E aí o Olá alunos sejam bem-vindos a mais uma aula de imunologia clínica hoje a gente vai falar um pouquinho sobre a imunologia do HIV e as Lembrando que o HIV é o vírus da imunodeficiência humana EA AIDS é a síndrome da imunodeficiência adquirida que a doença né que acaba é sendo consequência da infecção pelo HIV então a o HIV ele tem uma origem e um pouco controversa em alguns pontos né É mas científicamente ele tem uma o vírus HIV ele tem uma semelhança muito grande ao BIOS sempre que infecta macacos gatos vacas Carneiros então
outros tipos de animais Então esse vírus Ele também causa a imunodeficiência Sinhá nesses animais e acredita-se que humano acabou se contaminando com esse vídeos que sofreu mutação EA capacidade adaptativa no humano então e esse vírus Ele tem uma origem né que foi descoberta no já no início da década de 70 e posteriormente ali na década de 80 e início da década de 80 as pessoas começaram a desenvolver a AIDS não é o Cida em português que a síndrome da imunodeficiência adquirida é o que a doença as pessoas começaram a ao cometer diversas patologias é que
acabavam né se a pessoa não fosse muito comprometida não acarretando nenhum mal mas é essas doenças oportunistas acabam acabavam matando as pessoas por conta da imunodeficiência é causada pelo vírus então acredita-se que Cerca de 80 milhões de pessoas já se contaminaram desde o início da infecção Oi e esse vírus né ele pertence ao gênero lentivírus e da família retroviridae tensor tipo 1 e 2 com algumas variantes em relação a isso zorotypus então a gente consegue analisar a volta né Possivelmente do do vírus do HIV no caso e do macaco que foi um possíveis vetores né
que a haviam sido contaminados com o vírus da imunodeficiência cima no caso a estrutura do HIV ela é tem a seguinte informação Então ela tem uma formação de bicamada lipídica tá essa bicamada lipídica ela é em volta né ela faz um envoltório ao redor do núcleo capsídeo Então esse capsídeo ele é formado por uma proteínas né protege o material genético desse vírus que é um RNA tá é ó na na membrana lipídica ali desce desse envoltório da gente tem algumas proteínas que são expressas que a gp120 que a gripe proteína é de 120 pilotos altos
e a gp41 que a glicoproteína de 40 quilos altos essas duas proteínas elas se combinam e auxílio na entrada do vírus na célula no principalmente os linfócitos T CD4 é então esse envoltório é envelope viral ele é protege né o capsídeo Esse capsídeo é é um formado por proteínas né E ali dentro tem material genético são duas fitas de RNA fita simples de RNA e três enzimas principais que são as transcriptase reversa a integrasi e a protease então é esse vírus na ele tem uma formação por proteínas também não estruturais que vão auxiliar no processo
de replicação viral E aí E no caso da replicação viral acontece a seguinte forma então a o vírus Ele vai chegar próximo ao linfócito principalmente esse linfócito tem que ser a escala te rapper né que Expresso CD4 então agricu proteínas 120 ela vai interagir com o receptor silicone receptor CD4 linfócitos e aí vai permitir uma alteração na glicosilação decidi presentemente ela liga se você de quatro então Lembrando que a gp120 a glicosilada por isso gente não produz anticorpos tão eficientes contra ela ela vai interagir com o seu CD4 né com o receptor da célula T
ali e permite a interação do cxcr4 ou ccr5 do linfócito com a gp41 do vírus tá então as glicoproteínas virais elas vão interagir com as correceptor e os receptores o vídeo do linfócito e permite a fusão do envelope na membrana da célula quando ele funciona ele libera o capsídeo eo material genético' inclusive ali dentro então esse rma ele vai ser transcrito reversamente nós temos uma enzima chamada transcriptase reversa ela transforma o RNA em DNA tá então transcrição reversa a transmissão normal a gente conhece aqui DNA para RNA da transcriptase reversa ela transforma o RNA em
uma fita de DNA essa fita ela duplica e ela vai até o núcleo do linfócito t e ela é integrada né Por uma integrasi ela é inserida no nosso material genético então após essa inserção de material genético aí ele pode ter a o início de replicação e depois essa célula entra em latência tá então ela um pouco e depois fica latente por de por muitos anos tá pode levar que é uma década para iniciar o processo de ativação nessa célula infectada então quando inicia a replicação e pode acontecer de seguinte forma quando esse linfócito tá
contaminado é infectado com o vírus ali com o RNA foi transformado em DNA esse DNA inserido ela for ativada ela inicia a produção né leitura de genes alguns refrigerantes como a il-2 ela fica próxima ao ponto de inserção do vírus então é lida e L2 e lido também a o Genoma viral EA inicia o processo então de replicação do vírus então quando a célula é ativada ativa a produção do vírus também E aí é sintetizado RNA para as proteínas né virais ele tem quatro ali três três genes principais que é o gag eu vou tá
