Olá, boa noite. Eu sou o pastor Técio, fundador e diretor da Associação Casa, que junto com a Révia está promovendo esse momento tão especial. Eu sou pastor, tenho formação jurídica, empreendedor social e venho atuando ao longo dos anos na promoção e defesa de gerentes e de pessoas em refúgio e migração. E é com muita alegria que a gente recebe cada um De vocês nessa noite. Muito obrigado por vocês terem acolhido o nosso convite e é uma honra ter vocês com a gente. Enquanto estamos aqui aguardando a entrada de todos, eu quero incentivar você a interagir
com a gente no nosso chat. Então, seu nome, sua cidade e nome da sua organização, da sua igreja. Isso vai ajudar muito para que a gente possa exatamente saber todos vocês que estão conosco. É uma alegria saber que temos pessoas de várias regiões diferentes e Se reúnem nessa noite para que a gente possa refletir um pouco sobre proteção, cuidado e dignidade humana. É com muita alegria mesmo que nós recebemos vocês. A Associação Casa, ao longo da sua trajetória, tem buscado promover dignidade, acolhimento e esperança para refugiados imigrantes, mulheres, crianças e adultos vulneráveis. Sabemos que esse
compromisso exige um processo contínuo de fortalecimento institucional, Aprendizado e responsabilidade. E é por isso que a gente participou com muitas mãos na construção da nossa política de proteção e salv salvaguarda, que representa justamente esse passo, reafirmar o compromisso da Associação Casa com ambientes seguros, relações respeitosas e a proteção integral de todas as pessoas que fazem parte da nossa organização, compartilham da nossa missão, visão e valores. É um momento também de gratidão. Essa Jornada, como já disse, foi construída a muitas mãos com apoio de parceiros, no caso concreto da Révia, que compartilharam conhecimento, experiência e nos
ajudaram na construção com compromisso, com a proteção. Por isso, quero introduzir para vocês com muita alegria a nossa querida Ângela Mota, diretora de programas e projetos da Revct, mestre em sociedade e fronteira, pós-graduada em políticas públicas, especialista em gestão de projetos e Assistente social. Ângela é uma querida que vai apresentar para nós, vai falar para nós dessa parceria tão consistente que nós construímos, Associação Casa e Révia e hoje nós temos o resultado desse trabalho. Seja bem-vinda, Ângela. Obrigada, pastor. Gente, boa noite. Uma alegria eh estar nesse momento tão importante para para casa, tão importante paraa
Évia, que é o lançamento da da política de salvaguarda. E quem é a Évia, né, tá Falando aí, é, é pet são três mulheres, né, que decidiram juntar os propósitos, juntar as expertizes e criar um negócio de impacto social. Essa évia que nasce no nosso coração com as experiências, com a bagagem que a gente carrega e com o desejo de continuar transformando realidades, né? Então eu sou Ângela Karine, Diane Lacerda, nossa diretora de proteção e Jimelo, nossa mulher do marketing, da inovação. Então são nós três que estamos aí caminhando e fazendo E transformando realidades. A
Évia, ela a a nossa visão pr pra Évia é que possamos ser referência de soluções de impacto e ser reconhecida pela qualidade metodológica e pela capacidade de transformar territórios vulneráveis em ecossistema de oportunidade. Aí de onde vem eh esse nome Évia, né? Da onde essas meninas tiraram essa ideia? A évia, ela vem da Éobrasilienses. É a semente da seringa, né, da seringueira que tem inspiração nessa Árvore que nasce no coração da Amazônia, aonde a Évia nasceu e que conectou o Brasil ao mundo, que é a seringueira, né? Então essa é a Eva Impact nasce para
transformar realidades que são sementes como hoje. Hoje nós estamos com uma semente que eu creio que vamos dar muitos frutos. são frutos de transformação, de vidas protegidas, vidas que realmente vão ali ter conhecimento. E a casa é essa grande parceira que acredita. Nós temos alguns Pilares de atuação, Evedu, Eva, EVA ESG, EVIA LAABS, EVIA Territórios e EVIA Proteção, que é hoje aqui um dos pilares que nós estamos trabalhando junto à casa. A EV ela nasce para gerar soluções tanto pro primeiro setor ali para indústria, para governos, para igrejas, para para que seja. Nós estamos para
criar soluções duráveis, soluções que possam transformar realidades. E eu acho e primeiramente agradecer, tô muito feliz, de verdade por esse momento E agradecer em especial ao pastor Tess e a Débora por confiar um processo tão importante, né? Um um momento tão importante para casa. A Even, muito obrigada e segue a gente Evenct no Instagram evenpact.com.br. br aí o nosso site, depois a gente vai estar colocando no chat. Muito obrigado, pastor. >> Ô, querida, ouvindo você, eu fico fazendo aqui um remember dos nossos encontros presenciais. Você sempre muito Alegre, muito solícita. É uma marca sua e
é por isso que a gente tá junto, que a gente gosta de caminhar junto, de dar as mãos e de realizar. Então, muito obrigado, Ângela, toda a equipe da Révia por caminhar conosco nessa construção e por todo o apoio oferecido à Associação Casa durante esse processo. Para a gente entender melhor como chegamos até este momento e a jornada, porque aqui tem uma caminhada que foi percorrida no fortalecimento da nossa cultura de Proteção. Quero convidar a minha querida irmã Débora Farru, psicóloga, fundadora e diretora de programas sociais da Associação Casa, mobilizadora de redes de compromisso social
na defesa de direitos de crianças, adolescentes e adultos vulneráveis para compartilhar com a gente toda essa trajetória da associação Caso e os marcos que nos trouxeram até aqui. Seja bem-vinda, Débora. >> Obrigada, Técio. Muito bom. estar aqui Com vocês, gente. Que noite bacana. Eh, que alegria estar aqui hoje no lançamento da política de proteção e salvaguarda da associação Casa. Antes de entrar na jornada da Casa em Proteção, que é uma longa jornada, viu, gente? É uma bonita jornada também. Eu quero cumprimentar todos vocês que aceitaram o nosso convite e participam desse momento especial. Então, tô
vendo aqui alguns nomes muito conhecidos, pessoas que caminham com a casa e muito obrigada. Espero mesmo que eh seja uma noite produtiva, que a gente possa ter momentos bons e que de muito aprendizado e que muitas crianças, adolescentes e famílias sejam alcançadas através eh dessa política que nós estamos então lançando na noite de hoje. E quero cumprimentar também a a dire o Tércio, tá? que é meu amigo e divide a direção dos programas sociais, eh, juntamente aqui na casa, a nossa consultora interna, que é a Risiele, ela É membro associada da Associação Casa e dizer
a todas vocês, Ângela, Dayane, que prazer estar com vocês, que prazer ter a Évia conosco eh nesse momento importantíssimo eh de jornada de proteção. E aí dizer para vocês o seguinte, gente, que estar aqui hoje é o resultado de uma caminhada de muitos anos. E isso começou há muitos, muito tempo atrás, quando nós ouvimos falar pela primeira vez sobre PPCA, Política de proteção à criança e adolescente. E isso tudo aconteceu por meio da rede mãos dadas. Eu até tô vendo Stanley aqui, um abraço Stanley, a Els eh, que nos trouxeram essa primeira conceituação e por
nos mostrar o valor de ter uma política de proteção. E a trajetória da casa no tema da proteção tem momentos marcantes. Então, o que eu vou dizer aqui eh tal agora talvez você vai se lembrar, alguns de vocês estavam em 2011 num encontro nacional da Renas Em Recife e erapoca ou estava se aproximando a Copa do Mundo de 2014. Naquele encontro, o missionário Ronald Neptuni nos perguntou: "Olha a pergunta, gente, o que vocês vão fazer para proteger crianças e adolescentes durante a Copa?" A Copa de 2014. Nós estamos aqui 2026, eh, passando novamente por uma
