o repertório Talvez seja o principal elemento que vai te permitir evoluir dentro do Design é ele que já me fez ver ao longo da minha vida pessoas que nunca leram um livro de design não assistiram uma aula de design mas conseguem fazer design de qualidade enquanto outras pessoas que fizeram faculdade comigo 4 anos indo pra faculdade de segunda a sexta 4 horas de aula por dia no mínimo term Aram a faculdade e não conseguiam criar bons designs a verdade é que somente a teoria não é suficiente para criar bons projetos o repertório tem um papel
fundamental e nessa aula aqui você vai entender o porquê há algumas aulas para trás que a gente já vem falando sobre o mundo real o mundo das ideias que nós exploramos esse mundo criamos um outro mundo e esse mundo influenciou o mundo real né a gente já tá falando disso há um tempo e aqui esse conceito vai ser importante que é a ideia de Platão Mas nós vamos entrar nesse conceito agora por uma outra perspectiva falando de um tópico que é muito importante pra filosofia e vai ser muito importante pra nossa aula de agora que
é a teoria do conhecimento que é o ramo da filosofia que se chama epistemologia esse é o ramo que estuda o conhecimento não só como nós adquirimos o conhecimento mas também o que que é o conhecimento certo o que que é o conhecimento verdadeiro é é a minha área favorita dentro da filosofia que eu mais gosto de estudar e ela vai ser importante aqui pra gente Então olha só como a gente já falou né na primeira aula Inclusive eu falei sobre isso Platão acreditava que a forma era perfeita e a matéria imperfeita e Platão começa
então a falar sobre a teoria do conhecimento e ele acreditava que o conhecimento verdadeiro o conhecimento real era aquele que você acessava a partir do seu pensamento que todo o conhecimento acessado a partir dos nossos sentidos é um conhecimento enganador ele usa a alegoria da caverna para explicar isso que é a caverna de Platão né Você pode pesquisar mais aí sobre isso é uma alegoria bem interessante mas ele Conta essa historinha para mostrar que nós não podemos confiar nos nossos sentidos Platão também desenvolveu a teoria do mundo real e do mundo do mundo físico e
do Mundo Ideal né O Mundo das ideias e ele fala que o mundo das ideias como eu já falei em outras aulas é o mundo perfeito e a ideia perfeita existe lá a Trix né a a ideia Central que gera todas as cópias imperfeitas então para Platão né todos os artistas todos os designers são enganadores porque basicamente nós trabalhamos com sentidos para levar uma mensagem para uma pessoa Platão dizia isso mas um pouco mais paraa frente né seu discípulo Aristóteles começou a refutar um pouco isso e dizer que na verdade não é possível sim também
alcançar o conhecimento a partir dos nossos sentidos a gente vai entender um pouco melhor para onde que essas discussões vão nos levar né várias correntes diferentes e eu te prometo que até o final dessa aula você vai entender porque essa filosofia toda é importante pra sua evolução dentro do Design então só Acompanha comigo né mundo físico Mundo Ideal a gente já falou sobre isso não preciso ficar discorrendo aqui e a verdade é que até ali mais ou menos o século X prevaleceu a forma de pensar de Platão ela era a forma mais tradicional de pensar
sobre o conhecimento apesar de Aristóteles ter trazido ali alguns pensamentos diferentes e claro existiram também outros filósofos que apresentaram teorias diferentes a Teoria de Platão era a mais aceita até o século X porque no século X começa um movimento diferente ali que a gente vai falar já já separando em duas correntes diferentes dentro da epistemologia que é o racionalismo e o empirismo a gente vai falar um pouquinho sobre eles também talvez você já tenha dessa aula na no ensino médio né e agora você vai ver o quanto que essa aula é importante para você Te
juro essa aula aqui vai fazer a diferença na sua evolução como designer só continua comigo que você vai ver como que isso aqui é poderoso tá então eu trouxe aqui uma linha do tempo pra gente ter uma noção geral a gente tem lá Platão 428 a 347 antes de Cristo e aí aparece esse sujeito aqui chamado Francis Bacon e ele foi o precursor a gente pode falar assim do que nos nós chamamos de empirismo eu gosto de trazer essas linhas do tempo porque quem tiver mais sede por conhecimento quiser ir mais fundo Nisse igual eu
gosto bastante de Estudar ler sobre o assunto Olha só grandes nomes aqui você pode estudar mais sobre a filosofia de cada um deles que eu tenho certeza que vai enriquecer ainda mais essa aula para você tá mas voltando só para Francis Bacon então ele foi o precursor do empirismo e o empirismo defende que o conhecimento é tido a partir das nossas experiências no mundo então nós chegamos no mundo com zero conhecimento tá isso é o que o empirismo puro vai defender a gente chegou no mundo com zero de conhecimento e nós começamos a descobrir o