quer sapatilhas envelope tá a partir se polimerase e a proteínas estruturais ali do vírus então é a leitura desses genes e de outros genes virais acontece é E aí sim começa a formação desse R aparece proteínas a gente vai ter as proteases que vão segmentar as proteínas para ter as suas devidas funções Então esse Gene aqui ele é transcrito é transcrito né Depois o RNA ele vai é lido pelo ribossomo E aí sim essas proteínas vão ser sintetizados e iniciar o processo de montagem da partícula viral essa Montagem ela vai ajudar ao próximo o material
genético também se associar ali e você vê que ele vai formando né um envoltório proteico até brotar da célula o vídeo o vírus vai me botar ali da célula carreando a dentro moléculas dos pereiros quantas próprias moléculas virais E na resposta imunológica contra o vírus Então os macrófagos também podem ser infectados por ele se ela sem críticas macrófagos e os próprios linfócitos são infectados pelo vírus HIV tá é indo no início a gente vai induzir uma resposta th1 tipo th1 compressão de interferir u.k. Gama e também pertence Como as citocinas antivirais que é da família
do Inter foram do tipo 1 Então essa família do interna do tipo são chamadas de proteínas antivirais porque elas avisam as células vizinhas né como um fator antiviral para as células se fecharem diminuir a interação com o vírus acredita-se que também ou é pode exigir um padrão traga dois que vai diminuir a eficiência da resposta imunológica pode ser até um padrão um pouco visto ali então a gente consegue ver aqui na ativação né então os vírus essa interagem com as que acontece a apresentação de antígenos MHC GTR ou é conosco estimuladores e a produção de
citocinas e silenfort se transforma em posso pegar um produtor de interno do tipo um deve entrar programa perdão eu também tenho outras citocinas você em duas e voz t citotóxicos que mata células infectadas porém ouvir os também é capaz de diminuir expressão CD4 diminuir MHC de classe uma apresentação de antígeno e mudar o padrão do tipo th1 th2 levando essa expressão de il-4 il-5 il-10 tgf-beta assim mesmo inflamatórios no caso essas duas aqui que bom inibir o processo de Resposta imune mais efetiva tá aproximadamente corpo no caso pode ser de vigiar e GG né também
mas conhecimento até mesmo dia é e é do tipo th2 porém sobre sair padrão th1 do tipo de G porque que esse G não consegue neutralizar as partículas virais e crescentemente como vírus é um material genético de rma ele sofre muito a mutação E essas mutações ocorridas pela partícula viral do vírus HIV no caso ela vai acarretar a alteração dos epítopos essa alteração dos antígenos dos efeitos dos antígenos o caso também vai fazer com que o o anticorpo não interage do modo tão eficiente e a hashtag produzir uma nova resposta imunológica e outra e outra
consequentemente por Ei quem controla essa resposta imunológica é o linfócito tcd4 esse linfócitos CD4 que é infectado pelo vírus e vai ser morto pela resposta imunológica diminui ele acaba perdendo o controle e o sistema imune não na tem a perda desse controle funcional por linfócitos CD4 e t é totalmente Resposta imune inata que não dá conta de eliminar nenhum mas o vírus e nem outros patógenos oportunistas e aí sim que pode acontecer o desenvolvimento da Aids se baixo o CD4 tá analisada por CD4 e cd8 ali embaixo a resposta de quatro que controla a Resposta
imune à espera de controle e perde a responsabilidade contra os patógenos oportunistas e acabam levando à morte caso não haja tratamento é nós temos um tratamento assim de antivirais muito eficiente atualmente tá então a gente melhorou muito a capacidade de tratamento antes retinho antirretrovirais né então a gente tem vários mecanismos de bloquear replicação viral então tem pessoas que fazem tratamento contra o HIV mantém a carga viral zerada tá não contamina tá não são contaminantes é E caso tenha perda né Desse controle outros medicamentos podem ser é adicionado no tratamento tá é um tratamento complexo né
que levam alguns efeitos adversos mas a pessoa ainda consegue ter uma vida é muito boa prolongado e de normal tranquilo tá então nessa resposta semana lógicas né essa perda de controle no CD4 infectado pelo HIV é o que vai fazer com que a gente venha desenvolver a doença tá Agnes se não quer dizer que a pessoa que tem HIV vai desenvolver as ela fizer o tratamento eficientemente ela levam o padrão de vida sem nenhuma patologia associada se ela não fizer o tratamento aí sim ela pode se desenvolver a AIDS e aí na outras patologias podem