Copa do Mundo, mas aquela era uma Copa especial porque era estava acontecendo no Brasil e na época nós não tínhamos resposta, mas a Pergunta com e dessa inquietação nasceu a campanha Bola na Rede. Então, muitos de vocês já ouviram falar, participaram conosco, eh, de ações nas 12 cidades sede dos jogos da Copa e mais três cidades voluntárias. E essa campanha, gente, virou um movimento de enfrentamento à violência sexual contra crianças adolescentes. E o mais bonito é que esse movimento se mantenha até hoje. E foi também nesse período entre 2011 e 2012, Olha só, 2011, que
muitos de nós passamos a conhecer e praticar a lei do 18 de maio, o dia nacional de enfrentamento à violência sexual contra a crianças adolescentes. E esse movimento evoluiu muito para ações permanentes de proteção. E até quero dar o exemplo da rede Renas em Manaus, que promove iniciativas ao longo dos 365 dias do ano. Eh, essa ação da rede Renas Manaus tem a ver com esse movimento, com essa campanha que se tornou movimento a Campanha Bola na Rede. Bom, e as ações e os avanços entre 2017 e 2021, nós intensificamos muito as ações relacionadas à
proteção. E foi em 2017 e lançamos a primeira edição da política de proteção na IBVB, onde nós atuávamos. Em 2018, construímos a PPCA no município de Araçariguama, em parceria com o CMDCA, Conselho Tutelar e a Secretaria de Assistência Social. Naquele ano, gente, foi instituída a lei Municipal número 804, que estabelece o dia municipal de enfrentamento à violência sexual contra as crianças e adolescentes. Em seguida, nós colaboramos ainda na construção da lei municipal em São Roque e nesse contexto afirmamos que a regra de ouro da proteção é falar de proteção. Assim ela funciona. Passado tantos anos,
nós estamos aqui falando sobre proteção, porque falar de proteção é uma regra, então temos que falar porque assim ela Funciona. Em 2021 passamos pelo processo de revisão dessa política da IBVB e foi assim que nós lançamos a segunda edição dessa PPCA. E só dizer que a revisão da política é uma prática importantíssima que garante o compromisso formal e propõe melhorias. Hoje nós estamos aqui lançando a política de proteção e salvaguarda da casa, mas logo aqui algum tempo, aqui uns anos, nós vamos fazer essa prática da revisão dessa política. E foi a partir de 2023 que
começa a história da Associação Casa. Nós fomos desafiados a trabalhar com famílias, migrantes e refugiadas. Em 2024, nós participamos com três delegados e eu vi a Rosa Bonfim aqui, que foi uma das delegadas na segunda Comigrar, Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia, onde nós tivemos a oportunidade de apresentar propostas no eixo da proteção dos direitos de crianças, adolescentes, migrantes e Refugiados. E desde então nós realizamos ações de proteção com rodas de conversa para paz lá no programa Unamana Amiga da Associação Casa, onde a gente usa material informativo em português e espanhol com indicadores de
violência e canais de denúncia. E participamos, gente, de inúmeras ações de sensibilização, fóruns de combate e prevenção a todo tipo de violência. Bom, e após esses anos de jornada em proteção, qual o nosso compromisso Atual? Por que estamos aqui? Estamos aqui porque nesse último ano nós intensificamos a as discussões sobre proteção voltadas às famílias que atendemos. E o nosso lema, todo dia é dia de proteção. Nós ampliamos o nosso compromisso, compromisso que já existia com a proteção de crianças e adolescentes. Nós ampliamos e incluímos a proteção de adultos vulneráveis em todas as nossas ações. E
foi com a consultoria da Évia, A Ângela e a Dayane, essas meninas valorosas, viu, meninas? Eh, foi através de vocês que avançamos para a construção dessa política de proteção e salvaguarda da associação Casa. A proteção é uma construção contínua que exige compromisso, aprendizado e responsabilidade compartilhada. Exige também um dos valores mais caros da casa e eu acho que muitos de vocês vão reconhecer esse valor, que é trabalhar em parceria, caminhar juntos Com quem desenvolvemos confiança. e a Évia, Ângela, Diane, a Juse Melo, são pessoas que nós caminhamos há muito tempo e agora então estamos caminhando
bem mais de perto através desta construção, desta política. E por causa disso tudo, nós consideramos este momento um marco histórico na nossa jornada de proteção. É mais um capítulo, viu gente, que nós estamos aqui escrevendo. E essa noite é muito importante ter a presença de vocês, Porque vocês entram nesse capítulo juntamente conosco. E eu só quero lembrar o seguinte, uma organização preparada identifica riscos antes que eles se tornem danos. Então, nós seguimos com ações de sensibilização e com o desejo de que outras organizações, a sua organização, a sua igreja, eh, vivencie a construção das suas
Próprias políticas de proteção e salvaguarda. Então, estamos aqui eh nesse convite que tem eh o objetivo de que você conheça um pouco mais o que é o que vem a ser essa política de proteção e salvaguarda, mas também o objetivo é sensibilizar e entregar a vocês a oportunidade de eh quem sabe caminhar também nessa jornada de construção da política. Então é com muita alegria que eu passo a palavra agora paraa Risiele e paraa Dayane, porque elas que vão expor Para nós os fundamentos dessa política. Então Riziele, muita alegria estar aqui com você. Riziele, que além
de amiga, é cofundadora da associação Casa, é graduada em comunicação e teologia, especialista em metodologia de prevenção da violência sexual contra crianças adolescentes pelo Claves Brasil e pós-graduada em docência. Então, Ricele, fique à vontade. >> Olá, gente, tudo bem? É uma alegria Estar aqui com vocês. Como a Débora falou, né? Eu tenho todo esse currículo, esse conhecimento na área de proteção à infância, mas eu também você falando de bola na rede, né, lembrei que eu comecei também a me interessar pelo tema de proteção através do bola na rede de rena, mãos dadas também, todas essas
pessoas que trabalham em rede, que inspiraram e assim eu fui me especializando um pouco mais e hoje tenho esse privilégio de colaborar na Casa, nessa área de salvaguarda e proteção. Então é uma alegria estar aqui, né, nessa caminhada com o pastor Técio, com Débora. Já faz muitos anos aí, né, quando a gente olha para trás, mais de 10 anos. E que bom que nós estamos hoje aqui na casa. E a casa para mim também tem um um gostinho especial, não apenas pra gente tá sempre preocupado com proteção a criança, adolescente, mas também ao migrante, refugiado,
porque eu venho de uma Família migrante, né? Meu pai é boliviano, minha mãe é é brasileira. Hoje também eu sou de uma família grande porque o meu marido é boliviano, né, e é brasileira. Então é isso sempre foi uma vivência na minha vida. Mas eu nunca eh convivi com esses temas de como a gente pode ajudar mais nos direitos, na dignidade, com informações. Então a casa tem me ensinado muito isso e tem sido uma bção. Mas agora eu vou pedir aí pro pessoal colocar os slides, colocar aí Uma uma pergunta. Talvez você que está aqui
comigo tá se perguntando, tá bom? Vocês estão falando desse nome bonito, política de de salvaguarda, mas o que que é isso? O que que é proteção? O que que é salvaguarda? O que que é política? As pessoas à vezes têm medo dessa dessa palavra, né, política. Mas eh a salvaguarda, deixa eu olhar aqui, tá aparecendo os slides aí para o pessoal? Será? Não sei se vai aparecer lá no vai aparecer aí no YouTube direitinho, mas enfim. Então, o que é salvaguarda e o que é proteção? Você pode estar se perguntando. Eu sei que algumas pessoas