mundo a partir das nossas vivências Então os empiristas defendem que o acesso ao conhecimento é através da experiência enquanto isso aqui alguns anos depois veio o René Descartes que você já deve ter ouvido esse nome também e fundou o racionalismo que é uma corrente que defende que na verdade o conhecimento é acessado através da Razão através do pensamento ali iniciava essa divisão Tá que lá atrás né com os gregos né Platão Aristóteles já tinha um pouquinho disso Aristóteles já falavam um pouco mais a favor dos empiristas enquanto Platão falava um pouco mais a favor dos
racionalistas E por que que a gente tem esses dois conceitos porque ambos fazem muito sentido você pode sim descobrir algo con concer o mundo através do pensamento então a lógica te leva a uma conclusão Mas você também pode conhecer o mundo a partir da experiência por exemplo você pode conhecer o mundo conhecer que o fogo queima colocando a mão no fogo e se queimando ou você pode conhecer que o fogo queima através da razão né pensando sobre o calor do fogo Como pode se queimar mas é mais fácil você conhecer o fogo a partir da
experiência você se queimando ou você vendo outra pessoa se conhecer então talvez aqui Ness nesse caso específico os empiristas ganham um ponto certo agora os números é possível conhecer os números a partir da experiência de certa maneira sim a quantidade né sempre esteve presente a os a quantidade de coisas não existe só uma unidade quantas folhas T uma árvore Quantos grãos tem uma praia quantas vacas tem num pasto então a quantidade já existia mas os números não nós conseguimos racionalizar os números para que aí então eles passassem sem existir então lembra que eu falei lá
para vocês que tem o mundo real e o mundo real inspirou a criação do mundo ideal tanto com a escrita com os idiomas com os números com as teorias com as religiões com as ideias Então os dois raciocínios fazem muito sentido e ao longo de um bom tempo ambos coexistiram então nós temos no empirismo alguns nomes muito importantes que se você quiser estudar mais sobre isso você pode pesquisar além de Francis Bacon na verdade Francis Bacon nem é o principal nome do empirismo né os dois principais nomes do empirismo são John Lock e o David
hum enquanto isso no racionalismo nós temos aqui os dois principais nomes é Descartes e o libis mas também tem o Espinoza que defendia bastante o racionalismo e Aí surge uma figura importante que é o Emanuel Kant que fundou o criticismo e o que que é o criticismo tá basicamente a grosso modo o que o Kant fez foi juntar as duas coisas ele disse olha nós não aprendemos Só através da razão e nem aprendemos Só através da experiência hoje em dia isso é meio Óbvio quando eu falo aqui pô por que que alguém só não simplesmente
juntou as duas coisas né era tão simples assim né É mas não é tão simples assim na verdade Kant conseguiu reunir as duas teorias e provar que elas conseguem coexistir e fazer sentido juntas e o criticismo defendia então que sim nós podemos conhecer o mundo através do pensamento mas nós também podemos conhecer o mundo através da experiência Kant Inclusive fala sobre as intuições que são os conhecimentos que nós adquirimos através dos nossos sentidos através do nosso corpo então ele chama isso de intuições e dentro do Design as intuições são muito importantes mas também ao mesmo
tempo a racionalização A lógica é muito importante tanto dentro do processo criativo quanto dentro do processo de construção do seu repertório então Kant diz que nós temos uma mistura entre as leis universais e as experiências sensíveis quando Nós pensamos em leis universais eu quero que você pense o seguinte tá eu li eu li sobre isso a primeira vez num livro que chama o mundo codificado do willen fler que é o livro que mais influenciou Eh toda a filosofia por trás da da overland e nesse livro O Mundo codificado ven fler fala que as teorias ele
na verdade ele cria um raciocínio para que nós reflitamos sobre isso tá ele pensa o seguinte um triângulo tem 180º em qualquer lugar do mundo ele vai sempre ter 180º Será que a gente descobriu isso olhando paraas estrelas olhando pro céu descobrimos essas leis olhando pro céu ou nós inventamos elas e ele começa a refletir né Qual que é o ponto de vista aqui Será que nós inventamos os números ou descobrimos os números e essa que é uma questão interessante aqui na verdade existe uma mistura dessas duas coisas e quando o Kant fala de leis
universais o que ele quer dizer é que existem sim conhecimentos que nós descobrimos independente da nossa existência essas leis vão continuar existindo e fazendo sentido Por exemplo a gravidade Não importa se existe ou não existe ser humano a gravidade está lá não importa o quanto você sabe sobre ela ela vai gerar um efeito sobre você assim nós temos várias leis universais e nós podemos descobrir elas ao longo do tempo através tanto das nossas experiências sensíveis que é o que o Kant chama aqui ele vai falar de intuições também quanto através da racionalização então Nós refletimos
pensamos e através da lógica chegamos uma conclusão dentro do campo da epistemologia que eu não vou me aprofundar muito aqui tem Inclusive essa questão do que que é o conhecimento verdadeiro Qual que é o conhecimento que nós podemos confiar é aí que a gente entra entra no saber científico e entra com a ciência para provar Qual que é o o conhecimento verdadeiro depois isso vai evoluindo até a gente chegar no conceito de paradigmas também então Quais são os paradigmas do conhecimento onde está a nossa limitação até onde é possível nós sabermos sobre o mundo mas
