobre sociedade isso significa dizer que currículo é uma prática envolve uma prática muito complexa não é no nosso último encontro discutivo sobre a história do currículo espero que vocês lembrem que discutimos a importância de não demarcar o currículo a história dele a partir
de um ponto específico sob risco de dizer que tudo que sei era feito antes daquele ponto não era currículo ou tudo que é feito depois aquele ponto passa a ser currículo Vimos que não necessariamente Isso é verdade porque vai depender muito do uso que se dá ao currículo e principalmente da compreensão do conteúdo deste currículo ou do que nós chamamos de currículo Vimos a importância de então pensar o currículo a partir de pontos de emergência de sua discussão dando uma mobilidade maior a essa compreensão estou né garantindo uma uma análise mais dialética mas dialógica sobre
as origens de pensar o currículo né bom hoje seguindo essa ideia de não colocar um ponto como se a gente tivesse colocando aquelas aqueles marcadores é aquelas bolinhas em cima de um mapa né ou em cima de uma linha como evitando esse tipo de prática nós vamos falar sobre as teorias curriculares como eu já não sei e fazemos fazendo isso vamos tratar da teoria tradicional do currículo a gente pode pensar esse gráfico esse estudo aqui é eu eu retiro dos poucos dos Aviões um pouco do libâneo mas mais principalmente dos estudos que o professor libâneo
apresenta para nós e ele vai dizer o seguinte né que a gente pode organizar as teorias educacionais em três principais teorias a teorias as teorias não críticas as teorias críticas e as teorias crítico reprodutivistas o professor saviani Inclusive a profunda essas discussões e a críticas muito muito importantes sobre esse tipo de teorização de classificação porque que existem críticas sobre esse esquema que eu tô colocando aqui para vocês porque qualquer esquema quando a gente fala em teoria quando a gente fala em conhecimento qualquer esquema corre o risco de enquadrar determinadas concepções que podem estar caminhando fazendo
o seu caminho no meio dessas teorias então o risco de se fazer essa classificação é um pouco de serem positivo a respeito dessa dessa perspectiva tentando superar essa ideia é que a gente vai apresentá-las mas de forma mais relacionando umas com as outras tudo bem bom Então nesse quadro a gente tem aqui essas três perspectivas de teorias educacionais a teorias não críticas que olham a educação como instrumento de equalização social ou seja vê a educação como uma estratégia para conformar a sociedade a gente tem as teorias críticas que percebem a educação como instrumento de discriminação
social e a gente tem as teorias crítico reprodutivistas que vê a educação subordinada unidimensionalmente a sociedade para a primeira está bastante óbvio né que são teorias como a teoria tecnicista como a pedagogia tradicional que conferem a educação atribui a educação o papel de formação a crítica instrumentalizadora dos Estudantes para equalizar para aumentar para propor a continuidade do crescimento econômico aos Moldes e princípios do capitalismo as outras duas a uma diferença importante que é importante mas não está tão Evidente aqui nas teorias crítico reprodutivistas o lugar da dialética o lugar das disputas fica segundo secundarizado nessa
perspectiva critico reprodutivista A escola é vista como única exclusivamente o espaço de reprodução da sociedade capitalista e de seus interesses né exemplos aqui o próprio alto ser quando fala que a escola é uma reprodução da sociedade ela reproduz os interesses da sociedade uma crítica que o saviani depois rever e tira desse lugar é o próprio bourdier que ele atribui como um crítico reprodutivista qual a diferença Sutil e importante aqui para as teorias críticas é que nas teorias críticas elas reconhecem hegemonicamente a educação atendendo aos interesses desta classe capitalista mas não abre mão de entender essa
esta esses interesses como algo que está em disputa então nós educadores aqueles que estão interessados em uma educação transformadora uma educação crítica nós temos espaço de disputas dentro dessa perspectiva não é tão como naquela crítico reprodutivista que a gente cruza os braços e a gente não tem espaço nenhum de construir contra hegemonia S Críticas não a gente tem espaço para produzir e construir a teoria de forma crítica de forma contextualizada tá bom dito isso eu gostaria de pensar com vocês o que é teoria para depois falar sobre teorias educacionais Nesse contexto todo né ou se