que se inscreveram vem de um contexto mais de igreja, não necessariamente de honras, organizações, como a gente tá acostumado aqui na na casa. Então, a salmaguarda, ela diz respeito a todas as atitudes preventivas que nós temos na organização, na igreja, em qualquer Lugar. E a proteção as respostas que nós damos diante de riscos ou ameaças identificadas. Por isso é importante a gente ter esse documento que vai colocar ali, pode passar pro segundo slide, por favor, que vai tá isso. Ótimo. Por isso que é importante a gente ter um documento para falar disso, porque como que
nós vamos trabalhar a prevenção e como que a gente vai responder? E geralmente a gente tem medo diante das respostas, com quem eu falo, Eh, quem eu busco, o que eu devo fazer. Para isso existe a política, para isso existe este documento tão importante. Mas eu trouxe aí uma conceituação da Keep Children Safe, que é uma organização que trabalha a questão da salvaguarda, principalmente com crianças e adolescentes. E essa frase para mim resume tudo do que por nós temos devemos ter uma política, um documento. E aí vocês vão ler junto comigo. Salvaguarda e proteção organizacional
é a Responsabilidade que as organizações têm de garantir que sua equipe, suas operações e seus programas não causem danos aos seus atendidos, ou seja, que não exponham os atendidos ao risco de danos e abusos e que quaisquer preocupações que a organização tenha sobre a segurança nas comunidades em quem trabalham sejam denunciadas autoridades competentes. Então vocês vão ver aí, independente do que você esteja numa organização ou numa igreja. Então, A salvaguarda e a proteção é para garantir que tudo que você faz, tudo que as pessoas voluntárias, funcionárias, líderes estão com vocês, todos os programas que vocês
fazem, não causem dano. Então, é o princípio do não causar dano a nenhuma pessoa. E aqui na casa nós trabalhamos principalmente não causar dano à criança, ao adolescente, ao adulto que está em situação de vulnerabilidade social naquele momento, que muitos migrantes refugiados estão Nessa situação. Então esse é o objetivo ali da política. Pode passar pro segundo slide. E quando nós temos padrão, documento, que que acontece? Os atendidos são protegidos, atendidos, os membros, né? Pense aí no no seu público aí. A pessoa que você tá trabalhando são protegidos. A equipe que você trabalha é protegida porque
ela sabe o que ela deve fazer, como fazer, o que não fazer. E a organização e a reputação estão Protegidas, porque vamos supor que alguém faça uma falsa acusação contra a casa, contra a sua igreja, contra algum local. E aí, como que você vai responder? Então, você ter um documento na sua mão e você mostrar que ali você tem uma cultura de proteção e salvaguarda, você vai estar ali protegido por este documento e você vai mostrar que você tem uma equipe capacitada, que você tem uma equipe que sabe o que fazer. Então, o nosso Objetivo
na casa com o processo de construção da política de proteção e salvaguarda é tornar a salvaguarda proteção parte da nossa cultura organizacional. Então esse é o nosso desafio, uma cultura o quê? De cuidado baseada na prevenção e na responsabilidade compartilhada. Então, o tempo todo na casa a gente tenta fazer atividades de prevenção, ensinando eh o que é violência, quais são os tipos de violência para as crianças, paraas Famílias e mostrar também que a gente pode responder e também envolver a rede que está junto com a gente, porque muitas vezes como organização ou como igreja ou
como liderança, a gente quer responder e fazer tudo, mas existe um mecanismo, uma rede de proteção na nossa cidade, no nosso país, e a gente tem que saber usar toda essa rede. Hoje a Daane vai falar um pouquinho mais sobre isso, né? O que tem nesse documento, o que que é isso de rede de Proteção, o que que tem nessa política, o que o que tem nesse documento que é tão importante para pra gente? Então, esses são os desafios que nós vamos enfrentar na casa. Eh, não basta, gente, ter um documento bonito, eu imprimo, coloco
lá na minha organização, na minha igreja e não sei colocar em prática. Então, o nosso desafio como protetores, como agentes de proteção, é saber colocar ao longo da nossa jornada ali aplicabilidade. Foi até uma pergunta que o nosso colega Stanlin colocou, eu l vi o Stanley, falei: "Nossa, o Stanley me apertou qual a aplicabilidade da política de proteção e salvaguarda? Como é que a gente vai aplicar? Como é que a gente como é que isso vai ser na prática?" E este é o desafio da casa, porque a gente já tem feito algumas ações e agora
com a nossa política construída, que não é um papel que foi construído simplesmente um dia, foram meses e meses de trabalho, a gente Vai poder responder melhor e também ensinar os nossos atendidos como eles devem conhecer essa política aplicar também. Então, a política não é um documento paraa liderança, paraa diretoria, para o pessoal da assembleia saber que tem um documento bonito ou a gente mostrar esse documento bonito lá pro governo. Não é só isso. É a gente saber que desde a criança, o adolescente, a família atendida, o voluntário, o funcionário, a diretoria, Todos saibam que
está nessa política, saibam aplicar em caso de precisar de alguma resposta ou em caso de algum risco. Então essa é o nosso desafio da casa daqui pra frente. E é um desafio que nós estamos lançando para você que está assistindo aqui essa esse vídeo, essa live aqui com a gente. Como que você pode trabalhar melhor, construir protocolos melhor para proteger crianças, adolescentes na sua comunidade, na sua igreja, na sua ONG, No seu bairro, na sua família. Então esse é um desafio para você também. Mas para mostrar um pouquinho mais, né, do que essa política, eu
vou convidar aqui a minha amiga Daane, né, que vai tá falando um pouquinho mais, né, de quais são os principais fundamentos e compromissos que tem esse documento. E a Daane Lacerda, ela é diretora de relações institucionais, advocão da EV Pact e atua no fortalecimento de políticas e práticas de proteção e Salvaguarda, com ampla experiência na promoção dos direitos humanos e na proteção de populações em situação de vulnerabilidade. Então, Dayana, seja muito bem-vinda. Eu passo a palavra agora para você e no final eu e a Daana vamos continuar conversando e quem sabe se der um tempinho
ainda a gente responder um pouquinho mais de vocês caso eu tenho alguma dúvida. >> Já tá aí. >> Olá, boa. Olá, boa noite a todos. Vocês Me escutam bem? Todo mundo? Acredito que sim, né? Eh, é um prazer estar aqui com vocês, né? Um prazer para nós, como EV Impact caminhar junto com a casa, né? A associação Casa é uma organização que a gente acredita pelo trabalho que vem desenvolvendo, pela história que tem. Então, para nós é um um privilégio, né, poder estar aqui participando dessa construção dessa política de proteção e salvaguarda, né? E a
gente vai tá falando um pouquinho dela, né? Foi um Trabalho técnico, um trabalho que a gente se debruçou aí para entender esse contexto e essa realidade, né, em que a casa trabalha, porque essa política de construção eh de proteção e salvaguarda, ela foi construída paraa realidade da casa, né, da associação casa, da atuação dela. Então é muito importante que você que tá aí ouvindo, que tem a curiosidade, saiba que cada organização ela trabalha com contexto. Mesmo que o público seja o mesmo, a realidade é um Pouco diferente. A gente precisa analisar essa cultura organizacional para