voltando aqui para cant né ele traz dois conceitos muito importantes para nós entendermos o valor e o poder que o repertório tem que é o conceito de fenômeno e o conceito de número vamos entender eles aqui um pouquinho melhor fenômeno é o que nós conhecemos a partir dos nossos sentidos as coisas como se apresentam a nós então qualquer fenômeno lembra quando a gente começa a aprender ciência lá no ensino fundamental você começa a aprender o que que é Ciência e uma das coisas que a gente aprende Quando nós vamos estudar sobre Ciência É sobre o
conceito de fenômeno Quais são os fenômenos da ciência são os acontecimentos observáveis tudo aquilo que acontece à nossa volta pode ser chamado de de fenômeno e nós podemos observar e estudar esses fenômenos mas também existe um outro conceito esse muitas vezes esquecido que é o conceito de número e Kant diz que números são as coisas como são independentes de nós o que não se pode conhecer o que é metafísico então o que que é o número Kant dá um nome pro número ele chama o número de a coisa em si a coisa em si é
tudo aquilo que nós não conhecemos logo nós não conseguimos conceber e aí eu tenho um exemplo aqui legal que eu acho que vai te ajudar a visualizar o que eu quero dizer que é esse pontinho aqui ó Acompanha comigo colocar ele na tela dá só uma olhada nesse pontinho imagina que esse pontinho Branco aí no meio da tela é todo o conhecimento que a humanidade tem sobre o universo claro eu tô sendo até Generoso né Eu imagino que a gente sabe muito menos enquanto toda essa área preta é o conhecimento que nós não temos sobre
o Universo são todas as coisas que existem mas nós não sabemos que existem desde leis lugares coisas qualquer tipo de coisa que nós não conhecemos e Kant dá esse nome da coisa em si aquilo que nós não temos acesso e existe um exercício legal pra gente refletir sobre isso que é você parar um pouco para pensar em algo que você nunca viu antes né tenta pensar em alguma coisa sei lá algo que você nunca viu algo que seja diferente pense em algo e ó dá um pause aqui aqui no vídeo agora vamos fazer esse exercício
dá um pause no vídeo e coloca no comentário aqui embaixo uma coisa que você não conhece que você nunca viu Tá mas tem que ser uma coisa que você não conhece nem pensamento você falar assim ah eu não conheço o Japão nunca fui para lá não mas você conhece a existência do Japão tente formular alguma coisa que você não conhece a existência tá então ó dá pausa aí vou te dar 2 segundos 1 segundo zero Beleza agora só continua aqui depois comentar lá vamos fazer esse exercício provavelmente você comentou alguma coisa que é formada pela
soma de outras coisas que existem Como assim Juan talvez Você Pode Ter comentado alguma coisa como um hipopótamo dirigindo um carro aí você pensa um hipopótamo dirigindo carro Realmente eu não nunca vi um hipopótamo dirigindo um carro mas você já viu um hipopótamo e você já viu um carro então você usou conceitos que você já conhece para tentar construir algo novo você pode falar por exemplo el nunca viu um alien Mas você conhece o conceito de Alien inclusive os Aliens que a gente costuma representar são Aliens que se parecem com coisas que a gente já
conhece desde Aliens mais humanoides ou Aliens também mais simbióticos né meio Venon assim que se parecem com coisas que existem na vida real mas nós não sabemos de fato como um alien É talvez ele seja mais parecido com a luz mas mesmo assim olha só como que o meu raciocínio sobre o Alien ser parecido com luz eu tô relacionando ele com a luz que é alguma coisa que eu conheço Então vamos voltar aqui pra ideia de fenômeno e número fenômeno é tudo aquilo que nós conseguimos acessar tá então volta aqui pro conceito só para você
entender onde eu quero chegar com isso o que nós conhecemos a partir dos nossos sentidos as coisas como se apresentam a nós então o fenômeno ele é observável certo enquanto número são as coisas como são independentes de nós o que não se pode conhecer o que é metafísico então a coisa em si é um número aquilo que nós não conhecemos a partir disso a gente consegue devagar para vários caminhos diferentes tá a gente vai seguind no caminho aqui do Repertório para você entender como que isso aqui te ajuda a ser um designer ou uma designer
melhor mas eu quero que você só pense um pouquinho sobre isso fenômeno O que é observável os fenômenos eles revelam para nós né então eu gosto dessa palavra descoberta O que é descobrir é tirar a coberta tirar o manto negro isso inclusive é um conceito quando nós tiramos o manto negro nós revelamos parte da realidade Então os fenômenos revelam a realidade para nós o tempo inteiro pensa lá naquele fatídico momento a lenda que diz que uma maçã caiu na cabeça de Newton foi lá e caiu na cabeça dele aquilo foi um fenômeno um fenômeno observável