a gente entender o que teorias podemos classificá-las Críticas não críticas e críticas reprodutivistas a teoria Educacional nada mais é do que a forma como Nós seres humanos construímos conhecimentos sobre a educação Lembrando que o Saveiro fala de dois objetos o conhecimento propriamente dito e as formas de transmitir esse conhecimento né então é a forma as estratégias Que Nós seres humanos encontramos para compreender este processo educacional isso é teoria são os pressupostos metodológicos epistemológicos que por trás estão a concepção de ser humano de sociedade de escola que temos uma teoria não crítica terá uma concepção de
educação e de escola muito próxima a perspectiva hegemônica que vê a escola como um espaço de transmissão de habilidades e competência somente que vê a escola como lugar de preparação do Futuro trabalhador que portanto vê escola como um espaço de transmitir conteúdos utilitaristas que vão servir para uma utilidade né aquela utilidade Industrial reprodutivista não é isso é teoria é e que por trás da teoria está essas concepções quando a gente fala olha eu eu estou eu me aceito mais a teorias críticas do currículo quando eu faço essa afirmação é porque eu tenho já construído no
meu acabou-se teórico de Constituição do meu ser enquanto docente eu tenho já Claro qual é a concepção que eu quero que eu tenho de aluno de estudante que eu tenho de escola que finalidades eu tenho da educação mas eu já tenho consolidado isso é nesse caso da senhoritas críticas e digo Olha eu quero uma educação que instrumentalize o estudante para sua própria emancipação não para a reprodução então eu vou defender como sua vida defende a escola como lugar de transmitir conhecimentos eruditos porque é negado a essas pessoas os trabalhadores de maneira geral acesso esses conhecimentos
porque uma vez acessados os trabalhadores terão em suas mãos aquilo que é utilizado para sua dominação né que é a ignorância que é a falta de conhecimentos sobre a realidade sobre o mundo ao seu entorno Então isto é ter Claro esta teoria e eu costumo muito ver em projetos políticos pedagógicos de escola a seguinte afirmação essa escola está baseada numa pedagogia freiriana né que entende a educação como um processo de transformação social construída pelas experiências que cada um possui e constrói sobre educação e sua relação com o mundo e assim por diante isso tá no
projeto político pedagógico que é o documento orientador da escola muito bem Aí você pergunta para o professor ou para professora como ele avalia E aí ele fala assim ah eu avalio com duas provas uma no começo com quatro provas uma em cada final de bimestre E aí eu fico pensando mas será que essa pessoa essa professora esse professor tem clareza da Concepção que tem orientado o trabalho pedagógico da sua escola mas se você pergunta para professores Qual é a concepção que te orienta eles vão falar minha concepção histórico cultural e continua reproduzindo uma teoria não
crítica Eu gostaria muito de iniciar essa esse módulo né sobre as teorias curriculares conclamando vocês a não Talvez no início não de imediato mas conclamando vocês a ter Claro para si Qual é a concepção de Educação de sociedade de ensino que vocês mais se mais se apaixonaram até agora mas se aproximaram estudar mais sobre essas concepções né porque um professor que não sabe o caminho a seguir qualquer caminho serve não é não tem aquela frase do país Alice no País das Maravilhas quando perguntam Ah Para qual caminho eu devo ir ai eu não sei bom
se você não sabe qual é o caminho você pode para qualquer caminho e um educador que não tem Claro qual é a teoria que orienta a sua prática qualquer teoria serve E aí ele faz essa mistura não Que misturas não sejam bem-vindas pode ser dependendo da tua perspectiva você vai falar olha eu quero pegar um pouquinho da teoria é crítica da teoria pós-crítica eu pego um pouquinho aqui do focou eu pego um pouquinho aqui do pé Renault eu pego um pouquinho aqui do girou sei lá você vai pegando mas você tem clareza consciência de que
você está fazendo isso a partir de uma de uma de um ecletismo teórico que é super válido e existe dentro das concepções teóricas o que não dá é para você se dizer uma coisa e praticar outra que é um pouco a discussão que a gente tá fazendo aqui você se diz teórico ou defensor de uma perspectiva teórica mas quando você aprofunda sobre as concepções de teoria curricular você não tem esta relação veja nós vamos discutir sobre dois aspectos da teoria curricular as teorias críticas e as teorias pós críticas para entender o que é a bateria