aplicar essa a essa política de acordo com a realidade da organização. Então essa que nós vamos estar aí apresentando hoje foi essa construção eh conjunta, né, junto com a casa. E aí, eh, a gente já percebe aqui, né, o primeiro ponto quando a gente vem falando, né, da importância dessa construção dessa política de proteção salvaguarda, é a confirmação de que Vocês estão aqui, né, eh, deixando aí, dedicando esse tempo para estar eh nos ouvindo e conhecendo um pouco mais sobre esse tema. Por quê? Porque uma política de proteção e salvaguarda, ela não se constrói sozinha,
né, só organização, ela é uma construção coletiva. Então é um compromisso eh da organização, mas é um compromisso também da comunidade. Então, para que essa proteção seja garantida, é importante que a comunidade também tenha Conhecimento dela e possa também, né, est ali atuando, né, de acordo com os meios que são importantes e necessários. Eh, só uma pergunta para mim, sumiu a apresentação. Continua aparecendo para vocês? Então, acreditei que a Raquel deve tá colocando, mas eu vou tá seguindo paraa gente eh não perder mais tempo. E no próximo Raquel slide a gente vai entender aí e,
né, um que a gente chama que são os os principal, né, ali do Tópico do por a casa ela precisa, né, eh, precisou construir essa política de proteção, né, porque toda pessoa ela deve viver com dignidade e segurança e oportunidade para florescer. Então, a atuação da casa, ela é direcionada para crianças, adolescentes e adultos vulneráveis, né? Então, todas as pessoas que passam pela atuação da casa, ela tem, né, o direito de viver com essa dignidade, com essa segurança, tendo essa oportunidade aí de, né, se Desenvolver, florescer e ter os seus direitos garantidos, sejam lá onde
elas estiverem. Então, diante disso, eh, quem trabalha com pessoas vulneráveis tem uma responsabilidade redobrada, né? Porque ela atua como crianças que ainda não conseguem se expressar claramente, né? Atua com adolescentes que estão ali no seu processo de formação, né? Tá atuando eh diretamente com famílias refugiadas, imigrantes, que muuit das vezes não dominam o idioma local, né, do país onde Ela está. Então tudo isso é importante para que seja identificados, para que possa ter validade, possa ter efetividade nessa prática dessa proteção eh de eh nessa política de proteção e salvaguarda, né? E ela nasce aí dessa
convicção, né? De que proteger pessoas não é apenas um uma obrigação legal, né? É uma expressão da fé e da identidade cristã da associação casa. Então, como é, né, uma organização também que a gente com base cristã, juntamente com a A associação impacta, a gente traz isso como realmente algo que traz a expressão da da identidade cristã nossa em Cristo, né, da nossa fé, de dar dignidade para essas pessoas. Então, eh, proteger, eh, eh, as pessoas é realmente isso, é criar, né, trazer essa criação, essas pessoas, né, na dignidade da imagem de Deus, como conforme
elas merecem. Pode passar, Raquel, por favor. E aí a gente traz o que é então essa política de proteção e salvaguarda, né? Eh, a Política, passando, Raquel, por favor, a política de proteção e salvaguarda, ela é um documento, né, que organiza ali no lugar, né, nesse caso, a casa, que exige ali a garantia de proteção para pessoas que diretamente atuam, tem parceria e tudo mais com a casa. Então, o que que seria esse documento? ele é um documento eh institucional que estabelece esses princípios e essas normas, né, e os procedimentos para proteger essas pessoas que
diretamente São atendidas ali pela casa. Então, eh, a gente tem isso diretamente em vista, né, dessa atuação. Pode passar, Raquel. No segundo plano, a gente olha pros beneficiários diretos e a gente vê aí que trazendo isso, a gente tem todo um arcabolso teórico também, um acabou jurídico do nosso país que eh direciona, né, as leis e os e os os protocolos de refúgio que tem, a todas as documentação que surgem necessário, que são eh importantes para nós estarmos olhando Para atuar da melhor forma, atuar de acordo com a lei do nosso país, né, para dar
a essas pessoas que estão no nosso território a realmente o acesso à garantia dos direitos dele. Então essa política foi pensada também dentro do nosso arcaboço jurídico, né, brasileiro, né? E aí a gente traz como principal, né, que direciona essa política os princípios e os compromissos da instituição que a casa traz. nós eh criamos aí, né, temos aí 11, né, eu não Vou tratar todos, tá? Aí para vocês lerem, ter acesso, porém alguns são importantes a gente destacar. E eu queria deixar para vocês aqui para estar refletindo, a gente traz aqui uma prioridade absoluta, né,
que traz ali eh a criança ali como um eh a importância dela no papel, no seu desenvolvimento e como sujeito de direito. Isso tá garantido, né, ali no ECA, no artigo quto. Então, a gente precisa também entender que tudo isso está ligado Diretamente à nossa constituição, as nossas leis ordinárias que estemos no Brasil. E por isso que a gente precisa estar atento a esses princípios. Quando a gente fala de proteção, a gente precisa ter um ponto que é importante pra gente ter de alerta. E a gente traz aí no princípio cinco que eu queria destacar
para vocês, que é o princípio ali relacionado à confidencialidade, né? A questão ali do sigilo absoluto com base ali na nas nossa lei também, LGPD, No código de ética. dentro dessa política, vai ver mais à frente a gente vai falar um pouquinho do código de ética, né, de comportamentos que a gente chama de comportamentos que são aceitáveis e comportamentos que não são aceitáveis. E aí esse código de ética também eh tem princípios ali muito importantes que devem ser, né, eh claread, norteadores ali paraa atuação da organização, né, tanto nesse caso da casa, mas caso vocês
futuramente, né, Tenham o desejo aí de poder tá construindo essa política de proteção e salvaguard da organização de vocês, da igreja de vocês, é importante que vocês tenham isso em mente. Outro que a gente traz também é uma questão, uma vez que a casa trabalha com público eh de migrante, né, migrante refugiado de outras nacionalidades, a gente precisa ter uma sensibilidade à questão cultural. a gente não pode simplesmente eh intervir de determinadas formas, como Se a gente tivesse falando com brasileiros, porque eles têm culturas diferentes, o idioma é diferente. Então, toda essa sensibilidade em relação
à questão cultural da pessoa que tá sendo atendida precisa ser respeitada, né? a gente precisa estar adaptando a nossa linguagem, precisa estar adaptando ao nosso comportamento para não ofender a pessoa que vai est ali diretamente participando de alguma atividade. Então, por isso que é importante conhecer essa Realidade para que a gente possa se aplicar da melhor forma, né? E sempre ali no princípio 10, vou eh terminar com ele, que é a questão da prevenção com prioridade, né? trazer essa prevenção como prioridade para que a gente não fique só eh mitigando efeitos do de consequências de
violação, mas que a gente possa preparar essa população, tanto criança quanto adolescente, quanto refugiados e migrantes, a se prevenirem de situações de violência que eles Possam sofrer. Então, por isso que a informação ela é muito importante, né? Então, ter essa informação e trazer essa informação para eles é algo primordial. E bem como a Débora falou e também a Risiele falou, eh, a gente não trabalha só assim, a gente trabalha com uma rede de proteção, né? Então, a organização eh eh em si, a associação casa, ela não trabalha só ela que atua e independente, né, de