então a maçã caiu bateu na cabeça dele né eu visualizo assim né maçãzinha lá caiu às vezes nem bateu na cabeça dele mas foi assim que eu vi assim que me foi ensinado né A Lenda então caiu uma maçã e aí ele pode observar Opa A Maçã caiu Se eu jogar ela cai de novo se eu jogar ela cai outra vez a partir dessa observação ele usa então a experiência sensível ele viu a maçã caindo Ele usou a experiência sensível para acessar parte desse conhecimento depois ele usou a racionalização usou o pensamento para poder chegar
em uma lei que a lei da gravidade então a lei da gravidade a gente pode chamar aqui de uma coisa que é Independente de nós algo perto de um número então existe uma lei e ela existe Independente de nós mas nós acessamos essa lei a partir da observação de um fenômeno por exemplo o número não pode ser observado ele pode ser racionalizado talvez mas não observado aqui nesse conceito Inclusive é o que não se pode conhecer até que se conheça Isso é o que nós chamamos de paradigmas São momentos onde nós estacionamos ali e não
conseguimos passar para próxima etapa Até que esse paradigma seja quebrado quando o Einstein desenvolveu a teoria da relatividade ele quebrou uma série de paradigmas que nos permitiu avançar o nosso conhecimento em relação à física e a metafísica então nós trabalhamos hoje assim com essa ideia de paradigmas mas lá atrás Kant já trabalhou a ideia de coisa que é aquilo que nós não conhecemos fenômenos e números e o que que isso aqui no final das contas tem a ver com repertório a verdade é que o seu repertório é é a sua maior bênção e a sua
maior maldição o que que isso quer dizer ele é o que te permite conceber coisas novas coisas de qualidade ou qualquer adjetivo que eu possa colocar aqui ele que te permite evoluir dentro do Design mas é ele também que te limita se você tá estacionado em um certo nível dentro do Design provavelmente esse nível que você está ele só vai ser superado quando você Enrique ser mais o seu repertório e o que que é repertório tá a palavra repertório e palavra conhecimento são muito compartilhadas aqui né o conhecimento é tudo aquilo que você conhece a
medida que você tem mais conhecimento você naturalmente tem mais repertório mas nós gostamos de utilizar essa palavra repertório para falar sobre toda a bagagem que nós adquirimos e somamos ao longo da nossa vida o conhecimento muitas vezes ele é associado a algo mais teórico né Eu conheço sobre algo a gente pensa em palavras livros enquanto o repertório muitas vezes ele é mais associado à suas experiências quanto mais experiências você vive mais repertório você tem mas a verdade é que as duas coisas estão bem tramadas assim elas estão juntas quanto mais você aumenta o seu repertório
mais você tem potencial para enriquecer o seu conhecimento quanto mais você aumenta o seu conhecimento mais você tem potencial para enriquecer o seu repertório as duas coisas estão juntas repertório maior também significa conhecimento maior tá então talvez eu poderia dizer que são até sinônimos dependendo do contexto e para que que serve o repertório dentro do Design aqui dentro da nossa profissão e do nosso Ofício eu quero que você pense comigo o seguinte um dia um aluno meu me perguntou o seguinte Juan como que eu sei que o meu design é bom E aí eu respondi
assim para ele se você não sabe responder essa pergunta é porque o seu Design em tese não é bom porque um bom designer sabe o que é um bom design aqui Claro a gente pode relativizar isso dá para relativizar qualquer coisa né então o que que é o bom design como é que eu chego no Bom design Quando você estuda mais design você começa a perceber que o bom design Depende de contexto Isso faz parte também do seu conhecimento sobre contexto e sobre a prática do Design então também está relacionado com o seu repertório mas
eu quero que você faça esse exercício comigo olha só que interessante imagine Olha só todos todos esses elementos que eu coloquei aqui dentro dessa cabeça todos eles Observe aqui cada um deles é bem possível que você saiba me dizer o que é cada uma dessas coisas você sabe o que é isso daqui você sabe o que é isso aqui isso isso isso por que que você sabe o que são essas coisas você sabe o que são essas coisas porque você consegue acessar Vamos pegar lá da Teoria de Platão o mundo das ideias e Nós dois
estamos conectados nesse mundo mundo das ideias e todos esses elementos aqui são ideias mais tarde quando a gente foi estudar mais sobre signos e semiótica você vai entender que cada elemento desse é um signo que representa um tipo de objeto diferente no mundo real ele representa alguma coisa então quando você olha para esses elementos Você se lembra de algo você se lembra de um restaurante que vende sanduíches Você se lembra de um lápis que risca ou de um ícone de editar Você se lembra de amor olha só isso aqui o que que isso aqui tem
a ver com amor nada mas você se lembra de amor porque isso aqui é um símbolo é um tipo de signo que te remete a esse conceito isso aqui te lembra O quê sorte Trevo planta folha isso aqui te lembra obra de arte nós chamamos de O Grito Então você olha para essas coisas e sabe o que elas significam Ok Isso faz parte do seu repertório tudo isso está dentro da sua cabeça a medida que você conhece coisas novas essas coisas vão fazendo parte do seu repertório E aí nós temos uma coisa interessante aqui o