crítica e o que é uma teoria pós crítica eu preciso falar com vocês sobre modernidade e pós-modernidade Mas sabendo o que que é isso afinal de conta que eu já vi você deve ter ouvido falar já sobre isso talvez né modernidade pós-modernidade bom por trás dessas duas palavras existe um uma relação complexa que envolve mais uma vez a compreensão que eu tenho do mundo e que o mundo tem sobre diversas coisas né está em jogo numa discussão entre modernidade pós-modernidade a relação entre objetividade e subjetividade a modernidade bom para vocês entenderem né então existem alguns
autores que dizem o seguinte olha aquilo que ao longo da história da humanidade até mais ou menos os anos 90 entre os anos 90 e 2000 que ficou conhecido como modernidade tanto do ponto de vista histórico em termos né modernidade a era moderna como do ponto de vista epistemológico nós estamos vivendo um outro momento dizem esses autores coisas que explicavam a realidade como objetividade racionalidade conhecimento transmissão de conhecimentos já não comportam mais não explicam da mesma forma que explicavam no passado estamos vivendo um outro momento esse novo momento é causado pela luta dos movimentos sociais
mais particulares como a luta por moradia a luta feminista A Luta dos novos movimentos sociais lgbtqi mais enfim são questões mais particulares menos universalizantes que a modernidade colocava então esses autores adeptos a esta pós modernidade dizem que vivemos num outro momento não é mais modernidade e vamos no momento chamado pós modernidade neste momento Neste período chamado de pós-modernidade vivemos então uma eles não vão dizer isso claro que quem tá dizendo sou eu nós estamos vivemos uma uma [Música] compreensão desta realidade muito antagônica Aonde estão os antagonismos entre modernidade pós-modernidade por exemplo conhecimento a modernidade fala
que o conhecimento ele é voltado para a objetividade para a razão para a ciência a ciência Explica as coisas isso é modernidade após modernidade diz olha a ciência e inclusive usam o holocaus para dizer para sustentar sua ideia de a ciência tornou-se aquilo que a modernidade criticava porque lembra que eu falei com vocês que a modernidade criticava a metafísica que explicava a realidade porque era aquele ponto final após uma identidade fala olha a modernidade tem usado a ciência dessa maneira como se fosse um Deus que explica tudo e tudo pode após modernidade vai dizer não
é necessariamente nessa direção que a gente tem que pensar a gente tem que pensar numa forma muito mais subjetiva dar espaço para esse subjetividades para os saberes escolares e aí é um pouco oposto ao que a gente vem discutindo né porque os nesse momento eu tô chamando atenção para vocês de uma visão de conhecimento de currículo de escola que valoriza a subjetividade os indivíduos né as suas concepções e assim por diante conhecimentos e saberes estão a ideia do conhecimento como algo objetivo os saberes como algo produzido por meio do discurso então focou diz por exemplo
olha a realidade ela é o resultado dos discursos que nós fazemos sobre ela é diferente por exemplo da modernidade que diz a realidade é aquilo que ela é independentemente do que eu penso sobre ela eu vou dar um exemplo que pode ajudar a entender melhor essa relação da modernidade da pós-modernidade Imagine a seguinte situação eu peço para uma pessoa sair da sala né de aula e voltar quando eu chamar E aí na sala eu digo o seguinte eu sou Olá tudo bem Eu sou um vendedor de canetas e eu gostaria de apresentar vocês a caneta
mais maravilhosa que possui hoje né Ela é perfeita ela ela é Ela é tem uma escrita muito boa e aí uma das pessoas fica interessada em ver essa caneta e eu aproxima a caneta dela aqui assim nessa figura né aqui assim bom essa pessoa nesta posição Se eu colocar aqui nessa posição eu paro e chamo a pessoa que está ali fora a pessoa que está ali fora entra e vê aquela imagem e eu peço para que a pessoa descreva aquela imagem do ponto de vista da pós-modernidade a pessoa vai descrever aquilo que ela vê então
ela vai falar você está tentando cometer algum crime vai falar várias coisas do ponto de vista da modernidade eu justificaria o seguinte o que eu falo sobre a realidade não é a realidade propriamente dita eu tô aqui falando da relação entre saberes conhecimentos razão objetividade subjetividade o focou fala que a realidade é o discurso que eu faço sobre ela neste exemplo o foco diria não importa para mim o que era que você tinha na origem importa é o que eu falo sobre aquilo e aquilo vai construindo verdades ou discursos sobre verdades percebam a diferença então