forma independente, vai fazendo o que acha em relação à população que ela Atende, não. A gente atua diretamente numa rede, uma rede que é estruturada dentro do nosso arcaboo eh, estrutural do nosso país, né, arcabolso jurídico, teórico e também da nossa eh federação. Então, o que que a gente tem? a gente tem ali eh conselhos tutelares, que também são órgãos de proteção a criança e adolescente. a gente tem órgãos de proteção a refugiados imigrante, né, AQU, OIM, organizações que atuam diretamente, eh, nesses mecanismos que São importantes para que possam fortalecer essa temática e poder dar
mais visibilidade, né, e coerência nas respostas unificadas, de forma unificada paraa garantia da proteção dessas pessoas. Então, a gente vai tratar um pouquinho, né, dessas regras e desses princípios, como eles se aplicam diretamente nesse código de conduta que a gente chama, né, o código de conduta da da associação casa, ela tem três partes, né, o que você deve fazer, o que É extremamente proibido, que não deve se fazer e quais as consequências para quem descumpre essas regras, né? Então, pode passar, Raquel, por favor. E ali você vai ver a temos, né, 12 eh eh cláusulas,
vamos dizer assim, né, 12 tópicos que vem trazendo aí condutas que são obrigatórias, né, que devem ser feitas. Aqui a gente só colocou algumas para não ficar muito extenso, né, para que vocês possam estar vendo, mas é importante que depois vocês tenham conhecimento que ele É mais vasto, ele tem mais informações aí para vocês eh irem buscar eh posteriormente. Então, uma que a gente trata eh que deve ser feita é tratar com dignidade todos os atendidos sem distinção. Lá no princípio que a gente tem, tem um princípio da não discriminação. Então, um que rebate diretamente
com esse princípio é da não discriminação, é tratar com dignidade e sem distinção. Então, é um ponto que deve ser feito, né? E nunca também eh Que a gente precisa ter cuidado eh em relação a criança, adolescente e adulto também, é nunca permanecer sozinho num ambiente ou num local fechado, né? Isso serve tanto para uma proteção da criança e do adolescente, daquele adulto em vulner está em vulnerabilidade, mas também para você, a pessoa que é da organização que está ali, né, presente também. Então a gente precisa sempre manter esse ambiente amplo, aberto, visível para que
outras pessoas possam Ter esse acesso. Aí você fala assim: "Ah, mas caso a pessoa queira reportar um caso, como é que ela tá ali abrindo uma coisa pessoal? A gente sempre procura ter um local adequado para se ter essas escutas e que não seja nenhum ambiente onde ninguém possa estar vendo, mas que seja um ambiente que minimamente traga a segurança tanto para você quanto para essa outra pessoa também. Então, a gente precisa ter isso em mente. Uma prática que a gente traz aqui, né, uma Mais um ponto em relação ao que deve ser feito, que
a gente tem muito costume de fazer e que a gente precisa trazer como alerta, é um exemplo. Vamos fazer visita na casa das pessoas, como é importante e de em dupla dois. Eu sempre eh costumo falar que isso é a regra dos dois, porque você não deve andar sozinho, né? É bom que você esteja sempre com uma outra pessoa também da organização adulta e que tenha também a família que vai ser visitada, ela possa ter Conhecimento que vai receber essa visita. Não é chegar assim de surpresa, né? A gente chega de surpresa e aí acaba
trazendo aí uma indisposição. Então o que a gente peça é que a gente tenha esse conhecimento de que a gente precisa comunicar, que vamos estar indo lá visitando e tudo mais e ter sempre outra pessoa da organização adulta também lá. para poder tá acompanhando nessa visita, né? E uma coisa que a gente precisa ter e que a gente vai falar um pouquinho Mais à frente da da preocupação também é obter esse consentimento de uso da imagem da pessoa quando a gente vai publicar, tanto em site quanto no Instagram, né? Seja lá o que for nas
nossas redes sociais, essa autorização por escrito, né, do uso da imagem dessas pessoas. E a gente sabe que quando a gente trabalha com população migrante refugiado, população que está em situação de vulnerabilidade, pessoas que passaram por violência, a gente tem que Redobrar a nossa atenção em relação a isso. Então, uma coisa que eu trago para vocês essa importância, né, de trazer na nossa rotina institucional esse eh consentimento de uso de imagem que a gente vai passar a pedir as pessoas por escrito para que a gente possa ter mais eh tranquilidade, né, na gestão das nossas
eh postagens, das nossas comunicações. Então isso é extremamente importante, né? Além desse aí é os pontos principais que eu gostaria de Destacar aqui, mas tem vários outros que ao longo da política estão lá descritos, que é importante, mas a gente traz agora pontos que nós chamamos que não podem de forma nenhuma acontecer, né? Que é expressamente vedados. política, ela traz ali 15 condutas que são expressamente eh proibidas, porém isso não é um rol taxativo, são só essas 15 e pronto. Não, ela é um exemplificativo, porque como sociedade nós estamos, né, de eh em construção. Então
hoje o que a gente pode imaginar assim, passar pela nossa cabeça, amanhã pode surgir algo novo, né, com a evolução aí tecnológica. várias coisas acontecendo no mundo, a gente pode algo que a gente não imaginou hoje que poderia ser uma violação surgir amanhã. Então, por isso que ela não é um rol taxativo, mas é um rol que traz exemplos e possibilidades de situações que a gente precisa se alertar, né, como situações graves que não devem de forma Nenhuma eh ocorrer, né? E uma delas aí, a primeira que eu queria destacar para vocês é colocar eh,
né, na em relação a criança, adolescente ou adultos, seja lá o que for, é qualquer forma de violência, né, seja ela física, psicológica, sexual, patrimonial ou institucional. E aí a gente traz aí também a questão da violência contra a mulher, que muita das vezes, né, sofre essa eh violência aí psicológica, essa violência patrimonial. essa violência Física. Então a gente precisa expandir na atuação, né, não só essa população que a gente vem diretamente falando aqui do trabalho. Quando a gente trata de proteção, a gente amplia o leque para todas as todos os eh grupos de pessoas
que realmente estão em situação de vulnerabilidade. Então a gente traz isso de uma forma muito importante para ser destacado. Outra que a gente traz, e é importante falar, uma vez que eh estamos aqui Falando, né, quase que majoritariamente para um grupo, né, de organizações cristãs, é a questão do abuso espiritual, né, eh, é o uso ali da autoridade religiosa, do líder religioso para controlar e coagir algumas pessoas. Então, a gente traz isso também como um alerta de que não deve ser aceito. Muit das vezes a gente eh tem o costume de falar assim: "Ah, para
que você participe de uma atividade que vai ser eh entregue de sexta básica, um exemplo, Né? seesta básica ou alguma outra atividade que vamos promover eh da organização Casa, eh você tem que ser membro da igreja, você tem que participar da atividade da igreja, tem que estar aqui todos os domingos participando. Isso é um abuso espiritual. Então a gente não tem que condicionar o acesso a nenhum serviço, a uma participação de uma atividade da igreja, né? A gente tem que eh deixar isso bem eh amplo, né? para que a pessoa Possa participar e quem sabe
aquela atividade servir como um canal para que ela venha estar ali futuramente congregando, participando, né, e conhecendo a Cristo naquele ambiente. Mas isso não pode ser condição para ela receber ou participar de alguma atividade. Então isso é algo que a gente precisa estar sempre atento para impedir que aconteça, né? é algo que a gente traz aí também na questão aí do relacionamento também eh sexual, né, com As pessoas, né, que possam aí eh se envolver com beneficiário ou algum, né, uma pessoa que participa ali das atividades que que nós promovemos. Isso é muito importante, né?