estar Associados como infecções fúngicas outras infecções virais tá pneumocystis carinii por exemplo que pode dar nível pulmonar tuberculose Quem é essa cobra de kaposi que é um tipo de câncer é causado por a família do do herpes vírus né tipo oito então ela acaba levando ao câncer de pele mas se houver tratamento a o wi-fi fica com a carga viral zerada praticamente E aí a resposta imunológica eficiente O problema é que muitas pessoas acabam não sabendo que estão contaminadas né então é E aí sim por isso que é importante né o fazer a periodicamente né
exames para nem que seja um exame de triagem que é o teste rápido né então a gente considera o teste rápido imunocromatográfico um teste de triagem caso ele venha dar positivo reagente a essa mostra né É Feita Uma coleta ou o paciente volta re coleta amostra e é feito outros testes a partir disso no outro amostra do sangue há quatro meses com a mesma mostra é esse pedido vai ser realizado outros exames como Elisa de quarta geração que me luminescência comprovação pelo Western blot' tá então é feito um método de detecção de anticorpos caso de
reagente de novo outro método comprova pode ser rt-pcr detectando material genético viral ou Western blotting e possivelmente o immunoblot pus É possivelmente né para verificar Quais são as proteínas do vírus tem um vírus tipo 2 inteiros difere um pouco em relação ao subtipos de proteínas produzidas a maior nível de infecção no Brasil é a sobre tipo o o tipo um ainda tá que de certa forma mais patogênico que a leva ao desenvolvimento da doença caso não tratado mais rápido que tipo 2 pode levar até três décadas para o desenvolvimento da doença caso não tratado então
e eles vão auxiliar muito o processo do diagnóstico daí posterior tratamento é uma doença né é uma infecção sexualmente transmissível causada também por compartilhamento de agulhas por transfusão é por passagem vertical da mãe para o filho mas nem todos os casos a maioria não acontece somente caso ele coloca tipo assento algum problema durante a gestação ou se a carga viral materna tiver alta doente Parque mas esse sempre feito um acompanhamento da carga viral se tiver zerada pode ser feita até mesmo parto normal tranquilamente então a passagem né Só caso ocorra algum do vírus para placenta
Só caso ocorra algum problema tica não não acontece tá então após alguns exames é que a gente utiliza para os testes né confirmatórios HIV é a gente tem que saber da importância e a Qual período detectar a o material genético ou os anticorpos então para o HIV no caso a gente tem uma fase chamada fase de eclipse tá é um a gente não vai ter a detecção nem de antígenos e nem de anticorpos e nem do material genético viral E aí a partir dessa fase Eclipse onde a gente não detecta o os contaminantes a gente
vai para uma fase um nessa fase um a gente consegue detectar o material directivo do vírus que o RNA viral por PCR uma fase 2 já está a partir do 20º dia de contaminação a gente consegue detectar ap24 que a proteína por o método de Elisa tá ou até mesmo que me luminescência é uma fase 3 que a partir de 25 dias ali é de 25 dias ali da infecção a gente consegue detectar anticorpos específicos já por Elisa tá então a para o HIV e do 25º até o trigésimo dia líquida na fase cinco é
perdão na fazer quatro a gente consegue detectar por Western blotting ap-31 por exemplo tá então é o immunoblot né no caso tem umas proteína a gente só vai me ter que dar porque minhas virais em só vai detectar a partir dali da fase dois de 15 dias após o processo de contaminação é eles componentes Eles continuam sendo detectados até mesmo o resto da vida da pessoa tá então a gente tem essa fase aguda da infecção que a uma janela que era tira janela imunológica ela demorava pelo menos 30 dias após a contaminação isso com o
avanço da tecnologia nos exames a gente derrubou isso para dez dias após a contaminação tá caso você tenha entrado em contato com um sangue contaminado é eu vou né é realizado um sexo sem preservativo é você pode procurar um posto de saúde né comunicar até 24 horas depois vai entrar como Coquetel para inibir a processo de replicação viral caso tenha se contaminado então mesmo assim Esses exames são realizados né pra verificar se você seja se em contato com HIV anteriormente ou até mesmo seis meses depois de um ano para ver se houve processo de contaminação
então a detecção antigênica e por super importante e determinadas fases da doença isso dentro da fase aguda a gente consegue ter diferentes tipos de exames para tempos específicos então é basicamente isso em relação ao HIV espero que vocês tenham aproveitado um pouquinho e vice um pouquinho sobre um abraço até próximo ao que [Música]