entre modernidade e pós-modernidade uma vai dizer olha a realidade aqui no ponto final a outra vai dizer a realidade ela é relativa aquilo que eu digo que é realidade tá em relação ainda nessa análise de cômica entre modernidade pós-modernidade vamos falar um pouco sobre o papel da escola o papel da escola para a modernidade é a transmissão de conhecimentos tá já falamos um pouco sobre isso aqui na pós-modern pós-modernidade a gente vai olhar o papel da escola como aquele responsável por construir subjetividades então pouco importa na pós-modernidade o a transmissão somente dos conteúdos se ali
eu não estou discutindo questões que vão ajudar na construção da subjetividade dessa pessoa né inclusive é uma crítica da pós-modernidade que a escola é muito conteúdo só se falta em conteúdos e deixa de lado as questões referentes à construção dessa subjetividade um outro conceito importante que estabelece uma uma um lugar Um lugar de cada uma dessas interpretações modernas e pós-modernas é o conceito de ideologia ou de poder na modernidade eles vão os adeptos vão dizer a modernidade diz que nós te que a escola reproduz ideologicamente os interesses da burguesia na pós-modernidade essa ideia de ideologia
que está numa classe social é transferida para a ideia do poder que está no sujeitos e nas relações que o sujeitos estabelece o poder que o professor estabelece com o seu aluno no lugar que o professor tem ele tem um lugar de poder poder de fala e assim por diante o discurso versus a materialidade do Real grupos sociais classes sociais então a ideia do de uma sociedade de uma sociedade construída por classes ou por grupos sociais como a gente já falou aqui um pouco né dito isso a gente vai falar da teoria tradicional que está
inserida na modernidade Ok bom a teoria tradicional vai defender vão defender o status quo a manutenção do status quo né Ou seja a manutenção da sociedade como ela está por isso a sua organização se baseia em questões técnicas como ensinar o currículo numa teoria curricular tradicional preocupa-se com métodos e técnicas de ensino ponto final a pergunta é o que ensinar é melhor dizendo a pergunta o que ensinar já está dada não há preocupação sobre isso agora o que como ensinar é a pergunta mais apropriada e que ele se preocupam mais as teorias tradicionais se preocupam
com questões de organização do currículo tempo técnica de transmissão do conhecimento se você tiver curiosidade o dia de ler algum documento do Banco Mundial por exemplo o Banco Mundial fala muito do currículos e diz a escola precisa O professor precisa se preocupar com o tempo que ele gasta em aula com as técnicas que ele ele escolhe para dar aula e ao final se tudo isso gerou uma transmissão de conhecimento adequada é uma concepção tradicional não é não basta no trabalho pedagógico se preocupar somente com o tempo e com as técnicas de ensino inclusive o banco
próprio Banco Mundial faleceu o professor perde muito tempo na correção de tarefas de casa imagine comigo se eu tivesse essa compreensão e não desce mais tarefa de casa ao contrário a minha concepção de tarefa de casa é diferente é o momento que eu tenho para reforçar recapitular conteúdos já trabalhados Então não é perda de tempo ao contrário é ganho entendeu de aprendizagem até a teoria tradicional do currículo então agora a gente já não tá mais falando teorias tradicionais da educação mas sim teorias tradicionais do currículo essas teorias assim como a gente viu na história do
currículo surge nos Estados Unidos em função da institucionalização da Educação de massa já vimos isso no encontro anterior é como campo de profissional especializado bobbit é um dos mais importantes teóricos dessa perspectiva estado-nidense vai propor o funcionamento da escola como de uma empresa ele vai dizer olha a escola tem que ser uma empresa e o currículo dessa escola tem que funcionar como funciona uma empresa tá seu modelo se volta para a economia e tem como palavra chave eficiência lembra do exemplo do Banco Mundial eficiência gastar menos tempo isso está relacionado com essa perspectiva de Educação
de massa que o Hobbit institui nas teorias curriculares tradicionais nesta perspectiva é visto como Aquela capaz de tornar mais científico o campo de estudo currículo o currículo passava por um processo de reconhecimento a teoria curricular Então como o processo de reconhecimento na sociedade a teoria curricular ou a teoria tradicional buscava justificar sua importância por via da ideia de ciência essa ciência positivista pautada em cientificidade em eficiência e eficácia então eu estudo a teoria do currículo preciso mostrar que o currículo é uma é um campo de conhecimento importante o que que eu faço eu vou lá