Que que a gente esteja atento para que a gente evite e oriente as pessoas que participam conosco também de poder evitar esse tipo de situação, né? evitar ali toques inapropriados, que também é muito importante. Então, eh, a gente precisa trazer essa consciência e a gente tem a Palavra que a gente sempre usa, que é tolerância zero. Porque quando a gente, eh, né, a passa a aceitar com naturalidade algumas posturas, a gente acaba abrindo brecha para violações que não deveriam. Então essa política é a construção de regras que são ali criadas para direcionar as pessoas a
como se portar, né, na nas atividades, mas principalmente na vida, porque isso vai refletir bem como a Risiane falou, quando a gente constrói essa política, Não é só a organização, né, associação casa que tá protegida, as pessoas que participam estarão protegidas e a comunidade, né, em que do entorno da onde ela está também vai ser protegida. Então, a importância disso é muito grande por conta disso, é uma construção, né, de uma de uma cultura de proteção. E aí a seguir a gente trouxe eh na na construção dessa política alguns níveis, pode passar, Raquel, por favor,
alguns Níveis que caso haja algum descumprimento, vai haver ali esse eh código de conduta trazendo sanções, né, ali por níveis, por grau de atuação, né, de de questões que vão ser de riscos que vão ser colocados para essas pessoas para poder estar sendo medidos. Então, nós temos aí quatro níveis, que é um nível médio, eh, nível leve, perdão, nível médio, grave e gravíssimo. E aí, eh, foi construído, eh, mais à frente, pode passar, Raquel, que existe um prazo Mínimo para que as pessoas possam estar denunciando eh essa essa questão, né? Caso apareça alguma situação em
cada grau, existe um tempo mínimo para poder estar ali reportando de acordo com esse grau, para que a gente possa garantir realmente que essas pessoas eh não passem, né, sem ter ali a seu direito garantido diante dessa situação. Então, eh, diante dessa construção, desse código de ética, uma coisa é importante, qual é a responsabilidade de cada Colaborador, de cada pessoa que participa ali da organização? Então, eh, a política ela não, ela, ela é uma construção, né, e que ela tem cada um o seu papel, cada um seu papel muito bem desenhado. E aí, passando pro
próximo slide, vocês vão ver que existe aí essa questão da governança da proteção construída pela organização casa, né? E aí o que eu chamo, quem é o papel principal aí é o ponto focal de proteção, porque é ele que é a pessoa Que vai dar os direcionamentos, é ela que é a pessoa que vai tá ali, dando os encaminhamentos, ligando a rede, conversando com a as pessoas que possam diretamente estar trazendo essa construção dessa garantia desse direito. Então isso tudo é muito importante para trazer essa concepção. precisa se ter uma pessoa responsável para gerir isso.
No próximo slide, a gente vai ver rapidamente que existe um fluxo, né, de prevenção e respostas de denúncias que Precisam ser construídos. Um exemplo, você identificou um caso, uma pessoa relatou para você uma violação ou você viu, né, uma violação, como é que é o passo? Então isso tudo é desenhado dentro da da política para trazer esse direcionamento, o que fazer, como fazer, para poder tá guiando e orientando. Então é uma política muito completa, ela não é só detalhada com conceitos, com situações, na não, ela ela traz na prática como é cada passo, cada ação.
E Aí para isso, no caso de denúncia, a casa tem eh mecanismos internos, né, que pode ocorrer a denúncia, bem como divulgar os mecanismos externos, que tipo disk 100, né, o disc 101, que tem o disc é dos direitos humanos, o disc 101 é o central da mulher, né, contra a violência doméstica, tem os conselhos tutelares, né, as delegacias de migrantes e por aí vai. Então são vários equipamentos públicos que também fortalecem essa comunicação. E aí chegando ali, né, a ao final a gente traz uma coisa que é importantíssima, que é o monitoramento e a
prestação de conta, né? No próximo slide a gente vai trazer que é toda organização, né, que trabalha com eh qualquer população que seja, qualquer público que seja, ela precisa prestar conta. É importante que você preste conta das ações que tenham. Então a a associação casa ela traz isso, né? Proteger também significa acompanhar, Avaliar e demonstrar os resultados com integridade, que é exatamente aquilo que a Débora trouxe da a importância que vai ser o acompanhamento e a atualização dessa política. Por quê? Ela não é uma política rígida, engessada, que tá ali, pronto, vai ficar ali a
de eterno, só aquilo ali. Não, ao longo do tempo, como a evolução da sociedade, evolução das leis, ela vai voltar a ser reanalisada para ver e ser atualizada. Novas leis surgem, novas leis são eh incluídas aí Nessa política para ser abarcadas também. Então isso a importância que ela é uma é um documento vivo. Ela não é um documento rígido, morto, sem ação. Ela é um documento vivo, ela tá sempre em construção, né? E aí a gente traz aí na no próximo é a questão do fortalecimento dessa cultura, né? E aí a gente traz a associação
Casa Investindo pesado. E é algo que teve ser feito com todas as organizações, é o quê? treinamento e formação. Todas as pessoas que passam Pelas nossas organizações, seja pela igreja, seja por uma organização, né, sem fins lucrativo, uma empresa, seja lá onde for que você vai atuar, precisa existir treinamento, você precisa receber informação para você atuar de forma mais qualificada. Então é isso que precisa ser feito. Todo mundo que, ah, você voluntário um dia na casa ajudando uma uma atividade, num simples atividade você precisa saber o que você pode e o que você não pode
fazer. por isso é Necessário uma formação. E aí incluiu dentro dessa política essa obrigatoriedade dessa formação, né, para que as pessoas possam estar ali eh entendendo mais sobre os princípios, os a missão e os valores da organização para não infringir nenhum desses direitos dessas pessoas que vão estar lá. E por fim, eu queria aqui trazer para vocês, né, uma chamada aqui de ação. falar de política de proteção e salvaguarda não é simplesmente trazer um Documento, apresentar alguns princípios e regras que, né, são colocados ali, que dão direção pra atuação, mas principalmente eh trazer ela de
forma de uma forma de uma chamada para prática, para efetividade. Então esse QR code aí ela vai diretamente paraa política, né, que nós construímos juntos aí com a casa. né, que está no site da associação CAS. Você pode aí botar seu Qcode, entrar no site, ter acesso, né? E aí, uma coisa que eu queria pedir para Vocês, primeira coisa, leia a política. É um documento curto, não tem muitas folhas, mas é extremamente importante porque ela vai trazer esse direcionamento, né, da das ações da casa e vocês podem conhecer um pouco mais. O segundo pedido que
eu queria trazer para vocês, né, e para quem aí é representa igreja, alguma organização, seja lá o que for, eh entre em contato com a casa e conosco, né, da EVIA Impact, por nós estamos trabalhando junto para construir Essa política de proteção salvaguarda. Então, se você tem o desejo, né, de poder e fortalecer sua organização com esses mecanismos, nos chame para conversar. a gente tá aí para poder te ajudar, para poder fortalecer, para poder entender um pouco mais sobre a sua organização. E é muito importante isso, porque esse diálogo ele é fundamental para que a
gente possa construir isso juntos. Como eu falei lá no início, a gente não pode simplesmente chegar pegar A política da Associação Casa que foi pensada paraa Associação Casa dentro do contexto deles, dentro dali da da população que eles trabalham, né, do formato institucional que eles têm e trazer para uma outra organização. Não existe como, porque ela não foi construída para isso. Então, a gente precisa ajustar de acordo com a necessidade de cada organização. E nós da Even Pact nisso, né, de poder promover esse Diagnóstico, de poder caminhar junto com vocês, né, nessa construção dessa política,