repertório não é como um HD um SSD que tem limite né 500 GB 1 ta não você quanto mais você aprende mais você soma ao seu repertório e não existe limite de o quanto cabe de conhecimento dentro da cabeça de uma pessoa e isso é uma coisa maravilhosa Isso significa que quanto mais você Experimenta conhece o mundo vive experiências novas mais você enriquece o seu repertório é possível enriquecer o seu repertório lendo um livro é possível enriquecer o seu repertório vendo um filme fazendo uma viagem só tem um conceito que é importante a gente trabalhar
aqui quando a gente fala de repertório que é o conceito de novidade quando nós vivemos uma rotina muito normal no sentido de todos os dias algo mais ou menos do mesmo jeito nós temos um potencial de enriquecer o nosso repert menor se você quer enriquecer o seu repertório com mais intenção é legal que você crie a oportunidade de viver coisas novas durante o seu dia isso não quer dizer que você precisa viajar pro Egito conhecer a pirâmide para poder ter um novo repertório é claro que isso vai adicionar uma grande carga de experiências para você
que vai com certeza enriquecer o seu repertório mas às vezes se você muda o caminho de ir pra padaria isso pode enriquecer o seu repertório se você muda o seu jeito de olhar para as coisas isso pode enriquecer o seu repertório um dia você olha de longe outro dia você olha de perto olhar uma joaninha em uma folha pode enriquecer o seu repertório olhar pro pôr do sol ou pras estrelas também pode enriquecer o seu repertório inclusive fechar os olhos e refletir também pode enriquecer o seu repertório a questão é que a maioria das pessoas
não param para poder fazer isso de maneira intencional elas simplesmente vivem a vida no piloto automático e esse é um dos principais pontos que nós precisamos desligar Se nós queremos enriquecer O Nosso repertório sair do piloto automático é uma das melhores maneiras de enriquecer essa sua bagagem do mundo e como eu disse lá no início esse talvez seja o principal fator que diferencia na prática tá não na teoria mas na prática e até na teoria também se a gente parar para pensar um designer que é experiente de um designer que não é a própria palavra
né experiente o que que é um designer experiente é um designer que viveu muitas experiências isso permite que ele chegue em ideias que são mais profundas do que um designer iniciante e esse é um dos principais fatores que você vai trabalhar pro resto da sua vida e é um dos fatores que mais vai te fazer evoluir dentro do Design dentro desse curso como um todo você vai ter uma série de teorias uma série de diretrizes que vão te ajudar a chegar mais rápido em algumas conclusões porque outras pessoas já passaram por essa experiência e podem
te ajudar a chegar nela mais rápido então você vai ver uma série de teorias interessantes aqui mas o seu repertório ele é construído no dia a dia assistir um curso aumenta o seu repertório com toda certeza mas só isso não é suficiente você vai precisar construir a sua intuição que é o que eu falei Kant falou isso lá atrás né O que são as intuições a intuição é o seu momento de força como eu diria Yan Z Johannes iten foi um professor da ba a gente vai falar mais dele no módulo de cores Tá mas
yannes iten fala que doutrinas e teorias são para momentos de fraqueza nos momentos de força o design é resolvido intuitivamente Então o que é a intuição a intuição é uma força não racional Mas é uma força que nós desenvolvemos a partir do Repertório a partir das nossas um designer talvez não consiga explicar como ele consegue fazer um bom design às vezes ele simplesmente faz isso tá ligado com a intuição dele o quanto que ele simples o fato de simplesmente fazer significa que todo o seu corpo já aprendeu a fazer aquilo quando nós vimos a aula
de ciência da criatividade eu te expliquei lá como que funciona o processo de redes neurais e de aprendizado E aí você entendeu que a repetição te ajuda a aprender alguma coisa é igual aprender a dirigir não sei se você sabe dirigir Mas uma coisa muito legal é que quando você tá aprendendo no início é muita coisa para você pensar e você tenta ter o controle de tudo com a sua mente né com a com a sua razão digamos assim quando você faz isso com mais frequência a repetição isso começa a se tornar um processo intuitivo
E aí você simplesmente faz os seus pés Já estão trabalhando sem que você precise prestar atenção neles fixadamente a sua mão aqui já passa a marcha o câmbio aqui sem você pensar nisso intuitiv amente você escuta o carro ali tá na hora de passar pra segunda pra terceira você simplesmente faz é por isso que às vezes você consegue prestar atenção no trânsito conversar com alguém que tá do seu lado porque você já masterizou aquele processo já é um um padrão neural enraizado na sua mente é igual aprender a andar de bicicleta também já é um