e pego a ciências duras a ciências exatas Transfiro para o meu campo justifico que eu sou ciência Eu sou teoria porque eu tome baseando naquela naquele princípio de cientificidade colocada pelas Ciências da Natureza percebo que as coisas não casam uma coisa você falar das ciências humanas qualitativamente diferentes contextualizadas outra coisa você falar das teorias da Perspectiva da natureza que são exatas que não tem muito espaço para essas diferentes interpretações não dá para misturar as duas coisas achando que são as mesmas e que uma ajuda a explicar outra nessa Perspectiva da teoria tradicional do currículo tudo
que se precisava era pesquisar e mapear Quais as habilidades necessárias para as diversas ocupações o currículo precisava expressar os conteúdos e as habilidades que cada pessoa no mundo do trabalho precisaria para exercer as diversas profissões e ocupações da sociedade percebam que estamos falando de uma perspectiva educação instrumentalizadora que já falamos muito aqui com este mapa com essa organização o currículo permite uma aprendizagem somente dessa maneira o currículo permitiria uma aprendizagem assim nessa visão a questão de currículo entendida como algo voltado ou limitado a organização mecânica caracterizando a função burocrática de quem Analisa uma das primeiras
encontros nossos eu disse que o currículo é visto como documento burocrático Essa visão que confere burocratização a ideia de currículo está construída nessa visão tradicional então infelizmente é nessa visão que o currículo vai se estruturando tá assim como lá na indústria na educação também há necessidade de se estabelecer padrões diziam os os Defensores deste currículo né 49 Tyler é consolidou o modelo de currículo do bobbit influenciou diversos países por mais de 40 anos diria até mais até os dias de hoje o Tyler tem influência nos currículos de hoje o Tyler Vai admitir a filosofia admite
a filosofia a sociedade como possíveis fontes de objeto para o currículo mais centra-se nas questões de organização e desenvolvimento do currículo não lembra que eu já falei aqui não importa Filosofia e Sociologia sociedade compreensão da sociedade importa a organização sequenciação e instrumentalização do conhecimento currículo tem que se preocupar disso um bom currículo é aquele currículo que é técnico é neutro e apresenta os conteúdos de forma direta como se isso fosse possível né O currículo é uma questão técnica onde a organização e o desenvolvimento ocorrido devem contemplar objetivos educacionais da escola experiências devem ser oferecidas para
Alcançar objetivos a organização de forma eficiente eficaz dessas experiências deve-se ter certeza que esses objetivos foram alcançados E aí vem avaliação para mensurar se esses conhecimentos ou essas habilidades foram incorporadas pelo estudante esse modelo tradicional tecnocrata surge em resposta ao modelo clássico humanista Então a gente tem aí na história se a gente for pegar na história do conhecimento científico Os Clássicos defendiam um conhecimento humanista depois no capitalismo a gente perde esses essas Perspectiva da defesa dos conhecimentos clássicos humanistas inclusive criticando eles como a gente já viu numa pedagogia numa Perspectiva da teoria tradicional de currículo
ela é para responder a ineficiência desses currículos pautados no humanismo e nos conhecimentos clássicos o poder o clássico né os chamados das Artes liberais vindas lá da antiguidade eles eles são negados naquela ideia do Trigo não dá tempo de aprofundar aqui do triviam do quadro né ou seja dos conhecimentos pautados na gramática na retórica na dialética na astronomia na geometria na música Na aritmética isso não importa mais o que importa é esse modelo tecnocrático que ataca o modelo de educação humanista mais transformadora mais contextualizada nós vamos ver no próximo encontro que as teorias pós críticas
defendem justamente o oposto a tudo isso tá essas teorias tradicionais as teorias críticas e pós críticas né tanto uma como a outra vai defender justamente o contrário dessa perspectiva das teorias tradicionais do currículo para concluir fazendo aquele exercício que fazemos todos os encontros um exercício de síntese Nesta aula nós vimos a importância de pensar o currículo desde uma perspectiva teórica então a defesa da existência de uma teoria sobre currículo que Não Se Afasta não se aparta de uma ideia de teoria pedagógica as teorias pedagógicas Aquelas que nós vimos uma está influenciando a outra e que
orienta o trabalho que eu professor que vocês professores vão realizar lá na escola um professor uma professora deve portanto conhecer sobre categorias educacionais e teorias curriculares porque conhecendo essas teorias eles podem se colocar enquanto o professor colocar suas intencionalidades e suas perspectivas é isso nos vemos no próximo encontro espero que vocês tenham aproveitado esta aula até breve [Música] [Aplausos] [Música]