caso você tenha. E quem seria esses benefícios, vamos dizer assim, quando a gente fala de organização social, a gente traz a situação de poder ser eh receber financiamento ou receber financiamento de de outros locais que exigem essa eh construção dessa política, essas diretrizes bem estabelecidas, porque nenhuma organização vai diretamente, né, trazer Ali recurso para ser gerido se não for diretamente ali numa organização séria e comprometida. Então, a gente precisa trazer isso em relação à igreja. Nós vemos aí, né, diversas ações que precisam também ser aprimoradas ao longo do tempo para que a gente possa adaptar
paraa realidade da igreja local, da realidade daquela igreja naquele local onde ela está. Então nós estamos aí nos colocando à disposição para poder realmente contribuir paraa construção da Política de salvaguarda de proteção de vocês, né, caso vocês tenham aí eh desejo. Então a gente deixa também aí os nossos contatos da Eva Impact muita bem como da Associação Casa para que vocês possam estar buscando nessas situações. E agora a gente vai passar aí eh pra fase das perguntas, né? Caso vocês tenham alguma dúvida, >> então da é porque assim o o nosso horário aqui já estão
me mandando mensagem aqui em box, nosso horário já Tá um pouquinho avançado, né, para pra gente concluir. Então só queria lembrar vocês, se vocês quiserem baixar a política para ler, conhecer como é a nossa forma de trabalho, é só vocês entrarem no site da associaçãcasa.org.br na área de proteção e salvaguarda. Lá vocês vão poder ler com um pouquinho mais de paciência. tem também o contato lá da Évia e a gente pode trocar um pouquinho mais de ideia. Eh, algumas pessoas fizeram inscrição e Fizeram algumas perguntas, não vai dar para responder tudo, né? Eh, eu vi
que tiveram perguntas sobre proteção na igreja, então que bom que vocês que são do contexto de igreja estão eh preocupados. Leva esse assunto, leva essa live lá pro pra liderança de vocês. Procure outros materiais interessantes que tem de organizações, tem materiais interessantes, né? Junta de missões mundiais, a rede de mãos dadas, tem muita gente aí boa com materiais básicos Para você começar a estudar um pouquinho sobre proteção. Então eu aconselho vocês. Eh, tem algumas pessoas perguntando sobre denúncia, né? Se tem como você acolher denúncias de relatos de crianças ou adolescentes que foram acusados no passado?
Tem sim. Digita aí, gente. Primeiro, todo mundo tem o dever de ler o ECA, né? Né, Diane? Isso daí é é o é o mínimo, né? Então, o pessoal leia o ECA. Dentro do ECA vocês vai ver a lei Joana Maranhão. Então, a pessoa que perguntou isso, você pode ler e procurar um pouquinho, você vai poder ver isso, como pode ter denúncias passadas, como você pode fazer. Uma pessoa perguntou como implementar a política em vários projetos. Então, a casa, por exemplo, nós temos esse modelo que nós construímos agora. Vamos supor que no futuro a gente
tá lá em Manaus, lá em Brasília e três cidades diferentes. A gente vai aplicar da mesma forma Nossas regras de conduta ali que a Daana falou para poder dizer como a gente deve agir em certas situações, como a gente deve responder, como a gente deve prevenir. Então tudo isso, a política ela pode ser ampliada para você que tem uma organização que tá em cidades diferentes. E o Stanlin também colocou aqui, Diane, que você falou muito assim, sempre ter esse cuidado de ter duas pessoas para fazer visita, mas pode acontecer, tem pessoas que estão em Contextos,
que não tem uma grande equipe, então se eu estiver sozinha, o que que eu faço? E aí, que que você sugere? >> O que eu sugiro é exatamente o princípio primeiro, esteja um local onde você não fique num lugar fechado, que seja visível e aberto para outros. Sei você sozinho, você consegue falar, mas não tá ali isolado com aquela pessoa. É o princípio mínimo que você pode ter. >> Sim. Chama lá pro pro quintal, né? Fala: "Ah, vamos conversar aqui, senta ali numa mesinha do lado de fora em algum espaço, né?" Eu sei que realmente
tem educadores, pessoas que estão em contextos, que às vez não tem uma grande equipe, nem sempre dá para fazer em dupla, embora esse princípio é sempre importante, né? Nosso, nossa intenção é sempre fazer o que tiver de melhor, mas tem situações que não vai que não vai ter ter como. Ã, muita pessoa tem falado do ECA digital também, gente. O ECA é o ECA, né? A gente chama ECA digital carinhosamente porque agora estão aplicando um pouquinho mais de leis na área da violência na internet. Então, leiam, procure mais informações, tomem cuidado com redes sociais. A
gente não sai publicando foto de criança, tirando foto sem pedir autorização, sem necessidade nas igrejas às vezes, né, dá, eu fico preocupada que às vezes a criança tá num momento ali de contrição, chorando, orando, e as pessoas quer Filmar, quer expor. Então, eh, tomem cuidado com isso. São só algumas perguntas depois, pessoal, se vocês quiserem, essa live vai ficar gravada no YouTube, vocês podem deixar perguntas lá que a gente vai tentar responder, dar algumas indicações, ajudar na medida do possível, passar contatos. Eh, mais alguma coisa, Dai, pra gente passar pro encerramento? Eh, não, essa questão
do ECA digital acho que é uma curiosidade porque é um tema Relativamente novo, né, que surgiu aí há pouco tempo. E aí eu só falar um pouquinho mais. Isso que a que a que a Rise falou é muito importante, principalmente paraas igrejas que transmite, tem o costume de transmitir, né, seus cultos, suas informações. Então, às vezes a gente tá lá transmitindo numa live alguma coisa. Isso agora como é digital, a gente precisa ter mais cuidado até como instituição religiosa, né, do uso da Imagem dessas pessoas na rede, né, de ter esse cuidado. Uma coisa que
eu falo também que é muito importante, o papel da igreja, né, que é ali tá contribuindo e auxiliando as famílias ali a diminuir eh essa questão do excesso e dessa exposição dessas crianças à tela e o risco que elas correm lá. Então é muito importante a igreja como esse papel de formação, de conhecimento, de levar esse conhecimento também, né? E poder tá ali trazendo. Então é algo que traz como um Alerta pra igreja através dessa nova reestruturação aí do do dessa lei, né, do ECA digital e que as igrejas precisam estar atentas também de poder
estar contribuindo com isso. Isso. E como igreja, a gente sempre tá lidando com pessoas em vulnerabilidade social, toma cuidado, né? a gente não querer expor, tirar foto, nem pedir autorização pra pessoa, tá lá fazendo uma selfie. Vamos ser nessa sensibilidade, né? Cada pessoa tem sua dignidade, né? Ninguém é Obrigado ali, né? A ter suas fotos, a sua imagem e expostas. Bem, para finalizar, eu vou começar então com a Dayane. Daiane, para você, se você pudesse falar em uma frase ou uma palavra, né? O que representa o dia de hoje, esse lançamento? Bom, esse dia de
hoje, ele é um um dia marcante, porque é um dia importantíssimo, onde traz a para as pessoas a importância da garantia dos direitos dessas pessoas que atendemos. Então, proteger essas pessoas é dar informação, é garantir que elas saibam exatamente, né, o que elas têm direito, onde elas podem acessar esses serviços. E trazer isso é dar dignidade. Trazer isso é trazer o reino de Deus para essas pessoas, né? De tornar esse local agradável para ela se viver. Então o que para mim hoje é um é um marco dessa importância dessa política pra associação casa é isso,
né? Poder ser ali sinal do reino de Deus na vida das Pessoas pelas quais passam pela organização através dessa política. >> Amém. Amém. Para mim também é uma uma vitória, né? Porque eu já caminho aí com tanto Débora, pastor Tércio, mas eu vejo uma vitória assim porque a gente tem aprendido, tem crescido. Começou ali com as mobilizações de 18 de maio, ninguém falava muito de Mao Laranja e começou os assuntos, a gente começou a estudar. Agora a gente tem falado mais de salvaguarda, né? Usado mais essa palavra Salvaguarda porque ela é mais ampla, né? Salvaguardar.