padrão enraizado na sua mente isso tem Total relação com o conhecimento e Total relação com o aprendizado e a construção do seu repertório e com o design não é diferente quanto mais você pratica e quanto mais você observa e vive experiências novas mais você enriquece o seu repertório E é isso que vai te fazer criar bons design bons designers designers que estão começando não conseguem muitas vezes julgar se o que eles estão fazendo ficou bom ou não Provavelmente você vai fazer algo parecido com algo que você já viu porque aí a gente entra no conceito
de paradigma Inclusive eu gosto de contar a história do paradigma da Avenida Qual que é a ideia do paradigma da Avenida imagine uma cidade pacata pequenininha com 30.000 habitantes que possui uma avenida principal e nessa Avenida Principal lá no final dela tem uma igreja né geralmente cidadezinhas pequenas é assim o centro da cidade ou no final da avenida principal tem uma igreja e ao longo dessa Avenida tem o comércio vamos supor que o primeiro comerciante apareceu nessa Avenida e ele não sabia muito bem o que ele estava fazendo Ele usou a razão dele para para
pensar eu acho que eu preciso colocar uma fachada aqui PR as pessoas saberem o que que eu vendo aqui e aí ele coloca lá que ele vende parafusos materiais para construção então materiais para construção do seu João ele coloca lá seu João construção Coloca alguma coisa nesse sentido e tá lá a fachada dele e aí como ele é o único naquela cidade todo mundo vê ele como referência e vai lá e compra material de construção com o seu João em determinado momento surge alguém querendo fazer uma daria também E aí essa pessoa também não sabe
muito bem o que está fazendo ela tá agindo ali conforme o repertório que ela tem conforme o conhecimento que ela já tem do mundo mas ela já conhece o seu João e sabe que o seu João tem certo sucesso ali e aí o que que ela faz ela faz uma fachada parecida com a do seu João E aí é a padaria da Leia E aí coloca lá a padaria da Leia inclusive Vamos colocar uma camada mais legal nessa Avenida tá imagina que essa avenida chama aven E aí o seu João na verdade coloca lá na
fachada dele o seguinte construções Esse é o nome do negócio dele e coloca lá na fachada dele então vem a Leia vai construir a padaria dela ela coloca lá padaria Cub E aí todo mundo vai colocando o nome da avenida ali no negócio já Dev ter visto Alem parecido com isso por aí n e quando a gente para observar isso que que a gente apr aprende que nós tendemos a replicar aquilo que nós vemos e conhecemos igual eu já venho falando ao longo dessa aula então a Leia viu que o seu João fez lá a
kub check construções e fez a padaria Cub check porque é o que tava fazendo sentido parecia que a funcionar para ela também né E aí um começa a copiar o outro repara essas cidades menores assim de interior que tem essas Avenidas principais as fachadas são mais ou menos iguais você não tem aquelas vitrines maravilhosas que nós vemos talvez em um shopping por exemplo porque aquele é um outro ambiente com outro repertório um outro conhecimento sobre o consumidor e sobre vitrines também por exemplo Hoje em Dia com a internet tudo tá mais globalizado Pode ser que
você veja sim vitrines e lojas bem legais em cidades pequenininhas porque agora nós temos acesso a conhecimentos que não necessariamente estão presos onde a gente mora né com a internet eu consigo ir lá pro Japão por exemplo então eu consigo adquirir repertório de outros Ambientes diferentes mesmo morando aqui então a gente vive num mundo diferente hoje inclusive isso é uma coisa maravilhosa pra Construção de repertório Mas pensa Antigamente como que a maioria vai pros filmes de de velho Oeste né far Oeste esses filmes geralmente quando você vai para Uma cidadezinha assim de de velho Oeste
tem mais ou menos ali um padrão visual é mais ou menos todo mundo igual por quê porque aquele é o repertório daquela cultura daquele meio então o reper ório ele constrói paradigmas né o a cultura constrói paradigmas e as pessoas absorvem isso pro repertório delas e replicam isso que que isso tem a ver com design designers iniciantes T um repertório mais pobre porque eles viveram poucas experiências e construíram pouco conhecimento sobre design Então o que eles vão fazer é tender a replicar o que eles conhecem e já viram e geralmente eles vão tender a replicar
designs ruins designs do centro da cidade onde eles vivem é por isso que o design de quem tá começando não é bom talvez você vai falar ah mas é porque as pessoas não conhecem as teorias Pode ser mas eu conheço muitos designers que não conhecem a teoria mesmo para poder explicar o que estão fazendo mas fazem um design que é harmônico e que funciona melhor do que outros designers iniciantes porque eles construíram um repertório maior E aí basicamente quando nós estamos falando de construção de repertório você pode fazer isso de um jeito mais lento ou
de um jeito mais rápido você pode fazer isso com intencionalidade ou pode deixar isso acontecer à medida que você vive naturalmente Você vai enriquecer o seu repertório as suas vivências enriquecem o seu repertório a maturidade te dá repertório pessoas mais velhas TM mais repertório que pessoas mais novas não é sempre a gente também pode contextualizar isso aqui podem ter pessoas novas que T um repertório muito mais vasto porque se expor mais a experiências novas isso faz muita diferença imagina um Senhorzinho de 90 anos que viveu a vida dele inteira em uma fazenda cuidando do gato
e Ele viveu a vida dele toda ali fazendo a mesma coisa todos os dias no máximo ele ia pra Feirinha da cidade mais próxima para poder vender a plantação dele ou vender o leite que ele tirava da vaquinha dele pensa Ele viveu 90 anos essa experiência o repertório dele pode ser mais pobre do que uma pessoa que se expõe a coisas novas dentro da aula de ciência da criatividade né eu na verdade eu não sei se é na aula de ciência da criatividade ou se é na aula do do mundo das ideias tá dos dois
mundos que eu falo para vocês sobre as metrópoles e a teoria do metabolismo das metrópoles eu acho que é na primeira aula do do mundo das ideias e e aí eu mostro lá que existe uma teoria que mostra que cidades metrópoles tendem a Gerar mais ideias do que cidades menores porque a a soma de ideias diferentes várias pessoas tendo várias ideias e vários estímulos do tempo inteiro aumenta a chance de você construir mais repertório e aumenta a chance de você gerar novas ideias então Metrópolis assim como corais são um ambiente mais propício pra geração de
novas ideias a diversidade gera novas ideias porque a diversidade te expõe a coisas novas então a novidade aqui tem um papel importante então eu disse para você que existe o caminho rápido e devagar o caminho devagar é simplesmente você continuar fazendo o que você faz sem prestar atenção nisso sem ter in funcionalidade você simplesmente faz e é isso esse é o caminho mais demorado conheço designers que T 10 15 anos de profissão e parece que pararam no tempo porque simplesmente fazem não observam o que está acontecendo não vivem experiências novas e não imprimem isso dentro
dos projetos né quando eu falo imprimir é é colocar isso dentro do seu projeto mesmo então esse é o caminho mais lento e é o caminho que a maioria dos designers Segue o que eu quero te propor aqui com essa aula é que você siga pro caminho mais rápido que é o caminho da intencional ade que é o caminho de enriquecer o seu repertório de propósito Esse é um dos principais exercícios para você se tornar uma pessoa mais criativa e para você também evoluir o nível do seu design e das suas ideias você já tá
entendendo aqui mais ou menos como que o raciocínio funciona falamos de diversidade geração de alternativas tentativa e erro conhecimento teoria do conhecimento como que a gente evolui você já tá entendendo mais ou menos eu não preciso entender muito mas eu faço questão às vezes de repetir para ficar bem fixado na sua mente a conclusão que a gente chega é que se você constrói o seu repertório com intencionalidade você evolui muito mais rápido foi exatamente isso que eu vi acontecer com vários alunos e alunas minhas que em quatro C meses começando do zero já estavam criando
projetos muito interessantes projetos que nós não diríamos que são projetos de iniciantes porque enriqueceram o repertório com intencionalidade porque nós podemos dizer sim é uma conclusão que eu já cheguei que não existe um bom designer sem um bom repertório o repertório te permite chegar em ideias mais maduras um designer iniciante vai tender a ter as mesmas ideias que outros designers inclusive um designer que é mais experiente consegue olhar para uma ideia e ver essa ideia como uma ideia de iniciante porque ele já teve essa ideia antes é uma ideia comum é uma ideia que às
vezes pro iniciante não parece óbvia mas pro designer mais experiente é uma ideia óbvia é uma ideia comum é um um um lugar que ele já passou por ali antes então ele consegue ter ideias mais maduras e isso olha é para qualquer coisa nós estamos falando aqui de design mas se você quer ser um uma pessoa que escreve bem repertório vai fazer toda a diferença se você quer ser uma pessoa que fala bem repertório de palavras você vai fazer toda a diferença repertório de postura repertório então o repertório é essa bagagem e você pode aprender
sobre qualquer coisa O que faz o seu repertório ser construído mais rápido é você ter a intencionalidade da direção nós podemos concluir que não dá para saber sobre tudo certo não dá para aprender sobre todas as coisas do mundo um ser humano não consegue aprender sobre tudo então nós precisamos escolher sobre o que nós vamos aprender parte do dessa intencionalidade está em escolher quais experiências você vai viver e escolher qual conhecimento você vai adquirir Que tipo de livro você vai ler Que tipo de filme você vai assistir E aí eu recomendo para você começar dos
clássicos Não importa se são livros não Não importa se são filmes não importa se são jogos não importa se são designs começar pelos clássicos te ajuda a passar por um caminho que outras pessoas já passaram antes inclusive estudar sobre a história também é um ótimo jeito de enriquecer o seu repertório porque você aprende com os acertos e erros de outras pessoas que já passaram por um caminho longo É como se você ganhasse anos de Estudos em horas em dias talvez então estudar sobre história estudar sobre clássicos é um ótimo jeito de começar mas ao mesmo