Então é uma vitória esse aprendizado de crescer, né? O meu desejo pra associação casa é que a gente consiga aplicar, que isso se torne de fato uma cultura e que a gente consiga repassar e ensinar outras pessoas a também trabalharem com a salvaguarda. Agora eu vou passar a palavra pro pastor Tess Débora para eles estarem no no encerramento também. Muito obrigada, viu Diane? Todos que estiveram Aí conectados. Vamos seguir pro encerramento. >> Agradecer Riele, Dayane, muitíssimo obrigada pela explanação que vocês fizeram. Muito bom. E eu quero agradecer também a Luciana, que é da área de
comunicação da casa, ela que tava interagindo aqui no grupo, viu, gente? Luciana Fux interagindo com a gente em nome da Associação Casa e dizer o seguinte, Rise, gostei muito quando você falou da cultura do cuidado, então Deixar essa palavra, né, pra gente refletir um pouco a promoção da dignidade humana, construção de ambientes seguros, no nosso caso, para todas as crianças, adolescentes e adultos que acolhemos e acompanhamos. e dizer para você, Dayane, muito obrigada por por você trazer esse conceito de que toda pessoa deve viver com dignidade, segurança e oportunidades para florescer. E por último dizer
também, viu, para Você que tá nos acompanhando, que eh talvez vai estejam ouvindo essa live num outro dia, dizer que o nosso processo de construção da política de proteção e salvaguarda não foi simples, porque a gente vem de uma jornada de muitos anos, como as meninas disseram, e de repente salvaguarda que que isso tem a ver com as ações que nós já fazemos de proteção. Então, aos poucos, essa conceituação foi entrando, foi fazendo sentido eh para nós e paraa Nossa organização. Então, hoje nós podemos dizer: "Puxa, que bom, nós conseguimos eh passar por esse tempo
em conjunto." Então, agradecer mais uma vez a Évia e relembrar, como a Dayane disse, a Évia está totalmente à disposição para ajudar, apoiar, dialogar qualquer organização que tenha esse interesse e qualquer igreja que tenha esse interesse. Então, a você que está conosco e que de alguma forma está nos Ouvindo, que essa essa live chegou até você, eh o que eu desejo é que tudo isso possa de alguma forma produzir frutos para o seu trabalho, frutos para suas mãos, frutos para as crianças e adolescentes e adultos que são atendidos eh na sua organização. Então, Deus te
abençoe e um abraço no coração. >> Amém. Amém. >> Que bom estarmos juntos. Então, tava aqui ouvindo vocês e Nós estamos num ambiente de Copa, né? Foi um tremendo golaço, viu, gente? Foi bem parecido com o jogo de Portugal hoje. Foi uma goleada. E meu desejo é que a gente possa cada vez mais fortalecer o nosso entendimento, o nosso coração. Eu tava aqui ouvindo e fui até pegar a há 6 anos atrás, eh, nós fizemos a política de proteção da nossa igreja em São Roque e isso é fruto de uma caminhada, foi uma imersão. Resiele
tava lá com a gente. É uma Caminhada, uma caminhada de entendimento que começa num círculo que Jesus fez num momento de tensão, onde estava todo mundo tentando dizer quem era o maior e quem era o menor. Eu gosto muito disso. Isso é simbólico. Jesus pega uma criança e coloca no colo simbolizando proteção e cuidado. E ele diz: "Ó, quem não olhar para essa criança com cuidado, com proteção, não vai entrar no reino de Deus". Então, a Nossa inspiração começa no nosso mestre. Logicamente que a gente celebra também todo o arcabolso jurídico de proteção de crianças,
adolescentes e adultos. A gente tem uma uma declaração universal de direitos humanos. Nós temos uma constituição cidadã, nós temos o ECA, nós temos o Estatuto do Idoso, estatuto do Refugiado. A gente tem uma série de normas e legislações que disciplinam e nos levam a fazer o que estos fazendo. Mas sabe, nós fazemos isso porque Jesus Nos mandou fazer. Esse é o nosso compromisso. E eu quero terminar eh me apropriando de um do Salmo 90 e fazendo uma oração de dedicação dessa política de proteção e salvaguarda de crianças, adolescentes e adultos e adultos vulneráveis que estamos
lançando hoje. É uma semeiadura que eu sei que vai produzir muita proteção e um olhar prestigiando o princípio da dignidade humana que foi dada por Deus para todos nós. O Salmo 90, que é escrito por Moisés termina no versículo 17 e diz assim: "Esteja sobre nós a bondade do nosso Deus soberano. Que a bondade do nosso Deus soberano esteja sobre nós. E aí ele faz um pedido, confirma em nós a obra das nossas mãos. E ele afirma: "Sim, confirma a obra das nossas mãos". É assim que eu quero convidar você paraa gente >> orar Agradecer
mais uma vez é aqui quero fazer um agradecimento também especial a Jucicle e a Raquel que nos apoiaram da Évia para que tudo isso acontecesse. Então a gente celebra todo esse time bonito, abençoado, que se dedica à proteção de crianças, adolescentes e adultos vulneráveis. Vamos orar. Senhor, muito obrigado por essa noite. Obrigado porque o Senhor está conosco, nos conduzindo em toda essa construção. Caminhada de proteção, Caminhada de olhar cuidadoso, caminhada de sinalização do reino de Deus, promovendo dignidade, qualidade de vida e proteção e cuidado para crianças, adolescentes e adultos. Senhor, nós te pedimos assim como
Moisés ora pedindo: "Senhor, confirma a obra das nossas mãos". É assim que a gente coloca diante do Senhor a política de proteção e salvaguarda de crianças, adolescentes e adultos vulneráveis da Associação Casa, construída em parceria Com a Réia. Muito obrigado, Senhor. Muito obrigado por chegarmos até aqui. E agora nós colocamos diante do Senhor e pedimos que a unção do teu Santo Espírito esteja conosco e com todos aqueles que querem de fato sinalizar o reino de Deus, fazendo com que as pessoas tenham dignidade e qualidade de vida. Celebramos esse momento, te agradecemos e fazemos isto em
nome de Jesus, o nosso Senhor e Salvador. Amém. Deus abençoe vocês. Muito obrigado. Estamos aí à disposição de vocês para caminharmos juntos na promoção e defesa de direitos de pessoas. Muito obrigado. Deus abençoe vocês.