tempo estudar sobre as quebras de paradigmas ou seja o momento em que eu deixo o clássico de Fora para trazer uma inovação também é muito importante e aí a história tem de ajudar com isso uma das coisas que mais enriquece o seu processo no design é estudar história da arte porque ao estudar história da arte você vê os clássicos surgindo e você vê também a contracultura você vê também a quebra de paradigmas que esses Class acabam gerando então é é um ciclo nasce um clássico nasce uma quebra de padrão que gera uma nova Vanguarda que
gera um novo clássico e gera uma nova quebra de padrão isso é o comum dentro da história e você aprende muito com a história mas um outro jeito de aprender também é através da análise e da observação na próxima aula nós vamos falar sobre a inteligência visual você prestar atenção nos detalhes você observar também com intencionalidade ao invés de só olhar Eu não só olho eu vejo eu sei o que eu estou vendo eu presto atenção e isso também vai te ajudar A enriquecer o seu repertório com mais rapidez porque você está prestando atenção ao
invés de só deixar as coisas passarem diante dos seus olhos a gente vai ter uma aula para falar sobre a inteligência visual mas antes dessa aula eu quero concluir com você o que você pode fazer para enriquecer então o seu repertório o conhecimento é um jeito experiências novas viagens também vão te ajudar A enriquecer o seu repertório Mas lembre se você não precisa só viajar para enriquecer o seu repertório Ah não tô eu não gosto de viajar ou eu não tô no momento para viajar mais não tem problema tem outros jeitos de enriquecer o seu
repertório também se não é o único Tá mas as viagens Elas têm um poder de te colocar em ambientes novos com pessoas novas e culturas novas isso chacoalha a sua mente de um jeito muito forte e você capta coisas que não fazam parte do seu cotidiano por isso que viagens São eh um um jeito muito interessante de evoluir o o seu repertório e de chegar em conclusões novas estudar coisas que você não estuda Normalmente também estudar antíteses para suas teses então se você acredita firmemente em alguma coisa Que tal estudar alguma teoria que seja contrária
a isso a filosofia trabalha muito com isso a ciência também né então qual que é a antítese dessa sua tese isso te ajuda até a reforçar a sua tese e A enriquecer o seu repertório observar pessoas observar sentimentos humanos observar as principais dores da humanidade observar os principais problemas da humanidade também te ajuda a construir um repertório mais direcionado para esse lado porque no final design é relacionado com isso nós estamos aqui para impulsionar boas ideias nós estamos aqui para ajudar a resolver vários problemas como que nós fazemos isso compreendendo esses problemas então construir o
seu repertório nessa direção também é muito valioso também é muito eficiente então Basic Existem várias maneiras de fazer isso o que precisa ficar guardado na sua cabeça é que o seu mundo é a forma como você enxerga o mundo eu sei que essa frase ela foi construída de um jeito que fica estranho mas o que eu quero dizer com isso é que quanto mais você conhece mais você percebe que tem muito mais para conhecer mas também diferentes lentes você começa a guardar nessa sua bagagem para ter novas perspectivas diferentes sobre o mundo uma das coisas
que também pode ampliar muito a sua visão é estudar religiões porque as religiões elas tratam sobre as coisas mais íntimas da humanidade e às vezes nós ficamos tão presos nos paradigmas das nossas próprias religiões que nós perdemos muito com outras religiões que podem nos ensinar a enxergar o mundo com lentes diferentes e isso também é algo muito poderoso tudo que te coloca em uma experiência nova pode ser muito valioso pra Construção do seu repertório concluindo Então essa aula aqui com vários conceitos novos para você o que eu quero te dizer aqui basicamente é teoria legal
é importante pro conhecimento lógica é importante pro conhecimento você não pode ter preguiça de pensar não dá para ter preguiça de pensar isso é muito valioso e você vai precisar usar são dois tipos diferentes de de raciocínios né Tem até o livro lá rápido e devagar duas formas de pensar que é o a mente um e a mente dois o raciocínio um raciocínio dois um é mais lógico e o outro é mais intuitivo os dois são válidos tanto o racionalismo quanto o empirismo é válido o criticismo defende isso e a gente percebeu isso na aula
de hoje tem horas que você alcança pela Lógica tem horas que você alcança pela experiência a ciência mostra muito isso Preste atenção nos fenômenos que acontecem à sua volta tente refletir sobre caminhos e possibilidades né A Teoria a racionalização também vai te ajudar a chegar em conclusões novas Mas sendo o mais prático possível o que eu quero te falar é viv experiências novas com intencionalidade Preste atenção no que está acontecendo à sua volta Essa foi a nossa aula sobre o poder do Repertório Espero que você tenha gostado eu te vejo agora no Próximo exercício sobre
análise de projeto